Ser sal e luz numa cultura que manda o cristão “ficar na dele” – T04EP02
04/03/2026
Ser sal e luz numa cultura que manda o cristão “ficar na dele” – T04EP02
A fé cristã deve ficar “no cantinho”, privada, só entre quatro paredes da igreja e da casa?
Ou o cristianismo, por natureza, se intromete mesmo na vida, na sociedade, na cultura?
Neste segundo episódio da 4ª temporada do Página Virada, continuamos o estudo de “Quando a Cultura Odeia Você” (Natasha Crain) e conversamos sobre:
– por que a fé cristã nunca foi projetada para ser privatizada;
– como viver como sal da terra e luz do mundo sem se esconder na “bolha cristã”;
– por que o cristianismo é visto como “religião intrometida” e por isso é odiado;
– a diferença entre amar o próximo e simplesmente concordar com tudo;
– quando confrontar é um ato de amor, e se calar é desprezo;
– exemplos bíblicos de fé pública (José, Daniel, primeiros cristãos) que transformaram a sociedade;
– formas sutis de esconder a luz hoje – inclusive fazendo caridade “sem objetivo”.
Se você sente pressão para “não falar nada” sobre a sua fé, ou acha que cristão não deve se meter em nada, esse episódio é uma conversa necessária.
📚 Livro base da temporada
“Quando a Cultura Odeia Você” – Natasha Crain
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Como você sente a pressão para “privatizar” sua fé no dia a dia? Conta pra gente nos comentários.
Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
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cristianismo e cultura
fé pública x fé privada
quando a cultura odeia você
Natasha Crain
ser sal da terra e luz do mundo
cristão relevante
amor que confronta
cosmovisão cristã
apologética cristã prática
Legendas automáticas:
Então, o cristianismo é uma religião intrometida. Ela tem que intrometer na vida das pessoas mías. Não é uma religião privada, não. Porque é muito bonito, né? As pessoas gostam de falar: "Ah, todas as religiões levam a Deus, cada um tem sua religião, tudo é muito lindo, mas o cristianismo ele é odiado porque [música] ele intromete mesmo." >> Hoje em dia o confronto é uma coisa que parece que tá meio fora de moda, né? E e até as palavras mudaram, [música] né? Antigamente quando você você fazia um confronto de ideias, né? Hoje mudou, hoje é ataque. >> Hum. >> Você não opinou diferente, você atacou a ideia do outro. Eu já tô no céu, eu já sou escolhido, eu vou ficar aqui quietinho. Até duvido. >> Todos são indesculpáveis diante de Deus, então assim, não quer ouvir, que não ouça. >> Então até fica até no pé atrás se isso aí realmente é um cristão visual. Só que a visão desse cara tá embaçada, né? [risadas] >> Tá mil, tá precisando trocar os óculos. Mas tem. [música] Boa noite, seja muito bem-vindo a estar conosco na quarta temporada, no nosso segundo episódio do Página Virada. Esse tem sido um momento de descontração, de aprendizado, de enriquecimento, onde nós temos discutido o livro Quando a Cultura odeia você de >> Natasha Cran. >> CR >> é esse nome? Nem tento falar. para não passar vergonha, mas nós estamos aqui num cenário novo, tudo maravilhoso. Eu sou o integrante novo desse episódio. Nós estamos trabalhando um modelo agora de podcast, onde nós fazemos perguntas e respostas, nós discutimos o assunto e tá conosco o André, o Gustavo, a Bianca, a Leulair não tá nesses dois primeiros episódios, mas ela está participando conosco. O Edley tá lá gravando e montando todas as coisas e conduzindo esse espaço de interação, de alegria. E você que tá participando conosco, comente, curte, compartilha, interaja conosco. Nós queremos aprender contigo e queremos também ensinar, onde nós estamos discutindo acerca desse livro tão maravilhoso que Rebeca nos apresenta, uma cosmovisão acerca de verdades bíblicas que vão nortear e que vão conduzir a nossa vida. Nessa caminhada, nós vimos como que o cristão, no nosso primeiro episódio, como que o cristão anda na contramão do mundo, como que ele é odiado no meio de uma cultura que enaltece a bondade, mas nega a retidão, deixa para trás todos esses princípios. E você já notou como que o cristianismo eh, algumas pessoas acham que ele tem que ficar no seu cantinho? É tipo assim, olha, eh, acredite no que você quiser, mas desde que isso não me incomode. Mas será que isso realmente tem respaldo bíblico? Porque a fé cristã nunca foi feita para ser privatizada. Ela foi feita para de fato ser relevante e atuante no meio da sociedade. E é justamente sobre isso que nós vamos dar continuidade, vamos discutir nessa noite como que nós cristãos podermos ser relevantes, atuantes, sendo sal da terra e luz do mundo, e assim darmos testemunho acerca de Cristo. E aí, Gustavo, o cristão, ele foi chamado para viver um evangelho. E esse evangelho, ele é privado, ele é dentro de casa ou ele tem que impactar o mundo? Como que a gente tem que viver? O evangelho tem que ser privado somente do seu jeito e da sua forma. >> É o próprio Cristo, né? Antes de subir ao céu, ele disse para espalhar essa verdade do evangelho a todo mundo e fazer discípulos. >> Uhum. >> Então o cristianismo é uma religião intrometida. Ela tem que intrometer na vida das pessoas mídia, não religião privada, não. Porque é muito bonito, né? As pessoas gostam de falar: "Ah, todas as religiões levam a Deus, cada um tem sua religião, tudo é muito lindo, >> mas o cristianismo ele é odiado porque ele intromete mesmo." Muitas vezes a gente fala: "Ah, caráter é uma coisa que não muda, né? Pessoa nasce com aquele caráter. Se o caráter for ruim, a pessoa vai morrer com aquele caráter. O cristianismo ele propõe uma nova, um novo nascimento. Ele é capaz de mudar até caráter. Então é uma religião transformadora e que muda a realidade das das pessoas. E o próprio Cristo diz que é para espalhar a verdade do evangelho. Ela começou ali, né, Judé e Jerusalém para se expandir para Samaria e até os confins da terra. Esse foi o mandato do próprio Cristo. E quando ele disse pra gente ser sal e luz do mundo, tá falando de mundo, né? tá falando de toda a humanidade, iluminar, trazer a luz ao mundo e ser sal no sentido de preservar, né? A gente é como se fosse graça de Deus nesse mundo. Nós, o mundo é agraciado pela nossa presença. Como um sal conserva, não deixa a podridão tomar conta, por exemplo, de uma carne. Quando você salga uma carne, você preserva aquela carne. Então nós cristãos, como salmo, nós estamos aqui para preservar a graça de Deus no mundo. Então a gente tem que impactar, nós temos que ser relevantes. O cristão tem que ser relevante. Não existe cristão, é agente secreto, né? 007 ou ou que fica na bolha, né? >> É exatamente. >> Porque assim também é comum muitos cristãos viverem uma vida ali piedosa, reta, mas restrita ali ao seu núcleo social cristão, né? Então, pratica o não vos conformeis com este século, né? Não tomar a forma da cultura, mas cessal e luz já é muito, né? Deixa eu ficar quietinha aqui no meu grupo da igreja com as pessoas da igreja. É mais confortável, né? Porque eu vou, eu não vou ter embates. No máximo uma divergência teológica ali, mas chega num ponto também que a sua interpretação e a minha não é essencial. Agora você ir para se posicionar num com um colega de trabalho, por exemplo, >> confronto é muito difícil, né? Confrontar é difícil. Às vezes confrontar um filho é difícil, é muito mais fácil. Ah, deixa ele fazer jeito que ele quer, >> né? Mas o que transforma é o confronto. Hoje em dia, hoje em dia, e hoje em dia o >> o confronto é uma coisa que parece que tá meio fora de moda, né? E eh até as palavras mudaram, né? Antigamente, quando você fazia um confronto de ideias, né, hoje mudou, hoje é ataque, hum, >> né? Hoje você não opinou diferente, você atacou a ideia do outro, né? Tem uma conotação mais pesada como algo que é proibido pelo status da cultura atual. você eh professar uma coisa diferente, aí você vai lá e faz um ataque. Eu acho isso aí uma coisa que que tão ruim, porque eu gosto de conversar, né? Eu gosto de debater e eu queria conversar com as pessoas mais, né, sobre a minha fé, sobre a doutrina que eu sigo, sobre a minha eh vivência em Deus, como é que eu eh lido com os meus problemas. Mas a sociedade tá meio que proibida de de conversar, né? Então o nosso mandato, a grande comissão que Deus falou pra gente ao mundo, né? A o diabo começou a criar um um formato que tá tentando nos cerciar de cumprir esse mandato através da correção. Você tá que você fique mais caladinho, >> fique mais caladinho, né? O confronto ele é muito constrangedor. >> Já existiu época que era mais fácil debater de forma equilibrada, respeitosa, sem agredir. >> Não é só mais, não é só constrangedor, ele é ofensivo, né? >> Você fere o direito do outro de pensar diferente. >> Só que, só que se a gente for olhar para isso, há uma omissão inclusive da nossa parte. >> Sim. >> Qual seria a omissão da nossa parte? Porque para muitos vão olhar para e dizer assim: "Não, meu papel é só pregar, se intrometer na sociedade não tem nada a ver comigo." Só que como você acabou de falar, nós somos sal e somos luz. A luz mostra a imperfeição, a luz constrange, >> revela, >> ela clareia, ela mostra. O sal ele não só tempera, ele retarda apodrecimento. É, >> então o o cristão, ele não foi chamado por Cristo para viver uma vida privada só para si. Ele foi chamado para atuar. Ele foi chamado para sair para fora, para falar de Cristo e não só ser ressado, como a gente vi a sociedade fazer, mas você vê inclusive uma omissão por parte disso. Ah, para que que eu vou fazer isso para ser perseguido, ser ridicularizado, ser cancelado? Eu >> não tenho direito. Eu não tenho direito de entrar na vida do outro para dizer que aquilo que ele tá fazendo é errado. >> Sim. >> Que aquele modo de vida tá errado, né? assim, existe essa prerrogativa na na nossa cultura hoje. Eh, você, o Gustavo citou a questão de filho, né? É difícil confrontar um filho. Que dirá você confrontar uma mãe na maneira como ela tá educando o filho, quando você percebe que aquilo é nocivo, né? Se você aborda uma mãe e fala assim: "Olha, desse jeito que você tá criando seu filho, isso vai levar prejuízos muito sérios, né? Quem é você para poder falar? Você cria o seu filho do seu jeito? Que eu crio do meu jeito. >> Às vezes é difícil confrontar um irmão na fé. né, >> amor. >> Quanto mais confrontar uma pessoa que nem crente é, né? >> É, >> então o confronto ele é difícil, não é fácil confrontar. E o próprio texto bíblico diz: "O pai corrige o filho que ama >> logo