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A fé vem pelo ouvir

Amigas da SAF – Clube do Livro: "Um extraordinário dia comum" [Cap 7-9] por Aletea Hoffmeister

Amigas da SAF – Clube do Livro: "Um extraordinário dia comum" [Cap 7-9] por Aletea Hoffmeister

Amigas da SAF – Clube do Livro: "Um extraordinário dia comum" [Cap 7-9] por Aletea Hoffmeister

O Amigas da SAF é um clube do livro com reflexão bíblica sob a perspectiva reformada e acolhe mulheres de todas as idades!

Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
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Legendas automáticas:

Antigo, velho.
É o que eu vi.
É o que eu
É o que eu vi. É o que
É o que
É o
É o que
>> Bom dia.
Nós somos a SAF da primeira igreja
presbiteriana de Goiânia.
Cumprimentamos a todos que se encontram
aqui,
aqueles que nos acompanham remotamente.
Sejam todos muito bem-vindos. É um
prazer ter sempre vocês conosco, nos
acompanhando
e
participando de nossas atividades.
Esse é um projeto da SAF, Amigas da SAF,
clube do livro.
E essa é a temporada 2026.
Nessa temporada, nós estamos lendo e
refletindo
sobre é no livro Um Extraordinário
Extraordinário Dia Comum.
Esse é o terceiro encontro, o penúltimo.
Encerraremos no próximo mês.
E
tem sido muito abençoador para todos
nós.
E esse encontro é especial
porque
nós temos
acompanhando o encontro, participando do
encontro remotamente,
lá em Indaiatuba, a nossa irmã
Aletheia Mathes, uma das autoras do
livro.
Ela esteve aqui conosco, eh, em
fevereiro,
encontrou essa
folga na agenda,
convidada, ela se dispôs, com a maior
boa vontade, muito animada, muito
alegre, de estar conosco nesta manhã.
Nós, antecipadamente, agradecemos a
você, Aletheia,
por estar conosco, por se dispor,
por nos dar tanto, tanta atenção e tanto
carinho.
Nosso pedido a Deus é para que continue
abençoando a sua preciosa vida,
acompanhando bem de perto
e que você continue a
o seu ministério,
eh, de abençoar e de instruir
a todos nós. Muito obrigada. Aceita a
nossa sincera gratidão.
E neste momento, nós vamos
ver, rapidamente, um vídeo
do início das nossas atividades em 2026.
Vamos recordar
aquelas que estiveram presentes
e
as que não estiveram vão ver um
pouquinho
de como foi a nossa atividade. Amado
pastor
efetivo, reverendo Rubens Cerqueira,
nosso conselheiro,
para estar aqui à frente, depois orar
e a seguir
a nossa irmã Regina Beatriz nos
conduzirá.
Que Deus nos abençoe.
Bom Bom
Nós louvamos a
né, por estarmos aqui, agradecendo a
todos os presentes,
aqueles também que nos acompanham, né, à
distância, a Letec que está conosco
nessa manhã para mais um encontro,
né, esse é um dos projetos, né, que já
existe
há alguns anos aqui na igreja, mas
também nós precisamos lembrar,
né, que ele cumpre essa
essa uma das funções que nós temos, né,
ou mis- missão que nós temos como
igreja,
que é na área do ensino, né, que é o
tema do nosso ano,
né, para que a gente entenda que
a igreja, ela precisa de não apenas de
momentos de ensino,
mas o ensino precisa permear a nossa
vida sempre,
né, caso contrário, né, nós
sempre nos desviaremos, né, nós sabemos
que
isso é primordial
desde o estabelecimento, quando a gente
vê lá em Atos,
nessa perseverança
na doutrina dos apóstolos e isso
se faz com ensino constante, perene, não
apenas de eventos, né,
mas
é
toda a nossa vida, por isso que nós
estamos aqui e vivemos assim como
igreja. Mas eu também não poderia perder
a oportunidade nesse sábado,
nós estamos nas vésperas do
daquele do dia que se comemora o Dia das
Mães
e eu gostaria de lembrar um texto da
palavra de Deus,
de Isaías 49,
verso 15 diz:
"Acaso pode uma mãe
es- esquecer-se do filho que ainda mama,
de sorte que não se compadeça do filho
do seu ventre?
Mas ainda que esta viesse a se esquecer
dele,
eu, todavia, não me esquecerei de ti.
Por pelo menos duas vezes no livro de
Isaías,
a palavra de Deus compara,
é, coloca a questão da mãe,
desse, dessa ligação com o filho,
é, também relacionado com a, ação de
Deus na nossa vida.
