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A fé vem pelo ouvir

Cheios do Espírito Santo – BTCast 642

Cheios do Espírito Santo – BTCast 642

Cheios do Espírito Santo – BTCast 642

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Muito bem, muito bem, muito bem! Está no ar mais um BTCast! Neste episódio, Rodrigo Bibo recebe Cacau Marques e Guilherme Nunes para uma conversa franca, bíblica e provocativa sobre o que significa ser cheio do Espírito Santo. Entre risadas, provocações e boas referências, o trio mergulha em um tema que, ao mesmo tempo, é central para a vida cristã e frequentemente distorcido — seja por exageros emocionalistas, seja por um racionalismo que esvazia a experiência com Deus. Ao longo do episódio, discutimos se a plenitude do Espírito é um evento pontual ou um processo contínuo, se está necessariamente ligada a manifestações visíveis ou a uma vida marcada por santidade, obediência e transformação. Também encaramos de frente os clichês evangélicos e as polarizações que muitas vezes impedem uma compreensão mais bíblica e equilibrada do tema. Em meio a debates contemporâneos sobre dons, experiências espirituais e vida comunitária, este episódio convida você a revisitar suas próprias convicções e a redescobrir o que significa, de fato, viver uma vida cheia do Espírito — longe dos extremos, mais perto das Escrituras.

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Playlists legais para você maratonar:

– Série Gigantes: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYAK7V6Bz-YUuESPPiCi6Gy2B
– Série Os Outros: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYALUz4ZnUbe1id7GI4BVDs-O
– Série Aliança: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYALKeBBgfaSYx_7eWJWPKN3k
– Série Parábolas: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYALmTOownlMJJ_SGOsn1R0Mr
– Série Origens Cristãs: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYALjBXZp2y9551ayHWhdKBS5
– BTCasts MC: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYAInhfKseQ-DMuNBW1V081oF
– BTCasts ABC2: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYAJQRa75AUS1NKO-lWMikCot
– BTPapo: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYAIbR1ZXQYUseXslZ75CGud9

Legendas automáticas:

Começa agora o BTC.
Teologia é nosso esporte.
Muito bem, muito bem, muito bem. Começa
mais um BTC de número 642.
Eu sou Rodrigo Bibo e quero estar cheio
do espírito para estar vazio de mim
mesmo cada vez mais todos os dias. Esse
é o desafio, galera. Um BTC muito legal
que você vai ouvir agora, que é uma aula
que eu dei junto com Guilherme Nunes e
Cacau Marques. Você sabe como essa dupla
aparece aqui no Bibotal que a coisa é
boa. Então, sério, fica aqui nesse BTC
porque você vai ter uma grande aula com
esses dois homens, dois batistas, né?
Olha aí. Dois batistas, dois pastores
batistas. Que sensacional. Sério, gente,
que aula incrível vocês terão agora. Ou
melhor, né? aula, não, um bate-papo
entre eu e esses dois amigos queridos
neste BTC. Lembrando que você pode ver a
gente no YouTube, mas se quiser você
também pode ouvir a gente no Spotify. Eu
acho que voltou no Dieser agora, não sei
como é que tá, ou em outras plataformas
de podcast. Você que tem iPhone, tem um
aplicativo de podcast nativo aí do
iPhone. Você tem todos os nossos
podcasts, todos não, né? Os de antes de
2018 eles saíram da plataforma por causa
de direitos autorais, tá? Um dia, quem
sabe, a gente reposta eles. Não sei,
muita coisa mudou, né? O pensamento
mudou também, enfim, mas já tem muita
coisa boa para você ouvir aqui desde
2018, tá bom? Mas antes, é claro,
rapidinho, os recados paroquiais,
rapidinho, rapidinho. Vamos lá. E nos
recados paroquiais dessa semana
seguinte, 15, deixa eu conferir, 15, 16
de maio. Põe na tela aí, Rafa, para não
dar problema. Olha aí, ó. Ó, você tá
vendo? Olha que conferência incrível que
você vai poder vir aqui em Joinville,
Santa Catarina. 15 e 16 de maio, Vítor
Fontana, Guilherme Nunes, Alexander
Stalrefa e eu com a conferência
teológica EBT, o Cristo completo. Gente,
vai ser muito legal. Primeira
conferência que a gente está organizando
da nossa escola e poxa, né? Vai ser
legal. Joinville, a minha igreja fica
bem no centro da cidade, tem shopping
para você almoçar, Airbnbs, hotéis,
enfim. Faça esse esforço relacional.
Venha em maio aqui em Joinville e Santa
Catarina para a nossa conferência
teológica EBT O Cristo completo. Sexta à
noite, sábado de manhã e sábado à noite,
domingo, que você já retorna para sua
casa, edificado, cheio de conteúdo,
muita coisa boa para pensar, para
aplicar e quem sabe, né, com o coração
cheio do Cristo, completo do Cristo.
Tenho certeza que vai ser muito legal
essa conferência teológica. Ainda temos
vagas, OK? Ainda temos vagas. Eu
coloquei 150 vagas. Talvez até eu
consiga aumentar mais algumas vagas, mas
enfim. Por enquanto só tem 150, mas
ainda tem lugar para você. Então corre
garantir a sua vaga na Conferência
Teológica EBT. Recebam, senhoras e
senhores, Guilherme Nunes com a gente.
Quero palmas aí nos comentários. Palmas.
Gui, fala comigo, Gui, você tá bem?
Fala, amigo. Estou bem, graças a Deus, e
muito ansioso para esse tempo que a
gente vai passar junto aqui.
>> Gui, vamos lá falar um pouquinho sobre
ser cheio do espírito ou ser cheio pelo
espírito. Já começo com essa aqui pra
gente começar a pensar se tem uma
diferença, se no fundo querem dizer a
mesma coisa, porque e aí tem as duas
coisas na escritura. É uma boa pergunta
pra gente começar. Aliás, pessoal, vou
contar um segredo pra vocês. Não tem
pauta essa live. Aliás, eu tô há 12 anos
fazendo podcast e conteúdo na internet
sem pauta. É, o que que é? É Espírito
Santo [risadas] e claro, e os meus
amigos mega inteligentes que dão conta
de das perguntas que eu faço para eles,
né? Então, que eu acho que é uma boa
pergunta pra gente eh começar. Cheios do
Espírito Santo. Cheios pelo Espírito
Santo. Eu posso falar das duas coisas em
tempos diferentes. Como é que você, como
professor de Bíblia, entende essa
questão? É, é uma pergunta importante,
uma pergunta que vai envolver como a
gente ler a palavra ser cheio no antigo
e no novo. Então, vai existir uma
diferença no antigo e no Novo. No Antigo
Testamento, a gente vê que alguns
personagens ali foram cheios do
espírito. Nós temos José, que a Bíblia
diz lá em Gênesis, no finalzinho, de que
José foi cheio do espírito. Nós temos
também, ah, o livro de Juízes é cheio,
cheio cheio de de referências, onde
juízes como Gideão foram cheios do
espírito. Só que naquele contexto ser
cheio do espírito era num contexto de
capacitação para alguma obra. Então, eh,
não era necessariamente como no Novo
Testamento que vai envolver
transformação. No Antigo Testamento,
>> o espírito realmente a pessoa era cheia
com o próprio espírito de Deus. Lá o
espírito era o conteúdo do enchimento.
Então, por que que aqueles caras faziam
tanta coisas, tantas coisas eh
profundas, tantas missões para Deus em
Israel com tanta intrepidez? porque o
espírito agia neles. Então, se a gente
imaginar uma garrafa assim, eh, o
conteúdo que estava dentro deles, a aqui
dentro era o espírito. Então, essa é a
ideia no antigo. Quando a gente chega no
novo, aí a gente tem o texto de Efésios,
que é um texto lá em Efésios 5:18, onde
Paulo vai falar sobre ser cheio. Só que
lá a gente tem duas opções, né? Eu não
sei qual é que o amigo Bibo abraça, mas
nós temos o ser cheio eh do espírito,
né? Ou seja, o conteúdo
é o espírito
>> ou ser cheio pelo espírito, ou seja, é o
espírito que me enche de algo e não
necessariamente que eu sou cheio dele,
tá? Então essas são as duas opções que
nós temos.
>> Duas opções. Mas vamos lá. Vamos lá.
Temos essas. Vamos testar o cacau aqui
que eu gosto do cacau. Eu amo o cacau.
Vamos lá. Oi, Cacau. Fala comigo.
>> E aí, beleza?
>> Ô, Cacau, como é bom ouvir sua voz. Só
de ouvir sua voz. Brincadeira. [risadas]
Tudo bom, Cacau? E aí, você tá bem?
>> Viu que eu tô de cenário novo,
>> vi? Eu adorei esse cenário. Queremos
esse cenário no betpapo. Gente, tá uma
ótima imagem para dar um print agora,
hein? Todo mundo sorrindo pra galera dar
um print e divulgar essa live aí nas
redes sociais. Vamos lá, ó. Aqui, ó.
Printou aí, ó. Ah, ah, garotada. Muito
bom. Ficou, ficou legal. Ficou legal.
Vamos lá. Cacau, você quer comentar um
pouquinho sobre essa questão de ser
cheio do ser cheio pelo ou a gente segue
adiante aqui?
>> Eu acho que essa essa definição aí do
Gui, eu não gostei. Eu asmei.
>> Boa. [risadas]
Sensacional. É isso. É assim que se faz
teologia [risadas]
com
>> Exatamente. Exato. Mas vamos lá. Eh,
Cacau, não sei se ia falar, mas eu eu te
eu te interrompo porque tu é tu tá
comigo toda hora e a gente se corta
mesmo, igual o marido e mulher. que o
áudio tá baixo aqui, vou aumentar um
pouco,
>> tá? O teu áudio tá um pouquinho baixo,
Cacau. Dá um ganhozinho de leve aí.
>> Melhorou, melhorou.
>> Mas vamos lá. Ô, Gui, ainda que você
citou o Efésios 5:18, né? Deixe se
encher pelo espírito, nessa questão
passiva, né? deixe se encher pelo
espírito. Mas a gente tem no Novo
Testamento, ah, eu gosto de muito de
Atos capítulo 4, e o pessoal estava
cheio, né, do Espírito Santo. E na
teologia lucana, ela ela reverbera muito
essa questão de estar cheio do Espírito
Santo. Então, né, cheios do Espírito
Santo e eles ficaram cheios do Espírito
Santo. A gente percebe muito na pena de
Lucas essa questão. O que me leva a a
sei lá, a pensar se tem distinção ser
cheio do espírito e ser cheio pelo
espírito. Por quê? Porque ser cheio do
espírito é ser cheio da presença de
Deus. Ser cheio pelo espírito, ele vai
te encher de quê? Vai encher, vai encher
dele mesmo, né? É Deus,
>> né? Que ele é Deus. Então, dá pra gente
de alguma forma tentar concatenar dessa
forma?
Eh, bom, boa, boa, boa, boa questão.
Então, realmente, muitos autores
entendem que não existe uma diferença
entre ser cheio pelo e do, né? A, e aí
para o pessoal entender bem a diferença
que em ser cheio do espírito, eu sou
cheio com o Espírito Santo. Ele me
enche.
>> Ser cheio pelo Espírito, ele é o
instrumento que me ende.
>> A, o argumento do Bíbl é muito, é muito
legal, porque nos dois, eh, no espírito
me enchendo, eu sou cheio, ele me enche
com o espírito, com com Deus e e o
espírito é Deus. Então, se eu sou cheio
dele, eu sou também sou cheio de Deus.
Então, seria isso. Só que quando a gente
tá trabalhando na teologia eh bíblica,
algumas coisas, algumas linguagens
lucanas são muito importantes quando a
gente faz conexão com o Antigo
Testamento.
Então, eu entendo que em Lucas ser cheio
do espírito é uma conexão com as
promessas eh que nós temos no Antigo
Testamento de que Deus agiria no meio de
um povo para um povo. Então, ao passo
que na teologia paulina me parece ser
algo que começa, não é o fim, mas começa
no indivíduo,
em Atos, a ideia é que o espírito está
se movendo entre o povo. E aquele
espírito, no Antigo Testamento, ele era
cheio, capacitado para atuar pró Israel.
em atos, ele é cheio para e capacitado
para atuar para as nações. Então, há há
essa ênfase ainda de atuação com poder
em Atos, ao passo que Paulo seria algo
mais individual e algo mais
transformador, né?
>> Uhum. Perfeito. É, em relação à teologia
lucana, é muito louco você pensar,
porque primeiro que Lucas é a é o
evangelista que mais fala sobre o
Espírito Santo. Ele é, né, a tanto Atos
quanto o Evangelho de Lucas, ou seja, a
obra lucana, o Evangelho e Atos é regado
do Espírito Santo. E esse lance aí do
Espírito Santo que prepara um povo e que
é muito louco porque e tá muito presente
porque desde a comunidade, né, Jesus tá
cercado por uma comunidade profética que
entendia que a presença do Espírito
Santo marcava o tempo do fim, né? Isso é
muito legal e isso tá muito presente na
teologia de Lucas ali, essa presença do
Espírito Santo agindo nessa comunidade
profética onde Jesus nasce, né? Tem eh
Lucas tem acho que tem bastante detalhe
ali do próprio João Batista e tal,
justamente por conta dessa ideia de uma
comunidade profética da onde viria o
Messias, né? Então essa preparação ah de
um povo que vai testemunhar de Deus.
