Cheios do Espírito Santo – BTCast 642
22/04/2026
Cheios do Espírito Santo – BTCast 642
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Muito bem, muito bem, muito bem! Está no ar mais um BTCast! Neste episódio, Rodrigo Bibo recebe Cacau Marques e Guilherme Nunes para uma conversa franca, bíblica e provocativa sobre o que significa ser cheio do Espírito Santo. Entre risadas, provocações e boas referências, o trio mergulha em um tema que, ao mesmo tempo, é central para a vida cristã e frequentemente distorcido — seja por exageros emocionalistas, seja por um racionalismo que esvazia a experiência com Deus. Ao longo do episódio, discutimos se a plenitude do Espírito é um evento pontual ou um processo contínuo, se está necessariamente ligada a manifestações visíveis ou a uma vida marcada por santidade, obediência e transformação. Também encaramos de frente os clichês evangélicos e as polarizações que muitas vezes impedem uma compreensão mais bíblica e equilibrada do tema. Em meio a debates contemporâneos sobre dons, experiências espirituais e vida comunitária, este episódio convida você a revisitar suas próprias convicções e a redescobrir o que significa, de fato, viver uma vida cheia do Espírito — longe dos extremos, mais perto das Escrituras.
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Fonte: Bibotalk
Legendas automáticas:
Começa agora o BTC. Teologia é nosso esporte. Muito bem, muito bem, muito bem. Começa mais um BTC de número 642. Eu sou Rodrigo Bibo e quero estar cheio do espírito para estar vazio de mim mesmo cada vez mais todos os dias. Esse é o desafio, galera. Um BTC muito legal que você vai ouvir agora, que é uma aula que eu dei junto com Guilherme Nunes e Cacau Marques. Você sabe como essa dupla aparece aqui no Bibotal que a coisa é boa. Então, sério, fica aqui nesse BTC porque você vai ter uma grande aula com esses dois homens, dois batistas, né? Olha aí. Dois batistas, dois pastores batistas. Que sensacional. Sério, gente, que aula incrível vocês terão agora. Ou melhor, né? aula, não, um bate-papo entre eu e esses dois amigos queridos neste BTC. Lembrando que você pode ver a gente no YouTube, mas se quiser você também pode ouvir a gente no Spotify. Eu acho que voltou no Dieser agora, não sei como é que tá, ou em outras plataformas de podcast. Você que tem iPhone, tem um aplicativo de podcast nativo aí do iPhone. Você tem todos os nossos podcasts, todos não, né? Os de antes de 2018 eles saíram da plataforma por causa de direitos autorais, tá? Um dia, quem sabe, a gente reposta eles. Não sei, muita coisa mudou, né? O pensamento mudou também, enfim, mas já tem muita coisa boa para você ouvir aqui desde 2018, tá bom? Mas antes, é claro, rapidinho, os recados paroquiais, rapidinho, rapidinho. Vamos lá. E nos recados paroquiais dessa semana seguinte, 15, deixa eu conferir, 15, 16 de maio. Põe na tela aí, Rafa, para não dar problema. Olha aí, ó. Ó, você tá vendo? Olha que conferência incrível que você vai poder vir aqui em Joinville, Santa Catarina. 15 e 16 de maio, Vítor Fontana, Guilherme Nunes, Alexander Stalrefa e eu com a conferência teológica EBT, o Cristo completo. Gente, vai ser muito legal. Primeira conferência que a gente está organizando da nossa escola e poxa, né? Vai ser legal. Joinville, a minha igreja fica bem no centro da cidade, tem shopping para você almoçar, Airbnbs, hotéis, enfim. Faça esse esforço relacional. Venha em maio aqui em Joinville e Santa Catarina para a nossa conferência teológica EBT O Cristo completo. Sexta à noite, sábado de manhã e sábado à noite, domingo, que você já retorna para sua casa, edificado, cheio de conteúdo, muita coisa boa para pensar, para aplicar e quem sabe, né, com o coração cheio do Cristo, completo do Cristo. Tenho certeza que vai ser muito legal essa conferência teológica. Ainda temos vagas, OK? Ainda temos vagas. Eu coloquei 150 vagas. Talvez até eu consiga aumentar mais algumas vagas, mas enfim. Por enquanto só tem 150, mas ainda tem lugar para você. Então corre garantir a sua vaga na Conferência Teológica EBT. Recebam, senhoras e senhores, Guilherme Nunes com a gente. Quero palmas aí nos comentários. Palmas. Gui, fala comigo, Gui, você tá bem? Fala, amigo. Estou bem, graças a Deus, e muito ansioso para esse tempo que a gente vai passar junto aqui. >> Gui, vamos lá falar um pouquinho sobre ser cheio do espírito ou ser cheio pelo espírito. Já começo com essa aqui pra gente começar a pensar se tem uma diferença, se no fundo querem dizer a mesma coisa, porque e aí tem as duas coisas na escritura. É uma boa pergunta pra gente começar. Aliás, pessoal, vou contar um segredo pra vocês. Não tem pauta essa live. Aliás, eu tô há 12 anos fazendo podcast e conteúdo na internet sem pauta. É, o que que é? É Espírito Santo [risadas] e claro, e os meus amigos mega inteligentes que dão conta de das perguntas que eu faço para eles, né? Então, que eu acho que é uma boa pergunta pra gente eh começar. Cheios do Espírito Santo. Cheios pelo Espírito Santo. Eu posso falar das duas coisas em tempos diferentes. Como é que você, como professor de Bíblia, entende essa questão? É, é uma pergunta importante, uma pergunta que vai envolver como a gente ler a palavra ser cheio no antigo e no novo. Então, vai existir uma diferença no antigo e no Novo. No Antigo Testamento, a gente vê que alguns personagens ali foram cheios do espírito. Nós temos José, que a Bíblia diz lá em Gênesis, no finalzinho, de que José foi cheio do espírito. Nós temos também, ah, o livro de Juízes é cheio, cheio cheio de de referências, onde juízes como Gideão foram cheios do espírito. Só que naquele contexto ser cheio do espírito era num contexto de capacitação para alguma obra. Então, eh, não era necessariamente como no Novo Testamento que vai envolver transformação. No Antigo Testamento, >> o espírito realmente a pessoa era cheia com o próprio espírito de Deus. Lá o espírito era o conteúdo do enchimento. Então, por que que aqueles caras faziam tanta coisas, tantas coisas eh profundas, tantas missões para Deus em Israel com tanta intrepidez? porque o espírito agia neles. Então, se a gente imaginar uma garrafa assim, eh, o conteúdo que estava dentro deles, a aqui dentro era o espírito. Então, essa é a ideia no antigo. Quando a gente chega no novo, aí a gente tem o texto de Efésios, que é um texto lá em Efésios 5:18, onde Paulo vai falar sobre ser cheio. Só que lá a gente tem duas opções, né? Eu não sei qual é que o amigo Bibo abraça, mas nós temos o ser cheio eh do espírito, né? Ou seja, o conteúdo é o espírito >> ou ser cheio pelo espírito, ou seja, é o espírito que me enche de algo e não necessariamente que eu sou cheio dele, tá? Então essas são as duas opções que nós temos. >> Duas opções. Mas vamos lá. Vamos lá. Temos essas. Vamos testar o cacau aqui que eu gosto do cacau. Eu amo o cacau. Vamos lá. Oi, Cacau. Fala comigo. >> E aí, beleza? >> Ô, Cacau, como é bom ouvir sua voz. Só de ouvir sua voz. Brincadeira. [risadas] Tudo bom, Cacau? E aí, você tá bem? >> Viu que eu tô de cenário novo, >> vi? Eu adorei esse cenário. Queremos esse cenário no betpapo. Gente, tá uma ótima imagem para dar um print agora, hein? Todo mundo sorrindo pra galera dar um print e divulgar essa live aí nas redes sociais. Vamos lá, ó. Aqui, ó. Printou aí, ó. Ah, ah, garotada. Muito bom. Ficou, ficou legal. Ficou legal. Vamos lá. Cacau, você quer comentar um pouquinho sobre essa questão de ser cheio do ser cheio pelo ou a gente segue adiante aqui? >> Eu acho que essa essa definição aí do Gui, eu não gostei. Eu asmei. >> Boa. [risadas] Sensacional. É isso. É assim que se faz teologia [risadas] com >> Exatamente. Exato. Mas vamos lá. Eh, Cacau, não sei se ia falar, mas eu eu te eu te interrompo porque tu é tu tá comigo toda hora e a gente se corta mesmo, igual o marido e mulher. que o áudio tá baixo aqui, vou aumentar um pouco, >> tá? O teu áudio tá um pouquinho baixo, Cacau. Dá um ganhozinho de leve aí. >> Melhorou, melhorou. >> Mas vamos lá. Ô, Gui, ainda que você citou o Efésios 5:18, né? Deixe se encher pelo espírito, nessa questão passiva, né? deixe se encher pelo espírito. Mas a gente tem no Novo Testamento, ah, eu gosto de muito de Atos capítulo 4, e o pessoal estava cheio, né, do Espírito Santo. E na teologia lucana, ela ela reverbera muito essa questão de estar cheio do Espírito Santo. Então, né, cheios do Espírito Santo e eles ficaram cheios do Espírito Santo. A gente percebe muito na pena de Lucas essa questão. O que me leva a a sei lá, a pensar se tem distinção ser cheio do espírito e ser cheio pelo espírito. Por quê? Porque ser cheio do espírito é ser cheio da presença de Deus. Ser cheio pelo espírito, ele vai te encher de quê? Vai encher, vai encher dele mesmo, né? É Deus, >> né? Que ele é Deus. Então, dá pra gente de alguma forma tentar concatenar dessa forma? Eh, bom, boa, boa, boa, boa questão. Então, realmente, muitos autores entendem que não existe uma diferença entre ser cheio pelo e do, né? A, e aí para o pessoal entender bem a diferença que em ser cheio do espírito, eu sou cheio com o Espírito Santo. Ele me enche. >> Ser cheio pelo Espírito, ele é o instrumento que me ende. >> A, o argumento do Bíbl é muito, é muito legal, porque nos dois, eh, no espírito me enchendo, eu sou cheio, ele me enche com o espírito, com com Deus e e o espírito é Deus. Então, se eu sou cheio dele, eu sou também sou cheio de Deus. Então, seria isso. Só que quando a gente tá trabalhando na teologia eh bíblica, algumas coisas, algumas linguagens lucanas são muito importantes quando a gente faz conexão com o Antigo Testamento. Então, eu entendo que em Lucas ser cheio do espírito é uma conexão com as promessas eh que nós temos no Antigo Testamento de que Deus agiria no meio de um povo para um povo. Então, ao passo que na teologia paulina me parece ser algo que começa, não é o fim, mas começa no indivíduo, em Atos, a ideia é que o espírito está se movendo entre o povo. E aquele espírito, no Antigo Testamento, ele era cheio, capacitado para atuar pró Israel. em atos, ele é cheio para e capacitado para atuar para as nações. Então, há há essa ênfase ainda de atuação com poder em Atos, ao passo que Paulo seria algo mais individual e algo mais transformador, né? >> Uhum. Perfeito. É, em relação à teologia lucana, é muito louco você pensar, porque primeiro que Lucas é a é o evangelista que mais fala sobre o Espírito Santo. Ele é, né, a tanto Atos quanto o Evangelho de Lucas, ou seja, a obra lucana, o Evangelho e Atos é regado do Espírito Santo. E esse lance aí do Espírito Santo que prepara um povo e que é muito louco porque e tá muito presente porque desde a comunidade, né, Jesus tá cercado por uma comunidade profética que entendia que a presença do Espírito Santo marcava o tempo do fim, né? Isso é muito legal e isso tá muito presente na teologia de Lucas ali, essa presença do Espírito Santo agindo nessa comunidade profética onde Jesus nasce, né? Tem eh Lucas tem acho que tem bastante detalhe ali do próprio João Batista e tal, justamente por conta dessa ideia de uma comunidade profética da onde viria o Messias, né? Então essa preparação ah de um povo que vai testemunhar de Deus. Isso é muito legal. Cacau. Alguma contribuição até aqui? Aliás, by the way, eu quero esse cenário em todas as nossas gravações agora. Isso é uma ordem, tá? De alguém que não tem o mínimo domínio sobre você. >> Exatamente. [risadas] Eu ia dizer, você não pode fazer nada, >> nada, absolutamente nada. Só expressar aqui o