Já e Ainda Não? I SEMANA TEOLÓGICA EBT
03/03/2026
Já e Ainda Não? I SEMANA TEOLÓGICA EBT
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Muito bem, muito bem, muito bem! Está no ar a primeira aula da Semana Teológica EBT! Nesta série especial, Rodrigo Bibo, Nunes e Luiz Henrique conversam sobre o Reino de Deus — explorando o anúncio de Jesus, suas implicações para hoje e o confronto entre o Reino eterno e os impérios passageiros. O que significa viver sob o reinado de Cristo agora? Como essa mensagem redefine vocação, igreja e mundo? Essa jornada é um convite para pensar teologia com profundidade — e também para conhecer a nova turma da Escola Bibotalk de Teologia. Vem estudar com a gente.
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– Série Os Outros: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYALUz4ZnUbe1id7GI4BVDs-O
– Série Aliança: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYALKeBBgfaSYx_7eWJWPKN3k
– Série Parábolas: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYALmTOownlMJJ_SGOsn1R0Mr
– Série Origens Cristãs: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYALjBXZp2y9551ayHWhdKBS5
– BTCasts MC: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYAInhfKseQ-DMuNBW1V081oF
– BTCasts ABC2: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYAJQRa75AUS1NKO-lWMikCot
– BTPapo: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYAIbR1ZXQYUseXslZ75CGud9
Fonte: Bibotalk
Legendas automáticas:
Muito bem, começa o segundo dia da nossa semana teológica, senhor Luiz. Segundo dia. Estamos aqui com o Guilherme Nunes. Abre a câmera, laís. Ó o cara bonito aqui, ó. Nós estamos junto, tá gente? Segundo dia da nossa semana teológica. E olha só, ficou uma pergunta no episódio passado, nosso primeiro dia da semana teológica, que é o que, como eu vou entender o que já é do reino de Deus, o que que já está aqui e o que que ainda não. Isso confunde um pouco as pessoas. Mas antes, câmera em mim, Laí, antes de respondermos essa pergunta que ficou no dia anterior aqui da nossa semana teológica, quero dizer o seguinte: você tá gostando, já dá o seu like, deixa o seu comentário aqui, tá bom? Deixa o seu comentário, o seu like, ó, isso aqui, ó, joinha. Isso aqui é o símbolo do joinha aqui no YouTube, tá bom? Então pode fazer, dá o seu like aí, isso nos ajuda bastante. Passa pras pessoas, cara, tá rolando uma semana teológica lá no Bibotal que tá sensacional. Guilherme Nunes, Luiz, Bíb, aliás, o teu nome é Luiz também, né? >> É Lu caramba, gente. Is isso deu isso deu um trabalho. É uma mesa de Luiz, que eu sou Rodrigo Luiz e tu é Luís Henrique e tu é Luís Guilherme. Isso deu um problema para comprar a passagem aérea de vocês e hotel, porque isso confundia lá o meu agente de viagem. Mas não, do Luiz eu já comprei não. Mas é do Luiz Henrique. Falta do Guilherme. Que Guilherme? É o Luiz Guilherme. Meu Deus, meu Deus do céu, mano. Que loucura. Eu vou só te chamar de Luís agora. Luiz Guilherme, >> porque tu é o Guilherme Nunes, né, cara? Só minha família me chama de Guilherme. >> Por que tu chama de Por que teu nome não é Luiz, cara? Porque tu não gosta de Luiz? É Luiz é meio caído mesmo, né? >> É. >> É tanto que eu utilizo Henrique no Instagram, né? >> Olha só, mano. O Luís é caído, velho. Luiz é caído. Porque, ó, o meu nome é Rodrigo Luiz de Aquino. Eu não uso Luiz. >> É porque Luiz tem 40 anos, né, cara? Lu tem 80 anos. Exato. Entendeu? É >> quem? Ó, ó, lá em casa a minha esposa me chama de Luís, mas ela não usa o Henrique. Olha só. >> Ela não usa o Henrique. Agora minha mãe me chama ao contrário. Me chama de Henrique. >> Exato. E eu te chamo de Felipe. >> Exato. Você me chama [risadas] de Felipe. A internet rei Felipe, rei Luiz e tal. Só nome de de monarca. >> Exato. Exato. Mas enfim. Então, >> que nem >> é [risadas] exato. Mas vamos lá, gente. Então, é isso, né? Dê o seu like aí. Ah, e vamos ajudar aí. Vá, ó, tem uma uma live lá, tem uma semana teológica rolando, tá muito legal. Já tem o primeiro dia, agora já lançou o segundo, amanhã tem o terceiro. Você divulga o pessoal, tá bom? Divulga o pessoal aí que vai ser massa demais. Guilherme Nunes, Luís Henrique, Rodrigo Bibo aqui falando sobre o reino de Deus. Vamos lá, antes da gente responder. >> Sim. >> Que que você ia falar? >> Não, eu ia falar aqui, falando em grandes monarcas, né? Vamos falar do reino de Deus. [música] A pergunta que ficou então do episódio, né, da da nossa conversa de ontem, da do dia anterior, é o que é já e ainda não e tal, como é que eu distingo essas coisas? Mas antes vamos recapitular um pouquinho o que é o reino de Deus. >> Vamos