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A fé vem pelo ouvir

TEM COMO SER "CURADO" DA HOMOSSEXUALIDADE? EXISTE CAUSA PRA ELA?

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Legendas automáticas:

Seja muito bem-vindo ao Dedos de
Teologia. Eu sou o pastor Iago Martins.
Você está comigo no Pergunte ao Pastor,
o programa de respostas rápidas para
perguntas curtas. Eu abri uma caixinha
no meu Instagram para responder aí as
últimas questões sobre homossexualidade,
sobre tentação e pecado que possam ter
sobrado aí para alguns de vocês. Se você
é cronicamente online e estava
acompanhando as tretas da internet, um
tema que ficou muito corrente agora é se
ser homossexual é pecado ou não é, se a
tentação é pecado ou não é, se alguém
pode ser se dizer crente gay ou não e
coisas assim. A gente fez alguns vídeos
aqui no canal sobre isso. Temos um vídeo
inteiro com uma teologia bíblica da
homossexualidade, um vídeo inteiro
discutindo se um crente pode ou não se
identificar como homossexual. Agora
temos um terceiro vídeo de mais de uma
hora discutindo as diferenças a partir
da escritura entre inclinação, tentação
e pecado praticado. E agora no vídeo de
hoje a gente quer lidar diretamente com
algumas perguntas residuais que possam
ter sobrado do nosso público que
acompanha tudo isso e que talvez tenha
alguma dúvida mais sobre como lidar com
questões relacionadas à
homossexualidade. Se é sua primeira vez
aqui nesse canal, sou pastor Iago
Martins, sou pastor Batista, doutorando
em teologia e tô há mais de 11 anos
produzindo conteúdo aqui neste canal,
onde a gente tem vídeo de vários
modelos. gese bíblica, a gente vai no
grego bíblico, a gente faz avaliações de
cenários culturais, reage ao que tá
viralizando sobre Deus na internet e tem
também o Pergunte ao Pastor, onde eu
respondo perguntas aí que vocês me
enviam. Se é sua primeira vez, não deixa
de se inscrever no canal e assinar as
notificações para ficar sabendo sempre
que houver vídeo novo. Se esse vídeo, se
você gostar desse vídeo em algum
momento, clica em gostei pra plataforma
saber que é um vídeo importante. Se você
quiser apoiar esse canal também, você
pode usar o cupom Jesus lá na Grove
Suplementos, que é uma das
patrocinadoras desse canal. Usando cupom
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pessoal da Grove que você cuida da sua
saúde pra glória do Deus vivo. Lá tem
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e aproveita. Dito isso, simbora pro
vídeo de hoje. Como apresentar o
evangelho para alguém que luta contra
homossexualidade? Cara, da mesma forma
que se apresenta o evangelho para alguém
que não luta contra isso. O problema do
ser humano é de ordem sexual, problema,
o problema do pecado não é de ordem
espiritual, moral, no sentido máximo,
né? No seu relacionamento com Deus. é
uma grande rebelião da alma contra o
Senhor Deus. Então o nosso evangelho não
é um evangelho que num primeiro momento
se apresenta como um plano de
heterossexualização, é um evangelho que
se apresenta como um plano de salvação.
Então o cara é alcólatra, a sua pregação
é sobre alcoolismo necessariamente. O
cara é ele luta contra homossexualidade,
ele se descreve como homossexual, a sua
pregação é sobre homossexualismo. O cara
ele ele vive uma vida da laciva. Sua
pregação tem que ser sobre lacívia.
