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A fé vem pelo ouvir

NÃO É IDOLATRIA NÃO…FIQUE TRANQUILO

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Índice

Legendas automáticas:

Senhor Thigo Pamplona vai ficar aqui
agora a minha resenha da Coreia do Sul.
Minha resenha da Coreia do Sul é o
seguinte, muito legal. Você tiver ali,
ó, tô aqui de bobeira na Ásia, tô aqui
na Ásia oriental aqui dando a volta.
Vamos ali em seu, bora. Vale a pena. É
isso, vale a pena o sonho de conhecer a
Coreia do Sul. Eu não sou do arameiro,
então tem tem esse ponto aí. Não sou um
cara ligado nos BTS. Eu escuto um Black
Pink aqui a colar, mas não conte para
ninguém. Mas assim, pr mim não vale. Ó,
cara, a comida é muito boa. O que eu
gosto da da comida sul-coreana, que é a
comida que tem personalidade, não é
igual ir pra vou vou pra Europa, vou pro
Estados Unidos, vai comer hambúrguer,
fast food, sei lá, umas comidas
estranha, não é? Agora Coreia do Sul,
olha, é diferente, é legal, só que eu
não achei tão diferente do restaurante
coreano aqui, não, que tem na Varjota,
tá ligado? [risadas]
Porque o pessoal diz: "Ah, não, eu fui
comir uma pizza na Itália é outra coisa.
Comi o sushi no na no Japão é outra
coisa. Acho, eu comi os bip lá na Coreia
do Sul e era igualzinho os daqui,
entendeu? Talvez o problema seja o meu
paladar que é fraco. Talvez meu problema
seja não ser a ficcionado de cultura
sulc-coreana. Talvez seja, mas achei
legal. Não acho que vale o o que custa
de passagem e as muitas horas de viagem,
porque para aí foi umas 30 horas, para
voltar foi umas 40 e aí o fuso horário
de 12 horas foi olha agora assim sou eu,
não é uma verdade absoluta, é só meu
minha preferência. Então assim, conheci
a Coreia do Sul, voltarei na Coreia do
Sul porque vai ter um evento lá ano que
vem, se Deus quiser voltarei, mas como
um plano sonho de viagem, eu acho, eu
acho Buenos Aires melhor. Eu acho
qualquer lugar que eu já fui na Europa
melhor. Eu acho qualquer lugar que já
fui no nos Estados Unidos melhor. Então
assim, todo respeito. Agora o melhor que
eu conheci, a melhor coisa que eu já
conheci na Coreia do Sul foram as
pessoas, porque a verdadeira Coreia do
Sul são os amigos que fazemos pelo
caminho. E aí eu amei conhecer as
pessoas, amei conhecer as igrejas, amei
conhecer os seminários, amei conhecer os
PhDs, amei as pessoas da Coreia do Sul,
muitos eruditos, inteligentíssimos,
muita gente extremamente capacitada.
Tivemos conversas muito boas, conheci
lugares muito bonitos, inclusive se eu
morasse mais perto, beleza Cor Legal.
Agora, olha, fazer essas viagens de 30
horas, pegar voo de de 14 horas para ir
pra Coreia do Sul, não, não foi o meu
minha minha parada, não é não foi a
minha parada. Assim, desculpa, não foi a
minha parada, mas gostei da Coreia do
Sul, só não gostei da distância do
Brasil pra Coreia do Sul. É muito longe,
cara, muito longe. É absurdo o quanto
você tem que ficar em avião, pegar fuso
horário para ir para lá. Então assim,
meu sonho de conhecer o Japão tá
morrendo. Eu o sonho da minha vida era
conhecer o Japão. E aí, meu irmão, é
longe, viu, filh? É longe. E aí, para
conhecer o Japão, tenho que fazer 30
horas de avião de novo. Sei não, ó, se
quero conhecer o Japão de novo. Não,
você ainda quero conhecer o Japão. Bom,
mas sou eu chorando as pitangas de
países legais estarem muito muito muito
muito longe daqui. Mas eu gostei. Foi
uma viagem, olha, muito boa. Vai ter,
vai ter vídeo sobre a Coreia do Sul.
Essa semana vai sair mais um Teologia na
Estrada, mostrando a maior igreja do
mundo. A gente fez um Teologia na
Estrada no meio, na minha conexão, na
minha escala lá em Parí, Monamu, onde eu
mostrei a catedral de Notridame e falei
se é pecado ou não apreciar igrejas
católicas sendo um protestante. Vai lá
assistir, ficou muito legal. Nível
documentário aí, o trabalho de adição
muito bem feito do Gabriel Tuer e essa
semana sai a nossa ida na Igreja do
Evangelho Pleno lá em Seu, uma igreja
que entrou no Guinnessbook, livro dos
Records. Vai lá, fica ligado aí que vai
sair. Ainda vai sair um vlog de viagem,
comendo comida de rua, sei lá, pela
Coreia do Sul, passeando nos seminários
e coisas assim. Acho que vai ficar bem
legal também. Usei uma câmera 360º,
então Gabriel T vai ter muito trabalho.
