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A fé vem pelo ouvir

# 67 O Homem na Aliança da Graça | Pilares da Fé Reformada | Estudo Bíblico

# 67 O Homem na Aliança da Graça | Pilares da Fé Reformada | Estudo Bíblico

# 67 O Homem na Aliança da Graça | Pilares da Fé Reformada | Estudo Bíblico

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PILARES DA FÉ REFORMADA
Teologia Dogmática ao alcance de todos

O desafio da Primeira Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia é que continuemos a caminhada na preservação da doutrina e na aplicação das verdades bíblicas aos novos desafios de nossa geração. Integrando-nos à nobre sucessão dos que amam a Deus e sua Palavra e que buscam entendê-la e aplicá-la, em submissão ao Espírito, à vida da Igreja. D. M. Lloyd-Jones diz:

“Toda a doutrina cristã visa levar, e foi destinada a levar a um bom resultado prático. […] A doutrina visa levar-nos a Deus, e a isso foi destinada. Seu propósito é ser prática […] a nossa vida cristã nunca será rica, se não conhecermos e não aprendermos a doutrina. Você não poderá ser santo se não conhecer bem a doutrina. Doutrina é a ligação direta que leva à santidade. É somente quando compreendemos essas verdades fundamentais que podemos atender ao apelo lógico para a conduta e o comportamento agradáveis a Deus”.

Diante disso, uma tradição saudável tem compromisso com o passado na geração do futuro. Portanto, “o conservadorismo criativo utiliza-se da tradição, não como autoridade final ou absoluta, mas como recurso importante colocado a nossa disposição pela providência de Deus, a fim de nos ajudar a entender o que a Escritura está nos dizendo sobre quem é Deus, quem somos nós, o que é o mundo ao nosso redor e o que fomos chamados para fazer aqui e agora”. J.I. Packer nos ajuda nessa compreensão:

“A tradição nos permite ficar sobre os ombros de muitos gigantes que pensaram sobre a Bíblia antes de nós. Podemos concluir pelo consenso do maior e mais amplo corpo de pensadores cristãos, desde os primeiros Pais até o presente, como recurso valioso para compreender a Bíblia com responsabilidade. Contudo, tais interpretações (tradições) jamais serão finais; precisam sempre ser submetidas às Escrituras para mais revisão”.

Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
+55 (62) 3213-3320 ou 98113-0461‬ (WhatsApp)
Rua 68 c/ Rua 71, St. Central, Goiânia-GO

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Legendas automáticas:

Cítulo de número 31.
Jeremias, capítulo 31.
Nós vamos ler primeiro a o verso
de 1 a tr.
Jeremias 31 do verso 1 até o verso 3.
Palavra do Senhor nos diz: "Naquele
tempo, diz o Senhor,
serei o Deus de todas as tribos de
Israel e ela será o meu povo. Assim diz
o Senhor: "O povo que se livrou da
espada logrou graça no deserto. Eu irei
e darei descanso a Israel."
De longe se me deixou ver o Senhor,
dizendo: "Com amor eterno, eu te amei,
por isso, com benignidade
te atraí." Vamos lá pro verso de número
31.
diz: "Eis aí vem dias, diz o Senhor, em
que firmarei nova aliança com a casa de
Israel e com a casa de Judá, não
conforme a aliança que fiz com seus
pais, no dia em que os tomei pela mão
para os tirar da terra do Egito,
porquanto eles anularam a minha aliança,
não obstante eu os haver ter des disp
desposado, diz o Senhor, porque esta é a
aliança que firmarei com a casa de
Israel depois daqueles dias, diz o
Senhor. Na mente lhes imprimirei as
minhas leis, também no coração lhes as
inscreverei. Eu serei o seu Deus e eles
serão o meu povo. Até aqui,
meus irmãos, uma das coisas que nós
vamos perceber e principalmente isso
dentro da teologia reformada é a
doutrina da aliança e ela é fundamental
para que a gente compreenda, né, toda a
perspectiva teológica que nós eh
abraçamos, né, dentro da teologia
reformada, porque ela vai nos ajudar a
compreender exatamente que Deus nunca
tratou o homem aqui de maneira casual ou
foi improvisada, né, ou meramente às
vezes individualista.
A gente vai ver algo na palavra de Deus
que desde o princípio
Deus se relaciona, né, com o ser humano
ou com o homem por meio de uma relação
pactual.
Sempre foi essa relação de pacto, tá?
pacto e aliança. Desde o início a gente
vê isso. Nós temos lá no início lá pacto
quando Deus se revela, né, falando ao
homem das suas obrigações. Eh, nós temos
ali um pacto da das obras, né, que já é
marcado desde o início, onde ele
deveria, né, cultivar a terra e guardar
a terra.
Mas há uma relação sempre estabelecida
de maneira soberana, né, por ele, assim,
portanto, marcada por promessas,
exigências, sinais, responsabilidades e
a graça. Portanto, desde o início, nós
vamos perceber esses movimentos. Então,
quando muitas vezes nós temos essa
dificuldade de entender lei e graça,
porque em alguns eh a ideia de alguns é
que é lei ligada a Antigo Testamento e
graça ligada ao Novo Testamento, nós
vamos perceber que essa não é uma
estrutura bíblica. Lei e graça sempre
caminharam de mãos dadas ao longo das
escrituras. E aí a palavra de Deus, ela
vai nos mostrar com clareza que a lei
era necessário até para que a gente
entendesse a graça. A lei nos faz
compreender essa necessidade, né? Paulo
argumenta isso eh na carta carta aos
Romanos, no capítulo de número 6 7
falando a respeito dessa necessidade,
né, da lei. Portanto, sempre caminhou
juntos, tá?
