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A fé vem pelo ouvir

Por que coisas ruins acontecem ao povo de Deus? – Culto Noturno – AO VIVO | 01/03 | 18h | PIPG

Por que coisas ruins acontecem ao povo de Deus? – Culto Noturno – AO VIVO | 01/03 | 18h | PIPG

Por que coisas ruins acontecem ao povo de Deus? – Culto Noturno – AO VIVO | 01/03 | 18h | PIPG

Edificação
Tema: Por que coisas ruins acontecem ao povo de Deus?
Texto: 2Coríntios 1.1-11

Acompanhe a transmissão ao vivo do Culto Dominical Noturno da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia com exposição fiel das Escrituras e ênfase na teologia reformada. Momento de edificação na palavra, louvor e comunhão. Acompanhe conosco!

Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
+55 (62) 3213-3320 ou 98113-0461‬ (WhatsApp)
Rua 68 c/ Rua 71, St. Central, Goiânia-GO

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Legendas automáticas:

[música]
เฮ
[música]
Oh.
[música]
>> [música]
[música]
>> Ah. เฮ
>> [música]
[música]
>> เฮ
>> [música]
[música]
>> เฮ
[música]
>> [música]
[música]
>> Que a graça e a paz do nosso Senhor e
Salvador Jesus Cristo esteja sobre a
vida de todos vocês. Amém. Meus irmãos.
Momento oportuno esse para adorarmos a
Deus, fechar os nossos olhos, clamar
para que ele aceite o nosso louvor e
nossa adoração nessa noite, nesse
momento de prelúdio. Oremos ao Senhor.
[música]
>> [música]
[música]
>> Amém. Vamos abrir a palavra de Deus no
livro de Jeremias,
capítulo 10, do versículo primeiro ao
10º. Nós vamos ler de forma responsiva.
Irei ler os versículos pares aos irmãos,
os versículos ímpares em uma só voz.
Jeremias capítulo 10 do verso primeiro
ao 10º.
que diz assim: "Ouvi a palavra que o
Senhor vos fala e vós outros, ó casa de
Israel,
Assim Senhor, nãois caminho dos
enchidos, nem vos expandeis com os
sinais dos céus porque
>> porque os costumes dos povos são
vaidade, pois cortam do bosque o
madeiro, obra das mãos do artífice com
machado.
com martelas de justiça para que não
>> os ídolos são como um espantalho em
pepinal e não podem falar. Necessitam de
quem os leve, porquanto não podem andar.
Não tenhais receio deles, pois não podem
fazer mal, e não está neles o poder de
fazer o bem.
Semelante a ti, ó Senhor. Tu és grande e
grande é o poder do teu nome.
>> Quem te não temeria a ti, ó Rei das
Nações? Pois isto é a ti devido,
porquanto
entre todos os sábios das nações e em
todo o seu reino ninguém semelhante a
ti.
Seu ensino é pão e ouro como pedaço de
madeira.
>> Trace prata batida de Tarces e ouro
defás. Os ídolos são obra de artífice e
de mãos de oriíves. Azuis de púrpuras
são as suas vestes. Todos eles são obra
de homens hábeis.
>> Mas o Senhor é verdadeiramente Deus. Ele
é o Deus vivo e o rei eterno. O seu vem
a terra e as nações não podear a sua
indignação.
>> Amém. Oremos.
Pai querido, nós exaltamos, glorificamos
e bendizemos o teu santo nome, meu Pai.
Estamos aqui nessa noite diante da tua
presença
e pedimos para que o Senhor tenha
misericórdia de nós. Aceite o nosso
louvor, aceite a nossa adoração.
Aceite, meu Pai, a adoração de homens e
mulheres que são, sim, pecadores e que
necessitam, que depende inteiramente do
Senhor para viver.
Tem misericórdia de cada um de nós.
Receba o nosso louvor e nos prepare, meu
Pai, para ouvir a tua palavra, para que
a tua palavra seja ensinada aos nossos
corações e os cânticos que aqui serão
cantados venha nos tocar e fazer com que
aproximemos cada vez mais do Senhor
nesse processo de santificação.
Esse é o nosso pedido nessa noite, no
nome santo do Senhor Jesus Cristo. Amém.
So orientação da regência, entemos o
hino número sete, Glória à Trindade.
>> Meus irmãos, essa é uma oportunidade
também de nós adorarmos a Deus com os
nossos dízimos e ofertas, que também faz
parte da adoração ao Senhor. aqueles que
vieram preparados para fazê-lo eh
fisicamente, tem aqui os gasoflaços e
aqueles que puderem fazer pela internet,
está aqui eh os nossos dados bancários
para que assim vocês adorem a Deus
através dos nossos dízimos e ofertas.
>> Vamos nos colocar de pé. O instrumental
vai tocar esse hino, a primeira estrofe
toda. É um hino que não é conhecido da
igreja, tá? Aí até eu pedi o pastor aqui
que vai me ajudar aqui junto com a
gente, tá bom? Um instrumental primeiro.
[música]
[música] Juntos
a ti, meu criador [música]
dos altos céu, Senhor, eu queroar.
[música]
Aceita adoração
que a voz o coração
te [música] vem bondoso
pai a que prestar.
A ti, [música]
Emanuel,
por teu amor [música] fiel, reo louvor.
Do céu trouxeste [música]
a luz, por mim sofreste
a cruz. Bendito [música]
sejas, pois, meu redentor.
A ti, [música] consolador,
divino
[música] preceptor.
Eu louvarei
com [música] teu poder
semar. Ó vem iluminar.
E assim ao [música]
teu fugor eu brilharei.
[música]
Amém. [música]
Amém. Podis.
Vamos abrir a palavra de Deus no livro
de mesmo livro de Jeremias. Agora,
capítulo 17, apenas cinco versículos, do
5º ao 10º.
Jeremias 17 a partir do versículo 5
que diz assim:
>> "Assim diz o Senhor: Maldito Homem que
confia no homem, faz da carne mortal o
seu braço e aparta o seu coração do
Senhor.
Porque será como o arbusto solitário no
deserto e não verá quando vier o bem.
Antes morará nos lugares secos do
deserto, na terra salgada e inabitável.
Bendito o homem que confia no Senhor e
cuja esperança é o Senhor, porque ele é
como a árvore plantada junto às águas,
que estende as suas raízes para o
ribeiro e não receia quando vem o calor,
mas a sua folha fica verde e no ano de
sequidão não se perturba, nem deixa de
dar fruto. Enganoso é o coração, mas o
que todas as coisas é desesperadamente
corrupto. Quem o conhecerá? Eu sou o
Senhor.
Esquadrinho o coração. Eu provo
e isto para dar a cada um segundo o seu
proceder,
segundo o fruto de suas ações.
Continuando sobre orientação da
regência, vamos entoar o hino Amor
Perene, número 88.
Vamos, vamos nos colocar mais uma vez.
>> [música]
>> Amavas-me, [música]
Senhor,
ainda [música] sentirte
não ir romper a luz
ao mundo [música] criador
e nem rei [música] de s.
Deus
troueste [música]
ramar
a força [música]
ficou noite,
meu Deus que amor. [música]
Meu Deus que em ti amor.
Amavasme,
Senhor, [música]
também quando inolvado.
Por sofreu [música]
na cruz
o meio Salvador, [música]
o Santo de Israel, [música]
o teu cordeiro amado,
levando
sobre [música]
si
a culpa.
pecado. [música]
Meu Deus
que amou. [música]
Meu Deus antigo amor,
amavas-me, [música]
Senhor,
quando atingi [música]
o meu peito
o espírito
de luz,
o meu [música] consolador
e com tesouros [música]
viu
de teu favor. [música]
trouxe a minha alma
e que hoje [música] vem delito.
Meu Deus
que amou,
meu Deus que antigo amor.
>> [música]
>> sempre me amarás,
porque jamais [música]
o mundo poderão [música]
ao teu querer socorro. [música]
Ao teu decreto, ó Deus,
ao [música] teu decreto eterno,
ao teu amor, [música] meu pai,
ao teu amor superno,
é um Deus [música] que amou
e sempre todo amor.
>> [música]
>> Amém. [música]
Podeis, podeis assentar, meus irmãos.
