Jesus, o Cordeiro de Deus – Culto Noturno – Rev. Edgar Lopes – 29-03-26
31/03/2026
Jesus, o Cordeiro de Deus – Culto Noturno – Rev. Edgar Lopes – 29-03-26
Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
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Quero convidá-los para abrirmos juntos a palavra de Deus no Evangelho de Jesus, segundo escreveu João, capítulo 1. João capítulo 1, versículo 29. João capítulo 1, versículo 29. Diz assim a palavra do Senhor. No dia seguinte, viu João a Jesus, que vinha para ele e disse: "Eis o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo." Vamos orar. Senhor Deus, nós estamos diante da tua palavra. Carecemos, ó Deus, como sempre, da instrução que vem do Senhor. Carecemos de ouvir a tua doce voz e pedimos, Pai, que a tua palavra seja edificação, venha como edificação para nossa vida. Que ela encontre o nosso coração receptivo, que ela encontre, ó Deus, os nossos ouvidos abertos, a nossa mente iluminada pelo Teu Santo Espírito, para que possamos, ó Deus, aprender mais do Senhor, aprender mais de Cristo e assim, ó Deus, vivermos para tua honra e para tua glória. Fala conosco, ó Deus, por meio da tua palavra. É no nome de Cristo que oramos. Amém. Meus queridos, para nós cristãos, o que é a Páscoa? Eu acredito que nós precisamos estar prontos para responder a esta pergunta, porque a exemplo do Natal, a Páscoa tem sido alvo de muitas distorções, principalmente quando nós falamos da Páscoa em uma perspectiva cristã. A princípio, nós poderíamos responder a essa pergunta, dizendo que a Páscoa fala para nós da mais antiga festa instituída no Antigo Testamento, que aconteceu ali no contexto da 10ª praga que Deus usou para aflingir os egípcios. Porém, essa resposta ficaria incompleta e ela acabaria ignorando o restante das Escrituras que nos falam do cumprimento de Cristo ou da Páscoa em Cristo Jesus, da conexão que há entre a Páscoa judaica e aquilo que Cristo veio fazer, sua pessoa, a sua obra, aquilo que [limpando a garganta] ele conquista para nós ali na cruz do Calvário. Portanto, falar de Páscoa à luz de toda a Bíblia é falar dessa conexão da Páscoa instituída ali no Antigo Testamento e do seu cumprimento em Jesus Cristo. Essa conexão, queridos, pode ser vista e entendida à luz da declaração que João Batista faz nesse texto. Quando ele vê Jesus, ele faz uma declaração. Ele diz que Jesus é o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Esse é um daqueles versículos bíblicos que deveríamos parar, pensar, não passar assim rapidamente por ele em uma leitura, porque nós precisamos entender bem o que está sendo dito, porque aquilo que está sendo anunciado aqui é muito significativo para a nossa vida cristã. Nós estamos diante de um texto que registra para nós uma das primeiras declarações públicas de João Batista sobre Jesus, que é certamente uma das mais belas e cheia de significado e riqueza de toda a Bíblia. Através dessa declaração, nós podemos entender então como a Páscoa, Jesus, a sua morte e a sua ressurreição estão conectados. Há pelo menos três aspectos nessa declaração. O aspecto de Jesus ser o cordeiro, o aspecto de Jesus ser o cordeiro de Deus e o aspecto de Jesus tirar o pecado do mundo. Isso é muito significativo e instrutivo para nós. E eu quero então pensar com vocês sobre essas realidades nessa noite. Primeiro, essa declaração nos fala então de Jesus como o cordeiro substitutivo, para o qual os sacrifícios dos cordeiros do Antigo Testamento apontavam. A primeira parte da declaração de João Batista sobre Jesus diz: "Olha, eis o cordeiro". Ele olha para Jesus. Jesus está vindo, ele diz: "Olha, eis o cordeiro". E há razões grandiosas para esse título de cordeiro ser colocado em Jesus nessa declaração que João Batista faz. Porque isso nos fala dos cordeiros que foram usados no Antigo Testamento para serem