VIU A TRETA DA NVI? QUAL PREFERE? QUAL É A DIFERENÇA ENTRE MILAGRE E PROVIDÊNCIA DE DEUS?
17/04/2026
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Índice
Fonte: Dois Dedos de Teologia
Legendas automáticas:
Ai meu Deus, que sono. Olha, eu não lembro a última vez. Eu lembro claramente. Eu digo isso que é um só um costume, mas eu lembro claramente a última vez que eu estive tão cansado. Nada como cafezinho para dar o grau. Seja muito bem-vindo ao Two Fingers of Theology. Eu nunca traduzo como Two Fingers of Theology. Eu eu sempre quando pergunto: "Ah, qual o nome do teu canal no YouTube?" Eu digo, ah, é um jeito meio formal de dizer a taste of theology. Eu traduzo dois dedos de teologia como a taste of theology. É um gostinho em teologia. Porque o melhor sentido de dois dedos, se eu não é cearên, você talvez estranho também, que muita gente manda pergunta: "Ah, por que dois dedo teologia?" Eu fico, fico preocupado, pô. Pessoal não tem o costume de dizer pedir dois dedinhos de alguma coisa? Me vê aí, dois dedinhos. Isso que é uma água, só dois dedos. A gente fala isso aqui no Ceará, né? É um pouquinho de alguma coisa. Dois dedos de teologia. E a ideia é dizer que é um é um gostinho. É um gostinho. É uma provinha, sabe? É uma provinha em teologia. Um gostinho em teologia. Eu sempre traduzo como a Taste of Theology. A Little Taste of Theology. Bom, por que que eu falei isso? Por que que eu estou falando sobre do em inglês? Eu não sei. É sempre eu tentando aquecer a voz e começar a pegar o o tranco para gravar o vídeo. Ole deve ter aí uma quantidade industrial de trechos meus falando coisas completamente aleatórias no começo dos vídeos para eu começar a gravar. Por que tem que pegar no tranco? Tem porque assim tem um pouco de certo de atuação, não é? Digamos assim, quando você grava pro YouTube, né? É tipo luz, não é? Você tá você tá me vendo aí com iluminação normal, certo? iluminação normal, mas a quantidade de luz que tem aqui na minha cara é um absurdo. É umas luz louca para você ver uma luz normal, né? A mesma coisa acontece com o ritmo da fala, mesmo acontece com o jeito de falar, porque se eu for gravar os vídeos do jeito que eu que eu falo no dia a dia com a minha família, vai ficar tipo: "Seja muito bem-vindo a Doisdos de teologia. Sou o pastor Iago Martins, sabe? Ainda não tá, ainda tá, como eu tô tão acostumado que ainda tá um pouco demais, né? Tentar fazer aqui como é que eu falaria com minha mãe, sei lá. Seja muito bem-vindo a dois dias de teologia. Eu sou o pastor Iago Martins e a gente vai agora responder algumas perguntas aqui no do nosso canal do YouTube e vai ser muito legal ter vocês aqui. Vamos lá. Primeira pergunta. Na verdade eu a entendeu e meia hora disso, meia hora disso vocês não aguenta. Então se a gente tem que falar um pouco mais uh mais animado, mais alto, que é para poder aguentar os vídeos aí de meia hora. >> Mas Iago, sei lá, o Nicodemos não fala assim e as pessoas assistem ele no YouTube. >> Eu não sou Nicodemos. Um dia que eu for Nicodemos eu falo assim, entendeu? Por enquanto sou um fazendo o que pode. Sim. O que é que eu tô falando mesmo? Eu comecei o vídeo. Eu nem sei se comecei o vídeo. É como é que é? Seja muito bem-vindo ao Dois Dedos de Teologia. Sou pastor Iago Martins e este é o amado Pergunte ao Pastor, o programa de respostas rápidas para perguntas curtas hoje dos membros aqui do canal. Mas dá uma colher de chá para você aí que não é membro, quero responder suas perguntas teológicas. Deixe uma pergunta teológica nesse vídeo aqui que eu vou selecionar deste vídeo o próximo pergunte ao pastor. Então deixe suas perguntas, manda as cabeludas, manda as as mais pesadas, as mais tensas. E aí, ó, quero selecionar também as que forem mais curtidas, tá? Então, ó, deixa o seu curtir também nos comentários aqui embaixo. Eu vou, geralmente, olho lá o o a IA do YouTube classifica as perguntas como mais relevantes. Então, vou entrar lá nos mais relevantes, tá? Respondendo cima para baixo. Perguntas com mais comentários, com mais curtidas, vão ser perguntas aí que vão estar mais no topo aqui do da parte de comentários selecionados mais relevantes e aí tento responder as mais relevantes. Então, nesse vídeo aqui em particular, deixa suas perguntas aí, no próximo de pastor a gente faz isso. É sua primeira vez aqui neste canal? Eu sou pastor Iago Martins, sou doutorando em teologia, sou pastor Batista aqui no Ceará e este é o Dois Dedos de Teologia, canal no YouTube que a gente voce sobre Deus é isso. E os membros aqui do canal, quando você clica aqui em ser membro, né, você paga um valor irrisório todo mês, você apoia a produção de conteúdo aqui do canal. A gente tem um grupo no Telegram, eles mandaram perguntas teológicas e é desse grupo no Telegram que eu vou responder. Se você quiser também ter suas perguntas teológicas respondidas aqui no grupo do Telegram, basta você virar membro também do canal. Membros em qualquer categoria participam aqui do grupo. Então simbora responder as perguntas de hoje. Pergunta do Bob Campos. Iaguinho, meu querido, pergunta gigante aqui, tá? Tudo bem contigo? Queria aí ouvir de você dois dedos a respeito de milagres. Estou lendo um livro com um capítulo que fala do assunto e que descreve o milagre como uma ação que não pode ser explicada de forma natural, que possua um propósito e que promova