recapitular isso aí. >> É pro LED. E aí a gente tá tomando essa definição aqui para como nossa. >> Isso como nossa. Exato. >> Eh, ação dinâmica de Deus na história a fim de salvar ou redimir o seu povo. A ação de Deus, Deus está fazendo algo na história dentro do tempo. E a gente pega um pouquinho aqui a discussão carcuma Cristo e o tempo. Ou seja, Deus tá fazendo, esse livro aí, mano. Dis que é top demais. É muito bom. É muito bom. >> Muito bom. E Deus tá fazendo algo na história e em Cristo. E ela é dinâmica. Dinâmica por quê? Porque não é de uma vez. >> Uhum. >> Ela tem. >> E é mais cara dinâmico no Uber. é mais caro. >> Exato. >> Então é dinâmico por quê? Porque é o sangue de Jesus. >> O sangue de Jesus. E essa essa redenção ela tá acontecendo em partes, por isso que vem com essa dinâmica. Então, é uma ação salvadora de Deus. Ou seja, não tem a ver com o lugar, não tem a ver com a questão geográfica, não tem a ver com meramente pessoas, mas Deus é ação do que Deus está fazendo >> no mundo, no seu povo, de forma dinâmica para redimir o seu povo e a sua criação, expandindo aí a a ideia do LED pra criação como um todo. >> É, no último episódio a gente resumiu isso a uma palavra, regência. >> Isso, a regência regência. >> É. E aí é o lance, não é mais um, não é mais um rei humano, né? Eu não preciso mais de um Davi, não preciso mais, né, de um algum outro rei, não. Agora veio já o rei dos reis, né? Ou seja, da linhagem de Davi veio o Salvador. E agora ele assume essa coroa porque é o seguinte, olha galera, deu o tempo de vocês, >> entendeu? Agora vocês precisam, agora tem um reino e é o reino de ponta cabeça, né? Ou seja, é uma outra dinâmica também no sentido de um outro jeito de governar, por assim dizer. Então agora não é mais um povo, não é mais uma cidade, né? Ou seja, agora é o mundo. Isso volta um pouco para Gênesis, né? A gente retoma um pouco essa ideia de que o reino de Deus é para toda a criação. >> Então, ou seja, se a gente fosse pensar geograficamente o reino de Deus, a criação. >> Sim. Exatamente. >> Daria para fazer esse paralelo? >> Sim, sim. Cosmos, né? Eu gosto é que eu tô trazendo um pouquinho do WR aqui pro pr pra conversa, mas essa ideia de que todo o cosmos, né, está debaixo do do cetro de Deus. Se o cosmos é o palco aonde Deus demonstra sua administração e gerência de todas as coisas, é a melhor definição que teríamos, né? >> É. Aí de novo a gente cai naquela pergunta, né? Pô, mas se é tudo isso, gente, eu falei, pô, não é palavrão. Que o pessoal fala, eu já falei caramba aqui também, caramba é palavrão para vocês? >> Acho que não, mas tem um estato, parece que é aí, >> é, tem essa questão jogar, mas gente, desculpa, eu falo pô, mas ah, mas é o diminutivo de outra coisa. Não, não é, é, eu só uso essa palavra mesmo, entendeu? Desculpa se isso ofende você, não é por mal. Eu não costumo falar palavrões aqui no podcast, mas é que caramba às vezes sai, entendeu? E na minha terra caramba não é não é palavrão. Então foi mal, vou evitar falar então. Tá bom. Caramba, eu gosto [risadas] de falar. Br enganando. Vamos lá. Mas vamos lá. Aí de novo traz aquela pergunta, né? Se o reino de Deus é essa regência de Deus e tal, a gente a gente entraria até na no problema do mal aqui um pouco, né? Ou nessa discussão do mal. Por quê? Porque ainda tem tanto sofrimento se o reino de Deus está entre nós, >> sabe? Tipo, mano, então é um rei muito ruim. Eu acho que a gente podia responder essa minha pergunta que eu lancei no episódio passado. Eu acho que porque é uma dúvida das pessoas, né? A gente não vai discutir aqui plenamente sobre a questão do problema do mal, como assim é chamado, porque tem uma aula, inclusive com o Guilherme Nunes, o nosso curso sobre, mano, onde é que tem sobre o problema do mal? É sobre o Espírito Santo, não? É sobre Deus que eu gravei uma live contigo, né? Foi, foi, >> acho que tem na no nosso módulo sobre Deus, eu gravo uma aula com o Guilherme Nunes sobre até Odiceia, tá? Maravilhosa, gente, maravilhosa, tá? Então, se você for nosso aluno, nossa aluna, tem essa aula lá, a gente não vai discutir muito isso profundamente, mas eu acho que cabe um pouco essa conversa aqui agora, porque se Deus é o rei do mundo, >> Uhum. >> rapaz, ele tá difícil aí, né? >> Tá, tá sendo ma gestor, né? tá sendo ma gestor, tá sendo mal regente >> na ótica de alguns, né? Na ótica de alguns, não, não, não é de alguns, né? De muita gente, né? >> Então, de alguns no sentido de existência, sabe? Eh, >> sim, sim. Não, porque eu digo para vocês, eh, uma das crises que eu tenho, acho que o problema do mal pega todo