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A fé vem pelo ouvir

A Bíblia está ultrapassada? BTPapo 108

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Legendas automáticas:

Er
>> [música]
[música]
>> Parece ó Cacau, eu mutei o teu fone.
Pera aí, mas eu não quero agora. Te
voltei. Voltei. Gente, interessa calar
Cacau Marques.
>> A quem interessa calarte, hein, cara?
Quem interesse. Não,
>> não, não conheço esse meme. É quem
interessa calar. É uma frase que eu já
ouvi, mas não sabia que era de
>> Foi uma foi uma candidata
a algum cargo aí, uma prefeitura aí
>> e alguma cidade de um partido pequeno e
aí
acontece um dá uma falha no microfone ou
>> aí ela pergunta quem interessa calar.
>> Ah, falou, mas boa, tá certo, tá certo.
Quem interaçado que tipo foi ninguém
interessava porque ela quase não tinha
voto, entendeu? Ninguém tava muito
preocupado.
>> Puxa vida, caramba. Aí, aí, aí é triste,
né? Quando a pessoa acha que é alguma
coisa, mano, eu lembro, ah, eu não vou
citar o nome da pessoa,
>> não, não sei se ela é alguma coisa.
Também tem aqui falando, eu nem conheço,
né?
>> Mas assim, para aquela eleição não fazia
muito.
>> Exato. Exato. Galera, fala com a gente
aqui, pessoal, se tá é se o meu áudio tá
bom, se meu áudio tá mais baixo que o do
Cacau. Do Cacau eu sei que tá excelente.
Sei que do Cacau tá excelente. Teu áudio
tá bom, mano. Será que eu tô com
problema aqui nesse microfone, né? Eu
preciso resolver. É, mas como
>> eu tô o conector aqui do fone do
retorno,
>> hum.
>> Ele acho que ele tá sujo, cara, porque
tá muito
>> só tu usa retorno também, né? Tu é o
único cara que grava podcast.
>> Não, não, eu tô ouvindo Não, para eu
ouvir você.
>> Ah, você vou te ouvir,
>> tu ouve. Ah, mas daí tu computador, você
viu que quando eu entrei eu falei: "Você
tá, você tá me ouvindo?" Você falou:
"Tô." Eu fiquei mexendo aqui
>> porque tá com maior contato. Eu acho que
é, tá sujo, porque ele não tem tampinha.
Ach, Mas, mas se é só para me ouvir, tu
pode espetar no teu computador também,
né? Que tu não precisa me ouvir pelo teu
microfone,
>> cara. Eu eu não sei porque eu não sei se
é se
>> ó, porque esse meu microfone aqui é esse
esse meu microfone ele também tem
entrada para fone, mas
>> não, mas eu posso botar meu retorno no
computador também.
>> É, então como é que faz isso? Gente,
olha só, diga aí a cidade que você é.
Tem uma galerinha que a gente conhece
aqui, Douglas. Douglas é o nosso web
master. Gente, como é que é o cara que
cuida? O cara do site. Quem é o cara do
site? O nosso é o Douglas. Tem o
Paulinho Degaspar. Mas que que o que que
tu é nosso além de amigo, parceiro de
ministério, Douglas cuida do nosso site,
faz um monte de coisa legal, tá?
[roncando] Temos aqui eh a áudio tá
ótimo, mas o Cacau tá um pouco mais
alto. É porque o Cacau é a voz como de
muitas águas, né? Eh, Cacau, baixa um
pouquinho o teu só então porque para eu
não precisar aumentar o meu, porque o
teu tá alto mesmo e eu não quero mudar
aqui no teu. Deixa eu ver aqui como é
que tá configurações de microfone. Eu
vou botar o teu ajustar automaticamente,
então, Cacau. Só
>> você, você é melhor você controlar aí,
né?
>> É, beleza. Ó, tem gente que é de Porto
Alegre, da Emily, tem o Nico que está
aqui, Cacau, que está nos levando para
Portugal para a gente ter lá o nosso
betpapo, eh, BT BTD, quer dizer, aqui é
o [roncando] Douglas que eu falei
anteriormente. Tá bom, pessoal
perguntou, betpapo não era sexta, gente,
agora é quinzenalmente na quinta. É um
programa de quinta, né? Nossa.
>> E agora é ao vivo.
>> E agora é ao vivo. Bom, tem gente de
Sorocaba, cara. O que que deu do
prefeito? Não, melhor não tocar nesse
assunto. Sorocaba, boa cidade, tem
praia, galera do grão.
>> Sorocaba, tem praia onde, cara?
>> Não sei. O prefeito fez uma praia lá em
Sorocaba, cara. Eu não sei como é que tá
aquilo, mas é praia de água doce. Tá.
>> É, eu acho que é. Depois o pessoal de
Sorocaba faz uma praia de litoral mesmo.
Não, Sorocaba, interior. Aqui
>> não tem, não tem, não tem. Não tem.
>> Cidade boa mesmo. Aqui essa região aqui,
ó, toda é muito boa, viu?
>> É, né? Eu moraria em Nova Odessa,
Hortolândia moraria.
>> Ortolândia é a pior cidade da região.
Hortolândia é a pior cidade da região.
É, é mais baixo.
>> É, não moraria em São Gonçalo, mas vou
pregar lá, tá gente? Vou est em São
Gonçalo. Gama, o Gama é o seguinte,
nosso amigo Leandro, gente boa para
caramba. Eh, o Gama tem o melhor
hambúrguer que eu já comi na minha vida,
Cacau. Eu acho, eu acho que tá entre
meus top cinco hambúrguer. É, eu comi lá
no gama.
>> Leandro, ele é meio tom acima, né?
Leandro sustenido.
>> Sustenido. Nossa, aí é uma piada de
músico mesmo. Eu não se o Leandro não
sei se é músico, ele é teólogo,
professor de teologia na comunidade
dele. Tá, Bib. Eh, não, a gente, calma,
a gente vai responder uma pergunta. O
pessoal já tá mandando. O Jim Neutron
aqui já tá mandando pergunta. Jim,
segura tua pergunta, tá? Depois a gente
responde, beleza? E se quiser mandar um
super chat também.
>> É, deve ser um canal de games, né? É,
deve ser, deve ser. Mas para mim é dim
neutro. Foi mal. Feira de Santana,
Bahia. Tá tendo uma
>> Já f já Já fui numa festa fantasia
vestido de di neutro.
>> Sério, cara? Mano, qual é o personagem
que tu criou numa festa fantasia na tua
igreja? Que mano, eu sinceramente eu
faria um canal notificador.
>> Não foi festa fantasia, foi na EBF. Eu
fui o medo.
>> Não, não, não, não, não, não. Tu tava de
e é teológico, alguma coisa assim. Tu
tava meio que fantasiado? Não, não criei
não. Eu não criei não. É uma cantata
isso aí de criança. Eu fiz o personagem
teológico. É o professor teológico.
>> Cara, mano, assim, ó, deixa eu falar
aqui publicamente para termos
testemunhas. Mano, quando estourou o
TikTok, eu pensei em criar um personagem
para o TikTok, tá ligado? Entrar lá com
um personagem e seria o professor Té, tá
ligado? Eu ia botar uma peruca, um meio
que um guarda-pó branco. Eu ia criar um
personagem para tentar engrenar lá no
TikTok. Mas cara, eu não consigo usar o
TikTok, não gosto. Enfim,
>> o TikTok é muito legal que as pessoas
chegam já com preconceito nele. Não
precisa.
>> Total, total, total. Só fazer a mesma
coisa que você faz no reals. Já
funciona.
>> Exato. Mas eu não gosto da skin dele, tá
ligado? Eu não gosto da skin do TikTok.
É uma parada.
>> O programa de TikTok é o scroll
infinito. Nossa, que é que o Instagram
também tem, né? Mas o TikTok é
>> cara, tem uma lei tem uma lei que tá,
cara, alguém que tem uma lei que tá para
proibir isso aí, se é que já não
proibidão tentando mexer.
>> É, tão tentando, mano. Então, o que
acontece? E aí eu ia criar o professor
Té, tá ligado, para tentar engrenar lá
no no TikTok, tal, mas no fundo, né, não
saiu do papel a ideia. E aí quando eu vi
o teu Té, o lógico ele, mano, melhor que
professor Té. E cara, tu devia fazer
isso aí lá no TikTok, cara. O Té
>> não, esse aí já é de uma cantata feita
aí que alguém que escreveu. Eu não sei,
eu eu gostaria muito de dar os créditos
aqui.
>> Ah, tá. Eu não sei qual que é. Não fui
eu. Só tava fazendo personagem. Quem
dirigiu tudo foi a Nat. Eu não sei como
é que é. É, o pessoal tá perguntando o
teu gato, cara. Thiago João Pereira, ô
Thiago, tu é o Thiago de Tubarão? Gente
boa, gente boa. Esqueci o nome da tua
mulher também, meu. Muito ligado. Se é o
pessoal que eu tô pensando. Thiago,
parece o Thiago lá de Tubarão. Gente
boa, pô. O cara me levou em Tubarão, me
tratou super bem. Lá que eu conheci o
Galego, meu amigo também. Sensac. Mas se
for, se não for esse Thiago também
espero que você seja gente boa. Se for o
Thiago que eu tô pensando, gente boa
também, a esposa dele envolvida no
universo autista. Pessoal sensacional
assim. Eh, enfim, cara. Olha, é isso. Eu
vou, eu já pensei em ir pro TikTok com o
personagem com o professor Té, mas não,
não tive, cara. Precisa, mano. Aí vem
uma parada que eu quero parabenizar os
creators, assim, eh, eu acompanho um
pouco os bastidores de alguns creators e
tal e, mano, é um e a galera acha que
não é trabalho, né? Ah, que é só é que é
só gravar um videozinho e tal. Mano,
essa galera que vive disso é roteiro,
velho. É roteiro atrás de roteiro. É
brainstorm. Sim, marido da Manuela. Pô,
gente, que vocês são um casal muito
querido, tá? Deus abençoe muito vocês.
