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A fé vem pelo ouvir

# 68 Pilares da Fé Reformada | Estudo Bíblico

# 68 Pilares da Fé Reformada | Estudo Bíblico

# 68 Pilares da Fé Reformada | Estudo Bíblico

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PILARES DA FÉ REFORMADA
Teologia Dogmática ao alcance de todos

O desafio da Primeira Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia é que continuemos a caminhada na preservação da doutrina e na aplicação das verdades bíblicas aos novos desafios de nossa geração. Integrando-nos à nobre sucessão dos que amam a Deus e sua Palavra e que buscam entendê-la e aplicá-la, em submissão ao Espírito, à vida da Igreja. D. M. Lloyd-Jones diz:

“Toda a doutrina cristã visa levar, e foi destinada a levar a um bom resultado prático. […] A doutrina visa levar-nos a Deus, e a isso foi destinada. Seu propósito é ser prática […] a nossa vida cristã nunca será rica, se não conhecermos e não aprendermos a doutrina. Você não poderá ser santo se não conhecer bem a doutrina. Doutrina é a ligação direta que leva à santidade. É somente quando compreendemos essas verdades fundamentais que podemos atender ao apelo lógico para a conduta e o comportamento agradáveis a Deus”.

Diante disso, uma tradição saudável tem compromisso com o passado na geração do futuro. Portanto, “o conservadorismo criativo utiliza-se da tradição, não como autoridade final ou absoluta, mas como recurso importante colocado a nossa disposição pela providência de Deus, a fim de nos ajudar a entender o que a Escritura está nos dizendo sobre quem é Deus, quem somos nós, o que é o mundo ao nosso redor e o que fomos chamados para fazer aqui e agora”. J.I. Packer nos ajuda nessa compreensão:

“A tradição nos permite ficar sobre os ombros de muitos gigantes que pensaram sobre a Bíblia antes de nós. Podemos concluir pelo consenso do maior e mais amplo corpo de pensadores cristãos, desde os primeiros Pais até o presente, como recurso valioso para compreender a Bíblia com responsabilidade. Contudo, tais interpretações (tradições) jamais serão finais; precisam sempre ser submetidas às Escrituras para mais revisão”.

Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
+55 (62) 3213-3320 ou 98113-0461‬ (WhatsApp)
Rua 68 c/ Rua 71, St. Central, Goiânia-GO

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Legendas automáticas:

Meus irmãos, boa noite. Nós vamos
começar nosso estudo bíblico nessa
noite. E agora nós estamos, como foi
avisado, eh começaremos
eh a doutrina agora a respeito de
Cristo, né? Então, nós vamos por alguns
por algumas quartas-feiras aqui, eh,
trabalhando na área de cristologia, né,
vendo aquilo que a palavra de Deus nos
mostra a respeito de Cristo. Portanto,
nós vamos ter ver uma primeira
recap
recapitulação.
>> Isso, recapitulação. existe essa
palavra.
Eh, nós vamos voltar um pouco na
história e ver um pouco a respeito de
algumas controvérsias,
controvérsias que principalmente nós
vamos perceber que a luta da igreja ao
longo de séculos foi exatamente na
questão cristológica.
Eh, se a gente notar todas as heresias
que surgem no início ali da história da
igreja cristã,
eh, nós vamos perceber que o problema é
cristológico, né? Então, o ataque sempre
foi isso, porque ao derrubar a aquilo
que a palavra de Deus fala a respeito eh
de Cristo Jesus, todo o restante também
vai por terra, né? Eh, então nós vamos
começar hoje eh falando a respeito, né,
da cristologia. Nós queremos agradecer
tantos que estão aqui conosco
presencialmente. Nós temos algumas
pessoas que também nos acompanham à
distância. Só quero destacar hoje também
pessoal que nos acompanha da nossa
congregação
lá na comunidade do Silêncio, né, no
Pará, que também eh está conosco, mesmo
que à distância. Nós vamos orar
agradecendo a Deus, pedindo que Deus nos
abençoe nessa noite. Vamos orar.
Senhor nosso Deus, nós queremos te
agradecer. agradecer, ó Deus, porque o
Senhor, ó Pai, eh tem se revelado a nós.
O Senhor, ó Deus, nos ama com tão grande
amor. E assim, ó Deus, nós queremos, ó
Pai, te bendizer e, ó Deus, agradecer ao
Senhor por ter se revelado a nós.
Pedimos ao Senhor, ó Deus, que nos
ajude, ó Pai, no entendimento sempre da
tua palavra, ó Deus, nos ajude
compreender a obra do Senhor por meio de
Cristo, ó Deus, na nossa vida. E assim,
ó Deus, que o Senhor cada dia mais nos
fortaleça, ó Deus, eh, na palavra do
Senhor, para que não venhamos desviar
por qualquer vento de doutrina. abençoe
todos aqueles que estão aqui presentes,
aqueles também que nos acompanham à
distância. Que a bênção do Senhor esteja
sobre a vida de cada um. É a nossa
oração em nome de Jesus.
Amém.
Quero convidá-los a abrir em Mateus
primeiro.
Mateus no capítulo 1. Eu quero ler
um versículo
Mateus, capítulo 1, verso 21.
Palavra do Senhor que nos diz, ele dará,
ela dará a luz um filho e lhe porás o
nome de Jesus, porque ele salvará o seu
povo dos pecados deles.
Vamos abrir lá em Filipenses, no
capítulo 2.
Filipenses capítulo 2, a partir do verso
9.
Filipenses 2
9. E a palavra do Senhor nos diz, pelo
que também Deus o exaltou sobre maneira
e lhe deu nome que está acima de todo
nome, para que ao nome de Jesus se dobre
todo joelho nos céus, na terra e debaixo
da terra. E toda língua confesse que
Jesus Cristo é Senhor para a glória de
Deus Pai.
Eh, hoje nós vamos ver um pouco a
respeito do nome natureza de Cristo e
essa identidade, né, do mediador e como
a palavra de Deus se refere a isso. Mas
como eu falei, nós vamos voltar um pouco
eh caminhar um pouco na história e
perceber essas esses embates todos e
ataques à pessoa de Cristo Jesus.
Então, quando nós olhamos, e essa é a
nossa transição, nós vemos a transição
que nós fizemos da antropologia,
né, da questão do homem e por que era
necessário o mediador, né? Havia uma
necessidade de um mediador, porque o
abismo para chegar até aqui, a perfeição
divina ou o cumprimento de toda a lei, o
abismo é intransponível ou insuperável.
