# 68 Pilares da Fé Reformada | Estudo Bíblico
07/05/2026
# 68 Pilares da Fé Reformada | Estudo Bíblico
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PILARES DA FÉ REFORMADA
Teologia Dogmática ao alcance de todos
O desafio da Primeira Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia é que continuemos a caminhada na preservação da doutrina e na aplicação das verdades bíblicas aos novos desafios de nossa geração. Integrando-nos à nobre sucessão dos que amam a Deus e sua Palavra e que buscam entendê-la e aplicá-la, em submissão ao Espírito, à vida da Igreja. D. M. Lloyd-Jones diz:
“Toda a doutrina cristã visa levar, e foi destinada a levar a um bom resultado prático. […] A doutrina visa levar-nos a Deus, e a isso foi destinada. Seu propósito é ser prática […] a nossa vida cristã nunca será rica, se não conhecermos e não aprendermos a doutrina. Você não poderá ser santo se não conhecer bem a doutrina. Doutrina é a ligação direta que leva à santidade. É somente quando compreendemos essas verdades fundamentais que podemos atender ao apelo lógico para a conduta e o comportamento agradáveis a Deus”.
Diante disso, uma tradição saudável tem compromisso com o passado na geração do futuro. Portanto, “o conservadorismo criativo utiliza-se da tradição, não como autoridade final ou absoluta, mas como recurso importante colocado a nossa disposição pela providência de Deus, a fim de nos ajudar a entender o que a Escritura está nos dizendo sobre quem é Deus, quem somos nós, o que é o mundo ao nosso redor e o que fomos chamados para fazer aqui e agora”. J.I. Packer nos ajuda nessa compreensão:
“A tradição nos permite ficar sobre os ombros de muitos gigantes que pensaram sobre a Bíblia antes de nós. Podemos concluir pelo consenso do maior e mais amplo corpo de pensadores cristãos, desde os primeiros Pais até o presente, como recurso valioso para compreender a Bíblia com responsabilidade. Contudo, tais interpretações (tradições) jamais serão finais; precisam sempre ser submetidas às Escrituras para mais revisão”.
Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
+55 (62) 3213-3320 ou 98113-0461 (WhatsApp)
Rua 68 c/ Rua 71, St. Central, Goiânia-GO
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Legendas automáticas:
Meus irmãos, boa noite. Nós vamos começar nosso estudo bíblico nessa noite. E agora nós estamos, como foi avisado, eh começaremos eh a doutrina agora a respeito de Cristo, né? Então, nós vamos por alguns por algumas quartas-feiras aqui, eh, trabalhando na área de cristologia, né, vendo aquilo que a palavra de Deus nos mostra a respeito de Cristo. Portanto, nós vamos ter ver uma primeira recap recapitulação. >> Isso, recapitulação. existe essa palavra. Eh, nós vamos voltar um pouco na história e ver um pouco a respeito de algumas controvérsias, controvérsias que principalmente nós vamos perceber que a luta da igreja ao longo de séculos foi exatamente na questão cristológica. Eh, se a gente notar todas as heresias que surgem no início ali da história da igreja cristã, eh, nós vamos perceber que o problema é cristológico, né? Então, o ataque sempre foi isso, porque ao derrubar a aquilo que a palavra de Deus fala a respeito eh de Cristo Jesus, todo o restante também vai por terra, né? Eh, então nós vamos começar hoje eh falando a respeito, né, da cristologia. Nós queremos agradecer tantos que estão aqui conosco presencialmente. Nós temos algumas pessoas que também nos acompanham à distância. Só quero destacar hoje também pessoal que nos acompanha da nossa congregação lá na comunidade do Silêncio, né, no Pará, que também eh está conosco, mesmo que à distância. Nós vamos orar agradecendo a Deus, pedindo que Deus nos abençoe nessa noite. Vamos orar. Senhor nosso Deus, nós queremos te agradecer. agradecer, ó Deus, porque o Senhor, ó Pai, eh tem se revelado a nós. O Senhor, ó Deus, nos ama com tão grande amor. E assim, ó Deus, nós queremos, ó Pai, te bendizer e, ó Deus, agradecer ao Senhor por ter se revelado a nós. Pedimos ao Senhor, ó Deus, que nos ajude, ó Pai, no entendimento sempre da tua palavra, ó Deus, nos ajude compreender a obra do Senhor por meio de Cristo, ó Deus, na nossa vida. E assim, ó Deus, que o Senhor cada dia mais nos fortaleça, ó Deus, eh, na palavra do Senhor, para que não venhamos desviar por qualquer vento de doutrina. abençoe todos aqueles que estão aqui presentes, aqueles também que nos acompanham à distância. Que a bênção do Senhor esteja sobre a vida de cada um. É a nossa oração em nome de Jesus. Amém. Quero convidá-los a abrir em Mateus primeiro. Mateus no capítulo 1. Eu quero ler um versículo Mateus, capítulo 1, verso 21. Palavra do Senhor que nos diz, ele dará, ela dará a luz um filho e lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos pecados deles. Vamos abrir lá em Filipenses, no capítulo 2. Filipenses capítulo 2, a partir do verso 9. Filipenses 2 9. E a palavra do Senhor nos diz, pelo que também Deus o exaltou sobre maneira e lhe deu nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho nos céus, na terra e debaixo da terra. E toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor para a glória de Deus Pai. Eh, hoje nós vamos ver um pouco a respeito do nome natureza de Cristo e essa identidade, né, do mediador e como a palavra de Deus se refere a isso. Mas como eu falei, nós vamos voltar um pouco eh caminhar um pouco na história e perceber essas esses embates todos e ataques à pessoa de Cristo Jesus. Então, quando nós olhamos, e essa é a nossa transição, nós vemos a transição que nós fizemos da antropologia, né, da questão do homem e por que era necessário o mediador, né? Havia uma necessidade de um mediador, porque o abismo para