Eh, da Manu, claro, da Manu. A Manu tava
na minha cabeça, da Manuela. E cara, e
assim, Cacau, ser creator, você produzir
conteúdo e tal, mano, é um é um baita
trabalho, mano. É um baita trabalho. Eu
sempre levei muito a sério o trabalho do
comediante, do creator, o Cacau, pelo
jeito. Não, mentira.
>> Não, não é que eu acho que
todo trabalho tem seus usos e abusos,
né?
Isso não.
>> Poderia dizer assim, por exemplo,
jogador de futebol é um baita trabalho,
pô. Exigente para caramba. Fico pensando
exigente. Concordo.
>> O cara nunca tá totalmente de férias,
né? Porque ele tem que cuidar do corpo e
tal.
>> Exato.
>> Dependendo do nível que ele Mas
>> tem usos e abusos, né? Não sei.
>> O Ronaldinho Gaúcho parecia não seguir
muito essa regra. Sacanagem.
>> Acho que eu tô meio amargo, né?
Desculpa, eu fui meio, não precisava ter
sido
>> não tem problema, cacau. Você é um cacau
meio amar. Não, tá tudo bem. O cacau
meio amargo. É. Tá, tá tranquilo.
>> Quanto mais cacau, mais amargo.
>> Exatamente. Tal. Acho que foi mais, foi
mais forte que eu. Fiz uma cara meio
>> é não. Talvez o que tu possa pensar e
talvez te conhecendo um pouco é isso,
né, cara? Pô, é um trabalho que tem uma
grande remuneração e tal. E a
>> Não, mas não tem. Aí, aí eu aí eu tô
mais com você porque não tem, né? É uma
ilusão. Alguns tm, né? Alguns tem, mas
tem uma galera que trabalha tanto quanto
e não consegue, né? É verdade, cara. Tem
esse tem esse mundo aí dos creators
falidos, cara. É
>> o Ed Castro falou sobre isso dos
creators falidos que até mantém um certo
status, mas não consegue.
>> Adiro é admiro muito quem consegue fazer
uma parada consistente com conteúdo
legal assim.
>> Uhum.
>> Eh, aí tem os nichos, né? Então tem
nicho que não me atrai. Tem nicho até
que várias
>> tem nicho até que me dá assim meio umas
uma carinha assim de que, tipo, não sei
porque que existe, mas para outros é
importante. Para mim não é.
>> Mas ainda assim eu só você se dedicar
ali de fazer um negócio legal, né? Agora
eu tenho um pouco de dó também, cara.
Eh, essas mudanças muito de algoritmo,
né?
>> Do nada muda tudo. Aí os cara tem que
correr atrás.
>> É, pr,
>> mano, eu eu descobri já alguns ex-alunos
meus que são relativamente grandes assim
na internet. Uma ex-aluna minha
>> é bombada no TikTok de coisa de 4
milhões de seguidores. Eu descobri assim
um mês atrás.
>> Até a nossa amiga Ktia segue ela. Eu vi
lá que seguia. Comecei a conversar, a
Ctia falou: "Não, ela é importante nesse
ramo da maquiagem, tudo que já é um ramo
que eu não tenho ranço. Eu acho legal
para caramba". A gente já falou sobre
isso aqui.
>> Sério? É, eu acho legal aquelas coisas
de maquiagem cada passada de mão. Mas
tem outros, tem um que até ficou meio
bombou aí com vídeo gospel de piadinha
que eu nem achei de tão bom gosto, mas
ele tinha lá seus 200.000 seguidores,
tal. E tinha um ex-aluno meu que era
muito de parada de treino, de sei lá,
acho que ele fez educação física, tal,
só que era uma pegada bem assim
>> social, política, super legal assim,
sabe? Ele tinha uma reflexão assim e
tal.
>> Uhum.
>> Aí, cara, do nada desapareceu para mim.
Eu nunca mais vi nada dele.
>> Caramba.
>> Nunca mais. É, então, tipo, muda o
algoritmo, né? Muda tudo, né, cara?
>> Muda, muda o algoritmo.
>> Aí eu fico meio com dó dessa galera
assim, né? Do nada. Mas cara, essa
galera, os grandes, eles estão toda
hora, tem, a equipe deles tá tipo direto
nisso aí, entendeu? e correndo atrás dos
porque assim, por exemplo, eu
>> então, mas aí a galera que tem equipe,
né, que chegou num tamanho para ter
equipe, quem faz tudo sozinho, mano,
para correr atrás é tenso. É, mas tem
uns caras, mano, de vez em quando esses
caras aparecem para mim falando dos
algoritos, porque assim, o o cara do
Instagram, por exemplo, que é a
plataforma que eu mais uso, ele todo
momento ele tá falando um dos caras lá
do ó tem ele, ó, mudou isso aqui, aqui
agora, tal. E aí sempre tem uma galera,
o One ONEI Araújo, por exemplo, é um
cara que tá que eu sigo que de vez em
quando ele tá falando das mudanças e o
que você tem que fazer a partir de agora
e tal, mas cara, é meio chato mesmo, é
meio chato. E mas enfim, é o todo
trabalho tem os seus tem os seus e
outra, nem sempre você tá a fim de
gravar o conteúdo e tal.
>> Sim. E e e aí você tem que você tem que
fazer, você tem a pub para fazer, você
tem eh comprar, equipamento, comprem
esse negócio que a galera acha, não,
mete um celular, começa, tá tudo bem,
você começa, cara.
>> Exato.
>> Não adianta, você vai adquirindo mais
coisas, você vai querendo investir mais,
você vai e e se engana quem pensa
>> se engana quem pensa que o cara tá
investindo mais, porque ele acha que com
isso ele vai chegar não sei aonde.
>> Não
>> é que ele tá gostando de fazer, ele tá
gostando, ele tá querendo, ele ele vai,
sabe? Eu quero fazer agora, eu quero
fazer isso. Isso, eu preciso dessa outra
coisa. Então, nem sempre ele faz a
conta. Isso aqui vai aumentar meu não
vai aumentar, mas o cara vai, entendeu?
É uma parada aqui.
>> Exato. Exato. É, não, eu, por exemplo,
eu eu em termos, eu aqui no no YouTube,
né? Lembra que ano passado a gente
gravou muito em estúdio e tal, né? Fiz
uma movimentação, gastei uma grana
>> e não aumentou os números de views aqui
no YouTube, entendeu? Aí eu voltei pro
tradicional, até faz em vídeo, mas cada
um na sua casa agora e tal. Claro que é
muito legal estar no estúdio com a
galera. Mas, mano, vou te falar, a Thaís
Linares tem, sei lá, 6 milhões de
seguidores e e eu paro para ver ela
limpar o banheiro dela, mano, porque é
muito engraçado. Ela é muito engraçada,
mano. Ela só usa, ela só usa um celular,
claro, né? Não é qualquer celular, com
certeza deve ser o último iPhone e um
tripé, velho. Então, assim, e ela com a
e o microfonezinho de bolinha e tal, e
ela, cara, né, meu, ela faz as publes
dela. Claro que é quando ela faz a
publicidade oficial da marca dela, tá
build, aí ela vai,
>> os caras já contratam filme videomake,
tal. Exato. É uma parada gigante, mas o
dia a dia dela mesmo é com o celular,
cara. Ali com o celular, o
microfonezinho e claro, né, mano? Mas aí
vem o lance, é o carisma,
>> mas é o microfonezinho, entendeu? Porque
quem começa começa com o celular sem
nada.
>> Exato. São ritmos diferentes, mas vai
aquisições, né?
>> Vai, vai, vai. Não vai. Legal. É legal.
>> Ó, se você pega um a partir do iPhone
14, você já tem uma boa imagem. Show. A,
mas a gente tá falando aí de um celular
de quatro conto o aí você quer o você
tem microfonezinho de 200 pila,
entendeu? Mas você quer um melhorzinho e
>> e bom e bom.
>> E bom. É, mas
>> cara, falando nisso, outro, cara, tem
uma tem uma publicidade que um tempo
atrás aparecia para mim.
>> É,
>> porque assim, o TikTok tem o TikTok
Shop, né,
>> cara? Tá bom, fica. Então, tem muita
publicidade TikTok que a galera ganha
dinheiro com isso, né?
>> E e eu nunca comprei nada lá, nem nada,
mas
>> Uhum. Tinha uma publicidade, cara, que
era muito tosca, que era de um microfone
para podcast.
E aí os caras, pelo menos eles foram
honestos de usar de fato o microfone que
eles estavam anunciando.
>> Aham.
>> Mas é muito ruim. Mas é muito ruim. É, é
assim, é um nível de
>> É, é o, o som fica tão comprimido que,
tipo assim, fica, nossa, horrível,
horrível, horrível. E os caras f como
ter essa qualidade de áudio? Fala, me
ensina porque eu não quero ter nunca.
[risadas]
>> Exatamente.