você tá sem correção, não é filho, é >> bastardo." Só que existe algo assim muito eh precioso além disso. Eh, ser cristão não é apenas uma experiência interior. >> A boa nova >> não é só para mim. Eu acho que a gente tá vivendo um contexto hoje que as pessoas quer só para si, não é para ser espalhado. Qual que foi a ordem de Jesus? >> É is por todo mundo. É a grande comissão, né? >> É ir pregar. Então, Gustavo, não é só privado, né? >> Com certeza não. >> Até porque se nós recebemos a boa notícia, a gente não vai guardar essa luz e escondê-la, né? O próprio Jesus fala isso, né? >> É. >> Não tem como colocar debaixo da cama. você você vai levar isso para clarear outros ambientes que estão vivendo nas trevas. >> Então assim, o o a grande questão é que na grande maioria das vezes a sociedade enxerga esse esse posicionamento cristão de dizer isso, que não tá certo, não é o padrão de Deus. E o padrão de Deus é o certo como um petulância ou uma arrogância de que nossa, com tantas verdades que existem no mundo, porque vocês >> tem que empurrar de vocês? vocês, né? Ó aqui, fulano, olha aqui como vivem esse, esse, esse. Ninguém impõe nada. Quem são vocês para dizerem que a de vocês é a verdade? Pode não ser relativo, né? E como se fosse assim, enxerga o cristão se posicion se posicionando contrário a algo da cultura vigente como sendo uma atitude condenatória. Nós não estamos aqui para condenar, né? Deus não nos colocou na posição de juiz, mas ele, nós temos a responsabilidade de alertar. Se nós fomos esclarecidos, né? Se a gente recebeu a verdade de que o mundo tá caminhando paraa perdição, paraa morte eterna, a gente vai deixar isso. >> A gente foi chamado a amar o próximo. >> Amar o próximo é é mostrar, ei, aqui não. Eu sei, eu conheço a verdade, eu vi, né? Eu vi. Por que que eu vou deixar as pessoas? Esse é desprezo pelo próximo. Se eu não me posicionar, >> o próprio evangelho tem que transbordar, né? tem que fazer a diferença. E aí quando a gente olha para isso, para esse amor encarnado mesmo na pessoa de Cristo e revelado e demonstrado nas nossas atitudes, André, o que que esse amor, por exemplo, tem a ver com transformação social? Porque a gente olha para amor, as pessoas fragmentam também amor. >> E esse amor tem alguma coisa a ver com transformação social? As pessoas dizem assim: "Não, mas eh você não me ama. Amar não é opção pro cristão. >> Não, não. Eh, o amar ao próximo é a motivação central da do do do início do processo de de transformação social. Ele é o start, né? Mas por quê? Fica um pouco vago falar que que o o amar ao próximo é o start. Porque vamos seguind a a seguinte linha, eh nós como cristãos, nós queremos espalhar a palavra de Deus, nós queremos mostrar o que Deus tem de melhor, né? E isso por si só é um ato de amor, porque você não quer guardar para você só aquilo que você já aprendeu a respeito de todo todos os caráteres de Deus, todos os atributos de Deus. você quer espalhar isso pros outros e você transmitir isso para os seus eh seus colegas de trabalho, com quem você estuda, com quem você se relaciona no futebol ou no jogo, é um ato de amor, porque você não tá guardando só para si aquilo, você tá fazendo o que Deus mandou, de Cristo mandou. Vai para todo mundo, espalhe, né, a palavra, né? Então, eh eh eh é um ato de amor só isso. E e Cristo quando nos manda ir, né, eh diz que nós temos que ser sal e luz, como já foi falado, porque talvez três pessoas aqui já falaram, né? Sal e luz. E e é o que falou, o sal ele é para conservar. Então, quando a gente eh chega na sociedade e fala como que deve ser eh levado uma família, quanto deve ser os princípios de uma família, como que que como que a a o jovem tem que ser educado numa sexualidade cristã, a gente tá eh preservando, assim como o sal preserva, nós estamos tentando preservar eh aquilo que Deus deixou para nós. Esse ato de levar essas coisas adiante são manifestações de amor ao próximo, né? Eh, quando a gente eh lança a a nossa opinião daquilo que é verdade, do que ele é justiça, nós estamos trazendo amor ao próximo, porque a gente tá impedindo que ele siga um caminho que será ruim para ele, que a gente sabe que dali ele vai caminhar para uma podridão. Então, isso é manifestação de amor ao próximo. E quando a gente manifesta o amor ao próximo dessa forma, o o desejo nosso é contribuir para que a sociedade eh evolua em direção a algo que seja bom para ela mesma. Então, quando a gente eh o cristão eh por amor ele se engaja na política. Ele se engaja na política. Por amor, eu quero ir atrás de criar leis que tragam mais amparo a viúvas. Isso é uma demonstração de amor. Isso muda a sociedade. Porque quando você tem eh eh um cristão que tá buscando espalhar amor, justiça, igualdade entre o a a sua sociedade, você tá eh propagando eh eh mensagem de Deus que quer isso que ele quer para o seu povo, que vivam unidos, que as viúvas não fiquem desamparadas, que as crianças estejam protegidas. Eh, é isso. Então, isso é uma demonstração assim eh da verdade que o cristão pode trazer o amor de Deus sendo usado na transformação da sociedade. Tem uma coisa que eu acho que vale a pena a gente comentar, que é o seguinte: a nossa missão é anunciar as verdades do evangelho. >> Uhum. >> E