um comportamento moral. Rapaz, é uma definição muito estrita, né? Um milagre, cara, eu não sei, viu? O milagre sempre vai promover um comportamento moral. A linguagem do Novo Testamento para sinais, não é? É que os milagres eles apontavam para a pessoa de Jesus e o seu poder como Deus, né? Era um sinal do reino. O reino de Deus está chegando. Por isso, esses milagres estão acontecendo. Vai promover o comportamento moral? Eu diria que tem o objetivo de promover o comportamento moral. Tem o objetivo de ser algo que te aponte cada vez mais para Deus, não é? Te aproxime do Senhor. Mas é realmente uma definição bem bem estrita, né? Bem específica. É uma ação que não pode ser explicada de forma natural. Tem que ser uma ação sobrenatural, né? Tem que ser uma obra que sai do fluxo natural da existência. Obviamente isso não é milagre. Possua um propósito. Possua um propósito. É o que Deus faz. Tem um propósito, né? Sei. Não. Eu é uma uma definição bem estrita. Não consigo me opor a ela, mas não sei se é a única definição possível de milagre, não. Eu diria que o milagre é um ato sobrenatural. Entendeu? O que é um milagre? É um ato sobrenatural. Então existe atos naturais e atos sobrenaturais. Tem o que é natural e tem o que é sobrenatural. Tá além do que é natural. O que é um ato natural? Uma coisa leva a outra. Existe um mundo, existem leis, né, da física. A gente pode chamar essas coisas de milagre por si só. Dá para chamar. Tem uma citação muito bonita, eu acho que é do Wendelberry em que ele fala que a gente geralmente se espanta com o milagre de Jesus transformar água em vinho. A gente deveria se espantar com o milagre de solo e semente virar uva. Entendeu? Até achei a citação aqui para poder ler certinho. Diz assim, ó: "Quem já contemplou os lírios do campo ou os pássaros do céu e ponderou sobre a improbabilidade da existência deles neste mundo quente, dentro das distâncias estelares frias e vazias, dificilmente se surpreenderá com a transformação da água em vinho, que foi, afinal um pequeno milagre. esquecemos o milagre maior e ainda em curso, pelo qual a água com solo e luz solar se transforma em uvas. Então assim, existe uma coisa natural, existe um mundo natural. Esse mundo natural pode ser chamado de milagre em certo sentido. Pode, pode, porque é um milagre a existência, né, a natureza. Romanos 1 vai dizer que toda essa existência expressa a glória, né, de Deus e o poder de Deus. Existe um milagre muito poderoso na própria, no próprio mundo natural, não é? Mas a definição mais estrita de milagre seria aquilo que sai do mundo natural, sai da ordem natural, sai da da relação de causa e efeito das ordens naturais comuns, né? Pelo menos eu defini, eu definiria mais ou menos assim. O que é o milagre? É algo sobrenatural, mais menos isso. Com isso em mente, me vio uma pergunta: "Situações como mulheres descritas estéreis na Bíblia e que eventualmente são abençoadas com filhos, isso seria um milagre?" Sim, obviamente elas são estéreis no sentido de não poder ter filhos, é um milagre. Ou seria mais adequado tratar com esses episódios com providências divinas? Então, providência e milagre são coisas diferentes. O que é a providência? É Deus guiando a história. Quando eu preciso de alguma coisa boa e Deus usa meios naturais para me dar aquilo, foi a providência. Deus, pela sua providência, me ajudou a arrumar um emprego. Mas o emprego não foi um milagre. Ele me fez estudar, me fez mandar um currículo, passei por uma prova e aí consegui um emprego. Isso foi a providência. Uma mulher que tem baixíssimas chances de ter filhos, uma mulher que é muito infértil, a chance dela ter filho é mínima e aí a pessoa tem um filho, normalmente a gente chamaria isso de providência. Agora, quando a chance de ter filha nenhuma e aí a pessoa tem um filho, a gente chama isso de milagre. Ele dá um parêntese aqui, uma vez que biologicamente pode ser explicada a concepção de um filho e naquele tempo não teriam exames que fossem 100% comprobatórios da esterilidade de alguém. É, naquele tempo a gente não saberia. Hoje a gente sabe, naquele tempo era difícil saber se era, foi um milagre ou não. No fim das contas é só uma questão técnica, né? No fim das contas, foi Deus sendo bondoso e Deus concedendo a graça. Aí é a briga de termo. Só foi o milagre ou foi a providência? De todo jeito veio da mão de Deus. É o bastante, né? Isso era o suficiente. Minha intenção não é questionar de forma alguma ação de Deus nesses casos e nem duvidar da existência de milagres. Mas é porque eu vejo recorrentemente as pessoas banalizando os milagres em seus discursos. É isso. É verdade. Ah, não. Deus fez um milagre, eu sei lá, passei de ano e tava indo mal e mate. Tá tudo bem. Às vezes, cara, às vezes essa banalização pode ser realmente uma ideia de comunhão com Deus. É porque aquela coisa, pra gente que é meio nerd em teologia, você que tá aqui no 2D teologia, você você já é meio nerdinho já, entendeu? Só de tá aqui, você já é meio nerdinho em teologia um pouquinho, pode saber nada, ah, não sei muito, mas você tá interessado em saber alguma coisa, certo? Então assim, a gente às vezes está preocupado com com a linguagem, porque a gente sabe que a linguagem apropriada vai nos ajudar a entender as coisas de forma mais apropriada. A relação entre linguagem e compreensão é muito íntima. Agora, nem todo