Que perene amor é esse que é capaz de
nos perdoar, mesmo sendo um imperfeito
como somos?
Vamos orar neste momento para que Deus
perdoe os nossos pecados. Gostaria que
os irmãos fizessem uma oração silenciosa
e após alguns instantes gostaria que a
nossa irmã Vera Carneiro rompesse o
silêncio fazendo uma oração audível.
Oremos.
[música]
>> [música]
>> Pai santo, glorioso Deus, bondoso Pai,
obrigada, Senhor, por podermos estar
aqui reunido na tua santa presença,
podendo, Senhor, colocar diante de ti a
as nossas confissões. Pai, pedir perdão
por aquilo que temos pecado, pecado por
deliberado, pecado por omissão, por
palavras. Senhor, tenha misericórdia de
nós. Pedimos perdão em nome de Jesus.
Sonda o nosso coração. Se há algum
caminho mau, Senhor, guia-nos pelo
caminho eterno. Nos ajude, Senhor, nos
purifique de toda injustiça. Nos ajude a
viver uma vida, Pai, consagrada a Ti,
uma vida que realmente glorifique o Teu
nome, Pai. S conosco. Eu te peço, Pai,
nesse culto, que o Senhor aceite a nossa
adoração e que possamos verdadeiramente,
Senhor, termos um coração rendido a Ti,
desejosos, Pai, de viver aquilo que o
Senhor tem nos ensinado por meio da tua
palavra, Pai. Nós te agradecemos em nome
de Jesus, Senhor. Amém.
>> Boa noite, querida igreja. Para nós é um
um grande privilégio podermos estar
nesse nesse domingo cultuando ao nosso
Deus, adorando a ele, pois só ele é
digno de toda de toda honra e toda
adoração. Salmo de número 24, verso
primeiro, nos diz o seguinte: "Ao Senhor
pertence a terra e tudo o que nela se
contém, o mundo e os que nele habitam."
Nosso Deus era autossuficiente em si
mesmo. Deus Pai, Deus Filho e Deus
Espírito Santo. Ele não precisava ter
criado nada do que ele criou, mas ele o
fez para o louvor da sua glória. E nós
podemos e precisamos adorar a esse Deus
que pelo poder da sua palavra criou todo
o universo, criou tudo aquilo que existe
e formou a mim e a você. Vamos adorar ao
nosso Deus. Vamos nos colocar de pé,
aqueles que puderem, para que possamos
cantar esse cântico. Glória ao rei.
[música]
Terra e tudo [música] que nela há.
Todo o universo pertence [música] a ti.
E tudo é teu. Toda [música] criação
é a obra de tuas mãos.
Quem subirá ao monte do Senhor
[música] e quem entrará no santo lugar?
Aquele de mãos em paz
que por o coração
[música]
levantai
ó portas
[música]
para que entre o rei. Quem é o rei da
glória? [música]
O poderoso Senhor.
Levantai [música]
ó portas
para que entre o [música] rei. Tu és o
rei da [música]
glória.
Louvado seja o Senhor.
[música]
>> [música]
>> Terra e tudo que nela há.
Todo [música] o universo pertence a ti.
Tudo é teu. Toda criação
frente é a obra [música] de tuas mãos.
Quem subirá ao monte do Senhor [música]
e quem entrará no santo lugar?
Acele me
paz
e com [música] o coração.
>> [música]
>> Levantai,
ó portas,
[música] para que entre o rei. Quem é o
rei da glória? [música]
Poderoso Senhor,
levantar,
ó [música]
porta
para que entre [música] o rei. Tu és o
rei da [música]
glória.
Seja, Senhor. [música]
[música]
Levantai
ó portas,
[música] para que entre o rei. Quem é o
rei da glória?
O poderoso [música]
Senhor.
Levantai
ó portas
para [música] que entre o rei. Tu és o
rei [música]
da glória.
Louvado seja [música] o Senhor.
>> [música]
>> A terra e tudo o que nela há.
Todo o universo pertence [música] a ti,
Senhor.
[música]
Esse é o nosso Deus todo- poderoso,
criador dos céus e da terra, mas ao
mesmo tempo um Deus imanente que se
relaciona conosco, que inclina os seus
ouvidos para ouvir a nossa oração, a
nossa súplica. E aí nós podemos fazer a
pergunta retórica do salmista no Salmo
77, no verso de número 13, que Deus é
tão grande quanto o nosso Deus. Vamos
cantar ao nosso Senhor assim.
>> [música]
[música]
>> Na oração,
[música] encontro calma.
Na oração
[música]
encontro paz.
>> [música]
>> Orar a Deus
faz bem alma. [música]
Falar com Deus
[música] me satisfaz.
Falar [música] com Deus
que privilégio
a [música] virar.
ao criador, [música]
sente que os céus
estão abertos
e ouvir [música]
a voz
do Salvador. [música]
Grande
é o nosso Deus. [música]
e as [música] obras que ele faz.
O [música] seu amor
não tem limitro [música]
[música]
paz.
[música]
Falar com Deus. Deus é o que [música]
preciso,
pois ele é fonte
de poder. [música]
[música]
Faz sentido,
pois [música] me dá forças
para ter.
>> [música]
>> Grande
é o nosso Deus
e as [música] obras que ele faz.
O seu amor
não [música] tem
seu perdão [música]
encontro o pai.
Grande [música]
é o nosso Deus
[música] e as obras que me faz,
o seu [música] amor
não tem limitro
[música]
pai.
>> [música]
>> Ó pai, que Deus é [música] tão grande
quanto o Senhor? Não há nenhum outro
Deus além de ti, ó Pai. Deus criador,
Deus soberano, Deus onipotente,
onipresente, onisciente, aquele que nos
formou do pó da terra, que existe, que
governa tudo aquilo que existe, que
governa a história do universo e governa
a nossa vida. Ó Deus, nós queremos nesse
momento adorá-lo, bendizê-lo,
prestar-lhe o culto que só ao Senhor é
devido. Pedimos que o Senhor fale ao
nosso coração nesta noite, que o Senhor,
ó Deus, eh transforme a nossa mente, que
o Senhor nos ajude a caminhar contigo,
porque o Senhor caminha conosco. Nada,
nada, nada pode nos afastar do Teu amor.
Nada que fazemos ou deixamos de fazer
poderá aumentar ou diminuir o teu amor
para conosco. Isso é graça, ó Pai.
bondade do Senhor para conosco. O Senhor
nos amou de uma vez para todo sempre em
Cristo Jesus na cruz do Calvário. E é
por isso que nós nos prostramos aos teus
pés e pedimos que o Senhor nos ajude a
segui-lo. É a nossa oração no nome de
Jesus. Amém. Os irmãos podem se
assentar.
>> E graças a Deus por isso. Em seu perdão
encontramos paz.
A única paz que temos é só em Cristo
Jesus.
Vamos ouvir o coro misto.
Louvai [música]
a meu Senhor, vem te adorado.
Em [música] seus ários
enoaios
de louvor. [música]
Louvai
a teu Senhor, vem te adorando [música]
em seus
[música] de louvor.
Céus, [música]
alegrai-vos,
resultai
perante [música]
a face do Senhor que vem. Aleluia.
[música]
Céus,
alegrai-vos
e [música]
resultai
perante a paz do Senhor [música] que
vem. Aleluia.
Aleluia. [música]
>> Aleluia.
Aleluia.
Aleluia. [música]
Aleluia.
Aleluia!
Aleluia! [música]
Aleluia!
Aleluia! [música]
Anjos
cantar
na [música] sua
exultante
a face do Senhor que vem.
Aleluia. [música]
Vamos orar pelas nossas crianças.
Crianças não precisam vir aqui na frente
hoje, porque hoje nós não iremos separar
a a classinha. O objetivo é para que
vocês aprendam vendo os seus pais
participando da Santa Ceia do Senhor.
Então, gostaria que todos vocês ficassem
sentadinhos aí. Nós vamos orar por
vocês. Logo após, o pastor estará
trazendo a mensagem. Oremos.
Pai santo e poderoso, nós te louvamos e
exaltamos o teu santo nome por este
culto que estamos prestando ao Senhor.
Obrigado pela oportunidade de já termos
lido a tua palavra, ter entoado louvores
ao Senhor e agora estarmos preparados
para aprender e ouvir a tua palavra.
