🔴 Culto Vespertino | 24/05/2026 | 18h – Rev. Guilherme Alcântara
22/05/2026
🔴 Culto Vespertino | 24/05/2026 | 18h – Rev. Guilherme Alcântara
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Sobre a música de abertura
Música: Louvai a Deus, soberano Senhor (Hinário Novo Cântico nº16). Título original em português: Louvor a Deus
Compositor: Stralsund Gesangbuch (1665), Joachim Neander (1680)
Ficha Técnica
Arranjos e produção musical: Samuel Cintra Santos
Gravação, mixagem e masterização: SCS Produções
Produção: Igreja Presbiteriana de Santo Amaro
ISRC: BR-075-22-00001
Legendas automáticas:
เฮ [música] [música] >> [música] [música] >> Boa noite, meus irmãos. Sejam bem-vindos a mais um culto da Igreja Presbiteriana de Santo Amaro. A história nos conta que uma ocasião profeta Daniel ficou sabendo que ele ia morrer porque o rei Nabuco Donozor não havia conseguido nenhum dos seus sábios para interpretar um sonho que ele teve e nem procurou uma segunda opinião. Quando ele ficou sabendo, ele iria morrer juntamente com todos os sábios da Babilônia. E quando ele ficou sabendo disso, Daniel foi, orou a Deus pedindo a ajuda para que Deus lhe desse a interpretação desse grande mistério que o rei estava preocupado. E aí a Bíblia diz que ele orou a Deus. E vejam só a resposta que é a que eu lerei agora para vocês. Então, o mistério foi revelado a Daniel numa visão de noite. E Daniel bendice o Deus do céu, dizendo: "Bendito seja o nome de Deus de eternidade à eternidade, porque dele é a sabedoria e o poder. É ele quem muda o tempo e as estações, remove reis e estabelece reis. Ele dá sabedoria aos sábios e entendimento aos inteligentes. Ele revela o profundo e o escondido. Conhece o que está nem trevas e com ele mora a luz. Nós, ao vir na igreja, nos cultos, nós também somos a mostrados. é nos revelado essa sabedoria de Deus, não só nesse caso, mas em toda a escritura. Portanto, adorar um Deus que se fez conhecido mediante as escrituras é uma jornada de descobertas. de hoje. A nossa oração é que Deus mais uma vez revele parte da sua multiforme sabedoria, porque ele é um Deus sábio, é um Deus que faz todas as coisas para a sua glória. Coloquem-nos de pé, então, e vamos adorar esse Deus que é grandioso, que é sábio e tem feito notória a sua, o seu poder entre nós. >> [música] [sino] >> A vida [música] adoremos, gente. Ele nos prostremos, [música] ajoelhemos [canto] diante de quem nos criou. [música] Ouvinde cantemos [música] [canto] com louvor o exaltemos. Pois grande é o [música] Senhor, tão grande é o nosso [canto] Deus. Nas [música] suas mãos [música] estão as profundezas da terra, [música][canto] as alturas dos montes. [música] Ele é o céu [canto] e o mar. Com [música] suas mãos el fez o poder [música] fez. Hum. Adoremos [canto] diante dele nos torcemos. [música][canto] Ajoemos diante de quem nos criou. >> [música] >> Deus, o louvoro é Deus. [música] Pois grande é o Senhor, tão grande é [canto] o Deus. [música] Maravilhoso é Senhor, [canto] tremendo [música] em dor majestade e glória em toda a terra. Ninguém não [música] te temerá, quem não te glorificará. Só tu és santo, ó [música] Senhor, incomparável. Maraventoso é Senhor, emor [música] majestade, glória em toda a [música] terra. Quem não teerá, [música] quem não te glorificará. Tu és santo, >> [música] >> ó Senhor, incomparável. [música] Oremos. Ó Deus, a tua palavra nos diz que o Senhor é aquele que revela o profundo e o escondido. Pedimos que neste culto o Senhor ajude-nos ao ouvir a tua palavra, ao te adorar. Ajude-nos, ó Deus, a ver se há em nós algum caminho mal. Transforme-nos, ó Deus, a semelhança do teu filho Jesus. Não nos deixe sair daqui da mesma maneira que entramos. Permita que esse tempo, juntos em adoração, como parte do teu povo, sejamos, ó Deus, mais uma vez transformados por meio daquilo que o Senhor faz. O Senhor fez coisas grandes, ó Deus, no passado. O Senhor fez coisas notórias que o mundo ficou boque aberto. Nós não vivemos, ó Deus, apenas de coisas grandiosas que o Senhor faz. O Senhor também faz coisas pequenas, todavia profundas, mas acima de tudo, ó Deus, permita que aqui hoje juntos como teu povo, nós possamos ouvir a tua voz e que ela possa nos ensinar, ela possa nos corrigir, confortar, consolar, enfim, fazer aquilo para o que o Senhor já designou cada ato deste culto. Nós pedimos isso porque sabemos que é aquilo que o Senhor quer de nós. E oramos pedindo isso em nome do teu filho Jesus, aquele que fez todas essas coisas possíveis. É em nome dele que nós oramos. Amém. Os irmãos podem se assentar. Meus irmãos, está registrado no livro de Daniel uma oração que, na verdade, é uma confissão e que de certa maneira, em certa medida, nós podemos fazer ah como nossas palavras ou pelo menos nos relacionando ela de certa maneira. Diz assim a palavra do Senhor: "Orei ao Senhor, meu Deus, e fiz a seguinte confissão: Ah, Senhor, Deus grande e temível, que guardas a aliança e a misericórdia para com os que te amam e guardam os teus mandamentos. Nós temos pecado e cometido iniquidades. Procedemos mal e fomos rebeldes, afastando-nos dos teus mandamentos e dos teus juízos. Não demos ouvido aos teus servos, os profetas, que em teu nome falaram aos nossos reis, aos nossos príncipes, aos nossos pais e a todo o povo da terra. A ti, ó Senhor, pertence a justiça, mas a nós cabe o corar de vergonha, como hoje se vê, a saber, aos homens de Judá, aos moradores de Jerusalém, a todo Israel, tanto os de perto como os de longe, em todas as terras para onde os expulsaste, por causa das transgressões que cometeram contra ti, ó Senhor, a nós pertence o orar de vergonha aos nossos reis, aos nossos príncipes e aos nossos pais, porque temos pecado contra ti. Ao Senhor, nosso Deus, pertence a misericórdia e o perdão, pois nos rebelamos contra ele e não obedecemos a voz do Senhor, nosso Deus, para andarmos nas suas leis, que nos deu por meio dos seus servos, os profetas. A Deus pertence a justiça e a misericórdia, e a nós o corar de vergonha. Nós iremos agora nos colocar diante do Senhor, pedindo perdão pelos nossos pecados. Envergonhados, é verdade, daquilo que nós temos cometido, mas certos de que o nosso Deus é justo e de que o nosso Deus é misericordioso. Se coloque agora em uma oração silenciosa diante do Senhor, confessando a ele os seus pecados. Pai amado, como nós lemos agora, tu és um Deus justo. Tu és um Deus misericordioso e tu és um Deus que guarda a aliança. Essa razão, Pai, é a única que nos impede de sermos destruídos. Na realidade, o que nós merecemos, de fato, é a condenação eterna, por tudo aquilo que nós cometemos contra ti, um Deus tão santo, tão perfeito, tão maravilhoso e eterno como és. Por isso, Pai, nós queremos pedir perdão ao Senhor. Pedimos perdão por todas as vezes, Pai, que nós temos o colocado em um local que não é teu. Todas as vezes que nós temos colocado algo acima do Senhor, nós queremos pedir perdão ao Senhor, Pai, por todas as vezes que nós temos cometido algum tipo de idolatria, confiando em algo além de Ti, amando algo além do Senhor. Pedimos, Pai, perdoa-nos. Tem misericórdia de nós, Pai, por todas as nossas omissões, quando nós sabemos o bem que devemos fazer e ainda assim não fazemos. por todas as ações que vão contra o Teu nome. Por todas as vezes, Pai, que nós seguimos os nossos desejos que são carnais, que muitas vezes vão contra a tua vontade e não seguimos aquilo que tu queres. Pedimos, Pai, perdão. Tem misericórdia de de nós, Pai. Como nós lemos aqui, nós estamos corados de vergonha. Vergonha por não cumprir aquilo que nós devemos. e ainda assim ter recebido tanto. Pedimos, Pai, tem misericórdia, derrama a tua graça sobre nós e ajuda-nos, Pai, para que nós sejamos cada vez mais santos. Dê-nos a graça, Pai, de crescer em santidade, de sermos transformados por ti, de vivermos, Pai, cada vez de maneira mais plena o evangelho. Dessa maneira, Pai, com a tua ajuda, com a tua graça, que nós possamos glorificar o teu nome da maneira que o Senhor