Aqui nós temos essa perspectiva bíblica
de entender que a aliança ela nunca foi
um plano B e não é um plano B. Ou seja,
Deus nunca tratou isso dessa maneira,
tá? Nós vamos ver isso. Eh, eh, Beof,
que é do teologia sistemática, ele vai
falar sempre disso. O arquétipo de toda
a vida pactual acha-se no ser trinitário
de Deus. Eh, e o que se vê entre os
homens é que é apenas uma pálida cópia
desse modelo divino. Portanto, quando a
palavra de Deus nos fala de aliança,
imprime isso em nós, nos mostra isso a
partir daquilo que aconteceu em Deus, da
forma como Deus se relaciona desde o
início. Então, a aliança ela nunca
começou no homem, tá? Ela nunca começou
no homem e também antes de ser uma forma
jurídica.
é essa expressão de amor e da da do
relacionamento de Deus para conosco, tá?
Então, a maneira como Deus se relaciona
conosco sempre foi eh dessa forma.
Portanto, essa é uma disposição soberana
que a palavra de Deus vai nos mostrar,
né? Não é uma eh uma negociação, né?
Porque quando a gente fala de pacto de
aliança, nós estamos sempre tendo o
entendimento de que uma parte se
comprometeu com algo, a outra parte se
comprometeu com a com outra coisa
também, certo? Foi uma um acordo ali,
né? Então, a ideia de se de pacto sempre
permeou aquilo que a palavra de Deus nos
mostra desse relacionamento. Só que o
pacto que aconteceu,
eh, sempre aconteceu, era uma relação,
eh, quase que unilateral, né? era aquilo
que a palavra de Deus nos mostrou sempre
que Deus agindo. Portanto, no Antigo
Testamento, é interessante notar o
termo. Quando a palavra de Deus fala de
aliança, ele fala de algo eh eh a
palavra é berite, né, a paraa aliança,
mas literalmente ela significa cortar. E
quando a palavra de Deus nos fala isso,
ele fala eh eh quando ele sai nessa
relação, o termo é esse, cortar, né? eh
cortaram a aliança,
mas é por causa da da forma como isso
era feito, certo? Então vamos lembrar um
pouquinho daquilo que a palavra de Deus
nos mostra. Abra lá, por favor, em
Gênesis, Gênesis 15.
A partir daqui, nós temos a ideia de o
que que era essa aliança ou dessa
cerimônia, né, que alguns que a gente
vai entender que é esse ato de eh cortar
uma aliança, né, portanto, é o sentido
inicial da palavra, tá? de berite, que é
usado no Antigo Testamento. A história
aqui de Abraão, quando Deus faz a
aliança, diz assim:
"Perdo que eu tô lendo numa outra
versão, talvez seja uma versão diferente
da sua, mas você vai compreender."
Depois destes acontecimentos, a palavra
do Senhor veio a Abraão numa visão,
dizendo:
"Não tenha medo, Abraão. Eu sou o seu
escudo e lhe darei uma grande
recompensa."
Abraão respondeu: "Senhor Deus, que me
darás se continuo sem filhos? O herdeiro
da minha casa é o Damaceno, Eléser."
Abraão continuou: "Tu, tu não me destes
descendência, e um servo nascido na
minha casa será o meu herdeiro". E eis
que a palavra do Senhor veio a ele,
dizendo: "Esse não será o seu herdeiro.
Pelo contrário, aquele que será gerado
por você será o seu herdeiro." Então, o
Senhor eh levou-o para fora e disse:
"Olha para os céus e conte as estrelas,
se puder eh contá-las." e lhe disse:
"Assim será a sua posteridade.
Abraão creu no Senhor, isso lhe foi
atribuído para justiça.
O Senhor disse também: "Eu sou o Senhor
que farei de que tirei de urdos caldeus
para lhe dar essa terra como herança."
Mas Abraão perguntou: "Senhor Deus, como
saberei que vou ardar essa terra?"
O Senhor respondeu: "Traga-me uma
novilha, uma cabra e um cordeiro, cada
qual de trs anos, uma rolinha e um
pombinho."
Arão trouxe todos esses animais,
cortou-os pelo meio e pôs as metades uma
diante das outras. As aves, porém, não
cortou pelo meio. As aves de rapina
desciam sobre os cadáveres, porém Abraão
as enchotava. Ao pôr do sol, um profundo
sono caiu sobre Abraão, e grande pavor e
densas trevas tomaram conta dele. Então
o Senhor lhe disse: "Fique sabendo com
certeza que a sua posteridade será
peregrina em terra alheia e será
reduzida à escravidão e será afligida
durante 400 anos. Mas eu castigarei a
nação que escravizar. Depois eles sairão
com muitas riquezas e você irá para
junto de seus pais em paz. será
sepultado em boa velice.
Na quarta geração, voltarão para cá,
porque a medida da iniquidade dos
amorreus ainda não se encheu. Quando o
sol se pôs e houve densas trevas, eis
que um fugareiro fumegante
e uma tocha de fogo passaram entre
aquelas aqueles pedaços de animais.
Naquele mesmo dia, o Senhor fez uma
aliança com Abraão, dizendo: "A sua
descendência de esta terra, desde o rio
do Egito até o grande rio Eufrates, a
terra dos
quus, dos queneseus, cadmoneus, dos
eteus, dos ferus, dos refaíns, dos
amorreus, dos cananeus, gigaseus e dos
jebuseus. Portanto, esse é o texto
que mostra exatamente o padrão daquilo
que é aliança. Eh, interessante notar as
figuras do texto aqui. Nós sabemos bem
que aqui era algo que Abraão conhecia
por causa da vivência dele ali desde
Urdos Caldeus. Ele sabia dessa prática.
Essa era uma prática comum dos povos eh
de fazer um acordo, certo? era pegar um
animal, partir no meio,
né? Cada um passava na parte ali. E a
declaração era isso, se eh que eu seja
partido no meio se eu quebrar essa
aliança.
Agora a gente vê desde o início a aquilo
que Deus vem propondo. E aqui agora ele
tá eh relembrando tudo isso e falando
agora de maneira e cada vez. Não é que
Deus está fazendo outros planos, mas é
uma progressão para mostrar aonde essa
aliança chegaria,
né? há uma progressão na eh na eh no
desenvolver da história aqui da
redenção. Então, nós vamos ver que nesse
nesse acordo aqui, só Deus que passa no
meio dessas partes. E o homem não
passou, Abraão não passou porque a Deus
já sabia e desde o início, mesmo quando
o povo falava assim: "Sim, o Senhor será
o nosso Deus e nós seremos o seu povo".