Abençoe todas as nossas crianças. que o
Senhor seja com cada uma delas, que o
Senhor possa
eh resgatá-las do pecado, salvá-las,
cumprir o teu propósito na vida de cada
criança que aqui está. Ajude-nos também,
meu Pai, a não sermos negligentes
e instruir as nossas crianças no caminho
que elas devem andar. Muito obrigado,
meu Pai, pelo departamento de crianças
que temos aqui na igreja. Obrigado pela
liderança desse departamento.
Que o Senhor seja com este departamento
e todos aqueles que estão envolvidos.
Assim nós adoramos, engradecemos no nome
santo do Senhor Jesus. Amém.
Meus irmãos, que a graça e a paz do
nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo
estejam com todos.
Quero nessa noite convidá-los a abrir a
palavra do Senhor na segunda carta de
Paulo aos Coríntios, no capítulo de
número um. Nós vamos ler do versículo 1
até o versículo de número 10.
Segunda carta de Paulo aos Coríntios, no
capítulo primeiro,
do versículo 1 até o versículo 10,
aliás, o verso 11.
Acompanhe comigo a leitura dessa da
palavra do Senhor, mesmo assentados, mas
com toda reverência diante do nosso
Deus.
Paulo, apóstolo de Cristo Jesus, pela
vontade de Deus e o irmão Timóteo, a
igreja de Deus que está em Corinto, e a
todos os santos em toda a Acaia. Graças
a vós outros e paz da parte de Deus,
nosso pai e do Senhor Jesus Cristo.
Bendito seja o Deus e pai de nosso
Senhor Jesus Cristo, o Pai de
misericórdia,
misericórdias e Deus de toda consolação.
É ele quem nos conforta em toda a nossa
tribulação para podermos consolar os que
estiverem em qualquer angústia com a
consolação com que nós mesmos somos
contemplados por Deus.
Porque assim como os sofrimentos de
Cristo se manifestam em grande medida a
nosso favor, assim também a nossa
consolação transborda por meio de
Cristo. Mas se somos atribulados, é para
o vosso conforto e salvação. Se somos
confortados, é também para o vosso
conforto, o qual se torna eficaz,
suportando vós com paciência os mesmos
sofrimentos que nós também padecemos.
A nossa esperança a respeito de vós está
firme, sabendo que como sois
participantes dos sofrimentos,
assim o sereis da consolação.
Porque não queremos, irmãos, que
ignoreis a natureza da tribulação que
nos sobreveio na Ásia, porquanto foi
acima das nossas forças, a ponto de
desesperarmos até da própria vida.
Contudo, já em nós mesmos tivemos a
sentença de morte, para que não
confiemos em nós, e sim no Deus que
ressuscita os mortos, o qual nos livrou
e livrará de tão grande morte, em quem
temos esperado que ainda continuará a
livrar-nos, ajudando-nos também vós com
as vossas orações a nosso favor, para
que por muitos sejam dadas graças a
nosso respeito pelo benefício que nos
foi concedido por meio
de muitos. Vamos orar mais uma vez.
Senhor nosso Deus, nós queremos pedir ao
Senhor nessa noite que, ó Deus, a
partir, ó Deus, da tua palavra e daquilo
que nós lemos aqui, ó Deus, o Senhor, ó
Deus, possa falar, ó Pai, ao nosso
coração, transformar a nossa vida, ó
Deus, e nos fortalecer no evangelho de
Cristo Jesus.
Seja, ó Deus, sobre nós, ó Pai, com o
teu Santo Espírito, ó Deus, agindo na
nossa vida. E assim, ó Deus, sempre
carecemos da ação iluminadora do Teu
Espírito. Portanto, ó Deus, que também o
Senhor mesmo abra o nosso coração e
aplique essa palavra, ó Deus, em cada um
de nós para edificação do teu povo, da
tua igreja e paraa glória do Senhor. É a
nossa oração em nome de Cristo Jesus.
Meus irmãos, há uma autora que ela
conhecida no meio hospitalar,
eh, principalmente de cuidados
paliativos, chamada Elizabeth Cleross,
ela escreve um livro chamado Entre a
Morte e o Morrer. Nesse livro, ela em
diversas pesquisas, ela eh começa eh
averiguar como que as pessoas elas
enfrentam o seu próprio luto ou o luto
antecipatório.
E assim ela vai entrevistando e
colocando ali a maior parte daquilo que
ela recebe. É interessante notar que ela
relata vários casos de cristãos. ela faz
questão de relatar alguns casos de
cristãos que estavam ali depois de um
diagnóstico muitas vezes eh de
terminalidade.
E como que eles reagiram a tudo isso,
né? Como que eles reagiram? E assim ela
coloca tudo isso dentro daquilo que ela
depois estabelece, né, como aquele
ciclo, né, de aceitação, negação,
depressão, eh, barganha, quando ela cria
o sistema de enfrentamento a esse luto.
Mas uma coisa que é interessante no
livro, que ela faz questão de pintarem e
em letras grandes ali, é que na maioria
das vezes os crentes eles não sabiam
lidar muito bem com a morte iminente.
Na maior parte das vezes eles diziam e
faziam a mesma pergunta: "Por que isso
está acontecendo comigo?" Ou: "O que eu
fiz para merecer isso?"
Então, ela cita vários casos de pessoas
que chegaram a verbalizar por que isso
aconteceu comigo e não com outra pessoa
pior do que eu?
Isso sempre esteve no imaginário de
muita gente de que eh coisas a pergunta
é porque coisas ruins acontecem nas
pessoas boas ou acontecem ao povo de
Deus? Essa sempre, esse sempre foi o
dilema de chegar diante de Deus e
perguntar por que essas coisas nos
acontecem. Paulo está respondendo nesse
texto, pegando a própria experiência e a
gente vai notar que ele tá fazendo uma
sequência a partir da primeira carta que
ele escreve aqui aos Coríntios. Mas a
gente eh olha para esse texto e Paulo
vai nos oferecer agora uma profunda
compreensão a respeito eh do sofrimento,
das experiências e do consolo que marcam
a nossa vida. Paulo, então, ele começa a
falar, mas a partir da perspectiva
daquilo mesmo que tinha acontecido na
sua vida. quando ele escreve a segunda
carta aqui aos Coríntios, no momento
aqui de grande tensão, de grande
aflição, a igreja passando por divisões
internas, a contestação a respeito do
seu apostolado, tudo isso está relatado
aqui, isso vai se agravando e Paulo vai
falando aqui a à igreja de Corinto a
respeito de todas essas dificuldades,
mas em meio também a muita eh eh muita
briga no meio da igreja e muitas vezes
contestação a respeito do seu
ministério.
Então Paulo ele usa uma linguagem direta
e sincera e aí ele começa a compartilhar
a sua própria experiência, a sua própria
aflição e consolo, sabendo que a partir
de tudo isso, ele já tinha esse
vislumbre daquilo que Deus estava
fazendo por meio da sua vida. E ele
experimentando já de tudo isso, sabendo
qual era o propósito. Então ele mostra
qual é essa conexão de sofrimento
cristão, esperança que a gente só pode
encontrar exatamente em Deus. No verso
de número um, ele começa o texto agora
da sua segunda carta se apresentando.
Ele está se apresentando e mostrando as
suas credenciais. Então ele diz Paulo,
apóstolo de Cristo Jesus. Então ele diz
que é pela vontade de Deus também. Não é
pela vontade dele, pela vontade de algum
outro, mas ele se apresenta como
apóstolo e não como o termo genérico.
Ele se coloca de fato como apóstolo de
Cristo Jesus, apóstolo direto de Cristo
Jesus e não apenas na tradução da
palavra como aquele que é enviado.
