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A fé vem pelo ouvir

🔴 Culto Vespertino | 03/05 | 18h – Rev. Lucas Previde

🔴 Culto Vespertino | 03/05 | 18h – Rev. Lucas Previde

🔴 Culto Vespertino | 03/05 | 18h – Rev. Lucas Previde

Mídias Sociais: https://linktr.ee/ipsantoamaro
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Sobre a música de abertura
Música: Louvai a Deus, soberano Senhor (Hinário Novo Cântico nº16). Título original em português: Louvor a Deus
Compositor: Stralsund Gesangbuch (1665), Joachim Neander (1680)

Ficha Técnica
Arranjos e produção musical: Samuel Cintra Santos
Gravação, mixagem e masterização: SCS Produções
Produção: Igreja Presbiteriana de Santo Amaro
ISRC: BR-075-22-00001

Legendas automáticas:

[música]
เฮ [música]
[música]
>> [música]
[música]
>> Boa noite, meus irmãos. Sejam bem-vindos
a mais um culto da Igreja Presbiteriana
de Santo Amaro. É bom estar na casa de
Deus, especialmente com as razões
corretas. E é o próprio Deus quem vai
burilando o modo como devemos pensar
sobre nós mesmos, sobre ele e sobre o
que é que nós fazemos aqui neste local.
Vejam só as palavras do salmista no
Salmo 16. Ele nos diz: "O Senhor é a
porção da minha herança e o meu cálice
sustentas a minha sorte. As minhas
divisas caíram em lugares agradáveis. É
linda a minha herança. Bendigo o Senhor
que me escolhi
aconselha,
pois até durante a noite o meu coração
me ensina.
Tenho o Senhor sempre diante de mim.
Estando ele à minha direita, não serei
abalado. Essa é a razão porque nos
encontramos aqui. Nós cremos e nós
buscamos ter o Senhor nosso Deus ao
nosso lado, à nossa vista, com a razão
específica, como o salmista nos diz, ele
é aquele que não me deixa ser abalado.
Crendo nisso, coloquemo-nos de pé e
vamos louvar esse Deus que nos recebe em
sua casa de forma alegre.
>> [música]
[música]
>> А [música]
Vem direita
sempre.
[música]
>> [canto]
>> Em ti [música]
confiarei,
Senhor. [canto]
[música]
Eu não
terei
do que ter medo. [música]
Meus [música] pés
só na rocha [canto] firmarei.
Não me [música][canto] abalarei
e do [música][canto] Senhor direi.
Tu és meu Deus [música]
protetor, [canto]
meu refúgio, [música]
libertador, [canto]
meu abrigo,
[música][canto] torre forte,
todo tempo, meu socorro [música]
vem de ti.
>> [música]
[música]
>> Não [canto] há
outro a quem eu ame. [canto][música]
>> [música]
>> Tu és
tudo que [música] eu desejo.
[música]
Eu me alegro em ti
e [música][canto] do Senhor direi:
Tu és meu Deus,
[música] protor,
meu refúgio,
libertador, [música]
meu abrigo, [música]
torre [canto] forte,
todo tempo meu
Socorro [música][canto] és meu Deus
protetor,
meu refúgio, [música]
libertador,
meu abrigo,
[canto][música] torre e morte,
todo tempo. Meu socorro [música]
vem de ti.
Todo tempo meu [música][canto] socorro
em ti.
[música]
>> Todo tempo. [música]
Meu [canto] socorro
vem de ti. [música]
Ó Deus bendito, nós acabamos de cantar e
nós cremos nisso porque também a tua
palavra nos diz que tu és a nossa porção
e não temos onde mais recorrer senão a
ti e o fazemos porque te amamos, porque
cremos que tu és o nosso Deus. E esta
nossa fé não é apenas baseada no que
naquilo que nós sentimos, mas a tua
palavra tem nos ensinado ao longo da
história do teu povo Israel, ao longo da
história da igreja primitiva, que é o
Senhor quem nos sustenta. Por isso,
Senhor, nós te adoramos e nós o fazemos
pela mediação do Teu filho Jesus, que é
aquele que morreu e por meio de quem nós
temos acesso à tua presença. E é também,
ó Deus, em nome dele que nós oramos a
ti. Amém. Os irmãos podem se assentar.
Nós também lendo
eh os salmos, aprendemos como devemos
nos portar em relação aos nossos pecados
e a maneira como nos achegamos a Deus.
Todos nós somos pecadores, mas isso não
é algo que nos desqualifica, porque há
alguém e há meios pelos quais o próprio
Senhor Deus nos prepara para estar na
presença dele. Vejam só as palavras do
Salmo 34,
que nos diz a partir do verso 11:
"Venham, meus filhos, e escutem, e eu
lhes ensinarei o temor do Senhor."
Quem de vocês ama a vida? e quer
longevidade para ver o bem.
Refreia a língua do mal e os lábios de
falarem palavras enganosas.
Afaste-se do mal e pratique o bem.
Procure a paz e empenhe-se por
alcançá-la.
Os olhos do Senhor repousam sobre os
justos e os seus ouvidos estão abertos
ao seu clamor. O rosto do Senhor está
contra os que praticam a maldade ou mal
para extirpar da terra a memória deles.
Clamam os justos e o Senhor os escuta,
os livra de todas as suas angústias.
Perto está o Senhor dos que têm o
coração quebrantado. Ele salva os de
espírito oprimido. É isso que nós
devemos nos empenhar para fazer,
quebrantarm-nos diante de Deus, porque
essa é a posição que devemos ter para
que Deus nos receba e ele seja aquilo
que o salmo nos garante que ele é. Ele
está perto, ele está em todo lugar,
porque ele é um Deus onipresente.
A escritura diz que ele está perto
daqueles que tem coração quebrantado.
Você quer Deus perto de você?
Quebrante-se diante dele. Vamos fazer
isso agora, curvar as nossas frontes e
orar a Deus pedindo perdão pelos nossos
pecados.
>> [limpando a garganta]
>> Ó Deus bendito,
ajude-nos, ó Pai, a refrear a nossa
língua do mal.
Ajude-nos, ó Deus, a afastarmo-nos do
mal e praticar o bem,
a fim de que possamos ser homens e
mulheres justos, porque fomos
justificados por ti.
Sabemos, ó Pai, que o teu rosto está
contra os que praticam o mal.
E queremos, ó Deus, ver a tua face
sempre, não como alguém contra nós e
contra o que fazemos e contra quem
somos. Pelo contrário, queremos o Senhor
perto de nós. Por isso, quebrantamos-nos
diante de Ti, confessamos os nossos
pecados e pedimos, ó Deus, que o Senhor
ajude-nos em nossas fraquezas, fortaleça
os nossos caminhos para que continuemos
andando em novidade de vida, em
santidade e integridade diante dos teus
olhos.
Sabemos, ó Deus, que não conseguimos
fazer isso, mas também sabemos que a
morte do teu filho Jesus nos capacita a
sermos um novo homem, uma nova mulher, a
pessoas que possam mortificar os feitos
da carne. E é crendo nisso, a Deus que
nós mais uma vez nos colocamos aqui
pedindo perdão pelos nossos pecados e o
fazemos na mediação do teu filho Jesus.
Amém,
irmãos. Deus nos perdoa. Essa é uma
verdade que a Escritura nos garante.
Então, crendo nisso, coloquemonnos de pé
mais uma vez, aqueles que puderem, e
vamos louvar a Deus com mais dois
cânticos que seremos conduzidos.