Eh, isso a palavra de Deus nos mostra e
nós precisamos compreender isso, que o
pecado em nós, ele não é apenas um
pequeno desvio, né? O pecado, ele não é
apenas um eh algumas falhas eh que
normalmente as pessoas entendem que
seria assim ou eh talvez alguma questão
só de uma personalidade, né? Algumas
coisas assim. E nós vamos perceber que a
palavra de Deus, ela nos mostra
que o pecado, eh, ele não é apenas essa
doença, né, ou alguma coisa que fácil de
ser resolvida, mas é algo que não teria
resolução. E por isso que a palavra de
Deus nos mostra desde o início a
necessidade de um mediador. Logo após a
queda, a palavra de Deus já anuncia
isso, né? Que que viria o mediador, né?
aquele que pisaria na cabeça da
serpente. Então é essa esse abismo
insuperável aqui e a resposta para isso
seria um mediador. Portanto, no estado
original nós vimos que o homem foi
criado à imagem de Deus, dotado de
verdadeiro conhecimento, justiça e
santidade.
Houve a transgressão. Portanto, a queda
resulta na perda dos direitos de
nascimento, liberdade, justiça original
e também o foco ético muda para
pecaminosidade, né? Então a gente
percebe logo a seguir
a gente vai percebendo os resultados
disso, né? E a palavra de Deus não
esconde nada. Quando a gente olha já lá
no começo do relato, a gente já vai ver
um primeiro assassinato
no homicídio, né? Quando a gente vê eh
Caim matando Abel, né? A palavra de
Deus, ela nos relata isso e nos mostra e
como que a o ser humano ele passa a
reagir, né, a partir do eh da sua
natureza agora pecaminosa. O abismo
então se torna insuperável. Surge uma
distância ética eh entre Deus e o homem,
que nem anjos nem homens podem cruzar. E
aqui é um grito por socorro divino.
Então a resposta de tudo isso é a
cristologia, seja essa provisão da graça
de Deus, né? E Cristo desce então para
terminologia bíblica tabernacular entre
os homens, eliminando então a barreira
de uma reconciliação eterna. Nós não
podemos ler o Antigo Testamento e todas
essas manifestações
sem eh a figura de Cristo, senão se
torna apenas meras histórias e algumas
histórias sem sentido. Quando a palavra
de Deus nos fala a respeito daquele
tabernáculo que Deus manda que eles
construíssem no deserto, né, a gente
fica se perguntando por que que aquele
tabernáculo para caminhar no deserto tem
tanto detalhe.
E era eh e eles deveriam fazer de acordo
com aquilo que Deus tinha determinado,
os bordados, né, a forma como era feita.
A gente lembra que na nos bordados ali
havia do lado de dentro anjos bordados
com espada na mão, né? E a gente fica se
perguntando porque a cerimônia, o
sacerdote entrava
e saía do mesmo jeito que ele entrou,
não via nas suas costas, né? A gente
fica se perguntando por isso. E também
aquilo que ele colocava na cabeça, a
Mitra era para colocar na cabeça, estava
escrito, né? eh, santo ao Senhor. Ele
também não via isso, né? Aquilo era
colocado na sua cabeça, né? Eh, toda o
todo o paramento e e era escrito, tá lá,
né, a descrição de tudo isso, cadou, né?
Cados le cado,
Senhor.
Eh, santificado, sei lá, ao Isso, santo
ao Senhor. Então, a a aquilo que a
palavra de Deus nos mostra é uma riqueza
de detalhes tão grande que tudo apontava
para Cristo. Tudo isso apontava para
Cristo. Portanto, quando a palavra de
Deus fala que ele tabernaculou, a figura
do próprio tabernáculo era Cristo, né?
Todos aqueles elementos eles apontavam
para Cristo. Não era apenas algo
aleatório, né, para construir as
divisões, tudo aquilo que Deus tinha
determinado. Tudo apontava para Cristo.
Portanto, nós não podemos ler as
escrituras sem que Cristo esteja ali,
senão se torna apenas uma eh várias
histórias sendo contadas e que muitas
vezes algumas pessoas vão falar: "Eu não
consigo entender ou a ligação de uma
coisa com a outra". Por isso que aos
olhos humanos, de fato, a escritura se
torna algo incompreensível.
E quando nós vamos olhar a palavra de
Deus a partir dessa história da
redenção, a gente fica estasiado de ver
a forma como Deus conduziu todas essas
coisas. Mas vamos lá. Então, esses
ataques então sempre foram eh
direcionados ou à humanidade de Cristo
ou à divindade de Cristo. Em vários
momentos, ou se negava ou tentava
misturar,
eh, dar respostas a isso. Lembra que nós
falamos que a incredulidade
ela leva o ser humano a tentar
explicações
para algo que a palavra de Deus, ela
nunca se propôs a explicar. Ela apenas
disse: "É isso e pronto, tá?" E nos fala
que isso é pela fé. Aí a incredulidade
faz: "Nós vamos dar um jeito nisso.
Vamos dar um jeito nisso. Vamos tentar
explicar direitinho como que é essa
relação divino humano de Jesus. Então
começaram-se as heresias sendo
propostas, né? Aqui desde o começo a
influência judaica aqui que era a ênfase
do monoteísmo, tá? Então aqui o desejo
de proteger o Deus único levou alguns
grupos a sacrificar a divindade de
Cristo. Tá reduzindo aqui a um um mero
humano, né? Eh, qualificado por Deus.
Alguns vão dizer isso, que Jesus era
alguém, um ser humano, né? falar, ok,
ele é um ser humano, mas é um ser humano
apenas qualificado,
melhorado por Deus, tá? Então, para eh
pendendo pro lado aqui da humanidade.
Pro outro lado, na influência grega,
ela sempre tinha essa ideia da matéria
versus o espírito. Então, logo eles
atacariam a humanidade de Jesus.
Então, as linhas aqui que pendiam pro
lado de cá e iriam dizer que a ideia que
a matéria inerentemente má levou outros
a negar a humanidade. Ou seja, para eles
carne. Se se Jesus tivesse vindo em
carne, ele portanto teria natureza
pecaminosa, porque a natureza está na
carne.
Essa a o ser humano se divide em
espírito, algo bom e a matéria eh ela é
má. Então, se Jesus assumiu a forma,
ele teria sido maculado pelo pecado.