Isso é muito legal. Cacau. Alguma
contribuição até aqui? Aliás, by the
way, eu quero esse cenário em todas as
nossas gravações agora. Isso é uma
ordem, tá? De alguém que não tem o
mínimo domínio sobre você.
>> Exatamente. [risadas] Eu ia dizer, você
não pode fazer nada,
>> nada, absolutamente nada. Só expressar
aqui o meu desejo para as 280 pessoas
que estão assistindo e que eu peço
encarecidamente que se você acompanha o
Betapo, o programa que eu faço semanal
com o Cacau, eu peço que você sempre que
o Cacau não aparecer nesse cenário, você
reclame nos comentários, por gentileza.
É o máximo que a gente pode fazer.
Obrigado, Cacau. Agradeço a oportunidade
em nome de Jesus. Amém. Ai, ai,
[risadas]
>> mas é muito, é muito interessante essa
colocação e essa percepção, né, do
Espírito Santo na obra de Lucas,
especialmente em Atos e essa ligação
desse agir do espírito no mover a
no mover a igreja para as nações, né?
Porque é comum quando a gente fala sobre
o Espírito Santo nas nossas comunidades,
a gente trazer essa ideia de liberdade,
né? Essa ideia de um romper que o
espírito vai e toma. E
então a gente fala muito sobre aspectos
até sociais a partir do espírito, né? A
gente coloca essas questões todas, mas
e isso não é uma invenção nossa, né?
Isso aí a gente vê na Bíblia, no livro
de Atos, esse espírito levando a igreja
para além, né? Levando a igreja para
além e no sentido, inclusive de ser ele
que vai dar os sinais de que as pessoas
de fora daquela aliança eh da
circuncisão também fazem parte do mesmo
do mesmo corpo, né? Porque eles recebem
do mesmo espírito, manifestam o mesmo
tipo de sinais que eles viram nos
apóstolos. Então, é muito interessante.
Eu eu gosto, eu eu eu olho pro pro
Espírito Santo em Atos e eu fico muito
consolado como pastor, viu, gente?
colocar aqui esse essa nota biográfica
aqui,
>> porque eu acho eu acho curiosíssimo como
em Atos
>> o espírito tá fazendo as coisas e os
apóstolos estão correndo atrás meio sem
entender o que tá acontecendo. [risadas]
Uhum.
>> Porque Jesus não falou que aquelas
coisas iam acontecer daquele jeito. Ele
não falou a questão dos gentios. Ele não
abordou essa questão. E de repente eles
têm que se reunir, falar: "Gente, que
que tá acontecendo?" O povo lá em
Antioquia tá tá recebendo igual a gente
e agora como é que a gente resolve essa
parada aí, né? Então essa essa
essa novidade do espírito, esse poder do
espírito, essa presença de um Cristo que
está vivo no meio do povo, morre,
ressuscita, fala: "Eu vou ao céu, mas eu
não deixarei vocês sozinhos, eu deixarei
o consolador". E aí esses sinais todos
de que eles de fato não estão sozinhos,
né? Nesse mover missional do espírito
por todo mundo, né? Então, quando o
Guilherme falou sobre isso, eu falei:
"Ah, agora deu uma encaixada aqui. Tem
várias coisas sobre atos que eu acho tão
interessante isso aqui. Galera,
interrompendo rapidão aqui o raciocínio,
só para dizer o seguinte, que uma aula
como essa que você tá tendo aqui,
existem várias outras num curso que nós
criamos sobre a pessoa do Espírito
Santo." O Espírito Santo no Antigo e
Novo Testamento, no ministério de Jesus,
dons espirituais, o fruto do Espírito,
sabe? aqueles temas mais polêmicos
envolvendo o espírito, como blasfêmia
contra o Espírito Santo, sensacionismo,
continuímo, o falar em línguas. Sério,
aqui na descrição deste BTCash tem o
nosso curso sobre o Espírito Santo,
apenas R$9,90,
parcela única, acesso por um ano e ainda
você tem mais de 9 horas de conteúdo
material adicional, sério. Vem para esse
nosso curso sobre o Espírito Santo.
Tenho certeza que você não vai se
arrepender de fazer esse investimento.
Só R$9,90, parcela única e acesso por um
ano. Só vem. Eu eu eu poderia dizer que
a função da presença do Espírito Santo,
tanto no antigo quanto no novo,
tem esse papel missional,
daria pra gente entender que a função de
ser cheio do espírito [roncando] é uma
função missional, tornar Deus conhecido
ou não? No Antigo Testamento é uma
parada mais local, nacional, preservar a
existência de Israel. Ou eu já consigo
mesclar também com o chamado de Abraão,
né? Porque a gente tem o Pentecostes de
Números 11, né? Onde o espírito de
Moisés é repartido ali sobre a galera e
tal. [roncando] Inclusive, né? Tem uma
rima bem interessante de Números 11,
Atos 2, enfim. Mas eu poderia entender
que
>> Joel,
>> Joel é não, Joel 2, a gente vai ter que
falar hoje, com certeza. Mas essa ideia
de eu poderia entender o ser cheio do
espírito como uma marca, como algo que
Deus dá, que Deus faz com intuitos
missionais ou o que que vocês pensam
sobre isso?
Bom, eu acho que eh uma coisa importante
notar é como o Espírito Santo ele é
ligado com o termo justiça no Antigo
Testamento. Então é tanto que em alguns
momentos ele é o espírito da justiça,
ele é o espírito que traz justiça. E o
problema é que quando a gente entende
justiça como o como sendo unicamente
retribuitiva, justiça é quando Deus faz
algo e retribui algo à pessoa, aquilo
que ela merece ou não. Só que Deus ser
justo no Antigo Testamento e em muitos
lugares não é tão retribuitivo a ideia.
Davi, por exemplo, diz: "Senhor, eh, ser
justo para comigo, exerce a tua justiça
para comigo". num contexto em que ele
tinha pecado, por exemplo. Então você
imagina um cara que pecou pedindo para
que Deus exercesse a sua justiça. E
geralmente ele diz: "Senhor, seja justo
aqui tem coragem, hein?"
>> Então, [risadas] imagina e o cara diz
assim: "Senhor, ser justo para comigo
por amor ao teu [limpando a garganta]
nome". Então fica assim a pergunta: será
que justiça tem simplesmente essa ideia
de ser retribuitiva, de Deus exercer
algo ali condenatório ou não? E eu penso
que não. A ideia de justiça para o na
construção
salmística e também nos profetas é que é
justiça é Deus sendo fiel. A ideia é a
fidelidade de Deus. Deus fez uma grande
promessa em Abraão de ter um povo para
si e esse povo se estenderia e abraçaria
também seria bênção para todas as
nações. Ok? E aí Paulo diz assim: "Olha,
Gálatas 4, vocês lembram que ele fez
essa promessa e ele criou então o o
filho da escrava e o filho da promessa?"
Pois é, olha como vocês são filhos da
promessa. Ele deu o espírito para vocês.
Então Paulo faz uma conexão entre a
grande promessa de Deus por meio de
Abraão com o espírito. O que que isso
tem a ver com justiça? É que justiça, e
aí eu tô com tio Tom aqui em Wht, é que
justiça é Deus consertar tudo, deixar
tudo, ser fiel ao seu plano. Então, para
Deus ser fiel ao seu plano, ele promete
o espírito. E Paulo faz essa conexão em
Gálatas 4. Ele diz assim: "Lembra que
Deus disse que ia ser fiel ao plano dele
de levantar uma família e por meio dessa
família abençoar todas as nações para
consertar tudo?" Pois é, ele foi fiel,
ele foi justo e ele já começou a fazer
isso por meio do espírito. Por que que
eu tô dizendo isso? Porque nessa visão o
espírito deixa de ser individual, que é
um um dos problemas na pneum na igreja,
assim, quando a gente tá falando de
espírito, porque a gente pensa no
espírito somente algo para nós que faz
algo em nós que que de repente é tanto
que o fruto do espírito é estranho. Eu
acho muito estranho algumas pessoas,
não, alegria é alegria em mim
simplesmente o amor é o amor por mim.
A paz é a paz.
>> Eu tô tão feliz que você disse isso,
Guilherme, mas tão [risadas] feliz
porque acho que eu eu fiz eu dei uma
aula inteira sobre o fruto do espírito
só falando sobre a característica
comunitária do fruto espírito. Eu tô
muito feliz com [risadas]
>> E Paulo diz, né? Você olha, existe a
mansidão. Mansidão é para o próximo,
gente. Alegria em Paulo.
>> Exato. Longanimidade é pro próximo que
enche o saco. Porque se ele não encher o
saco, você não tem que ter
longanimidade.
[risadas]
>> É essa fala aí do espírito, do do fruto
do espírito do cacau me quebra as
pernas. Porque [risadas]
exatamente, mano. Paciência, né? Essas
coisas e tudo. É, se tu pedí o fruto,
vai vir os exercícios, né? [risadas]
Então, e e o que e o o grande ponto
bíblico, esse esse lance que você diz
que o espírito existe essa conexão
missionária, eu colocaria o espírito é o
responsável pela missão global de Deus
de consertar todas as coisas que foram
destruídas em Adão. O espírito é
sensacional. Não, só um pouquinho. Fala
de novo aí que eu vou botar tu grande na
tela para ficar bem bonito. Vai.
[risadas]
O espírito, ele é aquele que tem essa
função global de fazer justiça, de
consertar as coisas, de mostrar que Deus
está sendo fiel ao seu plano de
estabelecer nova todas as coisas. O
espírito é esse responsável. Então,
>> sensacional. Uhum. Muito bom. Muito bom,
Cacau, seus dois centos.
>> E isso não tem como, isso não tem como
ser algo que vai na direção da
humanidade toda, né? já que esse é o
mover, vamos dizer assim, né, que a
gente vai encontrando dentro dessa
missão de Deus, né, puxando um pouquinho
o outro right agora, não Tom. Cris,
[risadas]
Christopher W,
>> um Deus que tá caminhando nessa
reconciliação que não é uma
reconciliação de um indivíduo, de um
povo, mas é de toda a humanidade nesse
indivíduo que é Jesus, que é de um povo
escolhido entre os povos, que é de um
homem escolhido entre os homens, né?
Então, esse processo, né? Então, você
vai encontrar essa essa questão do
espírito, eh, ainda que ele tenha uma
série de de ações,
posso dizer até que identificam o povo.
Por exemplo, os o espírito tá nos reis,
né? Ele ele tá ali atuando sobre os
reis. O rei é uma figura do povo, né?
Mas ele aparece com essa expectativa,
né, de ser eh eh
um espírito que inunda a terra, entre
aspas, né? Quando até no no próprio
profeta Joel que fala que o espírito
descerá sobre toda a carne, né? Então
essa ideia dos povos mesmo, porque
consertar tudo tem que passar por isso,
né? Tem que passar por isso, tem que
passar porque em Adão nós temos o
antecessor de todos os povos, não só ali
de de Israel, né? Então
>> tem que conectar tudo. Então acaba que
vai ter essa conexão missional de
qualquer jeito, né? Vai ter esse esse
poder de Deus restaurando. Mas eu achei
linda essa definição aí, né? Responsável
por ir justificando ou colocando justiça
em tudo que tá desajustado, né?
>> Aliás, ô ô ô Nunes e Cacau, isso liga
com a ideia de plenitude. Quem é que
trabalha isso? Paulo aos Efésios.
>> Isso. A plenitude de
[limpando a garganta] Deus.
>> Isso trabalha.
É, porque o que que seria, o que que
seria Deus consertar e deixar eh todas
as coisas de novo no seu lugar? Seria
Deus trazer o shalom, né? Porque a
conexão entre justiça eh e paz são duas
conexões que não se perdem no Antigo
Testamento. Então, ele traz essa justiça
para deixar todas as coisas nesse lugar,
ou seja, trazer o shalom. E o
experimentar desse shalom é o macários,
é a bem-aventurança.
Então, quem é o bem-aventurado? É aquele
que participa do plano de Deus de
consertar todas as coisas, ao passo que
ele é um instrumento pelo qual as coisas
estão sendo consertadas também, né? Por
isso que ele diz assim, ele é o
pacificador, ele é o misericordioso. Ou
seja, ele tanto experimenta a
bem-aventurança,
>> que ele é um bem-aventurado, que ele tá
experimentando o shalom, que é a
justiça, e ele experimenta porque ele
também é um instrumento de estabelecer
isso. E aí, qual é o ponto de Paulo em
Efésios? é de que Deus fazer justa e
consertar todas as coisas e trazer esse
shalom, essa harmonia de novo é
simplesmente a sua presença preenchendo
tudo. Então é cheios da plenitude de
Deus. Então cheio da plenitude de Deus é
o termo de Paulo diz o seguinte: "A
besteira que Adão fez no jardim, Deus
não vai consertar no jardim. Deus tá
consertando é no mundo inteiro. Então a
obra é muito maior, né? E através do
espírito, seria essa, né? O espírito me
enche da plenitude de Deus, assim como o
próprio espírito tá fazendo isso em toda
a criação.