Bom, dito isso, seja muito bem-vindo ao
Dois Dedos de Teologia. Eu sou o pastor
Iago Martins, sou o pastor Batista, sou
doutorando em teologia e este é o
Teólogos do Twitter, o programa em que
eu reajo às coisas que estão viralizando
sobre Deus na Interroeb. É um programa
em que eu entro num grupo do Telegram,
onde o pessoal da equipe jogou aqui
várias coisas que estão finalizando
sobre Deus e eu clico e trago a minha
primeira reação de improviso a tudo
isso. Lembrando que graças a eu ter sido
indicado como creator do ano lá na
Insider, vote em mim, vote em mim, vote
em mim. Meu desconto tá melhor. O meu
desconto tá dando 20% de desconto para
todo mundo. Você tá com o mesmo desconto
usando cupom teologia que as pessoas que
fazem a primeira compra. Insider dá um
descontinho a mais pro seu, pra sua
primeira compra. Agora você tá com o
mesmo desconto de todo mundo. É o mesmo
desconto, 20% off com cupom teologia.
Mas tem mais que estamos hoje no dia do
consumidor na Insider em que dá para
você ter a 50% de desconto usando cupom
teologia mais os descontos que já estão
no site e ainda ganhar mais 10% de
desconto pagando no Pix.
A Insider tá maluca e você tá doidão.
Você não correr lá para aproveitar os
descontinhos, os descontinhos
maravilhosos que a Insider tem para te
dar. Ou seja, você tem o cupom teologia
que tá aí, ó, empoderado. Eita, que não
pode falar isso não, que é verde de
esquerda, o cupom teologia que tá aí, ó.
Como é que eu digo? Empower Red. É, tá
empoderado, gente. Tá com mais poder.
Ponto teologia tá aí, ó. Tá super
saiadin nível cinco. Mais os descontos
que já estão no site que acumulam mais
10% de desconto. Fora os fret grátis,
meu irmão. Corre. Estou aqui com minha
roupa da Insider que não sua. Eu vou
falar uma coisa aqui que eu não posso
expor ninguém, mas uma pessoa, uma
pessoa muito próxima, um conhecido, um
conhecido disse: "Ah, eu vou testar a
Insider". A pessoa está cinco dias com a
mesma roupa. Aí, qual é a roupa? Só tá
com uma calça que não é da Insider e uma
camisa que é da Insider. Está há cinco
dias com a mesma roupa. Está tomando
banho, diga-se de passagem, mas está o
dia inteiro com a mesma roupa. Disse
água. A calça já está intragável. Está
impossível habitar em sociedade com esta
calça. A camisa da Insider não cheira
nada. Você tá esperando o quê? Para
trazer Insider pra sua vida? Para pôr
Insider nos seus couros. Irmão, passei
três dias sem tomar banho com a blusa da
Insider, indo pra Coreia do Sul. Estou
coranizado total. Vou falar disso por
muito tempo. Passei um tempão com a
camisa da Inside, três dias. Não fedeu,
brother. Não fedeu. E aí, ó, além de não
feder, é, ó, roupas que desamassam no
seu corpo. Desamassam no seu corpo
sozinhas. Roupa. Ó, essa blusa aqui tem
bem um ano já, viu? Não saiu uma gota da
tinta dessa roupa, meu irmão. E você vai
continuar pagando mais baratinhoas
roupas rafubá, umas roupas que com três
lavagens já tá podde, já não tem marcou
nenhuma. Ou você quer vir pro futuro da
tecnologia? Aproveita que hoje é o dia
do papoco do trovão. É, é a segunda,
sabe? A segunda do papoco zenir é só
cear, só cearense que conhece a segunda
do papoco zenir. Hoje é a segunda do
papoco da Insider. Então corre lá
cuponologia, link na descrição que é
recode aqui na tela e simbora pro vídeo
de hoje. Mas vote em mim se você não
votou em mim, tá na reta final para você
votar em mim, tá? lá no Awards da
Insider. [música] Então, se você ainda
não votou em mim para que eu seja o
influencer do ano da Insider e possa
fazer um discurso dizendo glória a Deus,
aleluia na frente da da terus usada
toda. Cola baixo aí pro pessoal não não
se ofender. Volta nós, volta em nós lá.
Pode votar quantas vezes quiser por dia,
tá? Volta lá pra gente ver se a gente
ganha. Bom, agora dito isso de fato,
vamos lá pro vídeo de hoje. Opiniões
polêmicas no meu cristão.
>> Opiniões polêmicas que eu tenho no meio
cristão e são opiniões, apenas opiniões,
você não é obrigado a concordar. Eu vi
uma influenciadora fazendo isso e quis
fazer minha versão também. Eu não
concordo com ter filho a todo custo.