Isso por causa de uma influência grega.
de novo, tenta se explicar racionalmente
aquilo que aconteceu. Mas o desafio
então aqui que na literatura cristã
primitiva, Cristo é aceito
intuitivamente como filho do homem,
filho de Deus. O problema então Deus e
homem simultaneamente só cristalizou a
luz eh da controvérsia, tá? E aqui só
passando rapidamente que nós acho que já
vimos isso no começo do ano aqui na
Escola Dominical, eh vários grupos que
foram tentando dar explicações de como
seria, né, essa natureza. Osionitas
aqui,
eles eh entendiam que a preservação
então extrema aqui do eh do monoteísmo
judaico, então eles iam dizer que Cristo
era simples homem, né, filho natural de
José e Maria, tá? Então, ele foi
qualificado
como Messias eh no batismo. Alguns, essa
linha vai dizer que ele se torna
eh Deus ou a divindade dele foi naquele
ato só do batismo no seu nascimento,
não. Seu nascimento não. Então, apenas
lá. Essa foi uma das heresias e elas
voltam essas heresias com outros nomes,
né, outras roupagens. Nós já falamos
aqui a respeito disso, né? aqui os
alogianos que eles vão dizer que
rejeição dos escritos de João, porque
João vai dizer no princípio era o verbo,
o verbo estava com Deus e o verbo era
Deus. Logos.
Aí eles rejeitavam tudo isso, essa
questão da eternidade de Cristo está lá.
Ele é apenas um homem, embora nascido de
uma virgem. Então vão dizer que Cristo
desceu eh sobre ele no batismo para
conferir poderes espirituais. Aqui já é,
parece a mesma coisa, mas não é.
A ideia de que Cristo, segunda pessoa da
trindade, estava lá em cima.
E esse que seria só aqui é como se fosse
o ah
só o corpo aqui, o homem está aqui
embaixo. Aí no ato do batismo esse
Cristo que tá lá, ele desce, né? E assim
ele confere poderes eh para Jesus,
tá? Mas o Teresia e vem pro lado de cá
os monarquistas dinâmicos, eles eh Paulo
e Samsat erão deles distinção total
entre Jesus, homem e o logos, razão
divina. Então ele diz que a razão divina
habitou em Jesus de forma preeminente
também após o batismo, mas não
exatamente que ele era Deus. apenas essa
razão divina que para eles é separado,
uma coisa separada da outra. Tudo isso
são heresias que vieram ali nos
primeiros séculos. Por isso que eu disse
que a batalha primordial da igreja no
início foi eh cristológica.
Todas essas heresias elas apontavam para
um único alvo, para Cristo, certo? para
de alguma maneira eh manchar ou
desvirtuar eh quem de fato era Cristo.
Aqui nós temos a eh de novo os gnósticos
lá que também era eh influenciados pela
filosofia grega, tá? E eles vão dizer
que Cristo assumiu um corpo eh meramente
fantasmagórico, tá?
que era o docetismo, que aí assim
parecia que estava vendo Jesus, mas não
era exatamente ele ali. E e
engraçado que eles vão pegar textos como
aquele Jesus andando lá sobre as águas e
aí os discípulos gritam assim: "Ah, o
fantasma!", né? Mas os discípulos estão
espantados de ver, né? Alguém ali
andando sobre as ágas. O texto não está
falando, né? Isso é apenas os
discípulos, né? A visão deles ali. Mas a
ideia é que fosse aquilo que a gente
chama hoje moderno, um hograma, né? Eh,
projeta alguém qualquer lugar do mundo,
a sua figura lá. Aí Jesus era mais ou
menos isso. Os monaquistas, então, os
modalistas, tá? preserva a unidade
absoluta do ser divino. E eles negavam
distinções de pessoas na trindade.
Cristo era apenas um modo, manifestação
temporária de um único Deus, né, em uma
humanidade autônoma. aqui de novo pelo
pelo pela não compreensão da trindade.
Então, eh o monarquianismo ele vai dizer
que Deus, quando se fala de pai, de
filho, de espírito santo, diz respeito
ao à mesma coisa apenas em eh
manifestação em momentos distintos.
O Deus Pai no Antigo Testamento, Jesus
no novo Espírito Santo hoje na era da
igreja, mas sendo uma só, porque eles
vão dizer que aí seriam três deuses pelo
não entendimento, como nós já falamos,
que é difícil a nossa compreensão
abarcar a a ideia da trindade, mas é o
que a palavra de Deus diz,
é o que a palavra de Deus nos ensina. E
aqui é mais uma heresia. Nós falamos até
de grupos aqui eh no Brasil como eh, por
exemplo, voz da verdade, eles têm uma
perspectiva,
né, modalista.
Por isso que normalmente a gente, eh,
cerceia algumas coisas na igreja por
causa de de ensinos errados.
E às vezes cantando as pessoas não
percebem.
Se a melodia for boa, a pessoa canta
qualquer coisa, né? Eu eu acho
interessante que quando Ário, que que
foi também mais um herege, ele quis
disseminar heresia na igreja, ele usou o
quê? Isso lá 300, ano 300, música. Aí
fazia musiquinhas fáceis para ensinar as
pessoas e aí elas aprendiam heresia com
música, né? Então o pessoal de hoje não
é tão moderno assim, porque isso já é de
lá do início, né? Subordinação aqui,
Alexandrina, o erro defensivo, pais
antignósticos,
origem eh orígenes e tertuliano
defenderam a divindade, mas acabaram
descrevendo o filho como subordinado ao
pai quanto à essência, abrindo caminho
para as heresias futuras. pelo não
entendimento. Eles entendiam quando se
fala Deus Pai, Deus Filho, Deus Espírito
Santo como uma escadinha, né? Uma
gradação de ali eh de autoridade, pai,
filho, espírito santo e não na ideia que
nós da teologia própria, teologia
reformada, que são funções,
são funções, né, que a palavra de Deus
nos mostra. Então, não é uma
subordinação,
né, mas eh dentro daquilo que a gente
chama economia da trindade. Eh, a Deus é
creditado toda todo o decreto, a Cristo
Jesus, a nossa redenção, né, ao Espírito
Santo, a aplicação da redenção.
Então, Niceia chega 325, questão que da
essência, como eu falei, arianismo, foi
lá na ideia de origens que começa isso.
Então, desencadeia a tese diário que das
distinção de Cristo e o logos, né?
Então, vai dizer que Cristo é apenas uma
criatura, né, pré-temporal, superhumana
e as primeiras das criaturas eh não
Deus, eh, mas mais do que homem, né?
Segundo eles era algo além do homem, mas
que não era Deus. Então, vai dizer que a
essência do filho eh é apenas a é
semelhante a do pai. Isso são parece que
é uma sintonia fina, né? Você falar
assim, ó, eh,
olha, é semelhante a alguma coisa.