Claro que dá para usar o pecado
particular do indivíduo como um ponto de
contato para poder apresentar, né, o
evangelho, o pecado e tal, mas acima de
tudo é uma mensagem contra a rebelião do
coração e de aproximação a Deus. A gente
muitas vezes acha que a nossa pregação
tem que ser tem que se apresentar no
primeiro momento sempre como uma
condenação ao pecado mais óbvio daquele
indivíduo. E de novo, não é errado fazer
isso, mas não precisa ser isso, até
porque você não sabe qual o principal
pecado daquele indivíduo. Por mais que
alguns pecados apareçam socialmente de
forma mais clara, não é, diante da da
gente, dos nossos olhos, a gente não
conhece o coração das pessoas. A gente
não sabe o que há de pior ali dentro. Às
vezes a gente foca em um pecado e tem
tantos outros em volta ali dele que o
ideal talvez seria a gente focar na
rebelião do coração. Então se apresenta
a grandeza de Deus, apresentação do
evangelho pode ser dividida em quatro
coisas, né? Deus, homem, Cristo,
resposta. Forma mais didática de se
lembrar de como pregar o evangelho. Você
começa falando da grandeza de Deus, de
quem Deus é, do que Deus fez, da
bondade, do amor e da graça dele em
criar todas as coisas e nos dá nos dá a
vida. Você fala da queda do homem, do
pecado, de como a gente se entrega
paraos nossos próprios prazeres, paraa
nossa própria vida, próprio interesse,
para aquilo que a gente realmente quer,
como a gente ignora, ele caiu dentro do
nosso pecado. E a gente fala sobre
Cristo como aquele que perdoa os nossos
pecados, dá um caminho de proximidade
com Deus, que foi pra cruz para nos
salvar. E a gente fala da resposta em fé
e arrependimento, de vir até esse
Cristo, de aceitá-lo, de de se
arrepender dos pecados e tudo mais. E em
torno dessas quatro coisas, né? você tem
um caminho aí para aprofundar o ensino e
a apresentação do evangelho. Então, não
acho que o evangelho vai ser pregado
diferente a depender do pecado de cada
pessoa. O evangelho vai ser pregado, né,
de forma geral. Se o pecado daquela
pessoa entrar com uma pauta, uma questão
que pode ser tratado, aí dá para tratar,
dá para lidar sobre como Deus lida com
aquilo. Muita gente vai perguntar: "Ah,
mas Deus não me aceita porque eu sou
gay?" Aí você tem um caminho para poder
apresentar a transformação do evangelho,
o perdão do evangelho, de de que não
importa qual seja o nosso pecado, Deus
nos perdoa e tal. dá para chamar aquilo
de pecado e explicando, né, o caminho,
como você vai apresentar a vida cristã
para aquele que tiver interesse em ouvir
um pouco mais e tendo sensibilidade para
entender se ali é um caminho para
apresentar mais do amor de Deus,
apresentar mais do da ira de Deus, né?
Jesus ele apresentava o evangelho de
forma muito sábia, né? Claro, ele era a
própria sabedoria, mas por exemplo, pros
líderes religiosos, Jesus era muito
duro, muito, muito forte contra eles.
Para quem tava em sofrimento, Jesus era
manso, era calmo, era amoroso. Para
aqueles que inventavam desculpas, Jesus
não aceitava. Ah, deixa eu enterrar meu
pai primeiro. Deixa meu pai tenho
cuidado do meu pai até ele morrer. Jesus
dizia Jesus respondia: "Não, deixa que o
morto enterre seu próprio morto, né?
Deixa os mortos cuidarem dos mortos".
Jesus tinha respostas diferentes para as
pessoas. Então você tem que ter essa
sabedoria para saber. Esse cara que é um
orgulhoso no seu pecado, esse cara que é
envergonhado do seu pecado. A gente não
vai chegar numa pessoa que tá
envergonhada do seu pecado. Claro, não
por um caminho de fé, mas às vezes é
socialmente envergonhada, né? Tem
pessoas e pessoas na na sua ética sexual
que muitas vezes tem uma ética sexual
que é socialmente rejeitada e ela se
sente humilhada, né? Outros se sentem
orgulhosos da sua ética, da sua ética
sexual e tal. Como é que se lida com uma
pessoa que é orgulhosa de sua
homossexualidade ou outra pessoa que se
sente às vezes oprimida socialmente pela
sua homossexualidade? São pessoas
diferentes que existem no mundo e talvez
haja uma aproximação diferente e um modo
de apresentar o evangelho um tanto
diferente, tendo sensibilidade às
questões de cada indivíduo ali. Ou seja,
o pecado dele não tem que ser
necessariamente o tema da pregação, mas
isso surgindo, não é? Tem que ter
sensibilidade para saber como abordar
aquilo com cuidado. Mas no fim das
contas é sempre o mesmo evangelho. Eu
tenho essa renúncia há 3 anos. É uma
luta diária e o pior de tudo é ter que
lidar com a tentação. Cara, é difícil
mesmo. É uma luta, pastoreio pessoas, já
pastorei pessoas que lutam também contra
esses impulsos, né, que podem te levar à
prática do pecado. Mas o caminho é é um
só para todos nós. É o mesmo caminho
para todos nós, não é? É um caminho de
identificar os seus impulsos,
identificar, não é, em quais áreas você
geralmente é tentado e continuar
lutando, continuar encontrando no Senhor
Jesus a força, certo? A o poder
espiritual para poder vencer os seus
pecados, para poder vencer as massas
tentações e permanecer numa vida fiel.
