🔴AULIVE: CONTRA TODA IDEIA DE ECONOMIA "PURA", ESCOLA AUSTRÍACA OU ESCOLA DE CHICAGO
13/05/2026
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Fonte: Bruno Reikdal
Legendas automáticas:
[música] เฮ [música] >> [música] [música] >> Bom dia. Bom dia. Bom dia. Bom dia. Perdão aí. >> [música] >> Questões técnicas me atrasaram um pouquinho. Tudo bem com vocês? Bom dia. Bom dia. Bom dia. [música] Bom dia para vocês nesse friozinho que está fazendo. Não sei em todos os territórios das pessoas que acompanham esse videozinho aqui, mas aqui tá um frio lascado. Que tristeza. Ah, cadê? Cadê? Cadê? Cadê? Pronto, tudo certo. Tudo bem com vocês? O áudio tá bom? O som tá bom? O som tá bom? Espero e deseja que sim. Bora lá para mais um conteúdo totalmente excelente neste frio. Ai que frio. Ai, pera aí. Botando segunda xícarazinha de café. Tudo bem com vocês? Fala fazer watch. Fazer o quê? Que é ser fazer o what? Tudo bem com você? Espero e desejo que sim. Não sei se você tá passando frio em seu território, mas caso esteja, me solidarizo. Bom dia. Bom dia. Bom dia. Cadê? Bom dia. Bom dia, meu querido Felipe. Felipe, primeira pessoa canonizada e beatificada em vida aqui no nosso canalzinho. Felipe Souza. Acompanha inclusive o trabalho dele, dele com senhor querido Will Carvalho, vou até pegar aqui bonitinho, de futebol e direito para você que é advogado e peladeiro nas horas vagas. Esqueci o nome aqui do projeto, mas é muito massa. Estavam falando esses dias aí de umas paradinhas conceu. Joga direito, joga direito que é um bom nome, inclusive. Joga direito. Acompanhe. É massa. Pergunta meu querido. Fazer watch. Bom dia, Brunovsk. Brnsk, você já teve aula em Chicago? Não, não, ainda não tive essa oportunidade, mas eu tive que sofrer. E você também com uma pessoa que deu aula, né, como professor da escola de Chicago e ficou um tempo também no Chile praticando toda a bagaceira que ele aprendeu por lá. Nosso querido Paulo Guedes, esse aí especialista, é cria daquela desgraça, o que já indica que não é muito legal. Bom dia, querido Alexandre. Tudo bem com você? Espero desejo que sim, meu bom. Bom dia. Bom dia. Hoje começamos mais cedo, né? Mais cedo, por motivos de que daqui a pouco eu tenho uma reunião que se nada der errado e tudo der certo, vai ser muito bacana. Vai ter um projetinho massa nascendo aí. Vamos torcer para que tudo tudo vá bem. Para que tudo vá bem. Ontem já surgiu uma possibilidade interessante. Ontem já surgiu uma possibilidade interessante numa outra parada, quem sabe parece que cresce. Parece que cresce. Eh, pelo menos as oportunidades de trabalho que que venham, não é? Que venham, que venham que venham mais, porque estamos precisando nessa vida. Pera aí, deixa eu ajeitar aqui. Pronto. Caraca. Cadê o trem aqui? Hoje a gente tem um papo bom. Papo bom. A bomba já tá plantada. [risadas] Ai ai. Diz querido Alexandre, assisti sua live anterior ontem, tava ótima. Que bom. Obrigado. Que bom que você gostou do conteúdo, meu bom. E vi tu comentando que odeia frio, compactuo contigo. É, na verdade, ninguém gosta de frio. As pessoas que dizem que gostam de frio, elas não gostam de frio. A verdade, elas falam: "Ah, adoro frio." Por que que você gosta de frio? Ah, eu gosto de frio porque eu gosto de ficar é na frente de uma lareira. Lareira quente, na. Ah, eu gosto de um chocolate quente. O próprio nome já disse. Eu gosto de tomar uma sopinha que é quente, um creminho gostoso, quente. Fundi, crente, quente. Quente, tudo quente. Tudo quente. Gosto de um vinho quente na festa junina porque tá frio, né? Então a gente não gosta de frio. A gente gosta do quente. A gente gosta de ficar quentinho. Ninguém gostasse de frio, ficava correndo pelado aí na geada. Essa piada eu roubei de uma pessoa que eu não gosto muito não. Essa piada não é minha. Ou [risadas] de um humano não muito agradável. Bom dia, Borduna. Como é que você tá, meu querido? Tudo bem? Espero desejo que sim. Que bom que você tá aqui com a gente, assim como o nosso querido Gabriel. Bom dia, querido Gabriel, sempre presente, salvando nós. Bom dia, querido Renan. Renan FJ, tudo bem com você? Espero desejo que sim. Gosta de frio para ser do contra? É, não, ele, a pessoa, ela tá se autoenganando. Ela tá se autoenganando. Ela bom dia, querido Igor. Igor Rua. Bom dia, meu bom. Tudo bem com você? [risadas] Fundi crente. Acho que escapou, né? Perdão, gente. Eu tô exausto. E aí a língua já tá dando trava língua. Ah, aí complica. Fundi crente. É, fundir crente. Não sei qual que seria a diferença do fundir crente pro fundir não crente. Hum. Vou ter que pensar sobre isso em algum momento. Um fundia abençoado. É um fdeus. Não, brincadeira. Querido Rena, bom dia. Bom dia. Bom dia. Bom dia. Fund Deus. O fundido crente. Deixa eu pegar aqui o texto que nós vamos ler hoje. Um texto muito massa. É um texto que já estava prometido para outra live, mas na outra live a gente desvirtuou completamente o tema, né? Dado aí o clamor popular. >> [risadas] >> E a gente desvirtuou completamente a discussão do que não tem nenhum problema. Rendeu conteúdos legaizinhos. Inclusive, se você tá caindo aqui de paraqueda, eh, eu não tenho como, não tenho tido a oportunidade e possibilidade de manter ativo como eu gostaria aqui o canal, né, de maneira mais adequada, uma produção mais constante, uma edição bacana, né? Perdão essa, perdão por isso. Eh, mas a gente tá conseguindo fazer uns cortezinhos legais lá no Instagram e parece que tá legal, né? Não rende, não monetiza, mas divulga conteúdo. Então, se você não tiver fazendo absolutamente nada mais interessante, você pode ir eh, cadê? No nosso Instagram, né, Bruno. Ah, pera aí. É Bruno, não, não é @ Bruno. É, o nome é ruim. É ruim porque eu não pensei em outro um dia quem sabe que é o @brunqueddal. Então no @brunikdal e você pode acompanhar o nosso conteinho lá pelo Instagram que tá com uns cortezinho legal, tá fazendo um barulho bacana. E aí você pode compartilhar com os coleguinhas também, porque às vezes não vão assistir a live, mas vão assistir um cortezinho, um negocinho. Vai que pode ser útil pra pessoa. Às vezes é útil, às vezes não, mas pode ser. Tá bom? Então, dá uma olhadinha lá aí, aproveitando esse momento de propagandas, se você tá chegando aí, não esquece de curtir esse vídeo, comentar para engajar, espalhar a palavra por aí, porque vai que, né, você pode ajudar alguém a ter alguma compreensão diferente de ideias que ele já possui ou qualificar o debate, tensionar um debate, tentando fazer uma parada interessante aí. Então diga o seguinte, curte, comenta, compartilha, considere ser membro, membra, membre, membresia aqui do nosso canalzinho para poder fortalecer, porque é um canalzinho pequeno, como você pode ver, e se sustenta graças à membresia desse canal, que consegue aí com o valor de um expresso numa padaria bacana em São Paulo, auxiliar o nosso trampo. E aí você pode ir por R$ 7,99, o valor atualizado de acordo com ah o indicado pelo YouTube que até então era 4,99, mas o YouTube insistiu muito e eu falei faz sentido porque a gente precisa manter o canalzinho funcionando e aí para novas pessoas que tiverem chegando aqui na membresia, R$ 7,99 você ajuda no nosso trabalho. Então seja muito bem-vindo, bem-vinda, bem-vind. Que que você ganha com isso? Conteúdos exclusivos para você, como cursos que nós temos aqui para quem é membro, membresia do nosso canalzinho, que é Marx e Religião, evangélicos e política no Brasil. como fazer seu projeto de pesquisa, filosofia latino-americana, tudo tem a ver com questões do que eu pude estudar e trabalhar durante a minha trajetória. Meu nome é Bruno Requidal, sou doutor em economia política mundial, mestre em filosofia, graduado em filosofia, formada em teologia e espero contribuir de alguma maneira adequada com vocês aqui, tá bom? Então, estamos aí e a gente tá aqui no na nossa primeira igreja barista do YouTube, que é a nossa igreja barista, é uma lor nossa aí de COD Borduna. Live surpresa essa. Essa aqui mais ou menos. Voltei a fazer de quarta-feira porque deu para fazer. [risadas] Diz querido Alexandre, mas foi super interessante você dizendo sobre aquele intelectual americano, sobre a ideia de a ideia deve ser posta em prática. Sim, é John Dewy. John Dewy me influenciou muito o pragmatismo estadunidense, muito mesmo, especialmente por uma questão metodológica, né, de como você operar no o pensamento e ter critérios para avaliar uma produção teórica. É, eu acho sensacional, sensacional. Gosto muito. Diz: "Querido Thiago: "Bom dia a todos baristas e não baristas da América Latina. Bom dia, querido Thiago. Espero que você esteja bem. Thago, que é membro membro aqui da nossa eh do nosso canalzinho, está lá no grupo do WhatsApp que é exclusivo para membros, membras, membres membresia aqui do nosso canalzinho que eu esqueci de falar porque você vira membro, membro, membro, você também pode entrar no nosso grupo exclusivo do WhatsApp para você, para você e todas as outras pessoas que também são membros, membras, membros e membr do canalzinho aqui, tá bom? E sustenta o nosso trampo também. Você pode sustentar mandando um Pix, vai que tá soando uma merreca por aí, ó, no [email protected]. E aí, vai que tá sobrando a merreca, aí você manda um qualquer coisa e [roncando] a gente fica muito feliz, muito feliz. Diz Felipe, amigo em barismo é um termo maravilhoso. [risadas] Amigo em barismo. Ai, irmão em barismo. Diz querido Gustavo, bom dia. Querido Gustavo, bom dia, botequistas. Botequistas também ouvindo em 2 x até chegar no presente. Vai, vai chegar rapidinho. Chegar rapidinho, tá? Apenas 13 minutos. Só que vai chegar rapidinho, parecendo que o Tico e o Teco estão falando, né? Porque eu falo rápido para caramba. Perdão. Thiago, juntos até a vitória final. Até a vitória final. Quando ela chega, nós não sabemos, mas ela será final. [risadas] Diz querido. Fazer o watch Marquigão. É o nosso curso, nosso cursinho massa aqui que tem para quem é da membresia. É bem bom mesmo. Eu acho que nove aulas, 10 aulas por aí. Tem a primeira igreja barista do WhatsApp no nosso canalzinho. Você vira membro, membro, membro e membresia. Você pode entrar no nosso canalzinho do Zap. Você vira membresia, você manda um e-mail para esse endereço que está aqui indicando o seu nickname aqui do YouTube, porque pode ser que você tenha um nickname nada a ver. Tipo, tipo fazer o watch aqui. Como é que eu vou descobrir que fazer o watch ou fazer o watch? Ele tem que me explicar. E aí você manda o seu zap lá e a gente adiciona você. Tá bom. Diz querido Borduna. Faz orientação particular, saquinho de dinheiro para projetos de pesquisa. Não posso, né, eu não posso. [risadas] Ah, o que eu posso trocar ideia, mas não faço por dinheiro. Não troco ideia mesmo. Mas eu gosto de trocar ideia. O que eu já fiz e que aí sim eu posso fazer é correção, né? Assim, tipo corrigir trabalho, corrigir formatação, corrigir essas coisas como orientação. Mas não, orientação de pesquisa não. Especialmente se for uma pesquisa independente, sim, né? Se for a uma a uma pesquisa independente posso. Se não, se for uma parada na faculdade, na pós e tal, aí eu já não posso. Não posso. Não seria correto de minha parte. Não, não seria correto. Diz querido Felipe, deixem o like na live, eu sempre esqueço disso. Deixem o like. [risadas] Isso, pode crer, Gabriel. Tem o nosso querido Templário também. Nós temos um templário aqui no nosso canalzinho que não é um templário. Ele não é um templário, mas por motivos de a vida tem dessas coisas, o nickname dele é Templário. E aí, como é que eu vou saber quem é o Templário? O cara aparece lá, aparece que Templário membro do canal. Vou achar que o Cogos veio passar para cá. O fake doos e não é um outro moço. Diz querido Thiago. Minha curiosidade é o fazer o watch é quem lá no grupo do zap? Ah, isso aí eu não posso, né? Eu não posso expor. Não posso expor isso aí. Tem que ser de livre, espontânea vontade a revelação pelo pela empresia. [risadas] Acho que agora temos uma missão, né? Vocês vão ter que descobrir quem vai fazer o tem uma missão na nossa comunidade. Descobrir quem é fazer o watch. Eu tenho essa informação privilegiada, tenho, mas eu não vou revelá-la. Diz querido Borduna. Mas é seu trampo, não é justo? É, não. Sim, como trampo, sim. Mas é além de deselegante, vamos dizer assim, né? Também não é correto. Por exemplo, a pessoa tá fazendo um um trabalho de pesquisa numa universidade com professor X ou Y. E aí eu colo lá e chego d no pitaco, né? Eh, não, não é legal. E também tem o lance do trabalho do pesquisador, né? Assim, desenvolver a própria pesquisa, tal. Mas é legal, é legal. Eu ajudar a desenvolver projeto, se for independente, dá para fazer uma consultoria. Já fiz consultoria de pesquisa. Eh, uma dela inclusive já saiu no livro, num livrinho bem conhecido aí que deu um chabu danado. [risadas] Deu chaudo danado. Acho que foi ano passado, retrasado. Ano retrasado. Acho que foi ano retrasado. Saiu um livrinho aí que foi o mais vendido na área de ciências sociais no planeta Terra, né? Sucesso absoluto, bestseller no Brasil, mas meu nome tá lá escondidinho, ninguém nem sabe porque a gente fez um trampinho legal lá. Aí dá para fazer agora o intenção direta não. Exatamente. Fazer o watch é tipo um herói. Não pode revelar a identidade. Não pode. Não pode. Pior é que não sei se vocês sabem disso, mas eu vou aqui agora. Já posso falar a respeito. Já posso falar a respeito. A revista Zelota, da qual eu faço parte, né, do Conselho Editorial e tal, ela tem um ela foi fundada por duas pessoas, né? E se você procurar lá na história da Zelota, que a conta no na tá apresentada lá no site, foram nos primeiros textos, primeiros artigos, você vai ver que era André Caniro, que é o André que já apareceu aqui no canalzinho inclusive, e Batista. E o Elias Batista, ele era um Elias Batista Júnior, né? Elias, ó. É, não é isso mesmo? Elias Batista Júnior. O Elias Batista Júnior é um pseudônimo, é um cara que não podia revelar identidade por questões inclusive de segurança. Então essa pessoa não podia revelar a sua identidade, né? E aí ficou por anos, até pouco tempo atrás sem poder revelar quem era o Batista, nosso querido Elias Batista Júnior. Mas ele foi revelado e vocês também aí é fácil descobrir, mas ele agora já foi revelado quem é o Elias Batista. Mas a gente passou um período lá na Zelota com pseudônimo por questões de segurança. Foi importante a gente ter esse cuidado aí para você