# 67 O Homem na Aliança da Graça | Pilares da Fé Reformada | Estudo Bíblico
30/04/2026
# 67 O Homem na Aliança da Graça | Pilares da Fé Reformada | Estudo Bíblico
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PILARES DA FÉ REFORMADA
Teologia Dogmática ao alcance de todos
O desafio da Primeira Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia é que continuemos a caminhada na preservação da doutrina e na aplicação das verdades bíblicas aos novos desafios de nossa geração. Integrando-nos à nobre sucessão dos que amam a Deus e sua Palavra e que buscam entendê-la e aplicá-la, em submissão ao Espírito, à vida da Igreja. D. M. Lloyd-Jones diz:
“Toda a doutrina cristã visa levar, e foi destinada a levar a um bom resultado prático. […] A doutrina visa levar-nos a Deus, e a isso foi destinada. Seu propósito é ser prática […] a nossa vida cristã nunca será rica, se não conhecermos e não aprendermos a doutrina. Você não poderá ser santo se não conhecer bem a doutrina. Doutrina é a ligação direta que leva à santidade. É somente quando compreendemos essas verdades fundamentais que podemos atender ao apelo lógico para a conduta e o comportamento agradáveis a Deus”.
Diante disso, uma tradição saudável tem compromisso com o passado na geração do futuro. Portanto, “o conservadorismo criativo utiliza-se da tradição, não como autoridade final ou absoluta, mas como recurso importante colocado a nossa disposição pela providência de Deus, a fim de nos ajudar a entender o que a Escritura está nos dizendo sobre quem é Deus, quem somos nós, o que é o mundo ao nosso redor e o que fomos chamados para fazer aqui e agora”. J.I. Packer nos ajuda nessa compreensão:
“A tradição nos permite ficar sobre os ombros de muitos gigantes que pensaram sobre a Bíblia antes de nós. Podemos concluir pelo consenso do maior e mais amplo corpo de pensadores cristãos, desde os primeiros Pais até o presente, como recurso valioso para compreender a Bíblia com responsabilidade. Contudo, tais interpretações (tradições) jamais serão finais; precisam sempre ser submetidas às Escrituras para mais revisão”.
Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
+55 (62) 3213-3320 ou 98113-0461 (WhatsApp)
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Legendas automáticas:
Cítulo de número 31. Jeremias, capítulo 31. Nós vamos ler primeiro a o verso de 1 a tr. Jeremias 31 do verso 1 até o verso 3. Palavra do Senhor nos diz: "Naquele tempo, diz o Senhor, serei o Deus de todas as tribos de Israel e ela será o meu povo. Assim diz o Senhor: "O povo que se livrou da espada logrou graça no deserto. Eu irei e darei descanso a Israel." De longe se me deixou ver o Senhor, dizendo: "Com amor eterno, eu te amei, por isso, com benignidade te atraí." Vamos lá pro verso de número 31. diz: "Eis aí vem dias, diz o Senhor, em que firmarei nova aliança com a casa de Israel e com a casa de Judá, não conforme a aliança que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão para os tirar da terra do Egito, porquanto eles anularam a minha aliança, não obstante eu os haver ter des disp desposado, diz o Senhor, porque esta é a aliança que firmarei com a casa de Israel depois daqueles dias, diz o Senhor. Na mente lhes imprimirei as minhas leis, também no coração lhes as inscreverei. Eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo. Até aqui, meus irmãos, uma das coisas que nós vamos perceber e principalmente isso dentro da teologia reformada é a doutrina da aliança e ela é fundamental para que a gente compreenda, né, toda a perspectiva teológica que nós eh abraçamos, né, dentro da teologia reformada, porque ela vai nos ajudar a compreender exatamente que Deus nunca tratou o homem aqui de maneira casual ou foi improvisada, né, ou meramente às vezes individualista. A gente vai ver algo na palavra de Deus que desde o princípio Deus se relaciona, né, com o ser humano ou com o homem por meio de uma relação pactual. Sempre foi essa relação de pacto, tá? pacto e aliança. Desde o início a gente vê isso. Nós temos lá no início lá pacto quando Deus se revela, né, falando ao homem das suas obrigações. Eh, nós temos ali um pacto da das obras, né, que já é marcado desde o início, onde ele deveria, né, cultivar a terra e guardar a terra. Mas há uma relação sempre estabelecida de maneira soberana, né, por ele, assim, portanto, marcada por promessas, exigências, sinais, responsabilidades e a graça. Portanto, desde o início, nós vamos perceber esses movimentos. Então, quando muitas vezes nós temos essa dificuldade de entender lei e graça, porque em alguns eh a ideia de alguns é que é lei ligada a Antigo Testamento e graça ligada ao Novo Testamento, nós vamos perceber que essa não é uma estrutura bíblica. Lei e graça sempre caminharam de mãos dadas ao longo das escrituras. E aí a palavra de Deus, ela vai nos mostrar com clareza que a lei era necessário até para que a gente entendesse a graça. A lei nos faz compreender essa necessidade, né? Paulo argumenta isso eh na carta carta aos Romanos, no capítulo de número 6 7 falando a respeito dessa necessidade, né, da lei. Portanto, sempre caminhou juntos, tá? Aqui nós temos essa perspectiva bíblica de entender que a aliança ela nunca foi um plano B e não é um plano B. Ou seja, Deus nunca tratou isso dessa maneira, tá? Nós vamos ver isso. Eh, eh, Beof, que