Eu eu sempre digo isso, meus colegas,
principalmente aqueles são tem uma
galera que é que é meio, sabe, existe
uma questão cultural às vezes meio
homofóbica, né? O cara não gosta de gay,
tá? Negócio meio assim, como se fosse
pegar, vou vou pegar a né? A
galera é meio esse jeito de agir. Eu
digo, cara, muitos desses caras que
lutam contra, né, as inclinações
homossexuais são muito mais crentes que
nós, meu irmão, porque muitos de nós não
aguentariam viver em celibato pro resto
da vida. Tô, eu pergunto, tu abriria a
mão de de qualquer prazer sexual pro
resto da vida para amar Jesus? Cara, o
cara casar disse, não, não abria, mas
não seria nada fácil e tal. É, não seria
fácil. Essa é a vida padrão desses
caras. A vida padrão desses homens,
dessas mulheres que estão lutando contra
esses impulsos, é uma vida de renúncia
sexual muito profunda, muito difícil,
muito dolorosa, né? E muitos deles vivem
isso com com muita integridade, com
muita fidelidade, né? Com muita justiça.
Então, vale muito a pena mudar o modo
como a gente olha para essas pessoas,
como se fossem os piores pecadores, não
é? Não, na verdade são pessoas que estão
lutando com muita força contra impulsos
difíceis, né, horríveis do coração deles
e muitas vezes vencendo em fidelidade ao
Senhor, em muita fidelidade ao Senhor. O
desejo, por outra, já é adultério.
Porque na homossexualidade só a prática
é pecado. Então, não é isso, tá? No
nosso vídeo, a gente deixa isso muito
bem claro, não é só a prática que é
pecado. Desejar um cara, pensando aqui
no homem, o homem é, ele luta contra
homossexualidade e ele deseja um outro
homem, certo? Eu sou um homem, desejo
outro homem. Isso é pecado também. O
evangelho de Mateus aplica a todos.
Assim como você heterossexual, se deseja
uma mulher, você tá em pecado também.
Não é que o desejo, nesse sentido, não é
de olhar para alguém e cobiçar uma
pessoa não seja pecado. Isso é pecado.
Isso já é o pecado cometido no coração.
Mas a inclinação por si só, que nem
sempre se manifestará como desejo, que
não é pecado. Isso vem da natureza
pecaminosa. Lança luz sobre a nossa
natureza pecaminosa, mas não é pecado
por si só. Então se imagina você, você é
um cara que, sei lá, é um solteiro
extremamente lacivo, você quer pegar
todo mundo, não controla os olhos, você
tá olhando pra mulher na rua, você tá
pecando, você tá alimentando essa
vontade e aí eu quero ver a mulher na
rua agora, quero ver, você tá pecando.
Agora você controla tudo isso, você tá
ali, você tem essa esse impulso
interior, mas ele tá controlado, ele não
tá expresso sequer como tentação. Passa
uma mulher na rua, você vira a cara e
não olha, você pecou? Não, você não
pecou. Assim como alguém que luta contra
homossexualidade, que desejaria em tese
alguém, ele não tá desejando ninguém,
não tá se imaginando com ninguém, aquele
impulso tá lá, tá como uma potência, mas
não se expressa como ato, sequer no
coração dele desejando ninguém, ele não
tá em pecado por isso. Essa essa é a
grande divisão. O senhor colocou no meu
coração sobre ter uma família, mas eu
sou gay. Sexualidade muda, cara, às
vezes muda. Às vezes muda. Na nossa
experiência, na minha experiência, nem
sempre muda, certo? E não é a maioria
das vezes que muda. Eu já acompanhei,
vou dizer, tá? Não na minha igreja, mas
em várias igrejas, em várias várias
várias experiências pastorais de
colegas, pessoas que claramente são
homossexuais, casando na expectativa de
que o casamento lhes mudaria. E eu vou
dizer, tá? Eu já vi divórcioso bastante
para saber que isso não acontece.
Casamento não vai mudar a sua
sexualidade, certo? Não vai. Ah, mas eu
já sou casado e me descobri homossexual.
Aí você vai ter que lidar com isso
dentro do seu casamento, certo? Aí, meu
irmão, é oração, é jejum, é
aconselhamento, é tentar resolver isso
aí, porque já já tá casado, não vai
descasar. Se você viver em entrega, em
fidelidade, querendo, né, viver a vida
conjugal de forma correta, beleza, mas é
é uma é uma vida de muito sofrimento,
né, para muitas famílias isso.