ver, né? A vida tem essas coisas. [risadas] Diz Crito Borduna: "Vou ter que entrar nesse grupo." Chega aí, pô. É legal. O grupo é saudável, é um grupo bacana. Fico feliz quando a galera lá do grupinho fala: "Pô, esse grupo aqui é legal que ele não tem treta, ele é saudável, discussões são qualificadas, etc." Quando o pessoal tem muito homem junto nesse grupo, né? que é o público do canal. O público aqui do canal é majoritariamente masculino de 25 a a 45 anos de idade, né? É a nossa faixa. Homens dessa idade, não essa geração aí dos anos 80, 90. E aí é quem acompanha o nosso papo aqui majoritariamente. Majoritariamente, não que seja só, mas majoritariamente sim. Sem sem crise por n fatores, né, de estéticos políticos a outras coisas. E aí, eh, apesar de tudo isso, quando mesmo quando entra em temas esquisitos demais, a coisa fica tranquila, a gente se diverte, gente ri, é bem saudável. Seja bem-vindo. Exatamente, Alexandre. Uma questão ética. Pergunta, querido Thago, que livro? Que livro? Que livro, cara, é um livro que tem um agradecimento ao meu trampinho no começo dele. É um livro, vamos ver se vocês descobrem. É um livro que foi escrito por um sociólogo brasileiro que debate bastante assim, ele ele gosta de tensionar o debate público, polemiza bem. É um livro cujo título fez com que o senor Paulo Galo fizesse um vídeo e uma entrevista no Wall reagindo ao livro sem ter lido o livro. Só pelo título. [risadas] Então, já dei bastante dica. Café com Deus Pais? Não, não, Deus me livre. Exatamente. Diz o nosso querido Felipe, tem curso de projeto de pesquisa aqui na área de membros. E aí você vem, cola com a gente. Pode ser útil. Acho que vai ser legal. Pode ser útil. Bom dia, querida Jéssica. Como é que você tá? Tudo bem com você? Espero desejo que sim. Obrigado por estar aqui com a gente de manhã papeando aqui no nosso papo. O único que puxa a briga é o Felipe com um L e não o Fedipe, né? Felipe com dois L. É Fedipe. Fedip não, exatamente. Mas aí é coisa nossa. Diz querido Gabriel, tem até lá no nosso grupinho, né? Tem até dinismo, receitas e anime. Tem dinisismo. Sou um defensor do dinismo. Tem receitas, receitas culinárias. Gostamos de culinária e anime é bom. Lembrei. É, tá tranquilo. Diz querido Gustavo. É o livro do pobre de direita. Exatamente este. Exatamente esse. Exatamente esse. [risadas] Exatamente, Gabriel. Direita é maravilha. Ah, pronto. Alexander colocando aqui adequadamente. Eu já errei várias vezes, né? Não é a primeira vez que eu falo Alexandre vez de Alexander. É, tá terrível meu nome. Você já me corrigiu? É a, deve ser a segunda vez ou terceira que você me corrige. Perdão, Alexandre. Ainda bem que você é paciente com a minha lerdeza e vagarza em adequar o nome, né? Fazer que nem a gente fazia com recreação infantil. Tem uma brincadeira, né? uma estratégia que você faz que é um é um lev, não é bullying porque é só uma brincadeira, mas você escolhe uma criança que é mais desenvolta, que tá mais à vontade ali na turma, né, um adolescente, uma pessoa que tiver ali e você dá um outro nome para essa pessoa. É uma brincadeira. A criança fica, todo mundo ri, a criança também. Aí depois você volta pro nome adequado, mas é só aquele momento de de distração e de entretenimento, né? Ah, deixa lá. Uma criança chamada Fernando, você chama ele de Rogério. Ô Rogério, vem cá. Ou Álvaro, né? Álvaro, vem cá. O meu nome não é Álvaro, tá? Perdão, Álvaro. Pronto, todo mundo ri. Pá, bobagenzinhas interessantes de fazer. Mas bora lá, bora lá que hoje o tema é economias. Economias, economias. Tem muita economia pra gente falar. Mas antes de eu falar economia, enquanto eu tô abrindo o texto, ele tá fechado, cara, essa semana passada, não sei se vocês viram, preciso fazer esse comentário, teve uma pastora, uma pastora, eh, deixa eu botar aqui, pá, uma pastora que tava num congresso crente bem famoso, que é os Gideões. O congresso dos Gideões. Meu, meu avô foi dos Gideões. Eu tenho um grande amigo chamado Natal, na verdade o nome dele não é Natal, é Valdemar, mas a gente chama ele carinhosamente de Natal, que também é dos Gideões. tava lá no encontro do dos gideões, essa pastora, teve a oportunidade de falar e ela falou uma parada, pegou o microfone lá, tendo a oportunidade e falou: "Ó, seguinte, mulher, mulheres desse paraíso, não aceitem qualquer tipo de agressão, qualquer tipo de postura canalha com vocês, não sei o que, não sei o que, não sei o quê." Denunciem. Não é, não aceita pastor que diz que não é para denunciar. aconteceu qualquer coisa, denuncia e foi para cima. Cara, excelente. É um congresso, como por ser evangélico, tradicional, eh, etc., é claramente, notoriamente conservadora. E ela é uma pastora conservadora, mas dentro desse ambiente, colocando essa crítica fundamental e necessária, né, o apontamento, o clamor, o chamamento para que as pessoas, as mulheres, ficassem contra eh qualquer tipo de de violência, agressão, qualquer coisa em casa. Não, denuncia. Denuncia, meu amigo. Tem que denunciar. Denunciar. Denunciar. Não, não pare, minha amiga. E fizeram essa parada. E aí, cara, a loucura, né? O mundo é uma loucura. Ela saindo dali, desse ambiente imediatamente, óbvio, ela foi chamada de esquerdista, de tá sendo feminista, de perigo para comunismo, de tá sendo contra a Bíblia. Porque? Porque nesse ambiente conservador evangélico é normal você dizer pra pessoa que não é para denunciar é joelho no chão porque Deus vai transformar a pessoa e essa coisa foi foi excelente. O que ela fez foi maravilhoso, fundamental num ambiente em que não se falaria isso. E ela botou o negócio para torar e foi excelente. Foi excelente. Assim foi pô que da hora, que da hora. Mas não precisou de um dia, um dia viralizou, né? foi para furou a bolha de direita conservadora, veio pra bolha de esquerda, a galera falando: "É isso mesmo" e tal e as mulheres elogiando e estamos junto pió pó pó. Mas não precisou de um dia de um dia para pastor Zada influencer de esquerda, né? Porque assim tem um um nicho muito específico que é o pastor influencer. Pastor influencer de esquerda é um nicho bem específico. E o pastor influencer de esquerda, ele normalmente fala não com crentes, ele normalmente fala com um nicho, uma bolha bem pequenininha de esquerda também. Porque dentro do movimento evangélico, como nós temos um curso aqui evangélicos e política no Brasil e explicamos como isso acontece aqui no canalzinho, só 30% mais ou menos tende a votar na esquerda. 30%, né? Mas é 1/3 finalzinho quase 1/3, né? É menos de 1/3 até tende a ser mais de esquerda e a majoritariamente a galera vota à direita, especialmente no partir dos anos do ano de 2010, isso fica bem evidente e realmente tem efeito político prático. Beleza? Isso a gente discute tudo tudo no nosso curso, Evangélicos e Política Brasil, tá aqui no canalzinho, você vira membro, membro a membro e a gente discute isso com mais cuidado. E tem textos lá nas elotas sobre isso também, explicando, apresentando avaliação de eleição, inclusive tenho que escrever o desse ano, as prévias das eleições e depois a o pós-eleição que vai acontecer. Dito isso, eh, esse nicho de esquerda, pastores de esquerda, progressista, que não falam com crentes, falam com esse majoritariamente com gente que tá fora da igreja, que saiu da igreja, que não é crente, etc, etc, etc. Mas como tem o título de pastor e tá falando uma parada minimamente razoável, né, que aparentemente respeita as convenções de Genebra, o a galera apoia e quer dar voz e ganha palco e ganha influência e é uma galera que não trabalha necessariamente como pastor. E aqui eu tô falando uma denúncia religiosa mesmo. Normalmente trabalha como influencer de carreira solo, né? Não é organizado em partido, não é organizado em coletivo, fazendo carreira solo, como normalmente os evangélicos, lideranças, pastores evangélicos fazem. E não precisou de um dia e pouco para esses caras aparecerem produzindo conteúdo para dizer que aquela senhora pastora, que tá clamando as mulheres para que elas denunciem qualquer tipo de violência, vá na delegacia, denuncia, bota esse cara. Não é, não vai ser só uma vez, não é, não tem essa de me perdoa joelho no chão, não, meu amigo, tem que denunciar, né? Ao invés de fazer vada no ao invés deles falarem, pô, essa mulher tá certa, estamos junto. Pi pi pi pó. Os caras me inventa de que cavalo de Troia. Ó, ela tá querendo enganar vocês de esquerda aí, hein? Vocês estão divulgando, mas isso aí é uma estratégia da direita. A direita ela tem um, a direita joga um xadrez 4D, ela antecipa as coisas incrivelmente. A estratégia da direita para ganhar o voto feminino, mas já tem já, já no dedo ambiente crente já tem, mas tudo bem. Eles têm essa ideia, né? conspiracionista para caraca. Eles soltaram essa para desmerecer a fala da mulher e para dizer: "Ó, não dá palco para esse tipo de gente não. Não dá palco para esse tipo de coisa, não. Vocês estão fazendo essa mulher ficar famosa. Ela já é famosa. Ela tá pregando nos gideões. Mas tudo bem. E aí, ao invés de entender, cara, isso é uma necessidade material de vida, de pessoas realmente existentes e num ambiente em que essa fala normalmente é sufocada e os caras, ela tá falando, os caras vão lá e faz o quê? desmerece a mulher, desmerece o conteúdo, diz que tem que não pode dar palco. E aí você começa a pensar, por que que eles estão falando isso? Por causa da eleição. Quer dizer, eles não estão nem aí. Isso é a vida das mulheres. A questão deles é a eleição, aparentemente. Mas não é eleição. Lógico que não. Nem sinalização de virtude. Vou aqui dizer, essa galera o que tá fazendo é não divulga ela, divulga eu. Vocês deviam estar divulgando o meu conteúdo. É isso. É isso que eles estão fazendo. Divulgo o meu conteúdo, entendeu? É isso. Divulgo o meu, é o meu conteúdo que vocês tinham, eu que tava que tendo que ter palco, não, ela. É isso que eles estão fazendo. E aí eu vou dar até dar nome para dois em específico que me deixaram muito irados, o Felipe Gibran e o autodenominado pastor Berlofa. Os caras tem uma rede grande de alcance, tem uma certa influência digital, ficam caçando o lugar para ficar aparecendo e meteram essa. Desmerece o negócio da mulher. Falei uma estratégia da direita. E aí, cara, muitas dessas comunidades, dessas igrejas progressísticas, e falo isso com expência de causa, são o verdadeiro cavalo de Troia, né? Porque aí elas efetivamente que funcionam da seguinte maneira, dizem que são libertárias, que são libertadoras, que são incríveis. Barroca rococó, vem aqui, vivem em paz e são tão dominadoras quanto, tão opressoras quanto, tão em torno do umbigo do líder quanto tão tão quanto tão quanto. E aí eu me preocupo com os caras que se preocupa com alguém que tá dizendo que tem que denunciar assédio, sabe? Me preocupa mesmo. Pô, gente, é uma mulher crente conservadora, no ambiente crente falando que tem que denunciar. E é um homem sis, hétero, progressístico, fica contra. Me preocupa. A gente tem que ter mais bom senso. Que o lugar que a gente tá, que tipo de discurso a gente tá querendo fazer, pô. E aí a Helena Raquel, ela fez um a a BBC entrevistou ela, né, essa pastora Elena Raquel. E aí ela falou assim, cara, entrevista é maravilhosa, inclusive. E ela falou assim, isso, isso que a Jéssica tá comentando aqui. Nossa, apareceu na hora certa para mim. A Helena Raquel, ela fez um vídeo agradecendo a a Michele Bolsonaro, porque a já tive um contato, tal, e ela mandou uma mensagem para mim parabenizando minha postura. E a Janja e ela falou e para mim que a Janja mandou um uma mensagem para mim parabenizando, eu fiquei tão feliz que para mim foi incrível porque a gente tá chegando e isso tem que ser espalhado. Ela tem um alcance importante para espalhar essa mensagem. Qual a mensagem de que tem que denunciar a violência, desgraça. Aí ela fala assim: "É que eu não sou política, eu não sou ativista, tal". E na verdade, quando a Helena Raquel dá essa entrevista, ela tá sendo extremamente política, fazendo a política que esses caras devia estar fazendo. É a política do bom senso, de entender que o que importa pra gente é defender a vida das pessoas. E que aí quando você fala, olha, essa pessoa concordou e aquela ali também, excelente, porque isso tá acima de qualquer pauta. E é isso, tá acima da questão eleitoral. E aí eu lembro, cara, num dos comentários, uma mina falou uma parada muito massa, esqueci quem foi, mas ela falou assim, porque foi um comentário no Instagram assim, né? Uma pessoa usuária do Instagram comentou num desses post aí desses caras falando assim: "Pô, isso mostra como não foi num num vídeo que a querida Pâela, a Pâila Campos produziu um vídeo muito legal, inclusive sigam ela lá no Instagram. E aí no foi no vídeo dela que uma pessoa, uma pessoa comentou assim: "Pô, isso mostra que para esses caras aí a questão é a pauta, ela é menos pela pauta, né? Ela menos pela defesa das pessoas e mais por uma questão política, mais por uma questão eleitoral, né? Então estão usando a gente de novo porque o cara reproduz daí essa postura, né? Reproduz mais uma vez. Ai não dá, cara, não dá, não dá. Eu eu fiquei bem fulo da vida, velho. Nossa, é muito burrice e babaquice e etc. Mas era isso. Precisava aqui dar esse, né? E diz aqui, Gabriel, ainda tá tendo a treta da galera do gateekeping. Gateeping é controladores de acesso. Controladores de acesso de onde? [risadas] Tanto galera da direita quanto à esquerda querendo cancelar ela. Exato. Perfeito. Perfeito. Isso sim. Os canceladores de acesso, então, né? Desquito do Gustavo, o apelido do Natal, porque ele só descobriu que não era pai quando a criança nasceu? [risadas] Não, cara, o apelido do Natal eu acho que é porque ele é de Natal, só isso eu acho. E se for também não sei, mas é um um senhor que eu conhecia depois que eu descobri que o nome dele não era Natal, eu fiquei assustado. Falei: "Como assim?" E assim como o dia que eu descobri que ele não era meu tio, também fiquei preocupado. Sem formei ele de tio e depois eu descobri, mas ele é irmão de quem? Aí eu percebi que ele não era da minha família. Exato. Atitude excelente da querida Raquel. É maior do que eu esperava. Com certeza. Com certeza. Diz que doido Alexander. Que isso? Os pastores de esquerda. Que maluquí. Exato. Ah, mas aí, meu amigo, é a autopromoção. É um negócio muito forte, né? O BRI mexeu aqui, ó. Hum. Aí não aguenta. Discrito Gustavo P. Cavalo de troia de direita. Pi pi pi pi pi pó. Realidade. Silas. Malafaia só não