>> Como ter para eu nunca ter,
>> cara? Muito ruim. E a imagem era boa até
os caras fizeram com luz natural. Ficou
legal até, né?
>> Uhum.
>> Mas
>> cara, aliás, fica uma dica para você
criator.
>> Vou botei, botei aqui. Vamos pro tema em
tr. Ó, uma dica para você, creator,
cara, descobrir que tem supressão de
ruído no próprio iPhone, cara. Muito
legal.
>> Então, mas aí que é o lance. A galera
usa supressão de ruído e dependendo do
lugar que ela tá, fica horrível.
Ah, pode ser. Mas eu já usei no
aeroporto. Ficou bom, cara. Até ficou
bom. B falar esses microfoninho mesmo
Holy Land, se você tiver um lugar muito
barulhento, o eliminador de ruído não
fica legal, cara.
>> Não, não faz milagre não, cara. Não faz
milagre não. Enfim, você abre a sua
câmera aqui, ó. Tá beleza? Aí você clica
lá, você puxa lá em cima a central de
comando. Cadê? Você puxa a central de
comando lá em cima. Aí você clica nesse
verdinho, ó. Aí aqui você tem, ó, o
isolamento de o isolamento de voz, que
no caso o meu não tá dando para para
colocar, mas deve ter algum esquema que
dá para você colocar. O meu não tava
dando agora. Eh, enfim, o que eu usei
foi o microfone mesmo. Aquele dia no
aeroporto. Ficou bom até. Mas cagal,
vamos para o tema agora. E v tem até
abertura, não é porque é ao vivo que não
tem abertura. Isso aqui é organizado. Tá
achando o quê? Vamos botar abertura.
Talka apresenta PT Papo, uma conversa
regada bíblia, teologia e risadas.
Ah, esse preto tem que cortar. É, eu
pedi pro Rafa cortar isso. A gente fica
esse aquela tela preta ali por um tempo.
Caká, o tema hoje é sobre a gente lê a
pergunta ou não? Vamos direto pro tema e
não conseg
>> Vamos direto pro tema que eu eu explico
um pouquinho sobre a pergunta. Vai.
>> Beleza. Então nem vou ler a pergunta
então, né?
>> Mas vamos lá, Cacau. A gente tem esse
volte e meia, né? Há algumas décadas
atrás, é a primeira vez que eu me eu me
deparei com uma reportagem da Super
Interessante, aquela antiga revista de
>> Todo ano tinha pelo menos uma. todo ano
tinha e tal, né? Ah, repórter tenta
viver conforme a Bíblia Sagrada hoje e
tal. Daí ia lá o repórter da super
interessante, ou não sei se era um
repórter americano e tal, mas era uma
matéria da super interessante. E aí o
cara com vestimenta de roupa, né, dos
tempos bíblicos, comendo, seguindo as
dietas alimentares e tal. Aí meio que a
reportagem queria mostrar quão absurdo e
quão ultrapassado é você viver conforme
a Bíblia, né? esse livro antigo, esse
livro caquético. É, ainda hoje, né, eu
nunca mais vi reportagens dessa
natureza, mas ainda hoje você vê
comentários, né, de pessoas que é de
ateus ou agnósticos, enfim, é tipo
assim, cara, não faz sentido nós
seguirmos um livro tão antigo, né, um
livro tão eh ultrapassado, eh, com
regras eh de um povo bárbaro, né, ou
seja, de um tempo que não se tinha
civilização como nós, né, a civilização
avançou e não faz sentido nós seguirmos
um livro que ficou lá atrás e tal.
Então, volta e meia se vem essa essa
ideia de que a Bíblia está ultrapassada,
de que a Bíblia é machista, de que a
Bíblia promove a escravidão, aquela
coisa toda. Então, sempre vem esse esse
tipo de comentário, esse tipo de eh
acusação ou afirmação acerca da Bíblia
Sagrada, né? Então, como é que a gente
entende, como é que a gente processa
essas questões? Como é que nós
respondemos?
>> Fal tema. O tema é a Bíblia.
>> Frasezinha.
>> Qual é a frasezinha? Ih, rapaz,
ultrapassada. É isso. É a pergunta é
essa, né? É porque agora [risadas] o
Rafa não vai botar na tela, né? A Bíblia
está ultrapassada.
>> É, o lance é o seguinte, que eu falei da
pergunta que a gente não vai agora
entendi qual que foi a confusão. A
pergunta original que o nosso seguidor
fez,
>> porque a pergunta ela, a pergunta dele
era mais ou menos como é que a gente faz
para conciliar?
>> Opa, fala alguma coisa aí,
>> eu Oi. Eu tô falando alguma coisa. Não,
não, não, não precisa ler não. Como é
que a gente faz para conciliar um livro
tão antigo com a vida moderna, né?
Basicamente é o, é tipo assim, é,
>> então como é que a gente atualiza
[risadas]
>> a vivência da escritura? Então, eh, isso
eu fiquei pensando nisso. Primeiro que
eu acho que é um tema muito legal pra
gente tratar, [roncando]
>> né?
E eh porque eh eu acho que passa por uma
questão especial assim que é como a
gente encara a Bíblia hoje, porque
facilmente alguém poderia dizer assim:
"Eh, não é pela fé, a gente acredita ali
que é a palavra de Deus e vive, tá? Tudo
bem, é isso mesmo." Só que primeiro que
a gente tem que entender o que é que
esse livro tá falando, né? No meu livro
Palavras que transforma, [risadas]
eu eu tenho eu faço uma introdução lá
dizendo que a gente pode ler os livros
de maneiras erradas, né? E aí eu conto
uma história de alguém que deu um de
presente para uma outra pessoa um livro
de receita e quando encontrou de novo
com a com o a pessoa presente, a pessoa
que presenteou se encontra com
presenteado. O presenteado fala: "Não
gostei do livro que você me deu. O eu
não consegui entender quem são os
personagens. Os capítulos não se
relacionam entre si. A história não leva
para lugar nenhum, né? Então ele tá
lendo o livro de receita como se fosse
um romance, né? A gente faz muito isso
com a Bíblia. A gente faz muito isso com
a Bíblia. pega a Bíblia e olha para ela
de uma forma eh que é uma forma eh de
uma regra de etiqueta, né? Eh ou ou
alguma outra coisa. E um um dos erros
que a gente comete é pensar que a Bíblia
é uma espécie de comentário da vida,
sabe?
eh uma uma afirmação de uma ideia eh a
respeito de como a vida é ou uma
afirmação
de uma de uma mera interpretação sobre a
realidade e tal.
E não é exatamente o que ela é, né? A
Bíblia é um testemunho. Oi, pode falar.
>> Pausa, pausa. Não, vamos lá. Não perde
esse frio da meada aí porque tu vai
responder, né? Pode deixar. Mas aí eu
queria fazer um adendo nessa tua, eu
queria ampliar essa tua colocação, por
em parte, eh, existe uma parcela na E aí
tu me corrige se eu tiver errado. Cacau,
me ajuda aqui.
>> É que eu tô pensando tudo isso, gente,
só não tem pauta o betpapo, tá? A gente
fala o tema e se encontra aqui agora na
frente. Tem o tema e a gente se encontra
aqui na frente de vocês. Não tem ensaio,
a gente nem sempre conversa antes e tal.
Eh, às vezes eu tô mais preocupado com o
assunto aleatório do que com a pauta,
tá? Eh, mas o que acontece, Cacau, vê,
acompanha meu raciocínio e vê se tu
concorda.
>> Parece que em parte a culpa das pessoas
também pensarem a Bíblia dessa maneira
está com uma parcela do cristianismo,
>> que é isso no sentido de que não, a
Bíblia é a palavra de Deus, a gente tem
que viver conforme a Bíblia.
>> E e existe uma parcela do cristianismo
que nem essa parcela sabe interpretar
as escrituras. E aí pega, por exemplo,
passagens do Antigo Testamento, algumas
até do Novo,
>> e querem transportar ela para hoje, né,
de forma literal.
>> Uhum.
>> E ou literalista, enfim. E aí aonde
acaba tendo alguma confusão, né? Porque
não é a palavra de Deus, tem que
obedecer a palavra de Deus. E aí você
tem, por exemplo, uma série de regras
que foram criadas em alguns movimentos
ao longo dos séculos, que era
diretamente das Escrituras. só com uma
leitura eh errada, por assim dizer, das
escrituras. Vou dar um exemplo aqui,
coisas que eu vivi, tá bom, gente? Isso
aqui não é uma crítica, é o que eu vivi
estando no movimento pentecostal por eh
14 eh 14, 15 anos, né? Então assim,
tinha regras que nós tínhamos na nossa
comunidade que nós tínhamos que obedecer
porque é a palavra de Deus. Então não
podia usar determinadas vestimentas ou
não ter eh o meu eh cavanhaque ou cafanh
cavanha, né? É com v, né?
>> Cafanhque com v.
>> É. Então eu não podia ter o meu
cavanhaque porque não posso. É modismo,
é do mundo, né? Barba, nem pensar, né?
Porque imagina, né? Isso é coisa de
comunista. Ainda mais o movimento
pentecostal brasileiro que tem uma
efervescência muito com a ditadura
militar. Então tinha esse não, Barba é
coisa de comunista e tal, não pode ter
bigode, podia porque é coisa de militar,
né? Mas todas essas regras se tinha
muito um pano de fundo bíblico, entende?