sacrificados. cordeiros que funcionavam como substitutos daqueles que precisavam oferecer uma oferta ao Senhor para que eles não fossem punidos pelos seus próprios pecados. Portanto, no lugar do pecador, oferecia-se então um cordeiro e a punição caía sobre aquele cordeiro, pois ele tinha então que ser sacrificado. E é o texto da Páscoa lá de Êxodo 12, que mostra para nós essa realidade de maneira muito clara. Esse texto da instituição da Páscoa nos fala da 10ª praga pela qual Deus visitou o Egito e trouxe morte aos primogênitos dos egípcios daquela terra. A princípio, o que Deus fez a esses egípcios através dessa praga não foi nenhuma surpresa. Por meio dessas dessa décima praga, como foi por meio das outras, Deus estava punindo a maldade do povo no Egito. Deus estava punindo a injustiça, a idolatria e Deus estava tratando a dureza do coração de Faraó. Mas, meus queridos, o que muito surpreendeu foi a realidade de que a décima praga, ela não só traria morte aos primogênitos dos dos egípcios, ela também traria morte aos primogênitos dos filhos dos hebreus. Essa a realidade que surpreende quando a gente lê a leitura, quando a gente faz a leitura ali do texto de Êxodo 12, que fala dessa instituição da Páscoa. Foi por isso que na mesma noite que Deus passou, trazendo morte ao primogênito de cada casa no Egito, ele também visitou a casa dos hebreus com o propósito também de matar o filho primogênito de cada casa. A pergunta é: por que que Deus não matou o filho dos hebreus? Por que que Deus não matou o primogênito deles? Por que que Deus poupou aqueles filhos? Porque, meus irmãos, o grande diferencial foi a misericórdia de Deus para com este povo. Ele forneceu ao seu povo uma maneira de escapar da sua ira. E assim ele aproveitou para instruir o seu povo sobre o pecado e para falar e anunciar a salvação. Deus exigiu e Deus aceitou um cordeiro como substituto. A ordem de Deus para Moisés é: anuncie o povo que é para pegar do seu rebanho um cordeiro. É para matar esse cordeiro, pegar o sangue desse cordeiro, colocar então nos umbrais, nos batentes ali das portas. E quando o anjo da morte passar, onde estiver sangue, eu não tomarei a vida do primogênito. Eu não levarei a vida do primogênito. Mas para que aquela vida fosse preservada, um cordeiro teve que ser oferecido. Ele substituiu a vida daquele primogênito. Desde esse episódio da Páscoa, o Antigo Testamento então apresenta Deus exigindo do povo de Israel um cordeiro para ser sacrificado no lugar de pecadores. E isso aconteceu até que veio o glorioso dia em que João Batista viu Jesus que vinha para ele e diz: "Olha, eis o cordeiro. Eis o cordeiro de Deus". Isso nos ensina, meus irmãos, que os eventos da primeira Páscoa no Egito e os sacrifícios do cordeiro, dos cordeiros prescritos em Levítico e realizados na antiga aliança, funcionavam como tipos proféticos de um cordeiro maior, perfeito, que viria e que seria o nosso substituto. E eu me refiro aqui a Jesus, aquele que João Batista olha para ele e diz: "Ele é esse cordeiro". É interessante porque a gente tem essa realidade da Páscoa presente na própria via dolorosa de Jesus na semana da paixão de Cristo. Felipe Heiken escrevendo sobre isso destaca que não foi por acaso, mas sim teologicamente significativo que Jesus foi crucificado justamente na época da festa da Páscoa. E isso nos ajuda a reconhecer o vínculo entre a primeira e a última Páscoa, que é, na verdade, a paixão de Cristo. O dia em que Jesus teve a sua entrada triunfante em Jerusalém, foi o mesmo dia em que os cordeiros pascais foram levados para aquela cidade. E quando Jesus instituiu aos a ceia aos seus discípulos, o que ele estava celebrando antes de instituir a ceia? foi a própria Páscoa. Ele estava comendo, ele estava se alimentando com seus discípulos da própria Páscoa. E ele disse: "Olha, isto é o meu corpo." Ele