Sexualidade muda, muda. Já vimos vários
relatos, existem vários testemunhos de
pessoas que mudaram. Qual é a dica que
eu daria? Não condicione seu casamento a
isso. Condicione casar a ter mudado, a
você perceber no seu coração que você
não se enxerga mais dessa forma. Nem
esse termo agora tenho que deixar claro
porque senão vou tirar do contexto, né?
Você diz que sou gay, não usa esse termo
sobre você mesmo. Usar esse termo sobre
você mesmo nem vai lhe ajudar nesse
processo de lutar contra, não é, as suas
tentações. Você você quer ter uma
família, você precisa, nesse cenário,
parar de se descrever como gay, parar de
dizer sou gay, entender que você é um
crente e que você tem expectativa de que
a sua sexualidade seja mudada pelo Deus
vivo. Agora, e se não mudar? E se você
nunca sentir atração pelo outro sexo?
Porque isso acontece, não existe nenhuma
promessa bíblica de que você vai ser
heterossexualizado ao encontrar Jesus.
Se isso não acontecer, permaneça fiel.
Permaneça fiel a Deus. Entregue a sua
vida ao Senhor, que existe um prazer
muito maior que qualquer sexualidade na
vida eterna que a gente receberá em
Cristo Jesus. Tanto que o termo é de
casamento, né? Haverá uma família que
teremos com Jesus para sempre. Haverá as
bodas do cordeiro. No meu livro Fogo no
Parquinho tem um capítulo inteiro sobre
celibato. Se você não não puder gatilhar
esse dinheiro, tem um sermão inteiro lá
no canal da Manaim que é o sermão sobre
celibato, que eu prego lá na igreja
explicando sobre como cristãos podem
viver sem sexualidade sobre celibat.
Assiste lá que eu acho que pode te
ajudar a a pensar sobre essas coisas e e
organizar isso também no no seu coração,
tá bom? Que Deus dê te dê força e
estrutura. Descobri marido viciado em
pornografia gay. Infelizmente pedi
divórcio. Tem como recomeçar? Recomeçar
com ele? Recomeçar com o próprio marido.
Você não sei a que ponto tá essa questão
do divórcio aqui, tá? Eu acho que uma
pessoa que um marido, você tem um marido
que é viciado em pornografia gay e que
não quer mudar e que vai viver essa vida
assim e que não tá disposto a viver
outra vida, não tem muito o que fazer,
né? Tem que às vezes é ir embora. Até
porque ser viciado em pornografia para
mim entra em porneia, entra no no que a
Bíblia estabelece como uma vida
sexualmente imoral, né? O que liberaria
no sentido bíblico você sair do seu
casamento. Marido viciado que consome
pornografia de forma constante, ainda
mais pornografia homossexual, se você
sair desse casamento, você tem todo o
direito. Para mim tem todo o direito em
vídeo sobre divórcio explicando isso
aqui no canal. Tem como você recomeçar
sua vida com outra pessoa? Tem, tem.
Recomece sua vida, seja tratada na sua
igreja e siga os conselhos pastorais
sobre quando quando voltar a tentar
pensar em casamento e tal. Quer começar
com ele? Não sei em que ponto tá esse
pedido de divórcio aí, mas ele tá
arrependido, ele tá no processo de
mudança, ele tá ele lá tá tentando
largar o pecado. Eu acredito realmente
que o esforço para continuar em um
casamento depois de uma ofensa tão grave
tem que ser um esforço que tem que
encontrar uma contrapartida de
arrependimento, de mudança, de
transformação, de tentar virar outra
pessoa. Realmente virar outra pessoa. Eu
eu acho fundamental fundamental que as
pessoas estej disposta a virar outra
pessoa. Se esse for o fato, aí dá, dá
para continuar, dá para você tentar
resgatar o casamento. Se não é o fato,
não faz sentido você lutar por um
casamento que você tá lutando sozinha,
em que outra parte quer se entregar a
ofensas tão graves como adultério, o
cara tá viciado em pornografia
homossexual e coisas assim e achar que
vai recomeçar o seu casamento. Só dá
para recomeçar se esse cara quiser virar
outra pessoa em arrependimento em Cristo
Jesus, mesmo com coração entregue à
pessoa de Deus. Senão não tem, não tem
jeito. Como ajudar uma sobrinha de 17
anos cristã, que se declara lésbica?