deseja. Pedimos, Pai, ser conosco, porque sem o Senhor nós nada podemos. Derrama a tua graça sobre esta igreja. É a nossa oração, confiando sempre no teu amor, na tua graça, no teu perdão e nos méritos do Senhor Jesus. É que nós oramos. Amém. Meus irmãos, nós fomos perdoados, apesar de nós não merecermos. E é por isso que eu queria convidar a igreja agora a se colocar de pé e a adorar ao Senhor, porque nós recebemos algo que nós não merecemos e nós temos de dar a ele tudo aquilo que nós temos. Adoremos ao nosso Senhor com tudo aquilo que nós temos. >> [música] >> Seja bendito [música] o cordeiro [canto] que na cruz por nós pade [música] descer. Seja [canto] bendito seu sangue e por [música][canto] nós pecadores verte. Enche [música][canto] no sangue lavados do puro coração [música] os pecadores remidos por Jesus com [música] Deus comunhão. >> [música][canto] >> Algo mais que a deve algo mais que [música] a deve se sangue lavado, [canto] mais almo [música] que é eu estou. Quão [música][canto] espinhosa coroa que Jesus por [música] nós suportou. Ó quão profundas as chagas [música] que nos provam [canto] o quanto ele amor [música] e as chagas pureza [canto] para [música] o maior pecador. Há [canto] quem mais algo que alegre o teu sangue transforma, [canto][música] Senhor. Algo mais que a neve, [música][canto] algo mais que a neve. sangue lavado, mas aon [música] é meu estou. >> [música] >> De as [canto] faltas nós confessamos e seguirmos [canto][música] na tua luz. Tu [música] não somente perdoas, purificas também, ó [música] Jesus. Lava [canto] de todo pecado, [música] que é maravilha de amor. [música] Pois [canto] mais algo que a neve, o teu sangue [música] [canto] nos torna, Senhor. [música][canto] Como mais que a leve, [música] algo mais que a leve, se [canto] lavado mais alvo [música] que é meu Eu sou Se [canto] há motivos sem fim [música] para cantar e bendizer com [canto] louvores. Aquele que veu a nós por [música][canto] amor, fez tudo novo e se faz [canto][música] presente. Se há motivo sem fim para [canto] cantar. e [música] bendizer com louvores. [canto] Aquele queu a nós por amor, fez tudo [música][canto] novo e se faz presente quando [canto] de tudo que eu fizer. [música] Quero estar atento ao teu falar. Vem [música] a tempestade [canto] que fiel. Bem seguro [música] nele posso confiar sempre, [música] Jesus [música] nossa [canto] esperança. >> [música] >> Deus presente [música] entre nós. Palavra viva, [música] verdade, [canto] viva, nossa salvação. [música] No. [música] [canto] Aquele que veio a nós por amor, [música][canto] fez tudo novo e se faz presente todo dia em tudo que eu [música][canto] fizer. Quero estar atento ao [música] teu falar. Vem a tempestade [canto] [música] que vier. Bem seguro nele posso confiar. Sempre [música] Jesus Cristo, [música] nossa [canto] esperança. >> [canto] >> emas. [música] >> [música] >> Palavra [canto] viva, verdade, vida, nossa [canto] salvação [música] sem [canto] Jesus crê [música] tua [canto] [música] esperança. [música] Deus em paz. [música] Palavra viva, verdade, [música] filha, nossa salvação. >> [música] [música] >> Os irmãos podem se assentar. Quero convidar a todos para que abram suas Bíblias, acompanhem a leitura que faremos, meus irmãos, na epístola de Pedro, a primeira epístola, capítulo 2, do verso 13 ao verso 17. >> [roncando] >> Primeira epístola de Pedro, capítulo 2, o final do capítulo, portanto, do verso 13 ao verso 17. Palavra do Senhor nos diz: "Por causa do Senhor, estejam sujeitos a toda a instituição humana, quer seja ao rei como soberano, quer seja as autoridades como enviadas por ele, tanto para castigo dos malfeitores como para louvor dos que praticam o bem. Porque assim é a vontade de Deus, que pela prática do bem vocês silenciem a ignorância dos insensatos como pessoas livres que são. Não usem a liberdade como desculpa para fazer o mal. Pelo contrário, vivam como servos de Deus. Tratem todos com honra. Amem os irmãos na fé. Temam a Deus. e honrem o rei. Vamos orar. Senhor Deus, graças te damos. Estamos no culto que é oferecido ao Senhor, desfrutando de momentos especiais, cantando, bendizendo o Teu nome por conta das tuas maravilhas, por conta de quem o Senhor é. E nós, nesse instante, ó Pai, nesse momento do nosso culto tão importante, queremos ouvir a tua voz. aprender da tua palavra. Queremos ser instruídos na verdade, porque sabemos que a tua verdade tem nos guiado nesse mundo, tem fortalecido a nossa fé, a nossa comunhão, tem formado a nossa cosmovisão, o nosso caráter. A tua palavra faz isso. E por isso, ó Deus, nós queremos pedir que mais uma vez o Senhor aplique a porção dela que será exposta nesta noite para o benefício, para o enriquecimento do teu povo, do povo que se prostra diante do Senhor e do povo que reconhece o teu senhorio. Em nome de Jesus e para a glória de Jesus nós oramos. Amém. Meus irmãos, 2026 é um ano eleitoral e ninguém precisa começar a arrepiar os cabelos, [roncando] porque eu não vou entrar em alguns pormenores sabendo da sensibilidade do assunto e das diferentes posições que podem existir entre nós. Mas isso significa que dentro de alguns meses estaremos todos exercendo o nosso papel de cidadãos. e escolhendo os nossos próximos governantes e legisladores, inclusive o próximo presidente da República Federativa do Brasil. E eu sei, como acabei de falar, que esse é um assunto delicado em um mundo com tantas complexidades, em um país tão confuso e cheio de mazelas quanto nós. Mas como cristãos, não podemos nos eximir das nossas responsabilidades quanto aquilo que as Escrituras Sagradas ensinam de forma direta e inconfundível sobre qualquer que seja o assunto. É claro que resistências e preferências pessoais irão despontar, mas para não nos perdermos em nosso horizonte, precisamos buscar a diretriz do Senhor acima de qualquer juízo individual. Isso é importante, irmãos, sobretudo quando as emoções afloram e alguns crentes aparentemente se esquecem daquele que é o seu compromisso maior. Aliás, aqui também nós podemos ser um pouco mais abrangentes para nos lembrar de diversos outros tipos de autoridades que em nosso sistema não são escolhidas pelo povo diretamente, mas asem poder. se valendo de outros mecanismos previstos em lei. Algumas delas estão tomando decisões justas e injustas, outras estão fiscalizando estabelecimentos nas ruas, outras estão monitorando a cidade, outras estão ocupando postos específicos, algumas estão agindo de maneira muito responsável e eficiente, promovendo avanços na nação. Outras estão extrapolando e distorcendo suas prerrogativas, aceitando suborno e praticando corrupção. Há ações das autoridades que merecem elogios efusivos e há ações das autoridades que merecem as mais elevadas críticas. Há mandatários que atendem em alguma medida a comunidade e há mandatários que geram com razão uma grande indignação nos indivíduos. Dessa maneira, irmãos, creio que a exposição fiel de um texto como esse que acabamos de ler é de suma importância, sobretudo para responder perguntas como: "Devemos nos sujeitar mesmo a toda a autoridade humana? Em que sentido devemos nos sujeitar a elas em todos os casos ou há exceções? Se há exceções, quais exatamente seriam? E o tipo de governo importa? Que tipo de protesto ou manifestação nós podemos fazer sem que isso seja desrespeitoso aos nossos líderes? Qual é efetivamente a maneira cristã de lidar com essas questões? é o que nós gostaríamos de responder parcialmente, porque não temos aqui a condição e o tempo suficiente para abordar todas as possíveis situações que levantam dúvidas sinceras em nós. Pelo menos, irmãos, podemos encontrar princípios e critérios bíblicos para proceder de uma forma coerente com a nossa fé. E isso é o mínimo que nós deveríamos buscar, coerência com aquilo que nós afirmamos, que nós cremos. Defenderei então que de uma forma geral e de acordo com a nossa herança reformada, nós devemos sim nos submeter a toda a autoridade humana por alguns bons motivos que