é do teologia sistemática, ele vai falar sempre disso. O arquétipo de toda a vida pactual acha-se no ser trinitário de Deus. Eh, e o que se vê entre os homens é que é apenas uma pálida cópia desse modelo divino. Portanto, quando a palavra de Deus nos fala de aliança, imprime isso em nós, nos mostra isso a partir daquilo que aconteceu em Deus, da forma como Deus se relaciona desde o início. Então, a aliança ela nunca começou no homem, tá? Ela nunca começou no homem e também antes de ser uma forma jurídica. é essa expressão de amor e da da do relacionamento de Deus para conosco, tá? Então, a maneira como Deus se relaciona conosco sempre foi eh dessa forma. Portanto, essa é uma disposição soberana que a palavra de Deus vai nos mostrar, né? Não é uma eh uma negociação, né? Porque quando a gente fala de pacto de aliança, nós estamos sempre tendo o entendimento de que uma parte se comprometeu com algo, a outra parte se comprometeu com a com outra coisa também, certo? Foi uma um acordo ali, né? Então, a ideia de se de pacto sempre permeou aquilo que a palavra de Deus nos mostra desse relacionamento. Só que o pacto que aconteceu, eh, sempre aconteceu, era uma relação, eh, quase que unilateral, né? era aquilo que a palavra de Deus nos mostrou sempre que Deus agindo. Portanto, no Antigo Testamento, é interessante notar o termo. Quando a palavra de Deus fala de aliança, ele fala de algo eh eh a palavra é berite, né, a paraa aliança, mas literalmente ela significa cortar. E quando a palavra de Deus nos fala isso, ele fala eh eh quando ele sai nessa relação, o termo é esse, cortar, né? eh cortaram a aliança, mas é por causa da da forma como isso era feito, certo? Então vamos lembrar um pouquinho daquilo que a palavra de Deus nos mostra. Abra lá, por favor, em Gênesis, Gênesis 15. A partir daqui, nós temos a ideia de o que que era essa aliança ou dessa cerimônia, né, que alguns que a gente vai entender que é esse ato de eh cortar uma aliança, né, portanto, é o sentido inicial da palavra, tá? de berite, que é usado no Antigo Testamento. A história aqui de Abraão, quando Deus faz a aliança, diz assim: "Perdo que eu tô lendo numa outra versão, talvez seja uma versão diferente da sua, mas você vai compreender." Depois destes acontecimentos, a palavra do Senhor veio a Abraão numa visão, dizendo: "Não tenha medo, Abraão. Eu sou o seu escudo e lhe darei uma grande recompensa." Abraão respondeu: "Senhor Deus, que me darás se continuo sem filhos? O herdeiro da minha casa é o Damaceno, Eléser." Abraão continuou: "Tu, tu não me destes descendência, e um servo nascido na minha casa será o meu herdeiro". E eis que a palavra do Senhor veio a ele, dizendo: "Esse não será o seu herdeiro. Pelo contrário, aquele que será gerado por você será o seu herdeiro." Então, o Senhor eh levou-o para fora e disse: "Olha para os céus e conte as estrelas, se puder eh contá-las." e lhe disse: "Assim será a sua posteridade. Abraão creu no Senhor, isso lhe foi atribuído para justiça. O Senhor disse também: "Eu sou o Senhor que farei de que tirei de urdos caldeus para lhe dar essa terra como herança." Mas Abraão perguntou: "Senhor Deus, como saberei que vou ardar essa terra?" O Senhor respondeu: "Traga-me uma novilha, uma cabra e um cordeiro, cada qual de trs anos, uma rolinha e um pombinho." Arão trouxe todos esses animais, cortou-os pelo meio e pôs as metades uma diante das outras. As aves, porém, não cortou pelo meio. As aves de rapina desciam sobre os cadáveres, porém Abraão as enchotava. Ao pôr do sol, um profundo sono caiu sobre Abraão, e grande pavor e densas trevas tomaram conta dele. Então o Senhor lhe disse: "Fique sabendo com certeza que a sua posteridade será peregrina em terra alheia e será reduzida à escravidão e será afligida durante 400 anos. Mas eu castigarei a nação que escravizar. Depois eles sairão com muitas riquezas e você irá para junto de seus pais em paz. será sepultado em boa velice. Na quarta geração, voltarão para cá, porque a medida da iniquidade dos amorreus ainda não se encheu. Quando o sol se pôs e houve densas trevas, eis que um fugareiro fumegante e uma tocha de fogo passaram entre aquelas aqueles pedaços de animais. Naquele mesmo dia, o Senhor fez uma aliança com Abraão, dizendo: "A sua descendência de esta terra, desde o rio do Egito até o grande rio Eufrates, a terra dos quus, dos queneseus, cadmoneus, dos eteus, dos ferus, dos refaíns, dos amorreus, dos cananeus, gigaseus e dos jebuseus. Portanto, esse é o texto que mostra exatamente o padrão daquilo que é aliança. Eh, interessante notar as figuras do texto aqui. Nós sabemos bem que aqui era algo que Abraão conhecia por causa da vivência dele ali desde Urdos Caldeus. Ele sabia dessa prática. Essa era uma prática comum dos povos eh de fazer um acordo, certo? era pegar um animal, partir no meio, né? Cada um passava na parte ali. E a declaração era isso, se eh que eu seja partido no meio se eu quebrar essa aliança. Agora a gente vê desde o início a aquilo que Deus vem propondo. E aqui agora ele tá eh relembrando tudo isso e falando agora de maneira e cada vez. Não é que Deus está fazendo outros planos, mas é uma progressão para mostrar aonde essa aliança chegaria, né? há uma progressão na eh na eh no desenvolver da história aqui da redenção. Então, nós vamos ver que nesse