Não, porque a gente não pode ter isso,
porque o próprio José fez a barba para
estar na presença de faraó, sabe? E aí
determinadas roupas e tal. A própria
igreja do véu, por exemplo, que obriga
as mulheres a utilizarem véu, em última
análise, estão cumprindo uma ordem do
apóstolo Paulo, né? Então tem uma
parcela do cristianismo que de alguma
forma fomenta também esse tipo de reação
de algumas pessoas. Não, essa galera tá
querendo viver, tá dizendo que a Bíblia
é a palavra de Deus, tem que a gente tem
que viver o que tá escrito ali, né?
Então, às vezes o próprio movimento
cristão falha com a interpretação.
>> É. Então, e aí o que que a gente tem,
né, na na Bíblia de fato, então, a gente
tem esse testemunho
de uma realidade, entendeu?
eh um testemunho de uma
de um evento, vamos dizer assim, né? Que
não é só de um evento, é de vários
eventos, né? Mas acima de tudo de um
evento, que é a própria vida e morte de
Jesus Cristo, né?
Eh, tem um um texto muito legal do
Calbart que chama aí o selo Cbart, texto
muito legal do Cbart que de chama e o o
mundo novo na Bíblia, né? o novo mundo
da Bíblia, alguma coisa assim, em que
ele vai dizer: "O que é que a gente
encontra na Bíblia, né? Ele fala: "Na
Bíblia a gente encontra um mundo novo,
né? Então, se você for pra Bíblia
procurando história, você vai achar
história. Se for pra Bíblia procurando
lei, você vai achar lei. Se for pra
Bíblia procurando religião, você vai
achar religião. Mas ela tem muito mais
para oferecer do que isso, né? Se você
deixar que ela guie busca,
>> essa é a, essa é uma boa pergunta, hein?
Quando eu me aproximo da Bíblia, o que
que eu estou procurando? Cara,
>> é isso é.
>> E aí ele tem uma hora que ele até bota
assim como se a Bíblia tivesse falando:
"Olha, você vai encontrar isso que você
tá procurando agora se você quiser saber
o que eu quero te dizer", né?
>> Eh, e aí ele fala desse mundo novo que
se encontra e essa ideia do Bartiné de
que a Bíblia, na Bíblia, a gente tem um
encontro real com Cristo, né? Eh, mas
isso é uma coisa que fica muito
teológica e e paraa prática ela às vezes
não não se desdobra de maneira muito
muito direta. Então, vamos ser um
pouquinho mais prático aqui. Eh, pensa,
a Bíblia, ela é um testemunho de um
evento, certo? De vários eventos, mas
que culminam no evento, que é na vida e
morte do nosso Senhor Jesus Cristo. É,
nesse evento nós entendemos que Deus
entrou na história e é a partir desse
evento que tudo a gente interpreta,
tanto que vem depois quanto o que vem
antes, certo? É, a partir desse evento,
não faz muito sentido a gente perguntar
se um evento é ultrapassado ou se um
documento histórico é ultrapassado. Faz
sentido, por exemplo, se eu pego um
livro que fala de um período histórico,
né, sei lá, eh,
sei lá, uma Casagrande sem zala, por
exemplo, né, do Gilberto Freire, alguém
pode falar, esse livro tá tá
ultrapassado como interpretação da
história, ele tá ultrapassado, né? Mas
ninguém pode falar assim: "A carta de
Peru Vagaminha tá ultrapassada".
Como assim tá ultrapassada? Ela, né? Ela
ela é ali um documento histórico. Você
pode falar, ele tava errado. Aí você
pode, você pode falar, a Bíblia tava
errada, você pode falar, né? Mas ela é
um documento sobre esse evento. Tudo
bem? Aí, qual que é a ideia da fé? Não é
só a fé que o texto bíblico tá certo, é
a fé de que esse evento é Deus entrando
na história, testemunha de maneira
fidedigna pela Escritura e que isso
então me faz moldar minha vida,
entendeu? Então eu não sei se eu tô
conseguindo ser muito claro, mas assim,
eu posso olhar pra Bíblia de maneira
histórica, eu posso olhar para ela
contida no seu contexto, porque essa
revelação é histórica. Ela se deu num
momento histórico e ela se deu dentro
daqueles parâmetros históricos, mas ali
eu não tô me encontrando apenas com
aquele texto. Eu tô tomando contato com
a realidade de quem Deus é em relação a
mim hoje, inclusive esse mesmo Deus, a
partir desse evento testemunhado na
escritura. Então o meu relacionamento
com Deus não fica apenas mediado por um
livro, eu também me relaciono com com
ele agora. E aí eu tenho essa essa
relação envolvendo alguns elementos. Tem
o texto bíblico que me comunica sobre
essa realidade histórica e me faz
repensar a vida toda, me faz olhar de
novo e falar o que é que é o mundo a
partir da história, né? Como que eu
interpreto o mundo a partir dessa
história. Me faz olhar para Deus que
está atuando hoje, que não é só um
personagem desse livro, mas está atuando
hoje. E me faz olhar também para essa
comunidade que é formada ao redor desse
livro, entendeu? E nessa comunidade que
é formada ao redor desse livro, que se
manifesta esse impacto todo, porque essa
comunidade é viva através da história.
Então, a atualização ela se [risadas] dá
[suspirando] nesse convívio com a
escritura, com Deus agindo em nós, em
comunidade, no tempo presente. Por isso
que eu chego lá no no em Colossenses e
vejo Paulo falando assim: "Olha, se disp
novo homem".
E esse revestido novo homem, ele coloca
algumas características muito pessoais
para cada um de nós ser. É para não
falar mentira, né? Para ter agir de
maneira bondosa para com todo mundo, sei
que lá tal. Mas chega num momento que
ele fala assim: "Neste novo homem não
tem mais judeu, nem grego, nem escravo,
nem livre, nem bárbaro, nem cita. Cristo
é tudo em todos. Então esse novo homem é
Cristo em nós, porque ele fala eh Cristo
que é a nossa vida. Quando ele se
manifestar, nós seremos manifestados com
ele. Cristo é a nossa vida. E esse
Cristo, que é a nossa vida, se manifesta
também nessas relações na nas quais
agora já não há mais nem judeu, nem
grego. Então,
a Bíblia
ela é para ser vivida como esse
testemunho do Cristo que invade a
história e continua vivo até nós e
Cristo não tá ultrapassado.
Então, o que que é e deixa eu tentar
esclarecer isso da maneira melhor que eu
puder. O que que significa? Segundo o
paradigma da Bíblia, a renovação não vem
pela modernidade.
A renovação vem pelo me aproximar do
Cristo eterno que tá vivo hoje,
inclusive, entendeu?
>> Temporal. É, ele é eterno. Ele é eterno.
Então, hoje eu consigo me relacionar com
esse Cristo. Amanhã eu consigo me
relacionar com esse Cristo e ele vai
manifestar a sua, o seu caráter no
mundo. E é o caráter imutável com o qual
eu entro em contato também na escritura,
entendeu? Então, a gente perde um pouco
essa ideia porque a gente pensa que a
Bíblia é um conjunto das melhores ideias
religiosas que os seres humanos tiveram
lá no primeiro século. E de lá para cá
ninguém conseguiu criar uma obra melhor
que essa, não é isso?
Ele é um testemunho de um evento que
aconteceu e que aconteceu com a morte,
ressurreição, Jesus, ascensão ao céu e
um testemunho de que esse mesmo Cristo
continuou agindo através da história. E
ele uma hora esse livro acaba, ele não
continua para sempre, mas o Cristo
continua agindo para sempre e ele
continua agindo até hoje. E, e eu acho
que é aí que a gente acaba se perdendo
um pouco, porque é óbvio que como uma
revelação que foi dada num tempo e num
espaço para um povo, né, ela vai ter as
suas contingências históricas, ela vai
ter as suas adaptações culturais. E é
muito louco porque até mesmo em temas
delicados, se a gente pega a Bíblia, ela
tá ela é como se ela lançasse até uma
sementinha de mudança já ali, né? A a
própria questão da escravidão, né? Paulo
subverte, né? Ele não fala para acabar
com a escravidão, mas ó, entre vocês não
tem isso. A relação de vocês é entre
irmãos, né? Então assim,
>> esse tema é um tema também pra gente
abordar no betpapo aqui. Parece bem que
eu acho que já tem BTQ sobre isso. Tem,
inclusive eu participei,
>> mas a gente pode abordar no betpapo aqui
também porque é muito interessante,
muito mais surpreendente do que às vezes
pessoas pensam. Luiz tá me ligando.
>> Luiz tá me ligando. Sabe que ele não tá?
É, sabe que ele não tá vendo?
>> Mano, eu tô trabalhando, cara. O Luiz tá
me ligando.
>> Ligando. Ah, o Luiz tá te ligando.
[risadas]
>> Que foi, mano? que foi, tô ao vivo, tô
ao vivo, né?
>> Deve dar,
>> é, ou tá dando algum problema e ele tá
é, ele tá vai eh ele vai, deixa eu
fechar o WhatsApp aqui que daí não, ele
não me liga, cara. Então assim, eh,
então até mesmo em temas delicados, eh,
você percebe que a Bíblia ela tem uma
assim, tipo, um avanço, né? Ah, porque a
Bíblia, o tema das mulheres ou aqui,
cara, até mesmo nesses temas, mano,
quando Paulo dá orientação, né, lá lá
aos Efésios, mano, eh, meu é é avançado
demais paraa época, entendeu? Se você
vai comparar, entendeu? Só que, claro,
não pode. Eu acho que, se não me engano,
até o Stanley Porter fala isso no livro
Igualitarismo Bíblico, né? Não, não,
assim, eh, eh, tem coisas que você tem
que tomar até muito cuidado no que era
falado, porque não era uma revolução que
se queria causar, né? Não é uma
revolução, mas é justamente uma mudança
que começa de dentro, entendeu? Uma
mudança que começa de dentro, não é
nenhum problema, tá? O Luís me ligou sem
querer duas vezes. Mas então é esse é o
lance. E e aí só o que eu queria
concluir assim, porque que é onde dá
muita confusão, é que a gente precisa
aprender a entender que a Bíblia é a
palavra de Deus. Ela mostra essa relação
com o Cristo eterno, ou seja, que tá
fora do tempo e do espaço, entendeu?
