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A fé vem pelo ouvir

🔴 AULIVE: O CONCEITO DE TRABALHO COMO VOCÊ NUNCA VIU: ENTRE ADAM SMITH E THOMAS HOBBES

🔴 AULIVE: O CONCEITO DE TRABALHO COMO VOCÊ NUNCA VIU: ENTRE ADAM SMITH E THOMAS HOBBES

🔴 AULIVE: O CONCEITO DE TRABALHO COMO VOCÊ NUNCA VIU: ENTRE ADAM SMITH E THOMAS HOBBES

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Legendas automáticas:

pela verdade, pela vida, pela luta
popular, pela realidade. de uma utopia.
Livres do rio ao mar. Um sonho pelo dia
da paz entre nós.
Guerra aos senhores, ouçam nossa voz.
Fé, ciência do mundo, luz, testemunho,
ser da terra, o sal. Seguimos trazendo a
boa nova. Todo dia útil até a vitória
final.
Filosofia,
economia, sociedade e religião.
Praticamos
diplomada, fazemos propaganda e
agitação. Fé, ciência do mundo, luzes,
testemunho, ser da terra, o sal.
Seguimos trazendo a boa nova, todo dia
útil até a vitória final.
Seguimos trazendo a boa nova todo dia
útil até a vitória final.
Pela verdade, pela vida, pela luta
popular, pela realidade, uma utopia.
Livres do rio ao mar, um sonho pelo dia
da paz entre nós.
Guerra aos senhores, ouçam nossa voz.
O pressuposto de toda a existência
humana e, portanto, de toda a história é
que pessoas têm que estar em condições e
viver para fazer história.
Ciência do mundo, luz. Testemun ser da
terra o sal. Seguimos trazendo a boa
nova todo dia útil até a vitória final.
Fé, ciência do mundo, luz, testemunho
ser da terra, o sal. Seguimos trazendo a
boa nova, todo dia útil até a vitória
final.
Seguimos trazendo a boa nova, todo dia
útil até a vitória final.
Ciência do mundo, luz,
da terra, o sol.
Seguimos trazendo a boa nova todo dia
útil
até a vitória final.
Bom dia. Tudo bem? Como é que vocês
estão?
O som tá bom?
O som tá de boa. Tá bala. Tá saindo
adequadamente este volume.
Bora lá para mais um conteúdo totalmente
excelente imagem de hoje. Como é que
vocês estão? Hoje excepcionalmente
terça-feira.
Excepcionalmente dado motivo de eu não
vou conseguir gravar depois e estamos
precisando gravar aí
para tentar fechar a renda mensal. Nós
tudo bem, minha gente, não esquece de
curtir esse vídeo, comentar para já
espalhar a palavra por aí e hoje tem um
conteúdo totalmente excelente para você
e se você que ser membro, membra membro,
membresí aqui do canal, não esqueça de
talvez participar disso porque vale a
pena. Experimente. Temos cursos de
marketing e religião, evangélicos e
política no Brasil, como fazer o seu
projeto de pesquisa. Além de que se você
vira membro, membro membresia aqui do
canal, você pode participar do nosso
grupo do Zap. Exatamente. Um grupo
totalmente exclusivo e totalmente
excelente, com pessoas muito saudáveis,
gentis. Você pode trocar uma ideia muito
bacana. Só mandar um e-mail para este,
cadê?
Este e-mail aqui que está passando na
sua tela que você vai poder mandar.
Identifique-se para que eu possa
verificar que você é você mesmo. A gente
começa a trocar uma ideia, você pode
participar lá, a gente manda bastante
conteúdo exclusivo por lá também.
Beleza? Acho que vale a pena. É muito
conteúdo em conteúdo, tá?
por dias, horas, com conteúdo excelente.
Bom dia.
Fala, querido. Fazer o what? Fazer o
quê? Conhecer. Fazer o what? Bom dia,
tudo bem? Ai, ai. Bom dia, carapa. Como
é que você tá, mano? Carapa nosso
consultor em marketing digital.
Totalmente nos ajuda. Espero ter feito
uma propaganda decente, tá?
Bom dia.
Bom dia, Ruben. Sempre aí com a gente
trocando ideia. Bom, cara, espero que
você curta o conteúdo hoje. Eu acho que
você vai gostar, tá? dos nossos últimos
papos aí recentes via canalzinho. Eu
acho que você vai curtir. Acho que você
vai curtir.
Live sobre empreendedorismo. Não,
não. A gente vai discutir uma parada
massa. O poder do trabalho, ou melhor, o
poder produtivo do trabalho. Vocês vão
gostar, cara. Vai ser uma parada que
vocês provavelmente não viram em outro
território da internet, talvez queçado
do planeta. Então,
de verdade, acho acho que vocês vão
gostar. E o Rubens também acha.
Bora, mano. Bora, bora. Bom dia. Fazer
boate. Fazer. Bom dia. Bom dia. Acabei
de mandar um bom dia para você. Você foi
o primeiro a receber bom dia nesse bom
dia. Dia. O som tá bom, gente? Tá muito
alto o volume da musiquinha ou tá
adequado?
Só para eu me ajeitar aqui que eu não
quero ensurde-los.
E parece que está adequado, mas hoje,
hoje o papo não será Marx, mas a gente
vai passar por lá. Hoje nós vamos para
os pré-marques.
Hoje vai ser um papo que vai misturar um
pouco sobre pesquisa,
como fazer pesquisa. São vão, vão curtir
uma parada que vou fazer aqui. Vou
mostrar em loco e ao vivo o passo a
passo de pesquisa, de trabalho de
pesquisa, que acho que vai ser muito
legal. Vamos gostar.
E nós vamos falar sobre
uma articulação profunda entre economia
e política, uma discussão muito
interessante.
Economia e política que foi separada no
final do século XIX para o começo do
século XX, acelerada e progressivamente,
eh, entre dois campos, né? E aí tem um
texto muito interessante, inclusive do
Emanuel Wallerstein, né? botar o
nomezinho dele bonito aqui para vocês.
Emanuel Wallerstein,
velhinha é muito bom.
Emanuel Wallerstein.
Tem um texto do Wallerstein que ele faz
uma análise e uma crítica sobre as
ciências sociais muito muito
interessante
que ele fala assim: "A formação das
ciências sociais modernas, né, como elas
se dão, é muito recente
e elas vão replicando progressivamente o
papel desempenhado pela pelas chamadas
ciências duras, né, as ciências exatas,
chamadas exatas, né? as ciências físicas
e biológicas, mas especialmente físicas,
as que são matematizáveis.
E por que que é interessante ele falar
isso? Porque ele fala assim: "Nessa
reprodução, você define a ciência a
partir do objeto.
E nas ciências sociais é o estado se
torna o objeto da pesquisa política. E
aí você faz uma ciência política.
O mercado, instituição mercado se torna
o objeto da ciência que estuda mercados,
a economia. E no caso, especialmente a
partir da divisão anglófona dos falantes
de inglês, né? Economics, a economics,
eh, a partir desse objeto e o que sobrar
vai pra sociedade. Aí vem a sociologia.
O que sobrou dessas duas grandes
instituições se reúne num grande objetão
chamando sociedade. E aí vem a fundação
da sociologia. Posteriormente vão tentar
estabelecer também o âmbito da
antropologia um pouco mais problemático,
porque ele vai viver de um lugar
esquisito, mas também depois se
constitui como uma das quatro pernas
desse animal quadrúpede chamado ciências
sociais.
E aí o o quando você vai fazendo essas
especializações, você perde a conexão
profunda entre esses âmbitos, né? Não
existe sociedade sem instituições. A
sociedade moderna é uma sociedade
baseada em duas grandes instituições,
mercado e estado.
Eh,
e se você fragmenta o estudo de cada uma
por seu objeto, você perde o todo em seu
funcionamento.
Simples assim. E antes de ter essa
fragmentação, esse campo do estudo da
sociedade, do estado e do mercado, como
três objetos abstratamente separados,
era dada pela economia política. De onde
vem a crítica de Marx, a crítica da
economia política burguesa. Pois é, a
partir do final do século XIX, começo do
século XX, vai se fragmentando esses
tipos de estudo e se perde essas
conexões. E hoje a gente vai ver um
elemento muito interessante numa
pesquisa que conecta
política e economia. O poder. Poder é
uma palavra muito política
fundamentalmente
e o funcionamento do mercado e a
compreensão da economia. A gente vai
estudar Hobs e Adam Smith e suas
conexões. Eu acho que vocês vão gostar.
Bem legal. Modéstia à parte. Bem legal.
Diz nosso querido fazer o watch. O som
tá show. Tá show. Esse clim é gostoso.
Eu gosto dessas gruvezinhas fala Kevin.
Bom dia, meu querido, mais novo dinzista
deste país. Sim, você será dinisizado.
Você será nisizado. Eu faço uma profecia
aqui. Pode anotar. Não dá para printar
porque não dá. A foto não vai sair o que
eu tô falando. Mas grava então. Mas você
será dinizado. Você se renderá à loucura
de Fernando Diniz.
Nós vamos ser felizes, nem que seja por
8 meses, mas seremos. Que importa hoje é
ser feliz por 8 meses, tal qual fomos
ano passado com aquela truculência do
Dorival.
Futebol feio da bexiga. Agora vai ter um
futebol bonito, pelo menos. Se é para
sofrer que seja sofrendo bonito e
jogando maluco. Não aguento mais ver
quatro volantes. Quatro volantes
fechados numa linha que um não toca pro
outro, cada um num canto, numa ponta do
campo. Nenhuma associação possível e
chutando e torcendo pro Mateuzinho, pros
laterais. Mateuzinho Bigu ficar fazendo
chuvenirinho na área para ver se alguém
dá uma casquinha. Meu Deus do céu, que
coisa horrível, horrível. Futebol inglês
dos anos 80.
Diz nosso querido Rubens, a economia
virou administração de empresas.
Exatamente, porque cada vez mais ela vai
se especializando em mercado como sua
instituição objeto e dentro do mercado
seus pequenos núcleos. É
que campo diz fazer o watch? O nosso
campo. Estou com raiva dessa expressão.
Eu também. Eu nem sei que campo que a
gente tá falando. Espero que seja campo
de futebol ou campo econômico ou campo
de estudos. Campo de estúdio.
Ah, verdade. Querido Gabriel fez aqui
uma menção importante. Agradecemos
Bianca. Bianca,
Bianca, querida Bianca,
atendente
terceirizada do telemarketing da Vivo,
que me atendeu via WhatsApp
ontem pela manhã. Você foi canonizada no
nosso canal por salvar a minha vida.
tentando comprovar que eu já tinha pago
a conta da internet. Poderia não ter
pago. Sim, paguei atrasado também, mas
eu havia pago e a minha internet estava
sendo suspensa por motivos de não
reconhecer o pagamento depois de já ter
sido pago por Pix. Mas Bianca, obrigado
Bianca do Telemarketing da Vivo que
atendeu pro WhatsApp ontem pela manhã
por nos ajudar a voltar à internet e
comprovar para a empresa que eu já havia
pago os serviços. Muito obrigado,
Bianca. Bianca da Vivo, você está
canonizada na igreja barista. Obrigado,
Bianca.
E o Gabriel sabe disso porque ele é
membro do canal e fez parte lá dos
nossos grandes debates ontem pela manhã
no nosso grupo do WhatsApp.
Diz nosso querido Kevin, o tempo de
crítica acabou, agora é apoiar. É isso,
Kevin. Você já estáizado, você já viu a
foto dele de cara de maluco? Ele é
doido. Ele é doido e a gente é maluco
também, então vai deu tudo certo. Louco
por louco, mano. Bando de louco.
Parabéns aos corintianos por perderem o
último jogo. É, muito obrigado aí fazer
o pela, né, alegria. Não dá para
criticar o Dinis? Não, não dá. Ainda
não. Daqui a 8o meses, quando a gente
começar a entrar no ciclo da derrota,
tudo bem. Nós temos 8 meses de alegria.
Então, calma, calma, torcedores.
Torcedores, calma. Bianca,
obrigado, Bianca. Bianca que é o nome da
professora da minha filha. Eu sei que
não é a mesma pessoa por outros motivos,
tá? Mas bora lá, bora lá, bora lá, bora
lá. Deixa eu botar aqui o nosso sonzinho
agradável. Ó, a gente vai começar o
seguinte.
Vou abrir com vocês testículos,
textinhos, pequenos textos. Na verdade
não são não, porque são textos longos em
que a gente vai poder discutir um um
teminha massa.
Cara, de verdade, vocês vão se
surpreender, eu tenho certeza disso.
Bom dia, querido Diogo. Bom dia, Bruno.
Hoje é só vai ter live ou vai trabalhar?