E assim a gente vai vendo que Paulo
começa a estabelecer o propósito de tudo
isso, da vida, o finalidade de por que
Deus no chama, por que o sofrimento
cristão ele, por que que o sofrimento
acontece na vida do cristão? Então ele
vai chegar a uma conclusão que o
sofrimento na nossa vida, ele sempre ele
tem uma característica redentiva. Ela
não é nunca será aleatório, ele sempre
vai ser redentivo e vai nos aproximar de
Deus. e vai colocar que tudo isso são
agentes, né, de consolo e de esperança
em meio a essas aflições. Então, diante
de tudo isso, Paulo ele cita eh várias
vezes aquilo que tinha acontecido na na
vida dele. Ele cita que ficou na voragem
do mar, que ele levou açoites e eram
pesados os açoites. A gente relembra que
em Atos nos conta que eles apedrejaram
Paulo, só deixaram de jogar pedras nele
porque achou que ele já tinha morrido. E
aí levanta-se alguns discípulos e vê que
ele ainda estava com vida e socorre a
Paulo. conta tudo isso falando na
perspectiva agora redentiva, mas ele
também coloca que esses sofrimentos
todos a gente precisa compreender
claramente
que o sofrimento ele está ligado a um
padrão de queda, ao padrão daquilo que
aconteceu no Éden. Portanto, sim, ela
tem uma correspondência com o pecado,
mas nem sempre o o sofrimento
individual, ela tem uma correspondência
direta com o pecado direto. É o que
Paulo vai nos mostrar.
Ele apenas nos mostra que sofrimento
aqui nessa terra é algo que nós estamos
sujeitos e que nós vamos passar, assim
como todas as pessoas, mas agora há uma
diferença muito grande naqueles que são
de Cristo. E é isso que é a dificuldade
da gente entender, porque nós vivemos
envolto em vários processos religiosos
que vão muitas vezes te levar a um lugar
de sofrimento zero, né, de problema
zero. E normalmente a palavra de Deus
ela não nos leva a esse lugar. Ele nos
leva a um lugar que muitas vezes nós não
queremos chegar e nós não queríamos
estar lá. Mas tudo isso Deus o faz, eh,
fazendo com que todas essas situações da
nossa vida se tornem redentivos. A gente
vê lá em Jeremias, quando ele escreve
Lamentações do capítulo 3, do verso 39,
ele pergunta, há uma pergunta retórica.
Por que qualquer homem deveria oferecer
queixas em vista dos seus pecados? Eh,
Jeremias, ele olhando para toda
desolação do povo e daquilo que estava
acontecendo, ele lamenta diante do
Senhor, mas ele chega essa conclusão.
Como que nós poderíamos oferecer queixa
diante do Senhor em vista dos nossos
pecados? E assim, o verdadeiro mistério
a gente vai entender, não é porque
coisas ruins acontecem com pessoas boas,
mas o mistério é porque coisas boas
acontecem com pessoas ruins. É difícil
nós falarmos isso, mas à vista da
teologia, quando nós olhamos a
apresentação daquilo que aconteceu e
quem nós somos agora e diante do pecado,
da natureza pecaminosa, nós vamos
compreender que, de fato, todos nós, na
verdade, nós não mereceríamos coisas
boas.
É difícil ouvir isso normalmente, porque
a gente gostaria de, a gente sempre
equipara, mas será se todos são ruims,
será que não tem um muito muito ruim?
E eu talvez seja assim um ruim, quase
chegando no limite para me tornar um
bom, mas aquilo que a palavra de Deus
diz que nós estamos encerrados no mesmo
conceito, dentro do mesmo lugar por
causa do pecado. Então Jeremias ele
mantém essa pergunta em mente. Por quê?
E ele faz essa pergunta agora. E a gente
vê que isso não é apenas de Jeremias. Lá
no salmo de número 10, no verso de
número um, a pergunta é: por que,
Senhor, te conservas longe e te escondes
na hora da tribulação?
O salmista agora, sem entender o que
estava acontecendo na sua vida, ele
chega diante do Senhor e faz essa
pergunta diante de Deus. Por que que o
Senhor está longe? Será que o Senhor se
esqueceu? E assim ele começa a falar a
respeito da sua tribulação. Jeremias
também lá em Lamentações no capítulo 5
verso 10, ele diz: "Por que te
esqueceria de nós para sempre? Por que
nos desampararias por tanto tempo?
Converte-nos a ti, Senhor, e seremos
convertidos. Renova os nossos dias como
dantes. Por que nos rejeitarias
totalmente? Porque te enfurecerias sobre
maneira contra nós outros?"
E aí, Abacu, no capítulo de número um,
verso de número 13, eh, Abacuk chega
diante de Deus e pergunta: "Por que
estais em silêncio, Senhor, quando os
ímpios engolem aqueles mais justos do
que eles?" Então, a gente ouve que essa
pergunta, por que eu? Porque eu na
verdade não é apenas nossa em alguns
momentos da nossa vida de angústia, de
tribulação. Essa sempre vai ser a nossa
pergunta. o nosso dilema diante de Deus
em faces de de tantas coisas que nos
acontecem aqui debaixo do sol. E é sobre
isso que Paulo está tratando e ele nos
ajuda a responder isso. Então, eu quero
destacar nessa noite três coisas que ele
fala, mas isso precisa se tornar prático
na nossa vida. Quando nós estivermos
passando pela tribulação, como que nós
devemos olhar tudo isso? A palavra de
Deus nos dá um caminho prático para que
a gente entenda exatamente o porquê as
aflições elas chegam na nossa vida.
Primeira coisa é que Deus ordena a nossa
aflição eh pelo bem das pessoas ao nosso
redor.
Isso é claro no texto. Ele mostra porque
nós sofremos. Deus ordena aflição pelo
bem das pessoas ao nosso redor, eh, para
que nós possamos servir. Agora, de
exemplo, Paulo começa a carta
contando-lhe sobre aflições. E aí ele
fala dos colegas que experimentaram a
aflição ali na Ásia, não é a Ásia pro
lado ali da China, Japão, mas ele está
falando da Ásia Menor no tempo que ele
esteve hoje, como se fosse ali Turquia,
né? A Turquia moderna. Eles estavam ali
na região costeira de Éfeso, onde Paulo
eh tinha ministrado ali quando ele
escreveu Primeira Coríntios e a segunda
carta aos Coríntios. Então Paulo está se
referindo a isso aqui, aos capítulos 11
e 12 da sua primeira carta aos
Coríntios, quando ele diz que os
sofrimentos que eles passaram foram
intensos. Então ele fala: "Houve
prisões, espancamentos, houve
chicoteamento, apedrejamento, naufrágio,
fome, sede, perigo, dificuldade,
angústia, perseguição e insultos". Tudo
isso ele coloca relatando quando ele
está fazendo a sua defesa de apostolado.
E ele mostra que todas essas coisas, não
somente ele, mas aqueles que o
acompanhavam também passaram por tudo
isso. Que Paulo então está falando aqui
é que lá no verso oito a gente pode
dizer: "Estávamos tão sobrecarregados
além". Aqui ele fala: "Além das nossas
forças, desesperamos com a própria
vida". Ele está mostrando que a situação
que eles passaram foi de aflição extrema
e aflição que eles estão ali, eh,
aflição externa e muitas coisas que
estavam acontecendo que era
desesperador. Mas se a gente observar o
verso 3 a 7 do texto que nós lemos no
meio da aflição, Paulo louva a Deus, o
Pai, nosso Senhor Jesus Cristo. E aí ele
usa o termo pai das misericórdias. Pai
das misericórdias. Ele está dizendo que
esse Deus que serve, que permite que
essas coisas aconteçam, é aquele eh, que
tem eh uma compaixão profunda pelas
nossas vidas.
compaixão profunda, literalmente no
texto é aquilo que ele está dizendo. E é
esse Deus, esse mesmo Deus que permite
que tudo isso aconteça, é o mesmo Deus
que produz essa profunda consolação. Mas
pense nisso. Sem o sofrimento de Paulo
aqui no texto, ele não teria
experimentado o conforto de Deus. E sem
o conforto de Deus, Paulo não seria
capaz de confortar os outros com esse
conforto. Essa é a lógica que agora ele
traz.
Diante do texto, nós sabemos muito bem
que nós fomos salvos por Cristo Jesus. E
a nossa salvação, ela não diz respeita
só algo individual. Nós temos sim as
nossas responsabilidades coletivas. E
nessa comunhão dos santos, nós temos
esse dever, portanto, de consolar aos
outros. E como que isso vai acontecer?