chamou de bonita. Exato. Malafai apareceu para descascar na senhora. Ah, mas é um grande plano da direita. Ah, esses caras valorizam muito a direita. A direita Biruleib dão muita, mas é para criar a conspiração e dizer que eles são os heróis. É isso. Descrita. Jéssica, a pastora fez novo vídeo agradecendo a Janja. É isso. Eu já tinha passado para acho que foi no João. Foi na BBC. Foi uma entrevista na PBC. Qual o nome da pastora? Helena Raquel. Pastora Helena Raquel diz querida Jéssica. E já está aparecendo vídeos de pessoas dizendo que estão saindo de relacionamentos abusivos com mulheres. E vai aparecer agora, meu amigo, agora que o negócio ainda cresceu e vai ganhar proporções, aí o bagulho fica diferente, vai ficar louco. Mas é importante a gente colocar isso aí, né? >> [risadas] >> Mando IP, bro. Negócio do IP é loucura, né? Diz, querido Gabriel, gateekeping é a galera da esquerda de verdade. Ah, ou direita de verdade, tá? Os controladores de acesso da esquerda e da direita. A gente chamava na na igreja de porteiro do céu, né? Que é quem decide quem é salvo e quem não é. Os porteiros do céu, que é o porteiro de direita, porteiro de esquerda, quem querem ser o líder ou monopolizar uma pauta. Perfeito, perfeito. É o os controladores de acesso que não pode mais falar porteiro. Portaria é o controlador de acesso. Mas é isso. Precisava precisava desse desabafo. Obrigado aí por emprestarem vossos ouvidos. Vossos ouvidos. E quem não faz ideia do que tá acontecendo, tudo bem, não tem problema. Ninguém precisa saber o que tá acontecendo. Ã, mas eh eu fiquei muito irritado, cara. Falei, mano, que que coisa horrível, que postura babaca, que postura babaca. Mas vamos lá. Hoje o nosso papo não é sobre isso. Hoje o nosso papo é sobre economia política. O que é economia política? E acho que vocês vão curtir, viu? Contudo, massa. A gente ficou de fazer esse papo outro em outro momento e demoramos para fazer. Agora a gente vai fazer. E o texto que a gente vai ler, né? Vai ter react de texto aqui ao vivo. Salve Kevin, meu querido. Bom dia, querido Kevin. Tudo bem com você? Espero desejo que sim. Seja muito bem-vindo a mais um papo com a gente aqui pela manhã. Cara, vocês vão gostar muito desse texto, sem sacanagem. Um texto muito bom, então fica aí um conteúdo bala assim. Diz querido Gustavo. Gustavo P falando em IP, a senhorita Bira, um beijo pra senorita Bira, postou um TikTok, um ticteco, um TikTok muito bom sobre o tema. única uspiana que respeita. [risadas] A gente tem mais usanos que a gente respeita. A gente tem, a gente tem. [risadas] Ai Jesus. Assim, não que, né, eles também, eles estão ajudando a gente cada vez mais a ficar com raiva, mas a gente respeita mais do que um. Eles não estão se ajudando, mas a gente respeita. Deixa eu ajeitar um negócio aqui. Pera aí. Pronto. Achei que assim a imagem fica melhor. Ixe, desligou minha outra luz lá. Gente, vocês vão curtir o papo de hoje, inclusive, eh, eu não vou conseguir fazer os cortes, obviamente, mas e depois para quem se interessa e sabe que tem amigos, coleguinhas que se interessam por esse tipo de papo. Vai ser massa, marca minutagem, manda pro camarada, fala: "Meu irmão, assiste aqui, ó, a partir dessa parte aqui vai est bala, porque vai valer a pena." especialmente nesse mundo de internet em que tem esses papo maluco de escola austríaca, como se fosse sério, eh, reprodução de ideia neoliberal de escola de Chicago e essa bobagem toda, gente, isso aqui vai ser um papo assim demolidor, demolidor e muito interessante, porque a gente tem que ter um um uma noção de uma de E que não se trata apenas de uma questão de narrativas, se trata de uma questão de critérios científicos, de ciência, de compreensão de mundo, de análise da realidade, de observação dos objetos que estão à nossa volta e também da vida, da estrutura da economia política. Por que que isso é importante comentar? Porque, por exemplo, alguém vai pegar e vai falar que, ah, olha, você teve melhor ou pior na economia da Argentina é uma questão de narrativas, como você conta a história? Não, não é uma questão de critério, critérios objetivos, científicos compartilhados. A questão de ciência, como a gente maneja um campo científico, uma instrumentos dentro de uma de um campo científico. É isso. A gente precisa delimitar bem do que que a gente está falando. E eu acho que o texto de hoje vai ajudar e vai ser massa, vai ser bem interessante e acho que vocês vão gostar, porque a gente vai falar de duas ciências. A ciência chamada Economic, né? a economics, a que a gente poderia chamar de ciência científica. economics, que surge no final do século XIX e se desenvolve durante o século XX, se tornando o chamado mainstream, a ortodoxia, o conteúdo hegemonizado nas universidades deste planeta, salvo raras exceções, raríssimas exceções, que consistentemente casam com países que tiveram revolução. e o não é nem a heterodoxia e a economia política como uma outra abordagem dentro dos problemas econômicos. Então a gente vai estar falando sobre duas ciências com objetivos diferentes, com estruturas diferentes e que conflitam. Só que como a gente chama de economia em abstrato e em geral, a gente não sabe em qual dos campos a gente tá trabalhando, se é na chamada economics, né? ciência econômica que surge no, especialmente no mundo britânico ou se é na economia política que essa economics pretende superar. Tem um texto do professor Avelans Nunes, que é Introdução e Economia Política, muito bom, tá? É, ele é um cara que acho que era do direito, é um professor muito tradicional da área do direito, mas que foi para esse campo da economia, da economia política. Ele tem uma introdução incrível de economia política, muito didática e muito completa, em que ele apresenta a argumentação de maneira bastante eh sintética, mas bem desenvolvida. E surge essa ideia de economics. É bastante conhecida para quem estuda o tema, eh mas importante dar uma referência caso você queira conhecer. Pode acabar caindo caminhão de PDF por aí em algum lugar do planeta. Fica a dica. E o e o Aelan Nunes, ele comenta assim: "Ó, surg essa tal economics, né, para ser uma ciência que seja equiparável nos critérios da mathematics ou da physics, como essas áreas exatas que se desenvolveram do século XIX e durante os do século XVI e século XIX se estabelecem como as chamadas exatas, que depois vão chamar de ciências exatas, né? economics, mathematics, né, que você consegue quantificar, você consegue calcular, você tem critérios bastante gerais, abstratos e objetivos que facilitam ali uma estrutura de contabilidade. E aí ao estabelecer uma economics, que por exemplo o Javons, né, Leon Jevons vai dizer Leon Jevons não é Jevons, esqueci, é Leon Valhas e o vou chamar de Jevons porque esqueci o primeiro nome. E o Jon chega até a dizer no texto dele sobre essa questão de estruturação da economia e ele fala assim: "Aquilo que for calculável é o objeto do minha ciência econômica. O que não for, eu descarto. Eu tem que caber na planilha. coube na no cálculo, eu considero econômico. No coube, eu descarto. Basicamente é isso. Tem uma citação bem curiosa dele sobre isso. E aí ele e isso explicita muito bem esse tipo de proposta de ciência econômica que tá surgindo, que se opõe a chamada economia política, que vai ser considerada progressivamente como algo ideológico. Por quê? Porque não dá para botar na planilha. você vai considerar elementos que escapam do mero cálculo ou da estrutura de de cálculo, o que não significa que negam o cálculo, mas que escapam, porque você vai considerar outras variáveis e vai trabalhar num âmbito menos exato, vamos dizer assim, dentro da planilha, né? Beleza? essa ciência econômica que vai surgir vai então abstrair constantemente e na verdade ela reproduz dentro do pensamento dela a própria transformação de toda e qualquer relação objeto em mercadoria. Ela faz isso, é você assumir que todo e qualquer objeto, todo e qualquer relação pode se tornar uma mercadoria. Então você vai poder calcular e aí você calculando para obter o máximo de ganho, né, em cima desse de cada um desses objetos. você fala: "Tô conseguindo planilhar aquilo que não der para calcular vai ser uma externalidade que eu não vou colocar aqui por enquanto, mas o mas já tá adequado a um objetivo de expansão constante do mercado para toda a vida humana, né? Uma totalização de mercado que só vai acontecer algum tempo depois com o chamado projeto neoliberal, neoliberalismo, que é o quê? Uma tendência à totalização de todas as relações sobre dinâmicas de mercado. É você tender a transformar tudo em mercadoria. Tem gente que fala que o neoliberalismo é contra o Estado. Eu acho isso um equívoco assim bizarro. Algo que uma vez eu trouxe numa aula que a gente tava tendo eh no doutorado e eu falei: "Gente, mas eu acho que a gente tá pouco errado, não é mercado ou estado dentro do neoliberalismo, é tudo tem que estar adequado às relações de mercadoria, as relações de mercado, né? As relações de troca de de compra e venda. Qualquer coisa que aparecer na realidade, que colocar algum freio a essa totalização, essa tendência de totalização, ela vai ser considerada perniciosa. Não precisa ser o estado. Então, se você tem uma organização eh popular, uma organização familiar ou qualquer coisa que esteja no meio do caminho que esteja impedindo a expansão do mercado de relações de totalização de mercado, essa coisa vai ser, do ponto de vista do neoliberalismo um impecílio que tem que ser superado. não precisa ser do estado. A prova disso e que eu acho um exemplo muito exemplar é, por exemplo, a guerra da água na Bolívia no começo do século XX. Começo do século XX. O estado boliviano, gerido inclusive por um gringo, faz um pacto com uma empresa gringa para poder transformar a água em propriedade privada a ser mercantilizada. estado atuando junto da empresa para transformar um um determinado bem, um determinado recurso em mercadoria. Quem se opõe a essa organização são comunidades indígenas e organizações de trabalhadores que tem o famoso lema La água es nuestra carro. >> [risadas] >> A água eh a água é nossa, [ __ ] Laa é nossa [ __ ] E aí o o E aí quando eles metem essa essa placa e vai para cima dos caras e enfrenta polícia, enfrenta exército, enfrenta todo mundo para fazer a água não vai não sei o que lá. Não é o estado se colocando contra o mercado, é uma organização civil, se a gente quiser chamar. Mas aqueles que são de comunidades tradicionais indígenas, não necessariamente são civis do ponto de vista formal, né? São pessoas que vivem do seu modo tradicional e que tão inclusive em tensão constante com a estrutura civil burguesa do estado, mas são organizações que se colocam contra o mercado, contra essa expansão de mercado. E aí elas são consideradas um problema. Então, a luta não é mercado ou estado? Do ponto de vista neoliberal, que tem sua raiz na estrutura neoclássica, que tem essa parada de você contabilizar tudo e já reproduzir no seu próprio cálculo a transformação de qualquer bem em mercadoria, essa estrutura, ela não opõe estado e mercado, ela só tende a expandir o mercado ao máximo possível contra todo e qualquer empecílio. É esse o ponto e isso é importante da gente considerar. E isso tem a ver com uma compreensão de mundo, mas não uma compreensão narrativa cosmogônica, senão de ciência, de análise da realidade social. Beleza? Acho que é um papo massa da gente poder trocar ideia. Descrito Renan, escola austríaca é ficção científica da ruim. É fricção científica da ruim. Exatamente. [risadas] A ficção científica da ruim. Eu tenho dúvida da parte científica. E tipo, vamos chamar só de ficção. [risadas] Diz Alexander. A grande mão invisível do mercado é muito estran a grande mão invisível invisível do mercado, ela é muito perceptível. Não sei se vocês sabem disso. Você sente, você percebe a mão invisível do mercado. Cada vez que ela senta um tapa na sua cara, né? Ela humilha você, ela bate em você, ela te joga no chão, você fala: "É a mão invisível do mercado atuando." Diz querido Felipe. Tentaram privatizar até a água da chuva lá na Bolívia. >> [risadas] >> É para você ver, né? Vamos querer privatizar a instituição CCI cobra coral aqui no Brasil já é privatizada essa instituição. Cque cobra coral. Ele presta consultorias sobre chuvas. [risadas] Dicas de passagem. Ai ai. Mas deixa eu botar aqui. Mas é um papo legal, cara. Eu gosto desse papo. Esse papo aqui ele mexe comigo. Faz tempo que eu não retomo ele. Vou trazer ele aqui pra gente papear um pouco. Voltou o nosso velhinho Franz. Querido Franz. Esse é um texto do Franço que a gente vai ler. Diz querido Borduna. Privatizar o ar ou oferecer respiradores premium é um passo. É, estamos quase lá. Em breve, em breve eles vão tentar fazer isso. O ar é nosso, [ __ ] A gente precisa começar a fazer isso também. Ó, esse texto aqui, ó, uma coleção economia teologia, né? economia teologia, que eles só botaram teologia, porque no caso o artigo do o trabalho do France é nesse eixo, mas é porque quem publicou também discute questão religiosa, que é o famoso e amado Departamento Ecumênico de Investigações que fundou na história da América Latina o eixo Economia Teologia como eixo de pesquisa e que me influencia bastante consideravelmente. Mas vamos lá. Esse é um texto publicado no Ano da Graça. Eh, publicado não é uma palestra ministrada que se transformou em texto. O livro é publicado nos anos 90, né? Tá aqui, ó, 1990. Mas a palestra que a gente vai ler, que é essa primeira aqui, eh, capítulo um, problemas atuais da economia política. O atuais aqui é do ano da graça de 1980. E aí você vai pensar: "Ah, então deve tá datado?" Não, não tá. E vai ser legal de ver, tá? Então vamos lá, vamos lá para esse texto que é um uma palestra datada nos anos 80 no programa de pós-graduação em economia. Agora eu esqueci de qual universidade. Acho que é da Universidade Centro-Americana. Deixa eu ver no Isso aí no na promoção do pós-graduação C da Centroamericana de Economia e Planejamento do Desenvolvimento na Universidade Nacional Autônoma de Honduras. Tegu cigar. Então, palestra ministrada em Honduras nos anos 80. E a gente vai ler aí você fala: "Caraca, jamais teria acesso, né, a um conteúdo como esse se não fosse o canalzinho como o nosso." Porque eu acho bem difícil que vocês tivessem acesso a uma palestra dada em Honduras no ano de 1980 para discutir temas atuais da economia política. Mas vamos lá. É massa, massa, massa. Aqui