Eu tô trabalhando todo dia loucamente,
faz um tempo e em três trabalhos
diferentes, um formal e dois não. Ou
seja, Deus nos proteja. Minha
companheira, como diz querido Felipe,
que também já foi canonizado aqui no
nosso canalzinho, Felipe já disse:
"Bruno, a Bruna, nome da minha esposa
Bruno, nome da a Bruna já pode dizer
como a Rochelle que o marido dela tem
três empregos. É, já já pode.
A vida tá, essa olheira aqui, ela não é
sem motivo, ela tem muitos motivos. A
vida tá maluca, mas vamos sobreviver.
Vitória, trabalhador. Brincadeira. Eu
sei que você tá brincando. Eu também é
para aproveitar que nós fala que a gente
é trabalhador. É, é. Aproxima, aproxima
o pessoal. Olha, o menino é trabalhador.
Se você Ah, tá estourando o som. Pera
aí, perdão.
Acho que agora vai ficar melhor, hein?
Obrigado pelo aviso, querido. Diogo, o
som estourando não é gostoso, não. Tem
que ser um som agradável aos ouvidos.
Tá dizendo pras pessoas, é, você, você é
trabalhador. Trabalho, trabalho muito.
Bom dia, querido Thago. Tudo bem, meu
bom? Espero desejo que sim. Espero
desejo que esteja tudo em paz por aí.
Bom dia a todos os baristas e não
baristas da América Latina.
e diz: "Rubens, mais trabalho só da
aula?" É, essa pergunta ela é, né?
Eh, é isso, é isso.
Que que a comunicação não faz, né? Diz
nosso querido Diogo. Não está estourando
o som. Você está estourado na estourando
na mídia, aparece nos lugares. Ah,
claro, só se fala em outra coisa.
Foi mal, estourou para mim. O som tá
estourando, tá ligado? O som tá tá
estourando o ouvido, essas coisas. Eu
fiquei muito tempo na igreja trampando
em meses de som quando era adolescente.
Voluntário, obviamente, né? De trabalho
de igreja é voluntário. E foi bom. Devia
ter uns dos 12 até uns 13, dos 12 até
uns 14 anos, eu ficava circulando ali na
mesa de som.
E eu queria ficar aprendendo, vendo como
os caras fazia. Então ficava
acompanhando lá. Aí tinha um mano que
mexia nas luzes, o mano que mexia no
som, outro mano que fazia os bagulhos.
Eu queria tipo, caraca, que da hora. Eu
queria entender aqueles negócios ali,
foi bom para mim. As coisas é legal. Eu
esses dias eu tava pensando nisso, né?
Tive muita sorte de poder ter muitas
experiências diferentes na comunidades
que eu frequentei, religiosas e não
religiosas, e de querer me meter em
trabalhos aleatórios e fazer funções
nada a ver. E aprendi muito nesse
processo. Eu sei hoje, por exemplo,
desentupir privadas com ziploock.
Ziplock com com o filme fazendo ziplock.
Ziplock é que essa bolsinha eu conheço o
filme uma coisa pensem outra. Sei se
desentopio privado com conheço o filme
graças a trabalhos dessa vida e
funciona.
Formações importantes.
Pergunta Thaago. Me atrasei. Perdi a
chamada. Não, você está em dia, você
será contabilizado.
Presente, Thago. Presente. Não, essa
frase não é bom de dizer não, que no
pessoal fala isso, não é aquelas
encontro de movimento social. Não sei
quem presente, é porque o maluco morreu.
Não, você tá, você tá aqui, tá nós tá,
tá vivo também.
Quatro trabalhos, né? Diz Carapa. Olha a
invisibilidade da paternidade de
serviços domésticos. É verdade, eu
esqueci de considerar o trabalho
reprodutivo.
Três trabalhos pagos e um não pago. E
desses três pagos, tem um que não tá me
pagando faz um tempo. Mas tudo bem. Me
disseram que vão sarci. A gente confia,
afinal, né? Confia.
Bom dia, Willam. Tudo bom, meu querido?
Seja bem-vindo. Espero que sim. Com
ziplock. Não, eu falei errado. É isso. O
filme. Isso é um filme plástico.
É, eu falei bobagem. Pensei num negócio,
falei outro.
Dizos queridos Diogo. Sei como é. Eu sou
desses crias de igreja que faz tudo. O
faz tudo, o coringa. Exato. Tinha uma
uma mina lá na igreja que me chamava de
Severino por causa dessa, né, essa a
essa
acostumamento horrível aqui em São Paulo
de considerar a pessoa chamada Severino
como o zelador de algum lugar que sabe
fazer tudo. E aí me cha me chamava de
sevirino. Falou Bruno Severino. Que que
fazia tudo, sabia fazer? Cumprir quase
todas as funções requeridas naquele
ambiente. Então quase todas. Eu não
sabia pedir dinheiro, não sei até hoje.
Que bom, Deus abençoa. Dizem por aí,
dizem por aí. Exatamente. Saquinho de
gente. São 8:38
matucada. Calma aí.
Ai, da hora, cara. Mas a gente vai ler
coisas interessantes, vocês vão gostar.
Este livrinho fará parte do nosso papo
de hoje,
Leviat de Thomas Hopes. Essa tradução eu
gosto muito. Pena que eu não tenho ela
em PDF porque seria errado,
mas ela é muito boa.
Ela é muito boa e eu recomendo,
recomendo bastante. E a gente vai ler
também A Riqueza das Nações de Adam
Schmith e vocês vão gostar.
vai fazer umas conexões bem
interessantes. Não tem como não gostar
desse tema, cara. Só para dar um uma
ideia para vocês.
Eu apresentei essa conversa, essa
discussão aqui no quando eu tava no
doutorado.
Comecei a fazer pesquisa do doutorado. E
qual que era o meu problema? Meu grande
problema é que eu era da filosofia e eu
tava mudando para área da economia. E os
meus conhecimentos econômicos, eles numa
escala de 0 a 10, eles viravam ali em
torno de -4.
Então eu precisava dar uma estudada
considerável,
né? Precisava correr atrás do prejuízo
e comecei a estudar loucamente. Nosso
que eu comecei a estudar loucamente,
comecei a aplicar tudo quanto até método
que eu tinha de pesquisa e de estudo
para tentar entender aqueles bagulhos. E
aí eu fui entendendo que eu podia fazer
uma abordagem dentro do campo da
economia sem precisar ser um economista
estrito senso. Eu poderia,
como filósofo ou como alguém que estudou
métodos filosóficos, abordar os textos
de economia pensando filosoficamente,
trabalhando com metodologia de pesquisa
filosófica, seja a leitura do método
estrutural, sejam outros métodos
hermenêuticos. Eu falei: "Porra, vou
fazer isso". E comecei a fazer. Só que
isso ali para entrar no doutorado.
Entrei no doutorado e continuei fazendo
porque eu precisava correr atrás dos
clássicos, eu precisava conhecer
minimamente panoramas de principais
autores e autoras da história da
economia, essas coisas.
Pô, tem que tem que fazer isso aqui
acontecer. E aí desse processo,
um ano, dois anos depois, quase dois
anos, é, no meu final, indo ali pro
segundo ano do fechando o segundo ano no
doutorado,
a gente teve uma disciplina sobre
metodologia científica de pesquisa
científica.
E aí, e porque todo bendito programa de
pós-graduação
exige algum de metodologia e não sei que
lá. Aí é claro que você pode convalidar
e tal, mas como era um programa novo e
requeria um tipo de pesquisa específico
e que fosse interdisciplinar e que
também ia receber a gente diferentes
campos, tem que fazer, bora fazer. Aí
fui fazer e foi legal porque aí a gente
teve realmente um encontro com
abordagens e metodologias que eu não
manejava tanto dentro dos âmbitos das
ciências sociais para além da sociologia
e da filosofia da economia, ciência
política, essas paradas tudo. Falei:
"Pô, legal, tô gostando, me interessa".
Só que nesses estudos a professora que
dirigia essa disciplina,
ela inclusive um beijo imenso pra
querida professora Maria, então vou
falar do sobrenome por respeito a ela de
não expô-la, não porque tenha feito algo
errado, mas por que que vai ficar
falando nome da coitada? Cara, mas foi
uma aula muito legal, professora, muito
gente boa, gente boa demais. E ela
falou: "E tem métodos hermenêuticos de
filosofia e tal, mas que a gente talvez
não entre." Eu falei, pô, legal. Aí ela
olhou para mim e falou: "Mas Bruno, você
tá eh formado em filosofia, né?" Falei:
"É, sou. Você poderia então trazer pra
gente um dia uma aula sobre esse tipo de
pesquisa de filosofia?" Posso. Aí
comentou com um outro colega nosso. Aí,
aí quando a gente viu, na verdade, virou
um troca de diferentes metodologias de
pesquisa e trabalhos realizados. Então,
a gente acabou se apresentando uns pros
outros pesquisas que já realizamos na
nossa vida. E aí eu resolvi fazer
apresentar para ele, pra galera, pra
turma.
uma uma metodologia de pesquisa dentro
da hermenêutica
filosófica para poder discutir um tema
de economia. E eu fiz, apresentei
exatamente o que eu vou apresentar para
vocês aqui com alguns outros detalhes
mais aprofundados, mas é uma discussão
que surgiu nas minhas pesquisas nesse
período de transição entre a filosofia e
a economia e eu acho que vocês vão
gostar. E vem dessa leitura de Adam
Smith.
Adam Smith.
E o
Thomas Hobbes, tá? Então vamos lá. Adam
Smith e Thomas Hobs.
E essa conexão não fui eu que
estabeleci. Falei: "Eu não vou ler os
dois, vai ser legal". Mas na verdade foi
lendo Adam Smith que eu fui parar em
Robs.
E aí Robs eu já tinha lido, mas aí eu vi
Robs de outra maneira e eu vou até dizer
aqui subestimado Robbs, hein? Eu como
crítico de Hobbes, muito crítico de
Robbs, com muitos problemas com hobbs
subestimado Hobbs, hein?
Às vezes a gente não dá o valor
necessário a este homem.
Para ser crítico tem que reconhecer os
méritos. E vamos lá. Vou mostrar para
vocês, cara. Vou mostrar. Vai ser legal.
Beleza.
Deixa eu abrir aqui.
Poxa, que história massa. Espero que
seja massa. Agora vê ela em loco, cara.
Não, pior é que foi legal mesmo. E a
galera gostou muito, todo mundo pirou,
falou: "Meu Deus, que nunca tinha visto
isso, que bagulho legal". Falei: "Pois
é, acontece, você aplica uma metodologia
de leitura num lugar, dá um bagulho que
você não tava esperando e acontece".
Mas vou mostrar para vocês. Deixa eu
abrir aqui. Nós vamos. E hoje,
inclusive, é live bilíngua, hein?
Vai ter português, inglês, inglês,
português, português, português.
Deixa eu pegar os livros aqui.
Aqui, deixa eu pegar primeiro em
português
uma tradução bem conhecida de Adam
Smith.
Pum. Aqui.
Isso aqui tá bem conhecido, tá? Essa
tradução aqui de Adam Smith, a famosa
dos economistas, daquela famosa coleção
dos economistas.
Cara, isso aqui fez um bem pra nossa
humanidade, né, brasileira, assim, ter
essas coleções, os economistas, os
pensadores, essas paradas tod. Cara,
isso foi muito bom pra gente. Pode ter
acesso a muita coisa boa. Obrigado aí,
Abril, abril cultural por ter feito isso
pra gente. Isso aqui salvou vidas
aqui nos economistas. Adam Smith,
a riqueza das nações. É essa que nos
interessa. Lembrando que Adam Smith era
um filósofo, professor de ética,
puritano, né, de tradição protestante,
que de acordo com o Juan Rossé Bautista
Segales, seculariza a compreensão de
natureza humana protestante pra economia
política. Ele faz esse papel de acordo
com Ross Baltista Seg, o que é
interessante de se pensar. Eu vou vir
aqui para vocês
que que me interessou isso aqui.
Por que eu fui ler introdução? A
ricqueza das nações. Pronto.
Ah, isso aqui é introdução. Prefáciil
pió pó, que ele tava gllesgo, que foi
não sei aonde, pi, lá lá, lá.
Fiz isso, fiz aquilo. A parte desse
livro um fala disso, a parte dois fala
daquilo, a parte três fala daquilo. 3
km de de prefácio. Jesus Cristo. Acaba
aí. Foi? Não, não foi não. Oh, [ __ ]
Já partiam logo, desgraça.
É por isso que o pessoal desiste de ler.
Pronto, agora se a riqueza das nações.
Ah, não é outro. Ah, é introdução e
plano da obra. Lá vamos nós agora. Livro
um. Uh, finalmente livro primeiro. Ó,
começa aqui o problema.
Essas coleções eram bem massa, diz nosso
querido Diogo. Eu lembro de pegar vários
livros dessas na escola. Eram bonitos
para quem curte a aparência mais
tradicional. É mesmo. Capa dura,
clássico, com aquela parada dourada, né?