>> [música]
>> Aos montes [canto] o meu olhar de onde o
socorro [música] vem.
do criador
que [canto][música] fez o mar, a terra,
os céus e a lei [música][canto] me
guardará de tropeçar.
[música] Seguro [canto]
andarei,
meu [música]
Senhor, [canto]
exaltado [música]
está.
Me [música]
[canto] susto vem e me salvará.
O meu
olhar [canto][música]
ei de levantar
[canto]
ao [música] meu Senhor que [canto]
exaltado
está. [música]
>> [música]
>> A minha [música][canto] destra sempre
estão só sobre o [canto] seu poder.
É brilho sol ou [música][canto] o luar,
nenhum mal sofrerei.
Não vai [música][canto] dormir ou
cochilar,
guardado [música]
[canto] estarei.
>> Meu [música]
Senhor [canto]
exaltado
[canto] está.
Me [música]
sustei
e me salvará.
[canto][música]
O meu
olhar
em [música] de levantar
ao meu Senhor que exaltado
[música][canto]
está.
>> [música]
[música]
>> Aos montes ero [música]
[canto] meu olhar de onde o socorro
[música]
vem [canto]
do criador
que fez o mar, a terra, o céu, céus
[música] e além. [canto]
Me guia o Deus de [música] Israel.
[canto] Protege o meu viver,
o meu sair [música][canto] e o meu
entrar
agora e sempre. Amém. [música]
Meu [canto]
Senhor
exaltado
está. [música]
Me sustiém
e me salvará. [música][canto]
O meu
olhar
em te [música] levantar
ao meu [música] Senhor, ao [canto] meu
Senhor,
meu Senhor
exaltado [música]
[canto] está.
Me sustem
e me [música][canto] salvará.
O meu olhar [música]
vem te levantar.
Ao [música][canto] meu Senhor que
exaltado
está.
[música]
>> Ao meu Senhor [canto]
que exaltado [música]
está.
>> [música]
[música]
>> Pelos [canto] bosques e campinas,
pastorei [música]
ao bom [canto] Jesus.
Junto às águas cristalinas, [música]
seu rebanho em paz [canto] conduz.
>> [música]
>> Ele guarda sim minha alma e a protege
[música][canto] em seu calor.
Nas angústas
ou na calma, vai comigo,
bom pastor, [música]
sempre amável [canto]
e clemente. [música]
Vai comigo,
bom [canto] pastor.
Não [música] me afligem
os perigos
e não temo [música] a tentação.
Ele [canto] sempre está comigo
e susteme [música] o seu cordão.
Não me afinge nem a morte
[música][canto]
cuja sobre enfrentar.
Ele é meu amparo [música]
forte em que posso confiar. [canto]
sempre amável e plemente [música]
vai comigo
com pastor.
[música]
Tua mesa me prepara, [canto]
pois minha alma [música]
quer
minhas [canto] máguas eles sará com seu
olho [música] vem de certamente que a
bondade
toda a [música][canto] vida fluirei
e no céu felicidade [canto]
para sempre. [música] Sempre gozarei,
sempre amável e clemente,
vai comigo, [música]
bom pastor. [canto]
[música]
A igreja pode se assentar.
Convido você a abrir a sua Bíblia na
carta de Paulo aos Gálatas para darmos
continuidade à exposição das Escrituras
na nossa série intitulada A justiça da
Fé.
Nessa noite nos deteremos ao capítulo 4
versos de 1 a 11. A epístola de Paulo
aos Gálatas, capítulo 4,
[limpando a garganta] versos de 1 a 11.
Se você tem o nosso guia de pregação,
esta mensagem está contida nele, na
série intitulada, como eu já disse, a
justiça da fé. Se você está nos
visitando, ainda não tem o nosso guia de
pregação. Depois pode procurar os
membros da Junta Diaconal na página 33.
É a exposição, será a exposição desta
noite. Acompanhe atentamente e com fé. A
palavra do Senhor diz assim:
"Digo, porém, o seguinte: durante o
tempo em que o herdeiro é menor de
idade, em nada difere de um escravo,
mesmo sendo senhor de tudo, mas está sob
tutores e curadores até o tempo
pré-determinado pelo Pai. Assim também
nós, quando éramos menores, estávamos
escravizados aos rudimentos do mundo.
Mas quando chegou a plenitude do tempo,
Deus enviou o seu filho, nascido de
mulher, nascido sob a lei, para resgatar
os que estavam sob a lei, a fim de que
recebêssemos a adoção de filhos. E por
você, e porque vocês são filhos, Deus
enviou o espírito de seu filho ao nosso
coração. E esse espírito clama: "Aba,
pai". Assim você já não é mais escravo,
porém filho. E sendo filho, também é
herdeiro por Deus. Mas no passado,
quando não conheciam a Deus, vocês eram
escravos de deuses que por natureza não
são deuses. Mas agora que vocês conhecem
a Deus, ou melhor, agora que vocês são
conhecidos por Deus, como é que estão
voltando outra vez aos rudimentos fracos
e pobres, aos quais de novo [roncando]
querem servir como escravos?
Vocês guardam dias, meses, tempos e
anos. Receio que o meu trabalho por
vocês tenha sido em vão. Até aqui a
palavra do nosso Deus. Vamos orar.
Ó Senhor, estamos diante da tua palavra
e cremos no poder dela para nossa vida.
Cremos também que o Senhor conhece os
nossos dias, os nossos pensamentos e
sentimentos.
Por isso, pedimos que nesta noite o teu
Santo Espírito nos conduza, Senhor, para
aquilo que precisamos receber de ti.
Cremos que isso é possível porque Cristo
morreu para que assim pudéssemos, ó Pai,
desfrutar da tua revelação e da tua obra
em nossa vida. Oramos no nome do nosso
Senhor Jesus Cristo, que vive e reina
eternamente. Amém.
Aqui estamos dando continuidade
à carta tão tensa ou a ácida do apóstolo
Paulo aos Gálatas. Se você já está
acompanhando conosco a exposição desta
carta, você vai lembrar que essa carta é
a única carta do apóstolo Paulo que ele
não começa com elogios à igreja a quem
ele está escrevendo.
Provavelmente essa tenha sido a primeira
carta escrita pelo apóstolo Paulo após
as suas viagens missionárias. E nós
vimos em nossas últimas exposições que
há na igreja da Galáia uma grande, uma
forte corrente de judaisantes
adentrando a essa igreja e pervertendo
ou corrompendo o evangelho que Paulo
havia pregado. Então Paulo escreve
primeiramente contra este falso
evangelho dos chamados judaisantes.
Lembrando que judaisantes eram judeus
que se diziam convertidos ao
cristianismo, mas não queriam abandonar
as práticas, os ritos religiosos como
meio de se alcançar a salvação.
Principalmente a discussão aqui estava
também em torno da circuncisão.
Esses judaisantes, chegando à igreja da
Galácia, uma igreja de gentios, ou seja,
de pessoas que não vinham do judaísmo,
estavam recebendo ou sendo pressionadas
a não abandonar ou na verdade a adotar
práticas judaicas
como meio para a sua salvação.