é coisa, coisa quase exclusiva. Não é exclusiva porque tá aberto na internet. Vocês podem achar esse texto e baixar ele gratuitamente, não tem problema não, porque o autor já liberou para nós, então pode utilizar. Mas é massa, é massa, é massa, vale a pena. Vamos lá. Problemas atuais da economia política, né? Ã, diz querido Gabriel. Coisa fina, senhores. Coisa fina. Aqui é coisa, esse aqui é fino mesmo, sem sacanagem. É coisa assim, mano. É bom, viu? É bom, mas bora lá. Eita, perdi aqui. E Xi, foi coisa fina. Coisa fina. Ao falar dos problemas atuais da economia política, temos que saber do que entendemos por economia política. Já é bom aí a gente começar um primeiro passo. Vou até interromper rapidamente aqui a nossa compartilhamento. Normalmente, e é muito possível que você, caso tenha tido contato na universidade de um e outro âmbito, ao discutir economia política, o pessoal faz o quê? É uma bobagem assim muito grande, né? Eles pensam: "O que é economia? O que é política?" Junto os dois. >> [risadas] >> Cara, eu não sei de onde surgiu isso, mas eu já li vários textos, já tive várias aulas em que os caras faziam isso, falava economia, política e tenta juntar os dois, que é uma burrice, assim, é uma bobagem pensar assim e assim é uma bobagem ingênua, muito ingênua. Então, e e ela é intuitiva, mas ela é ingênua, porque o objetivo fundamental de economia política é uma ciência, é uma ciência surgida no século eh XVI, desenvolvida durante o século XIX efetivamente, de maneira planejada e pensada, e chama de economia política porque pensa nas condições de reprodução da de reprodução de numa sociedade como um todo, considerando todas as suas instituições. A ideia de pensar economia e política como âmbitos separados é só a partir do final do século XIX, com surgimento da teoria neoclássica que vai darnos na ideia de uma economics, que como diz um autor chamado Emanuel Wallerstein, que eu gosto bastante dele, Manuel Wallerstein, deixa eu botar o nome dele na tela. Põe na tela. O Emanuel, o Emanuel Wallerstein, né? O Emanuel Wallerstein, como ele ele diz em um texto muito interessante sobre o surgimento das ciências sociais na modernidade, né, ciências modernas, ele fala, ó, no final do século XIX começa a se estruturar de maneira mais organizada o que a gente chama de ciências sociais. E ela acaba reproduzindo o quê? Cada ciência a partir de seu objeto. Então, a ciência política vai se debruçar sobre o objeto estado, uma instituição central da vida moderna. A ciência econômica vai se centrar sobre o objeto mercado, né? É uma instituição central dessa vida moderna, dessa sociedade moderna. E a e a sociologia vai cuidar do resto, do que sobrar, de das instituições em geral. [risadas] Sobrou, bota na sociologia. Depois o pessoal ainda vai criar a antropologia como aquilo que não tá nem na sociedade civil, sociedade burguesa moderna, né? aquilo que é externo. Aí vai surgir estudos antropológicos, como essa coisa meio de raridade, né? Essa coisa aqui meio meio meio exótica e tal. Então, mas a princípio são essas três, né, que fundam as chamadas ciências modernas das ciências sociais. o estado, a ciência política com tendo objeto a instituição estado, a ciência econômica tendo objeto o mercado e a sociologia que pega o resto. Então, quando ele faz essa estruturação tripar Tite bem interessante para poder fazer uma crítica, ela já é pensada depois da do abandono da economia política como uma análise dessa sociedade como um todo e não fragmentada. O que acontece é que depois que se estrutura isso, uma galera não conhece essa história ou não trabalha ela com cuidado e vai falar sobre economia política e trata economia de um lado, política de outro e tenta juntar as duas coisas e aí erra e erra Rud. E é isso que a gente vai tentar cuidar aqui, tá bom? Descrito Felipe, Wallerstein, o brabo, um dos brabíssimos. Cara, eu adoro os textos do Werstein. Sério mesmo. A teoria, ele é um dos pais, né, da chamada teoria do sistema mundo. Isso é revolucionário. Mexe com o meu coraçãozinho. Mas vamos lá. Então, vamos lá. Coisa fina. Coisa fina, como nós, como disse nosso querido Gabriel, coisa fina. Então, ao falar dos problemas atuais da economia política, temos que saber o que entendemos por economia política, que já não é o que eu comentei agora sobre essa separação entre entre ciência que estuda o objeto mercado e ciência que estuda o objeto estado, né? [risadas] Não é isso. Na realidade, o significado literal da da própria expressão nos nos ajuda muito pouco para esse propósito, que é o que eu falei, né? O literal é essa ideia de economia de um lado, política do outro, se junta as coisas, não me ajuda em nada. Sabemos que o econômico está intimamente relacionado com o político. Cada problema econômico tem sua dimensão política e cada problema político tem sua dimensão econômica. Programas econômicos determinados exigem soluções políticas enquanto eh com respeito ao poder econômico e o político determinados, óbvio. Então, assim, você não tem como desmembrar as coisas para depois juntar. Faz nem sentido. É Frankenstein o negócio. Se você faz isso, né? Ainda que a relação não seja mecânica e ainda que possa haver exceções explicáveis, sabemos que uma política ultraliberal, como a que insinua a escola de Chicago, e é interessante ele falar da escola de Chicago aqui, por quê? Porque é o que tá em voga, né? A escola de Chicago tinha acabado de implementar no Chile pós golpe do Pinochet o seu projeto, laboratório neoliberal. E o Rink Lammertz, que é esse autor, ele estava no Chile, ele teve que fugir do Chile pós golpe, porque ele foi ameaçado de ser exterminado, né, de ser executado, de ser eliminado. Então ele tem que fugir. Ele tava vivendo, ele viu a o a a implementação dessa bagaça. E pior, o France era professor da Pontifícia Universidade Católica do Chile, que era sede no âmbito da da economia, né, na na no curso de economia era sede dos filhotes da escola de Chicago que estavam no Chile já. Paulo Guedes estava lá, né, chega por lá. O o Franz ele dava aula no no curso de sociologia, apesar de ser economista. Ele era professor do curso de sociologia. E ele diz, inclusive num texto interessantíssimo, que tinha uma rivalidade entre esses dois programas, né? O programa de sociologia e o programa de economia tinha uma rivalidade intensa, porque um era muito mais, vamos dizer assim, engajado com organizações populares e tudo mais, e o outro já era a o ovo da serpente do neoliberalismo, né? Então, como ensinou a escola de Chicago, né? Uma projeto ultra, uma política ultraliberal, como a que ensinou a escola de Chicago, tem que ser acompanhada de um estado de segurança nacional. né? Você tem que ter um estado forte, forte por neoliberalismo. Para quê? Para evitar ou para sustentar a imposição da privatização, a imposição das medidas eh de austeridade, a imposição do sofrimento popular, porque a galera vai ficar brava, mano. Então, você vai precisar de um estado de segurança nacional. como que surgiu na América do Sul, que ele tá falando especialmente na experiência do Chile, eh, e que um estado liberal não é possível sustentá-lo senão sobre a base de uma política de reformas sociais muitas vezes muito radicais, que é óbvio que é você fazer a política de austeridade ao máximo, né? Cortar tudo que é atender a necessidade popular no e e que converte coisas em bens e não em mercadorias, né? Em bens sociais e não em mercadorias. Do mesmo modo, sabemos que uma economia socialista vem acompanhada por um sistema político de índole própria, que se expressa geralmente em uma determinada burocratização do exercício do poder político e pela predominância de um partido único em toda a estrutura de poder. Ou seja, ah, eu quero planificar, vamos fazer a planificação. A gente já entendeu que planificação exige uma estrutura burocrática muito grande para poder realizar e um partido único. o ultra liberal, eu preciso de um estado de segurança nacional que vai sentar o reio. Então são coisas que fazem parte do processo. Se você determina um programa econômico de transformações da realidade social, imediatamente você tem que pensar como organizar a vida no sentido de valores, de estruturas, de execução de poder, de projetos comungados com entre as pessoas e com as pessoas para poder realizar o projeto. Não dá para ser em abstrato, né? Tipo assim, com todo respeito, mas deixa eu rapidamente aqui eh botar só eu aqui. Não dá para fazer como os nossos queridos amigos youtubers de esquerda, com todo respeito a eles, de chegar dizendo, falar: "É só fazer tal coisa". Então, para essa tal coisa, você precisa de uma estrutura burocrática, de poder, de força popular, de organização política, de maioria em Congresso. Tem que ter os meios para isso. Não dá para você fazer porque deu vontade, porque você acha que é legal. Você precisa de meios, né? Eu quero fazer um programa X, político, político, não sei que lá. Então, show de bola. Quais são os meios que você tem disponíveis? Tem uma estrutura de partido único? Não. Você tem uma burguesia sufocada? Não. Você tem um um congresso que tá a tua maioria? Não. Então, não dá para fazer. A maioria do congresso tá com você? Não, não dá para fazer. Você fez uma reforma militar? Não, não fez. Você, você tem militares que são mais de quase nada. A maioria da estrutura ali é manutenção da ordem, a gente corre sempre o risco de golpe. Ah, então não dá para fazer. Simples [risadas] assim, tipo, a só você chegar lá e fazer, não dá. Você quer implementar um projeto econômico, você precisa de estruturas de política básica, simples. Os meios, os instrumentos necessários. Não é só chamar o pessoal ir pra rua, né? Assim, isso não ajuda em nada, nem ficar avisando paraas pessoas, vamos fazer tal coisa, precisamos fazer tal coisa. não funciona, não funciona. A menos que você tenha uma força popular engajada assim muito grande, fruto aí de um processo longo de discussões, de debates, de estruturação, de resistência e não é o caso. Então assim, tem que ter os meios, né? Tudo bem? Importante pra gente pensar junto aí. É meio óbvio, né? Mas o óbvio ele tá precisando ser dito com muita frequência. Eu tô ficando até preocupado. Tem que ficar dizendo óbvio toda hora. Exato. Borduna. Quer dizer que não dá para pensar positivo? Não, não dá, né? Não é confissão positiva. Fala, vai dar certo, vai dar certo. É só querer. Basta você querer. Vai nessa, vai nessa, amigo. Eh, parece coach, né? É um coach à avessas, só que é não é o coach liberal, o coach socialista. que o coach liberal ele fala que é você por você mesmo. O coachte socialista é o a classe trabalhadora mobilizada pela classe trabalhadora em abstrato. Se ela quiser, ela faz. [risadas] Exatamente, querido Gabriel. Quem dera o óbvio fosse óbvio. É, eu tinha um professor, um professor conservador, é conservador no costumes, liberal na economia, muito bacana, inclusive um professor incrível do ponto de vista pedagógico, de aula. Eu aprendi muito com ele, Pedro Monticheli, mas é um cara conservador, né, de ponto de vista moral e liberal no na economia. Ele falava uma parada muito massa. Ele falava assim: "O óbvio não é fácil". Não é fácil. É óbvio, mas ele não é fácil. Não é fácil de perceber o óbvio. Dá um trabalho danado. Eu falei: "É verdade. Diz: "Querido Kevin, o brabismo cultural tem que acabar?" Tem. Em algum momento ele vai acabar. em algum momento e diz querido Gustavo Pens, chegamos num ponto onde tem que falar para não fazer caipirinha de detergente IP. É, aí aí eu vou dizer uma parada para você, talvez talvez eu posso estar equivocado, mas esse lance do IP tem um potencial de ser eh seleção natural e a gente não tá percebendo, a gente tá deixando escapar. Pode ser seleção natural e a gente tá deixando escapar. A gente a gente já teve oportunidade na COVID, a gente teve uma oportunidade que a gente não se atentou para ela. A oportunidade na COVID era assim: "Ah, mas eu quero sair por aí. Tudo bem, talvez vha a pena a gente reservar um sítio, dá recurso para uma galera lá e põe uma pessoa com COVID, uma no nesse sítio e deixa." Ah, eu quero, não quero respeitar aqui lockdown, não quero respeitar nada. Beleza, para quem não quer, quer ficar em paz, fica lá. Vamos ver o que acontece. Ia dar errado, obviamente. A gente perdeu uma oportunidade, um potencial. [risadas] Talvez o IP seja isso também. Discrito Felipe. Se o óbvio fosse simples, a gente tava resolvido. Tava, tava fácil de resolver, né? Tava fácil de resolver, mas infelizmente aí estamos. Ai ai isso eu concordo com carapa também. Bolsa paraguai eu também sou a favor disso. Muito gente táadindo bolsa paraguai. Mas a burrice, cara, a burrice é um dado relevante da realidade social e a gente às vezes esquece dela. E inclusive essa frase eu aprendi, eu acho que ele não lembra disso porque ele parou de dizer isso, mas eu aprendi com o professor Rodrigo Stramanha há muitos anos atrás. Ele falava, ele uma aula ele falou, eu não sei quem falou sobre a burrice, falou: "Gente, mas vocês têm que considerar a burrice como algo sério. A burrice é um dado relevante da realidade social". E ele nunca mais falou isso. Mas eu falei: "Pô, isso é verdade." E eu comecei a levar a favor. [risadas] Disgustavo pensa. Eu incentivo quem quer tomar detergente que tome, quem quer ir para Argentina, Paraguai que vai. Vai em paz. Vai em paz. Se a gente vai até a vaquinha, talvez. Também sabemos que a seleção entre tais possibilidades, né, se vai ser um estado socialista, se vai ser um um projeto, um programa de planificação, se ser um programa de liberalização, qualquer programa econômico que tenha, não é arbitrariamente possível, né? Você não pode escolher por arbitrariedade, ah, porque deu vontade. E que o grau do desenvolvimento econômico précondiciona as possibilidades da implantação de determinados esquemas econômicos ou políticos. Esta frase, ela tinha que ser tatuada, tatuada em algumas pessoas e colocada na saída assim, todo tem um espaço de sindicato, tem um espaço de organização partidária, você põe a placa na saída na hora que o cara foi embora. Ele chegou lá, teve uma reunião do sindicato, teve uma reunião da você põe essa frase na saída, você põe essa frase numa placa atrás de você. A frase, vou repetir novamente. A seleção de tais possibilidades, ou seja, uma seleção de um projeto econômico ou político, não é arbitrariamente possível. Você não pode arbitrariamente decidir qual que você quer. Não