chegar até aqui, a perfeição divina ou o cumprimento de toda a lei, o abismo é intransponível ou insuperável. Eh, isso a palavra de Deus nos mostra e nós precisamos compreender isso, que o pecado em nós, ele não é apenas um pequeno desvio, né? O pecado, ele não é apenas um eh algumas falhas eh que normalmente as pessoas entendem que seria assim ou eh talvez alguma questão só de uma personalidade, né? Algumas coisas assim. E nós vamos perceber que a palavra de Deus, ela nos mostra que o pecado, eh, ele não é apenas essa doença, né, ou alguma coisa que fácil de ser resolvida, mas é algo que não teria resolução. E por isso que a palavra de Deus nos mostra desde o início a necessidade de um mediador. Logo após a queda, a palavra de Deus já anuncia isso, né? Que que viria o mediador, né? aquele que pisaria na cabeça da serpente. Então é essa esse abismo insuperável aqui e a resposta para isso seria um mediador. Portanto, no estado original nós vimos que o homem foi criado à imagem de Deus, dotado de verdadeiro conhecimento, justiça e santidade. Houve a transgressão. Portanto, a queda resulta na perda dos direitos de nascimento, liberdade, justiça original e também o foco ético muda para pecaminosidade, né? Então a gente percebe logo a seguir a gente vai percebendo os resultados disso, né? E a palavra de Deus não esconde nada. Quando a gente olha já lá no começo do relato, a gente já vai ver um primeiro assassinato no homicídio, né? Quando a gente vê eh Caim matando Abel, né? A palavra de Deus, ela nos relata isso e nos mostra e como que a o ser humano ele passa a reagir, né, a partir do eh da sua natureza agora pecaminosa. O abismo então se torna insuperável. Surge uma distância ética eh entre Deus e o homem, que nem anjos nem homens podem cruzar. E aqui é um grito por socorro divino. Então a resposta de tudo isso é a cristologia, seja essa provisão da graça de Deus, né? E Cristo desce então para terminologia bíblica tabernacular entre os homens, eliminando então a barreira de uma reconciliação eterna. Nós não podemos ler o Antigo Testamento e todas essas manifestações sem eh a figura de Cristo, senão se torna apenas meras histórias e algumas histórias sem sentido. Quando a palavra de Deus nos fala a respeito daquele tabernáculo que Deus manda que eles construíssem no deserto, né, a gente fica se perguntando por que que aquele tabernáculo para caminhar no deserto tem tanto detalhe. E era eh e eles deveriam fazer de acordo com aquilo que Deus tinha determinado, os bordados, né, a forma como era feita. A gente lembra que na nos bordados ali havia do lado de dentro anjos bordados com espada na mão, né? E a gente fica se perguntando porque a cerimônia, o sacerdote entrava e saía do mesmo jeito que ele entrou, não via nas suas costas, né? A gente fica se perguntando por isso. E também aquilo que ele colocava na cabeça, a Mitra era para colocar na cabeça, estava escrito, né? eh, santo ao Senhor. Ele também não via isso, né? Aquilo era colocado na sua cabeça, né? Eh, toda o todo o paramento e e era escrito, tá lá, né, a descrição de tudo isso, cadou, né? Cados le cado, Senhor. Eh, santificado, sei lá, ao Isso, santo ao Senhor. Então, a a aquilo que a palavra de Deus nos mostra é uma riqueza de detalhes tão grande que tudo apontava para Cristo. Tudo isso apontava para Cristo. Portanto, quando a palavra de Deus fala que ele tabernaculou, a figura do próprio tabernáculo era Cristo, né? Todos aqueles elementos eles apontavam para Cristo. Não era apenas algo aleatório, né, para construir as divisões, tudo aquilo que Deus tinha determinado. Tudo apontava para Cristo. Portanto, nós não podemos ler as escrituras sem que Cristo esteja ali, senão se torna apenas uma eh várias histórias sendo contadas e que muitas vezes algumas pessoas vão falar: "Eu não consigo entender ou a ligação de uma coisa com a outra". Por isso que aos olhos humanos, de fato, a escritura se torna algo incompreensível. E quando nós vamos olhar a palavra de Deus a partir dessa história da redenção, a gente fica estasiado de ver a forma como Deus conduziu todas essas coisas. Mas vamos lá. Então, esses ataques então sempre foram eh direcionados ou à humanidade de Cristo ou à divindade de Cristo. Em vários momentos, ou se negava ou tentava misturar, eh, dar respostas a isso. Lembra que nós falamos que a incredulidade ela leva o ser humano a tentar explicações para algo que a palavra de Deus, ela nunca se propôs a explicar. Ela apenas disse: "É isso e pronto, tá?" E nos fala que isso é pela fé. Aí a incredulidade faz: "Nós vamos dar um jeito nisso. Vamos dar um jeito nisso. Vamos tentar explicar direitinho como que é essa relação divino humano de Jesus. Então começaram-se as heresias sendo propostas, né? Aqui desde o começo a influência judaica aqui que era a ênfase do monoteísmo, tá? Então aqui o desejo de proteger o Deus único levou alguns grupos a sacrificar a divindade de Cristo. Tá reduzindo aqui a um um mero humano, né? Eh, qualificado por Deus. Alguns vão dizer isso, que Jesus era alguém, um ser humano, né? falar, ok, ele é um ser humano, mas é um ser humano apenas qualificado, melhorado por Deus, tá? Então, para eh pendendo pro lado aqui da humanidade. Pro outro lado, na influência grega, ela sempre tinha essa ideia da matéria versus o espírito. Então, logo eles atacariam a humanidade de Jesus. Então, as linhas aqui que pendiam pro lado de cá e iriam dizer que a ideia que a matéria inerentemente má levou outros a negar a humanidade. Ou seja, para eles carne. Se se Jesus tivesse vindo em carne, ele portanto teria natureza pecaminosa, porque a natureza está na carne. Essa a o ser humano se divide em espírito, algo bom e a matéria