É claro que a palavra de Deus vai nos
mostrar
que o amor de Deus sempre é um
comparativo,
mas mostrando que se há possibilidade
de uma mãe se esquecer do filho, essa
possibilidade não existe em Deus para
com a nossa vida.
Isso nos ajuda sempre
a,
é, muitas vezes curar a nossa vida de,
de às vezes muitos traumas e coisas que
às vezes alguns passam, porque por mais
difícil que seja, sim,
pode ser que alguma mãe,
né, ela se esqueça do seu filho,
abandone o seu filho,
mas o que eu quero destacar nesta manhã,
que agora para vocês mães,
é mesmo que isso aconteça ao contrário,
os filhos se esqueçam, né, ou, ou às
vezes foi esquecido pela própria mãe,
né, nós precisamos lembrar do que o
texto está dizendo,
que essa possibilidade não existe em
Deus, portanto, Deus nos ama,
Deus ama a cada um de vocês,
né, e,
e assim, essa,
é, vamos dizer, essa honra é tão grande,
como eu disse,
é, Deus coloca o amor dele, falando do
amor dele por nós,
e pelo menos duas vezes em Isaías, ele
coloca na, na mesma sentença de
comparação,
o amor de uma mãe pelo seu filho, né,
que Deus abençoe a vida de cada um de
você, cada uma de vocês
continue sustentando,
amparando, né, nessa, nesse ofício,
né, que
é, pro resto da vida,
tá?
É,
que Deus assim continue abençoando. Nós
vamos orar e assim nós vamos também,
é, continuar a nossa programação. Vamos
orar?
Senhor nosso Deus, nós bendizemos o teu
nome,
te agradecemos, ó Deus, por essa manhã
tão agradável.
Queremos, ó Deus, trazer à nossa mente,
ao nosso coração,
que a misericórdia do Senhor se renovou
sobre nós
e a tua fidelidade, ó Deus, vai do
nascente do sol até o seu poente.
Portanto, ó Deus, o Senhor nos cerca de
amor, de misericórdia, de graça, ó Deus,
e isso precisa ficar, ó Deus, sempre
evidente na nossa mente,
pra que, ó Deus, as nossas emoções,
sentimentos, ó Deus, tudo em nós possa,
ó Deus, é, ser submisso
àquilo que é a verdade da tua palavra.
Abençoe-nos nessa manhã
e tudo aquilo que nós já lemos,
ó Deus, possa fazer sentido, ó Deus, é,
de acordo com aquilo que a tua palavra
nos diz. Abençoe tuas servas, ó Deus, na
direção desse encontro.
E queremos, ó Deus, te pedir nessa manhã
que a mão do Senhor esteja estendida
sobre a vida de cada uma das irmãs aqui,
ó Deus, nessa tarefa, nesse ofício de
serem mães.
Que o Senhor continue sustentando, dando
sabedoria e graça,
ó Deus, e que a cada dia,
principalmente,
ó Deus, possa ter a certeza,
ó Deus, do amor do Senhor para com a
vida delas.
Ó Deus, nos abençoe nesse dia, a nossa
oração, em nome de Jesus.
Amém.
>> Bom dia no Senhor.
A cada
um que aqui está.
E aqueles que estão remotamente.
E um bom dia.
Especial.
Para a nossa querida.
Aleteia.
É.
O livro que nós estamos lendo nessa
temporada.
Um extraordinário dia comum.
Mulheres encontrando o Senhor no
cotidiano. As autoras.
Fabiane Mendes e Aleteia Matos. Nos
convidam
a refletir biblicamente.
Sobre temas comuns. Cotidianos. Da vida
feminina.
E no encontro de hoje como vocês já
viram que é um encontro.
Distinto.
Do que do que nós da forma como nós
realizamos.
Nós temos a alegria.
A satisfação.
Da participação.
Especial e remota.
Da Aleteia Matos que é uma das autoras.
Obrigada. Muito obrigada por ter aceito.
O nosso convite.
Por estar aqui.
É.
Nos edificando.
Eu gostaria de começar
eh
com um
com uma definição, com um
esclarecimento, com um entendimento das
autoras do que seja
um extraordinário dia comum. Por que que
eu quero começar por aí? E está lá na
página 28, porque eu acredito que é a
premissa desse livro.
Aonde elas nos dizem: "Um dia
extraordinário
na vida de uma pessoa
pode ser visto no comum,
no ordinário
de um dia simples".
Isto porque
as atividades mais rotineiras têm valor.
E nelas nós podemos encontrar
contentamento, pois o que faz uma vida
ser significativa
é compreender
que o valor eterno
permeia todos os momentos
do acordar ao adormecer. Então,
é com esse entendimento, com essa
compreensão
que as autoras
eh
nos ressaltam a importância
de como, como conduzimos
a nossa vida de pensamento.