é uma opção. Ah, acho que nós deveríamos fazer uma planificação econômica total no Estado brasileiro. Não dá. Não é possível arbitrariamente, por incrível que pareça, por incrível que pareça, por quê? O grau de desenvolvimento econômico prondiciona as possibilidades da implantação ou implementação de determinados esquemas econômicos ou políticos. O grau de desenvolvimento econômico prondiciona as possibilidades da implementação de determinados esquemas econômicos ou políticos. É simples, é fácil, é tranquilo. O grau de desenvolvimento econômico precondiciona as possibilidades de implementação de determinados esquemas econômicos ou políticos. Você não pode negar as précondes que estão dadas. Você trabalha com elas, mas eu não gosto delas. Mas é a vida, né? Ah, não gosto. Eu queria que tivesse outra condição. Eu também, mas não tá tendo. Então você tem que trabalhar com aquilo que você tem à mão. Dá para trabalhar com a ideia que você tem que seria legal. Ah, mas eu acho que tinha que fazer. Eu sofro um pouco com isso, mas eu já aqui eu tô usando de terapia, tá? No dia a dia eu sou bem mais paciente e tranquilo. Eu converso com as pessoas numa boa, numa paz. Na paz. dias estava conversando com uma pessoa e ela falou assim: "Mas eu acho que as escolas nas salas de aula elas tinham que ser muito melhores, né? A sala de aula tem muita criança, você entra na escolar, tem muita criança. É verdade, eu concordo. Eu quando tava no no ensino antes do ensino médio, né, Funde dois, final do fundo de dois, eu estudei numa escola e que eu era o número 18 da chamada. Meu nome começa com a letra B. [risadas] Eu concordo que tem muita gente em sala de aula. Concordo. Concordo. Não, mas tem, tem que ter menos. Então, a gente tinha que implementar uma escola que fosse menor. E aí, uma escola menor com menos criança, a gente tem que colocar eh mais professores em sala de aula para ter cuidado com as crianças, para ser com calma, tentar não sei o que lá, uma formação integral, né? E não dá para ficar. Aí começou a fazer um grande plano ideal de como deveria ser a escola. Falei, pô, adoro. Queria também que fosse assim. Quais são as condições reais da gente fazer isso? E não é no tipo assim, elas elas existem, elas deveriam existir, são possíveis até seria, temos recurso para isso, temos dinheiro para isso, mas aí a gente tem que competir com a rede privada, escolas privadas, porque assim não dá para transformar todo mundo em comprador de escola, não vai criar rede privada é um projeto de médio e longo prazo para você construir escolas suficientes para poder distribuir a quantidade de criança que a gente tem em pequenas escolas. Ou seja, não vai ser essa geração que vai se beneficiar, vai ser daqui a uma, talvez duas, porque imagina o projeto que você tem que ter para construir essas escolas. No período que você tiver executando o orçamento e os recursos para construir essas escolas, no período que você tiver fazendo isso, tô lá construindo escola, você não tá fazendo outras coisas. Você empenhou uma grana que você não tá fazendo outras coisas, você tá tirando de algum lugar, você tá impossibilitando ou inviabilizando outros projetos, porque foi esse que você escolheu. Escolheu isso aqui, gastar dinheiro com essa parada, show de bola, também quero. Vai demorar um tempo. Esse processo não é simples, ele não é fácil, ele não é acelerado. E se eu tô colocando aqui, eu tô tirando, eu tô impossibilitando outra coisa para ser feita. Qual vai ser outra coisa que a gente vai impossibilitar? Ah, não, não, não. Mas é porque você tá pensando aí na estrutura que a gente tem. Sim, porque não tem outra, porque a gente trabalha com a realidade dada. A expectativa tem que ser dentro daquilo que é possível. No meu sonho, vixe, meu, meu sonho era um um iluminado que vai decidindo e todo mundo vai aceitando o que o Iluminado tá dizendo. Um conjunto de gênios [risadas] a gente vai falando e a gente vai vivendo, vivão e vivendo e ainda assim vai dar errado. Mas, mas entende, então assim, ah, eu escolhi isso, você escolheu, cara, você negou outras outros projetos e ele demora uma, duas gerações para est pronto ali, geração das crianças ali, né? vai levar 10 anos para implementar o suficiente para ficar do jeito que a gente gostaria. Durante esses 10 anos dá muito perreng e é 10 anos que você vai travar o orçamento de alguma parada porque você tá realizando só isso. E não adianta imprimir dinheiro. Não adianta imprimir dinheiro. É o pessoal da MMT já tá jogando, já tá jogando rate em cima de mim, porque quando eu falo imprimir dinheiro, eles acham que eu tô falando só com eles. [risadas] MMT é isso, mano. Não falei isso, cara. Pir, viu? Não adianta imprimir dinheiro, né? Você vai, é um projeto longo. Ah, eu acho que tem que implementar. Não sei. Cara, cada decisão que você tomar, ela dá um trabalho desgraçado e ela só pode ser realizada dentro das pré-condições já dadas. O que a gente tem de pré-condição hoje para realizar? Sistema político burguês, com uma burguesia fortalecida, com agro muito forte, capital bancário bizarro, com uma estrutura herdada de PM, de ditadura. A gente tem uma desigualdade estruturada em 300 anos de mais de 300 quase 400 anos de escravização e depois cento e poucos anos de uma república troncha. Pouco tempo pós redemocratização que a gente consegue organizar minimamente a vida, né? Assim, minimamente a vida social. Então assim, é é essa pré-con. É um congresso majoritariamente conservador, com uma tendência de fascismo nessa sociedade, incentivada por parte da burguesia e da classe média. Então é a vida, mano. Você tem que trabalhar com as condições que dá. Não dá para você escolher um projeto que deu vontade. Beleza? É meio óbvio, mas a gente precisa relembrar isso. Ah, eu fico puto. Eu também. Eu também. É tipo assistir jogo do Corinthians com o Dorival ficava puto. O com o dinismo ainda criou esperanças, viu? Como era possível dentro da conjuntura? Dentro da conjuntura dada. Mas não tem Messi no Corinthians, infelizmente. Podia ter, mas não tem. Tem, mas tem melhor que Messi. Tem Garro, camisa 10 da seleção argentina. Ah, complicado. Sem dúvida há diferentes maneiras de ver esta relação entre economia e política. Na tradição burguesa ou liberal, eh, elas são vistas propriamente como uma simples interdependência, que é exatamente o que a gente não vai fazer, né? economia, política são interdependentes e relacionam. Não é isso que a gente vai fazer. Enquanto a tradição marxista, as eh se vê no econômico propriamente uma última instância, ou seja, a gente olha paraa estrutura econômica como última instância, como elemento fundamental, último, fundamental e último. Tudo bem? Por isso que eu não falo só uma relação entre economia e política. Você olha primeiro a estrutura econômica e vê as pré-condições que ela dá para a realização de projetos. Um marxista bem instruído na ciência de Marx, na ciência, né? Ele entende isso. Fala, pô, primeiro olha aqui as condições de produção e reprodução dessa sociedade, de produção e reprodução da vida humana. E aí eu vejo quais são as viabilidades do que é executável e o que não é, sem prometer o que não dá para fazer, né? Sim. básico, bem simples, bem simples. [roncando] Mas sejam quais sejam as razões dessa diferença, que tão pouco é nitidamente válida, né? A estreita vinculação entre as entre as duas poucas vezes é negada, né? entre uma economia e política não se nega essa relação em raras vezes, exceto por uns malucos aí espertamente [roncando] certamente é negado, né, sobretudo a teoria neoclássica que muitas vezes induz a esconder ou esquecer esta relação, né, para e se escapar em modelos de pressupostos teóricos arbitrários, dos quais deduz efeitos econômicos de uma maneira tal que eh parece como se o âmbito político nem sequer existisse, né? que é o que vai acontecer a partir ali, como a gente comentou anteriormente, do final do século XIX, com os neoclássicos, que vão abandonar o âmbito econômico ou o âmbito político, vão vão jogar assim para uma arbitrariedade muito grande de modelos pré-formatados, calculáveis. E tudo aquilo que não encaixar no modelo pré-formatado e calculável dentro de uma estrutura muito rígida do que seria ciência, vai ser externalidade. Então vai parecer que nem existe. E dos neoclássicos vai para onde? vai pra escola austríaca e depois vai pro pro escola austríaca, escola de Chicago, neoliberalismo, né? E vai é o grande mainstream, a grande grande ortodoxia das escolas de economia. Mas tampouco, né, essa esse rechaço tem uma validade geral. Isto já pode ser visto nos fundadores desse pensamento, enquanto Bombaverk e Jevons não levam em conta sequer da realidade econômica política do seu tempo, passando-se por abstrações puras. Então assim, bombaverk eons não leva em consideração a realidade política e econômica do seu tempo. Eh, não leva, não leva história, condição, não é matemática. Matematizável. A frase do Jons lá é maravilhosa. Aquilo que for matematizável, aquilo que for calculável, entra na minha ciência econômica. O que não for, eu jogo para fora. Parabéns, Diegos. E o Bombaverk vai na mesma linha e vai vir aquiela galera da escola austríaca lá dizendo que Bombaverk refutou Marques, regogitou o Marques, reprovou Marques, reatou com Marques, recalculou o Marques, sei lá mais o que que esse pessoal fala. Bobagem. Mas tudo bem, vamos lá. Mas esses são os caras que vão para esse extremo. Mas o Marshall, né, por sua vez, da escola da Neeloc Clássico também, né, Marshall é um homem de uma análise aguda da economia e política de seu tempo, que desenvolve seus esquemas teóricos, tendo presente esses aspectos. Então, é quase uma exceção, mas tem essa galera que faz isso, ainda que seja neoclássico. Os modelos abstratos com os quais eh se maneja aparecem como simples notas de um texto dedicado à análise concreta do econômico, que jamais se esquece das implicâncias políticas ou implicações políticas das relações econômicas. De todo modo, no sentido da expressão economia política, Marshall não pertence, sem dúvida, à corrente do pensamento de uma economia política, igual Gevons ou Mobarverk. Por quê? Porque o Marshall, apesar de considerar a política de seu tempo, ao realizar a sua análise e produzir sua ciência, desconsidera o âmbito da economia política, que é isso que a gente vai tentar delimitar, a diferença entre uma ciência econômica como economics, né, essa ciência neoclássica, se a gente quiser chamar, e a economia política. é uma diferenciação importante. Portanto, se falamos de economia política, não nos referimos simplesmente ao pensamentos que levam em conta a interrelação entre o econômico e o político, que poderia ser isso, né? Ah, existe economia, existe política, conjunto os dois. Não é isso que a gente vai falar sobre economia política. O Marshall faz isso e ele é neoclássico e não considera economia política como ciência. a gente vai considerar, como veremos, estaríamos já mais próximos de uma compreensão do foco ou da do enfoque da economia política. Quando postulamos que do ponto de vista desta, a relação entre economia e política supõe a existência de uma última instância econômica. Então o que que vai considerar que pra economia política a gente vai levar em consideração como última instância as condições de produção e reprodução de uma sociedade. O âmbito econômico propriamente dito, ele é a última instância. Não é só uma interrelação entre economia e política, não. A última instância é quais são as condições existentes, quais são as condições dadas para a produção e reprodução de uma sociedade. De maneira crítica a análise dessas condições, eu posso promover ou desenvolver um projeto alternativo de superação dessas condições e das relações existentes ou de manutenção, mas considerando estas condições de produção e reprodução desta sociedade. Aí é a economia política. Se eu vou para modelos abstratos ou se eu nego esse âmbito econômico fundamental que são as condições de produção e reprodução, não estou produzando, não estou trabalhando com a ciência da economia política. Tá bom? Acho que vale a pena. Enquanto outras abordagens, agora é uma palavra melhor para enfoque, enquanto outras abordagens vem esta relação em termos de uma interdependência entre os dois, ou, como diz Elken, como uma interdependência de duas ordens, né, diferente da economia política que a gente tá trabalhando aqui, as abordagens outras, as liberais, por exemplo, vai ser como a interdependência de duas ordens. E não é o que a gente vai fazer, a gente não separa as coisas. a gente vai ver como uma totalidade cuja última instância são as condições de produção e reprodução de uma sociedade. Uma totalidade cuja última instância são as condições de produção e reprodução de uma sociedade, o econômico. De todo modo, uma afirmação, como a de última instância que seja econômica pressupõe uma conceitualização determinada do econômico, né, do que que é esse econômico. E na realidade, na tradição da economia política, se entende a economia de uma maneira distinta do que ocorre na economia neoclássica. Porque economia neoclássica entende economia como aquilo que for calculável e que manejar com o as relações de mercadoria, né, as relações de de troca, de compra e venda. Aquilo que for calculável dentro desse âmbito vai ser econômico. O que não for a externalidade na economia política não. A compreensão de economia é outra coisa. são as condições de produção e reprodução de uma determinada sociedade. Dá para entender? Beleza? na economia que surja, na economics, né, nessa ciência econômica que surge no mundo britânico no final do século XIX e depois vai se tornar ortodoxia, o crio do mainstream econômico durante o século XX, tudo aquilo que é econômico, o que for calculável do ponto de vista do mercado, calculável. E do ponto de vista da economia política, não é isso. O econômico são as condições de produção e reprodução de uma determinada sociedade em última instância. é completamente distinto. E aí você desenvolve ciências distintas, modelos distintos para análise da realidade. Então, quando a gente falar economia, normalmente quem se afilia a economia da a ciência, aí a economia política como ciência, percebe o mundo a partir das condições de produção e reprodução de vida e de uma sociedade. E aí fala economia a partir dessas condições. Enquanto o animal que se filia a a concepção de economia como contabilidade, como modelos para dentro