Todas as vezes o povo quebrou essa
aliança.
Todas as vezes. Não teve uma vez que o
povo de Deus conseguiu cumprir eh
plenamente aquilo que eles tinham eh
prometido, né? Eh, diante de Deus. Em
alguns momentos isso eles faziam até com
certa convicção, mas logo a seguir eles
abandonavam isso. Graça, né, que
justamente ele antes de passar ele fez
que Abraão não de forma dormiu. Contorne
aí para que você não tenha que envolver.
>> É em meio a exatamente em meio a tudo
isso há figuras que apontam claramente
também para aquilo que aconteceria em
Cristo, né? Se a gente vê a a cena, a
cena é dramática, é uma cena pesada, né?
E ali depois há uma escuridão, né? Isso
tudo está como flashes apontando para
aquilo que aconteceria um dia lá na
cruz. É para isso que está apontando. É
lá na cruz que seria de fato agora
aquilo que Jesus fala antes da última
Páscoa, né? que seria agora uma nova
aliança.
Essa nova aliança era a aliança agora eh
de uma vez por todas, agora sim, essa
seria a aliança perfeita. Todas essas
eram sombras daquilo que estava
apontando para frente. Mas outra coisa
que é interessante, né, que a gente vai
ver aqui no sentido das palavras, que
você vai perceber que aí passa pro Novo
Testamento, né, a gente continua na
ideia de de aliança, né, mas o termo é
interessante isso, que a palavra de Deus
tem cuidado ao colocar as palavras de
maneira clara, né, no termo original.
Eh, se você colocar a aliança sinteque
do grego, é uma aliança entre partes
iguais.
Eh, de atqueq não é uma é um acordo de
de que não seria da mesma a mesma ideia,
né? é uma disposição soberana de entrar
em aliança conosco. Essa disposição de
Deus de entrar eh no aliança. Então, o
termo que é usado no Novo Testamento é
outro, tá? Eh, exatamente para mostrar
isso, porque essa relação sempre se Deus
se deu de Deus vindo e fazendo a
aliança,
né? Mas era necessário. Aí quando a
gente olha aqui, eh, lembra no texto que
Abraão responde, né? E diz o texto que
Abraão, quando ele tira ele, fala: "Olha
para as estrelas". Aí o texto diz que
Abraão creu em Deus. Lá em Romanos, a
gente tem a de novo agora a tradução de
tudo isso aí. vai dizer: "Abraão creu em
Deus e isso lhe foi impultado,
foi outorgado ou foi lhe dado como
justiça. Aí você fala: "Então, foi de
obras,
foi de obras". a gente sempre pensa
nisso. Essa é a controvérsia do do da
maior parte das vezes, porque a a vamos
dizer a maior maiores vertentes do meio
evangélico, ele tem essa tendência de
colocar sobre o homem eh uma
responsabilidade
ou uma virtude maior do que se tem.
Nós já vimos isso na antropologia.
Portanto, as pessoas, a maior parte vai
entender que nós sim somos capazes de
responder a esse pacto, a essa aliança.
E, portanto, nós temos uma obra. Só que
aí a gente vai pro contexto de Romanos e
aí a palavra de Deus vai nos mostrar que
até esse crer que Abraão teve, que lhe é
imputado como justiça, isso é um ato
soberano de Deus. É um ato soberano de
Deus. Desde o início, quando Deus fala
para Abraão, sai da sua terra e da sua
parentela e vai pra terra que eu te
mostrarei, de ti farei uma grande nação.
As pessoa
que Abraão era alguém completamente
acima da média, né? alguém que tinha uma
grande fé e que ele reconheceu de de
cara que era o Deus verdadeiro. Mas a
gente vai ver que ao longo da caminhada
não é bem assim. Não é bem assim.
Portanto, é um ato de Deus, um ato
soberano de Deus na
história, no meio da história. Portanto,
Deus infinito aqui eh condescente ao
nível do homem. Ou seja, ele vem na sua
majestade. E essa é a relação sempre
daquilo que eh Deus nos mostra, né? essa
relação de cima para baixo, de uma ação
de cima para baixo. Portanto, há sim uma
aliança, e nós já vimos isso, que Deus
requer uma resposta humana, mas essa
resposta humana também, ela é agora eh
de alguma maneira derivada daquilo que
Deus já fez no eh no ser humano para que
ele respondesse, entendeu? Deus age,
transforma,
né? faz a gente entender. E agora a
gente responde a essa aliança. Sim, o
Senhor será o nosso Deus. O Senhor é o
meu Deus. Eh, ou o salmista dizendo: "O
Senhor será o meu guia até a morte", né?
Mas em meio a isso, eh, a palavra de
Deus não esconde e Deus nos conhece essa
finitude do homem, né? Portanto, Deus
não salva pecadores por um impulso
momentâneo, mas por um plano firme e
gracioso. Essa é a história da aliança
desde o início da palavra de Deus.
Portanto, Deus não está ou não tá sendo
pego de surpresa com aquilo que eh
aconteceu ao longo da história.
Deus não é pego de surpresa, né? Ele
sabe sim que eh nós somos pecadores e,
portanto, eh essa relação agora é com
homens pecadores e que não teriam,
portanto, capacidade nenhuma de
responder de maneira plena e positiva
aquilo que Deus propôs. Portanto, a
aliança não nasce de uma igualdade
natural. Deus é é
condescente, tá? Ele se abaixa para se
relacionar com o homem sem jamais perder
a sua majestade. Então, por sua graça,
Deus condescendeu em baixar ao nível do
homem, né, e honrá-lo, tratando mais ou
menos na base da igualdade. Deus faz
isso. Agora, como que Deus fez isso?
Literalmente
a gente vai ver que Deus está mostrando
quadros no Antigo Testamento daquilo que
iria acontecer.
Eh, é como se flashes da cena principal,
certo? Aí Deus vem, fala com Abraão.
