🔴 Culto Matutino | 03/05/2026 (9h) – Rev. Daniel Santos
04/05/2026
🔴 Culto Matutino | 03/05/2026 (9h) – Rev. Daniel Santos
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Sobre a música de abertura
Música: Louvai a Deus, soberano Senhor (Hinário Novo Cântico nº16). Título original em português: Louvor a Deus
Compositor: Stralsund Gesangbuch (1665), Joachim Neander (1680)
Ficha Técnica
Arranjos e produção musical: Samuel Cintra Santos
Gravação, mixagem e masterização: SCS Produções
Produção: Igreja Presbiteriana de Santo Amaro
ISRC: BR-075-22-00001
Legendas automáticas:
[música] เ >> [música] [música] >> Bom dia, meus irmãos. Sejam bem-vindos a mais um culto na Igreja Presbiteriana de Santo Amaro. Estar diante de Deus é um privilégio que nem sempre nós estamos conscientes do que significa isso. Alguns salmos nos lembram disso e fazem bem em nos ensinar. O Salmo 133, por exemplo, nos diz: "Ó, como é bom e agradável viverem unidos os irmãos." E ele compara então como o óleo precioso sobre a cabeça, o qual desce pela barba, a barba de Araão, e desce para a gola de suas vestes. E é como o orvalho do irmão que desde que desce sobre os montes de Sião. Ali o Senhor ordena a sua bênção e a vida para sempre. Este é o ali que o Senhor ordenou para que hoje ele pudesse abençoar-nos como ele não faz em nenhum outro lugar. Portanto, coloquem-nos de pé e louvemos esse Deus que nos recebe e que nos prepara para abençoar-nos. >> [música] [música] >> Bendirei para sempre. [música] Em ti [música] confiarei, [canto] Senhor. [música] Eu [canto] não terei [música] do que medo. [música] Meus pés só na [canto] rocha firmar. [música] Não me abalarei [música][canto] e do Senhor direi: [música] Tu és meu Deus, [música][canto] protetor, meu refúgio, libertador, [música] meu abrigo, torre. e forte [canto] todo [música] tempo meu [canto] socorro vem de ti. >> [música] [música] >> Não [música][canto] há outro a quem eu [canto] ame. >> [música] >> Tu és tudo que eu [música][canto] desejo. Eu [música] me alegro em ti e do Senhor [canto] direi: Tu és [música] meu Deus proteg. Meu refúgio, [música] libertador, meu abrigo, [música] torre forte, todo tempo meu. Sou como és meu Deus [música] protetor, meu refúgio, libertador. [música] abrigo torre forte todo o tempo [música] meu socorro bem [música] todo tempo meu socorro vem de ti. [música] Todo tempo [música] meu socorro vem [canto] de ti. [música] [limpando a garganta] Ó Deus bendito, de fato, somos abençoados, como o salmo nos lembrou de estar em tua presença. Porque estar aqui é parte de um processo muito mais longo, um processo caro, porque custou a vida do teu filho e um processo a Deus que envolve muitas complicações, porque nós somos pessoas complicadas. Voltamos a fazer as coisas que não deveríamos, nos apegamos com as coisas que não deveríamos nos apegar, de modo que diariamente, por meio da tua palavra, por meio da ação do teu espírito, o Senhor nos prepara. Estar hoje aqui nesta manhã é sempre um milagre. E pedimos a Deus que já que o Senhor é um Deus que opera milagres, que o Senhor possa mais uma vez fazer coisas notórias entre nós, dentre elas transformar a nossa vida, moldar-nos conforme a imagem do teu filho Jesus. Use, ó Deus, as coisas que acontecerão nesta manhã para que saiamos daqui diferentes do modo como entramos. E nós cremos que é possível acontecer todas essas coisas por causa daquele, por meio de quem tudo aquilo que acontece aqui dentro é realizado por meio do teu filho Jesus, em nome de quem oramos. Amém. Os irmãos podem se assentar. Um dos símbolos de fé da Igreja Presbiteriana, a catecismo maior de Westminster, e como símbolo de fé me refiro a documentos que nos auxiliam a compreensão ah dos textos bíblicos. Na sua pergunta 35 nos ensina a respeito do pacto da graça, quando faz a pergunta: "Como é o pacto da graça administrado no Novo Testamento?" E a resposta a essa pergunta é: no Novo Testamento, quando Cristo, a substância foi manifestado, o mesmo pacto da graça foi e continua a ser administrado na pregação da palavra, na celebração dos sacramentos do batismo e da ceia do Senhor. E assim a graça e a salvação são manifestadas em maior plenitude, evidência e eficácia. a todas as nações. Ou seja, Deus nos dá meios de graça para compreendermos a obra realizada em Cristo Jesus. O Salmo 15 nos ensina isso. Eu gostaria que nós lêssemos alternadamente o salmo de número 15, aonde eu lerei o os versos ímpares e a igreja responderá além dos versos pares. Assim diz a palavra do nosso Deus. Senhor, quem habitará no teu tabernáculo? Quem poderá morar no teu santo monte? Aquele que vive com enfermidade que pratica a justiça e de coração alta. [suspirando] Aquele que não difama com sua língua, não faz mal ao seu próximo, nem lança injúria contra o seu vizinho. Aquele que a seus olhos temível, alguém merece provação, mas aos que tem crem o Senhor, aquele que jura e cumpre e mesmo com prejuízo próprio. Aquele que não empresta o seu dinheiro com usura, nem aceita suborno contra o inocente. Quem age assim não será jamais abalado. Sabemos que não podemos fazer estas coisas pela nossa própria capacidade. Somente em Cristo podemos fazer aquilo que agrada ao nosso Pai. E este é o momento em que temos reservado como igreja no culto público para nos achegarmos diante do Senhor em oração e pedir perdão, apresentar o nosso verdadeiro, sincero e genuíno arrependimento diante do Senhor, daquilo que temos feito, e certamente sabemos que temos feito que desagrada o nosso Deus, em dar nome aos nossos pecados diante do Senhor, receber o seu perdão e desfrutar do poder, da salvação e da santificação. Façamos isso. Tenhamos esse tempo de oração. Senhor, tu és santo. Quem poderá chegar diante de ti, ó Pai, se apresentar agradável ou aprovado diante do Senhor? Ninguém, Senhor. Não somos, ó Pai, capazes disso. Não há nada em nós, Senhor, que nos faça aprasíveis diante dos teus olhos. A tua palavra nos ensina que escravizados pelos nossos pecados, somos filhos da tua ira. Mas em Cristo Jesus, a nossa situação se transformou. Senhor, somente por causa da morte, do sacrifício de Cristo Jesus, agora podemos ser chamados de filhos teus. Por meio de Cristo Jesus, temos um advogado diante de ti, Senhor. Por meio do sacrifício de Cristo, os nossos pecados foram perdoados. E agora sim, Senhor, por causa de Cristo, podemos viver uma vida e dizer não ao pecado e sim à tua justiça. A obra de Cristo é perfeita, completa e nos garante, Senhor, desfrutarmos de uma nova condição. Não mais escravos aos pecados, não mais sujeitos ao nosso ego, não mais, Senhor, completamente dominados a fazer a nossa própria vontade. Não, Senhor. Quem pode chegar diante de ti? Todos aqueles que creem em o que Cristo fez. Todos aqueles que se arrependem, que tem por desprezível aquilo que fazemos que desagrada o Senhor. Sim, ó Pai. Ainda, ó Pai, caímos. Ainda, Senhor, tropeçamos fazendo a nossa vontade. Ainda tropeçamos quando achamos que podemos ser, senhores o nosso próprio destino. Perdoa-nos, Senhor. Perdoa-nos a ignorância, a altivez, o orgulho, a prepotência. Lava-nos, Senhor, dos nossos pecados. Que teu santo espírito, Senhor, nos conduza à alegria de fazer a tua vontade e sermos encontrados em Cristo em toda e qualquer situação, no pensar, no falar, no agir, desfrutando da obra da cruz. Esta é a nossa certeza