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A fé vem pelo ouvir

Rota 66 Português – Mateus 27 | Luiz Sayão | IBNU

Rota 66 Português – Mateus 27 | Luiz Sayão | IBNU

Rota 66 Português – Mateus 27 | Luiz Sayão | IBNU

Chegamos ao momento mais dramático e decisivo do Evangelho de Mateus. No estudo do capítulo 27, mergulhamos nos eventos da Sexta-Feira da Paixão, iniciando com o fim trágico de Judas e o julgamento injusto diante de Pilatos. Acompanhamos a escolha da multidão por Barrabás, que culminou na crucificação de Jesus, o evento que dividiu a história e abriu o caminho para a nossa redenção.

Analisamos detalhadamente o sofrimento no Gólgota, o significado do véu rasgado e o grito de abandono na cruz. O professor Luiz Saião nos guia pelas evidências bíblicas e históricas, explicando por que a crucificação de Jesus foi necessária para pagar a dívida dos nossos pecados. Não foi apenas a morte de um mártir, mas o sacrifício perfeito do Filho de Deus, reconhecido até pelo centurião romano diante dos sinais nos céus e na terra.

Encerramos observando o cuidado de José de Arimateia no sepultamento e a vigilância inútil dos guardas no túmulo. Convidamos você a refletir sobre o peso espiritual da crucificação de Jesus e como, através desse sacrifício voluntário, temos hoje livre acesso ao Pai e a garantia do perdão.

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Bem-vindo à Bíblia [música] de estudo
comentada em áudio.
[música]
Estudo 24, baseado em Mateus, capítulo
27.
Você
[música] tem acompanhado e sabe que nós
estamos já nos momentos finais da vida
de Jesus. Já estamos, na verdade, na
famosa sexta-feira da paixão, quando
Jesus é entregue para ser morto e
crucificado perante Pôncio Pilatos. E o
texto de Mateus 27 vai abrir a discussão
sobre isso, apresentando inicialmente a
triste história do suicídio de Judas.
Você certamente vai se lembrar que Judas
Iscariotes e não Judas Tadeu, Judas
Iscariotes é o traidor de Jesus. E ele
então, depois de ter feito tudo eh que
levou Jesus à condenação e à morte,
Judas então foi tomado de remorço, diz a
Bíblia, e devolveu aos chefes dos
sacerdotes e aos líderes religiosos as
30 moedas de prata. Ele reconheceu que
tinha cometido um grande erro e disse:
"Pequei, pois traí sangue inocente". E
[roncando] a resposta dos religiosos foi
que nos importa, a responsabilidade é
sua. Judas então jogou o dinheiro dentro
do templo e foi enforcar-se.
Os chefes dos sacerdotes, preocupados
com as suas eh seus detalhamentos
religiosos, eles disseram: "É contra a
lei colocar esse dinheiro no tesouro,
visto que é preço de sangue". E assim
compraram um campo, um terreno que foi
chamado campo do oleiro, que era para
cemitério de estrangeiros. E assim foi
chamado o nome daquele campo, campo de
sangue, diz o texto até os dias de hoje.
O texto então nos fala que este fato de
tomar as 30 moedas que foi eh preço em
que foi avaliado pelo povo de Israel e
que usaram para comprar o campo de
oleiro, são referências e alusões a
alguns textos do Antigo Testamento.
Depois do triste episódio de Judas cheio
de remorço, chegamos então ao caso do
próprio Jesus. Jesus é colocado diante
de Pilatos. Pilatos é o governador
romano sobre a Palestina. E Pilatos
naturalmente está eh pensando em Jesus,
preocupado com ele do ponto de vista
político. Então Jesus aparentemente é um
agitador, uma pessoa que quer iniciar
algum tipo de rebelião. Ah, Pilatos
então pergunta a Jesus: "Você é o rei
dos judeus?" E a resposta de Jesus é:
"Tu o dizes".