Gente,
pare para para pensar um pouco. Qualquer
religião do mundo, eh, você não tem essa
relação nas pessoas, porque sempre as
pessoas vão entender que, vamos dizer, a
divindade é alguém inacessível,
que não se relaciona pessoalmente com
nenhum dos seus adoradores, muito menos
vem em direção a ele. Somos, somos nós,
somos nós que temos que fazer sempre
alguma coisa. É seu esforço, sua
performance, né? Se você for muito bom,
você consegue chegar até essa divindade
e alcançar o que você quer. Aí a palavra
de Deus vem de maneira completamente
diferente e oposta de qualquer religião,
mostrando que esse Deus é aquele Deus
que vem na nossa direção, veio desde o
início, mas são quadros que vai apontar
pro dia de Cristo.
Então, lembra e vamos lembrando e
trazendo a mente a palavra de Deus.
Quando a palavra de Deus nos fala desse
ato lá em Filipenses, ele nos fala que
eh isso foi um ato de esvaziamento,
humilhação,
né? Quando nos fala que Cristo Jesus ele
se humilhou na forma de servo, de homem,
né? E ele em figura humana, ele desce
para que ele pudesse se relacionar
conosco, se torna homem limitado, né?
Limitado na figura humana, né? E,
portanto, para que eh essa relação agora
pudesse ter a cena final, que seria
agora a aliança
perfeita, é aquela que aconteceu Deus
Pai nessa união, né, da trindade, agora
com o filho. Agora sim, essa aliança é
de uma vez por todas, porque sim, agora
é o homem perfeito,
Cristo, na sua humanidade, fazendo um
acordo perfeito com um Deus que é santo
e perfeito.
E como nós entramos agora nessa relação?
Cristo Jesus se tornando homem, entrando
no nosso lugar. E agora nós estamos, por
isso que a palavra de Deus nos fala
dessa doutrina também de união com
Cristo. Estamos unidos a Cristo.
Portanto, a nossa aliança com Deus em
Cristo Jesus, ela é perfeita. que nós
respondemos de maneira plena, ela é
igualitária porque foi o, né, nós
estamos em Cristo, né, agora sim
igualitária, mas por causa, né,
plenamente de Cristo. Então essa é a
relação, o acordo eterno antes de, né,
do tempo começar
é um conselho eterno de Deus, é um
pacto, né? Esse é o pacto aqui, né?
Então, o pai originador, ele decreta e
planeja a redenção dos eleitos, tá? Eh,
a palavra de Deus coloca dessa maneira.
O Espírito Santo é aquele que aplica,
né, essa eh essa aliança ou tudo aquilo
que aconteceu. O filho é aquele que
executa, ele realiza o plano. Ele vem,
desce, realiza o plano. Vamos lembrar
essa ordem. Abra comigo, por favor.
Em Efésios capítulo 1.
Efésios capítulo 1, a partir do verso de
número tr.
Palavra de Deus então nos diz:
"Bendito Deus e pai de nosso Senhor
Jesus Cristo, que nos tem abençoado com
toda sorte de bênção espiritual nas
regiões celestiais em Cristo, assim como
nos escolheu nele antes da fundação do
mundo, para sermos santos e
irrepreensíveis perante ele e em amor
nos predestinou para ele, para a adoção
de filhos.
Agora ele passa a falar da obra do filho
por meio de Jesus Cristo, segundo o
beneplástito de sua vontade, para louvor
da glória de sua graça, que ele nos
concedeu gratuitamente no amado,
em Cristo, então, no qual temos a
redenção, pelo seu sangue, a remissão
dos pecados, segundo a riqueza da sua
graça, que Deus derramou abundantemente
sobre nós em toda sabedoria e prudência.
desvendando-nos o mistério da sua
vontade, segundo o seu beneplasto que
propusera em Cristo, de fazer convergir
nele, na dispensação da plenitude dos
tempos todas as coisas, tanto as do céu
como as da terra. Nele digo, no qual
fomos também feitos herança,
predestinados segundo o propósito
daquele que faz todas as coisas,
conforme o conselho da sua vontade, a
fim de sermos para louvor da sua glória,
nós, os que de antemão esperamos em
Cristo, em quem também vós, depois que
ouvistes a palavra da verdade, o
Evangelho da vossa salvação,
tendo nele também crido, foste selados
com o sant Santo Espírito da promessa, o
qual é o penhor da nossa herança até o
resgate da sua propriedade em louvor da
sua glória. Portanto, essa é a ordem
daquilo que Deus fez, né, em Cristo
Jesus. Na economia da salvação, o Pai é
o o originador de tudo, é aquele que fez
todas as coisas. O filho se torna aquele
que executa, no conselho da vontade
aquele que desce. E o Espírito Santo é
aquele que eh aplica. Portanto, Cristo,
ele não veio ao mundo por acaso, tá? A
encarnação é uma questão de obediência.
A palavra de Deus fala isso. A cruz,
portanto, a ressurreição, aplicação de
tudo isso que aconteceu na salvação, faz
parte desse plano eterno de Deus que nós
estamos falando, que é tudo isso está
dentro da aliança, tá? Lá em João 6:38,
a palavra de Deus fala: "Eu descido do
céu não para fazer a minha vontade, e
sim a vontade daquele que me enviou".
Tá? João 6:38.
Isso é repetido várias vezes por Cristo
Jesus.
Jesus vai falando sempre isso, que ele,
a função dele ou a obra dele é fazer
aquilo que o pai tinha ordenado. Aí a
gente lembra de novo, voltamos a aquilo
que a palavra do Senhor já mostrava como
sendo algo realizado lá em Isaías.
Palavra de Deus fala que eh fala que viu
o fruto fruto do seu penoso trabalho.