não convencer. Espírito, quem convence é o Espírito Santo. Nós só temos que anunciar >> e nem exigir, né? >> Não, >> nem exig. >> As pessoas têm que saber da verdade do evangelho. >> Uhum. E >> muitas vezes a gente entra nos embates tentando convencer. E o convencimento quando a pessoa recebe é igual a parábola do do semeador, né? >> Recebe de várias formas. A gente tem que jogar. >> Sim. Nós temos que jogar a semente. Agora do jeito que aquilo vai germinar aí já não é da nossa conta. >> Isso aí é obra do espírito. Um testemunho interessante, o pastor Hernandes falou que foi evangelizar no primeiro dia dele de seminário em Campinas em frente a um a um ao quartel jornal cadetes, né? Aí o a pessoa que evangelizar, ó, não venha falar de mim, isso aí é balera, não sei o que, sei o quê. fala: "Ó, mas é o seguinte, você não aceitar Jesus, você vai pro inferno e você de repente se eu pegar, você vai pro inferno e tchau, foi embora. Foi suficiente. >> É >> porque não era >> Sim, >> não era ele que tinha que convencer, né? Então assim, a resposta da pessoa às vezes é ódio quando você anuncia as verdades do evangelho, mas tudo bem, deixa o Espírito Santo agir. A gente tá tentando fazer uma obra de amor ao próximo, alertando ele contra os perigos da da das ideias dele, né? >> E nós estamos no nosso papel como cristão alertar. O próprio Paulo fala: "Olha, eu não tô usando de argumentos aqui. Meu evangelho que eu prego simples. Exatamente. É tudo simples que eu tô pregando. >> Exatamente. É loucura. Parece loucura. Eu não vou te convencer isso. >> O convencimento vem do Espírito Santo. Isso até nos alivia. >> Sim. >> Isso é alívio para nós, porque a gente só anuncia. >> Sim. Outra coisa que eu queria falar também eh da uma contribuição que eu acho que tem bem a ver com que a gente falou bastante é que quando nós tentamos explicar paraas pessoas que as verdades não são eh relativas, que existem verdades absolutas, é também um ato de amor. A gente tá tentando indicar para aquela pessoa, olha, você não tá certa. Se você caminhar por esse caminho aí, achando que tudo é relativo, que não existe verdades absolutas, você vai quebrar a cara no futuro, porque existe verdades absolutas. E aí a gente traz um pouco de amor cristão para essa pessoa quando a gente fala isso. É claro que o Gustavo falou, nem sempre a pessoa vai compreender de imediato, né? Alguns não compreenderão, mas aqueles que o Espírito Santo tocar, esse compreenderá. Muitos não recebem como ato de amor quando implica em negar. a si mesmo, negar alguma coisa que eu não quero abandonar, o que eu não quero enxergar como sendo algo doloso, como sendo algo ruim, né? Mas se a gente for olhar assim, fazer uma analogia aqui bem simplista, né? Estudo, estudo é uma coisa amplamente aceita na nossa sociedade como sendo algo válido, bom e necessário para um indivíduo se desenvolver, >> né? Para eles crescer, para ele ser transformado, né? Transformacional. Nossa, usei uma palavra aqui que eu não sei nem se vai, >> mas tá valendo. >> Se o seu filho chega numa fase, gente, tem época que os meninos amam ir pra escola. Nossa, adoro ir pra escola, é divertido. Chega uma fase ali, né, do fundamental que detesta, né, para levantar esse indivíduo para poder ir pra escola. Não quero pra escola, não gosto da escola, não sei o quê. Você vai deixar uma criança de 8, 9 anos decidir que não vai mais pra escola. Se ele acordar naquele dia ali, não, não quero ir pra escola, você vai? Ah, não, tudo bem, pode ficar. Não vai. Agora, o fato do pai rejeitar aquilo que aquele indivíduo está convicto de que não vale para ele é um ato de falta de amor? Muito pelo contrário, é por amar o filho que ele vai insistir que ele permaneça naquilo. Agora, voltando aqui pra nossa realidade, nós cristãos não estamos tratando só de um desenvolvimento profissional, da pessoa crescer, de conhecer mais. Nós estamos tratando de verdades eternas que são muito mais relevantes e significativas, que trazem respostas para as grandes dúvidas da humanidade. Quem é o ser humano, né? Para que que ele existe, qual é o fim do homem? Então, se nós recebemos essa verdade, a palavra de Deus diz que conhecereis a verdade e ela vos libertará. Se nós fomos libertos, é um ato de amor apresentar e querer que o nosso próximo também seja liberto, que ele saia da cegueira, que ele saia da escuridão, que para ele é difícil, só que isso vai implicar em negar a si mesmo. >> É uma administração interessante. É como por exemplo, vamos supor que você tem um uma criança tem um poney, ela ama aquele poney e aí aquele poney cai num buraco, austível para aquela criança tirar o pone no buraco, né? Aí você vai e chama ajuda do corpo de bombeiro e ele chega lá com guindas, com caminhão, barulho e começa a descer coisas para aquele buraco para passar uma faixa debaixo da barriga daquele poney. O poney fica louco, né? Tá tendo uma demonstração de amor con querem tirar o poney lá de dentro, mas ele não sabe que aquilo é uma demonstração de amor. >> Ele tá desesperado. >> Ele tá desesperado, relutando contra aquilo, né? Aí precisa ser o poney tirado ali do buraco dela. >> Ele vai querer fugir do elástico ainda. >> Ainda vai querer fugir daquele ali. A hora que ele sai dali que