mundo tá sabe, tem categorias de linguagem para explicar sua experiência com Deus de forma muito detalhada e decupada. Então a pessoa diz: "Ah, foi um milagre. Eu ia não ia conseguir uma coisa e conseguir foi um milagre". Não é? E assim, isso é é errar. Nossa, >> o cara tá usando uma linguagem errada. Está banalizando o que significa milagre. Não, pô, o cara tá expressando um sentimento de que Deus cuidou e Deus fez, Deus fez aquilo acontecer, sabe? Eu não vou sentir que é um milagre, que que é uma banalização. Não tô dizendo que você tá dizendo isso, tá, Bob? Não acho que você tá dizendo isso. Eu tôando, entendeu? Assim, não acho que a pessoa tá banalizando por isso, mas existem sim banalizações. Tratar o milagre como se fosse uma coisa natural. É lembrar sempre que existe o ordinário e o extraordinário, né? Eu já diz essa linguagem várias vezes aqui na no canal. H, o ordinário é o comum, é o normal, ordinário e o extraordinário, aquilo que tá para além do que é ordinário. Então, é o comum e o extracomum. O milagre é extraordinário. O milagre não pode ser comum. O milagre não pode ser o dia a dia da vida da igreja. O milagre não pode ser o dia a dia da vida da fé. Ele é extraordinário. Até os momentos em que milagres foram comuns, foram momentos extraordinários. Pensa isso muito bem. Até os momentos em que milagres foram comuns, foram momentos extraordinários. A vinda de Jesus, o ministério dos apóstolos, se olhar para antigo testamento, você vai ter o êxodo, você vai ter a tomada de Canaã, você vai ter esses momentos assim. Que milagres eram comuns, mas eram momentos extraordinários. Isso não acontece o tempo inteiro. Para te dar isso bem, só ver o nosso vídeo sobre devanescentismo concêntrico, que é minha posição sobre donos espirituais. Só ver lá que eu explico isso em detalhes. Tipo aquele papo, meu coach de Deus tem o seu milagre guardado para você. Aí é só teologia da prosperidade mesmo. Tem nem por onde não. E eu quero conseguir ter um pouco mais de consciência do que deveria ser entendido e chamado de milagre e o que pode ser chamado de outra coisa, providência, ação divina e tal. Ah, eu acho que, cara, se você quer ter precisão de linguagem, precisão vai para aí, né? Providência é Deus guiando a história para nos falar dar coisas boas, né? No nosso caso, como cristão, Deus guiando a história e guiando a nossa vida por sua providência, né? E milagre é tudo aquilo que sai do campo do natural, né, que é uma coisa sobrenatural, uma coisa que é impossível. De todo jeito, o que importa é que o seu sentimento, a sua sensação, não é, a sua seu sua resposta ao milagre, né, ou ao que quer que seja que Deus traga, seja de glorificar a Deus e submeter a Deus. Até quando a providência de Deus nos traz coisas más, não é? Não má no sentido moral, porque Deus não faz o mal moral, mas coisas ruins, não é? sentir. Jó, quando ele recebeu morte de 10 filhos, doença, perdeu tudo, perdeu casa, perdeu dinheiro, perdeu a vida que ele tinha, ele diz: "Quando Deus me deu coisas boas, eu aceitei. Aí quando Deus me dá coisas ruins, eu vou renegar. Louvado seja o nome de Deus, né?" Então, Jó louvou a Deus por ter recebido o mal, coisas ruins, terríveis. Por quê? Porque foi Deus que deu. Então, a gente tem que glorificar a Deus quando Deus dá coisas pra gente que a gente acha ruim, certo? No fim das contas, providência, milagre, ação divina, cara, de todo jeito é Deus guiando a história e Deus cuidando da gente. A linguagem que você vai usar pode ser mais ou menos precisa. O que é mais importante é que seu coração esteja no lugar certo, recebendo o que Deus dá e glorificando a Deus no meio disso tudo. Agora, esse papo meio banalizado de ah, Deus tem o seu milagre, não sei o quê. Aí, aí aí é só teologia da prosperidade mesmo, tá? Não tem nem para onde, não. Ah, etc. Ah, e ainda em tempo, as tech t-shirts da Insider pode ser consideradas o milagre de tecnologia têxtil. Ai, o milagre da tecnologia têxtil, cara, é providência, eu acho. E sim, Insider, cara, é é um milagre o que essas roupas fazem. E se você não sabe, a Inside está fazendo aniversário. Parabéns pra você turum. Nessa data aqui. Tururum tururum. A Insider não é só uma marca de roupas. A Insider é uma comunidade, um grupo de pessoas que representa o que ela acredita. Eu fico muito feliz de fazer parte dessa comunidade de de influencers e toda a equipe, né, de dentro da Inside. É uma empresa muito boa de trabalhar. Fala aqui nos bastidores, tá? Bastidores aqui. Muito legal trabalhar com a Insider. Uma galera respeitosa, profissional. Ao longo dos anos, a marca não cresceu apenas pela qualidade dos seus produtos, mas também pela qualidade do relacionamento com a gente, o que é uma coisa que lança luz pra qualidade do relacionamento com os seus compradores, com os seus clientes. Vários de vocês me mandam mensagem às vezes dizendo: "Ih, rapaz, comprei uma roupa da Inside aqui e ficou pequeno. Comprei roupa da Inside aqui, não não dei pra minha mulher, ela ela não gostou muito da cor. O relacionamento com a Insider para troca de produtos é fácil. Eu mesmo como produtos na compro com meu meus dininhos, tá? Eu que vivo na na luta do efeito sanfono, engordando, emagrecendo, às vezes compro roupa que ela fica grande, fica pequeno. Essa, por exemplo, essa social aqui é G, tamanho G, já tá uma sacola em mim, ó. Ó, onde é