eh ela é má. Então, se Jesus assumiu a forma, ele teria sido maculado pelo pecado. Isso por causa de uma influência grega. de novo, tenta se explicar racionalmente aquilo que aconteceu. Mas o desafio então aqui que na literatura cristã primitiva, Cristo é aceito intuitivamente como filho do homem, filho de Deus. O problema então Deus e homem simultaneamente só cristalizou a luz eh da controvérsia, tá? E aqui só passando rapidamente que nós acho que já vimos isso no começo do ano aqui na Escola Dominical, eh vários grupos que foram tentando dar explicações de como seria, né, essa natureza. Osionitas aqui, eles eh entendiam que a preservação então extrema aqui do eh do monoteísmo judaico, então eles iam dizer que Cristo era simples homem, né, filho natural de José e Maria, tá? Então, ele foi qualificado como Messias eh no batismo. Alguns, essa linha vai dizer que ele se torna eh Deus ou a divindade dele foi naquele ato só do batismo no seu nascimento, não. Seu nascimento não. Então, apenas lá. Essa foi uma das heresias e elas voltam essas heresias com outros nomes, né, outras roupagens. Nós já falamos aqui a respeito disso, né? aqui os alogianos que eles vão dizer que rejeição dos escritos de João, porque João vai dizer no princípio era o verbo, o verbo estava com Deus e o verbo era Deus. Logos. Aí eles rejeitavam tudo isso, essa questão da eternidade de Cristo está lá. Ele é apenas um homem, embora nascido de uma virgem. Então vão dizer que Cristo desceu eh sobre ele no batismo para conferir poderes espirituais. Aqui já é, parece a mesma coisa, mas não é. A ideia de que Cristo, segunda pessoa da trindade, estava lá em cima. E esse que seria só aqui é como se fosse o ah só o corpo aqui, o homem está aqui embaixo. Aí no ato do batismo esse Cristo que tá lá, ele desce, né? E assim ele confere poderes eh para Jesus, tá? Mas o Teresia e vem pro lado de cá os monarquistas dinâmicos, eles eh Paulo e Samsat erão deles distinção total entre Jesus, homem e o logos, razão divina. Então ele diz que a razão divina habitou em Jesus de forma preeminente também após o batismo, mas não exatamente que ele era Deus. apenas essa razão divina que para eles é separado, uma coisa separada da outra. Tudo isso são heresias que vieram ali nos primeiros séculos. Por isso que eu disse que a batalha primordial da igreja no início foi eh cristológica. Todas essas heresias elas apontavam para um único alvo, para Cristo, certo? para de alguma maneira eh manchar ou desvirtuar eh quem de fato era Cristo. Aqui nós temos a eh de novo os gnósticos lá que também era eh influenciados pela filosofia grega, tá? E eles vão dizer que Cristo assumiu um corpo eh meramente fantasmagórico, tá? que era o docetismo, que aí assim parecia que estava vendo Jesus, mas não era exatamente ele ali. E e engraçado que eles vão pegar textos como aquele Jesus andando lá sobre as águas e aí os discípulos gritam assim: "Ah, o fantasma!", né? Mas os discípulos estão espantados de ver, né? Alguém ali andando sobre as ágas. O texto não está falando, né? Isso é apenas os discípulos, né? A visão deles ali. Mas a ideia é que fosse aquilo que a gente chama hoje moderno, um hograma, né? Eh, projeta alguém qualquer lugar do mundo, a sua figura lá. Aí Jesus era mais ou menos isso. Os monaquistas, então, os modalistas, tá? preserva a unidade absoluta do ser divino. E eles negavam distinções de pessoas na trindade. Cristo era apenas um modo, manifestação temporária de um único Deus, né, em uma humanidade autônoma. aqui de novo pelo pelo pela não compreensão da trindade. Então, eh o monarquianismo ele vai dizer que Deus, quando se fala de pai, de filho, de espírito santo, diz respeito ao à mesma coisa apenas em eh manifestação em momentos distintos. O Deus Pai no Antigo Testamento, Jesus no novo Espírito Santo hoje na era da igreja, mas sendo uma só, porque eles vão dizer que aí seriam três deuses pelo não entendimento, como nós já falamos, que é difícil a nossa compreensão abarcar a a ideia da trindade, mas é o que a palavra de Deus diz, é o que a palavra de Deus nos ensina. E aqui é mais uma heresia. Nós falamos até de grupos aqui eh no Brasil como eh, por exemplo, voz da verdade, eles têm uma perspectiva, né, modalista. Por isso que normalmente a gente, eh, cerceia algumas coisas na igreja por causa de de ensinos errados. E às vezes cantando as pessoas não percebem. Se a melodia for boa, a pessoa canta qualquer coisa, né? Eu eu acho interessante que quando Ário, que que foi também mais um herege, ele quis disseminar heresia na igreja, ele usou o quê? Isso lá 300, ano 300, música. Aí fazia musiquinhas fáceis para ensinar as pessoas e aí elas aprendiam heresia com música, né? Então o pessoal de hoje não é tão moderno assim, porque isso já é de lá do início, né? Subordinação aqui, Alexandrina, o erro defensivo, pais antignósticos, origem eh orígenes e tertuliano defenderam a divindade, mas acabaram descrevendo o filho como subordinado ao pai quanto à essência, abrindo caminho para as heresias futuras. pelo não entendimento. Eles entendiam quando se fala Deus Pai, Deus Filho, Deus Espírito Santo como uma escadinha, né? Uma gradação de ali eh de autoridade, pai, filho, espírito santo e não na ideia que nós da teologia própria, teologia reformada, que são funções, são funções, né, que a palavra de Deus nos mostra. Então, não é uma subordinação, né, mas eh dentro daquilo que a gente chama economia da trindade. Eh, a Deus é creditado toda todo o decreto, a Cristo Jesus, a nossa redenção, né, ao Espírito Santo, a aplicação da redenção. Então, Niceia chega 325, questão que da essência, como eu falei, arianismo, foi lá na ideia de origens que começa isso. Então, desencadeia