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Rota 66 Português – Levítico 11 | Luiz Sayão | IBNU

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Bem-vindo à Bíblia de estudo comentada
em áudio.
[música]
Estudo 64, [música]
baseado em Levítico 11.
Hoje vamos falar sobre os animais puros
e impuros, conforme a lei de Moisés aqui
no livro de Levítico, trata da questão.
Como nós sabemos, o livro de Levítico
está falando sobre pureza e santidade. O
povo que servia o Deus vivo deveria ter
uma vida separada, diferenciada,
uma vida que não se confundisse com a
vida dos pagãos em nenhum aspecto.
Diante dessa realidade, dessa maneira de
cultuar a Deus de modo particularmente
especial, Deus trouxe também regras e
leis ligadas ao que os israelitas
comiam. Então, como nós podemos ler na
NVI, o texto bíblico nos diz o seguinte:
"Disse o Senhor a Moisés e Arão: "Digam
aos israelitas de todos os animais que
vivem na terra, estes são os que vocês
poderão comer. Qualquer animal que tem
casco fendido e dividido em duas unhas e
que rumina."
Ah, olhando o texto bíblico, nós vamos
observar que havia uma maneira de
separar o que era considerado um animal
puro e um animal impuro, um animal
imundo. E havia regras diferentes,
dependendo do tipo de animal. Com
respeito aos mamíferos, aos animais de
quatro patas, geralmente assim
reconhecidos, havia uma regra, conforme
pode ser observada no versículo 4, vocês
não poderão comer aqueles que só
ruminam, nem os que só tm o casco
fendido, ou seja, qualquer animal que
tivesse o casco fendido e que também
[roncando] ruminasse,
Como faço o boi, poderia ser comido sem
problema algum, mas os outros animais,
mesmo que tivessem somente uma das
exigências, não podiam ser comidos pelo
povo de Israel ali no Antigo Testamento.
O camelo, por exemplo, foi proibido
porque não tem casco fendido, a
semelhança do cavalo. O coelho também
era proibido, a lebre e outros bichos e
principalmente o porco, que é tão comum
e tão comido no mundo ocidental, mas que
era rejeitado porque não rumina.
Ah, há outras maneiras de classificar os
bichos como puros ou impuros a partir do
que nós vemos no versículo 9. Todas as
criaturas que vivem nas águas do mar e
dos rios, vocês poderão comer todas as
que possuem barbatanas e escamas. Ou
seja, todo peixe que não é, como se diz
popularmente, um peixe de couro, poderia
ser comido desde que tivesse escamas e
também barbatanas. dos demais animais
aquáticos seriam considerados impuros e,
portanto, proibidos pela lei do Antigo
Testamento.
Ah, olhando um pouquinho mais para
baixo, o versículo 13, as aves também,
algumas delas não podiam ser comidas.
Nós temos a águia, o urubu, diversos
tipos de águia, o falcão, milhafre,
corvo, coruja, gavião. E olhando para
essas aves, nós vamos observar que a
característica delas são aves que são
aves de rapina, aves que estão
acostumadas à caça, são consumidoras de
carne de outros animais, portanto, tendo
uma certa ligação com a morte. É
surpreendente e interessante observar
que o morcego é também classificado como
ave, conforme nós lemos no versículo 19.
Os hebreus costumavam entender que os
animais eram divididos a partir ah de
onde eles ocupavam espaço. Havia animais
que estavam ah sobre a terra, animais
que voam entre o céu e a terra e animais
debaixo da terra que habitam as águas. E
aí essa classificação de pureza e
impureza está relacionada com isso e
também com a questão da morte, como nós
vamos ver com mais atenção um pouquinho
a para a frente. Todas as pequenas
criaturas, como insetos e outros seres
menores que têm asas a e que se movem
pelo chão, serão proibidas para vocês.
Os bichos, ah, insetos, araquinnídios,
eram proibidos, com exceção de alguns
poucos. E entre eles destaca-se o
gafanhoto, que era permitido pela lei.