mundo. Em algum momento todo cristão fica, pô, mano, por que que Deus permite isso, né? principalmente quando mal fere o próprio cristão, >> principalmente ou quando tu vê uma barbaridade, sabe aquelas coisas são barbaridades que eu não quero nem dar nenhum exemplo aqui para não dar gatilho em ninguém, mas sabe aquelas notícias que tu lê e fala assim, ó, mano, demo errado? Uhum. >> Não, a humanidade deu muito errado. Não tem assim aquelas aquelas tragédias que acontecem, que não é uma tragédia natural, que muitas elas são causas, né, da nossa ação no mundo, mas aquela tragédia mesmo, assim, uma maldade, assim, uma brutalidade que um ser humano faz sobre o outro. >> É, veza é bonito. >> Vileza é bonito, mas é, é brutalidade mesmo, é maldade. É, mano, assim, tipo, como é que alguém conseguiu fazer isso com outro alguém, com o próprio filho e por aí vai. >> A gente se pergunta, Deus, por que tu permitiu esse negócio? Entende? Tipo assim, que reake é esse que tá deixando isso acontecer? É, é, >> eu vou deixar essa o Guilherme responder porque >> não, vamos vamos ser bend aqui, gente. É uma resposta muito limitada diante do tamanho também, né? É muito difícil lidar com esse com esse rolê, né? Mas enfim, uma resposta tem, né? >> Duas dois pontos. A primeira, o primeiro ponto é não tem resposta. É tipo isso, >> porque qualquer resposta ela é limitada diante de uma coisa que a gente não sabe tudo. >> Uhum. >> Entende? Então, por exemplo, Deus é mau por permitir isso. Eu diria: "Pera aí, você sabe tudo de Deus? Você você consegue saber tudo sobre essa situação? Tudo do coração de Deus?" Não, eu tô falando do que eu sei, beleza? Mas você não sabe tudo. Então, a sua avaliação não pode ser uma avaliação de que Deus automaticamente é mal. >> Uhum. Você não sabe tudo. Eu preciso de ter todas as peças do xadrez, todas as peças do, >> como é o nome, meu? >> Do tabuleiro. >> Do tabuleiro. Para poder entender. >> É igual quando você tá vendo um filme, né? Aí tem uma determinada ação de um personagem fala: "Meu, nada a ver esse cara fazer isso, mano. Por que que ele falou isso? Por que que ele nada a ver essa ação dele?" Aí passa daí tem o plot twist. Mano, ele fez isso por causa de uma coisa que a gente não sabia, por causa lá do passado da conversa com aquele outro agente, não sei quê. É muito legal, né? Então é, a gente não tem todas as peças. Então quando eu vejo essas coisas acontecendo, >> primeiro dá que você, como você falou, né? Você olha para Deus assim, Deus, por quê? Né? >> Só que ao mesmo tempo eu olho para mim e digo: "Bom, >> eu estou limitado à minha ignorância". Exato. >> Primeiro ponto. Segundo ponto, o fato da gente não ter todas as as explicações e o fato de Deus não interferir não significa que ele não vá solucionar esse problema. >> Uhum. Uhum. Hum. >> Então, é por isso que na nossa definição de reino aqui, a gente falou sobre que Deus está fazendo algo na história de forma dinâmica. Por que de forma dinâmica? Porque ele tá fazendo isso dentro do tempo. Em outras palavras, a pergunta é: não é porque Deus permitiu mal, mas até quando ele vai permitir? >> Uhum. >> Pra primeira eu não tenho resposta porque Deus permite. Pra segunda eu tenho. Até quando eu tenho? Boa.Então que essa é a pergunta bíblica. A pergunta bíblica do Salmo 13 não é Deus porque o Senhor tá está acontecendo salmo 13 é seis vezes. Até quando, Senhor? Até quando, Senhor? Até quando, Senhor? É sobre tempo. É sobre se aquilo vai até quando ele vai permitir, porque ele sabe que Deus vai fazer. Ele só não sabe exatamente, né? quando eh a aflição do eh a aflição do autor bíblico não está num quesito da temporalidade, não está no quesito da existência do mal, mas da temporalidade, >> porque ele sabe que Deus vai intervir. Então a ideia do LED é muito boa para nós, porque o jaio, ainda não vai dizer o seguinte: "O mal está na categoria do ainda não." >> Uhum. >> Então Deus não vai fazer nada com relação ao mal. Ainda não. Essa é a nossa resposta como teólogo, porque é até aí é onde a gente pode ir. Então, já é algumas coisas já aconteceram por conta da cruz, por conta da morte de Jesus. Jesus elimina aquilo que travava a gente de passar para para elimina aquilo que travava a nova era. Como é que eu faço >> a nova criação, >> nova criação entrar para dentro dessa para linguagem? Gente, se a gente falar nova era, novo tempo, é na linguagem bíblica, não referência a qualquer movimento ou religião, mas é como é o texo. >> Por isso que na minha linguagem o vé rasgar é para dar lugar à nova era. >> Sim. >> Para entrar. Sim. Ela entra agora e ela me permite. >> Não é