a tese diário que das distinção de Cristo e o logos, né? Então, vai dizer que Cristo é apenas uma criatura, né, pré-temporal, superhumana e as primeiras das criaturas eh não Deus, eh, mas mais do que homem, né? Segundo eles era algo além do homem, mas que não era Deus. Então, vai dizer que a essência do filho eh é apenas a é semelhante a do pai. Isso são parece que é uma sintonia fina, né? Você falar assim, ó, eh, olha, é semelhante a alguma coisa. Tem até a brincadeira hoje, né, desse negócio de sabor aí, mas há muito tempo atrás começou esse negócio de das pessoas colocar nos rótulos. Assim, você ia comprar o trem e falava assim, ó, eh, sabor de de requeijão, né? Aí você ia ver, não era. Aí fala, não é semelhante. Semelhante. Semelhante não é. Só por isso essa é a heresia de de Ari falar, né? Ele é é semelhante ali. Atanásio, né? que que derruba tudo isso. Essa é a resposta ortodoxa. Vai dizer que o filho é consubstancial e da mesmíssima essência do pai, tá? Então, o estabelecimento oficial é irrevogável da divindade plena do filho. Então, cria-se o credo, Deus de Deus, né, verdadeiro homem, né? Tudo isso para que as pessoas entendessem quem Jesus era. Aqui de novo começa nas figurinhas aqui a gente vai vendo a aquilo que que são as tentativas de novo, falhas, né? Do lado de lá, né? A adota então a tricotomia grega, corpo, alma e espírito. E logos divinos substitui espírito humano, né? pneuma, considerada a sede do pecado. Para eles, é que era exatamente lá onde no espírito que está o pecado, onde reside o pecado no homem, no espírito. Então, para que Jesus não tivesse pecado, né, ah, o logos veio substituiu e garante a unidade, impecabilidade, mas destrói completa a humanidade de Cristo, tá? Então foi condenado lá em Constantinopla em 381. Daqui é a escola de Antioquia, separação, né, de a completa separação. O Logos tem apenas uma habitação moral em Cristo. Aí ele cria um mediador composto de duas pessoas, um eh um homem lado a lado com Deus. Não entendia isso muito bem, mas era alguém, né? Duas pessoas né, Deus sendo pessoa, duas pessoas numa só. Essa era a ideia aqui, tá? De novo, é cai-se numa heresia. E aqui a outra que era o eiutiquianismo. Então, para tentar explicar aquilo que a palavra de Deus mostra que é um mistério, fala: "Não, então misturou". foi misturado, né? Então, humanidade com divindade se misturaram e aí a natureza humana ela foi absorvida pela divina, fundindo-se, resultando em única natureza mista. É como se tivesse, lembra que esse processo você vai, né, uma coisa unindo a outra e forma uma síntese, né? Então, seria uma terceira coisa. Se você pega duas coisas, misturam elas, elas deixam de ser aquelas duas coisas e passa a ser uma terceira coisa. Certo? Deixa eu dar mais um exemplo ruim aqui. Antigamente a gente consertava as coisas com dura epox, né? Aí vinha uma caixinha com dois negócios lá que você usasse um ou outro não dava certo. Aí você tinha que misturar aquele negócio, você tinha que amassar aquele trem, amassava, amassava, misturava. para ele dar certo. Quando você mistura as duas coisas, acho que era cinza e branco, você misturava ali aquele negócio, eh, ela vira uma terceira coisa, porque ela, uma coisa reage com a outra para virar aquela cola, aquele negócio que ia virar a cola. Então, era uma terceira. O etiquianismo tá dizendo que a essa ação eh de Cristo Jesus, a forma quando ele apareceu foi misturado, veio um e se misturou no outro, né? E aí a divindade ela sobressaiu pela na humanidade porque queria explicar uma defesa de Deus que Deus não nos deu essas eh nós não precisamos de de defender porque Deus não precisa ser defendido e ele apenas nos revela quem ele é, certo? E aí a defesa aqui era para para porque alguns vão ter na incredulidade ficar pensando, mas como que Jesus vivia, né? Ele sendo Deus, eh, ele tá sentado aqui, ele sabe quem tá passando lá na rua, né? E ele tá aqui, tá? Sabe ler também os seus pensamentos, tá? Sim. Ele, a palavra de Deus mostra, mostra em alguns momentos os fariseus lá maquinando e fala assim: "Jesus conhecendo seus pensamentos, mas ao mesmo tempo nos mostra suas limitações. Mesmo lá na cruz, quando ele fala: "Eu tenho sede". Por que que Jesus fala isso? Ele tem as limitações humanas, né? Jesus se alimentava ali. Então, a não é que uma coisa tomou conta da outra. O equilíbrio ele vem na Calcedônia, a unidade sem confusão. Vai, o conselho de Calcedônia rejeitou [limpando a garganta] simultaneamente separação de Antioquia e a proposta de fusão lá em Alexandria, né, estabelecendo o padrão ouro da ortodoxia cristã. Então, a dualidade aqui das naturezas, a natureza divina e a natureza humana mantém-se eh íntegra, sem mistura, sem mudança, sem divisão e sem separação. Ambas as naturezas subsistem uma única pessoa. É a aquilo que nós chamamos de eh hipóstase, né? Eh, essa doutrina que nós falamos dessa natureza, as duas naturezas de Cristo. Cristo não é duas pessoas aliadas, nem uma terceira coisa fundida. Isso nós precisamos lembrar, certo? Sabendo disso, então, eh, nós começamos a olhar para aquilo que a palavra de Deus nos fala a respeito do nome de Jesus e como que tudo isso acontece. Nós temos aqui identidade revelada por meio dos nomes. Isso é é muito profundo dentro da palavra de Deus. nos mostra essa relação com Deus, tá, dos nomes e também nos fala também a respeito da de Jesus na Constituição essencial aqui no seu ofício de eh mediador. Então, ah, esse entendimento nós começamos a perceber do próprio nome que a palavra de Deus ela vai usando, né, do eh se referindo a Cristo Jesus. Jesus. Então, essa raiz da redenção, se a gente olha lá pro Antigo Testamento, esse prefixo IOD, né, eh, indicador