Ah, versículo 29 confirma também o fato
de que todo animal que se arrasta pelo
chão, conforme a NVI, dos animais que se
movem rente ao chão, esses serão
considerados impuros. O que significa
isso aqui? Uma outra questão
interessante da maneira dos antigos
hebreus verem os bichos. Todo bicho que
se arrasta ou que se move rente ao chão
é, vamos assim dizer, um réptil. Hoje,
quando falamos em réptilo,
em cobra, em tartaruga.
Na linguagem bíblica, por isso que a
tradução da NVI é um pouco mais clara.
Aqui qualquer bicho que anda rente ao
chão é classificado dessa forma.
Portanto, doninha, o rato, lagarto,
lagartixa, camaleão, todos eles são
chamados de animais que se movem rente
ao chão e todos eram proibidos. Qualquer
coisa a que tocasse o cadáver de um
bicho desses também ficava impura.
Ah, qualquer animal que morresse, mesmo
que fosse um animal puro, um animal
chamado limpo, esse animal tornava-se
impuro. Ninguém poderia, como diz o
texto do versículo 39,
ah, quando morrer um animal que vocês
têm permissão para comer, quem tocar no
seu cadáver ficará impuro até à tarde.
Quem comer da carne do animal morto terá
que lavar as suas roupas e ficará impuro
até à tarde. Portanto, era proibido
também. E assim o texto de Levítico 11
termina dizendo: "Essa é a
regulamentação acerca dos animais, das
aves, de todos os seres vivos que se
movem na água de todo animal que se move
rente ao chão. Vocês farão separação
entre o impuro e o puro, entre os
animais que podem ser comidos e os que
não podem." De modo geral, nós vamos ver
a preocupação de Deus para com o seu
povo de lhes ensinar de maneira concreto
a separação entre pureza e impureza,
entre santa e vida que não era santa.
Essas regulamentações
eh importantes e que valeram para a
época da lei e do Antigo Testamento,
elas tinham o foco voltado para que se
fizesse uma distinção entre aquilo que
estava ligado com a vida e aquilo que
estava ligado com a morte. Todo animal
que de alguma forma está envolvido com a
morte é considerado impuro e rejeitado.
A os as aves que matam para comer, as
aves de rapinas são rejeitadas. Todos os
animais ah que são carnívoros, os
animais ah dos mamíferos que matam estão
fora e são considerados impuros. Ah,
todo animal que morreu é rejeitado como
impuro também. Todos os peixes eh
considerados carnívoros e destruidores
estão fora da lista. A ideia geral é que
a pureza e a santidade estão
relacionados com a vida e que a
impureza, ah, e que o oposto da
santidade, a contaminação, está
relacionado com a morte. Isso ajudava os
israelitas a terem uma vida, vamos dizer
assim, mais ah, razoavelmente protegida
no mundo antigo. Mostrava também a uma
separação da conduta dos outros povos e
lhes dava uma noção bastante pedagógica
e clara a respeito de uma separação
entre aquilo que é santo e aquilo que
não é santo, aquele que é puro, aquele
que é impuro. grande foco, a grande
razão da discussão dessa proibição é a
relação entre santidade e vida em
oposição à impureza, a contaminação e a
questão da morte. É por essa razão, por
exemplo, também que os animais que estão
ah ligados, que se arrastam pela terra,
a terra é o lugar onde se recebe aqueles
que morrem, onde eles são enterrados.
Todo animal que se arrasta, que anda
pelo chão e que não está suficientemente
afastado do chão, também é visto como um
animal impuro. Essas regras não têm
valor permanente, mas elas são de
excelente a compreensão da separação
daquilo que eh está diferente da
proposta de Deus em termos de santidade
e de pureza cerimonial, conforme nós
podemos ver aqui. E assim nós, então,
terminamos essa reflexão de hoje, que
certamente tem bastante a nos ensinar do
tema impureza não se põe na mesa. E
vamos prosseguir daqui a pouco com as
[música] questões que ainda estão na sua
cabeça, as perguntas importantes sobre
[música] Levítico, capítulo 11.