Às vezes tinha a cara do do intelectual
lá na frente. É legal. Eu também gosto.
Também gosto. Acho acho bacana. Não,
isso aqui foi salvou vidas, gente. Ó,
agora começar aqui pelos títulos.
Paulo fez aqui um comentário importante
para correção científica adequada. Vamos
lá. diz Paulo. Comentário irrelevante,
não extremamente irrelevante, porque se
você confunde uma coisa com a outra, tua
salada que estava protegida na geladeira
pode ser um pouco complicado.
Comentário irrelevante. Isso filme é a
película de escurecimento de carro. A
película de alimentos é filme de PVC.
Você tem toda a razão. Então, eu
desentupi privadas com filme de PVC. Não
conheço filme de carros. Inclusive, eu
não recomendo que vocês tentem com seu
filme de carros e nem que vocês tentem
cobrir a salada, por exemplo, que vai
colocar na geladeira com isso filme de
carro. É melhor usar o filme de PVC,
esse plásticozinho.
Melhor.
É, dá, dá tranquilo, tranquilo. Utilizei
muitas vezes esse método, dado que às
vezes eu tinha que desentupir privadas
de banheiros, que a gente estava sem
desentupidor. E aí o primeiro método que
eu utilizava era esse, funcionava uma
pressão forte que a gente faz. Mas
depois eu explico para vocês.
A vida tem dessas coisas.
O livro primeiro, as causas do
aprimoramento das forças produtivas do
trabalho. Veja aqui, ó, forças
produtivas
do trabalho.
Veja o título de nossa live que estava
na tamb era o poder produtivo do
trabalho
e a mudança de forças produtivas para
poder produtivo é o que vai nos
interessar. Aqui
vocês vão ver que o bagulho é diferente
e é legal. Ó, sério mesmo, que que
aconteceu?
método importante em filosofia ou
hermenêutica,
como hermenêutica, filosófica, sei lá, é
que se você é capaz de ler na língua
original de alguma maneira, nem que seja
de maneira instrumental,
vale a pena você pegar o texto da
tradução e comparar com o original,
porque você vai poder fazer correções,
ajustes, entender melhor o contexto do
texto, vai perceber se teve alguma
distorção na tradução, essa coisa toda.
E isso me chamou atenção porque eu
falei: "Pô, legal, vamos ler aqui o
livro do Adam Smith". Comecei a ler e
falei: "Pô, mas e se eu fosse no
original? Vou comparar o inglês e o
português, português e inglês. Pode
parecer bobagem, mas é uma língua que eu
consigo manejar minimamente. Então,
talvez, talvez seja importante." E eu
comecei a ler o texto do Adam Smith, né?
Capítulo um. a divisão do trabalho.
Lembrando que essa sessão primeira fala
sobre as causas do aprimoramento ou do
aperfeiçoamento, melhoramento, melhor
das forças produtivas do trabalho.
E aí
começou com a divisão do trabalho.
E Adam Smith, esse querido economista,
nos diz o seguinte: "O maior
aprimoramento das forças produtivas do
trabalho e a maior parte da habilidade,
destreza e bom senso com os quais o
trabalho é em toda parte dirigido ou
executado, parecem ter sido resultados
da divisão do trabalho."
Isso já me pegou, porque eu realmente
levei a sério essa parte de considerar a
partir a análise a partir da divisão do
trabalho, divisão social do trabalho.
Mas eu falei: "Pô, legal, mas vamos
comparando português e inglês". Beleza?
Beleza, então
vamos lá para o outro livrinho de Adam
Smith,
que é o tal
Mudou para vocês aí? Deixa eu ver. Não,
não mudou. Sacanagem.
Ah, que é o tal do
o mesmo livro.
Eh, só que em inglês.
Vou compartilhar a janela que vai ser
melhor.
O mesmo livro, só que em inglês. The
wealth of nations. And inquire into the
nature and causes of the wealth of the
natur of the wealth of nations. Então,
vamos lá. Daí de novo, hein? 365
introduções, por isso que o pessoal
desiste de ler. Mas aí vamos lá pro pro
famoso
índice, né? Daqui a pouco aparece o
índice de introdução geral. E [ __ ] 7
kg de introdução geral.
Aí gente, o pessoal desiste de ler por
causa disso. Meu Deus do céu. Vai direto
pro livro. Põe isso aí no final. Quem
quiser se interessar vai ler o contexto.
Eu sou contra essas 575. Introdução
geral.
Ai, ai, vocês estão bem? Ah, pronto.
Não, ainda não.
Ajuste do texto, não sei o que. aqui
finalmente contents. Aí vamos aqui pro
nosso querido, na introdução, né?
livro um, que é aquele que a gente tá
lendo lá,
as causas do aprimoramento
nas eh no poder
dos poderes produtivos do trabalho.
Poderes produtivos do trabalho,
productive powers of labor. Mas veja
bem, veja, veja bem
lá tá forças produtivas, lembra? Então
aqui, ó,
forças produtivas do trabalho.
Forças produtivas do trabalho. Deixa eu
ver se mudou. Mudou.
E aqui
poderes produtivos do trabalho. E isso
já me chamou atenção. É diferença a
palavra força para poder.
Mas eu poderia ser uma questão de
adaptação e para mim tá tranquilo. Não,
ele só adaptou. É uma adaptação suave,
suave, sem crise. Ninguém vai se encanar
com isso. Pode ser só uma um ajuste,
porque, né, para tornar mais claro o que
que o Adam Smith tá falando. Ele pode
ser que o Adam Smith não tinha nenhum
nenhuma preocupação com o termo poder.
Poder para ele é qualquer porcaria.
Falei: "Ah, poder, força, tanto faz. O
que importa é entender a mensagem". Pode
ser. Falei: "Então não vou aqui me
encanar, não vou me encanar. Vou só
fazer essa anotação. Vou só fazer essa
pequena anotação.
E aí,
mas aliás, mas tem um ponto que é ele
chamou Powers of Labor
em letra maiúscula, né? Deu ali um uma
substantividade muito forte para essa
palavra. Ela não ficou só como objeto,
ele ele deu ali um ar de conceituação na
própria forma de expressão. E aí eu
falei, será que tem alguma coisa? Não
sei, vou ficar atento aí. Vamos pro
livro.
Powers of Labor me pegou muito. Pode ser
só uma frescura, mas eu fiquei com isso
na cabeça. Pode ser frescura.
Ô, caraca, cadê o livro um? Aí, vamos lá
pro livro um. Livro um. Novamente, as
causas do aprimoramento, tal, dos
poderes do trabalho. Beleza?
Poderes do trabalho.
Aí aqui já não tá com a a frescura da
grafia. Eu falei: "Então, talvez eu
esteja só com coisa na cabeça. Eu tô
aqui enfrescando. Tô aqui enfrescando.
Tô pegando detalhezinho que não faz
sentido, mas vou ficar atento. Então, a
grande aprimoramento nas forças
produtivas do trabalho, ou melhor, nos
poderes produtivos do trabalho e grande
parte da habilidade, da destreza, do não
sei o que lá, não sei o que lá, não sei
o que lá, vem da divisão do trabalho.
Mas eu fiquei encanado com essa
palavrinha powers e eu falei, vou ficar
de olho na palavrinha power. A
palavrinha poder vai ficar aqui atenta
para mim a todo momento. E eu fui lendo.
E eu fui lendo. E eu não vou não vou me
estender muito em ler c trecho por
trecho porque senão a gente i ficar aqui
até amanhã. Vou pegar só no
perdão aqui no no
sumário que já vai ajudar.
Porque aqui no sumário vai aparecer, se
eu não tiver equivocado,
se eu não me confundir. Onde é que tá?
Hum,
eu não vou achar no sumário.
Ficar s dias procurando o sumário e não
vou achar. Então vou por aqui que vai
ficar mais fácil.
Se a gente pesquisa,
quando o Adam Smith vai falar sobre
valor, ele também fala: "A palavra valor
tem que ser observada nos seus dois
diferentes sentidos e em alguns momentos
expressa a utilidade de um objeto
particular e em alguns momentos o poder
power of purchasing.
Deixa eu botar aqui.
Poderia então ser força, né?
Cadê?
Poderia ser força.
Cadê? Peraí. Pera aí.
A gente pode colocar aqui, importa
observar a palavra valor em dois
significados. Às vezes designa utilidade
o determinado objeto, outras vezes o
poder de compra. Perdão, poderia ser
força de compra, mas aqui tá power of
charing. E aí eu já achei estranho.
Poder do trabalho se transformou em
força do trabalho.
Poder de compra não virou força de
compra, continua com poder de compra. Eu
falei: "Bom, aí é uma escolha que tem
duas opções.
Ou o tradutor
ficou
quis dar uma maior precisão e são dois
contextos diferentes que requerem termos
diferentes,
ou ele arbitrariamente, por outros
motivos, alterou poder de compra, força
de trabalho, não, poder de trabalho."
Percebe? Tudo bem? Então aí a minha
dúvida era por o tradutor fez isso? Isso
pode ter uma importância, isso pode não
ter nenhuma importância. Isso pode não
ter nenhuma importância.
Mas aí tem agora sim, né?
Vamos de novo. Agora o outro
aí a gente continua lendo o texto.
Caraca.
Oh Jesus Cristo,
cara, tá travando meu teclado. Ah,
não trava, desgraça.
Não, não.
Ah, eu não vou achar.
Pera aí, pera aí que travou esse bagulho
aqui.
Não, não, não, não, não. Volta aqui,
volta aqui, volta aqui.
Ai, pera aí, pera aí, deixa eu pausar
aqui.
Dáo, então. Pera aí, porque travou esse
bagulho aqui.
Ai, tá travando.
Agora vai. Minha letra F saiu. Ufa.
Pronto.
Não trava mais.
Poder também poderia. Aí tá aqui poder
de venda, né? Power of exchanging.
Mas eu poderia também transformar como
força de venda. Então eu falei: "Pô, são
três conceitos agora. poder de compra,
poder de venda, poder de trabalho, mas
pode ser em última instância que
podasmite pouco importa a palavra poder.
A palavra poder, ela pode ter 30
significados e aí dependendo do
contexto. E o tradutor ficou preocupado,
não é um conceito claro, não é um
conceito filosófico estrito, ele pode
variar. Então fui lendo, comparando o
inglês e o português, power of exchange,
power of purchasing, power of labor,
power of exchange, power of purchasing,
power of labor. E fui pá pá pá pá
até que
productive powers of labor até que eu
cheguei num lugar estranho que é este
lugar aqui ó
vai teclad
capítulo 5 é Já sei de qual esse trem.
Capítulo cinco,
preço real e preço nominal, né? Então,
comparação, discussão sobre preços das
mercadorias e o seu preço em trabalho e
preço em dinheiro. Preço em trabalho,
preço em dinheiro, preço real, preço
nominal, mercadorias. Vamos falar sobre
preços, né? variações de preços já
dentro das discussões que o que o Adam
20 tá tá desenvolvendo na primeira
sessão do do riqueza das nações. Aí todo
homem rico, pobre, de acordo com o grau,
que consegue desfrutar das coisas
necessárias, das coisas convenientes e
dos prazeres da vida. Aqui eu já acho
inclusive Adam Smit muito honesto. Ele
distingue três coisas, né? Uma é a coisa
da necessidade, outra é a conveniência,
outra é o prazer da vida, né? que não é
nem necessário, nem conveniente, é outra
coisa. Mas tudo bem, depois o pessoal
vai abandonar isso, vai virar tudo
preferência, né? Esquece da necessidade
e da conveniência. Mas vamos lá,
veja aí. Eu cheguei nesse capítulo e
aconteceu o seguinte,
a Dam Smith escreve: "Riqueza é poder."
Aí eu já fiquei obsecado, né? Afinal, eu
estava lendo,
comparando as traduções.
Eu falei: "Não,
wealth, riqueza,
como diz Senr. Hobbs,
é poder." Aí eu fiquei obsecado. Eu
estava aqui com hiperfoco, uma fixação
na palavra poder.
E eu falei: "Não,
riqueza é poder, como diz Robs. riqueza,
como diz Robs, é poder. E aí eu fiquei
obsecado, falei: "Não, pera aí, pera aí.
Se ele
diz que Hobs diz que riqueza é poder,
e aqui não tem outra tradução, riqueza é
força, não. Riqueza é poder. E é Hobs
que tá falando.
Com certeza ele usa a palavra poder de
maneira precisa. Ele tem uma
conceituação a respeito de poder. Ele
não tá usando arbitrariamente o termo
poder. Ele não pode ser traduzido de
qualquer maneira.
A Smith tem um background que ele tem
referência, ele tem uma estrutura, ele
tá fazendo um desenvolvimento de análise
conceitual precisa sobre o que interessa
para ele.
Então eu falei: "Caraca, Robs disse que
riqueza é poder." Não me recordo disso.
