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A fé vem pelo ouvir

VIU A TRETA DA NVI? QUAL PREFERE? QUAL É A DIFERENÇA ENTRE MILAGRE E PROVIDÊNCIA DE DEUS?

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Índice

Legendas automáticas:

Ai meu Deus, que sono. Olha, eu não
lembro a última vez. Eu lembro
claramente. Eu digo isso que é um só um
costume, mas eu lembro claramente a
última vez que eu estive tão cansado.
Nada como cafezinho para dar o grau.
Seja muito bem-vindo ao Two Fingers of
Theology.
Eu nunca traduzo como Two Fingers of
Theology. Eu eu sempre quando pergunto:
"Ah, qual o nome do teu canal no
YouTube?" Eu digo, ah, é um jeito meio
formal de dizer a taste of theology. Eu
traduzo dois dedos de teologia como a
taste of theology. É um gostinho em
teologia. Porque o melhor sentido de
dois dedos, se eu não é cearên, você
talvez estranho também, que muita gente
manda pergunta: "Ah, por que dois dedo
teologia?" Eu fico, fico preocupado, pô.
Pessoal não tem o costume de dizer pedir
dois dedinhos de alguma coisa? Me vê aí,
dois dedinhos. Isso que é uma água, só
dois dedos. A gente fala isso aqui no
Ceará, né? É um pouquinho de alguma
coisa. Dois dedos de teologia. E a ideia
é dizer que é um é um gostinho. É um
gostinho. É uma provinha, sabe? É uma
provinha em teologia. Um gostinho em
teologia. Eu sempre traduzo como a Taste
of Theology. A Little Taste of Theology.
Bom, por que que eu falei isso? Por que
que eu estou falando sobre do em inglês?
Eu não sei. É sempre eu tentando aquecer
a voz e começar a pegar o o tranco para
gravar o vídeo. Ole deve ter aí uma
quantidade industrial de trechos meus
falando coisas completamente aleatórias
no começo dos vídeos para eu começar a
gravar. Por que tem que pegar no tranco?
Tem porque assim tem um pouco de certo
de atuação, não é? Digamos assim, quando
você grava pro YouTube, né? É tipo luz,
não é? Você tá você tá me vendo aí com
iluminação normal, certo? iluminação
normal, mas a quantidade de luz que tem
aqui na minha cara é um absurdo. É umas
luz louca para você ver uma luz normal,
né? A mesma coisa acontece com o ritmo
da fala, mesmo acontece com o jeito de
falar, porque se eu for gravar os vídeos
do jeito que eu que eu falo no dia a dia
com a minha família, vai ficar tipo:
"Seja muito bem-vindo a Doisdos de
teologia. Sou o pastor Iago Martins,
sabe? Ainda não tá, ainda tá, como eu tô
tão acostumado que ainda tá um pouco
demais, né? Tentar fazer aqui como é que
eu falaria com minha mãe, sei lá. Seja
muito bem-vindo a dois dias de teologia.
Eu sou o pastor Iago Martins e a gente
vai agora responder algumas perguntas
aqui no do nosso canal do YouTube e vai
ser muito legal ter vocês aqui. Vamos
lá. Primeira pergunta. Na verdade eu a
entendeu e meia hora disso, meia hora
disso vocês não aguenta. Então se a
gente tem que falar um pouco mais uh
mais animado, mais alto, que é para
poder aguentar os vídeos aí de meia
hora.
>> Mas Iago, sei lá, o Nicodemos não fala
assim e as pessoas assistem ele no
YouTube.
>> Eu não sou Nicodemos. Um dia que eu for
Nicodemos eu falo assim, entendeu? Por
enquanto sou um fazendo o que
pode. Sim. O que é que eu tô falando
mesmo? Eu comecei o vídeo. Eu nem sei se
comecei o vídeo. É como é que é? Seja
muito bem-vindo ao Dois Dedos de
Teologia. Sou pastor Iago Martins e este
é o amado Pergunte ao Pastor, o programa
de respostas rápidas para perguntas
curtas hoje dos membros aqui do canal.
Mas dá uma colher de chá para você aí
que não é membro, quero responder suas
perguntas teológicas. Deixe uma pergunta
teológica nesse vídeo aqui que eu vou
selecionar deste vídeo o próximo
pergunte ao pastor. Então deixe suas
perguntas, manda as cabeludas, manda as
as mais pesadas, as mais tensas. E aí,
ó, quero selecionar também as que forem
mais curtidas, tá? Então, ó, deixa o seu
curtir também nos comentários aqui
embaixo. Eu vou, geralmente, olho lá o o
a IA do YouTube classifica as perguntas
como mais relevantes. Então, vou entrar
lá nos mais relevantes, tá? Respondendo
cima para baixo. Perguntas com mais
comentários, com mais curtidas, vão ser
perguntas aí que vão estar mais no topo
aqui do da parte de comentários
selecionados mais relevantes e aí tento
responder as mais relevantes. Então,
nesse vídeo aqui em particular, deixa
suas perguntas aí, no próximo de pastor
a gente faz isso. É sua primeira vez
aqui neste canal? Eu sou pastor Iago
Martins, sou doutorando em teologia, sou
pastor Batista aqui no Ceará e este é o
Dois Dedos de Teologia, canal no YouTube
que a gente voce sobre Deus é isso. E os
membros aqui do canal, quando você clica
aqui em ser membro, né, você paga um
valor irrisório todo mês, você apoia a
produção de conteúdo aqui do canal. A
gente tem um grupo no Telegram, eles
mandaram perguntas teológicas e é desse
grupo no Telegram que eu vou responder.
Se você quiser também ter suas perguntas
teológicas respondidas aqui no grupo do
Telegram, basta você virar membro também
do canal. Membros em qualquer categoria
participam aqui do grupo. Então simbora
responder as perguntas de hoje. Pergunta
do Bob Campos. Iaguinho, meu querido,
pergunta gigante aqui, tá? Tudo bem
contigo? Queria aí ouvir de você dois
dedos a respeito de milagres. Estou
lendo um livro com um capítulo que fala
do assunto e que descreve o milagre como
uma ação que não pode ser explicada de
forma natural, que possua um propósito e
que promova um comportamento moral.