Ok, [música]
[música]
sai chegando agora na segunda parte do
programa. Levítico capítulo 11. O bicho
vai pegar, viu, professor? Eu tô aqui
com algumas perguntas e eu começo. É
verdade que essas regras que você acabou
de dizer, elas têm a ver com saúde, um
bem-estar do povo? Pois é, Alberto. Uma
grande parte das pessoas ao lerem esse
capítulo que fala sobre animais que
podem ser comidos e que não podem,
imediatamente tem essa impressão. Muita
gente diz o seguinte: "Olha, como o
pessoal tava lá no deserto,
ah, e eles poderiam comer lá uma
feijoada e ter dor de barriga e eles
poderiam comer alguns bichos." Então,
Deus
deu uma orientação desse tipo para que o
pessoal pudesse ter a sua saúde
preservada.
>> Seria um cardápio para eles.
>> Pois é. É, a ideia era não ter
colesterol demais, né? Mas veja, a gente
tem que tomar um certo cuidado, porque a
gente tá às vezes colocando a nossa
preocupação, a nossa ideia dentro da
Bíblia. O texto, nenhum momento fala de
saúde. É claro que todas as
recomendações divinas são benéficas para
aqueles que a a as recebem. Ah, e é
claro que a maioria dessas coisas aqui
tinha algum benefício nesse aspecto. Mas
o o fundamental aqui, a intenção do
texto não é falar sobre preocupação com
saúde, até porque se este for assim a o
fundamento, né, ou melhor a razão última
do texto, fica difícil, né, porque a
gente vai ver Jesus depois no Novo
Testamento diz que todos os alimentos
são considerados puros. A pergunta então
fica: então Jesus queria tirar a nossa
saúde, né? Se a gente tem agora
liberdade de comer esses animais. Então
o foco não é esse. A razão, né? A o
foco, assim, o centro cerne da questão é
ensinar pro povo a separação entre santo
e profano, entre puro e impuro. Por isso
que o versículo 44 vai dizer: "Pois eu
sou o Senhor, o Deus de vocês.
Consagre-se e sejam santos, porque eu
sou santo. Não se tornem impuros com
qualquer animal que se move rente ao
chão. Eu sou o Senhor que os tirou da
terra do Egito para ser o seu Deus. Por
isso, sejam santos, porque eu sou santo.
>> Tá nada a ver com o time de futebol, né?
>> Não tem nada a ver com o time de
futebol. Aqui o assunto aí, né? Eh, eh,
são outros animais, nada a ver com os
que estão, né? Muitas vezes no no campo.
O foco é diferente. E, e então é
importante ver isso, né? Que que não não
dá mesmo que possa haver algum, porque a
santidade tá ligado com vida, né? E a
impureza tá ligado com morte. Então tem
aí, vamos dizer, um reflexo menor de
saúde. Ah, e a outra razão principal,
porque não é esse o foco, é porque, por
exemplo, a gente sabe que havia várias
plantas venenosas no deserto. Havia
outras coisas que a pessoa poderia comer
e ser prejudicada e a lei não proibiu
nenhuma delas. Então, assim, o foco tem
a ver com a questão ctica, com a questão
da relação com Deus e com a questão de
separação dos pagãos,
>> tá certo? Olhando aqui, acompanhando a
sua aula em Levítico 11, encontrei
alguns animais no versículo 5, no
versículo 13. Olha só, arganá,
quebrantoso, não sei como ele é, e o
mocho, mas a sua Bíblia na NVI parece
que não aparecem esses animais. Qual é o
critério da NVI e como é que ela
trabalha com essas diferenças? Bom,
Alberto, em primeiro lugar, eu queria
dar uma palavra, né? A NVI, a nova
versão internacional da Bíblia, foi um
projeto, uma Bíblia que foi traduzida
recentemente, ela e tá em português há
mais ou menos uns 6 anos, publicado pela
editora Vida e pela Sociedade Bíblica
Internacional.