que vai o braço da Olha, ó. Vou deixar aqui. Eu só consigo usar essa aqui com palitó por cima para disfaçar o fato de ser uma blusa G. Eu tô usando P agora da Insider da Social. E aí, supõe que eu compro blusa do tamanho que não não coube bem em mim. Pô, já troquei roupa da Inside, ó. Facimo, facim, facinho. Então você pode ter confiança de comprar pela internet que aí, ó, você pode testar, usar, é uma beleza. E usando cupom teologia, ó, cuponzinho dinâmico, descontos maiores para aqueles que estão fazendo sua primeira compra aí, ó, primeiro cadastro ali, primeiro uso daquele CPF ali, naquele cadastro, o desconto fica maior. Além de Insider está dando 5% a mais de desconto se você paga no Pix. E mais tá Insider está dando brindes de aniversário, porque o aniversário da Inside, B presente é seu. Então o que que você tá esperando para usar as roupas que desamassam no seu corpo, que não ficam fedendo, que a cor dura mais? Essa blusa aqui tem mais de um ano, viu? Tem mais de um ano. Olha só, cozinha, cozinha não sai. Já viajei com essa blusa aqui, ó, pelo pelo mundo todo. Uhu, teologia na estrada e a cor fica nela. Roupas que te fazem economizar energia, economizar tempo, economizar água, economizar desodorante e perfume, tá? Você não vai ficar mais tão podde como você ficava por aí. Roupas que são hidrorpelentes, roupas à prova de mancha, tem tudo na Insider, de calça, camiseta, short de treino. Agora só tô correndo com o meu short da Insider. Bom demais. Fora as gola polo com grafeno, meu patrão. Bom demais. Tá esperando o quê? Uso ponteologia vai lá na Inside e aproveita que o aniversário é deles, mas o presente é de vocês. Frete grátis, desconto no cupom teologia 5% a mais, pagando no Pix. Descontos já aplicados no site, brinde aniversário da Insider. Corre lá, link na descrição e aproveita. E obrigado aí Bobê por levantar a bola aí para eu para eu fazer a públic. Eu não pedi por isso não, tá? Pessoal faz porque são legais. Obrigado. Obrigado. Obrigado, Bob. >> Bora pra próxima pergunta. Túlio. Após a consumação de todas as coisas no nosso estado eterno na Nova Jerusalém, haverá livre arbítrio como Adão teve? Sim. Sim. O que impedirá que alguém acabe pecando novamente, visto que isso não será uma possibilidade na eternidade? Perguntinha muito legal. Quem responde isso de forma muito legal é primeira Pedro. Vamos colocar Pedro aqui, mas Agostinho resume isso muito bem. Qual é a grande diferença? A grande diferença é que quando nós formos aos céus, não é? receberemos algo que Adão não tinha. Receberemos um corpo glorificado. O corpo glorificado é o revestimento da natureza divina, diz Pedro. E aí nós não seremos mais como Adão, nós seremos agora revestidos natureza divina. É o que nós chamamos de glorificação. É o que os orientais, né, a teologia oriental vai chamar de deificação. Teremos a chamada visão beatífica. Veremos o Senhor, seremos transformados e aí nós não poderemos mais pecar como Adão poôde Agostinho resume isso muito bem. Antes da queda era o posse pecar, posse não pecarem. Desculpa meu latim, eu não sei falar latim, tá? que é o posso pecar ou posso não pecar, entendeu? Posso pecar ou não pecar. Adão tinha livre arbítrio no sentido mais claro. Posso pecar ou posso não pecar. Ele tinha a natureza boa e a liberdade até para agir contra a própria natureza. Quando a gente cai em Adão, a gente passa para o não posso ser não pecarem. Não posso não pecar. Eu não posso não pecar. O homem ímpio, o homem caído não faz outra coisa além de pecar. Provérbios vai dizer que até a lavoura do ímpio é um pecado, né? Tudo que o ímpio faz é pecado. Tudo que o ímpio faz é uma ofensa a Deus. tudo porque ele não faz nada para glorificar o Senhor. Quando somos regenerados, vamos para uma terceira situação que é o posso não pecar, né? Eu posso não pecarem, posso não pecar. A graça agora me reestrutura. Eu não alcanço a perfeição absoluta, mas eu não sou mais escravo do pecado. Então o pecado aparece, minha natureza ainda é negativa, mas há aqui a regeneração dentro de mim e eu posso fugir do pecado, eu posso não pecar, certo? Posso não pecar. E aí quando eu vou pra glória no estado eterno, eu eu chego no não posso pecar. Aí a gente realmente vai ter essa perfeição consumada em nós. Nossa vontade estará plenamente alinhada à vontade de Deus. Então não vai acontecer de novo da gente cair como Adão caiu. E agora nós teremos a natureza revestida da natureza divina. E essa é a nossa grande expectativa sobre os céus. Maravilha. Oi pastor. Em segunda Samuel 12:30 é dito que colocaram uma coroa de ouro de 35 kg na cabeça de Davi. Isso me levantou uma dúvida profundamente teológica. Davi era cearense? Porque eita cabecinha parruda, hein? >> O que que tem no Ceará? É interessante também. >> Não é só cabeça grande inteligência. É inteligência, cara. >> Olha, eu queria dizer umas coisas, mas eu acho que a internet me cancelaria. Mas veja, eles não usavam essas coroas o tempo todo, né? A coroa era usada alguns momentos de forma decorativa, assim, né, digamos assim, para poder estabelecer o poder do rei, o tamanho e tal, não sei o quê. É isso. Certamente a coroa foi colocada, né, na cabeça de Davi de forma simbólica por um tempo só e depois, né, não fica na cabeça dele o tempo todo, depois fica num lugar ali e tal, sendo exposta e tudo mais. É uma forma de demonstrar o