Sermões Online

A fé vem pelo ouvir

Ser sal e luz numa cultura que manda o cristão “ficar na dele” – T04EP02

Ser sal e luz numa cultura que manda o cristão “ficar na dele” – T04EP02

Ser sal e luz numa cultura que manda o cristão “ficar na dele” – T04EP02

A fé cristã deve ficar “no cantinho”, privada, só entre quatro paredes da igreja e da casa?
Ou o cristianismo, por natureza, se intromete mesmo na vida, na sociedade, na cultura?

Neste segundo episódio da 4ª temporada do Página Virada, continuamos o estudo de “Quando a Cultura Odeia Você” (Natasha Crain) e conversamos sobre:

– por que a fé cristã nunca foi projetada para ser privatizada;
– como viver como sal da terra e luz do mundo sem se esconder na “bolha cristã”;
– por que o cristianismo é visto como “religião intrometida” e por isso é odiado;
– a diferença entre amar o próximo e simplesmente concordar com tudo;
– quando confrontar é um ato de amor, e se calar é desprezo;
– exemplos bíblicos de fé pública (José, Daniel, primeiros cristãos) que transformaram a sociedade;
– formas sutis de esconder a luz hoje – inclusive fazendo caridade “sem objetivo”.

Se você sente pressão para “não falar nada” sobre a sua fé, ou acha que cristão não deve se meter em nada, esse episódio é uma conversa necessária.

📚 Livro base da temporada
“Quando a Cultura Odeia Você” – Natasha Crain

✉️ Participe da conversa
Como você sente a pressão para “privatizar” sua fé no dia a dia? Conta pra gente nos comentários.

Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
+55 (62) 3213-3320 ou 98113-0461‬ (WhatsApp)
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cristianismo e cultura
fé pública x fé privada
quando a cultura odeia você
Natasha Crain
ser sal da terra e luz do mundo
cristão relevante
amor que confronta
cosmovisão cristã
apologética cristã prática

Legendas automáticas:

Então, o cristianismo é uma religião
intrometida. Ela tem que intrometer na
vida das pessoas mías. Não é uma
religião privada, não. Porque é muito
bonito, né? As pessoas gostam de falar:
"Ah, todas as religiões levam a Deus,
cada um tem sua religião, tudo é muito
lindo, mas o cristianismo ele é odiado
porque [música] ele intromete mesmo."
>> Hoje em dia o confronto é uma coisa que
parece que tá meio fora de moda, né? E e
até as palavras mudaram, [música] né?
Antigamente quando você você fazia um
confronto de ideias, né? Hoje mudou,
hoje é ataque.
>> Hum.
>> Você não opinou diferente, você atacou a
ideia do outro. Eu já tô no céu, eu já
sou escolhido, eu vou ficar aqui
quietinho.
Até duvido.
>> Todos são indesculpáveis diante de Deus,
então assim, não quer ouvir, que não
ouça.
>> Então até fica até no pé atrás se isso
aí realmente é um cristão visual. Só que
a visão desse cara tá embaçada, né?
[risadas]
>> Tá mil, tá precisando trocar os óculos.
Mas tem.
[música]
Boa noite, seja muito bem-vindo a estar
conosco na quarta temporada, no nosso
segundo episódio do Página Virada. Esse
tem sido um momento de descontração, de
aprendizado, de enriquecimento, onde nós
temos discutido o livro Quando a Cultura
odeia você de
>> Natasha Cran.
>> CR
>> é esse nome? Nem tento falar. para não
passar vergonha, mas nós estamos aqui
num cenário novo, tudo maravilhoso. Eu
sou o integrante novo desse episódio.
Nós estamos trabalhando um modelo agora
de podcast, onde nós fazemos perguntas e
respostas, nós discutimos o assunto e tá
conosco o André, o Gustavo, a Bianca, a
Leulair não tá nesses dois primeiros
episódios, mas ela está participando
conosco. O Edley tá lá gravando e
montando todas as coisas e conduzindo
esse espaço de interação, de alegria. E
você que tá participando conosco,
comente, curte, compartilha, interaja
conosco. Nós queremos aprender contigo e
queremos também ensinar, onde nós
estamos discutindo acerca desse livro
tão maravilhoso que Rebeca nos
apresenta, uma cosmovisão acerca de
verdades bíblicas que vão nortear e que
vão conduzir a nossa vida. Nessa
caminhada, nós vimos como que o cristão,
no nosso primeiro episódio, como que o
cristão anda na contramão do mundo, como
que ele é odiado no meio de uma cultura
que enaltece a bondade, mas nega a
retidão, deixa para trás todos esses
princípios. E você já notou como que o
cristianismo eh, algumas pessoas acham
que ele tem que ficar no seu cantinho? É
tipo assim, olha, eh, acredite no que
você quiser, mas desde que isso não me
incomode. Mas será que isso realmente
tem respaldo bíblico? Porque a fé cristã
nunca foi feita para ser privatizada.
Ela foi feita para de fato ser relevante
e atuante no meio da sociedade. E é
justamente
sobre isso que nós vamos dar
continuidade, vamos discutir nessa noite
como que nós cristãos podermos ser
relevantes, atuantes, sendo sal da terra
e luz do mundo, e assim darmos
testemunho acerca de Cristo. E aí,
Gustavo, o cristão, ele foi chamado para
viver um evangelho. E esse evangelho,
ele é privado, ele é dentro de casa ou
ele tem que impactar o mundo? Como que a
gente tem que viver? O evangelho tem que
ser privado somente do seu jeito e da
sua forma.
>> É o próprio Cristo, né? Antes de subir
ao céu, ele disse para espalhar essa
verdade do evangelho a todo mundo e
fazer discípulos.
>> Uhum.
>> Então o cristianismo é uma religião
intrometida. Ela tem que intrometer na
vida das pessoas mídia, não religião
privada, não. Porque é muito bonito, né?