meu desejo para as 280 pessoas que estão assistindo e que eu peço encarecidamente que se você acompanha o Betapo, o programa que eu faço semanal com o Cacau, eu peço que você sempre que o Cacau não aparecer nesse cenário, você reclame nos comentários, por gentileza. É o máximo que a gente pode fazer. Obrigado, Cacau. Agradeço a oportunidade em nome de Jesus. Amém. Ai, ai, [risadas] >> mas é muito, é muito interessante essa colocação e essa percepção, né, do Espírito Santo na obra de Lucas, especialmente em Atos e essa ligação desse agir do espírito no mover a no mover a igreja para as nações, né? Porque é comum quando a gente fala sobre o Espírito Santo nas nossas comunidades, a gente trazer essa ideia de liberdade, né? Essa ideia de um romper que o espírito vai e toma. E então a gente fala muito sobre aspectos até sociais a partir do espírito, né? A gente coloca essas questões todas, mas e isso não é uma invenção nossa, né? Isso aí a gente vê na Bíblia, no livro de Atos, esse espírito levando a igreja para além, né? Levando a igreja para além e no sentido, inclusive de ser ele que vai dar os sinais de que as pessoas de fora daquela aliança eh da circuncisão também fazem parte do mesmo do mesmo corpo, né? Porque eles recebem do mesmo espírito, manifestam o mesmo tipo de sinais que eles viram nos apóstolos. Então, é muito interessante. Eu eu gosto, eu eu eu olho pro pro Espírito Santo em Atos e eu fico muito consolado como pastor, viu, gente? colocar aqui esse essa nota biográfica aqui, >> porque eu acho eu acho curiosíssimo como em Atos >> o espírito tá fazendo as coisas e os apóstolos estão correndo atrás meio sem entender o que tá acontecendo. [risadas] Uhum. >> Porque Jesus não falou que aquelas coisas iam acontecer daquele jeito. Ele não falou a questão dos gentios. Ele não abordou essa questão. E de repente eles têm que se reunir, falar: "Gente, que que tá acontecendo?" O povo lá em Antioquia tá tá recebendo igual a gente e agora como é que a gente resolve essa parada aí, né? Então essa essa essa novidade do espírito, esse poder do espírito, essa presença de um Cristo que está vivo no meio do povo, morre, ressuscita, fala: "Eu vou ao céu, mas eu não deixarei vocês sozinhos, eu deixarei o consolador". E aí esses sinais todos de que eles de fato não estão sozinhos, né? Nesse mover missional do espírito por todo mundo, né? Então, quando o Guilherme falou sobre isso, eu falei: "Ah, agora deu uma encaixada aqui. Tem várias coisas sobre atos que eu acho tão interessante isso aqui. Galera, interrompendo rapidão aqui o raciocínio, só para dizer o seguinte, que uma aula como essa que você tá tendo aqui, existem várias outras num curso que nós criamos sobre a pessoa do Espírito Santo." O Espírito Santo no Antigo e Novo Testamento, no ministério de Jesus, dons espirituais, o fruto do Espírito, sabe? aqueles temas mais polêmicos envolvendo o espírito, como blasfêmia contra o Espírito Santo, sensacionismo, continuímo, o falar em línguas. Sério, aqui na descrição deste BTCash tem o nosso curso sobre o Espírito Santo, apenas R$9,90, parcela única, acesso por um ano e ainda você tem mais de 9 horas de conteúdo material adicional, sério. Vem para esse nosso curso sobre o Espírito Santo. Tenho certeza que você não vai se arrepender de fazer esse investimento. Só R$9,90, parcela única e acesso por um ano. Só vem. Eu eu eu poderia dizer que a função da presença do Espírito Santo, tanto no antigo quanto no novo, tem esse papel missional, daria pra gente entender que a função de ser cheio do espírito [roncando] é uma função missional, tornar Deus conhecido ou não? No Antigo Testamento é uma parada mais local, nacional, preservar a existência de Israel. Ou eu já consigo mesclar também com o chamado de Abraão, né? Porque a gente tem o Pentecostes de Números 11, né? Onde o espírito de Moisés é repartido ali sobre a galera e tal. [roncando] Inclusive, né? Tem uma rima bem interessante de Números 11, Atos 2, enfim. Mas eu poderia entender que >> Joel, >> Joel é não, Joel 2, a gente vai ter que falar hoje, com certeza. Mas essa ideia de eu poderia entender o ser cheio do espírito como uma marca, como algo que Deus dá, que Deus faz com intuitos missionais ou o que que vocês pensam sobre isso? Bom, eu acho que eh uma coisa importante notar é como o Espírito Santo ele é ligado com o termo justiça no Antigo Testamento. Então é tanto que em alguns momentos ele é o espírito da justiça, ele é o espírito que traz justiça. E o problema é que quando a gente entende justiça como o como sendo unicamente retribuitiva, justiça é quando Deus faz algo e retribui algo à pessoa, aquilo que ela merece ou não. Só que Deus ser justo no Antigo Testamento e em muitos lugares não é tão retribuitivo a ideia. Davi, por exemplo, diz: "Senhor, eh, ser justo para comigo, exerce a tua justiça para comigo". num contexto em que ele tinha pecado, por exemplo. Então você imagina um cara que pecou pedindo para que Deus exercesse a sua justiça. E geralmente ele diz: "Senhor, seja justo aqui tem coragem, hein?" >> Então, [risadas] imagina e o cara diz assim: "Senhor, ser justo para comigo por amor ao teu [limpando a garganta] nome". Então fica assim a pergunta: será que justiça tem simplesmente essa ideia de ser retribuitiva, de Deus exercer algo ali condenatório ou não? E eu penso que não. A ideia de justiça para o na construção salmística e também nos profetas é que é justiça é Deus sendo fiel. A ideia é a fidelidade de Deus. Deus fez uma grande promessa em Abraão de ter um povo para si e esse povo se estenderia e abraçaria também seria bênção para todas as nações. Ok? E aí Paulo diz assim: "Olha, Gálatas 4, vocês lembram que ele fez essa promessa e ele criou então o o filho da escrava e o filho da promessa?" Pois é, olha como vocês são filhos da promessa. Ele deu o espírito para vocês. Então Paulo faz uma conexão entre a grande promessa de Deus por meio de Abraão com o espírito. O que que isso tem a ver com justiça? É que justiça, e aí eu tô com tio Tom aqui em Wht, é que justiça é Deus consertar tudo, deixar tudo, ser fiel ao seu plano. Então, para Deus ser fiel ao seu plano, ele promete o espírito. E Paulo faz essa conexão em Gálatas 4. Ele diz assim: "Lembra que Deus disse que ia ser fiel ao plano dele de levantar uma família e por meio dessa família abençoar todas as nações para consertar tudo?" Pois é, ele foi fiel, ele foi justo e ele já começou a fazer isso por meio do espírito. Por que que eu tô dizendo isso? Porque nessa visão o espírito deixa de ser individual, que é um um dos problemas na pneum na igreja, assim, quando a gente tá falando de espírito, porque a gente pensa no espírito somente algo para nós que faz algo em nós que que de repente é tanto que o fruto do espírito é estranho. Eu acho muito estranho algumas pessoas, não, alegria é alegria em mim simplesmente o amor é o amor por mim. A paz é a paz. >> Eu tô tão feliz que você disse isso, Guilherme, mas tão [risadas] feliz porque acho que eu eu fiz eu dei uma aula inteira sobre o fruto do espírito só falando sobre a característica comunitária do fruto espírito. Eu tô muito feliz com [risadas] >> E Paulo diz, né? Você olha, existe a mansidão. Mansidão é para o próximo, gente. Alegria em Paulo. >> Exato. Longanimidade é pro próximo que enche o saco. Porque se ele não encher o saco, você não tem que ter longanimidade. [risadas] >> É essa fala aí do espírito, do do fruto do espírito do cacau me quebra as pernas. Porque [risadas] exatamente, mano. Paciência, né? Essas coisas e tudo. É, se tu pedí o fruto, vai vir os exercícios, né? [risadas] Então, e e o que e o o grande ponto bíblico, esse esse lance que você diz que o espírito existe essa conexão missionária, eu colocaria o espírito é o responsável pela missão global de Deus de consertar todas as coisas que foram destruídas em Adão. O espírito é sensacional. Não, só um pouquinho. Fala de novo aí que eu vou botar tu grande na tela para ficar bem bonito. Vai. [risadas] O espírito, ele é aquele que tem essa função global de fazer justiça, de consertar as coisas, de mostrar que Deus está sendo fiel ao seu plano de estabelecer nova todas as coisas. O espírito é esse responsável. Então, >> sensacional. Uhum. Muito bom. Muito bom, Cacau, seus dois centos. >> E isso não tem como, isso não tem como ser algo que vai na direção da humanidade toda, né? já que esse é o mover, vamos dizer assim, né, que a gente vai encontrando dentro dessa missão de Deus, né, puxando um pouquinho o outro right agora, não Tom. Cris, [risadas] Christopher W, >> um Deus que tá caminhando nessa reconciliação que não é uma reconciliação de um indivíduo, de um povo, mas é de toda a humanidade nesse indivíduo que é Jesus, que é de um povo escolhido entre os povos, que é de um homem escolhido entre os homens, né? Então, esse processo, né? Então, você vai encontrar essa essa questão do espírito, eh, ainda que ele tenha uma série de de ações, posso dizer até que identificam o povo. Por exemplo, os o espírito tá nos reis, né? Ele ele tá ali atuando sobre os reis. O rei é uma figura do povo, né? Mas ele aparece com essa expectativa, né, de ser eh eh um espírito que inunda a terra, entre aspas, né? Quando até no no próprio profeta Joel que fala que o espírito descerá sobre toda a carne, né? Então essa ideia dos povos mesmo, porque consertar tudo tem que passar por isso, né? Tem que passar por isso, tem que passar porque em Adão nós temos o antecessor de todos os povos, não só ali de de Israel, né? Então >> tem que conectar tudo. Então acaba que vai ter essa conexão missional de qualquer jeito, né? Vai ter esse esse poder de Deus restaurando. Mas eu achei linda essa definição aí, né? Responsável por ir justificando ou colocando justiça em tudo que tá desajustado, né? >> Aliás, ô ô ô Nunes e Cacau, isso liga com a ideia de plenitude. Quem é que trabalha isso? Paulo aos Efésios. >> Isso. A plenitude de [limpando a garganta] Deus. >> Isso trabalha. É, porque o que que seria, o que que seria Deus consertar e deixar eh todas as coisas de novo no seu lugar? Seria Deus trazer o shalom, né? Porque a conexão entre justiça eh e paz são duas conexões que não se perdem no Antigo Testamento. Então, ele traz essa justiça para deixar todas as coisas nesse lugar, ou seja, trazer o shalom. E o experimentar desse shalom é o macários, é a bem-aventurança. Então, quem é o bem-aventurado? É aquele que participa do plano de Deus de consertar todas as coisas, ao passo que ele é um instrumento pelo qual as coisas estão sendo consertadas também, né? Por isso que ele diz assim, ele é o pacificador, ele é o misericordioso. Ou seja, ele tanto experimenta a bem-aventurança, >> que ele é um bem-aventurado, que ele tá experimentando o shalom, que é a justiça, e ele experimenta porque ele também é um instrumento de estabelecer isso. E aí, qual é o ponto de Paulo em Efésios? é de que Deus fazer justa e consertar todas as coisas e trazer esse shalom, essa harmonia de novo é simplesmente a sua presença preenchendo tudo. Então é cheios da plenitude de Deus. Então cheio da plenitude de Deus é o termo de Paulo diz o seguinte: "A besteira que Adão fez no jardim, Deus não vai consertar no jardim. Deus tá consertando é no mundo inteiro. Então a obra é muito maior, né? E através do espírito, seria essa, né? O espírito me enche da plenitude de Deus, assim como o próprio espírito tá fazendo isso em toda a criação. Caraca, cacau 2 centavos. Tá, tá meio errada essa ordem aqui, porque não dá para eu