pega o pão e ele aponta para aquilo que ele faria na cruz do Calvário. Ele diz: "Olha, está meu corpo". Ele pega o cálice, ele diz: "Olha, esse cálice é o cálice do sangue da nova aliança." Ali no primeiro momento, talvez os discípulos não entenderam bem aquela realidade, mas o que Jesus estava fazendo ali era dizendo: "Olha, a Páscoa trata de mim. Eu sou o cordeiro pascal". É por isso que o apóstolo Paulo em Primeira Coríntios, capítulo 5 verso 7 deixa claro para nós, dizendo que Cristo, o nosso cordeiro pascal, foi imolado. No entanto, perceba, meus irmãos, que na declaração de João Batista, Jesus não é apenas um cordeiro. Ele não é apenas o cordeiro, mas ele é o cordeiro de Deus. E essa declaração, esse segundo aspecto dessa declaração nos fala de Jesus como a provisão do próprio Deus para termos um cordeiro perfeito. No primeiro momento, então, a gente tem um aspecto substitutivo. Agora, no segundo momento, a gente tem um aspecto da provisão do próprio Deus para que nós tivéssemos um cordeiro para oferecer a ele. Desde a Páscoa, passando pelas leis sacrificiais e todas as suas práticas no Antigo Testamento, Deus exigia do seu povo e ele aceitava um cordeiro, mas o povo tinha que tirar esse cordeiro do seu próprio rebanho e oferecê-lo a Deus em sacrifício. Porém, perceba que nessa declaração de João Batista, Jesus é apresentado não como um cordeiro nosso, que é oferecido a Deus, mas ele é apresentado como cordeiro de Deus. Ele é do Senhor. É Deus quem providenciou para nós para que nós tivéssemos agora um cordeiro perfeito, para que nós tivéssemos agora alguém que pudesse nos substituir perfeitamente para que a ira de Deus pudesse cair sobre ele e não sobre nós. Essa realidade, meus irmãos, de Deus em nos providenciar Jesus como cordeiro, cumpre aquela provisão de Deus dada a Abraão no monte Moriá, quando Deus providenciou um carneiro para ser oferecido no lugar de Isaque. Abraão até colocou o nome daquele lugar de o Senhor proverá. A gente tem um outro episódio no Antigo Testamento lá no início, quando Deus, para tampar a nudez dos nossos pais, ele providenciou, ele pegou um cordeiro para que aquele sacrifício pudesse ser feito e a nudez ali dos nossos pais fossem fosse coberta. Não foi os nossos pais, não foram eles que foram lá e providenciaram o cordeiro, ofereceram a Deus, não. É o próprio Deus que se encarrega de fazer isso. Também nesse sentido, Jesus é o cumprimento do servo de Isaías 53, versículo 7, que é comparado a um cordeiro que foi conduzido ao matadouro, que inclusive é a primeira vez que a gente tem no Antigo Testamento a referência de uma pessoa que cumpre o papel do cordeiro sacrificial. E mais, meus irmãos, essa realidade de Jesus ser o cordeiro providenciado por Deus tem inclusive um aspecto eterno. Apocalipse que fala de Jesus como cordeiro mais de 30 vezes, lá no capítulo 13, no versículo 8, fala de Jesus como cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo. Isso nos ensina que Jesus não foi o plano B de Deus para nos salvar, não. Ele é o plano eterno de Deus para nos salvar. E aqui, meus irmãos, há algo muito belo sendo ensinado para nós. O cristianismo bíblico, ele se distingue de todas as demais religiões do mundo. Nas demais religiões, o ser humano é que tem que providenciar um sacrifício, arrumar alguma forma de oferecer um sacrifício a Deus para que a ira desse Deus possa então ser aplacada. Mas na fé cristã é o próprio Deus quem providenciou para nós o cordeiro para o sacrifício. Pastor, mas então a realidade do Antigo Testamento, quanto aos cordeiros que eram oferecidos, queridos, eles não aplacavam a ira de Deus. Eles não geraam o perdão de fato para o povo. Eles tinham um propósito de apontar para a necessidade de um substituto. Eles tinham o propósito de apontar para a necessidade de um cordeiro perfeito. E Jesus então é nos