Caraca, cacau 2 centavos.
Tá, tá meio errada essa ordem aqui,
porque não dá para eu ficar encerrando
as coisas que o Guilherme fala, tem que
ser o [risadas] contrário.
>> Ai, ai, ai. Não,
>> mas um dos textos que eu acho mais e
poderosos assim no linguajar, quando se
fala sobre esse propósito de Deus de
encher todas as coisas, né, é realmente
Efésios capítulo 1, né, quando Paulo vai
falar da igreja como essa plenitude do
que torna todas as coisas plenas, né? O
enchimento de quem faz todas as coisas
cheias. e tal, né? Eu sempre gosto de
usar o mesmo a mesma as palavras
parecidas, ou o enchimento do que faz
cheio ou a plenitude do que faz pleno,
né? [risadas]
Muito bom.
>> Porque nos nas nossos textos sempre vem,
né, a plenitude do que enche as coisas,
sempre enche, né? Mas apesar de que vem
tudo da mesma palavra, né? Cheio e pleno
vem é tudo da mesma palavra.
>> Então é muito interessante isso, né?
Deus para Deus quer seu cabeça sobre
todas as coisas, ou melhor, Deus quer
colocar todas as coisas sobre os pés de
Cristo para que Cristo seja cabeça sobre
todas as coisas da igreja. Eu não sei se
essa é a tradução que o Guilherme
prefere, porque é uma das possíveis, né?
>> É, [risadas] mas essa é boa. Essa é boa.
>> Essa é boa. E essa a igreja, então é o
corpo. Então a igreja já é o corpo de
Cristo, que será o cabeça de todas as
coisas.
>> Então Cristo tá no processo de ser o
cabeça de todas as coisas. Já ele já tem
autoridade sobre todas as coisas. Ele já
está sentado no trono, ele já tá naquele
nessa menção eh eh meio indireta que
Paulo faz aqui do Salmo 110, né? Ele já
está sentado no trono com os inimigos
sendo colocados debaixo dos seus pés,
mas ele ainda tá no processo de que
todas essas coisas sejam de fato
submetidas, porque ainda há espaço paraa
rebeldia, ainda espaço pro pecado, mas a
igreja já é o seu corpo. Então Cristo já
é o cabeça da igreja, mas com propósito
e cabeça de todas as coisas. E aí vem,
né, apesar de não citar o espírito aqui,
[risadas]
mas fala que a igreja ela então ela é
vai, ela é cheia de Cristo para que
todas as coisas sejam cheias de Cristo,
cheias de Deus para que todas as coisas
sejam cheias de Deus. Aí quando chega lá
no capítulo três, naquela oração
trinitária de Paulo, que roga ao Pai de
quem toda a família nos céus e na terra
recebe o nome, ele vai falar que eles
sejam cheios de Cristo e cheios do
espírito, né? que o espírito atue no seu
homem interior. E ele termina dizendo
para que sejam cheios de toda a
plenitude de Deus, né? E aí ele fala do
amor. Ah, esse texto é lindo demais, meu
Deus. [risadas]
Mas ei, aí levanta o seguinte ponto aí
que vocês estão eh que vocês estão
falando que essa ideia na teologia
paulina fica ainda mais clara do
espírito como um selo, do espírito como
aquele que garante o futuro. Esse selo,
essa garantia,
de alguma forma faz com que a gente,
porque Cristo é o cabeça, nós somos o
corpo, somos dinamizados por esse
espírito, cheios pelo espírito, cheios
do espírito.
Eu queria entender essa relação de
futuro e presente, porque aqui a gente
tem essa ideia também de que a igreja é
nova criação, né? Paulo vai falar aos
Coríntios. Isso a gente vê muito nova
criatura, mas se o meu grego da
faculdade não me deixa, né? Se eu me
lembro bem, a ideia até não é de nova
criatura, né? mas de nova criação.
>> Queria que vocês discutissem um pouco
>> essa ideia de que o Espírito Santo que
desceu sobre toda a carne, ou seja, é o
cumprimento da promessa de Deus, aquilo
que é prometido no Antigo Testamento é
cumprido de forma plena em Cristo e com
a descida do Espírito, né, como promessa
aquele que o outro consolador, ou seja,
e essa essa dimensão de que agora o
futuro invadiu o presente. Como é que
como é que o Espírito Santo entra nesse
rolê? E como é que nós, cristãos
mortais, seres humanos, filhos de Adão,
agora com esse, né, com esse, com esse
Deus, eu ia falar, olha, olha, olha,
olha o pecado aí, olha a heresia com
esse Deus dentro de nós, não, mas cheio
de Deus, né? Um povo cheio de Deus, ou
seja, o futuro invadindo o presente.
Entenderam onde eu quero chegar? Não.
Vocês entenderam? Vocês são espertos.
>> E aí,
>> se o Cacau quiser ir, pode ir aí. Não, o
Cacau tava com áudio ruim, aí ficou com
>> Eu acho que ele tem, eu acho que ele
parece muito um lediano e vai poder
falar muito aí. [risadas] Parece um
lediano. Foi ótimo.
>> Parece o quê?
>> Um de LED. George led. [roncando]
>> Ah, legiano. Entendi. Legiano. [risadas]
Legiano. Ainda um aí, né? Eu ouvi um
leviano, fiquei preocupado, mas não,
[risadas]
[suspirando] mas o só de assim, acho que
não é errado falar esse Deus no sentido
de que é o Deus consolador, né? Acho que
não tem problema. É o livro lá do
Franciscão, o Deus esquecido. [risadas]
Uhum. É,
>> acaba sendo, né? Já que a gente chama
Jesus de o Deus filho, né? Ou Deus
homem. Então tem essa, né? Eh, eu não
sei se eu entendi muito bem a pergunta,
mas pelo que eu entendi, você tá
querendo saber como que
>> não teve pergunta, né? A verdade não
teve pergunta. Eu só fiz uma explanação
da ideia da do futuro presente.
>> Isso. Aham. É.
>> E aí, como é que a gente lida com isso e
tal? Como é que é essa dimensão de
sermos nova criação? Mas ainda estamos
aqui no velho, capengando, pecando,
morrendo.
>> Pois é. Então, é essa esse aspecto do
espírito de nova criação que se
manifesta já em nós e e a igreja de
certa forma como sendo essa comunidade
do espírito, um espírito que já
manifesta em nós a
vida, né, do a vida que nos que nos é
prometida, né, eh, el essa nova criação
se manifesta já da maneira como nós
vivemos nessa nova criação. E em
primeiro lugar, na minha concepção, já
nesse rompimento desses desses muros que
dividiam antes os povos, né, e que se
conectam agora tendo um só espírito.
Essa esse reconhecimento dessa desse
poder de Deus unindo isso tudo, mas
também na maneira como a gente lida com
o mundo todo. A gente lida com o
próximo, mas lida com o mundo todo.
nessa expectativa eh de submeter todas
as coisas a esse reino de Deus, esse
reino de Jesus Cristo. Se Cristo já é o
cabeça da igreja, a gente já submete
tudo ao reino dele. Então, tudo que a
gente tem é dele. Tudo que a gente toca
é dele. Tudo que tudo em que a gente eh
atua é é de Deus. Então, tudo é
submetido a esse reino de Deus de alguma
maneira, né? É assim que eu vejo isso de
certa forma, sem querer. É porque eu
poderia, Gui, ser mais multimaniano, mas
eu não vou por esse caminho. [risadas]
>> Eu vou ficar por aqui porque eu já tô
cansado de cancelamento. Chega.
[risadas]
>> É, vários problemas aqui, não? Então,
para mim, para mim existe uma coisa
muito importante nessa questão de que
com o espírito eu experimento o futuro
ou parte do futuro no presente. Existe
algo muito importante aí. É como se Deus
tivesse dizendo assim: "Eu estou usando
a igreja
para completar
aquilo que o espírito já faz vocês
experimentarem em parte."
Então, a ideia é que é como se Deus
tivesse trabalhando num grande
num grande
é como se tivesse dizendo assim para
mim, eu para você, para, para nós, eu
quero mostrar para vocês que o que vem
por vir vale a pena.
Então eu dei o espírito para vocês
experimentarem parte do que vem por vir,
mas ao mesmo tempo o espírito já está
construindo em vocês uma comunidade que
faz parte do porvir. Então, e eu quero
que vocês sejam uma comunidade que levem
a cabo, complete eh eh eh esqueci a
palavrinha. A palavrinha é eh faça com
que a plenitude de todas as coisas
cheguem. E aí, qual é o ponto prático
aqui? O ponto prático é que eu não
consigo viver o espírito a parte da
comunidade do espírito.
Eu não tenho capacidade de dizer o
seguinte: "Beleza, o que é o Espírito
Santo em mim?" Aí a pessoa vai dizer:
"Não, o Espírito Santo em mim é
simplesmente ele, sei lá, me deixando
mais santinho, mais isso, mais aquilo".
Enquanto Paulo tá dizendo assim: "Não,
não, não, pera aí, peraí per aí. Envolve
transformação pessoal, mas eu quero que
vocês entendam que o Espírito Santo é e
ele tá fazendo com que todas as coisas
cheguem à sua plenitude por meio da
igreja e ele quer chamar vocês a
participar da igreja o máximo possível.
E não é fazer algo em vocês o máximo
possível individual. Isso acontece
obviamente, mas ele quer chamar vocês
para participar da igreja o máximo
possível. E aí vem o grande ponto
prático aqui.
>> Boa.
>> Que é viver pelo espírito para Paulo.
Viver pelo espírito. Minha exegés de
Gálatas é isso. É experimentar
a experimentar a comunidade. Portanto,
viver pelo espírito é ser edificado pelo
outro em Paulo.
>> Uhum. Então, a ideia é que eu vivo no
espírito quando eu ou ou vivo pelo
espírito quando eu experimento do
espírito
pelo eh eh pelo outro da comunidade. É
por isso que Paulo vai fazer uma relação
lá em Gálatas antes dos frutos do
Espírito e dizer o seguinte: "Irmãos,
foi para a liberdade que Cristo os
libertou". Ou seja, não adianta a gente
tá escravizando as pessoas com certas
regrinhas que nos separam e essa
separação tá tá causando que um tá
mordendo o outro.
>> Não, não é para ser assim. E aí porque o
fruto do espírito é aí ele entra. O que
que ele tá dizendo pra gente? que quando
a gente cria uma comunidade pautada no
legalismo e uma comunidade que se separa
e que briga, a gente perde a
oportunidade
de experimentar o fruto do espírito. E
aí o que que eu entendo? O fruto do
espírito, ele nasce em mim pro outro
experimentar, porque a árvore não come
do seu próprio fruto. Então a ideia que
é na comunidade que eu experimento o
espírito. Eu quero, eu quero ter mais
paz no meu coração. Comunidade. Eu quero
ser mais santo. Comunidade. Eu quero
amar mais. Comunidade. Porque é na
comunidade que eu experimento o
espírito. Porque é na comunidade que o
espírito tá trabalhando para levar todas
as coisas à plenitude, né?
Gui, você acha que isso explica por que
Paulo quando fala sobre eh
encher-se do espírito em Efésios 5:18,
ele completa dizendo: "Falando entre si
com salmos hinos e cânticos
espirituais".
Perfeito, perfeito. Boa, boa, boa ter
lembrado isso, porque inclusive se você
entrar no se você entrar no meu WhatsApp
e clicar no meu nome lá, você vai ver
que tá lá Efésios 5:19,
>> falando de si com salmezinhos e cânticos
espirituais, que é pra gente não usar o
WhatsApp para fofocar e para falar
bobagem. Infelizmente nem sempre o
versículo se manifesta, mas [risadas]
>> não. E e o que é e o que é lindo nesses
salmos, porque o que são os salmos, os
cânticos espirituais?
E por que que eu sou cheio? E por que
que o espírito trabalha na minha vida
quando eu estou fazendo isso em
comunidade? É porque os salmos e os
hinos são resultado de um coração que
entendeu o que Deus fez na cruz, do
evangelho. Então, o que que o Espírito
tá fazendo? O espírito tá me enchendo
através de uma consciência madura do
evangelho. E isso me faz louvar com
salmos, hinos e cânticos espirituais. E
isso me faz ser cheio e encher o outro e
e aí vai nesse ciclo assim. É uma
consciência robusta do evangelho que a
comunidade traz que me faz experimentar
cada vez mais o enchimento do espírito,
né?
>> Muito bom. É, e num tempo de a marca do
nosso tempo é o individualismo, né? Uma
das marcas do nosso tempo é a questão do
individualismo.
Ah, você tem hoje espiritualidades
bem atomizadas, né? Eu e Deus. E então é
muito importante a gente
>> Deus e eu no sertão, por exemplo.
>> Não peguei a referência, mas tudo bem. E
eu no sertão nunca ouvi essa música
>> não. [risadas] Graças a Deus. Que parece
com MPB e MPB para mim sertanejo. É
sertanejo.