Rapaz, é uma definição muito estrita,
né? Um milagre, cara, eu não sei, viu? O
milagre sempre vai promover um
comportamento moral. A linguagem do Novo
Testamento para sinais, não é? É que os
milagres eles apontavam para a pessoa de
Jesus e o seu poder como Deus, né? Era
um sinal do reino. O reino de Deus está
chegando. Por isso, esses milagres estão
acontecendo. Vai promover o
comportamento moral? Eu diria que tem o
objetivo de promover o comportamento
moral. Tem o objetivo de ser algo que te
aponte cada vez mais para Deus, não é?
Te aproxime do Senhor. Mas é realmente
uma definição bem bem estrita, né? Bem
específica. É uma ação que não pode ser
explicada de forma natural. Tem que ser
uma ação sobrenatural, né? Tem que ser
uma obra que sai do fluxo natural da
existência. Obviamente isso não é
milagre. Possua um propósito. Possua um
propósito. É o que Deus faz. Tem um
propósito, né? Sei. Não. Eu é uma uma
definição bem estrita. Não consigo me
opor a ela, mas não sei se é a única
definição possível de milagre, não. Eu
diria que o milagre é um ato
sobrenatural. Entendeu? O que é um
milagre? É um ato sobrenatural. Então
existe atos naturais e atos
sobrenaturais. Tem o que é natural e tem
o que é sobrenatural. Tá além do que é
natural. O que é um ato natural? Uma
coisa leva a outra. Existe um mundo,
existem leis, né, da física. A gente
pode chamar essas coisas de milagre por
si só. Dá para chamar. Tem uma citação
muito bonita, eu acho que é do
Wendelberry em que ele fala que a gente
geralmente se espanta com o milagre de
Jesus transformar água em vinho. A gente
deveria se espantar com o milagre de
solo e semente virar uva. Entendeu? Até
achei a citação aqui para poder ler
certinho. Diz assim, ó: "Quem já
contemplou os lírios do campo ou os
pássaros do céu e ponderou sobre a
improbabilidade da existência deles
neste mundo quente, dentro das
distâncias estelares frias e vazias,
dificilmente se surpreenderá com a
transformação da água em vinho, que foi,
afinal um pequeno milagre. esquecemos o
milagre maior e ainda em curso, pelo
qual a água com solo e luz solar se
transforma em uvas. Então assim, existe
uma coisa natural, existe um mundo
natural. Esse mundo natural pode ser
chamado de milagre em certo sentido.
Pode, pode, porque é um milagre a
existência, né, a natureza. Romanos 1
vai dizer que toda essa existência
expressa a glória, né, de Deus e o poder
de Deus. Existe um milagre muito
poderoso na própria, no próprio mundo
natural, não é? Mas a definição mais
estrita de milagre seria aquilo que sai
do mundo natural, sai da ordem natural,
sai da da relação de causa e efeito das
ordens naturais comuns, né? Pelo menos
eu defini, eu definiria mais ou menos
assim. O que é o milagre? É algo
sobrenatural, mais menos isso. Com isso
em mente, me vio uma pergunta:
"Situações como mulheres descritas
estéreis na Bíblia e que eventualmente
são abençoadas com filhos, isso seria um
milagre?" Sim, obviamente elas são
estéreis no sentido de não poder ter
filhos, é um milagre. Ou seria mais
adequado tratar com esses episódios com
providências divinas? Então, providência
e milagre são coisas diferentes. O que é
a providência? É Deus guiando a
história. Quando eu preciso de alguma
coisa boa e Deus usa meios naturais para
me dar aquilo, foi a providência. Deus,
pela sua providência, me ajudou a
arrumar um emprego. Mas o emprego não
foi um milagre. Ele me fez estudar, me
fez mandar um currículo, passei por uma
prova e aí consegui um emprego. Isso foi
a providência. Uma mulher que tem
baixíssimas chances de ter filhos, uma
mulher que é muito infértil, a chance
dela ter filho é mínima e aí a pessoa
tem um filho, normalmente a gente
chamaria isso de providência. Agora,
quando a chance de ter filha nenhuma e
aí a pessoa tem um filho, a gente chama
isso de milagre. Ele dá um parêntese
aqui, uma vez que biologicamente pode
ser explicada a concepção de um filho e
naquele tempo não teriam exames que
fossem 100% comprobatórios da
esterilidade de alguém. É, naquele tempo
a gente não saberia. Hoje a gente sabe,
naquele tempo era difícil saber se era,
foi um milagre ou não. No fim das contas
é só uma questão técnica, né? No fim das
contas, foi Deus sendo bondoso e Deus
concedendo a graça. Aí é a briga de
termo. Só foi o milagre ou foi a
providência? De todo jeito veio da mão
de Deus. É o bastante, né? Isso era o
suficiente. Minha intenção não é
questionar de forma alguma ação de Deus
nesses casos e nem duvidar da existência
de milagres. Mas é porque eu vejo
recorrentemente as pessoas banalizando
os milagres em seus discursos. É isso. É
verdade. Ah, não. Deus fez um milagre,
eu sei lá, passei de ano e tava indo mal
e mate. Tá tudo bem. Às vezes, cara, às
vezes essa banalização pode ser
realmente uma ideia de comunhão com
Deus. É porque aquela coisa, pra gente
que é meio nerd em teologia, você que tá
aqui no 2D teologia, você você já é meio
nerdinho já, entendeu? Só de tá aqui,
você já é meio nerdinho em teologia um
pouquinho, pode saber nada, ah, não sei
muito, mas você tá interessado em saber
alguma coisa, certo? Então assim, a
gente às vezes está preocupado com com a
linguagem, porque a gente sabe que a
linguagem apropriada vai nos ajudar a
entender as coisas de forma mais
apropriada. A relação entre linguagem e
compreensão é muito íntima. Agora, nem
todo mundo tá sabe, tem categorias de
linguagem para explicar sua experiência
com Deus de forma muito detalhada e
decupada. Então a pessoa diz: "Ah, foi
um milagre. Eu ia não ia conseguir uma
coisa e conseguir foi um milagre". Não
é? E assim, isso é é errar. Nossa,
>> o cara tá usando uma linguagem errada.