de que os nossos pecados são perdoados conforme nos apresentamos arrependidos e confessamos estes pecados, Senhor. Mas cremos também que foi nos dado algo a mais, uma vida de santidade, uma vida de purificação, uma vida, Senhor, constante, de negação dos nossos desejos e, ao mesmo tempo, prazer pela tua vontade. Imprima isso em nosso coração. Lembre-nos, Senhor, das tuas palavras. Que teu Santo Espírito nos conduza a esta nova vida. Esta é a nossa oração. Confiantes e alegres em Cristo Jesus. Amém. convido a igreja a se colocar de pé mais uma vez e a louvarmos a este Deus, o nosso Senhor. certeza que nós temos por ser crentes de termos um bom pastor. >> [música] [música] >> Não [música][canto] sei porqu de Deus. O amor a mim se revelou, [música] porque Jesus, meu Salvador, na cruz me resgatou. [música][canto] Mas eu sei [música] quem tenho [canto] e estou bem certo que é poderoso. Guardaráis o meu tesouro [música] [canto] até o dia final. [música] Sei [canto] o modo como o espírito eternal [música][canto] que o dia Cristo [canto] me atraiu [música] em convicção [canto] real. Mas eu sei quem tenho credo, [música] estou bem certo que é poderoso. [canto] Guardará, [música] pois o meu tesouro [canto] até o dia final. [música] Não sei o que [canto] mal ouvem [música] é Deus. dado a mim. [música] Se [canto] mausou a áre dias vem até [música] da vida ao fim. Mas eu sei quem tenho [música] crido e estou bem certo que é [música] poderoso. [canto] Guardará, pois o meu tesouro [música] [canto] até o dia final. [música] Não [canto] sei se ainda longe está. muito perto vem [música] a [canto] hora em que Jesus virá [canto] na [música] glória que ele tem. Mas eu [canto] sei quem tenho crido e estou bem certo [música] [canto] que é poderoso. Guardará, pois, o meu tesouro [música][canto] até o dia [canto] final. [música] Mas eu sei quem tenho credo e estou [música][canto] bem certo que é poderoso. Guardará [música] pois o meu tesouro até [música] o dia vida. [música] >> [música] [música] >> pelos bosques [canto] e campinas. Mas oiam [música] com Jesus junto às águas cristalinas. Seu rebanho em paz [música][canto] conduz. Ele guarda assim minha alma e a [canto] protege em seu calor. [música] Nas angústas ou na calma. Vai comigo [música] bom pastor sempre amar. >> [música] >> e clemente, vai [canto] comigo, bom [música] pastor. Não [canto] me afligem os perigos e não temo [música] a [canto] tentação. Ele sempre está comigo e [música] susteme o seu não me afigi a morte. cuja sombra [música] de enfrenta. [canto] Ele é meu amparo forte em que posso [música] confiar. [canto] sempre amável e clemente, vai comigo o [música] bom pastor. [música] Tua mesa me prepara, pois minha alma [música][canto] quer no minhas mágoas me sara [canto] com seu olho vem ungir. [música] Certamente que a bondade toda a [música][canto] vida fluirei e no céu [música] felicidade [canto] para sempre gozarei. Sempre amável [música] clemente. comigo [música] bom pastor. [música] Os irmãos podem se assentar. Teremos agora mais um batismo. Gostaria de chamar os nossos irmãos Patrick e Ana Paula para estarem aqui conosco à frente. Teremos dois momentos nesta manhã. Chamo primeiro a família Campanhol para estar conosco aqui para o batismo do pequeno grande Lucas. Este é um momento de muita alegria do povo de Deus. Devemos dizer algumas coisas a respeito do batismo, aquilo que nós cremos. Primeiramente que a Igreja Presbiteriana, ela não batiza crianças, mas ela batiza filhos de crentes. Por isso que nesta manhã nós faremos algumas perguntas aos nossos irmãos para que eles apresentem publicamente a sua fé, a qual eles estão inserindo o seu filho no pacto da aliança. Nosso Senhor mandou isso ou deu essa uma ordenança. Nós chamamos de santa ordenança. Nós lemos agora na nossa liturgia que isto é um sacramento, é um meio específico de graça, no qual toda a igreja participa. Isso é importante que você saiba, você não está assistindo a um batismo aqui. Se você faz parte deste corpo, e não só da igreja presbiteriana, mas do corpo de Cristo, você está participando das bênçãos que o Senhor agora revela, da sua aliança feita com o seu povo. Quando o Senhor diz ao seu povo em Deuteronômio, capítulo 6, escuta a Israel, o Senhor nosso Deus. O nosso Deus é o único Senhor. Portanto, ame o Senhor, seu Deus. de todo o seu coração, de toda a sua alma, com toda a sua força. Essas palavras que hoje lhes ordeno estarão no seu coração. Você as inculcarás nos seus filhos e delas falará quando estiver sentado em sua casa, andando pelo caminho, ao deitar-se, ao levantar-se. também deve amarrá-las como sinal na sua mão, e elas lhe serão por frontal entre os olhos, e você escreverá nos umbrais de sua casa e nas suas portas. A introdução dos nossos filhos à aliança é isso. Primeiramente, é compreender no coração dos pais esta fé, que o Senhor, seu Deus, é o único Deus e apresentar este Deus aos seus filhos. Por isso, Patrick, Ana Paula, eu faço algumas perguntas a vocês. Vocês creem que a Bíblia, a Sagrada Escritura, é a única fonte de revelação de Deus a nós? Vocês creem em Deus, Pai, criador dos céus e da terra? Vocês creem em Jesus Cristo, Deus filho, o encarnado, como o único responsável pela salvação? Vocês creem na obra do Espírito Santo na vida de vocês, aplicando esta salvação e conduzindo-os em uma vida de santidade? Vocês creem nisso? Vocês creem que Cristo Jesus morreu por uma igreja espalhada pela face da terra, universalmente conhecida como a igreja de Cristo. Vocês creem nesta igreja? Vocês creem na importância de fazer parte deste corpo, apresentando eles aos seus filhos? Após isso, então agora eu gostaria de fazer algumas perguntas sobre o compromisso de vocês. Vocês se comprometem a ler as escrituras para o Lucas, dia após dia apresentando este Deus. Vocês se comprometem a discipliná-lo na lei do Senhor para que ele aprenda o amor do Senhor por meio desta disciplina também. Vocês se comprometem a orar por ele, orar com ele para que ele também conheça a comunhão dada a ele com o Deus. Vocês se comprometem a ensiná-lo sobre a igreja a qual ele faz parte? Não para que ele só venha à igreja, mas para que ele saiba que faz parte deste corpo. Vocês se comprometem a isso. Igreja Presbiteriana de Santo Amaro, como membros dessa igreja e deste corpo, eu pergunto se vocês se comprometem a amar, orar e honrar o Lucas, sendo não pedra de tropeço, mas de comunhão e de auxílio espiritual para ele. Vocês se comprometem a isso? Dessa forma, passaremos o batismo. Lucas, filho da aliança, eu te batizo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ó Senhor, o nosso coração se alegra em ver, Senhor, os teus feitos na vida do teu povo. Em ver o Senhor cumprindo as tuas promessas. Em ver, ó Pai, que o Senhor cuida do seu povo. Pedimos, Senhor, que o Teu filho Lucas seja abençoado no nosso meio. Que ele possa crescer em estatura, em saúde, mas principalmente em graça diante do Senhor. Que Teu Santo Espírito habite e trabalhe em sua vida desde a sua tenra idade, Senhor. Que ele possa conhecer a ti por meio dos seus pais, mas por meio da família da fé a qual ele faz parte. que no devido tempo, segundo a tua vontade, ele venha professar, ó Pai, a sua fé. Sabemos, Senhor, que o batismo não é para a salvação, mas é um sinal, é uma demonstração, Senhor, de que cremos na tua promessa