E é uma tradução muito mais fácil da
pessoa ler e ela foi feita com base nas
pesquisas mais recentes. Então, por
exemplo, esses bichos são difíceis de
ser identificados. Então, existe uma
publicação específica, por exemplo,
sobre a fauna e a flora na Bíblia, em
que estuda cada um dos casos e existe
estudiosos que dão uma sugestão mais
clara. Então, essas traduções antigas
têm sugestões que não são aceitas pela
pesquisa mais profunda. Não é que ah,
mudou o original, mudou o conhecimento
que a gente tem sobre o assunto. Então,
a NVI não só tem uma tradução mais
precisa, por exemplo, o Arganas, na
verdade, é traduzido por coelho, que é
uma palavra muito mais conhecida, né?
Então, o o as traduções são mais assim
adequadas de acordo com a pesquisa. E a
NVI é uma tradução feita por uma equipe
de estudiosos, né, de vários lugares do
mundo. Ah, um dos principais estudiosos
que recomenda NVI, o Dr. Russeled, que é
bem conhecido em todo o país, né, ah, e
também fora dele. E por isso nós estamos
usando, né, nós mesmos trabalhamos no
projeto a uma tradução que consiga ter
um impacto para que a pessoa entenda a
mensagem de Deus e que isso faça
diferença na sua vida. Muitas traduções
mais antigas foram boas paraa época que
foram lançadas, mas hoje fica mais
difícil de entender numa linguagem que a
pessoa não usa mais.
>> Mesmo a atualizada que nós usamos hoje,
na época que ela apareceu, também causou
uma certa estranheza no meio do povo,
né?
>> É, exatamente. Toda vez que sai uma
versão nova, muitas pessoas encontram
algo, algo, alguma coisa que a qual não
estão acostumadas,
>> tá certo? Estas regras apresentadas até
agora, elas valem hoje. O judeu as
pratica e o cristão, como é que ele
fica? Ele por ele não eh age dessa
maneira também.
>> Olha, Alberto, o que acontece, né? Os
judeus religiosos, especialmente o que a
gente chama de racidim, né? os racídicos
e outros ortodoxos, eles observam com
atenção aquilo que é chamado regra
cocher de alimentação. É aquele judeu
que a gente vê assim na televisão, né,
com aquele terno preto, aquela cartola,
né, todo cisudo.
>> Exatamente. Esses judeus, eles têm um
respeito muito grande pelo Antigo
Testamento e entendem que devem observar
literalmente essas leis. até tem um
rabino que observa, né, o abate dos
animais e e verifica tudo direitinho
para ver se isso tá dentro da
conformidade da exigência da lei. Então,
o judeu religioso, não todo judeu, ele
observa isso com bastante atenção em
detalhe. Por que que os cristãos não
fazem isso? por causa de uma palavra que
vem do Novo Testamento. Jesus ah ensinou
de maneira diferente da interpretação
judaica da lei, que o que contamina o
homem, na verdade, não é o que entra,
que a lei teve um propósito para
distinguir, né, cerimonialmente o o puro
do impuro e que isso já tinha cumprido o
seu propósito, né? Agora isso não tem o
mesmo valor para nós, né? O que importa
é não simplesmente o que entra, mas o
que sai do homem, isso é que torna
impuro. Então, em Marcos, capítulo 7,
versículo 19, o texto diz explicitamente
que, ao dizer isso, ele considerou ah
puras eh puros todos os animais. Então,
do ponto de vista religioso no
cristianismo, do ponto de vista
cerimonial, não existe proibição
alimentar a ou dietética. Agora é bom
prestar atenção. Não pode alguém aí que
tá nos ouvindo, tem problema no coração
ou tem uma dificuldade de saúde, falar:
"Bom, já que Deus diz que não tem
problema, hoje vai ser uma feijoada de
manhã e outra noite". Aí é uma questão
de ter bom senso, né?
>> E uma capivara na brasa, né?
