🔴AULIVE: O QUE SÃO FATORES DE PRODUÇÃO E COMO SÃO SUB UTILIZADOS NO BRASIL
27/05/2026
🔴AULIVE: O QUE SÃO FATORES DE PRODUÇÃO E COMO SÃO SUB UTILIZADOS NO BRASIL
pix: [email protected]
🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5073270231924736
Fonte: Bruno Reikdal
Legendas automáticas:
Fala aí, minha gente. Bom dia. Bom dia. Bom dia. Bom dia. Bom dia, bom dia. Tudo bem com vocês? Como é que estão aí? Tudo em paz? Espero desejo que sim. Bora lá para mais um conteúdo totalmente excelente. Mais um dia aqui começando na nossa pequena aulive. E eu acho que o tema é interessante, tem massa, que surgiu aí de questões aparecidas numa outra rede, né, conhecida também como Instagram. E agora estamos lá no Instagram tentando fazer um trabalho minimamente organizado e parece que tem funcionado, parece que tá legal. Bora ver. Tudo bem com vocês? Sejam todos muito bem-vindos, muito bem-vindas e muito bem-vindos aqui ao nosso canalzinho. E nós possamos trocar uma ideia bacana. Então, vamos lá ajeitar aqui essa brincadeira. Para quem não me conhece, meu nome é Bruno Rquidal. Sou doutor em economia política mundial, mestre em filosofia, graduado em filosofia, formado em teologia e tento aqui trabalhar como divulgador de conteúdo relativamente qualificado, com algum tipo de bom humor ou humor quebrado pela internet deste país aqui no YouTube. Beleza? Nós somos um canalzinho muito pequeno, como você deve ter percebido, e que ele se sustenta graças à membresia desse canal, ao membro, membro, a membro, membresia aqui do canal. E se você quiser fazer parte desse grupinho que mantém o nosso trampinho de pé, não considere entrar aqui para esse para essa membresia, porque aqui você conta encontra também conteúdos exclusivos para você, para você e para todas as outras pessoas que também fazem parte da nossa membresia. Então, quer dizer, não é bem só para você, mas você tem cursos como Marx e Religião, evangélica política, evangélicos e política no Brasil, eh, que mais? Ética e filosofia da libertação. Hum, como fazer seu projeto de pesquisa. Mas um monte de vídeo, conteúdo da nossa rádio crite crente, um monte de coisa interessante aí, né? Nós praticamos aqui a tudologia, olha, opologia tudológica generalizada e que eu acho que você vai gostar. Então considera aí, tá junto com a gente. Se você fala: "Pô, não tá dando aí para para pagar esse café expresso, né, da nossa primeira igreja barista no YouTube, que é o nosso canalzinho, não tem problema. Não esquece de curtir esse vídeo, comentar para engajar, espalhar a palavra por aí, compartilhando e indicando o nosso canalzinho, porque vale a pena, né? Assim, com modéstia à parte, o conteúdo é bom, ele é qualificado, ele é acessível e didático e engraçadinho, levemente engraçadinho para quem tem um humor complicado como o nosso. Mas seja muito bem-vindo. Beleza, minha gente? Acho que eu comecei bem fazendo as propagandas e se eu não esqueci nada, alguém vai me lembrar. É isso, é isso, é isso. Bom dia, bom dia, bom dia. Cadê? Perguntou Igor. Tá aqui. Hoje começou levemente mais tarde. Levemente mais tarde, né? Um pouquinho mais próximo da manhã, distante da madrugada, por motivos de que estou cuidando de uma criança enferma na minha casa, né? Hoje ela está bem melhor. Eh, em teoria, esse é o último dia que ela pode ficar relativamente com febre, né? Passou já um dia, hoje é o segundo, é para ficar bom. Se continuar com febre para amanhã, aí aquela ida novamente no médico para dizer: "Olha, não melhorou, vamos ver o que tá acontecendo". Mas aparentemente já tá bem. E é por isso que a gente começou um pouquinho mais tarde, porque a madrugada aí a gente teve que dar uma um talento, mas estamos junto, aparentemente tá tudo dando certo. Bom dia, querido Augusto. Como é que você tá? Nosso querido Augusto tem participado aparecido por aqui. Espero que o conteúdo contribua de alguma maneira para você. E ele comenta: "Hoje começará no horário de dublê de herdeiro". Exatamente. Que é quase pela manhã, uma madrugada mais tarde. O cara falou: "Acordei cedo às 9 e tantos da manhã". Hum. Aí complica. Querido Rubens, bom dia, chat. Bom dia, Bruno. Bom dia, Rubens. Como é que você tá? Que bom que você tá aqui com a gente de novo, cara. Seja muito bem-vindo, muito bem-vindo aqui ao nosso papo diz querido fazer watch. Salve salve fazer watch. Bom dia. Bom dia a todos. Bom dia. Fazer o watch. Como é que você tá? Tá tudo bem? Espero que sim. Fazer o quê? Quer ser fazer o watch? Bom dia. Fazer o watch que faz parte aqui da nossa membresia. E se você faz parte da membresia ou quer fazer parte da membresia, assim como fazer o watch, você tem o direito, caso queira, de entrar no nosso grupo do WhatsApp. O nosso grupo do WhatsApp exclusivo para a membresia do canal. E aí você pode entrar lá. É um grupo muito bacana com o pessoal totalmente excelente, um pessoal gentil, educado, pessoal muito hospitaleiro e que tem uma conversa bastante profíqua lá no grupo, né? O pessoal gosta, eu também. Então é só mandar um depois que você virar membro, membro a membre, você manda um e-mail para esse negócio aqui, ó. esse e esse negocinho aqui com o seu nickname no YouTube, porque, né, acontece isso, e o numerozinho do do celular paraa gente botar lá no grupo, aí você entra para nós, beleza? É bom. Bom dia, querido Gabriel, como é que você tá? Espero desejo que bem também, meu querido. Chegamos aqui quido fazer o watch pergunta: "E para quem te conhece, qual o seu nome?" Hum, é, para quem não me conhece, eu sou Bruno Requidal. Para quem me conhece, depende. Eu tive muitos apelidos na minha vida, muitos mesmo, muitos apelidos. Tenho até hoje muitos apelidos, mas é muito comum as pessoas me chamarem de Bruninho. É muito comum, é muito comum as pessoas me chamarem de Bruninho. Nossa, cara, eu acho que eu tô com um pouco de calor, tá embaçando meu óculos. Tomei um remédio que a criança pegou a gripe e ela me passou. Só que aí eu já me dopei daquele jeito. Aí dá um calorzinho no remédio que eu tomei. Esperar baixar um pouco aqui para conseguir colocar esse trem. Cara, me chamam de Bruninho. É automático em muitos lugares. Bruninho. Bruninho é interessante. Não sei porê. Talvez porque eu tenho cara de criança, apesar dos meus 36, quase 37 anos de idade. Discrito Rubens. Comecei a seguir lá no Insta. Tá bom mesmo. Ri demais com o corte do levantar. É, se você quiser chegar no nosso Instagram, estamos lá também. Bruno@ridal não é um nome bom, eu sei. É @brunquiddal, né? @brunikdal. Seu nome não é bom, perdão, perdão. É que é a vida, né? Não ajuda lembrar, mas chegamos a 9.000 pessoas no nosso canalzinho lá do do Instagram, no nosso perfil. Ficou legal. Tô feliz. Chegamos hoje, né? Escrito fazer o watch. canal irrelevante e irreverente. Exatamente. Irrelevante. Como nós sabemos, tem um um youtuber relativamente grande aqui no nesta rede que é o Dois Dedos de Teologia, que fez questão de lembrar que o nosso canal é irrelevante. Eu gosto da irrelevância. Que incomoda. Querido Thiago, bom dia a todos os baristas e não baristas da América Latina que nós somos muito inclusivos. Bom dia, querido Thaiago. Bom dia, minha gente. Tudo bem com vocês? Bom dia, querido Gabriel Dias. Marxismos. Bom dia, cafezeiros. Bom dia, querido Gabriel. Estas melhoras. Ela tá tá melhorando. Tá melhorando. Tá bem. Não é nada tão tão drástica aqui da gatilha aqui, porque em outros momentos da vida a criança passou por uma situação bem desagradável de otorrino. Tadinha. Aí foi bem desagradável. Mas tá bem, tá bem, tá bem. Aí dá gatilho, eu fico preocupado, mas tá tudo certo. Tá aqui perto, inclusive. Tô bem demais. Aí, então, que ótimo. O pessoal que tá trocando ideia gentilmente diz que Augusto, acabei de pagar o dízimo pra igreja barista do próximo dia. Amém. Grat augusto pelo dízimo. Jeseli, bom dia, querida Jesel. Tudo bem com você? Espero e desejo que sim. Que bom que você tá aqui com a gente mais uma vez, uma quarta-feira de manhã. Espero que o papo hoje renda e seja bacana. A gente hoje vai fazer react de vídeo e react, hein, minha gente. Já vamos pro nosso tema. SP Bru. É, é bru bru. Isso é comum, né? Em São Paulo, a gente reduzir o nome das pessoas para a primeira sílaba. É que me chamou bastante. Mas Bru é muito mais é para pessoas bastante íntimas e próximas. É raro me chamarem de bru. Normalmente é familiar, minha esposa ou algum amigo querido, algum amigo querido que carinhosamente chama de bru, mas é mais raro, né? Pessoas mais próximas. Normalmente é Bruninho, Brunão ou algum outro apelido aleatório. Eu, ó, meu apelido na na infância e adolescência. Meu apelido era índio quando eu era criança, adolescente. Motivos pelo qual? Explicarei. Eh, eu era bem moreno, minha pele era vermelha, avermelhada, meu cabelo liso, cuia. E aí o pessoal reproduzia esta imagem chapada de que é o índio, ó o índio lá, ó o índio lá, ó o índio lá. E aí eu tenho fotos que comprovam isso. Obviamente eu eu quando nasci, eu tenho uma parente muito racista na minha família que me jogou uma praga que falou que eu ia desbotar, né? Eu ia crescer, ia clarear. Infelizmente pegou a praga, infelizmente pegou. Aí eu fiquei com essa cor que é a cor bege, né? Por causa da luz, ela fica meio amarela. Parece que eu tenhoícia, mas é uma cor bege, né? que ela ela nunca sabe o que que ela quer. Ela fica perdida, ela fica, ela no verão ela vai ela vai pro marrom e em São Paulo ela fica cinza, né? Fica essa coisa esquisita. Aí graças à luz aqui eu pareço que tô eh terícia, né? Tô amarelo, mas a vida é acontece acontece acontece. Eu fiquei encardido. É, é uma cor encardida, né? D corridinha encardido, coitado. Aí ficou nesse meio de campo aqui. E aí, como em São Paulo não dá para ficar tomando sol, né? A gente fica tomando essas luz brancas de escritório. E é triste, estraga a vida. Bom dia, querido Juan. E Juan diz: "Bom dia, Bruno Santo Grão". Ai, eu já falei que eu preciso fazer o compilado. Diz querido Guilherme. Guilherme inclusive foi aniversário de Guilherme esses dias, então está liberado dar parabéns para Guilherme ainda. Então, parabéns Guilherme. Parabéns, Guilherme. Néão, qual diria aí algum personagem da TV? Quase. Parabéns, cara. E diz: "Gilherme: "Bom dia, igreja barista e pastor Breakdown". Breakdown. Tinha uma música que eu ouvia que era assim. Olá, querida L, como é que você tá? Tudo bem? Olá, chat. Olá, Bruno. Olá. Bom dia. Espero que você esteja bem. Dias, querido templário. Bom dia, galeur. [ __ ] como é que escreveu isso aqui? Bom dia, galeurinha. Complexo. Tenho dificuldade de falar isso. Bom dia, querido templário. Como é que você tá? Tudo bem? Espero desejal. É, é, acontece. Bom dia, querido barotinho. Como é que você tá, mano? De boa. Espero desejo que sim, cara. Bom dia. Bom dia. Descr balutinho. Cabelo é super estimado. Ouvi dizer. Também acho. Também acho. As pessoas super estimam o cabelo. Eu tenho bastante e considero normal, mas as pessoas que tm a falta falam: "Me falta". Não. Por quê? Gente, fiquem tranquilos. A vida, cada um tem sua beleza, tem seu modo de ser. Tá tudo certo. Só não façam como o Neymar, ficar calvo e pintar o cabelo de azul daquele azul esquisito que ficou. Mas no final não era azul, né? A gente foi, quem viu a foto viu, não era azul, era só um tratamento que ele tava fazendo. Descubar. É exatamente. Eu fiquei desbotado e encardido. Uma tristeza. Descrito Augusto. Eu era assim também, trabalhando em si, sem tomar só 4 anos. Estou bege fosco. Aí a gente fica encardido com a cor de de pano sujo. É horrível. Ai é a vida, né? É a vida, é a vida, é a vida. Mas dito isso, foi ontem. Exatamente. Foi ontem. Então tá, tá liberado. Parabéns para nosso querido Guilherme. Pronto. Não, índio, tá? minha minha infância e adolescência era índio. Tem um tem lugares que as pessoas só me conhecem como índio. Inclusive, uma galera que faz tempo que eu não tenho contato, sem contar, me chama de índio. Eh, até hoje eu tive muito comum o pessoal me chamar de Lima, mas é por causa do meu sobrenome, porque sempre teve muito Bruno na minha existência. Que mais? Outro apelido. Na final de adolescência, começo de juventude, apareceu um cantor chamado Luan Santana. E desde que esse homem apareceu, a minha vida ficou desagradável contra apelidos como: "Nossa, é a cara do Santana". Aí me chamarem de Luan. É comum, é comum também chamar de Luan. Acho que hoje menos, né? Porque fez tanta coisa na cara do tratamento que mudou bastante. Eu mantenho a mesma cara. Ele mudou consideravelmente, mas era o Luan. E eu sempre considerei que ele pode ser meu primo, tá? Existe essa possibile. Luan, você pode ser meu primo. Nós podemos ser parentes, Luan Santana. Por quê? Porque eu tenho um tio cuja fama, e na verdade não é só fama, é prática. Eu tenho um tio que foi tendo herdeiros que herdeiros pobres por aí, né? Porque não tem vai herdar pô nenhuma. Foi tendo prolle, né? Foi seguiu biblicamente o crescer e multiplicai, né? E povoai a terra. Então ele saiu povoando a terra por aí. E até hoje eu vou encontrando o primo, eu vou descobrindo e ele também vai descobrindo que tinha. que tem eh como é que é eh descendência, né? Tem novas descendências. Vai vai aparecendo aí, vai aparecendo. Então pode ser que nós sejamos primos, querido Luan Santana, você e mais outras pessoas que muita gente fala: "Nossa, você parece falando de tal". Enquanto algum parente ou algum amigo que eu sou parecido, eu falo: "Tem potencial da gente ser parente. Deixa eu ver o teu apelido legal". Eu não vou lembrar de apelidos legais, mas eu tive bastante apelido, muito apelido. Eliel, Elielzinho. Elielzinho era comum porque eu sou a cara do meu pai. É um projeto de clonagem, né? Então, primeiro projeto de clonagem, talvez bem-sucedido também pode, isso também contribui, mas é isso, é isso. Deve ter mais apelidos que eu não vou lembrar de cabeça, mas eis que nós estamos aqui. Diz que o templário, a não ser que seja cabelo cacheado, sou parte da seita cacheado supremacy. Ô louco, aí sim. Opa, bom dia. Bom dia, querido Igor Juan. Como é que você tá? Tudo bom, meu querido? Eu espero, desejo que sim, que aí estamos aqui. Luan Requidal, não seria Luan Lima. Daí que é uma mistura de Gustavo Lima com Luan Santana. Mas