>> Sertanejo. [risadas] E aí ajudou?
Melhorou não, né? Então, mas é é muito
legal a gente pensar essa ideia do
Espírito Santo. Primeiro que, se a gente
pega na teologia paulina, o Espírito
Santo habita no meio do povo. Ainda que
há uma ideia de nós sermos também o
templo do Espírito Santo de alguma
forma, né? Primeira Coríntios, capítulo
6, você fala do, né, Paulo dá uma
atomizada ali. Você, o seu corpo é
templo do espírito. Só que a gente não
pode ler Primeira Coríntios 6 e sem
Primeira Coríntios 3. Em Primeira
Coríntios 3, o povo é a habitação de
Deus. Porque era assim, é Deus sempre no
meio do seu povo, né, desde o
tabernáculo. Ah, depois você vai ter o a
o templo, Deus enche e tá sempre ali no
meio do povo, né? Então, e agora na nova
aliança, ele vem pro meio do povo, eh,
com o espírito, né? Então assim, e essa
ideia da de nós pensarmos o ser cheio do
espírito, mas experimentando essa
plenitude na relação com o outro, cara,
isso parece que sai do nosso horizonte.
Porque até mesmo quando a gente fomenta
a questão da busca pelo espírito, a
gente vê, por exemplo, e aqui falo como
alguém foi do movimento por muito tempo,
uma ênfase na busca do dom de línguas ou
uma ênfase na questão ah sensorial, né?
você experimentar algo em Deus, você
sentir algo em Deus. A gente ouve, né,
os pregadores, influencers, que sentem
algo de Deus, que experimentam algo de
Deus e e é o Espírito Santo falou comigo
e é bom dia, Espírito Santo, é boa
noite, Espírito Santo, é tchau, Espírito
Santo, volta aqui, Espírito Santo,
assim,
>> me liga, Espírito Santo,
>> me liga, [risadas] Espírito Santo,
entendeu? Então a gente vê uma
atomização muito grande e a gente perde
essa dimensão do ser que eu não sou, eu
sou cheio para algo que que transcende a
minha experiência, né? E eu acho que
isso a gente perdeu muito, inclusive na
igreja, que é fruto do tempo, né?
>> Hum. O inclusive eu tô pensando aqui, eu
sei que eu vou romper um pouco.
>> Bora
>> o parâmetro aí que o Gu colocou,
separando um pouquinho Paulo de Lucas
aí.
>> Mas isso é coisa de liberal que o
Guilherme é. Nós som [risadas]
brincadeira.
>> Quem é liberal é o Guilherme, não o
bigotal. Só para deixar.
>> Não, brincadeira, brincadeira. Pelo
contrário, viu, gente? Porque o
Guilherme fica respondendo caixinha de
perguntas com ele. É um cara, além de
ser um cara muito educado e fofo, como
ele parece, ele é ele é muito honesto.
Então, quando você vem com uns heréis,
fala: "O que você acha do fulano?" Ele
nunca fala assim: "Umede que vai queimar
no inferno". Ele fala assim, então ele
tem boas contribuições nessa área, nessa
área. E o povo tem uma ideia errada que
o cara é, na verdade, super ortodoxo,
né? É,
>> então, mas mas tentando juntar um
pouquinho Paulo e Lucas, só é muito
interessante. Eh, porque agora que eu eu
sempre falei isso, mas eu nunca entendi
totalmente. Agora eu acho que eu
entendi,
>> ó, essa live aí, ó, até os professores
fazendo quando Ananias e Safira vão lá
diante de de Pedro e fala lá que Satanás
encheu o seu coração para que mentistes
contra o Espírito Santo. Como é que eles
mentiram contra o Espírito Santo? Porque
eles mentiram pra comunidade, né?
comunidade do espírito. Eles foram
contra aquela unidade que é uma unidade
do espírito também, né?
>> Então, eh, perfeito. Quer experimentar o
espírito, experimenta a comunidade e de
preferência uma comunidade espiritual,
numa comunidade carnal. [risadas]
>> É. E o que é importante é a metáfora do
ser cheio do espírito é de fato ser
transbordante de e não só chegar até o o
porque o grego não tem o intensivo que o
hebraico tem. Então ele precisa de
ele precisa de outras coisas, mas a
ideia seria que Paulo tá trabalhando
>> nós precisamos de outras coisas também
para entender isso. [risadas]
>> É, então deixa. Mas a ideia seria o
seguinte, que existe uma intensidade
paulina de dizer o seguinte: o espírito
trabalha em você porque ele tá
preenchendo todas as coisas começa em
você, mas não para em você. Todas as
coisas estão sendo preenchidas. Então é
no indivíduo, obviamente, né, que parte
e faz a comunidade, óbvio, mas a ênfase
total e final do espírito nesse sentido,
hoje no já é na comunidade do espírito.
Isso me faz o bíbl falou do dom aí e é
muito importante como Paulo usa eh
comunidade nos dons. E aí todo mundo vai
fazer assim, mas é óbvio, o dom é
claramente para a edificação da
comunidade. Você já percebeu que quando
Paulo diz assim: "Buscai
com zelo os melhores dons", naquele
contexto a gente já pensa imediatamente
que o buscar é somente por meio da
oração. E não é, porque Primeira
Coríntios, capítulo 14, verso 1, buscar
e com zelo os melhores dons. É depois do
amor, onde eu onde eu amo, onde eu
tolero, onde eu isso, onde eu aquilo.
Então, buscar com o Zelói, buscar com o
imitar, porque zelo ali é uma ideia mais
de imitação, de buscar um modelo. Então
ele tá dizendo assim: "Como é que eu
busco?" Primeira Coríntios 13. Aí você
consegue viver o dom na comunidade.
>> Então eu não busco só no monte, na
oração, naquela coisa toda. Eu busco
quando eu amo. E quando eu amo, eu estou
na em direção à busca do meu dom. Por
quê? Porque é nesse contexto que o
espírito vai operar em mim. O espírito
não opera em mim eu estando parado. O
espírito opera em mim eu estando
servindo. Se ele age na igreja, quando
eu sirvo, eu experimento do espírito,
logo eu vou entender o meu dom. Então,
como é que eu acho o meu dom? Se vindo
onde? Sirva, ame. O amor não pergunta
onde, né? O amor pergunta é simplesmente
como. Ele diz logo assim: "Para onde eu
tenho que ir? Me diga aí que eu vou." E
é nesse contexto de amor que eu descubro
que eu exerço os meus dons. E paro de
achar, né, que a ideia é, eu só vou
começar a exercer o dom quando eu souber
qual ele é. Enquanto Paulo tá dizendo
>> que é uma que é um erro,
>> você descobre,
>> é que é um erro bem frequente até meio
assim, cria uma certa neurose na galera,
né? Tipo assim, eu já vi alguns irmãos
falando, ultimamente não tenho ouvido
tanto não, mas antigamente quando a
gente fazia muito teste de dom, essas
coisas, né? Eu vi irmãos falando assim:
"Ah, eu quero muito tudo que eu quero
para esse ano agora descobrir qual meu
dom para começar a atuar na igreja".
[risadas] Fal vai ser um pouco difícil
esse processo
nessa nessa forma, né? Eh, e mas é é
realmente, né? Essa prática no espírito
que tá porque ele também está nos
capacitando, né? Ele está nos nos
fortalecendo nisso e é nessa caminhada
com ele, né? Então, tantas vezes nós
somos tomados
pela nossa,
é, é, é quase que uma regra,
especialmente no Antigo Testamento, né?
Esses que são tomados pelo Espírito de
maneira
vistosa e poderosa, né? É quase que uma
regra que eles antes precisam ter uma
noção de quão incapazes eles são, né?
[risadas]
Uhum. Uhum.
>> Aliás, no Antigo Testamento, é, no
Antigo Testamento isso é muito, o
espírito vem para resolver um bo, né?
Espírito.
>> Isso não. Então, mas assim, olha, é
Moisés, é Gideão, é essa galera assim,
antes de de ter, né? É, é, é Isaías, eu
sou eu tenho eu sou homem de lábios
impuros, habito no meio de um povo de
impuros lábios, né? E mas o Senhor
depois o usa para falar. É quase que
pré-requisito, né? E às vezes a gente
acha que é o contrário, né? A gente
gosta de olhar para Paulo e falar assim:
"Olha lá, Deus Deus escolheu o bom, né?
Deus escolheu bem, né? Pegou o cara que
já tinha toda a formação pronta, só
faltava quebrar o a maldade dele, né?
Ele quebrou pronto." Por que que Deus
escolheu Paulo para ser o apóstolo dos
gentios? Porque Paulo já falava todas as
línguas, tinha um monte de cidadania. Só
que Paulo mesmo falou que considerou
isso aí como, [risadas] né, como revugo,
né? Ele mesmo não achava que isso era
importante, né? Esterco, né? Vamos
estterco. Estercão mesmo. [risadas]
>> Ô, eu vou bater esse print aqui do que o
Guti falou aqui de mim para eu guardar
aqui pr
>> Ah, vou eu vou botar de novo. Então,
aqui
>> aí você já tinha colocado, eu não tinha
visto, cara.
>> Vou botar aqui, ó. Vou botar na tela aí,
ó. Pronto. Vamos. Aliás, [risadas] Guti,
se tu tiver de boa aí, ó, prepara o teu
cenário, liga a câmera aí, liga o
microfone que eu fiz tu comprar e eu te
mando o link [risadas] para tu entrar no
rolê aqui, tá? Aí tu só me avisa no
WhatsApp que eu te coloco aqui. Pronto,
bateu o print. Bate o print já. Galera,
o seguinte, elaborem perguntas para
daqui a pouco a gente vai abrir para
perguntas. Tem um monte de perguntas
boas aqui.
>> Então, mas éí que tá, eu não consigo
olhar, prestar atenção em vocês e
prestar atenção às perguntas. Então,
repitam a pergunta quando eu abrir para
perguntas. Galera, é o seguinte,
>> eu tenho uma pergunta. Eu tenho uma
pergunta.
>> Qual é a pergunta?
>> Eu tenho uma pergunta que eu vou jogar
um texto difícil. Para mim é difícil,
não sei se é difícil de fato.
>> Se for Gálatas é difícil pro Guilherme
também.
>> Gálatas é difícil para todo mundo. Acho
que Gálatas era difícil pros Gálatas. Já
era difícil para [risadas]
>> sensacional.
>> Eu vou eu vou mandar. Eu acho esse texto
difícil, apesar de que eu volto muito a
ele para tirar lições, mas talvez agora
eu aprenda que eu tô tirando as lições
erradas, né?
>> Eita! [risadas]
Não, nesse sentido da nova criação que a
gente falou, e eu não quero entrar em
assuntos assim tão ambientais,
porque eu não acho que a nova criação se
seja só sobre isso, já que não era um
problema de devastação naquela época
como é hoje, né? Hoje a gente tá muito
preocupado com isso, mas acredito que
esses princípios regem a nossa prática
hoje, né? Então, há uma ecoteologia
possível a partir da Bíblia, mas
obviamente eles não tinham a urgência do
tema que a gente tem hoje, né? Então,
usando nova criação no sentido mesmo
bíblico, dentro do que Paulo usa, né?
Eh, os aspectos da criação, como que se
conecta ou se conecta de alguma forma,
como que isso acontece? O gemer da
criação em Romanos 8 com o gemer do
espírito e dos frutos do espírito, eh,
dos primeiros frutos do espírito do
mesmo capítulo, né? Caraca, cacau.
[risadas]
Ai, ai, gente. É isso aí. A live vai até
meia-noite hoje, hein? A gente vai um
pouco fora do escopo, talvez, mas
sensacional, mas [risadas] foi
sensacional.
Pera aí, pera aí, pera aí, só um minuto
aí. Pera aí. Não é assim não.
Ah, nossa. Eh,
>> porque assim, ele fala lá, né, que a que
a cadê o texto aqui? tava com ele aqui
na mão, já perdi de novo.
Eh,
[roncando]
porque esse capítulo oito todo ele fala
do espírito, né?
>> Esse espírito aqui, ele ressuscitou
Jesus dentre os mortos, habita em vocês.
Aquele que ressuscitou a Cristo dentre
os mortos também dará vida a seus corpos
mortais, primeiro seu espírito que
habita em vocês. Eh, vocês viverem com
com a carne, morrerão, mas se pelo
espírito morrer dos atos do corpo,
viverão e tal. E ele vai chegar até ali
no versículo 19. A natureza criada
aguarda com grande expectativa que os
filhos de Deus sejam revelados, pois ela
foi submetida a inutilidade, não pela
sua própria escolha, mas por causa da
vontade daquele que a sujeitou, na
esperança de que a própria natureza será
criada, será libertada da escravidão, da
decadência em que se encontra. Eh, no
versículo 22, sabemos que toda a
natureza criada geme até agora com dores
de parto. E não só isso, mas nós mesmos
que temos os primeiros frutos do
espírito, gememos interiormente,
esperando ansiosamente a nossa adoção
como filhos e a redenção do nosso corpo.