As pessoas gostam de falar: "Ah, todas
as religiões levam a Deus, cada um tem
sua religião, tudo é muito lindo,
>> mas o cristianismo
ele é odiado porque ele intromete
mesmo."
Muitas vezes a gente fala: "Ah, caráter
é uma coisa que não muda, né? Pessoa
nasce com aquele caráter. Se o caráter
for ruim, a pessoa vai morrer com aquele
caráter. O cristianismo ele propõe uma
nova, um novo nascimento. Ele é capaz de
mudar até caráter. Então é uma religião
transformadora e que muda a realidade
das das pessoas. E o próprio Cristo diz
que é para espalhar a verdade do
evangelho. Ela começou ali, né, Judé e
Jerusalém para se expandir para Samaria
e até os confins da terra. Esse foi o
mandato do próprio Cristo. E quando ele
disse pra gente ser sal e luz do mundo,
tá falando de mundo, né? tá falando de
toda a humanidade,
iluminar, trazer a luz ao mundo e ser
sal no sentido de preservar, né? A gente
é como se fosse graça de Deus nesse
mundo. Nós, o mundo é agraciado pela
nossa presença. Como um sal conserva,
não deixa a podridão tomar conta, por
exemplo, de uma carne. Quando você salga
uma carne, você preserva aquela carne.
Então nós cristãos, como salmo, nós
estamos aqui para preservar
a graça de Deus no mundo.
Então a gente tem que impactar,
nós temos que ser relevantes.
O cristão tem que ser relevante. Não
existe cristão, é agente secreto, né?
007 ou ou que fica na bolha, né?
>> É exatamente.
>> Porque assim também é comum muitos
cristãos viverem uma vida ali piedosa,
reta, mas restrita ali ao seu núcleo
social cristão, né? Então, pratica o não
vos conformeis com este século, né? Não
tomar a forma da cultura, mas cessal e
luz já é muito, né? Deixa eu ficar
quietinha aqui no meu grupo da igreja
com as pessoas da igreja. É mais
confortável, né? Porque eu vou, eu não
vou ter embates. No máximo uma
divergência teológica ali, mas chega num
ponto também que a sua interpretação e a
minha não é essencial. Agora você ir
para se posicionar
num com um colega de trabalho, por
exemplo,
>> confronto é muito difícil, né?
Confrontar é difícil. Às vezes
confrontar um filho é difícil, é muito
mais fácil. Ah, deixa ele fazer jeito
que ele quer,
>> né? Mas o que transforma é o confronto.
Hoje em dia, hoje em dia, e hoje em dia
o
>> o confronto é uma coisa que parece que
tá meio fora de moda, né? E eh até as
palavras mudaram, né? Antigamente,
quando você fazia um confronto de
ideias, né, hoje mudou, hoje é ataque,
hum,
>> né? Hoje você não opinou diferente, você
atacou a ideia do outro, né? Tem uma
conotação mais pesada como algo que é
proibido pelo status da cultura atual.
você eh professar uma coisa diferente,
aí você vai lá e faz um ataque.
Eu acho isso aí uma coisa que que tão
ruim, porque eu gosto de conversar, né?
Eu gosto de debater e eu queria
conversar com as pessoas mais, né, sobre
a minha fé, sobre a doutrina que eu
sigo, sobre a minha eh vivência em Deus,
como é que eu eh lido com os meus
problemas. Mas a sociedade tá meio que
proibida de de conversar, né? Então o
nosso mandato, a grande comissão que
Deus falou pra gente ao mundo, né? A o
diabo começou a criar um um formato que
tá tentando nos cerciar de cumprir esse
mandato através da correção. Você tá
que você fique mais caladinho,
>> fique mais caladinho, né? O confronto
ele é muito constrangedor.
>> Já existiu época que era mais fácil
debater de forma equilibrada,
respeitosa, sem agredir.
>> Não é só mais, não é só constrangedor,
ele é ofensivo, né?
>> Você fere o direito do outro de pensar
diferente.
>> Só que, só que se a gente for olhar para
isso, há uma omissão inclusive da nossa
parte.
>> Sim.
>> Qual seria a omissão da nossa parte?
Porque para muitos vão olhar para e
dizer assim: "Não, meu papel é só
pregar, se intrometer na sociedade não
tem nada a ver comigo." Só que como você
acabou de falar, nós somos sal e somos
luz. A luz mostra a imperfeição, a luz
constrange,
>> revela,
>> ela clareia, ela mostra. O sal ele não
só tempera, ele retarda apodrecimento.
É,
>> então o o cristão, ele não foi chamado
por Cristo para viver uma vida privada
só para si.
Ele foi chamado para atuar.
Ele foi chamado para sair para fora,
para falar de Cristo e não só ser
ressado, como a gente vi a sociedade
fazer, mas você vê inclusive uma omissão
por parte disso. Ah, para que que eu vou
fazer isso para ser perseguido, ser
ridicularizado, ser cancelado? Eu
>> não tenho direito. Eu não tenho direito
de entrar na vida do outro para dizer
que aquilo que ele tá fazendo é errado.
>> Sim.
>> Que aquele modo de vida tá errado, né?
assim, existe essa prerrogativa na na
nossa cultura hoje. Eh, você, o Gustavo
citou a questão de filho, né? É difícil
confrontar um filho. Que dirá você
confrontar uma mãe na maneira como ela
tá educando o filho, quando você percebe
que aquilo é nocivo, né? Se você aborda
uma mãe e fala assim: "Olha, desse jeito
que você tá criando seu filho, isso vai
levar prejuízos muito sérios, né? Quem é
você para poder falar? Você cria o seu
filho do seu jeito? Que eu crio do meu
jeito.
>> Às vezes é difícil confrontar um irmão
na fé. né,
>> amor.
>> Quanto mais confrontar uma pessoa que
nem crente é, né?
>> É,
>> então o confronto ele é difícil, não é
fácil confrontar.
E o próprio texto bíblico diz: "O pai
corrige o filho que ama
>> logo você tá sem correção, não é filho,
é
>> bastardo." Só que existe algo assim
muito eh precioso além disso. Eh, ser
cristão não é apenas uma experiência
interior.