Está banalizando o que significa
milagre. Não, pô, o cara tá expressando
um sentimento de que Deus cuidou e Deus
fez, Deus fez aquilo acontecer, sabe? Eu
não vou sentir que é um milagre, que que
é uma banalização. Não tô dizendo que
você tá dizendo isso, tá, Bob? Não acho
que você tá dizendo isso. Eu tôando,
entendeu? Assim, não acho que a pessoa
tá banalizando por isso, mas existem sim
banalizações. Tratar o milagre como se
fosse uma coisa natural. É lembrar
sempre que existe o ordinário e o
extraordinário, né? Eu já diz essa
linguagem várias vezes aqui na no canal.
H, o ordinário é o comum, é o normal,
ordinário e o extraordinário, aquilo que
tá para além do que é ordinário. Então,
é o comum e o extracomum. O milagre é
extraordinário. O milagre não pode ser
comum. O milagre não pode ser o dia a
dia da vida da igreja. O milagre não
pode ser o dia a dia da vida da fé. Ele
é extraordinário. Até os momentos em que
milagres foram comuns, foram momentos
extraordinários. Pensa isso muito bem.
Até os momentos em que milagres foram
comuns, foram momentos extraordinários.
A vinda de Jesus, o ministério dos
apóstolos, se olhar para antigo
testamento, você vai ter o êxodo, você
vai ter a tomada de Canaã, você vai ter
esses momentos assim. Que milagres eram
comuns, mas eram momentos
extraordinários. Isso não acontece o
tempo inteiro. Para te dar isso bem, só
ver o nosso vídeo sobre devanescentismo
concêntrico, que é minha posição sobre
donos espirituais. Só ver lá que eu
explico isso em detalhes. Tipo aquele
papo, meu coach de Deus tem o seu
milagre guardado para você. Aí é só
teologia da prosperidade mesmo. Tem nem
por onde não. E eu quero conseguir ter
um pouco mais de consciência do que
deveria ser entendido e chamado de
milagre e o que pode ser chamado de
outra coisa, providência, ação divina e
tal. Ah, eu acho que, cara, se você quer
ter precisão de linguagem, precisão vai
para aí, né? Providência é Deus guiando
a história para nos falar dar coisas
boas, né? No nosso caso, como cristão,
Deus guiando a história e guiando a
nossa vida por sua providência, né? E
milagre é tudo aquilo que sai do campo
do natural, né, que é uma coisa
sobrenatural, uma coisa que é
impossível. De todo jeito, o que importa
é que o seu sentimento, a sua sensação,
não é, a sua seu sua resposta ao
milagre, né, ou ao que quer que seja que
Deus traga, seja de glorificar a Deus e
submeter a Deus. Até quando a
providência de Deus nos traz coisas más,
não é? Não má no sentido moral, porque
Deus não faz o mal moral, mas coisas
ruins, não é? sentir. Jó, quando ele
recebeu morte de 10 filhos, doença,
perdeu tudo, perdeu casa, perdeu
dinheiro, perdeu a vida que ele tinha,
ele diz: "Quando Deus me deu coisas
boas, eu aceitei. Aí quando Deus me dá
coisas ruins, eu vou renegar. Louvado
seja o nome de Deus, né?" Então, Jó
louvou a Deus por ter recebido o mal,
coisas ruins, terríveis. Por quê? Porque
foi Deus que deu. Então, a gente tem que
glorificar a Deus quando Deus dá coisas
pra gente que a gente acha ruim, certo?
No fim das contas, providência, milagre,
ação divina, cara, de todo jeito é Deus
guiando a história e Deus cuidando da
gente. A linguagem que você vai usar
pode ser mais ou menos precisa. O que é
mais importante é que seu coração esteja
no lugar certo, recebendo o que Deus dá
e glorificando a Deus no meio disso
tudo. Agora, esse papo meio banalizado
de ah, Deus tem o seu milagre, não sei o
quê. Aí, aí aí é só teologia da
prosperidade mesmo, tá? Não tem nem para
onde, não. Ah, etc. Ah, e ainda em
tempo, as tech t-shirts da Insider pode
ser consideradas o milagre de tecnologia
têxtil.
Ai, o milagre da tecnologia têxtil,
cara, é providência, eu acho.
E sim, Insider, cara, é é um milagre o
que essas roupas fazem. E se você não
sabe, a Inside está fazendo aniversário.
Parabéns pra você turum. Nessa data
aqui. Tururum tururum. A Insider não é
só uma marca de roupas. A Insider é uma
comunidade, um grupo de pessoas que
representa o que ela acredita. Eu fico
muito feliz de fazer parte dessa
comunidade de de influencers e toda a
equipe, né, de dentro da Inside. É uma
empresa muito boa de trabalhar. Fala
aqui nos bastidores, tá? Bastidores
aqui. Muito legal trabalhar com a
Insider. Uma galera respeitosa,
profissional. Ao longo dos anos, a marca
não cresceu apenas pela qualidade dos
seus produtos, mas também pela qualidade
do relacionamento com a gente, o que é
uma coisa que lança luz pra qualidade do
relacionamento com os seus compradores,
com os seus clientes. Vários de vocês me
mandam mensagem às vezes dizendo: "Ih,
rapaz, comprei uma roupa da Inside aqui
e ficou pequeno. Comprei roupa da Inside
aqui, não não dei pra minha mulher, ela
ela não gostou muito da cor. O
relacionamento com a Insider para troca
de produtos é fácil. Eu mesmo como
produtos na compro com meu meus
dininhos, tá? Eu que vivo na na luta do
efeito sanfono, engordando, emagrecendo,
às vezes compro roupa que ela fica
grande, fica pequeno. Essa, por exemplo,
essa social aqui é G, tamanho G, já tá
uma sacola em mim, ó. Ó, onde é que vai
o braço da Olha, ó. Vou deixar
aqui. Eu só consigo usar essa aqui
com palitó por cima para disfaçar o fato
de ser uma blusa G. Eu tô usando P agora
da Insider da Social. E aí, supõe que eu
compro blusa do tamanho que não não
coube bem em mim. Pô, já troquei roupa
da Inside, ó. Facimo, facim, facinho.