Mas por que que a gente tá traduzindo
uma palavra como força, a outra como
poder, a outra como isso? E agora?
Riqueza é um poder. Poder de riqueza,
por exemplo.
Nem lembro de onde isso aconteceu, de
onde apareceu.
Vou buscar
aonde está o querido Mr. Hobbs, onde ele
disse isso.
Eh, e aí eu fiquei ainda encanado com a
coisa, porque eu falei, será que o Hobbs
é o Hobbs mesmo?
Falei, pode ser outro Hobbs, pode ser um
Hobbs de outro lugar. Não
necessariamente o senhor Robs que eu tô
pensando, porque poders eu só penso em
um levei a tanto umas hobbs, mas vai que
eu tô errado.
Eu posso estar completamente equivocado,
eu posso aqui tá viajando, né? Mas aí eu
vim pra nota de rodapé.
Riquezas junto à liberalidade é poder,
porque isso pode garantir, né, amigos e
servos.
sem liberalidade nem tanto, porque isso
pode causar eh pode fazer com que eles
não te defendam, né? Mas te mas exponham
a pessoa eh
é exponha a pessoa, deixei ela ela
desprotegida, né? Pronto, Robs Leviatã.
E aí tá a indicação aqui, capítulo 10.
Aí eu falei: "Lá vamos nós". E ainda
descobri, ó, Smith comenta nisso na
doutrina de Hobbes, porque o Smith tem
um livro chamado Doutrina de Hobbs. Aí
eu tive que ler os bagulhos tudo, mas
esse livro achei bem ruim, inclusive,
mas é outra coisa. Tem uns
comentáriozinho lá do sobre hobbies que
eu não gostei, mas eu falei: "Caraca, o
Adam Smith tá baseado em hobbs".
A Smit tá baseando em hobbs? Então, para
eu entender agora o conceito de poder,
como ele tá manejando, eu vou ter que
ler os comentários de Jordan Smith sobre
Robs e vou ter que ir lá ver o que que o
Robs disse sobre riqueza e disse sobre
poder. Mas de tudo isso que me importa,
a gente vai fazer isso, a gente vai ler
Hobbs, mas o que me importa é eu não
posso entender aqui a Dan Smith falando
sobre riqueza como se fosse algo
separado do poder. E no caso do poder
como execução de poder, como exercício
de poder, como conexão que não separa,
não distingue economia e política.
E aí eu fui me dar conta do título do
livro de novo, uma obviedade, a riqueza
das nações,
das nações. O querido tá, meu irmão,
o querido não tá pensando em economia de
mercado da sua empresinha,
entendeu?
Só que aí eu fiquei lembrando dos vários
comentários que eu li sobre Adam Smith,
sobre liberalismo, sobre não sei o que
lá que fala sobre, como Rubens comentou
no começo dessa live aqui, sobre
administração de empresa. Não, meu
irmão, que que vocês estão fazendo?
Vocês estão maluco,
tá ligado?
Vamos usar o cerebro.
Você tem um cerebro aí dentro da sua
cabeça, utilize-o, né?
Mas se a gente vê, né, que que que
bobagem, que que desastre que acontece
depois.
Então,
olha a importância de fazer pesquisa, de
fazer análise, de tomar cuidado com os
textos, né, de fazer um trabalho mais
adequado. E aí a gente vai ler então
aqui alguns textos de Hobs, porque aqui
o o Adam Smith fez uma citação, né,
colocou sobre Hobbs que ele diz que é
poder embaixo da citação do trecho que
vem lá do do livro 10. E eu fui lendo
aquele bagulho até chegar no livro 10.
Inclusive, eu não fui direto pro livro
10, eu fui lendo o livro inteiro para
chegar no livro 10 e falar: "OK, estou
entendendo essa birosca".
Mas é isso, tá? Então é importante a
gente ver isso. Aí eu falei, pô, talvez,
porque qual que é a minha tese? Era a
minha tese nesse momento de leitura, né?
Hipótese. Qual era a minha hipótese de
leitura? Perdão.
Como a gente estava falando aqui, a
minha hipótese de leitura é que poder,
poder não era ali um conceito que você
poderia substituir por força. Começou aí
o problema. Por que que o cara traduziu
o poder por força?
Comecei aí, começou aí minha crise de
comparar as leituras e falar: "Pô, por
que que ele traduziu poder por força?" E
aí em um outro momento apareceu o poder.
Tipo, em um outro momento a palavra
poder é transformada em força. Sempre é
traduzida como poder. Só foi
transformado em força quando fala de
poder do trabalho.
Por isso, o título desta live na tamb é
o poder produtivo do trabalho. A gente
tá reconceituando aqui nossa leitura de
Adam Smith a parte junto com Robs, né?
Porque ele tá referenciando o coitado do
Robs. Mas a gente vai lá pro Robs.
Legal, né?
Ô, eu gosto, eu gosto, eu gosto, gosto
desse tipo de leitura, gosto dessa
discussão, mas a gente já vai pular pro
Hops. Primeiro, vamos ver aqui no nosso
chat totalmente excelente, porque eu fui
falando sem parar.
Cheguei, diz Cléber Lauer. Bom dia. Bom
dia, Cléber. Tudo bem, meu querido? Você
tá bem? Espero e desejo que sim, cara.
Bom dia, Borduna. Como é que você tá,
meu querido? Tudo em paz? Tudo em paz.
Já mudou o texto? É, a tradução já muda
o texto, já muda tudo.
Diz nosso querido carapa: "Enquanto uns
desistem, outros nem duas línguas e tem
eu que peço o resumo do traiá".
É, com todo respeito, aá não faria esse
trabalho que que eu acabei de fazer
aqui. Garanto para vocês.
Mesmo que ela acelerasse meu processo,
eu vou fazer até um comentário aqui
porque eu tenho problemas com esse
negócio de ar, não é o tiozão que nega o
desenvolvimento da tecnologia.
como um leigo que não discute questão de
tecnologia de tecnologia e e
inteligência artificial. Eu não entendo
esse bagulho, para mim pouco importa
assim nesse momento, porque eu não posso
me desdobrar sobre o tema. Então o que
eu vou falar aqui é totalmente
opinologia generalizada, tudológica, né?
Então assim, não é por desprezar, é
porque eu tenho que escolher o que eu
vou fazer na vida. Eu não vou discutir
tecnologia nem a, mas tem uma parada,
cara, que eu acho muito importante sobre
racionalidade.
Racionalidade desenvolve a partir de
resolução de problemas.
reconhecer um problema e buscar uma
solução e reconhecer um problema que não
é perceptível no primeiro momento. Aí
vem a a inventividade, você ser capaz de
ver um problema e buscar uma solução
alternativa.
Como diz nosso querido John Dewy, o
pensamento
se desenvolve a partir de resolução de
problemas, mas a resolução de problema
depende do reconhecimento de um
problema. E esse reconhecimento exige
uma inventividade que a não vai fazer.
Desculpa, isso aqui que a gente tá
fazendo aqui não tem a que faz, porque
ela não ia considerar um problema a
diferença de tradução entre força
produtiva e poder produtivo.
Não ia poder do trabalho ou força do
trabalho, ela não vai diferenciar. Ela
vai utilizar a partir dos dados que já
existem e a generativa, a partir de
textos que estão colocados e vai
reproduzir esse processo. O
reconhecimento de um problema para
resolução de algo novo, ela não vai
criar. E para mim não é a invenção, a
criatividade do inventei algo novo, é o
reconhecimento de um problema. É aí que
entra o âmbito da criatividade humana em
espaços que a galera, essa aceleração de
informação não, não ajuda. Se eu tivesse
o MIA na época que me auxiliasse a
acelerar ou encontrar determinados temas
no texto, podesse, pode ser que meu
trabalho que levou horas e horas e horas
e dias fosse muito menor, mas o
reconhecimento do problema para buscar
essa solução aí, desculpa, tô ganhando
do Gemini, chupa Gemini, chupa cloud,
chupa Openi, chupack,
não vão fazer, meu irmão. Pó
pode po tentar. Não vai, não vai.
Com todo o respeito, assim como vocês
reconhecem problemas e soluções que,
cara, não é perceptível, cara, a gente
controla o nosso dia a dia. Aí que vem
aqui a inventividade.
Diz nosso querido Carapa: "Já usou o
notebook LM, Bruno?" Eu não sabia que
existia até duas semanas atrás. Nem sei
o que é isso. Descobri há duas semanas
atrás a existência, mas nunca utilizei.
Joga essas duas versões lá e pede para
ele destacar todos os trechos para ti se
quiser montar algo paraas suas aulas. Eu
já fiz isso. É, era pras aulas. Pode ser
legal para botar no nos slides, né? Ver
se ele acha. Mas eu fiz isso. Vocês
viram o o PDF tava marcado em amarelo
ali. É porque eu já fiz isso. Eu separei
todo canto. [ __ ] me deu um trabalho do
[ __ ] Mas tudo bem, é outra vida.
Diz o nosso querido Borduna aí. Preciso
saber o que Mr. Hobbs disse. E o que Mr.
Hobbs entende do que é poder, né? Sim.
Diz fazer watch. Smith já distorceu
Robs? Você é louco. Nem sei se
distorceu. Acho que não. De quanto é?
Eh, de que ano é Hobbs mesmo? 1600. Sim,
século X7. Adan Smith vem no século XVI
produzindo seu trabalhinho.
Diz, querido Thiago Bruno mostrando como
se lê as paradas igual adulto. Não,
igual adulto, não, igual alguém que se
formou para fazer isso, né? E e aí a
raiva que eu tenho da galera que se
forma num bagulho e não pratica. E a
galera que não se formou em [ __ ]
nenhuma e sai falando qualquer groselia,
né? Tem que ter alguma função você ter
aprendido metodologia, pesquisa, essas
coisas na sua vida. Tem que ter alguma
função. Não é possível que você vai
tratar como se não servisse para nada,
né? Não, não. E aí os doido que vem
olavar, né? A olavagem cultural
que sai falando qualquer grosélia,
achando que lê o texto e sabe o que tá
dizendo, né? E sai reproduzindo
piroleibada e
não liga lé com cré.
Começa a nota zero do da do da Fuvest
esses tempos aí, né, da redação que o
cara vai colocando um monte de palavras
sem sentido nenhum. Que que maluquícia é
essa?
Essa galera acha que não tem porqu, né,
ter pesquisas, se formar para isso,
especialização, dá dinheiro nem um
pouco. Tô sofrendo para pagar as contas.
Inclusive, se tiver sobrando a merreca
aí, manda o Pix. Mas a gente faz as
coisas legal.
Desfazer o é economia de estado. É.
Exatamente.
Diz querido carap. Só por isso fui ler o
Robbit. É, se confundir Robits com
Hobbit, você vai achar que o Robs estava
preocupado com o anel
e com o poder do anel.
Você já se preocupou com o poder do seu
anel hoje?
Bom dia, querido @asreligiões
exclavisa, não sei que significa, mas
bom dia, Paulo. Tudo bem, meu querido?
Como é que você tá? Em Atibaia. Cara, eu
tava em Atibaia esse fim de semana,
acredita? Acredita, velho. Eu tava em
Atibaia esse fim de semana, fui visitar
minha avó. Minha avó mora em Atibaia,
tava curtindo um fim de semana em
Atibaia. Passei dois diazinos lá e
voltei. Gosto demais. cresci aí por aí
nessa região
até a Dipsi disse fazer lote. Sim.
Cléber Lauer diz notebook LM é bom para
estudar. Deve ser, deve ser maravilhoso,
mas eu não faço ideia o que seja. Diz
Diogo, Thomas Robbit. Exatamente. Ele
tinha um grande pé, morava numa casinha
pequena, era peludo e precioso.
Gostava de ficar na dele sem trocar
ideia com os outros.
As religiões te esclaviza,
esclaviza, sei lá. Diz querido fazer
watch. The power of the ring.
Exatamente. The power
the productive power of the of ring.
O, a força produtiva do anel. Então, diz
o querido Rubens, mas poder e força não
são parecidos no sentido de abre aspas,
mexer as coisas, fecha aspas ou tipo
gerar uma consequência? Pode ser. Eu
também pensei sobre essa possibilidade,
Rubens. Considerei esta possibilidade,
considerei profundamente. Contudo,
porém, todavia,
no momento que o nosso querido
Adam Smith cita Robs e dá a referência,
eu falei: "Hum,
não poderei fazer tal transposição com
tal facilidade, vou ter que olhar com
maior cuidado." Diz: "Querido Rubens,
tipo, força, poder da gravidade não é
habilidade de gerar mudança de um estado
para outro? Sim, perfeitamente. Você tem
toda a razão. A questão é que aí eu
fiquei preocupado de onde é que vinha
essa tradução sobre força produtiva, né?
Falei: "Cara, por que que ele traduziu
como força produtiva e não como poder
produtivo?"