>> A boa nova
>> não é só para mim. Eu acho que a gente
tá vivendo um contexto hoje que as
pessoas quer só para si, não é para ser
espalhado. Qual que foi a ordem de
Jesus?
>> É is por todo mundo. É a grande
comissão, né?
>> É ir pregar. Então, Gustavo, não é só
privado, né?
>> Com certeza não.
>> Até porque se nós recebemos a boa
notícia, a gente não vai guardar essa
luz e escondê-la, né? O próprio Jesus
fala isso, né?
>> É.
>> Não tem como colocar debaixo da cama.
você você vai levar isso para clarear
outros ambientes que estão vivendo nas
trevas.
>> Então assim, o o a grande questão é que
na grande maioria das vezes a sociedade
enxerga esse esse posicionamento cristão
de dizer isso, que não tá certo, não é o
padrão de Deus. E o padrão de Deus é o
certo como um petulância ou uma
arrogância de que nossa, com tantas
verdades que existem no mundo, porque
vocês
>> tem que empurrar de vocês? vocês, né? Ó
aqui, fulano, olha aqui como vivem esse,
esse, esse. Ninguém impõe nada. Quem são
vocês para dizerem que a de vocês é a
verdade? Pode não ser relativo, né? E
como se fosse assim, enxerga o cristão
se posicion se posicionando contrário a
algo da cultura vigente como sendo uma
atitude condenatória.
Nós não estamos aqui para condenar, né?
Deus não nos colocou na posição de juiz,
mas ele, nós temos a responsabilidade
de alertar.
Se nós fomos esclarecidos, né? Se a
gente recebeu a verdade de que o mundo
tá caminhando paraa perdição,
paraa morte eterna, a gente vai deixar
isso.
>> A gente foi chamado a amar o próximo.
>> Amar o próximo é é mostrar, ei, aqui
não. Eu sei, eu conheço a verdade, eu
vi, né? Eu vi. Por que que eu vou deixar
as pessoas? Esse é desprezo pelo
próximo. Se eu não me posicionar,
>> o próprio evangelho tem que transbordar,
né? tem que fazer a diferença. E aí
quando a gente olha para isso, para esse
amor encarnado mesmo na pessoa de Cristo
e revelado e demonstrado nas nossas
atitudes, André, o que que esse amor,
por exemplo, tem a ver com transformação
social? Porque a gente olha para amor,
as pessoas fragmentam também amor.
>> E esse amor tem alguma coisa a ver com
transformação social? As pessoas dizem
assim: "Não, mas eh você não me ama.
Amar não é opção pro cristão.
>> Não, não. Eh,
o amar ao próximo é a motivação central
da do do
do início do processo de de
transformação social. Ele é o start, né?
Mas por quê? Fica um pouco vago falar
que que o o amar ao próximo é o start.
Porque vamos seguind a a seguinte linha,
eh nós como cristãos, nós queremos
espalhar a palavra de Deus, nós queremos
mostrar o que Deus tem de melhor, né? E
isso por si só é um ato de amor, porque
você não quer guardar para você só
aquilo que você já aprendeu a respeito
de todo todos os caráteres de Deus,
todos os atributos de Deus. você quer
espalhar isso pros outros e você
transmitir isso para os seus eh seus
colegas de trabalho, com quem você
estuda, com quem você se relaciona no
futebol ou no jogo, é um ato de amor,
porque você não tá guardando só para si
aquilo, você tá fazendo o que Deus
mandou, de Cristo mandou. Vai para todo
mundo, espalhe, né, a palavra, né?
Então, eh eh eh
é um ato de amor só isso. E e Cristo
quando nos manda ir, né, eh diz que nós
temos que ser sal e luz, como já foi
falado, porque talvez três pessoas aqui
já falaram, né? Sal e luz. E e é o que
falou, o sal ele é para conservar.
Então, quando a gente eh chega na
sociedade e fala como que deve ser eh
levado uma família, quanto deve ser os
princípios de uma família, como que que
como que a a o jovem tem que ser educado
numa sexualidade cristã, a gente tá eh
preservando, assim como o sal preserva,
nós estamos tentando preservar eh aquilo
que Deus deixou para nós. Esse ato de
levar essas coisas adiante são
manifestações de amor ao próximo, né?
Eh, quando a gente eh lança a a nossa
opinião daquilo que é verdade, do que
ele é justiça, nós estamos trazendo amor
ao próximo, porque a gente tá impedindo
que ele siga um caminho que será ruim
para ele, que a gente sabe que dali ele
vai caminhar para uma podridão. Então,
isso é manifestação de amor ao próximo.
E quando a gente manifesta o amor ao
próximo dessa forma, o o desejo nosso é
contribuir para que a sociedade eh
evolua em direção a algo que seja bom
para ela mesma. Então, quando a gente eh
o cristão eh por amor ele se engaja na
política.
Ele se engaja na política.
Por amor, eu quero ir atrás de criar
leis que tragam mais amparo a viúvas.
Isso é uma demonstração de amor. Isso
muda a sociedade.
Porque quando você tem eh eh um cristão
que tá buscando espalhar amor, justiça,
igualdade entre o a a sua sociedade,
você tá eh propagando eh eh mensagem de
Deus que quer isso que ele quer para o
seu povo, que vivam unidos, que as
viúvas não fiquem desamparadas, que as
crianças estejam protegidas. Eh,
é isso. Então, isso é uma demonstração
assim eh da verdade que o cristão pode
trazer o amor de Deus
sendo usado na transformação da
sociedade. Tem uma coisa que eu acho que
vale a pena a gente comentar, que é o
seguinte: a nossa missão é anunciar as
verdades do evangelho.
>> Uhum.
>> E não convencer.
Espírito, quem convence é o Espírito
Santo. Nós só temos que anunciar
>> e nem exigir, né?
>> Não,
>> nem exig.
>> As pessoas têm que saber da verdade do
evangelho.