é o Luan Lima porque o uma parte do meu pai é família Lima. Família Lima. E aí, Lima? Meu nome é Bruno Requidal. Lima. Tem um lima no finalzinho. Diz querido Balotim. É o é o cara da parábola do semelhador. Passou por aí jogando semente. É ele é biblicamente é curado. Seguiu o mandamento crescer e multiplicar e povoói a terra. Diz que o templário no final todos somos geneticamente minimamente relacionados. Sim, sim. Você tem um ponto, você tem um ponto, mas considere também que é bom você caso vá procries de variabilidade genética, senão uma gripe pode acabar com a sua família. Então é melhor a gente tomar cuidado aí. Bom dia, querido Kevin, tudo bem? Como é que você tá, mano? Espera, desejo que bem. Seja muito bem-vindo para mais uma manhã. Obrigado por estar aqui com a gente. Estamos junto. Bom dia, querido Felipe. Bom dia, amigos. Bom dia, Felipe. Como é que você tá? Tudo bom, Felipe? Primeira pessoa beatificada aqui pela Igreja Barista. Primeira pessoa beatificada, santificada em vida. Aqui a segunda pessoa é a Bianca, Bianca da Vivo, que conseguiu atender uma solicitação nossa para que a internet voltasse em tempo adequado para uma live que nós fizemos. Então, quero agradecer aqui, querida Bianca da Vivo, atendente da Vivo, caso um dia isso chegue aos seus ouvidos. Eu sou o Bruno que perturbou a sua vida de manhã num dia aí pra gente conseguir ter internet pra live. para provar que eu tinha pago boleto. Eu sei que eu tenho dificuldade de pagar boleto, mas a gente tinha pago. E deu certo. Obrigado, Bianca. Do Rabel, o ruim é você criar uma microempresa. Mei Bruno. Eu não peguei o problema. Eu tinha uma microempresa, mas eu vou tentar entender o que tá acontecendo. Mei Bruno, meio estamos junto. Eu não peguei porque eu tô lento hoje. Mas é isso. É isso. Ai, me pueblo. Hoje começamos mais tarde, não é? Ah, Balotin pegou. Balotin pegou. Era isso. Era isso. É que se o meu nome fica como Lima e eu crio o Mei, fica o Lima Mei. Aí seria um problema. Ou não, que tudo depende do contexto. Vai saber. Eis a vida. Faz sentido. Faz sentido. Eu não tinha pego esta esta malandragem aí. Felipe 22 assist 12 likes na live. Bora dar like, amigos. É o nosso canalzinho. Ele tem isso aí. Isso aí de Gabriel. A igreja católica teve teve proibir o casamento entre primos. A vida tem dessas coisas. A vida fez essa escrito. Igor Igor. Pior que eu tinha apoiado nessa também. Me senti um simples menino desse mundo. Eu também. Eu me senti um perdido, mas faz muito sentido. Faz muito sentido. A piada tem tem ali a sofisticação. Tem a sofisticação que a gente tem que considerar. Eu não tinha pego liso. Eu rindo horas depois. Eu também eu demorei para pegar. Falei: "Ah, mas o Balotin tava atento? Balotin tava atento. Ainda bem que tinha alguém aqui, porque na verdade é uma recomendação bíblica, né? Se alguém falar em línguas, tem que ter alguém para traduzir." Então o Juan soltou a profecia aqui com a língua curada, né? a língua inspirada pela glossolia, pela língua dos anjos que a gente não pegou. Aí o Balotin foi lá e traduziu esse essa fala. E agora nós estamos todos felizes nos divertindo com esse trocadilho maravilhoso. Olha como é bom estar em irmãos, não é? reunidos entre irmãos em comunhão. Diz que Rubens dependeria do serviço prestado pela empresa. Exatamente. Exatamente. Se fosse uma empresa de detergente poderia se chamar Lima. Hoje em dia. Hoje em dia a empresa de detergentes tem prestado esse tipo de serviço. Diz querido Botinho. Eu tenho dom de interpretação de piadas e trocadilhos. Não, esse aí é bom. Eu achava que eu tinha, mas eu descobri que eu não tenho não. Você tá muito mais acurado aí. Tem um, tá com inspiração direta. Foi muito bom. Foi muito bom. Inclusive, parabéns, Juan Gabriel, e parabéns, querido balotinho. Vocês dois aí estão de parabéns. Parabéns. Começamos bem hoje. Ai, meu pai amado. Deixa eu pegar o trem aqui para nós poder começar o nosso papo hoje. Vamos surfar na treta da semana, que é raro isso acontecer, né? Mas nós vamos, nós vamos, infelizmente veremos a o rosto de uma pessoa não muito agradável, mas nós vamos surfar na treta da semana, mas a treta surgiu depois que a gente já tinha definido essa live. Então, quer dizer, a live já tava definida, aí apareceu a treta. Desliza. Eu nem me afogo porque estou sempre boiando. Aí, ó, a vantagem de saber boiar bem, você fica safe. Disquo, Guilherme, começamos cedo as provocações filosóficas. Já, já. Filosofia pura. Discr do Kevin. Quem está no lixo da história da filosofia? Cara, esse react. Putz, o pior é que eu abri o YouTube, tá? que é exatamente esse vídeo na minha frente. E esse essa tier list aí do do Gustavo Machado só pela resenha é complicado. Não, para mim ele só fez aquilo ali pela resenha. Ele botou aquilo ali pela resenha. Foi, foi pela resenha. Ele foi para pro divertimento geral da nação e deu certo, né? Funcionou. Ele ele jogou a isca e pescou grandão. Pescou grandão. Mandou bem. Diz que doido Felipe. Live de react. Sim, teremos react de vídeo e react de texto. Na verdade, vai ser um comentário a um vídeo, a dois e aí o o texto. Exatamente. Guilherme era meme, seu juiz. É lógico que era ali, meu irmão. Perdão. Ali foi pela resenha. Eu, se ele ele pode jurar de pé junto que não foi, mas foi. Jogou a isca, ganh pescou grandão. Foi foi excelente. Foi excelente. Foi excelente aquilo ali. Diz que do Gabriel, qual a treta? Não, a treta que a gente vai ver é do Luciano Hook. Essa é a treta que a gente vai ver. Mas é que o Gabriel, o Gustavo Machado fez uma tierlist de filósofos, cara. Foi divertido assim, eu não gosto de assistir o vídeo, eu vi o print que o Kevin mandou pra gente, porque eu não ia perder uma hora e tanta da minha vida vendo a tierlist aleatória de filósofo. Mas quando ele mandou o print, eu falei: "Não, isso aqui foi pela resenha. Ele foi, foi para puro divertimento". E ele se divertiu e conseguiu pegar o pessoal aí de de desprevenido. Pessoal caiu na armadilha. Gustavo Machado armou a armadilha e ganhou. Vou avisar o menino dos cortes. Fica tranquilo, fica tranquilo. Sem desespero, sem preocupações. Disgo, Kevin. Tierlist, conteúdo sério e científico. É claro que foi. Seríssimo. Nossa, aquilo ali não precisa nem ver para saber quem tá tirando onda. Diz que fazer watch. Augustinho naquele lugar não dá. Augustinho. Ah, eu nem lembro onde é que tava aquilo lá. Eu não sei. Eu não lembro de cabeça. Eu lembro. O que eu lembro é o o coitado do Adam Smith na ata da história ou o Newton. E aí e eu falei: "Não, ele tá de sacanagem". Aí o o Kevin explicou: "Não, mas é que ele disse que ele ele não vai considerar o Adam Smith como economista político e nem o Newton como físico, mas como filósofo." Você foi? Aí eu pensei, né? Claro, aí é o mesmo critério da gente discutir quem foram os melhores jogadores da NBA e aí no critério arremesso de três, a gente colocar o Marcelinho Carioca na entre os candidatos. É a mesma coisa. É a mesma coisa que colocar o Newton como físico para ser discutir como filósofo, tá ligado? Mesma parada. Vai ficar lá para trás, pô. É o Marcelinho Carioca disputando com Stephen Curry. Ele quem é melhor no arrem de três não vai dar certo. Marcelinho Caroca bati excelentes faltas a de distân e com distância pescou de tá. Exato. Exato. Passou ali o vixe. Botou a rede esticada ali no laguinho e foi, ó. F pegando a rodo. Arrodo. Mandou bem Gustavo. Nisso. Eu não sei fazer essas esses bait tão bom, mas ele mandou muito bem no bait. Galera, caiu ali fácil. É a vida. Porque Marx é melhor segundo a encarnação do marxismo, diz Gabriel. É tipo isso. O que me lembra do daquele eh, como é que é o nome? aquele livro horrível do Niet, né, E omo, em que tipo as perguntas do livro, né? Por que sou tão bom? Ai, mano, esse livro é tão ruim. Ai, cara, n é ruim. Desculpa, desculpa quem gosta. Perdão aí, mas é difícil eu chegar e falar assim, né? Isso daí é uma porcaria. É o N, eu olho f. Carnite é ruim, mano. Eu não sei como é que as pessoas conseguem assistir. Eu acho bem ruim mesmo. Mas é coisa minha, né? Eu preciso melhorar. Eom é muito ruim, cara. Que livro ruim, velho. N é ruim. É, é. Tem um vídeo. É, é, é que esse aqui é para quem já tá dentro da nossa lore aqui, né? Mas tem um vídeo que o que o tem um vídeo que alguém eu fazia aqueles vídeos de respondendo perguntas, né? E aí o cara manda pergunta: "O que que você acha de NIT?" Aí eu coloquei na TAMB, né? O que eu penso sobre NIT, tal. Fal NIT é ruim. Pronto, já resolveu. Não falei mais nada. Esse foi um baitzinho bom. Mas é só para quem já tava aqui conhecendo o canal que funcionou. Ah, onde é que pausa esse trem aqui? Aqui, aqui, aqui, aqui. Pronto. It ruim. É ruim. É isso. Mas pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí. Ah, por que sou tão bom? Achei o vídeo. Pronto. Diz, querido Guilherme, Niet era o Cristiano Ronaldo de sua época? sem o trabalho, né? Porque o Cristiano Ronaldo ele se considera muito bom, né? Ele se considera o melhor de todos. Ele acha que o mundo gira em torno dele, tem um o ego Alá Ibrahimovic, mas diferente do do Cristiano Ronaldo, o Niet não se empenhava tanto assim no trabalho, nem na estética, nem no autocuidado. Ele dizia: "Eu porque eu sou tão bom, doente, ruim, fraco, estudando pouco, constrando tudo um lixo." Não, não é assim que o Cris faz. O Cris tem os seus adversários. O Cris trabalha arduamente todos os dias. Ele acorda 4 horas da manhã para começar os treinos e os treinos só termina 10:30 da noite. Então esse homem aí é é diferente. É diferente. O Nit não, Nit não não tem esse trabalho todo. O Nit seria mais um Ibrahimovic. Tem bigode para começar, tem uma estética questionável para continuar e diferente do Cristiano Ronaldo, o Ibrahimovic não chegou lá. Cristiano Ronaldo chegou a rivalizar com Deus na terra que é Messi, né? O Ibra, coitado, ele só acha. Então eu diria que o o NIT é o Ibrahimovic de sua época. Tá no PPT do Bruno. Tá, o NIT é ruim. Exatamente. Isso, Guilherme. Sou lindo. Exato. Exato. Dis querido fazer o watch. Felipe não vai gostar. Quem não vai gostar que Felipe que estamos falando? Ah, já nem sei mais o que a gente tá falando. Diz querido, querido Gabriel, vai react de todos os pós-modernos agora. Vai nada. Ninguém tá nem aí com o nosso canalzinho, tá de boa. Daqui a pouco aparece o Felipe. Qual o Felipe, gente? Quem é Felipe? Que Felipe? Que que a gente tá falando? Diz querido Augusto. Pessoal, deixa o like para divulgar a palavra. Isso, o like, curte, comenta, espalha, chama o pessoal para colar aí com a gente. Diz querido Guilherme, eu tenho esse corte até hoje, uso de vez em quando. É o cortezinho nit. É isso. E acabou. Que do Gabriel no final é briga de fandom. É lógico que é. É, Rubens também tem um ponto. O Nit morreu com probleminhas aí. Não sei se o Ibra tem isso. Acho que o Ibra não tem não. Diz que do Kevin Ibra no meu ti list de jogadores entrarei na categoria bem super estimado. Não, ele entra em muito super estimado, auto superestimado, ego lá em cima tem muitas variáveis, né? E ele tem uma legião de fãs, mas mas tem um negócio também na internet que se você tem uma autoestima muito avançada, muito garantido mesmo, você se acha muito embaçado, a galera te segue. Eles vão pela confiança e autoconfiança que você tem. Tá aí o o o Pablo Marçal. Ah, agora sim. Agora, agora eu peguei. Diz, querido Guilherme Ibrahim. Agora eu vou guardar esse trocadilho para outras oportunidades. Ibrahim. Exatamente. Ah, o Felipe, nosso querido Felipe. Agora sim. Nosso querido Felipe da da igreja barista. a pessoa mais querida da nossa igreja baralista, que possui muitos áudios comprometedores de minha pessoa e que utiliza eles com relativa frequência para me expor. Então, um beijo, querido Felipe. Felipe do grupo, nosso polícia. Sim, né? Felipe é nosso irmão, nosso irmão em café. Esquabriel, inclusive o Ibrahimovic vai lutar box com com profissional. Vai, meu amigo de taondor pro futebol, pro box. O bicho é doido. O Felipe maior debatedor da igreja par não, ele ganha todas, inclusive. Diz que do Kevin não invoque o Felipe que ele arranjará uma treta. Seria incrível. Tyson Furry. Ai, deixa eu pegar esse trem aqui, gente. Obviamente vocês viram isso, mas vamos lá. É uma porta de entrada excelente para a nossa live de hoje. Aquele vídeo, aqueles dois vídeos tenebrosos do nosso Luciano Hul, né, que tem o um que tem como grande mérito ser herdeiro, né? Então, assim, é isso. Eh, nada mais do que isso. Então, vamos lá. ouvi um pouquinho de Luciano, porque Luciano resolveu falar sobre Bolsa Família, que é uma pessoa entendida do tema e aí dá uma abertura boa paraa nossa live, né? Então, eh, graças a Deus, não passou na minha timeline. Se não passou na timeline de vocês, vocês são pessoas abençoadas, continuem assim cuidando do algoritmo de vocês. Mas vamos lá. o nosso querido Luciano. Luciano, cuja habilidade é ser herdeiro e e, né, essa coisa toda, estava num evento aí de empresários e eu quero que nós assist um pouquinho para poder começar o a nossa live aqui, começar o nosso react react de vídeo de texto hoje. Vamos lá. A pergunta da nossa live é: por que que o Brasil não vai paraa frente? Aí, olha como é que começa essa conversa aqui entre esta pessoa que eu não conheço, a senhora e o Luciano Hul, que infelizmente eu conheço. Vamos lá. Dois, três e >> hoje acho muito ineficiente. >> Ah, pera, pera, pera aí. A pergunta começa com você achait >> sai >> uma escala de zer a 10, quanto que você acha que o Brasil tá eficiente hoje? >> Milit escala de zero a 10, quanto que você acha que o Brasil tá eficiente hoje? >> Hoje acho muito, eu tenho que pausar aqui já. Quanto você acha que o Brasil tá eficiente hoje? Já começa a risadinha, né, que é para forçar o forçar o a resposta, tipo, nossa, a gente é muito ineficiente. Como nós somos ineficientes hoje. O Brasil é eficiente ou é ineficiente? Essa é a pergunta. Numa escala de 0 a 10. Uma escala de 0 a 10, o quanto o Brasil é ineficiente? E aí vamos ver a resposta do Luciano numa escala de 0 a 10. Luciano, o que você diria? E justifique sua resposta. >> Muito ineficiente em todas as frentes. >> Muito eficiente. Em todas. Então não tem escala de 0 a 10, é só muito, né? No escala de 0 a 10 é