do tempo perfeito, ele adiciona o sentido da certeza de redenção. Aí você vai ver a contração do nome, tá? Então você vai eh eh Josua, Yesua, Josua, eh, lá no pós exílico e e depois quando vem pra forma grega, que é no Novo Testamento, se torna Jesus, né? Então, o nome pessoal do Salvador refletindo sua missão. Lembra que nós lemos? É literalmente a tradução disso que ele salvará o se o seu povo, né? o nome. Então, oculta essa simples ideia de redenção já garantida, porque a raiz hebraica desde lá do começo, né, de achar é salvar, tá? Salvar. Portanto, a o nome de Jesus também não é escolhido aleatório. Alguns perguntam: "Por que que Deus deu o nome de Jesus de Jesus?" Porque o nome de Jesus é Jesus. Tudo isso ele vem sendo mostrado desde o início. Por exemplo, no hebraico, boa parte da contração de Josué também faz parte. Josué, né? Seria também a o o a mesma isso. Você precisa estar conectado, >> a mesma raiz da palavra, tá? Então, a palavra de Deus, ela nos mostra que o nome ele é fundamental. Isso aponta para para aquilo que ele viria fazer. Palavra de Deus então nos fala do Cristo, ofício do ungido, que seria eh o o equivalente lá Maia, que é o Messias, né, do Antigo Testamento, eh, o ungido, é o seu nome oficial, não pessoal. E no Antigo Testamento, rei, sacerdote recebiam esse óleo e simbolizava o espírito de Deus, tá? Então, a relação é essa do ungido. E a palavra de Deus sempre nos mostra eh na figura menor, apontando para maior. Quando nos fala de do seu ungido, quando Davi está escrevendo o salmo, por exemplo, salmo do falando do ungido, num quadro primeiro ele aponta falando dele, mas a gente vai perceber que o ele está falando de algo muito mais profundo. Ele está apontando para algo muito além dele. Em vários momentos o salmista faz isso. lá para que você relembre salmo de número dois, eh, o reinado do ungido de Deus. Então, ele começa dizendo: "Por que se enfurecem os gentios e os povos imaginam coisas vãs? Os reis da terra se levantam e os príncipes conspiram contra o Senhor e contra o seu ungido, dizendo: Certo? Em primeiro aspecto, eh, isso se aplica ao reinado terreno de Davi, mostrando que essas lutas, embates das nações, elas também não são aleatórias, não é apenas guerras de eh de reinos ali contra reinos que fosse alguma coisa apenas por eh por eh dominação, né, por pegar a a a área do outro. Mas tudo isso eh aponta para uma guerra maior, né, contra ungido do Senhor, que é Cristo Jesus, e aqueles que são dele e de dos gentios ou agora os povos pagãos contra aqueles que foram separados por Deus. Então, essas batalhas do Antigo Testamento, quando a gente ouve, de vez em quando alguns começam a escrever, diendo um livro que a já na capa você percebe o viés dele, é Deus, um genocida. Eh, e aí a perspectiva dele é que naquelas batalhas, eh, por exemplo, lá em Jericó, Deus fala para eles, olha, passa todo mundo no fio da espada. E lembra que houve uma maldição para quem reconstruísse Jericó, né? Lá na frente nos fala que reconstruíram e e aconteceu. Eh, aí alguns vão entender que isso seria limpeza, seria genocídio e tal. É claro, nessa visão natural do homem, ele vai olhar dessa forma. Só que a palavra de Deus está mostrando uma guerra muito maior. Aquilo são fleches ou pequenas eh mostras dessa batalha do reino de Deus contra o reino de Satanás, tá? Então, isolar histórias bíblicas, eh, e tirar só fundos, fundo moral, essas coisas todas, a gente cai nesses erros sem perceber que está falando de Cristo. Aí o texto fala: "Rompamos os seus laços, sacudamos de nós as suas algemas". Então, diz: "Rize-se aquele que habita nos céus, o Senhor zomba deles. Na sua ira, a seu tempo lhes há de falar, e no seu furoso confundirá. Eu, porém, constituí o meu rei sobre o meu santo monte Sião. A gente se pergunta, ele tá falando de Davi ou de quem que ele está falando? A gente vê que no quadro, de novo, no quadro menor, Davi era ungido de Deus, mas Davi ele apontava para o ungido com o maiúsculo, certo? Então, ele era apenas uma prefiguração daquele que viria. O texto está falando em última instância de Cristo e não de Davi. O ungido é aquele que viria. Então fala: "Proclamarei o decreto do Senhor". Ele me disse: "Tu és meu filho, eu hoje te gerei." Vai lá em Hebreus e ele traduz isso para nós, mostrando que aplicava a Cristo Jesus. Pede-me, eu te darei as nações por herança e as extremidades da terra por tua possessão. Com vara de ferro as regirás e as despedaçarás como um vaso de oleiro. Agora, pois, ó reis, sede prudentes, deixai-vos advertir juízos da terra. Servi ao Senhor com temor e alegrai-vos nele com tremor. Aí vem o texto: "Vejai o filho para que se não irrite e não pereçais no caminho, porque dentre em pouco se lhe inflamará a ira: bem-aventurados todos que nele se refugiam". Se a gente ler esse texto fora dessa visão, eh, de vez em quando alguns vão tirar aplicações erradas da Bíblia, né? Eh, eu já vi isso de eh pegar esse texto, falar: "Beijai o filho para que se não irrit". Falar de criação de filhos, né? A gente tem que ter carinho com os filhos, porque a Bíblia diz, gente, isso é uma atrocidade com a palavra de Deus. Leia o texto completamente e perceba que ele tá falando de Jesus. E aí ele fala dos reis da terra. Então ele quando ele chega agora é como olha e agrade dentro em pouco lhe inflamará a ira. Ele está falando de Jesus, tá? Não tá falando aqui de nenhuma criação de filhos, né? Eh, bom e bonito beijar o filho, mas o texto não eh não está apontando para isso. Tá falando de Jesus. Então, designação, nomeação oficial para uma tarefa, ungido. Palavra de Deus nos fala que isso aconteceu com os reis, mas tudo isso também apontava para para ungido e para