Tem até a brincadeira hoje, né, desse
negócio de sabor aí, mas há muito tempo
atrás começou esse negócio de das
pessoas colocar nos rótulos. Assim, você
ia comprar o trem e falava assim, ó, eh,
sabor de de requeijão,
né? Aí você ia ver, não era. Aí fala,
não é semelhante.
Semelhante. Semelhante não é. Só por
isso essa é a heresia de de Ari falar,
né? Ele é é semelhante ali. Atanásio,
né? que que derruba tudo isso. Essa é a
resposta ortodoxa. Vai dizer que o filho
é consubstancial e da mesmíssima
essência do pai, tá? Então, o
estabelecimento oficial é irrevogável da
divindade plena do filho. Então, cria-se
o credo, Deus de Deus, né, verdadeiro
homem, né? Tudo isso para que as pessoas
entendessem quem Jesus era. Aqui de novo
começa nas
figurinhas aqui a gente vai vendo a
aquilo que que são as tentativas de
novo, falhas, né? Do lado de lá, né? A
adota então a tricotomia grega, corpo,
alma e espírito. E logos divinos
substitui espírito humano, né? pneuma,
considerada a sede do pecado. Para eles,
é que era exatamente lá onde no espírito
que está o pecado, onde reside o pecado
no homem, no espírito. Então, para que
Jesus não tivesse pecado, né, ah, o
logos veio substituiu e garante a
unidade, impecabilidade, mas destrói
completa a humanidade de Cristo, tá?
Então foi condenado lá em Constantinopla
em 381.
Daqui é a escola de Antioquia,
separação, né, de a completa separação.
O Logos tem apenas uma habitação moral
em Cristo. Aí ele cria um mediador
composto de duas pessoas, um eh um homem
lado a lado com Deus. Não entendia isso
muito bem, mas era alguém,
né? Duas pessoas
né, Deus sendo pessoa, duas pessoas numa
só.
Essa era a ideia aqui, tá? De novo, é
cai-se numa heresia. E aqui a outra que
era o eiutiquianismo. Então, para tentar
explicar aquilo que a palavra de Deus
mostra que é um mistério,
fala: "Não, então misturou".
foi misturado, né? Então, humanidade com
divindade se misturaram e aí a natureza
humana ela foi absorvida pela divina,
fundindo-se, resultando em única
natureza mista. É como se tivesse,
lembra que esse processo você vai, né,
uma coisa unindo a outra e forma uma
síntese, né? Então, seria uma terceira
coisa. Se você pega duas coisas,
misturam elas, elas deixam de ser
aquelas duas coisas e passa a ser uma
terceira coisa. Certo?
Deixa eu dar mais um exemplo ruim aqui.
Antigamente a gente consertava as coisas
com dura epox, né? Aí vinha uma caixinha
com dois negócios lá que você usasse um
ou outro não dava certo. Aí você tinha
que misturar aquele negócio, você tinha
que amassar aquele trem, amassava,
amassava, misturava.
para ele dar certo. Quando você mistura
as duas coisas, acho que era cinza e
branco, você misturava ali aquele
negócio, eh, ela vira uma terceira
coisa, porque ela, uma coisa reage com a
outra para virar aquela cola, aquele
negócio que ia virar a cola.
Então, era uma terceira. O etiquianismo
tá dizendo que a essa ação eh de Cristo
Jesus, a forma quando ele apareceu foi
misturado, veio um e se misturou no
outro, né? E aí a divindade ela
sobressaiu pela na humanidade porque
queria explicar
uma defesa de Deus que Deus não nos deu
essas eh nós não precisamos de de
defender porque Deus não precisa ser
defendido e ele apenas nos revela quem
ele é, certo? E aí a defesa aqui era
para para porque alguns vão ter na
incredulidade
ficar pensando, mas como que Jesus
vivia, né? Ele sendo Deus, eh,
ele tá sentado aqui, ele sabe quem tá
passando lá na rua, né? E ele tá aqui,
tá? Sabe ler também os seus pensamentos,
tá? Sim. Ele, a palavra de Deus mostra,
mostra em alguns momentos os fariseus lá
maquinando e fala assim: "Jesus
conhecendo seus pensamentos,
mas ao mesmo tempo nos mostra suas
limitações.
Mesmo lá na cruz, quando ele fala: "Eu
tenho sede". Por que que Jesus fala
isso? Ele tem as limitações humanas, né?
Jesus se alimentava ali. Então, a não é
que uma coisa tomou conta da outra. O
equilíbrio ele vem na Calcedônia, a
unidade sem confusão. Vai, o conselho de
Calcedônia
rejeitou [limpando a garganta]
simultaneamente separação de Antioquia
e a proposta de fusão lá em Alexandria,
né, estabelecendo o padrão ouro da
ortodoxia cristã.
Então, a dualidade aqui das naturezas, a
natureza divina e a natureza humana
mantém-se
eh íntegra, sem mistura, sem mudança,
sem divisão e sem separação.
Ambas as naturezas subsistem uma única
pessoa. É a aquilo que nós chamamos de
eh hipóstase, né?
Eh, essa doutrina que nós falamos dessa
natureza, as duas naturezas de Cristo.
Cristo não é duas pessoas
aliadas, nem uma terceira coisa fundida.
Isso nós precisamos lembrar, certo?
Sabendo disso, então, eh, nós começamos
a olhar para aquilo que a palavra de
Deus nos fala a respeito do nome de
Jesus e como que tudo isso acontece. Nós
temos aqui
identidade revelada por meio dos nomes.
Isso é é muito profundo dentro da
palavra de Deus. nos mostra essa relação
com Deus, tá, dos nomes e também nos
fala também a respeito da de Jesus na
Constituição essencial aqui no seu
ofício de eh mediador. Então, ah, esse
entendimento nós começamos a perceber do
próprio nome que a palavra de Deus ela
vai usando, né, do eh se referindo a
Cristo Jesus. Jesus. Então, essa raiz da
redenção,
se a gente olha lá pro Antigo
Testamento, esse prefixo IOD, né, eh,
indicador do tempo perfeito, ele
adiciona o sentido da certeza de
redenção. Aí você vai ver a contração do
nome, tá? Então você vai eh eh Josua,
Yesua,
Josua, eh, lá no pós exílico e e depois
quando vem pra forma grega, que é no
Novo Testamento, se torna Jesus, né?