>> Uhum. E
>> muitas vezes a gente entra nos embates
tentando convencer.
E o convencimento quando a pessoa recebe
é igual a parábola do do semeador, né?
>> Recebe de várias formas. A gente tem que
jogar.
>> Sim. Nós temos que jogar a semente.
Agora do jeito que aquilo vai germinar
aí já não é da nossa conta.
>> Isso aí é obra do espírito. Um
testemunho interessante, o pastor
Hernandes falou que foi evangelizar no
primeiro dia dele de seminário em
Campinas em frente a um a um ao quartel
jornal
cadetes, né? Aí o a pessoa que
evangelizar, ó, não venha falar de mim,
isso aí é balera, não sei o que, sei o
quê. fala: "Ó, mas é o seguinte, você
não aceitar Jesus, você vai pro inferno
e você de repente se eu pegar, você vai
pro inferno e tchau, foi embora. Foi
suficiente.
>> É
>> porque não era
>> Sim,
>> não era ele que tinha que convencer, né?
Então assim, a resposta da pessoa às
vezes é ódio quando você anuncia as
verdades do evangelho, mas tudo bem,
deixa o Espírito Santo agir. A gente tá
tentando fazer uma obra de amor ao
próximo, alertando ele contra os perigos
da da das ideias dele, né?
>> E nós estamos no nosso papel como
cristão alertar. O próprio Paulo fala:
"Olha, eu não tô usando de argumentos
aqui. Meu evangelho que eu prego
simples. Exatamente. É tudo simples que
eu tô pregando.
>> Exatamente. É loucura. Parece loucura.
Eu não vou te convencer isso.
>> O convencimento vem do Espírito Santo.
Isso até nos alivia.
>> Sim.
>> Isso é alívio para nós, porque a gente
só anuncia.
>> Sim. Outra coisa que eu queria falar
também eh da uma contribuição que eu
acho que tem bem a ver com que a gente
falou bastante é que quando nós tentamos
explicar paraas pessoas que as verdades
não são eh relativas, que existem
verdades absolutas, é também um ato de
amor. A gente tá tentando indicar para
aquela pessoa, olha, você não tá certa.
Se você caminhar por esse caminho aí,
achando que tudo é relativo, que não
existe verdades absolutas, você vai
quebrar a cara no futuro, porque existe
verdades absolutas. E aí a gente traz um
pouco de amor cristão para essa pessoa
quando a gente fala isso. É claro que o
Gustavo falou, nem sempre a pessoa vai
compreender de imediato, né?
Alguns não compreenderão, mas aqueles
que o Espírito Santo tocar, esse
compreenderá. Muitos não recebem como
ato de amor quando implica em negar. a
si mesmo, negar alguma coisa que eu não
quero abandonar, o que eu não quero
enxergar como sendo algo doloso, como
sendo algo ruim, né? Mas se a gente for
olhar assim, fazer uma analogia aqui bem
simplista, né? Estudo, estudo é uma
coisa amplamente aceita na nossa
sociedade como sendo algo válido, bom e
necessário para um indivíduo se
desenvolver,
>> né? Para eles crescer, para ele ser
transformado, né? Transformacional.
Nossa, usei uma palavra aqui que eu não
sei nem se vai,
>> mas tá valendo.
>> Se o seu filho chega numa fase, gente,
tem época que os meninos amam ir pra
escola. Nossa, adoro ir pra escola, é
divertido. Chega uma fase ali, né, do
fundamental que detesta, né, para
levantar esse indivíduo para poder ir
pra escola. Não quero pra escola, não
gosto da escola, não sei o quê. Você vai
deixar uma criança de 8, 9 anos decidir
que não vai mais pra escola. Se ele
acordar naquele dia ali, não, não quero
ir pra escola, você vai? Ah, não, tudo
bem, pode ficar. Não vai. Agora, o fato
do pai rejeitar aquilo que aquele
indivíduo está convicto de que não vale
para ele é um ato de falta de amor?
Muito pelo contrário, é por amar o filho
que ele vai insistir que ele permaneça
naquilo. Agora, voltando aqui pra nossa
realidade, nós cristãos não estamos
tratando só de um desenvolvimento
profissional, da pessoa crescer, de
conhecer mais. Nós estamos tratando de
verdades eternas que são muito mais
relevantes e significativas, que trazem
respostas para as grandes dúvidas da
humanidade. Quem é o ser humano, né?
Para que que ele existe, qual é o fim do
homem? Então, se nós recebemos essa
verdade, a palavra de Deus diz que
conhecereis a verdade e ela vos
libertará.
Se nós fomos libertos, é um ato de amor
apresentar e querer que o nosso próximo
também seja liberto, que ele saia da
cegueira, que ele saia da escuridão, que
para ele é difícil, só que isso vai
implicar em negar a si mesmo.
>> É uma administração interessante. É como
por exemplo, vamos supor que você tem um
uma criança tem um poney, ela ama aquele
poney e aí aquele poney cai num buraco,
austível para aquela criança tirar o
pone no buraco, né? Aí você vai e chama
ajuda do corpo de bombeiro e ele chega
lá com guindas, com caminhão, barulho e
começa a descer coisas para aquele
buraco para passar uma faixa debaixo da
barriga daquele poney. O poney fica
louco, né? Tá tendo uma demonstração de
amor
con querem tirar o poney lá de dentro,
mas ele não sabe que aquilo é uma
demonstração de amor.
>> Ele tá desesperado.
>> Ele tá desesperado, relutando contra
aquilo, né? Aí precisa ser o poney
tirado ali do buraco dela.
>> Ele vai querer fugir do elástico ainda.
>> Ainda vai querer fugir daquele ali. A
hora que ele sai dali que foi tirar aí
ali vai entender. Ah, foi um ato de
amor, né? Mas enquanto no o ato de amor
não se concretiza, se tá só no nos
preparativos ali, tá
>> no processo,
>> no processo, ele luta contra aquilo ali,
né? E é essa hora que a gente passa a
ser odiado pela sociedade, né? Porque no
processo de trazer o amor, nós somos
odiados, né?