e na tua fidelidade, de que cremos, Senhor, na obra de Cristo Jesus na vida do teu povo. Pedimos que o Senhor continue abençoando essa família, este menino, que ele possa, Senhor, amar o Senhor de todo o coração e que o Senhor seja o único Deus da sua vida. Esta é a nossa oração que fazemos em nome de Cristo Jesus, o nosso único e suficiente Salvador. Amém. Deus abençoe. Obrigado. Dando continuidade a este momento, gostaríamos de chamar mais uma família aqui à frente. Réges e a Emanuele peço que venham à frente. Eles serão recebidos por pública profissão de fé e em seguida o batismo da pequena e linda Maria. Como nós já dissemos, nós não cremos que o batismo é para a salvação. Nós cremos que o único meio de salvação é a provisão de Cristo Jesus como nosso único e suficiente Salvador. Mas o nosso Senhor nos deu este momento para expressarmos a nossa fé. Por isso eu pergunto a vocês, meus irmãos, vocês creem em Deus Pai como o único criador de todas as coisas do céu e da terra? Vocês professam diante dos homens ser Cristo Jesus o único e suficiente caminho para a salvação? Vocês confessam que sem a obra de Cristo Jesus vocês já estavam condenados em seus delitos e pecados? Vocês creem que o Espírito Santo no seu papel aplica esta salvação e continua a exercitá-la até que Cristo volte, santificando vocês a cada dia? Vocês creem nisso? Vocês creem na existência de uma única igreja, a igreja de Cristo, espalhada pela face da terra, que foi comprada pelo seu sangue precioso? Vocês creem nisso? Vocês creem na remissão dos pecados, na ressurreição e na vida eterna em Cristo Jesus? Da mesma forma, eu pergunto sobre o compromisso de vocês diante dos homens e como manifestação da fé de vocês. Se vocês creem que as escrituras são a única fonte de revelação de Deus e que nenhum outro lugar podemos conhecer ao nosso Senhor se por meio da palavra dele, vocês creem e se comprometem a ensinar a Maria as Sagradas Escrituras, lendo para ela, até que ela possa, por si só ler a palavra de Deus? Vocês se comprometem a isso. Vocês se comprometem a disciplinar a pequena, linda, mas também pecadora Maria na lei do Senhor, para que ela entenda o amor que Deus, o Pai, tem por ela por meio da disciplina. Vocês se comprometem a orar com ela e por ela em todos os dias para que ela também aprenda que ela tem acesso ao Pai? Vocês se comprometem a ensiná-la sobre o amor à igreja? qual ela faz parte, para que ela venha amar estar dentro do corpo e na determinado tempo professar isso publicamente. Vocês se comprometem? Irmãos da Igreja Preserina de Santo Amaro, mais uma vez eu pergunto, não como um rito, mas lembrando que vocês estão fazendo parte do que Deus está fazendo na vida desta família e desta igreja. Vocês se comprometem a caminhar com a Maria, sendo meio de graça na vida dela, instruindo-a e lutando para não ser pedra de tropeço na vida desta criança. Vocês se comprometem a isso? Passaremos então ao batismo. Maria, filha da aliança, eu te batizo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ó Senhor, louvado seja o teu nome, pela tua obra na vida, Senhor, daqueles a quem o Senhor chama. Somos gratos, Senhor, pela vida da pequena Maria. Somos gratos pela vida dos seus pais que, proclamando a sua fé a introduzem, ó Pai, na certeza da tua fidelidade. Que o Senhor continue, Senhor, a abençoá-la em sua saúde. Que ela possa crescer em estatura, mas principalmente em graça. Que teu Santo Espírito aplique a tua obra, já não tem Reidade. Que ela possa conhecer-te e experimentar da comunhão contigo dentro do seu lar e na comunhão da sua igreja. Louvamos-te, Senhor, porque tu és fiel e o Senhor nos ensina a tua fidelidade por meio do meio de graça do batismo. Louvamos gratos em nome de Cristo Jesus. Amém. >> Deus abençoe, viu? Deus abençoe. Nós vamos, irmãos, eh, paraa nossa instrução nesta manhã, ler no Evangelho de Lucas. no capítulo 10. Essa é mais uma mensagem nessa série que eu tenho chamado o custo de ir ao mundo. Nós já vimos sobre o envio dos 12, agora iniciamos uma nova etapa que é o envio dos 70. E é um grupo aparentemente diferente. Nós vamos a aprender algumas coisas com o modo como Jesus envia esse grupo chamado o grupo dos 70. Diz assim a palavra do Senhor Lucas no capítulo 10. Depois disso, o Senhor escolheu outros 70 e os enviou de dois em dois, para que fossem adiante dele, a cada cidade e lugar onde ele haveria de passar. E lhes disse: "A seara é grande, mas os trabalhadores são poucos. Por isso, peçam ao senhor da seara que mande trabalhadores para sua seara. Vão! Eis que eu os envio como cordeiros para o meio de lobos. Não levem bolsa, nem sacola, nem sandálias, e não saúdem ninguém pelo caminho. Ao entrarem numa casa, digam primeiro: "Paz seja nesta casa". Se houver ali uma pessoa que ama a paz, sobre ela repousará a paz de vocês. Se não houver, a paz voltará sobre vocês. Fiquem na mesma casa. comendo e bebendo do que eles tiverem, porque o trabalhador é digno do seu salário. E não fiquem mudando de casa em casa. Quando entrarem numa cidade e ali forem bem recebidos, comam do que lhe for oferecido. Curem os doentes que nela houver e digam ao povo dali: "O reino de Deus se aproximou de vocês." Porém, quando entrarem numa cidade e não forem bem recebidos, saiam pelas ruas, dizendo: "Até o pó desta cidade que grudou nos nossos pés, sacudimos contra vocês. No entanto, saibam que está próximo o reino de Deus. Eu digo a vocês que naquele dia haverá menos rigor para Sodoma do que para aquela cidade. Até aqui a leitura da palavra de Deus. Vamos orar. Bendito, graças te damos pela tua palavra lida. Pedimos que agora, depois de lida, o Senhor também nos capacite a entendê-la. E para isso precisamos e rogamos que o teu espírito, o mesmo que a inspirou, possa também nos trazer entendimento, sem o qual nós apenas ouviremos palavras de homens, mas queremos ouvir a tua voz. E é por isso que estamos aqui e oramos em nome do teu filho Jesus. Amém. >> [limpando a garganta] >> Irmãos, crente em geral, eu sempre digo e ouça-me com cuidado, mas o crente tem um péssimo hábito de memorizar e citar textos isolados, geralmente fora do contexto. E o que é péssimo sobre isso é que esses textos que geralmente são citados e memorizados fora do contexto viram lei para diversas práticas e costumes que as pessoas têm nas igrejas. E um bom exemplo de texto memorizado fora do contexto é esse que acabamos de ler, que diz: "A seara é grande, mas os trabalhadores são poucos. Por isso, peçam ao Senhor da seara que mande mais trabalhadores. Esse texto é frequentemente utilizado por missionários que vão até as igrejas querendo levantar recursos para manutenção no campo. E geralmente eles citam esse texto aqui. Agora olhe, olhe paraa sua Bíblia e e pense algumas coisas. Essas palavras são palavras de Cristo para um grupo de 70 discípulos que ele está para enviar, certo? Se ele já sabia que o número era pouco, por que que ele não enviou mais? Considerando que o primeiro grupo, por exemplo, era um grupo de 12 discípulos e era um grupo menor e agora é de 70, o que significa um aumento aí de 483% em relação aos 12. Eh, por que que Jesus fala ainda que esse é um grupo que precisa mais trabalhadores e e mais eh se de fato seria necessário mais trabalhadores, a solução apresentada por Jesus na sua fala, peça ao Senhor da seara que mande mais