Paulo então irá argumentar com relação a
isso de que a lei não tinha este
propósito. No capítulo 3, nós vimos
Paulo a lembrando que a lei foi escrita
muitos anos depois
da promessa feita a Abraão. E Abraão foi
justificado porque creu. Então Paulo
diz: "Não há cabimento da lei ser o meio
pelo qual irá conduzir vocês à
salvação." Mas Paulo então oferece ou
apresenta qual é o papel da lei. E nós
vimos que o papel da lei na nossa última
exposição é caracterizar o nosso pecado,
caracterizar a nossa total falta de
capacidade de salvação, mas também nos
conduzir à salvação. Paulo utiliza a
expressão guardião. Então a lei tinha
estes dois papéis, dizer que você é um
pecador, que você não consegue alcançar
a sua salvação pelos seus próprios
méritos, mas que por meio da observância
da lei, você seria conduzido à salvação
em Cristo Jesus pela fé. Salvação
mediante a fé. Este é o cerne da carta
de Paulo aos Gálatas. Somente pela fé em
Cristo Jesus somos salvos. No verso 24
do capítulo 3, Paulo conclui: "De
maneira que a lei se tornou nosso
guardião para nos conduzir a Cristo, a
fim de que fôssemos justificados pela
fé. Mas agora que veio a fé, já não
permanecemos subordinados a este
guardião. E por isso, a nossa filiação
em Cristo Jesus se assemelha a Abraão.
Lembre-se que a igreja da Galácia era
uma igreja de gentios, ou sejam, de
pessoas que não tinha o lastro
histórico, cultural e religioso do
judaísmo. Eram pessoas que não conheciam
a Torá ou que não conheciam os
mandamentos ou que não estavam apegados
aos ritos.
E Paulo então diz: "Em Cristo Jesus
fomos feitos descendentes
de Abraão, quer judeu, quer gentil."
Mas e nos dias de hoje, o que isso
impacta?
Impacta que muitas pessoas querem se
aproximar do cristianismo,
querem se aproximar de Deus estipulando
como esta relação se dará.
Muitas igrejas ou denominações que se
dizem evangélicas
continuam se apegando a ritos, a
ordenanças, a simples observação da lei
como forma de garantir a sua salvação ou
redenção.
Muitas pessoas apenas querem uma lista
do que precisam fazer para alcançar a
sua redenção. Eu preciso fazer parte de
uma igreja, OK? Eu preciso dar o dízimo,
OK? Eu preciso fazer parte de uma
sociedade interna, OK? É isso que eu
tenho que fazer? Então eu farei isso
para então conquistar a minha redenção.
E o coração humano vagueia por este
mundo perdido neste sentimento.
Há pessoas que encontram certa
satisfação ao fazer isso, pertencer a
alguma igreja, alguma seita, algum
movimento espiritual e acharem que nisso
encontram a sua redenção.
Outros estão perdidos tatiando este
mundo atrás do poder financeiro, do
status. O coração humano busca a sua
redenção, mas longe de Cristo Jesus
continuará assim como esses judais
antes, apenas vislumbrando, vislumbrando
o que é a redenção em Cristo Jesus. Por
isso, nessa noite, eu gostaria que
respondêsemos à luz das Escrituras uma
pergunta principal a respeito do que
Paulo diz. E essa pergunta é: Como
entender as consequências da afirmação
que somos filhos de Deus e herdeiros de
suas promessas? Como entender essa
afirmação que o apóstolo Paulo diz de
que somos filhos de Deus e herdeiros de
suas promessas?
Voltando ao contexto, é muito importante
lembrar do que estes irmãos da Galáia
estavam ouvindo e do que esses
judaisantes também estavam ouvindo.
Aqueles que não tinham lastro nenhum com
o judaísmo, aqueles que não tinham no
seu histórico familiar nenhum rito
judaico, estavam sendo chamados de
herdeiros, assim como Abraão.
E o contrário também os judaisantes que
estavam tentando pressionar essa igreja
e estavam ouvindo que aqueles gentios
não precisavam mais da lei para serem
considerados herdeiros a semelhança de
Abraão. Então, como compreendermos essa
afirmação de que somos filhos de Deus e,
por consequência herdeiros de sua
promessa? E o primeiro ponto é que como
herdeiros devemos reconhecer a nossa
condição de escravidão. Sim, como
herdeiros, reconhecemos ou devemos
reconhecer a nossa condição de
escravidão. E Paulo vai utilizar a
analogia do da herança ou em se tornar
herdeiro quando ele diz.
Digo, porém, o seguinte: durante o tempo
em que o herdeiro é menor de idade, em
nada difere de um escravo, mesmo sendo
senhor de tudo. O que Paulo está
querendo trazer aqui é a analogia de que
quando você é feito o herdeiro,
não foi você que conquistou aquilo que
você irá herdar. Alguém trabalhou,
alguém levantou cedo, alguém poupou para
que você pudesse desfrutar.
É algo que não foi conquistado por você,
algo que será dado a nós a despeito dos
nossos méritos, algo que nos pertence,
mas que só possuiremos em tempo
determinado.
Normalmente é assim, após a morte
daquele que possui, ou mesmo após a
morte, em determinado tempo, tem que
completar tantos anos, tem que fazer tal
coisa para receber.
Enquanto aguarda, o herdeiro é como se
fosse um escravo. Paulo diz, mas em que
em sentido? Em sentido de que ele não
está livre.
Ele não está livre para usufruir daquilo
que lhe foi dado. Enquanto aguarda o
período estabelecido, o herdeiro é
conduzido, é guardado, é tutelado.
Verso dois. Está sob tutores e curadores
até o templo predeterminado pelo Pai.
Sim, torna-se semelhante a um escravo no
sentido de estar preso a uma condição a
qual não importa o que ele faça, não
importa quem ele seja, ele não
conseguirá desfrutar.
Mas Paulo no verso 3 nos dá a aplicação
deste exemplo. Ele diz que nós somos
como escravos. Por quê? Ele diz assim:
"Também nós o quê? Quando éramos
menores, estávamos escravizados aos
rudimentos. do mundo. Essa é a nossa
situação enquanto estávamos debaixo da
lei, presos em nossa incapacidade de
cumpri-la. Na nossa exposição anterior,
nós dedicamos tempo a isso. A lei vinha
para mostrar que nós não conseguimos
cumpri-la e, por consequência, não há
justificativa. Todos pecaram e carecem
da glória de Deus.
Não há um ser só sequer que pode, pelos
seus próprios méritos, alcançar a
salvação. E a lei vinha como um outdoor,
um cartaz, um grande letreiro dizendo:
"Você não pode, você não consegue".
Mas Cristo veio e cumpriu a lei para que
pudéssemos usufruir dos benefícios da
nossa redenção. Paulo então usa essa
analogia dizendo: "Olha, quando nós
éramos ainda menores de idade ou quando
nós estávamos ainda sobre esse julgo da
lei, nós não podíamos cumpri-la". Assim
também nós quando éramos menores
estávamos escravizados
aos rudimentos do mundo. E aqui
rudimentos do mundo, o que significa
essa expressão?
[tosse][limpando a garganta]
Ela tem como significado tanto a
imposição da lei aos judeus. A lei
impunha isso, uma escravidão de que ela,
eles estavam presos
à certeza de que eram pecadores, como os
gentios também estavam escravizados aos
rudimentos do mundo enquanto serviam a
deuses falsos.
Rudimentos do mundo tem tudo. A sua
significância é toda encorpada com
aquilo que não é a salvação em Cristo
Jesus. rudimentos do mundo, a lei,
deuses, pagães, mas também os espíritos
malignos que constantemente tinham
autoridade e tem autoridade neste mundo
e que nos acusam do nosso pecado.
Sim, a lei acusava-nos dos nossos
pecados de uma forma correta, mas também
o inimigo nos acusa de nossos pecados
tentando nos distanciar de Deus. E
éramos escravos. Paulo reforça que o
outro evangelho que era pregado pelos
judais antes estava extremamente
fidelizado a isto. Escravidão. Vocês são
completamente dependentes
daquilo que o mundo diz que você tem que
fazer para a salvação. E Paulo diz:
"Esse é um outro evangelho que eu não
preguei."