apresentaremos com base em nosso texto. A pergunta agora nesse momento é: por quê? Por que nós devemos nos submeter às autoridades e às instituições humanas? Em primeiro lugar, meus irmãos, porque elas foram instituídas por Deus. Esse é o ponto fundamental. E para nós cristãos, esse é o ponto basilar. Elas foram instituídas pelo próprio Deus. A primeira e certamente a principal razão que nós temos para nos sujeitarmos à autoridade é justamente essa. Observem que no verso 13 nos é dito: "Por causa do Senhor estejam sujeitos a toda a instituição humana". E no verso 15 temos a frase: "Porque assim é a vontade de Deus". Amados, vejam como a boa teologia sempre lança luz de um modo prático sobre as nossas condutas. Isso porque Pedro revela que não é possível transitarmos bem nesse assunto sem ter uma compreensão preliminar acerca da soberania do Senhor. É aí que tudo começa. Talvez você queira discutir a proposição. O crente deve se submeter às autoridades instituídas. Mas dificilmente um cristão verdadeiro ousaria debater a proposição. Deus é soberano sobre todas as coisas. Desde quando Deus criou Adão e Eva, estava implícito que a criatura devia submissão ao seu criador. Notem que o conceito de submissão, ele é estabelecido logo no princípio de todas as coisas. Estava implícito ali quando o Senhor deu vida a Adão e Eva que a criatura devia submissão ao seu criador. E quando Deus deu mandatos e ordens claras, essa premissa básica foi confirmada. Deus falou, Deus mandou, logo obedeçam. Desde então, Deus estabeleceu estruturas hierárquicas que pressupõe liderança na família, na igreja, no estado e na sociedade de uma forma geral. O entendimento desse fato é certamente um ponto de partida fundamental aqui para nós, irmãos. De modo que se nós resistimos à lógica de autoridade, nós estamos resistindo à lógica como Deus fez todas as coisas. A Bíblia revela muito claramente que é Deus quem levanta reis e é Deus quem abate os reis. Não há autoridade humana que possa se estabelecer ou se sustentar a parte do propósito de Deus, ainda que tais autoridades tentem no fundo, no fundo, lutar contra Deus. Os salmos e o apocalipse falam de um trono celestial e daquele que nele se assenta. O apóstolo Paulo fala de um rei eterno, imortal, invisível e único, a quem será dada honra e glória para todo sempre. Um exemplo formidável desse domínio amplo de Deus se dá quando observamos, por exemplo, o capítulo primeiro do livro de Daniel. Ali aquela passagem mostra que Deus levantou o reino da Babilônia e entregou nas mãos de Nabuco Donozor o seu próprio povo. Algo que inclusive Abacuk não conseguia compreender. Ele dizia: "Mas como assim? Quer dizer que um povo impuro e malvado, mais perverso e ímpio do que Israel vai dominar? sobre aqueles que Deus escolheu com mão de ferro. Pois é, meus irmãos, Deus fez isso acontecer porque Deus reina soberano acima de todos os reinos e de todas as autoridades. Mas depois do tempo determinado por ele, outro governante pagão vai conceder aos hebreus a condição de retornarem para sua terra e reconstruírem a sua nação. Você vai se lembrar quando Pilatos quis se impor diante de Jesus em seu julgamento, dizendo: "Você não responde, você não responde às acusações que te fazem. Não sabe você que eu tenho autoridade tanto para te soltar como para te crucificar?" e ouviu de Cristo a sonora resposta. O Senhor não teria nenhuma autoridade sobre mim se de cima não tivesse sido dada. Portanto, temos de levar em consideração, irmãos, que o governo supremo desse universo é de Deus e que todos os demais governantes humanos atuam de forma temporária e limitada pelo controle maior daquele que excede todas as coisas. E aí quando pensamos nisso, o tipo de governo ou o contexto da época é o que menos importa. Não interessa nesse sentido se estamos falando aqui de monarquia, democracia, parlamentarismo, presidencialismo. Não interessa se a figura que vem à nossa mente é a figura de um rei, um presidente, um ditador ou um primeiro ministro. E não interessa se nós estamos aqui falando do período do Antigo Testamento, do período do Novo Testamento ou dos dias atuais. Vamos concordar que Nabuco Donozor e Pilatos não eram exemplos de homens corretos, muito menos de homens tementes a Deus. Não eram exemplos de homens cordatos e cheios de compaixão. Muito pelo contrário. Mas alguém discorda que Deus deu a eles poder por algum tempo de acordo e para cumprir os seus desígnios? Meus irmãos, a Bíblia nos estimula a orar. orar em favor dos reis e de todos os que exercem autoridade, para que vivamos vida mansa e tranquila, com toda piedade e respeito. Mas eu não tenho dúvidas de que em algumas situações, em alguns lugares, por algumas razões, Deus também levanta governantes que lideram mal e que até oprimem o seu próprio povo. E não é que Deus aprove alguma, mas ele os usa como instrumento para algo, porque ele é Deus. E ele usa pessoas e ele usa anjos e ele usa elementos da sua criação, e ele usa animais e ele usa até Satanás para cumprir os seus planos. ele é soberano. Nesse sentido, ainda que estejamos diante de um governo ou de um sistema lamentável em muitos aspectos, o princípio da submissão permanece posto. Só que detalhe, não de forma absoluta, porque de forma absoluta e irrestrita nós só devemos submissão a Deus. E é com base na submissão a Deus que nós mensuramos os limites da nossa submissão a qualquer outra autoridade. Mas o ponto central aqui é que o crente não vai abandonar o princípio da submissão facilmente. Querem um exemplo disso? Nós não precisamos buscar nenhuma outra fonte. Nós não precisamos fugir do texto que foi lido. Vejam só, quando Pedro escreveu a sua carta, quem era o imperador de Roma? Ninguém menos do que Nero. Nero era o imperador nesse momento. Roma foi um império que se construiu na base da força, da conquista territorial, da imposição, como aliás era comum. Naqueles tempos, Nero foi um imperador romano especialmente pervertido no seu caráter e perverso na maneira como ouvia e como lidava com os cristãos. Historiadores sérios apontam que foi durante o seu reinado que Pedro foi morto. Pedro, o autor dessa carta, foi morto durante o reinado de Nero. E também dizem os estudiosos que Nero possivelmente pôs fogo em Roma para a acusar falsamente os seguidores de Jesus. Imaginem, irmãos, a perseguição que se instalou então nos tempos daquele homem desequilibrado, cheio de torpezas, extravagâncias, imoralidades e que inclusive cometeu suicídio anos mais tarde. Ou seja, aquele homem com esse perfil não era digno do cargo que ocupava, era o chefe maior de um império, de uma civilização grandiosa. Não que ele tivesse dignidade para isso, mas ocupava esse poder, como muitos que exercem alguma autoridade sobre o nosso próprio povo e no mundo inteiro também. E que nesse momento nós podemos dizer não tem nem dignidade para ocupar o cargo que ocupam, porque suas práticas são libertinas ou porque eles agem de modo desprezível. Mas o fato é que, concordam comigo, se houve um momento na história em que os fiéis tinham motivos de sobra para desprezar inteiramente uma autoridade, era esse. Era exatamente esse. E essa é a ironia da história. Quer dizer, Pedro está escrevendo nesse contexto e dizendo para os crentes a quem ele destinava esta sua epístola, que cabia a estes crentes eh agir em sujeição às autoridades estabelecidas. Nós não vemos então Pedro apontar um caminho de rebelião, nem minimamente. A palavra que ele usa traduzida aqui como estejam sujeitos é um verbo imperativo e passivo, ou seja, em obediência a Deus e de modo consciente aceitem, se submetam a toda instituição humana, não apenas ao governante maior, que ele diz seria o rei, como também as autoridades inferiores a ele, autoridades secundárias por ele enviadas ou estabelecidas. Quer dizer, são termos que nós nem temos como discutir, irmãos. Nem temos como discutir. O padrão bíblico é que como regra as autoridades devem ser respeitadas. Uma conclusão que extraímos então desse