Então, eu não poderia eh
fazer essa breve introdução sem trazer
essa premissa do livro. O que seja?
O que as autoras entendem por um
extraordinário dia comum? E a partir
daí, então,
nós fomos pros capítulos seguintes.
Lemos dias de rotina, dias de
imprevisto, dias de inspiração,
dias super atarefados,
dias nublados e hoje nós partimos para
dias de calmaria.
Dias de se olhar no espelho e dias de
hospitalidade. E para tanto, para essa
manhã, eu proponho a seguinte dinâmica.
A partir então de uma breve, pequena
introdução feita por mim
de cada capítulo, a Aleteia expandirá o
tema. E em seguida, nós teremos um
breve, um pequeno tempo para perguntas e
respostas. Então, desta forma,
quem está
participando remotamente no chat,
envie, interaja,
eh, envie a sua pergunta.
E também os presentes terão essa
oportunidade de fazer a sua pergunta.
Assim como eu disse, nós teremos três
rodadas, porque são três capítulos.
Eh, então vejam realmente, o nosso
encontro, ele é distinto hoje. Então,
vamos lá.
Dias de calmaria.
São dias de tranquilidade no ordinário
de nossas vidas. Isto é, tempo de
descansar. Assim nos é sugerido pelas
autoras duas maneiras de honrar o Senhor
nos dias de calmaria.
A primeira maneira
é
descanse
verdadeiramente,
pois o nosso pai nos criou com a
necessidade real de dormir
e restabelecer
a nossa força física.
Seguindo
esse raciocínio de como honrar o Senhor,
lembrar que é com considerar
que é a cruz
que define a nossa identidade. Qual seja
a nossa
a nossa identidade
nova criatura.
E não o fazer contínuo. Então, daí, nós
podemos descansar, sim. Não é o fazer
contínuo da nossa sociedade
contemporânea,
se nós não estamos de lá para cá, de cá
para lá,
nós não estamos fazendo. O nosso valor
está aí, mas o nosso valor, a nossa
identidade está na cruz. E a segunda
maneira
colocada de honrar o Senhor em dias de
calmaria pelas autoras é mediante a
contemplação
eh do Senhor e da sua palavra. E lembro,
esse tempo de relacionamento não é um
dever, e sim um deleite.
Então, a partir disso agora, eu passo a
palavra para a Leteia, para ela expandir
dias de calmaria.
Bom dia.
Estamos
>> Primeiro eu quero agradecer.
Amém.
Então, vamos começar. Eu
>> o teu microfone está aberto?
Está.
>> Nós não estamos te ouvindo.
Só vendo.
Microfone aberto. Ótimo, pode pode
falar.
>> [risadas]
>> Pode expandir, então. Tu me ouviste, né?
>> Estava aberto, não sei o que aconteceu.
E eu ouvi, Regina.
Que bom.
Acho que
>> Eu começo agradecendo.
Baixar um pouco. Eu estive aí em
fevereiro.
Foi um prazer, foi uma alegria.
E agora participar à distância, prefiro
pessoalmente.
Mas que bom que a gente pode estar
juntas, certo?
Eu tenho um pequeno delay, então se eu
der umas paradas, é porque eu estou
esperando o som chegar, tá bom?
Certo.
Eh.
Nós vamos, eh, providenciar o som tá um
pouco alto aqui.
Mas pode falar.
Pode falar.
Eu vou tentar não me exaltar, porque eu
me animo e vou levantando o volume. Vou
tentar ver como que eu falo.
>> [risadas]
>> Pois bem, a Regina já fez uma introdução
super clara, né, sobre o que abrange o
capítulo sete.
E vocês que têm livros e já chegaram ao
capítulo sete, devem ter percebido que o
nosso objetivo com esse livro realmente
foi trazer para o nosso cotidiano a
palavra de Deus.
A Sabe e eu, ao longo dos últimos anos
nos nossos ministérios, a gente tem
visto
que alguns assuntos, alguns temas,
alguns sentimentos são comuns à maioria
das mulheres.
E foi isso que nós tentamos trazer a
cada capítulo
e
colocando a imagem bíblica disso, né?
Porque às vezes
somos mulheres que estão estamos há
pouco tempo ou há muito tempo na igreja,
conhecemos várias partes da Bíblia, mas
não sabemos como aplicar.
E pior que isso,
a
a sociedade, as ideias do mundo às vezes
nos influenciam
mais do que a palavra de Deus.
E esse capítulo sobre Calmaria é, como
os outros, um capítulo onde a gente vê
muita influência do mundo no nosso
cotidiano e às vezes nós somos
influenciadas pela sociedade, pelo mundo
e não pela palavra.