poder, né, poder de Davi é um pescoço grosso, né? Davi era o cabo do pescoço grosso para aguentar ali a coroa por um tempinho pra galera ver e tal o poder e tal. Depois bota cor outro lugar. Agora no texto, eu vim conferir aqui o até abri aqui para conferir o texto lá no hebraico. Diz literalmente que a o peso da coroa era de um talento de ouro, não é? A gente tem que lembrar de uma coisa, isso é importante. Hoje a gente imagina que um talento tem entre 30 e 40 kg, mas a gente não sabe com certeza e precisão todas as equivalências de medidas antigas, certo? Isso é uma coisa muito importante saber. Todo esforço de medidas antigas é um esforço de aproximação, que às vezes, meu irmão, a gente não faz nem ideia, assim, é um negócio meio bem obscuro mesmo, porque como é que você consegue fazer a relação entre metro, quilo em uma medida muito antiga que nunca houve essa correlação. Você tem que ver o que é que é usado, coisas que foram medidas com aquela metragem, né? Pode nem usar o nome metragem, né? Mas um sabe, algumas outras equivalências, vê se alguns pesos fazem sentido. Ah, tal coisa pesava tanto, aí opa, essas coisas que pesam tanto, pesam geralmente entre tanto e tanto. Aí você vai fazendo essas aproximações, mas a gente não sabe exatamente de forma muito precisa, essas medições, tá? Isso é um grande desafio. Isso é um dos grandes desafios numéricos, por exemplo, sobre o Antigo Testamento. A gente tem números às vezes muito exagerados para muitas coisas no Antigo Testamento. E uma das respostas que é dada a apologeticamente, né, a esses números é que nós não sabemos exatamente as equivalências numéricas de alguns elementos do antigo Testamento e do mundo muito antigo, o que gera, né, possibilidades numéricas às vezes muito variadas, muito grandes a leitura do Antigo Testamento, por causa dessa questão de distanciamento, né, do texto. Mas não, Davi não era searência, tá? Desde desde conversa. Então, vocês estão muito gatinho aqui nas perguntas, viu, seus gaiatos? Pergunta aqui do Lucas. O que Jesus quer nos dizer quando nos pede perfeição? Mateus 5:48. Essa perfeição é uma cobrança alcançável? Isso sim. Como isso é conciliável com a depravação total? Perguntinha boa. A ideia é que a palavra perfeito no grego, teleos significa normalmente completo, tá? Maduro, inteiro. Não significa perfeito no nosso sentido. Nosso sentido é complicado, né? Ser perfeito não é ser totalmente impecável, totalmente sem nenhum nível de falha. Ser perfeito é ser completo, maduro, entendeu? Inteiro. Então é um texto sobre amar os inimigos, né? Sobre amar os outros, né? dizendo que Deus derrama graça sem parcialidade, que o Sol levanta sobre os ímpios e os bons. Então, ser perfeito aqui é amar os inimigos, né? Amar de forma completa. É seim se entregar, refletir no caráter do pai, no cuidado com os outros. É ser perfeito no amor, né? Ser perfeito no amor. Perfeito como? Nunca vou falhar no amor, não. É ser íntegro, ser maduro, ser completo do exercício desse amor. Não é uma perfeição real e alcançável, né? A teologia wesleiana, por exemplo, pregava um tipo de perfeição alcançável. Não é isso não. Os os wesleianos podem me corrigir aí que você pelo menos por um período da sua vida poderia ficar sem pecar e coisas assim. O que realmente vai contra a teologia calvinista, né? Desse pergunta do Lino. Pode falar sobre a afirmação de que se alguém tem uma imagem errada de algum atributo ao aspecto de Deus e o adora com esse entendimento, então não está adorando o Deus verdadeiro, mas uma criação da própria mente. Afirmações desse tipo, algumas vezes são usadas contra pessoas humildes para dizer que se sua teologia for ruim, então não consegue adorar o Deus correto. Vamos lá. Existe uma diferença entre adorar o Deus verdadeiro de forma errada e adorar o Deus errado, certo? São duas coisas diferentes. Tem um vídeo aqui inteiro no canal em que a gente fala sobre, eu acho que deuses americanos. Bota em tela aí, Tuller, a thumbnail e o título. A gente fala sobre esses Jesuses aí, né? De que muitas vezes a gente pode estar adorando a deturpação tão grande de Deus que a gente tá adorando um Deus que a gente inventou. Agora, claro que a gente tem que considerar outras coisas, né? Tem que considerar a misericórdia divina, tem que considerar a simplicidade às vezes do pensamento humano. Às vezes a pessoa é só uma pessoa simples, não tem muita complexidade na compressão de Deus. Nenhum de nós entendeus em sua complexidade absoluta e profunda. Então assim, a gente tem que ter um uma dose de misericórdia nesse sentido. Todos nós temos alguma compreensão errada sobre Deus em algum nível. Agora isso é central sobre a pessoa de Deus. Fala sobre a trindade, fala sobre o relacionamento dele com o ser humano e tal. Eu tem tem que tomar cuidado disso aí. Agora sim, nós podemos ter uma visão tão equivocada de Deus, tão diferente de Deus do que do que realmente é o Deus da escritura, que a gente pode estar adorando um Deus que a gente inventou a nossa própria cabeça, tem o nome de Jesus, mas é uma outra entidade completamente diferente do Deus bíblico. Agora, claro, não é qualquer falha, qualquer erro de interpretação que vai levar a gente a um caminho tão distante, tá? Pergunta aqui do Nicolas. O logos em João 11 poderia ser a própria lógica, a física, sendo Jesus o logos. Jesus é a lógica, a física em