das relações de mercado você obter o máximo gastando o mínimo, que é isso que um economista mainstream vai fazer, né? você obter o máximo, utilizando o mínimo só como contabilidade, enquanto este animalzinho aqui vai trabalhar o manejo da economia de outro modo, abstraindo e assumindo essas relações de mercado como fundamental. Tudo bem? Acho massa. Pergunta, querido Kevin Bruno, e antes da economia política, o que existia como essa ciência? Então, a economia política como ciência fundada ali no século XVII, ela é fruto da sociedade moderna, fruto da sociedade moderna. Então, ela só é possível como planejamento das condições de produção e reprodução de uma determinada sociedade a partir da sociedade moderna bem estabelecida. antes, por exemplo, a o termo economia que a gente vai ter clássico, como o grego, né? A ideia de economia, vamos nos clássicos ocidentais. A Aristóteles chama de economia a organização que você tem das condições de reprodução de vida de uma casa, de uma organização, né? Então, oicos, casa, nomos, ordem, né? a ordem que você vai estabelecer para que essa vida persista, prossiga, diferente do que ele vai chamar de crematística, que é o a economia reduzida ao cálculo monetário, a você fazer dinheiro. Então, a economia, nesse sentido clássico, se aproxima mais do que seria a ideia de economia política. Mas a economia política, quando a gente fala, é um é fruto da sociedade moderna e do planejamento dessa dessa sociedade. Não é só a manutenção, né? Porque economia no âmbito clássico mais tradicional, você mantém aquela relação e aquela ordem. No âmbito da economia política, você planeja para aumentar a produtividade, para aumentar os ganhos, para aumentar as você começa a ter intervenções cada vez mais sistemáticas nessa sociedade, olhando as condições de produção e reprodução para ter ganhos, que é diferente. Então é algo próprio. cada como um bom marxista que som como bons marxistas que somos, eh, a gente considera que toda a produção científica, tecnológica, ideológica, ela é condicionada, né, pelas relações materiais de produção existentes em uma determinada sociedade. Então, importante aí considerar isso. O que acha do livro a Ordem do Capital para entender essas questões? A ordem do Capital. Nem lembro que livro isso. Perdão, perdão aí pela minha ignorância. Acho que esse livro não me marcou. [risadas] Perdão aí. Ah, cara, eu nunca li. Agora terei que ler. Clara Matei. Um nome engraçado. Com todo respeito. É querida Clara Matei. É que matei toa como um verbo, né? Terei que ler. Não li. Perdão. Não li, mas lerei agora. Eu terei que ler Clara Matei. Claramentei. Matei é é um um nome que é um sobrenome que é um verbo, né? Interessante. Isso é que nem Caio. Caio é um nome que é um verbo. Eu acho engraçadíssimo. Eu caio. Mas você tá de pé. Piadinhas, né? Piadocas desagradáveis. Ai, eu pensei agora em vários trocadilhos. Meu Deus. Para, para, cérebro. Vamos voltar para coisa que importa. Bom dia, Alice. Como é que você tá? Tudo bem? Espero desejo que sim. Espero desejo que o papo hoje seja interessante. [risadas] Bom dia, querido Rubens, que diz: "Bom dia, camarada. Eu só passei para deixar o like e dar um oi. Infelizmente meu trabalho me fez ter que trabalhar hoje. É infeliz o trabalho é triste, ele faz mal pra gente. Mas obrigado por passar e dar um like, meu querido Ruben, sempre presente com a gente. Obrigado pela força, meu querido. É um bem didático, terei que ler. Ela fala muito dessas tendências de considerarem a economia como neutra e como isso alimentou o fascismo. Rapaz, aí é massa. Terei que ler, terei que ler, terei que ler para ter uma aprovação adequada, uma apreciação adequada, né? Falei a palavra errada. Bom, mas acho que que deu para entender essa parte, né? Ciência neoclássica, economia política. Portanto, sem uma discussão dessa diferença, não tem nenhum sentido discutir a afirmação de uma última instância econômica do político. Sim, se você não diferenciar, não faz nenhum sentido. Porque falar última instância econômica, o cara do neoclássico vai falar assim, dou calculabilidade. Falei: "Não, não é isso. Não é isso. Não é isso, meu bom. [risadas] Não é isso que nós estamos falando. Nós estamos falando outra coisa. Hum. Isso nos obriga a uma segunda advertência. Por um lado, já vimos que a economia política não se constitui pelo reconhecimento de uma estreita interrelação entre economia e política. OK? Estamos reapresentando o argumento. Por outro lado, eh nós temos que cuidar de um erro frequente que entorpece constantemente a discussão sobre a economia política em geral. Então, que que está entorpecendo a discussão sobre economia política geral, né? Que que que tá entorpecendo? Qual o entorpecente ilícito que tá atrapalhando a gente? nos referimos à identificação muito corrente da análise da economia política com análise política marxista. E aí é um erro mesmo. Na economia política é o pensamento marxista. Isso acontece. A galera vai considerar na isso aí é marxismo, né? Qualquer coisa que tiver no âmbito da economia política é marxismo. Por quê? Porque ao invés de considerar apenas o mercado e as relações de calculabilidade, consideram a economia como um todo. Consideram a organização de uma sociedade como um todo. Por que que é importante lembrar isso? Adam Smith, Adam Smith é um economista político. Ele considera as condições de produção e reprodução de uma determinada sociedade e as planeja. Então, no âmbito da economia política, o que é chamado em geral heterodoxo, né? Economia heterodoxa nas universidades, como Keines, ele não é só um economista como o neoclássico trataria, ele é um economista político sem ser marxista. é keis, mas do ponto de vista do animal que considera como base de sua ciência, o que é estruturado a partir dos neoclássicos, que vai pra escola austríaco, que vai pra escola de Chicago, que termina com esse mainstream ortodoxo neoliberal, que que ele faz? Tudo aquilo que não for calcul, que não considerar essa calculabilidade, que não considerar os modelos e que for para as externalidades, ele vai chamar de marxista, de esquerdista, de não sei o quê. É o efeito hoje. Qualquer humano com bom senso, com mínimo de bom senso, seja ele liberal de direita, o maluco neoliberal, fala: "Ó o esquerdismo aí, ó o esquerdista, ó o cara querendo intervenção no mercado ou intervenção do estado." Aí qualquer intervenção, qualquer alteração na relação de mercado, marxismo, comunismo, perigo do comunismo. A gente chegou nesse ponto de burrice, entendeu? É nesse nível de burrice e não é por uma questão de narrativa, gente. Perceba que nós estamos discutindo uma questão de compreensão de ciência, épistemológica mesmo, da ciência, do que você entende por ciência econômica. É, é loucura, mas é isso. É importante a gente conversar, porque não é uma questão de narrativa, é uma questão de ciência. a galera tá sendo formatada a partir de um tipo de ciência que é burra, [risadas] que tá entendendo o negócio. É um problema epistemológico sério, né? E a gente acha que só uma questão de narrativa, de ideologia, não, de formação mesmo, de formação científica, de critérios científicos para análise da realidade. Eu quero muito discutir essas coisas, mas não tá tendo espaço porque o pessoal tá discutindo piscina. se [ __ ] Vai ter, vai ter piscina no comunismo. Ah, mano, [risadas] eu quero discutir coisa séria. Se [ __ ] eu fico com raiva. [risadas] Fala, querido Templário. Acab, acabei de chegar no trabalho. Me deu muito trabalho. É, trabalho dá trabalho na gente, é horrível. Querido, comunismo barato. 7894. Saudações Marxengeljadas, camarada do canal comunismo barato. Fala aí, meu camarada, como é que você tá? Tudo bem? Espero, desejo que sim. Que bom que você tá com a gente. Diz querido esquerdos autorais, sempre pergunto para as crianças o contrário de Caik e logo digo que é levantar Caik. [risadas] Esse tipo de trocadilha é bom. Esse tipo de trocadilho é bom. Eu tinha um tinha um trocadilho que, cara, eu ri muito esse dia. A gente fez um rolê de galera, alugamos um buzão e fomos de rolê. Aí na volta, eh, a gente ia parar numa cidade que um camarada nosso ia descer, porque morava lá, morava nessa cidade. E o nome desse camarada era Abner, cara. Nunca a gente tá sentado assim, falou: "Pô, falou Abner, até mais, cara". Aí um outro camarada nosso falou assim: "Tchau, Abner, manda um abraço pro Fashner e um beijo pro Encostner". Cara, eu ri tanto dessa bobagem e eu rio até hoje de lembrar um tchau, Abner. Manda um abraço pro Fashner e um beijo pro Encostner. [risadas] Ai que bobagem. É terrível. A vida é complicada. Diz quido Gabriel. Meio que todas as ciências sofrem com isso. É verdade. Tudo é ideológico perfeitamente, né? A gente tá vendo a galera tomando, tomando o detergente. Meu Deus do céu. Joh, Miguel, bom dia, meu querido. Vou marhar só à tarde. Pronto. Então, hoje é dia de trabalho integral, né? corpo e e músculos músculos da estrutura atômica que não seja um cérebro e depois e agora perdão, trabalhar agora o a sinapses e o esforço do cérebro e posteriormente os demais músculos do corpo ao invés dos dois ao mesmo tempo. Então vai ser aqui hoje um um trabalho com sequencial. Exatamente. Ren galera fala: "Se não for igual é comunismo, é burrícia da bexiga." Mas é isso, mas é uma questão de ciência, cara. Se dizem neutros aí, os outros são ideológicos. É, se diz tão neutro que bebe detergente IP, que é neutro. Diz: "Bom dia, querido Leandro. Como é que você tá, cara?" Leandro mandando um bom dia, baristas. Bom dia, Leandro. Obrigado, querido Leandro, em situação de Canadá. Diz querida Lis, a burrice pode ser e travestida de ciência. Sim, a burrice é complicada. Descido, Renan. Piscina de plástico pode. É, eu também fico em dúvida com isso. Me Ah, eu fico fulo da vida. Desclário 4528. Não gosto do cloro de um cabelo, então não vai ter piscina não. Eu decreto já sua própria [risadas] rosa Luxemburgo. É, aí complica. Ai. E diz nosso querido Thiago, nosso templário está no chat. O único templário de esquerda no mundo. Exatamente. Deve ter existido outro. Deve ter. Diz querido Gustavo P. A existência de um fashner e um encostner pressupõe a existência também de um sendinerner e uma bagner. [risadas] Cara, deve existir o acender, uma páginer, um fecho, um encoste. Ai mano, é muita bobagem, mas eu rio muito disso. Ai Jesus. Que bom que vocês também são bobo que nem eu. Aí a gente fica feliz junto. [risadas] Send uma e um levantner, né? O quando eu me Datner e o Levantner, o Asendner e o Apagner, o Avner, o Festner, o Encostner. [risadas] Ai meu Deus do céu. O Anser e o Parner são muitas opções que a gente tem. Antes era o Pner. [roncando] Ai, ai, putz. Ai, Deus. Uh, que bobagem maravilhosa. Exatamente. O multiverso do Abner. É o multiverso do Abner. Agora vocês nunca mais vão ter um amigo chamado Abner que vocês vão ouvir o nome da mesma maneira. Nunca mais. Nunca mais. [risadas] Exatamente. Dis que Augusto. Na próxima ditadura já temos uma língua nova. A língua do Gner. Exatamente. Exatamente. A língua Guner é um nome incrível para alguma alguma algum povo aleatório de um jogo de RPG exótico, né? O povo, o povo de Guiner. [risadas] Muito bom, cara. Muito bom. Pergunta Jones Miguel. Bruno, qual a leitura de hoje? A gente tá lendo um texto que J Miguel chamado Democracia e totalitarismo de Franz Hinkel Lamert. O Franz sempre aparece por aqui porque ele me influencia demasiadamente aqui. Democracia e totalitarismo de Franz Rinkelamert. Esse esse texto ele pode ser obtido de maneira legal pela internet em PDF gratuitamente, tá? Então fica fica a dica aí. O gnu vai ser o mascote. Exatamente. Tem um tem um emblema, né? Uma bandeira com gnu e os o povo de Guiner que fala língua de Guiner e tem que achar o paropositor do Fagner. Agora antes do Fagner veio o Migner, [risadas] depois veio o Sogner, o Lagner. O Dogner. Exato. Exato. V o Fagner. O Sgner, o Fagner, o Migner. Ai, cara. O Hner, o Sustenidner. Ai meu Deus, que bobagem. O sustení era é complicado. Exatamente. O oitavo na linha de sucessão. Otagner. Com certeza. Com certeza. Esse a gente abriu um portal agora que ele vai ser difícil de ser fechado. Portal único. Ai, ai, ai, perdão. Uh, voltemos aqui. Ai, ai, meu Deus. Preciso, preciso me recuperar. Então, pronto. O negócio é a economia, o fato de você trabalhar com economia política não significa economia marxista. Porém, contudo, todavia, eu eu considero inclusive muito importante que a gente, como marxistas, nós enquanto marxistas, né, que a gente, de até botar um negócio aqui para vocês, ó, recuperidão aqui, ó. Inclusive recomendo para vocês, se vocês quiserem, na revista brasileira de Estudos Latino-Americanos tem esse artigo aqui, ó, para a retomada da economia política de um autor chamado Bruno Rick Dal Lima, que eu recomendo que vocês leiam, tudo bem? Esse artigo aí de um autor chamado Bruno Requ Lima, não sei quem é, não sei quem sou, eh, que fala sobre esse tema, que discute isso. E aí você pode baixar o PDFzinho lá, tá massa? Aí baixa para você e aí você vai ler um textinho em que eu falo: "Ó, realmente França tá certo aqui. Economia política não é a mesma coisa que a economia que política marxista, economia política marxista. Porém, contudo, todavia, para uma ciência marxista adequada, a gente precisa retomar a economia política como ciência, porque a economia política virou disciplina, ela virou um dado a mais num curso que você faz. Ela não é mais, por exemplo, me formo em economia política. Isso não existe. Isso talvez em algum programa de pós-graduação. Talvez, talvez. Mas você não tem, tipo assim, pô, o curso, você é graduado em quê? Em economia política. Não, isso não existe. Infelizmente é em economia dentro da estrutura do economics. E lá no meio você vai ter tipo economia política, talvez. Aí você vai aprender um economia política um, economia política dois, como se fosse uma coisa clássica, antiga, perdida. E não se estuda como economia, como ciência propriamente dita, né? A ciência é a economia em geral e a economia política é um capítulo. E é o que a gente tá tentando fazer aqui é a recuperação da economia política como ciência. Somos ousados, o que não significa ser economia marxista, economia política. Tá bom? Para um marxista é importante economia política como ciência. A economia política marxista, ou melhor dito, socialista é uma corrente determinada do gênero da economia política. sempre houve, e, segundo