ponto é que o comportamento moral indecente, condenável ou mesmo a hostilidade contra os cristãos da parte de um indivíduo que ocupa uma posição de poder, não é por si só razão para que os servos de Deus se recusem à sujeição. E eu sei que isso é duro de ouvir. Eu sei que não é fácil de ouvir isso. E meus irmãos, nós não precisamos no sentido pessoal ou no sentido ideológico nos identificar ou gostar das autoridades que estão lá. Nesse sentido também nós podemos externar algum tipo de inconformismo, algum tipo de crítica de insatisfação, mas colocar estas coisas nas mãos de Deus e se sujeitar acima de tudo ao próprio Deus. explicitamente ou nas entrelinhas, Pedro argumenta que os cristãos tinham que fazer isso, não porque eram obrigados a ter qualquer inclinação favorável a um soberano, mas porque nesse momento é necessário deixar os nossos interesses de lado e pensar no que é melhor para a causa de Cristo e para o reino de Deus. >> [roncando] >> E é nesse ponto que está também o limite da nossa submissão. Essa é a linha que modifica a história. Por discordâncias meramente administrativas, ideias próprias do campo político que estão na esfera e na competência do governo não é motivo para nos rebelarmos, para nos insurgirmos, nada disso. Há coisas mais importantes para erguer as nossas vozes. E os crentes não devem ser inclinados à prática de arroaças, badernas, ataques violentos, nada desse tipo. Isso não combina conosco. Devemos ser, como servos de Deus, que somos submissos às autoridades, desde que elas não queiram nos obrigar a renegar a nossa fé em qualquer ponto. Porque não estamos também como crentes dispostos a recuar 1 mm naquilo que é essencial à nossa vida com Deus. E desde que elas não tentem impedir que nós cumpramos o nosso dever como cidadãos dos céus, como igreja, como filhos do Altíssimo, inclusive no sentido de apontar o erro, acusar o pecado, cobrar a justiça, divulgando e vivendo com as nossas convicções bíblicas muito bem firmadas, porque o nosso compromisso maior é com Deus. E se nós somos submissos às autoridades humanas, é porque, em primeiro lugar, somos submissos a Deus. Esse é o princípio. Foi com essa ótica que João Batista falou contra Herodes e Herodias e isso lhe custou a liberdade depois a morte. Um episódio, aliás, que não é estranho na biografia dos profetas antigos. Foi também em uma situação assim que Pedro e João se pronunciaram diante do sinédrio judaico, dizendo: "Antes importa que obedeçamos a Deus que aos homens quando lhe mandaram parar de falar de Jesus. Estar sujeito, então, não significa de forma alguma avalizar, apoiar ou ser cúmplice de tudo que uma autoridade faz. E todas as vezes que elas atingirem arbitrariamente os pilares da nossa crença, invadindo esta esfera motivada pela própria rebelião que algumas destas autoridades têm contra Deus, aí sim e somente aí nós não obedeceremos. Quando quiserem mudar a nossa identidade que está vinculada a Cristo, quando quiserem desconfigurar a pregação ortodoxa, modificar os mandamentos de Deus, quando quiserem colocar impecílios a oração, quando quiserem nos calar diante de leis injustas e opressoras que atentam contra a vida, contra a vida de bebês que promovem a imoralidade e a prostituição. que degradam a dignidade humana, que corrompem crianças, que afetam casamentos. quando nos quiserem obrigar a desfazer dos absolutos de Deus e a aceitar estas coisas e até quem sabe alguns queiram nos obrigar a defendê-las sob a ameaça de sermos punidos, banidos ou coisa parecida, quando nos quiserem proibir de simplesmente existirmos como crentes e agirmos como crentes, então as coisas mudam. Continuaremos submissos às às autoridades, mas não estamos prontos a obedecê-las cegamente quando elas incidem de modo flagrante em atos de afronta e de blasfêmia contra Deus, querendo impor estas normas a nós. Os crentes serão cidadãos mais honros com os governantes. Aliás, historicamente sempre foi, sempre foram, mas não a ponto de substituírem a sua devoção a Deus por qualquer outra personalidade ou instituição. E aqui está um ponto que deveria nos preocupar, irmãos. Esse é um ponto que deveria nos preocupar em nosso contexto. Nós temos visto muitos cristãos idolatrando autoridades, endeusando pessoas, às vezes até esquecendo da doutrina da depravação total e enxergando nas instituições humanas a razão de ser das suas batalhas e a solução para suas crises, colocando nelas também a sua esperança de mudança, de alegria, de melhora, de progresso. Isso é um absurdo, porque isso é negar que o pecado está entranhado nos homens e que isso por si só deveria nos fazer ter uma visão mais crítica e desconfiar, desconfiar das intenções de quem nos governa, quem quer que seja, porque são seres humanos comandando máquinas. O nosso Deus é um só. O nosso Salvador morreu na cruz e ressuscitou. A cura do coração não vai se dar com programas ou projetos sociais, mesmo que exista algum mérito neles. E nós somos capazes de reconhecer os méritos dessas coisas. Como crentes, nós devemos estar prontos a pagar o preço da nossa fidelidade naquilo que nós sabemos ser o nosso dever diante de Deus, a única autoridade absoluta e inquestionável que existe nesse mundo. E pelo Senhor vale a pena qualquer coisa pagar o preço, vale a pena até morrer pelo Senhor. Por qualquer outra não. Não mesmo, porque todas as outras autoridades são derivadas de Deus e recebem de Deus a incubir. Ninguém alcança posições elevadas sem o aval, sem a permissão, sem a determinação de Deus. Portanto, não tem cabimento que alguém queira sobrepor autoridade maior de todo o cosmos. que é a autoridade de Deus. Mas via de regra, irmãos, não somos chamados a resistir, somos chamados a nos submeter. Portanto, que fique claro que as ressalvas que eventualmente nós podemos fazer e que eu mesmo fiz devem ser encaradas como exceção, em condições específicas. Porque como ensinam os apóstolos Pedro e Paulo, que foram perseguidos por autoridades inescrupulosas, devemos como princípio, nos sujeitar às instituições humanas, porque não sem razão, elas foram estabelecidas pelo próprio Senhor. Se amamos a Deus, se confiamos na sua sabedoria, não há outra coisa a ser feita. A segunda razão porque nós devemos nos submeter às autoridades humanas é porque por meio delas malfeitores são castigados e benfeitores são recompensados. Esse é o segundo ponto. Por meio das autoridades que Deus instituiu, malfeitores são castigados e benfeitores são recompensados. Deixa eu explicar o que eu quero dizer com isso, irmãos. E o que Pedro está também destacando, qualquer forma de governo é melhor do que a anarquia. Qualquer forma de governo é melhor do que o caos. O evangelho não é uma doutrina de anarquia. O cristão não é fomentador de contenda, não é um perturbador da paz. O cristão carrega consigo o espírito da conciliação. Por isso, se você começou a se afastar do seu irmão, se você começou a ter problema em casa, se você se afastou do seu pai, da sua mãe, do seu filho, por questões desse tipo, por questões políticas do campo administrativo, social, seja lá qual for, comece a rever qual é a sua prioridade, o que é que domina o seu coração. Porque o evangelho é de reconciliação. E o e o cristão se submete às autoridades por amor do Senhor e até mesmo em coisas que não o agradam pessoalmente. Deus é o criador das instituições mais importantes que existem. Gravem isso. Ele é o criador da família, ele é o criador da igreja, ele é o criador do estado em última instância. E ele mesmo deu as prerrogativas, os limites, os deveres e os direitos dessas instituições. É claro que tudo que vem de Deus é bom. Se tudo que vem de Deus é bom, por inferência, o Estado, no cumprimento da sua função também o é. Ora, se há tantos problemas no mundo com leis a serem observadas, com punições que elas trazem, imaginem se não existissem homens que elaborassem as leis, que as aplicassem, que julgassem segundo elas. Imaginem o que seria do mundo. As leis, irmãos, mesmo as