si. Se formos para as maiores teorias do princípio do universo, o logos, ele tem característica que só Deus tem nesse sentido. Vamos lá. Existem duas visões sobre o logos e eu tenho a minha visão que eu prefiro. Uma visão, né? O que é esse logos, né? En enro logos, né? No princípio estava o logos. Alguns vão achar que ali é uma referência a Antigo Testamento, a criação, né? No princípio criou Deus os céus e a terra. E aí ele coloca: "No princípio era o logos". A ideia é que João está fazendo a referência ao ato criacional de Gênesis 1. E aí o Logos seria a própria força criadora de Deus, que é Jesus que estaria criando tudo ali, segundo Gênesis 1. Eu acho que sim, existe esta referência, esta alusão em João 1. Então o que significa Jesus, seu logos? Ele é a força criadora de Deus. Então Deus estaria criando tudo por meio de Jesus também a em Gênesis 1. Concordo com isso. Mas eu acho que João é ainda mais sagaz como ele escreve. Porque quando ele fala enrolos o que que ele tá fazendo? Ele tá usando duas palavras da filosofia corrente do seu tempo, arre e logos. João escreve de Éfeso, onde havia uma efervescência da filosofia picurista, pré-socrática e tudo mais. Uma das grandes batalhas, uma das grandes brigas, né, entre os pré-socráticos, e alguns deles existiram posterior a Sócrates, porque ser pré-socrático não é uma questão temporal, uma questão de tipo de filosofia. A grande busca dos pré-socráticos eram encontrar a arre, encontrar o princípio de todas as coisas. Eles caram continuar onde é que o mundo veio? O mundo veio da água, o mundo veio da terra, aquela parada dos quatro elementos, né? Capitão planeta, não sei o quê. Havia um famoso filósofo chamado Heráclito. Heráclito, esse é o nome mesmo, Heráclito. Eu tô dando uma errada aqui. Heraclito, acho que é Hácito mesmo. Heráclito dizia que o mundo vinha do fogo e se encerrava no fogo em ciclos, certo? De fogo. O mundo era baseado fogo. Qual era o grande argumento da galera que era contra a ar, o princípio do universo seu fogo. É porque o fogo é instável, queima tudo. Então como é que o mundo existe baseado nesse elemento fogo? Eles eram muito voltad questão de elemento, né? Até essa teoria aí dos quatro temperamentos, né? Que vem de Hipócrates é muito voltado questão dos elementos também e tal. Então, qual que era o grande argumento do Heráclito para dizer que a arre era o fogo? Ele dizia que existia uma força que dava ordem para todo o universo que impediria que o mundo caísse no caos e na instabilidade, que era o logos. Então, quando João usa duas palavras muito comuns à filosofia grega que estava crescendo e sendo cada vez mais forte no seu tempo, a re e o logos, me parece que existe uma dupla alusão aqui. Há uma alusão ao texto do Antigo Testamento e há uma alusão aos debates correntes da filosofia. Isso é literatura no seu máximo de genialidade. Tá incrível que João escreva dessa forma. maravilhoso que isso seja um texto esperado por Deus. Lembra que os livros não tinham capa, né? E provavelmente era um rolo. Provavelmente João era um era um rolo, né? O rolo era lateral, né? Vai abrindo assim de lado, enrola para cá, abre para cá, vai lendo assim. Você não tem um título escrito, né? No rolo. E aí alguém pega o rolo do Evangelho de João e abre. A primeira frase é enarre enenrologos. No princípio era o verbos. Qualquer pessoa de Éfeso vai pensar o quê? Ah, é um tratado de filosofia grega. É um tratado de filosofia pré-socrática. Vai discutir aqui os ideais de para onde o mundo vê, para onde mundo vai. Vamos ler. E aí você tem o quê? Você tem João atraindo o público do seu templo a leitura de um texto e ele vai argumentar que na verdade a arrê, certo? Na nessa arre não era o fogo. O que estava nessa arrê era o próprio logos. E este logos estava com Deus e este logos era Deus. Ou seja, este logos é diferente de Deus porque o logos estava com, mas este logos também era Deus. E já tá estabelecendo aqui o início, né, da formulação clássica que a gente vai estabelecer paraa doutrina da trindade. Então o que é que João tá fazendo? João tá dizendo que o princípio que guia e e dá ordem e sustenta o universo, na verdade, é Jesus. Não é uma força impessoal, não é nada. Quem, quem é que governa, quem é que cuida do universo? É Deus. Deus na pessoa de Jesus é uma peça assim literária maravilhosa. Eu acho isso simplesmente lindo, né? Lindo. Aí vai dizer: "Ah, ele é o ele é o a física em si." Não, ele é quem sustenta o universo. E Hebreus vai dizer isso, né? Em Hebreus que ele sustenta tudo, que ele dá ordem para tudo. O mundo só existe porque Deus tá sustentando o mundo. Se Deus parasse de sustentar o mundo, a gente implodiria em caos, porque ele é o logos, não é? Ele é o logos que gere e cuida de todas as coisas. Por que falamos da lei moral de Deus e de uma moralidade absoluta em vez de usarmos o termo ética no lugar de moral? É, aí é jogo de palavras também, tá? Não tem, não acho que tem muita diferença não. Agora, o termo lei moral muitas vezes vem da divisão tríplice, né, da lei, lei moral, cerimonial e civil, que é uma leitura, não é tipicamente reformada da lei do Antigo Testamento, não é a leitura que eu sigo, tá? Eu sou um reformado, que não segue eclesiologia reformada. Então, a eclesiologia que eu sigo é muito mais batista, muito menos reformada nesse sentido. Eu não faço divisão tríplice. >> A