muito ineficiente. Mas e a pergunta do fazer watcho, né? Que aqui ineficiente em quê? E essa é a pergunta mais importante. Mas ele vai justificar a resposta. Num escala de 0 a 10, quanto o Brasil é ineficiente? Resposta do Luciano. Muito. Em em várias frentes e questões. Vamos lá. >> Acho muito ineficiente a conversa de ontem. Beleza. O Laert lá, o prefeito da cidade de de de senhora do Bom Fim, tem 56% da sua economia no Bolsa Família. O que acontece? Você não gera nenhum tipo de estímulo para que as famílias queiram sair do Bolsa Família. Elas, na verdade, elas criam um monte de e eh atalhos para conseguir ficar no programa de de de distribuição de renda e de proteção social. A de eterno, a gente precisa criar um estímulo. Como é que você >> O Brasil é ineficiente no geral? O Brasil é muito escada de 0 a 10. Muito ineficiente. Por quê? Ó, vamos ver aquele município lá X do fulano de tal. O município X do fulano de tal, eh, 56% das famílias dali giram em torno a economia dependente de boa família. Então, olha como a gente é ineficiente. Eficiente em quê? Em tirar benefício de famílias que precisam de uma renda básica. Não, elas estão sem estímulo, tá? Calma, calma. O Brasil é ineficiente porque determinadas famílias, por exemplo, numa cidade do interior, no município de não sei aonde, é o pessoal tá dependente de Bolsa Família. Aí a ineficiência é porque não há estímulo para essas pessoas saírem do Bolsa Família. De onde você tirou isso? Do que nós estamos falando? A ineficiência e a falta de estímulo para as pessoas não dependerem de eh auxílio, tá? Completa teu argumento, meu lindo. >> Você sai, como é que você motiva a família que precisa, necessita do Bolsa Família, tenha vontade de querer sair desse programa e eh de mobilidade social no Brasil? Você pega, estuda da OMC, tá? CD, desculpa. Uma família no Brasil para sair da base da pirâmide social para chegar a média da classe média brasileira são nove gerações. >> OK. Pera aí. A ineficiência do Brasil é porque a gente não garante condições para as pessoas terem vontade, vontade, vontade para não ter querência, porque elas não estão querendo sair de programa social. É isso. Então, o município no interior de não sei aonde, provavelmente no fiofó do mundo, onde não chega rede adequada de serviços, onde você não tem necessariamente arrecadação suficiente para montar uma estrutura bacana e depende de auxílio do governo federal, de bolsa família, para essas pessoas terem renda mínima para poder sobreviver, né? Eh, provavelmente chegar qualquer coisa de distribuição de produção de recursos de outros territórios lá deve ser difícil para caramba. Não tem indústria próxima, não tem nada. Não tem nada. Aí falta vontade para as pessoas de sair do programa, falta querência. Aí a nossa eficiência é não garantir condições para as pessoas terem vontade, porque é uma questão de vontade, de querer aí tá a nossa ineficiência. [ __ ] não pagou boleto na vida, né, nego? Vamos lá. nove gerações. Quer dizer que você não tem esperança, que você nem o seu filho, nem o seu neto, nem o seu bisneto vai ter uma vida melhor que a sua. Você fica sem estímulo. Então essa essa não mobilidade social, essa loteria do CEP que a gente vive no Brasil, que o lugar que você nasce determina o número de oportunidade vai ter na vida, se a gente não romper isso, >> uma escala >> aí veja, se a gente não romper esse problemão aqui, esse problemaço de que o lugar que você nasce determina as possibilidades que você tem, as pessoas não vão ter vontade. E a ineficiência tá no Bolsa Família, não tá no projeto de desenvolvimento, não tá no na construção de uma rede industrial, não tá em garantia de emprego de qualidade, não tá em infraestrutura para que as cidades possam se desenvolver com planejamento adequado. Não tá nisso. O problema é o auxílio. E aí o auxílio não dá estímulo da vontade, porque é a vontade das famílias que vai fazer brotar emprego, vai fazer brotar renda, vai fazer brotar coisas. Você tem vontade, surge, tem querência, aí teus netos vão poder sobreviver. Ele mistura lé com cré, né? Não fala nada com nada, porque afinal também a gente não pode esperar muito. É um grande suco, um grande uma grande sopa, uma grande salada, um grande nada de senso comum. uma coisa que você ouviria de qualquer tio do Zap de qualquer maneira. Então assim, vamos começar por aí. Começando por aí, a gente vê que esse nosso querido não tem noção do que tá falando, mas como ele é um cara mediático, um cara que tem muita grana, um cara que não sei o que lá, ele por esse motivo pode falar o que quiser e vai ter o espaço garantido, né, para poder dar a sua opinologia generalizada tudológica a respeito da realidade brasileira e dizer: "Eu acho que o Brasil é muito ineficiente." Por quê? que eu acho. E aí achar, meu amigo, você pode achar o que você quiser. O problema é ser quem você é, tendo acesso que você tem, falando de você tá falando, reproduzindo o senso de senso, o senso comum, né, como se fosse algo genial. Mas tudo bem, já vou pegar dados porque a gente derruba esses problemas com dados. Mas antes de pegar dados, vou atender a minha criança rapidamente. Um minuto. Volto num instante. de volta. Tá tudo bem? sobreviveremos. Mas vamos lá, a gente vai pegar dados. Vamos pegar dados. Dados, dados, dados são importantes. Vamos lá. Ah, vamos aqui. Vamos aqui. Vamos aqui que tivemos aqui muitos comentários importantes também, né? Ai, ai, ai. Uma escala de pouco a muito. Exatamente. Escalou de pouco a muito. Diz que do Juan Gabriel. A pergunta pro Luciano deveria ser em um escad 10, quantos carros de pedreiro deveriam ser reformados? É, isso é uma pergunta importante. Quantos pobres devem ser humilhados? Quando o pobre tem que ser humilhado para poder conseguir o uma vantagem nos seus programas, né? Acho que essa é a grande pergunta que o pessoal tem que fazer. Exato. Suco de senso comum. Puro, Rubin. Puro suco de senso comum. Ai é exatamente. O município do do cara lá diz que o templário investe um total de R$ 3 em infraestrutura. É. E às vezes nem tem como ter orçamento, né? Depende do orçamento compartilhado com a União, com os governos, essas coisas. Não se sustenta, pô. Diz Thaago, nem 10 horas da manhã já me irritei. É aqui não tem como. Diz que do Guilherme hiperfoca em estimular gente pobre. Exato. Humilhar os humanos, né? Humilha os humanos para depois falar: "Agora sim, agora que você foi humilhado, você merece receber alguma coisa". Que é basicamente a mesma ideia que ele reproduz, né? Pro pessoal do do Boss Família. Ai ai ai ai ai. Mas é é à vontade, né? Exato. Falta vontade de que do R. Fazer uma vontade. E ó, esse é aquele negócio que a gente tem que tomar cuidado, né? Porque parte da nossa esquerda também parte do princípio de que falta vontade. O que falta é vontade. Não existe conjuntura, não existe condições, é vontade. Hum. Esse pessoal da vontade tá faltando querência, né? Diz que do Rubens não é por causa do Bolsa Família e a gente eh gente que não tem mobilidade social. É exato. Exato. Não é por causa do Bolsa Família que a gente não tem mobilidade social. Esse é um ponto. Na verdade é o contrário. Graças a Bolsa Família a gente tem mobilidade social. >> Depois a gente vê. Tudo bem, tá tranquilo. A gente vai ajeitar lá. Tá bom. >> Tá bom. Eh, não é por causa do Bolsa Família, é ao contrário. Exatamente. O Bolsa Família garante condições para que haja alguma mobilidade social, né? para que, por exemplo, quando você tem a contrapartida de receber um um Bolso à Família e a criança tem que tá na escola, né, que esse é o programa, a criança tem que estar matriculada na escola e ela tem que fazer idas regulares na UBS para acompanhar o desenvolvimento dessa criança. Ela tem que tá sendo acompanhada de saúde e educação. Quando você tem essas duas coisas, você tá garantindo uma melhora de condições para uma geração seguinte. Boa parte das gerações que a gente tem hoje, que podem usufruir e desfrutar de programas sociais, de melhores condições de vida, porque tiveram acesso a programas sociais, Bolsa Família, Minha Casa, Minha Vida, Pró e uma série de outras coisas e de condições e de recursos que fazem com oit que que foi que você vai pegar. >> Tá bom, tá bom. Onde é que eu tava? Boa parte das famílias, das pessoas hoje que tiveram uma melhora de condições, é porque elas eh tiveram esse acesso quando eram crianças. As famílias tiveram acesso, as mães, os pais, essa coisa toda. E aí você tem um uma incentivo e garantia de melhores condições para que as pessoas possam aperfeiçoar de vida. Que que você quer? Você quer pegar? >> Quer fazer um negócio, >> de quê? Ah, tá bom, pode não. Tá bom, tá tudo bem. Ai, a peste bobônica complicada no período da idade medieval. Todo mundo sofri. Não, não é brincadeira. Então, eh, hoje se você tem condições, é por causa disso, esse tipo de programa. E por que que é necessário um programa de eh melhor de condições, né? Você ter esse tipo de acesso? é necessário exatamente porque a gente vem de uma sociedade estruturalmente desigual que forma uma república a partir da abolição de um trabalho escravizado que não é absorvido e que na verdade marginaliza ainda mais as pessoas. E aí você tem uma série de projetos, de tentativa de projetos, na verdade, de desenvolvimento que ao invés de garantir as melhores de condições de vida dessa população e absorvê-la e planejar, faz o contrário. Ela deteriora as condições de reprodução de vida dessa população. E só no início dos anos 2000, final dos anos 90, início dos anos 2000, que você começa a ter programas efetivos de reparação dessas estruturas desiguais historicamente estabelecidas e que a gente daí tem programas que vão garantir as condições para que as pessoas possam ter uma maior mobilidade social. A chamada ascensão da classe, eu eu não gosto de usar esses termos porque eles não explicam bem, mas a chamada ascensão da classe C, da classe não sei quê, da tal, essa melhora de condições o pessoal chama de nova classe média, são parcelas populares empobrecidas que começam a ter acesso via crédito e também por estruturas de programas sociais a uma melhor qualidade de consumo que fazem com que suas famílias aumentem sua capacidade de de garantir condições mínimas. para reprodução de vida com maior dignidade. Então assim, ainda bem que tem um Bolsa Família, né? É o contrário. Esses programas estão aumentando a mobilidade social e não diminuindo. Mas o senso como é uma beleza, ele é bonito. E quando o cara nasce herdeiro é mais fácil ainda, porque ele pode olhar o mundo como um observador e não como um sujeito, né? Aí é é incrível. Diz que Gabriel safato me explica. Querer junto. É querer junto, querer muito. Vamos fazer esse esse slogan. Querer junto, querer muito e aí a gente consegue fazer as coisas. Diz que Gisel, é até difícil escutar um cretino desse. E é cretino mesmo, viu? Giseli é complicar, mas o maluco é cretino. Diz que o Juan Gabriel, ele interpreta que para um dar certo nove gerações anteriores viveram na pobreza por preguiça. Exato, né? É nove gerações de gente ali, né? Sem perspectiva e de repente, puf, tipo, eh, e sem considerar quais são as condições que fizeram com que isso acontecesse, que esse é o grande ponto, né? Quais são as condições que fizeram com que isso acontecesse? Toda vez que ela passar, ela vai fazer isso. Eh, depois eu explico porquê. >> Depois te conto. Rompe tirando bolsa família, né? É, pois é. Se você tirar melhora todo mundo. Boa família para romper isso. Exato. É para quebrar com esse problema das gerações que não consegem, não conseguem. O tal do atalho que ele falou não é um atalho individual, é um atalho socialmente organizado para tentar romper com essa parada. E aí assim, já teve um monte de vídeo que o pessoal mostrou nesse do ano, no ano passado, 2 milhões de pessoas saíram saíram do programa porque melhoraram de condições de vida. Você acha que a pessoa quer ficar a vida inteira? Não, mano, isso é muita bobagem. É muita bobagem. É muito desconhecimento, né? Muito desconhecimento sobre a realidade. Falou o tucano, diz que Gabriel Dias. Falou o tucano que anda de Mercedes Benz e quitada com a casa própria. Exatamente. É muito mais que isso. É. Não, milionário é outra coisa, né? Skin do Balotim. Ele sim tá cheio de vontade. Vontade de falar merda. Exato. Tiro fazer o Brunovski. Eu, no caso, Brunovski também é um apelido que eu já tive que vocês recuperaram no nosso canalzinho, no nosso grupo do do do Zap. Quais são as causas da imobilidade social? Esse é o nosso tema hoje. Obrigado pela escada, querido fazer. Já já chegaremos lá. Querido Rubens, ele ainda falou da loteria do CEP, sem bolso família, o que restaria exatamente migrar para o CEP mais rentável. Exato. Ai, meu pai amado. Pessoal não entende. A crítica do cara na verdade é um apoio ao programa. Exato. Diz querido Guilherme, tem que mostrar dados. Monark é famoso vídeo da Gabriela Prioli. Diz que do Igor insira sua música de elevadora, que eu esqueci de colocar, né, quando eu fui acudir a criança. Perdão aí, perdão, perdão, perdão, perdão. Música do Paris. Eu eu esqueci de botar música. Falha minha. Falha minha. Diz que Alice, trabalhei numa empresa que o senhor falava exatamente titicas nesse nesse naipe. É, para você ver, né? É complicado. Você consegue meter uma bola no ângulo para ganhar nesse 1 milhão. É aí que tá. Ai ai ai. Diz que do Rubens. Pelo menos ela cobriu a boca para torcida educada. Então, mas isso é um treino familiar. Eu estou diariamente diariamente falando, filha, aqui ó, põe um bracinho importante. Por quê? Porque ela tava torcindo na minha cara todos os dias. Aí como ela fica comigo, põe ela para dormir, ajeita tal, não sei o que ela fez. Filha, eu vou ficar ruim também, vamos nos ajudar juntos. Escrito templário. Eu acho que é falta de vontade mesmo. Falta de vontade de meter a canalha de na tem isso. Eu não não recomendaria tão drástico. Não precisa ser tão drástico. Acho que mais é tipo isso. Diz querido Gabriel. Engraçado é você puxar os dados do Bolsa Família e ver que todo ano milhões de pessoas saem da tabela porque conseguindo estabilidade financeira através do bolsa. Exato. E melhor as condições pra