ficar encerrando as coisas que o Guilherme fala, tem que ser o [risadas] contrário. >> Ai, ai, ai. Não, >> mas um dos textos que eu acho mais e poderosos assim no linguajar, quando se fala sobre esse propósito de Deus de encher todas as coisas, né, é realmente Efésios capítulo 1, né, quando Paulo vai falar da igreja como essa plenitude do que torna todas as coisas plenas, né? O enchimento de quem faz todas as coisas cheias. e tal, né? Eu sempre gosto de usar o mesmo a mesma as palavras parecidas, ou o enchimento do que faz cheio ou a plenitude do que faz pleno, né? [risadas] Muito bom. >> Porque nos nas nossos textos sempre vem, né, a plenitude do que enche as coisas, sempre enche, né? Mas apesar de que vem tudo da mesma palavra, né? Cheio e pleno vem é tudo da mesma palavra. >> Então é muito interessante isso, né? Deus para Deus quer seu cabeça sobre todas as coisas, ou melhor, Deus quer colocar todas as coisas sobre os pés de Cristo para que Cristo seja cabeça sobre todas as coisas da igreja. Eu não sei se essa é a tradução que o Guilherme prefere, porque é uma das possíveis, né? >> É, [risadas] mas essa é boa. Essa é boa. >> Essa é boa. E essa a igreja, então é o corpo. Então a igreja já é o corpo de Cristo, que será o cabeça de todas as coisas. >> Então Cristo tá no processo de ser o cabeça de todas as coisas. Já ele já tem autoridade sobre todas as coisas. Ele já está sentado no trono, ele já tá naquele nessa menção eh eh meio indireta que Paulo faz aqui do Salmo 110, né? Ele já está sentado no trono com os inimigos sendo colocados debaixo dos seus pés, mas ele ainda tá no processo de que todas essas coisas sejam de fato submetidas, porque ainda há espaço paraa rebeldia, ainda espaço pro pecado, mas a igreja já é o seu corpo. Então Cristo já é o cabeça da igreja, mas com propósito e cabeça de todas as coisas. E aí vem, né, apesar de não citar o espírito aqui, [risadas] mas fala que a igreja ela então ela é vai, ela é cheia de Cristo para que todas as coisas sejam cheias de Cristo, cheias de Deus para que todas as coisas sejam cheias de Deus. Aí quando chega lá no capítulo três, naquela oração trinitária de Paulo, que roga ao Pai de quem toda a família nos céus e na terra recebe o nome, ele vai falar que eles sejam cheios de Cristo e cheios do espírito, né? que o espírito atue no seu homem interior. E ele termina dizendo para que sejam cheios de toda a plenitude de Deus, né? E aí ele fala do amor. Ah, esse texto é lindo demais, meu Deus. [risadas] Mas ei, aí levanta o seguinte ponto aí que vocês estão eh que vocês estão falando que essa ideia na teologia paulina fica ainda mais clara do espírito como um selo, do espírito como aquele que garante o futuro. Esse selo, essa garantia, de alguma forma faz com que a gente, porque Cristo é o cabeça, nós somos o corpo, somos dinamizados por esse espírito, cheios pelo espírito, cheios do espírito. Eu queria entender essa relação de futuro e presente, porque aqui a gente tem essa ideia também de que a igreja é nova criação, né? Paulo vai falar aos Coríntios. Isso a gente vê muito nova criatura, mas se o meu grego da faculdade não me deixa, né? Se eu me lembro bem, a ideia até não é de nova criatura, né? mas de nova criação. >> Queria que vocês discutissem um pouco >> essa ideia de que o Espírito Santo que desceu sobre toda a carne, ou seja, é o cumprimento da promessa de Deus, aquilo que é prometido no Antigo Testamento é cumprido de forma plena em Cristo e com a descida do Espírito, né, como promessa aquele que o outro consolador, ou seja, e essa essa dimensão de que agora o futuro invadiu o presente. Como é que como é que o Espírito Santo entra nesse rolê? E como é que nós, cristãos mortais, seres humanos, filhos de Adão, agora com esse, né, com esse, com esse Deus, eu ia falar, olha, olha, olha, olha o pecado aí, olha a heresia com esse Deus dentro de nós, não, mas cheio de Deus, né? Um povo cheio de Deus, ou seja, o futuro invadindo o presente. Entenderam onde eu quero chegar? Não. Vocês entenderam? Vocês são espertos. >> E aí, >> se o Cacau quiser ir, pode ir aí. Não, o Cacau tava com áudio ruim, aí ficou com >> Eu acho que ele tem, eu acho que ele parece muito um lediano e vai poder falar muito aí. [risadas] Parece um lediano. Foi ótimo. >> Parece o quê? >> Um de LED. George led. [roncando] >> Ah, legiano. Entendi. Legiano. [risadas] Legiano. Ainda um aí, né? Eu ouvi um leviano, fiquei preocupado, mas não, [risadas] [suspirando] mas o só de assim, acho que não é errado falar esse Deus no sentido de que é o Deus consolador, né? Acho que não tem problema. É o livro lá do Franciscão, o Deus esquecido. [risadas] Uhum. É, >> acaba sendo, né? Já que a gente chama Jesus de o Deus filho, né? Ou Deus homem. Então tem essa, né? Eh, eu não sei se eu entendi muito bem a pergunta, mas pelo que eu entendi, você tá querendo saber como que >> não teve pergunta, né? A verdade não teve pergunta. Eu só fiz uma explanação da ideia da do futuro presente. >> Isso. Aham. É. >> E aí, como é que a gente lida com isso e tal? Como é que é essa dimensão de sermos nova criação? Mas ainda estamos aqui no velho, capengando, pecando, morrendo. >> Pois é. Então, é essa esse aspecto do espírito de nova criação que se manifesta já em nós e e a igreja de certa forma como sendo essa comunidade do espírito, um espírito que já manifesta em nós a vida, né, do a vida que nos que nos é prometida, né, eh, el essa nova criação se manifesta já da maneira como nós vivemos nessa nova criação. E em primeiro lugar, na minha concepção, já nesse rompimento desses desses muros que dividiam antes os povos, né, e que se conectam agora tendo um só espírito. Essa esse reconhecimento dessa desse poder de Deus unindo isso tudo, mas também na maneira como a gente lida com o mundo todo. A gente lida com o próximo, mas lida com o mundo todo. nessa expectativa eh de submeter todas as coisas a esse reino de Deus, esse reino de Jesus Cristo. Se Cristo já é o cabeça da igreja, a gente já submete tudo ao reino dele. Então, tudo que a gente tem é dele. Tudo que a gente toca é dele. Tudo que tudo em que a gente eh atua é é de Deus. Então, tudo é submetido a esse reino de Deus de alguma maneira, né? É assim que eu vejo isso de certa forma, sem querer. É porque eu poderia, Gui, ser mais multimaniano, mas eu não vou por esse caminho. [risadas] >> Eu vou ficar por aqui porque eu já tô cansado de cancelamento. Chega. [risadas] >> É, vários problemas aqui, não? Então, para mim, para mim existe uma coisa muito importante nessa questão de que com o espírito eu experimento o futuro ou parte do futuro no presente. Existe algo muito importante aí. É como se Deus tivesse dizendo assim: "Eu estou usando a igreja para completar aquilo que o espírito já faz vocês experimentarem em parte." Então, a ideia é que é como se Deus tivesse trabalhando num grande num grande é como se tivesse dizendo assim para mim, eu para você, para, para nós, eu quero mostrar para vocês que o que vem por vir vale a pena. Então eu dei o espírito para vocês experimentarem parte do que vem por vir, mas ao mesmo tempo o espírito já está construindo em vocês uma comunidade que faz parte do porvir. Então, e eu quero que vocês sejam uma comunidade que levem a cabo, complete eh eh eh esqueci a palavrinha. A palavrinha é eh faça com que a plenitude de todas as coisas cheguem. E aí, qual é o ponto prático aqui? O ponto prático é que eu não consigo viver o espírito a parte da comunidade do espírito. Eu não tenho capacidade de dizer o seguinte: "Beleza, o que é o Espírito Santo em mim?" Aí a pessoa vai dizer: "Não, o Espírito Santo em mim é simplesmente ele, sei lá, me deixando mais santinho, mais isso, mais aquilo". Enquanto Paulo tá dizendo assim: "Não, não, não, pera aí, peraí per aí. Envolve transformação pessoal, mas eu quero que vocês entendam que o Espírito Santo é e ele tá fazendo com que todas as coisas cheguem à sua plenitude por meio da igreja e ele quer chamar vocês a participar da igreja o máximo possível. E não é fazer algo em vocês o máximo possível individual. Isso acontece obviamente, mas ele quer chamar vocês para participar da igreja o máximo possível. E aí vem o grande ponto prático aqui. >> Boa. >> Que é viver pelo espírito para Paulo. Viver pelo espírito. Minha exegés de Gálatas é isso. É experimentar a experimentar a comunidade. Portanto, viver pelo espírito é ser edificado pelo outro em Paulo. >> Uhum. Então, a ideia é que eu vivo no espírito quando eu ou ou vivo pelo espírito quando eu experimento do espírito pelo eh eh pelo outro da comunidade. É por isso que Paulo vai fazer uma relação lá em Gálatas antes dos frutos do Espírito e dizer o seguinte: "Irmãos, foi para a liberdade que Cristo os libertou". Ou seja, não adianta a gente tá escravizando as pessoas com certas regrinhas que nos separam e essa separação tá tá causando que um tá mordendo o outro. >> Não, não é para ser assim. E aí porque o fruto do espírito é aí ele entra. O que que ele tá dizendo pra gente? que quando a gente cria uma comunidade pautada no legalismo e uma comunidade que se separa e que briga, a gente perde a oportunidade de experimentar o fruto do espírito. E aí o que que eu entendo? O fruto do espírito, ele nasce em mim pro outro experimentar, porque a árvore não come do seu próprio fruto. Então a ideia que é na comunidade que eu experimento o espírito. Eu quero, eu quero ter mais paz no meu coração. Comunidade. Eu quero ser mais santo. Comunidade. Eu quero amar mais. Comunidade. Porque é na comunidade que eu experimento o espírito. Porque é na comunidade que o espírito tá trabalhando para levar todas as coisas à plenitude, né? Gui, você acha que isso explica por que Paulo quando fala sobre eh encher-se do espírito em Efésios 5:18, ele completa dizendo: "Falando entre si com salmos hinos e cânticos espirituais". Perfeito, perfeito. Boa, boa, boa ter lembrado isso, porque inclusive se você entrar no se você entrar no meu WhatsApp e clicar no meu nome lá, você vai ver que tá lá Efésios 5:19, >> falando de si com salmezinhos e cânticos espirituais, que é pra gente não usar o WhatsApp para fofocar e para falar bobagem. Infelizmente nem sempre o versículo se manifesta, mas [risadas] >> não. E e o que é e o que é lindo nesses salmos, porque o que são os salmos, os cânticos espirituais? E por que que eu sou cheio? E por que que o espírito trabalha na minha vida quando eu estou fazendo isso em comunidade? É porque os salmos e os hinos são resultado de um coração que entendeu o que Deus fez na cruz, do evangelho. Então, o que que o Espírito tá fazendo? O espírito tá me enchendo através de uma consciência madura do evangelho. E isso me faz louvar com salmos, hinos e cânticos espirituais. E isso me faz ser cheio e encher o outro e e aí vai nesse ciclo assim. É uma consciência robusta do evangelho que a comunidade traz que me faz experimentar cada vez mais o enchimento do espírito, né? >> Muito bom. É, e num tempo de a marca do nosso tempo é o individualismo, né? Uma das marcas do nosso tempo é a questão do individualismo. Ah, você tem hoje espiritualidades bem atomizadas, né? Eu e Deus. E então é muito importante a gente >> Deus e eu no sertão, por exemplo. >> Não peguei a referência, mas tudo bem. E eu no sertão nunca ouvi essa música >> não. [risadas] Graças a Deus. Que parece com MPB e MPB para mim sertanejo. É sertanejo. >> Sertanejo. [risadas] E aí ajudou? Melhorou não, né? Então, mas é é muito legal a gente pensar essa ideia do Espírito