Tipo assim, se você não tem condição
financeira para sustentar o seu filho,
se você não tem condição psicológica,
emocional para lidar com uma criança,
então simplesmente não tenha filho.
>> A qualquer custo? Claro que não. A
qualquer custo. Tem uma galerinha agora,
eu não vou ficar dando nome também que
eu não quero ajudar a tornar a gente
estúpida, famosa não, tá? Mas tem uma
galerinha agora que acha que você
deveria ter filhos, mesmo que você vai
morrer. Tipo assim, você tem uma doença
e você vai morrer se você tiver filhos.
Aí a mulher diz assim, ó: "Mulher tá,
escritora de livro sobre feminilidade,
sobre filho, tem que ter filho mesmo
assim. Você vai morrer tendo filho?
Então morra, que é melhor morrer tendo
filho do que usar método contraceptivo.
Ainda que vai morrer você e a criança,
engravide mesmo assim, porque é pecado
não engravidar, né? É assim, aí você
acha que você já tá maluco, né? Aí você
já tá doidinho das ideias. Doidinho das
ideias. Sabe o que que eu acho doido? É
que é o tipo de ressalva que eu não
precisava fazer h alguns anos atrás.
Quando eu fiz o meu vídeo sobre filhos,
sobre o pecado de não querer ter filhos,
é o tipo de ressalva que eu não precisei
fazer, né? Eu acho que eu me lembre, né?
Também. Mas nó gente, vamos deixar aqui
a ressalva que se você vai morrer e você
não quiser ter filho, tudo bem. Eu não,
eu fiz essa ressalva. Vou ter que
assistir o vídeo inteiro para saber se
fiz essa ressalva, mas eu não acho que
eu tinha necessidade de fazer uma
ressalva como essa. Agora a galera tá
indo no nível do extremo, do absurdo, do
da coisa mais maluca possível, de que
não basta a gente defender a
fecundidade, defender que tem muitos
filhos é uma coisa abençoada, de que a
gente não deveria, né, encerrar as
gestações simplesmente por algum nível
de conflito financeiro, porque filho vai
ser muito difícil. Meu Deus, tem que ter
filhos e vale a pena se endividar para
ter filho. Vale a pena ter filho sendo
pobre. Vale a pena. Aqui eu vou
discordar um pouco, tá? Vale a pena ter
filho sem ter condição financeira.
Porque dá para ter filho sem condição
financeira para ter filho, porque a
gente fica criando um monte de
necessidade que, meu irmão, e a gente
vai tendo filho do jeito que dá. O filho
nasce com pão debaixo do braço,
entendeu? É claro que existem situações
extremas. Aí talvez ela esteja falando
de situações extremas, ela não deixou
isso bem explicado. O que é não ter
condição financeira? Eu não conseguir
pagar um plano de saúde, é não conseguir
ter um carro, ter que pegar ônibus, eu
não consegui ter babá, eu não consegui
botar numa escola particular, o que é
não ter condição financeira, fica um
pouco vago. E ela tem todo o direito de
ser vaga. aqui também, obviamente, é um
um rios Instagram, não é não é uma aula,
mas eu acho que se você não estiver numa
situação de miséria profunda, não vale a
pena não ter filhos por causa disso. Ah,
estou num situação de estou numa
situação de miséria profunda. Eu moro
numa zona tomada pelo tráfico, passa um
traficante de fuzil na porta da minha
casa, eu moro com esgoto a céu aberto
aqui, eu está numa situação de de
desabrigo. Beleza, existem situações
extremas de pobreza, extrema de pobreza,
que se você disser eu não vou ter filho
nessa situação, que tudo bem. Agora,
muitos de nós estão colocando o tipo de
peso financeiro sobre a sobre ter
filhos, que é completamente mundano. Ah,
você sabe quanto custa ter um filho?
Olha o preço da escola, olha o preço não
sei o quê. Cara, aí é bobagem, tá? Gente
pobre tem filho o tempo inteiro e os
cria com dignidade. Eu nasci de um lar
pobre, nasci de um lar muito pobre,
nasci de um lar que se fosse colocar
filho na ponta do lápis, eu nunca teria
nascido, nunca teriam escolhido me ter
como filho ou minha irmã como filha,
entendeu? Então eu já acho complicado.