foi tirar aí ali vai entender. Ah, foi um ato de amor, né? Mas enquanto no o ato de amor não se concretiza, se tá só no nos preparativos ali, tá >> no processo, >> no processo, ele luta contra aquilo ali, né? E é essa hora que a gente passa a ser odiado pela sociedade, né? Porque no processo de trazer o amor, nós somos odiados, né? >> Essa diferença que que a gente vê muito comum, né, entre amor e justiça, né? Amar ao próximo envolve justiça. >> Uhum. Amar ao próximo envolve envolver-se na sociedade. Rebeca traz algumas histórias inclusive Nata, [risadas] onde que eu tirei Rebeca? Segunda fala na primeira que a Rebeca a do vídeo lá que >> Ah, é que indicou o livro do Éder. A Natasha, inclusive traz algumas histórias para embasar essa questão de amor e de justiça que eu acho assim eh poderosas pra gente, como que, por exemplo, a escravidão foi >> foi o cristão que inclusive foi lá e lutou por isso. Ele se >> envolveu da escravidão, né? pelo fim da escravidão, o o combate ao infanticídio na história, um cristão, hospitais, universidades, orfanatos, quantas escolas cristãos fizeram. Então, >> eh, a gente tem que olhar para para essas histórias, para essa bagagem e ver que amar requer envolvimento, amar quer demonstração de justiça e que muitas vezes isso não é não é vício. >> Uhum. >> É muito mais fácil me calar e a pessoa acha que se calar não tá sendo conivente. Eu acho que foi inclusive o Mart Luther King, né? a a os que não falam eh são os mais prejudiciais, né? Ele diz um argumento acerca disso. Então, a Bíblia inteira, as escrituras todas vai mostrar o envolvimento. Quando o povo vai pro cativeiro, em Jeremias 29, o que que Deus diz? Olha, eh, se multipliquem, trabalhem e orem pela paz da cidade, porque na paz dela vós terei paz. Eles inclusive foram chamados assim. envolver, mas se envolver santamente, colocando a palavra de Deus ali como parâmetro, como direção. E Bianca, como que a gente pode reagir quando a cultura ela rejeita esses valores? Porque nós temos que amar. E esse amor se reverbera em atos de justiça, em zelo pela sociedade, em cuidado sobre ela, em promover ações que de fato eh edificam e glorificam a Deus. Como que a a a gente tem que reagir? Como reagir quando a cultura rejeita os valores? >> É, eu acho que é perseverar em não negociar o que não é negociável, né? e ciente de que eh eu acho que o cristão e a e a palavra de Deus nos mostra isso. Quando ele é perseverante nos preceitos bíblicos, haverá momentos em que ele vai contar, né, com a simpatia mesmo em uma sociedade totalmente avessa. Se a gente olhar, por exemplo, José foi levado pro Egito. No Egito ele tava numa cultura completamente diferente. Ele era o único hebreu que vivia lá. >> Sim. com valores muito distintos. E é interessante que até quando pular uma etapa na história aqui, né, quando José se revela aos seus irmãos, os irmãos vão vão comer com ele, né, e na hora de de servir a refeição, mandou que servisse a parte pros egípcios, porque pros egípcios era uma abominação comendo na mesma mesa que o hebreu. Então, chegava a esse ponto, né, de rejeição. >> E nas três situações lá que José teve, né, primeiro ele foi levado paraa casa de Potifar. depois preso e depois na presença de faraó. Essa, esses três indivíduos, né, o chefe ali da prisão, Potifar e Faraó, a Bíblia é muito evidente e com a manifestação deles, vendo ele é a pessoa, né, que o Senhor era com José. Então eles percebiam que o proceder de José era muito diferente. José era um homem reto, era um homem piedoso, era um homem aplicado. Então isso chamava a atenção das pessoas e ele contava com a simpatia desses das das autoridades que estavam diante dele, né? Quando é que ele despertou a ira da mulher de Potifar, né? que se interessou por ele, quis se deitar com ele e José não negociou o que não era negociável. Como é que eu vou, eu poderia pecar contra o meu Deus? Você é mulher do meu Senhor, não posso fazer isso. Ela insistiu, insistiu, insistiu até que ele falou que não ia ceder e ela se vingou contra ele. Aquilo irou, né? porque ele não flexibilizou um princípio. E aí você tem outros como Daniel, né, que foi levado cativo na numa terra distante e ali também ele contou com a simpatia, >> né, da de da mais alta autoridade daquele povo. Foi colocado como uma liderança importantíssima naquele reino, até que despertou o ciúme dos outros. Ele foi odiado, né, porque ele tava recebendo muito poder. E armaram uma cilada para que ele flexibilizasse aquela atitude dele. Ele falou: "Não, continuou orando, foi fiel ao Deus dele e por isso foi foi odiado e foi prejudicado." Da mesma forma os amigos dele, né, que foram levados paraa fornalha. >> E aí você vai para em Atos, né, que fala como vem viviam os cristãos, os convertidos. É, é bonito. Eu gosto tanto dessa parte que fala, né, que que eles partiam pão, tomava as refeições, viviam a comunidade, né, com aquela aquela rotina de vida mesmo cristã, de de piedade, louvando a Deus e contando com a simpatia de todo o povo. Então, as pessoas que viviam ao redor desses novos convertidos se simpatizavam com o proceder e o modelo. Então, desde que o homem é homem, né, haverá momentos em que os cristãos procedendo conforme a palavra de Deus, sendo sal e luz, eles