eu entrar no santo lugar, é o santo lugar sair. >> Adoro. Eu prefiro muito mais essa. O vel do templo se rasga não para eu entrar, mas porque Deus sai. >> Algo tá invadindo aquela era. Quando >> Ezequiel, né? Talvez uma das partes, uma das uma das partes malucas de Ezequiel, essa ideia desse rio que deságua, a glória que vai pros quatro cantos e tal. Deus, é um dia que irrompendo, entendeu? Então o réu do templo se rasga. Tudo bem, hoje eu posso entrar no Santo dos Santos, venho adorar, como cantavam diante do trono. E a teologia de Hebreus dá um pouco também essa ideia de que a gente entra lá, né, por meio de Cristo. Mas é muito legal essa ideia de que Deus tá saindo também. E é até simbólico, porque é a velha religião também que tá ruindo, né? ordem, a antiga ordem, né? Então assim, isso é muito simbólico, né? Isso é muito simbólico, >> gente. Tá legal, hein? Só esses quantos minutos, só esses 15 minutos de podcast aí. Você já aprendeu muitas coisas legais, já merecemos o seu like, já merecemos o seu comentário de, gente, essa aula tá muito boa, vai ajuda a gente aqui, tá bom? Você é isso, ajuda dando o seu likezinho, seu comentário, você nos ajuda demais, Nunes. A gente vamos responder a pergunta que ficou então do nosso primeiro encontro. Esse já e ainda não, ainda confunde um pouco a gente, né? O que que é já, o que que é ainda não. Já respondemos um pouco isso, né? A maldade é isso. Deus dá, a gente sabe que em algum momento Deus vai resolver o problema da maldade, do mal. E até enquanto falava isso, eu pensava no nosso próprio pecado, né? Eu, como um cristão, eu posso ficar eh, sabe, ter uma certa indignação, um certo lamento. Poxa, por que que esse mal sobreveio sobre a minha vida? Poxa, Deus, por que e tal? É, são coisas, perguntas honestas que um cristão faz diante do mal que que sobrevém sobre a vida dele ou que ele comete contra si mesmo geralmente também. Mas tem o lance do seu próprio pecado, né? O seu próprio o seu pecado, o meu pecado, o nosso pecado, ele ainda não tá resolvido >> 100%. >> A gente tem perdão, a gente tem restauração, mas a gente não tem isenção, >> né? Ou seja, ainda pecamos. E tá lá na Bíblia, né? Se alguém disser que não tem pecado, o mesmo João que fala, né? Eu acho muito louco isso de João. Olha, quem peca é do diabo. >> Isso >> é João 3:8, não é? Quem peca é do diabo. Não tem brincadeira. Quem peca é do diabo. Aí depois até fui entender o problema. É quem vive na prática do pecado, porque eu peco, né? >> Então quem vive na prática do pecado é do diabo. Mas olha, galera, a gente tem um advogado aí e a gente vai pecar. E filhinho, se a gente disser que não tem pecado, a gente mente, né? Então é já aí tá uma relação do ainda não, >> mas também do já. Acho que na questão do pecado em nós, a gente tem muito já e ainda não na nossa própria vida. >> Faz sentido isso para vocês? Esse esse pensamento faz Paulo faz Paulo fala do você falou aqui antes, eh, sobre o velho homem e o novo homem. >> É o se revestir, né? Quando Paulo fala aos Colossenses, revistam-se do novo homem. Aliás, fica o spoiler do meu próximo livro solo, né? Que roupa usar para o fim do mundo? É a roupa do novo mundo. Pronto, já não precisa comprar mais o livro. Mentira, 100.000 cópias, hein? Então, o que acontece? É, é isso. É, é, cara, revistam-se do novo homem, né, da nova criação, para ser talvez uma tradução. >> É interessante que ele diz, por exemplo, ele fala, primeira de Pedro também fala sobre e Paulo, se desped uma coisa e se vestir de outra ou se revestir de outra, né? E o que é interessante nisso é que esse >> esse já ainda não tá aí, como você falou, o ainda não é eu ter que me despir e o já é eu ter que me revestir. >> Uhum. E o ponto da nossa agência nisso é muito importante na santificação. >> Ele tá dizendo, você faz isso. >> Exato. Exato. >> Então você precisa se despir do velho homem. Você não é uma coisa automática. A gente é dinâmica. Se ação, se reino de Deus é ação de Deus dinâmica na história, participar dessa ação é eu preciso também ser dinâmico ali a agente, eu preciso estar ali. Uhum. Uhum. >> Então essa parte do pecado, com certeza, é um ponto interessante que Paulo linca a morte como ainda não. Então para Paulo, sim, é verdade. >> O elemento maior que traz assim Primeira Coríntios 15, né, que ele vai falar sobre o o aguilhão da da morte, e é o pecado, aquilo que ela faz, ele vai dizer: "Olha, o nosso último inimigo é esse aí". >> Uhum. >> Só que assim, a morte é o ainda não, mas ela já foi vencida num já em parte. Cara, alguém já escreveu algum livro? Nossa, me deu uma ideia que agora alguém, porque