Como devemos proceder? Você não é mãe,
então é mais difícil, né? Se fosse mãe e
pai, aí você acolhe, ama, porque a
expectativa do mundo é sempre que os
pais vão odiar, expulsar de casa, sei
lá. Então o que é que você faz? é sua
filha, se você for sua filha, né? Você
acolhe, você ama, você recebe, você diz:
"Ó, você vai ser sempre minha filha,
tal". E aí você corrige, vamos lutar
contra isso. O evangelho diz isso, a
vida da fé é essa aqui. Esse é o caminho
de Cristo Jesus. A gente acredita em
Jesus. Todos nós lutamos contra muitos
pecados. Vamos lutar contra isso. Vamos
encontrar qual o caminho de Deus pra sua
vida e tentar apresentar o caminho do
evangelho, né? Se é sua sobrinha, é um
pouco mais complicado, porque você
precisa saber como é que os pais, né,
lidaram com aquilo. O que é que eu faria
no primeiro momento? Quero conversar com
os pais, ver como é que os pais estão
lidando com aquilo, tentar instruir os
pais, a ter uma postura que seja ao
mesmo tempo amorosa e receptiva ao
indivíduo, mas também firme de condenar
o pecado, de apresentar qual é o caminho
do evangelho que aquela família segue.
Até porque se mora com os pais, vai
seguir o caminho dos pais e acabou. Quem
come do meu pirão, como é que é que eu
falo aqui no Ceará? Quem come do meu
pirão, prova do meu cinturão, né? Quem
que mora na minha casa, né? Mora na
minha casa, segue as minhas regras.
Então, as regras são essas aqui. E aí é
orar pro evangelho e fazer o seu
trabalho no coração dela. E aí,
instruindo bem os pais, você consegue
seguir o mesmo caminho com com a
sobrinha de amar, de ter um bom
relacionamento, de conversar livremente
e de poder apresentar o caminho do
evangelho para que esta moça, crendo no
evangelho, crendo em Cristo Jesus,
queira lutar contra os seus pecados. Se
ela não crê em Jesus, qual é a sua luta
agora com ela? É para ela crer em Jesus.
Muitas vezes, de novo, a gente perde
caminho da evangelização em busca da
heterossexualização. Então, antes de
tudo, ela crê em Jesus. Se ela crer em
Jesus, o caminho para lutar contra o
pecado tá aberto. Se ela crê em Jesus,
ela vai querer rejeitar o pecado. Se ela
não crê em Jesus, e aí o que que você
vai fazer? É tentar fazer um ímpio virar
heterossexual. Ao invés de ir um gay pro
inferno, agora vai um hétero pro
inferno. Faz alguma diferença? Nenhuma.
Entendeu? Ah, fulano, fulano é gay. Eu
vou usar aqui uma linguagem bem
escraashada, tá? Mas vamos tirar de
contexto de todo jeito. Fulano é gay, tá
indo pro inferno. Po, vou fazer ele
virar hétero para ele ir pro inferno
hétero. É isso que é isso o nosso
trabalho? Claro que não é. É tirar
pessoas do inferno. É tirar pessoas do
caminho do mal. Então, ao invés, não é,
de a luta pela heterossexualização, é a
luta pela evangelização contra Jesus,
encontra Cristo Jesus, crê em Cristo.
Crendo em Cristo, meu irmão, aí tem o
Espírito Santo, tem a palavra de Deus,
tem a vida da igreja, tem discipulado,
tem tudo para ajudar as pessoas no
caminho do que do que é o certo. Então,
a luta é sempre para apontar a pessoa
para Jesus. Não é errado que parar
tentação heterossexual contentação
homossexual, o impulso homossexual por
si só não é anticreacional. Então, cara,
é o impulso homossexual por si só é
anticreacional, assim como o impulso por
uma mulher que não é sua esposa.
Criacionalmente,
Adão recebeu Eva como esposa e então
declarou ali o seu desejo físico por
Eva, osso dos meus ossos, carne da minha
carne, a linguagem sexual ali, né? A
natureza criacional é uma natureza de um
homem para com uma mulher, de uma mulher
para com um homem casados. O casamento,
né? Adão e foi criados no casamento, ou
seja, o impulso de um homem por outras
mulheres que não são esposa dele é um
impulso antireacional. Também é
antireacional você ser um homem e ficar
desejando as mulheradas por aí. O que é
criacional? É um homem desejar sua
esposa. Isso é criacional. Então, quando
a gente diz: "Ah, mas o impulso
homossexual é antireacional", a gente
ignora que todo pecado é antireacional.