É uma distinção específica. E essa
distinção tem uma explicação clara.
Marx, a tradução, ela já foi
influenciada pelo productive, sei lá
como é que fala em alemão. Alemão é
muito belo, né? Produt
produt. Vou deixa eu tentar ver como é
que fala. É que eu sei a palavra, mas
não sei falar. Deixa eu ver se eu
ouvindo eu consigo.
Deixa eu ver se eu consigo reproduzir. É
impossível falar isso aqui.
Não dá para falar isso, cara.
A não dá para falar isso, é muito
difícil.
Eu
não sei faz
parece um problema da Marx traduz como
força de trabalho. Marx, na verdade usa
o termo força de trabalho. Jogo, jogo no
Ai, putz, eu acabei de fechar o bagulho.
Perdão, Rubens, eu ia jogar. É a
putz. Deixa eu ver se eu consigo lembrar
de cabeça.
Ai
craft craft. Acho que é craft.
Eu acho que é assim.
É algo assim. Eu não sei falar isso.
Tá escrito errado, com certeza. Mas é
isso.
Eh, mas o o o se eu falar cinco vezes,
isso invoca um bod aqui atrás de de mim,
provavelmente. Mas o Marx utiliza força
de trabalho. E aí o tradutor do texto do
Adam Smith já imprime sobre o texto de
Adam Smith a conceituação que Marx
utiliza.
Para não usar o termo poder, Marcos
utiliza o termo força, força de
trabalho. Distinguindo teoricamente,
inclusive, e para falar sobre poder,
Marx vai falar de outro bagulho. Ele vai
especializar o negócio. Iber. Ai, é isso
aqui. É isse aqui que o Jalou. Arbit
arbit. Ah, arbitraft.
Ah, sei lá como é que fala isso aí.
Ô, eu quase escrevi certo, hein? Faltou
um i aqui, ó. Abert craft.
Craft. Faltou um i. Mas é difícil, cara.
Então assim, o lance é Marx faz essa
especifica do o que Adam Smith tá
falando e aí o tradutor já imprime a
conceituação marxista sobre o texto de
Adam Smith, porque vai se tornar uma
base teórica fundamental. Só que aí
escapa da compreensão do que a Admit tá
discutindo. E por um lado isso é muito
bom porque Marx especializa o termo,
estabelece um aí um léxico comum que a
gente começa a falar sobre força do
trabalho, força produtiva, tal.
Eh, mas perde o caráter, por exemplo,
que é o que me interessava, de recuperar
o elemento da conexão política e
economia, que é aquilo que se perde na
passagem do século XIX pro século XX.
E aí vem o textinho de Robs que é muito
interessante, que quando eu fui ler o
raio do
o raio do do texto do Leviatan, eu
percebi que não era só o o a conceito de
poder que Adam Smith assume.
A argumentação de Hobbs vai parar em
Adam Smith.
Tipo, a estrutura lógica
de um elemento de hobbs falando sobre o
mérito e a honra vai pra conexão do
preço das mercadorias.
E isso é muito legal, porque eu falei,
falei, caraca, velho. A Smith pega uma
estrutura lógica de Robs, coloca para
analisar mercado, para discutir a
questão de de precificação das
mercadorias, enquanto o Robs falava
sobre o valor, não a precificação, o
valor dos seres humanos de acordo com a
honra e o mérito do que eles fazem.
Cara, é genial. Eu falei: "Caraca,
velho". Aí imagina, né? Tô numa aula lá
com band de economista, com a galera nas
aulas, apresenta o bagulho, galera.
[ __ ]
nunca tinha visto isso, maluco. Falei
aí, a filosofia servindo para alguma
coisa.
Se liga, se liga, se liga. É legal, é
legal, é legal, é legal, é muito legal,
muito legal. Vou abrir aqui. Eu eu não
sei que tradução é essa que eu tenho em
PDF aqui, mas não, eu com certeza não é
essa aqui, porque essa aqui eu gosto
bastante. Isso aqui é tradução eu gosto
muito, é da Ed Pro,
do Hops. Obviamente que eu fui pegar
depois o Leviat em inglês também para
ficar comparando, que dificulta muito a
nossa vida. Não trabalho pesquisar que
[ __ ] que pariu e ninguém me pagou por
isso. Mas vamos lá, mais um trabalho não
pago. Mas o capítulo 10, né? Sobre o
poder, o valor, a dignidade, a honra e o
mérito. Isso aqui já poderia ser brasão
de alguma de algum núcleo conservador
templário.
Mas vamos lá. Algum grupo conservador
templário pode fazer um brasão com esse
título de livro, mas de capítulo. Mas eu
vou pegar aqui no no Leviat pra gente
poder
Ah, pera aí, pá. Pra gente poder ver
porque o o Adam Smith citou o o Mano lá.
Então vamos lá.
Lembrando que Hobs não está tratando
poder de maneira vulgar, simplória ou
simplificada. É um tema central em seu
livrinho. Então, Adasmit lê o nosso
querido, sabendo disso inclusive.
E aí vem
Thomas Robs de Msbury. Mmsburb
Leviat ou subtítulo matéria, forma e
poder de um estado eclesiástico
e civil.
Ai a galera fica muito enero, né? Ai ai
ai.
Paraá. Vamos lá. Capítulo 10. Eh, nem
sei onde é que tá o capítulo 10 nessa
birosca. Vamos passando rápido que vai
chegar no capítulo 10, mas pelo menos
aqui não tem 765 introduções. Já vai
direto pros capítulo, facilita a nossa
vida. Capítulo 4ro, não tem mais paraa
frente, cara. E essa argumentação do
Robs, ela é muito sistemática, pelo amor
de Deus. Começa do o homem, o surgimento
do homem, o homem em suas habilidades, o
intelecto do homem, a linguagem, o não
sei o quê. Capítulo 10. Chegamos.
Pera aí que a letra é pequena desse PDF.
Capítulo 10 do poder, valor, dignidade,
honra e merecimento. Mérito, é melhor,
mas tudo bem. Você ver que a gente tem
diferenças de traduções. Se eu encontrar
algum problema na tradução aqui, eu vou
pegar essa outra que me parece mais
interessante e confiável.
Uh! Ah, mas esa aí, antes disso, deixa
eu só
recolher aqui rapidinho.
É, cadê?
Rabisquem seus livros, tá?
Risquem, rabisquem, faça anotação. Isso
é importante. Inclusive, pra pesquisa
posterior, ó, ó, faz abisco, faz
anotação, por favor, não tenha dó do
livro.
Use e abuse do livro.
Desfrute deste processo com o livro.
Rabisca ele. Faz anotação, faz
asterisco, mesmo que esteja errado,
porque depois que você for reler, você
vai ver, [ __ ] tinha ideia idiota.
[ __ ] que que interpretação tosca que eu
fiz. Mas rever até sua anotação no
livro. Importante rabiscar livro.
rabisca livro, usa ele. Ele foi feito
para isso, foi feito para ser usado.
Então, use o livrinho. Mas vamos lá,
voltando. Perdão, precisava fazer esse
comentário.
Eh, do poder do valor da dignidade,
honra e merecimento ou mérito, né? Lá
vai o nosso querido Robs. Lembra que eu
tô com obsessão aqui e hiper foco na
palavra poder, né?
O poder de um homem universalmente
considerado consiste nos meios de que
presentemente dispõe para obter qualquer
bem visível, qualquer bem, nossa, por
que essa tradução tá visível bem?
Qualquer bem visível futuro
pode ser original ou instrumental ou
pode ser natural ou instrumental. Então,
poder consiste naqu meios que você
dispõe para obter um bem futuro, ou
seja, um bem projetado. Eu preciso
daquilo. Quais são os meios que eu
disponho para poder obter esse
resultado? já é quase uma racionalidade
instrumental incipiente aqui a partir
daquilo que você tem eh como seja pelo
poder original, natural que você tem, o
dom divino que lhe lhe foi dado e
concedido. e posso utilizar esse termo
tranquilamente, porque Robs está falando
a partir de uma concepção criacionista
protestante e que acha que Deus saiu
distribuindo dom para as pessoas ou
aquilo que é instrumental, ou seja, não
é o que foi lhe foi dotado desde seu
nascimento.
O poder natural é a eminência das
faculdades do corpo ou do espírito, né?
Então, se você tem aí faculdade no seu
corpo ou faculdade no seu espírito,
as habilidades, as capacidades do corpo
e do espírito,
então a capacidade, né, de
extraordinária força, de beleza, de
prudência, né, habilidade, capacidade
aqui de novo, eloquência, liberalidade
ou nobreza, né, que seriam aí faculdades
do corpo, do espírito.
Os poderes poderes instrumentais são os
que se adquirem mediante os anteriores
ou pelo acaso, né? Então, ou seja, pelo
uso da sua força, você obteve alguma
coisa que vai ser útil para depois. Por
causa da sua beleza, você obteve alguma
coisa que lhe vai ser útil como
instrumento para depois. Você pode obter
por pelas os poderes que você já tem ou
ainda pelo acaso. Deu sorte, tropeçou,
caiu na rua, viu um bagulho ali que lhe
dá um poder incrível, né? Então pode ser
assim também. Você tava lá andando na
rua, caiu um negócio, falou: "Nossa,
isso aqui me pode ser útil. Cá estamos".
Encontrou 50 contos na rua, pode ser
útil.
E constituem meios e instrumentos para
adquirir mais. Mais o quê? Mais poder ou
mais bens que você considera valorosos
para o futuro. Como? Quais são os
poderes? Quais são os poderes
instrumentais?
Quais são os poderes instrumentais?
Prestem atenção.
A riqueza
já é o primeiro. Como a riqueza.
A riqueza é um poder
entendido em Hobs aqui como um meio para
obter os bens visíveis em um futuro. Eu
quero obter uma tal coisa. aquilo que me
garante os meios, os meios ou a
capacidade que eu tenho que me garantem
a obtenção deste bem são poderes.
O primeiro poder que ele destaca a
riqueza. Um meio que possibilita a
obtenção de um bem visível futuro dentro
de um projeto
para realizar aquilo que me interessa,
que desejo.
Como a riqueza, a reputação,
os amigos,
os amigos são poder. E olha que
interessante, para Robs os amigos dão
poder, porque eles são meios que lhe
garantem a possibilidade de obter um bem
visível futuro.
E os secretos desígnios de Deus. Eu
gosto desse poder também, o poder dos
secretos desígnios de Deus, porque é
aquilo que você não tem o que fazer. Na
palavra de Maquiavel, a fortuna, né? A
sorte.
Não sei como, mas isso isso aí me deu
uma sorte danada que eu consegui
alcançar um bagulho, consegui aquele
negócio lá, secretos desígnios de Deus.
É um poder aí com o qual você pode ou
não pode contar e fica aí
pra sua opção na vida. Se você O
problema é a pessoa que tem como único
poder o secreto os desígnios de Deus.
Ela tá bem lascada. Vamos combinar que
ela não tem os outros. Isso aí confunde,
complica consideravelmente a vida dela.
Mas tem um ponto que eu acho
interessante de um outro poder que o
Robs vai comentar que não tá listado
aqui, que vai ser engraçado de ler já
já. Vamos lá. Aqui os homens chamam de
boa sorte, né?
Porque a natureza do poder é, nesse
ponto idêntica a da fama, né? a da
reputação, a daquilo que foi construído
em torno do seu nome, dado que cresce à
medida que progride, ou a do movimento
dos corpos pesados. E aqui, Rubens,
aquele comentário que você havia feito
sobre a força, né? E tá usando como
analogia para falar sobre o poder, uma
força gravitacional, por exemplo,
que quanto mais longe vão, mais rápido
se movem. aí a física de Robes e seu
freestyle. De acordo com as as
capacidades que ele tinha de falar um
pouquinho sobre isso.
O maior dos poderes humanos é aquele que
é composto pelos poderes de vários
homens. Guarde essa essa essa
compreensão simples.
O poder, o poder, o maior dos poderes
humanos é aquele composto pelos poderes
de vários homens unidos por um por
consentimento numa só pessoa, natural ou
civil, né, o Estado ou mesmo uma pessoa
que reúne vários homens para trabalhar
para ela ou com ela, que tem o uso de
todos os seus poderes na dependência de
sua vontade.
Aí para hobbs é o caso do poder de um
estado, porque esse é o objeto de
análise de hobbs. Mas preste atenção
aqui, preste atenção, queridos humanos
que estão aqui conosco.
Voltemos para o livro um capítulo do do
capítulo um do livro um da sessão da
sessão primeira de riqueza das nações.
Venham comigo. Venham comigo ser
felizes.
Sejamos felizes.
Capítulo dois, não, capítulo um da
primeira sessão. Tudo bonitinho. Ah,
livro primeiro, capítulo um.
Ah, deixa eu só fazer uma coisa aqui
para não dar ruim na próxima mudança de
slide de de livro.