dado por provisão. Ele é esse cordeiro perfeito. [limpando a garganta] A beleza disso se torna ainda mais clara quando percebemos que por causa do nosso pecado, jamais nós conseguiríamos ir até Deus resolver o nosso problema do pecado, oferecendo ele a algo para que pudesse então aplacar a sua ira. Foi pensando nisso, irmãos, que Deus graciosamente tratou do nosso problema, nos enviando o cordeiro para o sacrifício. Jesus, seu filho, foi enviado para fazer o que nós não poderíamos fazer. E aquilo que os cordeiros do Antigo Testamento faziam, na verdade, era apontar para essa realidade. Eles apontavam para Jesus como cordeiro de Deus, que verdadeiramente tira o nosso pecado. E aí a pergunta que eu faço para você nessa noite é: como não amar esse Deus? Como não se curvar diante dele? E como não servi-lo? Como não amar esse Deus que nos proporcionou a maior e a mais bela provisão que esse mundo já viu? Como não amar? Esse Deus, como não amar Jesus que em submissão ao seu pai veio ao mundo como cordeiro para morrer no meu lugar e no lugar de vocês? Muito já foi dito que o melhor de Deus está por vir. Já ouviram esse tipo de pregação que enche o coração das pessoas de esperança, de desejo por contemplar o melhor de Deus que está por vir? Pois bem, meus irmãos, o melhor de Deus já veio. É Cristo Jesus. É a provisão de Deus para termos um cordeiro, alguém que pudesse ser morto no nosso lugar. Se você não olha para Cristo como o melhor de Deus para sua vida, você ainda não entendeu o que ele veio fazer nessa terra. Você ainda não entendeu o seu sacrifício. Você ainda não entendeu a beleza de tudo isso. O que que foi nos proporcionado por meio dessa provisão de Deus? Esse cordeiro providencial, ele veio para realizar a maior e mais bela obra necessária. E é o terceiro aspecto que nós temos então agora da declaração de João Batista. Ele diz que Jesus é o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Com esse terceiro aspecto da sua declaração, João Batista nos fala de Jesus como o único que realmente tira o pecado do mundo. Jesus foi crucificado como cordeiro de Deus. Ele foi crucificado tomando sobre si os nossos pecados. Ele recebeu a justa punição do Pai para nos remidão do pecado. E isso, meus queridos, não precisa ser repetido. Foi sacrifício perfeito e cabal, feito de uma vez por todas. Quando ele declarou na cruz que estava consumado, é porque estava resolvido o nosso problema com Deus. foi solucionado o maior de todos os nossos problemas, que é o pecado. É do pecado que vem outros problemas que nós temos que enfrentar, mas o maior, a raiz de todos os nossos problemas é o pecado. E Jesus ali na cruz do Calvário soluciona para nós. E ao contrário do cordeiro pascal, os benefícios do sacrifício do cordeiro de Deus não se limita a Israel. Não se limitam a Israel. Pelo contrário, sua morte trata do pecado do mundo. Não apena, não apenas os judeus, mas também os gentius foram beneficiados e são beneficiados pela eficácia da obra de Cristo na cruz do Calvário. É por isso que João Batista declarou que Jesus é o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Vocês sabem que a palavra mundo aqui em João Batista, ela precisa ser entendida dentro do seu contexto. E mundo aqui indica todos sem distinção, todos de toda raça, tribos e nações. É uma referência para uma obra maior do que aquela do cordeiro lá da Páscoa, que foi para o povo de Israel. Aqui a ideia de mundo é que aquilo que Cristo faz está para além dos judeus. Então, é uma obra que alcança todas as raças, tribos e nações, mas não indica todo sem exceção. A luz de toda a palavra de Deus, nós sabemos que é eficaz para os eleitos de Deus. O evangelho é anunciado de maneira eficaz para os eleitos. Eles ouvem, eles creem e eles então são salvos por meio de Cristo Jesus. E o pecado deles então é tirado, é solucionado