Então você pode ter confiança de comprar
pela internet que aí, ó, você pode
testar, usar, é uma beleza. E usando
cupom teologia, ó, cuponzinho dinâmico,
descontos maiores para aqueles que estão
fazendo sua primeira compra aí, ó,
primeiro cadastro ali, primeiro uso
daquele CPF ali, naquele cadastro, o
desconto fica maior. Além de Insider
está dando 5% a mais de desconto se você
paga no Pix. E mais tá Insider está
dando brindes de aniversário, porque o
aniversário da Inside, B presente é seu.
Então o que que você tá esperando para
usar as roupas que desamassam no seu
corpo, que não ficam fedendo, que a cor
dura mais? Essa blusa aqui tem mais de
um ano, viu? Tem mais de um ano. Olha
só, cozinha, cozinha não sai. Já viajei
com essa blusa aqui, ó, pelo pelo mundo
todo. Uhu, teologia na estrada e a cor
fica nela. Roupas que te fazem
economizar energia, economizar tempo,
economizar água, economizar desodorante
e perfume, tá? Você não vai ficar mais
tão podde como você ficava por aí.
Roupas que são hidrorpelentes, roupas à
prova de mancha, tem tudo na Insider, de
calça, camiseta, short de treino. Agora
só tô correndo com o meu short da
Insider. Bom demais. Fora as gola polo
com grafeno, meu patrão. Bom demais. Tá
esperando o quê? Uso ponteologia vai lá
na Inside e aproveita que o aniversário
é deles, mas o presente é de vocês.
Frete grátis, desconto no cupom teologia
5% a mais, pagando no Pix. Descontos já
aplicados no site, brinde aniversário da
Insider. Corre lá, link na descrição e
aproveita. E obrigado aí Bobê por
levantar a bola aí para eu para eu fazer
a públic. Eu não pedi por isso não, tá?
Pessoal faz porque são legais. Obrigado.
Obrigado. Obrigado, Bob.
>> Bora pra próxima pergunta. Túlio. Após a
consumação de todas as coisas no nosso
estado eterno na Nova Jerusalém, haverá
livre arbítrio como Adão teve? Sim. Sim.
O que impedirá que alguém acabe pecando
novamente, visto que isso não será uma
possibilidade na eternidade? Perguntinha
muito legal. Quem responde isso de forma
muito legal é primeira Pedro. Vamos
colocar Pedro aqui, mas Agostinho resume
isso muito bem. Qual é a grande
diferença? A grande diferença é que
quando nós formos aos céus, não é?
receberemos algo que Adão não tinha.
Receberemos um corpo glorificado. O
corpo glorificado é o revestimento da
natureza divina, diz Pedro. E aí nós não
seremos mais como Adão, nós seremos
agora revestidos natureza divina. É o
que nós chamamos de glorificação. É o
que os orientais, né, a teologia
oriental vai chamar de deificação.
Teremos a chamada visão beatífica.
Veremos o Senhor, seremos transformados
e aí nós não poderemos mais pecar como
Adão poôde Agostinho resume isso muito
bem. Antes da queda era o posse pecar,
posse não pecarem. Desculpa meu latim,
eu não sei falar latim, tá? que é o
posso pecar ou posso não pecar,
entendeu? Posso pecar ou não pecar. Adão
tinha livre arbítrio no sentido mais
claro. Posso pecar ou posso não pecar.
Ele tinha a natureza boa e a liberdade
até para agir contra a própria natureza.
Quando a gente cai em Adão, a gente
passa para o não posso ser não pecarem.
Não posso não pecar. Eu não posso não
pecar. O homem ímpio, o homem caído não
faz outra coisa além de pecar.
Provérbios vai dizer que até a lavoura
do ímpio é um pecado, né? Tudo que o
ímpio faz é pecado. Tudo que o ímpio faz
é uma ofensa a Deus. tudo porque ele não
faz nada para glorificar o Senhor.
Quando somos regenerados, vamos para uma
terceira situação que é o posso não
pecar, né? Eu posso não pecarem, posso
não pecar. A graça agora me reestrutura.
Eu não alcanço a perfeição absoluta, mas
eu não sou mais escravo do pecado. Então
o pecado aparece, minha natureza ainda é
negativa, mas há aqui a regeneração
dentro de mim e eu posso fugir do
pecado, eu posso não pecar, certo? Posso
não pecar. E aí quando eu vou pra glória
no estado eterno, eu eu chego no não
posso pecar. Aí a gente realmente vai
ter essa perfeição consumada em nós.
Nossa vontade estará plenamente alinhada
à vontade de Deus. Então não vai
acontecer de novo da gente cair como
Adão caiu. E agora nós teremos a
natureza revestida da natureza divina. E
essa é a nossa grande expectativa sobre
os céus. Maravilha. Oi pastor. Em
segunda Samuel 12:30 é dito que
colocaram uma coroa de ouro de 35 kg na
cabeça de Davi. Isso me levantou uma
dúvida profundamente teológica. Davi era
cearense? Porque eita cabecinha parruda,
hein?
>> O que que tem no Ceará? É interessante
também.
>> Não é só cabeça grande inteligência. É
inteligência, cara.
>> Olha, eu queria dizer umas coisas, mas
eu acho que a internet me cancelaria.