Pera aí, pera aí.
Por que que eu não tô conseguindo fazer
isso?
Obedecei-me
aqui. Deu.
Voltemos aqui para a riqueza das nações.
Se liga.
Lembra que que o o Robs disse aqui?
que
o maior dos poderes humanos é aquele
composto pelos poderes de vários homens,
quando eles se unem sobre a dependência
de uma vontade natural ou civil,
consentidos numa só pessoa.
Ponto um, para falar sobre o
aprimoramento das dos poderes produtivos
do trabalho.
O maior aprimoramento dos poderes
produtivos do trabalho e a maior
habilidade da destreza e bom senso com
os quais o trabalho é em toda parte
dirigido ou executado, parecem ter sido
resultados da divisão do trabalho.
E aqui a Adam Smith vai começar a falar
sobre o trabalho combinado,
a reunião de diferentes trabalhos dentro
da manufatura, dentro de um espaço
produtivo, que faz com que esse trabalho
fique mais poderoso, com que ele cresça
e se expanda.
Se Robs está falando do estado com maior
poder ou de mesmo em torno de uma
pessoa, a reunião desses poderes, Adam
Smith pega estrutura para falar o
aprimoramento,
o aperfeiçoamento do poder do trabalho
dá pela reunião dos diferentes trabalhos
dos seres humanos reunidos ali, tal qual
Robs está falando ali do estado. Agora
ele traz aqui pro âmbito econômico da
força produtiva, ou melhor, do poder do
trabalho.
Isso não é casual.
Isso não é casual. Ele tá, cara, isso é
genial. Isso é legal demais. Assim, isso
é muito massa. Ele tá agora aprimorando
essa percepção a partir da análise ali
do Robs, trazendo pro campo da economia,
pensando o trabalho. É genial, isso é
genial. Só que Robs não tinha pensado em
trabalho. Robs não tinha pensado sobre
economia, sobre desenvolvimento de força
produtiva, não tava no escopo dele, não
tá ali no negócio. Ele traz agora para
observar isso. Agora veja, veja, veja
bem.
Isso aqui, meus amigos, isso aqui, isso
aqui é a aula que custa milhões.
Brincadeira. Isso é genial, cara. Isso,
isso é um bagulho muito sofisticado,
muito interessante de perceber, né? As
ideias não caíram do céu. O cara tá aqui
fazendo uma análise sofisticada a partir
do pensamento de Robs, analisando agora
outro problema que ele reconheceu na
realidade.
É, meus amigos, é, meus amigos, aqui é
coisa fina, coisa fina.
Coisa fina.
Ou diz Robs, né? Voltando aqui pro
Leviatã, na dependência da vontade de
cada indivíduo, né? Porque não é só
trabalho combinado, também é a
dependência da vontade de cada
indivíduo. É o caso do poder de uma
facção, facção
central,
não, ou de várias facções coligadas.
Consequentemente ter servidores é poder.
Ter trabalhadores é poder. Reunir
pessoas para trabalhar para você é
poder.
Poder.
Legal, né? Eu gosto. Me agrada.
Poder
e
ter amigos é poder porque são, perdão,
vou espirar. Ai Jesus, não pode segurar
espirro, faz mal. São força, é,
são força unida. Unidos venceremos, né?
também a riqueza aliada à liberalidade,
a poder. Essa é a citação que o Adam
Smith fez lá no na nota nove de rodapé
do trecho que a gente tava lendo na
riqueza das nações, não na tradução, mas
na no original. Também a riqueza aliada
à liberdade é poder, porque consegue
amigos e servidores, né, ou servos.
Amigos e tem uma tradução diferente
aqui, eu acho.
Ah, cadê? Acho que é diferente aqui.
Empregados, né? Empregados, não sei,
empregados, força empregada, né? Também
consegue servos, servidores empregados.
Sem a liberalidade. Sem a liberdade ou
liberalidade, na verdade, o certo seria
liberalidade, tá? Mas tudo bem, não o é
porque nesse caso a riqueza não protege.
Você precisa de liberalidade, né? você
conseguir liberar a riqueza, fazer ela
rodar, trocar realmente não ficar
conservando ela, não ficar segurando
esse dinheiro, as esse poder chamado
riqueza, não fica se segurando ele,
porque se você não distribuir, se você
não der paraos seus amigos, se você não
der, não pagar bem os seus empregados, o
que que acontece? Expõe o homem como
presa a inveja.
Então, não vai ficar segurando milhões
aí, não vai ficar segurando seu dinheiro
aí, porque as pessoas vão te invejar.
Tenha riqueza, mas liberalidade. É o que
o Robson tá dizendo. Troca aí, faz
rodar. Ah, não, tá. Pera aí, pera aí que
não mudou. O Ficou só nesse aqui.
Caraca,
eu já tava lendo o Robs e tava o Adam
Smith na na tela. Perdão.
Vocês não viram porque vocês estão tudo
trabalhando, né, e assistindo a live sem
acompanhar a tela.
Perdão, eu tava aqui, ó.
todo, então perdão, quatro linha aqui e
tal, mas expõe o homem como presa à
inveja, né? Então é importante que você
tenha riquezas, mas com liberalidade.
Isso é o Robs falando. Adam Smith vai
levar isso ao extremo. Liberdade de
mercados, liberdade de troca, liberdade
de compra e venda. Ele tá pensando em
outra relação. O o Robson tá pensando
aqui na relação de estado, na relação de
organização de uma facção poderosa, de
um grupo que deseja executar um
determinado projeto conjunto, né?
Eh, e é isso.
A reputação do poder é poder. A
reputação do poder é poder, Robs. Você
ter uma reputação de que você é poderoso
já te garante aí um poder. É o é o
pessoal que apela pro Neymar ir pra
Copa, que não faz sentido nenhum.
O pessoal vai ter medo dele. Ele chega
lá, ele tá no banco de reserva, ele vai
entrar no jogo, a reputação de poder
dele já vai deixar todo mundo se se
melan de medo. O adversário já vai ficar
preocupado. O cara que tá pensando isso
tá reproduzindo essa ideia de que a
reputação de poder já é um poder. E
realmente ela é, mas ela não
necessariamente vai garantir que você
consiga fazer as coisas, né? Porque na
hora que o menino entrar e não conseguir
andar em linha reta, vai ficar que nem
eu tô doido do Zorra total. Aí o pessoal
vai falar: "É, a reputação é de poder,
mas a execução,
pois com ela, né, com com essa reputação
de poder, se consegue a adesão daqueles
que necessitam de proteção, no caso o
pessoal dos meninos da seleção
brasileira que estão tudo com medo de
pra Copa sozinho e quer o Neymar para
junto. também o é pela mesma razão, a
reputação de amor da nação de um homem
ou que o povo que ama uma pessoa, a qual
se chama popularidade, também te dá
poder, vi Lula,
faz o L. Por que que o carinho, o amor,
o carisma, essa essa adesão das pessoas
a essa personagem, ela garante poder,
converte em poder para ele ser popular,
ter uma grande popularidade.
Essa análise aqui é interessante do do
Robs.
Da mesma maneira, qualquer qualidade que
torna um homem amado ou temido por
muitos é poder, porque constitui um meio
para adquirir ajuda e o serviço de
muitos. Veja, é exatamente assim que
também vai funcionar a estrutura de
mercado, mas em outros sentidos. Porque
o o Adam Smith não vai considerar a
reputação, não vai considerar o mérito,
não vai considerar a honra, não vai
considerar do amor, não vai considerar o
medo, vai considerar dinheiro,
circulação de trocas entre pares e
indivíduos que querem executar suas
vontades, realizar suas vontades
aparentemente iguais, eh, ou
equivalentes. E por isso eles vão poder,
por liberalidade, trocar essas ajudas,
se unirem de acordo com seus interesses
e realizar projetos comuns, mas por meio
do mercado. Mas a estrutura ideia é a
mesma. O que ele vai reduzir, discutir
não a questão de todos esses poderes
envolvidos na discussão de Hobs, mas
especificamente da riqueza do dinheiro.
Beleza? Mas vale a pena ler aqui. O
texto é bom.
O sucesso é poder porque traz reputação
de sabedoria ou boa sorte, né? Se você
conseguiu realizar um negócio de dar
reputação de que você é sábio, eu tenho
uma sorte boa. O cara é sortudo, ele
consegue. Eh,
ia pensar em outro exemplo
futebolístico, mas deixa quieto. O que
faz os homens recearem ou confiarem em
quem o consegue. Tá? Eu vou usar o
exemplo futebolístico, é o Zagalo. Chama
o Zagalo que ele ganha. Zagalo por muito
tempo era esse cara que conseguiu
sucesso em determinados momentos. Isso
já traz a reputação, já garante sua
vaguinha em qualquer canto, porque não
tem como. O velho lobo,
vocês vão ter que me engoler. A
afabilidade dos homens que já estão no
poder é aumento de poder, né? Você ser
afável, você ser, você já tá no poder,
não precisa mais ser tão temido assim.
Por quê? porque atrai amor e aí você
consegue ser mais do que temido, amado.
Importante
a reputação de prudência na conduta da
paz ou da guerra é poder, porque
confiamos o governo de nós mesmos de
melhor grau ou de melhor de boa vontade,
melhor grado aos homens prudentes do que
aos outros, né? Em teoria, pela
prudência na conduta da paz ou da
guerra, aquele que é prudente tende a
receber um maior apoio popular.
A nobreza é poder. Não em todos os
lugares, mas somente naqueles em que
naqueles estados onde goza de
privilégios. Pois é nesses privilégios
que consiste seu poder. Exatamente. Aqui
não goza poder nobreza, então é nobre de
[ __ ] nenhuma, rei de jossça nenhuma.
Monarquia é o baralho, né? Então é assim
que a gente vai trocar a ideia daqui
paraa frente. Nunca vou esquecer um dia
interessante aqui. Rapidão, um momento.
Tava aqui, moro no Capão Redondo, minha
casa, minha vida, zona sul de São Paulo.
2022, período eleitoral.
Eu abro a janela de casa pela manhã e o
vizinho da torre do lado
tá com a bandeira do império na janela.
No Capão Redondo,
zona sul de São Paulo,
tem sangue azul, doido.
Aí, né, querido vizinho, que talvez se
chame Silvio,
recebeu uma leve represária
no bullying pedagógico, muito cuidadoso
e respeitoso,
mas foi alguém aparentemente mandou nos
grupos dos condomínios
a frase
não sabia que tinha nobre aqui no Capão
Redondo. Cadê o sangue azul?
Tá esperando o quê para assumir o
título?
Ai, mano, é [ __ ]
Esse dia foi doido. Não é possível. Não
é possível. Ixe, parou minha música. Não
é possível. Mas é possível. Tinha isso,
cara. Você tá Você acredita num bagulho
desse? Tá no Capão Redondo. Capão
Redondo. O maluco me mete a bandeira do
império na janela. Ele tá de sacanagem
comigo.
Tá de sacanagem.
Mas a gente sobrevive, né?
A gente vive essas loucuras. O Silvio
provavelmente é um nobre que veio para
cá por acidente. Então isso o Duque do
Capão. Exatamente.
Duque do Capão. Barão do Capão, né? E aí
você tem que pensar, cara, a humanidade
tá perdida mesmo. Mas vamos sobreviver.
Eh, dito isso, a nobreza, onde ela tem
privilégios, ela é um poder. Onde não
tem, não é. Então, querido
hipotético vizinho chamado Silvio, que
resolveu colocar uma bandeira do império
durante as eleições de 2022 aqui no
nosso condomínio.
Eh,
se você for nobre, você não tem
privilégios. Então, aqui você não tem
poder.
Obrigado, República Brasileira.
Vamos lá.
É embaçado.
Voltando, a eloquência é poder, porque
se assemelha à prudência. Eu adoro esta
frase do Robs, ele não desenvolveu, mas
ela poderia servir para umas 3 horas de
papo. A eloquência, né, a gargantada, a
capacidade de falar bem, ela é poder,
porque ela parece ser prudência, mas ela
não é.
Você parece ser uma pessoa sensata, se
você fala bem. Se você tem uma
eloquência bacana, né? Uma pessoa
eloquente, que se comunica bem, uma
pessoa sensata, não, ela parece ser
sensata. Então, por ela parecer ser
prudente, ela ganha reputação, ela ganha
poder, ela consegue um espaço de
confiança das pessoas. Não porque ela
seja prudente, porque ela é eloquente,
que ela é capaz de parecer ser prudente.
Pô, isso é genial. É, é. Eu adoro isso
aqui. Isso aqui é bom. Isso aqui é bom.
É bom. É bom. É bom. É bom.
A beleza é poder, pois sendo uma
promessa de Deus aí, né? Parabéns aí,
Robs, por sua argumentação profunda.