Santo. Primeiro que, se a gente pega na teologia paulina, o Espírito Santo habita no meio do povo. Ainda que há uma ideia de nós sermos também o templo do Espírito Santo de alguma forma, né? Primeira Coríntios, capítulo 6, você fala do, né, Paulo dá uma atomizada ali. Você, o seu corpo é templo do espírito. Só que a gente não pode ler Primeira Coríntios 6 e sem Primeira Coríntios 3. Em Primeira Coríntios 3, o povo é a habitação de Deus. Porque era assim, é Deus sempre no meio do seu povo, né, desde o tabernáculo. Ah, depois você vai ter o a o templo, Deus enche e tá sempre ali no meio do povo, né? Então, e agora na nova aliança, ele vem pro meio do povo, eh, com o espírito, né? Então assim, e essa ideia da de nós pensarmos o ser cheio do espírito, mas experimentando essa plenitude na relação com o outro, cara, isso parece que sai do nosso horizonte. Porque até mesmo quando a gente fomenta a questão da busca pelo espírito, a gente vê, por exemplo, e aqui falo como alguém foi do movimento por muito tempo, uma ênfase na busca do dom de línguas ou uma ênfase na questão ah sensorial, né? você experimentar algo em Deus, você sentir algo em Deus. A gente ouve, né, os pregadores, influencers, que sentem algo de Deus, que experimentam algo de Deus e e é o Espírito Santo falou comigo e é bom dia, Espírito Santo, é boa noite, Espírito Santo, é tchau, Espírito Santo, volta aqui, Espírito Santo, assim, >> me liga, Espírito Santo, >> me liga, [risadas] Espírito Santo, entendeu? Então a gente vê uma atomização muito grande e a gente perde essa dimensão do ser que eu não sou, eu sou cheio para algo que que transcende a minha experiência, né? E eu acho que isso a gente perdeu muito, inclusive na igreja, que é fruto do tempo, né? >> Hum. O inclusive eu tô pensando aqui, eu sei que eu vou romper um pouco. >> Bora >> o parâmetro aí que o Gu colocou, separando um pouquinho Paulo de Lucas aí. >> Mas isso é coisa de liberal que o Guilherme é. Nós som [risadas] brincadeira. >> Quem é liberal é o Guilherme, não o bigotal. Só para deixar. >> Não, brincadeira, brincadeira. Pelo contrário, viu, gente? Porque o Guilherme fica respondendo caixinha de perguntas com ele. É um cara, além de ser um cara muito educado e fofo, como ele parece, ele é ele é muito honesto. Então, quando você vem com uns heréis, fala: "O que você acha do fulano?" Ele nunca fala assim: "Umede que vai queimar no inferno". Ele fala assim, então ele tem boas contribuições nessa área, nessa área. E o povo tem uma ideia errada que o cara é, na verdade, super ortodoxo, né? É, >> então, mas mas tentando juntar um pouquinho Paulo e Lucas, só é muito interessante. Eh, porque agora que eu eu sempre falei isso, mas eu nunca entendi totalmente. Agora eu acho que eu entendi, >> ó, essa live aí, ó, até os professores fazendo quando Ananias e Safira vão lá diante de de Pedro e fala lá que Satanás encheu o seu coração para que mentistes contra o Espírito Santo. Como é que eles mentiram contra o Espírito Santo? Porque eles mentiram pra comunidade, né? comunidade do espírito. Eles foram contra aquela unidade que é uma unidade do espírito também, né? >> Então, eh, perfeito. Quer experimentar o espírito, experimenta a comunidade e de preferência uma comunidade espiritual, numa comunidade carnal. [risadas] >> É. E o que é importante é a metáfora do ser cheio do espírito é de fato ser transbordante de e não só chegar até o o porque o grego não tem o intensivo que o hebraico tem. Então ele precisa de ele precisa de outras coisas, mas a ideia seria que Paulo tá trabalhando >> nós precisamos de outras coisas também para entender isso. [risadas] >> É, então deixa. Mas a ideia seria o seguinte, que existe uma intensidade paulina de dizer o seguinte: o espírito trabalha em você porque ele tá preenchendo todas as coisas começa em você, mas não para em você. Todas as coisas estão sendo preenchidas. Então é no indivíduo, obviamente, né, que parte e faz a comunidade, óbvio, mas a ênfase total e final do espírito nesse sentido, hoje no já é na comunidade do espírito. Isso me faz o bíbl falou do dom aí e é muito importante como Paulo usa eh comunidade nos dons. E aí todo mundo vai fazer assim, mas é óbvio, o dom é claramente para a edificação da comunidade. Você já percebeu que quando Paulo diz assim: "Buscai com zelo os melhores dons", naquele contexto a gente já pensa imediatamente que o buscar é somente por meio da oração. E não é, porque Primeira Coríntios, capítulo 14, verso 1, buscar e com zelo os melhores dons. É depois do amor, onde eu onde eu amo, onde eu tolero, onde eu isso, onde eu aquilo. Então, buscar com o Zelói, buscar com o imitar, porque zelo ali é uma ideia mais de imitação, de buscar um modelo. Então ele tá dizendo assim: "Como é que eu busco?" Primeira Coríntios 13. Aí você consegue viver o dom na comunidade. >> Então eu não busco só no monte, na oração, naquela coisa toda. Eu busco quando eu amo. E quando eu amo, eu estou na em direção à busca do meu dom. Por quê? Porque é nesse contexto que o espírito vai operar em mim. O espírito não opera em mim eu estando parado. O espírito opera em mim eu estando servindo. Se ele age na igreja, quando eu sirvo, eu experimento do espírito, logo eu vou entender o meu dom. Então, como é que eu acho o meu dom? Se vindo onde? Sirva, ame. O amor não pergunta onde, né? O amor pergunta é simplesmente como. Ele diz logo assim: "Para onde eu tenho que ir? Me diga aí que eu vou." E é nesse contexto de amor que eu descubro que eu exerço os meus dons. E paro de achar, né, que a ideia é, eu só vou começar a exercer o dom quando eu souber qual ele é. Enquanto Paulo tá dizendo >> que é uma que é um erro, >> você descobre, >> é que é um erro bem frequente até meio assim, cria uma certa neurose na galera, né? Tipo assim, eu já vi alguns irmãos falando, ultimamente não tenho ouvido tanto não, mas antigamente quando a gente fazia muito teste de dom, essas coisas, né? Eu vi irmãos falando assim: "Ah, eu quero muito tudo que eu quero para esse ano agora descobrir qual meu dom para começar a atuar na igreja". [risadas] Fal vai ser um pouco difícil esse processo nessa nessa forma, né? Eh, e mas é é realmente, né? Essa prática no espírito que tá porque ele também está nos capacitando, né? Ele está nos nos fortalecendo nisso e é nessa caminhada com ele, né? Então, tantas vezes nós somos tomados pela nossa, é, é, é quase que uma regra, especialmente no Antigo Testamento, né? Esses que são tomados pelo Espírito de maneira vistosa e poderosa, né? É quase que uma regra que eles antes precisam ter uma noção de quão incapazes eles são, né? [risadas] Uhum. Uhum. >> Aliás, no Antigo Testamento, é, no Antigo Testamento isso é muito, o espírito vem para resolver um bo, né? Espírito. >> Isso não. Então, mas assim, olha, é Moisés, é Gideão, é essa galera assim, antes de de ter, né? É, é, é Isaías, eu sou eu tenho eu sou homem de lábios impuros, habito no meio de um povo de impuros lábios, né? E mas o Senhor depois o usa para falar. É quase que pré-requisito, né? E às vezes a gente acha que é o contrário, né? A gente gosta de olhar para Paulo e falar assim: "Olha lá, Deus Deus escolheu o bom, né? Deus escolheu bem, né? Pegou o cara que já tinha toda a formação pronta, só faltava quebrar o a maldade dele, né? Ele quebrou pronto." Por que que Deus escolheu Paulo para ser o apóstolo dos gentios? Porque Paulo já falava todas as línguas, tinha um monte de cidadania. Só que Paulo mesmo falou que considerou isso aí como, [risadas] né, como revugo, né? Ele mesmo não achava que isso era importante, né? Esterco, né? Vamos estterco. Estercão mesmo. [risadas] >> Ô, eu vou bater esse print aqui do que o Guti falou aqui de mim para eu guardar aqui pr >> Ah, vou eu vou botar de novo. Então, aqui >> aí você já tinha colocado, eu não tinha visto, cara. >> Vou botar aqui, ó. Vou botar na tela aí, ó. Pronto. Vamos. Aliás, [risadas] Guti, se tu tiver de boa aí, ó, prepara o teu cenário, liga a câmera aí, liga o microfone que eu fiz tu comprar e eu te mando o link [risadas] para tu entrar no rolê aqui, tá? Aí tu só me avisa no WhatsApp que eu te coloco aqui. Pronto, bateu o print. Bate o print já. Galera, o seguinte, elaborem perguntas para daqui a pouco a gente vai abrir para perguntas. Tem um monte de perguntas boas aqui. >> Então, mas éí que tá, eu não consigo olhar, prestar atenção em vocês e prestar atenção às perguntas. Então, repitam a pergunta quando eu abrir para perguntas. Galera, é o seguinte, >> eu tenho uma pergunta. Eu tenho uma pergunta. >> Qual é a pergunta? >> Eu tenho uma pergunta que eu vou jogar um texto difícil. Para mim é difícil, não sei se é difícil de fato. >> Se for Gálatas é difícil pro Guilherme também. >> Gálatas é difícil para todo mundo. Acho que Gálatas era difícil pros Gálatas. Já era difícil para [risadas] >> sensacional. >> Eu vou eu vou mandar. Eu acho esse texto difícil, apesar de que eu volto muito a ele para tirar lições, mas talvez agora eu aprenda que eu tô tirando as lições erradas, né? >> Eita! [risadas] Não, nesse sentido da nova criação que a gente falou, e eu não quero entrar em assuntos assim tão ambientais, porque eu não acho que a nova criação se seja só sobre isso, já que não era um problema de devastação naquela época como é hoje, né? Hoje a gente tá muito preocupado com isso, mas acredito que esses princípios regem a nossa prática hoje, né? Então, há uma ecoteologia possível a partir da Bíblia, mas obviamente eles não tinham a urgência do tema que a gente tem hoje, né? Então, usando nova criação no sentido mesmo bíblico, dentro do que Paulo usa, né? Eh, os aspectos da criação, como que se conecta ou se conecta de alguma forma, como que isso acontece? O gemer da criação em Romanos 8 com o gemer do espírito e dos frutos do espírito, eh, dos primeiros frutos do espírito do mesmo capítulo, né? Caraca, cacau. [risadas] Ai, ai, gente. É isso aí. A live vai até meia-noite hoje, hein? A gente vai um pouco fora do escopo, talvez, mas sensacional, mas [risadas] foi sensacional. Pera aí, pera aí, pera aí, só um minuto aí. Pera aí. Não é assim não. Ah, nossa. Eh, >> porque assim, ele fala lá, né, que a que a cadê o texto aqui? tava com ele aqui na mão, já perdi de novo. Eh, [roncando] porque esse capítulo oito todo ele fala do espírito, né? >> Esse espírito aqui, ele ressuscitou Jesus dentre os mortos, habita em vocês. Aquele que ressuscitou a Cristo dentre os mortos também dará vida a seus corpos mortais, primeiro seu espírito que habita em vocês. Eh, vocês viverem com com a carne, morrerão, mas se pelo espírito morrer dos atos do corpo, viverão e tal. E ele vai chegar até ali no versículo 19. A natureza criada aguarda com grande expectativa que os filhos de Deus sejam revelados, pois ela foi submetida a inutilidade, não pela sua própria escolha, mas por causa da vontade daquele que a sujeitou, na esperança de que a própria natureza será criada, será libertada da escravidão, da decadência em que se encontra. Eh, no versículo 22, sabemos que toda a natureza criada geme até agora com dores de parto. E não só isso, mas nós mesmos que temos os primeiros frutos do espírito, gememos interiormente, esperando ansiosamente a nossa adoção como filhos e a redenção do nosso corpo. Aí mais paraa frente ele fala da mesma forma, 26, da mesma forma o espírito nos ajuda em nossas fraquezas, pois não sabemos como orar, mas o espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis. esses três gemidos aí da natureza nosso e do