vão contar com a simpatia do povo. >> Mas haverá momentos que não. >> E a gente entra até naquele aspecto que o Gustavo mesmo falou, né? Se a gente tá sendo rejeitado, a gente tem que ficar feliz. >> É, >> é, >> né? Mas temô, >> tô no caminho, né? >> Tô no caminho, pelo menos. Mas tem que ser rejeitado pelas coisas. É corretas >> pelo proceder reto, que foi o caso de José, que foi o caso de Daniel, dos três amigos. >> Não, eu não vou me submeter se isso me faz negar o meu Deus, >> né? >> Ir contra aquilo que meu Deus faz. >> Tem uma coisa, pastor, que é importante a gente falar que às vezes a gente vai se acostumando com o pecado do mundo, isso não gera indignação em nós. A gente vai se acostumando. Tudo bem. Eu tô protegido aqui na minha comunidade, na minha família. mundo que se exploda para lá, entendeu? >> Querem viver assim, que >> o cristão tem que ser indignado com o pecado e com a maldade do mundo. E essa indignação nos move a fazer diferença, a sermos sal e luz. >> Sim. >> Porque se eh você ficar na bolha >> Uhum. >> é muito mais, né, do que ficar confrontando o pecado do mundo. >> Hoje é um comodismo muito grande, né? Por isso que essa discussão é importante pra gente, porque ela não só fortalece, ela nos equipa >> e ao mesmo tempo é um alerta. >> É, >> pra gente. Eu acho que nós precisamos de algumas sacudidas de vez em quando para ver se pega pelo menos no trampo, [risadas] né? Ainda mais no contexto, é muito mais fácil se calar, se omitir do que argumentar, do que defender. >> É se posicionar, né? Isso para não fazer um paralelo. Nós estamos aqui no Brasil, onde nós temos liberdade, né, vamos dizer assim, mas existe muito medo de se posicionar. E se a gente jogar essa questão de se posicionar para as pessoas que estão sendo martirizadas no no mundo afora, será que eles estão tendo medo de se posicionar? Porque lá a a espada, a arma tá na cabeça deles, né? Ali nós não temos nada apontado paraa nossa cabeça. >> Sabe que eu acho que o ódio ao cristã até uma peneira, né? >> É, >> é uma forma de Deus provar a nossa fé. >> Isso. E o que que faz, André? Você falou um ponto legal. O que que faz essas pessoas mesmo assim ser odiada, tá morrendo ali, >> ficar >> continuar ficando, defendendo até o final, sem negar. >> Aí você vai sobrenatural. Isso, isso aí é a perseverança da fé. >> Não, mas isso é sobrenatural. Não é nosso não. [risadas] Mas nunca foi >> esse é o ponto. O ponto, o ponto que a gente tá tão acomodado no nosso cristianismo que na realidade nós não queremos desfrutar e das das coisas e graciosas e poderosas que o nosso Deus nos deu, né? Uma coisa é você ter o espírito, outra coisa é você ser cheio do espírito. >> Porque quando você é cheio do espírito, você transborda. Não tem como. Esses primeiros cristãos que enfrentaram feras nas arenas, eu não, eu não enfrentaria não, eu negaria a minha fé, né? Mas eu penso que é o espírito mesmo, >> cheio do Espírito Santo. >> Olha, vou vou vou vou botar assim, vou trazer para mim. É, André vai ser martirizado. Eu f Deus me aguenta, me faz aguentar a dor, [risadas] >> porque uma agulha debaixo da unha deve doer muito. E como é que fog essa pergunta devorado por isso? Como é que você vai >> ser botado fogo, >> mas como é que você vai permanecer firme, convícto da sua fé, mesmo passando por isso? Aí que tá. O problema é que para nós cristãos tá tão cômodo, nós estamos tão acomodados aos nossos bancos acochoados, bolha, >> aos nossos ar condicionados, >> que a gente não é desafiado, né? >> E nós não somos desafiados. Eu acho que nossa geração vai começar uma persegição mais severa. Eu penso. >> Eu acho que tá >> que é que mas é que hoje, Gustavo, a perseguição que nós temos já não é mais uma perseguição física, ela tá dentro do campo das ideias. é, é filosófica. >> E aí que tá, por que que a grande maioria dos nossos adolescentes e jovens abandonam a fé? Porque Pedro disse que a gente tem que estar preparado para dar razão da nossa fé. >> Da nossa fé. >> O grande problema é essa falta de preparo, de argumento, é de saber dialogar, de saber se posicionar. >> Uhum. >> Mas assim, eh, >> e falta de amor também, pastor, né? A gente acabou de falar que é um ato de amor você trazer essa verdade à tona. É falta de amor você restringi-la isso. >> E ficar acomodado no seu mundinho. >> Só que que tipo de amor é esse? Porque pra sociedade, isso que eu tô que a gente precisa clarear, porque pra sociedade eu tô amando quando eu tô concordando com você. É. >> Uhum. >> E e você tocou no num assunto aí importante. Ambiente universidade. É difícil posicionar entender. Isso >> é muito difícil. E a cultura vai te odiar ali de qualquer >> nosa ali o ódio corre solto. Isso. E ali amor, por exemplo, é conivente. Não, eu te amo, Gustavo, porque você tá sendo bom comigo, mas se você for ruim, eu te odeio. >> É, você respeita as nossas ideias, né? O respeito aí é uma palavra. Você é um cristão, mas você não fica atacando a gente. [risadas] Só, só que a proposta da Natalha é diferente. >> Sim. Não é você tá lá na faculdade >> sossegado, >> blindado, quietinho só para você. Não, ela tá dizendo não, não tem como. >> É, a gente a gente ouviu isso recentemente. Não sei se o senhor lembra de uma discussão que a