eh paraa sua obra maior, relação sagrada, estabelecimento de um caráter sacrossanto, inquebrável e a transferência aqui, comunicação real e efetiva do espírito para qualificação. Todos esses atos acontecia. Lembra? Davi foi ungido por Samuel, né? Saul foi ungido por Samuel. Eh, até reis de fora, pagãos foi ungido também quando Deus utiliza eles para fazer a sua própria vontade, tá? Então, a tudo isso era essa simbologia. E aí, de novo, quando Jesus é batizado, o que que acontece? O Espírito Santo desce sobre ele em forma de pomba. Tudo aquilo ali aponta para esse ato, tá? Então, ungido factualmente na concepção virginal e no batismo. Outra eh nome que a palavra de Deus utiliza, e esse aqui é um dos termos que Jesus ele mais se refere, tá? Então você vai olhar na eh nos evangelhos mais ou menos 40 vezes Jesus se refere a ele mesmo como filho do homem, tá? Filho do homem. A gente vai ver que essa terminologia é usada em Ezequiel, tá? Mas de novo, isso é é plano de algo menor, apontando para algo maior. E Jesus, a maior eh aquilo que ele melhor eh se designava, ele dizia falando que ele era o filho do homem. Então era tudo isso numa vinda escatológica, passagem referente à sua glória futura e retorno de julgamento cósmico. Jesus falava que ele era o filho do homem, natureza que superhumana tatizo sua preexistência celestial, especialmente em João quando nos fala falando superhumano, porque nós estamos falando dele como logos existente lá desde início, tá? E a figura do filho do homem está enraizado desde também Daniel, tá? Capítulo 7, verso 13. Sofrimento e morte, a missão terrena de degradação, sacrifício subsequente ressurreição. Hebreus vai nos mostrar que era necessário que Jesus se tornasse homem para que nós tivéssemos a redenção. Era necessário que ele tivesse a mesma natureza nossa. Por isso que Jesus, eh, falando muito aos seus discípulos, ele gostava de se referir como filho do homem. Isso tudo para mostrar a sua identificação com a sua obra e aquilo que ele veio fazer, tá? E a palavra de Deus vai nos mostrar que ele fez isso eh por amor a nós, não como uma obrigação. Palavra de Deus diz que ele quis fazer, tá? Então, a identificação empática e direta com a fragilidade da humanidade. Quando Jesus eh chora com a morte de Lázaro, aqui eh nos aponta exatamente uma eh essa relação de Cristo com a com a dor que nós sofremos, principalmente com a morte. principalmente com a morte. Gente, a morte é algo que a gente não sabe lidar muito bem. Só abrindo um parêntese aqui, a gente precisa olhar para Jesus como que ele se relaciona com a morte. Jesus não nega a dor da morte, ele chora. Então, a gente precisa aprender com Jesus. Tem alguns crentes que fazem, você é crente mesmo, você não chora, não chora, porque você não tem que ser forte, né? Se a outra pessoa é que tá lá no céu, então você não pode chorar, né? Aí Jesus pega e chora. Aí você fala: Jesus chora pela aquela dor e aquilo que ele tá vendo. Mesmo sabendo que Lázaro está ele ressuscitaria em pouco tempo, ressuscitaria. Jesus chora diante do quadro porque ele vê a dor humana. Porque a morte, a palavra de Deus nos fala que ela é um intruso no nosso meio. Até isso a palavra de Deus é completamente diferente de qualquer religião. Se você pegar outras religiões, ele vai entender a morte. Você precisa ou negar a morte ou estabelecer eh, por exemplo, ah, eu passei por um outro plano, tá? Num outro plano de de aperfeiçoamento ou coisa assim. Não, a palavra de Deus, ela nos mostra eh e nos aponta para isso, essa realidade da humanidade de Jesus, que em meio a esses sofrimentos, Cristo Jesus, ele sofreu. Por isso que ele mostra que como sumo sacerdote se compadece de nós. Quando Jesus chora por Lázaro, ele chora por mim e por você também, pelas nossas dores, pela morte que ela é considerada intrusa na humanidade. Ela entrou por causa do pecado e ela vai ser destruída, como a palavra de Deus diz, o último inimigo a ser destruído será a morte. Palavra de Deus quando fala de Cristo, quando ressuscita, fala: "Onde está o teu aguilhão?" Agilhão da morte, ele foi vencido em Cristo Jesus na sua ressurreição. Mas enquanto nós vivemos nesta debaixo do sol aqui na trajetória, a morte nos atinge, ela é uma intrusa. Nós temos liberdade para chorar, lamentar, como a palavra de Deus nos dá essa liberdade toda. Mas o nosso choro e a nosso lamento, ele é escatológico e ele tem esperança. Ele é carregado de esperança. A esperança não de algo eh de sentimentalismo, alguma coisa ou historinhas, não é por causa de uma realidade, por causa de algo real. A nossa esperança é porque Cristo Jesus ressuscitou. Palavra de Deus assevera isso e aí nos mostra exatamente isso. Portanto, nós lamentamos, nós choramos, nós choramos a nossa própria morte também, num luto de eh si mesmo. Eh, tudo isso eh a palavra de Deus não retira de nós. Ela mostra sim que a morte é algo que a gente não sabe lidar bem e nunca vamos saber porque ela é intrusa. A forma da gente encarar ela é vendo, olhando para Cristo Jesus e sabendo sim que ele chora as nossas dores. Só relembrando o texto lá de João 11, que é o texto da ressurreição de Lázaro, ele é tão profundo que você vai ver Cristo Jesus em três dos três ofícios dele se manifestando ali, lembra? rei, profeta, sacerdote. Nós vamos ver isso lá na frente. Ofícios de Cristo. Então, lembro que esses ofícios no Antigo Testamento, eles eram eh emblemáticos assim de apontamento para Cristo. Então, você não vai ver alguém no no Antigo Testamento eh tendo ah os três ofícios, né? Não tem, né? Mas você vai vendo, vai ver isso em Cristo. Você vai ver lá eh a função dele, né, como profeta, que aí chega e aí fala: "Olha, eh, que que iria