Psicologicamente também é algo a se
considerar. A pessoa, ela tem transtorno
psicótico grave e aí ela pode matar a si
mesma e aos filhos. a qualquer momento,
beleza? É uma questão realmente séria se
considerar. Pessoa tem um transtorno
bipolar muito severo, ah, intratável,
não consegue ah lidar com aquilo, então
a pessoa é esquizofrênica, né? E não
consegue tratamento. Beleza, existem
níveis muito complicados. Mas já chegou
gente para mim dizendo assim: "Ah,
pastor, tenho TDAH e tenho medo dos meus
filhos terem também. Pastor, eu tenho
autismo nível um e eu tenho medo de
passar isso para meus filhos. Ah, meu
irmão, aí que cria vergonha, né? C entre
nós cria vergonha. Aí deixar de ter
filhos por causa de de conflitos
psicológicos que são extremamente comuns
hoje em dia, né, em muitas pessoas por
por muitos motivos. Eu digo isso sendo
um caba neurodivergente. Eu não falo
aqui das minhas dos meus diagnósticos na
internet, tá? Mas eu sou um caba também
da da cabeça ruim em muitos sentidos,
testado, um laudo de coisa ruim da
cabeça. Eu vou deixar de ter filho por
causa disso, entendeu? Vivo em
sociedade, vivo uma vida possível, não
é? Vivo uma vida funcional mesmo com o
meu dodói da cabeça. Aí pronto, meu
irmão, a gente tem filho. Então assim,
estou discordando dela. Não
necessariamente. Estou qualificando um
pouco mais aquilo que ela tá dizendo,
que ela não tá dizendo nem que sim, nem
que não. Ela só usou termos que para mim
parecem um pouco genéricos. Aí é bom
afunilar o que é que a gente quer dizer.
Talvez ela até concorde comigo no que eu
tô dizendo aqui. Ou talvez não. Também
não posso colocar palavras na boca dela.
Vamos lá.
>> Você vai botar uma criança no mundo para
fazer ela sofrer todos os dias da vida
dela. Para mim não faz muito sentido.
>> Mas gente, gente, todo mundo vai sofrer
todos os dias de sua vida, tá bom? Todos
nós vamos sofrer todos os dias de nossa
vida, porque a existência é sofrimento.
Se a sua não é, parabéns, mas a
existência da maioria de nós é puro
sofrimento, tá? Tem muitas coisas boas
na vida, mas também tem muita dor e
muito sofrimento na vida. Saber lidar
com isso é saber lidar com a existência
em um mundo caído. Temos a certeza de
uma glória eterna. É melhor ter uma vida
presente, uma existência, onde a gente
sofre todos os dias de nossa vida, não
é, do que não existir, porque existe uma
certeza de uma glória futura que vai
recompensar uma vida de sofrimento que a
gente tem aqui. Mas de novo, que tipo de
sofrimento ela tá dizendo, né? Que tipo
de sofrimento ela tá qualificando? Não
está qualificando. Eu acho que seria
melhor se qualificasse. Por isso eu
estou qualificando. Mas de novo, não
estou querendo colocar palavras nas
bocas na boca dela aqui de coisas que
ela não disse, né? Só estou
complexificando aqui o pensamento, só
para deixar claro, para ninguém me dar
rate na menina ou fazer parecer que tô
brigando com a menina aqui. Só estou
complexificando. É assim,
complexificando.
>> Eu não concordo com a criação de
inúmeras igrejas protestantes, porque eu
acredito que não é qualquer um que pode
virar pastor, não é qualquer pessoa que
pode fundar uma igreja e achar que tem
ali a liderança, eh, o estudo e a
capacidade de realmente e exercer o
cargo de um pastor, né? De conseguir ali
direcionar uma igreja pro lugar certo,
porque é muito fácil você subir no
púlpito e falar qualquer coisa, né? Eu
acredito que
>> isso aí é básico do básico, né? A galera
fica criando igreja como se fosse nada,
não é? E claro que existe uma liberdade
para plantar novas igrejas que viram
novas denominações, mas igrejas plantam
igrejas. Igrejas fundamentadas em
rachas, em brigas, em conflitos e coisas
assim. Ah, isso é muito triste. Isso é
uma uma vergonha que isso exista.
>> Tem surgido um tipo de evangélico no
Brasil que é o evangélico político, em
que você não é um evangélico de verdade,
você não luta por Cristo, pelas pautas
bíblicas, você luta pela política e pelo
aquilo que te convém. Então você acha
que aquilo é certo, você luta por
aquilo, esquece o que Cristo falou para
você.
>> Eu chamo isso de cristianismo cultural.
É um cristianismo que toma parte
cultural do que é o cristianismo e
rejeita as partes centrais e fulcrais do
que realmente é o cristianismo, não é?
Então é igual os fariseus que dão o
dízimo do tempero. Do tempero. Comprar.
Comprei aqui um punhadinho de hortelã.
Vou dar o dízimo da hortelã. Mas ignora
a justiça, o amor, a misericórdia e a
graça. É a galera que é contra o aborto,
contra o casamento gay, contra droga,
mas está no quarto casamento, é a favor
de tortura, é contra o devido processo
legal, é a favor da ditadura do seu lado
e maluquícia, assim, não é? um tipo de
cristianismo que só pega uma parte do
que seria as aplicações do cristianismo
à cultura e ignora o que há de mais
central, né, do que é o cristianismo.