leis, os códigos legais humanos cheios de falhas, lacunas, elas são, entretanto, uma expressão da graça comum de Deus que dota os homens de algum senso de dever, verdade e justiça. Nesse sentido, elas servem como termômetro, como parâmetro a posteriore, para que você avalie, por exemplo, se um legislador é bom ou mau pela maneira como ele utiliza ou se utiliza da lei, ou se um determinado juiz é bom ou mau pelo mesmo motivo. Mas o ponto aqui é que se não existissem autoridades, restaria apenas o discernimento individual e o relativismo no seu estágio mais avançado. E quando a sociedade é deixada a mercê do seu próprio crivo, a perversidade encontra o seu apogeu. Recentemente, em uma das nossas classes, estudamos o livro de Juízes, quando pecados terríveis são trazidos à luz e a calamidade moral tomou conta das tribos de Israel. E o autor do livro traz uma explicação óbvia para esse cenário. Ele diz: "Naqueles dias, cada homem fazia o que achava mais reto." Que medo dessa frase. Imagine uma sociedade, uma comunidade em que cada pessoa faz o que bem quer, o que na sua avaliação é correto ou justo. Quer ver uma sociedade se destruir ou quer ver a maldade se espalhar em proporções gigantescas? Retire as autoridades, rechace os governantes e deixe cada um por si. Então, irmãos, as autoridades servem a um propósito de Deus. Elas servem ao propósito de frear e inibir o mal. É como um escudo que Deus nos dá para conter o ímpeto dos homens cruéis. que não poucas vezes são detidos e postos em cárcere ou até perdem a própria vida no confronto com forças de segurança, por exemplo. Como diz Pedro, as autoridades estão aí para castigo dos malfeitores, mas não somente, elas estão aí também para o benefício dos que praticam o bem. Nós nos valemos ou podemos nos valer algumas vezes ou muitas vezes das autoridades de modo direto ou indireto, com vistas à validação de um ato, a proteção de uma propriedade, a resolução de conflitos diversos, enfim, talvez o sentimento padrão que você tenha no momento é eu passo mais raiva com as autoridades do que tenho satisfação com elas. Tudo bem, mas existe um padrão, existe uma ordem estabelecida por Deus e as autoridades são peças do tabuleiro de Deus. Elas funcionam em alguma medida elas são úteis e importantes. Por isso, é claro que é sempre positivo termos boas autoridades e não más autoridades nos governando ou decidindo aspectos do nosso cotidiano, das nossas logísticas, enfim, das nossas vidas. Embora nossas vidas não se limitem a esse mundo, é sempre bom lembrar, porque tem gente que parece que quer construir um paraíso na Terra. E isso não vai acontecer até que Cristo volte. No contexto de Pedro, no antigo império romano, Deus usou iniciativas de governantes para fazer avançar a mensagem do evangelho. E eu quero que você reflita sobre isso. Por exemplo, na chamada Pax romana, o império trabalhou pela integração dos povo sobre o seu domínio, o que ajudou a unificar certas características da cultura e da língua por extensos territórios. Mais do que isso, lembre-se de que estamos falando do mundo antigo, bem diferente do nosso, e a construção de estradas em grande escala, trabalho difícil, pesado, mas muito bem feito para as possibilidades da época, representou um marco impressionante, um avanço civilizatório que acabou contribuindo para o interesse de Deus e da sua própria igreja. E nós podemos dizer, meus irmãos, que esses extraordinários projetos da engenharia antiga não se deram porque as autoridades romanas eram boazinhas, mas porque elas almejavam mais controle, a facilitação do recolhimento de impostos, mais poderio militar e econômico, porque também assim as atividades comerciais se tornavam mais dinâmicas. Esse era o projeto de Roma. O projeto de Roma era esse, mas o projeto divino executado por meio daqueles agentes é sempre muito mais glorioso. que a disseminação do evangelho de Jesus, a mensagem do Cristo que ressuscitou, ganhou força e se espalhou intensamente por conta de toda a infraestrutura que foi montada com outros fins e por causa de esforços no sentido de aproximar pessoas de diferentes etnias ou como nós chamaríamos no mundo moderno, pessoas de diferentes nacionalidades. Então você percebe como mesmo governantes maus podem promover algum bem, ainda que não intencional ou ainda que com motivações erradas. Você percebe como as pessoas miram o que elas veem, mas Deus acerta o que ninguém vê. De forma superficial ou mais direta, podemos dizer que pouco benefício específico os cristãos recebia recebiam do governo que os perseguia. Concorda? Que tipo de benefício maior os crentes dos dias de Pedro recebiam de autoridades como aquelas? Mas a compreensão do que Deus constrói a partir dos ímpios mantém a visão de Pedro e a cabeça dos crentes no lugar. Porque apesar de tudo havia benefícios gerais dos quais todos desfrutavam de certa forma. E meus irmãos, é isso que Deus faz. Deus usa invenções humanas, Deus usa esforços humanos, Deus usa instituições humanas, Deus usa criatividade humana. E mesmo que estes homens nem estejam aí para Deus, ele faz coisas grandiosas. É como a gente pensar que a invenção da imprensa por Gutenberg possibilitou o avanço da reforma protestante, dos escritos, da divulgação da teologia naqueles tempos. Então, vejam que Pedro diz isso e o apóstolo Paulo vai na mesma linha. Ele nos ensina em Romanos capítulo 13, porque os magistrados não são para temor quando se faz o bem e sim quando se faz o mal. Você quer viver sem medo da autoridade? Faça o bem e você terá o louvor dela. Pois a autoridade é ministro de Deus para o seu bem. Mas se você fizer o mal, então tenha medo, porque não é sem motivo que a autoridade traz a espada, pois é ministro de Deus vingador para castigar quem pratica o mal. Então, Deus muitas vezes recompensa as boas obras por meio das autoridades e Deus muitas vezes pune pessoas malignas por meio das autoridades também. É só lembrar, irmãos, e aí eu sei que é um exemplo extremo, mas como eu estou tratando do império romano, faça um exercício e lembre-se, por exemplo, do que era a crucificação em Roma e ao que que ela se destinava. É claro que nós ficamos horrorizados com todos aqueles pormenores e os sofrimentos que eram impostos aos condenados. Eh, OK. Eh, ainda ainda mais eh pela relação óbvia com a injustiça que era cometida em alguns casos, sendo a crucificação de Jesus o ato mais odioso que o ser humano, com todo o seu potencial destrutivo foi capaz de produzir. Ainda assim, naqueles tempos e em outros tempos mais antigos, nós sabemos que muitas autoridades vigentes e tribunais do passado, daquela época, pensavam em punições exemplares aos malfeitores, aos perturbadores da ordem, aos assassinos, aos ladrões e assim por diante. ainda que em grande parte os próprios governantes se mostrassem fascínas e tiranos desvairados curiosamente, curiosamente. E Deus faz isso. Eles eram também a vara que usada pelo próprio Deus castigava homens violentos que cometiam atrocidades e algumas atrocidades inomináveis. Deus faz isso também. Deus usa ímpio para punir ímpio. Deus usa ímpio como vara para castigar outro ímpio. Ele é Deus, ele faz isso. Ele governa assim. Portanto, Deus intervém e direciona a história através das autoridades, dos governos, das instituições. Inclusive, nesse dever fundamental, o Estado deve ser cobrado. Algumas autoridades às vezes fazem exatamente o oposto, não é? premiam a indecência, a incompetência, o deslecho e oprimem os que querem ser responsáveis, coerentes, trabalhadores, enfim. Mas a responsabilidade fundamental delas está em retribuir de acordo com o bem ou o mal que os indivíduos praticam. A expressão ministro de Deus, que as caracteriza aqui em Romanos, é forte. Deus deu às autoridades o direito de fazer uso da espada, o que legitima que as mesmas apliquem prisões, sanções diversas, até mesmo autorizem a morte de alguém nos casos mais extremos e que impliquem legítima defesa ou cumprimento pleno e estrito da função legal. Em