nesse acordo aqui, só Deus que passa no meio dessas partes. E o homem não passou, Abraão não passou porque a Deus já sabia e desde o início, mesmo quando o povo falava assim: "Sim, o Senhor será o nosso Deus e nós seremos o seu povo". Todas as vezes o povo quebrou essa aliança. Todas as vezes. Não teve uma vez que o povo de Deus conseguiu cumprir eh plenamente aquilo que eles tinham eh prometido, né? Eh, diante de Deus. Em alguns momentos isso eles faziam até com certa convicção, mas logo a seguir eles abandonavam isso. Graça, né, que justamente ele antes de passar ele fez que Abraão não de forma dormiu. Contorne aí para que você não tenha que envolver. >> É em meio a exatamente em meio a tudo isso há figuras que apontam claramente também para aquilo que aconteceria em Cristo, né? Se a gente vê a a cena, a cena é dramática, é uma cena pesada, né? E ali depois há uma escuridão, né? Isso tudo está como flashes apontando para aquilo que aconteceria um dia lá na cruz. É para isso que está apontando. É lá na cruz que seria de fato agora aquilo que Jesus fala antes da última Páscoa, né? que seria agora uma nova aliança. Essa nova aliança era a aliança agora eh de uma vez por todas, agora sim, essa seria a aliança perfeita. Todas essas eram sombras daquilo que estava apontando para frente. Mas outra coisa que é interessante, né, que a gente vai ver aqui no sentido das palavras, que você vai perceber que aí passa pro Novo Testamento, né, a gente continua na ideia de de aliança, né, mas o termo é interessante isso, que a palavra de Deus tem cuidado ao colocar as palavras de maneira clara, né, no termo original. Eh, se você colocar a aliança sinteque do grego, é uma aliança entre partes iguais. Eh, de atqueq não é uma é um acordo de de que não seria da mesma a mesma ideia, né? é uma disposição soberana de entrar em aliança conosco. Essa disposição de Deus de entrar eh no aliança. Então, o termo que é usado no Novo Testamento é outro, tá? Eh, exatamente para mostrar isso, porque essa relação sempre se Deus se deu de Deus vindo e fazendo a aliança, né? Mas era necessário. Aí quando a gente olha aqui, eh, lembra no texto que Abraão responde, né? E diz o texto que Abraão, quando ele tira ele, fala: "Olha para as estrelas". Aí o texto diz que Abraão creu em Deus. Lá em Romanos, a gente tem a de novo agora a tradução de tudo isso aí. vai dizer: "Abraão creu em Deus e isso lhe foi impultado, foi outorgado ou foi lhe dado como justiça. Aí você fala: "Então, foi de obras, foi de obras". a gente sempre pensa nisso. Essa é a controvérsia do do da maior parte das vezes, porque a a vamos dizer a maior maiores vertentes do meio evangélico, ele tem essa tendência de colocar sobre o homem eh uma responsabilidade ou uma virtude maior do que se tem. Nós já vimos isso na antropologia. Portanto, as pessoas, a maior parte vai entender que nós sim somos capazes de responder a esse pacto, a essa aliança. E, portanto, nós temos uma obra. Só que aí a gente vai pro contexto de Romanos e aí a palavra de Deus vai nos mostrar que até esse crer que Abraão teve, que lhe é imputado como justiça, isso é um ato soberano de Deus. É um ato soberano de Deus. Desde o início, quando Deus fala para Abraão, sai da sua terra e da sua parentela e vai pra terra que eu te mostrarei, de ti farei uma grande nação. As pessoa que Abraão era alguém completamente acima da média, né? alguém que tinha uma grande fé e que ele reconheceu de de cara que era o Deus verdadeiro. Mas a gente vai ver que ao longo da caminhada não é bem assim. Não é bem assim. Portanto, é um ato de Deus, um ato soberano de Deus na história, no meio da história. Portanto, Deus infinito aqui eh condescente ao nível do homem. Ou seja, ele vem na sua majestade. E essa é a relação sempre daquilo que eh Deus nos mostra, né? essa relação de cima para baixo, de uma ação de cima para baixo. Portanto, há sim uma aliança, e nós já vimos isso, que Deus requer uma resposta humana, mas essa resposta humana também, ela é agora eh de alguma maneira derivada daquilo que Deus já fez no eh no ser humano para que ele respondesse, entendeu? Deus age, transforma, né? faz a gente entender. E agora a gente responde a essa aliança. Sim, o Senhor será o nosso Deus. O Senhor é o meu Deus. Eh, ou o salmista dizendo: "O Senhor será o meu guia até a morte", né? Mas em meio a isso, eh, a palavra de Deus não esconde e Deus nos conhece essa finitude do homem, né? Portanto, Deus não salva pecadores por um impulso momentâneo, mas por um plano firme e gracioso. Essa é a história da aliança desde o início da palavra de Deus. Portanto, Deus não está ou não tá sendo pego de surpresa com aquilo que eh aconteceu ao longo da história. Deus não é pego de surpresa, né? Ele sabe sim que eh nós somos pecadores e, portanto, eh essa relação agora é com homens pecadores e que não teriam, portanto, capacidade nenhuma de responder de maneira plena e positiva aquilo que Deus propôs. Portanto, a aliança não nasce de uma igualdade natural. Deus é é condescente, tá? Ele se abaixa para se relacionar com o homem sem jamais perder a sua majestade. Então, por sua graça, Deus condescendeu em baixar ao nível do homem, né, e honrá-lo, tratando mais ou menos na base da igualdade. Deus faz isso. Agora, como que Deus fez isso? Literalmente a gente vai ver que Deus está