Então, o nome pessoal do Salvador
refletindo sua missão. Lembra que nós
lemos? É literalmente a tradução disso
que ele salvará o se o seu povo, né? o
nome. Então, oculta essa simples ideia
de redenção já garantida, porque a raiz
hebraica desde lá do começo, né, de
achar é salvar, tá? Salvar. Portanto, a
o nome de Jesus também não é escolhido
aleatório. Alguns perguntam: "Por que
que Deus deu o nome de Jesus de Jesus?"
Porque o nome de Jesus é Jesus. Tudo
isso ele vem sendo mostrado desde o
início. Por exemplo, no hebraico, boa
parte da contração de Josué também faz
parte. Josué, né? Seria também a o o a
mesma isso. Você precisa estar
conectado,
>> a mesma raiz da palavra, tá? Então, a
palavra de Deus, ela nos mostra que o
nome ele é fundamental. Isso aponta para
para aquilo que ele viria fazer. Palavra
de Deus então nos fala do Cristo, ofício
do ungido, que seria eh o o equivalente
lá Maia, que é o Messias, né, do Antigo
Testamento, eh, o ungido, é o seu nome
oficial, não pessoal. E no Antigo
Testamento, rei, sacerdote recebiam esse
óleo e simbolizava o espírito de Deus,
tá? Então, a relação é essa do ungido. E
a palavra de Deus sempre nos mostra eh
na figura menor, apontando para maior.
Quando nos fala de do seu ungido, quando
Davi está escrevendo o salmo, por
exemplo, salmo do
falando do ungido, num quadro primeiro
ele aponta falando dele, mas a gente vai
perceber que o ele está falando de algo
muito mais profundo. Ele está apontando
para algo muito além dele. Em vários
momentos o salmista faz isso. lá para
que você relembre salmo de número dois,
eh,
o reinado do ungido de Deus. Então, ele
começa dizendo: "Por que se enfurecem os
gentios e os povos imaginam coisas vãs?
Os reis da terra se levantam e os
príncipes conspiram contra o Senhor e
contra o seu ungido, dizendo:
Certo? Em primeiro aspecto, eh, isso se
aplica ao reinado terreno de Davi,
mostrando que essas lutas, embates das
nações, elas também não são aleatórias,
não é apenas guerras de eh de reinos ali
contra reinos que fosse alguma coisa
apenas por eh por eh dominação,
né, por pegar a a a área do outro. Mas
tudo isso eh aponta para uma guerra
maior, né, contra ungido do Senhor, que
é Cristo Jesus, e aqueles que são dele e
de dos gentios ou agora os povos pagãos
contra aqueles que foram separados por
Deus. Então, essas batalhas do Antigo
Testamento, quando a gente ouve, de vez
em quando alguns começam a escrever,
diendo um livro
que a já na capa você percebe o viés
dele, é Deus, um genocida.
Eh, e aí a perspectiva dele é que
naquelas batalhas, eh, por exemplo, lá
em Jericó, Deus fala para eles, olha,
passa todo mundo no fio da espada.
E lembra que houve uma maldição para
quem reconstruísse
Jericó, né? Lá na frente nos fala que
reconstruíram e e aconteceu.
Eh, aí alguns vão entender que isso
seria limpeza, seria genocídio e tal. É
claro, nessa visão natural do homem, ele
vai olhar dessa forma. Só que a palavra
de Deus está mostrando uma guerra muito
maior. Aquilo são fleches ou pequenas eh
mostras dessa batalha do reino de Deus
contra o reino de Satanás,
tá? Então, isolar histórias bíblicas,
eh, e tirar só fundos, fundo moral,
essas coisas todas, a gente cai nesses
erros sem perceber que está falando de
Cristo. Aí o texto fala: "Rompamos os
seus laços, sacudamos de nós as suas
algemas". Então, diz: "Rize-se aquele
que habita nos céus, o Senhor zomba
deles. Na sua ira, a seu tempo lhes há
de falar, e no seu furoso confundirá.
Eu, porém, constituí o meu rei sobre o
meu santo monte Sião. A gente se
pergunta, ele tá falando de Davi ou de
quem que ele está falando? A gente vê
que no quadro, de novo, no quadro menor,
Davi era ungido de Deus, mas Davi ele
apontava para o ungido com o maiúsculo,
certo? Então, ele era apenas uma
prefiguração daquele que viria. O texto
está falando em última instância de
Cristo e não de Davi. O ungido é aquele
que viria. Então fala: "Proclamarei o
decreto do Senhor". Ele me disse: "Tu és
meu filho, eu hoje te gerei." Vai lá em
Hebreus e ele traduz isso para nós,
mostrando que aplicava a Cristo Jesus.
Pede-me, eu te darei as nações por
herança e as extremidades da terra por
tua possessão. Com vara de ferro as
regirás e as despedaçarás como um vaso
de oleiro.
Agora, pois, ó reis, sede prudentes,
deixai-vos advertir juízos da terra.
Servi ao Senhor com temor e alegrai-vos
nele com tremor. Aí vem o texto: "Vejai
o filho para que se não irrite e não
pereçais no caminho, porque dentre em
pouco se lhe inflamará a ira:
bem-aventurados todos que nele se
refugiam". Se a gente ler esse texto
fora dessa visão, eh, de vez em quando
alguns vão tirar aplicações erradas da
Bíblia, né?
Eh, eu já vi isso de eh pegar esse
texto, falar: "Beijai o filho para que
se não irrit". Falar de criação de
filhos, né? A gente tem que ter carinho
com os filhos, porque a Bíblia diz,
gente, isso é uma atrocidade com a
palavra de Deus. Leia o texto
completamente e perceba que ele tá
falando de Jesus. E aí ele fala dos reis
da terra. Então ele quando ele chega
agora é como olha e agrade
dentro em pouco lhe inflamará a ira. Ele
está falando de Jesus, tá? Não tá
falando aqui de nenhuma criação de
filhos, né? Eh, bom e bonito beijar o
filho, mas o texto não eh não está
apontando para isso. Tá falando de
Jesus. Então, designação, nomeação
oficial para uma tarefa, ungido. Palavra
de Deus nos fala que isso aconteceu com
os reis, mas tudo isso também apontava
para para ungido e para eh paraa sua
obra maior, relação sagrada,
estabelecimento de um caráter
sacrossanto, inquebrável
e a transferência aqui, comunicação real
e efetiva do espírito para qualificação.