ressuscitar. Lázaro vai ressuscitar". Aí lembra que Marta fala assim: "Eu sei que ele vai ressuscitar no último dia". Fala: "Não, Lázaro vai ressuscitar. Jesus ali não há função de profeta. chega no texto quando eh ele depara com a situação. Aí o o texto diz: "Jesus chorou". Isso aqui é a manifestação de Jesus como sumo sacerdote, que aí Hebreus vai nos falar que nós não temos um sumo sacerdote que não possa se compadecer de nossas fraquezas. Antes foi tentado em todas as coisas. ali a manifestação dele como sumo sacerdote. Você percebe que você continua lendo o texto, você vai percebendo as mudanças até na forma como Jesus vai agindo. Chega na boca do túmulo, Jesus não está chorando. Jesus começa a dar ordem. Jesus fala: "Retire a pedra". Eles vão lá e tiram a pedra. Jesus ordena: "Lázaro, sai para fora!" E Lázaro levanta e sai. Jesus fala de novo, desataio e deixai-o ir. Essa é a figura de um rei, dando ordens que não podem ser eh contrariadas. Todas as ordens de Jesus, elas aconteceram. Rei, profeta, sacerdote, numa manifestação ali, né? Então, a palavra de Deus nos mostra com profundidade essa obra de Cristo. Então, aqui o filho de Deus no sentido eh messiânico aqui, o significado bíblico, Messias como herdeiro, representante governamental de Deus. Eh, aqui nós temos visões de eh deturpação. Para eles era aceito apenas como mero título funcional. Isso vem ao longo da história eh das heresias, né? Sentido trinitário, que é o do s ontógico, divindade essencial e preexistente, tá? Eh, o significado bíblico negado é rejeita a divindade essencial, ou seja, que ele de fato era Deus, 100% Deus. né? Para nós, alguém que era 100% Deus não deveria aceitar ser humilhado daquele jeito, né? Lembra que Jesus está lá no Getseman e aquilo ali é meio estranho, né? Aí Jesus mesmo fala, você mandaria uma acho de anjos ali, né? Agora, como que um Deus ele se permite ser humilhado? Porque a palavra de Deus tinha mostrado isso, que ele deveria ser humilhado, né, trilhado, esmagado, como Isaías já estava dizendo, né? E tudo isso por causa da obra redentora dele. Agora, eh, de fato, sendo Deus, ele consegue se dominar por causa da vontade do pai. Ele fala: "Eu vim para fazer a vontade do pai". e ele vai e faz até o fim. [roncando] Eh, pra gente isso não entra na nossa mente, porque se nós tivéssemos um tanto poder assim, eh, sei que a gente fala assim: "Ah, um bateu, o outro bateu, vem o terceiro fala: "Não, três vezes é demais". Aí passa fogo em todo mundo. Se tivesse poder, né? Jesus, ele se submete isso até o fim. O sentido de nascimento natalício, nascimento sobrenatural direto é obra do Espírito Santo. Palavra de Deus diz isso, é o que nós cremos. É aqui rejeita o nascimento virginal e a concepção sobrenatural. Isso em diversos momentos na história. Sentido ético religioso, título compartilhado com os crentes, porque a palavra de Deus nos fala que agora em Cristo nós somos chamados filhos de Deus. Ele compartilha isso conosco, certo? A palavra de Deus nos fala isso, que nós eh herdamos aquilo que Cristo Jesus conquistou na cruz. É direito nosso. Somos agora chamados filhos de Deus. Por isso que isso é tão caro para nós que o povo fala aí: "Ah, todo mundo, todos nós somos filhos de Deus". Fala: "Opa, pera aí, se todo mundo só é criatura. Criatura, todo mundo, filhos de Deus e aqueles que estão em Cristo Jesus foram adotados por Deus por meio de Cristo Jesus, filhos de Deus. Tá? Então o único sentido aceito, uma filiação apenas humana e elevada, segundo eles falando a respeito de Cristo Jesus. A escala de autoridade aqui do nome aqui do Senhor, palavra de Deus, ela vai eh do tratamento respeitoso, de forma educada lá. né? Então vai subindo, né? Posse autoridade, divindade exaltada, né? Aqui e aí a palavra de Deus no Novo Testamento usa o termous, kirios ou kiri, né? Para Senhor, falando a respeito de Jesus, né? Então, a posse e a autoridade de Cristo como Senhor são baseados em direitos eh antecedentemente adquiridos através de sua obra redentora, tá? Então, o ponto de virada lá na Calcedônia, Concílio da Cacedônia, vai mostrar que eh no concílio que estabelece o artigo de fé, Jesus possui duas naturezas distintas, unidas em uma só pessoa, tá? o mistério revelado pela palavra, não deduzido pela razão, tá? E aqui o ataque vem os racionalistas, qualquer um, como eu já falei, os incrédulos que tentam explicar eh isso porque não creem. Aí vai dizer aqui o eh filósofos aqui, Fran Chilemark vai dizer que ele era apenas uma consciência suprema consciência de Deus. Eh, Ritel, ele vai falar que é o homem com o valor de Deus, falando de Cristo, tudo obra que você vai ver que são teologia liberal, tá? Você percebe que é algo uma sintonia muito fina. Eles escrevem assim, vão escrevendo, aí você fala: "Ah, tá OK, tá OK, tá certo, né?" Aí é uma sintonia muito fina e é uma heresia. Eh, a, eh, Harnak vai dizer que era um grande mestre da ética. Eh, Schitz, ele vai dizer que era um vidente apocalíptico frustrado, tá? Então você vai ver, e isso aqui são eh filósofos que influenciaram e muito aquilo que chegou até nós a partir da década de 60, 1960, eh boa parte dos ensinos deles entraram para dentro da igreja e causou um estrago tremendo, tá? Então, o retorno moderno à ortodoxia demonstra a insuficiência da razão humana para julgar o mistério revelado. Nós precisamos nos dobrar diante do que a palavra de Deus nos diz. Pilares da divindade de Cristo. Antigo testamento vai mostrar que é o Messias, né? sobre humano já era intrínseco e natural judaíno pré-cristão. Nós lemos o salmo dois, Isaías 9:6 também fala sobre isso. Eh, nas cartas de João e de Paulo, o mais elevado conceito metafísico, ele fala do verbo que era preexistente