Mas veja, eles não usavam essas coroas o
tempo todo, né? A coroa era usada alguns
momentos de forma decorativa, assim, né,
digamos assim, para poder estabelecer o
poder do rei, o tamanho e tal, não sei o
quê. É isso. Certamente a coroa foi
colocada, né, na cabeça de Davi de forma
simbólica por um tempo só e depois, né,
não fica na cabeça dele o tempo todo,
depois fica num lugar ali e tal, sendo
exposta e tudo mais. É uma forma de
demonstrar o poder, né, poder de Davi é
um pescoço grosso, né? Davi era o cabo
do pescoço grosso para aguentar ali a
coroa por um tempinho pra galera ver e
tal o poder e tal. Depois bota cor outro
lugar. Agora no texto, eu vim conferir
aqui o até abri aqui para conferir o
texto lá no hebraico. Diz literalmente
que a o peso da coroa era de um talento
de ouro, não é? A gente tem que lembrar
de uma coisa, isso é importante. Hoje a
gente imagina que um talento tem entre
30 e 40 kg, mas a gente não sabe com
certeza e precisão todas as
equivalências de medidas antigas, certo?
Isso é uma coisa muito importante saber.
Todo esforço de medidas antigas é um
esforço de aproximação, que às vezes,
meu irmão, a gente não faz nem ideia,
assim, é um negócio meio bem obscuro
mesmo, porque como é que você consegue
fazer a relação entre metro, quilo em
uma medida muito antiga que nunca houve
essa correlação. Você tem que ver o que
é que é usado, coisas que foram medidas
com aquela metragem, né? Pode nem usar o
nome metragem, né? Mas um sabe, algumas
outras equivalências, vê se alguns pesos
fazem sentido. Ah, tal coisa pesava
tanto, aí opa, essas coisas que pesam
tanto, pesam geralmente entre tanto e
tanto. Aí você vai fazendo essas
aproximações, mas a gente não sabe
exatamente de forma muito precisa, essas
medições, tá? Isso é um grande desafio.
Isso é um dos grandes desafios
numéricos, por exemplo, sobre o Antigo
Testamento. A gente tem números às vezes
muito exagerados para muitas coisas no
Antigo Testamento. E uma das respostas
que é dada a apologeticamente, né, a
esses números é que nós não sabemos
exatamente as equivalências numéricas de
alguns elementos do antigo Testamento e
do mundo muito antigo, o que gera, né,
possibilidades numéricas às vezes muito
variadas, muito grandes a leitura do
Antigo Testamento, por causa dessa
questão de distanciamento, né, do texto.
Mas não, Davi não era searência, tá?
Desde desde conversa. Então, vocês estão
muito gatinho aqui nas perguntas, viu,
seus gaiatos? Pergunta aqui do Lucas. O
que Jesus quer nos dizer quando nos pede
perfeição? Mateus 5:48. Essa perfeição é
uma cobrança alcançável? Isso sim. Como
isso é conciliável com a depravação
total? Perguntinha boa. A ideia é que a
palavra perfeito no grego, teleos
significa normalmente completo, tá?
Maduro, inteiro. Não significa perfeito
no nosso sentido. Nosso sentido é
complicado, né? Ser perfeito não é ser
totalmente impecável, totalmente sem
nenhum nível de falha. Ser perfeito é
ser completo, maduro, entendeu? Inteiro.
Então é um texto sobre amar os inimigos,
né? Sobre amar os outros, né? dizendo
que Deus derrama graça sem parcialidade,
que o Sol levanta sobre os ímpios e os
bons. Então, ser perfeito aqui é amar os
inimigos, né? Amar de forma completa. É
seim se entregar, refletir no caráter do
pai, no cuidado com os outros. É ser
perfeito no amor, né? Ser perfeito no
amor. Perfeito como? Nunca vou falhar no
amor, não. É ser íntegro, ser maduro,
ser completo do exercício desse amor.
Não é uma perfeição real e alcançável,
né? A teologia wesleiana, por exemplo,
pregava um tipo de perfeição alcançável.
Não é isso não. Os os wesleianos podem
me corrigir aí que você pelo menos por
um período da sua vida poderia ficar sem
pecar e coisas assim. O que realmente
vai contra a teologia calvinista, né?
Desse pergunta do Lino. Pode falar sobre
a afirmação de que se alguém tem uma
imagem errada de algum atributo ao
aspecto de Deus e o adora com esse
entendimento, então não está adorando o
Deus verdadeiro, mas uma criação da
própria mente. Afirmações desse tipo,
algumas vezes são usadas contra pessoas
humildes para dizer que se sua teologia
for ruim, então não consegue adorar o
Deus correto. Vamos lá. Existe uma
diferença entre adorar o Deus verdadeiro
de forma errada e adorar o Deus errado,
certo? São duas coisas diferentes. Tem
um vídeo aqui inteiro no canal em que a
gente fala sobre, eu acho que deuses
americanos. Bota em tela aí, Tuller, a
thumbnail e o título. A gente fala sobre
esses Jesuses aí, né? De que muitas
vezes a gente pode estar adorando a
deturpação tão grande de Deus que a
gente tá adorando um Deus que a gente
inventou. Agora, claro que a gente tem
que considerar outras coisas, né? Tem
que considerar a misericórdia divina,
tem que considerar a simplicidade às
vezes do pensamento humano. Às vezes a
pessoa é só uma pessoa simples, não tem
muita complexidade na compressão de
Deus. Nenhum de nós entendeus em sua
complexidade absoluta e profunda. Então
assim, a gente tem que ter um uma dose
de misericórdia nesse sentido. Todos nós
temos alguma compreensão errada sobre
Deus em algum nível. Agora isso é
central sobre a pessoa de Deus. Fala
sobre a trindade, fala sobre o
relacionamento dele com o ser humano e
tal. Eu tem tem que tomar cuidado disso
aí. Agora sim, nós podemos ter uma visão
tão equivocada de Deus, tão diferente de
Deus do que do que realmente é o Deus da
escritura, que a gente pode estar
adorando um Deus que a gente inventou a
nossa própria cabeça, tem o nome de
Jesus, mas é uma outra entidade
completamente diferente do Deus bíblico.