espírito, eh, conectas, eles se conectam. Como que se conectam? >> Então, [risadas] eh, eu acho essa pergunta ela é ela é fantástica, assim, porque na teologia paulina a as discussões de ecoteologia realmente são diversas. Inclusive, eh, você tem o filho do Douglas MU com um livro sobre essa questão da criação, onde ele trabalha essa relação. Então, o como é que eu vejo esse Gemê? Eh, todo o gem ali em Romanos 8 me parece ser eh uma espécie de fraqueza por sua incompletude. Então, ele geme, pois ele está fraco. E essa fraqueza representa que ele está incompleto. >> Então, o que que a criação faz? A criação sabe que a completude dela e, portanto, a redenção dela, ela vem primeiro pelos filhos de Deus. Agora, qual é a relação entre a revelação dos filhos de Deus e a redenção da criação? Nesse sentido é de que a criação sabe que Deus vai preparar o mundo por vir para os filhos de Deus. Então significa, se os filhos de Deus forem revelados, significa que Deus as a preparou para esses filhos, né? Então a criação ela tá nas na ponta dos pés ali, literalmente, né? O texto em termos de grego, é literalmente ela tá na expectativa >> enquanto ela geme, >> mas ela olha pros filhos porque ela sabe, Deus está nos preparando para eles. Então isso leva a nossa relação com a criação de uma forma diferente, porque alguns querem colocar a criação em pé de igualdade com o homem ou então o homem quer submeter e fazer da criação eh o que ele quiser. E não é isso. Deus tá preparando a criação para os filhos. Então assim, >> Uhum. Em termos bem bem incipientes, porque essa discussão é muito longa. Para mim, o gemê da criação se se relaciona com o gemê dos filhos, porque os dois nos dois casos está sendo revelado fraqueza, >> nos dois casos está sendo revelado incompletude e nos dois casos o Espírito Santo é aquele que completa e ajuda os filhos e é aquele também que tá ali ajudando a criação. Por que que o Espírito Santo é aquele também que tá na criação? Porque el porque se ele tá eh transformando os filhos e é através da transformação dos filhos que a criação vai ser restaurada, quando o Espírito Santo está ali ajudando os filhos na fraqueza porque não sabem como orar, ele está de tabela ajudando a criação. Porque é importante aqui uma coisa, a oração ali, OK, é tudo, mas a ênfase de Paulo é na quando os filhos oram para que tudo seja restaurado. >> Uhum. A ideia dele, olha, eles não sabem como orar, pai, porque eles não estão completos, então eles não sabem bem como será tudo no futuro. Ah, não se preocupe, >> o espírito veio de lá, então ele vai me ajudar porque ele sabe exatamente o que pedir, já que ele é aquele que está participando da completude de tudo, né? Seria essa relação assim. >> Perfeito. Muito, cara. Você inclusive me deu uma uma ideia aqui, >> um insight, >> um insite. >> Agora sim, você tem uma ideia, o MU parou 2 horas na nossa aula do mestrado Douglas MU para poder >> falar disso aí, porque é a área dele, né, essa área de ecologia e tal, essas coisas assim. >> O Gutes escute isso no livro dele, inclusive, de Espírito Santo, ecologia e é a nossa aula na na EBT, a gente fala sobre esse capítulo. Ah, galera, perguntas agora, tá bom? Se você fizer pergunta com super chat, eu enxergo ainda melhor, tá? a sua pergunta. Então, se quiser dar um super chat e fazer a pergunta, ela vai brilhar aqui, vai piscar, subir desenhos, vai ser maravilhosa aqui a a sua pergunta, >> beb. Deixa eu fazer só um só um pontinho rapidinho. Rapid 10, >> claro. Rap 10 Transamérica. [roncando] >> Eh, e aí, só voltando nesse ponto aqui, para mim o Gemer ele é sinal de transformação. >> Hum. >> Não é um gemê geral. Então, para mim assim, por que que a criação geme? Porque ela já tá passando pelo processo de transformação. E nesse processo de transformação, ela está eh sentindo a sua incompletude e pedindo para que seja completo. >> Eita! >> Então, o filho, os filhos também, por que que eles gemem? Porque eles já estão sendo transformados e ainda sentem a incompletude e dizem o seguinte: "Se já é bom aquilo que eu tenho em parte". E aí eles gemem porque eles sabem que o quão bom será quando eles terão estarão completos. Então vem vem essa ideia. Então há uma ideia no texto de um gemido negativo e positivo, né? Que é a ideia do Maranata. O Maranata, hora vem Senhor Jesus não era: "Senhor, me tira daqui, eu tô sofrendo muito, não. Era: "Senhor, já que eu experimentei agora isso aqui e isso aqui que eu tô experimentando é só em parte, então vem logo, Maranata vem, porque o que vai vir vai ser maravilhoso." >> É isso, é a grande expectativa, né? É a grande expectativa aí com que >> Exatamente. Exatamente. Eles estão na expectativa porque já começaram a ser transformados. Fosse escrever uma tradução na linguagem de amanhã desse desse texto, ia colocar porque toda a natureza tá na ponta da cadeira. [risadas] >> Queremos agora bilha freestyle do cacau. Sabe quando você tá assim, ó, naquela veira da cadeira assim esperando dar o dar o fim do jogo [risadas] >> agora? Como é que a gente, então assim, como é que a gente lida com isso, né? Porque ao mesmo tempo que a gente tá na ponta da cadeira esperando, clamando Maranata, eh, é muito difícil a gente sintetizar tudo isso diante da vida massacrante que a gente tem, das rotinas. Sabe que a gente como igreja tem perdido um pouco, a gente tem orado pouco sobre o ser cheio do espírito e para ter essa compreensão, sabe que não, não, a gente não tá meio perdido até enquanto igreja, eh, como aquela que tem a presença do espírito. E a gente tá perdendo essa dimensão assim, vocês vocês percebem isso nos movimentos e tal. Até quando se fala de avivamento parece que a gente tá com foco errado. >> Uhum. Uhum. >> Né? Não tem um pouco essa sensação? É, é, é, é, é uma questão curiosa, né, que a palavra avivamento, ela muitas vezes tem sido usado no sentido oposto do que a gente vê o espírito fazendo em Atos, né? Eita, boa. Eh, e até nisso, nessa maneira que o Guilherme colocou do da incompletude, né, é quase o avivamento, quase como se o espírito fosse nos encher de todas as coisas agora, né, nos encher do poder, nos encher da influência, nos encher do domínio, nos encher dessas coisas todas, né, ao invés de nos fazer conscientes da nossa incompletude e na na expectativa dessa manifestação, né? Eu nem falo isso como uma crítica aos movimentos de avivamento nem nada. Eu acho que que as pessoas são sinceras sim em buscar em oração, às vezes estão com coração no lugar errado. E obviamente sempre tem e tem em tudo quanto é lugar gente manipulando certas ideias para chegar a a outros fins também que não são os os melhores, né? Mas eh essa ideia do espírito eh que vem e que e que age e que ora até quando a gente não sabe orar, né? >> Uhum. Ele acho que corrige também essas nossas expectativas, né? Então me dá muita tranquilidade na igreja [risadas] saber que, né, e eu acho que é na verdade o que Jesus promete também pros apóstolos em algum sentido, né, quando fala que não não os deixa órfãos, né, é para confiar que ele ainda tá no controle. Não é assim como se Jesus tivesse indo embora, falou: "Ó, é o seguinte, quando eu voltar eu quero essa casa arrumada, né?" [risadas] Isso. Isso >> não é isso, né? Então, até para nós que somos líderes, a gente precisa ter essa confiança no espírito que nos conduz, senão a gente pira mesmo, né? Então assim, eu acho que sim, Bibo. Acho que a gente tá às vezes com as expectativas no lugar errado, às vezes a gente tá com as ideias no lugar errado, mas isso não significa que o espírito não mova, que o espírito não aja, que as igrejas não caminhem, que elas não sejam corrigidas. E às vezes quando a gente menos espera, coisas muito impressionantes acontecem, porque a gente tá procurando Deus mais ou menos sincero, mas Deus quer ser achado também, né? Ele quer. Então, mais ou menos isso, né? Sei lá, eu tô meio otimista, eu acho que eu tô otimista demais. Não sei >> não. Hoje o tá bem animado. Positividade tóxica. Quase. >> Se essa live fosse semana passada, o tom seria outro. >> [risadas] >> Nossa, é o Espírito Santo com gemidos inexprimíveis. Tira-me do vale [risadas] seria. >> Então, eu acho que o eu acho que o Gordon, eh, Gordon Fi, em 80, 70 por aí, quando ele faz uma denúncia muito grande, né, que é justamente o autor desse maravilhoso livro aí, que é uma compilação, né, do grande livro dele, do gigante, que é eh o outro Empoderados pelo Espírito, que é um livro dele, não sei quantas páginas. E bem, ele faz uma denúncia quando ele tá escrevendo o livro dele, que é um exegese do Espírito Santo, dos textos do Espírito Santo, ele diz o seguinte: "Eu fiz uma pesquisa e a gente não tem quase nada falando aqui do Espírito Santo nos nossos livros. Tinha um livro que o Gordon F usa muito nos estudos dele, nos cursos dele, que é o livro do Dan, que era um que propõe a ideia do Espírito Santo no Novo Testamento e trabalhar ali a linguagem dele, que é um livro até pouco usado hoje, mas é um livro excelente, viu? Eu acho que é porque o nome do Dan tá espantando a galera aí, né, o James Dan. A galera já pensa o seguinte, mas é um livro que foi por muito tempo a base de muitos textos, ó, que é o autor da teologia do apóstol, inclusive, se alguém quiser eh quebrar a cabeça aí com o Dan, esse é o livro que eu coloco no intermediário para avançado sobre teologia paulina, né? Eh, é esse aí. Então, o que é que o Gordon falou diss assim, galera, a gente por que que a gente não fala sobre o muito sobre o espírito? E aí ele tem um insight muito legal quando ele tá falando do já e ainda não. E aí o Gordon diz o seguinte: "É porque a igreja tá vivendo muito no ainda não e esqueceu o já, né?" Então a ideia é de que existe na igreja uma grande vivência no ainda não. Então ele tá todo tempo eh o que é o nosso ainda não? Ah, a gente ainda peca. Não, a gente é isso, a gente é daquilo. Por outro lado, surgiu os grandes triunfalistas que deram uma ênfase numa escatologia já quase que realizada, ou seja, já não pecamos nunca mais, já não temos mais doença, que é os corintos, né? Então, o problema dos corintos era um excesso de já. O problema dos romanos da de da igreja de Roma ali quando Paulo tá falando, é um excesso de ainda não. Então eles estão muito separados porque eles acham que a igreja precisa ficar separada, judeus e gentios. E Paulo tem que estar dizendo todo o tempo, gente, eh o nosso ainda não não é esse, mas agora nós estamos já no já, judeus e genti juntos e tal. Então o que que eu diria hoje? Eu diria que tem avivamento. A busca pelo avivamento às vezes é, ela tem um certa falta de equilíbrio, porque ela não consegue compreender o que nós já podemos experimentar no hoje e o que ainda temos que esperar até aquele dia chegar. Então, por exemplo, eu experimento, opa, eu experimento perdão. Eu experimento eh amor na igreja. Sim. Mas por que que eu posso experimentar isso? Porque antes disso alguém me feriu, ou seja, eu tô num ainda não, mas podendo viver o o já. Só que o problema é que quando eu não perdoo o meu irmão, eu tô dizendo para mim mesmo de que eu não quero experimentar o já, de que tem coisas que eu tô simplesmente negando. E aí é a grande metáfora do da inclinação da carne, do espírito, né, que as pessoas acham que é algo dentro de você. Não. Paulo tá dizendo, olha, existe duas, existem duas esferas. Na medida em que você quer falar mal do teu irmão, você tá querendo experimentar ou ainda não. Você tá se inclinando paraas coisas da carne, pras esferas antigas. Quando