Aí mais paraa frente ele fala da mesma
forma, 26, da mesma forma o espírito nos
ajuda em nossas fraquezas, pois não
sabemos como orar, mas o espírito
intercede por nós com gemidos
inexprimíveis. esses três gemidos aí da
natureza nosso e do espírito, eh,
conectas, eles se conectam. Como que se
conectam?
>> Então, [risadas]
eh, eu acho essa pergunta ela é ela é
fantástica, assim, porque na teologia
paulina a as discussões de ecoteologia
realmente são diversas. Inclusive,
eh, você tem o filho do Douglas MU com
um livro sobre essa questão da criação,
onde ele trabalha essa relação. Então, o
como é que eu vejo esse Gemê?
Eh, todo o gem ali em Romanos 8 me
parece ser eh uma espécie de fraqueza
por sua incompletude.
Então, ele geme, pois ele está fraco. E
essa fraqueza representa que ele está
incompleto.
>> Então, o que que a criação faz? A
criação sabe que a completude dela e,
portanto, a redenção dela, ela vem
primeiro pelos filhos de Deus.
Agora, qual é a relação entre a
revelação dos filhos de Deus e a
redenção da criação? Nesse sentido é de
que a criação sabe que Deus vai preparar
o mundo por vir para os filhos de Deus.
Então significa, se os filhos de Deus
forem revelados, significa que Deus as a
preparou para esses filhos, né? Então a
criação ela tá nas na ponta dos pés ali,
literalmente, né? O texto em termos de
grego, é literalmente ela tá na
expectativa
>> enquanto ela geme,
>> mas ela olha pros filhos porque ela
sabe, Deus está nos preparando para
eles. Então isso leva a nossa relação
com a criação de uma forma diferente,
porque alguns querem colocar a criação
em pé de igualdade com o homem ou então
o homem quer submeter e fazer da criação
eh o que ele quiser. E não é isso. Deus
tá preparando a criação para os filhos.
Então assim,
>> Uhum. Em termos bem bem incipientes,
porque essa discussão é muito longa.
Para mim, o gemê da criação se se
relaciona com o gemê dos filhos, porque
os dois nos dois casos está sendo
revelado fraqueza,
>> nos dois casos está sendo revelado
incompletude e nos dois casos o Espírito
Santo é aquele que completa e ajuda os
filhos e é aquele também que tá ali
ajudando a criação. Por que que o
Espírito Santo é aquele também que tá na
criação? Porque el porque se ele tá eh
transformando os filhos e é através da
transformação dos filhos que a criação
vai ser restaurada, quando o Espírito
Santo está ali ajudando os filhos na
fraqueza porque não sabem como orar, ele
está de tabela ajudando a criação.
Porque é importante aqui uma coisa, a
oração ali, OK, é tudo, mas a ênfase de
Paulo é na quando os filhos oram para
que tudo seja restaurado.
>> Uhum. A ideia dele, olha, eles não sabem
como orar, pai, porque eles não estão
completos, então eles não sabem bem como
será tudo no futuro. Ah, não se
preocupe,
>> o espírito veio de lá, então ele vai me
ajudar porque ele sabe exatamente o que
pedir, já que ele é aquele que está
participando da completude de tudo, né?
Seria essa relação assim.
>> Perfeito. Muito, cara. Você inclusive me
deu uma uma ideia aqui,
>> um insight,
>> um insite.
>> Agora sim, você tem uma ideia, o MU
parou 2 horas na nossa aula do mestrado
Douglas MU para poder
>> falar disso aí, porque é a área dele,
né, essa área de ecologia e tal, essas
coisas assim.
>> O Gutes escute isso no livro dele,
inclusive, de Espírito Santo, ecologia e
é a nossa aula na na EBT, a gente fala
sobre esse capítulo. Ah, galera,
perguntas agora, tá bom? Se você fizer
pergunta com super chat, eu enxergo
ainda melhor, tá? a sua pergunta. Então,
se quiser dar um super chat e fazer a
pergunta, ela vai brilhar aqui, vai
piscar, subir desenhos, vai ser
maravilhosa aqui a a sua pergunta,
>> beb. Deixa eu fazer só um só um pontinho
rapidinho. Rapid 10,
>> claro. Rap 10 Transamérica. [roncando]
>> Eh, e aí, só voltando nesse ponto aqui,
para mim o Gemer
ele é sinal de transformação.
>> Hum.
>> Não é um gemê geral.
Então, para mim assim, por que que a
criação geme? Porque ela já tá passando
pelo processo de transformação. E nesse
processo de transformação,
ela está eh sentindo a sua incompletude
e pedindo para que seja completo.
>> Eita!
>> Então, o filho, os filhos também, por
que que eles gemem? Porque eles já estão
sendo transformados e ainda sentem a
incompletude e dizem o seguinte: "Se já
é bom aquilo que eu tenho em parte". E
aí eles gemem porque eles sabem que o
quão bom será quando eles terão estarão
completos. Então vem vem essa ideia.
Então há uma ideia no texto de um gemido
negativo e positivo, né? Que é a ideia
do Maranata. O Maranata, hora vem Senhor
Jesus não era: "Senhor, me tira daqui,
eu tô sofrendo muito, não. Era: "Senhor,
já que eu experimentei agora isso aqui e
isso aqui que eu tô experimentando é só
em parte, então vem logo, Maranata vem,
porque o que vai vir vai ser
maravilhoso."
>> É isso, é a grande expectativa, né? É a
grande expectativa aí com que
>> Exatamente. Exatamente. Eles estão na
expectativa porque já começaram a ser
transformados.
Fosse escrever uma tradução na linguagem
de amanhã desse desse texto, ia colocar
porque toda a natureza tá na ponta da
cadeira. [risadas]
>> Queremos agora bilha freestyle do cacau.
Sabe quando você tá assim, ó, naquela
veira da cadeira assim esperando dar o
dar o fim do jogo [risadas]
>> agora? Como é que a gente, então assim,
como é que a gente lida com isso, né?
Porque ao mesmo tempo que a gente tá na
ponta da cadeira esperando, clamando
Maranata, eh, é muito difícil a gente
sintetizar tudo isso diante da vida
massacrante que a gente tem, das
rotinas. Sabe que a gente como igreja
tem perdido um pouco, a gente tem orado
pouco sobre o ser cheio do espírito e
para ter essa compreensão, sabe que não,
não, a gente não tá meio perdido até
enquanto igreja, eh, como aquela que tem
a presença do espírito. E a gente tá
perdendo essa dimensão assim, vocês
vocês percebem isso nos movimentos e
tal. Até quando se fala de avivamento
parece que a gente tá com foco errado.
>> Uhum. Uhum.
>> Né? Não tem um pouco essa sensação? É,
é, é, é, é uma questão
curiosa, né, que a palavra avivamento,
ela muitas vezes tem sido usado
no sentido oposto do que a gente vê o
espírito fazendo em Atos, né? Eita, boa.
Eh, e até nisso, nessa maneira que o
Guilherme colocou do da incompletude,
né, é quase o avivamento, quase como se
o espírito fosse nos encher de todas as
coisas agora, né, nos encher do poder,
nos encher da influência, nos encher do
domínio, nos encher dessas coisas todas,
né, ao invés de nos fazer conscientes da
nossa incompletude e na na expectativa
dessa manifestação, né? Eu nem falo isso
como uma crítica aos movimentos de
avivamento nem nada. Eu acho que que as
pessoas são sinceras sim em buscar em
oração, às vezes estão com coração no
lugar errado. E obviamente sempre tem e
tem em tudo quanto é lugar gente
manipulando certas ideias para chegar a
a outros fins também que não são os os
melhores, né?
Mas eh essa ideia do espírito
eh que vem e que e que age e que ora até
quando a gente não sabe orar, né?
>> Uhum. Ele acho que corrige também essas
nossas expectativas, né? Então me dá
muita tranquilidade na igreja [risadas]
saber que, né, e eu acho que é na
verdade o que Jesus promete também pros
apóstolos em algum sentido, né, quando
fala que não não os deixa órfãos, né, é
para confiar que ele ainda tá no
controle. Não é assim como se Jesus
tivesse indo embora, falou: "Ó, é o
seguinte, quando eu voltar eu quero essa
casa arrumada, né?" [risadas]
Isso. Isso
>> não é isso, né? Então, até para nós que
somos líderes, a gente precisa ter essa
confiança no espírito que nos conduz,
senão a gente pira mesmo, né? Então
assim, eu acho que sim, Bibo. Acho que a
gente tá às vezes com as expectativas no
lugar errado, às vezes a gente tá com as
ideias no lugar errado, mas isso não
significa que o espírito não mova, que o
espírito não aja, que as igrejas não
caminhem, que elas não sejam corrigidas.
E às vezes quando a gente menos espera,
coisas muito impressionantes acontecem,
porque
a gente tá procurando Deus mais ou menos
sincero, mas Deus quer ser achado
também, né? Ele quer. Então, mais ou
menos isso, né? Sei lá, eu tô meio
otimista, eu acho que eu tô otimista
demais. Não sei
>> não. Hoje o tá bem animado. Positividade
tóxica. Quase.
>> Se essa live fosse semana passada, o tom
seria outro.
>> [risadas]
>> Nossa, é o Espírito Santo com gemidos
inexprimíveis.
Tira-me do vale [risadas]
seria.
>> Então, eu acho que o eu acho que o
Gordon, eh, Gordon Fi, em 80, 70 por aí,
quando ele faz uma denúncia muito
grande, né, que é justamente o autor
desse maravilhoso livro aí, que é uma
compilação, né, do grande livro dele, do
gigante, que é eh o outro Empoderados
pelo Espírito, que é um livro dele, não
sei quantas páginas. E bem, ele faz uma
denúncia quando ele tá escrevendo o
livro dele, que é um exegese do Espírito
Santo, dos textos do Espírito Santo, ele
diz o seguinte: "Eu fiz uma pesquisa e a
gente não tem quase nada falando aqui do
Espírito Santo nos nossos livros. Tinha
um livro que o Gordon F usa muito nos
estudos dele, nos cursos dele, que é o
livro do Dan, que era um que propõe a
ideia do Espírito Santo no Novo
Testamento e trabalhar ali a linguagem
dele, que é um livro até pouco usado
hoje, mas é um livro excelente, viu? Eu
acho que é porque o nome do Dan tá
espantando a galera aí, né, o James Dan.
A galera já pensa o seguinte, mas é um
livro que foi por muito tempo a base de
muitos textos, ó, que é o autor da
teologia do apóstol, inclusive, se
alguém quiser eh quebrar a cabeça aí com
o Dan, esse é o livro que eu coloco no
intermediário para avançado sobre
teologia paulina, né? Eh, é esse aí.
Então, o que é que o Gordon falou diss
assim, galera, a gente por que que a
gente não fala sobre o muito sobre o
espírito? E aí ele tem um insight muito
legal quando ele tá falando do já e
ainda não. E aí o Gordon diz o seguinte:
"É porque a igreja tá vivendo muito no
ainda não e esqueceu o já, né?" Então a
ideia é de que existe na igreja uma
grande vivência no ainda não. Então ele
tá todo tempo eh o que é o nosso ainda
não? Ah, a gente ainda peca. Não, a
gente é isso, a gente é daquilo. Por
outro lado, surgiu os grandes
triunfalistas que deram uma ênfase numa
escatologia já quase que realizada, ou
seja, já não pecamos nunca mais, já não
temos mais doença, que é os corintos,
né? Então, o problema dos corintos era
um excesso de já.
O problema dos romanos da de da igreja
de Roma ali quando Paulo tá falando, é
um excesso de ainda não. Então eles
estão muito separados porque eles acham
que a igreja precisa ficar separada,
judeus e gentios. E Paulo tem que estar
dizendo todo o tempo, gente, eh o nosso
ainda não não é esse, mas agora nós
estamos já no já, judeus e genti juntos
e tal. Então o que que eu diria hoje? Eu
diria que tem avivamento. A busca pelo
avivamento às vezes é, ela tem um certa
falta de equilíbrio, porque ela não
consegue compreender o que nós já
podemos experimentar no hoje e o que
ainda temos que esperar até aquele dia
chegar. Então, por exemplo, eu
experimento, opa, eu experimento perdão.
Eu experimento eh amor na igreja. Sim.
Mas por que que eu posso experimentar
isso? Porque antes disso alguém me
feriu, ou seja, eu tô num ainda não, mas
podendo viver o o já. Só que o problema
é que quando eu não perdoo o meu irmão,
eu tô dizendo para mim mesmo de que eu
não quero experimentar o já, de que tem
coisas que eu tô simplesmente negando. E
aí é a grande metáfora do da inclinação
da carne, do espírito, né, que as
pessoas acham que é algo dentro de você.