Cristo é para nós hoje, é o nosso Deus
hoje, nós nos relacionamos com ele.
Achei muito legal eh que você falou que
ele não é só um personagem desse livro,
né?
>> E o que acontece? E a figura histórica
de Cristo que nós temos é uma figura de
fato histórica e que por ser uma figura
histórica, tem questões do seu tempo que
está ali. Então tem coisas que Cristo
fala que refletem bem a cultura do seu
tempo. São orientações que fazem mais
sentido para quem estava naquele tempo
ouvindo em primeira mão aquilo que ele
estava falando. Várias orientações do
apóstolo Paulo só fazem sentido para sua
primeira audiência. Agora, existe algo
novo que vem com o Cristo.
>> Esse ele é atemporal. Há um jeito, né,
de ser em Cristo
>> que atravessa eh o mundo. Inclusive o
Nijai Gupta, eu não li ainda, mas o o
Luís já me deu aqui um panorama do que é
o livro, vai sair agora pela Thomas
Nelson, religião estranha, né? Ou seja,
como eh
>> eu tenho inglês já, mas eu quero lista.
>> Tu tá na lista, tu tá na lista para
receber. Então assim, cara, como e há
uma cultura
>> não, se eu não tiver na lista, eu vou lá
na Thomas Nels e pego. É moral que tu
tem. Essa é a moral que tu tem.
[risadas] O
>> Thaago tá lá, volte meu vou láçar com
ele.
>> Ah, sensacional. Pronto. F. Ô, mano,
desce com livro aí. Desce com livro aqui
para mim, tal. [risadas]
Aí é isso. Então, é, então é é uma
cultura, entendeu, de um jeito de ser e
de viver que vai atravessando, entendeu?
Vai atravessando a história, sabe? E
esse é o papel da Bíblia, né? Enfim, ela
mostra essa história da redenção e como
isso nos alcança.
>> E isso não significa, gente, que a gente
tá falando que você precisa dividir na
Bíblia o que é para aquele tempo e o que
é para agora. Não é isso, tá?
ainda que por vezes
você consegue identificar aplicações
diferentes para tempos diferentes.
Mas a ideia não é essa. Todo texto
bíblico eh de alguma maneira fala
conosco numa revelação de forma que a
gente pode compreender de Deus. E, e eu
falo isso com bastante assim, eu até
entendo que pessoas até do nosso círculo
talvez discordem de mim, mas cara, aí é
isso um dos pontos em que eu sou crente
mais tradicional possível.
Eu entendo que o Deus que falou naquele
tempo falou por meio de todo aquele de
todo esse texto e é o mesmo Deus de
agora.
eh entender o que ele falou e entender o
que ele fala agora é algo que não pode
entrar em contradição.
Então, qualquer coisa que se revela de
Deus
eh me faz conhecê-lo. E o conhecimento
de Deus sempre é frutífero, tá? Então, a
ideia não é assim: "Ah, não, isso é para
aquele tempo, isso não é para nós, não.
Isso é o que isso falava naquele tempo e
como isso cria o impacto no nosso tempo
também, entendeu?
Então essa essa
esse exercício e esse exercício faz como
se faz num relacionamento dinâmico com
as escrituras,
que é uma outra ideia que eu acho que é
importante a gente trazer também. E
assim, não, não é maluquícia nenhuma.
Eh, para algumas pessoas pode parecer
maluquí, como assim relacionamento
dinâmico com as escrituras? Escrituras
não mudam, de fato, elas não mudam, né?
Mas o nosso relacionamento com ela se dá
de maneira sempre renovada pelos
templos, pela mentalidade e pelas nossas
relações.
Então, não adianta eu achar que eu não
vou lidar com a escritura de uma maneira
dinâmica, porque eu vou lidar. Isso é
muito simples, só você olhar a história
da interpretação bíblica. Pega um texto
que você gosta e olha o que grandes
homens de Deus tiraram desse texto com
tempo. Às vezes elas são contraditórias
entre si, mas muitas vezes elas são
cumulativas. um vai colocando mais, vai
colocando mais, vai colocando mais e a
gente você vai entendendo mais coisas,
entendeu? Então essa relação dinâmica
com texto, ela envolve sim um tempo que
passa e essa é uma riqueza de uma
tradição centenária que ou milenar que a
igreja tem. faz com que a gente, né, se
assente na mesa. Eu, o Bibo, Agostinho,
Calvino, a gente entra na mesma mesa,
não porque a gente é igual, mas porque a
gente tá em diálogo com eles, né, assim
como com qualquer um de vocês. E essa
esse diálogo, mas também se dá na
pluralidade da própria comunidade,
entendeu? Esse vínculo dinâmico com o
texto, ele é muito rico. Eu tenho tido
experiências muito legais com isso nos
nossos pequenos [roncando] grupos aqui
na igreja, né? Porque eu estudo a
pregação, eu estudo para fazer a
pregação, eu faço a pregação, eu prego,
depois a gente eh conversa sobre a o
texto bíblico, né? E quantas vezes foi
foram trazidos pontos ali do texto que
eu não tinha nem focado, nem prestado
atenção, nem caminhado, né? Agora pensa
isso no decorrer da história de uma
igreja que é espalhada pelo mundo
inteiro, entendeu? Isso é riquíssimo e é
um vínculo riquíssimo com a escritura.
Então, ao invés de pensar assim, puxa,
eh eh como é que pode um texto que vai
remontar a a a [risadas]
comunidades da idade do bronze, né? E
isso ser proveitoso para mim. Agora,
a ideia é como esse acúmulo de
conhecimento que se passa pelo tempo,
nesse testemunho da intervenção divina,
se manifesta nas nossas comunidades
agora. E eu preciso estar disposto a
construir esse tipo de relação. Eu tô
cada vez mais convencido de que o grande
fruto da escritura em termos assim da
construção que a escritura faz é a
igreja mesmo, né? A igreja, a Bíblia
constrói a igreja e constrói a igreja no
sentido de que ela vai pautando as
nossas relações. Isso tem que ser eh eh
tem que ser muito muito enfatizado. O
grande, ó, rapidinho, Bibi meio pesada
aqui agora.
A grande distorção que a gente faz com a
Bíblia
hoje nas nas nossas igrejas não está em
nós simplesmente eh eh vermos pessoas
trazendo interpretações muito novas
sobre a escritura, tal. Isso também
acontece. Isso também é problemático.
Mas não é o que acontece na maior parte
das igrejas. O que acontece na maior
parte das igrejas é que a gente
simplesmente deixa a Bíblia de de lado
para que as nossas comunidades sejam
formadas por outras coisas.
>> [roncando]
>> E essas outras coisas envolvem às vezes
os objetivos que a gente tem como eh
organização, como igreja. Eu quero
bombar aqui nessa cidade. Mas não é a
Bíblia que tá formando essas relações, é
a eficiência. Quanto, como eu vou ser
mais eficiente para minha igreja ser
maior do que a vizinha, né? Como você
eficiente para que a minha igreja
corresponda ao avanço da inteligência
artificial? como você são outras coisas
que estão moldando as nossas relações.
Organização é importante, a gente já
falou sobre isso aqui, a gente tem um
betpapo muito legal sobre isso, mas
acima de tudo a gente precisa eh voltar
essa ideia de que a escritura forma a
comunidade formando e pautando as nossas
relações. E é assim, a gente tem Cristo
mesmo manifestado na igreja dele, sabe?
Então, eu acho que a gente tem esse esse
problema que eu acho que é muito sério,
a gente formando as nossas igrejas a
partir de qualquer outra coisa que não é
simplesmente o que a Bíblia tá dizendo,
sabe?
>> É. E aí, só um parêntese em relação a
isso, essa relação da igreja, né, com o
povo, a igreja que vai formando o povo
durante o período também em que a Bíblia
estava sendo escrita, era uma era
realmente uma questão bem simbiótica,
né? Era a Bíblia formando o escrito, né?
o testemunho escrito formando o povo,
mas o povo também escrevendo o
testemunho. E aí tem até um papo que eu
tive com Hein sobre isso, né? o povo e a
Bíblia, que é um pouco também do que ele
trabalha ali no aqueles da Bíblia, nós e
a Bíblia, ele ele trabalha um pouco essa
ideia dessa relação realmente, né, do
povo com a Bíblia e como no período, né,
de formação ah do próprio canon, por
assim dizer, essa relação, né, do povo
com a escritura foi fundamental, né,
obviamente que chegou um momento em que
esse canon foi fechado e a gente então
tem aquilo que nós hoje chamamos de
escritura sagrada e tal e que passa, né,
a pautar eh a nossa fé. Agora, não como
manual, né? Porque eu acho que é aí que
entra também um pouco esse lance, né,
Cacau, e que acaba confundindo um pouco
a galera, porque aquilo que tu traz é
uma relação um pouco mais dinâmica e eu
diria até uma uma relação dinâmica do
espírito. E às vezes no afermos eh
enjaular a Bíblia, não, a Bíblia é isso,
tem que se ler dessa maneira, se cria
uma única forma de ler a Bíblia e e
geralmente tá muito ligada, né, ali à
questão europeia, né, exegese europeia e
tal, que é o jeito certo de ler a
Bíblia. É, é assim, aí que aí que é o
lance.