próxima geração. É um programa pensando a próxima geração. Mas a galera não conhece e não quer conhecer, que é um ponto importante. Não querem conhecer, mas o ponto é porque não há mobilidade social. Ou, aliás, existe, né? Mas porque ela é tão lenta, tão gradual, segura e complicada. Esse é o ponto, né? Por que que a gente não tem uma economia que vai pra frente nesses termos? Mas a gente vai ver isso já já, porque a gente tem que piorar, porque como diria o meu tio, não basta pisar na merda, tem que abrir os dedos, né? Então é isso que Luciano fez. Ele pisou na merda e resolveu abrir os dedos. E nós veremos Luciano abrindo os dedos. Uhum. Deixa eu botar aqui porque não basta. Você tem que, né, piorar. Vamos lá ver então a piora, a piora pra gente poder trabalhar adequadamente aqui o nosso tema quando a gente for pro react do texto. Deixa eu ver aqui. E tem um ponto. Ah, mas esse ponto eu vou falar já já. Pera aí, deixa eu colocar primeiro esse outro elemento aqui. Vamos ver o que o meliante resolveu dizer. Escrito do Guilherme. Nós veremos o Luciano abrindo os dedos. Parecia uma ameaça. É uma ameaça. Estou ameaçando vocês com coisas ruins. Perdão aí logo pela manhã. fazendo um quase um sensacionalismo aqui. Vamos lá, Luciano, justifique-se, porque afinal repercutiu muito mal a fala dele. E aí um cara com uma imagem tão ilibada, um bom moço, tão adequado, de família, né, tradicional, carregado de honradez, não pode passar por críticas sem ter que se explicar e falar: "Veja, veja bem, vocês não entenderam o que eu disse. Vocês não entenderam". E diz o Felipe, um dos piores pedidos de desculpa de 2026. Sim, esse já entrou. Se ele tivesse de branco com a família no fundo, ia ser a cena perfeita, né? Fal, quem me conhece sabe, poder, cara, seria o suprassumo, mas ele conseguiu. Ele conseguiu. Vamos lá. Diga, querido Lulu. >> Eu fui num evento, falei, tive uma fala num evento fechado, tá? fora do domingão, não era nas minhas redes sociais, não foi uma entrevista que eu dei. E um trecho dessa fala acabou circulando meio fora de contexto em alguns cortes da o texto fora de contexto seria pretexto, mas no caso é numa escala de 0 a 10, né? Nós vimos juntos aqui, gente, nós assistimos juntos numa escala de 0 a 10, quanto o Brasil é ineficiente? E aí ele fala muito em muitas frentes. Primeiro exemplo do muito em muitas frentes, Bolsa Família. Ele escolheu o tema, não foi ninguém que perguntou, Luciano, meu querido Luciano, o que você acha do programa Bolsa Família? A pergunta era: numa escala de 0 a 10, quão ineficiente você considera o Brasil? E aí ele falou: "Muito ineficiente". Primeiro exemplo de ineficiência, bolsa família. Ninguém tinha levantado esse, não é que alguém falou: "Olha, vamos aqui conversar sobre programas sociais". Não, não, não. Ele escolheu por livre, livre e espontânea vontade. Veja bem, veja bem, a ineficiência do Brasil, ela se expressa no Bolso da Família. Foi ele, ninguém falou, foi ele. Mas tudo bem, a gente também é muito maldoso, pega texto fora de contexto aí. Então, continua Luciano, >> entender que eu seria conta contra programas de proteção social, isso não é verdade. Eu sou favor de políticas de proteção social que ajudam milhões e milhões de brasileiros. Enfim, o que eu defendo é que esses programas sejam constantemente aperfeiçoados no mundo com inteligência artificial, com mundo com muita tecnologia, com muitos dados, sabe? que a gente tenha eficiência no resultado. >> Que a gente tenha eficiência no resultado. Afinal, 2 milhões de pessoas saindo do programa só em 2025 deve ser ineficiente. Deve ser, deve ser, né? Deve ser ineficiência, porque quando você não olha dados fica mais fácil. Você pode brincar de qualquer coisa. Você pode brincar de dizer que o o programa tá atrapalhando as famílias a se desenvolver, tá impedindo que as cidades cresçam, que as cidades melhorem. Foi ele, ele que escolheu o tema. Mas calma, porque ele tem solução. Traga a solução, querido Luciano, no mundo de a e tecnologias. >> Tecnologia hoje nos permite entender a realidade de cada família, individualizar esses programas. se os recursos precisam chegar ainda mais eficientes a quem realmente precisa para evitar corrupção, para evitar gasto indesejável. Proteção social é fundamental. >> Então vamos lá. A solução ela é simples. Tecnologia, a solução é tá ineficiente. Por quê? Porque eu acho que não tá utilizando tecnologia. Tinha que tá utilizando tecnologia para individualizar aí um programa de massas, né? Então vamos imaginar aqui juntos, vamos imaginar juntos que um programa que precisa atender milhões e milhões e milhões de pessoas, terá que ser implementado com uma tecnologia que a gente não sabe qual, não sabe de quem, não sabe de onde para individualizar o atendimento e provavelmente então mandar ao recurso de acordo com a necessidade dessa família, certo? Em vez de mandar os R$ 600 que a pessoa tá precisando, R$ 600 aí, o básico, mandar um valorzinho aí, tá, pro pessoal poder sobreviver que não dá nada, 600 conos. Mas o básico, em vez da gente mandar, a gente vai mandar o que a família precisa. Aí eu vou dizer, talvez eu concorde com o seno, porque a gente pode pegar o parâmetro do que a família precisa de acordo com o diees. Quanto que tá hoje o salário do dia? Pera aí. Hoje, deixa eu dar um Google aqui. Salário mínimo para uma família 2026 de qual é a a perspectiva do JS? O Jezi diz eh, que hoje, no ano de 2026, para que fosse adequado uma vida da família, né, paraa família, o salário deveria ser, né, a renda da família aqui, pá, pá, pá, ela deveria ter como aqui uma cerca de, hum, R$ 7160. R$ 7160. Eu acho justo. Acho justo. Então, se a gente der uma olhada aí o que as famílias estão precisando, né? Então, pô, o que que essa família precisa? Pô, ela tá sem casa, precisa de uma renda para conseguir uma casa aí, precisa de uma estrutura para conseguir uma casa. Ela precisa, pô, gostei. Gostei. R$ 7.000 R$ 160. A gente bota esse R$ 7160 conta aqui de acordo com a necessidade da família. E aí varia, varia o valor de R$ 600, que é o que o mínimo do programa, a R$ 7160. E aí quando a gente jogar nisso, a gente vê o que acontece. E aí a gente estabelece individualmente o que que vai, como vai ser atendida essa família, né, essa necessidade num programa de milhões e milhões e milhões de pessoas com a tecnologia que a gente não sabe qual, que a gente não sabe para quem, que a gente não sabe quem desenvolve, como desenvolve, como vai ficar ess nada. E a gente vai implementar e nem o tempo de implementação, né? Mas para quê? Com essas tecnologias que tá aí, a gente consegue ser mais eficiente. Porque eu tirei essa informação da minha orelha, porque me deu vontade, porque eu falei: "Ah, porque me parece que seria adequado, pô. Parabéns, parabéns, Luciano. Um programa de massas em que a gente vai individualizar e a gente pode brincar daí. Então, uma variação entre R$ 600 e R 7160. eu acho adequado, mas ela precisa caminhar junto com educação de qualidade, com geração de oportunidade, com direito de escolha, sabe? O objetivo é apoiar quem precisa hoje, mas também criar caminhos para que essas famílias possam ter autonomia no futuro. Basicamente garantir o direito de escolha para que essas pessoas possam ter autonomia no futuro, aquilo que já tá aconteceu só em 2025 com 2 milhões de pessoas. para que as pessoas tenham autonomia e direito de escolha. Eu gostei da ideia do direito de escolha também, Luciano. O Luciano tá certo aqui no direito de escolha, porque essa parte um monte de gente que foi papear sobre o tema esqueceu de comentar, porque pensa o seguinte: a família precisa de renda. Qual renda? Qualquer renda. Qualquer renda, qualquer porcaria, né? Então assim, o o auxílio para garantir o mínimo básico da família, para implicar que criança esteja na escola, tenha um acompanhamento de saúde para que isso esteja dentro do combo paraa pessoa poder receber uma grana para minimamente sobreviver enquanto família. Show, show, beleza, show de bola. Nessa dinâmica, a pessoa tá realizando as aspirações que ela tem, os sonhos de vida. Ah, não. A gente precisa criar incentivos para ela querer sair daí, para ela conseguir um trabalho melhor. Que trabalho? qualquer posto de trabalho. Ah, cria lá um empreendimento pro cara trampar de de eh as eh servente pedreiro. Cria um um negócio ali para ele ficar de caixa, para ele trabalhar em serviços, para ele ser um atendente da atento, ficar lá na atendente da telemarketing. Que tipo de serviço vai ser esse? Que tipo de trabalho, né, para que a pessoa saia do programa? É um qualquer trabalho para que ela não esteja no programa? Pô, e quais são as aspirações dessa pessoa? Quais são os desejos sonhos? Porque a contradição tá aí também. Eu tenho desejo e o sonho de fazer uma parada, mas não vai dar para realizar. E as condições não estão dadas pela minha querência e vontade. Ah, não, mas cada um tem tem que ter o seu direito de escolha. Parabéns, liberal. Cada um tem que ser tem que ter o seu direito de escolha. E aí você vai comparar uma o direito de escolha, né, da pessoa que nasce num num centro de uma grande cidade como São Paulo, nums apartamentos gigante e com o pai herdeiro, o pai rico que ele vai ser herdeiro. Não precisa nem se preocupar com se vai ter emprego, se vai fazer faculdade, porque tá garantida a vida, né? E tem uma rede de contato legal. E com a pessoa que tá na cidade lá, que da cidade depende de renda de bolsa família para poder sobreviver e manter as contas. Como é que a gente vai fazer? Qual que é o direito de escolha que tá brincando nisso? Daí as pré-condições são fundamentais e isso daí é uma questão de ciência, de análise. Pô, cara, vamos fazer isso, vamos considerar as aspirações das pessoas. Porque a galera que fala assim também, ah, Bolsa Família, o cara não quer nem trabalhar porque ele não quer se submeter a essa jornada extenuante de humilhação e de sofrimento e não sei o que lá para porque ele quer receber os R$ 600. Pô, velho, é [ __ ] É [ __ ] Rapidão. Que foi, Mirindinha? Que aconteceu? >> Hã? Ah, então beleza. É complicado, complicado, complicado, complicado. Eh, mas a pergunta do fazer o watch é fundamental, né? Fazer o watch perguntando, perguntou pra gente o que é importante, né? E e como é que a gente faz para sair dessa imobilidade? Esse é o nosso tema hoje. Diz: querido Balutim, só faltou mandar o desculpa se vocês são burros e não entendem a genialidade do que eu estou produzindo através das minhas palavras. Ele falou mais ou menos isso. Loucura, loucura, loucura. Diz nosso querido Ederson. Bom dia, Ederson. Como é que você tá, querido? Tudo bom? Espero deseja que sim. Diz Augusto, abre aspas num evento privado. Fecha aspas. Ou seja, eu penso assim, só não fala em público, não é para vocês acharem ruim. É, se ele tivesse falado da TV era um problema, né? como era evento privado, tudo bem. Mas é a mesma lógica do financiamento do filme Dark Horse, Cavalo Paraguaio, que eu acho que seria um excelente subtítulo pro filme, Dark Horse, um cavalo paraguaio, que hoje tem múltiplos sentidos, dado que muitos gados estão indo para o Paraguai, achando que lá vão conseguir melhorar de vida e vão terminar como cavalos paraguaos. Bom, o, mas é a mesma lógica, né? Eu recebi, o cara recebeu o financiamento de um pilantra, de um pilantra, de um mafioso que é o Vorcaro. E aí ele mete o não, mas era um dinheiro privado. Se você se você adjetivar de privado ou privada, parece que a coisa que você fez ficou bonita. A merda que você fez fica fica limpinha, né? Se você colocar privado ou privada depois do de um de um de um sujeito, de um objeto, de alguma coisa assim, isso é adjetiva privado, privada, a merda que você fez que legal. Então eu falei uma parada que que é maluca. É, mas foi num evento privado. Ah, então tudo bem. A merda na privada tá tudo bem. Aí você faz, eu peguei o financiamento de um de um mafioso. Sim, mas foi um financiamento privado. Ah, tudo bem. Então, tudo bem. Esse pessoal é complicado. Querido Rubens, era um evento fechado. Um evento fechado. Eu posso ser burro. Pode, pode ser burro. Pode ser burro. Não é para vocês ouvirem. Diz que do Guilherme, esse mundo tem muitos dados e por acaso não tem nenhum deles. Exatamente. Exatamente. A gente também pode falar pro pro Hul, né? Ô Hul, você sabe contar? Não conte comigo, então. Então não conte comigo. Um mundo com várias tecnologias é um argumento incrível esse mundo aí, ó. Inteligência artificial. Você joga pro joga pro ar, né? E aí o o mago do da tecnologia faz as coisas acontecer. Tem que perguntar pro chat PT antes de fazer. Exatamente, balutinho. Exatamente. Diz que do Felipe tá ineficiente. Deixa eu vender um produto aqui para resolver. É, deixa eu fazer uma parceria com empresa de tecnologia gringa para poder ter os dados brasileiros, as informações de toda a realidade nacional pra gente conseguir aqui fazer um algo eficiente, como se não estivesse sendo eficiente o programa, né? Dis: "Solução para essa gente é sempre individual". Exato. Para eles, se o indivíduo quer, o indivíduo faz. Fazer o watch, individualizar um programa. Uma família recebe R$ 30, a outra 300. 