mostrando quadros no Antigo Testamento daquilo que iria acontecer. Eh, é como se flashes da cena principal, certo? Aí Deus vem, fala com Abraão. Gente, pare para para pensar um pouco. Qualquer religião do mundo, eh, você não tem essa relação nas pessoas, porque sempre as pessoas vão entender que, vamos dizer, a divindade é alguém inacessível, que não se relaciona pessoalmente com nenhum dos seus adoradores, muito menos vem em direção a ele. Somos, somos nós, somos nós que temos que fazer sempre alguma coisa. É seu esforço, sua performance, né? Se você for muito bom, você consegue chegar até essa divindade e alcançar o que você quer. Aí a palavra de Deus vem de maneira completamente diferente e oposta de qualquer religião, mostrando que esse Deus é aquele Deus que vem na nossa direção, veio desde o início, mas são quadros que vai apontar pro dia de Cristo. Então, lembra e vamos lembrando e trazendo a mente a palavra de Deus. Quando a palavra de Deus nos fala desse ato lá em Filipenses, ele nos fala que eh isso foi um ato de esvaziamento, humilhação, né? Quando nos fala que Cristo Jesus ele se humilhou na forma de servo, de homem, né? E ele em figura humana, ele desce para que ele pudesse se relacionar conosco, se torna homem limitado, né? Limitado na figura humana, né? E, portanto, para que eh essa relação agora pudesse ter a cena final, que seria agora a aliança perfeita, é aquela que aconteceu Deus Pai nessa união, né, da trindade, agora com o filho. Agora sim, essa aliança é de uma vez por todas, porque sim, agora é o homem perfeito, Cristo, na sua humanidade, fazendo um acordo perfeito com um Deus que é santo e perfeito. E como nós entramos agora nessa relação? Cristo Jesus se tornando homem, entrando no nosso lugar. E agora nós estamos, por isso que a palavra de Deus nos fala dessa doutrina também de união com Cristo. Estamos unidos a Cristo. Portanto, a nossa aliança com Deus em Cristo Jesus, ela é perfeita. que nós respondemos de maneira plena, ela é igualitária porque foi o, né, nós estamos em Cristo, né, agora sim igualitária, mas por causa, né, plenamente de Cristo. Então essa é a relação, o acordo eterno antes de, né, do tempo começar é um conselho eterno de Deus, é um pacto, né? Esse é o pacto aqui, né? Então, o pai originador, ele decreta e planeja a redenção dos eleitos, tá? Eh, a palavra de Deus coloca dessa maneira. O Espírito Santo é aquele que aplica, né, essa eh essa aliança ou tudo aquilo que aconteceu. O filho é aquele que executa, ele realiza o plano. Ele vem, desce, realiza o plano. Vamos lembrar essa ordem. Abra comigo, por favor. Em Efésios capítulo 1. Efésios capítulo 1, a partir do verso de número tr. Palavra de Deus então nos diz: "Bendito Deus e pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo, assim como nos escolheu nele antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele e em amor nos predestinou para ele, para a adoção de filhos. Agora ele passa a falar da obra do filho por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplástito de sua vontade, para louvor da glória de sua graça, que ele nos concedeu gratuitamente no amado, em Cristo, então, no qual temos a redenção, pelo seu sangue, a remissão dos pecados, segundo a riqueza da sua graça, que Deus derramou abundantemente sobre nós em toda sabedoria e prudência. desvendando-nos o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplasto que propusera em Cristo, de fazer convergir nele, na dispensação da plenitude dos tempos todas as coisas, tanto as do céu como as da terra. Nele digo, no qual fomos também feitos herança, predestinados segundo o propósito daquele que faz todas as coisas, conforme o conselho da sua vontade, a fim de sermos para louvor da sua glória, nós, os que de antemão esperamos em Cristo, em quem também vós, depois que ouvistes a palavra da verdade, o Evangelho da vossa salvação, tendo nele também crido, foste selados com o sant Santo Espírito da promessa, o qual é o penhor da nossa herança até o resgate da sua propriedade em louvor da sua glória. Portanto, essa é a ordem daquilo que Deus fez, né, em Cristo Jesus. Na economia da salvação, o Pai é o o originador de tudo, é aquele que fez todas as coisas. O filho se torna aquele que executa, no conselho da vontade aquele que desce. E o Espírito Santo é aquele que eh aplica. Portanto, Cristo, ele não veio ao mundo por acaso, tá? A encarnação é uma questão de obediência. A palavra de Deus fala isso. A cruz, portanto, a ressurreição, aplicação de tudo isso que aconteceu na salvação, faz parte desse plano eterno de Deus que nós estamos falando, que é tudo isso está dentro da aliança, tá? Lá em João 6:38, a palavra de Deus fala: "Eu descido do céu não para fazer a minha vontade, e sim a vontade daquele que me enviou". Tá? João 6:38. Isso é repetido várias vezes por Cristo Jesus. Jesus vai falando sempre isso, que ele, a função dele ou a obra dele é fazer aquilo que o pai tinha ordenado. Aí a gente lembra de novo, voltamos a aquilo que a palavra do Senhor já mostrava como sendo algo realizado lá em Isaías. Palavra de Deus fala que eh fala que viu o fruto fruto do seu penoso trabalho. Aí a palavra de Deus fala que Deus agradou o moelo, tá? Agradou o moelo. A ideia é essa mesmo de um trigo que é moído para que virasse pão, tá? As figuras bíblicas elas não