>> Inclusive, isso não é apenas uma
opinião, existem pesquisas falando sobre
isso. Muitas das discussões que a gente
tem hoje em dia a respeito de a porque é
assim que eu vejo a minha interpretação
da Bíblia, na verdade é só uma falta de
estudo mesmo. Tem muita coisa na Bíblia
que de fato dá para ser discutida e pode
ter opiniões diferentes, mas a maioria
que a gente vê discutindo não, não pode.
Você simplesmente resolveu acreditar em
algo que não é bíblico, você não
estudou.
>> não concordo com cristãos que são
menores de idade e resolvem se casar.
Nunca tenho que concordar com alguma
coisa, mas eu sempre vou ter uma crítica
ali, porque eu acredito que se menor de
idade você não tem aspectos,
principalmente na sociedade hoje em dia,
psicológicos, emocionais e financeiros,
para sustentar um casamento.
>> Então, eu acho isso é polêmico, eu
concordo na maioria dos casos, mas a mas
eu acho que isso é uma questão de
adaptação cultural também. O que é que
eu quero dizer com isso? No mundo
antigo, nos tempos bíblicos, as pessoas
eram maior de idade aos 13. Então, com
13 anos, a sociedade já esperava de você
a postura de um maior de idade. Era um
mundo obviamente em que a expectativa de
vida era muito menor. Então, a sociedade
era toda configurada de uma forma em que
com 13 anos você já era maior de idade.
Então, as meninas casavam ali entre 14
anos. Os meninos casavam ali perto dos
16 anos normalmente, segundo pesquisas
dos tempos bíblicos. Então, uma menina
com 13, 14 anos ia tá casando. O menino
com 15, 16 anos ia tá casando
normalmente. Era a média de idade dos
casamentos do mundo antigo. Era errado
que isso acontecesse. Era uma estrutura
de configuração cultural bem diferente
da nossa. A partir do momento em que a
sociedade vai evoluindo, e para mim
simução o nome disso, você vai tendo
estruturas sociais diferentes, que aí o
casamento vai ser jogado um pouco mais
pra frente, até os 18 anos, 18, 21, né?
Uma idade que geralmente o pessoal vai
se casar dentro de contexto religioso,
onde se casa mais cedo, digamos assim.
Agora eu já vi a menina de 16 anos
casando, a mãe lá assinando, com cara de
18, cara de um pouco maior e aí casava,
não é? Casava com consentimento dos
pais, não é? E casava mesmo, criava
família e tudo mais. Não é o tipo de
coisa que eu acho bom. Não acho bom. Meu
conselho nunca vai ser que se case com
16 anos, mas isso é muito comum na minha
na minha experiência em ermos maiores.
Então, quando você pensa, por exemplo,
em sertão nordestino, digo isso porque é
a minha experiência de ver essas coisas,
sertão noroachino, bairros muito pobres,
pessoas em situações de pobreza, muitas
vezes não não estou construindo teoria
em cima disso, tá? Só tô descrevendo um
fato que eu vi, uma experiência bem
anedótica. A experiência de casar muito
jovem geralmente tá atrelado a ambientes
mais pobres. Por qu? Eu não não sei.
Acho que se eu pensar um pouco mais
sobre isso, talvez eu chegue a alguma
conclusão. Mas isso acontece mais lá. Vi
isso acontecer mais nessas situações
onde existe uma pressão social, um
ambiente cultural que espera que você
seja adulto mais cedo. Então muitas
vezes as meninas de 16 anos que casam
são meninos que já trabalham muitas
vezes no mercado informal, obviamente a
meninos de 16 anos casando, é o cara que
já tá já tá trabalhando no lombo do
jumento desde os 12, né? Então são
pessoas em uma um em um ambiente
sociocultural que já cobra deles um tipo
de postura de adulto muito cedo e eles
casam muito cedo como consequência desse
ambiente sociocultural. Mas levantando
essa essa exceção, digamos assim, eu
concordo. Eu acho que casar cedo muitas
vezes é arriscado. Não existe uma
sociedade que cobra de você já uma
postura de adulto. A sociedade nem tá
preparada para absorver você como
profissional no mercado de trabalho. Se
você é menor de idade, por exemplo, que
torna uma experiência muito complicada
de de família, de casamento. Agora, de
novo, só tô sendo sendo chato. É isso.
Eu só tô sendo chato porque eu sou uma
pessoa insuportável e tô construindo
aqui alguma coisa em cima do que ela tá
dizendo e estabelecendo algumas exceções
aqui. Mas mas é só isso mesmo. Eu sou
sou chato, mas contribuo com sua
teologia. Sei lá. Espero que esteja
contribuindo com a com a sua teologia.