3000. Exato. É essa é a individualização, né? É um gênio. É um gênio de eficiência para evitar para evitar corrupção. Eu gosto da ideia. Ele conseguiu fazer o bingo do senso comum, né? Corrupção, ineficiência, bolsa família, falta de vontade. O bingo do senso comum ali foi impressionante. Assim, diz que do Ederson, Luciano, tem dado na economia? Essa é uma pergunta importante. Se ele tem dado? Ele não tem dado em casa. Ele não tem dado. Diz querido Felipe, salário mínimo necessário do DS. R$ 11164,94. Aí ó, esses R$ 4,94 diferença. Diz Rubens. E o 7.000 vai vir do seu imposto, Luciano, pela eficiência. Exato. Bom dia, querido Leandro. Tudo bem? Bom dia. Desejando bom dia aos nossos baristas. Dislz pode ter certeza que algum amigo dele já tem proposta. Tem nada. Isso aí tirou do Te garanto que não. É pior ainda. Se tivesse, quem sabe, né? Dis fazer o watch. Bom dia, Leandro. Ah, nossa, ele tá em situação de Canadá. Exatamente. Exatamente. Disgo, Rubens, ele descrevendo o programa como ele é hoje, mas falando que tem que mudar. Não faz sentido. Lógico que não. É senso comum. Bob burro para [ __ ] Rubens. Dark Horse o soluço final. Eu queria ver o Dark Horse 2. O inimigo agora é outro. Ia ser divertido. Diz, querido Augusto. Então, é por isso que eles querem privatizar tudo? Exato. Porque se você coloca privado ou privada depois do que você comentou, resolve imediatamente. Empresa privada, pronto, ficou boa. Imediatamente vai ficar boa. Correios privados, fica bom. Diz que doido Guilherme, eu traí minha esposa, mas foi uma traição privada. Pronto. Se for em ambiente privado, não foi em ambiente público, você está perdoado. É assim que funciona. Olha, eu, né, cometi o adultério, mas foi um adultério privado, não foi um adultério público, né? Então, tudo bem. Então, você tá de parabéns, né? Você já tá liberado. Olha, eu não vou falar o que eu acabei de pensar porque acho que pode dar processo, mas é isso. Diz que templário, abre aspas. Hook, quanto eu tenho que dançar e me humilhar no seu palco para você parar de falar babos? Não. Então essa é uma outra solução também, a gente fazer um grande programa de merecimento da renda mediante provas impossíveis de serem realizadas. E o quanto mais a pessoa se humilhar e aceitar qualquer sofrimento, mais ela merece dinheiro. E pronto, tá tudo certo. Diz bolotim. Acabei de ver o pessoal no Blue Sky comentando da ironia do filme chamar Dark HS, porque o cavalo no xadrez faz o L. Eu nunca tinha pensado nisso, mas faz muito sentido. Faz muito sentido. >> O cavalo faz su, cara. Isso, isso dá problema. Eu tenho que me conter. Eu tenho que me conter. O cavalo faz o ele dá problema. Ai, Jeová. Mas é isso, vocês verem, cara. É muita loucura. E, e eu fico indignado com esse lance de não considerar o não considerar os sonhos das pessoas, as aspirações, né? O que que uma pessoa deseja fazer, qual que é o planejamento dela, o que que ela gostaria de fazer, qual que é o sonho em de atividade remunerada, de atividade como realização profissional? Dá um salve aí pra galera. Vai lá, Melindinha. >> Deixa eu ficar com você. Você tá aqui na minha live? Que no meu tá bem, né? Eita nós. Descile. Eu sou a favor do programa Hulk Reverso. O rico tem que se humilhar para conseguir manter o patrón. Então eu chamaria esse esse programa aí, essa atividade de programa Batman. programa Batman, porque eu eu tenho problemas com o personagem Batman, né? Tem alguns problemas sérios, mas eu incentivo que as pessoas se inspirem no Batman, que o rico se inspire no Batman. Porque o Batman é um bilionário que todas as noites se fantasia para combater no soco o crime organizado. Eu sou a favor que os bilionários façam isso, que eles à noite aí põe uma roupa de superherói tal qual Luciano Hank, vai pra rua à noite e vai combater o crime organizado no braço. Eu sou a favor. Joguei ideia. Não pode arma de fogo, né? Não pode eliminar o coleguinha. É combater o crime organizado no braço. Aí eu sou favor, acho legal. Pode usar uns gadget lá, usa a tecnologia do Luciano Hulk, que tem muitas tecnologias do mundo aí que pode ajudar. Muitas tecnologias aí. Então, já que tem tantas tecnologias aí que você pode utilizar, eu acho uma ideia legal. Fico aí com essa minha proposta. Programa do Batman dis Kevin. O problema é que eles vão ter que combater eles mesmos. É. Vamos fingir que eles não precisam saber dessa parte. Exatamente. Crime organizado que esse exite principalmente alimentado pela desigualdade social e empresa riqueza. Exato. Exato. Exato. Diz que templário Bruno. Mas não pode bater em empregado. Como que o bilionário vai sair para combater o faccionado? Você tem um ponto. Você tem um ponto. Mas é que ele vai estar disfarçado. Ele vai estar de máscara. Aí ele é duas pessoas, porque de dia ele é o Bruce Wayne e à noite ele é o Batman. De dia ele é o Luciano Hulk e à noite ele é o Hul. Só Hulk. E aí a gente vê o que acontece. >> Velho da Vanda no pescocotar para não ser ver. Ia ser maravilhoso. Ia ser maravilhoso. Eu já já me diverti muito com essas ideias bobas. Mas vamos lá. Vamos lá. Vamos lá. Esse do Luciano era só pra gente sentir o gostinho da raiva, né? A gente falar sobre sobre tema disli. Ô miséria, Rook Rang é um nome muito bom, cara. Imagina o quadrinho Hook Rang, um quadrinho de comédia, de tirar onda, com ricos que vão pra rua combater o crime sem qualquer noção da realidade. Sem qualquer noção da realidade. E eles vão combater o crime e passam por suas loucuras e situações minimamente controversas e complicadas. Ia ser maravilhoso Hook Hang. Nossa, cara, ia ser muito bom, mano. Ia dar para fazer um bagulho muito fera. Ia ser maravilhoso. Hook. Hook ia ser muito bom. Muito bom. Que nome excelente, cara. Que nome excelente. Hook. Nossa, muito bom. Ai, ai, ai. É, fica a ideia, fica. Seria incrível desfazer o watch. É claro. Rubens tem potencial? Tem. Hook tem potencial, cara. Tem potencial. Nem que seja um sket, uma sketzinha boa, assim, uma sketzinha bem gravada de hook. E assim, muito bom. Muito bom. Mas vamos lá. O nosso tema hoje aqui pra gente poder ir aqui paraa última parte, último terço de nossa livezinha, é o lance da do por que que essa economia não vai pra frente. E mais do que isso, porque surgiu na no Instagram perguntas constantes por causa de alguns cortes sobre o que seriam eh fatores de produção, né? Porque o que que a gente falou, né, na nossa última live ou penúltima live, já não lembro mais qual, acho que foi a penúltima, a gente falou que a economia política trata da reprodução dos fatores de produção, né? Nós precisamos colocar ali a reprodução dos fatores de produção como jogo, como base para essa ciência. E aí a galera, pô, mas o que que são os fatores de produção, né? E os fatores de produção na tradição são quatro. Quatro, né? Eh, trabalhador, trabalho, né? trabalho, fator trabalho, fator terra, o fator capital e o fator organização da tecnologia ou dos meios paraa realização desse projeto. O pessoal às vezes fala organização empresarial, organização da empresa, mas bom, pode ser estrutura, infraestrutura ou organização das condições, né, para você poder produzir, né, os meios de produção, infraestrutura, essa parada toda. Então, seriam esses quatro pontos que seriam interessantes da gente ver. Essa é a básica. Eu gosto que o Ladislal da Albor, a gente vai ler um texto dele hoje, mas nesse texto não fala isso, ele ele leva eh ele indica um quinto fator de produção que hoje é muito importante, que é o conhecimento, que ele é tão poderoso que até o o Luciano Hul aqui lançou a mão dele, né? Ele tem tanta tecnologia por aí. Então tem essa tem esse esse elemento também que eu dou conhecimento, mas aí a gente não vai entrar nesse quinto, tá? E aí é uma proposta do Ladislau, ele tem discutido esse tema, tem o o livro dele, os desafios da revolução digital, que é muito importante da gente ler, da gente conhecer, porque ele trabalha bem e aprofunda o tema de maneira interessante. Então fica aqui esse esse ponto aqui, esse ponto aqui para Mas vamos pegar os quatro básicos, tá tudo bem? Antes da gente pegar os quatro básicos aqui, eu vou deixar a musiquinha rolando só para ajudar a criança aqui no num instante. Minutinho, minutinho. Deixa eu botar a musiquinha massa. Mande aí um salve pra galera. Salve galera. Tua mão não tá aparecendo. Vem para cá com a mão aí. Agora ficou bom. Já volto. Um minutinho. Gente, fica com a musiquinha de elevador aí. Botar isso aqui, ó. Um instant, num instante. เฮ เ เฮ Voltando. Bora lá. Tá tudo bem com a criança. Beleza. Vamos lá. Isso aqui, trabalho terra, organização capital. Exatamente isso que é a organização dos meios, né, das capacidades produtivas. Mas a gente já fala sobre isso. Vamos lá pro textinho antes que eu me perca aqui. Mas vamos lá porque o textinho bala e a gente fala um pouquinho sobre reprodução. Fal. Isso vai ajudar a gente a entender inclusive porque a tal da nossa economia abre aspas não vai pra frente. Não é por motivos do Bolsa Família, como diria Luciano Hook. Não, não é disso que nós estamos falando. Estamos falando de coisas decentes. Estamos falando de coisas decentes. Vamos lá. Quem é esse mano aqui? Olá, querido Yosi Mohamed Mid 2214. Tudo bem com você? Bom dia, meu querido. Espero desejo que bem. Exato. O Rubens tá tudo bem com a criança. A criança d um torcidão. Foi um espirro. Que acontece? Ela tá com um pouco de sinusitezinha, aí toma o xarope, aí começa a sair até espectorando. Aí vem daquele jeito, né? >> Ah, é bom. Você vai te refrescar. Deixa eu ver. A, ficou bom. Ficou bala. Show de bola. Vai brincar não, daqui a pouquinho. Beleza. >> Então é nós. Vamos lá. >> Tem criança comédia. Tá de boa. Pior >> não. Tá de boa. >> Tá bom. Então tiro. Põe nas costas. Vai pr você pôr nas costas desse bagulho aí. >> Mas eu costo. >> Põe na barriga então. >> Aí. Ai. Ai. >> Vamos lá. Vamos lá. Vamos lá. Aqui ó. Esse esse aqui é um livrinho do Ledsla. Página 51. Deixa eu voltar aqui então para um para mostrar para vocês. Esse é o livrinho do Ledsla. Você pode baixar no site do querido Lesaldor, que é o resgatar a função social da economia. Voltando, perdão, resgatar a função social da economia, uma questão de dignidade humana. Então, esse livrinho, um uma questão de dignidade humana, é disso que a gente tá falando, básico, do básico, do básico. Vamos lá. E aqui o o Ledsla, ele pega esse capítulo que na verdade é um artigo dele, tá? Um artigo que ele trouxe pro livrinho, a subutilização dos potenciais existentes. E o potencial existente que ele vai destacar aqui são os fatores de produção, tá bom? E aqui, né, o presente capítulo é baseado em Dubbor Ladislau, a subutilização dos fatores de produção que saiu na revista Economicistas, revista do Conselho Federal de Economia, COFECON, né? Parece que é um artiguinho bom, né? E sabe o que eu gosto do Ladlau? Que ele é um cara muito muito [ __ ] das galáxias. Ele é um gênio, ele é um monstro, ele é incrível e ele escreve de maneira acessível, compreensível e que vai nos auxiliar muito. Então vamos lá. Vamos lá. Ele tá fazendo uma crítica ao capital financeiro que dominou toda a nossa economia e aí ele vai falar sobre a subutilização dos fatores de produção. E é por isso que esse texto é bom. E aí ele explica consideravelmente porque que a gente tá lascado nesse momento. Tá bom? Bora lá, ó. Eita. Deixa eu só ajeitar aqui que tá deu chabu. O que são os fatores de produção? Perguntam com relativo frequência. Vamos ver aqui o ladisl contando pra gente. Ele chamou aqui no no artigo de potenciais existentes, mas são os fatores de produção. E lembrando que a gente falou disso porque a economia política quanto ciência pensa a reprodução dos fatores de produção, que é quando você planejar um o desenvolvimento de um país, quando você planejar as ações, você tem que garantir no final da sua realização do projeto a que as condições de reprodução desses fatores estejam garantidas para que ele, né, contiguamente volte a funcionar, porque se um desses fatores não tiver mais, lascou-se, você perdeu aí. e potencial produtivo, né? E aí interrompe o ciclo produtivo e reprodutivo de uma sociedade. Diz ladislau: "O capitalismo financeiro é eficiente em extrair recursos, mas deixou de ser um eficiente organizador dos processos produtivos." E aqui já é um ponto importante. Ponto importante. Ponto importante. O capitalismo financeiro, o capital financeiro é eficiente em extrair recursos, mas não é eficiente na organização dos processos produtivos. Ele extrai recurso muito bem. ele eleva taxa de capital, ele faz crescer essa aparente riqueza na conta, na contabilidade, mas ele não faz uma organização adequada do processo produtivo. E eu gosto muito de pensar o seguinte: na nossa estrutura social, numa sociedade muito complexa, tal qual a nossa, a gente tem um probleminha importante que é a divisão social do trabalho. uma sociedade muito complexa em que a gente divide o trabalho. Eh, deixa eu só colocar aqui uma outra coisinha que eu quero mostrar para vocês. Eh, e aí a gente vide complexifica muito esse trabalho e cada uma das classes sociais, nessa divisão social do trabalho tem uma função a se desempenhar. o que a gente chama de elite ou o que a gente chama da classe burguesa, daqueles que estão no topo, que detém os meios de produção e que detém o controle sobre o capital e no ambiente de um capitalismo financeiro global que detém, portanto, a capacidade de articular e de organizar esse capitalismo globalizado, esse capitalismo financeiro globalizado. Esses grupos, eles têm uma função social. Do ponto de vista da reprodução social, a função deles é coordenar a divisão social do trabalho. É coordenar para onde vai o capital, para onde vai o investimento, para onde vai o próximo passo do ciclo econômico. Qual o problema? É que a coordenação dessa elite, da do ponto de vista da coordenação da divisão social do trabalho desses grupos, esse investimento ou reinvestimento, ele não tá sendo garantido, sustentado por um planejamento de reprodução social. Ele é garantido e sustentado pelo obtenção do máximo ganho possível, do aumento de taxa de lucro. Portanto, de maneira privada, eles começam a organizar todo o capital socialmente produzido e destinar a coordenação da divisão social do trabalho, não para planejar a reprodução e o desenvolvimento, mas paraa obtenção de taxa de lucro, esperando que por efeito não intencional todo mundo se dê bem, tudo melhore, porque se aumentar a taxa de lucro, tendencialmente você tem mais riqueza. Mais riqueza, tendencialmente ela vai ser mais distribuída. Quanto mais distribuída, mais riqueza, mais coisa produzida, mais coisa rolando, tendencialmente todo mundo melhora em conjunto. Em parte, isso pode até acontecer dependendo do critério que você utiliza para observar. Por exemplo, a galera liberal gosta de utilizar o cálculo da melhora de de ganhos em dólares, né, das pessoas do século XVI para cá. Então, olha, as famílias, as pessoas, os indivíduos tiveram maior ganho em dólares. Hoje em dia eles têm muito mais dinheiro do que antes. Parabéns. Hoje eles têm mais posses. Parabéns. Então, ó, se continuar assim, tá tudo bem. Qual o problema? Se você continua assim, você não planeja garantir as condições de