você perdoa, você agora tá inclinando pro espírito. E aí Paulo diz assim: "Porque a inclinação da carne é morte, obviamente. Por quê? Porque tudo que a carne produz é morte. vai acabar com uma igreja, vai acabar com o coração de um irmão, vai acabar com a comunhão, porque a inclinação está: "Eu quero experimentar o ainda não, aliás, eu não quero experimentar o já". Então, quando Paulo fala sobre inclinação do espírito e aqui ele tá dizendo: "Irmãos, possamos ser uma comunidade que entende que estamos no ainda não, portanto, as pessoas vão errar, portanto, vai ser difícil lidar com a comunidade em muitos aspectos". Mas não esqueçam, a gente não tá chamando você para se inclinar para pra carne. A gente tá chamando você para inclinar no que já temos, que é a única ferramenta capaz de vencer aquilo que ainda não foi transformado. Então é perdão, amor, paz, fruto do espírito. São essas coisas que o Espírito Santo vem trazer, né? Cred. >> Muito bom. Muito bom. Gente, de fato, tem eh quando você faz, não é que porque a gente quer a oferta, mas é quando você faz uma pergunta num super chat, abre uma aba específica para mim aqui, então fica melhor para organizar, fica mais fácil, tá gente? Você pode dar R$ 1 e fazer a pergunta, beleza? Ó, o Jeferson pergunta o seguinte aqui, obrigado aos que deram super chat, não fizeram pergunta e tal. Vamos lá. Ele diz o seguinte: "O enchimento do Espírito Santo no Antigo Testamento está associado a um momento específico, a uma tarefa específica e no NT, a continuidade, Jefferson, já respondemos essa, eu acho, né, a princípio, né? >> Às vezes ele não tava ainda na live. >> Ele não tava na live ainda, mas a gente responde no início da live essa pergunta, tá bom, Jefferson? Ela é respondida assim: "O Espírito Santo no Antigo Testamento, grosso modo, é a conta gotas para casos bem específicos e tal. E no mas há uma promessa no Antigo Testamento de que vai vir sobre toda a carne, não só sobre o profeta, sobre o rei, sobre o sacerdote ou alguns poucos líderes ah entre o povo, né? Há uma promessa sobre toda a carne, sobre mulheres, né? Algo muito interessante que Lucas, né? Gosta de enfatizar o Espírito Santo sobre mulheres. Muito legal isso. Então, sim. É, mas o Espírito Santo ele vem e é derramado sobre todos ah aqueles que estão em Cristo ou na verdade ele é derramado sobre todos que estão em Cristo e também batiza aqueles que estarão em Cristo, né? Porque dá pra gente falar em dois batismos aí pelo Espírito Santo. >> Vou falar nada, tô calado aqui >> também. Não, >> não. Ah, mas po então dá. Cadê? O Gutierrez não me respondeu. Ele deve est Gutier. O Gutiérre respondeu: "Ele tá no supermercado." Ele tá no supermercado. >> Ele tá no mercado. Ah, Gutierrez, então tá bom. Compra aí um compra um. >> Gente falando de espírito. A gente falando de espírito e o Gutierrez lá comprando carne. >> Que que que coisa que coisa. >> Eh, uma coisa importante aí é que o Espírito Santo ele regenerava no antigo. >> Sim. Santificava também tudo. >> Santificava. Hebreus 11 vai mostrar que aquela galera lá eles tinham uma operação do espírito dentro deles. >> A grande discussão não é se o Espírito Santo regenerava ou não no Antigo Testamento. Ele regenerava. Tanto que ele regenerava que quando Jesus tá conversando com Nicodemos, que ele fala da água e do espírito e do nascer, ele diz: "Você é mestre, deveria saber dessas coisas". Portanto, havia no judaísmo uma ideia de que o Espírito Santo regenerava. Agora, a grande disputa é sobre a questão da habitação do espírito, o quanto eles experimentavam da presença de Deus. E aí é prova que no Antigo Testamento o experimentar da presença era sempre intermediado, né? Você tem a Torá intermediando, você tem Moisés intermediando, você tem várias coisas. Só que no Novo Testamento o experimentar da glória é direto, já não é intermediado por lugares. É por isso que Jesus diz: "Olha, agora não é naquele monte, nem nesse. Agora os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e no evangelho, que é a minha tradução lá pra verdade naquele contexto". Agora teria que decidir. >> Caraca, não. Tu solta uma dessa assim, irmão, pelo amor de Deus. Cadê meu chocolate? Verdade. João também para não me chamar. É bom. É. Não, não, não, não. Mas o o Gui, é que você tava olhando aqui a, a aba específica, mas eu fiquei de olho na outra. Tem alguém, tem muita gente perguntando de João 4, então você já pode. >> É, eu vi, eu vi, eu vi sobre o que adorar. >> Isso. É >> isso. João 4 é maravilhoso. Por quê? Porque primeiro a mulher chama Jesus de profeta. E samaritanos não acreditavam em todos em profetas, tá? Os samaritanos só acreditavam num profeta que era o Messias. Então, quando ela diz o seguinte: "Ah, vejo que tu és profeta". Ela não tá pensando em profetas como Isaías. Ela tá pensando em profetas como o Messias. E uma das coisas que o Messias ia trazer era justamente um novo campo de adoração, uma nova dimensão de experimentar da presença de Deus. >> E aí o que Jesus tá dizendo? Olha gente, não é nem naquele nem nesse. Agora o Messias trouxe esse novo momento de experimentar agora em espírito e nas boas novas. E é porque é verdade no evangelho de João. Aí vai pegar aí. Mas o o grande ponto é >> no Antigo Testamento regenerava. No Antigo Testamento a água já era colocada como essa função. Só que a habitação, o experimentar da presença, ele era intermediário. E aí Paulo tem um problemão com os cortios. Pra gente poder botar uma aplicação prática aqui. Os corintos achavam que os super apóstolos eram os novos Moisés. E aí, qual é o problema? Os esses superpóos estavam se aproveitando disso e dizendo basicamente o seguinte: "Eu sou o super". A ideia de super lá não é só que eles se achavam muito, né? A ideia de super é que eles estavam num patamar a mais, >> né? Um patamar a mais. Isso. Um outro patamar. >> E esse outro patamar era o patamar de grandes figuras do Antigo Testamento, como Abraão e Moisés. E aí Paulo vai dizer o seguinte, gente, não esqueça que Moisés colocava sim um véu sobre a sua face, bloqueando a glória para que as pessoas não morressem, né? Essa é a ideia. Aí eu tô não morresse. E agora nós não precisamos mais do véu, portanto não precisamos mais de Moisés. Portanto, com a com a com a face descoberta, contemplamos a glória de Cristo. >> E aí Paulo vai falar pelo evangelho, somos transformados de glória em glória. Ou seja, qual é a diferença, a meu ver, entre a operação do espírito no antigo e novo? É que no antigo o experimentar da presença era condicionado aos limites da aliança mosaica. >> Uhum. E agora o experimentar da presença é o que Jesus vai falar, o espírito sem limites, né? Jesus usa esse termo assim, então não fica como assim, né? Experimentar o o sem esse intermediado agora de de direto agora. Sim. >> Muito bom. >> Bom, falei demais. Foi mal. >> Alguma de de algum modo é porque eu sei que em grego a palavra é outra, né? Mas o culto racional lá de Romanos 12, que alguns interpretam por espiritual, inclusive usando a tradução que se faz geralmente em Primeira Pedro, né, dessa [roncando] palavra pur espiritual, de alguma maneira pode ser conectada com isso ou nada a ver. quando ele fala que o seu o sacrifício de si, que na verdade é esse culto, da mesma maneira, então assim, há há uma certa um certo desafio desses limites da aliança, no caso de Jesus com a mulher samaritana, o desafio do lugar e no caso de Paulo em Romanos 12, o desafio do sacrifício. >> Au! >> Ou é forçar muito por causa do racional que não é exatamente espírito, né? E aí [risadas] >> comenta aí se você entendeu a pergunta do Cacau, porque agora >> não, o Guilherme entendeu. O que importa é que o Guilherme, [risadas] vocês vem aqui, vocês vem aqui, vocês descem do Olimpo aí. A adoração no Novo Testamento, quando Jesus apresenta paraa mulher, é dizendo o seguinte: "Olha, agora a adoração de vocês vai ser uma adoração no espírito e vocês agora vão adorar numa dimensão onde vocês são transformados, ou seja, em verdade no evangelho. Então vocês não vão só adorar e voltar, vocês vão adorar e ser transformado. A presença, portanto, >> a da do agora, né, da habitação, é uma presença que transforma em espírito e em verdade. E aí eu entendo que o desafio de Paulo em Romanos, sim, é de que o culto racional ou o culto espiritual apresentar o vosso corpo como um sacrifício vivo, santo e agradável. É Paulo dizendo para eles agora essa disputa entre judeu, gentil e circuncisão de quem se corta, quem é que se corta aí é mais povo de Deus ou não? Esquece isso. Esquece que quem se corta é mais importante. >> Quem oferece o corpo como sacrifício é o que importa agora na nova aliança. Então ele tá dizendo assim: "O que é adoração na nova aliança? É quando eu entendo que marcas externas já não tem valor nenhum >> e de que agora a única marca que importa são as marcas de Cristo. Aí Paulo vai falar lá em Romanos, né? Vocês querem saber uma marca? Eu tenho uma marca aqui, não é a circuncisão que eu vou falar, não. Eu trago em meu corpo as marcas de Cristo. Então, em Romanos 12, culto racional, culto espiritual, é quando eu entendo que agora, dentro dessa nova dimensão do Evangelho, eu devo me sacrificar. Ou seja, o culto espiritual não reduz o meu sacrifício corporal físico, de servir a Deus, de colocar tudo em jogo. Ao contrário, a nova dimensão do espírito me faz entender que não é mais a circuncisão que eu tenho que operar, mas agora é todo o corpo que eu tenho que entregar. Essa é a ideia. puxa, puxando o que ele tinha dito lá no capítulo seis, né, de oferecer os seus membros como instrumento de justiça. >> Tem essa conexão, né, desse sacrifício >> ou >> isso >> que eu já li as pessoas fazendo esse essa conexão, né? >> Então, o Douglas faz essa conexão, Douglas não faz. Beleza. >> Então eu falo, mas assim, eu vi gente fazer, mas às vezes, né, [risadas] às vezes é muito datado. >> E toda essa tua fala aí, Gui, é legal que conecta e faz a gente entender o que Pedro vai falar também na sua epístola de nós oferecermos sacrifício, >> que às vezes é um, se a gente não tem essa dimensão, cara, como assim a gente oferece sacrifícios espirituais, né? O que que Pedro quer dizer com isso? Tá muito ligado ao que tu acabaste de dizer. Isso é sensacional. Tem mais uma pergunta aqui de super chat. Ah, qual a ordem? Vamos, deixa eu colocar aqui. Muito obrigado. Vamos lá. Qual a ordem do agir do Espírito Santo? Ele parte do buscar individual e se manifesta e aperfeiçoa na igreja ou ele parte da igreja e se aperfeiçoa no individual ou não tem nada a ver? Você entendeu que o Gs falou? Foi massa, viu? A gente leu isso aqui. >> Ele falou: >> "Dug, eu botei na tela. Dues, eu botei na tela do". Cara, eu não consigo ver que que tá acontecendo aqui. >> É que tu se concentra no conteúdo, irmão. Deixa que a gente olha pra tela aqui. Tu se concentra no conteúdo aí que tá tudo certo e que a gente quer aproveitar aí. Não, mas eu botei que o Guti fala dos dois batismos, né? Eu botei na tela assim. É, é que é como eu creio, né? Tem o batismo no corpo de Cristo e o batismo para ser cheio do poder, para sair por aí arrebentando tudo e e e falando de Jesus e ganhando al >> Eu ainda acredito em vários, viu? Nossa, >> vários batismos, mas não é, não são revestimentos de poder, mais ou menos assim, que tu só troca batismo por revestimento. >> Tem o Batista, o Ana Batista e o polibatista, que é o >> que é o [risadas] que é o polibismo. Então eu acredito que eh e aí talvez o que é o que me faça mais