trabalhadores, parece estranha, porque quem é o Senhor da seara? Não é o próprio Senhor Jesus. Então, se ele sabia que era pouco, por que que ele não colocou mais? Não é o próprio Jesus quem estava enviando 70? Ou será que Jesus estava esperando que alguém dentre aqueles 70 falasse: "OK, então mande 700 em lugar de 70, mande 7.000". Imagine que esses 70 discípulos aqui, então, cada um orasse ao Pai, a mesma oração. Senhor, mande-nos mais trabalhadores. Vocês acham que é isso mesmo que Jesus tinha em mente quando ele fala sobre essas coisas? A seá grande e os trabalhadores são poucos. Então, peçam ao Pai para que mandem, para que mande mais trabalhadores. E finalmente, é, é bom lembrar ainda a respeito do contexto dessa frase que eh isso foi dito nos Evangelhos, por exemplo, de Mateus, essa frase foi dita antes da escolha dos 12. Portanto, quando você olha nessa perspectiva, é é interessante, porque Jesus quando escolheu os 12, ele já sabia que a seara era grande e os trabalhadores eram poucos. Por que escolher somente 12? E onde está esse texto inserido? Você pode pensar, mas reverendo, mas a ideia era que escolhesse 12 e esse 12 fosse depois discipulando outros 12 e aí o crescimento seria exponencial. Não há nenhuma informação. Não sei se vocês já observaram isso no Evangelho, de que os discípulos deveriam discipular outras pessoas para que o número 12 fosse se multiplicando e aumentando em quantidade. Não há. Antes da da morte, da reção de Cristo. Não há. A grande comissão é outra coisa mais paraa frente. Veja, irmãos, o meu objetivo aqui não é desacreditar o envio de missionário, muito menosprezar. os desafios que são inerentes à obra missionária. O meu ponto é apenas mostrar como, como eu disse no início, que as pessoas repetem versículos da Bíblia sem pensar necessariamente eh no contexto em que aquele versículo ou aquela mensagem é apresentada. Desta forma, hoje pela manhã, ler esse texto aqui, é inevitável que nós façamos pelo menos três perguntas. A primeira delas é: por enviar um grupo de 70 discípulos depois de já ter enviado os 12? Essa é a primeira pergunta. Segunda, quem são esses outros 70 discípulos? E terceiro, qual é a diferença entre a missão dos 12 e a missão dos 70? Vamos então responder essas três perguntas nesta manhã, pedindo que Deus nos ajude então a entender um pouco sobre isso. Começando pela primeira pergunta então que é o primeiro ponto. Por quê? Essa é a pergunta. Por que enviar um grupo de 70 discípulos depois de já ter enviado os 12? Será que Jesus não podia juntar tudo e já mandar 82? Por que mandar um grupo, depois outro? A primeira dica para responder a essa pergunta é a expressão, veja aí na sua Bíblia, se você tiver com uma caneta, sublinhe a expressão que Jesus escolheu outros. Essa é a palavra chave. Aí esses discípulos são distintos. Esses 70 discípulos são distintos daqueles 12 que já haviam sido enviados. Eles são outros discípulos. Não é que eh os 70 foram tirados desse grupo maior, não. E por que não ter enviado então juntamente com esses 12? Mas Jesus eh resolveu fazer isso de maneira separada. Se houve dois grupos de distintos, então precisamos entender qual é a diferença entre eles. Qual a diferença dos 12 para esses 70? Primeira diferença que a gente observa, então, é essa expressão outros. Isso significa que eles eram distintos. E é curioso também, irmãos, observar que Jesus andava sempre rodeado de uma grande multidão. Em algumas ocasiões, você via que o próprio Jesus, como vimos na última mensagem, ele se preocupava com a sua segurança. Ele dizia aos seus discípulos: "Olhe, deixe sempre um barquinho ali no jeito, porque olha como a multidão está me espremendo aqui nas margens ah do mar". Então, se chegar o ponto de não ter para onde correr, já deixa o barquinho aqui para que nós possamos ter uma rota de fuga preparada. Então, muita gente andava ao redor de Jesus. Por que não enviar todos os que estavam ali ao redor de Jesus? Do ponto de vista da eficiência, da propagação, não seria muito melhor? em lugar de enviar 12 ou 70 ou 82, enviar logo toda aquela multidão que andava junto e próximo e às vezes apertando Jesus. A segunda diferença é que esses 70 eles foram enviados, mas eles foram escolhidos, diz o texto, não para estar com Jesus, como era o caso dos 12, mas eles foram escolhidos. Veja aí na sua Bíblia também, ainda no versículo um, há uma expressão eh muito importante que aparece aí para que fossem adiante dele, a cada cidade e lugar onde ele deveria passar. Então, a diferença dos discípulos, dos 12 para os 70 é que os discípulos iriam adiante de Jesus e os 12 andavam com Jesus. Eles foram chamados para estar com ele. E e a ideia é que o termo adiante dele não significa antes dele, no sentido temporal. Vamos chegar lá primeiro. Mas é no sentido geográfico, porque diz aí que onde eles fossem, Jesus depois iria passando pelos mesmos lugares. Isso é curioso. Vocês acham que onde quer que os discípulos resolvessem parar, entrar e parar, Jesus teria que seguir essa mesma trajetória? Não seria muita, muita autoridade para nem nem são os 12, são 70. E se esses 70 resolvessem peregrinar ou perambular por lugares que Jesus depois pensasse: "Eu não vou entrar aí, não vale a pena entrar por esse lugar". Então, veja, a sincronia daquilo que esses 70 estão fazendo é apresentado aqui pelo evangelho de Lucas como sendo aqueles que iam adiante de Jesus, iam antes dele, para que quando ele passasse, aquilo já seria do conhecimento das vizinhanças, da cidade, das aldeias que ali eh estavam. Veja por que Jesus precisava que esses 70 fossem adiante dele nos lugares onde posteriormente Jesus passaria. Certamente nós não devemos tomar isso de maneira literal. Se cada um desses 70 discípulos visitasse três casas só, seria já 210 locais para onde Jesus passaria. E a passagem não era só uma passagem como às vezes um candidato político passa nos bairros só dando um tchau, fazendo um sinal. Não, vocês viram a ideia é de entrar na casa, ficar um tempo com eles. Então, 210 residências, vamos imaginar que eles só tivessem passado em três locais. Jesus não teve tempo hábil até a sua morte para passar em todos esses locais. e a própria história, a narrativa. E alguns de vocês já devem ter lido que a partir do capítulo 9 de Lucas é o que eles chamam a trajetória já em direção à cruz. Então, é bem possível que nós não precisemos entender essa ideia aqui de ir adiante para os lugares onde ele haveria de passar. Não entenda exatamente como sendo o local. Ele passou na casa da dona Josefa, depois ele passou na casa do seu João e que Jesus teria que passar exatamente naqueles lugares. Mas talvez esse seja o motivo porque esses 70 pudessem ir adiante, porque eles iriam anunciando a paz do reino, eh, numa região onde muitos talvez não tiveram o privilégio de ver Jesus pessoalmente. Olha, irmãos, o filho do Deus eterno passando pelas regiões daquelas vilas e aldeias. É um privilégio que milhões e milhões de pessoas que viveram depois dele, incluindo nós mesmos, gostaríamos de ter. Imagine se você soubesse que Jesus ia passar, ia passar lá no Parque Birapuera. Quantos de nós estaríamos lá amontoados para ver de perto pelo menos uma vez na vida o filho de Deus encarnado e poder contemplar a sua glória? Como o evangelho de João nos diz: "E o verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade. E