Aí a palavra de Deus fala que Deus
agradou o moelo,
tá? Agradou o moelo. A ideia é essa
mesmo de um trigo que é moído para que
virasse pão, tá? As figuras bíblicas
elas não são aleatórias. Não são
aleatórias. Quando Jesus pega um pão,
quando Jesus pega um cálice e um vinho
falando: "Olha, esse é meu corpo que é
dado por vós", isso tem aplicações ou
relações diretas com aquilo que a
palavra de Deus diz desde o Antigo
Testamento, tá? falando também dele como
primícia, dele como sendo primogênito,
dele sendo moído para que eh pudesse eh
para que nós pudéssemos ter a redenção e
o sangue sendo vertido. Poderia fazer
justamente a contraposição. O Deus não
teve prazer em, mas ele teve prazerar.
A palavra de Deus nos fala isso, ela ela
nos mostra essa relação, eh, não por um
ato apenas um ato sádico ali de Deus,
mas por um ato de amor. Ele faz isso,
porque senão nenhum de nós teríamos
condições ou não teria eh nós não
teríamos a redenção. Então, na aliança
da redenção, Cristo assume o lugar do
seu povo. E aqui ele é chamado também de
fiador com base lá em Hebreus no
capítulo 7 verso 22 fala: "Penhor ou
fiador aquele que faz responsável pelo
cumprimento das obrigações legais de
alguém, certo? fiador é aquele que está
garantindo
que se o outro não cumprir,
ele vai cumprir. Então essa é a relação,
por isso que era necessário que viesse
Cristo Jesus. Então está aqui tá o
glorioso intercâmbio do nosso fiador,
né? Na aliança da redenção, Cristo
assume o lugar do seu povo, se torna
nosso fiador e um fiador é aquele que
que então se torna responsável legal por
aquilo de outro. Então o que ele tomou
de nós,
palavra de Deus fala isso, culpa,
condenação, obrigação legal e morte.
Agora eu preciso voltar à nossa parte de
antropologia. Vocês lembram que quando
nós falamos a respeito do pecado, que eh
quando o homem cai no pecado e todos nós
ao nascermos em pecado,
todas essas coisas aqui fazem parte da
nossa natureza. Tudo isso veio junto com
o pecado. Nós temos eh a culpa,
nós temos a condenação por causa da da
quebra da lei, que nenhum de nós é capaz
de cumprir a lei. Portanto, já estamos
eh condenados desde o nascimento,
tá? Desde o nascimento. E nós vimos
isso, lembra que não tem idade da
inocência, tá? Não tem um tempo onde
alguém é inocente, tá? desde início. Por
isso que a gente não é dureza, gente. Na
verdade, a teologia da aliança também
ela te dá
ela,
ela te traz consolo. Por exemplo, que
que é o que que é mais profundo? Quando
normalmente nós temos dificuldade de
algumas situações na vida. Eh, por
exemplo, morte de uma criança
bem na terra idade, sei lá, criança,
criancinha,
eh,
as pessoas elas querem trazer consolo de
algo que não existe dentro da palavra de
Deus. Então, ela vai querer que alguém
traga consolo dizendo: "Olha, a um
bebezinho eh não teve tempo de pecar,
ele não, né?" E, portanto, possivelmente
alguns vão falar: "Ah, virou anjo". E
essa coisa toda que não tem, nós não
temos uma ligação bíblica com nada
disso. E é interessante notar que está
rebaixando,
rebaixando. A palavra de Deus quando nos
fala em Hebreus a respeito de anjos, nos
mostra que anjos é inferior.
Fala, olha, fala dos homens, por um
pouco fizestes inferior aos anjos, né?
Aí depois fala de Cristo, que também por
um pouco, por um breve tempo, mas nessa
ordem a palavra de Deus nos coloca
acima.
Porque ele pergunta, foi por anjos que
Jesus morreu? Não. E nós já vimos isso
aqui. Cristo Jesus não morreu por anjos.
Caso contrário, aqueles anjos que caíram
teriam eh eles teriam ainda uma chance,
né?
A redenção poderia chegar a eles, mas a
palavra de Deus fala isso de maneira
definitiva. Os anjos caídos, eles não
têm redenção. Cristo Jesus não morre por
anjos caídos, nem por anjos, mas ele
morreu por nós. A palavra de Deus faz
essa relação. Então, eh, nos coloca
assim, mas aí as pessoas vêm com uma
teologia que não passa pela Bíblia, uma
teologia inventada,
aí fala: "Ah, criança, ah, vamos dizer
então para consolar os pais que ela
virou anginho
no céu, como se ser anjo no céu fosse
melhor do que aquilo que está preparado
para nós por causa da morte de Cristo
Jesus."
Nós deveríamos muito mais olhar paraa
teologia da aliança e entender que
dentro da teologia da aliança eu tenho a
convicção de que aquelas crianças que
estão, como a confissão de fé mesmo vai
nos apontar, dentro desse pacto da
aliança, elas estão salvas também em
Cristo Jesus pelo mesmo ato redentor. Aí
alguém fala: "Ah, mas ela não teve tempo
de falar assim na frente da igreja, na
na profissão de fé. E quem disse quem
disse para você que é aquele ato de
profissão de fé que te tornou crente?
Aquilo lá é você professando para pras
pessoas publicamente,
publicamente. A gente precisa lembrar de
eventos bíblicos para entender isso, né?
estava falando essa semana, brincando
com alguns alunos lá do seminário.
O susto seria chegar lá no chegar lá no
céu e também dar de cara lá com aquele o
ladrão da cruz, né? E aí você começa a
perguntar para ele assim, você fala
assim: "Olha, eh, você lembra o que que
é justificação?" Ele fala assim: "Não
sei não, não falar nada disso, não
aprende isso não." Fala: "Não é
possível, né? presbiteriana,
né? Fala, não, não sei, não sei nem o
que que é isso. Eh, não. Então, fala aí
os cinco pontos do Calvinis fala também
não sei, né? E a escritura o que que
fala faz aí, como é que você tá aqui?
Como é que você veio parar aqui? Ele vai
responder:
"Cristo foi por causa de Cristo, né?
Nós, da mesma maneira, mesmo que nós
temos agora a o benefício de caminhar e
conhecer aqui já na terra, de conhecer
tudo isso, a única coisa que nós quando
estivermos lá na presença dele, a única
coisa que poderemos responder é: "Por
que que você está aqui?"