carismático do que pentecostal, né? Eu acredito que eh em Atos eu tenho várias experiências que tanto uma se enquadra dentro do testemunho, mas outra se enquadra dentro de outra experiência comunitária e outras experiências. Então eu entendo que a decorrer da vida cristã a gente vai experimentando experiências, sendo batizados em em várias experiências. >> Sim. Não, isso eu creio também. Acho que o Gutier quer dizer isso também. No no no no NT, a analogia conjunta de batismo e espírito abarca tanto regeneração, ou seja, a conversão, né? Eu sou batizado pelo espírito no corpo de Cristo quando é quanto empoderamento. Aqui o Gutierrez escreveu errado porque ele é um péssimo escritor, né? >> Ó, Gutiérrez defendendo a regeneração bates aí. Tô brincando, tô brincando. >> Não [risadas] é? Opa. Isso. E e a ideia do empoderamento, né, que é muito forte na teologia. Aliás, a diferença da teologia lucana e paulina é essa, né? Tem aí Paulo tem uma ênfase mais ontológica e tal. E no no no Lucas Atos é uma questão mais de empoderamento para a obra, né? Em Lucas é muito claro isso, Lucas no né no Evangelho e na em Atos é o empoderamento, o revestimento de poder. >> Inclusive essa essa isso que o Gér colocou aí é bom a gente manter em mente porque eu acho, só vou só jogar aqui, a gente continua o assunto, tá? que quando o CON fala do Strondot, naquele livro dele de Lucas, eh, o CON vai fazer uma crítica dizendo que a interpretação do Strond com relação a Lucas, de que Lucas deixa claro uma segunda inspiração do espírito e tal, eu acho que o Cáo entendeu tudo errado do Strong. >> Olha que E olha que tu é tu é, não posso falar essa palavra aqui, tu é tipo, né, amigo amigão do Castro. Caro para mim é o ponta de linha das minhas caro assim, é Deus pai, Deus filho, Deus espírito santo, desce um pouquinho Carlson, >> porque o Carson escreve naquele livro A manifestação do Espírito Santo, uma crítica teologia eh lá no final. E sinceramente eu acho que não, acho que ele entendeu errado na época. Foi umas foi uma série de pregações que gerou o livro Manifestação do Espírito. Eu não acho que que teve edição, corrigido e tal. >> E é muito bom até. É um livro que tem muita coisa boa esse livro do Carson, né? Livro é fantástico, é principal. >> É, inclusive é um dos poucos em língua portuguesa que fala sobre dons espirituais >> em termos exegéticos, né? Sim. >> Em termos exeg porque, cara, o que que a gente tem de dom espiritual no Brasil, assim, grosso modo, a gente tem esse do Carson Sunstorms e eu só lembro desses dois, né? E claro, no livro do Gutierre tem capítulos que tratam sobre isso e tal, mas enfim. Gente, vamos lá, mais uma pergunta aqui. Antes deu do Anderson, mas a gente não respondeu. A gente respondeu do Anderson. >> Eu vou ler, eu vou ler, vou ler. Mas antes eu quero dizer o seguinte, galera. Eu, Cacau e Guilherme Nunes, a gente dá aula na EBT, tá bom? A escola Bibotal de Teologia que tem mais de 90 aulas gravadas, aula ao vivo toda semana. É nessa vibe. As aulas ao vivo com o piadoca de tiozão, com dinamismo, entendeu? vários ebooks, tá bom, gente? Vários PDFs que a gente fornece pros alunos, grupo privado lá no Telegram, é uma teologia sem rodeios, o link tá na descrição do vídeo. E nós acabamos de lançar um módulo sobre o Espírito Santo que tá com 20% off para o plano anual, mas só até 30 de julho, tá bom? só até 30 de julho. E o link tá aqui na descrição dessa. Vem estudar, gente, com a gente. Ó, a gente acabou de lançar um módulo sobre o Espírito Santo que, ó, já tem quem é aluno da EBT já tá com acesso, beleza? Só que vai vir mais aulas ainda para esse módulo. E tem, eu tô preparando aqui mais umas três, quatro aulas ainda que serão enxertadas nesse modo do Espírito Santo. Olha, botou até o óculos, hein? Que que isso, hein? Patropia da teologia. >> Sensacional. [risadas] Nossa. Mas vamos lá. Vamos responder a pergunta então. Aqui >> você entendeu a pergunta? Não, >> não. Eu vou ler de novo porque eu não entendi. Vamos lá. >> Ah, Bibo, qual a posição de vocês sobre oração em línguas? Depois a gente responde. Não, mas é que é do Anderson aqui, ó. Vamos lá. >> Ah, é. >> Qual a ordem do agir do Espírito Santo? Ele parte do buscar individual e se manifesta e aperfeiçoa na igreja ou ele parte da igreja e se aperfeiçoa no individual ou não tem nada a ver? Vocês entenderam [roncando] a pergunta dele? ou não tem nada a ver. >> Eu acho que eu entendi. >> Vamos lá. Vamos. Eu vou. Viemos agora para um deterpato. O que que o Espírito Santo faz primeiro? Ele forma uma comunidade e então atrai indivíduos ou ele atrai indivíduos e de indivíduos transformados pelo seu agir, ele forma a comunidade. Eu acho que é isso que ele quis dizer. >> E eu acho que e eu acho que as duas coisas estão interrelacionadas, porque >> eu também acho que são as duas coisas. >> É porque o espírito já precisa pensar num ou no outro. >> É, não é isso que tá Anderson. Não se não divide. Eu acho que essa sistematização ela não te ajuda agora para para pensar o seguinte. >> O Espírito Santo ele vem é Deus manda sobre o povo, entendeu? E tudo que Deus faz pro povo, ele pode até usar um indivíduo. No Antigo Testamento tava muito sobre alguns indivíduos. Aí tem o Pentecostes de número 11 e tal, mas é tudo para abençoar o povo, para estar no meio do povo. E no Novo Testamento mesmo é é sobre toda a carne. Então a gente tem ali Atos 2, depois temos mais um Pentecostes em Atos 4 e por aí vai. São manifestações que vão acontecendo e Deus vai agregando na comunidade. Então tenta não sistematizar muito assim. a gente tem uma tendência de diminuir esses aspectos mais corporativos da Bíblia, né, que que sempre tratam em em em termos bastante comunitários, em vários assuntos, né, em vários assuntos. >> E a gente é marcado mesmo por um certo individualismo, fruto aí do nosso tempo, eh, da modernidade pra frente, né? Uhum. >> Então é normal que a gente tente interpretar vários assuntos, não só a pneumatologia, mas a suterologia, um monte de coisa de um ponto de vista muito individual, né? Então foi muito bom que o o Guilherme desde o início aqui já definiu um tom bem comunitário para falar de vários desse assunto, né? >> Porque realmente é é um desafio e é uma necessidade, não é nem só um desafio pro nosso tempo, mas é uma necessidade, viu gente? E agora falando aqui como pastorzinho aqui, [risadas] é é muito importante, a gente essa visão da do agir do espírito em comunidade, na comunidade, eh os desafios da comunidade, e a para vários, quer ver uma coisa que às vezes a gente não pensa? Eh, se o espírito ele ele empodera, ele move, ele batiza quem o povo não achava que ia ser batizado, ele dá línguas para quem o povo não sabia se podia falar em línguas, se ele faz essas coisas meio que dando um bypass na liderança, nenhuma liderança eclesiástica pode ser eh dominadora, [risadas] porque o espírito que é o poder, o poder não tá nela. Então, se ela toma o poder para ela, ela tá tentando segurar o espíritos para ser um poder límite legítimo. E ninguém nunca fez isso. >> Então, uma liderança eh dominadora, ela será invariavelmente carnal, né? >> Uhum. >> Porque ela não vai poder ser uma liderança parte do espírito. É por não sei se é por isso. Não vou falar o que eu que eu vou acabar falando besteira. >> Ah, eu falaria porque eu senti que vinha uma coisa muito boa. >> Não, não, não, não. Mas não vem não. Eu tô eu tô eu tô dando um salto que não, que não era para dar. Que na hora o espírito falou: "Não, [risadas] brincadeira. Na hora eu percebi, mas assim, realmente esp, eu eu falo isso na igreja lá, né? Às vezes as pessoas, né? Até tem uma irmã da igreja aqui nos comentários, talvez ela vai identificar um papo que a gente teve, vou expor aqui para vocês, não tem problema, porque não era um espaço secreto, não era não era um papo secreto. >> A gente conversou e ela falou assim: "Pastor, posso fazer tal coisa?" E eu falei assim: "Irmã, o espírito tá fazendo, ele não me pede autorização nunca. [risadas] >> Sensacional. >> Vai lá. Então é isso, né? [risadas] >> É, é importante a gente entender que a concreticidade do espírito é a igreja. Então, às vezes a gente acha que a concreticidade do espírito, ah, são, eh, experiências, >> maravilhas, >> é, místicas, assim, eu não, e aqui eu tô usando até como tempo positivo, tá? Então, o ponto é o que é que me faz eh ver o espírito? É a igreja. Então assim, se eu quiser ver o a reis ver o pai, eu olho pro filho. Se eu quiser ver a igre, o espírito, eu olho pra igreja. Seja mais ou menos isso. Se eu fosse fazer uma um segundo evangelho a João cheio de heresia aqui, o filho diz: "Vocês querem ver o pai? Olhe para mim." E o espírito diz: "Vocês querem ver o espírito, né? Olhem pra igreja". Porque é ali onde ele tá trabalhando e a concretidade de tudo que tá acontecendo. Eh, e eu acho que a questão prática é essa, se o espírito é o principal pastor da igreja, como a gente vê em Atos, então a gente tem que ter cuidado para que as nossas ações não atrapalhem o próprio papel do espírito no transformar das pessoas. E eu acho que uma das coisas que faz com que a gente atrapalhe o papel do espírito é a nossa falta de paciência com pessoas que estão no processo de transformação. Vixe. >> Então, às vezes a gente perde a paciência, às vezes a gente começa a colocar regrinhas para ver se melhora rápido, às vezes a gente começa a fazer um tipo de discipulado que é fast food, tem que ser rápido, porque se não for rápido a coisa não acontece, a igreja precisa crescer. E toda essa atmosfera de velocidade muitas vezes atrapalha a operação do espírito, que olha, a gente pode observar na nossa própria vida, não tem essa velocidade inteira. Às vezes é um processo lento de transformação, devagar artesanal. Gosto de usar, é, gosto da cidade artesanal. Slow church. >> Isso não é em bloco, não é em não é em em linha de produção, né? Não é o fordismo da fé. Fordismo da fé. Pessoal, de >> vários. Nossa, nós levantamos vários termos aqui, hein? Pode ser títulos. Cada um de nós escreve um um, né? O fordismo da fé, slow church, igreja artesanal. >> Pronto. Pronto. >> Então, [risadas] sabe o quê? Eu tava num numa numa conferência no semana e e uma coisa que eu estava falando lá era o seguinte. Às vezes, eu acho que para algumas pessoas, às vezes a gente fez uma comunhão tão seleta que algumas pessoas precisam estar bem para poder participar dessa comunhão. É do tipo, eh, a nossa comunhão são só para certos tipos de pessoas. >> Uhum. Eh, por exemplo, pessoas com problemas mentais e deficiências e patologias e questões mentais, às vezes não se enquadra na comunhão que foi criada, porque é uma comunhão que foi criada simplesmente para uma linha de pessoa chamada o cristão evangélico brasileiro. E aí quando a gente pensa em comunhão, a gente pensa nesse perfil. Então, às vezes tá viciado o nosso perfil de comunhão, porque às vezes a gente diz assim: "Bem, você que tá em depressão, vamos lá, levanta, vamos rápido, vamos fazer isso, vamos fazer aquilo outro, vamos rápido, porque senão você vai estar pecando, porque senão você não vai estar na comunhão." Ou seja, pera aí, pera aí, pera aí. Quer dizer que aquela pessoa para se enquadrar na comunhão, ela precisa estar bem, >> cara. Então não tem comunhão paraa pessoa mal normal que tá doente, que tá com problema, então para participar precisa estar tudo direitinho. Então, às vezes, eu acho que são essas coisas que atrapalham o papel do espírito. É quando a gente tenta manufaturar transformação