Paulo vai dizer porque diante de todas
as coisas que eles tinham passado, que
se nós somos afligidos era é para seu
conforto e salvação. Se somos
confortados também é para seu conforto,
né? para que isso possa servir de
exemplo. Então, a questão aqui é essa,
ou seja, aflição, juntamente com o
conforto de Deus nos mostra exatamente
que esse é como se fosse um bersário ou
uma estufa, onde tudo isso está
crescendo agora, eh, onde está sendo
produzindo em nós para que isso seja
usado em outros, para que seja bênção
também na vida de outros. Deus então te
aflige para que eh para que ele mesmo
possa te confortar,
para que quando você receba esse
conforto, você também seja até mesmo
mais simpáticos com o sofrimento dos
outros, compassivos com aqueles que
estão à nossa volta. E normalmente
nossos olhos também ficam mais abertos
para o sofrimento dos outros. A nossa
carreira cristã, ela diz respeito a algo
coletivo,
ela diz respeito a essa comunhão dos
santos. Portanto, não é uma vida de
performance individual. Toda a nossa
vida serve a esse propósito. Toda a
nossa vida e tudo aquilo que nos
acontecem serve a esse propósito maior.
Portanto, Deus usa a nossa vida da
maneira como ele quer. E é isso que
Paulo está dizendo. Olha para histórias.
histórias que a palavra de Deus nos diz.
A história de Noemi é interessante.
Noemia, ela passa fome,
ela perde o marido, ela perde os filhos.
Qual é a finalidade de tudo isso?
Por que que Deus permitiu isso
acontecer? Nós sabemos, porque nós
estamos olhando agora, né, pelo lado
contrário. Nós sabemos bem, foi por
causa de Rute, para que ela fosse
trazida para o reino de Deus. E Rute vai
figurar ali dentro da linhagem de Cristo
Jesus.
Essa era a finalidade. Nós temos na
história de José, que sabemos muito bem,
ele foi vendido como escravo por seus
irmãos, foi falsamente acusado de
moralidade sexual, sendo esquecido na
prisão. E a pergunta é: por que por que
que os irmãos queriam fazer isso? E aí o
texto nos diz que eles queriam intentar
o mal contra ele, mas Deus usou ou Deus
o intentou para o seu próprio bem. A
gente sabe o resultado de tudo isso e
principalmente porque José se torna
prefiguração de Cristo na história,
apontando na necessidade eh de um
mediador e ele aponta para Cristo. A
gente olha pra palavra de Deus quando é
interessante quando está falando a
respeito de Pedro. Palavra de Deus nos
fala que eh Pedro, né, ele fala: "Simão,
Simão,
Satanás exigiu que você seja peneirado
como trigo."
E aí a resposta do texto é interessante,
porque o texto não diz assim: "Olha, mas
nós não deixamos que Satanás fizesse
isso."
Jesus, ele diz: "Eu tenho orado por ti e
quando você se fortalecer,
fortaleça seus irmãos.
O evangelho que nós conhecemos, talvez
seja esse evangelho que diz: "Não, e aí
Deus vai chegar e vai falar: "Nada disso
vai acontecer com você".
A gente olha na própria história aquilo
que a palavra de Deus nos mostra nos
servos deles, a maneira como Deus age, a
maneira como Deus faz e tudo isso
servindo a esse propósito. Portanto,
nessa primeira parte, ao olhar
angústias, sofrimentos na nossa vida,
agora você sendo parte desse reino do
Senhor, saiba que nada disso é aleatório
ou sem sentido. Todos os nossos
sofrimentos e angústias aqui na nossa
peregrinação, elas servem sim para que
nós primeiro sejamos consolados por
Deus, para que depois nós possamos
consolar e confortar os outros.
Mas há uma segunda coisa que nós
aprendemos no texto, Deus ordena aflição
para quebrar nosso controle sobre falsas
confianças aqui. Eh, ele ordena aflição
para quebrar tudo isso. Lá no verso de
número nove do texto, ele diz: "Qudo, já
em nós mesmos tivemos sentença de morte,
para que não confiemos em nós e sim no
Deus que ressuscita os mortos, para que
a gente não confie em nós mesmos". A
gente vê que Paulo agora diante do
sofrimento, né, ele olha para tudo isso
e percebe exatamente que há um laço na
nossa vida de autoconfiança, de achar
que muitas vezes nós eh nós aguentamos
ou que nós eh nós temos eh normalmente
uma tolerância maior ou que nós somos
fortes para conseguir pela nossa própria
força, pela nossa própria inteligência
ou por uma série de coisas. Aí a palavra
de Deus nos mostra que Deus faz isso
para que nos dobre, para que a gente
entenda exatamente que nesse quebrar ou
quebrantar na nossa vida, nós possamos
reconhecer que o poder todo está nas
mãos do Senhor. E nós nos livramos de
confiança, autoconfiança que normalmente
é falsa.
Isso é normalmente uma ferramenta
cirúrgica aqui que é é o bsturi da
aflição, né, de chegar em lugares que
nem mesmo nós saberíamos que deveriam
ser transformados.
Mas Deus sabe. Deus sabe quando a
palavra de Deus nos fala de Cadinho,
quando nos fala a respeito do Orives,
normalmente no Antigo Testamento, ele
está mostrando isso. É aquela recipiente
que ele não vai se juntar aquilo que
está sendo eh depurado, mas ele diz que
nos coloca nesse cadinho,
né? E ali a temperatura é muito alta
para que separe as impurezas.
Só que essa é a perspectiva da palavra
de Deus, daquilo que ele faz na nossa
vida. Só que para que a gente aceite,
nós precisamos entender que há impurezas
na nossa vida que precisam ser
retiradas, caso contrário, aflição na
nossa vida nunca terá sentido. Ela nunca
terá sentido. Cada vez mais nós
ficaremos angustiados diante de Deus por
não entender exatamente qual é o
propósito de sofrimentos, de angústias,
de perseguições e de tantas coisas que
podem nos acontecer. Nós sabemos sempre
e já ouvimos várias vezes aqui que de
fato a dor é esse megafone de Deus, né,
gritando na nossa consciência para que a
gente entenda exatamente aquilo que nós
precisamos abandonar ou deixar na nossa
vida. E assim, acho muitas vezes nós
achamos que podemos nos virar sozinhos,
né? E às vezes nós nos nós temos as
nossas próprias muletas na nossa
caminhada e a gente se assusta quando a
gente percebe na palavra de Deus que nós
temos um Deus que nos ama tanto, se
importa tanto conosco, que ele tira a
muleta. E aí você fala: "Não, mas eu
tenho ainda uma". E ele vai lá e tira a
outra. Você fala: "Não é possível. Me
tirou completamente, agora eu não
consigo de fato nem mesmo andar". Aí
você entendeu exatamente isso, aonde
Deus quer te levar para que normalmente
nós sejamos eh quebrantados diante dele
ou colocados na sua presença agora de
forma inteira. Portanto, Deus, quando a
gente usa outro texto lá de Coríntios,
primeiro Coríntios, capítulo 10, que
fala que Deus não nos dá tentação além
das nossas forças, que Deus não nos
tentará acima da capacidade, eh, mas ele
vai fornecer uma maneira de escape. Ele
está falando de outro contexto. Ele está
falando num contexto agora de tentação.
texto que nós estamos lendo, ele está
falando num contexto de provação e que
Deus sim é capaz de nos espremer até que
a gente possa eh dizer: "Olha, eu não
tenho mais forças para lutar contra ti".
Aí vai ser além das nossas forças.
Quando ele está falando da preservação
de Deus na tentação, aí que ele diz que
ele não permitirá que nós sejamos
tentados além das nossas forças. Então o
texto texto lá da primeira carta não
está falando a respeito apenas de
sofrimento. E por isso nós aprendemos
então que aflições na nossa vida elas
servem, né, as coisas ruins que nós
achamos que são ruins, elas servem
exatamente para isso, para que a gente
possa abrir mão daquilo que nós achamos
que nós podemos nos fiar ou segurar
diante de tudo aquilo que nos acontece
na vida. Deus está nos levando a esse
lugar.
Então, a aflição é redentiva. Quando nós
entendermos que quando Deus retira todas
as muletas e a gente cai no chão, nós
vamos entender que esse ato é um ato
redentivo de Deus. A partir de agora,
nós vamos confiar apenas nele e não em
nós mesmos. E essa é a maior luta da
nossa caminhada. Mas em terceiro e
último lugar, por que Deus ordena
aflições?