Iago, então você não é reformado. >> Se você pegar o pessoal do aliancismo progressivo, todos eles são reformados e nenhum deles vai fazer a divisão tríplice da lei também, tá? Deixa assim, a teologia evolui também, gente. Vamos lá que o pessoal e o caça as bruxas dos verdadeiramente reformados, tá sempre ligado aí para opa, peg o car preguiça. Eu tenho um pouco de dificuldade com esses termos, moral e ética, mas procurando ao pouco me deparei com duas definições que me fizeram pensar que em Deus temos uma ética absoluta ou uma lei ética. O que eu entendo por isso na prática não mudou, mas eu estou confuso em relação aos termos. Cara, aí é teologia sistemática, tá? Dependendo da corrente de teologia sistemática, você vai ter um um termo diferente. Eu não sou o cara que é muito fã dessas brigas de palavras, não, sabe? De ah definições, não sei o quê. Definições importantes, mas tem hora que parece que a gente tá só fazendo sopa de letrinha mesmo, sabe? Se a gente quiser ser ser muito estrito em teologia sistemática, moral é é um é um conjunto de normas sobre o que é certo e o que é errado, né? Tem um caráter normativo que é que deve ser feito. Ética já seria o termo para reflexão sobre a moral, né? É mais teórico, né? Mais analítico, né? Justifica sistemas morais. Ou seja, moral seria tem que ser feito, né? Ética é o pensamento sobre o que tem que ser feito. E aí você pensa, o que é a lei moral? é um padrão objetivo do que é certo e errado que a gente que a gente segue. Lei ética só é estranho, porque ética não é lei. Ética seria o estudo da lei nesse sentido, entendeu? Seria como dizer, sei lá, lei da sociologia. Não encaixa muito bem, sabe? Por isso que o termo moral costuma ser mais usado. É importante lembrar, no entanto, que quando a gente fala de lei absoluta, né, da moral e tal, a gente tem que lembrar que o modo como Deus revela a sua lei também é historicamente localizado, tá? A gente vê isso no Antigio Tchamento. A partir do momento que a gente tem a lei do antigo Tchamento, ao povo judeu, e essa lei não se aplica mais da mesma forma aos gentios novo Testamento, a gente tem que lembrar que a lei de Deus quando se expressa, ela não expressa a ontologia absoluta do Senhor, principalmente no Antigo Testamento. Cristo não. Cristo é a imagem do Deus invisível. Então Cristo já é uma expressão mais exata de quem Deus é e da lei de Deus de fato para todos os povos. O Antigo Testamento representava isso de forma muito menor. Por isso que tantas leis do Antigo Testamento que a lei do Antigo Testamento representa o caráter de Deus. Opa. caráter de Deus para um povo em um contexto. Por isso que a gente não segue a lei do Antigo Testamento hoje, né? Jesus não. Jesus por outro lado, é a expressão exata do caráter de Deus. E por isso a gente segue a lei de Cristo de uma forma mais absoluta, né? Bom, nossos vídeos sobre lei já tá aí para explicar isso tudo. Tem a playlist aí para você você seguir. Outra pergunta. Em segunda Samuel 7, Deus em sua mensagem a Davi, disse que povos ímpios não mais oprimirão Israel, como fizeram no início e na época dos juízes. Verso 10. Mas durante o período dos profetas, não é isso que acontece? A Babilônia oprime Israel. Até depois, pouco antes dos tempos de Cristo, Roma oprime Israel. O que exatamente Deus está falando ali para que não haja contradição no texto? Bom, na minha opinião, a galera da eclesiologia mais reformada vai ter problema com isso, tá? No livro dos juízes, a gente tem um padrão de invasão constante, ah, ciclos repetidos de opressão. Você não tem nenhum tipo de estabilidade política ali, né? O povo tá desorganizado, sem liderança firme, constantemente Deus traz punição sobre o povo. E então ele traz essa promessa que em segunda Samuel 7 está ligada ao reino davídico. Porque logo depois aqui Deus vai prometer estabelecer um rei, vai prometer firmar uma casa, numa dinastia e dar descanso dos inimigos ao redor. E é isso que começa a se cumprir em Davi e mais claramente em Salomão, né? As fronteiras de Israel são mais consolidadas. Você tem agora um reino mais centralizado. Você acaba tendo ali uma relativa paz e Israel deixa de ser um povo vulnerável, né? como no tempo dos juízes. Então, a promessa começa a se cumprir ali. Mas o que que acontece? Acontece que o povo quebra a aliança. O povo quebra a aliança. E como quebra a aliança, eles não participam mais das promessas que foram feitas. Justamente porque isso tá atrelado às cláusulas de Deuteronômio 28. Se o povo quebrasse a aliança, viria o exílio. Então, a promessa de Segunda Samuel 12 é uma promessa condicionada à aliança, como praticamente todas as promessas a Israel do Antigo Testamento, tá? eram promessas condicionadas à aliança. A partir do momento que o povo quebra a aliança, a promessa que estava condicionada à aliança não se cumpre mais no povo daquele jeito. Se cumpre como, pastor, vai se cumprir escatologicamente em Cristo, porque há um descanso que se estabelece para sempre na pessoa de Jesus. Então, se o povo não tivesse quebrado a aliança, isso teria se cumprido neles. Como eles quebram a aliança, as promessas não se cumprem no povo, mas há ali uma sombra da promessa, né, de paz que tá estabelecida na pessoa de Jesus. Pergunta aqui do Bruno. O que achou da treta Saião versus Marcelo Bert sobre a questão da NV 2011 versus NV 2023? Eita! Eu