nós vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai. Muitos não tiveram esse privilégio, mas esses 70, então eles sairiam anunciando, fazendo como se pudéssemos dizer o barulho maior, dizendo que está passando entre vocês o filho do Deus encarnado. E ele certamente ah será visto por muitos, mas não por todos. Então, esses 70, diferentes dos discípulos, tinham uma finalidade mais de eh divulgação, de impulsionamento deste evento que era a passagem do filho de Deus por aquelas aldeias. Segundo ponto, a segunda pergunta que é quase que em decorrência disso é: Quem são? Então, quem são esses outros 70 discípulos? Quem são eles? Ironicamente, como vocês já devem ter observado, a Bíblia não fala o nome desses 70. Ah, mas é óbvio, reverendo 70 não não é não é pela quantidade, irmão. Se você for lá nas genealogias que temos no livro de Crônicas, tem muito mais nomes que isso. Então, o problema não é só o espaço e a quantidade de tempo que seria necessário para listar 70 nomes. Não, não deve ser isso. Mas a quando nós lemos, por exemplo, os Evangelhos, nós vemos diversos episódios quando algumas pessoas se voluntariavam para seguir eh Jesus ou já afirmavam dizendo que eu vou seguir. Jesus nunca foi de ficar pedindo, implorando para que as pessoas o seguem. Mas a reação de Jesus nunca foi de receber, mas ele sempre mostrava o lado mais sombrio e às vezes mais duro de ser um discípulo dele. Às vezes ele falava que olha, a o lobo tem onde deitar e reclinar a sua cabeça. Eu, o filho do homem não tem. Você quer realmente me seguir? Então Jesus nunca foi muito de de ficar chamando qualquer um, de chamando as pessoas. Portanto, o simples fato dele ter chamado esse 70 já é em si alguma coisa, independentemente de não ter mencionado o nome deles. Muita gente andava ao redor dele e Jesus nunca convidava assim em todo mundo a rodo para segui-lo. Pense, por exemplo, no dia em que ele fez o grande milagre da multiplicação dos pães e dos peixes. A Bíblia fala, o relato dos Evangelhos diz que tinha 5.000 pessoas. Esse era o tamanho da multidão que geralmente andava próximo de Jesus. Se desse, veja só, se desses 5.000 ele escolheu 70, isso isso representa 1.4% dessa multidão. Ou seja, mesmo sendo 70, ainda é muito pouco em relação à quantidade de pessoas que andavam ao redor de Jesus. Ou seja, mesmo os 70 ainda é um grupo seleto e privilegiado. E e um detalhe que pode parecer depreciativo a respeito desses 70 é é que o nome deles não aparece, como eu disse, mas o número 70 é um número muito associado com o que representa a totalidade do povo de Israel. Então, os evangelhos e o próprio Jesus não está muito interessado em colocar nomes nesses 70, mas o que é que eles simbolizam? 70 na história da Bíblia é um número bastante associado, como eu disse, para mostrar a totalidade do povo. Isso aconteceu, por exemplo, com o número dos filhos de Jacó que foram para o Egito. Êxodo no capítulo 1 fala que eles chegaram no Egito no número de 70 pessoas. Posteriormente, quando eles saíram do Egito, o sogro de Moisés visitou Moisés no deserto. E vocês devem se lembrar dessa história, Getro. E ele observou numa manhã o modo como Moisés julgava as causas do povo. E ele achou aquilo muito eh um fardo muito grande para Moisés. E ele sugeriu que Moisés escolhesse líderes para que pudesse ensiná-los a lei e assim ajudar Moisés. Foram então apontado 70 líderes. Posteriormente, quando em Êxodo 24, já no momento de fazer aliança, Deus ordenou que subisse no monte Sinai, Moisés, Arão, seus dois filhos, Nadab e Abiú, e mais 70 os anciãos de Israel. Então veja, o número 70 é um número, não é arbitrário, mas ele representa uma tradição que aponta para a totalidade do povo de Israel. E para um judeu, ouvindo essa esse relato aqui da missão dos 70, eles já teriam sim observado e [limpando a garganta] sacado a ideia de que era uma referência à totalidade do povo de Deus. E essa era mesma principal diferença entre os 12 e os 70. Os 12 foram chamados para estar com Jesus, para aprender dele e com ele, para que fossem os pilares da igreja primitiva. Isso se concretiza de forma explícita quando Lucas nos diz que a igreja primitiva perseverava na doutrina dos apóstolos. Interessante isso. Poderia ter dito, eles perseveravam na doutrina de Cristo. Por que que é dito a doutrina dos apóstolos? Porque foram os apóstolos, aqueles que foram chamados para ouvir, ver e andar com Cristo, aprender dele para que pudessem ensinar. E esse ensinamento se tornaria então a base, o fundamento ou como o próprio Lucas descreve, a doutrina na qual a igreja se concentrava e se tornava uma igreja ah mais centrada. Em terceiro lugar, a terceira pergunta que nos ocupa nesta manhã é: qual é a diferença? Qual é a diferença entre a missão dos 12 e a missão dos 70? Em primeiro lugar, a [limpando a garganta] missão dos 70, diferentemente da missão dos 12, era a de criar um modelo de multiplicação de liderança. A fala de Jesus, a seara é grande, os trabalhadores são poucos e por isso peçam mais trabalhadores, apontam para isso. de que o 70 era um grupo que precisaria estar sempre consciente de que vocês são poucos e vocês vão precisar dessa multiplicação. Jesus nunca disse isso para os 12. Nunca disse para os 12: "Olha, multipliquem porque 12 é muito pouco." Não. E isso já começa a sinalizar a razão porque hoje nós não temos apóstolos no sentido que havia no Novo Testamento. São foram apenas aqueles 12. Em segundo lugar, ainda sobre a missão dos 70, ela tem algumas similaridades com as dos 12, no que diz respeito, por exemplo, ao comportamento que eles deveriam ter ao chegarem nas cidades e nas casas e ao abordarem as pessoas. Nós já vimos isso em mensagens anteriores. A a descrição ela é bem semelhante aqui. Eu não vou me deter nesses pontos, mas se você olhar, por exemplo, o modo como eles deveriam ir sem carregar muitas coisas, não levar sacola nem sandálias, nem saudar ninguém pelo caminho, então é uma instrução muito semelhante. Eh, nós não atentamos muito para isso, irmãos, mas eh no contexto do Novo Testamento, você viajar um trajeto e chegar na casa de alguém é semelhante. Hoje todos nós vivemos numa cidade metropolitana como São Paulo, mas no passado, 50 anos atrás, quando você saía da sua casa, ia visitar alguém no interior, se você chegasse lá, aquilo o a própria chegada seria um evento, porque você todo mundo sabia que era uma dificuldade você sair de uma cidade, ir até outra para visitar os parentes. Então, às vezes a gente [limpando a garganta] pensa, eh, por que que eles faziam esse grande alvoroço? Porque só chegava ali. Pois chegar numa cidade, chegar na casa de alguém, era sim algo eh estranho, porque as pessoas não tinham essa facilidade de locomoção como nós temos hoje. Portanto, Jesus instrui esses 70 a andarem da mesma forma. Eles andavam como quem chegava. E e olha, eu não sei se vocês já pensaram nisso, mas no versículo três, a maneira e o quatro especialmente, a maneira como eles andavam era uma maneira de alguém que vai precisar de abrigo, vai precisar de comida, vai precisar. Imagine chegar um parente na sua casa, ele veio lá de longe, chegou, como a gente diz, de mão abandonando ele, ele vai precisar de toalha, ele vai precisar de lençol, ele vai precisar de tomar banho, ele vai precisar de comer, ele não trouxe nada, ele não