>> Essa diferença que que a gente vê muito
comum, né, entre amor e justiça, né?
Amar ao próximo envolve justiça.
>> Uhum.
Amar ao próximo envolve envolver-se na
sociedade. Rebeca traz algumas histórias
inclusive
Nata, [risadas]
onde que eu tirei Rebeca?
Segunda fala na primeira
que a Rebeca a do vídeo lá que
>> Ah, é que indicou o livro do Éder.
A Natasha, inclusive traz algumas
histórias para embasar essa questão de
amor e de justiça que eu acho assim eh
poderosas pra gente, como que, por
exemplo, a escravidão
foi
>> foi o cristão que inclusive foi lá e
lutou por isso. Ele se
>> envolveu da escravidão, né? pelo fim da
escravidão, o o combate ao infanticídio
na história, um cristão, hospitais,
universidades, orfanatos, quantas
escolas
cristãos fizeram.
Então,
>> eh, a gente tem que olhar para para
essas histórias, para essa bagagem e ver
que amar requer envolvimento,
amar quer demonstração de justiça e que
muitas vezes isso não é não é vício.
>> Uhum.
>> É muito mais fácil me calar
e a pessoa acha que se calar não tá
sendo conivente. Eu acho que foi
inclusive o Mart Luther King, né? a a os
que não falam eh são os mais
prejudiciais, né? Ele diz um argumento
acerca disso. Então, a Bíblia inteira,
as escrituras todas vai mostrar o
envolvimento. Quando o povo vai pro
cativeiro, em Jeremias 29, o que que
Deus diz? Olha, eh, se multipliquem,
trabalhem e orem pela paz da cidade,
porque na paz dela vós terei paz.
Eles inclusive foram chamados assim.
envolver,
mas se envolver santamente,
colocando a palavra de Deus ali como
parâmetro, como direção. E Bianca, como
que a gente pode reagir quando a cultura
ela rejeita esses valores? Porque nós
temos que amar. E esse amor se reverbera
em atos de justiça, em zelo pela
sociedade, em cuidado sobre ela, em
promover ações que de fato eh edificam e
glorificam a Deus.
Como que a a a gente tem que reagir?
Como reagir quando a cultura rejeita os
valores?
>> É, eu acho que é perseverar
em não negociar o que não é negociável,
né? e ciente de que
eh eu acho que o cristão e a e a palavra
de Deus nos mostra isso. Quando ele é
perseverante
nos preceitos bíblicos, haverá momentos
em que ele vai contar, né, com a
simpatia mesmo em uma sociedade
totalmente avessa. Se a gente olhar, por
exemplo, José foi levado pro Egito. No
Egito ele tava numa cultura
completamente diferente. Ele era o único
hebreu que vivia lá.
>> Sim.
com valores muito distintos. E é
interessante que até quando pular uma
etapa na história aqui, né, quando José
se revela aos seus irmãos, os irmãos vão
vão comer com ele, né, e na hora de de
servir a refeição,
mandou que servisse a parte pros
egípcios, porque pros egípcios era uma
abominação comendo na mesma mesa que o
hebreu. Então, chegava a esse ponto, né,
de rejeição.
>> E nas três situações lá que José teve,
né, primeiro ele foi levado paraa casa
de Potifar.
depois preso e depois na presença de
faraó. Essa, esses três indivíduos, né,
o chefe ali da prisão, Potifar e Faraó,
a Bíblia é muito evidente e com a
manifestação deles, vendo ele é a
pessoa, né, que o Senhor era com José.
Então eles percebiam que o proceder de
José era muito diferente. José era um
homem reto, era um homem piedoso, era um
homem aplicado. Então isso chamava a
atenção das pessoas e ele contava com a
simpatia desses das das autoridades que
estavam diante dele, né? Quando é que
ele despertou a ira da mulher de
Potifar, né? que se interessou por ele,
quis se deitar com ele e José não
negociou o que não era negociável. Como
é que eu vou, eu poderia pecar contra o
meu Deus? Você é mulher do meu Senhor,
não posso fazer isso. Ela insistiu,
insistiu, insistiu até que ele falou que
não ia ceder e ela se vingou contra ele.
Aquilo irou, né? porque ele não
flexibilizou um princípio. E aí você tem
outros como Daniel, né, que foi levado
cativo
na numa terra distante e ali também ele
contou com a simpatia,
>> né, da de da mais alta autoridade
daquele povo. Foi colocado como uma
liderança importantíssima naquele reino,
até que despertou o ciúme dos outros.
Ele foi odiado, né, porque ele tava
recebendo muito poder. E armaram uma
cilada para que ele flexibilizasse
aquela atitude dele. Ele falou: "Não,
continuou orando, foi fiel ao Deus dele
e por isso foi foi odiado e foi
prejudicado." Da mesma forma os amigos
dele, né, que foram levados paraa
fornalha.
>> E aí você vai para
em Atos, né, que fala como vem viviam os
cristãos, os convertidos. É, é bonito.
Eu gosto tanto dessa parte que fala, né,
que que eles partiam pão, tomava as
refeições, viviam a comunidade, né, com
aquela aquela rotina de vida mesmo
cristã, de de piedade, louvando a Deus e
contando com a simpatia de todo o povo.
Então, as pessoas que viviam ao redor
desses novos convertidos se simpatizavam
com o proceder e o modelo. Então, desde
que o homem é homem, né, haverá momentos
em que os cristãos
procedendo conforme a palavra de Deus,
sendo sal e luz, eles vão contar com a
simpatia do povo.
>> Mas haverá momentos que não.
>> E a gente entra até naquele aspecto que
o Gustavo mesmo falou, né? Se a gente tá
sendo rejeitado,
a gente tem que ficar feliz.
>> É,
>> é,
>> né? Mas temô,
>> tô no caminho, né?
>> Tô no caminho, pelo menos. Mas tem que
ser rejeitado pelas coisas. É corretas
>> pelo proceder reto, que foi o caso de
José, que foi o caso de Daniel, dos três
amigos.