assim, tem aquele livro que é muito bom, eu gosto pelo menos, que é o menino que roubava livros. A menina que roubava livros, né? >> Menino que roubou a morte. >> É a menina que roubava livros, né? O nome do livro a >> menina que roubava livros. Menina, né? >> Isso. E esse livro é narrado pela morte. >> Uhum. >> Né? E é muito legal. Eu não lembro assim detalhes do livro, mas eu lembro que eu gostei se passa na Alemanha nazista e tal, né? >> E eu acho que e a história é muito bonita assim, né? >> E é narrada pela morte. Cara, você que já escreveram um livro onde a morte tá lendo a Bíblia? [risadas] Aí, rapaz, vou assim spoiler sobre ela mesmo. >> Exato. Uma a morte com crise existencial. [risadas] >> É, é isso que sobreviv. >> Não, ninguém fez porque é ridículo, mas vai, continua teu pensamento. >> Quando Cristo, quando o Cristo tá na cruz, ele vence a morte. A morte já tá vencida, ela só vai ser eliminada. Então, a morte também tá no elemento de já ainda não. Então, o que é interessante, >> a ressurreição, no caso, >> a ressurreição, então, é a >> é é que a ressurreição é a evidência dessa dessa vitória. >> Exato. >> É a só que até a nossa a morte já foi vencida. Deixa, como é que eu coloco isso? Só que a gente ainda, nós ainda vamos participar da ressurreição, da nossa ressurreição. É porque isso entra pelo processo do caminho, caminho de Cristo. >> É a morte não é a palavra final na nossa vida. Isso >> não, não é. E a ressurrei a nossa ressurreição é o nosso ainda não que tá faltando. Mas até isso já teve um já. >> Exato. Isso já que o do Cristo >> de Cristo. Paulo vai dizer que Cristo é a primícia dos que vão ressuscitar. >> Exato. Ele é o cabeça. >> Ele é o cabeça. >> Como diz Lutero, né? passou a cabeça, o corpo vem depois. >> Exatamente. Essa e é a ideia de que quando Cristo ressuscita, ele não ressuscita somente solitário, ele ressuscita agora como cabeça de um corpo. E essa ideia de que ele agora nós já o acompanhamos, né? Então, é, a morte deixa de ser a um o fato decisivo, conclusivo da vida, mas e passa a ser apenas um canal, apenas um meio, um meio transformado. E aí é onde entra o processo da ressignificação. Eh, o o Jaem intenção nisso para ressignificar a morte como esse inimigo final, que já tem uma vitória garantida, mas de que nós haveremos de perder. Eu acho que é o haveremos de perder momentaneamente para ela. Acho que que ficaria >> porque assim, eu vejo Paulo tratando a morte quase como uma personificação. Ela é mais >> isso. >> Ela ela é uma passagem a morte como passagem. Primeira Tessalonicenses 5, segunda Tessalonicenses 2. >> Existe a morte como força. >> Sim. Este a morte como elemento, como quase o aquela ideia que a gente falou no podcast sobre pecado e o pecado ser uma força também. >> Uhum. Uhum. >> É porque Paulo vai gerar, vai fazer com que a morte é como se fosse um escorpião. Ela tem um aguilhão, >> ela tem força, >> ela, Paulo diz assim, inclinar, vocês que são inclinados pra morte, Paulo fala de uma inclinação pra morte. Então, para mim, a morte é essa força que impedia a gente de viver a vida. Uhum. >> Aí Jesus vai na cruz, ressuscita, mata a morte e aí ela já não tem força e agora de novo ela tá só como o diabo. Ela tá só ali arquejando porque ela tá só tentando fazer o máximo de de mal que ela puder. É isso. Máximo de dano. >> Exatamente. Então a morte também é é uma ainda não. Esse é consolo em Paulo, primeira em primeira tessonicenses, quando ele vai falar de que a gente vai ver aqueles que que dormem, a gente vai conseguir, a gente vai estar com eles, que Cristo já venceu a morte, >> pensamento puramente escatológico, né? >> Exatamente. Paulo vai mostrar que a morte também tem o seu, >> já já foi, também é um ainda não tem o seu ainda não, mas o já começou já. E como força ainda exerce, >> sim, ainda exerce, mas o jeito que ela exerce é não conseguir mais impedir a gente de vivenciar a eternidade. >> Uhum. >> De novo, a pessoa diz assim: "Ah, mas Cristo já venceu o pecado, mas eu ainda peco." Porque é o seguinte, o pecado antes você não tinha opção contra ele. >> Uhum. >> Ele impedia você de viver na eternidade. Agora ele não pode mais impedir. Ele não tem essa força mais. >> Parou. Essa tua colocação levanta a pergunta: Como assim não há salvação antes de Cristo? >> Então, perfeito, perfeito. >> Ah, eu respondo agora. >> É, é, [risadas] é muito importante tu responder isso agora. Eh, sim, existiu um ambiente de graça, mas temporário e ilimitado por meio dos sacrifícios em Israel, que ajudava a tratar a questão do pecado. >> Aí o autor de Hebreus vai dizer: "Mas eles