Todos esses atos acontecia. Lembra? Davi
foi ungido por Samuel, né? Saul foi
ungido por Samuel. Eh, até reis de fora,
pagãos foi ungido também quando Deus
utiliza eles para fazer a sua própria
vontade, tá? Então, a tudo isso era essa
simbologia. E aí, de novo, quando Jesus
é batizado, o que que acontece?
O Espírito Santo desce sobre ele em
forma de pomba. Tudo aquilo ali aponta
para esse ato, tá? Então, ungido
factualmente na concepção virginal e no
batismo.
Outra eh nome que a palavra de Deus
utiliza, e esse aqui é um dos termos que
Jesus ele mais se refere, tá? Então você
vai olhar na eh nos evangelhos
mais ou menos 40 vezes Jesus se refere a
ele mesmo como filho do homem, tá? Filho
do homem. A gente vai ver que essa
terminologia é usada em Ezequiel,
tá? Mas de novo, isso é é plano de algo
menor, apontando para algo maior. E
Jesus, a maior eh
aquilo que ele melhor eh se designava,
ele dizia falando que ele era o filho do
homem. Então era tudo isso numa vinda
escatológica, passagem referente à sua
glória futura e retorno de julgamento
cósmico. Jesus falava que ele era o
filho do homem, natureza que superhumana
tatizo sua preexistência celestial,
especialmente em João quando nos fala
falando superhumano, porque nós estamos
falando dele como logos existente lá
desde início, tá? E a figura do filho do
homem está enraizado desde também
Daniel, tá? Capítulo 7, verso 13.
Sofrimento e morte, a missão terrena de
degradação, sacrifício subsequente
ressurreição. Hebreus vai nos mostrar
que era necessário que Jesus se tornasse
homem para que nós tivéssemos a
redenção.
Era necessário que ele tivesse a mesma
natureza nossa. Por isso que Jesus, eh,
falando muito aos seus discípulos, ele
gostava de se referir como filho do
homem. Isso tudo para mostrar a sua
identificação com a sua obra e aquilo
que ele veio fazer,
tá? E a palavra de Deus vai nos mostrar
que ele fez isso eh por amor a nós, não
como uma obrigação. Palavra de Deus diz
que ele quis fazer, tá? Então, a
identificação empática e direta com a
fragilidade da humanidade. Quando Jesus
eh
chora com a morte de Lázaro,
aqui eh nos aponta exatamente uma eh
essa relação de Cristo com a com a dor
que nós sofremos, principalmente com a
morte.
principalmente com a morte. Gente, a
morte é algo que a gente não sabe lidar
muito bem. Só abrindo um parêntese aqui,
a gente precisa olhar para Jesus como
que ele se relaciona com a morte. Jesus
não nega a dor da morte, ele chora.
Então, a gente precisa aprender com
Jesus. Tem alguns crentes que fazem,
você é crente mesmo, você não chora,
não chora, porque você não tem que ser
forte, né? Se a outra pessoa é que tá lá
no céu, então você não pode chorar, né?
Aí Jesus pega e chora. Aí você fala:
Jesus chora pela aquela dor e aquilo que
ele tá vendo. Mesmo sabendo que Lázaro
está ele ressuscitaria
em pouco tempo, ressuscitaria. Jesus
chora diante do quadro porque ele vê a
dor humana.
Porque a morte, a palavra de Deus nos
fala que ela é um intruso no nosso meio.
Até isso a palavra de Deus é
completamente diferente de qualquer
religião. Se você pegar outras
religiões, ele vai entender a morte.
Você precisa ou negar a morte ou
estabelecer eh, por exemplo, ah, eu
passei por um outro plano, tá? Num outro
plano de de aperfeiçoamento ou coisa
assim. Não, a palavra de Deus, ela nos
mostra
eh e nos aponta para isso, essa
realidade da humanidade de Jesus, que em
meio a esses sofrimentos, Cristo Jesus,
ele sofreu. Por isso que ele mostra que
como sumo sacerdote se compadece de nós.
Quando Jesus chora por Lázaro, ele chora
por mim e por você também, pelas nossas
dores, pela morte que ela é considerada
intrusa
na humanidade. Ela entrou por causa do
pecado e ela vai ser destruída, como a
palavra de Deus diz, o último inimigo a
ser destruído
será a morte. Palavra de Deus quando
fala de Cristo, quando ressuscita, fala:
"Onde está o teu aguilhão?"
Agilhão da morte, ele foi vencido em
Cristo Jesus na sua ressurreição.
Mas enquanto nós vivemos nesta debaixo
do sol aqui na trajetória, a morte nos
atinge, ela é uma intrusa. Nós temos
liberdade para chorar, lamentar, como a
palavra de Deus nos dá essa liberdade
toda. Mas o nosso choro e a nosso
lamento, ele é escatológico e ele tem
esperança.
Ele é carregado de esperança. A
esperança não de algo eh de
sentimentalismo,
alguma coisa ou historinhas, não é por
causa de uma realidade, por causa de
algo real. A nossa esperança é porque
Cristo Jesus ressuscitou. Palavra de
Deus assevera isso
e aí nos mostra exatamente isso.
Portanto, nós lamentamos, nós choramos,
nós choramos a nossa própria morte
também,
num luto de eh si mesmo. Eh, tudo isso
eh a palavra de Deus não retira de nós.
Ela mostra sim que a morte é algo que a
gente não sabe lidar bem e nunca vamos
saber porque ela é intrusa.
A forma da gente encarar ela é vendo,
olhando para Cristo Jesus e sabendo sim
que ele chora as nossas dores. Só
relembrando o texto lá de João 11, que é
o texto da ressurreição de Lázaro, ele é
tão profundo que você vai ver Cristo
Jesus em três dos três ofícios dele se
manifestando ali,
lembra? rei, profeta, sacerdote. Nós
vamos ver isso lá na frente. Ofícios de
Cristo. Então, lembro que esses ofícios
no Antigo Testamento, eles eram eh
emblemáticos assim de apontamento para
Cristo. Então, você não vai ver alguém
no no Antigo Testamento eh tendo ah os
três ofícios, né?
Não tem, né? Mas você vai vendo, vai ver
isso em Cristo. Você vai ver lá eh a
função dele,
né, como profeta, que aí chega e aí
fala: "Olha, eh, que que iria
ressuscitar.
Lázaro vai ressuscitar". Aí lembra que
Marta fala assim: "Eu sei que ele vai
ressuscitar no último dia". Fala: "Não,
Lázaro vai ressuscitar.
Jesus ali não há função de profeta.
chega no texto quando eh ele depara com
a situação. Aí o o texto diz: "Jesus
chorou".