>> Não, eu não vou me submeter se isso me
faz negar o meu Deus,
>> né?
>> Ir contra aquilo que meu Deus faz.
>> Tem uma coisa, pastor, que é importante
a gente falar que às vezes a gente vai
se acostumando com o pecado do mundo,
isso não gera indignação em nós. A gente
vai se acostumando. Tudo bem. Eu tô
protegido aqui na minha comunidade, na
minha família.
mundo que se exploda para lá, entendeu?
>> Querem viver assim, que
>> o cristão tem que ser indignado com o
pecado e com a maldade do mundo. E essa
indignação nos move a fazer diferença, a
sermos sal e luz.
>> Sim.
>> Porque se eh você ficar na bolha
>> Uhum.
>> é muito mais, né, do que ficar
confrontando o pecado do mundo.
>> Hoje é um comodismo muito grande, né?
Por isso que essa discussão é importante
pra gente, porque ela não só fortalece,
ela nos equipa
>> e ao mesmo tempo é um alerta.
>> É,
>> pra gente. Eu acho que nós precisamos de
algumas sacudidas de vez em quando para
ver se pega pelo menos no trampo,
[risadas]
né? Ainda mais no contexto, é muito mais
fácil se calar,
se omitir
do que argumentar, do que defender.
>> É se posicionar, né? Isso
para não fazer um paralelo.
Nós estamos aqui no Brasil, onde nós
temos liberdade, né, vamos dizer assim,
mas existe muito medo de se posicionar.
E se a gente jogar essa questão de se
posicionar para as pessoas que estão
sendo martirizadas no no mundo afora,
será que eles estão tendo medo de se
posicionar? Porque lá a a espada, a arma
tá na cabeça deles, né? Ali nós não
temos nada apontado paraa nossa cabeça.
>> Sabe que eu acho que o ódio ao cristã
até uma peneira, né?
>> É,
>> é uma forma de Deus provar a nossa fé.
>> Isso. E o que que faz, André? Você falou
um ponto legal. O que que faz essas
pessoas mesmo assim ser odiada, tá
morrendo ali,
>> ficar
>> continuar ficando, defendendo até o
final, sem negar.
>> Aí você vai sobrenatural. Isso, isso aí
é a perseverança da fé.
>> Não, mas isso é sobrenatural. Não é
nosso não. [risadas]
Mas nunca foi
>> esse é o ponto. O ponto, o ponto que a
gente tá tão acomodado no nosso
cristianismo que na realidade nós não
queremos desfrutar e das das coisas e
graciosas e poderosas que o nosso Deus
nos deu, né? Uma coisa é você ter o
espírito, outra coisa é você ser cheio
do espírito.
>> Porque quando você é cheio do espírito,
você transborda. Não tem como. Esses
primeiros cristãos que enfrentaram feras
nas arenas, eu não, eu não enfrentaria
não, eu negaria a minha fé, né? Mas eu
penso que é o espírito mesmo,
>> cheio do Espírito Santo.
>> Olha, vou vou vou vou botar assim, vou
trazer para mim. É, André vai ser
martirizado.
Eu f Deus me aguenta, me faz aguentar a
dor, [risadas]
>> porque uma agulha debaixo da unha deve
doer muito. E como é que fog essa
pergunta devorado por isso? Como é que
você vai
>> ser botado fogo,
>> mas como é que você vai permanecer
firme, convícto da sua fé, mesmo
passando por isso? Aí que tá. O problema
é que para nós cristãos tá tão cômodo,
nós estamos tão acomodados aos nossos
bancos acochoados, bolha,
>> aos nossos ar condicionados,
>> que a gente não é desafiado, né?
>> E nós não somos desafiados. Eu acho que
nossa geração vai começar uma persegição
mais severa. Eu penso.
>> Eu acho que tá
>> que é que mas é que hoje, Gustavo, a
perseguição que nós temos já não é mais
uma perseguição física, ela tá dentro do
campo das ideias. é, é filosófica.
>> E aí que tá, por que que a grande
maioria dos nossos adolescentes e jovens
abandonam a fé?
Porque Pedro disse que a gente tem que
estar preparado para dar razão da nossa
fé.
>> Da nossa fé.
>> O grande problema é essa falta de
preparo, de argumento, é de saber
dialogar, de saber se posicionar.
>> Uhum.
>> Mas assim, eh,
>> e falta de amor também, pastor, né? A
gente acabou de falar que é um ato de
amor você trazer essa verdade à tona. É
falta de amor você restringi-la isso.
>> E ficar acomodado no seu mundinho.
>> Só que que tipo de amor é esse?
Porque pra sociedade, isso que eu tô que
a gente precisa clarear, porque pra
sociedade eu tô amando quando eu tô
concordando com você. É.
>> Uhum.
>> E e você tocou no num assunto aí
importante. Ambiente universidade.
É difícil posicionar entender. Isso
>> é muito difícil. E a cultura vai te
odiar ali de qualquer
>> nosa ali o ódio corre solto. Isso. E ali
amor, por exemplo, é conivente. Não, eu
te amo, Gustavo, porque você tá sendo
bom comigo, mas se você for ruim, eu te
odeio.
>> É, você respeita as nossas ideias, né? O
respeito aí é uma palavra. Você é um
cristão, mas você não fica atacando a
gente. [risadas]
Só, só que a proposta da Natalha é
diferente.
>> Sim.
Não é você tá lá na faculdade
>> sossegado,
>> blindado, quietinho só para você. Não,
ela tá dizendo não, não tem como.
>> É, a gente a gente ouviu isso
recentemente. Não sei se o senhor lembra
de uma discussão que a gente teve lá no
acampamento que teve gente que falou,
né? Ah, tem certas discussões que é
melhor nem entrar, deixa a pessoa falar
lá na dela.