Então, o impulso para uma mulher que não
é minha é antireacional. Assim como a
preguiça é anticreacional, como o
orgulho é anticreacional, como a
blasfêmia é antireacional, como as
idolatrias são anticreacionais, todo o
pecado é anticreacional. Então quando a
gente aplica isso exclusivamente a
homossexualidade, a gente tá errando,
né, em entender que a ordem criacional é
de um homem amando a sua esposa, não é
de um homem desejando qualquer mulher
por aí. Então o impulso heterossexual,
que não seja pela esposa, também é um
impulso anticreacional. Então por que
que eu vou tratar os pecados de forma
diferente? Claro que existem pecados
piores que outros. pecado se expressam
de forma diferente, né, em cada pessoa.
Mas essa divisão entre a tentação
libidinosa heterossexual e a tentação
libidinosa homossexual e criar divisões
muito grandes entre as duas coisas, eu
acho isso inó, eu acho que não
representa uma boa forma de ler a
escritura. São pecados do mesmo jeito,
certo? São práticas de pecado do mesmo
jeito, quando viram tentação e são
assentidas, são impulsos que te levariam
pro pecado do mesmo jeito. Existe causa
para a homossexualidade ou simplesmente
é fruto da queda e as pessoas nascem
assim? Quando eu tento de novo, ai Deus,
coringarei. Eu tentei complexificar um
pouco isso lá na conversa com a com a
com a moça. Aí teve teve um canal, esses
canais de teonomistas, né? Olha, o Iago
não fala que é do pecado, ele não fala,
ele fala que é da ciência, neurociência,
não sei o que. O Iago, gente, vamos lá,
porque o pessoal às vezes é meio difícil
de compreender as coisas, tá? O que é
que faz com que alguém se torne, seja,
se descubra homossexual, né? No fim das
contas é o pecado. O pecado entrou no
mundo. E uma vez que o pecado entrou no
mundo, todos nós temos tentações
variadas em em muitos sentidos, em
muitas áreas, não é? Em cada pessoa, e a
queda se manifesta de forma diferente,
os pecados se expressam de forma
diferente de cada pessoa. Eu tenho
tentações que você não tem, tentações
que eu não tenho, porque nós somos
pessoas diferentes. O que é que faz com
que alguém tenha tentações na área da
homossexualidade? No fim das contas, a
natureza pecaminosa do ser humano.
Ponto. Mas por que é que você tem essa
tentação e eu não tenho? Aí existem
outras explicações que envolvem tanto o
aspecto de ineditismo. Cada pessoa é uma
pessoa inédita em certo sentido. Existe
uma uma pessoalidade que vai se
expressar no dia a dia, como outras
questões, como questões hormonais,
questões de trauma. É engraçado, né?
Quando alguém diz: "Ah, o cara de novo,
uma linguagem escrachada. Vou tirar isso
do contexto. Ele é gay porque teve um
trauma de infância, foi abusado quando
era menino." A galera da direita diz
muito isso, né? A galera mais
conservadora diz muito isso, mas eu
digo, cara, tem questões hormonais na
gravidez que existe alguma algum nível
de evidência, nada muito comprobatório,
mas algum nível de evidência sobre
questões hormonais na gravidez, questões
socioambientais, questões de ordem da da
criação. Ninguém ninguém escolhe a sua
sexualidade, não é? Quando você é
pequeno, quando você é criança, você
desenvolve a sua sexualidade tanto de
forma pessoal como de forma ambiental,
como na criação, nas experiências que
você viveu. Ah, tá vendo? Thaago tá
dizendo que é homossexualidade, vem as
explicações são da, não são da teologia,
são da biologia, são da psicologia.
Cara, também nós somos seres humanos
integrais. O pecado é a raiz e a origem
de todas as nossas nossos comportamentos
que não não correspondem ao evangelho.
Mas existem questões que todos nós
vivemos que sabe, uma pessoa às vezes é
iracunda porque foi criado no lá
iracundo. A Bíblia vai dizer: "Não ande,
não ande com quem é iracundo, você vai
ficar iracundo também". Entendeu? Não
ande com gente violenta, você vai ficar
violenta também. Você é criado num lar
de gente violenta, você vai crescer com
esses com esses impulsos e você tem que
lutar sua vida inteira contra esses
impulsos. Existem existem questões
genéticas relacionadas ao alcoolismo.
Alguma, isso já é comprovado. Existem
questões genéticas no corpo humano que
te levam mais facilmente uma propensão
ao alcoolismo. É uma explicação
neurocientífica para um problema de
pecado. Mas qual é a origem no último no
último nível? É o pecado. É o pecado no
coração humano que leva você a todo esse
tipo de circunstância. Você tem culpa de
tomar de de ir atrás da cachaça também.