Mas eu adoro esses videozinhos que me
fazem pensar, sabe? Esse sabe quando o
vídeo me faz pensar em alguma coisa e
desenvolver alguma coisa minha própria
cabeça, é um vídeo que me deixa muito
feliz, porque eu acho que dá pr para,
sei lá, ficar viajando aqui em cima das
ideias possíveis.
>> Eu acho que só com isso já dá para
sofrer bastante rate, então vou est
parando por aqui. Ah, acho que não. Acho
que eu nem acho tão achei nada muito
polêmico não, tá? Do que ela disse aqui.
C entre nós. Cai entre nós. Bora pra
próxima. Aqui. Diabo. Fala aí, padre, o
que te traz por essas bandas. O
passaporte da salvação é o Santo Terço.
>> O passaporte da salvação é o Santo
Terço. Eu pensava que era Jesus Cristo.
Pensei que era fé em Cristo Jesus, amar
Jesus Cristo. Mas aí agora é o santo
terço, o passaporte da salvação.
>> Se rezarmos o terço, Nossa Senhora nos
salva.
>> Nossa Senhora nos salva. Quando rezamos
o terço, Nossa Senhora nos salva, gente.
Aí vamos dizer que não existe idolatria
a Maria. Não é idolatria, é só hiper
duper blaster super doia, não é? É só
superer hiper blaster super doia. Aí não
é idolatria não, gente. O terço é o
passaporte da salvação. E é no terço que
Maria salva a gente. Não é Jesus que
salva a gente, é Maria que salva a
gente.
>> Não existe [música] nada que não passe
por ela.
>> É complicado. É complicado. Paredão
falso na época de Jesus. Mandaram aqui.
>> Jesus. Aqui quem fala é Tadeus. Você não
foi eliminado. Preste atenção. Em três
dias você retornará à vida. Tem uma
televisão aí e você pode assistir tudo
que tá acontecendo na Terra.
>> Gente, foi Judas. Meu Deus, eu tô
destruído, cara. Bartolomeo meu é muito,
meu amigo geral falando mal de mim, ele
lá me defendendo, amigo. Cadê Lázaro no
pay-per-view? Ah, morreu. Vou ter que
voltar lá para ressuscitar ele. Judas,
não para de falar de mim, cara.
>> Falso.
>> Quando eu voltar, eu vou acabar com ele.
Transformar em vinho. E virou whisk. Que
é esse babaca andando em cima da Maria
Madalena nessa festa do McDonald's?
Judas disse: "O quê?" A gente vai ser
mais rejeitado do que a Carol com car.
Ai, olha que amor, minha mãe. Ela é
muito santa. Olha ele. Olha quem voltou.
Olha ele.
Agora vocês vão ver o que quer jogar de
verdade.
>> É, eu acho isso blasfêmico mesmo. Is mim
é só blasfêmia, tá? Só blasfêmia. Não
consigo rir, não consigo ver graça. E
olha que eu sou um cara de boa, tá? Sou,
sou um cara muito de boa, gente boa,
diriam alguns. E assim, isso aqui é só
blasfêmia, gente. Para mim é
literalmente botando, é literalmente
usar o nome de Deus em vão, é tratar
Jesus igual Bocó, relacionar Jesus com o
pecado. Eu acho, eu acho triste. Acho
triste. Não rirei, não vou rir. Eu já,
eu já contei para vocês essa história de
que eu derrubei o site do Ministério
Público de tanta denúncia ao especial de
Natal do Porto dos Fundos, que que já
fiz. Eu fiz uma campanha pra gente
derrubar, foi o primeiro especial de
Natal, pra gente denunciar o Ministério
Público por intolerância religiosa e
tal. Hoje eu acho que não. Acho, eu acho
que acho que as pessoas tm um direito
civil. direito civil de falarem as
coisas absurdas que elas quiserem, mas
eu quero ter o direito civil de falar as
coisas absurdas que eu quiser também,
entendeu? Que seja socialmente tratado
como absurdo, quero poder pregar as
coisas são socialmente tratadas como
absurdo. Você tem que enfrentar o
Ministério Público, por exemplo. Mas é
triste, é um, eu não entendo crente que
gosta de porta dos fundos, não sabe? Não
entendo mesmo, não. E tem um monte de
assim, de novo, é muito ruim tratar
teoló de forma teó, avaliar
teologicamente uma peça de humor, né?
Mas tem um monte de imprecisão aqui
também sobre personagens da escritura,
né? Tudo bem, agora pronto, reagi a
porta dos sos. Só que faltava coisa que
eu acreditava quando era cristã e agora
não acredito mais.
>> Eu acreditava na volta de Jesus e que
ele iria aparecer do nada a qualquer
momento, nas nuvens com poder e grande
glória.
>> É, você é cristão, você acredita
realmente nisso? Nossa esperança.
>> Eu também acreditava no arrebatamento
secreto, [música] que as pessoas
escolhidas seriam levadas de repente,
que só restaria as roupas delas.