reprodução dos fatores de produção e aí você perde terra, você perde trabalho, você destrói capital, especialmente dentro do capital financeiro, com o a estrutura de capital especulativo. E você não organiza os processos produtivos de maneira adequada. você perde tecnologia, por exemplo, você perde um por causa desse desenvolvimento acelerado e não planejado, inclusive grandes plantas industriais, grandes processos realizados, grandes infraestruturas que constantemente tem que ser alteradas, tem que ser reorganizadas, tem que ser multiplicado. Você faz o que com isso? As máquinas anteriores, que hoje já não produzem no ritmo das novas, você faz o quê? Você joga elas para onde? Você perdeu agora esse capital que foi investido socialmente durante um tempão? Então é um jeito imbecil de você organizar a economia, tudo bem? E é disso que a gente tá tá falando que tem que tratar. E aí a função dessa elite seria organizar essa divisão social do trabalho, mas ela não faz isso. Com certeza ela não faz isso. Então isso dá um chabu danado. E aí eu vou pegar aqui, ó, só pra gente entender isso, um desenho, um gráfico que eu gosto de utilizar de maneira bastante elucidativa e, né, sintética. pra gente entender por quê? Porque se a gente tem uma elite que dentro dessa proposta organiza adequadamente, você consegue entender, do ponto de vista da reprodução social a função que ela tem. Mas como não dá para para justificar, aí ela perde sua função. Aí qual o problema? Aí é um problema que talvez eu critique até o leds law em certo sentido. Aqui ó, seria assim, ó. Tão vendo aí? Isso é um um gráfico que eu gosto de utilizar, utilizo nos meus artigos. O capitalista, né, ele tem essa função de coordenar a divisão social do trabalho, coordenar aqui para onde vai os investimentos do próximo ciclo econômico. E aí ele afeta todo mundo que tá para baixo. Inclusive, é isso que que faz com que ele seja uma elite, não é a quantidade de dinheiro, é o papel que ele desempenha, que por sinal dentro de uma sociedade capitalista garante aí um acúmulo de bens, riquezas e etc e capital, né, propriamente dito. Então, todo mundo daqui para dali para cim para baixo vai começar a sofrer as decisões tomadas aqui no topo, tá? E aí o que que muitas vezes a galera da nossa economia brasileira aqui fala? Ah, é porque a gente tem uma elite, nós temos uma burguesia tacanha, uma burguesia que não pensa desenvolvimento e é verdade. Mas mesmo que ela pensasse que ela não fosse tacanha, a gente tem um problema sério, porque ela vai organizar o capital de acordo com obtenção máxima de lucro. e obtenção máxima de lucro imediato dentro da relação que a gente tem de capitalismo dependente faz com que todo capital vai vá para setores que não garantem desenvolvimento porque não garante o lucro imediato. Então, pronto, a gente tá numa enrascada. É culpa ao mesmo tempo de uma elite canalha, mas eu não posso adjetivar ela de canalha. Vou chamar ela de elite privada, porque uma elite privada. Essa é só para quem tá desde o começo da live pegar o a referência. Oelite privada. que se chama de privado, você salva a coisa, né? Se você falar que é um financiamento privado, tá show de bola. Se você falar que, na verdade, foi um evento privado, tá tudo bem. Aí você resolve seus problemas, né? Se for um adultério privado, também tudo bem. De privado, tá tudo certo. A nossa elite privada, ela tá numa enrascada, ela é canalha, mas ela também não tem muito o que fazer dentro das relações de dependência. Então a gente tem uma crise aqui a ser superada. Mas já já falamos sobre isso, voltemos. Tudo bem? bastante pontos aqui pra gente pensar. Dizquilo do Rubens, é só ver o caso da Sabesp. O serviço caiu de qualidade ao ponto de explodir em um cano de gás que ele ficou privado. Então ele tá bom, privatiza aqui melhora. Bom, vamos lá. O capital financeiro, né, ele pode ser eficiente no nível interno de organização de uma empresa no sentido de maximização do retorno financeiro, que é o que a gente fala sobre a locação ótima de recurso nas últimas lives, por exemplo. Porém, a sua ineficiência sistêmica é simplesmente impressionante. Keines, nos anos 30 já se espantava com tanta gente parada, sendo que havia tanta coisa por fazer. gente parada porque o trabalho é um fator de produção. Hoje essa compreensão é ainda mais atual, pois insistimos em ficar aguardando que os mercados resolvam, né, de alguma maneira mágica, reduzindo impostos e eliminando mecanismos de regulação, enquanto fechamos os olhos para os desastres ambientais e as e a desigualdade explosiva que provocam ou eh o desastre de um cano explosivo da, no caso da Sabesp, como o Rubens trouxe agora pouco inclusive, né? Então, eh, isso é um ponto importante aí pra gente poder observar. Eh, cadê? É um contrassenso. A inclusão produtiva deve ser organizada, aproveitando-se todos os recursos, tanto os mecanismos, cadê, pera aí, de mercado quanto o planejamento e a regulação públicos e o sistema participativo da sociedade civil. Veja que a gente nem tá falando aqui do ponto de vista marxista, revolucionário, barroco, rococó. A gente tá falando aqui do ponto de vista sistêmico de organização básica de uma economia minimamente racional. É só isso, tá? Eh, eu não fico aqui fazendo doutrinação à toa. Eu gostaria de doutrinar todos no marxismo, mas aqui a gente vai falar sobre o que funciona, sobre o básico de entender o mínimo, o mínimo estruturalmente adequado para você planejar a partir de condições existentes, realmente existentes. Um enfoque muito útil trabalhado em particular por, esse nome é muito complicado para mim, Ign Ignas Sax. Eu tenho dificuldade de falar Ignas. Ign Sax. Inácio, Inácio Sax consiste em inventariar os recursos subutilizados, o potencial desperdiçado ou mal aproveitado de um país. O Franzin Kelam trabalha isso também legal de um jeito, ele chama de perda de potencial produtivo. Uma vez a gente trouxe isso em live, eu trago em outro momento, que é você calcular a perda do potencial que você tem de de produção. É muito interessante. Mais outro momento, isso permite ter uma visão de conjunto, uma compreensão de peças que precisam ser articuladas. E agora sim, tema da live. A subutilização de fatores de produção no Brasil é um tema que envolve tanto a economia como a política e tem tudo a ver com a dimensão estrutural dos nossos dramas. É uma visão prática. Qualquer pessoa que já administrou uma empresa, um projeto, um território, ao ver pessoas paradas, máquinas paradas, terra subutilizada, capital sem utilidade, pensa em como articular o conjunto. É uma questão de organização, não de esperar a fada da confiança, né? Que é isso? É, tem que confiar no mercado, o mercado tem que sentir confiança pelas estruturas, aí vai ter investimento. Aí o LOL olha e fala: "Gente, no caso do Brasil não é questão de esperar investimento. Você vê mão de obra subutilizada ou parada. Terra subutilizada ou parada, maquinário subutilizado ao parado, potencial produtivo na organização da escala da produção subutilizado ao parado. Gente, uma questão de organizar a não é possível que a oitava economia do mundo em termos de PIP não consiga garantir condições minimamente adequadas para um desenvolvimento mais equilibrado. Aí a gente pode ir pra pergunta do Luciano Hulk, né, feita pro Luciano Hook. Luciano, o Brasil é ineficiente numa escala de 0 a 10. Ele ele é ineficiente quanto? Ele poderia responder: "Sim, numa escala de 0 a 10, ele é sete, ele é sete de ineficiência ou ele é seis de ineficiência, ele é cinco de ineficiência. Eu botaria um cinco. É um cinco de ineficiência. Por que que ele é ineficiente em cinco? Ele tá na tá na meiuca. Porque ele produz muito, tem oitava economia do mundo, tem riqueza para caramba sendo produzida, mas não tá sendo bem articulada, não há um desenvolvimento adequado. A gente poderia utilizar aqui um melhor planejamento dos fatores de produção e garantindo a reprodução desses fatores de produção para um desenvolvimento sustentado, maior utilização da mão de obra, dos meios, dos recursos da terra. Pô, faz sentido. Mas não, ele resolveu falar de Bolsa Família. Pô, é essa cabacice do senso comum liberal, né? O problema é a falta de vontade. Aí a Bolsa Família não dá estímulo para as famílias. Não é uma estrutura, não é uma organização de uma nação, de uma economia nacional, de um desenvolvimento e reprodução social, não é vontade da família, [ __ ] velho. É de lascar. Vamos lá pro primeiro fator de produção. Mão de obra ou trabalho. Subutilização da mão de obra. Voltemos aos números que vimos anteriormente com mais detalhe. Então, a gente não viu anteriormente, a gente só viu o senso comum, mas aqui a gente vai pros números. Neste país de 214 milhões de habitantes a época, o emprego formal privado, olha aqui, ó, emprego formal privado, o que faz com que o emprego formal se torne uma coisa boa. Com carteira assinada, se resume. >> Ou é é privado. >> Privado. >> É privado. >> Não, não é privado. Pergunta da criança é se é emprego formal prival ou emprego formal privado. Falei: "Não, é privado mesmo." Então vamos lá. Emprego formal privado com carteira assinada se resume a 41.3 milhões de pessoas. Somando 11.9 milhões de funcionários públicos, são 53.2 milhões. Então são 53.2 milhões de pessoas que t um emprego formal privado mais o emprego formal público. Então temos aí essas duas coisas. E aí vem o dado chocante. Apenas 50% da força de trabalho de 106 milhões. Então, de 106 milhões de pessoas, metade tem um trabalho qualificado, formal, adequado, com garantias eh estabelecidas para que seja produtivo, né, de maneira eficiente, vamos dizer assim, né? Por quê? Porque os demais estão subutilizados ou em trabalho informal. Então, vamos lá. A subutilização da força de trabalho constitui uma dimensão particularmente gritante da nossa fragilidade econômica, pois se trata, para além do drama social, uma enorme insensatez econômica, né? Por que que tanta gente não tá incluída formalmente no trabalho de maneira planejada? Tá só circulando aí que nem doido com a pastinha azul debaixo do braço ou oferecendo serviços aleatórios que não são produtivos do ponto de vista social. A síntese de indicadores sociais de 2019 do IBGA, IBGE traz uma sessão sobre essa questão, mas agora a gente também vai ter novos indicadores surgindo, mas reproduzindo a mesma ideia. É estrutural. Estrutural. Como ordem de grandeza, temos 40 milhões de pessoas no setor informal. Segundo o IBGE, a renda desses trabalhadores, preste atenção, é a metade da renda oferida ao trabalhador formal. Ou seja, o trabalhador formal tem o dobro de renda daquele que tá no trabalho informal, tá subutilizado, tá nos serviços, tá perdido, tá perdido. Aí são pessoas que essencialmente se viram, que é o que a gente faz, a gente se vira para pagar os boletos. Ser, abre aspas, empreendedor individual, fecha aspas, sem dúvida, frequentemente assegura uma aparência mais digna a subutilização. É, você se sente aí menos subutilizado, afinal você é dono de si mesmo. Mas vemos a própria uberização e nas terceirizações irresponsáveis o que isso pode significar. E temos 15 milhões de pessoas formalmente desempregadas, somando os 40 milhões do setor informal e os 15 milhões de desempregados, são 55 milhões a metade da força de trabalho. Metade da força de trabalho subempregada, mal utilizada e cuja renda é metade de quem tá no trabalho formal. Imagina qual é a saída de um liberal para isso. Mais formalidade ou mais informalidade? Mais querência individual ou mais organização social? Pensem aí. A esse contingente, precisamos acrescentar o imenso desalento. Pessoas que estão em idade de trabalho, porém desistiram de procurar emprego, que ainda tem esse problema. e ainda as pessoas classificadas como empregadas, mas que trabalham apenas algumas horas. Então, trabalho trabalhador orista. No conjunto, a subutilização da força de trabalho num país onde há tantas coisas por fazer é absolutamente chocante. Em cada um dos 5.570 municípios do país, temos, por exemplo, pessoas desempregadas e terras e terra parada. Pronto, aqui a gente tem um problema. Lembra o município que o Luciano Hul usa de exemplo, né? Que não sei quantos por culação depende de renda da família, é claro, porque elas estão desempregadas e a terra tá parada. Não há um planejamento de como melhor utilizar essa terra e inclusive empregar essa força de trabalho ociosa. O problema não tá no Bolsa Família, tá nessas condições. A necessidade de um programa de renda básica constante para atender é porque essas condições de garantir a produção e reprodução dessa força de trabalho não estão sendo bem articuladas. E obviamente que aqui o ladisal já tá conectando o outro fator de produção que é a terra, terra e trabalhador. Duas questões básicas para produzir riqueza. Desculpem-se, os liberais jogam a culpa na CLT, dizem que o patrão não contrata porque é muito caro pro patrão. Ah, sim. E se eu não tem gente que compre, o patrão faz o qu, né? >> Daqui a pouquinho. >> Eu preciso de 15 minutos. Daqui a pouco duas vezes. Eu sei. Tá bom. 15 minutos. Quero ficar aqui com você. Tá bom, então fiquei. Estamos junto. Mas você vai ficar cansada aí agora vai ficar menos cansado. Não, não, não, não. >> Assim vai dar errado. Agora sim. Beleza. >> Eita, vai cair. >> Então, vamos ver. Tá se equilibrando bem. >> Não, >> pera aí. Assim, ó. Pronto. H e aí o cara, o cara tem uma renda que é, mas você vê que o cara que é CLT, ele tem uma renda muito melhor para comprar aquilo que tá sendo produzido. Você aumenta a renda de quem vai consumir, é melhor brincadeira. Pergunta Rubens. Bruno, você gosta da ideia de renda mínima universal? Não, eu gosto de ideia de trabalho adequado, mas aí momento coisa para outro dia. Mas hoje em dia rico fala sobre isso, né? Porque ele sabe que precisa de gente comprando e ele não quer dividir uma parcela maior do dinheiro que ele tem. Mas aí outra coisa, não é complicado pensar que se possa organizar um cinturão verde ortifrue grangeiro em torno de cada cidade. Aqui é uma solução interessante. Você garanti um aumento de produção alimentícia frut grangeiro, para que as pessoas possam produzir para a cidade, para o entorno. E