>> Pois é. Então, a pessoa tem que ter bom
senso. Não quer dizer que a pessoa deve
comer qualquer coisa e que a pessoa pode
fazer qualquer coisa irrefletidamente
com o apoio divino. Ele tem que seguir,
né, a regulamentação. Se o médico, né, e
diz e a pessoa tem um problema de saúde,
ah, o que o texto tá dizendo é que a
alimentação, né, não deixa ninguém mais
santo do que o outro. Esse não é o
critério
que o foco de Deus, no final das contas
tá interessado em coisas mais
importantes, em coisas ligadas à ética,
ao procedimento com o próximo, em vez de
a preocupação com a pureza do alimento
em si. Tá certo? Última pergunta agora
da nossa sessão aqui. Como é que os
judeus classificavam os animais? Porque
eu acho que tem gente que faltou na aula
de biologia. Morcego aqui no texto é
ave.
Que história é essa?
>> Pois é, olha só, essa pergunta é muito
importante, Alberto, e vai ajudar os
nossos
amigos aí, né, e nossos ouvintes, a, de
fato
correrem atrás de conhecer mais a
Bíblia. Porque veja bem, como é que a
gente classifica os animais. Houve um
cientista sueco chamado Carlos Lineu,
que queria estudar mais profundamente os
animais e ele definiu um tipo de
classificação que a gente conhece hoje.
No tempo dos hebreus, eles não tinham
esse tipo de classificação, eles vinham
de uma outra maneira. Então, é
interessante, os estudiosos falam que os
hebreus classificavam os animais
fenomenologicamente.
Olha, vou repetir de novo que o nome é
diferente, né? esquisito,
fenomenologicamente,
quer dizer o quê? Que os animais eram
classificados a partir de como eles eram
vistos ou percebidos pelos olhos. Então,
o que que você tem? Você tem o que tá
dentro d'água, o que tá no chão, fora
d'água e o que tá no ar. Então, né, o
que tá em cima, o que tá abaixo, né, e o
que tá na terra. Então, os bichos eram
classificados assim. Qualquer bicho que
se aventurasse a sair do chão e desse
uma volta voando, ele é, conforme os
hebreus diziam, um of canaf, né? Ou
seja, um bicho que tem asas. Se ele é
passarinho, se ele é beijaflor, se ele é
morcego, se é libérula, é problema dele.
Quem mandou ele ter asa? Então a ideia é
assim, na verdade não é bem uma ave, é
um ser alado,
>> certo?
>> Entendeu? Ah, da mesma forma, o bicho
que tá na água, não, não importa se ele
é um mamífero como um golfinho, não
importa se ele é um peixe, né? Não
importa se ele é um sirênio como o peixe
boi, né? Ele é uma criatura aquática.
Então é uma maneira simplificada de ver
as coisas. Do mesmo da mesmo jeito, é um
bicho que se arrasta no chão, né? Um um
suposto réptil. Então, um rato, né, que
corre assim raspando pelo chão com
aquelas patinhas pequenas na mentalidade
do do hebreu antigo, né, como eles
diziam, remedo, romedo, salar, agora
vamos explicar direitinho, né, é um
bicho que se arrasta no chão. E então eh
não é que tá errado isso, não é que isso
deve ser condenado. Isso é uma maneira
diferente de classificar e precisa ser
entendido, senão a pessoa se confunde.
>> Muito obrigado, Saão, pela explicação. E
você aí acompanhe agora a aplicação
desse estudo pra sua vida.
>> [música]
>> Hoje no Rota 66 [música] estudamos
Levítico capítulo 11 e falamos sobre o
tema impureza não se põe na mesa. A
grande razão porque Deus deu essa lei
cerimonial para Israel no Antigo
Testamento foi para lhes ensinar a
importância da santificação.
Ser santo significa ser [música]
diferente, ser separado e ter um
comportamento reservado particularmente
para [música] Deus. Mesmo que essas leis
não vão nos influenciar, não tem valor
para a realidade cristã [música] dos
dias de hoje, nós devemos entender que a
santificação é algo concreto que se
manifesta na [música] prática, que se
manifesta de uma maneira que se possa
observar [música]
perante os olhos de todos. Portanto, a
grande lição para nós é o que o texto
diz [música] no final. Seja santo, pois
Deus também é um Deus salvador.
>> [música]
[música]

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