Como herdeiros, nós devemos reconhecer a
nossa condição de pecadores.
Nós devemos reconhecer a nossa condição
de incapacidade.
Aqueles que são apresentados ao
evangelho
devem ser apresentados a um evangelho
que traz esta realidade
da nossa condição
de filhos da ira de Deus,
da natureza pecaminosa, incapaz de
alcançar a redenção.
Muitos quando se convertem ou são
chamados, de alguma forma esquecem o seu
histórico.
E não estou dizendo que nós devemos
ficar presos à nossa condição passada,
mas não podemos extingui-la da realidade
de que éramos escravos. Não conseguíamos
fazer a vontade de Deus.
Estávamos sujeitos aos nossos prazeres.
Quantos ainda vivem debaixo dessa
escravidão?
buscando sua redenção em lugares que não
encontrarão,
em denominações espiritualizadas,
em ritos ou mesmo dentro de uma igreja
reformada, mas não compreendendo
a sua condição.
Quantos se aproximam da lei de Deus, mas
não conseguem ser conduzidos por ela.
No ministério de Jesus na Terra, nós
vimos constantemente Jesus sendo seguido
por multidões. E as multidões seguiam a
Jesus, mas nem todos reconheciam Jesus
como seu único e suficiente salvador.
Estavam ali no meio, estavam ali ouvindo
as palavras de Jesus, mas não se
deixavam ser conduzidos por aquilo que
Jesus ensinava.
Quantos se aproximam de Deus? Quantos se
sentam em bancos de igreja,
mas não são transformados
pelo evangelho
ou não se submetem ao evangelho. Aceita
Jesus até aonde não precisam abdicar sua
vontade.
Eu aceito estar com Jesus desde que não
precise fazer isso. Eu aceito Jesus, mas
não estou disposto a isso. Eu até vou à
igreja, mas não me peça para fazer isso.
Não compreenderam, não compreenderam a
sua condição de escravos.
continuam sendo escravos dos seus
próprios pecados e sujeitos à
condenação.
Quantos acham que estão bem, mas na
verdade estão presos e sujeitos aos
rudimentos deste mundo? Quantos estão
confortáveis apenas porque vem a sua
conta bancária com um saldo
satisfatório?
Quantos se sentem confortáveis porque
atingiram
certo nível em sua carreira?
Quantos se sentem confortáveis apenas
visitando uma igreja ou fazendo um
ritual espiritual?
Na verdade, continuam presos porque não
compreenderam a sua condição de
escravos.
Mas aqueles que compreendem
o seu tempo de escravidão,
como herdeiros, experimentam o que é ser
filho de Deus. Este é o nosso segundo
ponto. Se o primeiro ponto é que
herdeiros compreendem a sua condição de
escravos,
como herdeiros também reconhecemos os
méritos da nossa afiliação.
Como herdeiros, nós conseguimos, por
meio da palavra de Deus, conhecer aquilo
que nos foi dado, afiliação,
sermos filhos de Deus.
O texto nos diz que na plenitude do
tempo, no verso 4, mas quando chegou a
plenitude do tempo, Deus enviou o seu
filho.
[limpando a garganta] Paulo fala sobre
essa plenitude do tempo como uma virada
na nossa condição,
como uma mudança de perspectiva a
respeito da nossa condição diante de
Deus. Plenitude do tempo está atrelada à
vinda de Cristo ao mundo. Mas por que
este nome plenitude do tempo? Porque foi
por Deus escolhido desta forma que em
Cristo Jesus
a sua obra fosse plenamente revelada.
Nós lembramos do termo a revelação
progressiva.
É quando Deus se revela desde o Antigo
Testamento de forma progressiva,
em que Cristo Jesus todas as coisas se
tornam claras.
>> [roncando]
>> Então, se você está acostumado com essa
terminologia, mas nunca a compreendeu,
plenitude do tempo significa a revelação
completa de Deus aos homens em Cristo
Jesus. Foi o tempo que Deus escolheu em
sua soberania e propósito eterno para
consumar a adoção dos seus filhos em
Cristo Jesus.
Foi consumada a nossa adoção como filhos
de Deus. Aprove a Deus que assim fosse.
Deus decidiu desta forma. Deus podia
muito bem decidir a consumação da nossa
filiação logo após a queda, três dias
após Adão pecar.
Mas ele não quis assim. Ele nos revelou
progressivamente
ao homem a sua obra, quem ele é, a sua
condição de santo, e ao mesmo tempo
apresentou-nos o pecado. Dentro do
propósito de Deus, encontra-se o
processo escolhido por ele para nos
demonstrar isso. Revelação progressiva e
aprofundada. Aprendemos por meio da
palavra de Deus a criação,
como Deus criou tudo bom, perfeito.
Aprendemos qual é o protótipo,
aprendemos qual é a boa, perfeita e
agradável vontade de Deus. Aprendemos
também sobre a queda.
Aprendemos também sobre a nossa
incapacidade.
Mas na plenitude do tempo aprendemos
sobre a redenção em Cristo Jesus.
Vejam só que interessante. Dentro do
propósito de Deus, Deus escolheu em
Cristo Jesus apresentar-nos a nossa
redenção, porque somente Cristo poderia
nos conduzir a ela. Mas Deus também
planejou, arquitetou e executou para que
tudo convergisse para isso. Vejam só
questões seculares. Por exemplo, a
língua falada quando Cristo é encarnado,
grego conhecido por todo o mundo
conhecido,
para que o evangelho pudesse ser
transmitido
a diversos povos.
Na plenitude do tempo havia uma única
língua sendo falada ou mundialmente
conhecida. Você tinha outras línguas,
mas o grego era conhecido por toda a
extensão. Você tinha a PAX romana, por
exemplo, sob o domínio do império
romano, você tinha acesso a todo o
império.
Aqueles que pregavam o evangelho podiam
ser enviados. Nós vimos hoje pela manhã
o reverendo Daniel falando sobre o
envio.
Deus proporcionou em seu tempo, em sua
escolha, a plenitude da sua revelação.
Mas Paulo não para só por aí, dizendo
que em Cristo nós aprendemos sobre a
nossa filiação, mas ele nos dá o modo ou
os méritos pelo qual nós nos tornamos
filhos. Quando ele diz: "Deus enviou seu
filho nascido de mulher. Por que Paulo
precisou falar isso?
Por que
trazer o foco a isso? Deus enviou o seu
filho nascido de mulher. Uma referência
clara ao protoevangelho de Gênesis 3:15.
Como sendo Cristo aquele que iria
cumprir a promessa de que o descendente
da mulher viria para salvar. Porém,
inimizade entre você e a mulher, diz
Gênesis 3:15, entre a sua descendência,
a descendência da serpente e a
descendência da mulher. Este lhe ferirá
a cabeça e você lhe ferirá o calcanhar.
Paulo está demonstrando como a nossa
filiação se deu. Como você pode dizer
que é filho de Deus? Por meio dos
méritos de Cristo único e
exclusivamente,
Cristo se encarnou como homem
nascido de mulher, mas também nascido
sob a lei. Paulo lembra? Nascido sob a
lei, Cristo precisava nascer de uma
mulher para assumir a nossa natureza e
realizar aquilo que não conseguiríamos
realizar.
É dessa forma que você se torna filho de
Deus.
Não é pela sua filiação a uma família
que está muitos anos na igreja ou porque
você faz parte de uma igreja, mas por
conta de Cristo, que nasceu como homem
e pagou o preço que nós não
conseguiríamos pagar. Ele nos
representou
ao tornar-se como um de nós. Se fez
pecador sem ter pecado. Era necessário
que Cristo encarnasse como homem,
assumisse a natureza humana, sofresse as
dores sujeitas aos homens por conta do
pecado, mas sem pecar.