aí você entrega a mão de obra e ainda garante espaço de produção. Pô, não é difícil imaginar que que isso é viável, ainda mais um país como o Brasil é viável, sim. Aí, adivinha quem você vai ter que enfrentar? O agronegócio. Mas é viável, isso seria o melhor uso da do potencial produtivo. Você vai utilizar fator de produção trabalho, fator de produção terra, vai garantir a produção de alimentos que alimenta essa população, garante renda para essa população. Pô, trabalho de hoje já a produção familiar, né? Tudo bem? Ih, i assim não tem que ser ali, ó. Porque a o G isso isso, isso, isso. Beleza, porque a produção familiar é o que garante a alimentação hoje, né? As pequenas propriedades com as famílias são o que garante a alimentação do nosso país, gente. O agronegócio produz para fora praticamente. E aí você tem esse problema, essa questão que vai ter que enfrentar o agronegócio, porque ele não vai querer competir nesses termos, né? Então é um planejamento social, não pode ficar na mão de elite no sentido que a gente entende. Ah, mas o cara aí do agronegócio, ele vai perder mais, ele vai ter menos margem de lucro. Sim. Mas você aumenta a riqueza, aumenta a produção, aumenta a reprodução, aumenta garantias de produção e reprodução da sociedade e dos fatores de produção. Se você tem, por exemplo, esse cinturão verde hort frut grangeiro, é genial, pô. Sacou? Simplesmente articulando fatores parados que a terra e o trabalhador, por exemplo. Isso é genial. Em Santos, no tempo do prefeito Davi Capistrano, acompanhei o projeto ladislão, né, em que os desempregados da cidade foram cadastrados e organizados na operação Praia Limpa, que permitiu realizar obras de saneamento, tirando os esgotos dos canais pluviais, o que recuperou a balneabilidade das praias e, em consequência o turismo, atividade hoteleira e semelhantes, transformando uma operação temporária em empregos permanentes. O prefeito não ficou esperando os mercados, gerou a base da sua dinamização. Exemplos não faltam. O planejamento econômico e social consiste em boa parte em articular fatores subutilizados e é isso, fatores de produção subutilizados que precisam ser melhor utilizados. No corte que a gente soltou hoje lá no Instagram, inclusive comentava sobre isso. Pá, a China tá se desenvolvendo absurdamente. Sim, porque ela planeja, ela planeja o uso e a reprodução dos fatores de produção. Um argumento ideológico vergonhoso sempre buscou justificar a desigualdade pela falta de iniciativa dos pobres. Nossa, pera aí, pera aí, pera aí, perí. Vocês lembram o que nosso querido Luciano Hul disse? O que nós vimos com o nosso querido Luciano Hul agora, ó, eh, não tá tendo desenvolvimento econômico. O Brasil é ineficiente por causa do, eh, por causa do Bolso Família, dos programas sociais, porque aí os pobres não têm vontade. O problema é que o pobre não tem vontade. Mentira. A frase do lad é maravilhosa. O argumento ideológico vergonhoso buscou justificar desigualdade pela falta de iniciativa dos pobres. Mas não é isso, é o uso dos fatores de produção. E aí não depende da mercado funcionando por si só, mas de planejamento. Mas pessoas diz ladam que lhes ensinem disposição para trabalhar quê? Mas as pessoas não precisam que lhes ensine disposição para trabalhar, precisam de oportunidades. E as oportunidades não vão ser feitas por mágica. Isso envolve planejamento e iniciativas públicas em vez de discursos ideológicos. E aí eu gosto disso porque discurso ideológico é o do Luciano, não o nosso. Diz, querido Ederson, tudo bem? >> Que aconteceu? >> Ai, pera aí. Ah, a criança sofreu um ataque do gato. Vamos lá. Ataque felinho doméstico. Eh, mas é isso, é isso, é isso, é isso, isso. Excelente frase, diz Rubens. É o ladis é embaçado. Exatamente. Isso, Gabriel. MST é bom demais. Maior distribuidor de arroz do Brasil. É. E outras coisas, né? Maior produtor de produtos orgânicos. Vamos lá. Só mais um ponto aqui. Ah, outro fator, a subutilização da terra, né? outro fator de produção, outro fator necessário pra gente poder produzir, reproduzir e desenvolver a nossa sociedade de maneira adequada. O senso agropecuário de 2017 nos dá outra dimensão da subtilização dos fatores dos fatores de produção. O Brasil é imenso. Os 8.5 5 milhões de quilômetros quadrados do território correspondem a 850 milhões de hectares. 850 milhões de hectares. Segundo o censo, 353 milhões de hectares constituem a estabelecimentos agrícolas. 353 de 850. Nesses 353, 225 milhões de hectares constituem terra agricultável. Então, dá para plantar em 225 milhões de hectares de terra, portanto disponível para atividades produtivas, tanto pela qualidade do solo como pela disponibilidade da água. O que choca é que espantem-se. Somando a lavoura permanente temporária, o uso produtivo no sentido pleno ocupa 63 milhões de hectares. de 225 milhões de hectares de terra agricultável, >> a produção plena, seja temporária ou permanente, é 63 milhões de hectares. Tá pouco utilizado ou não tá? >> Arredondando, temos 160 milhões de hectáreas de solo agrícola parado ou subutilizado. Parado ou subutilizado. Essa área representa cinco vezes o território da Itália. Pega a Itália vezes 5, aí tá parado. Precisamos desmatar a Amazônia? Não. Por quê? Porque a gente tem 160 milhões de hectares parado ou subutilizado. Não precisa desmatar a Amazônia. Precisamos avançar sobre território indígena? Não precisa também. Novamente temos 160 milhões de hectares de solo agrícola parado ou subutilizado. Quem conhece a Europa ou a China, onde a intensidade do uso do solo é muito elevada e viaja pelo interior do Brasil, fica espantado com gigantescas áreas de terra parada ou subutilizada. Veja, não precisa desmatar um uma folha, não precisa. tem 160 milhões preparado aí para utilizar, mas ou tá parado ou tá subutilizado. Grande parte dessa terra parada ou subutilizada é ocupado pela pecuária extensiva. É a plantação de gado, né? É plantagado. O limite entre terra produtiva e improdutiva gerou um amplo debate devido à pressão secular pela reforma agrária no país. Usar imensas regiões com quase 1 haar por cabeça de gado gera, sem dúvida, fortunas para os conglomerados agroexportadores de carne. Mas para quem conhece formas modernas de criação de gado semiconfinado com as unidades de pecuária plantando forragem, o desperdício é evidente. Você tá jogando dinheiro fora, você tá perdendo potencial produtivo, você tá perdendo possibilidades de assentar famílias a garantir condições de produção e reprodução da vida. Aí você me lasca, né? Aí você me lasca, né? Numa imensa parte do Brasil, solo constitui apenas a base para um rentismo improdutivo. A pecuária extensiva gera pouquíssimo emprego, poucos impostos e está articulada com os grandes traders internacionais de commodities. A revista The Economist lembra que no hectar ocupado por um único boi no Brasil poderiam ser produzidos 5 toneladas de milho ou 28 toneladas de batata. Então, no único hectar que você põe um boi, você bota um boi por hectar, meu Deus do céu, nesse 1 haar para o boi que é garantido, você dá, consegue produzir 5 tonelad de milho ou 28 toneladas de batata. Comida para [ __ ] Não à toa, a JBS sob controle da JNF Investimentos, eh, JF Investimentos. se tornou a gigante que é. O movimento dos trabalhadores rurais sem terra, MST, utiliza a terra de forma incomporavelmente mais produtiva e sustentável. Um resgate do imposto territorial rural, né, que foi jogado fora, que no Brasil constitui uma ficção, permitiria, sem dúvida, estimular produtividade, como na Europa e em outras regiões. O fato de pagarem imposto sobre a terra parada estimula o proprietário a utilizá-la de maneira mais produtiva. Pronto. Quer falar de estímulo? Eu gostei desse estímulo aqui. Ao invés de discutir estímulo pra família que tá lascada, ai o pessoal recebe bolsa família, então não tem estímulo para trabalhar. Vamos fazer o seguinte, o pessoal da terra parada aí tá sem, tudo bem? O pessoal da terra parada aí tá sem imposto, beleza? Então vamos botar imposto para estimular o pessoal para se tem terra parada tem que pagar e se tiver que pagar ele acha melhor ele produzir porque aí vai valer a pena. imposto para terra parada paraa gente poder estimular o o o agro a produzir adequadamente. Que que vocês acham? Eu acho massa. Acho massa. Acho acho interessante esse estímulo. Vamos estimular rico e pá. Mas tudo bem. Acho que deu para sacar, né? Eh, vamos lá. Última parte aqui. Ah, tá, pá. A subutilização do capital. Vai dar para entender. Tão gritante quanto a subutilização da força do trabalho da terra no Brasil é a subutilização do capital que se transforma em patrimônio familiar e aplicações financeiras. Veja que aqui é uma diferença, hein? aplicações financeiras não é a mesma coisa que investimento. Investimento você pretende aumentar riqueza, aumentar potencial produtivo. Aplicação financeira você pretende aumentar lucro, taxa de lucro por meio de finanças. Não é produção, é lucro, é diferente. É ganhos ali que você vai ter dentro da especulação financeira, aplicação financeira. Investimento é outra coisa. Investimento você faz para aumentar a produção, aumentar a produtividade, garantir maior emprego, garantir condições para produção e reprodução dos fatores de produção. No Brasil não se tem investimento privado, tem aplicação financeira. E essa desgraça virou um um uma doença interminável, porque agora tudo que ané gente virou aplicador financeiro e acha que tá fazendo investimento, né? Finanças pessoais virou investimento. Ai, desgraça. Vamos lá. em vez de investimentos produtivos. Isso trava o desenvolvimento de infraestruturas, a produção eh de bens e serviços e o emprego. No Brasil são raros os que fazem uma distinção tão essencial entre Opa, pera aí, aqui vai ficar complicado. Pega aquela outra cadeira ali, ó. Aí você traz a outra cadeira e senta aqui do meu lado. Fechou? >> Acho que foi mais fácil. Sejamos inteligentes, eu e você. Beleza. Ah, show de bola. Eh, pronto. Tá. Veja, são raros os que fazem a distinção tão entre tão essencial entre aplicação financeira e investimento produtivo. Uma coisa é investimento, outra é aplicação. A diferença importante em francês. Hum. Francês Zé, cuidado, cuidado, cuidado, cuidado, cuidado, cuidado. Ih, cuas fui por pouco, hein. Eita nós quase o quê? >> Você quase derrubou aquele bagulho ali, ó. >> Qual? >> A tomada. >> É, u, eu ia derrubar um a TV. Não, não, não. Tomada em francês. A diferença entre place financier investment é bastante clara, né? Em francês. Vai ter que ir pro francês para fazer, mas não precisa, só a gente poder começar a falar direito aqui. Aplicação financeira e investimento não acho tão diferente. É fácil. >> Pai, pega o papel ali. >> Onde que aconteceu? Ah, tá aqui. Pronto, tá aqui. >> Boa, Zé. A revista The Economist, por falta de conceito de aplicação financeira, distingue speculative investments and productive investments. Mariana Mazucato utiliza financial investments para caracterizar a diferença. O fato é que no Brasil o que os bancos chamam de investimento constitui uma imensa esterilização dos nossos recursos. Especuladores gostam de chamar de investidores. Especulação financeira é como se fosse investimento, cara. É, é muito, é muito, é muito, é muito. Diz que do Rubens Ladislau só quis gastar o francês nessa aí. É, exatamente. Eu quis ali mostrar que ele fala muitas línguas, né? Mas pra gente ficar mais chocado um pouquinho, os 315 bilionários brasileiros, eu nem sabia que tinha tanto bilionário assim brasileiro, tá? Acho que a gente tá com um número muito elevado de de bilionários apresentados na edição especial da Forbs. São essencialmente donos de holdings, acionistas e controladores de fundos de investimentos, especuladores, né? Donos de cotas acionárias e naturalmente banqueiros ou acionistas de bancos. Grande parte deles simplesmente é composta por herdeiros. A intermediação financeira, como vimos, transformou-se entre nós em uma autêntica extorção. Por que que isso é problema? Porque agora o que a gente tem é que os nosso capital, né, é um subutilizado, absolutamente subutilizado, porque esse capital não é um capital industrial, não é um capital que volta como investimento industrial, que aumenta a produção, aumenta a produtividade. Nós temos capital, mas é um capital que vai se transferindo cada vez mais para as finanças e subutiliza como fator de produção o capital industrial, capital produtivo, capital efetivo. Então, a gente tem subutilização do trabalho, subutilização da terra, subutilização do capital, que virou especulação financeira. Por que será que a economia não vai paraa frente? Ah, por causa do Bolsa Família, é ineficiência com Bolsa Família. Ah, é por causa do do dos impostos. Dos impos Não, gente, é porque falta, como é que é? Falta confiança do mercado, não é falta de planejamento mesmo, falta de organização desse fatores de produção e garantir as condições de produção e reprodução desses fatores. Aí eu vou pro último teminha aqui. Último fator, potencial científico tecnológico, né? A organização que a gente precisa fazer da tecnologia disponível e dos meios de produção disponíveis. Hoje o principal fator de produção é o conhecimento. O que está se formando muito mais do que uma indústria 4.0. É muito mais, né? A mudança é sísmica. Adotamos aqui a mesma visão expressa pelo jornal britânico The Guardian. Abre aspas para o The Guardian. A tecnologia tem um potencial tão grande que a expectativa geral é que o seu impacto seja tão profundo quanto a revolução industrial. Diz Lazal. Não é só o dinheiro que se desmaterializou. Simples sinais magnéticos registrados em computadores. É o conjunto da economia que desloca as suas formas de organização para o que André Gors 2005 chamou de o imaterial. Não é mais a General Motors e semelhantes que dominam o jogo. São os sistemas de controle das finanças e das tecnologias. O Gap, de acordo com ele, né? Google, Apple, Facebook, Amazon e Microsoft. Isso nos Estados Unidos, né? Ou o BAT Baidu Alibaba Tech Tencent na China e o CPS que dá quase nome de uma doença perigosa. Systemically important institutions ou instituições financeiras de importância sistêmica. Como se demonstrou ao