Agora, claro, não é qualquer falha,
qualquer erro de interpretação que vai
levar a gente a um caminho tão distante,
tá? Pergunta aqui do Nicolas. O logos em
João 11 poderia ser a própria lógica, a
física, sendo Jesus o logos. Jesus é a
lógica, a física em si. Se formos para
as maiores teorias do princípio do
universo, o logos, ele tem
característica que só Deus tem nesse
sentido. Vamos lá. Existem duas visões
sobre o logos e eu tenho a minha visão
que eu prefiro. Uma visão, né? O que é
esse logos, né? En enro logos, né? No
princípio estava o logos. Alguns vão
achar que ali é uma referência a Antigo
Testamento, a criação, né? No princípio
criou Deus os céus e a terra. E aí ele
coloca: "No princípio era o logos". A
ideia é que João está fazendo a
referência ao ato criacional de Gênesis
1. E aí o Logos seria a própria força
criadora de Deus, que é Jesus que
estaria criando tudo ali, segundo
Gênesis 1. Eu acho que sim, existe esta
referência, esta alusão em João 1. Então
o que significa Jesus, seu logos? Ele é
a força criadora de Deus. Então Deus
estaria criando tudo por meio de Jesus
também a em Gênesis 1. Concordo com
isso. Mas eu acho que João é ainda mais
sagaz como ele escreve. Porque quando
ele fala enrolos
o que que ele tá fazendo? Ele tá usando
duas palavras da filosofia corrente do
seu tempo, arre e logos. João escreve de
Éfeso, onde havia uma efervescência da
filosofia picurista, pré-socrática e
tudo mais. Uma das grandes batalhas, uma
das grandes brigas, né, entre os
pré-socráticos, e alguns deles existiram
posterior a Sócrates, porque ser
pré-socrático não é uma questão
temporal, uma questão de tipo de
filosofia. A grande busca dos
pré-socráticos eram encontrar a arre,
encontrar o princípio de todas as
coisas. Eles caram continuar onde é que
o mundo veio? O mundo veio da água, o
mundo veio da terra, aquela parada dos
quatro elementos, né? Capitão planeta,
não sei o quê. Havia um famoso filósofo
chamado Heráclito. Heráclito, esse é o
nome mesmo, Heráclito. Eu tô dando uma
errada aqui. Heraclito, acho que é
Hácito mesmo. Heráclito dizia que o
mundo vinha do fogo e se encerrava no
fogo em ciclos, certo? De fogo. O mundo
era baseado fogo. Qual era o grande
argumento da galera que era contra a ar,
o princípio do universo seu fogo. É
porque o fogo é instável, queima tudo.
Então como é que o mundo existe baseado
nesse elemento fogo? Eles eram muito
voltad questão de elemento, né? Até essa
teoria aí dos quatro temperamentos, né?
Que vem de Hipócrates é muito voltado
questão dos elementos também e tal.
Então, qual que era o grande argumento
do Heráclito para dizer que a arre era o
fogo? Ele dizia que existia uma força
que dava ordem para todo o universo que
impediria que o mundo caísse no caos e
na instabilidade, que era o logos.
Então, quando João usa duas palavras
muito comuns à filosofia grega que
estava crescendo e sendo cada vez mais
forte no seu tempo, a re e o logos, me
parece que existe uma dupla alusão aqui.
Há uma alusão ao texto do Antigo
Testamento e há uma alusão aos debates
correntes da filosofia. Isso é
literatura no seu máximo de genialidade.
Tá incrível que João escreva dessa
forma. maravilhoso que isso seja um
texto esperado por Deus. Lembra que os
livros não tinham capa, né? E
provavelmente era um rolo. Provavelmente
João era um era um rolo, né? O rolo era
lateral, né? Vai abrindo assim de lado,
enrola para cá, abre para cá, vai lendo
assim. Você não tem um título escrito,
né? No rolo. E aí alguém pega o rolo do
Evangelho de João e abre. A primeira
frase é enarre enenrologos. No princípio
era o verbos. Qualquer pessoa de Éfeso
vai pensar o quê? Ah, é um tratado de
filosofia grega. É um tratado de
filosofia pré-socrática. Vai discutir
aqui os ideais de para onde o mundo vê,
para onde mundo vai. Vamos ler. E aí
você tem o quê? Você tem João atraindo o
público do seu templo a leitura de um
texto e ele vai argumentar que na
verdade a arrê, certo? Na nessa arre não
era o fogo. O que estava nessa arrê era
o próprio logos. E este logos estava com
Deus e este logos era Deus. Ou seja,
este logos é diferente de Deus porque o
logos estava com, mas este logos também
era Deus. E já tá estabelecendo aqui o
início, né, da formulação clássica que a
gente vai estabelecer paraa doutrina da
trindade. Então o que é que João tá
fazendo? João tá dizendo que o princípio
que guia e e dá ordem e sustenta o
universo, na verdade, é Jesus. Não é uma
força impessoal, não é nada. Quem, quem
é que governa, quem é que cuida do
universo? É Deus. Deus na pessoa de
Jesus é uma peça assim literária
maravilhosa. Eu acho isso simplesmente
lindo, né? Lindo. Aí vai dizer: "Ah, ele
é o ele é o a física em si." Não, ele é
quem sustenta o universo. E Hebreus vai
dizer isso, né? Em Hebreus que ele
sustenta tudo, que ele dá ordem para
tudo. O mundo só existe porque Deus tá
sustentando o mundo. Se Deus parasse de
sustentar o mundo, a gente implodiria em
caos, porque ele é o logos, não é? Ele é
o logos que gere e cuida de todas as
coisas. Por que falamos da lei moral de
Deus e de uma moralidade absoluta em vez
de usarmos o termo ética no lugar de
moral? É, aí é jogo de palavras também,
tá? Não tem, não acho que tem muita
diferença não. Agora, o termo lei moral
muitas vezes vem da divisão tríplice,
né, da lei, lei moral, cerimonial e
civil, que é uma leitura, não é
tipicamente reformada da lei do Antigo
Testamento, não é a leitura que eu sigo,
tá? Eu sou um reformado, que não segue
eclesiologia reformada. Então, a
eclesiologia que eu sigo é muito mais
batista, muito menos reformada nesse
sentido. Eu não faço divisão tríplice.