são aleatórias. Não são aleatórias. Quando Jesus pega um pão, quando Jesus pega um cálice e um vinho falando: "Olha, esse é meu corpo que é dado por vós", isso tem aplicações ou relações diretas com aquilo que a palavra de Deus diz desde o Antigo Testamento, tá? falando também dele como primícia, dele como sendo primogênito, dele sendo moído para que eh pudesse eh para que nós pudéssemos ter a redenção e o sangue sendo vertido. Poderia fazer justamente a contraposição. O Deus não teve prazer em, mas ele teve prazerar. A palavra de Deus nos fala isso, ela ela nos mostra essa relação, eh, não por um ato apenas um ato sádico ali de Deus, mas por um ato de amor. Ele faz isso, porque senão nenhum de nós teríamos condições ou não teria eh nós não teríamos a redenção. Então, na aliança da redenção, Cristo assume o lugar do seu povo. E aqui ele é chamado também de fiador com base lá em Hebreus no capítulo 7 verso 22 fala: "Penhor ou fiador aquele que faz responsável pelo cumprimento das obrigações legais de alguém, certo? fiador é aquele que está garantindo que se o outro não cumprir, ele vai cumprir. Então essa é a relação, por isso que era necessário que viesse Cristo Jesus. Então está aqui tá o glorioso intercâmbio do nosso fiador, né? Na aliança da redenção, Cristo assume o lugar do seu povo, se torna nosso fiador e um fiador é aquele que que então se torna responsável legal por aquilo de outro. Então o que ele tomou de nós, palavra de Deus fala isso, culpa, condenação, obrigação legal e morte. Agora eu preciso voltar à nossa parte de antropologia. Vocês lembram que quando nós falamos a respeito do pecado, que eh quando o homem cai no pecado e todos nós ao nascermos em pecado, todas essas coisas aqui fazem parte da nossa natureza. Tudo isso veio junto com o pecado. Nós temos eh a culpa, nós temos a condenação por causa da da quebra da lei, que nenhum de nós é capaz de cumprir a lei. Portanto, já estamos eh condenados desde o nascimento, tá? Desde o nascimento. E nós vimos isso, lembra que não tem idade da inocência, tá? Não tem um tempo onde alguém é inocente, tá? desde início. Por isso que a gente não é dureza, gente. Na verdade, a teologia da aliança também ela te dá ela, ela te traz consolo. Por exemplo, que que é o que que é mais profundo? Quando normalmente nós temos dificuldade de algumas situações na vida. Eh, por exemplo, morte de uma criança bem na terra idade, sei lá, criança, criancinha, eh, as pessoas elas querem trazer consolo de algo que não existe dentro da palavra de Deus. Então, ela vai querer que alguém traga consolo dizendo: "Olha, a um bebezinho eh não teve tempo de pecar, ele não, né?" E, portanto, possivelmente alguns vão falar: "Ah, virou anjo". E essa coisa toda que não tem, nós não temos uma ligação bíblica com nada disso. E é interessante notar que está rebaixando, rebaixando. A palavra de Deus quando nos fala em Hebreus a respeito de anjos, nos mostra que anjos é inferior. Fala, olha, fala dos homens, por um pouco fizestes inferior aos anjos, né? Aí depois fala de Cristo, que também por um pouco, por um breve tempo, mas nessa ordem a palavra de Deus nos coloca acima. Porque ele pergunta, foi por anjos que Jesus morreu? Não. E nós já vimos isso aqui. Cristo Jesus não morreu por anjos. Caso contrário, aqueles anjos que caíram teriam eh eles teriam ainda uma chance, né? A redenção poderia chegar a eles, mas a palavra de Deus fala isso de maneira definitiva. Os anjos caídos, eles não têm redenção. Cristo Jesus não morre por anjos caídos, nem por anjos, mas ele morreu por nós. A palavra de Deus faz essa relação. Então, eh, nos coloca assim, mas aí as pessoas vêm com uma teologia que não passa pela Bíblia, uma teologia inventada, aí fala: "Ah, criança, ah, vamos dizer então para consolar os pais que ela virou anginho no céu, como se ser anjo no céu fosse melhor do que aquilo que está preparado para nós por causa da morte de Cristo Jesus." Nós deveríamos muito mais olhar paraa teologia da aliança e entender que dentro da teologia da aliança eu tenho a convicção de que aquelas crianças que estão, como a confissão de fé mesmo vai nos apontar, dentro desse pacto da aliança, elas estão salvas também em Cristo Jesus pelo mesmo ato redentor. Aí alguém fala: "Ah, mas ela não teve tempo de falar assim na frente da igreja, na na profissão de fé. E quem disse quem disse para você que é aquele ato de profissão de fé que te tornou crente? Aquilo lá é você professando para pras pessoas publicamente, publicamente. A gente precisa lembrar de eventos bíblicos para entender isso, né? estava falando essa semana, brincando com alguns alunos lá do seminário. O susto seria chegar lá no chegar lá no céu e também dar de cara lá com aquele o ladrão da cruz, né? E aí você começa a perguntar para ele assim, você fala assim: "Olha, eh, você lembra o que que é justificação?" Ele fala assim: "Não sei não, não falar nada disso, não aprende isso não." Fala: "Não é possível, né? presbiteriana, né? Fala, não, não sei, não sei nem o que que é isso. Eh, não. Então, fala aí os cinco pontos do Calvinis fala também não sei, né? E a escritura o que que fala faz aí, como é que você tá aqui? Como é que você veio parar aqui? Ele vai responder: "Cristo foi por causa de Cristo, né? Nós, da mesma maneira, mesmo que nós temos agora a o benefício