É, é muito doido isso, cara. Aí a gente
vai entrar num ponto. Quer dizer, talvez
você tenha vindo para esse episódio
achando que esse episódio sobre
hermenêutica e na verdade não é o
episódio sobre eclesiologia, né? Por que
que acontece? A igreja ela é formada
e transformada
a partir de um cer ou redor de um certo
discurso sobre a Bíblia, tá?
Então, olha isso pra escritura e fala:
"A escritura tá exigindo isso de nós.
Vamos viver dessa maneira". Só que aí
essa ideia ela vai se ela vai se
sedimentando,
vai ficando enrijecida e depois ela
passa a ser um modelo para a
interpretação da Bíblia. E esse
relacionamento dinâmico com a Bíblia
fica vira um problema, entendeu? Então
hoje eu vi o Kenner botou aí que tá
fazendo 120 anos de Azusa, né?
E uma vez me perguntaram, eu não sou
pentecostal, eu não tenho, eu não tenho
essa relação com o dom de línguas, não
tenho essa relação com o dom de línguas.
>> Eh, não falo em línguas, não. Então,
assim, o que eu vou falar é
absolutamente a fala de alguém que não
tem essa experiência, mas que está
tentando, está tentando não, que sei que
estou sendo respeitoso, porque eu
respeito muito, respeito muito a
experiência e acredito ser legítima. A
minha interpretação teológica diverge da
diverge da pentecostal e diverge
bastante até, mas eh acho legítimo, eu
acho que ninguém tá mentindo ali,
ninguém cara tá fingindo que tá falando
nada disso, tá? Eu só acho que o que tá
acontecendo ali, a interpretação
teológica é outra a partir do que fala
em Primeiro Coríntios. Isso é uma uma
discussão, mas uma coisa que acontece é
que o fenômeno do pentecostalismo, ele é
um fenômeno que se dá em camadas
excluídas nos Estados Unidos e que
continua sendo assim, especialmente no
Brasil, né? Claro que hoje a gente já
tem elites pentecostais e tudo, mas eh
foi especialmente isso. E por quê?
Porque essa experiência direta com
espírito era uma resistência
à dominação do discurso. Porque esse é
um grande problema. Quando você tem os
grandes teólogos que falam o que é que a
Bíblia de fato tá dizendo,
às vezes você entra na lógica de um jogo
que você não consegue mais simplesmente
desafiar essa ideia. E mas por que que
você precisa desafiar? Porque às vezes
tem justiça acontecendo e você sabe que
tem justiça acontecendo. Você só não tem
recurso para desafiar porque você não
tem recurso interpretativo para
desafiar. E aí do nada começa o pessoal
falando em línguas e profetizando e fala
assim: "Meu, é o seguinte, cara, o que
tá acontecendo aqui Deus tá fazendo.
Você você lide com isso e aí você
escapa". É perigoso? Claro que é
perigoso. Tem um monte de gente aí
falando que Deus tá falando, falando um
monte de bobagem, mas o outro lado
também é perigoso quando você cria toda
uma estrutura em cima de um discurso
lógico que impede a sensibilidade. Essa
coisa também é perigosa. Então, qual que
é o grande a a o grande antídoto para
isso? É a leitura comunitária da
Escritura. É você tá em relação com
pessoas que estão lendo a Bíblia dentro
da sua realidade. E você precisa
ouvi-las. Se você não estiver nessa
tensão constante entre as suas certezas
e o que aquele texto toca do seu irmão,
você vai criar um castelo argumentativo
que impede as pessoas eh eh de
testemunhar as injustiças que elas
sofrem. E você vai criar uma reprodução
de injustiça a partir desse discurso que
forma esse tipo de igreja. ela vai ficar
enrijecida sem a maleabilidade
necessária para eh eh lidar com seus
problemas e ela vai continuar guiando
esses eh eh fomentando esses problemas,
sabe? Então, eh não é a Bíblia que tá
ultrapassada, é muitas vezes nós que
enrijecemos e paramos a igreja num ponto
da história.
>> Uhum.
>> Né? É o que o o é é o que o Enit Wright
fala. Ele fala: "Nós temos que parar de
dar respostas a perguntas do século
XIX". Nós temos que parar de responder
perguntas do século XIX com resposta do
século X. Nós temos que responder
perguntas do século XX com respostas do
século primeiro. É isso.
>> Só que eu preciso ouvir as perguntas, eu
preciso ouvir os problemas, eu preciso
ouvir e voltar à escritura para dar as
respostas, sabe? É isso. Eu acho que
foi, eu lembro quando a gente gravou
sobre o teologia negra, né? Por exemplo,
para algumas pessoas só esse nome já
soua meu, teologia negra. Não, teologia
é teologia, para que botar negra, né?
Mas o Mulin, Mcul, esqueci o nome dele,
o
>> é é a leitura, é a teologia que negra do
do Maca, é leitura negra e tal, do Macau
e tal. E é muito legal porque, por
exemplo, eu já, né, só um negro que
conhece a sua história vai ler a
história do êxodo com outros olhares,
né? Isso cara, olha o dinamismo do
texto, né? É muito bom. Esse exemplo é
muito bom porque ele diz, ele fala
assim: "Quando um, um negro da igreja
negra americana no período da escravidão
ou no período da segregação,
lia o apóstolo Paulo
eh falando sobre escravidão, eh, e lia
os
teólogos [roncando] da época, ouvia os
pastores brancos da época falando e e
sustentando aquele regime. a partir de
uma leitura de Paulo, eles não diziam
Paulo tá errado, eles diziam esse pastor
está errado
entendeu?
Muitas vezes, algumas dessas pessoas não
conseguiam
criar as argumentações que iam derrubar
o que esse pastor tá dizendo. Muitas
vezes não conseguiam. Por quê? Porque
tem gente de todo todo eh eh todo o
nível de linguagem lida no contexto
bíblico, sabe? E e de pensamento lógico
e de argumentação, né? Mas sabiam que
ele tava errado. Sabiam a partir do quê?
E a gente sabe que o pastor tava errado,
né? Nas interpretações racistas de
Paulo, a gente sabe que o pastor tava
errado, sabe que Paulo tá certo. Hoje a
gente sabe, hoje todo mundo concorda com
isso. Como naquela época esses caras
podiam saber que eles estavam errados se
eles meramente ouvissem. Vocês vão
criassem uma hierarquia do saber, no
qual o espírito só fala através de uma
da melhor forma de ler o texto. É a
única maneira que o espírito fala. É
assim. Nem na escritura é assim. Cristo
não escolheu os melhores mestres da lei
para serem seus discípulos. Não foi isso
que ele escolheu. Entendeu? Então a
gente precisa ouvir mais lidando com o
texto bíblico. São são tensões, né? São
pontos de tensão. Tem eu, a Bíblia, né?
Cristo mesmo com seu espírito agindo na
igreja. e a própria igreja. E a gente tá
nesse relacionamento dinâmico, nesses
pontos aí, né,
>> cara? Eu acho que eh um livro que a
gente pode indicar que tá vai um pouco
nessa vibe que a gente falou
>> eh eu não li todo ele também não, mas
tem o leitura negra do do Esal Maculin,
que é do
>> É, não é, é uma leitura. É isso mesmo,
>> uma leitura negra. Uma leitura negra que
é da tava com nome inglês na cabeça.
>> Ah, desculpa. I'm so sorry.
>> É que fui alfabetizado em inglês.
>> Ah, eu sei, eu sei.
>> Você conhece meme? Não,
>> não,
>> não é da Sacha.
>> Tá.
>> Ah, eu já ouvi. Lembro, lembro. Então,
tem esse aí, uma leitura negra da Mundo
Cristão. E, cara, o Gutierre Siqueira e
o Kenner Terra, eles organizaram esse
livro aqui,
>> tá? E toca também nesses assuntos, tá
bom? A autoridade bíblica e experiência
no espírito, a contribuição da
hermenêutica pentecostal carismática.
Tem textos do Craig Kinner aqui, do
Kenneth Archer, tá? Do Robert Mensis.
Tá? Então assim, ah, bem legal mesmo
esse texto que o Gutierrez e o Kenner
organizaram e vai trabalhar dessas
questões, entendeu? Ou seja,
>> eh como a experiência com o espírito ela
a afeta e muda até mesmo a nossa
hermenêutica. E como isso não é não
precisa ser um problema, entendeu? Não é
uma bagunça, não é cada um faz o seu
jeito, não é isso, tá? Então aqui tem
umas diretrizes interessantes para vocês
estarem pensando sobre isso, tá? O o
Luís fez uma pergunta aqui. Cacau, tu
como expositor da palavra tem algum caso
para dessa ideia que tu acabou de falar?
Acho que ele tá falando de eu dizer que
as pessoas levantam coisas que eu não
tinha pensado nos grupos, né?
Tem, eu tenho alguns exemplos, quer
dizer, toda semana acontece algo, mas eu
vou dizer uma que eu achei muito
interessante. Eu tava, eh,
eu preguei no texto de Rute, o primeiro
capítulo de Rut,
e aí
destaquei algumas coisas lá, tal, tal,
tal. E aí depois uma pessoa da igreja
falou que, porque é uma das perguntas
que a gente faz no pequeno grupo, é o
que desse texto mais chamou atenção?