No final das contas, Jesus está aqui
concordando com Pilatos na sua
afirmação. E então Pilatos fica
preocupado e diz para Jesus: "Escuta,
você não vai tomar nenhuma atitude, não
vai tentar se livrar do que está
acontecendo com você, você não sabe,
né?" E o que acontecia na ocasião, numa
época de festa, eles soltavam um
prisioneiro e foi sugerido nesta época
que fosse solto um bandido perigoso
chamado Barrabá. Diante dessa
circunstância, Pilato, sabendo que Jesus
havia sido entregue a por inveja e não
por um motivo justificável, tenta livrar
Jesus de alguma maneira. Então ele reúne
aí os a multidão e os chefes dos
sacerdotes e os líderes religiosos estão
aí incitando a multidão ah por trás
daquilo que acontece à primeira vista. E
então eles recebem a pergunta de
Pilatos: "Qual dos dois vocês querem que
eu lhe solte?" E surpreendentemente, meu
prezado ouvinte, mesmo que você já
conheça a história, você sabe, eles
preferiram Barrabás e gritavam:
"Crucifica-o, crucifica-o". E nesta cruz
eles queriam matar o nosso querido e
amado Jesus. Então Pilatos, sem
conseguir resolver a situação, mandou
trazer a água, lavou as mãos e disse:
"Estou inocente do sangue deste homem.
responsabilidade é de vocês.
Surpreendentemente, o povo começou a
gritar, dizendo que o sangue dele caia
sobre nós e sobre nossos filhos. E assim
Jesus foi açoitado e foi entregue para
ser crucificado. É importante ressaltar
que ser açoitado nos dias de Roma era um
sofrimento assim horroroso, algo
realmente terrível. E assim Jesus é
levado para o pretório, como conforme
diz o verso 27. Esse pretório era a
residência do governador. E então eles
lhe tiram as vestes e colocam nele um
manto vermelho. Fazem a famosa e
conhecida coroa de espinhos. E Jesus
então passa a ser açoitado cruelmente
quando os que estão à sua volta zombam
dele, chamando ele de rei dos judeus.
Cuspiram nele e bateram-lhe na cabeça e
ele passou por todo tipo de zombaria. E
assim, eh, começa a famosa, eh, o famoso
momento de Jesus tomar a via dolorosa, o
caminho para a crucificação.
E neste contexto surge um homem de
Sirene. Sirene é uma região próximo
aonde está a Líbia. Hoje Simão é forçado
a carregar a cruz e ajudando a Jesus
nesse cenário tão terrível. E eles
chegam ao lugar do Gógata, e o Glgota ou
caveira. E Jesus ali eh, oferecem-lhe
vinho misturado com fé e Jesus rejeita
bebê-lo. Era uma substância que
aliviaria o seu sofrimento e a sua dor.
E assim ele é crucificado, meu prezado,
pelo meu pecado, pelo teu pecado. Nesta
cruz, Jesus foi morto. De certa forma
nós o matamos para que tivéssemos o
nosso perdão.
E aqui nós vamos encontrar então as suas
roupas divididas. Os soldados tiram
sortes e escrevem sobre a sua cruz. Este
é Jesus, o rei dos judeus, e ao seu
lado, dois ladrões são crucificados
também. E a zombaria prossegue. E neste
momento se ouve da parte dos religiosos
salvou os outros e não é capaz de salvar
a si mesmo. É o rei de Israel. agora da
cruz e creremos nele. E os insultos se
multiplicam neste momento tão cruel.
Como Jesus era de fato o filho de Deus,
o Senhor entre nós. A Bíblia nos fala
aqui em Mateus 27 que houve trevas sobre
toda a terra do meio-dia às 3 da tarde.
Jesus então por volta das 3 da tarde
grita em alta voz: "Eloi, elo lambact!"
que significa: "Meu Deus, meu Deus,
porque me abandonaste?" falando em
aramaico, mostrando toda a sua dor. E
neste momento, alguns achando que ele
clamava por Elias, lhe trouxeram vinagre
e ofereceram para que Jesus bebesse. E
Jesus, a Bíblia nos diz, tendo bradado
em alta voz, entregou o Espírito, filho
de Deus, o Salvador, oferecendo o
sacrifício aceitável diante de Deus.