gente teve lá no acampamento que teve gente que falou, né? Ah, tem certas discussões que é melhor nem entrar, deixa a pessoa falar lá na dela. >> Só que Natasha mesmo vai te escrever para tipo assim, não tem como. Se Cristo mudou a sua vida, >> se ele transformou seu coração, se ele transformou a sua mente, a cultura vai te odiar, porque Cristo deixou muito claro que o mundo vai te odiar. Fica [risadas] feliz por isso, mas não se acomode, se posicione. E aí que tá >> se posicionar não é desrespeitar. >> Uhum. >> É o que as pessoas >> nem condenar, né? >> Não entendem. Ah, o cristianismo odeia a nossa cultura. O cristão porque eles não aceitam a nossa diferença. Não é isso. Nós respeitamos as diferenças. A questão é, eu não concordo. Por que que eu não concordo? Porque eu tenho princípios e valores que norteiam a minha vida >> e que nós entendemos como sendo a verdade que liberta, né, >> que transforma, porque nós provamos delas. >> Nós provamos por experiência. >> Nós queremos para vocês. >> Essa questão de posicionamento, eu acho lindo ver Pedro, né? Isso >> porque caminhou com Jesus lá por trs anos e ainda ele mil promessas, né? Eu não, para onde iremos? Sei o [risadas] >> e aí Jesus fala: "Você vai me negar?" Não, que que é isso? >> E na hora que o trem apertou, né? Que que que Jesus virou o indivíduo mais odiado ali, >> correndo risco de ser morto. >> E aí Pedro, ah, mas você é um deles, não? É, ele se posicionou negando, [risadas] né? ao contrário, >> ao contrário. Mas depois que Pedro foi transformado por por Jesus e se tornou, né, quem ele se tornou, o grande apóstolo, e ele foi odiado e e Jesus inclusive tinha até avisado de que morte ele sofreria, né, que ele também seria crucificado. E a coisa mais linda que me emociona é quando Pedro sabendo que vai ser crucificado, ele pede para ser crucificado de cabeça para baixo. >> Porque ele não se achava digno de ser crucificado como o mestre dele, >> porque tinha negado. >> Mas ele tava disposto a sofrer esse ódio, né? É, >> isso eu acho que no Pentecostes foi desceu sobre eles o Espírito Santo. Eu acho que o poder do Espírito Santo é se posicionar eh ousadia na pregação do evangelho. Isso é poder do Espírito Santo, né? Ficar falando línguas. Poder do Espírito Santo é se posicionar. Coragem, >> intrepidez, ousadia. >> Intrepidez, coragem, ousadia. Isso. >> E eu acho que isso é o poder do Espírito Santo. >> E você tocou num ponto, >> mas você vê Cristo ressurreto, não tem como fazer vai ser esse aqui não é o Deus. Você viu o Cristo ressurreço? >> Sim. Não. Sim. Mas quando desceu o poder do Espírito Santo, saíram ousado. Mas não é uma coisa maravilhosa. Você vê o que? Não, eu defendo porque eu vi, eu creio. >> Não, mas também [risadas] que Paulo viu que fez ele mudar. O que que Paulo viu que transformou a vida dele de perseguidor para ser perseguido? É, é verdade. É isso, né? E >> e o próprio Pentecoste, como dito aqui, essa ação sobrenatural, esse derramar do Espírito Santo. Mas essa esse derramar do Espírito Santo trouxe também eh não só uma ousadia, uma intrepidez, mas se você observar uma dependência muito grande. Uhum. Em vários momentos em Atos, a igreja estava em oração. >> Oração, >> só que eles sabiam se posicionar. >> Vou dar um exemplo. Atos 4, quando eles são proibidos de pregar o nome de Cristo, não, antes importa obedecer a Deus, que os homens eles são livres e eles se juntam à igreja. Quando se juntam à igreja, ele diz, eles contam o relato e eles começam a orar. E eles começam, ó tu, soberano Senhor, que fez os céus e a terra, eles pegam a, eles oram a palavra, eles pegam a palavra e diz assim: "Assim como aconteceu com Davi lá no Salmo 2, Senhor tá fazendo agora com a gente". Só que é o seguinte, nós podíamos nos calar, nós não vamos. Mas nos dê trepidez, senhor, não deixa a gente desanimar, não. >> É. E assim, o primeiro martirizado foi eh Estevan deveria acabar com essa história de cristianismo, né? Todo mundo ia sair fugir. Não quero, não quero não. E o que fez foi fortalecer ainda mais. >> Sim. >> E essa intrepidez não é da gente, >> não. Isso não vem do >> não vem. >> Então o o o tem como o cristão esconder essa luz de Cristo, André? Pelo jeito não tem. >> Tem, tem várias formas. [risadas] >> Tem, >> tem muita. Eh, eu acho que ficou mais evidente que nós falamos aqui é o medo de se enganjar, né? >> Sim. O o se esconder para não entrar em em atrito. Eu acho que ficou bem claro aqui, né? Eu acho que ninguém discorda, né? >> Mas esse aí é que tá com a luz fraquinha, né? >> É. >> Esse que se esconde, tá com a bateria baixa, tá? >> Tá. >> É difícil, viu? E e outra uma forma também bem bem comum de você eh deixar de ser luz, né? esconder essa luz. É você ser aquele crente que eu que eu falei, eu acho que no episódio passado, né, que que ele guarda sua fé só para ele ali, né, homem de oração. Ele é crente, mas ele crente, vamos dizer, só tô na minha, [risadas] tô crente aqui, mas eu tô na minha. Eu vive uma cultura cristã, tô na minha aqui, tô quentinha aqui, eu sou crente. Sou crente. Mas não, não vamos mexer nesse assunto não. Afinal de conta, assim, religião e futebol não se discute, né? É, >> aí fica por isso mesmo, né? >> É uma forma também é é a pessoa, o cristão achar