E o que mais tinha chamado a atenção
dessa pessoa foi que Noemi fala paraas
suas noras: "Eh, vocês podem ir embora".
E aí, e parece uma coisa meio óbvia, né?
Tipo assim, nem não parece o centro
texto, mas ela falou: "Para mim isso é
muito
>> importante porque eu tô acostumado com
um tipo de vinculação familiar, de
vínculo familiar de muita muita
manipulação.
Então vê uma mulher nessa situação em
que ela de fato é uma vítima, né? Ela
perdeu marido e filhos, né? Noemi ficou
absolutamente sem família. ela vai
voltar pra terra dela e ela olha para
aquelas duas mulheres e falam: "Vocês
podem voltar saber o que isso
significaria a morte dela". Basicamente,
né? Ela vai voltar para lugar que ela
não tem mais raiz nenhuma.
>> E aí ela falou: "Isso que mais me tocou,
porque talvez em outros contextos ela
veria, gente, quando a pessoa sem motivo
manipula, imagina com motivo como Noemi
tinha, né? [risadas]
Eu achei sensacional. Nunca nunca tinha
visto isso nesse texto que Noemi de fato
fala: "Olha, vai, né?" E a gente sempre
destaca a fidelidade de Rute, né? Mas
não destaca essa, né, liberalidade de
Noemi, né? Esse é um exemplo que eu
lembrei agora, mas toda semana tem um
assim que
>> é não. E é muito legal também porque às
vezes a a pessoa que faz esse tipo de
colocação ou até traz paraa roda esse,
né, essa ideia, ela não tá presa em
várias regrinhas às vezes de
hermenêutica que a gente fica, né? Eh,
por exemplo, essa própria liberdade de
às vezes imaginar o cenário, né? E você
até inventar um diálogo na sua cabeça,
cara, talvez eles até tivessem
conversado sobre isso, feito isso e tal.
tá tudo bem, entende? Mas a gente é de
um tempo em que a galera reclama de The
Chosen, porque meu, nada a ver o que
eles falaram lá, nem tem na Bíblia isso,
né? Porque os caras simplesmente alargam
um diálogo ou criam um contexto para
personagem. Pessoal já, meu Deus,
detação da Bíblia. A Ana Bárbara e 1533,
ela pergunta o seguinte: "Essa relação
dinâmica seria como em 1533, caramba,
>> rapaz, é uma mulher histórica, né? Uma
mulher histórica. Nossa, eu lembrei de
>> Essa é Ana Bárbara que tava na igreja
domingo de Betim. Não,
>> olha só,
>> ela falou que se aparecesse uma pergunta
era ela, mas não tem foto. Não sei se é.
>> Ó, a relação dinâmica seria como tentar
encontrar os princípios dos textos. Ou
seja, eh, existem princípios que estão
lá e que, por mais que eu não vá seguir
a regra o que tá ali, mas aquela regra
que Deus deu pro povo, pra igreja
naquele contexto, ela tem um princípio
ali por trás que é aplicado para nós
hoje. Seria mais ou menos essa a
relação?
É, a até saiu um, olha só como as coisas
confluem, né? Saiu até um corte meu aí,
eh,
semana passada, eu acho, a, a, a
Jennifer colocou no meu Instagram lá,
deu falando lá no Disoscopio sobre como
as leituras diferentes nos aproximam do
texto, não nos afastam do texto.
>> Sim, sim, é verdade.
>> A ideia é que se a gente olha pro texto
de maneiras diferentes, a gente vai
encontrar mais aplicações desse texto.
Primeiro, né, que já é uma coisa, o
exemplo que eu acabei de dar, né,
>> eh, Rot, vendo a questão de não ser
manipulador, né? Muito legal isso,
inclusive. Uhum.
>> Mas eh também vamos limpar um pouco a
nossa mente de às vezes fazer algumas
afirmações sobre algumas coisas que não
estão considerando outras que nós não
estamos vendo, né?
>> Uhum.
>> E e isso acontece. Isso é também é é
brabo, né? É, Ana mesmo. [risadas] Uhum.
>> Muito bom.
>> Então essa é a
questão, né? Eh, eu acho que acho que
sim, em alguns momentos a gente vai
encontrar princípios, mas eu eu essa
linguagem é uma linguagem adequada,
princípios eternos, tal, tudo bem, uma
linguagem adequada, não tá errado, mas
só cuidado para não cair nesse erro de
achar que não tem coisas que são
princípios, tem coisas que não são. A
gente ficar
>> fazendo essas divisões. Eu acho que
ainda é uma maneira muito normativa de
olhar para um texto que é principalmente
narrativo. Ele tem desdobramentos
normativos. Com certeza. Com certeza.
Mas ele é acima de tudo narrativo e ele
é para consumo comunitário e não só
individual.
>> Então ele não é autoajuda, ele é ele é
>> ajuda do alto. Aleluia.
>> Não, ele não é autoajuda porque não é
para mim, de mim para mim mesmo, né? Ele
é numa comunidade, né? Ele é ele é
>> sempre numa comunidade
>> formador de uma comunidade, né?
>> Não. E até legal tu colocar esse esse
ponto, porque às vezes o pessoal ouviu a
gente até aqui, cara. Então não tem
regra, né? Não tem ninguém não, gente.
Claro que se tem princípios, se tem eh,
como tu falou aqui, normas, né? Tipo,
eh, se tem um jeito de viver, não é uma
bagunça, tá? Só que se não for pautado
pelo amor e pelo evangelho, é
extremamente complicado.
>> É. Não. E assim, tá na tá na dinâmica do
desenvolvimento do texto, né? Tá na
dinâmica do desenvolvimento do texto. É
o que eu falei aqui. E aí, isso aí fica
muito claro quando a gente pega
>> eh o texto que seria o mais normativo
assim, né, da Bíblia, que são que é o
Pentateuco, né?
Ele é, as normas estão inseridas na
história e elas estão juntas e elas não
podem ser compreendidas separadamente.
>> Exato. Ex.
>> E não é só no sentido de que uma norma é
explicada por uma história. Por exemplo,
lá quando conta a história de de Jacó
lutando com anjo, sendo tocado na perna
e fala: "Por isso que não se come essa
parte do da pata até hoje e tal", né?
Ali você tem uma história explicando uma
prática que é o que acontece nos mitos.
os mitos gregos, tal, explicam assim,
eh, não é só nisso, é na própria ideia
do desenvolvimento de um caráter, de
como aquelas coisas se vinculam, né, com
com a história toda. Então,
eh, por isso que eu digo que é
principalmente narrativo, né? Mas ele
cria norma mesmo nos textos não
normativos, né? Ele cria norma, eh, ou
ele cria formas de vida comunitária
mesmo nos textos não normativos, sabe?
Exato, exato. Cacau, tem uma pergunta do
super chat aqui. Obrigado, ô canal. Não
sei o que, não sei o que lá. Eh, foi o
único super chat que a gente recebeu
hoje. Vocês não quiseram nos abençoar
financeiramente. Se quiser, faz o super
chat aí que é bção para nós. Ele
pergunta sobre a terra plana aqui, né?
Eh, como Isaías 40 22 diz que a terra é
plana. Não é que ela afirma que a terra
é plana, né? Afirma. É. É. Não, não
afirma. É porque ele fala do do domo lá,
né? Do domo e tal. Aí, aí casa com a é a
cúpula da terra e tal. Agora vamos lá.
Pode ter pode se dar entender a partir
de alguns textos eh sobre a a terra ser
plana. Digamos que sim, isso não é
nenhum problema porque era a cosmologia
da época, gente.
>> É se se fosse, né? Mas assim, nem isso
tem também, né? Mas
>> não quer ver, ó? Não, até o André R quer
ver aqui, ó. Vou pegar aqui, ó. O André,
vocês não vão estar me ouvindo agora.
Pera aí.
>> Estamos ouvindo. Tá bem baixinho, mas
estamos
>> estão ouvindo. É, não tem o atlas do
André. Eu queria pegar o atlas do André,
porque de fato no atlas do André que eu
não sei onde eu coloquei agora, isso é
um absurdo.
>> Eu sei onde eu coloquei o meu, mas ele
tá longe, não vou lá pegar não.
>> Ah, que pena porque ele vai explicar
isso muito bem. Tá aqui, ó.
Eu não sei se eu vou achar agora, né?
Mas gente, a forma de se entender o
mundo, a geografia da época,
>> no Atlas, a Terra sempre é plana, né?
Porque o Atlas é
>> Exato. Mas gente, é a cosmologia da
época, entendeu? Então os autores
bíblicos vão refletir isso, entende?
Então assim, não tem nenhum problema,
né? Por isso que quando um terraplanista
quer utilizar a Bíblia como base e tal,
ele se ele faz esse equívoco.
>> Então, mas aí tem é aí tem duas coisas.
Uma coisa é a cosmologia da época, outra
coisa é o que tá escrito.
>> Ele pode escrever com base na tua
cosmologia da época, não significa que
tá escrito defendendo a cosmologia,
entendeu? [risadas]
>> Exato. É, tem, mas era também como eles
pensavam. Tá vendo? Ó, esse esquema, por
exemplo, o cara pode pensar assim, pode,
é isso que tá escrito nesse texto? Não,
entendeu? [risadas]
>> É exato.