alguns países a pena capital funciona, mas Deus deu a esse mesmo estado a prerrogativa e a condição de promover o louvor dos retos, de incentivar as boas obras, de recompensar o procedimento adequado, de ajudar e facilitar a vida dos que são honestos e leais. Quer dizer, os governantes são colocados no poder como ministros de Deus, não sendo eles necessariamente crentes, nem tementes a Deus. Oupando esse espaço, deveriam servir a Deus e à sociedade, estabelecendo a ordem, fazendo prevalecer a lei e trabalhando pelo bem-estar geral. Com isso, irmãos, devemos nos sujeitar às instituições humanas, porque por meio delas os malfeitores são castigados e também por meio delas os benfeitores são recompensados. Em terceiro e último lugar, nós devemos nos sujeitar às autoridades e as instituições humanas estabelecidas por Deus, porque isso é fundamental para o nosso testemunho pessoal e isso é fundamental para a promoção da glória de Deus também nesse mundo. Observem o que Pedro ressalta nos versos 15 e 16. Porque assim é a vontade de Deus, que pela prática do bem vocês silenciem a ignorância dos insensatos. Como pessoas livres que são, não usem a liberdade como desculpa para fazer o mal. Pelo contrário, vivam como servos de Deus. A expressão à vontade de Deus é recorrente na epístola. Em alguns momentos, Pedros, Pedro faz uso dela para enfatizar coisas que ele considera relevantes. E o que é relevante aqui agora, irmãos, é demonstrar que os cristãos precisam se submeter às autoridades com o fim de silenciar ou emudecer os insensatos e ignorantes. Vejam que interessante. Essa expressão silenciar pode ser aplicada ou podia ser aplicada quando se colocava uma fcinheira no animal perigoso. Sabe o animal perigoso? Você coloca a fucinheira e ele fica ali sem conseguir causar dano. É, essa é uma imagem muito boa. Sabe por quê? Porque quando você faz isso, quando você coloca a focinheira num animal feroz, você não muda a natureza dele. Você não muda a natureza. A natureza dele é aquela, é uma natureza até má. O animal continua querendo morder, ele continua desejando atacar, mas ele é contido, ele é impedido pela focinheira. O que Pedro está dizendo é que os insensatos desse mundo estão loucos para ter do que acusar os crentes. Querem uma chance, querem uma oportunidade. Os insensatos são como animais babando para prejudicar a igreja de Jesus. E aí ele disse para os crentes: "Não deem chance. Não deem chance. Coloquem uma furcinheira neles para que não tenham do que falar e fiquem em silêncio. De um modo que mesmo que eles queiram morder, eles não possam fazer isso. E qual seria uma forma eficiente de alcançar esse objetivo? mostrando boa vontade e se sujeitando às autoridades. Como é que o crente coloca a focinheira nesse povo sendo crente de verdade, temendo a Deus, servindo as pessoas, amando as pessoas, se sujeitando às autoridades estabelecidas. Notem mais um detalhe. Pedro diz assim: "Como pessoas livres, sem usar a liberdade para fazer o mal". Isso é irônico e curioso. Pedro enfatiza que os cristãos são livres. Irmãos, prestem atenção nisso, porque Pedro está dizendo estas coisas. Ele está escrevendo para um grupo de pessoas que estavam sendo perseguidas e ameaçadas. É como se ele então estivesse dizendo, "Os crentes em Jesus são verdadeiramente livres. Eles podem estar sendo perseguidos, eles podem estar perdendo coisas, eles podem ter a liberdade suprimida, mas eles são livres. E de fato nós temos liberdade em sentido amplo. Os cristãos estão livres da escravidão do pecado. Os cristãos estão livres do medo. Os cristãos estão livres da condenação. Os cristãos estão livres da morte. Os cristãos têm liberdade de consciência. Os cristãos são livres para amar, para perdoar. Os cristãos não são escravos dos seus impulsos. Os cristãos são livres, inclusive para fazer o bem. a quem lhe deseja o mal. E para elucidar um pouco mais, lembro-me aqui muito bem da ocasião em que religiosos hipócritas dos dias de Cristo armaram uma situação para o lançarem contra as autoridades. Você lembra disso? Lucas nos conta no capítulo 20 do seu evangelho que aqueles religiosos subordnaram emissários que vieram até Cristo perguntar: "É lícito pagar imposto a César ou não?" E o que eles intentavam, na verdade era criar embaraços a Cristo, fazendo-o definir se ele aceitava ou não o governo de César, considerando que nenhum judeu estava satisfeito em estar sob o domínio de Roma. A pergunta astuciosa era uma forma de dizer: "Você está ao lado dos judeus ou você está ao lado dos romanos? Você acha justo que um judeu seja obrigado a pagar tributo a César ou deveríamos nos rebelar contra isso?" E Jesus fez o quê? Jesus pediu um denário que era a moeda da época. E ele perguntou: "De quem é essa figura e inscrição?" "De César", responderam eles. Então disse Jesus: "Deem a César o que é de César e a Deus o que é de Deus". E o versículo 26 afirma então que não puderam apanhá-lo em palavra alguma diante do povo e admirados da sua resposta calaram-se. Jesus fez emudecer aqueles homens pela sabedoria da sua resposta. Eles se calaram. Jesus colocou uma focinheira [risadas] nos seus adversários porque ele deu uma resposta correta. Entreguem a César o que é de César. Entreguem a Deus o que é de Deus. O que os inimigos de Jesus fizeram e muitos desavisados ainda fazem, irmãos, é uma estratégia de Satanás para diminuir a relevância do ministério de Cristo. como se o rei do universo estivesse em uma disputa por um reino terreno, como se ele fosse apenas um sustentador de uma filosofia meramente humana e como se o problema central do homem se resolvesse com boa gestão, com investimento em algumas áreas, com paliativos frágeis e fora da cruz. Lembram quando Jesus multiplicou pães? Jesus multiplicou pães e quiseram fazer dele um rei. Os imediatistas de plantão, os materialistas que só pensam em comida e na satisfação de anseios pontuais, fazem constantemente esse tipo de confusão. Alguns ainda hoje querem transformar Jesus em uma espécie de revolucionário que morreu por estar envolvido em um tipo de luta social em favor dos marginalizados e contra os poderosos. Irmão, sabe por que isso não procede? Pelo menos dessa maneira? Porque na verdade Jesus veio não apenas por causa dos marginalizados, mas ele também veio por causa daqueles que se acham alguma coisa quando nada são. Jesus morreu pelos pobres, pelos cegos, pelos publicanos, pelas prostitutas, pelos leprosos. Mas ele morreu também por aqueles que se consideravam sábios, pelos que se consideravam prósperos, mas cuja única riqueza que conheciam não podiam levar consigo desse mundo. Jesus morreu por viúvas e órfãos, mas ele também morreu por Zaqueu, por José de Arimateia, possivelmente por Nicodemos, pelo apóstolo Paulo, que também tinha prestígio e credibilidade diante do seu povo. Jesus morreu pelos desfavorecidos, mas ele morreu também por autoridades desse mundo. E a nossa submissão às autoridades e oração por elas também se dá devido a isso. Jesus morreu por muita gente, cujo nome jamais se tornará conhecido nas manchetes globais. Mas ele morreu também por famosos que arrastam multidões. Ele morreu por plebeus e por reis. Ele morreu pelos esquecidos e abandonados, mas morreu por alguns astros de Hollywood. Ele morreu por gente de nação subdesenvolvida e ele morreu por gente de nação do primeiro mundo. Essa divisão, essa categorização do ser humano é negativa. Os homens são pobres sem Deus e precisam de Deus. Independente da sua condição, todos pecaram e carecem da glória de Deus. Então, não queira apenquenar o Senhor Jesus e o seu ministério, associando-o a um conceito menor, a uma figura menor, como César. César pode até ser o imperador de Roma, o homem mais poderoso da época, mas ele é uma figura menor, muito menor em comparação com o filho de Deus. Jesus não está aqui equiparando forças com ele. E então Jesus diz: "Entrega o denário para ele." O que que consta nessa moeda? Qual é a figura que tá aí? Não é a de César? Entrega