não tinha poder para poder tirar o poder do pecado." >> Uhum. >> Então, havia um sistema temporário levítico que que lhe dava, o James Dan vai falar sobre a aquela ideia de de te ajudar a lidar com isso, mas não ser efetivo como poderia ser. É quase um consolo. >> Exato. E aí Cristo vem, Cristo agora diz assim: "Olha, agora ele não pode mais fazer isso. >> Agora ele não tem como você pedir". A morte da mesma forma. Ah, mas ainda tem a morte como força. Tem, mas agora ela não tem poder, amigo. >> Agora a ela tá completamente enfraquecida. >> E a última coisa que ela vai arquejar no final é tentar fazer alguma coisa contra os filhos de Deus. >> Uhum. >> Mas o final já é já é garantido do Novo Cé e Nova Terra. >> Uhum. Uhum. Então a o LED também coloca no Ja não. Então a galera critica o LED, mas convenhamos, todo mundo pegou essa estrutura de Ja não. >> Nossa, mas ele é o criador do Jaã. >> Não, não, isso já veio um pouco antes. Alguns outros como o o Gerhard V já tinha um pouco dessa estrutura. Uhum. >> Von Radard. >> O Vad já tinha uma ideia de escatologia realizada lá para trás um pouco, mas ele é o que eu acho que ele é. >> E ele conseguiu deixar isso bem organizado. >> Ó, vamos organizar isso aqui. Deixa lá. >> O que que é já? que que ainda não e tal. Legal. >> É, a outra coisa, né, falamos sobre pecado, morte e tal, o reinado de Cristo. >> Boa. >> Isso é o principal. E aí, gente, eh, entrando um pouquinho aqui em uma questão um pouquinho mais difícil, alguns vão dizer que Cristo ainda não está reinando. Por quê? Porque quando fal, >> enquanto outros vão dizer que a gente está reinando, né? Exato, exato. [risadas] Porque o mundo já no maligno. >> A gente tem que entrar nessa discussão de reino e salvação. Vamos, vamos deixar isso pra última aula. É, temos que ter esse tópico aí, essa galera aí que fala que reino é diferente de salvação. Temos que responder isso. >> Alguns vão dizer que Cristo não está reinando. Por que Cristo não tá reinando? No sentido de que de que reino? Cristo não está reinando no trono davítico atualmente, >> tá? Ele tá reinando, reinando no sentido de governo, no sentido deão >> porque ele é senhor, porque >> pessoal tá esperando aquela descida do Monte das Oliveiras. Pessoal tá esperando essa descida aí. >> Aí a ideia é está esperando um reinado físico num trono físico, porque a promessa em Segunda Samuel 7 é de um trono físico, >> de um reinado físico da semente de Davi ali aparecendo. >> Uhum. Então, o os dispensacionalistas de novo, mais antigos vão dizer que se eu disser que Cristo está reinando agora no trono davídico, eu vou estar espiritualizando o trono que era físico. >> Hum. >> Porque é um pouco claro lá que é físico mesmo a ideia. Assim, se foi se desenvolvendo decorrer da história bíblica é outra coisa, mas no texto, >> naquele naquela esperança que o texto é um pouco a gente, a gente tem que ter calma pra gente também não forçar a barra lá, né? >> Exato. Exato. Não puxar esse tor [risadas] cá quando ele tá ali mesmo localizado. >> Então eles vão dizer o seguinte: "Olha, esse elemento aí físico é físico do trono. Então Jesus, cadê? Vocês estão vendo ele aqui? Então não vai existir." Aí o que que eles fazem? Esse reinado davídico no trono físico e visível é só no que eles vão chamar de milênio. >> Milênio, pode crer. >> Aqueles 1000 anos antes da do novo céu e nova terra ali, um tempinho que vai ter ali. >> Isso. >> Então essa discussão é 1000 anos. >> 1 anos. [risadas] >> O o LED >> o LED ele vai dizer uma coisa que é o que faz dispensacionalistas não gostarem dele. >> OK. >> Ele vai dizer espiritualizou. Como ele vai dizer, o novo interpreto antigo. >> Uhum. >> Ah, ele vai citar Hebreus do Salmo 110, quando fala assim: "Diz ao teu Senhor, senta-me à tua direita e tal, tal". Hebreus citando o Salmo 110, >> coloca Jesus já sentados no trono davítico. >> Hum. >> Hebreus. >> Uhum. >> Ou seja, aí alguns vão dizer: "Não, você tá lendo errado Hebreus". Aí o Led vai dizer assim: "Não é Hebreus que tá lendo errado. Salmo 110. Então se estão errado, porque ele fala que Cristo já está reinando ali e o salmo que ele cita é justamente o salmo onde o Messias sentaria na cadeira de no trono da vida, ou seja, pr pro LED, aí vem a ideia de espiritualização. Isso não é simples, galera, porque é o seguinte, se eu espiritualizei o trono, a galera vai dizer que, ah, então posso sair espiritualizando tudo que vier >> até Israel perde Israel, >> a gente tá falando da da geografia, por exemplo. >> E aí o Led vai dizer: "Não, eu tô falando de um texto claro de Hebreus, >> onde cita o Salmo 110, que é um