Você não perde a culpa por isso. Não
deixa de ser pecado por isso. Então
assim, a gente tem a gente quando só que
se a gente dar uma resposta assim, vai
aparecer algum algum cara dizendo assim,
ó. Ah, mas esses teólogos, gente boa,
são teólogos que são dúbios ao falar
sobre o pecado. Tá vendo? Olha como é
cheio de dubeidade o que esse cara tá.
Cara, às vezes a gente tá, às vezes a
gente só tá dando uma explicação um
pouco mais complexa do que um latido. A
galera só sabe entender latido, tem dar
uma explicação um pouco mais complexa,
aí a tá sendo do dubi, olha aí. Não, não
é claro contra o pecado, entendeu? Às
vezes chega a ser frustrante, entendeu?
A gente tentar explicar alguma coisa e a
explicação um pouco mais complexa do que
um latido virar virar um um escassel. Os
cara não tá sendo claro, tal.
É doloroso. É, ter três jeitos é pecado.
Rapaz, isso aqui é complicado, viu? Eu
eu não sei dizer se é é pecado, tem três
jeitos. Não sei. Eu conheço homens que t
eu eu pessoalmente chamaria de três
jeito, que são heterossexuais, muito bem
casados, nunca tiveram tentações nessa
área. Foram criados pela avó, criados
pela mãe, entendeu? Tem um jeito um
pouco mais delicado ali de agir, né, que
não é o meu, mas tá vz eu deveria ser um
pouco mais delicado aqui. É lá que eu
vou dizer que esses caras estão em
pecado. Acho que não, né? Eu acho que
não. É obrigado ter um jeito mais
machão, mais fortão para poder ser
crente. Eu acho que não. Agora, se você
é uma pessoa que sabe que os seus três
jeitos, né, vem também de um tipo de
comportamento, né, específico, de luta
contra a homossexualidade, você sabe que
esses três jeitos são atrelados a isso
na sua vida, então você deveria
evitá-los, não é? Até porque o
comportamento também é aprendido, então
você deveria evitá-los. são
comportamentos mais atrelados a uma
forma feminina de agir, você deveria
tentar se adequar socialmente a uma
forma mais masculina de agir. Se você
tem crianças, filhos, que tem três
jeitos, né, que expressa esses três
jeitos, você vai educando no caminho de
um comportamento mais masculinizado, ao
invés de ter um comportamento mais
feminizado, certo? Nada mais normal do
que criar meninos como meninos e meninas
como meninas, né? É o caminho do que que
pais e mães devem fazer. Agora a gente
tem que ter paciência, né? Com pessoas
que estão lutando contra o pecado. Agora
vamos a gente vai ser agora o fiscal do
três jeitos do dos caba, né? É, o cara,
o cara sabe e a gente tem que com
paciência e amor lidar, né, com esse
tipo de comportamento. Eu acho que uma
pessoa com muito trjeito vai ser difícil
colocá-la em ambiente de exposição
dentro da igreja, né? Ser uma liderança,
ser um pregador, sei lá, o cara sendo
pregador com muitos três jeitos. O
trjeito ele passa uma mensagem
específica sobre a sua sexualidade,
sobre suas lutas e coisas assim. Eu acho
que lidar com isso, lidar com esses
aspectos comportamentais é bom, é uma
coisa boa quando você luta contra coisas
mais internas, mais difíceis, que é o
seu pecado. Então o trejeito é pecado
por si só não. Você pode ter alguns três
jeitos ali e nem nem lutar contra
homossexualidade. Pode vir de outros
aspectos criacionais. Às vezes o cara é
intelectual, né? Tem tem um memezinho,
né? Um cara, sei lá, é nerdzinho e tal,
tem aquele jeitinho dele ali. Vai ter
que dizer que vai dizer que é pecado.
Vai dizer que é pecado. O cara que é
muito quietinho, nerdezinho, às vezes
criado pela avó, tem aquele jeito mais
delicado. Pecado não é. Mas a partir do
momento que você sabe que isso tá
atrelado já a uma luta interna contra o
pecado, o ideal é você lidar com isso,
não é? E mudar o seu comportamento para
que seu comportamento seja mais coerente
com a ética sexual que você tá disposto
a querer seguir. Pastor, pode-se dizer
que a homossexualidade era pecado na
antiga natureza? Na nova natureza se
torna tentação. Na antiga natureza, se a
gente puder dizer assim, não é? Existe
de fato uma identificação pessoal como
sexualidade. Porque no mundo desrente a
gente é ensinado a criar a nossa
identidade, a basear a nossa identidade
nesse aspecto de sexualidade. Quando
você encontra Jesus, você não identifica
mais a sua personalidade no seu pecado.