é para sua própria glória.
O texto nos mostra isso. Então, o texto
vai caminhar para isso, dizendo que é
exatamente isso, é paraa glória do
Senhor. O verso de número 11, ele fala:
"Ajudando-nos com as vossas orações a
nosso favor,
para que por muitos sejam dados graças a
nosso respeito
pelo benefício que nos foi concedido por
meio de muitos."
Ele está agora mostrando que em meio a
essas orações e pedido sim para que Deus
possa passar tudo isso. E nós oramos
diante de Deus, nós oramos uns pelos
outros para que a aflição passe, mas
normalmente nós precisamos fazer as
perguntas corretas. Por que que nós
estamos passando? Aonde o Senhor está
querendo me levar?
aonde o Senhor está querendo me levar
com toda essa provação, com toda essa
aflição, mas sabendo que Deus está nos
levando a um fim proveitoso.
De certa forma, essa não é a única razão
aqui do qual devemos eh normalmente
precisar, mas se nada além de que Deus
aqui receber a glória em meio às nossas
aflições, eh tudo isso já é suficiente
se a nossa aflição servir exatamente
para a glória de Deus. Eh, nós já
estaremos completamente satisfeitos com
aquilo que Deus faz na nossa vida,
com tudo aquilo que Deus faz. Eu já
falei várias vezes aqui, mas é porque eu
acho fantástico essa ideia da tapeçaria
de que você olha por baixo e você não
consegue eh entender o propósito, nem
aonde tudo isso vai chegar. Mas quando
você depois talvez Deus te mostre,
vislumbre daquilo que ele está fazendo
na sua vida, você fala: "Ah, faz
sentido". Mas você já parou para pensar
que ele pode não te mostrar o lado certo
do tapete?
Ele pode fazer isso agora, nesses
momentos. E é nesse tempo que ele nos
chama, sim, a confiar nele. Confiar
nele. Se você puder manter sua Bíblia
aberta, mas abra, por favor, no livro
dos Salmos, o de número 77.
Salmo 77. Perceba aquilo que a palavra
de Deus está dizendo. Salmista Asaf
colocando diante do Senhor. Então ele
diz assim: "Elevo a Deus a minha voz e
clamo: eleva a Deus a minha voz para que
me atenda. No dia da minha angústia
procuro o Senhor. Euem-se as minhas mãos
durante a noite não se cansam. A minha
alma recusa a consolar-se. Lembro-me de
Deus e passo a gemer. Medito e me
desfalece o espírito. Não me deixes
pregar os olhos. Eh, tão perturbado
estou. Não me deixas que nem posso
falar. Penso nos dias de outrora. Trago
a lembrança os anos de passados tempos.
De noite indago o meu íntimo e o meu
espírito pescruta. Rejeita o Senhor para
sempre. Acaso não se torna propício?
Cessou perpetuamente a sua graça,
caducou a sua promessa para todas as
gerações? Esqueceu-se Deus de ser
benigno? Ou na sua ira tem ele reprimido
as suas misericórdias? Então disse eu,
isto é a minha aflição. Mudou-se a
destra do Altíssimo. Agora perceba o que
ele diz lá no final, no verso de número
19.
Pelo mar foi o teu caminho, as tuas
veredas pelas grandes águas não se
descobrem os teus vestígios. O que que
ele está dizendo? Ele está comparando
tudo isso numa metáfora de um navio
andando, né, num caminho nas águas. Se
você esperar pouco tempo, você não
descobre qual é o caminho que aquele
navio está andando nas águas.
Não se faz um caminho nas águas. E aí
ele está dizendo, e assim ele compara a
Deus, que ele não consegue perceber
aonde Deus está levando a vida dele,
qual é o caminho que ele está levando à
vida dele, mas ele diz: "O teu povo, tu
conduziste como rebanho pela mão". A
declaração agora ele sabe exatamente
aonde vai chegar. Assim a gente vai ver
que Paulo está observando tudo isso e
ele está fazendo aquilo que Jó fez. Se
você lembrar do texto, ele fala: "O
Senhor deu, o Senhor tirou, bendito seja
o nome do Senhor". Paulo então começa a
sua carta dizendo a segunda carta.
Bendito seja Deus, o Pai de nosso Senhor
Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e
Deus de todo conforto,
por causa de tudo aquilo que ele já
tinha relatado anteriormente.
Portanto, as nossas aflições e
dificuldades todas na nossa vida, elas
servem paraa glória de Deus. Por mais
que você não veja o caminho, por mais
que Deus não te mostre o caminho que ele
está te levando,
nós temos que confiar e saber que ele
conhece e ele sabe sim para onde está
nos levando. E se a nossa vida for pra
glória de Deus, se a nossa vida, o nosso
sofrimento, a nossa morte for pra glória
de Deus, sim, nós cumpriremos eh aquilo
para qual Deus nos fez o propósito. Deus
nos fez para louvor da sua glória.
Deus não nos fez para que a gente possa
possa apenas nos satisfazer.
Deus não nos fez para alegria plena
nessa terra, como alguns vão dizer. Deus
nos fez para sua própria glória. A
alegria que nós temos aqui. Portanto,
isso tudo já é uma consequência daquilo
que nós temos em Cristo Jesus.
Mas nós temos que entender que nada na
nossa vida é aleatório. Tudo isso está
nas mãos de Deus e serve a esse
propósito. Eu quero concluir aqui nessa
noite, relembrando essas três razões
aqui verdadeiras e sugerir aquilo que
nós devemos lembrar de maneira prática
na nossa vida quando aflições nos
sobrevém ou se você está passando por
aflição. A primeira coisa é lembrar.
lembrar exatamente aqui do dos três
pontos que nós falamos nessa noite, que
nós sabemos aqui que a primeira coisa
que o nosso sofrimento serve para
exemplo e consolo de outros. É o que a
palavra de Deus nos diz. Palavra do
Senhor também nos mostra que agora
diante das provações, aquilo que ele nos
permite acontecer, ele está nos levando
exatamente a reconhecer pontos da nossa
vida que exigem autonomia diante de
Deus. E aí ele está nos dobrando diante
dele para nos mostrar quem é Senhor,
quem é Deus, quem é o Senhor da sua
vida.
E é por meio das aflições que ele nos
leva a esse lugar. Em terceiro, a
palavra de Deus nos mostra que é orar
por essa libertação, orar em meio à
aflição, é aquilo que Deus nos dá
também. E isso é legítimo para nossa
vida. Mas nós sabemos que em meio a tudo
isso,
mesmo que a gente espere
desesperadamente pelas orações uns dos
outros em meio à aflição, nós sabemos
que essa aflição ela servirá paraa
glória de Deus.
E também a olhar
para tudo isso que nos acontece, nós
precisamos apontar para aquilo que o
texto nos diz, falando a respeito no
verso 5, compartilhar os sofrimentos de
Cristo Jesus.
compartilhar os sofrimentos de Cristo.
Portanto, o Espírito Santo está nos
conformando à imagem de um salvador
sofredor.
A palavra de Deus diz que ele é um homem
de dores que aprendeu obediência através
das coisas que sofreu. Hebreus nos fala
isso. Portanto, Jesus nos chama a sofrer
com ele para que possamos ser também
glorificados com ele. E é porque Jesus
sofreu, foi tentado. Ele é capaz de vir
em auxílio. É o que Hebreus também nos
diz, que ele é esse sumo sacerdote
simpático a nós, porque ele sofreu todas
as coisas. Portanto, ele pode vir em
nosso socorro em meio às aflições.
O problema, então, não é a pergunta, o
que eu fiz para merecer isso? Essa não é
a pergunta certa, né?
Se nós olharmos um aspecto positivo, a
gente vai saber que agora as nossas
aflições e sofrimentos, né? A gente tem
que louvar a Deus e saber, olha, Senhor,
como o Senhor quer que eu glorifique ao
Senhor através dessa aflição
e de saber que tudo isso está exatamente
nas mãos de Deus. Eu quero terminar
relembrando um uma parte da na história.
Houve uma guerra que aconteceu em 1812.
Eh, era uma guerra entre os Estados
Unidos e a Grã-Bânia.
E eles estavam lutando por parte de
terra ali. Só que eles chegaram num
tratado. A guerra começou em 1812. Ela
terminou em dezembro de 1814.