nossa opinião, hoje está sendo reforçado uma economia política burguesa. Sempre houve e está sendo reforçada uma economia política burguesa, que de fato tem uma história mais longa do que a economia política socialista. dentro do pensamento econômico, a antípoda ou oposição, né, o nêmesis na economia política não é o pensamento econômico burguês, mas o pensamento neoclássico. É essa a distinção que a gente precisa trabalhar. Não é economia política e economia política burguesa, não. É economia política como um grande bloco e economia neoclássica do outro. Dentro da economia política você tem uma economia política burguesa e uma economia política socialista. Show, show. Uma coisa, o neoclássico é outra parada. Não vamos confundir as coisas, vamos trabalhar ciência de maneira organizada e adequada. Esse fato é importante para poder compreender os passos da economia política na atualidade e seus problemas atuais. Tampouco podemos, eh, sem mais, né, de qualquer maneira, identificar as realizações do pensamento neoclássico com o pensamento burguês. Ou seja, o pensamento burguês não é apenas neoclássico, não é, não é. A gente não pode confundir também. Por quê? Porque senão a gente vai olhar, por exemplo, Kes. Ah, eu olhei pro Kes. Aí vou olhar pro K falar: "Ah, isso aí é é bobagem. Isso aí é economia, ciência inimiga da nossa". Não é, cara. Não é Keis, pô. [risadas] Entenda Kees, entenda estúdia. Ele é economia política burguesa. É. É. E tem e tem desenvolvimento e tem produção. Ela não acabou porque Marx fez a crítica. Ela não parou de funcionar, ela continua existindo. E há outros desenvolvimentos nesse âmbito e a gente tem que continuar acompanhando esse desenvolvimento, tá bom? Tem que continuar estudando, tem que continuar fazendo essa parada. Senão a gente vai dizer que tudo que é liberal é neoclássico, não serve para nada. E aí a gente perde interlocutores e aprendizados dentro do âmbito da economia política, o que é ruim para uma teoria socialista e marxista que tem que continuar acompanhando. E faz a mesma coisa que os malucos de de de fascista e de extrema direita, esses caras estão fazendo, né? essa galera da Ancapistão Internet, esse negócio todo que é, se não é totalidade de mercado, é comunismo. Não, gente, pelo amor de Deus, não vamos ser burros, não vamos ser, nós vamos nos esforçar para trabalhar conjuntamente também. O pensamento neoclássico deriva do de em conhecimentos que não devem ser confundidos com sua opção implícita pela sociedade burguesa, né? Resumindo essa primeira parte de nossa análise, chegamos a descartar um elemento e a destacar duas polaridades, né? Então, nós destacamos, descartamos um elemento e destacamos duas polaridades com as quais temos que seguir trabalhando. Que que nós descartamos? Descartamos o reconhecimento ou não de uma interrelação entre o econômico e o político. Pra gente não é um problema, porque a gente vê que é obviamente dependente e dentro de um grande conjunto chamado economia política. como um elemento decisivo da problemática para ser discutida. Destacamos, por sua vez, que vamos contrapor duas polaridades. De um lado, o pensamento burguês e, por outro, pensamento socialista. Então, isso é uma polaridade existente. Burguês, socialista. Temos esta polaridade, OK? Isso é uma coisa. Vamos colocar aqui em cima. Burguês, socialista. referindo-nos a opções enquanto sistema econômico. Então, são ou sistema econômico que seja burguês ou um sistema econômico socialista. Essa é uma oposição que não é a mesma, tudo bem, que é a outra que a gente vai colocar, a partir das quais tá esses pensamentos são elaborados, né? A partir de um sistema, de uma opção por um sistema econômico burguês ou socialista. Com isso, sustentamos que existem tais opções, ainda que o teórico correspondente não as analise, eh, não as explicite e inclusive não as reconheça. Temos que tratar de utilizar essas denominações de burguês ou socialista em termos objetivos, sem mesclar com elas demasiadamente, pronto, nossas próprias opções pessoais, né? Então assim, de maneira objetiva, isso é uma proposta dentro de um sistema burguês, dentro do sistema socialista, são distintos, tá beleza? De maneira objetiva. Por outro lado, introduzimos a polaridade e economia política e a teoria econômica neoclássica, que aí é outra coisa. Então, uma coisa, sistema político ou propósito de sistema político burguês ou econômico burguês, uma proposta do sistema econômico socialista, uma coisa, economia política enquanto ciência, teoria neoclássica enquanto ciência, duas coisas distintas, duas polarizações. Show. A análise que segue partirá dessa segunda polaridade, sem identificá-la a priori com a primeira. Ou seja, nós vamos discutir agora economia política em oposição à economia neoclássica, a ciência econômica neoclássica, ciência, teoria neoclássica, vamos chamar de teoria que é melhor, economia política e teoria neoclássica. É essa oposição que nos interessa. Mas a gente não vai confundir teoria neoclássica com sistema burguês. Por quê? Porque o sistema burguês, ele não é necessariamente funcional apenas sobre a teoria neoclássica. Ele também pode ser organizado e funcional dentro do âmbito da economia política, como já foi feito e como é feito. Show, tranquilo. Estamos organizando o jogo aqui. Isso aqui requeria um gráfico legal, daria para fazer. Precisamos agora destacar o elemento teórico central que nos permite distinguir entre esses dois polos, né, entre a teoria neoclássica de um lado e a economia política de outro. Com todo o risco que tal proposição contém, nos atrevemos a dizer que a diferença entre esses dois polos é o ponto de partida radicalmente distinto daquelas. A economia política aborda a economia a partir do problema da reprodução dos fatores de produção. E isso aqui é aulinha excelente pra gente ter. Preste atenção nessa frase. Preste atenção nessa frase. A economia política aborda a economia a partir do problema da reprodução dos fatores de produção. A economia política aborda os problemas econômicos a partir da reprodução dos fatores de produção. Quais os fatores para manter e ampliar a produção que precisam ser reproduzidos? Então, eu vou planejar a economia, considerando que estas condições de reprodução precisam estar garantidas. Economia política. Eu vou planejar cientificamente, cientificamente a economia, pensando e garantindo as condições de reprodução dos fatores de produção. E isso é base de ciência econômica dentro do âmbito da economia política. Porque não adianta eu realizar um projeto econômico que na planilha me faz ganhar mais se no resultado final eu destruir as condições de reprodução desses fatores de produção, eu interrompi o ciclo econômico? É simples assim. Só que do ponto de vista da economia que vai surgir dentro do âmbito neoclássico, como é fundamentalmente a calculabilidade das mercadorias para ganhar mais e gastar menos, você pode realizar um projeto cujo próximo passo não considera as condições de reprodução dos fatores de produção. E aí, sabe o que que ele faz? impede um novo ciclo produtivo nesse setor, nessa área, com esses fatores, destrói as condições de produção de riqueza. Pô, isso era genial. Isso é muito legal. É muito legal. Diz querido Kevin, o gráfico ajudaria bastante. Eu que não tenho leitura na área, me perco com essas diferentes escolas econômicas. Vou tentar melhorar. Vou tentar criar um gráfico. Boa ideia, Kevin. Fareio. Diz querido Leandro. Inclusive, é bem interessante ler outros autores. Kenes, Minsk, Jum Peter. Sem dúvida, sem dúvida. Tem um que eu gosto muito, cara, que é o, ai meu Deus, da grande transformação. O nome tá Polanssk. Polini, Polini, Polani. Polan, Polansk. os nome. Eu tô, meu Deus do céu. Polani. Carl Polan tem que ler. Carl Polan, tem que ler. Keis tem que ler MSK, tem que ler Chumpeta, tem que ler essa galera toda. Óbvio que tem que ler, pelo amor de Deus, né? Eh, se você já tem uma base marxista, dá para ler criticamente. Dá para ver também o quanto eles reinventam a rota também. É verdade. É verdade. Muito sem citar marx e alguns claramente tentando evitar. É, [risadas] pode crer. Diz querido Augusto, seria, por exemplo, uns o Zema vender as estatais para reduzir custos, mas perdendo arrecadação ou nada ver. Perfeitamente, perfeitamente, Augusto. É isso. Exato, exato. Carl Polan. Carl Polan tava com Polanski na cabeça, Podolsk e não vinha Polan. Pensei no atacante alemão e não pensei no Pol. Perfeito, Augusto. Seria isso, por exemplo, porque um economista ou essa economia, essa ciência neoclássica, quando ela colocada para tomar decisão, o que ela pensa? Cortar custo. Nem e ela nem chama de custo, gasto. Cortar gastos. Que que é essa ideia de cortar gastos? Eu vou tirar tudo aquilo que eu considero na planilha que tá tomando eh recurso para aumentar de maneira imediata o os ganhos. Então, se eu vendo uma estatal, por exemplo, do ponto de vista do estado, como se fosse uma empresa, que é isso que esse pessoal faz, eu vendo, vendi lá o estatal X, essa estatal vai diminuir os meus custos de manutenção desse serviço ou dessa estrutura, desse equipamento, dessa rede. Eu vendi, eu diminuí esse custo e com a venda eu aumento caixa porque eu fiz ali um ganho. Então, olha, aumentei meu caixa, diminuí o custo, no balancete final, eu tive um ganho, tô positivo. Só que o animal quando faz isso, ele não pensa nas condições de reprodução do fator de produção. Por exemplo, na energia. Se eu tenho energia como um uma empresa estatal de energia sobre a qual eu tenho soberania, eu tenho maior manejo sobre os custos dessa produção, sobre o planejamento de melhor uso dessa produção e não preciso ficar pagando para alguém a médio e longo prazo para cuidar da manutenção, para cuidar dessa estrutura, para ver se ao invés de ficar ganhando lucro pra empresa, conseguir eh maior produtividade do ponto de vista social, não do estado, do ponto de vista social. Então é per esse exemplo, ele é perfeito. Ele é perfeito. É um exemplo perfeito. Ah, vendi aí quando você olha o balancete final na primeira depois que você vendeu, diminuí esse custo que é o gasto de manutenção, e aumentei os ganhos porque eu vendi pro valor X. Aí o cara, olha que bom, ganham dinheiro. Sim, animal. No processo de médio e longo prazo, talvez até de curto, se a gente considerar em São Paulo, por exemplo, a Inel agora tá tendo que vai, os caras querem quebrar a concessão. Por quê? Por que será? Entendeu? [risadas] É bur não pensa no ponto de vista social, pensa do ponto de vista de uma empresa diminuindo custos e elevando ganhos. Ganhos é burrice. É burrice, burrice. Não é o tipo de calculabilidade. Para uma empresa, a administração de uma empresa, essa estrutura de calculabilidade, ela é muito útil, muito funcional. Pro planejamento de uma sociedade como um todo em reprodução. Ela é burra. Ela não pensa na reprodução dos fatores de produção. Ela é muito burra. Muito burra. [risadas] Muito burra. Tudo bem. Então, o exemplo é perfeito, cara. O exemplo é perfeito. Chama esses caras para fazer consultoria, eles o economista senta lá, o que ele faz é é tirar custos, gastos, cortar gastos, cortar gastos. Não que você não tenha que fazer isso, você tem que diminuir. Óbvio, é uma questão de eficiência. Mas você não pode reduzir o planejamento econômico a isso. E aí em última instância, nem vai dar tempo da gente ler todo o texto, obviamente, mas em última instância é a ciência da economia política é capaz de absorver a calculabilidade da teoria neoclássica. Ela é capaz de absorver e fala: "Pô, eu sei usar isso aqui como recurso". A ciência desenvolvida a partir da teoria neoclássica, ela é incapaz, incapaz de considerar a totalidade de uma sociedade em sua reprodução. Por isso, ela não pode ser considerada uma ciência isolada por si mesma. Ela não resolve esse problema. Ela é um recurso dentro da economia política. O que a gente fez foi o contrário, foi transformar uma teoria derivada de uma da estrutura do mercado como a ciência que cuida da sociedade como um todo. E aí a gente inverteu as coisas. Aí o recurso virou ciência e aquilo que é ciência mesmo, que pensa na reprodução da sociedade como um todo, virou uma disciplina dentro da do âmbito da economia. Uma inversão completamente maluca, né? completamente maluco, mas aconteceu, né? Queria lembrar que esse texto é de 1980, tá? Não foi ontem que inventaram essa brincadeira. Agora de 1980 para cá, quanta galera foi formada dentro desse tipo de compreensão de economia, que acha que a economia é planilhar, né? Economia é economia fazer cálculo econômico, isso não é economia. E, aliás, eu tenho um exemplo muito bom que é Cels Furtado. Cels Furtado, maior economista da história desse país. Eu sou muito fã do Celso Furtado. Cortado é um você não encontra uma conta, [risadas] uma conta no livro do maluco. E é um gênio. Ou mesmo aqui o Leandro comentou, né? Lembrou do Polani, que que a gente tá tentando lembrar o nome dele. O Polani não tem uma conta, um gênio para pensar economia, para fazer esse tipo de avaliação de consideração científica da totalidade de sua reprodução, cara. Exato. Se fortalecendo, é excelente, maravilhoso, negócio bizarro. Homem à frente de seu tempo. Então, eis a vida, né? Chegaremos lá. [suspirando] A gente às vezes não tem noção o tamanho do cos sur furtado, cara. Esse homem pra história da economia, tá? Não é só pra história do Brasil. Esse homem é impressionante. Eita, pera aí, deixa eu pá. Tá aqui. Enquanto a teoria neoclássica aborda, né, a economia, o os problemas econômicos a partir de um ponto de vista da alocação ótima dos recursos. Alocação ótima de recursos. Então o o a ciência econômica, a economia política, vai ver a partir da reprodução dos fatores de produção. É isso que o Franço tá dizendo, uma definição excelente. Economia política como ciência que considera os problemas econômicos a partir da reprodução dos fatores de produção. E a teoria neoclássica que considera os problemas econômicos a partir da alocação ótima de recurso. Alocação ótima é usar o mínimo, ganhar o máximo. coordenação mínima dos meios para obtenção máxima dos fins ou ótima dos fins. Poderíamos, portanto, substituir a polaridade, economia política, teoria neoclássica por outra que seria reprodução e alocação. E aqui eu acho que é uma síntese maravilhosa, maravilhosa pra gente conversar. Olha de maneira sintética, qual que é a polarização da economia, né, hoje da da ciência econômica. Qual