Mas não apenas de forma passiva, mas
agisse de forma ativa em relação à lei.
Cristo não somente esteve debaixo da
lei, como também buscou cumpri-la de
forma ativa em todos os aspectos, todas
as ordenanças. Portanto, Deus enviou o
seu filho para resgatar os que estavam
sob a lei. E aí Paulo então conclui:
"Com qual finalidade
a fim de que recebêssemos adoção?
de filhos. Final do verso 4. Qual a
finalidade da encarnação de Cristo? De
ele se sujeitar à lei, de ele pagar o
preço pelos nossos pecados,
com a finalidade de nos tornar filhos de
Deus,
nos resgatar, nos resgatar a fim de que
recebêsemos adoção de filhos. E porque
vocês são filhos, Deus enviou o espírito
de Deus ao nosso coração.
Resgatar descrição prática aqui
do que naquele tempo era você comprar a
liberdade de um escravo.
Você comprar a liberdade de um escravo.
Você resgatar o escravo da sua condição
de escravos.
No verso 4, ele diz: "Para resgatar os
que estavam debaixo da lei. Cristo nos
resgatou. de nossa condenação.
Às vezes eu penso ou acho que isso se
distancia muito da nossa realidade
prática de comunhão com Deus. Nós nos
esquecemos dos detalhes ou do alicerce
pelo qual a nossa fé deveria ser
construída e na qual deveríamos viver.
Em relembrarmos os aspectos principais
da nossa fé.
é muito mais do que estar um domingo
numa igreja, fazer parte de uma igreja,
mas é constantemente trazer a memória, o
que Paulo está fazendo aqui, trazendo a
memória à igreja da Galáia. Quais são as
bases [roncando]
nas quais a nossa fé deve estar
construída? Resgatados como escravos da
lei e dos rodimentos desse mundo. Cristo
pagou o preço da nossa liberdade. Como?
Assumindo a nossa culpa. Não por
méritos, mas por graça. Não merecíamos.
É dom de Deus, é dádiva. Tome,
experimente.
Usando uma expressão tão depreciada dos
nossos dias, receba.
Receba a salvação em Cristo Jesus
como aquilo que lhe é suficiente para
uma nova vida.
Seja filho de Deus, mas compreenda
como você se tornou o filho de Deus.
Não há expressão mais errada
em relação a este tópico do que o dito
popular. Todos são filhos de Deus.
Mentira.
Todos somos criados por Deus, criaturas
de Deus. Mas nem todos são filhos de
Deus.
Não há como sermos adotados como filhos
de Deus, senão por meio do eterno filho
de Deus. Não há como você ser um filho
de Deus se não for por meio daquele que
é o eterno filho de Deus. Este evangelho
é bem diferente do que estava sendo
pregado. E Paulo tem que dizer isso. O
que Paulo está demonstrando é: "Olha,
vocês receberam um outro evangelho que
não o que eu preguei". E a diferença
principal é essa,
que o evangelho ao qual vocês estão
tendendo a aceitar é um evangelho que dá
a vocês o poder, que dá vocês a
autonomia, que dá vocês ao senso de que
vocês podem.
Mas o verdadeiro evangelho diz:
"Descanse. Descanse em Cristo".
O evangelho de João nos lembra a
respeito disso no capítulo 1, a partir
do verso 10, quando diz: "O verbo estava
no mundo, o mundo foi feito por meio
dele, mas o mundo não o conheceu.
Veio para o que era seu, e os seus não o
receberam.
Mas a todos quanto o receberam, deu-lhes
o poder de serem feitos filhos de Deus.
a saber, aos que creem no seu nome, os
quais não [roncando] nasceram do sangue,
não precisam ser da linhagem judaica,
nem da vontade da carne, nem da vontade
do homem, mas de Deus [roncando]
a todos o que o receberam. Se você quer
usar essa expressão, receba, utilize
dessa forma. Receba a sua filiação
por meio de Cristo Jesus. Receba a sua
condição de herdeiro única e
exclusivamente por meio de Cristo Jesus.
Ser herdeiro é reconhecer a confirmação
da sua afiliação. Um herdeiro sabe que é
herdeiro.
Mesmo ainda não podendo desfrutar
plenamente da sua herança, ele vive como
um herdeiro. Ele é tutoriado como um
herdeiro. Ele é guardado como um
herdeiro. Ele sabe exatamente o que lhe
fez ser um herdeiro.
Ele sabe que esse título ou essa posição
ou esse status de herdeiro está
completamente atrelada ao seu pai, nesse
caso aqui expresso. Portanto, como
herdeiros, nós precisamos reconhecer
esta filiação ou os méritos desta
filiação. É ter a convicção do que lhe
foi dado por direito, não pelos seus
méritos, mas por algo que fora
conquistado por outro. Sim, por Cristo
Jesus. Portanto, ser herdeiro é
compreender o tempo que se passou da
nossa escravidão. Para então
reconhecermos os méritos da nossa
filiação. O que te faz ser um filho de
Deus? O que permite você dizer que você
é um filho de Deus é o quanto você
reconhece os méritos de Cristo neste
processo. E por último, o nosso terceiro
ponto, como herdeiros, reconhecemos o
significado de tomar posse da nossa
herança. Aqui é um outro termo que,
infelizmente, foi tão descaracterizado
nos dias de hoje, tomar posse.
Mas é um termo que Paulo nos ensina
aqui. Se ele não utiliza essa expressão,
mas o seu princípio,
quando diz: "E por que vocês são
filhos?" Deus enviou o espírito de seu
filho em nosso coração.
Porque vocês são filhos? Deus enviou
este esse espírito. Por ser, por sermos
filhos, o mesmo espírito que habita em
Cristo habita em nós. Você já parou para
pensar nisso?
que o mesmo espírito que habita em
Cristo habita em você como filho de
Deus.
O mesmo espírito que habita em Cristo
habita nos filhos de Deus. Por meio
desse espírito podemos dizer abapai. E
esta é uma expressão que veio para mudar
completamente
no Novo Testamento a compreensão de
intimidade, de relacionamento com Deus.
Jesus Cristo utiliza por diversas vezes
esta passagem ou esta expressão aba pai.
Uma expressão que muitos traduzem como
paizinho ou pai querido, mas eu prefiro
em ficarmos com o princípio dela, que é
um princípio de extrema intimidade.
O mundo até então conhecia a Deus como
aquele que cuida, que protege o seu
povo, mas por meio da plenitude da
revelação, por meio do filho que nos
pega pela mão e nos ensina agora como
podemos chamar o nosso pai que está nos
céus, pai querido, pai que cuida, pai
que ouve as nossas orações. Essa é a
certeza e a confiança que recebemos como
herdeiros de Cristo, de poder chamar
Deus de pai,
de poder chamar Deus de pai e saber que
ele ouve os seus filhos, de experimentar
o amor, cuidado e atenção. Normalmente,
quando essa expressão toma posse da
bênção é utilizada, ela sempre está
atrelada ou geralmente atrelada a
conquistas materiais.
Há conquistas financeiras. Toma posse da
vitória, toma posse dos seus bens. Você
é um filho de Deus, toma posse. Mas
Paulo nos ensina aqui que tomar posse é
tomar posse da nossa filiação.
Tomar posse é descansar em nosso Pai.