salmo até versículo 4, que é um salmo de intronização do Messias. E ele citando isso como acontecendo na cruz e na ressurreição. Então a ideia é que para pro LED d eh eh Cristo já está reinando no trono, mas esse reinado também está na estrutura de Ja. Ainda não. Em que sentido? Ainda o reinado vai ser visível ou ainda não seria esse reinado se tornar visível? >> Uhum. >> Essa é a ideia. do pleno eh nesse nessa relação entre Hebreus e Salmo >> é o pleno ler o incompleto, é ler o que que está revelado em parte. >> É porque, cara, isso abre uns leques da minha cabeça que eu não sei nem faz sentido pra nossa discussão agora, mas >> porque se a gente espiritualiza também como o LED fez, e para mim faz mais sentido a leitura do LED, mas como é que fica daí o povo de Israel, né? Tipo assim, povo de Israel que a gente não quer. Eh, eh, sempre, eu sempre lembro, o Igor Sabino, eu falo a palavra Israel, o Igor Sabino aparece na minha cabeça assim, cuidado [risadas] com discurso antissemita. Cuidado, né? >> É supercionistais. >> É supercessionismo. Não, mas eu fico pensando mesmo. Eu eu creio, eu fico convencido de que Deus tem algo ainda com o povo de Israel, o povo físico mesmo de Israel, não como a maioria talvez pensa. Mas eu acho que aquela fala de Jesus respondendo os discípulos, né? que os discípulos estão ali, viram tudo que viram. Jesus tá ascendendo aos céus e eles perguntam: "Senhor, quando restaurará, né, o trono a Israel?" >> É uma pergunta muito séria e Jesus não ignora essa pergunta dos discípulos, né? Olha, não compete vocês ainda saberem. Então, é como se essa ideia do reino de Israel é uma esperança que não é descartada no Novo Testamento. Não sei como é que vocês leem isso e tal, mas é que eu tô na meio que na pegada do, como é que é o nome dele? a importância de Israel do >> do Joel Richardson. >> Não, não esqueci o nome dele. Eh, tá na ponta da língua, não é? JK Bill. Eh, ele até, enfim, esqueci. A importância de Israel o nome desse livro. E acho que ele tem um livro sobre também muito bom sobre Jonathan Edwards, que é 12 sinais da verdadeira espiritualidade. >> É o Madson, >> não é Madson, eu tô com um G, tem a letra G na minha. >> É, é, mas acho que é o segundo nome é >> Godsws, não é o Godsw. Não, voltamos, pesquisamos no Google aqui e é o a importância de Israel do Gerald Mcdermont, né? Então eu eu acredito que e e que a igreja não suplantou Israel e agora não tem mais nada com Israel. Eu tenho tenho eu não tenho uma posição definida sobre isso, sim. >> Mas assim, essa essa passagem ela me levanta uma pulga atrás da orelha, sabe? Que Jesus não não corrige a pergunta dos discípulos. E aí tem essa pergunta de trono, né? Quando restaurará, né, o reino a Israel e tal. Então, há uma pergunta de sobre reino e um povo muito específico que é Israel, >> que não é a igreja. E se a gente até olha pra igreja num primeiro momento, os primeiros 10 capítulos de Atos, é bem israelita, né? É depois que Jesus fala assim: "Galera, vamos vamos matar e comer." Ou seja, né? Não considere impuro aquilo que Deus purificou. Ou seja, os gentios vão entrar na roda agora também, né? Mas então, como é que fica isso? Se a gente espiritualiza? E a minha pergunta é, né? Como é que fica isso, né? O reino de Israel. Não sei se a gente consegue uma resposta para isso agora. >> Eh, o quem deu uma resposta para isso foi o Dariel Bock, a galera do disperscionalismo progressivo. >> Ah, olha aí. >> A ideia do progressivo é a seguinte: existem elementos no trono que são espirituais e elementos no trono que são físicos. Ou seja, elementos nas na quando você pegar as a promessa davídica, vão ter elementos espirituais e elementos físicos. Que elementos físicos são esses? os físicos, uma terra, um trono físico, elementos espirituais, perdão de pecados, ter contato com o Messias, tal. O dispensação progressivo vai dizer que os elementos que a igreja participa agora do trono davítico são só os espirituais. >> Hum. Uhum. >> E que ainda acontecerão os elementos físicos a Israel. >> Uhum. Então >> é uma bifurcação da promessa ali nesse sentido. >> É, na verdade o personagem progressivo vai pegar todas as alianças e v e eles vão colocar assim: "Olha, a aliança abraâmica tem um elemento espiritual, se é bênção, olha elemento físico, a terra, olha o a aliança davídica, olha a nova aliança, tudo tem sempre esses elementos espirituais e físicos". Aí vão dizer: "Os espirituais pertencem à igreja agora em Cristo e os físicos ainda serão aplicados a Israel no futuro." >> Uhum. Ou seja, quando Israel vai reconhecer que Jesus Cristo é o Jesus é o Messias, é o >> aí