de caminhar e conhecer aqui já na terra, de conhecer tudo isso, a única coisa que nós quando estivermos lá na presença dele, a única coisa que poderemos responder é: "Por que que você está aqui?" Porque você fez a classe fundament, você tirou nota boa, você falou assim: "Ó, senhor, tinha 52 domingos por ano, se eu matasse dois era muito. Então, tô bem acima da média, dei dímo, oferta, tá? Fui lá e fui no estudo bíblico, né? Nada disso, não. Sei que isso é importante para que a gente conheça cada vez mais Deus. Isso é privilégio nosso. Mas tudo isso é para que você chegue lá e fale o ladrão da da cruz. Perguntar por que que você tá aqui. Você vai falar foi por causa de Cristo. Só por causa de Cristo, né? Eh, e da mesma maneira um infante. Um infante. Por que que você tá aqui? por causa da aliança de Cristo, porque ele cumpriu a aliança. Então isso é muito mais palpável do que inventar histórias. Por isso que eu falo sempre, a boa teologia nos livra de crendices, de superstições e de uma série de coisas que não passa pela escritura e não traz alento nenhum. A teologia da aliança sim nos dá a certeza de que se alguém passou por isso, ele entende: "Eu estou dentro desse pacto da aliança." Portanto, se aconteceu isso, eh, a sua eh uma criança morreu, fala assim: "Eu creio que ela está já desfrutando das delícias perpetuamente por causa da aliança." Por causa da aliança. Então, teologia ela não mata a nossa fé. Teologia, na verdade, ela aumenta a nossa fé e nos dá sentido de viver e de saber que esse Deus tão grande, amoroso, é esse Deus que providenciou isso e ele sabe das mazelas do pecado, inclusive porque é a morte e ela vem para qualquer idade, inclusive para um infante. Isso nos traz um pesar tremendo, uma dor muito grande, muitas vezes dores profundas, mas a teologia vem nos resgata, nos mostrando que por causa desse pacto, né, essa criança dentro do relacionamento da aliança, ela ela está com Deus. Eh, nós precisamos entender isso porque normalmente nós vivemos imersos em um outra em uma outra teologia, né, de eh só depois que batizar, que que tá salvo mesmo. Isso é catolicismo, gente, tá? Catolicismo, ranço de catolicismo, né? Falar, não, senão morre pagão, né? Não é tudo, é obra de Cristo. Nós temos sim selos da Isso meio de graça. Nós temos tudo isso na nossa vida, mas é um privilégio nosso, mas a teologia da aliança nos leva a esse lugar mais profundo. O que ele nos deu, então depois de tudo isso, que lembra que isso aqui é inerente ao ser humano, pecador, culpa, condenação, obrigação legal e morte. Agora, que que ele nos deu? Justiça perfeita, vida eterna. adoção e herança garantida. Tudo aquilo que é contrário, que o pecado nos deu, Cristo Jesus anulou eh pela sua morte, pelo cumprimento da aliança, né? Isso aqui é o que nós temos, então, em Cristo Jesus. Então, nossa salvação repousa em um representante perfeito, tá? É o que a palavra de Deus nos mostra. O primeiro Adão, ele é o representante na queda. E nós vimos isso. Dele teve a desobediência no jardim e muitos se tornaram pecadores, tá? Nós vimos que ele era o único capaz de responder, né? eh e ter obediência ou não. Mas lembre-se de novo, nós falamos na último ponto, na quarta-feira passada, em Cristo, nós seremos levados a um estágio maior do que Adão. Nós eh seremos capazes de responder positivamente a Deus e não seremos capazes mais de pecar na glorificação, certo? Estaremos no estágio acima. Cristo, último Adão, chefe da aliança na redenção, obediência perfeita até a cruz. Eh, o que nós falamos, ele sempre andando em direção à cruz e ele sabia daquilo que estava por vir. Quando ele ele ora na sua humanidade, pai, se queres, afasta de mim esse cálice. Contudo, não seja feita a minha vontade, mas sim a tua. Jesus não está fazendo cena, gente, porque alguns acham que Jesus está fazendo alguma cena, teatro. Isso aconteceu na história da igreja. alguns achando que Jesus tá apenas eh encenando o drama da redenção. Não, gente, ele em plena humanidade ele sabia o que o esperava, aquilo que estava chegando. E aí ele pede, mas ao mesmo tempo ele se submete. Palavra de Deus diz que ele quis morrer por nós. E aí também nos diz que muitos se tornarão justos. Então, a nossa salvação não repousa na força da nossa decisão ou na estabilidade de nossa fé, mas única e exclusivamente na obediência perfeita de Cristo. Isso aqui não anula a nossa eh busca por santificação, não anula nada disso. Uma coisa é santificação, outra coisa é salvação, tá? A gente não pode confundir a as duas doutrinas como sendo trabalho conjunto, né? Nós não podemos confundir isso, nem a santificação é porque a santificação tem um estado posicional, ou seja, há um ato que Deus já fez em Cristo Jesus, que nós somos santos e isso ninguém tira de nós. Posição. Você foi, um exemplo aqui, você foi tirado de um lugar e colocado no outro. Aí nesse outro lugar, essa caixinha aqui é a caixa dos santos, certo? Você tá aqui. Aí você fala: "Mas eu sou pecador?" Sim, você tá dentro dessa caixa do você é santo. Posição santo. E agora nessa caixa você também está sendo santificado. É como se você fosse tirado de um lugar e falaram: "A partir agora você é aqui lavado. Está sendo e também sendo lavado. É como, né? Tá, tá tirando sujeira ali aos pecados. Palavra de Deus vai falando que na nossa vida caminhada