Não. Paulo tá dizendo, olha, existe
duas, existem duas esferas. Na medida em
que você quer falar mal do teu irmão,
você tá querendo experimentar ou ainda
não. Você tá se inclinando paraas coisas
da carne, pras esferas antigas. Quando
você perdoa, você agora tá inclinando
pro espírito. E aí Paulo diz assim:
"Porque a inclinação da carne é morte,
obviamente. Por quê? Porque tudo que a
carne produz é morte. vai acabar com uma
igreja, vai acabar com o coração de um
irmão, vai acabar com a comunhão, porque
a inclinação está: "Eu quero
experimentar o ainda não, aliás, eu não
quero experimentar o já". Então, quando
Paulo fala sobre inclinação do espírito
e aqui ele tá dizendo: "Irmãos, possamos
ser uma comunidade que entende que
estamos no ainda não, portanto, as
pessoas vão errar, portanto, vai ser
difícil lidar com a comunidade em muitos
aspectos". Mas não esqueçam, a gente não
tá chamando você para se inclinar para
pra carne. A gente tá chamando você para
inclinar no que já temos, que é a única
ferramenta capaz de vencer aquilo que
ainda não foi transformado. Então é
perdão, amor, paz, fruto do espírito.
São essas coisas que o Espírito Santo
vem trazer, né? Cred.
>> Muito bom. Muito bom. Gente, de fato,
tem eh quando você faz, não é que porque
a gente quer a oferta, mas é quando você
faz uma pergunta num super chat, abre
uma aba específica para mim aqui, então
fica melhor para organizar, fica mais
fácil, tá gente? Você pode dar R$ 1 e
fazer a pergunta, beleza? Ó, o Jeferson
pergunta o seguinte aqui, obrigado aos
que deram super chat, não fizeram
pergunta e tal. Vamos lá. Ele diz o
seguinte: "O enchimento do Espírito
Santo no Antigo Testamento está
associado a um momento específico, a uma
tarefa específica e no NT, a
continuidade,
Jefferson, já respondemos essa, eu acho,
né, a princípio, né?
>> Às vezes ele não tava ainda na live.
>> Ele não tava na live ainda, mas a gente
responde no início da live essa
pergunta, tá bom, Jefferson? Ela é
respondida assim: "O Espírito Santo no
Antigo Testamento, grosso modo, é a
conta gotas para casos bem específicos e
tal. E no mas há uma promessa no Antigo
Testamento de que vai vir sobre toda a
carne, não só sobre o profeta, sobre o
rei, sobre o sacerdote ou alguns poucos
líderes ah entre o povo, né? Há uma
promessa sobre toda a carne, sobre
mulheres, né? Algo muito interessante
que Lucas, né? Gosta de enfatizar o
Espírito Santo sobre mulheres. Muito
legal isso. Então, sim. É, mas o
Espírito Santo ele vem e é derramado
sobre todos ah aqueles que estão em
Cristo ou na verdade ele é derramado
sobre todos que estão em Cristo e também
batiza aqueles que estarão em Cristo,
né? Porque dá pra gente falar em dois
batismos aí pelo Espírito Santo.
>> Vou falar nada, tô calado aqui
>> também. Não,
>> não. Ah, mas po então dá. Cadê? O
Gutierrez não me respondeu. Ele deve est
Gutier. O Gutiérre respondeu: "Ele tá no
supermercado." Ele tá no supermercado.
>> Ele tá no mercado. Ah, Gutierrez, então
tá bom. Compra aí um compra um.
>> Gente falando de espírito. A gente
falando de espírito e o Gutierrez lá
comprando carne.
>> Que que que coisa que coisa.
>> Eh, uma coisa importante aí é que o
Espírito Santo ele regenerava no antigo.
>> Sim. Santificava também tudo.
>> Santificava. Hebreus 11 vai mostrar que
aquela galera lá eles tinham uma
operação do espírito dentro deles.
>> A grande discussão não é se o Espírito
Santo regenerava ou não no Antigo
Testamento. Ele regenerava. Tanto que
ele regenerava que quando Jesus tá
conversando com Nicodemos, que ele fala
da água e do espírito e do nascer, ele
diz: "Você é mestre, deveria saber
dessas coisas". Portanto, havia no
judaísmo uma ideia de que o Espírito
Santo regenerava. Agora, a grande
disputa é sobre a questão da habitação
do espírito, o quanto eles
experimentavam da presença de Deus. E aí
é prova que no Antigo Testamento o
experimentar da presença era sempre
intermediado, né? Você tem a Torá
intermediando, você tem Moisés
intermediando, você tem várias coisas.
Só que no Novo Testamento o experimentar
da glória é direto, já não é
intermediado por lugares. É por isso que
Jesus diz: "Olha, agora não é naquele
monte, nem nesse. Agora os verdadeiros
adoradores adorarão o Pai em espírito e
no evangelho, que é a minha tradução lá
pra verdade naquele contexto". Agora
teria que decidir.
>> Caraca, não. Tu solta uma dessa assim,
irmão, pelo amor de Deus. Cadê meu
chocolate? Verdade. João também para não
me chamar. É bom. É. Não, não, não, não.
Mas o o Gui, é que você tava olhando
aqui a, a aba específica, mas eu fiquei
de olho na outra. Tem alguém, tem muita
gente perguntando de João 4, então você
já pode.
>> É, eu vi, eu vi, eu vi sobre o que
adorar.
>> Isso. É
>> isso. João 4 é maravilhoso. Por quê?
Porque primeiro a mulher chama Jesus de
profeta. E samaritanos não acreditavam
em todos em profetas, tá? Os samaritanos
só acreditavam num profeta que era o
Messias. Então, quando ela diz o
seguinte: "Ah, vejo que tu és profeta".
Ela não tá pensando em profetas como
Isaías. Ela tá pensando em profetas como
o Messias. E uma das coisas que o
Messias ia trazer era justamente um novo
campo de adoração, uma nova dimensão de
experimentar da presença de Deus.
>> E aí o que Jesus tá dizendo? Olha gente,
não é nem naquele nem nesse. Agora o
Messias trouxe esse novo momento de
experimentar agora em espírito e nas
boas novas. E é porque é verdade no
evangelho de João. Aí vai pegar aí. Mas
o o grande ponto é
>> no Antigo Testamento regenerava. No
Antigo Testamento a água já era colocada
como essa função. Só que a habitação, o
experimentar da presença, ele era
intermediário. E aí Paulo tem um
problemão com os cortios. Pra gente
poder botar uma aplicação prática aqui.
Os corintos achavam que os super
apóstolos eram os novos Moisés.
E aí, qual é o problema? Os esses
superpóos estavam se aproveitando disso
e dizendo basicamente o seguinte: "Eu
sou o super". A ideia de super lá não é
só que eles se achavam muito, né? A
ideia de super é que eles estavam num
patamar a mais,
>> né? Um patamar a mais. Isso. Um outro
patamar.
>> E esse outro patamar era o patamar de
grandes figuras do Antigo Testamento,
como Abraão e Moisés. E aí Paulo vai
dizer o seguinte, gente, não esqueça que
Moisés colocava sim um véu sobre a sua
face, bloqueando a glória para que as
pessoas não morressem, né? Essa é a
ideia. Aí eu tô não morresse.
E agora nós não precisamos mais do véu,
portanto não precisamos mais de Moisés.
Portanto, com a com a com a face
descoberta,
contemplamos a glória de Cristo.
>> E aí Paulo vai falar pelo evangelho,
somos transformados de glória em glória.
Ou seja, qual é a diferença, a meu ver,
entre a operação do espírito no antigo e
novo? É que no antigo
o experimentar da presença era
condicionado aos limites da aliança
mosaica.
>> Uhum. E agora o experimentar da presença
é o que Jesus vai falar, o espírito sem
limites, né? Jesus usa esse termo assim,
então não fica como assim, né?
Experimentar o o sem esse intermediado
agora de de direto agora. Sim.
>> Muito bom.
>> Bom, falei demais. Foi mal.
>> Alguma de de algum modo é porque eu sei
que em grego a palavra é outra, né?
Mas o culto racional lá de Romanos 12,
que alguns interpretam por espiritual,
inclusive usando a tradução que se faz
geralmente em Primeira Pedro, né, dessa
[roncando] palavra pur espiritual,
de alguma maneira pode ser conectada com
isso ou nada a ver. quando ele fala que
o seu o sacrifício de si, que na verdade
é esse culto, da mesma maneira, então
assim, há há uma certa um certo desafio
desses limites da aliança, no caso de
Jesus com a mulher samaritana, o desafio
do lugar e no caso de Paulo em Romanos
12, o desafio do sacrifício.
>> Au!
>> Ou é forçar muito por causa do racional
que não é exatamente espírito, né? E aí
[risadas]
>> comenta aí se você entendeu a pergunta
do Cacau, porque agora
>> não, o Guilherme entendeu. O que importa
é que o Guilherme, [risadas] vocês vem
aqui, vocês vem aqui, vocês descem do
Olimpo aí.
A adoração no Novo Testamento, quando
Jesus apresenta paraa mulher, é dizendo
o seguinte: "Olha, agora a adoração de
vocês vai ser uma adoração no espírito e
vocês agora vão adorar numa dimensão
onde vocês são transformados, ou seja,
em verdade no evangelho. Então vocês não
vão só adorar e voltar, vocês vão adorar
e ser transformado. A presença,
portanto,
>> a da do agora, né, da habitação, é uma
presença que transforma em espírito e em
verdade. E aí eu entendo que o desafio
de Paulo em Romanos, sim, é de que o
culto racional ou o culto espiritual
apresentar o vosso corpo como um
sacrifício vivo, santo e agradável. É
Paulo dizendo para eles agora essa
disputa entre judeu, gentil e
circuncisão
de quem se corta, quem é que se corta aí
é mais povo de Deus ou não? Esquece
isso. Esquece que quem se corta é mais
importante.
>> Quem oferece o corpo como sacrifício é o
que importa agora na nova aliança. Então
ele tá dizendo assim: "O que é adoração
na nova aliança? É quando eu entendo que
marcas externas já não tem valor nenhum
>> e de que agora a única marca que importa
são as marcas de Cristo. Aí Paulo vai
falar lá em Romanos, né? Vocês querem
saber uma marca? Eu tenho uma marca
aqui, não é a circuncisão que eu vou
falar, não. Eu trago em meu corpo as
marcas de Cristo. Então, em Romanos 12,
culto racional, culto espiritual,
é quando eu entendo que agora, dentro
dessa nova dimensão do Evangelho, eu
devo me sacrificar. Ou seja, o culto
espiritual não reduz o meu sacrifício
corporal físico, de servir a Deus, de
colocar tudo em jogo. Ao contrário, a
nova dimensão do espírito me faz
entender que não é mais a circuncisão
que eu tenho que operar, mas agora é
todo o corpo que eu tenho que entregar.
Essa é a ideia. puxa, puxando o que ele
tinha dito lá no capítulo seis, né, de
oferecer os seus membros como
instrumento de justiça.
>> Tem essa conexão, né, desse sacrifício
>> ou
>> isso
>> que eu já li as pessoas fazendo esse
essa conexão, né?
>> Então, o Douglas faz essa conexão,
Douglas não faz. Beleza.
>> Então eu falo, mas assim, eu vi gente
fazer, mas às vezes, né, [risadas]
às vezes é muito datado.
>> E toda essa tua fala aí, Gui, é legal
que conecta e faz a gente entender o que
Pedro vai falar também na sua epístola
de nós oferecermos sacrifício,
>> que às vezes é um, se a gente não tem
essa dimensão, cara, como assim a gente
oferece sacrifícios espirituais, né? O
que que Pedro quer dizer com isso? Tá
muito ligado ao que tu acabaste de
dizer. Isso é sensacional. Tem mais uma
pergunta aqui de super chat. Ah, qual a
ordem? Vamos, deixa eu colocar aqui.
Muito obrigado. Vamos lá. Qual a ordem
do agir do Espírito Santo? Ele parte do
buscar individual e se manifesta e
aperfeiçoa na igreja ou ele parte da
igreja e se aperfeiçoa no individual ou
não tem nada a ver?
Você entendeu que o Gs falou? Foi massa,
viu? A gente leu isso aqui.
>> Ele falou:
>> "Dug, eu botei na tela. Dues, eu botei
na tela do". Cara, eu não consigo ver
que que tá acontecendo aqui.
>> É que tu se concentra no conteúdo,
irmão. Deixa que a gente olha pra tela
aqui. Tu se concentra no conteúdo aí que
tá tudo certo e que a gente quer
aproveitar aí. Não, mas eu botei que o
Guti fala dos dois batismos, né? Eu
botei na tela assim. É, é que é como eu
creio, né? Tem o batismo no corpo de
Cristo e o batismo para ser cheio do
poder, para sair por aí arrebentando
tudo e e e falando de Jesus e ganhando
al
>> Eu ainda acredito em vários, viu?
Nossa,
>> vários batismos, mas não é, não são
revestimentos de poder, mais ou menos
assim, que tu só troca batismo por
revestimento.
>> Tem o Batista, o Ana Batista e o
polibatista, que é o
>> que é o [risadas] que é o polibismo.
Então eu acredito que eh e aí talvez o
que é o que me faça mais carismático do
que pentecostal, né? Eu acredito que eh
em Atos eu tenho várias experiências que
tanto uma se enquadra dentro do
testemunho, mas outra se enquadra dentro
de outra experiência comunitária e
outras experiências. Então eu entendo
que a decorrer da vida cristã a gente
vai experimentando experiências, sendo
batizados em em várias experiências.