que ah, o que ele faz na sociedade é incapaz de influenciar a sociedade >> no estado que tá, >> no estado que tá. Isso não é verdade. Porque assim, igual o Gustavo falou, né? E eh eh a palavra vai ser lançada, mas quem vai convencer é o Espírito Santo. Então assim, não se furte ao a a fazer aquilo que você acha que tem que ser feito, só com a desculpa que ah, ninguém vai prestar atenção no que eu tô falando. >> Uhum. >> Às vezes um post seu pode fazer a diferença. Às vezes o canal, um folheto, às vezes um canal, quantos testemunhos nós temos dos dos gideões, né? >> Uhum. um canal de YouTube que você começa que tem pouquinha gente, daqui a pouco ah começa a ter relevância, as pessoas começam a escutar ali e isso vai fazer diferença. Outra forma que nós temos também é é perda da cosmovisão. Se a pessoa para de se o cristão para de enxergar os problemas ao redor dele de uma forma eh dentro da cosmovisão cristã, ele começa a pensar igual o, vamos dizer, o meio universitário, acadêmico, progressista tá pensando, ele tá escondendo essa luz. Isso aí não, >> gente. É só parar de estudar a Bíblia e ficar estudando >> postagem de influencer. É, bebeux a luz luz faz, >> a luz vai o J vai [risadas] >> se engajar puramente em causas eh humanitárias. Quando eu falo assim, eu tô falando que assim, eu vou praticar caridade aqui, mas ninguém precisa saber que eu sou cristão, né? Então eu tô fazendo caridade aqui, mas tô escondido. Isso não, não. >> Ah, não. Caridade ninguém esconde não, André. esconde. Mas assim, você faz a caridade, mas não fala o motivo pelo qual tô fazendo assim por amor, >> por amor, entendeu? Não, eu tô tentando assim demonstrar o amor de Deus que eu tenho. >> Você leva a sopa, mas não leva a palavra. >> É, entendeu? >> E muita gente faz isso, né? Caridade por caridade. >> A caridade sem objetividade não tem mais e mais ou menos acho que foi o Gustavo falou que o mundo se exploda. >> Eu já tô no céu, eu já sou escolhido, eu vou ficar aqui quietinho até duvido. >> Todos são indesculpáveis diante de Deus, então assim, não quer ouvir que não ouça. >> Então até fica até no pé atrás se isso aí realmente é um cristão visual. Só que a visão desse cara tá embaçada, né? [risadas] >> Tá milp, tá precisando trocar os óculos. >> Mas tem >> tem >> tem. Eu vou [risadas] ser >> e aquele que está em pé que veja que não. >> Só que Natasha nos mostra que o cristão ele não pode omitir a luz das escrituras. Ele é luz. Se ele é luz, ele tem que iluminar. E aí nós precisamos então pensando por essas respostas, André, tais pessoas precisam reavaliar o seu cristianismo, precisão fazer um autoanálise, um autoexame da sua postura, da sua crença, os seus valores. Nós também precisamos fazer muitas vezes, né? Porque a gente tocou num assunto aí que eu acho que é importante, caridade por caridade. Nós não fazemos caridade por caridade. Qual o motivo pelo qual nós fazemos boas obras? Ela sempre tem uma intenção. As outras religiões fazem também com intenção se falar que não tá negando, porque faz parte dessa natureza nossa humana. Só que o cristão, a intenção dele não é só dar comida, é salvar o coração. O cristão, ele não pode, ele não deve e a cultura vai odiar a gente, vai odiar, mas nós precisamos permanecer fiel, firme, >> por amor. >> Por amor. >> Acho que esse é o ponto mais importante, por amor. Não a nós, mas a Cristo. >> Em primeiro lugar, a Deus. e segundo lugar ao próximo. >> Isso. Eu acho que isso é é muito importante. Então, a gente tá chegando inclusive ao final do nosso segundo episódio dessa quarta temporada, onde nós estamos discutindo o livro de Rebeca. >> Não, Nata, >> não. [risadas] Natasha. >> Ele falou de proposta. >> Proposta. >> Natasha. >> Natasha. Crane. >> Cran. Gente, eu não sei por que eu falo Rebeca. Deixa eu ver se tem alguma coisa aqui de Rebeca. >> Pastor, eu acho que tá vindo mais uma menininha aí. Vai se chamar Rebeca. Vai, não, [risadas] vai não. Mas nós estamos discutindo esse livro e a gente tem observado que, de fato, não tem como eh viver um cristianismo que não seja relevante, né? O cristão, ele foi chamado a fazer diferença, ele foi chamado a exaltar o nome de Cristo e também a iluminar, a fazer diferença. Então, participe conosco, curta, compartilhe, eh manda para nós também alguma coisa que possa contribuir, que possa nos ajudar. E a gente espera na nosso próximo episódio, onde nós vamos mostrar como que eh tudo muda quando, de fato, a gente enxerga a vida da maneira correta, pelas lentes corretas, como que tudo muda e assim a gente pode também ser um agente de transformação no meio da sociedade. >> Pastor, quem quiser interagir além do YouTube, desculpa, não estava prestes a fechar. Instagram também. No Instagram a gente tem os conteúdos que a gente mostra os programas e as pessoas podem comentar, sugerir, perguntar coisas que aí pode ser um canal também pra gente estreitar relacionamento, >> contar um >> página virada, não é página >> pap. Ixe, >> não, a gente coloca na descrição do vídeo, mas nós colocamos na descrição, mas é muito bom. >> Página PIPG, página PIPG. >> É muito bom você participar, você dar seu feedback, contar também um pouco da sua experiência. a gente pode interagir. Deus abençoe você. >> Até.