cristã, a palavra de Deus vai nos limpando ou nos santificando. Então, é um ato posicional e um processo. Não está em conflito uma coisa com a outra, né? Agora, salvação aí é só um ato soberano de Deus em Cristo Jesus, tá? Então, a graça histórica brota da redenção eterna, tá? A história aqui, então, os ramos visíveis, a aliança da graça, a manifestação histórica da salvação. É aqui que os pecadores experimentam no tempo chamado a regeneração, a justificação e a santificação. Ao conselho de redenção, firme eterno fundamento da aliança da graça. E aqui embaixo nós vemos aí a eternidade, as raízes ocultas, aliança da redenção, o conceito firme e eh invisível de Deus, o conselho, eh conselho, né? O conselho eh aí repete o acordo eterno entre o Pai e o Filho. E sem essa raiz não haveria salvação. Há uma base que sustenta toda essa eh aliança ou essa história da redenção, tá? Há uma base que a palavra de Deus nos mostra isso. Então, Deus concede exatamente aquilo que ele exige, tá? Se a palavra de Deus nos fala que Deus exigiu um sacrifício que fosse perfeito, os irmãos lembram que havia, lembra as prescrições para fazer um sacrifício de expiação, tinha que ser um animal perfeito, que seria oferecido diante de Deus lá. É um animal perfeito, tinha que fazer análise, né? E tudo isso apontando para essa redenção. Vocês lembram que na maioria das vezes, primeiro que não ia ter um animal perfeito, mas na maioria das vezes o próprio povo oferecia algo eh estragado, né, diante de Deus. A palavra de Deus vai nos mostrar que não era aquele animal que trazia isso, mas era a obediência. O fim da lei é obediência. Deuteronômio fala isso. Fim da lei é obediência. Portanto, nessa obediência de fazer eh aquilo que Deus tinha prescrito para eles, mesmo sendo imperfeito, eh Deus trazia o perdão sobre ele, mas não por causa daquele animal, era por causa de Cristo também que viria e morreria lá na frente. Mas a extensão dessa graça atingiu esse povo também no Antigo Testamento, tá? Então aqui a glória eh retorna, tudo volta à adoração a Deus, pois a salvação é 100% eh a salvação, né, 100% dádiva, né? Deus realiza no homem o querer e o efetuar, concedendo-lhe a graça, né? E tudo eh quanto lhe requer. Agora o homem responde, né? O homem exerce a fé. Mas os irmãos vão lembrar que a fé para esse ato é um dom de Deus. Dom de Deus. Deus exige, então, o negócio tá eh pagando ali a exigência de Deus. Então, Deus requer no homem fé, arrependimento, obediência e perseverança. Você vê que todos esses atos em nós agora são imperfeitos. permanecem imperfeitos, mas em Cristo Jesus isso é aceito diante de Deus, né? É aceito diante de Deus, mas por causa de Cristo Jesus. Então é todo esse essa essa aliança estabelecida ou esse pacto desde o início que a palavra de Deus está falando daquilo que Deus fez por nós, tá? Deixa eu apertar aqui. Eu acho que esse negócio apagou de vez. Mas a teologia pactual, nós já estamos indo pro final. Eu vou voltar ao texto de Jeremias. ela transforma essa realidade diária, então, né, humilhação, né, ou seja, eh, aquilo que a gente entenderia agora como que normalmente seria um ato do ser humano, que a gente pensa sempre nessa dignidade da gente de ter que responder, falar: "Não, mas eu fiz alguma coisa", né? Isso faz parte do nosso coração pecaminoso de querer entregar alguma coisa, fala assim: "Não, mas ok, Jesus fez, mas eu fiz também alguma coisinha", né? Tudo que nós fizemos nesses atos todos, eh, foi o e Deus aceitou, só aceitou por meio de Cristo. Só aceita por meio de Cristo. A nossa resposta é completamente imperfeita, né? E completamente perfeita. Então, a gente lembra lá do texto inicial, Abraão não tinha capacidade de passar naquela parte porque ele seria despedaçado diante de Deus. Ele ele seria arrebentado diante de Deus porque ele não teria condições de cumprir. Mesmo Abraão sendo o pai da fé, como a palavra de Deus vai nos mostrar, ele não tinha capacidade para isso, tá? Então, em meio a tudo isso, nós temos essa eh teologia pactual que transforma humilhação, nos dá segurança, a o entendimento do que é igreja de família e de obediência grata diante de Deus. Vamos voltar lá para Jeremias. Sim. É, não tenho a talvez a ligação assim, mas eh seria uma eh uma alegoria, né? Jeremias capítulo 31. Eu li a primeira parte, eu quero eh terminar aqui eh o verso três. Eu acho isso de todas as vezes que eu olho para esse texto, o coração enche de alegria e nos dá alento. Quando ele fala de longe, se me deixou ver o Senhor, dizendo: "Com amor eterno, eu te amei, por isso com benignidade te atraí." Esse é um ato soberano de Deus, né? É ele. De longe, o Senhor nos viu, né? Ele fez, foi o amor dele. E aí lá no final, quando do texto que nós lemos, o verso 30, is diz o Senhor, firmarei a nova aliança com a casa de Israel. Os irmãos têm que lembrar que no meio desse conceito e nós vamos voltar aqui o melhor entendimento. Mas só para resumir, eh nós eh estamos entendendo, entendemos biblicamente que eh a aplicação no primeiro momento em partes era Israel como nação, mas essa aliança já estava prevista para abrir para todos os povos. Palavra de Deus continua tendo essa relação depois e nos mostra esse o nosso entendimento que o Israel de Deus é todos aqueles agora alcançados em Cristo Jesus se tornaram essa nação. Se tornam essa nação