Você não baseia mais quem você é nessas
tentações. Então, não é que mudou a, sei
lá, a natureza, mudou a compreensão
sobre quem você é. Muda a compreensão
sobre quem você é. E de fato muda quem
você é quando você encontra a nova
natureza em Cristo Jesus. Você vira
outra pessoa. Agora que seu coração de
pedra foi removido, você tem um coração
de carne aí. Agora que você tá debaixo
da grandeza, da superioridade, da nova
aliança. Porque a um, afetividade é
pecado, isso não afeta negativamente
ninguém. Afeta você. Afeta você como
imagem de Deus. Alguém criado a imagem
de Deus, feito com propósito para viver
uma vida correta de acordo com aquilo
que Deus criou você para ser. Afeta a
outra pessoa com quem você se
relacionar, porque você tá também
corrompendo a imagem de Deus em você e
no outro. Quando você segue, é um
caminho que vai contra aquilo que a
escritura estabelece como o caminho da
sexualidade bíblica, né, correta? Assim
como você faria se mente se entregasse
uma vida sexual laciva, heterossexual,
transando com meninas por aí. Isso é
uma, isso corrompe quem eu sou, corrompe
quem a outra pessoa é. No fim das contas
é um pecado contra Deus e contra a
criação de Deus. O pecado nem sempre é
aquilo que prejudica os outros, não é? O
pecado é aquilo que vai contra o modo
como Deus nos criou para ser. Quando
vivemos, não é, de forma diferente
daquilo que Deus nos criou para ser, a
gente tá indo um caminho, né, longe
daquilo que Deus espera de nós. O que
acha do fenômeno das parcerias
cedibatárias nos Estados Unidos? A
galera que casa e não tem relacionamento
sexual, né? Eu acho um absurdo. Eu acho
que não devia casar, porque não fica
amigo quem não vira colega de quarto,
sei lá, parceria, cibatária é um negócio
muito estranho, muito estranho. Eu não
não acho que isso tá certo, não. Não
gosto dessas paradas, não. É, é meio que
corromper um pouco que significa ser
família. Como lidar com a depressão de
saber que nunca vai ser feliz
romanticamente, vai morrer só. Você não
precisa morrer só. Você tem uma família
que é a sua família da fé. Você tem a
sua igreja, você tem seus amigos. O
único tipo de relacionamento que vai
durar pra eternidade é a amizade. Eu não
vou ser mais ser filho de ninguém, nem
pai de ninguém, nem marido de ninguém.
Ninguém vai ser esposa de ninguém.
Ninguém vai ser parceiro comercial de
ninguém, ninguém vai ser sócio de
ninguém do céu. Na nova criação, o único
relacionamento que durará vai ser a
amizade. CS Leus quem diz isso. Então
você pode ter bons relacionamentos de
amizade nessa vida, que você não vai
morrer só. Você vai ter uma vida de
igreja, uma família de fé. Aquele que
decide abandonar, não é, a sua a sua
casa, como diz o evangelho, para seguir
a Cristo, vai ter 100 vezes mais casas,
100 vezes mais pais, 100 vezes mais
mães, 100 vezes mais esposas nesse
sentido, né? Então você vai ter 100
vezes mais família, 100 vezes mais
pessoas para acolhê-lo quando você
decide viver uma vida de celibá para
poder seguir o caminho da fé com
esperança, com fidelidade, com graça.
Então, então faça isso. Encontre
esperança em saber que você pode ter
muitos filhos espirituais. Você pode ser
um pai espiritual de muita gente, você
pode ter muitos discipulandos, você pode
evangelizar muita gente. O celibá tem
uma oportunidade de serviço a Deus muito
profunda, muito grande. Use isso como
uma forma ah de servir a Deus, de servir
ao próximo, encontrando esperança, mas
na pessoa de Jesus. Você talvez nunca
vai ser feliz romanticamente. Se você
quer ser um cristão lutando contra
homossexualidade, você talvez nunca vai
ser feliz romanticamente mesmo. Mas
existem muitas outras felicidades que
estão à sua disposição quando você
encontra Cristo Jesus, encontra fé nele.
Bom, esse é o pergunta pastor de hoje.
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próxima. Yeah.

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