>> Isso das roupas, tá? É fanf, tá? Vai
ficar as roupas das pessoas. Tem nada
disso na Bíblia, tá? Mas arrebatamento
secreto é uma é uma interpretação
teológica muito corrente dentre círculos
dispensacionalistas principalmente. Nem
todos os cristãos acreditam nisso. Eu
devo, eu eu devo ser o último o último
teólogo que que crê nisso em
arrebatamento secreto. Não conta para
ninguém não. O pessoal tem vergonha. O
pessoal tem vergonha de dizer que crem
em arrebatamento secreto porque os
presbiterianos são a grande força
teológica no Brasil. A principal força
teológica no Brasil vem da igreja
preseriana. E eles trataram como ideia
absurda, né, muito por muito tempo na
nas redes sociais, na literatura. E aí
muita gente assumiu a zombaria sobre a
ideia de arrebatamento secreto. Mas eu
ainda acredito nisso ainda, viu? De uma
perspectiva pré-ira. Fiz a exposição
completa do livro de apocalipse lá na
igreja. Você encontra tanto no meu
Spotify como na no YouTube da Manain lá,
se você quiser ouvir minhas posições
sobre arrebatamento secreto. Expôs
Apocalipse verso a verso lá. E quem
ficasse na Terra iria sofrer muito. Hoje
eu não acredito mais nisso, porque a
própria Bíblia, ela vai falar de um
retorno que aconteceu no século I.
>> Então, na verdade, essa é uma posição
teológica ah bem pouco usual, chamado
preterismo, não é? De que Jesus já teria
voltado em certo sentido ali. Havia um
sentido que Jesus voltou. Não é que a
Bíblia diga isso, a Bíblia não fala
disso, tá? Mas os preteristas
interpretam dessa forma, mas é uma
interpretação bem pouco corrente.
>> 24, Marcos 13 e Lucas 21. Não, não é
isso, tá? Diz esses textos
>> essa geração até que todas estas coisas
aconteçam quando ele fala da destruição
do templo de Jerusalém. Além do mais,
isso das pessoas serem arrebatadas e
sumirem do nada é uma
>> ela mistura algumas coisas, né, ao mesmo
tempo aqui, de que a destruição da do
templo de Jerusalém era volta de Jesus
em certo sentido. E que por isso aquela
geração foi a geração que vive a volta
de Jesus, porque a destruição do templo
de Jerusalém foi naquele período. Ela
mistura aqui umas uns conceitos aqui
juntos. Não tem base sólida no texto
bíblico. Então eu soltei essa crença,
não tenho mais, graças a Deus, porque
era uma crença muito enraizada, né? E é
muito difícil quebrar uma crença, mas
graças a Deus eu soltei. Agora eu não
fico mais com ansiedade, sabe? Pensando:
"Nossa, Jesus vai voltar a qualquer
momento se eu tiver em pecado e tal".
Esse tipo de pensamento, sabe? que 100%
dos crentes têm esse pensamento.
>> Então eu vou dizer o seguinte, primeiro
que eu não entendi, eu tinha entendido
pelo começo do vídeo que ela não era
mais cristã, mas ela fala como se ainda
fosse, só mudou a teologia dela, será?
Não entendi. Estou agora talvez não
tenha prestado atenção direito no começo
aqui. Agora, a volta de Jesus não
deveria gerar ansiedade, deveria gerar
tranquilidade. A ideia de um Cristo que
volta para nos buscar é uma esperança,
não é um medo. É engraçado, né? Ah,
muitos cristãos têm medo do apocalipse e
eu fiz um a série de sermões que eu fiz
lá na igreja sobre o livro do Apocalipse
tinha como título Desejando Apocalipse,
explicando porque que apocalipse era uma
esperança e não um medo, não, não uma
angústia, né? Ah, a gente tem que
desejar o apocalipse, querer a vinda de
Jesus. Agora, esse medo dela, eu
entendo, eu entendo, ah, vai que eu sou
peg em pecado e tal. Isso talvez vem de
um tipo de teologia um pouco
semipelagiana, talvez até em algumas
correntes do armenionismo de que você
acredita que se você cometeu um pecado
ou cometeu uma falha, naquele momento
você não vai pro céu. Eu vi muito essa
história de se você cometer um pecado na
hora da morte, você vai direto pro
inferno. Quando uma teologia da salvação
bem desenvolvida, em círculos um pouco
mais acadêmicos, um pouco mais robustos,
o armenianismo vai encontrar isso. que é
basicamente a teologia padrão do
calvinismo, é que uma vez que você é
salvo, não é a prática de um pecado
particular que vai te tirar do caminho
da salvação, mas seria a apostasia, a
rejeição da fé, uma entrega à vida de
pecado e coisas assim. Então, se você é
um cristão que ama Senhor, que vive uma
vida de fé e e cometeu um erro, cometeu
um erro e e foi sal e Jesus volta, não
foi este erro em particular, esse pecado
em particular que vai te tirar do
caminho da salvação, porque não deu
tempo você se arrepender especificamente
daquele pecado, porque você já se
arrependeu do pecado. De forma ampla,
você teve o arrependimento do pecado e
todos os dias a gente se arrepende dos
pecados, não é, diários. É esse
arrependimento do pecado que garante a
nossa salvação. Falta de certeza da
salvação também é uma coisa muito
triste, né? Você viver a vida da fé sem
ter certeza de para onde você vai, sem
ter certeza do que é que Deus preparou
para você, né? Paulo tinha certeza da
salvação. Os cristãos tm que ter certeza
da salvação. Essa certeza quando falta
nos dá uma vida muito triste, né? Com
medo do apocalipse. Uma pessoa que não
tem certeza da salvação vai pro céu.