o denário para ele, porque essa é a glória que ele tem. Mas não equiparem Jesus a isso. Jesus domina sobre César. Teve até um decreto imperial no contexto do nascimento do Messias que ajudou a cumprir a profecia em Belém. Lembram? Jesus domina sobre o império romano. Jesus está em um plano maior. Não dá para equiparar as duas coisas, porque isso é como equiparar o temporário ao infinito. É como enquadrar o céu em um sistema falido. É como reduzir a mensagem de redenção abrangente que reconcilia os homens com Deus a uma briga de egos e a uma feira de vaidades localizada que divide os homens. Entenda que Jesus pode fazer diferença para melhorar o nosso cotidiano através dos nossos governantes e escolhas. E nós somos responsáveis pelas escolhas que fazemos. Sim, diante de Deus. Não pense que não, mas ele é sobretudo Jesus é sobretudo um rei transcendente, como o ladrão da cruz entendeu que ele era. O ladrão da cruz estava morrendo e via Jesus agonizando ao seu lado, mas encontrou o fôlego suficiente para fazer a súplica que mudou não a sua vida terrena, porque a sua vida terrena estava literalmente acabando, mas mudou a sua eternidade. Jesus, lembre-se de mim quando você vier no seu reino. Porque na hora da morte, como aquele ladrão estava, na hora da morte, o reino desse mundo não conta nada. E o que vai ficar e o que é eterno é o reino celestial, é o reino de Cristo. E é com esse reino e com essa condição que você e eu e todos nós deveríamos nos preocupar em primeiro plano. Jesus claramente reconheceu que existe uma esfera, uma esfera de ação na qual o Estado atua, que é plenamente legítima, como no que diz respeito à cobrança de tributos. Jesus não quis entrar nessa discussão com aqueles que lhe trouxeram a É lícito pagar tributos. Isso é uma esfera do Estado. E naquilo que é legítimo o Estado fazer, nós temos sim, meus irmãos, que nos submeter. E é assim que desmoralizamos aqueles que eventualmente nos acusam, mostrando que a nossa causa, nossa luta, nosso interesse pode tangenciar questões de um governo ou outro, mas vão muito além. E sim, existem governos e governantes melhores e piores. E sim, a nossa cosmovisão deve estar bem ajustada para discernir e escolher, já que o nosso sistema permite, com sabedoria e temor a Deus em consonância com o que cremos. Mas em nosso coração pulsa algo grandioso, uma glória maior, uma glória que os maiorais desse mundo não alcançam com as suas benevolências ou crueldades, com as suas articulações ou tramas de todo tipo. E então pelo nosso exemplar comportamento, pela nossa inquestionável moralidade, lisura, honestidade, pelas nossas boas obras, pela firmeza das nossas respostas, como Jesus, fazemos calar os insensatos que não conhecem o Senhor. Essa é a proposta. Charles Spur disse certa vez que a ignorância é barulhenta. Como nós devemos silenciar a ignorância barulhenta? Por argumento? Não. Porque a ignorância não se submete a argumentos. A ignorância só pode ser silenciada quando nós fazemos o bem. Você já tentou discutir com uma pessoa insensata ou perda de tempo? Ou perda de tempo é discutir com alguém insensato, com alguém endurecido e tolo. A ignorância é barulhenta e discutir ou conversar com a ignorância não faz bem. O que muda uma situação de maneira muito eficaz é a forma como nós vivemos, são as práticas que nós adotamos. E é isso que Pedro está dizendo, com o seu comportamento no meio dos gentios, com a sua sujeição às autoridades instituídas, mesmo más autoridades, nos limites possíveis estejam submissos a elas. É por isso que Paulo diz que nós devemos estar sujeitos, irmãos, aos superiores, não apenas por temor da punição, mas por dever de consciência, uma vez que o nosso testemunho está em jogo, e está em jogo a glória do Deus que nós servimos. É desse modo que nós vamos cumprir a determinação de Pedro no verso 16 e viver como servo de Deus. O princípio básico que verificamos é que não podemos dever nada a ninguém. Você, você percebe essa lógica no texto? O que Pedro tá dizendo é: "Não devam nada a ninguém". Isso é o crente. O crente não deve nada a ninguém. Jesus não disse: "Dai a César o que é de César? Dai a Deus o que é de Deus". Não deva nada, nem a César e nem a Deus. Paulo diz em Romanos 13 verso 7: "Paguem a todos o que lhes é devido. A quem tributo, tributo. A quem imposto, imposto. A quem respeito, respeito. A quem honra, honra. E Pedro diz aqui no verso 17, "Tratem todos com honra, amem os irmãos na fé, temam a Deus e honrem o rei." Com palavras diferentes, todos dizem a mesma coisa quanto a nossa conduta diante dos magistrados. Agora, o que essas autoridades não podem fazer, irmãos, em hipótese nenhuma, é delimitar o nosso testemunho, é tirar o nosso direito de sermos crentes, é podar a pregação do evangelho fiel, é invadir o espaço que Deus nos deu, que também é legítimo para nós. O espaço delas é legítimo. O nosso espaço como crentes e como igreja também é legítimo. É querer que fiquemos omissos ou calados diante de afrontas a Deus ou injustiças. É ditar os nossos referenciais morais, porque esse não é um papel do Estado, nunca foi. Aliás, se você pensa nisso, eu convido você a repensar. A fonte da nossa autoridade não é o estado. A fonte da nossa moralidade é Deus. Não podem então querer nos obrigar a aceitar certas coisas ou a fazer coisas que sejam incompatíveis com o propósito do Senhor que nós procuramos cumprir. Porque essa é a razão da nossa vida. É para isso que nós estamos no mundo, para fazer a vontade de Deus. Não podem querer ferir a nossa consciência como crentes. Isso não. A igreja dos dias dos apóstolos não estava calada, passiva, inerte, mas ao mesmo tempo se preocupava com questões mais profundas em como deveria trabalhar pelo reino de Deus. E não admitia que ninguém os impedisse de fazer isso, porque isso era simplesmente a razão das suas vidas, como tem que ser da nossa. Não desejamos esse cenário, irmãos, mas muitos cristãos no mundo inteiro e ao longo da história morreram nas mãos de altas autoridades porque se recusaram a abandonar a sua fé como os apóstolos, como este apóstolo que escreve esta epístola. O que nós devemos fazer é lutar para inserir os nossos valores e viver de tal maneira a vida cristã que sejamos notados como modelos para todos quantos não obedecem a Deus e não conhecem a Cristo. E isso tem que começar urgentemente na família, entre os parentes, na própria igreja, entre os amigos, colegas, vizinhos. É assim que a sociedade pode ser impactada pela palavra de Deus e experimentar transformações concretas em sua estrutura. Qualquer outra forma de conduta agressiva, truculenta, rebelde, é temerária, porque além de não alcançarmos respeito e nem os alvos pretendidos, ainda ferimos o nosso testemunho cristão e deixamos de glorificar a Deus. Como dissemos no início do nosso sermão, esse é um ano em que mais uma vez teremos logo logo mais a imensa responsabilidade de escolher os nossos governantes. Alguns estão aí em término de mandato, outros estão no meio do mandato, mas independente de quem ocupe o poder político no país, a nossa postura e a nossa visão cristã não pode mudar. Há um governante maior sobre o mundo, que por sinal é também o criador de todas as coisas. A ele nós nos devotamos acima de qualquer coisa e é com ele, lembrem, o nosso compromisso maior. Dessa forma, é a partir disso que entendemos que não existe autoridade humana que não esteja ocupando um lugar ou função que Deus lhe concedeu. Ainda que uma autoridade específica não esteja à altura do seu cargo. Nós confiamos é no Senhor e assim nos submetemos a aqueles que o Senhor colocar para liderar sobre nós. Por essas autoridades devemos interceder para termos tranquila. A elas devemos honrar pela importante missão que está nas suas mãos e por causa do nosso testemunho e da honra de Cristo. Mas nunca jamais cederemos um só espaço para que interfiram na nossa fé. Nunca jamais venderemos nossos princípios ou rebaixaremos o nosso padrão, o padrão de Deus, para o deleite