>> Só que Natasha mesmo vai te escrever
para tipo assim, não tem como. Se Cristo
mudou a sua vida,
>> se ele transformou seu coração, se ele
transformou a sua mente, a cultura vai
te odiar, porque Cristo deixou muito
claro que o mundo vai te odiar. Fica
[risadas] feliz por isso, mas não se
acomode, se posicione. E aí que tá
>> se posicionar não é desrespeitar.
>> Uhum.
>> É o que as pessoas
>> nem condenar, né?
>> Não entendem. Ah, o cristianismo odeia a
nossa cultura. O cristão porque eles não
aceitam a nossa diferença. Não é isso.
Nós respeitamos as diferenças. A questão
é, eu não concordo.
Por que que eu não concordo?
Porque eu tenho princípios e valores que
norteiam a minha vida
>> e que nós entendemos como sendo a
verdade que liberta, né,
>> que transforma, porque nós provamos
delas.
>> Nós provamos por experiência.
>> Nós queremos para vocês.
>> Essa questão de posicionamento, eu acho
lindo ver Pedro, né? Isso
>> porque caminhou com Jesus lá por trs
anos e ainda ele mil promessas, né? Eu
não, para onde iremos? Sei o [risadas]
>> e aí Jesus fala: "Você vai me negar?"
Não, que que é isso?
>> E na hora que o trem apertou, né? Que
que que Jesus virou o indivíduo mais
odiado ali,
>> correndo risco de ser morto.
>> E aí Pedro, ah, mas você é um deles,
não? É, ele se posicionou negando,
[risadas] né? ao contrário,
>> ao contrário.
Mas depois que Pedro foi transformado
por por Jesus e se tornou, né, quem ele
se tornou, o grande apóstolo, e ele foi
odiado e e Jesus inclusive tinha até
avisado de que morte ele sofreria, né,
que ele também seria crucificado. E a
coisa mais linda que me emociona é
quando Pedro sabendo que vai ser
crucificado, ele pede para ser
crucificado de cabeça para baixo.
>> Porque ele não se achava digno de ser
crucificado como o mestre dele,
>> porque tinha negado.
>> Mas ele tava disposto a sofrer esse
ódio, né? É,
>> isso eu acho que no Pentecostes foi
desceu sobre eles o Espírito Santo. Eu
acho que o poder do Espírito Santo é se
posicionar
eh ousadia na pregação do evangelho.
Isso é poder do Espírito Santo, né?
Ficar falando línguas. Poder do Espírito
Santo é se posicionar. Coragem,
>> intrepidez, ousadia.
>> Intrepidez, coragem, ousadia. Isso.
>> E eu acho que isso é o poder do Espírito
Santo.
>> E você tocou num ponto,
>> mas você vê Cristo ressurreto,
não tem como fazer vai ser esse aqui não
é o Deus. Você viu o Cristo ressurreço?
>> Sim. Não. Sim. Mas quando desceu o poder
do Espírito Santo, saíram ousado. Mas
não é uma coisa maravilhosa. Você vê o
que? Não, eu defendo porque eu vi, eu
creio.
>> Não, mas também
[risadas]
que Paulo viu que fez ele mudar.
O que que Paulo viu que transformou a
vida dele de perseguidor para ser
perseguido? É, é verdade. É isso, né? E
>> e o próprio Pentecoste, como dito aqui,
essa ação sobrenatural, esse derramar do
Espírito Santo. Mas essa esse derramar
do Espírito Santo trouxe também eh não
só uma ousadia, uma intrepidez, mas se
você observar uma dependência muito
grande. Uhum. Em vários momentos em
Atos, a igreja estava em oração.
>> Oração,
>> só que eles sabiam se posicionar.
>> Vou dar um exemplo. Atos 4, quando eles
são proibidos de pregar o nome de
Cristo, não, antes importa obedecer a
Deus, que os homens eles são livres e
eles se juntam à igreja. Quando se
juntam à igreja, ele diz, eles contam o
relato e eles começam a orar. E eles
começam, ó tu, soberano Senhor, que fez
os céus e a terra, eles pegam a, eles
oram a palavra, eles pegam a palavra e
diz assim: "Assim como aconteceu com
Davi lá no Salmo 2, Senhor tá fazendo
agora com a gente". Só que é o seguinte,
nós podíamos nos calar, nós não vamos.
Mas nos dê trepidez, senhor, não deixa a
gente desanimar, não.
>> É. E assim, o primeiro martirizado foi
eh Estevan deveria acabar com essa
história de cristianismo, né? Todo mundo
ia sair fugir. Não quero, não quero não.
E o que fez foi fortalecer ainda mais.
>> Sim.
>> E essa intrepidez não é da gente,
>> não. Isso não vem do
>> não vem.
>> Então o o o tem como o cristão esconder
essa luz de Cristo, André? Pelo jeito
não tem.
>> Tem, tem várias formas. [risadas]
>> Tem,
>> tem muita. Eh, eu acho que ficou mais
evidente que nós falamos aqui é o medo
de se enganjar, né?
>> Sim. O o se esconder para não entrar em
em atrito. Eu acho que ficou bem claro
aqui, né? Eu acho que ninguém discorda,
né?
>> Mas esse aí é que tá com a luz
fraquinha, né?
>> É.
>> Esse que se esconde, tá com a bateria
baixa, tá?
>> Tá.
>> É difícil, viu? E e outra uma forma
também bem bem comum de você eh deixar
de ser luz, né? esconder essa luz. É
você ser aquele crente que eu que eu
falei, eu acho que no episódio passado,
né, que que ele guarda sua fé só para
ele ali, né, homem de oração. Ele é
crente, mas ele crente, vamos dizer, só
tô na minha, [risadas]
tô crente aqui, mas eu tô na minha.
Eu vive uma cultura cristã, tô na minha
aqui, tô quentinha aqui, eu sou crente.
Sou crente. Mas não, não vamos mexer
nesse assunto não. Afinal de conta,
assim, religião e futebol não se
discute, né? É,
>> aí fica por isso mesmo, né?
>> É uma forma também é é a pessoa, o
cristão achar que ah, o que ele faz na
sociedade é incapaz de influenciar a
sociedade
>> no estado que tá,
>> no estado que tá. Isso não é verdade.