>> A Iago, então você não é reformado.
>> Se você pegar o pessoal do aliancismo
progressivo, todos eles são reformados e
nenhum deles vai fazer a divisão
tríplice da lei também, tá? Deixa assim,
a teologia evolui também, gente. Vamos
lá que o pessoal e o caça as bruxas dos
verdadeiramente reformados, tá sempre
ligado aí para opa, peg o car preguiça.
Eu tenho um pouco de dificuldade com
esses termos, moral e ética, mas
procurando ao pouco me deparei com duas
definições que me fizeram pensar que em
Deus temos uma ética absoluta ou uma lei
ética. O que eu entendo por isso na
prática não mudou, mas eu estou confuso
em relação aos termos. Cara, aí é
teologia sistemática, tá? Dependendo da
corrente de teologia sistemática, você
vai ter um um termo diferente. Eu não
sou o cara que é muito fã dessas brigas
de palavras, não, sabe? De ah
definições, não sei o quê. Definições
importantes, mas tem hora que parece que
a gente tá só fazendo sopa de letrinha
mesmo, sabe? Se a gente quiser ser ser
muito estrito em teologia sistemática,
moral é é um é um conjunto de normas
sobre o que é certo e o que é errado,
né? Tem um caráter normativo que é que
deve ser feito. Ética já seria o termo
para reflexão sobre a moral, né? É mais
teórico, né? Mais analítico, né?
Justifica sistemas morais. Ou seja,
moral seria tem que ser feito, né? Ética
é o pensamento sobre o que tem que ser
feito. E aí você pensa, o que é a lei
moral? é um padrão objetivo do que é
certo e errado que a gente que a gente
segue. Lei ética só é estranho, porque
ética não é lei. Ética seria o estudo da
lei nesse sentido, entendeu? Seria como
dizer, sei lá, lei da sociologia. Não
encaixa muito bem, sabe? Por isso que o
termo moral costuma ser mais usado. É
importante lembrar, no entanto, que
quando a gente fala de lei absoluta, né,
da moral e tal, a gente tem que lembrar
que o modo como Deus revela a sua lei
também é historicamente localizado, tá?
A gente vê isso no Antigio Tchamento. A
partir do momento que a gente tem a lei
do antigo Tchamento, ao povo judeu, e
essa lei não se aplica mais da mesma
forma aos gentios novo Testamento, a
gente tem que lembrar que a lei de Deus
quando se expressa, ela não expressa a
ontologia absoluta do Senhor,
principalmente no Antigo Testamento.
Cristo não. Cristo é a imagem do Deus
invisível. Então Cristo já é uma
expressão mais exata de quem Deus é e da
lei de Deus de fato para todos os povos.
O Antigo Testamento representava isso de
forma muito menor. Por isso que tantas
leis do Antigo Testamento que a lei do
Antigo Testamento representa o caráter
de Deus. Opa. caráter de Deus para um
povo em um contexto. Por isso que a
gente não segue a lei do Antigo
Testamento hoje, né? Jesus não. Jesus
por outro lado, é a expressão exata do
caráter de Deus. E por isso a gente
segue a lei de Cristo de uma forma mais
absoluta, né? Bom, nossos vídeos sobre
lei já tá aí para explicar isso tudo.
Tem a playlist aí para você você seguir.
Outra pergunta. Em segunda Samuel 7,
Deus em sua mensagem a Davi, disse que
povos ímpios não mais oprimirão Israel,
como fizeram no início e na época dos
juízes. Verso 10. Mas durante o período
dos profetas, não é isso que acontece? A
Babilônia oprime Israel. Até depois,
pouco antes dos tempos de Cristo, Roma
oprime Israel. O que exatamente Deus
está falando ali para que não haja
contradição no texto? Bom, na minha
opinião, a galera da eclesiologia mais
reformada vai ter problema com isso, tá?
No livro dos juízes, a gente tem um
padrão de invasão constante, ah, ciclos
repetidos de opressão. Você não tem
nenhum tipo de estabilidade política
ali, né? O povo tá desorganizado, sem
liderança firme, constantemente Deus
traz punição sobre o povo. E então ele
traz essa promessa que em segunda Samuel
7 está ligada ao reino davídico. Porque
logo depois aqui Deus vai prometer
estabelecer um rei, vai prometer firmar
uma casa, numa dinastia e dar descanso
dos inimigos ao redor. E é isso que
começa a se cumprir em Davi e mais
claramente em Salomão, né? As fronteiras
de Israel são mais consolidadas. Você
tem agora um reino mais centralizado.
Você acaba tendo ali uma relativa paz e
Israel deixa de ser um povo vulnerável,
né? como no tempo dos juízes. Então, a
promessa começa a se cumprir ali. Mas o
que que acontece? Acontece que o povo
quebra a aliança. O povo quebra a
aliança. E como quebra a aliança, eles
não participam mais das promessas que
foram feitas. Justamente porque isso tá
atrelado às cláusulas de Deuteronômio
28. Se o povo quebrasse a aliança, viria
o exílio. Então, a promessa de Segunda
Samuel 12 é uma promessa condicionada à
aliança, como praticamente todas as
promessas a Israel do Antigo Testamento,
tá? eram promessas condicionadas à
aliança. A partir do momento que o povo
quebra a aliança, a promessa que estava
condicionada à aliança não se cumpre
mais no povo daquele jeito. Se cumpre
como, pastor, vai se cumprir
escatologicamente em Cristo, porque há
um descanso que se estabelece para
sempre na pessoa de Jesus. Então, se o
povo não tivesse quebrado a aliança,
isso teria se cumprido neles. Como eles
quebram a aliança, as promessas não se
cumprem no povo, mas há ali uma sombra
da promessa, né, de paz que tá
estabelecida na pessoa de Jesus.
Pergunta aqui do Bruno. O que achou da
treta Saião versus Marcelo Bert sobre a
questão da NV 2011 versus NV 2023? Eita!
Eu não entrarei nessa treta. Desculpa
aí, gente. Não entrarei. Não entrarei.