não entrarei nessa treta. Desculpa aí, gente. Não entrarei. Não entrarei. Essa treta não é minha. Essa treta é grande. Essa treta é de gente grande. Essa treta está acima do meu paygade. Entendeu? Eu não tenho capacidade de entrar nesta confusão. >> A Iago, você não é o bichão. Você não é o bichão das tapiocas. Iago entra nas confusão tudo. >> Entro. Mas até eu preciso reconhecer quando eu conheço tá para cima de mim. Certo? Tem um profundo e absoluto respeito ao Saião. Profundo e absoluto respeito ao Saião. É um hebraí, é talvez o maior hebraísta do Brasil. É um cara inacreditável, uma pessoa de um testemunho público maravilhoso, um dos homens mais importantes da história da igreja brasileira, coordenou toda a tradução da NV 2011. Nunca jamais farei, direi qualquer coisa pública contra o saião. Ao mesmo tempo, o pessoal da NVI 2023, não é, Marcelo Bert, o Danilo, outros membros da equipe da atualização da NVI, são também pessoas de capacidade técnica que eu vou morrer sem poder desatar a sandália do Nestley Alland e do Marcelo Bert, entendeu? E do Danilo. São são caras assim muito além de mim. Então é um nível de de briga maluco que eu não consigo chegar, entendeu? É um nível de briga que eu não consigo chegar. Não acho que é uma briga. Não acho que é uma briga assim. Briga, briga, briga. O Sa fez uma postagem ali no no Instagram que me soou um pouco chateado, mas eu acho que ele tem razão na chateação dele. O Saião foi contra essa atualização da NVI. Talvez eu esteja representando um pouco mal, mas assim da minha leitura, ele ele não gostou, não queria que essa atualização acontecesse, não participou dessa atualização, foi um crítico a essa atualização e ele tem todo o direito de ser como como um teólogo, como um exegeta, até como coordenador, né, da primeira tradução. Mas aí colocaram o prefácio dele, alguma editora colocou o prefácio dele na NV nova. Aí ele ficou chateado, né? A culpa é do pessoal do comitê de tradução novo, não é? Não é da editora que fez um um erro horrível, né? Saão ficou bravo, ficou chateado com isso, todo o direito de fazer, mas ele fez um vídeo explicando melhor e o tom do vídeo muito educado, muito curtez e tal, você pode discordar, mas o saão foi muito educado ali. Você pode até colocar na tela aí o título aí do o título a thumbnail do vídeo do Saião, se alguém quiser assistir e ver a posição do Saião. E o pessoal da nova tradução tá aí também defendendo o seu trabalho, né? Obviamente, altamente legítimo. ão defendendo seu trabalho. O que é que eu acho? Eu gosto muito da NV tradicional, a NVI 2011 é uma tradução muito boa. E gosto muito da NV 2023. Acho uma atualização muito boa. Que que eu acho legal? Que hajam as duas, que hajam as duas traduções. Você usa, compara. Eu sempre fui um grande defensor de ter multiplicidade de traduções. Quanto mais traduções, melhor. Quanto mais versões, melhor. Que a gente tem mais luz lançado sobre o texto original. Acho excelente. Eu não avaliei a NV 2023 em detalhes. Em detalhes. Não fiz lá um grande trabalho em todos os textos. Não li a Bíblia inteira na NV 2023 ainda. Vou ver se, sei lá, ano que vem uso ela como minha minha leitura bíblica do ano, talvez, e tento, né, ver. Não fiz isso ainda com a NV 2023. Eu acho que eu nem tenho ela aqui em casa, se duvidar. Nem tenho certeza se eu tenho, mas posso adquirir. Mas fiz uma avaliação de alguns textos mais polêmicos. E nesses textos mais polêmicos que eu avaliei, eu gostei das atualizações, certo? Gostei de algumas decisões, não gostei de algumas outras. Teria decisões diferentes, mas aí, meu irmão, aí aí é é o garçom reclamando do chefe, entendeu? E aqui são chefes, é a galera que faz a comida bem feita, que é aqui é o Masterchefe, eu sou só o garçom, entendeu? Sou só o cliente comendo a comida que os chefes estão entregando. Eu tô avaliando aqui a comida, rapaz. Eu acho que eu botava mais sal aqui, acho que botava mais um tempero acá. Sou só o caba que tá comendo. Os os grandes cozinheiros aqui da das traduções é que estão discutindo. Sento aos pés para ouvir e aprender. Minha leitura. Eu acho que as duas traduções são excelentes e eu gosto muito da NV 2023. Eu acho que não é uma tradução errada, falsa, meu Deus, que sempre tem isso, né? Quando a NVI 2011 surgiu, a internet foi a loucura. É uma falsificação, é uma tradução falsa. Pá, pá, pá, descer o né? Agora 2023 saiu a mesma coisa, porque toda tradução nova gera esse frisson, né? Sempre é isso. Então, o que é que eu sou? Sou um em cima do muro. Não, não é exatamente em cima do muro, né? É uma posição muito clara. Eu gosto das duas duas traduções muito boas. Não acho que a tradução nova seja ruim, nem falsa, nem nada parecido. Tem algumas escolhas melhores na minha opinião, certo? Mas acho que são duas traduções excelentes e a gente deve conservar as duas e dar para ler as duas. Tá bom? Pelo que eu tô vendo aqui, terminamos as perguntas. É isso. Zerei as perguntas aqui do grupo, mas agora o próximo, o próximo não é no grupo, o próximo é aqui. Então deixe seus comentários, deixe suas perguntas, quero responder. Você usa o cupom teologia lá na Insider para aproveitar o aniversário da Insider. Ó, promoções especiais e brindes para vocês. Não deixa de se inscrever no canal e assinar as notificações para ficar sabendo sempre que houver vídeo novo. Cheiro do seu cangote e até a próxima.