Porque você fez a classe fundament, você
tirou nota boa, você falou assim: "Ó,
senhor, tinha 52 domingos por ano, se eu
matasse dois era muito. Então, tô bem
acima da média, dei dímo, oferta,
tá? Fui lá
e fui no estudo bíblico, né? Nada disso,
não. Sei que isso é importante para que
a gente conheça cada vez mais Deus. Isso
é privilégio nosso. Mas tudo isso é para
que você chegue lá e fale o ladrão da da
cruz. Perguntar por que que você tá
aqui. Você vai falar foi por causa de
Cristo.
Só por causa de Cristo, né? Eh, e da
mesma maneira um infante.
Um infante. Por que que você tá aqui?
por causa da aliança de Cristo, porque
ele cumpriu a aliança.
Então isso é muito mais palpável do que
inventar histórias. Por isso que eu falo
sempre, a boa teologia nos livra de
crendices, de superstições e de uma
série de coisas que não passa pela
escritura e não traz alento nenhum. A
teologia da aliança sim nos dá a certeza
de que se alguém passou por isso, ele
entende: "Eu estou dentro desse pacto da
aliança." Portanto, se aconteceu isso,
eh, a sua eh uma criança morreu, fala
assim: "Eu creio que ela está já
desfrutando das delícias perpetuamente
por causa da aliança."
Por causa da aliança. Então, teologia
ela não mata a nossa fé. Teologia, na
verdade, ela aumenta a nossa fé e nos dá
sentido de viver e de saber que esse
Deus tão grande, amoroso, é esse Deus
que providenciou isso e ele sabe das
mazelas do pecado, inclusive porque é a
morte e ela vem para qualquer idade,
inclusive para um infante. Isso nos traz
um pesar tremendo, uma dor muito grande,
muitas vezes dores profundas, mas a
teologia vem nos resgata, nos mostrando
que por causa desse pacto, né, essa
criança dentro do relacionamento da
aliança,
ela ela está com Deus. Eh, nós
precisamos entender isso porque
normalmente nós vivemos imersos em um
outra em uma outra teologia, né, de
eh só depois que batizar, que que tá
salvo mesmo. Isso é catolicismo, gente,
tá? Catolicismo, ranço de catolicismo,
né? Falar, não, senão morre pagão, né?
Não é tudo, é obra de Cristo. Nós temos
sim selos da Isso meio de graça.
Nós temos tudo isso na nossa vida, mas é
um privilégio nosso,
mas a teologia da aliança nos leva a
esse lugar mais profundo. O que ele nos
deu, então depois de tudo isso, que
lembra que isso aqui é inerente ao ser
humano, pecador, culpa, condenação,
obrigação legal e morte. Agora, que que
ele nos deu? Justiça perfeita, vida
eterna. adoção e herança garantida. Tudo
aquilo que é contrário, que o pecado nos
deu, Cristo Jesus anulou eh pela sua
morte, pelo cumprimento da aliança,
né? Isso aqui é o que nós temos, então,
em Cristo Jesus. Então, nossa salvação
repousa
em um representante perfeito, tá? É o
que a palavra de Deus nos mostra. O
primeiro Adão, ele é o representante na
queda. E nós vimos isso. Dele teve a
desobediência no jardim e muitos se
tornaram pecadores,
tá? Nós vimos que ele era o único capaz
de responder, né?
eh
e ter obediência ou não. Mas lembre-se
de novo, nós falamos na último ponto, na
quarta-feira passada, em Cristo, nós
seremos levados a um estágio maior do
que Adão.
Nós eh seremos capazes de responder
positivamente a Deus e não seremos
capazes mais de pecar na glorificação,
certo?
Estaremos no estágio acima. Cristo,
último Adão, chefe da aliança na
redenção, obediência perfeita até a
cruz.
Eh, o que nós falamos, ele sempre
andando em direção à cruz e ele sabia
daquilo que estava por vir. Quando ele
ele ora na sua humanidade, pai, se
queres, afasta de mim esse cálice.
Contudo, não seja feita a minha vontade,
mas sim a tua.
Jesus não está fazendo cena, gente,
porque alguns acham que Jesus está
fazendo alguma cena, teatro. Isso
aconteceu na história da igreja. alguns
achando que Jesus tá apenas eh encenando
o drama da redenção. Não, gente, ele em
plena humanidade ele sabia o que o
esperava,
aquilo que estava chegando. E aí ele
pede, mas ao mesmo tempo ele se submete.
Palavra de Deus diz que ele quis morrer
por nós. E aí também nos diz que muitos
se tornarão justos. Então, a nossa
salvação não repousa na força da nossa
decisão ou na estabilidade de nossa fé,
mas única e exclusivamente na obediência
perfeita de Cristo.
Isso aqui não anula a nossa eh busca por
santificação, não anula nada disso. Uma
coisa é santificação, outra coisa é
salvação, tá? A gente não pode confundir
a as duas doutrinas como sendo trabalho
conjunto, né? Nós não podemos confundir
isso, nem a santificação é porque a
santificação tem um estado posicional,
ou seja,
há um ato que Deus já fez em Cristo
Jesus, que nós somos santos e isso
ninguém tira de nós. Posição. Você foi,
um exemplo aqui,
você foi tirado de um lugar e colocado
no outro. Aí nesse outro lugar, essa
caixinha aqui é a caixa dos santos,
certo? Você tá aqui. Aí você fala: "Mas
eu sou pecador?" Sim, você tá dentro
dessa caixa do você é santo. Posição
santo. E agora nessa caixa você também
está sendo santificado.
É como se você fosse tirado de um lugar
e falaram: "A partir agora você é aqui
lavado.
Está sendo e também sendo lavado. É
como, né? Tá, tá tirando
sujeira ali aos pecados. Palavra de Deus
vai falando que na nossa vida caminhada
cristã, a palavra de Deus vai nos
limpando ou nos santificando.
Então, é um ato
posicional
e um processo.