Essa treta não é minha. Essa treta é
grande. Essa treta é de gente grande.
Essa treta está acima do meu paygade.
Entendeu? Eu não tenho capacidade de
entrar nesta confusão.
>> A Iago, você não é o bichão. Você não é
o bichão das tapiocas. Iago entra nas
confusão tudo.
>> Entro. Mas até eu preciso reconhecer
quando eu conheço tá para cima de mim.
Certo? Tem um profundo e absoluto
respeito ao Saião. Profundo e absoluto
respeito ao Saião. É um hebraí, é talvez
o maior hebraísta do Brasil. É um cara
inacreditável, uma pessoa de um
testemunho público maravilhoso, um dos
homens mais importantes da história da
igreja brasileira, coordenou toda a
tradução da NV 2011. Nunca jamais farei,
direi qualquer coisa pública contra o
saião. Ao mesmo tempo, o pessoal da NVI
2023, não é, Marcelo Bert, o Danilo,
outros membros da equipe da atualização
da NVI, são também pessoas de capacidade
técnica que eu vou morrer sem poder
desatar a sandália do Nestley Alland e
do Marcelo Bert, entendeu? E do Danilo.
São são caras assim muito além de mim.
Então é um nível de de briga maluco que
eu não consigo chegar, entendeu? É um
nível de briga que eu não consigo
chegar. Não acho que é uma briga. Não
acho que é uma briga assim. Briga,
briga, briga. O Sa fez uma postagem ali
no no Instagram que me soou um pouco
chateado, mas eu acho que ele tem razão
na chateação dele. O Saião foi contra
essa atualização da NVI. Talvez eu
esteja representando um pouco mal, mas
assim da minha leitura, ele ele não
gostou, não queria que essa atualização
acontecesse, não participou dessa
atualização, foi um crítico a essa
atualização e ele tem todo o direito de
ser como como um teólogo, como um
exegeta, até como coordenador, né, da
primeira tradução. Mas aí colocaram o
prefácio dele, alguma editora colocou o
prefácio dele na NV nova. Aí ele ficou
chateado, né? A culpa é do pessoal do
comitê de tradução novo, não é? Não é da
editora que fez um um erro horrível, né?
Saão ficou bravo, ficou chateado com
isso, todo o direito de fazer, mas ele
fez um vídeo explicando melhor e o tom
do vídeo muito educado, muito curtez e
tal, você pode discordar, mas o saão foi
muito educado ali. Você pode até colocar
na tela aí o título aí do o título a
thumbnail do vídeo do Saião, se alguém
quiser assistir e ver a posição do
Saião. E o pessoal da nova tradução tá
aí também defendendo o seu trabalho, né?
Obviamente, altamente legítimo. ão
defendendo seu trabalho. O que é que eu
acho? Eu gosto muito da NV tradicional,
a NVI 2011 é uma tradução muito boa. E
gosto muito da NV 2023. Acho uma
atualização muito boa. Que que eu acho
legal? Que hajam as duas, que hajam as
duas traduções. Você usa, compara. Eu
sempre fui um grande defensor de ter
multiplicidade de traduções. Quanto mais
traduções, melhor. Quanto mais versões,
melhor. Que a gente tem mais luz lançado
sobre o texto original. Acho excelente.
Eu não avaliei a NV 2023 em detalhes. Em
detalhes. Não fiz lá um grande trabalho
em todos os textos. Não li a Bíblia
inteira na NV 2023 ainda. Vou ver se,
sei lá, ano que vem uso ela como minha
minha leitura bíblica do ano, talvez, e
tento, né, ver. Não fiz isso ainda com a
NV 2023. Eu acho que eu nem tenho ela
aqui em casa, se duvidar. Nem tenho
certeza se eu tenho, mas posso adquirir.
Mas fiz uma avaliação de alguns textos
mais polêmicos. E nesses textos mais
polêmicos que eu avaliei, eu gostei das
atualizações, certo? Gostei de algumas
decisões, não gostei de algumas outras.
Teria decisões diferentes, mas aí, meu
irmão, aí aí é é o garçom reclamando do
chefe, entendeu? E aqui são chefes, é a
galera que faz a comida bem feita, que é
aqui é o Masterchefe, eu sou só o
garçom, entendeu? Sou só o cliente
comendo a comida que os chefes estão
entregando. Eu tô avaliando aqui a
comida, rapaz. Eu acho que eu botava
mais sal aqui, acho que botava mais um
tempero acá. Sou só o caba que tá
comendo. Os os grandes cozinheiros aqui
da das traduções é que estão discutindo.
Sento aos pés para ouvir e aprender.
Minha leitura. Eu acho que as duas
traduções são excelentes e eu gosto
muito da NV 2023. Eu acho que não é uma
tradução errada, falsa, meu Deus, que
sempre tem isso, né? Quando a NVI 2011
surgiu, a internet foi a loucura. É uma
falsificação, é uma tradução falsa. Pá,
pá, pá, descer o né? Agora 2023
saiu a mesma coisa, porque toda tradução
nova gera esse frisson, né? Sempre é
isso. Então, o que é que eu sou? Sou um
em cima do muro. Não, não é exatamente
em cima do muro, né? É uma posição muito
clara. Eu gosto das duas duas traduções
muito boas. Não acho que a tradução nova
seja ruim, nem falsa, nem nada parecido.
Tem algumas escolhas melhores na minha
opinião, certo? Mas acho que são duas
traduções excelentes e a gente deve
conservar as duas e dar para ler as
duas. Tá bom? Pelo que eu tô vendo aqui,
terminamos as perguntas. É isso. Zerei
as perguntas aqui do grupo, mas agora o
próximo, o próximo não é no grupo, o
próximo é aqui. Então deixe seus
comentários, deixe suas perguntas, quero
responder. Você usa o cupom teologia lá
na Insider para aproveitar o aniversário
da Insider. Ó, promoções especiais e
brindes para vocês. Não deixa de se
inscrever no canal e assinar as
notificações para ficar sabendo sempre
que houver vídeo novo. Cheiro do seu
cangote e até a próxima.

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