>> Sim. Não, isso eu creio também. Acho que
o Gutier quer dizer isso também. No no
no no NT, a analogia conjunta de batismo
e espírito abarca tanto regeneração, ou
seja, a conversão, né? Eu sou batizado
pelo espírito no corpo de Cristo quando
é quanto empoderamento. Aqui o Gutierrez
escreveu errado porque ele é um péssimo
escritor, né?
>> Ó, Gutiérrez defendendo a regeneração
bates aí. Tô brincando, tô brincando.
>> Não [risadas] é? Opa. Isso. E e a ideia
do empoderamento, né, que é muito forte
na teologia. Aliás, a diferença da
teologia lucana e paulina é essa, né?
Tem aí Paulo tem uma ênfase mais
ontológica e tal. E no no no Lucas Atos
é uma questão mais de empoderamento para
a obra, né? Em Lucas é muito claro isso,
Lucas no né no Evangelho e na em Atos é
o empoderamento, o revestimento de
poder.
>> Inclusive essa essa isso que o Gér
colocou aí é bom a gente manter em mente
porque eu acho, só vou só jogar aqui, a
gente continua o assunto, tá? que quando
o CON fala do Strondot, naquele livro
dele de Lucas, eh, o CON vai fazer uma
crítica dizendo que a interpretação do
Strond com relação a Lucas, de que Lucas
deixa claro uma segunda inspiração do
espírito e tal, eu acho que o Cáo
entendeu tudo errado do Strong.
>> Olha que E olha que tu é tu é, não posso
falar essa palavra aqui, tu é tipo, né,
amigo amigão do Castro. Caro para mim é
o ponta de linha das minhas caro assim,
é Deus pai, Deus filho, Deus espírito
santo, desce um pouquinho Carlson,
>> porque o Carson escreve naquele livro A
manifestação do Espírito Santo, uma
crítica teologia eh lá no final. E
sinceramente eu acho que não, acho que
ele entendeu errado na época. Foi umas
foi uma série de pregações que gerou o
livro Manifestação do Espírito. Eu não
acho que que teve edição, corrigido e
tal.
>> E é muito bom até. É um livro que tem
muita coisa boa esse livro do Carson,
né? Livro é fantástico, é principal.
>> É, inclusive é um dos poucos em língua
portuguesa que fala sobre dons
espirituais
>> em termos exegéticos, né? Sim.
>> Em termos exeg porque, cara, o que que a
gente tem de dom espiritual no Brasil,
assim, grosso modo, a gente tem esse do
Carson Sunstorms
e eu só lembro desses dois, né? E claro,
no livro do Gutierre tem capítulos que
tratam sobre isso e tal, mas enfim.
Gente, vamos lá, mais uma pergunta aqui.
Antes deu do Anderson, mas a gente não
respondeu. A gente respondeu do
Anderson.
>> Eu vou ler, eu vou ler, vou ler. Mas
antes eu quero dizer o seguinte, galera.
Eu, Cacau e Guilherme Nunes, a gente dá
aula na EBT, tá bom? A escola Bibotal de
Teologia que tem mais de 90 aulas
gravadas, aula ao vivo toda semana. É
nessa vibe. As aulas ao vivo com o
piadoca de tiozão, com dinamismo,
entendeu? vários ebooks, tá bom, gente?
Vários PDFs que a gente fornece pros
alunos, grupo privado lá no Telegram, é
uma teologia sem rodeios, o link tá na
descrição do vídeo. E nós acabamos de
lançar um módulo sobre o Espírito Santo
que tá com 20% off para o plano anual,
mas só até 30 de julho, tá bom? só até
30 de julho. E o link tá aqui na
descrição dessa. Vem estudar, gente, com
a gente. Ó, a gente acabou de lançar um
módulo sobre o Espírito Santo que, ó, já
tem quem é aluno da EBT já tá com
acesso, beleza? Só que vai vir mais
aulas ainda para esse módulo. E tem, eu
tô preparando aqui mais umas três,
quatro aulas ainda que serão enxertadas
nesse modo do Espírito Santo. Olha,
botou até o óculos, hein? Que que isso,
hein? Patropia da teologia.
>> Sensacional. [risadas]
Nossa. Mas vamos lá. Vamos responder a
pergunta então. Aqui
>> você entendeu a pergunta? Não,
>> não. Eu vou ler de novo porque eu não
entendi. Vamos lá.
>> Ah, Bibo, qual a posição de vocês sobre
oração em línguas? Depois a gente
responde. Não, mas é que é do Anderson
aqui, ó. Vamos lá.
>> Ah, é.
>> Qual a ordem do agir do Espírito Santo?
Ele parte do buscar individual e se
manifesta e aperfeiçoa na igreja ou ele
parte da igreja e se aperfeiçoa no
individual ou não tem nada a ver? Vocês
entenderam [roncando] a pergunta dele?
ou não tem nada a ver.
>> Eu acho que eu entendi.
>> Vamos lá. Vamos. Eu vou. Viemos agora
para um deterpato. O que que o Espírito
Santo faz primeiro? Ele forma uma
comunidade e então atrai indivíduos
ou ele atrai indivíduos e de indivíduos
transformados pelo seu agir, ele forma a
comunidade. Eu acho que é isso que ele
quis dizer.
>> E eu acho que e eu acho que as duas
coisas estão interrelacionadas, porque
>> eu também acho que são as duas coisas.
>> É porque o espírito já precisa pensar
num ou no outro.
>> É, não é isso que tá Anderson. Não se
não divide. Eu acho que essa
sistematização ela não te ajuda agora
para para pensar o seguinte.
>> O Espírito Santo ele vem é Deus manda
sobre o povo, entendeu? E tudo que Deus
faz pro povo, ele pode até usar um
indivíduo. No Antigo Testamento tava
muito sobre alguns indivíduos. Aí tem o
Pentecostes de número 11 e tal, mas é
tudo para abençoar o povo, para estar no
meio do povo. E no Novo Testamento mesmo
é é sobre toda a carne. Então a gente
tem ali Atos 2, depois temos mais um
Pentecostes em Atos 4 e por aí vai. São
manifestações que vão acontecendo e Deus
vai agregando na comunidade. Então tenta
não sistematizar muito assim.
a gente tem uma tendência de diminuir
esses aspectos mais corporativos da
Bíblia, né, que que sempre tratam em em
em termos bastante comunitários, em
vários assuntos, né, em vários assuntos.
>> E a gente é marcado mesmo por um certo
individualismo, fruto aí do nosso tempo,
eh,
da modernidade pra frente, né? Uhum.
>> Então é normal que a gente tente
interpretar vários assuntos, não só a
pneumatologia, mas a suterologia, um
monte de coisa de um ponto de vista
muito individual, né? Então foi muito
bom que o o Guilherme desde o início
aqui já definiu um tom bem comunitário
para falar de vários desse assunto, né?
>> Porque realmente é é um desafio e é uma
necessidade, não é nem só um desafio pro
nosso tempo, mas é uma necessidade, viu
gente? E agora falando aqui como
pastorzinho aqui, [risadas]
é é muito importante,
a gente essa visão da do agir do
espírito em comunidade, na comunidade,
eh os desafios da comunidade, e
a para vários, quer ver uma coisa que às
vezes a gente não pensa?
Eh, se o espírito ele ele empodera, ele
move, ele batiza quem o povo não achava
que ia ser batizado, ele dá línguas para
quem o povo não sabia se podia falar em
línguas, se ele faz essas coisas meio
que dando um bypass na liderança,
nenhuma liderança eclesiástica pode ser
eh dominadora, [risadas]
porque o espírito que é o poder, o poder
não tá nela. Então, se ela toma o poder
para ela, ela tá tentando segurar o
espíritos para ser um poder límite
legítimo. E ninguém nunca fez isso.
>> Então, uma liderança eh dominadora, ela
será invariavelmente carnal, né?
>> Uhum.
>> Porque ela não vai poder ser uma
liderança parte do espírito. É por não
sei se é por isso. Não vou falar o que
eu que eu vou acabar falando besteira.
>> Ah, eu falaria porque eu senti que vinha
uma coisa muito boa.
>> Não, não, não, não. Mas não vem não. Eu
tô eu tô eu tô dando um salto que não,
que não era para dar. Que na hora o
espírito falou: "Não, [risadas]
brincadeira.
Na hora eu percebi, mas assim, realmente
esp, eu eu falo isso na igreja lá, né?
Às vezes as pessoas, né? Até tem uma
irmã da igreja aqui nos comentários,
talvez ela vai identificar um papo que a
gente teve, vou expor aqui para vocês,
não tem problema, porque não era um
espaço secreto, não era não era um papo
secreto.
>> A gente conversou e ela falou assim:
"Pastor, posso fazer tal coisa?" E eu
falei assim: "Irmã, o espírito tá
fazendo, ele não me pede autorização
nunca. [risadas]
>> Sensacional.
>> Vai lá.
Então é isso, né? [risadas]
>> É, é importante a gente entender que a
concreticidade do espírito é a igreja.
Então, às vezes a gente acha que a
concreticidade do espírito, ah, são, eh,
experiências,
>> maravilhas,
>> é, místicas, assim, eu não, e aqui eu tô
usando até como tempo positivo, tá?
Então, o ponto é o que é que me faz eh
ver o espírito? É a igreja. Então assim,
se eu quiser ver o a reis ver o pai, eu
olho pro filho. Se eu quiser ver a igre,
o espírito, eu olho pra igreja. Seja
mais ou menos isso. Se eu fosse fazer
uma um segundo evangelho a João cheio de
heresia aqui, o filho diz: "Vocês querem
ver o pai? Olhe para mim." E o espírito
diz: "Vocês querem ver o espírito, né?
Olhem pra igreja". Porque é ali onde ele
tá trabalhando e a concretidade de tudo
que tá acontecendo. Eh, e eu acho que a
questão prática é essa, se o espírito é
o principal pastor da igreja, como a
gente vê em Atos, então a gente tem que
ter cuidado
para que as nossas ações não atrapalhem
o próprio papel do espírito no
transformar das pessoas. E eu acho que
uma das coisas que faz com que a gente
atrapalhe o papel do espírito é a nossa
falta de paciência com pessoas que estão
no processo de transformação. Vixe.
>> Então, às vezes a gente perde a
paciência, às vezes a gente começa a
colocar regrinhas para ver se melhora
rápido, às vezes a gente começa a fazer
um tipo de discipulado que é fast food,
tem que ser rápido, porque se não for
rápido a coisa não acontece, a igreja
precisa crescer. E toda essa atmosfera
de velocidade
muitas vezes atrapalha a operação do
espírito, que olha, a gente pode
observar na nossa própria vida, não tem
essa velocidade inteira. Às vezes é um
processo lento de transformação,
devagar
artesanal. Gosto de usar, é, gosto da
cidade artesanal. Slow church.
>> Isso não é em bloco, não é em não é em
em linha de produção, né? Não é o
fordismo da fé. Fordismo da fé.
Pessoal, de
>> vários. Nossa, nós levantamos vários
termos aqui, hein? Pode ser títulos.
Cada um de nós escreve um um, né? O
fordismo da fé, slow church, igreja
artesanal.
>> Pronto. Pronto.
>> Então, [risadas] sabe o quê? Eu tava num
numa numa conferência no semana e e uma
coisa que eu estava falando lá era o
seguinte. Às vezes, eu acho que para
algumas pessoas, às vezes a gente fez
uma comunhão
tão seleta que algumas pessoas precisam
estar bem para poder participar dessa
comunhão. É do tipo, eh, a nossa
comunhão são só para certos tipos de
pessoas.
>> Uhum. Eh, por exemplo, pessoas com
problemas mentais e deficiências e
patologias e questões mentais, às vezes
não se enquadra na comunhão que foi
criada, porque é uma comunhão que foi
criada simplesmente para uma linha de
pessoa chamada o cristão evangélico
brasileiro. E aí quando a gente pensa em
comunhão, a gente pensa nesse perfil.
Então, às vezes tá viciado o nosso
perfil de comunhão, porque às vezes a
gente diz assim: "Bem, você que tá em
depressão, vamos lá, levanta, vamos
rápido, vamos fazer isso, vamos fazer
aquilo outro, vamos rápido, porque senão
você vai estar pecando, porque senão
você não vai estar na comunhão." Ou
seja, pera aí, pera aí, pera aí. Quer
dizer que aquela pessoa para se
enquadrar na comunhão, ela precisa estar
bem,
>> cara. Então não tem comunhão paraa
pessoa mal normal que tá doente, que tá
com problema, então para participar
precisa estar tudo direitinho. Então, às
vezes, eu acho que são essas coisas que
atrapalham o papel do espírito. É quando
a gente tenta manufaturar transformação
das pessoas com velocidade.
>> Nossa, muito bom. Eh, o Gutierre está
vai entrar aqui daqui a pouco, tá? Mas
eu quero, o Anderson, ele fez um, ele
deu um plus aqui na pergunta dele, mas
essa manifestação do espírito na igreja
se dá através do buscar individual ou
esse buscar individual não influencia na
manifestação do espírito na igreja?