>> Mas era Mas era a visão que o autor, ou
seja, o mundo que o autor bíblico
escreve era assim,
>> entendeu? Então assim, é, é a geografia
cósmica do antigo Oriente. Então, e ele
não tá preocupado em refutar esse tipo
de coisa, entende?
>> Então, então tem a discussão é outra, a
discussão é outra, entendeu? Você
precisa entender a aqui entra bem a
questão contextual. Aliás, mais uma
dica, né? Se você eh não tem é é baita
isso aqui. Isso aqui é uma história de
Israel desenhada. É literalmente uma
história de Israel desenhada para você.
E desenhos feitos pelo próprio André,
né? O autor mais querido da Thomas
Nelson Brasil. O único
>> que cumpre os prazos.
>> O único [risadas] que cumpre os prazos.
Inclusive ele ele cria problemas por
cumprir os prazos. muito ele fica sendo
referência.
>> Às vezes eles já contam com o atraso dos
autores e o André não atrasa. [risadas]
>> Exato. E aí o pessoal fala assim: "Aí
sempre menciona o André, nossa, o André,
nossa, como ele entrega. Eu ouço isso
constantemente. Nossa, que autor
dedicado. Porque o André, vocês não tem
noção, ele entrega o livro literalmente.
E aqui eu não tô usando uma expressão
errada, literalmente ele entrega o livro
pronto para a editora mandar para a
gráfica
>> inteiro. Inteiro, porque ele faz a capa,
ele faz di, ele faz tudo.
>> Ele faz a capa, ele faz tudo, mano. O
cara,
>> a única coisa que não faz é produzir o
papel, que também não seria difícil para
ele ele sair com machado, derrubar as
armas. Ainda [risadas]
a ele ainda não tem uma gráfica para
vender o seu livro já para Thomas
Nelson, entendeu? É, o cara é
sensacional, mano. O André, mano, deixa
eu falar aqui. Aqui, ó, para terminar
com aleatório, o André Hein está
trabalhando numa ficção. Uhum.
>> Tá num romance histórico. Mano, ele me
contou a história. Eu não posso dar
muitos detalhes.
>> Não pode dar nenhum.
>> Não vai atrapalhar a experiência do
povo.
>> Não, não, não vou. Poderia falar coisa.
Não, melhor não falar. Fala nada,
>> gente. É, não vou falar não, gente, é
maravilhoso. Sério, cara, se ele
conseguir se expressar em palavras e
construir uma história que prenda a
gente, porque tem tudo isso, né? Ele me
passou o escopo, né, mano? Sensacional,
sensacional, cara.
>> Ele vai assinar como AD Hank.
Então, tu tá brincando com isso, mas
cara, isso eu posso falar porque a gente
tava conversando no café da manhã e
velho, eu falei, cara, eu falei
exatamente isso para ele, mano, tu não
vai assinar como André Daniel Heik. Eu
falei para ele, cara, tu tem que se
descolar do André Teo, porque a história
dele, mano,
>> precisa,
>> cara, não, deixa eu te falar.
>> Tem gente que divide por muito menos,
né? N Tom W aí.
>> É, não, não sabe o que eu tô dizendo? O
que eu acho, mas quem vai decidir isso é
ele e a editora, né? Quem vai decidir
isso é ele e a editora. Às vezes até
mais é editora. Mas, mano, é que eu acho
que a história dele tem tanto potencial
para ser lida por quem não é cristão. Ou
seja, eu até brinquei, mano, isso aí se
eu fosse tu, lançava até pela Harper
Collins, nem pela Thomas Nelson,
entendeu, mano? Que é uma história muito
massa, muito boa mesmo, entendeu? E aí,
cara, tu tem que assinar como AD Hank,
entendeu? Tipo George R Martin, Jrr
Token, entendeu? CS Lewis, eu iria por
isso, cara. Eu botava a Dean como
assinatura do Eu dei essa sugestão,
exatamente essa sugestão, tá ligado?
Porque acho que vai,
>> vai ficar legal, vai ficar legal,
>> vai, vai ficar legal. O
>> Mas é isso, galera. Olha, já foi
bastante aleatório, ó, em euro, porque o
BTD em Lisboa tá chegando.
>> Exato. Qual que é agora o BTD em Lisboa?
Eu não sei qual que,
>> galera, quem for de de Lisboa aí, de
Portugal,
>> região, né, de Cintra, é, cola lá com a
gente, galera.
>> Quem for de Cintra, leva um travesseiro
de Cintra para mim, por favor.
>> É bom. Lá o travessir,
>> cara. Meu Deus do céu. Meu Deus do céu.
É maravilhoso. Nossa, mano.
>> É que legal, mano. Que legal. Eu vou
pedir pro meu amigo cabelo, então. Vou
pedir. Eu vou lá. Eu vou lá pregar em
Cintra. Eu já vou para trazer voltar com
travesseiro de lá. Então,
>> não vai. Ah, mas vai, vai pra Cintra com
tempo para você fazer o tour lá e lá no
castelo. Cintra tem um castelo muito
massa, mano, que é um castelo do século
XIX, não é antigo,
>> que os caras fizeram.
>> Não, não, deixa eu, deixa eu comentar a
minha gafa histórica, mais uma, né? Eu
com as minhas gafes históricas, é uma
inclusive já registrada aqui no betpapo.
Mas, mano, o cabelo ele o Hamilton, no
caso, o pessoal não conhece ele como
cabelo. Láem lá em Portugal, ele é o
Amil.
>> A gente tem que tirar os os apelidos de
tudo.
>> Os apelidos lá, mano. É verdade. O
pijama é é não [risadas] é Rafael
pijama, é Rafael Ciano. Aí o o Hamilton,
ele fez um pôster e o bicho botou um
baita de um castelo lá na no pôster. Tá
f assim, mano, eu só acho que esse
castelo aí tá destoando, né? Qual é a
pegada? dele. Ele não, cara, isso aqui é
o cartão postal da cidade. Ah,
>> é, mas é massa porque é um castelo bem
mais recente, não é? Tipo, porque em
Portugal, né, você tem lá em em
Guimarães lá, em Guimarães, você tem um
castelo antiguíssimo lá, né, só as
ruínas, tal. Esse castelo é bem mais
recente, é século XIX, se não me engano.
>> Ah, legal. Não, se bobar, eu vou um dia
antes lá.
>> E aí é um cara que quis fazer tal, então
ele é tão diferente, tem umas gárgulas
assim, ele é tudo umas cores tudo
colorido, tal. E é maior legal, cara. Eu
eu não gosto muito dessas coisas assim
retrô de tipo de gente que de um período
que tenta emular outro período, sabe? Eu
gosto das coisas do período que elas
são.
>> Eu adorei, cara. Adorei.
>> Que legal. Creo demais.
>> Muito bom.
>> Vai com tempo lá. E aí tem o castelo de
Cintra, as ruínas lá em cima lá que é o
antigão. Hum.
>> Que aí se o dia que eu fui tava nublado,
eu não vi nada.
>> Será que eu consigo fazer em quatro?
Será que eu consigo fazer em 3 horas
esses rolês? Acho que não, né?
>> Eu acho que consegue, cara.
>> Tá, vou ver com o Amilton. Se der, eu
quero fazer. Gente, é isso. Muito
obrigado pela audiência de vocês. Mais
um betpapo, galera. Em breve betapo no
Spotify de mais apps, tá bom? Aí a gente
vai começar a postar o áudio também eh
do betapo, vocês pediram.
>> A galera reclama, né? Porque eles querem
ouvir sem assistir, né? Exato. Ex.
>> E no YouTube só no Premium dá para fazer
isso.
>> Exato. Sem sem as propagandas. Se bem
que o o BT o É, não, se você se você
tiver o Spotify Premium ou pago não vem
propaganda e tal. É isso, gente. Deus
abençoe. Até a próxima. O betpapo
quinzenal, hein? Então, daqui a 15 dias
a gente volta com mais uma pergunta. Se
quiser botar sua pergunta no comentário
dessa live aqui, deste vídeo, comente. A
gente tá olhando os comentários e a sua
pergunta pode ser respondida aqui no
próximo betpapo. Fiquem todos na paz do
Senhor Jesus. E, ó, se você não pode ir
para Portugal, vai lá em Minas Gerais,
tá bom? A gente vai tá lá em Governador
Valadares também, eu, Cacau e o Víor
Fontana. Dia 30 de maio estaremos por
lá, se você quiser,
>> estaremos lá, Governador Valadares. E eu
estarei dia 31 também no culto da
igreja.
>> Ah, muito bom. Olha aí, ó. E quem quiser
vem para Joinville na conferência
teológica da Escola Bibotal Teologia. O
Cacau não vai est, mas vai est muito
gente legal também. Beleza. Tá aqui.
Falta um mês, hein? Um mês pra nossa
conferência e ainda tem vagas. Aliás,
eh, por favor, venham que senão eu vou
ter um baita de um hom
>> Todas essas pessoas estarão lá. Bibo,
Alex, Víor, Guilherme e Jesus.
>> Exato. E Jesus. Estaremos lá. Se Deus
quiser e assim,
>> rapaz, Alexa começou a falar aqui no meu
quarto.
>> É, ok. Ela que tu falou, é que tu falou
o nome dele, por isso que eu não vou
falar aqui. Ah, é, mas tá longe
personagem.
>> É, mas ela ouviu, ela ouviu, ela tá
ligada. Gente, beijo, até a próxima. A
gente vai se falando nas redes sociais.
P.

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