tem nenhuma mochila, nenhuma matula para ele. Então ele vai comer na sua casa, ele vai dormir na sua casa, ele vai precisar de várias coisas. Então, o modo como esses 70 andavam já era um indicativo de que onde quer que eles parassem, as pessoas que eram hospitaleiras iam perceber, lógico, não vamos dar uma água para esse pobre, né, coitado. Ele chegou aí, tá aí, né, suando, tá sujo, os pés empoerados. Então, era natural. Então, leiam sempre essa descrição como uma preparação para aqueles que chegassem numa casa já veriam. Essa pessoa precisa de ajuda. Às vezes a gente recebe alguém em casa, você vê que a pessoa está ofegante, a gente, olha, você não quer sentar, eu não quero que você desmaia aqui na na frente do meu portão. Sente pelo menos, porque você vê que a pessoa está cansada. Então, esse primeiro, essa primeira similaridade faz parte dessa ideia de Jesus de motivar as pessoas para que recebam esses 70 com a mesma singeleza de coração. Os 70, a semelhança dos 12, também sairiam em duplas, de casa em casa. Não deveriam ficar falando com quem encontrasse pelo caminho. É muito interessante isso. É o mesmo estilo. Nós já falamos sobre isso em mensagens anteriores. Sair de dois em dois não faz sentido. Mas hoje, tá? Ainda que as pessoas de algumas aceitas e religiões fazem isso e às vezes os evangélicos ficam culpando e desafiando você. Por que que a gente não faz igual eles saem de dois em dois, de casa em casa? Sair de dois em dois significa sair numa quantidade para que você possa ter uma testemunha. E o Antigo Testamento já falou sobre isso. Mediante a testemunha de duas pessoas, uma coisa será confirmada. Então, a mensagem desses 70 era uma mensagem que trazia o anúncio do reino, da chegada do reino, para que depois não ficasse aí sendo dado explicações de que eu não ouvi falar, não tem testemunhas. Eles saíam de dois em dois por essa razão, de casa em casa. Hoje nós pensamos no número 20, no 21 vai tocando a campainha de um por um. Não é isso, irmãos. O mundo antigo não vivia da forma como nós vivemos hoje. De casa em casa, em muitas circunstâncias, era quase que de vilarejo em vilarejo. Eles não moravam às vezes amontoados como nós moramos hoje. E no final do verso, vocês viram aí no final do versículo 7, é instruído que eles deveriam ficar na mesma casa e depois fala que não deveria ficar mudando de casa em casa. E isso seria um péssimo conselho para a o andamento rápido da missão. Se Jesus tivesse pressa, se Jesus tivesse interesse que aquilo fosse divulgado com mais rapidez, ele não falaria isso. Ele falaria: "Olhe, cheguem na praça da cidade, façam um grande barulho e aí anuncie para todo mundo que estivesse ali." Mas não é isso. Ele quer que as pessoas entrem dentro da casa, fiquem na mesma casa para que depois passem paraa outra. Nós já vimos sobre isso anteriormente. Isso significa que o evangelho que Jesus anunciava não era o evangelho para ser pregado e anunciado eh no ambiente público, mas relacionado ao domicílio. Também a semelhança dos 12 e os 70 deveriam anunciar a chegada do reino e a paz que esse reino trazia. Nós vimos isso também iam chegar anunciar a paz e aguardar a reação. Isso não tem a ver, irmãos. Não tem a ver com algumas igrejas hoje pentecostais que dizem a paz do Senhor, irmão. Não tem nada a ver com isso. Não estão falando que você não deva falar ou que seja errado falar. Eu estou dizendo que hoje você chegar e cumprimentar alguém, a paz ou a paz do Senhor, a paz de qualquer paz. Ah, não é a mesma coisa, porque esses 70 anunciavam a chegada do reino. E esse reino trazia a paz. Qual paz? A paz do ser humano com Deus. É a reconciliação, não é ausência de guerra. Já vimos isso também. O próprio Jesus disse lá no Evangelho de Mateus: "Não pensem que eu vim trazer paz, eu vim trazer guerra". Como que você concilia as duas coisas? Porque a paz, a respeito da qual Jesus fala, é a paz com Deus. é a nossa reconciliação com isso. Então, eh, nesse sentido, era importante, era importante que houvesse testemunhos daí dois em dois, porque eu eu é quase, irmãos, como que um oficial de justiça chegando numa casa e pedindo para que a pessoa assine ali o termo de que ele de fato recebeu aquela intimação. O anúncio da paz era um anúncio de uma reconciliação que havia sido feita nos céus antes da fundação do mundo e que precisava ser anunciada aos moradores ali daquela região. Agora, diferentemente dos 12, os 70 foram comissionados com a responsabilidade de pedir ao Pai mais trabalhadores. Isso é uma coisa nova. A obra ser realizada pelos 70 precisava de reposição de tempos em tempos, precisava de multiplicação, mais trabalhadores e precisava também de expansão. Por onde Jesus passaria, eles teriam que ir adiante. Não há nenhuma indicação de que esses 70 deveriam, por exemplo, treinar alguém. Vocês viram isso? Não há nenhuma referência de que os 70 deveriam treinar ou fazer outros discípulos. Não há. A instrução foi: quando vocês virem a necessidade de mais discípulos, peçam ao Pai. Peçam ao Pai. E por quê? Por que disso? Porque é prerrogativa do senhor da seara escolher e depois enviar e não dos 70. Não são os 70 que deveriam escolher e nem ah treinar e nem enviar os seus colaboradores. Mesmo sendo um grupo mais de cinco vezes maior do que os 12, os 70 ainda são considerados como representantes do povo de Israel como um todo. Eles não são, irmãos, a maioria. Eles não são como os apóstolos, mas também não são como o povo em geral. Eles foram escolhidos por Jesus para representar o povo de Deus nessa missão. Às vezes eu olho para os 70 como se fosse o que a gente conhece. Ah, nós temos um aqui na parede ali, não sei quantos conseguem ver, mas é o famoso roteador. Hoje em dia, o roteador em aquelas antenas parece o anticristo, né? cheio de chifre. Qual é o papel do roteador? O papel do roteador não é criar um sinal próprio. O roteador para que ele funcione, ele precisa estar conectado a uma rede que que já tem a sua a sua comunicação própria, já tem ali a alimentação própria, mas o roteador cumpre a finalidade de expandir e tornar disponível a outras regiões, a outros ambientes, um sinal que deoutra sorte não chegaria. a todo mundo. Então, os discípulos de Cristo são aqueles que levam essa informação, levam os dados até esses roteadores e eles então divulgam e ampliam o alcance daquilo que Jesus havia ensinado. Os 12 foram escolhidos e chamados por Jesus para aprender com ele. E a e a eles apenas foi dada a garantia de que o Espírito Santo faria com eles para que eles se lembrassem daquilo que Jesus havia dito. Isso não foi dito para os 70 de que Jesus colocaria em seus lábios aquilo que eles deveriam falar. E é por causa disso, irmãos, que o ensinamento dos apóstolos, desde o início da igreja primitiva, já era considerado como o alicerce da igreja e não os ensinamentos do 70 ou o ensinamento da igreja eh como um todo, não. A ideia de que nós somos uma igreja reformada e que é firmada eh na palavra de Deus passa por essa compreensão. Eu não sei quantos já se atentaram para isso. Por que que a gente coloca tanta ênfase na doutrina apostólica a ao credo apostólico? Por que que a gente não fala que nós somos firmado na palavra de Cristo e não na palavra dos apóstolos? Você se lembra qual foi o único ou último ou algum livro que Jesus escreveu? Jesus nunca escreveu nada. Embora por