vai variar um pouco porque alguns vão dizer que esses elementos físicos eh seriam seria a Terra ainda, por exemplo. Agora assim, o como é, eu vejo para mim o assunto tá difícil, eu não quero e expar no assunto aqui, mas eu diria Deus tinha alguma coisa com Israel no futuro, mas eu não acho tão simples dizer que é a restauração eh do Estado de Israel ou a restauração de Israel como um povo para ter um lugar geográfico ou tudo. Eu não acho que é tão simples biblicamente. >> Uhum. >> Eu, minha opinião, esse eh em termos de exegese dizer que é isso que aguarda Israel. aguarda Israel alguma coisa. Eu não sei o quê. >> Uhum. >> Mas eu não acho que necessariamente tem que ser isso por conta das questões bíblicas. Eu lembro que tendo aula com Dario Bock, o Dario Bock disse uma coisa que me deixou assim muito muito legal. Ele disse assim: "Olha, Israel vai ser restaurado a sua terra". Aí ele foi dizendo sim, porque ele crê que mas precisamos ter cautela. A gente tá lidando com o dos pais do dispersonismo progressivo. O cara é Darel Bock. Mesma coisa com Douglas M. Voltando aula com Douglasm, Douglasm ele acredita que a única coisa que vai acontecer com Israel é uma grande massa de judeus se converterem no futuro, tipo o Espúja, aquela galera toda. >> Eh, >> e mas ele disse assim, mas eu posso estar errado porque eu >> Porque não é simples, né, que >> não é simples. Porque porque o que me incomoda às vezes é que as pessoas quando me escutam falando isso, a resposta que elas dão sempre é um absurdo você pensar assim. Uhum. >> Olha que absurdo. É claro que é claro. Aí eu sempre digo assim, é claro para você, [risadas] tá? Com certeza vai ser claro para você, mas para mim não é. E olha que eu já passei pelas, eu passei pela escola disperscionalista, >> dispersacionalismo progressivo. Eu participei pel essas escolas. Hoje eu sou o quê? Um pouquinho de cada coisa. E com a como você a ideia de aberto assim de dizer não >> é um assunto complexo. Um assunto complexo que até se tu para pensar, né, enfim, é melhor a gente não pensar nessa parte porque não é tão importante agora. Não estou dizendo que o povo de não é importante. Não tire palavras da minha boca. >> Nós podemos voltar para o reinado, né? A vamos voltar para o reinado. E aí a gente vai puxar um tópico que é o seguinte, OK? Tem um reinado e existem os súditos desse reino. Existe uma ética desse reino? >> Hum. Uhum. >> É o assunto que a gente vai tratar amanhã aqui na nossa semana teológica. Então, ó, gente, volte aqui amanhã nesse mesmo horário. Vim do futuro para dizer que é sempre às 20 horas, horário de Brasília. >> Amanhã estaremos aqui falando um pouquinho sobre a ética do reino de Deus. Então, gente, ó, você gostou dessas duas primeiras aulas? Amanhã tem mais. Já divulga pra galera, passa o link dessa aula aqui, tá? Porque eu não sei como é que vai ficar a programação, se eu vou conseguir fazer, mas talvez o link de amanhã já está aqui, entendeu? Já está aqui na descrição dessa aula. >> Porque pode estar ou ainda não. >> Pode estar como ainda não. Não sabemos, mas vai depender da do meu ânimo e disposição nessa semana, mas já tem o link aqui na descrição dessa aula no YouTube, da aula de amanhã nessa semana teológica da escola Bibotal de Teologia. uma escola, né, Luiz, que a gente faz pensando para introduzir o rico universo da teologia. Para você que não sabe nada de teologia, é a nossa escola. Então, deixa eu explicar para vocês o que tá acontecendo na escola Bibotal de Teologia. Você não sabe, você não conhece nossa escola. É uma escola 100% online que tem professores e professoras que amam a igreja, amam a Jesus, amam a teologia, a tradição da igreja e que ensina de forma clara, de forma transparente, numa linguagem acessível, ao mesmo tempo profunda, os princípios da teologia de várias disciplinas teológicas. 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Eu acho. >> Esse é mantenedores. É que é muito clube de leitura, ó. Então, [risadas] seja aluno, aluna, seja mantenedor, mantenedor, mentira. Mas tem clube de leitura na pro pessoal da questão teológica geralmente tem um texto base e aí nós trabalhamos ali aquele texto base fazendo alguns diálogos com outros autores. Então, legal. Então gente, sério, aproveite o nosso plano anual, tá com desconto, tá bom? Tá com descontão o nosso plano anual. O link tá aqui na descrição dessa aula em bibotal.com ou principalmente aqui no YouTube. Então entre no nosso plano anual para essa nossa turma que eu tenho certeza que você vai amar aprender bíblia e teologia com a gente. Voltamos amanhã, se Deus quiser, assim permitir.