Sim, pode ir pro céu mesmo sem ter
certeza da salvação, sem problema
nenhum. Mas a certeza da salvação
garante uma vida muito mais tranquila e
muito melhor, muito mais paz, né? Muito
mais paz. Eu acreditava que falar em
línguas era um sinal que a pessoa tinha
o Espírito Santo, que o dom de línguas
era algo divino. Hoje eu não acredito
mais nisso, porque em várias religiões a
gente tem esse fenômeno de falar em
línguas. Isso é bem comum em várias
religiões, em vários povos, em várias
culturas. A gente vê muito isso presente
na Umbanda, no candoblé, no chamanismo.
Esse ato de falar em línguas é uma
alteração na consciência da pessoa.
Então a própria mente da pessoa vai
causar esse fenômeno. E também a questão
da manipulação do ambiente, a emoção
coletiva, as crenças coletivas também,
que são muito fortes e isso pode ser
induzido por músicas. Então, a gente tem
vídeo aqui no canal em que eu falo
justamente isso, não exatamente da
alteração do estado de consciência,
porque falar em línguas pode gerar
alteração de estado de consciência com
muito tempo falando, tem pesquisas
neurociências sobre isso, mas o falar em
línguas está presente em tantas
religiões, em tantas expressões
ritualísticas, porque é um fenômeno
natural o falar em línguas, como a gente
entende, né, essas falas, essas
palavras. Eu não vou ficar imitando aqui
porque eu sei que é fim de algumas
pessoas, mas é o labachúrias da vida.
Esses labachúas, essas falas [música]
não idiomáticas, claramente não
idiomáticas, são estados naturais da
consciência. Qualquer pessoa consegue
fazer isso. Qualquer pessoa consegue
fazer isso se ela se ela livre
vocalizar. É literalmente livre
vocalização, entendeu? Livre
vocalização. Já tem um vídeo inteiro
aqui no canal em que a gente explica
pela Bíblia e explica certas avaliações
linguísticas de gravações de de pessoas
falando em línguas, onde a gente explica
que esses sons, essas coisas não são
falar em línguas à escritura. No Novo
Testamento, o falar em línguas eram
línguas idiomáticas, eram idiomas.
idiomas, Iago. Mas não é, cara, tem um
vídeo aqui no canal, só ir lá no canal,
tá tudo explicado, você vai ver lá e lá
a gente explica isso com cuidado e
detalhes, tá bom?
>> Músicas, sabe quando o pregador ele vai
falando, aí vai induzindo a pessoa, aí
vai repetindo frases, sabe? E o tom de
voz também, tudo isso para manipular,
isso vai criando uma expectativa muito
forte na pessoa, uma emoção muito forte.
>> Esse tipo de euforia religiosa é muito
comum, a gente chama isso de hipnose. É
um processo autoipnótico, né? Você entra
num processo de êxtase coletivo por
causa de um processo autnótico. Tem um
liv tem um vídeo aqui no canal em que eu
entrevisto um hipnólogo muito famoso,
Alberto Delízola, onde a gente conversa
sobre a hipnose dentro dos ambientes,
né, pentecostais, onde ele ajuda a
entender isso muito bem. Vale a pena dar
dar uma olhada nesse vídeo aí também.
>> Acho que faz com que ela tenha esse tipo
de atitude, não só falar em línguas, né,
também outras atitudes como cair no
chão. Então isso não é uma prova do
cristianismo ou uma coisa exclusiva do
cristianismo. Essa é uma crença que eu
também não tenho mais. Eu sou um pastor
batista e eu também não tenho mais não,
tá? De jeito nenhum esse tipo de de
crença. Bom, este é o teólogos do
Twitter de hoje. Você sabe o que fazer
né? Segunda-feira maravilhosa. Vai usar
o ponto teologia lá na Insider e
aproveita para você não ficar de fora
dos descontos fora de série que estão
rolando aí. E vota lá em mim, por favor.
Vota lá no seu coleguinha, camarada pra
gente poder ganhar aí o Award, se Deus
quiser, tá bom? Um cheiro no seu cangote
e até a próxima.

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