Recomendo os homens a favor das mulheres
e dos estranhos. Meu irmão, aqui eu não
consigo entender Robs, né? Aqui eu falo
é Robs, você devia ser uma pessoa um
pouco feia, ressentida, incapaz aí de
conseguir apoio de homens e de mulheres
por sua feiura e falou: "É só Deus que
dá mesmo, porque eu não tive os
desígnios secretos de Deus que ele
comentou antes, talvez fosse a beleza
que ele foi desprovido dele. As ciências
são um pequeno poder aqui. Lembra que eu
falei que e tinha uma na lista de
poderes ele tinha esquecido uma ou ele
não colocou antes? era essa aqui.
Ele tinha esquecido de falar da ciência.
Na lista de poderes ele não cita
ciência. Aí aparece aqui
a ciência, as ciências são um pequeno
poder. É um poder, mas ele é pequeno. É
um pequenininho, poderzinho, um
podereco. Ciência é um poderecem
eminentes e consequentemente não são
reconhecidas por todos, ou melhor,
porque só algumas pessoas conseguem
fazer ciência ou entender a ciência. Não
é para todo mundo. Então nem todo mundo
tá tendo acesso a produzir ciência.
Então é uma ciência muito pequena,
porque ela só vai ter sentido para
aqueles que entendem. Aqueles que não
entendem vão cagar a paciência.
Eu acho muito bom, velho. Eu acho que a
tradução aqui, até nesse livro aqui tá
diferente. Acho que é até mais
interessante. Deixa eu ver. Eh,
aqui, pronto. É, aqui tá mais
interessante.
As ciências são poderes pequenos
porque não são proeminentes. Não são
proeminentes e consequentemente não são
reconhecidas em qualquer homem, nem
existem em todos, mas apenas em alguns.
E nestes apenas em relação a algumas
coisas. Quer dizer, nem todo mundo faz
ciência, apenas algumas pessoas fazem
ciência. E essas pequenas, algumas
pessoas que fazem ciência nem faz sobre
tudo, faz sobre algumas coisas
específicas, porque não dá para saber de
tudo. Então, quer dizer, te reduz tanto
a capacidade de poder que você só vai
ter um espacinho pequenininho para
atuar.
é uma ciência, é um poderzinho,
eh, mas apenas em alguns e nestes apenas
em algumas coisas, pois a ciência tem
aquela natureza de que ninguém pode
compreendê-la sem, em boa medida, tê-la
alcançado.
Só dá para alcançar a ciência, só dá
para entender a ciência, depois você
alcançou ela, mas nem todo mundo
alcança, então não dá para entender.
Então ela consegue, ela tem um espaço
muito reduzido de atuação. E aí eu gosto
dessa análise do Robs, tá? pelo
seguinte, ela só vai ter função de poder
como poder mesmo quando ela tiver aliada
com algum dos outros poderes.
Só vai ser serosa mesmo quando ela se
aliar os outros, quando ela for um
instrumento paraos outros poderes. Ela é
quase que um poder terciário. Uma
ciência sobre a beleza, uma ciência
sobre as relações humanas, uma ciência
sobre a riqueza, uma ciência sobre cada
uma dessas, talvez potencialize, mas ela
mobilizada pelos outros poderes. sozinha
não vai dar conta. Ela ela não faz, ela
é muito pequena. Ela fica no estrito do
no estrito espaço do estudo acadêmico,
né, do estudo científico. Genial, cara.
Eu acho genial. Eu acho genial, genial,
genial. Um pequeno poder. Por isso quem
é cientista ou quem faz ciência, cara,
vê vê fica desesperado com os espaços
que tem de atuação, né? E com a
limitação que tem para poder fazer as
coisas, porque sozinho não, a ciência
por si só não dá conta. Ela é um poder
pequeno,
mas ela utilizada por outros poderes. Aí
sim. Então, uma ciência que se alia ao
mercado desenvolve força produtiva
bizarramente. Tecnologia vai para cá do
chapéu ligada ao estado, desenvolve
outro tipo de de de
saber sobre o mundo, de projetos e tal.
Ligada a cada uma desses outros poderes,
vai desenvolvendo, mas sozinha, coitada,
fica restrita.
As artes de utilidade pública, como uma
fortificação,
a fabricação de máquinas e outros
instrumentos de guerra são poder, porque
facilitam a defesa e conferem vitória.
Embora sua verdadeira mãe seja a
ciência, nomeadamente a matemática.
Mesmo assim, dado que são dadas a lua
pela mão do artífice, são consideradas,
nesse caso, para o vulgo. Nossa, a
parteira, meu Deus do céu, que tradução
bosta. Pera aí, deixa eu pegar a outra
que tá melhor. Essa parte aqui ficou
ruim.
As artes de uso público, como as
fortificações, construção de máquinas e
outro outros instrumentos de guerra,
porque conferem defesa e vitória, são
poderes. E embora a verdadeira mãe deles
seja a ciência e também a matemática,
elas são trazidas à luz pela mão do
artesão e, por isso estimadas como a
parteira que é vista como mãe pelo
populacho ou pelo vulgo, pelo leigo,
como filhas dele, né? Então, não vê como
filha da ciência, mas vê como filha do
artesão. Aquele que realiza é visto como
pai da criança e não propriamente a
ciência, não esse poder mais abstrato e
genérico. E agora vem uma última parte
que a gente vai ler, que é a parte que
eu disse sobre que influencia muito Adam
Smith, que é o valor de uma pessoa. No
caso, o Robs fala só de homens, porque o
Robbs é muito problemática a
antropologia filosófica dele. Homens é o
que vale, mulheres não valem nada e
homens surgem como cogumelos na terra,
não da barriga de pessoas, né? É uma
coisa meio maluca. Hobs é estranho. O
valor de um homem, tal como todas as
outras coisas, é seu preço. O valor de
um homem, tal como todas as outras
coisas, é seu preço.
Eu vou até voltar no trecho aqui do
capítulo 5
da
riqueza das nações. Mudou aí para vocês
também, né?
O capítulo que vai falar sobre esse
poder, né? Tal Rob diz sobre riqueza e
poder. Aqui ó, o preço real e o preço
nominal das mercadorias e o seu preço em
trabalho e seu preço em dinheiro. Valor
e preço.
O valor de um homem, tal como todas as
outras coisas, é seu preço. Hobs.
E aí vem para transmit,
preço nominal das mercadorias, preço
trabalho, preço em dinheiro.
Bem-vindos.
Isto é, tanto quanto seria dado pelo uso
do seu poder, portanto, não absoluto,
mas algo que depende da necessidade e do
julgamento de outrem. Veja, o valor ou
ser o o o preço de uma pessoa vai ser
dada pela capacidade dela, pelo poder
que ela tem.
Só que esse poder vai ser valorizado ou
precificado não por ela mesma, não pelo
quanto ela se estima sozinha, mas pelo
julgamento de outrem. Ou seja, o seu
valor e o seu preço serão determinados
pelo julgamento dos outros.
O que os outros dizem, preferem ou
querem em determinado contexto de você é
o que determina seu valor e seu preço e
não o que você estima de você mesmo.
Beleza?
Mas veja, a obsar
todas as outras coisas. O Adam Smith vai
levar a sério isso para todas as outras
coisas e inclui os seres humanos daí
dentro do circuito do mercado, do
trabalho de cada ser humaninho dentro do
circuito do mercado e como se valoriza o
trabalho da pessoa, como se precifica o
trabalho. Mas vamos lá.
Um hábil condutor de soldados, né, um
senhor da guerra é de alto preço em
tempos de guerra, presente ou iminente,
mas não o é em tempos de paz. Ou seja,
você vai valorizar um general, você vai
valorizar alguém que é um um senhor da
guerra no período de guerra ou próximo à
guerra. Em período de pais, ele não tem
valor nenhum. Para que que você vai
precisar de um cara disso?
Então, o valor dele cai.
Um juiz, né, doutro e incorruptível
é de grande valor em tempo de paz, mas
não é tanto em tempo de guerra.
Um juiz capaz, um juiz incorruptível, um
juiz correto em tempos de paz é
excelente. Em tempo de guerra, ó,
querido, não vai dar para respeitar
tanto assim as leis também. Não vai dar
para ser incorrupto. A gente tá em
guerra. Em guerra é
dedo no furico e gritaria. Então assim,
não vai dar para ser o senhor, não vai
dar pro senhor trabalhar aí com paz de
tranquilidade. Então o preço desse juiz
cai e o do Senhor da Guerra se eleva.
O valor do Senhor da Guerra no período
de guerra é muito estimado, no período
de paz não. O do juiz no período de paz
é muito estimado, no de guerra não.
Isso parece alguma coisa.
E tal como nas outras coisas, também no
homem não é o vendedor,
mas o comprador quem determina o preço,
oferta e demanda em Adam Smith. Power of
exchanging, power of purchasing,
poder de compra, poder de venda. Mas em
última instância quem determina é a
demanda, é o comprador que vai
determinar o preço e não o vendedor.
Uma disputa de poderes, poder de compra,
poder de venda. E o que foi suprimido
dessa discussão? O poder do trabalho,
o poder produtivo do trabalho, agora nas
traduções e na concepção dentro do
âmbito econômico, perdem o caráter de
poder humano e se transforma em força
produtiva
e converte em outra coisa, perde esse
caráter político do trabalho,
fundamentalmente, conceitualmente
político,
de realização de poder.
E eu não tô tirando iso da minha cabeça,
pelo amor de Deus. Eu tô trabalhando com
essa reconstituição da conceituação de
poder de trabalho, da do poder produtivo
do trabalho em Anders. Não é casual. Ele
tá utilizando aqui uma estrutura
conceitual. Ela é estrita, ela é
pensada, ela é desenvolvida
para ser criticada.
E aí eu acho sensacional o que Marx faz
ao usar o termo força produtiva, porque
aí ele agora vai falar, ó, dentro da
economia política burguesa é força
produtiva
ou força de trabalho. Não é poder de
trabalho, é força de trabalho que vai
ser comprada ou vendida, objetificada,
separada do ser humaninho. Aí eu entendo
a precisão conceitual também. Marx
precisa conceitualmente dentro da
economia política burguesa para poder
fazer a crítica.
Mas Adam Smith, quando ele tá
desenvolvendo conceituação dele, já é
outra parada. Então essas gradações e
alterações, elas vão mudando a nossa
própria compreensão sobre o pens, elas
são, na verdade, expressão da mudança do
tempo e do pensamento econômico, mas que
é importante recuperar para conseguir
ler bem, inclusive o próprio Adam Smith,
para conseguir fazer um uma reconexão
entre economia e política de maneira
fundamental, conceitual.
Mas vamos lá que ainda tem mais.
Porque mesmo que um homem,
como muitos fazem, atribua a si mesmo o
mais alto valor possível, apesar disso,
seu verdadeiro valor não será superior
ao que lhe for atribuído pelos outros. O
mercado decide o valor das mercadorias.
A sociedade ou os outros decidem o valor
desse homem, o preço dessa pessoa.
A manifestação do valor que mutuamente
nos atribuímos é o que vulgarmente se
chama honra e deshonra.
Atribuir a um homem um alto valor é
honrá-lo e um baixo valor é deshonrá-lo.
Mas neste caso, o alto e o baixo devem
ser entendidos em comparação com o valor
que cada homem se atribui a si próprio.
E aí vem a questão do valor de si em
relação ao valor que se é atribuído
pelos outros em cada um dos contextos. E
aí a gente vai ver a circulação ou
discussão aqui sobre valor, mérito,
honra, deshonra e não sei o quê,
diferente do que a Admit vai fazer. Por
quê? Porque daqui pra frente o Robs
inclusive vai falar sobre valor, honra,
deshonra do ponto de vista do estado
dessa sociedade da Commonwealth, né, do
estado eclesiástico comum, desta
Commonwealth que está sendo construída.
E já o Adam Smith já tá falando em
wealth of nations, pensando em outros
termos, em outras disputas, em outras
estruturas, ainda dentro do estado,
ainda no âmbito político, mas agora
focando no desenvolvimento das forças
produtivas, da riqueza, da economia,
enquanto o o Lev, o Robs no Leviatã tá
pensando a instituição do Estado, duas
instituições fundamentais pro mundo
moderno, mercado e estado, mas elas
pensando aqui, funcionando de maneira
muito articulada para entender um e
outro.
Já nas ciências que vão se estabelecer
como ciências sociais a partir do final
do século XIX, começo do século XX,
separam esses dois âmbitos e tratam o
objeto fundado, vai dizer assim, por
Hobbs como Estado, como um objeto fixo
observado só pela ciência política e o
objeto mercado de AT Smith observado só
pela economia ou melhor pela economics
dentro da própria tradição britânica,
que abandona a political economy, né, a
economia política. Ele desmembra de vez
essas paradas, enquanto a gente tá vendo
aqui a fundação tanto do estado quanto
do mercado em Hobs e AD Smith,
conectando esses âmbitos
fundamentalmente, conceitualmente.