das pessoas com velocidade. >> Nossa, muito bom. Eh, o Gutierre está vai entrar aqui daqui a pouco, tá? Mas eu quero, o Anderson, ele fez um, ele deu um plus aqui na pergunta dele, mas essa manifestação do espírito na igreja se dá através do buscar individual ou esse buscar individual não influencia na manifestação do espírito na igreja? Então, Anderson, na minha opinião, eu acho que tu ainda tá atomizando demais. >> Mas eu acho que agora ele tá, a pergunta tem a ver com o a nossa parte no buscar >> a nossa parte. Exato. Exato. >> É a, por exemplo, falar em línguas, né? Sem sombra, aliás, sem sombra. Eu eu, cara, eu tenho a mania de falar isso e às vezes tem várias sombras de dúvida, mas eu tenho essa mania de de usar. Vamos lá, Paulo fala pra gente buscar os melhores dons dentro do contexto. Eu vou chamar o Gutierres aqui. Ah, não. Gutierrez foi lá, foi, foi no banheiro agora. Dentro [roncando] do contexto, >> só de essa live é maravilhosa. Essa live dentro do contexto ali, ó, de buscar os melhores dons, Paulo dá a entender que o dom de línguas ele, cara, vocês estão hiper valorizando aí o dom de línguas, né? parece entender isso que é uma super valorização do falar em línguas ali na comunidade de Corinto. Então, o dom de línguas não parece estar na prateleira dos melhores dons, né? Não sei como é que vocês fazem a exegese aí desse texto, depois eu gostaria de ouvi-los, mas no meu entender, o dom de línguas não parece estar nessa prateleira aí de melhores dons, mas ele é fundamental. Ele é ele é também fundamental, ele é importante porque um crente que busca o, né, que fala em línguas, ele edifica a si mesmo. E um crente edificado em si mesmo é uma bção pra comunidade. E pegando um gancho no que o o Gui falou, olha só, o fato de não atrapalhar o que o Espírito Santo tá fazendo, ó, muito obrigado. [risadas] >> Exatamente. >> Porque é o que o Cacau falou lá no começo também dessa live, que ficará salvo até o dia 30 de desse mês. Você pode ver depois do começo, mas cara, o Espírito Santo ele tá agindo e a igreja meio que vai atrás. É tanto que alguns falavam, né, atos do Espírito Santo por meio dos apóstolos, né? Não bem atos dos apóstolos, mas atos do Espírito Santo por meio dos apóstolos. E é isso. Então, não atrapalha o que Deus tá fazendo. Não atrapalhar já é uma coisa boa. Mas entendeu assim, eh, bem, eu responderia dessa maneira a questão do do Anderson. Então, buscar individual é bacana. Todo tem. Eu não posso buscar Deus pelo Gui, pelo cacau e vice-versa. Então, claro que todo mundo no corpo tem que ter essa consciência e essa busca. Complemento, pessoal. Resposta. >> Cuidado aí é o cuidado aí é pensar o seguinte, o meio da busca. >> Então esse é o ponto. Então, buscar com zelo os melhores dons. >> Qual? Como, né, a gente faz essa pergunta. Ixe, agora, agora, >> agora chegou o cara do dom, hein? Chegou o cara que domina o Espírito Santo aqui no Brasil. Agora cuidado aí. Lucas, o próprio A Lucas tá aqui, ó. >> Exato. >> Ele, ele é o ele é o detentor da franquia Espírito Santo. [risadas] >> Gente, o Gutierres é o autor desse livro aqui, tá, ó? E entre outros, mas esse aqui é da Thomas, que é parceira. >> Isso aí. >> Então, acredito que o buscar o Espírito Santo não envolve somente o ato da oração, que eu acho que é muito claro no texto de Paulo que ele fala sobre esse pedir, mas do servir à igreja. boa >> de tá ali se vindo. Eu tô buscando o espírito. Então, às vezes a gente acha que buscar o espírito seria me afastar da igreja para depois ir lá. E não é isso que a gente tá tentando argumentar. A gente tá argumentando que é no meu, na minha vida na igreja, na comunidade, na vivência comunitária, que eu experimento dos enchimentos do espírito, que eu experimento do espírito, que eu acho o meu dom, que eu vivo o meu dom. É nisso, né, >> Gutierres? Os seus dois centavos aí sobre tudo isso e tal, me diga para nós aí, ilumine-nos, já que a sua testa tá iluminada. Tá faltando skincare aí, hein? >> Não, aqui é porque eu tô com a luz na minha cara, literalmente. >> Que é luz artificial, podia ser do Espírito Santo, mas tudo bem. Ficou meio caído, né? A gente esperava mais. >> Verdade. Não, não. Eu só entrei nesse bate-papo só para falar que eu ouvi tudo aqui. Eu tô muito feliz. O que que eu fico feliz ouvindo no bate-papo desse? Tô ouvindo um Batista, um pastor Batista, Cacau. Tô ouvindo o Guilherme, que é um teólogo reformado. >> Opa. Eh, e tô ouvindo você, Bibbo, que é a síntese do que é um evangélico médio. Eh, [risadas] >> nunca fui tão humilhado ao vivo, cara. Eu nunca fui tão humilhado por um amigo. Olha, cara, parabéns. >> Perí, pera aí, cara. Pera aí. >> Nossa, mano, essa parte [limpando a garganta] aí depois vocês printam. O Gut me definindo o evangélico médio. Amei, amei. Tá na média. E na verdade eu sempre passei na média na minha vida inteira. Ó Deus, que eu passe na média aí também pro outro lado, pelo amor de Deus. Não, mas o o que me alegra é ver que a discussão do Espírito Santo hoje tá muito consensual, assim, >> é, >> basicamente a gente não tem uma um debate a sério. Ninguém tá colocando em dúvida, por exemplo, eh, a natureza dos dons para hoje. Esse tipo de debate já morreu no nosso meio. Então, quando a gente estuda o Espírito Santo e à luz de uma exagese séria do texto bíblico, eh, a gente vai chegar em conclusões muito parecidas e às vezes só vai fazer uma distinção eh de nomenclatura, mas que no fim todo mundo tá falando a mesma coisa, né? Então, só queria dar esse esse essa pequena observação aqui ao nosso evangélico médio. >> Ah, muito bom, muito bom. [risadas] Mas é isso, é isso, gente. Muito legal, ó. Muito obrigado, doutor. Obrigado aí aos professores da IBT. Gutieres também tem uma aula na sobre esse módulo. Vai ter mais, inclusive tem um texto, né, Gut? Você me prometeu. >> Isso. Eu tô te devendo. Tô te devendo. >> É, não, mas é isso aí. Vai no tempo, a gente vai fornecer também a galera aí. Ah, tem uma pergunta do super chat. Com isso, Gutierres responde essa aí. Aliás, todo mundo vai responder, né? Que é uma pergunta simples, né? Qual é, Bibo? Qual a posição de vocês sobre oração em línguas? >> Gut, responde essa pergunta aí. pergunta é bibo, qual [risadas] >> não, mas é qual é que eu sou roxo, pô. Sou roxo. Eh, então eu gosto de orar em inglês, cara. Eu me sinto que, pô, [risadas] é Deus. É brincadeira. >> Receber as bênçãos em dólar, né, >> gente? Bênçãos em dólar. Ah, se bem que tá embaixo agora, mas tá bom para investir em dólar. Mas vamos lá, gente. Qual é a posição de vocês sobre o orar em línguas ou falar em línguas? Gutierres, como se ninguém soubesse a sua. Diz aí. Então, Paulo, é muito claro ao dizer que o orar línguas é paraa nossa própria edificação, então tem um auto de edificação individual, por isso que deve-se evitar oração em línguas de modo coletivo, eh já que ele tem esse caráter, eh, de devoção mesmo individual, né? Eh, então, nesse sentido, o exercício do falar em línguas e da oração em línguas, eh, eu vejo, inclusive, e muitos exegetos vão concordar, que tá próximo daquela expressão que você estava discutindo de orações inexpremíveis de Romanos 8, né? Eh, tá pró. Ah, >> não acredito do Tierres. É, te dar, vou dar um beijo na tela aqui. [risadas] >> Até o R vai nessa direção, porque é a ideia >> é a ideia de que a oração nem sempre vai ser eh inteligível, mas que a alma humana, auxiliada pelo Espírito Santo, vai poder fazer orações muito profundas, sem nenhuma palavra exatamente no nosso idioma. Cara, eu eu eu então eu penso desse jeito, >> mas eu tava com medo de falar e parecer ofensivo. >> Nossa, [risadas] Cacau, meu Deus, Cacau. Ô, gente, olha por por libertação do Cacau aí, >> porque eu penso, eu penso com medo de assim, não, não, não, não, não, não, não. Eu tava com medo de ser ofensivo contra o Gutierrez, que é o pentecostal. Porque porque eu pensei assim, cara, mas assim, eu não sei se essa perspectiva pentecostal e me parece que não. E e eu tenho esse conhecimento só teórico assim, quer dizer, nem um conhecimento, é um insight teórico, não é prático, né? Então tava vendo, falei: "Ai, meu Deus, não sei se eu vou falar". Mas o Gutiérrez falou exatamente o que eu penso, cara, eu penso exatamente desse jeito, essa essa conexão com o com esse esse sentido do horário inexprimível do espírito, sabe? E realmente >> muito bom. >> É isso. >> Quer falar aí? Ô, ô, Senhor Nunes. >> Não, não. Iretocável. Iretocável. >> Iretocável. Muito bom. Muito bom, gente. Que sensacional. Há uma coisa que eu termino essa live dando uma pequena, uns dois centavos também, que eu acho que é algo que nós na igreja, ah, eu penso que uma das uma das coisas de ser cheio do Espírito Santo para nós nesse nosso tempo de igreja evangélica eh fraturada, a irmãos se digladiando nas redes sociais, enfim, tanto mau testemunho sendo publicado. Hoje em dia, as redes sociais, os meios de comunicação, de forma geral, eu penso que nós precisamos pedir mesmo, né, para que Deus nos encha mais com seu espírito de porque eu penso que o Espírito Santo ele promove também, eu vou usar uma palavra aqui e eu sei que ela não é bem vista por alguns irmãos, mas eu peço que eles entendam o que eu quero dizer agora. A, o Espírito Santo promove a ecumene, ele promove um ecumenismo. E aqui utiliza a palavra ecumenismo dentro do guarda-chuva do cristianismo, OK? dentro do guarda-chuva do cristianismo, eh, que eu uso essa expressão, mas eu acho que ela é muito boa, é uma palavra boa que a gente às vezes demonizou ela de forma, eu acho, errada, que é uma palavra boa, na minha opinião, e a gente precisa buscar essa unidade, essa ecumene. E o Espírito Santo promove isso. A gente é uma prova aqui disso, né? Nós temos pessoas de confissões diferentes aqui. Nós quatro aqui pensamos alguns assuntos diferentes em, sabe, coisas periféricas. mais que alguns. >> Exato. E eu penso que o Espírito Santo promove essa ecumênia que nós tanto precisamos no meio evangélico, sabe? No meio cristão, tá? No meio cristão para abrir ainda um pouquinho mais. E a gente precisa orar mesmo. Senhor, eh, sabe, enche-nos, né? Sabe, derrama mais. A gente precisa de mais. Enche-nos, né? Deixe se encher pelo espírito. Vamos pegar Efésios 5:18. Para quê? Para fazermos a obra de Deus. E a gente para fazer bem a obra de Deus, ou seja, esse corpo que representa a presença de Deus no mundo, é uma igreja composta por pessoas que pensam questões periféricas de forma diferente, mas temos um núcleo duro, temos, ou seja, e quem que é esse? É Jesus. Estamos todos em Cristo. E o Espírito Santo promove essa consciência de unidade. E a gente precisa desesperadamente disso, até porque tem uma oração também sobre nós, né? Jesus ora por nós em João 17. E isso vai se concretizar por meio do Espírito Santo, a terceira pessoa da trindade que está entre nós e que nos capacita para vivermos isso. Então, a gente precisa ser cheio do Espírito Santo para termos essa unidade da igreja, para promover esse ecumenismo ah que é tão vital nos dias de hoje. Por quê? Porque o nosso testemunho não vai ser completo se a gente ficar focando em questões marginais e não focados naquilo que é o centro do evangelho, aquilo tudo que Deus está fazendo e vai fazer no mundo por meio da sua igreja. Beleza? É isso, meus irmãos. >> Rapaz, eu vou dizer o seguinte, se esse é o evangélico médio, [risadas] errado, porque esse nível aí tá muito alto, cara. [risadas] Tá acabando com que que é isso, cara? Olha aí, olha aí, olha aí, olha aí, olha aí. >> [risadas]