com essa obra de Cristo Jesus. Aqui, meus irmãos, eu chamo a atenção de vocês para o verbo tirar. Esse verbo está no tempo presente, que no grego indica uma ação contínua. Isto é, Jesus morreu há 2000 anos, mas os efeitos da sua morte sacrificial são atuais. É por isso que nós podemos e devemos continuar anunciando que Jesus é o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Há 2000 anos que ele vem tirando o pecado do mundo. É por isso que nós devemos continuar anunciando isso, para que os eleitos de Deus ouçam o evangelho, para que eles se arrependam, para que eles creiam e sejam perdoados dos seus pecados. Foi por isso que João Batista trouxe essa declaração. Foi por isso que João Batista é apresentado aqui no Evangelho de João como aquele que estava preparando o caminho para que outros pudessem seguir Jesus. Ele não hesitou em dizer Jesus é o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Essa missão, irmãos, continua de pé. Nós precisamos compartilhar essa boa nova ao mundo. Eu quero concluir dizendo que na cruz a obra de salvação desse cordeiro de Deus foi consumada. Ali ele entregou sua vida. Seu sangue foi vertido, mas o túmulo não pôde retê-lo. Ao terceiro dia, o cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo, ressuscitou dos mortos, ascendeu ao céu e lá ele assentou à destra de Deus Pai para reinar sobre todos os reis da terra e principalmente sobre a minha vida e sobre a vida de vocês. Queridos, essa é a resposta cristã completa que nós devemos dar sobre o que é a Páscoa para nós. Jesus é o cumprimento daquela Páscoa judaica. naquela instituição do Antigo Testamento. Ele é o cumprimento para ser o cordeiro de Deus que veio, morreu na cruz em nosso lugar, mas ele ressuscitou ao terceiro dia. Com ele nós morremos, com ele nós ressuscitamos e com ele nós reinaremos pela eternidade aa. É esse que é o todo da resposta sobre o que é a Páscoa. Eu quero então trazer algumas aplicações disso para nós. Primeiro, meus irmãos, Jesus, o cordeiro de Deus, é o único que nos salva do pecado. Deus providenciou o cordeiro e isso é graça. Não se esqueça disso. Não nos enganemos, irmãos, o sacrifício de Jesus não foi uma solução fácil e barata. Não barateia a graça de Deus, achando que foi simples para o Pai enviar o seu filho como cordeiro para morrer em nosso lugar. É de graça para nós, irmãos, a salvação, mas ela custou muito cara para o nosso Senhor. Custou a morte do seu filho, alguém que não tinha pecado, mas que se fez pecado em nosso lugar. O curso está além da nossa compreensão e o resultado é glorioso, pois nós fomos perdoados dos nossos pecados. Seja grato, irmãos, a Deus por isso todos os dias da sua vida. Desfrute essa salvação a cada dia da sua vida. Mas o faça na expectativa do retorno de Jesus. Hoje nós temos aqui o privilégio de contemplar, de presenciar uma cantata de Páscoa, mas ela é apenas um ensaio. Ela apenas nos aponta para aquele dia glorioso quando todos nós que pelo cordeiro de Deus fomos perdoados, redimidos e libertos dos nossos pecados, estaremos unindo vós com o coro celestial e juntos cantaremos ao cordeiro de Deus. Como Apocalipse 15, versículos 12, 13, dizem: "Digno é o cordeiro que foi morto de receber o poder e riqueza e sabedoria e força, e honra e glória e louvor. Aquele que está sentado no trono e ao cordeiro seja o louvor e a honra e a glória e o domínio pelos séculos dos séculos. Nós estamos caminhando para esse dia glorioso. Quando nós cantaremos, entoaremos louvores a este cordeiro. Até que esse dia chega, irmãos, vivamos a nossa vida de tal forma que nós valorizemos o sacrifício de Cristo realizado por nós ali na cruz do Calvário. O cordeiro de Deus foi nos dado. Ele é a providência de Deus. maior de todas as providências de Deus para nós. Isso é Páscoa. Isso é Páscoa. Que Deus nos ajude a entender isso. Vamos orar. เ