meio do seu espírito, outros evangelistas que andaram com ele escreveram, mas o próprio Jesus nunca escreveu nada. Portanto, os discípulos foram aqueles que não só escreveram sobre o que ele fez, sobre o que ele falou e sobre quem ele foi, mas esses discípulos foram aqueles que viveram com eles. Seria tão bom se nós continuássemos ouvindo Jesus falando, ligasse o telão aqui, aparecesse Jesus e ele falasse para nós. Nossa, seria uma maravilha. Não precisaria nem de eu pregar. Mas não é assim que acontece. Nós somos chamados para ouvir o testemunho dos apóstolos inspirados por Deus para que nós aprendamos a guardar em nosso coração. Não apenas aquilo ah que às vezes de maneira miraculosa foi dita. Você pode estar pensando, mas sem pastor seria muito melhor, tenho certeza. Ouvir Jesus seria muito melhor do que ouvir o Senhor. Não leve a mal, mas lógico que seria até eu preferiria estar ouvindo Jesus do que tá aqui falando para vocês. Mas a história contada pelos evangelistas nos mostra que muitas pessoas que ouviram Jesus pessoalmente não acreditavam naquilo que ele falava. Então a diferença não está aí. Se Jesus falasse no telão hoje, seria muito melhor. Quem diria? Aqueles que viram Jesus, que andaram com ele, não acreditavam. Por que que você acha que hoje Jesus aparecendo no telão seria diferente? Não seria de jeito nenhum. Mas Jesus quer que nós aprendamos essa lição de ver pessoas que andaram com ele dando testemunho de quem ele foi, de como ele agiu e de contando em mais de uma perspectiva a maneira como eles viram esse seu mestre agindo, andando e operando sinais e prodígios. E é somente então depois da morte e a ressurreição de Cristo que a ordem é dada a todos. Vocês conhecem? Vão, façam discípulos todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. O que é que não tem na grande comissão? Vocês já perceberam isso? Que que tá faltando na grande começão. Tem duas palavras que não aparecem na grande comissão, que é a palavra escolher. Os discípulos não foram mandados, vão pelo mundo, escolham discípulos. Não tem a palavra escolher e também não tem a palavra enviar. Vão, façam discípulos. Batizem e ensinem a guardar. Não há a ordem para que você escolha discípulos e nem para que você envie discípulos, porque de certa forma o próprio anúncio da grande comissão já é da parte de Deus e por meio dos apóstolos o nosso chamado e o nosso envio. Mas nós não somos pessoas. E é por isso que hoje teologicamente é errado você sair por aí a designando homens e mulheres apóstolos do Senhor. Não tem mais isso. E e é por uma razão muito óbvia. O modelo apóstolos junto com o modelo 70 criou um paradigma que é inviolável na escritura e que os 12 foram os que andaram com Jesus e ouviram aquilo que ele falou. E os 70, não é que repetem, mas os 70 ampliam, guardando os ensinamento dos apóstolos, eles ampliam o alcance daquilo que Jesus estava fazendo de maneira tão localizada. Meus irmãos, concluindo, eu não sei se você se sente mais no grupo dos 12 ou no grupo dos 70. Se eu perguntar qual grupo você gostaria de estar, eu tenho certeza que muita gente gostaria de estar no grupo dos 12, porque os 12 andavam com Jesus. 70 era uma embolação de gente. Nem sabemos o nome desses 70. Mas eu e você precisamos saber que nós, a igreja estamos mais relacionados com os 70 do que os 12. Ser parte dos 70 significa que você é um homem ou uma mulher que amplia e que torna conhecido os feitos do Senhor em áreas que às vezes nem todo mundo tem a capacidade de chegar. Eu estava esse final de semana conversando com alguém e a pessoa me eh compartilhou a oportunidade que ele teve dando carona para um colega de trabalho. Primeira vez, por razões, estava de chuva, alguma coisa. A segunda vez a própria pessoa pediu, já que você me deu caron naquele dia, você poderia novamente fazê-lo? Ele deu. E no carro ele perguntou apenas: "E aí, como está a vida? como que está a vida de vocês? A resposta óbvia, bem obrigado. Mas ele mal imaginava que a pessoa ia dali abrir um leque de preocupações na vida conjugal, próximo de um divórcio. E ele ele disse que o caminho nem era tão longe, pastor. Daqui até chegar na casa dele não ia dar tempo para explicar todos os problemas conjugais dele. Mas veja, às vezes Deus nos coloca, Deus nos coloca diante de pessoas que precisam ouvir pelo menos isso de nós. Como é que está a sua vida? Não é todo mundo, irmãos, que fala isso. E é exatamente isso que Jesus sinaliza para esses 70. Entram, entrem, saúdem na casa. Diga que a paz, a paz. já entre Deus e o ser humano. E veja como essa reação acontecerá. No caso desse passageiro que recebeu a carona apenas uma frase: "Como está a vida de vocês?" Já foi uma porta para uma grande conversa que certamente precisará continuar depois. Portanto, eu e você somos parte daqueles que o Senhor ainda desafia a sermos a mensageiros que vão onde Cristo irá passar. O evangelho vai em qualquer lugar, não é necessariamente pela sua boca, mas seja aquele ou aquela por meio de quem os corações serão despertados para uma nova experiência de vida em paz com Deus. Vamos orar. Ó Deus bendito, ajude-nos a entendermos essas coisas, ajude-nos a viver dessa forma, sendo homens e mulheres que andem adiante, que andem, ó Deus, anunciando a paz em um mundo já acostumado com conflitos, em um mundo já acostumado a entrar na onda de relacionamentos conflituosos, seja entre parentes, seja entre amigos. Ó Deus, faz-nos, homens e mulheres, que anunciem a paz em um mundo de guerra, em um mundo de conflitos humanos, conflitos de gerações, conflitos de raças, conflitos de toda sorte e ajude-nos a ter a mensagem certa. Pedimos isso e o fazemos em nome do teu filho Jesus. Amém. Coloquemo-nos de pé, irmãos, e vamos cantar mais este cântico. E essa será a oportunidade que você terá de também adorar a Deus com seus dízimos e ofertas, trazendo-os aqui até o gasofilá. [música] V. [música] Servo [canto] virou gente e habitou entre nós. [canto] Cheio [música] de graça e de [canto] verdade. E vimos sua glória como a do Pai [música] [canto] e vimos sua glória. Glória [música] do Pai. [canto] O verbo virou gente [música] e habitou [canto] entre nós, cheio de graça [música] e de verdade. [canto] E vimos sua [música] glória com a do Pai [canto] e vimos sua glória, [música] glória do Pai. E vimos [música] sua glória como a do Pai [canto] e vimos sua glória, [música] glória [canto] do Pai. >> [música] [música] >> Oremos em gratidão ao Senhor. Ó Pai, obrigado, Deus por mais esta manhã na tua casa, onde o Senhor nos traz para sermos moldado pela tua palavra. Damos graças, Senhor, pelo teu cuidado, pelo Teu amor, pela tua providência em nossa vida. E ess momento onde fazemos isso, demonstrando, ó Pai, a nossa confiança, Senhor, na tua soberania, na tua providência, sendo fiéis nos dízimos e generosos nas ofertas. Gratos, alegres, ó Pai, desejosos por fazer parte daquilo que o Senhor tem feito nesta igreja local. Sim, ó Pai, como membros desta família, ó Deus, coloca em nosso coração esta alegria, este desejo, o senso da nossa responsabilidade, dever, mas que tudo isso, ó Pai, seja feita com alegria no coração. Continue abençoando as famílias, ó Pai, que compõe esta igreja. continue abençoando a liderança, dando-lhe sabedoria, ó Pai, discernimento, mordomia fiel, ó Pai, com os recursos que nos são trazidos. Tudo para