Da hora, né? Gostaram?
Curtiram?
Ixe, meu amigo, que foi aula de
pesquisa, aula de poder, aula de
economia, aula de política, aula de
Adamit, aula de hobbsa,
eu gostei. Tá precisando trocar essa
ideia. Acho que achei que seria
interessante. E eu deixei aqui um monte
de coisa para trás que eu esqueci de
comentar.
Buenos dias, querido Thiago. Tudo bom,
meu querido? Como é que você tá? Tudo
bem? Espero, desejo que sim. Espero,
desejo que sim. Bruno dando papo
tá grandinho inclusive bem chato.
Diz querido Rubens também nunca tinha
visto isso, mas para mim faz sentido
porque até até porque, né, honra e
mérito entra em acumulação primitiva do
Adam Smit. Perfeito. Tipo, tiveram
pessoas com mais honra e mérito,
pouparam
pouparam e ficaram mais ricos também. A
habilidade de você manejar o poder, né?
Diz: "Querido Thiago, se não rabisco o
livro, tá em pecado." Tá em pecado. Mas
o nosso querido fazer o watch diz: "Eu
tenho dó do livro". Perca a dó do livro.
Ele é um objeto. Ele não é uma pessoa.
Diz o querido Thago. Inclusive eu meto
minhas considerações ao lado do
parágrafo. Eu também faço vários
rabisco.
Borduna também tem dó de livros? Pô, não
tenha, não se preocupem, mas colo notas
e e nas páginas anotadas. Bom, postite
também ajuda.
A sorte é um poder instrumental. É, mas
você não tem controle sobre ela. Aí
lasca
desborduna. Pronto. Leviatã esquerdista.
W. É
dis querido Diogo. Escreve um livro
sobre isso. Gostaria. Não tenho tempo
nem dinheiro. Infelizmente. Me falta
mérito e honra.
Tá me faltando isso. Desculpens. E tudo
isso pensando na indústria, cara. Olha,
eh, os caras olhavam pela janela e viam
que todo mundo trabalhando no mesmo
prédio para produzir camisa era mais
eficiente do que cada um fazer sua
camisa. Exato, exato, exato. E aí o a
análise do Hob sobre o estado, sobre a
guerra, sobre a união de facções para
poder realizar o poder, cai uma luva
nisso aqui.
Diz querido carapa, não custa milhões,
mas em menos de um café para ser membro
e do canal e continuar acompanhando o
nosso trabalho. Verdade. A aula aqui não
custa milhões, mas você pode virar
membro, membra, membro e membresia do
canal que dá um talento. Ou se você
fala: "Não dá, não quero pagar R$ 4,99 m
Pix".
Tá aqui na tela aqui embaixo.
[email protected].
É o Pix. Tá sobrando uma merreca aí. Diz
carapa. Ler sem contexto é igual fofoca
pela metade. Não dá para entender
direito. Exato. Perfeito.
Diz Rubens. Maquiavel já ia por aí
também. Ser amado e temido e tals.
Também também. Também.
Diz querido fazer watch. Totalmente
inspirado em hobbies. Muito bom. Você é
louco. É, nós tamos junto. Da hora, né?
É legal. É legal, pô.
Diz nosso querido Ryan. Ryan, bom dia,
Ran. Como é que você tá, cara? Tudo bem,
Ran? De boa.
Peguei no final, mas achei genial. Que
bom. Espero que seja útil e possa
contribuir de alguma maneira.
Bom demais. É nós, Rubens. Diz querida
Franciele. Franciele, um beijo, querida.
Tudo bem com você? Espero desejo que
sim.
Robs em céu. É, ele talvez hoje Robs tem
um potencial muito grande de ser aquele
Zancap de ser um cogos hoje em dia, mas
com intelecto, né? Assim, não estou
dizendo genialidade. Hobs é genial. Tô
falando sobre o estereótipo. Poderia
acabar sendo aí um templário
cap. Aí cada um entenda como isso é
possível à sua maneira.
Diz querido Diogo. Foi excelente. Que
bom.
Pergunta Diogo. Rabiscar livre é dogma
da igreja barista? Já não é dogma, mas é
recomendável. É recomendável que você
pratique isso, eh, profane o livro para
não profanar o desenvolvimento de suas
capacidades produtivas intelectuais.
Profan livros importante.
Beleza, minha gente? Bom,
por hoje era isso que eu tinha para
compartilhar e eu acho que ficou legal,
hein? Não esquece de compartilhar esse
videozinho aqui com as pessoas também,
especialmente quem encosta essa
discussão sobre economia, política,
filosofia, essas paradas aqui pode ser
útil. É um tipo de papo útil. E se você
fizer uma autorreflexão também é um papo
útil para conversa sobre pesquisa, né?
sobre fazer pesquisa em textos, buscar
fontes, eh essas buscas hermenêuticas da
patra mente. Eu não contei o meu
segredinho para ter chegado nisso. Só
falei que foi uma hiper um hiper foco em
poder, né?
Porque eu achei que a tradução tava
muito esquisita, mas eh isso também é é
parte do metodologia que eu utilizo
de buscar termos chave dentro dos
textos. Eita, Deus, cadê?
Deu algum problema aqui?
Hã?
Ei, Jesus Cristo. Mas é isso,
de nada. Estamos junto. Que fazer?
Pergunta nosso querido Ravi. Ravi, Ravi
Oliva ou seu nome é Ravioliva.
Pode ser Ravioliva ou Ra Violiva.
Rioliva também um bom nome. Fala
Ravioliva.
Acho que é Ravioliva. Ravioliva. Mas
podia ser Ravioliva.
Ravioliva. Ravioliva.
Vai saber, cara.
Bruno, eu, minha sobrinha, 8 anos, já
perguntou abre aspas, o que é filosofia?
Fecha aspas, ponto final.
O que falar de interessante? Tem dica?
Manda um salve pra Ana Clara que eu
mostrar depois. Ai, querida Ana Clara de
8 anos, assista só esse trecho porque
nos outros eu falei coisas
desagradáveis. Um salve querida Ana
Clara, um beijo imenso. Tudo bem com
você? Espero e desejo que sim. 8 anos.
Bom momento para começar a pensar sobre
filosofia.
Querida Ana,
Ana Clara com dois Ns. Ana Clara.
Ana,
seguinte,
minha filha tem 6 anos,
então há dois anos mais nova que você.
E várias vezes aqui em casa ela
quer fazer alguma coisa assim: "Ah, por
exemplo, hoje é uma terça-feira, é um
dia que ela não assistiria TV, por
exemplo, durante a semana ela tem um
tempinho muito curto quando volta da
escola, mas hoje ela acordou cedo pela
manhã e ela queria assistir desenho pela
manhã e a gente desenho pela manhã só no
sábado do fim de semana. Então tem essa
regrinha aqui em casa.
E aí ela falou: "Mas eu queria assistir
e aí
ela precisa justificar para mim o por eu
deveria deixar ela assistir
quando ela busca justificar o motivo
pelo qual eu deveria deixar ela assistir
esse desenho,
essa justificação, essa explicação,
falar: "Ó, deixa por causa disso,
ó, tal coisa tá acontecendo, deixa por
causa disso." Vamos mudar essa regra
hoje. É por causa disso. Essa
explicação, essa justificativa,
essa justificativa ela é
fruto de uma reflexão, de um pensamento
que dê pros outros, que compartilhe
a razão porque algo deve ou não deve ser
feito, deve ou não deve ser mantido.
Buscar as razões do porque a gente faz
as coisas. Buscar as razões, os motivos
do porque as coisas são como são. É o
esforço de uma filosofia. Por isso que
filo significa amor, um amor de amigo,
de amizade, de carinho que a gente tem
pelas pessoas amigas e amigos,
pela Sofia, pela sabedoria.
sabedoria como esse saber viver, como
esse saber explicar o por a gente faz o
que a gente faz ou porque não faz o que
a gente não faz e as causas do mundo.
Essa reflexãozinha aqui de justificar o
porque a gente faz o que a gente faz,
como tal qual minha filha precisou fazer
hoje pela manhã, ela foi suficientemente
convincente, ela conseguiu me convencer.
Então, ela foi muito bem no manejo do
discurso filosófico para dar razões pelo
motivo que ela poderia assistir. Eh,
filosofia, a gente pode começar por aí.
pensar aí sobre os motivos,
justificações, causas, razões do porque
a gente faz as coisas que a gente faz,
do porque o mundo é como ele é.
Espero que tenha sido útil, querido Ravi
Oliveira,
um beijo, Ana Clara, um salve, querido.
Não sei se foi útil, mas é por aí. pelo
menos acredito nisso. Agora falando
adultisticamente,
a minha definição de filosofia é
trabalhar com sistemas significativos de
justificação. É um nome que eu dei há
muitos anos atrás, eu mantenho ele. A
gente cria sistemas significativos de
justificação pela manutenção ou não de
determinadas relações e ordens, né?
Então a gente cria justificações do
porque que a gente deve fazer tal coisa
ou outra coisa. A filosofia trabalha
nesse mundinho aí. Espero que seja útil.
Diz: "Nossus querido carapa, já tem
marques para crianças?" É, eu não tenho
marques para crianças. Já me disseram
que eu precisaria conseguir, mas eu
tenho um vídeo que eu vou mandar no
nosso chat lá do nosso WhatsApp para
membresia. Vou mandar o vídeo da minha
filha pegando o livro de Marx algumas
vezes desde sua infância. Vamos ler
Marx, papai.
Ela me viu muito lento essa desgraça,
coitada. Que lindo, diz o querido Ryan.
É, mas é isso. Max para baixinhos é
embaçado. Max Para baixinhos é bom. É
Xuxa Marx.
Marcux,
já sei o que falar quando minha a
filhada crescer. É, não, a minha filha,
coitada, ela sofre porque eu meto umas
frases de filósofo que eu lembro assim,
alguma citação e falo, decora tal coisa.
Aí ela, hum, ela fala, repete, repete
comigo. Aí ela repete. Mas o que que
isso significa? Um dia você vai
entender, só guarda a frase, depois você
trabalha com ela, mas foi à frente.
Então ela já decorou só sei que nada
sei. Só sei que nada sei do Sócrates. E
aí vez para outro fal como é que é
aquele negócio lá? Só sei só sei que
nada sei. Falei isso aí. O primeiro
passo para aprender as coisas é saber
que você não sabe. Aí dá para aprender
as paradas. Teve outra que foi, pô, teve
uma muito boa, cara.
Qual que foi?
Ah, é uma de Marx também. É uma uma de
Marx que era da ciência.
A gente tava indo, eu tava indo cortar o
cabelo, ela foi comigo, ela tava comigo,
ia ficar comigo lá, ia cortar o cabelo,
ela tava comigo. Aí no caminho a gente
conversando, aí não sei porque ela falou
uma frase tipo assim: "As coisas não são
que elas parecem ser, algo assim. Foi
ano, final do ano passado. Falei: É isso
aí. Falei por causa disso aqui, filha,
decora essa frase aqui.
Se aparência e essência fossem o mesmo,
não seria necessário ciência.
Ela é se aparência e essência fossem o
mesmo, não seria necessário ciência.
Consegue reproduzir? Ela copiou,
decorou, está decorando a essa agora.
Não entendeu, mas não precisa entender
também, porque um dia ela vai entender e
o que importa é depois mente. Então, se
aparência e essência fossem o mesmo, não
seria necessário ciência.
Vamos lá, uma fenomenologia
as avessas aqui para crianças. Beleza,
minha gente, acho que é isso. Acho que
cá chegamos. Tenho reunião daqui a uns
minutinhos. Começa a correria até de
noite. Força para nós. Deus abençoe e
bora lá. Mas hoje é terça-feira, ainda
tá longe do fim de semana, então não dá
para falar que tá perto do fim de
semana. Então não sei ainda muito bem
como vai ser a mensagem motivacional,
mas hoje é terça-feira. Terça-feira é
terça-feira.
Terça-feira é quase quarta-feira.
Quase quarta-feira significa que a gente
semana amanhã,
mas não hoje ainda não. Já vemos
estarando
instruções de todo trabalhador
final da chegando talvez
semana queor
acumulem apenas o
informativo para vocês. Tito isto, dito
iso,
nos apoiou, nos dominou, nos cou e é
para ser louco que a loucura seja levada
ao limite. Por isso, a de Fernando Dinuc
e nós também, pai Corinthians. Enquemos
bem e sigamos por aqui sempre trazendo a
boa nova todo dia útil.
>> Trazendo a boa nova todo dia útil até a
vitória final.
trazendo boa nova todo dia. Curte esse
vídeo aí, comenta membro do canal.
Mas é isso, valeuim. Deus abençoe.
Falou, estamos juntos. É nós.
Se cuidem. Cabeça em livros, noo, obes
poder, valor, moral, honra, mérito, o
No.

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