de uma sociedade promíscua ou para o deleite de governantes corruptos, usando um ideal reformado, só lhe deu glória. É a Deus, meus irmãos, sobretudo, acima de tudo, a Deus que nós devemos render toda honra e toda glória. Vamos orar. Senhor, nesse mundo nós somos peregrinos e forasteiros, como diz teu servo, apóstolo Pedro. Então, não colocamos o nosso coração nestas coisas, mas temos obrigações e responsabilidades como crentes no testemunho que damos a teu respeito, como pessoas que observam os teus parâmetros, a tua palavra, que vivem para te agradar e não para agradar homens, e que temem o Senhor acima de qualquer homem. Então, ó Deus, fortalece estas nossas convicções, dá sabedoria pro teu povo, Senhor, dê discernimento para nós, para que sejamos fiéis ao Senhor, para que tenhamos caráter cristão, para que ousemos falar de Ti, para que oremos em todo lugar, para que honremos aqueles que o Senhor estabeleceu como autoridade sobre nós, mas que nunca nos esqueçamos de que o nosso compromisso maior é com o Senhor e que isso nos direcione, que isso nos mova, que isso nos desperte pra glória de Jesus Cristo, aquele que vive e reina para sempre pelos séculos dos séculos. E é em nome dele nós também oramos. Amém. Vamos ficar de pé, irmãos. Vamos cantar. Enquanto cantamos o hino final. Aqueles que estão preparados podem trazer diante do Senhor os seus dízimos e ofertas. >> [música] [música] >> Deos amigo é Cristo. [música] Revelou no [canto] seu amor [música] >> e nos diz queos. >> [música] >> Cuidado, sem temor. Fa [música] o coração morindo [música] comção. [canto] [música] >> É porque nós não levamos. Ó [música][canto] ele em oração. Tristado, te [música] [canto] sentido. >> A Jesus [música][canto] eterna vida. Com fé [música][canto] teu mal estou. >> Meus amigos te desprezam. [música] em oração e por [música] seu amor tão [música] serás no coração. [canto] >> Cristo é verdadeiro amigo. [música] Prova [música][canto] nos mostrou >> tudo para resgataros [canto][música] e o files se [música][canto] encantou [música] amor precioso [canto] sangue para nos [canto] purificar. [música] Hoje em vida e [música] o futuro já podemos [música][canto] alcançar. [música] >> [música] >> Vamos orar, irmãos. Ó Deus bendito, receba nossas ofertas fruto da fé que temos de que o Senhor é o nosso Deus. é capaz de fazer muito com o pouco que trazemos e nunca, ó Deus, seremos capazes de bancar, financiar tudo aquilo que a tua boa mão e a tua boa vontade intenta e executa em nosso meio. Mas, ó Deus, trazemos nossas ofertas porque somos convidados e somos ordenados a isso. é uma maneira de cooperarmos com aquilo que o Senhor faz. Portanto, receba testemunho da nossa fidelidade e da nossa generosidade. Use, ó Deus, para a expansão e a manutenção do teu reino. E agora, irmãos, que a graça do nosso Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus, o Pai e a comunhão bendita do Espírito Santo repouse sobre cada um de nós hoje e para todo sempre. Amém. Os irmãos podem se assentar. Vamos ouvir o póslúdio. >> [música] [música] >> Muito bem, meus irmãos. Nosso culto está encerrado. Obrigado por participar conosco aqui. Temos, embora a metade da igreja aqui, nós temos 12 pessoas nos visitando hoje. Então, vamos começar com a Leslie. Onde está você, Lesl, entre nós? Ah, está ali. Seja bem-vinda, Lesl. Atrás de você aí, Elô. Seja bem-vinda. Temos também o Guilherme Nunes, a do lado da Lesle, está com ela. Seja bem-vindo. Temos também o Gerson da Silva. Ah, o Gerson tá do lado de cá. Seja bem-vindo, Gerson. Receba os cumprimentos aí. Quem que tá aí perto dele que viu ele aí? OK. Temos também o o Víctor Santana. Ah, tá aqui. Seja bem-vindo, Víctor. Deus abençoe. Temos também o Vinícius Santana. Tá do lado aí, irmão. [risadas] OK. Temos também o Rafael. A Rafael tá aqui na frente, né, de boné vermelho. Seja bem-vindo, Rafael. Rafael. E temos uma família aqui, a Geovânia Carreiro. Ela tá com o Cauan, com a Lavinia, o Davi e o Samuel. Onde está essa família aqui? Ah, tá todo mundo aqui, né? Sejam todos bem-vindos. Ah, é o marido, esposa, filhos. E temos também o Gustavo, está com a Milene. Onde está o Gustavo e a Milene entre nós? Ah, estão lá atrás. Sejam bem-vindo, Gustavo e Milene. Recebam os cumprimentos aí, irmãos. Para vocês que estão nos visitando, ah, nós preparamos um lanche, tá? E os irmãos da igreja já sabem que eles só comem depois que os visitantes comerem, tá? Então, eles vão aguardar vocês comerem. É servido ali um coquetel ali para recebê-los. E hoje a informação aqui é de que eles servirão uma polenta da dona Naí e também um raguânia, seu Els e a Margarete. E o pessoal ainda avisa que se as mães quiserem uma porção mais um pouco mais morna e não tão quente, é só pedir na cozinha que eles têm. Então nós estamos aqui, ah, aguardaremos os nossos visitantes, né, a comer para depois nós servirmos atrás dele, viu? conto com a singeleza de corações dos irmãos. Alguns avisos aqui para continuarmos. [limpando a garganta] Bom, essa semana temos, né, a semana aqui há uma reunião dos homens. Então, na quinta-feira agora, às 19:30, ah, aqui na igreja, o encontro dos homens da igreja. Então, participe. É uma oportunidade que tem se tornado bastante eficiente. Vários homens têm participado. Se você é homem e quer um grupo para você ah caminhar junto, não é apenas o estudo, é a comunhão, tem conversa, tem várias coisas. Então, venha quinta-feira às 19:30 aqui na igreja, eles se reúnem no salão social. Também já foi avisado bastante pela manhã, nós teremos esse day camp, já será no sábado que vem, né? Sábado que vem, das 8 até às 17 horas. O que que é isso? Isso aqui é uma celebração de todos os pequenos grupos que a igreja tem. São vários, tá? Então, nessa ocasião, eh, eles reúnem toda equipe, reúne quem participa, quem é líder, quem é anfitrião e também quem não é nada e quer conhecer, está convidado. Se você é membro da igreja pode participar, tá certo? O valor aí é simbólico, tá? R$ 30 por indivíduo e R$ 50 por família, tá? R$ 30, eu creio que você não compra nenhum sanduíche no McDonald's por esse preço, não tem mais, né? Já era tempo que você comprava um sanduíche por R$ 30. Então venha mais uma coisa inestimável é a comunhão dos irmãos e a oportunidade de conhecer aqueles que têm se reunido nas casas. Então participe. O Qcode também aparece no grupo de ah de WhatsApp da igreja. Se você está nos visitando e não tem o grupo de WhatsApp ainda, esses avisos eles ficam aparecendo no monitor grande que tem lá no salão social. Então você pode acessar depois, tá bom? E Encontro de casais, já falamos também pela manhã, a oportunidade que você tem então de investir ah em seu casamento, tá? Isso aqui não é um acampamento. Você não vai dormir no chão, no colchão, não. Isso aqui é você, sua esposa, num chalé desse aí, se você correr, né? Porque tem vagas. Então, eh, é um investimento, tá? É investimento, não é barato, tá? Mas quando você olha para o bem que isso trará paraa sua vida, eu eu creio que é algo que vale a pena nós investirmos, tá? E nós entendemos que na situação que nós vivemos hoje no nosso país, não é todo mundo realmente, irmãos, que tem esse valor para mesmo que queiram investir, tá? Mas se esse é o seu caso, procure-nos. Nós temos vários dons na igreja, exceto um, que é o dom de adivinhar. Não tem como a gente adivinhar quem precisa de ajuda. Ah, então se você quer, procure de maneira privada o pastor Guilherme, que tá coordenando isso, Junqueira, né? e faça a conhecer a sua necessidade se você precisa de algum tipo de ajuda. Mas 11 a 13 de setembro, esse é o encontro que nós teremos, fazemos isso anualmente e queremos que você participe, tá? Não estamos aqui dando dinheiro de graça, mas se você realmente precisar de uma ajuda, nós queremos te ajudar, mas para isso a gente precisa saber qual é a sua necessidade. É isso aí por hoje, irmãos. Que Deus nos dê uma boa semana na presença dele, que nos traga aqui na semana que vem. Tenham todos uma boa noite.