Em 8 de janeiro de 1815, nós tínhamos
dois grupos que ainda estavam brigando
mesmo depois de ter feito o tratado lá
chamado de gente, o tratado que foi
assinado para terminar a guerra. E eles
não foram comunicados ali porque a
comunicação era lenta e, portanto, eles
continuaram brigando ainda por um bom
tempo, um grupo que estava isolado.
E assim eles continuaram a guerra.
Quando eu olho para essa história,
normalmente eu penso na nossa vida,
porque normalmente não é com frequência
assim que nós agimos,
que muitas vezes em meio da aflição,
sofrimento, nós pensamos que Deus está
zangado conosco.
Achamos que Deus ainda está em guerra
contra nós.
Achamos que Cristo Jesus aqui talvez não
pagou todo o preço ou que ele está
zangado porque nós tiramos o olhar da
cruz de Cristo.
A salvação, esse ato que nós temos agora
de Cristo Jesus por nós,
é somente por ele que nós conseguimos
também passar em meio às aflições.
Não é achando que aflição é porque Deus
continua em guerra contra você, não.
Nada disso. Ele olha para nós através de
Cristo e ele nos ama. Ele é o Pai de
todas as misericórdias.
Não é por causa dos nossos pecados, é
para que nós possamos ser conformados à
imagem de Cristo, homem de dores, que
soube o que é sofrer e que foi
aperfeiçoado pela obediência e pelo
sofrimento. É nesse lugar que Deus está
nos levando. Que Deus possa nos
abençoar, que Deus possa nos fazer
entender. Eu citei lá no início
Elizabeth Clerosa. Toda a sua teoria,
ela vem manchada com o espiritismo, que
vai mostrar que o a razão de sofrimento
é apenas purgação e ciclos infinitos até
você ser depurado. Essa não é uma visão
bíblica.
Deus está nos levando numa direção,
progressão em direção a Cristo Jesus a
cada dia mais. Que Deus nos abençoe.
Vamos orar.
Senhor nosso Deus, nós queremos, ó Pai,
diante do Senhor pedir a tua bênção,
quando muitas vezes nós não entendemos
os teus caminhos,
ó Deus, nós fazemos eco aquilo que o
salmista também diz. A Deus, nós nós não
entendemos muitas vezes o propósito, a
finalidade de tantas coisas que
acontecem na nossa vida.
Portanto, ó Deus, que o Senhor nos
abençoe e nos fortaleça
e aplique a tua palavra ao nosso coração
para que nós possamos confiar
inteiramente no Senhor e saber que o
Senhor sabe o que está fazendo conosco.
Mas ajuda-nos, ó Deus, portanto, que a
nossa vida sirva paraa glória do Senhor
e também sirva, ó Deus, como testemunho
a tantas pessoas. E que, ó Deus, o nosso
sofrimento possa ser usado como
consolação a outras vidas. Abençoe assim
o teu povo, abençoe a tua igreja. A
nossa oração em nome de Cristo Jesus.
Nós vamos ouvir um hino ainda pelo coro
misto.
>> [música]
[música]
>> Só meu Deus
remove [música]
os montes.
Ó meu Deus,
acalma.
[música] Sou meu Deus. A minha mão
abatido.
[música] Só meu Deus.
Só meu Deus.
[música]
Só meu Deus.
Escuta o choro.
[música]
Só teu Deus. Deus
da salvação. [música]
Só meu Deus [música]
segurança.
[música]
Só meu Deus.
Deus, [música]
Deus
glorioso, [música]
Deus de pleno
poder. [música]
Tu
és Deus [música] santo.
Tu és sábio,
Senhor [música]
meu
Deus.
[música]
Só meu Deus
é fortaleza.
[música]
Só meu Deus
concede [música]
paz.
Só meu Deus é [música] força e refúgio.
[música] Só meu Deus,
só meu Deus.
Só meu Deus [música]
vem em glória.
Só meu Deus
é o [música] grande eu sou.
Só meu Deus da vida soberano.
[música]
Só meu Deus.
Deus [música] Deus
glorioso,
[música]
Deus de
poder.
[música]
Tu
és teu santo.
Tu és sábia, [música]
Senhor
meu
Deus [música]
glorioso,
Deus de pleno
[música]
poder.
Tu
és Deus santo. [música]
Tu és sábio,
[música] Senhor,
Santo Deus,
Senhor [música]
meu
Deus, [música]
[música]
só meu Deus.
Deus remove os montes. [música]
Só meu Deus,
meu
Deus.
[música]
Meus queridos irmãos, esse
esse que sofreu por nós naquela cruz e
que de fato, como a mensagem falou sobre
sofrimento, há alguém que conhece muito
bem a respeito disso.
Já foi profetizado desde muitos e muitos
anos antes. Isaías 53 fala a respeito do
servo sofredor que deu a sua vida por
nós. E há um texto maravilhoso que vai
dizer: "Certamente ele tomou sobre si as
nossas enfermidades e as nossas dores
levou sobre si. Nós o refutávamos por
aflito, ferido de Deus e oprimido, mas
ele foi trpassado pelas nossas
transgressões e moído pelas nossas
iniquidades.
O castigo que nos traz a paz estava
sobre ele e pelas suas pisaduras fomos
sarados. Se hoje nós temos a
oportunidade de estar neste lugar
ouvindo a poderosa palavra do Senhor,
como assim foi ministrada aos nossos
corações, é porque alguém pagou o preço
por nós. Eu ouvia essa semana a respeito
de um missionário no campo que por um
problema não teve o repasse e chegou ao
ponto de não ter o que comer. Ele entra
dentro de uma cafeteria que ele tava
acostumado e entra para poder sentar e
orar ao Senhor com fome, barriga
roncando. E daqui a pouco vem a gçonete,
entrega para ele toda uma bandeja, toda
uma alimentação farta para pra sua
manhã. E ele diz: "Não, não, eu não pedi
nada. Eu não pedi nada. Eh, pode, pode
levar, deve ser para outra pessoa." E
ela: "Não, não, é para o senhor mesmo.
Não, mas eu não tenho como pagar". E ela
sim, aquele moço que passou pelo Senhor
na entrada, ele já pagou. Ele já pagou.
Ele sabia que aquilo vinha da parte do
Senhor para ele. Se hoje nós temos paz
com Deus, queridos, é porque alguém
pagou por isso. Se hoje nós temos a
oportunidade aqui estar, se nós temos os
nossos pecados perdoados e podemos ir
diante da presença porque alguém pagou
por isso. O Senhor não simplesmente
passou a mão em nossa cabeça e disse:
"Ah, tudo bem, ele é bonitinho, ele é
bonitinho, vou vou deixar passar". Não,
alguém pagou a sentença pelos nossos
crimes, pelas nossas ofensas. E esse
alguém é Jesus Cristo. E nós estamos
hoje diante dos elementos da ceia. Aqui
estão o pão,
o vinho,
o pão que simboliza o corpo de Cristo
que por nós foi moído, o vinho que
simboliza o seu sangue que naquela cruz
foi vertido em nosso lugar. E nós temos
a oportunidade de rememorar, de lembrar
e de sermos fortalecidos, porque a ceia
do Senhor é mais do que o memorial. Ele
é um fortalecimento espiritual sobre a
vida de cada crente, de todos que aqui
estamos. E para isso, antes de orar, eu
gostaria de chamar à frente os nossos
presbíteros e pastores, presbíteros
eleitos, pastores desta igreja, para que
venham à frente assim nos auxilie a
servir esses
a servir os elementos da ceia. E já digo
aos irmãos e a todos que aqui estão,
talvez você nos visite, essa mesa não é
uma mesa presbiteriana, essa é a mesa do
Senhor. Por isso, avalice o homem a si
mesmo e se incoma desse pão e beba desse
carne. Se você está em comunhão com a
igreja do Senhor, em comunhão com
Cristo, então sei conosco. Não, se há
dúvida pairando sobre o seu coração, não
arrisque, pois quem come e bebe, sem
discernir o come o corpo, come e bebe
juízo para si. Oremos ao Senhor Jesus.