Nesta hora, meu prezado ouvinte, veja
que coisa impressionante. O véu do
santuário rasgou-se em duas partes de
alto a abaixo. A terra tremeu. Houve um
terremoto. As rochas partiram os
sepulcros, as sepulturas se abriram e
muitos saíram delas e apareceram ao povo
de Jerusalém. Quando o centurião e os
que vigiavam viram tudo isso, eles
aterrorizados exclamaram:
"Verdadeiramente, este era o filho de
Deus. Não foi uma morte qualquer. E
assim as mulheres também que estavam ali
seguindo a Jesus desde longe. E entre
elas Maria Madalena, Maria mãe de Tiago
e de José e a mãe dos filhos de Zebedeu.
E então chegamos ao momento quando o
nosso Senhor morto pelos nossos pecados
é sepultado. sepultado por um homem
rico, José de Arimateia, que pediu o
corpo de Jesus e colocou num sepulcro
novo, que havia sido cavado na rocha, e
foi colocado uma grande pedra sobre a
entrada do sepulcro. E é interessante
que o final do capítulo 27 vai nos falar
que os chefes dos sacerdotes e fariseus
foram falar com Pilatos e dizendo:
"Olha, aquele Jesus tinha dito, eu chamo
de impostor, que ele haveria de
ressuscitar depois. Então, eh, é bom que
o sepulcro seja guardado com segurança,
porque senão os discípulos vão vir aqui
e vão dizer que ele ressuscitou depois
de terem roubado o corpo. Então, Pilatos
dá ordem para que um destacamento
ah fosse ao lugar e para que todo o
sepulcro fosse colocado em segurança. um
esquema de segurança muito forte foi
colocado ali e a pedra foi lacrada, isto
é, selada pelo governo romano, de
maneira que ninguém tinha direito ou
autoridade para mexer no sepulcro onde
fora sepultado Jesus. Meu prezado
ouvinte, a história de Cristo, ela é
surpreendente e fascinante. Parece que
Jesus é a pessoa mais poderosa com todos
os seus milagres. Quem não conhece a
história e lê desde o começo, jamais
imagina que ela venha a chegar onde
chegou. Parece que Jesus vai fazer tudo
do jeito que a gente espera.
Surpreendentemente, ele é preso
injustamente, de maneira revoltante, é
condenado, é morto e morto como um
bandido, crucificado de modo cruel e
assustador. A grande verdade é que essa
história não é apenas a história da
crucificação de um grande homem do
passado. É a história do filho de Deus,
que na verdade fez isso para que eu e
você pudéssemos
alcançar de volta o caminho de comunhão
e de relacionamento para com Deus.
Naquela cruz estava o nosso lugar. E foi
nesta cruz que nós matamos Jesus para
que por meio dele nós pudéssemos
[música] ter vida, pois nela ele pagou o
nosso pecado.
>> [música]
[música]
>> Voltamos agora com as perguntas Depois
dessa brilhante exposição em Mateus,
capítulo 27, que [música] você está
acompanhando, perguntas ao professor
Luís Saão para compreendermos melhor
este drama todo aqui nos últimos
momentos de Jesus. Professor, Judas não
se arrependeu do seu erro como Pedro?
Por que o seu fim foi tão trágico e
assim tão marcante? Pastor Alberto, eh,
a pergunta é muito importante e
relevante, mas quando olhamos para o que
acontece com Judas, a gente vai ver que
há uma certa diferença,
porque Judas, a Bíblia diz claramente
que ele teve um remorço. Isso quer dizer
que há pessoas que se arrependem, mas
não se arrependem de verdade, conforme
Deus. Todo mundo se arrepende de ter
feito uma burrada. Sujeito compra um
pneu que fura no dia seguinte, ele diz:
"Puxa, me arrependo de ter comprado esse
pneu". Mas isso não é arrependimento
legítimo no sentido bíblico do termo
espiritual, né? Pedro, de fato, se
arrependeu e voltou-se para Deus. Mas
Judas simplesmente percebeu que ele
tinha feito uma coisa que não tava
batendo com a coerência dos fatos. Então
ele teve o remorço e não foi perdoado.