que é a grande polarização? E isso para mim faz muito sentido. Pode discordar, a gente pode trocar ideias sobre, pode pá, não tem problema. O Franço colocou aqui o seguinte, que a gente pode colocar hoje como a grande distinção ou grande rivalidade, grande polarização na hora de analisar e planejar os problemas econômicos, como de um lado uma ciência que considera como fundamental a reprodução dos fatores de produção ou a reprodução e do outro uma ciência que considera como fundamental a alocação ótima de recursos. Então, uma polaridade entre reprodução econômica e alocação ótima de recursos do ponto de vista da reprodução, ou seja, daqueles que vão pensar a reprodução dos fatores de produção, a reprodução da sociedade como um todo, as condições para manter uma produção e reproduzi-la, né, seja ampliada ou não, esse cálculo a economia política faz e ele é capaz de assimilar a contabilidade da locação ótima de recurso, que é o uso mínimo de gastos, o uso mínimo de recurso para obtenção máxima de um fim. para obtenção máxima dos seus objetivos. Essa daqui consegue assimilar aquela, mas a locação ótima de recursos é incapaz incapaz de considerar no seu cálculo a a reprodução dos fatores de produção, as condições de produção de uma determinada sociedade, de uma determinada organização. Ela é incapaz, ela não pode colocar no cálculo porque se ela colocar, ela para de fazer a locação ótima de recursos e aí ela vai ter que olhar essas condições. Se ela toma como última instância essas condições, ela deixa de ser a teoria neoclássica e se converte em economia política. Show. Eu acho sensacional. E aí o texto vai continuar, mas a gente não vai. Massa, né, pô? Velho, eu acho isso aqui coisa fina, coisa. Ó, putz, é bom demais. Bom demais. Bom demais. Bom demais. Mas é isso, meu povo. Eis-nos aqui. Envia-nos a nós. Eis-nos aqui. Eu tenho agora uma reuniãocita daqui a pouco e eu não vou poder continuar, por isso que não dá. Diz querido Kevin. Por isso então que a discussão não é datada nem um pouco. Nem um pouco. Ela na verdade essa esse texto do Franz, né? ali nos anos 80, ele tá visualizando o início do problema. Ele tá vivenciando ali o surgimento do neoliberalismo. Ainda nem tem o termo, pode ver que ele nem fala neoliberalismo, ele usa a escola neoclássica porque ainda não apareceu como de maneira consistente a ideia do neoliberal, a ideia da da desse projeto de austeridade. Ele vai ser constituído durante os anos 80. Nesse período ele dá essa palestra nos anos 80. O que vivenciou foi o laboratório no Chile do neoliberalismo, a escola de Chicago se fortalecendo com esses dogmas, com essa estrutura, com o programa que eles têm. Tem um programa, esqueci o nome, a como é que era o nome? Acho que é ladrilo. Ladrillo. Ladrillo. Acho que é isso. Deixa eu ver aqui. Is é isso mesmo. Acho que era ladrilo. Escola. de Chicago, Chile. Eu acho que era ladrilo, quase certeza. Deixa eu ver aqui. É ladrillo. É isso mesmo. É isso mesmo que acontece. Vou até ler para vocês aqui o que a Ia colocou, né? O ladridio, o tijolo em português, é o nome dado a um documento técnico que serviu como plano econômico fundamental implementado pela ditadura militar no Chile de 1973 a 1980. elaborado por um grupo de economistas chilenos conhecidos como Chicago Boys. Os Chicago Boys seguindo ali a cartilha do Milton Freedman, dessa galera toda. Então o o que o Franz viu foi o El Ladridio. Ele viu o El Ladridio, ele viu essa proposta que ainda não tem o nome de neoliberalismo, que ainda vai ser denominado como neoliberalismo depois, mas que ele percebe a raiz. A raiz tá no no pensamento neoclássico, no que se desenvolve como escola eh austríaca e que é implementado pelos Chicago Boys, né, pela escola de Chicago no Chile como laboratório. E ele vendo isso sacou o problema. O problema que não é de narrativas, um problema que não é de discurso, é um problema de ciência, um problema epistemológico da diferença entre economia política, enquanto ciência da eh reprodução dos fatores de produção e da chamada teoria neoclássica, que vai colocar como problema científico da economia a alocação ótima de recurso, uso mínimo dos do disponível, né? Corte de custos, corte de gastos para ganho máximo, para maior eficiência possível. E isso implementa e justifica essa ciência maluca que vai ser esse mainstream econômico, essa ortodoxia que reduz tudo a calculabilidade dentro do jogo de mercado e que justifica, portanto, esse tipo de reprodução. E isso é construído ali, ó, anos 70, anos 80, nós estamos no ano da graça de 2026 e estamos vendo essa grande discussão no âmbito político. Tem que privatizar, privatiza que melhora, sejamos mais eficientes. O que nem o Augusto trouxe aqui pra gente, o Zema. Zema privatiza tudo porque a gente vende as estatais, a gente reduz os custos, a gente ganha alguma coisa, a gente limpa o estado. O objetivo não é redução de máquina, é esse tipo de cálculo para ganhar um capital no final sobre relações de mercado e não pensa na reprodução dos fatores de produção. É essa discussão que a gente tem que fazer. É isso que a gente tem que fazer. Ah, tem que cortar os gastos sociais. Não é gasto social. A gente tem que explicar que é investimento. Investimento por quê? Ah, porque a gente tem bom coração, não é? Investimento porque garante a reprodução dos fatores de produção. E um dos fatores de produção fundamental, na verdade, é aquele que garante a o ciclo econômico, é o fator trabalho. Se não tem trabalhador trabalhando, não tem produção. Se não tem trabalhador recebendo seu salário, não tem consumo no final do ciclo. Não tem quem compre aquilo que foi produzido. Se não tem quem compre aquilo que foi produzido, não tem ciclo econômico possível. Então eu preciso garantir as condições de reprodução desse fator de produção fundamental que é o trabalho, o trabalhador, a pessoa trabalhando, porque ela precisa trabalhar para produzir, precisa ter salário para consumir. E eu mantenho o ciclo funcionando. E eu nem tô falando do ponto de vista marxista. Economia política burguesa redonda [risadas] é simples assim. Não é moralista, não é pelo bem comum, pelo bem geral. Eu tô fazendo uma básico, ciência básica, ciência econômica, aula 0.1. Mas que para esses animais não é, porque para eles economia é você fazer cálculo, é você botar nas relações de mercado, você fazer compra e venda porque vai ser eficiente. Não vai, [risadas] não vai. Não é por osmose. Você tem que ter decisão política. Você tem que ter intervenção constante, intervenções sistemáticas nas relações de mercado, porque as relações de mercado elas não garantem as condições de produção e reprodução de uma sociedade, porque elas não planejam a reprodução dos fatores de produção. Ciência 0.1. [ __ ] queria est discutindo esses bagulhos, sem sacanagem, assim, queria, pô, vamos falar de economia, vamos, pai. Tem que discutir isso aí. Vamos começar aqui. Por quê? Porque na hora que a gente falar o governo Mil é uma bosta. É uma bosta aquele governo. As tomadas de decisão são imbecis. O que se está fazendo na Argentina é uma idiotice. Ah, por não é narrativa, é ciência. Ciência econômica, planejamento econômico. Penso, [ __ ] Básico, assim, no ponto de partida. Ciência. Você é um animal que não entende ciência econômica. >> [risadas] >> É tipo isso, tá ligado? Eh, e pronto. Aí o pessoal, ai meu Deus do céu, a China tá crescendo aí. Sim, aplica a ciência, aplica a ciência. É estado que aplica ciência para economia, né? Não, economia neoclássica, não neoliberalismo, que essa ideia idiota de alocação ótima de recurso, ela assimila a alocação ótima de recurso, mas aplicada a um planejamento da reprodução dos fatores de produção. É a economia política purinha, guiando um estado em seu planejamento de de desenvolvimento. Purinha, purinha. Não segue nenhuma receita do mainstream de escola de Chicago. Bobagem de de de escola austríaca, não sei o quê. Inclusive essa galera da escola austríaca fica dia assim dia também aqui no no YouTube, nos nas redes deles falando: "A China vai quebrar a qualquer momento". Por quê? Porque porque não tá fazendo uma locação ótima de recurso do jeito que eles acham que isso deve fazer economia, que eles são burro. Mas aí é outro problema, né? Burrice é outra coisa. Burrice é um negócio difícil de lidar. Eles bebem detergente. É complicado. Fala Kevin. Cheguei. Eu virei do começo. Espero que seja útil esse papo hoje aqui. E diz, querido Kevin, 2026 o governador batendo no martelinho na bolsa. É outro animal. Outro animal, né? Outro animal. Oh Jesus. Diz querido fazer Watch. Eu tô pensando que a China é o pós-quenesianismo puro que nem o céus furtado sonhavam. Pode ser. Eu não sei especificar porque eu não sou especialista na área e não não vou taxar, né? Ainda tem esse debate, se é socialista, se não é socialista, se é comunista, se não é comunista, se tá rumo ao comunismo, se não tá que estudar mais para poder bater martelinho, né? Para poder aqui cvar é é um planejamento racional. É um planejamento racional da economia. tem critério, tem começo, meio e fim e planeja reprodução de fator de produção. Isso eu falo tranquilo. O que é o nome que você vai querer dar, se vai ser cavalo marinho, se vai ser é racional, racional, funcional e tá garantindo o desenvolvimento relativamente equilibrado. Então, parece que funciona. E é aquilo, né, que a gente já comentou aqui nesse na nesta livezinha. Você só pode fazer um planejamento econômico a partir das précições dadas. Você não consegue tirar da sua vontade, das suas ideias, do seu plano. Eu tenho um plano. Não, o Cebolinha também tem. E normalmente os planos infalíveis dele não dão certo. E ele toma uma coelhada da Mônica e o Cascão, coitado, que tá junto, ele toma junto. Cascão sempre caindo nos planos de Cebolinha. Ai, ai, leio o gibit toda a noite para minha filha [risadas] e eu dou vozes pros personagens. Um dia eu faço as vozes para vocês. Essa aqui é a dublagem que eu faço dos personagens. Tá bom. [limpando a garganta] Perdão, falei muito. Ai, ai, acho que foi legal o papo hoje, né? Foi massa. Testinho baça. Vou mandar o texto pro pessoal que tá no nosso grupo do zap aqui da membresia do canal, né? Se você vira membro do canal, eh, OK, tem uma coisinha que apareceu aqui e outra. Eh, vou mandar lá no nosso grupo esse texto do France para quem quiser ler. Testinho massa, show. O primeiro capítulo para mim é o mais legal porque é esse debate aí, né? Um debate que eu gosto bastante e acho que vocês vão curtir. Então, se você não está no nosso grupo do WhatsApp para receber esse material e outros, é porque você não tá na membresia do canal ou tá na membresia do canal e não mandou e-mail aqui, ó, e-mail para [email protected] que tá aqui. Você manda o e-mail pra gente falando qual o seu nickname para eu ver se você realmente é membrezinha do canal. Aí você entra no nosso grupinho do Zap que é bala, recebe o conteúdo, além de assistir os conteúdos exclusivos para membresia do canal, né? Vários conteudinhos legais, bem interessantes para você. Aí você vai curtir e eu não lembro se tinha alguma coisa aí, vai que tá sobrando uma merreca aí, porque você fala: "Pô, não consigo virar membresia do canal, mas eu tô com com a merreca aí que pode pagar uma ida de você pro trabalho no metrô 540. Você manda aqui, ó, [risadas] manda Pix. Eu calculo minha vida em valor de transporte público, então valor de transporte público vale vale a pena. [risadas] Massa. Tamos junto. Estamos junto, Kevin. Que bom que o papo foi legal. Diz: "Querido Leandro, a China me parece aplicar algumas propostas de Ke, Minsk, Chum Peter e Pasm Adam SM". Sem dúvida. Só que de maneira mais avançada. É, cara, o pessoal tá aplicando ciência, né? Ciência do âmbito da economia política, de planejamento, partir das condições dadas. Pô, excelente. Funciona [risadas] por não, né? Diz que no templário. Estou de veras triste, pois perdi 1/3 da live por conta do trabalho. É, o trabalho é embaçado. Trabalhar é uma coisa horrível. Diz querido Gabriel. Top. [risadas] Uma palavra Roger Show. Entrem no grupo dos Entre no grupo. Dis querido fazer o watch. Entrem no Entraem no grupo que é legal. e diz Crito Templário, entrem no grupo. Precisamos de mais baristas. É o barismo está dominando. Dominando. Só se fala em outra coisa. Só se fala em outra coisa. Mas é isso, minha gente. Então, perdão aí porque eu terei que encerradner a nossa live. Terei que encerradner. Encerradner a nossa live. Não é no Comestner, é no Enerradner para que nós possamos eh trabalhar dinner e não descansar de e fiquemos bem, não é? Mas hoje é quarta-feira. Quarta-feira que é quase fim de semana. E aí, você que tá aí cansado, [música] você que tá exausto, você que não aguenta mais a vida, fica tranquilo. Nós estamos no dia [música] 13 de março, 13 de maio, nesse momento aqui de 2026, tá perto da Copa, a Copa tá chegando. Espera a [música] Copa passar. Eu tô confiante, confiante na seleção brasileira. A gente vai ganhar essa Copa. Vai, vai ganhar esta Copa. O [música] fim de semana tá chegando também. Aproveita para descansar para aguardar a lista final do senor Carlos Chilote [música] que vai ter menino Hendrick. O menino Hendrick vai trazer o Exa. O Exa já tem nome. Hendrick, a reencarnação da vitória brasileira. Vai chegar menino e vai levantar a taça para nós. Vai ser campeão. Nova modalidade de copa, vitória do trabalhador, vitória da classe brasileira, vitória todo do povo brasileiro, da classe trabalhadora, vitória que vai trazer a a taça para cá e potencializar [música] a eleição à esquerda nesse país. Diz aqui um K, Bruno Confiante. A sessão tem que orar pela saúde do goberno tá tudo bem, tá tudo bem. Vai dar, vai dar, vai dar, vai dar, vai dar. Já vai dar. [música] Estamos aí na próxima aula live terá beginner, terá um beginner o comestner e a gente vai trocar uma ideia aí. Semana praticamente encerradner [música] vai dar tudo certo, tudo certo. Tudo certo. Nós vamos ganhar. Nós vamos ganhar. Copa ganhar. Aguarda. Aguardem que a vitória é nossa. A vitória é nossa. Beleza. Falando em vitória, nós seguimos aqui todo dia útil. [música] Trazendo a boa nova. Todo dia útil até a vitória final. >> Seguimos trazendo [música] boa nova todo dia útil >> até a vitória final. Valeu minha gente. Falou, fiquem bem, aproveitandoismo. Vai Corinthians estamos junto. Belezam [música] muito, porque se não tiver os outros não tem para a gente tá aqui. Vamos junto. Valeu. J. [música]