à plenitude da divindade encarnada. Eh, nos Evangelhos sinódticos, Mateus, Marcos e Lucas, é tão sobrenatural divino quanto de João, o Senhor da Glória. Lembra que Marcos, o Evangelho de Marcos, a é o mais rápido, né? Narrativa rápida. Você lê Marcos, você vai perceber que a narrativa é rápida. O propósito dele é mostrar que aquele Jesus humano era Deus, certo? E aí você vai ver que eh é bem claro que eles ficam espantados sempre com várias vezes daquilo que acontece com Jesus. Quando ele acalma a tempestade, por exemplo, eles ficam desesperados, né? Eles não deveriam, não era festejar. Falou: "Eba, acabou a tempestade". Não, eles ficam desesperados porque eles percebem. Isso é Deus. Eles lembram do salmista dizendo que quem acalma a tempestade, quem domina, né, o mar é Deus. Aí eles falam aí, e agora autoconsciência de Jesus, plena e absoluta consciência de ser ontologicamente filho de Deus, tratava a trindade em sentido exclusivo. Jesus, ele ele sempre eh sabe exatamente quem ele era. Verdadeira humanidade, impecabilidade. Nós eh vamos voltar aqui. Não vou parar tanto aqui, mas a gente sabe que ao mesmo tempo que Jesus sendo plenamente humano, ele era impossível eh pecar, tá? Então, ah, aquilo a a concepção de Jesus, né? Ele não foi imaculado pelo pecado e também havia uma impossibilidade dele pecar. Essa é a expiação. Então, eh, por humano que a gente se pergunta, então, por que será que não era só Deus vindo, salvando quem ele queria? Por que que era necessário? Então, o pagamento devido, um homem pecou, a justiça, então, exige que a natureza humana paga a penalidade. Lembra que por meio do pecado de um homem, né, veio o pecado sobre todos e por meio do sacrifício de um, eh, também a palavra de Deus nos vai falar o segundo Adão, que é Cristo, por meio dele veio a redenção, constituição do sofrimento. penalidade exigia sofrimento físico e angústia da alma, capacidade exclusivamente humana. Se fosse apenas Deus, né, se falar assim, o sofrimento era, sei lá, era só algo eh apenas um um sem sentido, apenas falar: "Ah, ele sofreu, né? Ele sofreu. Mas a palavra de Deus nos mostra que ele, sendo humano, ele sofreu plenamente. Identificação existencial era necessário descer as profundezas da degradação para experimentar tentações debaixo da queda. Cristo Jesus foi tentado em todas as coisas, mas sem pecado, como a palavra de Deus nos mostra. Substituição perfeita. Somente um homem perfeitamente sem pecado poderia ter sua vida aceita em troca de outros, tá? Eh, ainda caminhando aqui pro final, a humanidade então permitiu o sacrifício, mas somente a divindade permitiu que o sacrifício fosse eficaz. Então, o plano exigiu o poder de Deus aqui. Eh, capacidade, então, para suportar. O mo homem seria destruído pela ira de Deus. Somente a divindade podia suportar a totalidade da ira de eh sem colapsasse. Lembra, lembre-se que abandono perfeito só Cristo Jesus experimentou, né? Isso nós não conseguiríamos. Sua obediência precisava então conter um mérito de valor infinito para cobrir toda a culpa da humanidade eleita de uma só vez e poder de aplicação. Salvação exigia onipotência para aplicar os frutos da obra consumada aos corações mediante a fé. Por fim, então aqui a eh pedra angular lá em cima, né? Jesus Cristo, filho do homem, né? Filho de Deus, né? E Senhor, verdadeiro homem, verdadeiro Deus. É palavra de Deus nos mostra Deus santo. E aqui, eh, em meio aqui à humanidade caída, né, Deus ele vem exatamente, essa é o plano da redenção, tá? Então, nenhum dos títulos de Cristo e nenhuma de suas naturezas são detalhes teológicos acidentais. Se subtraímos qualquer um dos nomes, ele deixa de ser rei, salvador ou Senhor. Ou se removemos uma das naturezas, ele deixa de eh de poder pagar a a pena ou suportar a ira. Então, a ponte ela derruba, ela cai. Então, o mistério aqui da de Calcedônia revela uma constituição capaz de salvar o Deus homem integral. Aquilo que a palavra de Deus nos diz. Portanto, quando nós entramos aqui na cristologia, nós precisamos ter claramente essa ideia. Em qualquer coisa que nos fale a respeito de Cristo, palavra de Deus está mostrando ele 100% Deus, 100% homem. Saber como que isso acontecia? Quem sabe um dia lá no céu a gente entenda um pouco mais, porque eu creio que nem mesmo no céu nós abarcaremos a sabedoria de Deus, o conhecimento de Deus, porque nós continuaremos sendo criados e ele não não criado, tá? Então, boa parte nós, eu creio que nós saberemos, mas uma boa parte nós nunca saberemos. Mas o que importa em meio a tudo isso é entender que tudo isso faz parte de um plano de redenção por causa do amor de Deus por nós. É isso que precisamos compreender. Que Deus nos abençoe, nos ajude a entender. Na próxima quarta nós continuamos na nossa caminhada aqui na cristologia. Vamos orar. Senhor nosso Deus, nós queremos, ó Pai, te agradecer mais uma vez, porque ao olhar para tudo aquilo que o Senhor fez, ó Deus, em Cristo Jesus, por nós, nós, ó Deus, só podemos dizer que não somos merecedores, ó Deus, e nos alegramos, ó Pai, porque fomos alvos do amor do Senhor. Obrigado, Deus, porque o Senhor providenciou a redenção em Cristo. Nenhum de nós seríamos capazes, ó Deus, de pagar esse preço. Portanto, ó Deus, que isso possa trazer alegria a nossa alma, ao nosso coração, nos libertar, ó Deus, de tantas amarras, de tristezas e de tantas coisas que nós passamos nesse mundo, por saber, ó Deus, que fomos feitos para a eternidade, mas agora a nossa eternidade, ó Deus, está em Cristo Jesus. Portanto, nos abençoe, nos dê uma boa noite de descanso, fica conosco, ó Deus, e a nossa oração em nome de Jesus. Amém. Que Deus nos abençoe. Na próxima quarta nós continuamos a nossa caminhada.