Tomar posse é saber que quando oramos o
nosso pai nos ouve. Tomar posse é saber
que a sua disciplina quando exercida é
para o nosso bem. Ninguém quer tomar
posse da disciplina, né? É interessante
isso,
mas é tomar posse disso. Senhor, se for
preciso, me discipline.
Se for preciso, para que eu tenha mais
comunhão com o Senhor, para que eu
esteja mais perto do Senhor,
eu sei que é duro, mas me discipline,
Senhor.
Qual Pai que não disciplina o filho a
quem ama?
Tomar posse, tomar posse das bênçãos do
Senhor ou das promessas é saber que
agora podemos nos relacionar com Deus
como filhos, porque o filho assim nos
fez. É experimentar da certeza de que o
eterno filho deu a sua vida para que
agora fôssemos eternos filhos. Também
essa herança não foi dada àqueles que
não nasceram de novo como filhos de
Deus.
Novamente, nem todos são filhos de Deus.
Esse poder ou esse reconhecimento do
significado do que é tomar posse das
bênçãos e da herança, foram dados
somente aqueles que nasceram novamente
como filhos de Deus e não mais são
filhos da sua ira, como Paulo escreve
aos Efésios no seu capítulo 2. Esta é a
herança a qual devemos tomar posse,
segurança da nossa salvação, repulsa e
arrependimento pelos pecados cometidos.
Abrigo e consolo em tempos de
adversidade. Louvor e honra àele que nos
fez filhos por meio do seu único filho.
Não se trata de conquistas terrenas, não
se trata de vitórias no tempo presente,
porque a vitória já nos foi dada em
Cristo Jesus.
Então, tome posse dessa bênção, tome
posse dessa promessa de ser filho de
Deus e receber a salvação, o consolo,
o arrependimento de pecados, a certeza
da salvação.
Concluindo
a carta do Paulo, apóstolo, aos Gálatas,
é um manifesto da suficiência da obra de
Cristo Jesus. E esta é a conclusão a
qual Paulo desejava chegar nessa parte
da carta, quando no verso 8 ele coloca:
"Mas no passado, quando não conheciam a
Deus, vocês eram escravos de deuses, por
natureza, não deuses." Paulo queria que
a igreja da Galáia reconhecesse o seu
estado, o seu estado de escravidão que
viviam antes de serem feitos filhos de
Deus. Por isso que no verso 9 ele então
conclui dizendo: "Mas agora que vocês
conhecem a Deus, ou melhor, agora que
vocês são conhecidos por Deus". Aqui
Paulo faz um jogo de palavras no sentido
de agora que vocês se aproximaram de
Deus. Quer dizer, agora no momento em
que Deus trouxe vocês como filhos,
como vocês devem viver. Agora que Deus
conheceu vocês, agora que Deus os fez
filhos,
vocês estão voltando pros rudimentos.
Agora que Deus fez de vocês filhos,
agora que vocês reconheceram ser
herdeiros, vocês querem voltar para
aquilo que fazia vocês filhos da ira de
Deus?
Paulo então diz: "Não faz sentido
nenhum. Isso não é o verdadeiro
evangelho.
Vocês foram conhecidos, vocês foram
chamados pelo nome.
Isaías 43 nos lembra desta relação de
paternidade que Deus estabelece conosco.
No Isaías 43:1 nos lembra quando Deus
diz ao povo de Israel: "Não tenha medo,
porque eu o remi, eu o chamei pelo seu
nome. Você é meu."
É isso que Deus diz para aqueles que
creem em Cristo Jesus como seu único e
suficiente Salvador. Você é meu.
E aqui esses irmãos estavam querendo
sair completamente desta característica
em viver uma vida que não condiz com
você ser de Deus.
João nos lembra disso quando diz que as
ovelhas, no capítulo 10, as ovelhas
ouvem a voz do pastor. Eles a chama pelo
nome e elas obedecem a voz do seu
pastor.
João 10 de 3 a 5. Mas de modo nenhum
seguirão outro estranho, pelo contrário,
fugirão dele, porque conhecem a voz dos
estranhos e a voz do pastor. Você
conhece a voz de teu pai que está nos
céus. Você está ouvindo a voz do teu pai
que está nos céus.
Se você crê ser filho de Deus, você
compreende os méritos que lhe conduziu a
isso e você descansa nisso no tempo de
adversidade. Mesmo que a situação não se
resolva no tempo presente, você continua
se alegrando em saber que você é filho
de Deus.
Mesmo quando o mundo ou falsas religiões
dizem que o termômetro para você ser
filho de Deus é o quanto você tem, o
quanto você recebe, o quanto você
conquista nesse mundo. Mas quando
olhamos pra palavra de Deus, é
completamente ao contrário. A despeito
do que você conquista nesse mundo, a
despeito do que você consegue de vitória
nesse mundo, você continua sendo filho
de Deus por toda a eternidade, pois o
eterno filho assim o fez. Portanto, três
aplicações que eu gostaria que nós
conseguíssemos
ou pudéssemos refletir nessa noite.
Tomar posse da nossa herança passa pela
compreensão de nossa incapacidade de
conquistá-la.
Tomar posse da nossa herança é quando
conseguimos entender aonde estamos neste
processo,
incapazes de alcançá-la pelos nossos
próprios méritos, mas ao mesmo tempo é
reconhecer a legitimidade
da obra de Cristo neste processo. Eu não
sou capaz, mas em Cristo eu sou
completamente capacitado como herdeiro.
Eu não posso, mas em Cristo eu recebi.
Eu não conseguiria, mas em Cristo me foi
dado. E por último, desta forma,
conseguirmos desfrutar dos privilégios
da herança que nos foi dada em Cristo
Jesus. Ser herdeiro, ser filho de Deus é
algo que deveria nortear os nossos dias
enquanto aguardamos a bendita esperança
e o retorno
de Cristo Jesus para estarmos com o
nosso Pai eterno. Nessa noite teremos a
ceia do Senhor, o momento que
relembramos e recebemos de forma
sobrenatural esta graça e essa certeza.
Só senta à mesa quem é filho.
Só senta à mesa aquele que o pai fez
filho por meio de Cristo Jesus. Que essa
seja a nossa alegria em sabermos que
somos filhos, mas como fomos tornados
filhos. Que essa [roncando] seja a nossa
pregação a este mundo caído,
que Deus tem um povo e faz filhos por
meio de Cristo Jesus. Que o mundo
conheça a nossa filiação pelos méritos
que ela realmente se deu. Vamos orar.
Senhor, obrigado, ó Deus. Obrigado pelo
tempo que o Senhor nos dá. A tua palavra
nos ensina, Senhor, dos perigos que nos
rondam, dos perigos que podem brotar do
nosso próprio coração, Senhor.
Sonda-nos, Senhor. O Senhor conhece os
nossos dias. O Senhor conhece os nossos
pensamentos. E certamente o Senhor
conhece a forma como estamos lidando no
relacionamento contigo.
Pedimos que o teu Santo Espírito nos
mostre, Senhor, aonde temos errado.
Ou também, Senhor, que revigore, nos
fortaleça na certeza daquilo que temos
nos apropriado de forma correta.
Queremos, Senhor, sim, tomar posse das
nossas bênçãos que nada mais são,
Senhor, do que a nossa filiação a Ti. E
depois disso, Senhor, nada mais nos
importa.
Como lemos nesta noite no Salmo 16, o
Senhor é a nossa porção. O Senhor é tudo
o que precisamos e em Cristo Jesus agora
temos.
Que o nosso coração seja preenchido
dessa alegria, que nos momentos de
fraqueza, de tristeza, de angústia, o
teu Santo Espírito nos lembre sobre a
nossa filiação e a certeza da nossa
herança. Esta é a nossa oração que
fazemos em nome de Cristo Jesus. Amém.