longo deste livro, do do livrinho aqui do resgatar o a função social da economia. No centro da economia não está mais as fábricas, estão as plataformas e os gestores de fortunas e controladores de comunicação da informação pessoal. É impressionante o recuo do Brasil com a submissão aos Estados Unidos no caso da tecnologia 5G, a desestruturação da capacidade de pesquisa da Petrobras, o fechamento de programas de formação de cientistas no exterior, o travamento das bolsas de pesquisa de pós-graduação, a venda do eh a venda do mal, a venda mal abortada da Embraer, a transformação do país em um mero comprador de patentes. O recuo nessa área terá impactos avaçaladores sobre o futuro do país. Temos mais de 1/3 da população sem acesso à internet, numa era em que ficar de fora do sistema digital significa isolamento social e desconexão com as dinâmicas econômicas. Ainda temos universidades onde os alunos tiram xerox de capítulos acumulados nas pastas, salinha do sherox de professores. Ainda bloqueamos o acesso a textos científicos quando Massachus Mi MIT os disponibiliza na plataforma Open Courseware e a China no já citado sistema Core. O Japão há décadas possui sistema online de apoio tecnológico para pequenos produtores, inclusive de agricultura familiar. A Finlândia há 50 anos lançou um programa de generalização de elevação científico-tecnológica do país com programas educacionais, públicos gratuitos e universais. No Brasil ainda se discute a privatização de universidades e a distribuição de vouchers proposta dos tempos de Ronald Reagan nos Estados Unidos, tal qual Paulo no Guedes. A subutilização da imensa capacidade criativa da população ao se travarem as oportunidades para a grande maioria constitui o crime contra gerações futuras e a demonstra uma profunda ignorância daqueles que Gessé Souza chamou de elite do atraso. Aí é o meu problema com o ladisl, que eu já comentei sobre o lance da elite, mas a gente já fala sobre isso e que aí também dá para discutir com o o GC, mas eu falei que eu não ia falar do negócio do conhecimento e falei do conhecimento, era desse aqui que eu queria falar, subutilização da política pública, que é o planejamento efetivamente, né? E aí a gente finaliza. Céus Furtado, grande Cels tinha uma ideia clara da importância do estado e do planejamento. No nosso caso, em nome de ideologias ultrapassadas, estamos paralisando o país e comprometendo seu futuro. A ideia de estado mínimo, uma bobagem, é simplesmente burra. Eu gosto do ladislau porque ele usa os termos que a gente gosta, né? É simplesmente burra. É burriça. E a é difícil lidar com a burrice. Há coisas que a empresa privada faz melhor, como produzir tomate, bicicleta ou automóvel, né? Produções menores, em escalas menores, em locais específicos para atender determinadas necessidades. OK? Entregar para grupos privados serviços básicos como saúde, educação, cultura, segurança e outras políticas sociais leva a perdas radicais de eficiência. Perde eficiência. Ah, quer falar sobre eficiência, Luciano Hul? Legal. Sabe o que que faz perder eficiência? entregar. Aqui o ladisal chamou de serviços, mas eu gosto de chamar de direitos, né? Direitos básicos de saúde, educação, cultura, segurança. Não pode ser entregue para para serviços privados. Não pode ser privado, não pode, simplesmente não pode. Por quê? Porque a educação é a garantia das condições de reprodução do fator de produção trabalho. Educação, você qualifica trabalho, você qualifica a mão de obra, você faz com que próxima geração esteja preparada e mais apta para planejamento e atuação em produção futura, aumento de produtividade, de capacidade criativa, de condições para melhorar e aperfeiçoar o próprio processo produtivo. Educação. Eu não posso achar que o mercado vai fazer isso porque ele não vai. saúde, porque a saúde privada ganha dinheiro vendendo remédio, vendendo serviços específicos e não efetivamente, não efetivamente você ter uma saúde preventiva que faça com que a pessoa fique o menos doente por menos tempo possível, para que ela precise cada vez menos utilizar o sistema de saúde e se ficar esgarçado, seja ele privado ou público, para cada vez menos ela tem que ficar fora do trabalho. precisa ficar comprando remédio para que ela gaste cada vez menos renda com remédio e gaste com outras coisas que sejam mais produtivas, sejam mais eficientes. Então a saúde não pode ficar no setor privado, ela tem que ir pro planejamento público. Cultura, a mesma coisa. Segurança nem se fala, né? Segurança, não vou nem me dar o trabalho de explicar porque que a segurança tem que ser pública para não chegar no nível Paulo Cogos de achar que uma padaria tem que ter um um uma míssil antiaéreo, né? Então assim, não preciso me esforçar muito para explicar. Eu imagino que é básico imaginar que a segurança tem que ser pública, né? Assim, mas tudo bem, mas beleza. Beleza. Então, importante entregar para grupos privados serviços básicos como saúde, educação, cultura, segurança e outras políticas sociais leva a perdas radicais de eficiência. O maior setor econômico dos Estados Unidos hoje é a saúde, cerca de 20% do PIB. O custo do serviço estadunidense de saúde, em grande parte privatizados é de 10.000 10.4 10.4.000 por pessoa por ano. No Canadá, temos muitas pessoas de situação de Canadá no nosso canalzinho, onde os serviços de saúde são públicos e gratuitos. O acesso universal o custo é de 4.400. Em um privatizado 10.400, no outro é 4400. É mais eficiente o Canadá. O Canadá está entre os primeiros em termos de qualidade de saúde da população no conjunto dos países da organização do eh para cooperação de desenvolvimento econômico a OCDE, enquanto os Estados Unidos estão entre os últimos. Ai ai. Então política pública é um elemento fundamental. Queria só ir para uma última parte aqui. Ah, é aqui. Aqui também é bom. A eh Mariana Mazucat, o Estado empreendedor e no mais recente o valor de tudo, traz a força da importância do papel do Estado na promoção de políticas públicas. Não se trata do tamanho do Estado, e sim dos efeitos multiplicadores em termos de produtividade sistêmica do país, em que o Estado forte, orientado pelos interesses da nação pode assegurar. Vou até dar uma dica pros empresários aqui, tá? Dica para empresário aqui, ó. Saúde sendo preventiva e pública e planejada faz com que o empregado gaste menos renda com menos menos questões com saúde, tá bom? E aí você não vai precisar ficar pagando o plano de saúde, incluindo nos custos que você tem que colocar no no pro seu pro seu trabalhador. Deixa de ser privilégio, vira direito e aí os custos ficam melhores ainda pro trabalhador, que tendo uma qualidade de saúde melhor, vai faltar menos no trabalho e vai estar mais inteiro para desempenhar suas funções. Tudo bem? Então, diminui os custos do seu trabalhador. A gente chama de salário indireto. É o salário indireto. Quando você tem uma saúde garantida, por exemplo, entra no salário trabalhador, não, mas não vira gasto na renda dele. Educação pública gratuita de qualidade para pro trabalhador também. Salário indireto. Salário indireto. Ele não vai precisar, ele não vai precisar comprometer a renda dele com educação, com escola, para as crianças. Não precisa incorporar isso no salário, vai ficar mais barato o processo, inclusive vai sobrar mais renda no final para ele consumir produtos produzidos por suas empresas. Uma segurança pública cada vez mais adequada, mesma fita. Maior segurança, maior tranquilidade para ir pro trabalho, maior tranquilidade para voltar, todo mundo assegurado, pô. Show de bola. Acessa cultura e divertimento para relaxar, para ter prazer, para aperfeiçoar sua qualidade de vida, para melhorar a qualidade do famíl. Show de bola. melhora o seu funcionário com mais repertório, com mais conhecimento, com mais referências, qualidade de vida dele, fim de semana garantido aí numa escala adequada, em que ele pode ter espaço de divertimento. Ó, salários indiretos, meus amigos, e efeitos multiplicadores, porque cada uma dessas políticas públicas investida gera empregos, gera renda, gera produção, gera melhoria de qualidade como um todo, como um sistema. Larga a mão de ser burro de falar de estado mínimo. No nosso caso, a apropriação de funções chave do Estado por grupos privados e a liquidação da regulação financeira é o conjunto das atividades do país, que é prejudicado, atingindo inclusive muitas empresas produtivas que apoiaram os retrocessos políticos, acreditando no conto de fadas. Entramos na era da pandemia com 6 anos acumulados de marasma econômico e social. Resgatar o papel do Estado como indutor de desenvolvimento, descentralizar a gestão pública, resgatar a função dos planejamento na articulação dos recursos subutilizados e, em particular, resgatar a regulação do sistema financeiro para que financie o que é necessário ao país e não os pontos de partida simplesmente necessários. Veja que são os pontos de partida. Que são os pontos de partida? >> Eh, simplesmente eu >> não quero uma de de doce, >> mas vai precisar já já. Tá bom. Bonito. >> Não vai. Fica tranquilo. Tá tudo bem. >> Não, a gente vai dar um jeito legal. É um xaropinho. Vai te limpar bem, tá bom? Vai te ajudar. >> Essa melequinha aqui tem que sair. Essa >> sinusiteio. Aquele rosa é muito ruim. Eu sei, mas é um xaropinho importante. Já já a gente ajeita. Beleza. Eu sei. Eu também não. É ruim. >> Eu sei. Ah, é isso. Acho que é isso. Deixa eu ver se tem mais algum trecho que eu queria ler. Me perdi aqui. Pronto. Só para resumir essa brincadeira, né? As soluções residem na organização da sinergia. Juntar a terra parada, o trabalhador por fazer e as pessoas paradas. O trabalho por fazer e as pessoas paradas. Mobilizar finanças para assegurar o apoio científico e tecnológico. E a compra de insumos correspondentes. Assegurar a renda que dinamiza a demanda para a produção crescente. Não há mistérios contra medidas que tomar. E veja, nós não estamos nem falando de revolução, marxismo, não sei o quê. É minimamente planejamento racional e organizacional do ponto de vista sistêmico de uma economia, no caso da brasileira. E aí, meu povo, como nós somos um canalzinho que falamos para bolha, não adianta muito reforçar, mas não adianta muito reforçar, mas por isso na hora da gente, inclusive dentro do jogo de democracia, democracia burguesa, a gente considerar critérios de quem tem o mínimo de planejamento que atenda esses fatores de produção, que pense nesses fatores de produção, no mínimo. O o básico. O básico. Por quê? Porque hoje a gente tem dois do dois polos. Uma esquerda, que é a esquerda realmente existente, que faz conciliação, opa, tá tudo bem aí? Que faz conciliação com Deus, com o mundo e com os inimigos de Deus e do mundo, né? o que der, ele faz conciliação. Mas é uma esquerda que tem um planejamento mínimo por garantias de reprodução de fator de produção e que se preocupa com fator de produção trabalho minimamente, que ainda tem um projeto mínimo, um mínimo comum, mínimo, é mínimo mesmo, mínimo, mas tem. E do outro lado, a maluquice de privatizar tudo, de vende tudo, de entrega tudo, de vai beijar a mão de presidente gringo para conseguir sei lá o quê. É essa a polarização que a gente tá enfrentando. >> E a mesma marca? >> É, da mesma marca. Você viu? E aí, nesse tipo de polarização, a gente tem que discutir na do que realmente é possível e viável. E o que a gente tem de possível e viável é esse tipo de tema de discussão e debate, saca? assim, é o mínimo contra o vende tudo, o entrega tudo, esse mainstream maluco que ainda se mistura com conservadorismo biroab de moralidades aleatórias. Então a gente tem uns problemas aí. Certo. Certo, minha gente. Por que será que a nossa economia não vai pra frente? Por que será? Por que será? Aqui, aqui. >> Vai >> aqui. Aquele aquele assim, aquele assim. Aí, beleza. É isso, meu povo. É isso. Espero que o tema aí seja massa, seja seja bacana. Seja bacana. Não vai melhorar. Vai melhorar. Tá tudo bem. Já tá melhor o S já não tá com febre desde madrugada. Já tá ótimo, né? Né, lindinha? >> Uhum. >> Hum. >> Com quem que você tá ligando? >> Tô conversando com a galera que fica trocando ideia aqui comigo nas quartas-feiras de manhã. Eles estão aqui. É, não dá para ver o pessoal, a gente ver só a gente. Eles estão aqui do lado, tem um chat que eles mandam mensagens. >> Ah, tá. Mas a gente que manda vídeo. >> É, o vídeo é só a gente que aparece. Mas é a gente que manda vídeo ou eles que mandam o vídeo? >> Não, a gente. A gente só que tá no vídeo >> mandou mais uma mensagem. >> É, eles mandou mensagem aqui, ó. Entendeu? >> Aqui eu vi descendo mais um mais um. >> É, ó, apareceu mais mensagens aqui, tá vendo? Inspectorante é beleza. Ai gente, é engraçado ser pai de criança. É divertido. É divertido. >> Divertido. Mas a varanda >> é também é legal também. A gente pinta a ia conviver com vírus e bactérias o tempo inteiro. Mas é isso. Manda um tchau pra galera aí. Fala >> tchau. >> Valeu meu povo. Quer mandar uma mensagem motivacional pra galera? >> Não, obrigada. >> Não, obrigada. Tudo bem. Eu vou mandar uma mensagem motivacional pro pessoal. Então, >> posso assistir? >> Pode. Tá aí. Vai lá. Pode ir. Tá de boa. Mas é isso, minha gente. Quarta-feira. Cá estamos. Cá estamos, cá estamos, cá estamos num momento animado, num momento alegre. Chegará o fim de semana, a criança vai sobreviver, nós também, se nada der errado. Temos aqui uma rotina completamente atrapalhada por motivo de saúde, mas que faz parte da vida, faz parte da faz parte da vida. Tá tudo certo. Fiquem bem, minhas criaturas. Deus abençoe vocês. Tentem não ficar doentes. Tentem tomar a vacina da gripe, né? importante tá em companhia da griar proteger, você vai vai poder tá bem. E quarta-feira, quase fim de semana, cá estamos. Seguiremos o nosso canalzinho trazendo a boa nova todo dia último até a vitória final, certo? Ai Jeová. Seguimos aqui. Seguimos trazendo a boa nova, todo dia útil até a vitória final. Seguimos trazendo boa nova todo dia útil até a vitória final. Valeu, minha gente. Se cuidem. Obrigado aí pelo carinho com a criança e vai se divertir. Bora tentar fazer uma toma, mas a gente vai. Estamos juntos. Valeu, tchau.