separados, escolhidos por Deus, povo de propriedade escolhido por Deus, como Pedro vai mostrar quando ele está falando de também para diversos povos, né? Então, a gente não pode confundir eh aquilo que ele e normalmente reduzir aqui. Eu sei que no primeiro momento se aplica ao povo de Israel, mas no segundo momento a palavra de Deus nos mostra que essa aliança e aquilo que ele está falando é aquilo que atingiria eh todos os povos, nações e línguas para culminar naquilo que lá no final de Apocalipse está dizendo. Os irmãos, lembram quando fala que todos estarão diante de Cristo Jesus, aí ele fala: "De todas as tribos, povos e línguas estarão diante de Cristo Jesus". Sim. Eh, pastor, já que o senhor vai falar e sobre isso, eh, o senhor uma vez eh falava que eh essa questão de divindade nos povos pré cristão, eh, já era um algo gravado na mente, no coletivo de todos os seres humanos. Eh, recorrendo quando o senhor falou que no Antigo Testamento tudo apontava para a vinda de Cristo, o sacrif o sacrifício perfeito de Cristo. Correto também eh dizer que con situais pagões dos povos pré-cristãos eh cada sacrifício, cada culto prestado aos seus à sua divindade, porque no panteão havia o pai, o Deus, o filho e no lugar do Espírito Santo, uma esposa. Também poderia estar apontando para o sacrifício de Cristo, coletivo dessas pessoas. Eh, não exatamente apontando, mas como uma forma de rebeldia por causa daquilo que Deus implanta no ser humano. Todos os povos eles ele ele faz uma eh uma ruptura de tudo isso e muitas vezes uma corrupção daquilo que é o verdadeiro. Quando você vai perceber de onde os povos, em qualquer lugar do planeta, ele tem uma ideia de transcendência. Ele, mesmo que ele entenda isso e aplique ao sol, a lua, ao trovão, as estrelas, ele entende que é algo maior do que ele. E por da onde ele tirou isso? Que ele tem que adorá-lo para aplacar a ira de dele contra eh os povos, senão isso não haveria. Isso a gente chama de um fator de gancho, que é um autor vai falar o fator Melquizedec, né? é o gancho em todos os povos, nações que eles têm esse anseio por essa redenção. Mas por causa do arrebia, tudo isso é deturpado, eh, muitas vezes é corrompido, mas você vai ver eh flashes de tudo isso em todos os povos. você vai ver essa esse anseio por uma redenção e aí por causa do pecado, ele ele eh corrompe tudo isso. Por isso que a palavra de Deus nos fala a respeito da pregação do evangelho em todos os lugares, nações e línguas, né? Porque por meio do evangelho eles vão entender e chegar ao entendimento e falar: "Olha, aquilo que nós estávamos fazendo, né, estava errado. Agora nós sabemos a quem de fato nós devemos adorar, né, de quem eh nós devemos nos submeter. Portanto, esse esse, como eu falei no início, encerrando aqui, essa é a nossa transição de entender agora, eh, passando da antropologia para cristologia, né, que nós começaremos. Qual é a ponte de tudo isso? A ponte sempre vai ser a aliança, né? Aliança, esse eh essa manifestação de Deus, não são várias alianças, né? são progressões de uma mesma aliança que culminaria em Cristo Jesus, né, como o plano redentivo de Deus para nossa vida. Então essa continua sendo a promessa e o cumprimento de Deus. Eu serei o seu Deus e vocês serão o meu povo hoje. Então nós podemos responder: "Sim, o Senhor é o meu Deus por causa de Cristo." Por causa de Cristo. Isso. Exatamente. Que Deus tenha misericórdia de nós e nos abençoe no entendimento da sua palavra. Porque em momentos onde nós somos atingidos por mazelas do pecado, perdas, lutos, eh enfermidades, tantas, eh problemas eh que a gente perde o o, vamos dizer, a orientação em meio a tristezas profundas, a desalentos profundos, a uma nedonia da vida. Há uma série de coisas. A palavra de Deus, ela tem um antídoto para isso. Comece a meditar no grande amor de Deus por nós e naquilo que Deus está fazendo antes da fundação do mundo. Antes da fundação do mundo. Quando ele fala, olha, vai, foi lá antes, antes, com amor eterno eu te amei. Por isso, com benignidade te atraí. Isso traz saúde para nossa vida, cura a nossa alma de traumas e de tantas coisas que nós passamos nessa realidade caída somente por meio da palavra de Deus, né? Que Deus ele possa aplicar, né, em todos nós a sua palavra. Nós vamos orar antes da gente encerrar aqui. Senhor nosso Deus, nós queremos, ó Pai, bendizer o teu nome e te agradecer nessa noite, ó Deus, pela tua palavra que nos ensina, mas nos traz alento, ó Deus. E, portanto, nós colocamos as nossas vidas diante do Senhor. O Senhor conhece a vida de cada um aqui, daqueles que estão acompanhando esse estudo. O Senhor conhece, ó Deus, as marcas, os traumas, as feridas todas, ó Deus, que nós somos susceptíveis, ó Pai, nessa realidade caída. Ajuda-nos, ó Deus, a compreender em ti, ó Deus, no teu grande amor, naquilo que o Senhor está eh fez por meio de Cristo, está fazendo em nós. Ó Deus, que um dia, Pai, o Senhor enxugará dos nossos olhos toda lágrima. Já não haverá dor, luto, pranto, ó Deus, porque as primeiras coisas passaram. Portanto, ó Deus, que isso traga alento à nossa alma e alegria enquanto estivermos nessa peregrinação. Nos abençoe, ó Deus, nos dê uma boa noite de descanso, nos leve em paz. É a nossa oração em nome de Jesus. Amém. Que Deus nos abençoe. Até a próxima quarta-feira aqui no mesmo horário.