Não está em conflito uma coisa com a
outra, né? Agora, salvação aí é só um
ato soberano de Deus em Cristo Jesus,
tá?
Então, a graça histórica brota da
redenção eterna, tá? A história aqui,
então, os ramos visíveis, a aliança da
graça, a manifestação histórica da
salvação. É aqui que os pecadores
experimentam no tempo chamado a
regeneração, a justificação e a
santificação. Ao conselho de redenção,
firme eterno fundamento da aliança da
graça. E aqui embaixo nós vemos aí a
eternidade, as raízes ocultas, aliança
da redenção,
o conceito firme e eh invisível de Deus,
o conselho, eh conselho, né? O conselho
eh aí repete o acordo eterno entre o Pai
e o Filho. E sem essa raiz não haveria
salvação. Há uma base que sustenta
toda essa eh aliança ou essa história da
redenção, tá? Há uma base que a palavra
de Deus nos mostra isso. Então, Deus
concede exatamente aquilo que ele exige,
tá? Se a palavra de Deus nos fala que
Deus exigiu um sacrifício que fosse
perfeito,
os irmãos lembram que havia, lembra as
prescrições para fazer um sacrifício de
expiação, tinha que ser um animal
perfeito,
que seria oferecido diante de Deus lá. É
um animal perfeito, tinha que fazer
análise, né? E tudo isso apontando para
essa redenção. Vocês lembram que na
maioria das vezes, primeiro que não ia
ter um animal perfeito, mas na maioria
das vezes o próprio povo oferecia algo
eh estragado, né, diante de Deus.
A palavra de Deus vai nos mostrar que
não era aquele animal que trazia isso,
mas era a obediência.
O fim da lei é obediência. Deuteronômio
fala isso. Fim da lei é obediência.
Portanto, nessa obediência de fazer eh
aquilo que Deus tinha prescrito para
eles, mesmo sendo imperfeito, eh Deus
trazia o perdão sobre ele, mas não por
causa daquele animal, era por causa de
Cristo também que viria e morreria lá na
frente.
Mas a extensão dessa graça atingiu esse
povo também no Antigo Testamento, tá?
Então aqui a glória eh retorna, tudo
volta à adoração a Deus, pois a salvação
é 100%
eh a salvação, né, 100% dádiva, né? Deus
realiza no homem o querer e o efetuar,
concedendo-lhe a graça, né? E tudo eh
quanto lhe requer. Agora o homem
responde, né? O homem exerce a fé. Mas
os irmãos vão lembrar que a fé para esse
ato é um dom de Deus.
Dom de Deus. Deus exige, então, o
negócio tá
eh
pagando ali a exigência de Deus. Então,
Deus requer no homem fé, arrependimento,
obediência e perseverança. Você vê que
todos esses atos em nós agora são
imperfeitos.
permanecem imperfeitos, mas em Cristo
Jesus isso é
aceito diante de Deus, né? É aceito
diante de Deus, mas por causa de Cristo
Jesus. Então é todo esse essa essa
aliança estabelecida ou esse pacto desde
o início que a palavra de Deus está
falando daquilo que Deus fez por nós,
tá?
Deixa eu apertar aqui. Eu acho que esse
negócio apagou de vez. Mas a teologia
pactual, nós já estamos indo pro final.
Eu vou voltar ao texto de Jeremias.
ela transforma essa realidade diária,
então, né, humilhação,
né, ou seja, eh, aquilo que a gente
entenderia agora como que normalmente
seria um ato do ser humano, que a gente
pensa sempre nessa dignidade da gente de
ter que responder, falar: "Não, mas eu
fiz alguma coisa",
né? Isso faz parte do nosso coração
pecaminoso de querer entregar alguma
coisa, fala assim: "Não, mas
ok, Jesus fez, mas eu fiz também alguma
coisinha",
né? Tudo que nós fizemos nesses atos
todos, eh, foi o e Deus aceitou, só
aceitou por meio de Cristo. Só aceita
por meio de Cristo. A nossa resposta é
completamente imperfeita, né? E
completamente perfeita. Então, a gente
lembra lá do texto inicial, Abraão não
tinha capacidade de passar naquela parte
porque ele seria despedaçado diante de
Deus.
Ele ele seria arrebentado diante de Deus
porque ele não teria condições de
cumprir. Mesmo Abraão sendo o pai da fé,
como a palavra de Deus vai nos mostrar,
ele não tinha capacidade para isso, tá?
Então, em meio a tudo isso, nós temos
essa eh teologia pactual que transforma
humilhação,
nos dá segurança, a o entendimento do
que é igreja de família e de obediência
grata diante de Deus. Vamos voltar lá
para Jeremias. Sim.
É, não tenho a talvez a ligação assim,
mas eh seria uma
eh uma
alegoria, né?
Jeremias capítulo
31.
Eu
li a primeira parte, eu quero eh
terminar aqui
eh
o verso três.
Eu acho isso de todas as vezes que eu
olho para esse texto,
o coração enche de alegria e nos dá
alento.
Quando ele fala de longe, se me deixou
ver o Senhor, dizendo: "Com amor eterno,
eu te amei, por isso com benignidade te
atraí."
Esse é um ato soberano de Deus, né? É
ele. De longe, o Senhor nos viu, né? Ele
fez, foi o amor dele. E aí lá no final,
quando do texto que nós lemos, o verso
30,
is diz o Senhor,
firmarei a nova aliança com a casa de
Israel. Os irmãos têm que lembrar que no
meio desse conceito e nós vamos voltar
aqui o melhor entendimento. Mas só para
resumir, eh nós eh estamos entendendo,
entendemos biblicamente que eh a
aplicação
no primeiro momento em partes era Israel
como nação, mas essa aliança já estava
prevista para abrir para todos os povos.
Palavra de Deus continua tendo essa
relação depois e nos mostra esse o nosso
entendimento que o Israel de Deus é
todos aqueles agora alcançados em Cristo
Jesus se tornaram essa nação. Se tornam
essa nação separados, escolhidos por
Deus, povo de propriedade escolhido por
Deus, como Pedro vai mostrar quando ele
está falando de também para diversos
povos, né?