Convido a igreja a se colocar de pé.
Iremos entoar mais um cântico ao Senhor.
Este ainda não é o momento que teremos
para trazer os dízimos e ofertas. Esse
será feito após a ceia, quando
cantaremos um novo cântico. Peço agora
também que durante o cântico os
presbíteros possam vir à frente para nos
prepararmos para a ceia.
[música]
>> [música]
>> Te amamos, [música]
Deus,
pois tua [canto]
misericórdia [música]
nunca falhou.
Estamos seguros em tuas [música][canto]
mãos.
Sempre que nos levantamos
até o nosso [música][canto]
deitar,
vamos cantar
da bondade [música][canto]
de Deus.
Em todo [música][canto] tempo és fiel.
Em todo o tempo [música] tu és [canto]
tão, tão bom.
Com todo o fôlego [canto]
[música] que temos,
vamos cantar
da bondade [música][canto]
de Deus.
Deus, tua [música] doce voz [canto]
que nos guia [música]
pelas lutas [canto]
da escuridão.
[música] Tua presença [canto] é real.
Te revelas como [música][canto] pai.
Oso amigo és
nos faz viver
a bondade [música]
de Deus.
[música] Todo o tempo [canto] assim é.
Em todo [música][canto] tempo tu és tão,
tão bom.
Com todo o fôlego [música][canto]
que temos,
vamos cantar [música]
a [canto] bondade
de Deus.
[música] Bondade que nos
segue até o fim.
[música] Bondade que nos
segue até o fim.
Nossa vida [música]
[canto] dá a te entregar
tudo a te render.
[música]
Bondade que nos é nos segue até o fim.
[música]
Bondade [canto]
que nos
segue até o fim.
[música] Bondade [canto]
que nos
segue a eterna. É o fim. Nossa vida
[canto]
dá a te entregar [música] tudo a te
render.
Bondade que nos
segue [música] até o fim.
Em todo [música][canto] tempo és fiel.
>> [música]
>> Em todo [canto] tempo, tu és tão tão
bom. [música]
[canto]
Com todo o fogo ego que temos,
vamos cantar [música]
da bondade
de Deus.
[música]
Vamos cantar [canto]
da bondade
de [música] Deus. Deus, [canto]
vamos cantar
da [música] bondade
de Deus. [canto]
>> Os irmãos podem se assentar.
Queria que você, rapidamente, para a
instrução da ceia abrisse a sua Bíblia
no Evangelho de Lucas, no capítulo 22.
Lucas, no capítulo 22,
é uma das vezes que os evangelistas
falam sobre a ceia. A partir do
versículo 14, nós lemos as seguintes
palavras. Lucas 221.
Chegada a hora, Jesus se pôs à mesa e os
apóstolos estavam com ele.
Então Jesus lhes disse:
"Tenho desejado ansiosamente
comer esta Páscoa com vocês.
Se você puder destacar isso de alguma
forma na sua Bíblia, antes do meu
sofrimento."
A seia, irmãos, é uma lembrança de que
alguém sofreu.
O cálice que nós tomamos é lembrança de
que um sangue foi derramado. Não tem
como derramar um sangue sem haver
sofrimento.
É interessante que Jesus tenha
manifestado isso aos seus discípulos
nesta que seria a última celebração da
Páscoa, antecipando
a morte de Cristo. Mais adiante ele vai
dizer no versículo 16 que ele nunca mais
haverá de comer até que aquela Páscoa se
cumpra no reino de Deus. E ela se
cumpriria no momento em que Deus fosse
pendurado no madeiro. Ali, finalmente,
os 1440
anos que a Páscoa foi celebrada, desde o
dia em que o povo de Israel saiu do
Egito até o dia da morte de Cristo, 1440
anos, ela foi celebrada. E ali chegava
as horas quando a Páscoa seria pela
última vez celebrada como um episódio
que anunciava
aquilo que aconteceria na cruz.
Portanto, hoje quando nós nos preparamos
para participar da ceia, nós preparamos
para nos lembrar do modo como fomos
reconciliados com Deus, do modo como
Deus, porque nos ama, recebe em sua
presença. Mas não se esqueça disso.
A ceia é uma lembrança do sofrimento,
não nosso, mas do modo como nós causamos
sofrimento na pessoa do filho de Deus.
Portanto, Jesus diz aqui nesse versículo
15: "Tenho desejado ansiosamente comer
esta Páscoa com vocês antes do meu
sofrimento."
É bom lembrarmos, irmãos, então, que
para participar da ceia, nós devemos ser
lembrados também de que eu e você fomos
a causa do sofrimento de Cristo. Porém,
ele também, sabendo disso, ele se
entregou para que nós não precisássemos
continuar sofrendo as consequências do
nosso pecado. A ceia lembra-nos também
da morte de Cristo e como ela nos faz
ter paz com Deus. Queria então convidar
todos aqueles que são membros desta
igreja ou de qualquer igreja evangélica
e que esteja em plena comunhão com esta
igreja para que participem. A Bíblia nos
diz apenas que nós devemos examinar a
nós mesmos. Eu queria dar a você agora a
oportunidade de individualmente a curvar
a sua fronte diante de Deus e confessar
a ele os seus pecados. Vamos fazer isso
agora.
Pai celeste,
aqui estamos mais uma vez chegados à
mesa,
ansiosos
porque sabemos que fomos nós que
causamos a necessidade do teu filho
Jesus precisar vir a este mundo.
e morrer naquela cruz.
Mesmo assim, nós estamos aqui porque
sabemos que ele fez isso por vontade
própria.
Ele fez isso porque ele nos amou.
E é só por causa disso.
Nos atrevemos a mesmo depois de ter
feito tudo o que fizemos, nos tua
presença, ó Deus, e juntos à mesa
ousamos a ter comunhão contigo por meio
desta ceia. Mas fazemos isso de modo
confiante, porque cremos que o
sacrifício do teu filho Jesus, ele foi
suficiente e eficaz. E é por causa dele
que nós nos achegamos e é em nome dele
que nós oramos. Amém.
Vamos então convidar os presbíteros.
>> [música]
[roncando]
[música]
>> Os presbíteros [música]
já estão concluindo. Eu pergunto se
alguém foi involuntariamente omitido na
distribuição dos elementos. Queira se
manifestar levantando uma de suas mãos.
เฮ
>> [música]
>> Na noite que o Senhor Jesus foi traído,
ele tomou um pão e o partiu e disse:
"Fazi isto em memória de mim". Comamos
todos, irmãos, em memória do Senhor.
Por semelhante modo, depois de
haverseado, Jesus também tomou o cálice
e disse: "Esse cálice é o cálice da nova
aliança no meu sangue. Bebei dele todos.
Bebamos em memória do Senhor.
Coloquemos de pé. Nós vamos louvar mais
uma vez e essa é a oportunidade que você
tem para adorar a Deus com seus dízimos
e ofertas.
[música]
>> [música]
>> No nome forte
de Jesus,
nos [música][canto] reunimos
aquecidos por sua luz,
por [canto] meio do Senhor, [música]
unidos nesse amor.
>> [música]
>> Com vinho e pão nós [canto] celebramos
comunhão. [música]
O nome forte
[música][canto] de Jesus,
nos reunimos
aquecidos [canto]
por sua luz,
por [música] meio do Senhor.
Unidos [canto]
neste amor,
com vinho [música] e pão, nós celebramos
[canto]
comunhão.
Não [música][canto] me sinto
estranho aqui.
[música]
Este é o meu [canto] lugar
[música]
do perdão que tenho em ti.