Isso aqui é a manifestação de Jesus como
sumo sacerdote,
que aí Hebreus vai nos falar que nós não
temos um sumo sacerdote que não possa se
compadecer de nossas fraquezas. Antes
foi tentado em todas as coisas. ali a
manifestação dele como sumo sacerdote.
Você percebe que você continua lendo o
texto, você vai percebendo as mudanças
até na forma como Jesus vai agindo.
Chega na boca do túmulo, Jesus não está
chorando.
Jesus começa a dar ordem.
Jesus fala: "Retire a pedra".
Eles vão lá e tiram a pedra. Jesus
ordena: "Lázaro,
sai para fora!" E Lázaro levanta e sai.
Jesus fala de novo, desataio e deixai-o
ir. Essa é a figura de um rei, dando
ordens que não podem ser eh
contrariadas.
Todas as ordens de Jesus, elas
aconteceram.
Rei, profeta, sacerdote, numa
manifestação ali, né? Então, a palavra
de Deus nos mostra com profundidade essa
obra de Cristo. Então, aqui o filho de
Deus no sentido eh messiânico aqui, o
significado bíblico, Messias como
herdeiro, representante governamental de
Deus. Eh, aqui nós temos visões de eh
deturpação.
Para eles era aceito apenas como mero
título funcional. Isso vem ao longo da
história eh das heresias, né? Sentido
trinitário, que é o do s ontógico,
divindade essencial e preexistente, tá?
Eh, o significado bíblico negado é
rejeita a divindade essencial, ou seja,
que ele de fato era Deus, 100% Deus.
né? Para nós, alguém que era 100% Deus
não deveria aceitar ser humilhado
daquele jeito, né? Lembra que Jesus está
lá no Getseman e aquilo ali é meio
estranho, né? Aí Jesus mesmo fala, você
mandaria uma acho de anjos ali, né?
Agora, como que um Deus ele se permite
ser humilhado?
Porque a palavra de Deus tinha mostrado
isso, que ele deveria ser humilhado, né,
trilhado, esmagado, como Isaías já
estava dizendo, né? E tudo isso por
causa da obra redentora dele. Agora, eh,
de fato, sendo Deus, ele consegue se
dominar
por causa da vontade do pai. Ele fala:
"Eu vim para fazer a vontade do pai". e
ele vai e faz até o fim. [roncando]
Eh, pra gente isso não entra na nossa
mente, porque se nós tivéssemos um tanto
poder assim,
eh, sei que a gente fala assim: "Ah, um
bateu, o outro bateu, vem o terceiro
fala: "Não, três vezes é demais". Aí
passa fogo em todo mundo.
Se tivesse poder, né? Jesus, ele se
submete isso até o fim. O sentido de
nascimento natalício, nascimento
sobrenatural direto é obra do Espírito
Santo. Palavra de Deus diz isso, é o que
nós cremos. É aqui rejeita o nascimento
virginal e a concepção sobrenatural.
Isso em diversos momentos na história.
Sentido ético religioso, título
compartilhado com os crentes, porque a
palavra de Deus nos fala que agora em
Cristo nós somos chamados filhos de
Deus.
Ele compartilha isso conosco, certo? A
palavra de Deus nos fala isso, que nós
eh herdamos
aquilo que Cristo Jesus conquistou na
cruz. É direito nosso.
Somos agora chamados filhos de Deus. Por
isso que isso é tão caro para nós que o
povo fala aí: "Ah, todo mundo, todos nós
somos filhos de Deus". Fala: "Opa, pera
aí,
se todo mundo só é criatura.
Criatura, todo mundo, filhos de Deus e
aqueles que estão em Cristo Jesus foram
adotados por Deus por meio de Cristo
Jesus, filhos de Deus. Tá? Então o único
sentido aceito, uma filiação apenas
humana e elevada, segundo eles falando a
respeito de Cristo Jesus. A escala de
autoridade aqui do nome aqui do Senhor,
palavra de Deus, ela vai eh do
tratamento respeitoso, de forma educada
lá. né? Então vai subindo, né? Posse
autoridade, divindade exaltada, né? Aqui
e aí a palavra de Deus no Novo
Testamento usa o termous,
kirios ou kiri, né? Para Senhor, falando
a respeito de Jesus, né? Então, a posse
e a autoridade de Cristo como Senhor são
baseados em direitos
eh antecedentemente
adquiridos através de sua obra
redentora,
tá? Então, o ponto de virada lá na
Calcedônia, Concílio da Cacedônia, vai
mostrar que eh no concílio que
estabelece o artigo de fé, Jesus possui
duas naturezas distintas, unidas em uma
só pessoa, tá? o mistério revelado pela
palavra, não deduzido pela razão, tá? E
aqui o ataque vem os racionalistas,
qualquer um, como eu já falei, os
incrédulos que tentam explicar eh isso
porque não creem. Aí vai dizer aqui o eh
filósofos aqui, Fran Chilemark vai dizer
que ele era apenas uma consciência
suprema consciência de Deus.
Eh, Ritel, ele vai falar que é o homem
com o valor de Deus, falando de Cristo,
tudo obra que você vai ver que são
teologia liberal, tá? Você percebe que é
algo uma sintonia muito fina. Eles
escrevem assim, vão escrevendo, aí você
fala: "Ah, tá OK, tá OK, tá certo, né?"
Aí é uma sintonia muito fina e é uma
heresia. Eh, a, eh, Harnak vai dizer que
era um grande mestre da ética. Eh,
Schitz, ele vai dizer que era um vidente
apocalíptico frustrado, tá? Então você
vai ver, e isso aqui são eh
filósofos que influenciaram e muito
aquilo que chegou até nós a partir da
década de 60, 1960,
eh boa parte dos ensinos deles entraram
para dentro da igreja e causou um
estrago tremendo, tá? Então, o retorno
moderno à ortodoxia demonstra a
insuficiência da razão humana para
julgar o mistério revelado. Nós
precisamos nos dobrar diante do que a
palavra de Deus nos diz. Pilares da
divindade de Cristo. Antigo testamento
vai mostrar que é o Messias, né? sobre
humano já era intrínseco e natural
judaíno pré-cristão. Nós lemos o salmo
dois, Isaías 9:6 também fala sobre isso.
Eh, nas cartas de João e de Paulo, o
mais elevado conceito metafísico, ele
fala do verbo que era preexistente à
plenitude da divindade encarnada.
Eh, nos Evangelhos sinódticos, Mateus,
Marcos e Lucas, é tão sobrenatural
divino quanto de João, o Senhor da
Glória. Lembra que Marcos, o Evangelho
de Marcos, a é o mais rápido, né?