Então nós não podemos dizer que ele se
arrependeu
verdadeiramente.
>> Agora, diante de Pilatos, que tipo de
rei é Jesus? Porque ele concorda com
Pilatos dizendo ser rei?
>> Olha, pastor Alberto, ah, é estranho,
né? Talvez tenha sido essa grande
decepção de Judas e de outros em relação
a Jesus. Jesus tem, vamos assim dizer,
todo o poder, mas ele não utiliza esse
poder. Então, que coisa esquisita é
essa? Jesus vai nos mostrar, como todo o
Novo Testamento, que apesar dele ser
rei, ele ainda não veio como rei. Ele
veio como servo humilde, veio executar
aquilo que era a sua missão. E apesar
dele não ter manifestado o domínio da
sua realeza, vai chegar um dia quando
Jesus de fato vai reinar inteiramente.
se dará na sua segunda vinda.
>> Agora, o que nos deixa intrigado é por
Jesus ficou em silêncio e não respondeu
a Pilatos de maneira assim que pudesse
até mudar, né, os acontecimentos?
>> Pois é. Eh, a gente poderia imaginar e
esperar uma situação dessas, né? Jesus
poderia ter eh feito alguma coisa para
livrar a sua barra, né? Para resolver as
coisas. E é interessante, muita gente
que assiste o filme de Jesus até fica
torcendo, né? Olha, quem sabe agora ele
vai conseguir escapar agora. Quem sabe
esse governador malvado vai ser punido,
né? E na verdade, pastor Alberto, a
gente descobre que isso não tem sentido.
Jesus não precisava
agir desta maneira porque ele estava
cumprindo o plano de Deus. Nós vamos ver
aqui que Pilatos é o governador romano,
mas no fundo, no fundo, ele tá debaixo
do poder de Deus. Nada o que está
acontecendo aqui acontece sem que esteja
nos planos divinos. É interessante que
até a mulher do Pilatos sonha, né, e
manda um recado para ele. Olha, cuidado
aí com esse justo, porque eu sofri muito
no sonho ah, no meu sonho esta noite por
causa dele. Então, nós vemos que Jesus
não precisou dar nenhuma resposta porque
ele estava no controle da situação.
>> Agora, por que Jesus eh no momento que
está sendo crucificado, ele rejeita eh
qualquer manifestação? Ele não gostava
de vinho nem de vinagre. Por que ele
recusou esta e esta oferta que tá sendo
dada a ele?
>> Pois é, parece meio estranho, né? Jesus
recebe lá a possibilidade de tomar
alguma coisa como vinho ou vinagre, né?
E e ele rejeita. Por que que Jesus
rejeita? Porque Jesus está cumprindo aí
o seu propósito de morrer em nosso
lugar. E estas substâncias, tanto o
vinagre como o vinho oferecido, tem a
finalidade de amenizar a dor e o
sofrimento. E olha que coisa
impressionante. Jesus morre por nós,
sofrendo inteiramente em nosso favor. Em
nenhum momento Jesus buscou o alívio
desse sofrimento, porque ele sabia muito
bem qual era a sua missão e qual era de
fato o plano de Deus para a sua vida.
morrendo em nosso lugar.
>> Agora, professor, você consegue eh em
poucos minutos explicar por Jesus foi
abandonado por Deus? Porque isso não faz
sentido, né?
>> É, pastor Alberto, de fato, como assim,
né? Deus abandona alguém e Deus vai
abandonar exatamente o próprio Jesus.