Então, Anderson, na minha opinião, eu
acho que tu ainda tá atomizando demais.
>> Mas eu acho que agora ele tá, a pergunta
tem a ver com o a nossa parte no buscar
>> a nossa parte. Exato. Exato.
>> É a, por exemplo, falar em línguas, né?
Sem sombra, aliás, sem sombra. Eu eu,
cara, eu tenho a mania de falar isso e
às vezes tem várias sombras de dúvida,
mas eu tenho essa mania de de usar.
Vamos lá, Paulo fala pra gente buscar os
melhores dons dentro do contexto. Eu vou
chamar o Gutierres aqui. Ah, não.
Gutierrez foi lá, foi, foi no banheiro
agora. Dentro [roncando] do contexto,
>> só de essa live é maravilhosa. Essa live
dentro do contexto ali, ó, de buscar os
melhores dons, Paulo dá a entender que o
dom de línguas ele, cara, vocês estão
hiper valorizando aí o dom de línguas,
né? parece entender isso que é uma super
valorização do falar em línguas ali na
comunidade de Corinto. Então, o dom de
línguas não parece estar na prateleira
dos melhores dons, né? Não sei como é
que vocês fazem a exegese aí desse
texto, depois eu gostaria de ouvi-los,
mas no meu entender, o dom de línguas
não parece estar nessa prateleira aí de
melhores dons, mas ele é fundamental.
Ele é ele é também fundamental, ele é
importante porque um crente que busca o,
né, que fala em línguas, ele edifica a
si mesmo. E um crente edificado em si
mesmo é uma bção pra comunidade. E
pegando um gancho no que o o Gui falou,
olha só, o fato de não atrapalhar o que
o Espírito Santo tá fazendo, ó, muito
obrigado. [risadas]
>> Exatamente.
>> Porque é o que o Cacau falou lá no
começo também dessa live, que ficará
salvo até o dia 30 de desse mês. Você
pode ver depois do começo, mas cara, o
Espírito Santo ele tá agindo e a igreja
meio que vai atrás. É tanto que alguns
falavam, né, atos do Espírito Santo por
meio dos apóstolos, né? Não bem atos dos
apóstolos, mas atos do Espírito Santo
por meio dos apóstolos. E é isso. Então,
não atrapalha o que Deus tá fazendo. Não
atrapalhar já é uma coisa boa. Mas
entendeu assim, eh, bem, eu responderia
dessa maneira a questão do do Anderson.
Então, buscar individual é bacana. Todo
tem. Eu não posso buscar Deus pelo Gui,
pelo cacau e vice-versa. Então, claro
que todo mundo no corpo tem que ter essa
consciência e essa busca. Complemento,
pessoal. Resposta.
>> Cuidado aí é o cuidado aí é pensar o
seguinte, o meio da busca.
>> Então esse é o ponto. Então, buscar com
zelo os melhores dons.
>> Qual? Como, né, a gente faz essa
pergunta. Ixe, agora, agora,
>> agora chegou o cara do dom, hein? Chegou
o cara que domina o Espírito Santo aqui
no Brasil. Agora cuidado aí. Lucas, o
próprio A Lucas tá aqui, ó.
>> Exato.
>> Ele, ele é o ele é o detentor da
franquia Espírito Santo. [risadas]
>> Gente, o Gutierres é o autor desse livro
aqui, tá, ó? E entre outros, mas esse
aqui é da Thomas, que é parceira.
>> Isso aí.
>> Então, acredito que o buscar o Espírito
Santo não envolve somente o ato da
oração, que eu acho que é muito claro no
texto de Paulo que ele fala sobre esse
pedir, mas do servir à igreja. boa
>> de tá ali se vindo. Eu tô buscando o
espírito. Então, às vezes a gente acha
que buscar o espírito seria me afastar
da igreja para depois ir lá. E não é
isso que a gente tá tentando argumentar.
A gente tá argumentando que é no meu, na
minha vida na igreja, na comunidade, na
vivência comunitária, que eu experimento
dos enchimentos do espírito, que eu
experimento do espírito, que eu acho o
meu dom, que eu vivo o meu dom. É nisso,
né,
>> Gutierres? Os seus dois centavos aí
sobre tudo isso e tal, me diga para nós
aí, ilumine-nos, já que a sua testa tá
iluminada.
Tá faltando skincare aí, hein?
>> Não, aqui é porque eu tô com a luz na
minha cara, literalmente.
>> Que é luz artificial, podia ser do
Espírito Santo, mas tudo bem. Ficou meio
caído, né? A gente esperava mais.
>> Verdade. Não, não. Eu só entrei nesse
bate-papo só para falar que eu ouvi tudo
aqui. Eu tô muito feliz. O que que eu
fico feliz ouvindo no bate-papo desse?
Tô ouvindo um Batista, um pastor
Batista, Cacau. Tô ouvindo o Guilherme,
que é um teólogo reformado.
>> Opa. Eh, e tô ouvindo você, Bibbo, que é
a síntese do que é um evangélico médio.
Eh, [risadas]
>> nunca fui tão humilhado ao vivo, cara.
Eu nunca fui tão humilhado por um amigo.
Olha, cara, parabéns.
>> Perí, pera aí, cara. Pera aí.
>> Nossa, mano, essa parte
[limpando a garganta] aí depois vocês
printam. O Gut me definindo o evangélico
médio. Amei, amei. Tá na média. E na
verdade eu sempre passei na média na
minha vida inteira. Ó Deus, que eu passe
na média aí também pro outro lado, pelo
amor de Deus.
Não, mas o o que me alegra é ver que a
discussão do Espírito Santo hoje tá
muito consensual, assim,
>> é,
>> basicamente a gente não tem uma um
debate a sério. Ninguém tá colocando em
dúvida, por exemplo, eh, a natureza dos
dons para hoje. Esse tipo de debate já
morreu no nosso meio. Então, quando a
gente estuda o Espírito Santo e à luz de
uma exagese séria do texto bíblico, eh,
a gente vai chegar em conclusões muito
parecidas e às vezes só vai fazer uma
distinção eh de nomenclatura, mas que no
fim todo mundo tá falando a mesma coisa,
né? Então, só queria dar esse esse essa
pequena observação aqui ao nosso
evangélico médio.
>> Ah, muito bom, muito bom. [risadas]
Mas é isso, é isso, gente. Muito legal,
ó. Muito obrigado, doutor. Obrigado aí
aos professores da IBT. Gutieres também
tem uma aula na sobre esse módulo. Vai
ter mais, inclusive tem um texto, né,
Gut? Você me prometeu.
>> Isso. Eu tô te devendo. Tô te devendo.
>> É, não, mas é isso aí. Vai no tempo, a
gente vai fornecer também a galera aí.
Ah, tem uma pergunta do super chat. Com
isso, Gutierres responde essa aí. Aliás,
todo mundo vai responder, né? Que é uma
pergunta simples, né? Qual é, Bibo? Qual
a posição de vocês sobre oração em
línguas?
>> Gut, responde essa pergunta aí. pergunta
é bibo, qual [risadas]
>> não, mas é qual é que eu sou roxo, pô.
Sou roxo. Eh, então eu gosto de orar em
inglês, cara. Eu me sinto que, pô,
[risadas] é Deus. É brincadeira.
>> Receber as bênçãos em dólar, né,
>> gente? Bênçãos em dólar. Ah, se bem que
tá embaixo agora, mas tá bom para
investir em dólar. Mas vamos lá, gente.
Qual é a posição de vocês sobre o orar
em línguas ou falar em línguas?
Gutierres, como se ninguém soubesse a
sua. Diz aí.
Então, Paulo, é muito claro ao dizer que
o orar línguas é paraa nossa própria
edificação, então tem um auto de
edificação individual, por isso que
deve-se evitar oração em línguas de modo
coletivo, eh já que ele tem esse
caráter, eh, de devoção mesmo
individual, né? Eh, então, nesse
sentido, o exercício do falar em línguas
e da oração em línguas, eh, eu vejo,
inclusive, e muitos exegetos vão
concordar, que tá próximo daquela
expressão que você estava discutindo de
orações inexpremíveis de Romanos 8, né?
Eh, tá pró. Ah,
>> não acredito do Tierres. É, te dar, vou
dar um beijo na tela aqui. [risadas]
>> Até o R vai nessa direção, porque é a
ideia
>> é a ideia de que a oração nem sempre vai
ser eh inteligível, mas que a alma
humana, auxiliada pelo Espírito Santo,
vai poder fazer orações muito profundas,
sem nenhuma palavra exatamente no nosso
idioma. Cara, eu eu eu então eu penso
desse jeito,
>> mas eu tava com medo de falar e parecer
ofensivo.
>> Nossa, [risadas] Cacau, meu Deus, Cacau.
Ô, gente, olha por por libertação do
Cacau aí,
>> porque eu penso, eu penso com medo de
assim, não, não, não, não, não, não,
não. Eu tava com medo de ser ofensivo
contra o Gutierrez, que é o pentecostal.
Porque porque eu pensei assim, cara, mas
assim, eu não sei se essa perspectiva
pentecostal e me parece que não. E e eu
tenho esse conhecimento só teórico
assim, quer dizer, nem um conhecimento,
é um insight teórico, não é prático, né?
Então tava vendo, falei: "Ai, meu Deus,
não sei se eu vou falar". Mas o
Gutiérrez falou exatamente o que eu
penso, cara, eu penso exatamente desse
jeito, essa essa conexão com o com esse
esse sentido do horário inexprimível do
espírito, sabe? E realmente
>> muito bom.
>> É isso.
>> Quer falar aí? Ô, ô, Senhor Nunes.
>> Não, não. Iretocável. Iretocável.
>> Iretocável. Muito bom. Muito bom, gente.
Que sensacional. Há uma coisa que eu
termino essa live dando uma pequena, uns
dois centavos também, que eu acho que é
algo que nós na igreja, ah, eu penso que
uma das uma das coisas de ser cheio do
Espírito Santo para nós nesse nosso
tempo de igreja evangélica
eh fraturada,
a irmãos se digladiando nas redes
sociais, enfim, tanto mau testemunho
sendo publicado. Hoje em dia, as redes
sociais, os meios de comunicação, de
forma geral, eu penso que nós precisamos
pedir mesmo, né, para que Deus nos encha
mais com seu espírito de porque eu penso
que o Espírito Santo ele promove também,
eu vou usar uma palavra aqui e eu sei
que ela não é bem vista por alguns
irmãos, mas eu peço que eles entendam o
que eu quero dizer agora. A, o Espírito
Santo promove a ecumene, ele promove um
ecumenismo. E aqui utiliza a palavra
ecumenismo dentro do guarda-chuva do
cristianismo, OK? dentro do guarda-chuva
do cristianismo, eh, que eu uso essa
expressão, mas eu acho que ela é muito
boa, é uma palavra boa que a gente às
vezes demonizou ela de forma, eu acho,
errada, que é uma palavra boa, na minha
opinião, e a gente precisa buscar essa
unidade, essa ecumene. E o Espírito
Santo promove isso. A gente é uma prova
aqui disso, né? Nós temos pessoas de
confissões diferentes aqui. Nós quatro
aqui pensamos alguns assuntos diferentes
em, sabe, coisas periféricas.
mais que alguns.
>> Exato. E eu penso que o Espírito Santo
promove essa ecumênia que nós tanto
precisamos no meio evangélico, sabe? No
meio cristão, tá? No meio cristão para
abrir ainda um pouquinho mais. E a gente
precisa orar mesmo. Senhor, eh, sabe,
enche-nos, né?
Sabe, derrama mais. A gente precisa de
mais. Enche-nos, né? Deixe se encher
pelo espírito. Vamos pegar Efésios 5:18.
Para quê? Para fazermos a obra de Deus.
E a gente para fazer bem a obra de Deus,
ou seja, esse corpo que representa a
presença de Deus no mundo, é uma igreja
composta por pessoas que pensam questões
periféricas de forma diferente, mas
temos um núcleo duro, temos, ou seja, e
quem que é esse? É Jesus. Estamos todos
em Cristo. E o Espírito Santo promove
essa consciência de unidade. E a gente
precisa desesperadamente disso, até
porque tem uma oração também sobre nós,
né? Jesus ora por nós em João 17. E isso
vai se concretizar por meio do Espírito
Santo, a terceira pessoa da trindade que
está entre nós e que nos capacita para
vivermos isso. Então, a gente precisa
ser cheio do Espírito Santo para termos
essa unidade da igreja, para promover
esse ecumenismo ah que é tão vital nos
dias de hoje. Por quê? Porque o nosso
testemunho não vai ser completo se a
gente ficar focando em questões
marginais e não focados naquilo que é o
centro do evangelho, aquilo tudo que
Deus está fazendo e vai fazer no mundo
por meio da sua igreja. Beleza? É isso,
meus irmãos.
>> Rapaz, eu vou dizer o seguinte, se esse
é o evangélico médio,
[risadas]
errado,
porque esse nível aí tá muito alto,
cara. [risadas] Tá acabando com que que
é isso, cara? Olha aí, olha aí, olha aí,
olha aí, olha aí.
>> [risadas]

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