Narrativa rápida.
Você lê Marcos, você vai perceber que a
narrativa é rápida. O propósito dele é
mostrar que aquele Jesus humano era
Deus, certo? E aí você vai ver que eh é
bem claro que eles ficam espantados
sempre com várias vezes daquilo que
acontece com Jesus. Quando ele acalma a
tempestade, por exemplo, eles ficam
desesperados,
né? Eles não deveriam, não era festejar.
Falou: "Eba, acabou a tempestade". Não,
eles ficam desesperados porque eles
percebem. Isso é Deus.
Eles lembram do salmista dizendo que
quem acalma a tempestade, quem domina,
né, o mar é Deus.
Aí eles falam aí, e agora
autoconsciência de Jesus, plena e
absoluta consciência de ser
ontologicamente filho de Deus, tratava a
trindade em sentido exclusivo. Jesus,
ele ele sempre eh sabe exatamente quem
ele era. Verdadeira humanidade,
impecabilidade.
Nós eh vamos voltar aqui. Não vou parar
tanto aqui, mas a gente sabe que ao
mesmo tempo que Jesus sendo plenamente
humano, ele era impossível eh pecar, tá?
Então, ah,
aquilo a a
concepção de Jesus, né? Ele não foi
imaculado pelo pecado e também havia uma
impossibilidade
dele pecar. Essa é a expiação. Então,
eh, por humano que a gente se pergunta,
então, por que será que não era só Deus
vindo, salvando quem ele queria? Por que
que era necessário? Então, o pagamento
devido,
um homem pecou, a justiça, então, exige
que a natureza humana paga a penalidade.
Lembra que por meio do pecado de um
homem, né, veio o pecado sobre todos e
por meio do sacrifício de um, eh, também
a palavra de Deus nos vai falar o
segundo Adão, que é Cristo, por meio
dele veio a redenção, constituição do
sofrimento. penalidade exigia sofrimento
físico e angústia da alma, capacidade
exclusivamente humana. Se fosse apenas
Deus, né, se falar assim, o sofrimento
era, sei lá, era só algo eh apenas um um
sem sentido, apenas falar: "Ah, ele
sofreu, né? Ele sofreu.
Mas a palavra de Deus nos mostra que
ele, sendo humano, ele sofreu
plenamente.
Identificação existencial era necessário
descer as profundezas da degradação para
experimentar tentações debaixo da queda.
Cristo Jesus foi tentado em todas as
coisas, mas sem pecado, como a palavra
de Deus nos mostra.
Substituição perfeita. Somente um homem
perfeitamente sem pecado poderia ter sua
vida aceita em troca de outros, tá?
Eh, ainda caminhando aqui pro final, a
humanidade então permitiu o sacrifício,
mas somente a divindade permitiu que o
sacrifício fosse eficaz. Então, o plano
exigiu o poder de Deus aqui. Eh,
capacidade, então, para suportar. O mo
homem seria destruído pela ira de Deus.
Somente a divindade podia suportar a
totalidade da ira de eh sem colapsasse.
Lembra, lembre-se
que abandono perfeito
só Cristo Jesus experimentou, né? Isso
nós não conseguiríamos. Sua obediência
precisava então conter um mérito de
valor infinito para cobrir toda a culpa
da humanidade eleita de uma só vez e
poder de aplicação. Salvação exigia
onipotência para aplicar os frutos da
obra consumada aos corações mediante a
fé. Por fim, então
aqui a
eh pedra angular lá em cima, né? Jesus
Cristo, filho do homem, né? Filho de
Deus, né? E Senhor, verdadeiro homem,
verdadeiro Deus. É palavra de Deus nos
mostra Deus santo. E aqui, eh, em meio
aqui à humanidade caída, né, Deus ele
vem exatamente, essa é o plano da
redenção, tá? Então, nenhum dos títulos
de Cristo e nenhuma de suas naturezas
são detalhes teológicos acidentais.
Se subtraímos qualquer um dos nomes, ele
deixa de ser rei, salvador ou Senhor.
Ou se removemos uma das naturezas, ele
deixa de eh de poder pagar a a pena ou
suportar a ira. Então, a ponte ela
derruba, ela cai. Então, o mistério aqui
da de Calcedônia revela uma constituição
capaz de salvar o Deus homem integral.
Aquilo que a palavra de Deus nos diz.
Portanto, quando nós entramos aqui na
cristologia, nós precisamos ter
claramente essa ideia. Em qualquer coisa
que nos fale a respeito de Cristo,
palavra de Deus está mostrando ele 100%
Deus, 100% homem. Saber como que isso
acontecia? Quem sabe um dia lá no céu a
gente entenda um pouco mais, porque eu
creio que nem mesmo no céu nós
abarcaremos a sabedoria de Deus, o
conhecimento de Deus, porque nós
continuaremos sendo criados e ele não
não criado, tá? Então, boa parte nós, eu
creio que nós saberemos,
mas uma boa parte nós nunca saberemos.
Mas o que importa em meio a tudo isso é
entender que tudo isso faz parte de um
plano de redenção
por causa do amor de Deus por nós. É
isso que precisamos compreender.
Que Deus nos abençoe, nos ajude a
entender. Na próxima quarta nós
continuamos na nossa caminhada aqui na
cristologia.
Vamos orar.
Senhor nosso Deus, nós queremos, ó Pai,
te agradecer mais uma vez, porque ao
olhar para tudo aquilo que o Senhor fez,
ó Deus, em Cristo Jesus, por nós, nós, ó
Deus, só podemos dizer que não somos
merecedores,
ó Deus, e nos alegramos, ó Pai, porque
fomos alvos do amor do Senhor. Obrigado,
Deus, porque o Senhor providenciou a
redenção em Cristo. Nenhum de nós
seríamos capazes, ó Deus, de pagar esse
preço. Portanto, ó Deus, que isso possa
trazer alegria a nossa alma, ao nosso
coração, nos libertar, ó Deus, de tantas
amarras, de tristezas e de tantas coisas
que nós passamos nesse mundo, por saber,
ó Deus, que fomos feitos para a
eternidade,
mas agora a nossa eternidade, ó Deus,
está em Cristo Jesus. Portanto, nos
abençoe, nos dê uma boa noite de
descanso, fica conosco, ó Deus, e a
nossa oração em nome de Jesus.
Amém. Que Deus nos abençoe. Na próxima
quarta nós continuamos a nossa
caminhada.

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