Então, a gente não pode confundir eh
aquilo que ele e normalmente reduzir
aqui. Eu sei que no primeiro momento se
aplica ao povo de Israel, mas no segundo
momento a palavra de Deus nos mostra que
essa aliança e aquilo que ele está
falando é aquilo que atingiria eh todos
os povos, nações e línguas para culminar
naquilo que lá no final de Apocalipse
está dizendo.
Os irmãos, lembram quando fala que todos
estarão diante de Cristo Jesus, aí ele
fala: "De todas as tribos, povos e
línguas estarão diante de Cristo Jesus".
Sim.
Eh, pastor, já que o senhor vai falar e
sobre isso, eh, o senhor uma vez eh
falava que
eh
essa questão de divindade nos povos pré
cristão, eh, já era um algo gravado
na mente, no coletivo de todos os seres
humanos.
Eh, recorrendo
quando o senhor falou que no Antigo
Testamento tudo apontava para a vinda de
Cristo, o sacrif o sacrifício perfeito
de Cristo. Correto também eh dizer que
con situais pagões dos povos
pré-cristãos
eh cada sacrifício,
cada culto prestado aos seus à sua
divindade, porque no panteão havia o
pai, o Deus, o filho e no lugar do
Espírito Santo, uma esposa. Também
poderia estar apontando para o
sacrifício de Cristo,
coletivo dessas pessoas.
Eh, não exatamente apontando, mas como
uma forma de rebeldia por causa daquilo
que Deus implanta no ser humano. Todos
os povos eles ele ele faz uma eh uma
ruptura de tudo isso e muitas vezes uma
corrupção
daquilo que é o verdadeiro. Quando você
vai perceber de onde os povos, em
qualquer lugar do planeta, ele tem uma
ideia de transcendência.
Ele, mesmo que ele entenda isso e
aplique ao sol, a lua, ao trovão, as
estrelas, ele entende que é algo maior
do que ele. E por da onde ele tirou
isso? Que ele tem que adorá-lo para
aplacar a ira de dele contra eh os
povos, senão isso não haveria. Isso a
gente chama de um fator de gancho, que é
um autor vai falar o fator Melquizedec,
né? é o gancho em todos os povos, nações
que eles têm esse anseio por essa
redenção. Mas por causa do arrebia, tudo
isso é deturpado, eh, muitas vezes é
corrompido, mas você vai ver eh flashes
de tudo isso em todos os povos. você vai
ver essa esse anseio por uma redenção e
aí por causa do pecado,
ele ele eh corrompe tudo isso. Por isso
que a palavra de Deus nos fala a
respeito da pregação do evangelho em
todos os lugares, nações e línguas, né?
Porque por meio do evangelho eles vão
entender e chegar ao entendimento e
falar: "Olha, aquilo que nós estávamos
fazendo,
né, estava errado. Agora nós sabemos a
quem de fato nós devemos adorar, né, de
quem eh nós devemos nos submeter.
Portanto, esse esse, como eu falei no
início, encerrando aqui, essa é a nossa
transição de entender agora, eh,
passando da antropologia para
cristologia, né, que nós começaremos.
Qual é a ponte de tudo isso? A ponte
sempre vai ser a aliança,
né? Aliança, esse eh essa manifestação
de Deus, não são várias alianças, né?
são progressões de uma mesma aliança que
culminaria em Cristo Jesus, né, como o
plano redentivo de Deus para nossa vida.
Então essa continua sendo a promessa e o
cumprimento de Deus. Eu serei o seu Deus
e vocês serão o meu povo hoje. Então nós
podemos responder: "Sim, o Senhor é o
meu Deus
por causa de Cristo." Por causa de
Cristo.
Isso. Exatamente.
Que Deus tenha misericórdia de nós e nos
abençoe no entendimento da sua palavra.
Porque
em momentos onde nós somos atingidos por
mazelas do pecado,
perdas, lutos,
eh enfermidades, tantas, eh problemas eh
que a gente perde o o, vamos dizer, a
orientação em meio a tristezas
profundas, a desalentos profundos, a uma
nedonia da vida. Há uma série de coisas.
A palavra de Deus, ela tem um antídoto
para isso. Comece a meditar no grande
amor de Deus por nós e naquilo que Deus
está fazendo antes da fundação do mundo.
Antes da fundação do mundo. Quando ele
fala, olha, vai, foi lá antes, antes,
com amor eterno eu te amei. Por isso,
com benignidade te atraí. Isso traz
saúde para nossa vida, cura a nossa alma
de traumas e de tantas coisas que nós
passamos nessa realidade caída somente
por meio da palavra de Deus, né? Que
Deus ele possa aplicar, né, em todos nós
a sua palavra. Nós vamos orar antes da
gente encerrar
aqui.
Senhor nosso Deus, nós queremos, ó Pai,
bendizer o teu nome e te agradecer nessa
noite,
ó Deus, pela tua palavra que nos ensina,
mas nos traz alento,
ó Deus. E, portanto, nós colocamos as
nossas vidas diante do Senhor. O Senhor
conhece a vida de cada um aqui, daqueles
que estão acompanhando esse estudo. O
Senhor conhece, ó Deus, as marcas, os
traumas, as feridas todas, ó Deus, que
nós somos susceptíveis, ó Pai, nessa
realidade caída.
Ajuda-nos, ó Deus, a compreender em ti,
ó Deus, no teu grande amor, naquilo que
o Senhor está eh fez por meio de Cristo,
está fazendo em nós. Ó Deus, que um dia,
Pai, o Senhor enxugará dos nossos olhos
toda lágrima.
Já não haverá dor, luto, pranto, ó Deus,
porque as primeiras coisas passaram.
Portanto, ó Deus, que isso traga alento
à nossa alma e alegria enquanto
estivermos nessa peregrinação.
Nos abençoe, ó Deus, nos dê uma boa
noite de descanso, nos leve em paz. É a
nossa oração em nome de Jesus. Amém. Que
Deus nos abençoe. Até a próxima
quarta-feira aqui no mesmo horário.

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