tua honra, para tua glória, confiante, Senhor, de que o Senhor não precisa de nada disso, mas nos permite fazer parte daquilo que o Senhor tem para o teu povo e para este mundo por meio desta igreja. Obrigado, ó Deus. Obrigado por cuidar de nós. Obrigado por nos ensinar que o Senhor cuida de nós. E que a graça do nosso Senhor Jesus Cristo, Deus, o Filho, que o amor de Deus, o Pai, que a consolação, o ensino e a garantia da eternidade no Espírito Santo seja com todo o povo de Deus aqui espalhado pela face hoje e sempre. Amém. A igreja pode se assentar. çamos o póslúdio. >> [música] [música] >> Nosso culto está encerrado, meus irmãos. E antes de nos dispersarmos demais, vamos nos lembrar de pessoas que estão a enfermas e precisam das nossas orações. O nosso irmão Eduardo Brison, ele está internado. Bem, a Keila Cout, Keila é a mãe do Bernardo. Eu também fazer um procedimento ontem e teve complicações. Ela tá internada também, a dona Vanda. presbítero José Gomes, a o seu Jeremias e a sua esposa Adeir Cobe também são irmãos que precisam das nossas orações. A Lila e a Mamura. Fernando Camargo, a dona Deulinda, a dona Bet, a Lázara e o Samuel Viana, a dona Leonina e também o seu patrocínio. São irmãos que às vezes nos esquecemos de que eles estão aí, estão vivos, lutando com essas enfermidades e com dores. E é objeto das nossas orações. Vamos então, antes de fazermos muito barulho aqui, vamos orar. Vamos lembrar dessas pessoas. Ó Deus, sabemos que o Senhor conhece cada uma dessas necessidades. O Senhor já nos disse isso. Antes mesmo que as palavras venham até os nossos lábios, o Senhor já conhece cada uma delas. Mesmo assim nós, porque te amamos, porque sabemos que tu és o nosso pai, que és um pai bondoso, nós, ó Deus, nos alegramos de trazer ao teu conhecimento como um gesto também de amor pelo nosso próximo. Atende, ó Deus, conforme a tua boa vontade, a tua multiforme sabedoria a cada um destes pedidos e ajudes, ó Deus, a prevalecer nesses dias de enfermidade e de dor. Oramos por cada um deles, em nome de Jesus. Amém. Irmãos, algumas pessoas nos visitam, algumas muitas, né? Eu tenho aqui uma lista enorme. Temos o Leandro, está junto com a amiga Eliane. Onde estão vocês, Leandro e Eliane? Ah, estão ali. Sejam bem-vindos, Leandro e Eliane. Recebo os cumprimentos aí do João Víor. Temos também a Vivian Fortunato. Onde está você, Vivian? Ah, está ali. Seja bem-vinda, Vívia. Deus abençoe. Veio pro batismo. Ah, ok. Temos também a Neid, está com a filha Vitória. Ah, está ali. Sejam bem-vindos a Neid. Ah, eu não sei se tá perto aí de você, Sérgio Davi, você viu aí? Temos também, essa é uma família grande aqui, ó. O Edivaldo está com esposa e filhos, né? A Ana Vitória e Yocan e a Vanessa, que é a esposa. Onde está essa família? Ah, é o sogro, né? Veio para o batismo. Estão ali. Sejam bem-vindos. Deus abençoe. Temos também o Francisco. Ah, tá aqui, Francisco. Seja bem-vindo, Francisco. Temos o Vando Alves com a esposa Núbia. Onde estão vocês? Então, lá todo mundo veio pro batismo. Nossa, que bom. Sejam bem-vindos a si mesmo. Temos a Mariana. Mariana também veio pro batismo. Não, não tô vendo a Mariana aqui. Ah, tá ali. Seja bem-vinda, Mariana. Eu não vi ninguém aí cumprimentando ela aí, gente. Sérgio, você tá do lado da Mariana aí, ó. Mariana. E temos também o o Pedro. O Pedro e o André. Eles são meus sobrinhos. Estão aqui. Eles vieram, né? Então, estão lá. Pedro e o André. Sejam bem-vindos. Tão visitando aí. Deve ter mais gente envolvido aí, mas só eles que preencheram o nome. Tem a Mariana também, tá aí? Ou a Mariana ficou dormindo, tá aí, né? Ok. Então, são meus parentes, vieram de Cuiabá, estão aí visitando a igreja de Santo Amaro. A Ana Júlia também tá com eles. Então, esses são os que nos visitam. Alguns avisos, irmãos, antes de nos dispersarmos. >> [limpando a garganta] >> Eh, primeiro deles, com respeito ao à nossa EBD, então funciona hoje todas essas salas aí, exceto as que estão na cor laranja, tá bom? Então, a sala de Bíblia funcionará aqui no templo e a sala modular que funcionaria no salão social hoje, ela não funciona. E lá em cima, o ensino médio também não vai funcionar hoje porque eles estão no acampamento da UPA, certo? Essa é a razão porque não estará funcionando hoje. E no primeiro andar da sala das crianças, todas as salas funcionam. Se você está nos visitando e tem crianças nessas idades, chegando lá no primeiro andar, saindo aqui pela direita, temos tutores para indicar qual é a melhor sala para que você deixe a sua criança, se assim você o desejar. Também essa é uma programação da organizada pela SF em parceria com a UPA e com a UPPA e a Sadi, esposa do pastor Nelson, já foi pastor nessa igreja. Sad também já foi membro aqui, ela estará trazendo essa palestra. Então, será no dia 9 de maio, já é semana que vem, tá? No sábado que vem, às 9 horas aqui na igreja. Essa programação tem aí o QRCE que foi colocado ali, mas ele também já aparece, né, no grupo de WhatsApp juntamente com o link que é correspondente a esse QRcode aí, tá bom? Inscreva-se para que eles planejem com mais cuidado essa programação, prevendo espaço, prevendo lanche e tudo mais que possa acontecer. Também a no mesmo dia, eh, no dia, não, para frente aí, no dia 16 de maio, eh, acontecerá essa palestra, né? Eh, eu que falarei nessa ocasião, então, como aplicar a sabedoria bíblica na gestão familiar. e por sabedoria bíblica. Essa é uma referência ao livro de Provérbios, tá? Então, a ideia é quase que fazer aqui um workshop para que pais e pessoas em família em geral aprendam a utilizar a linguagem e os recursos do livro de Provérbios para a instrução e para a gerência do seu lar. Tá bom? Então, também tem inscrição para ser feita, tem Qode. Ah, então inscreva-se que é por meio dessa inscrição que esses eventos acontecem, tá? Quem já veio sabe que fica cheio de gente, tem lanche, tem espaço, tem para saber se você tem filhos para trazer, para que eles providenciem pessoas, para cuidar dos seus filhos. Então, tudo isso requer que você se inscreva, tá bom? E hoje à noite, Verendo Previde continua a sua série, né, em Gálatas. Então é isso aí. Tenham todos uma boa escola dominical. >> Só que não, ainda não. >> Ah, ok. >> Ah, em nome do conselho, devemos ah ser gratos nessa última semana, quinta-feira, reverendo Daniel completou mais um ano de vida. E a pedido da igreja, né, e do conselho, gostaríamos de presenteá-lo com uma >> duas sacolas. [risadas] >> Muito obrigado. Alimenta demais os pastores e também veste eles muito bem, viu? >> Somos muito gratos à vida do reverendo Daniel. Gostaria então de fazer uma oração. Vamos orar mais uma vez. Senhor, obrigado, ó Deus, pela tua boa mão na vida do teu servo. Somos gratos pela tua bondade em nos presentear com a amizade, com a liderança do reverendo Daniel nesta igreja. Que ele possa, pai, a cada dia da sua vida, experimentar da tua boa mão, da tua graça em sua vida. Continuamos pedindo, Senhor, que o Senhor derrame bênção sem medidas sobre a sua casa, sobre o seu ministério, para que possamos caminhar juntos com o nosso irmão naquilo que o Senhor tem para nós. Como povo teu, ó Pai, somos gratos pela vida do nosso irmão. Em nome de Cristo Jesus, oramos. Amém. >> Amém. Muito obrigado, irmãos. Esse ano especial é muito bom celebrar o aniversário, né, tendo passado aí por uma cirurgia