Pai, graças nós te damos pela bondade de
te pertencer. Somos a tua família
na da qual o Senhor comprou com um alto
preço. Obrigado, Senhor. Em ti nós temos
a paz. Em ti nós temos o perdão. E não
foi de graça, Senhor. Por mais que nos
apossemos pela graça mediante a fé, não
foi de graça. Jesus Cristo, filho
bendito de Deus, por nós se entregou e
rasgou a escrita de dívida. Nos
compraste para si. Obrigado, Senhor.
Somos o teu povo e diante de ti, com
coração contrito, nós te agradecemos no
nome santo de Jesus. Amém. Você que vai
participar, por favor, fique de pé para
que possa ser identificado e assim
receber os alimentos.
>> [música]
[música]
>> Jesus tomou pão e o repartiu a cada
[música] um.
Tomai, comei. Este é o meu corpo
[música] oferecido
por vós.
Fazer isto em memória [música]
de mim.
Fazer isto em memória
[música] de mim.
também [música]
como um cicinho
deu a cada um. Tomai e bebei. [música]
Este é o meu sangue oferecido
por nós. [música]
Este sangue é a nova
aliança.
[música]
Este sangue é a nova
aliança. [música]
Como igreja nos levantamos
em teu louvor.
>> [música]
>> O teu corpo e teu sangue nos unimos
[música]
amor.
Te adoramos, te bendizemos,
Rei dos Reis [música]
e Senhor,
desde agora e para sempre.
Amém.
>> [música]
>> Como igreja, nos levantamos [música]
em teu louvor.
No teu corpo e teu sangue [música] nos
unimos
amor.
Te adoramos, [música]
te bendizemos,
Rei dos Reis e Senhor,
desde agora [música]
e para sempre. Desde agora e para
sempre. Beij [música] agora e para
sempre.
Amém.
>> [música]
>> Queridos irmãos, todos receberam. Alguém
por acaso foi omitido
dos elementos da ceia? Todos, todos
receberam.
diante de nós o corpo, o pão,
simbolizando o corpo. Você pode
esrosquear
o corpo de Cristo que por nós foi moído.
Comamos todos.
diante de nós, o vinho que simboliza o
sangue de Cristo Jesus. Porque ele uma
vez depois de Seá, tomou o cálice
dizendo que este é o sangue da nova
aliança. Tomemos.
Vamos ficar em pé e nós vamos orar
também receber a bênção do Senhor.
Senhor nosso Deus, nós queremos rogar do
Senhor,
ó Deus, que a mesa e a ceia do Senhor
não seja apenas o mero ritual,
mas, ó Deus, que possamos, ó Pai,
compreender a extensão do sacrifício de
Cristo Jesus a cada dia.
>> E, ó Deus, que tudo isso alegre
profundamente a nossa alma, o nosso
coração,
ó Deus. Que o Senhor traga renovo, ó
Pai, para nossa vida. Aviva-nos, ó Deus,
para ti mesmo e nos abençoe, ó Pai, em
mais uma semana que se inicia. Colocamos
as nossas vidas diante do Senhor e todo
o labor das nossas mãos, ó Deus. Que o
Senhor possa nos abençoar em todas as
coisas. E assim, ó Deus, que a cada dia,
ó Pai, na prosperidade dos teus servos,
o seu, o seu nome seja glorificado acima
de tudo. Portanto, colocamos, ó Deus,
toda demanda diante do Senhor. Colocamos
todos os enfermos na tua presença,
a vida de cada um que está aqui nessa
noite, porque nós sabemos que o Senhor
conhece a necessidade de cada um de nós.
Portanto, derrama a tua graça, ó Deus,
sobre o teu povo. derrama do teu perdão
sobre nós e que saiamos daqui, ó Deus,
alegres no Senhor. Nos abençoe, ó Deus,
e a nossa oração em nome de Cristo
Jesus. E com o amor de Deus, o nosso
Pai, que a graça maravilhosa de Cristo
Jesus e a consolação do Espírito Santo
do nosso Deus esteja sobre todos vós
agora e para todo sempre. Amém.
Amen. [música]
[música]
Amém. [música]
se assente e vamos orar enquanto nós
ouvimos um póslúdio.
>> [música]
[música]
>> Meus irmãos, nós estamos chegando
chegando ao final deste culto público
aqui. E nós queremos eh se você nos
visita pela primeira vez, nós
gostaríamos de conhecê-lo.
Se não for incômodo você pudesse ficar
em pé para que nós possamos entregar um
presente em nome da igreja. Nós temos
aqui ao lado. Muito bem-vindo do nosso
meio.
Aqui à frente também. Que Deus abençoe.
Aqui é o meio também.
Deus abençoe a vida de cada um de vocês,
aqueles que nos visitam já
costumeiramente.
Eh, nós começamos a escola dominical eh
nesse domingo, eh, mas há tempo ainda de
você fazer a sua inscrição,
principalmente se você está nos
visitando e quiser conhecer melhor a
Igreja Presbiteriana, seus fundamentos
doutrinários, sistema de governo. Nós
temos uma sala que funciona aqui na
capela todos os domingos pela manhã,
logo após o culto. Então você é nosso
convidado a participar também ali dessa
sala, né? Nós estamos hoje, dois dos
nossos pastores estão servindo em outros
lugares. Nós temos o pastor Edgar em
Trindade lá no Samara e também o pastor
Alex, ele foi junto com o diácono Éder
para Edeia também servir aos irmãos lá
com a palavra do Senhor e com a ceia do
Senhor. Quero relembrar rapidamente aqui
alguns avisos. Primeiro, a inscrição,
alguns acharam que eh acabou a
inscrição, mas não acabou, do churrasco
dos homens, talvez um problema no
aplicativo, mas se você tiver algum
problema, ligue na secretaria que dá
para fazer a sua inscrição também do dia
14 eh de de março agora, tá? Então esse
encontro dos homens ali em Trindade, lá
onde é o Samara, também começou hoje o
couro jovem e adolescente, não é só
jovem, jovem adolescente. Eh, nós
pedimos aos pais também e a todos os
jovens aqui, adolescentes
encarecidamente, né, para que possam
participar. Nós temos algumas vagas,
isso não é apenas para cantar, mas é um
momento também de comunhão, de
crescimento e de você usar sua vida
paraa edificação da igreja. Então,
converse com a Lívia também acontece
todos os domingos, foi o horário que
encontrou, tá bom? Das 11:15 aos ao
meio-dia, todo domingo, tá? OK.
Eh,
também relembrando, eh, o programa
Página Virada, ele recomeça no próximo
dia cinco, tá? Então, nós temos novas
temáticas também durante esse ano, então
todos estão convidados também para eh
participarem lá eh ouvindo, né, ouvendo,
né, cada um desses programas, tá? Eh, e
de novo eu volto a frisar, nós tivemos
alguns problemas também de inscrição na
EBD,
mas eh você também pode ligar na
secretaria que a gente conserta também
tudo isso e dá uma um jeito de fazer a
sua inscrição. Eu quero passar a palavra
pro André, que ele tem um aviso também
acertado.
Meus irmãos, no próximo sábado, dia 7, a
gente vai ter audição das bandas na
nossa igreja. Então, é um momento
oportuno para você que deseja entrar
nesse ministério e servir a nossa igreja
através da música. Então você pode
escanear o Qcode, lá tem todas as
informações sobre o horário, logística e
como funciona nossa audição. Então, se
você toca ou canta, não deixe de fazer
sua inscrição e ajudar no Ministério de
Louvor. Obrigado.
>> Quero só relembrar os nossos trabalhos
semanais. Relembro que nós temos reunião
de oração todos os dias online, 7 da
manhã. Nós temos reunião de oração às 6
horas da manhã aqui na quarta-feira
também às 7 horas da manhã na
sexta-feira. Dá tempo de você vir aqui
orar e depois ir para o seu trabalho, tá
bom? Coloque na sua agenda. Nós temos
estudo bíblico aqui na igreja às 8 horas
toda quarta-feira e também alguns grupos
que funcionam eh durante a semana eh
tanto familiares como de jovens e
adolescentes, tá bom? Então eh procure
participar também durante a semana. Nós
temos um tempo ali no IP onde nós
podemos eh tomar um café e conversar um
pouco mais. Então todos estão convidados
para que possam se dirigir até o IP e a
livraria também está aberta.
>> [música]
[música]

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