[música]
Aprendo a perdoar.
Recebe o [música]
e bate o p
é o próprio Cristo ressurreto e nosso
[música][canto] irmão.
O rei da terra e céus é nosso
[música][canto] anfitrião.
Rio e f nós celebramos
comunhão
[música] entre o povo
do Senhor. [canto]
Verdadeiro [música]
lar.
Cristo está presente aqui
[música]
neste
celebrar
[música]
e logo vamos
nos reunir
no grande [música] encontro preparado
[canto]
para de vir
na [música] glória do Senhor.
Em todo [canto]
esor, [música] com vinho e pão,
celebraremos
comunhão.
Comigo [música] e pão celebraremos
[canto]
comunhão.
Ovinho e pão celebraremos [música]
comunhão.
Ó Deus bendito, receba as nossas ofertas
e os nossos dízimos.
Eles não são, ó Deus, um pagamento por
aquilo que o Senhor fez.
A morte do teu filho Jesus é impagável.
Ela foi feita por amor e foi feita de
forma voluntária.
Mas nós trazemos nossos dízimos em
obediência à tua palavra e trazemos
nossas ofer ofertas como uma
generosidade.
Receba-os, ó Deus, mesmo sabendo que o
Senhor de nada precisa,
mas receba como testemunho da nossa
fidelidade e da nossa generosidade.
E, ó Deus, use as mãos e as mentes que
irão administrar estes recursos para que
traga glória para o teu reino e expansão
para a tua casa neste local. Nós oramos
e pedimos isso em nome de Jesus. E
agora, irmãos, que a graça do nosso
Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus, o
Pai e a comunhão bendita do Espírito
Santo repouse sobre cada um de vós hoje
e para todo sempre. Amém. Assentemo-nos,
irmãos. e çamos o pós-ludio. เฮ
>> [música]
[música]
>> Muito bem, meus irmãos, nosso culto está
encerrado. Algumas pessoas nos
visitando, mas eu queria antes disso
lembrar mais uma vez de algumas pessoas
que precisam das nossas orações.
A o nosso irmão João Borges, ele irá
fazer um procedimento cirúrgico amanhã.
essa segunda-feira. Então, lembremos de
orar por ele. O Eduardo Brison também
continua internado. A nossa irmã Keila
Coutém ela foi fazer um procedimento e
teve complicações. Então, oremos pela
vida dela, a dona Vanda e também o José
Gomes. São pessoas que não sei quantos
conhecem, os que conhecem sabem até o
que eles passam. Mas todos nós eh
lembramos a ao nosso Deus de que somos
parte do corpo e queremos que esses
irmãos tenham o privilégio de poder
estar conosco mais uma vez adorando
juntos. Vamos orar então por eles. Ó
Deus bendito, o Senhor conhece a
necessidade de cada um desses irmãos e
mais do que isso, o Senhor sabe como
agir na vida de cada um deles. E nós
queremos aguardar em Ti, cremos em ti e
sabemos que sem ti nós nada podemos
fazer. E é por isso que oramos neste
momento em favor desses irmãos e o
fazemos em nome de Jesus. Amém.
Muito bem, irmãos. Nós temos algumas
pessoas visitando e hoje chegou aqui o
meu conhecimento duas pessoas. Tem o
Fábio com sua mãe Maria do Carmo. Onde
estão vocês? O Fábio e a sua mãe? Ah,
estão ali. Sejam bem-vindos. Recebo os
cumprimentos aí dos irmãos da igreja, o
Fábio e a sua mãe Maria do Carmo.
Alguns avisos para nossa nosso
expediente. Já falamos sobre isso, mas
haverá esse essa palestra com um coff
break com as mães no dia 9 de maio, às 9
horas aqui na igreja será uma atividade
conjunta, né, a SAF, a UPA e a UPPA.
Então, inscreva-se para que haja os
preparativos necessários para que essa
programação aconteça, tá certo? conto
com a sua colaboração para se eh
inscrever e assim tudo ocorra conforme
esperado.
Também no dia 16 de maio, será um sábado
às 9 horas aqui na igreja, outra
palestra é parte do ministério, né, de
coisa nossa. E nessa ocasião haverá
também um café da manhã e palestra. E a
palestra irá lidar com a sabedoria
bíblica. É um termo para se referir ao
livro de Provérbios, como utilizar
conhecimento que tem em Provérbios para
a gestão familiar, tá certo? Então é uma
boa oportunidade para você trazer
visitantes e também inscreva-se para que
tenhamos a condição de melhor servi-los,
preparando-nos para receber você, seus
visitantes e amigos. E também se você
quiser trazer crianças, precisa se
inscrever. E na inscrição tem o local
para informar quantas crianças, qual a
idade delas para que nós nos preparemos
para recebê-los, tá bom? Eh, isso aí
depois vai pro WhatsApp da igreja, se
você não conseguir pegar aqui essa
imagem. E uma coisa, não sei quantos já
observaram, durante o período lá do do
lanche, após o culto, todas essas
divulgações ficam aparecendo naquela
televisão lá dentro do salão social.
Então vai ficar repetindo até os irmãos
irem embora. Então não se preocupe se
você não conseguiu pegar aqui e vai
aparecer lá no salão social essas
divulgações.
E também a Mocidade anuncia aí, volta a
lembrar da programação da viagem
missionária para a cidade de Itatia e
aqui no Rio de Janeiro, divisa com São
Paulo. Eh, será em setembro, mas eles
precisam se programar também. tem
inscrições e você precisa manifestar o
interesse para que caso precise de algum
tipo de auxílio, o auxílio possa ser
buscado, tá bom? Então, envolva-se. Você
que é jovem, eh participe dessa
programação e eu estarei lá também nessa
ocasião, eu creio que é essa, tá? Mas
será uma oportunidade muito boa de
comunhão e de abençoar essa igreja, né,
presbiteriana de Itatia.
E é isso aí. Nós, vocês que nos visitam
aí, nós temos um café que é servido
agora. Então você é convidado.
>> Oi?
>> Ah, você veio pegar as fotos do evento.
>> Entregar. Ah, olha só quem está aqui
hoje. É o fotógrafo, irmãos. Então, todo
mundo pulem nele. [risadas]
Ele é a pessoa que tirou a foto e quem
está ouvindo aqui pela internet, dá
tempo para você vir da sua casa ainda
até aqui. E o nosso irmão aqui, ele
trouxe as fotos eh assim por cima. Você
sabe quantas fotos tem aí?
>> 150. Então, 150 fotos é que depois que
acabou o papel. [risadas]
Antes disso, foram muitas fotos, né?
Então ele trouxe e está aqui para
entregar isso, né? Mas se não der, eh,
nós vamos depois eh providenciar que
isso fique com a Selma. Selma, você viu
quem é a pessoa aqui?
A Alé. Então depois entregue o restante
para ela, porque ela vai saber quem são
as pessoas que aparecem na foto. Tenham
todos irmãos, uma boa semana e vamos
aproveitar esse momento.
>> Tem tem mais surpresa aqui. [risadas]
>> Não, dando continuidade
[limpando a garganta]
às comemorações. Hoje de manhã nós
tivemos a
>> em nome do conselho da igreja
presenteando o reverendo Daniel e hoje
nós temos uma surpresinha lá no fundo no
salão. Ah, uma queima de fogos. Tô
brincando.
>> Eh, temos a um bolinho discreto para que
todos nós possamos celebrar mais uma
vez. Então vou pedir que o reverendo
Daniel vá primeiro pedir para que o
presbíter Antônio Junqueira também se
dirija lá para fazer uma oração.

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