Porque assim, igual o Gustavo falou, né?
E eh eh a palavra vai ser lançada, mas
quem vai convencer é o Espírito Santo.
Então assim, não se furte ao a a fazer
aquilo que você acha que tem que ser
feito, só com a desculpa que ah, ninguém
vai prestar atenção no que eu tô
falando.
>> Uhum.
>> Às vezes um post seu
pode fazer a diferença.
Às vezes o canal, um folheto, às vezes
um canal, quantos testemunhos nós temos
dos dos gideões, né?
>> Uhum. um canal de YouTube que você
começa que tem pouquinha gente, daqui a
pouco ah começa a ter relevância, as
pessoas começam a escutar ali e isso vai
fazer diferença.
Outra forma que nós temos também é é
perda da cosmovisão.
Se a pessoa para de se o cristão para de
enxergar os problemas ao redor dele
de uma forma eh dentro da cosmovisão
cristã, ele começa a pensar igual o,
vamos dizer, o meio universitário,
acadêmico, progressista tá pensando, ele
tá escondendo essa luz. Isso aí não,
>> gente. É só parar de estudar a Bíblia e
ficar estudando
>> postagem de influencer. É, bebeux a luz
luz faz,
>> a luz vai o J vai [risadas]
>> se engajar puramente em causas eh
humanitárias. Quando eu falo assim, eu
tô falando que assim, eu vou praticar
caridade aqui, mas ninguém precisa saber
que eu sou cristão, né? Então eu tô
fazendo caridade aqui, mas tô escondido.
Isso não, não.
>> Ah, não. Caridade ninguém esconde não,
André. esconde. Mas assim, você faz a
caridade, mas não fala o motivo pelo
qual tô fazendo assim por amor,
>> por amor, entendeu? Não, eu tô tentando
assim demonstrar o amor de Deus que eu
tenho.
>> Você leva a sopa, mas não leva a
palavra.
>> É, entendeu?
>> E muita gente faz isso, né? Caridade por
caridade.
>> A caridade sem objetividade não tem mais
e mais ou menos acho que foi o Gustavo
falou que o mundo se exploda.
>> Eu já tô no céu, eu já sou escolhido, eu
vou ficar aqui quietinho
até duvido.
>> Todos são indesculpáveis diante de Deus,
então assim, não quer ouvir que não
ouça.
>> Então até fica até no pé atrás se isso
aí realmente é um cristão visual. Só que
a visão desse cara tá embaçada, né?
[risadas]
>> Tá milp, tá precisando trocar os óculos.
>> Mas tem
>> tem
>> tem. Eu vou [risadas] ser
>> e aquele que está em pé que veja que
não.
>> Só que Natasha nos mostra que o cristão
ele não pode omitir a luz das
escrituras.
Ele é luz.
Se ele é luz, ele tem que iluminar.
E aí nós precisamos então pensando por
essas respostas, André, tais pessoas
precisam reavaliar o seu cristianismo,
precisão fazer um autoanálise, um
autoexame
da sua postura,
da sua crença, os seus valores.
Nós também precisamos fazer muitas
vezes, né? Porque a gente tocou num
assunto aí que eu acho que é importante,
caridade por caridade.
Nós não fazemos caridade por caridade.
Qual o motivo pelo qual nós fazemos boas
obras? Ela sempre tem uma intenção.
As outras religiões fazem também com
intenção se falar que não tá negando,
porque faz parte dessa natureza nossa
humana. Só que o cristão, a intenção
dele não é só dar comida,
é salvar o coração.
O cristão, ele não pode, ele não deve e
a cultura vai odiar a gente, vai odiar,
mas nós precisamos permanecer fiel,
firme,
>> por amor.
>> Por amor.
>> Acho que esse é o ponto mais importante,
por amor. Não a nós, mas a Cristo.
>> Em primeiro lugar, a Deus. e segundo
lugar ao próximo.
>> Isso. Eu acho que isso é é muito
importante. Então, a gente tá chegando
inclusive ao final do nosso segundo
episódio dessa quarta temporada, onde
nós estamos discutindo o livro de
Rebeca.
>> Não, Nata,
>> não. [risadas] Natasha.
>> Ele falou de proposta.
>> Proposta.
>> Natasha.
>> Natasha. Crane.
>> Cran. Gente, eu não sei por que eu falo
Rebeca. Deixa eu ver se tem alguma coisa
aqui de Rebeca.
>> Pastor, eu acho que tá vindo mais uma
menininha aí. Vai se chamar Rebeca. Vai,
não, [risadas] vai não. Mas nós estamos
discutindo esse livro e a gente tem
observado que, de fato, não tem como eh
viver um cristianismo que não seja
relevante, né? O cristão, ele foi
chamado a fazer diferença, ele foi
chamado a exaltar o nome de Cristo e
também a iluminar, a fazer diferença.
Então, participe conosco, curta,
compartilhe, eh manda para nós também
alguma coisa que possa contribuir, que
possa nos ajudar. E a gente espera na
nosso próximo episódio, onde nós vamos
mostrar como que eh tudo muda quando, de
fato, a gente enxerga a vida da maneira
correta, pelas lentes corretas, como que
tudo muda e assim a gente pode também
ser um agente de transformação no meio
da sociedade.
>> Pastor, quem quiser interagir além do
YouTube, desculpa, não estava prestes a
fechar. Instagram também. No Instagram a
gente tem os conteúdos que a gente
mostra os programas e as pessoas podem
comentar, sugerir, perguntar coisas que
aí pode ser um canal também pra gente
estreitar relacionamento,
>> contar um
>> página virada, não é página
>> pap. Ixe,
>> não, a gente coloca
na descrição do vídeo, mas nós colocamos
na descrição, mas é muito bom.
>> Página PIPG, página PIPG.
>> É muito bom você participar, você dar
seu feedback, contar também um pouco da
sua experiência. a gente pode interagir.
Deus abençoe você.
>> Até.

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