Que história estranha é essa? Nós lemos
lá que Jesus diz claramente, ele brada
em alta voz, né? Eloí, Eloí, Lamá
Sabactani.
Vemos aí Jesus então falando claramente
porque me abandonaste ou me
desamparaste. E é verdade, pastor
Alberto, é que o que está sendo
focalizado aqui é o fato de Jesus
assumir os nossos pecados. Deus não vai
abandonar Jesus no sentido absoluto,
pleno da palavra. Mas quando os nossos
pecados todos caíram sobre Jesus, Deus
na sua pureza, na sua santidade, que não
contempla o pecado, a maldade, Deus
então se afasta momentaneamente de Jesus
e neste momento o nosso pecado cai sobre
ele para que nós tivéssemos alcance,
viéssemos a alcançar a verdadeira
purificação, salvação e perdão.
Agora, os versículos 51, 52 do capítulo
27 de Mateus, eles relatam feitos
extraordinários,
né, que aconteceram na ocasião da morte
de Jesus. Há uma explicação lógica para
tudo isso aqui, professor
>> pastor Alberto, fica claro no Evangelho
de Mateus que a morte de Jesus não é uma
coisa comum. Esta morte, ela comprova
que Jesus é o filho de Deus, que ele é
Deus encarnado entre nós. Então, quando
Jesus morre, algumas coisas chamam
atenção. Primeiro, o véu do santuário
rasgou-se em duas partes. Esse véu é o
que separa o lugar santíssimo ou o santo
dos santos do lugar santo dentro do
templo. Quando esse véu é separado, isso
mostra que Jesus, de fato, quebrou,
rasgou, tirou a separação que havia
entre nós e Deus. E, portanto, agora nós
podemos ter livre acesso ao Deus santo
por causa do pecado que foi pago por
meio de Jesus, para provar que Jesus não
era simplesmente uma pessoa comum e que
o Deus que está por trás da pessoa de
Jesus, o o Deus homem entre nós, os
poderes cósmicos se manifestam. Então,
existe terremoto, existe toda uma
manifestação do mundo criado. E além
disso, nós vamos observar o poder da
vida sobre a morte quando pessoas que
haviam morrido ressuscitaram. Você
imagine só, pastor Alberto, você
encontrar um amigo aí que você deixou no
cemitério há uns 4 anos atrás, de
repente você vê o sujeito belo e folgado
chegando, andando pelo caminho assim.
Pois é, muita gente em Jerusalém teve
essa experiência e tanto que é
impressionante que o próprio ah a ah
soldado romano, o centurião que tá ali,
ele diz verdadeiramente este era o filho
de Deus porque foi comprovado quem Jesus
era de fato.
>> Obrigado, Seão, pelas respostas. Ainda
não terminamos. Temos uma palavra
especial para você.
>> [música]
>> No Rota 66 de hoje, nós estudamos
Mateus, capítulo 27. O nosso tema foi:
"Nesta cruz lhe matarei". Sim, este foi
o destino de Jesus. Depois de tantas
curas, milagres, palavras maravilhosas,
a sua a o seu ensino extraordinário,
Jesus termina sendo traído, acusado,
condenado e cruelmente crucificado
diante do poderio romano e dos líderes
religiosos judeus do seu tempo. E quando
nós pensamos sobre isso, muitas pessoas
tentam meditar e falar sobre esta morte
tão famosa da pessoa de Jesus. Alguns
imaginam que Jesus era uma espécie
deevara dos seus do seu tempo, que Jesus
era uma espécie de místico especial, que
Jesus era uma pessoa [música] diferente,
que não foi compreendida e sofreu aí
pelos prejuízos das suas palavras
corajosas. Meu [música] prezado ouvinte,
você que acompanhou
o estudo de hoje, deve estar bem certo e
seguro que Jesus não era apenas um
místico, um revolucionário ou um profeta
[música] famoso. Ele era Deus entre nós,
a encarnação [música]
viva do todo- poderoso.
>> [música]
[música]

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