Essa semana no grupo de WhatsApp eu até
coloquei
que pro mundo há duas grandes tendências
em relação a considerar descanso.
Um
é que descansar é falta de
produtividade.
Como a Regina acabou de falar, se o meu
valor tá no minha produtividade,
se o meu valor tá no que eu faço, eu não
posso descansar.
Porque eu vou ser menos produtivo, eu
vou ter menos vou ter menos valor.
Uma mulher empoderada, uma mulher
competente, ela não vai descansar. Até o
ócio será produtivo, né? Existe um livro
que fala sobre isso.
E essa é uma tendência que ela é
contrária à Bíblia.
Por outro lado, também sociedade, o
mundo, as pessoas nos dizem que se nós
podemos descansar, eu vou descansar como
eu quiser, não me importo com os outros,
eu não faço nada, eu tenho o meu
direito, eu ignoro a todos e inclusive
ao Senhor.
Então são dois opostos que o mundo nos
traz e que são contrários à Bíblia.
Eh, eu estava lembrando de um exemplo
que não está no livro
que eu li do pastor David Wilkerson,
pastor David Wilkerson tem vários livros
dele, da esposa, da sobre família,
criação de filhos,
que eu acho que vocês
eh, muitas vezes vão conhecer.
E ele conta
que certa vez ele estava para sair de
férias com a família
e
um um homem, um irmão da igreja
faz um comentário para ele dizendo
assim:
"Eh, pastor, cuidado, o diabo não tira
férias".
E o pastor Davi responde:
"Mais um motivo para eu sair de férias.
Eu não sou o diabo".
Né? Ah, veja só, a
a brincadeira ou o conselho desse homem
pro pastor Davi
é completamente influenciado pelo mundo,
né? E ele não se deu conta disso. E a
resposta do pastor foi uma brincadeira,
mas muito sábia.
Entendeu?
A gente olha pra Bíblia
e vê o próprio Senhor nos dando
o exemplo do descanso. Na criação,
o sétimo dia foi para o descanso.
Deus, diferente de nós, não tem
limitações
físicas, não cansa, ele não precisa do
descanso.
Mas ele deixa esse exemplo pra gente
usar no início da palavra.
Né?
Se a gente olha pra história de Israel,
também lembra da época do maná?
Tinha o momento certo pra recolher.
Eh, tinha o o trabalho diário de
recolher o maná, mas o descanso de que o
Senhor daria.
E também tinha o dia de recolher mais
pra que não se trabalhasse no sábado.
Então, a gente vê na história do povo de
Deus também a importância do descanso. E
nós vamos muitos versículos que falam
pra nossa mente, pro nosso coração, pro
nosso corpo descansar
e nós confiarmos no Senhor.
Eh, a gente vai citando vários textos
bíblicos ao longo dos capítulos.
E nesse capítulo, a gente cita o Salmo
91. Eu vou ler o versículo 1 e 2.
"Aquele que habita no abrigo do
Altíssimo e descansa
à sombra do Todo-Poderoso,
pode dizer ao Senhor:
"Tu és o meu refúgio, a minha fortaleza,
o meu Deus em quem confio".
Percebeu, irmã?
Quem pode dizer que confia no Senhor?
É aquele que descansa nele.
Então,
é o que eu quero chamar atenção com
isso?
É que se nós falamos que nós acreditamos
em Deus, que Ele é o soberano, que Ele é
poderoso, mas eu estou sempre
angustiada, produzindo, eu não posso
relaxar,
apesar de eu falar que eu creio no
Senhor,
a minha vida diz o contrário.
Porque eu não consigo descansar, eu não
consigo colocar nas mãos dele.
Eu conheço uma
mulher
que está na igreja há anos e ela diz
assim com as outras mulheres:
"Que nós vamos descansar no céu.
E aqui não precisamos descansar, temos
que trabalhar, isso é isso".
Mas isso não é o que a Bíblia diz.
Não, claro que temos que trabalhar,
temos que servir,
mas também
podemos e devemos descansar.
Às vezes nós até queremos e não não
conseguimos, né? Tem momentos mais
atribulados na vida. Mas se Deus está
nos dando a oportunidade de descansar,
vamos confiar nele. Ele sabe o que faz e
Ele é todo-poderoso, não sou eu, não é
você.
O Salmo 116,
sete,
diz assim:
"Retorne ao seu descanso, ó minha alma,
porque o Senhor tem sido bom para você".
Isso é pregar para mim mesma, né?
Se Deus é bom,
minha alma fique em paz e torna ao
descanso. Mas veja, esse descanso pode
ser no meu jeito de falar, nos meus
pensamentos acelerados, mas também pode
ser em não fazer,
em literalmente descansar no corpo,
sabendo que Deus cuida, que Deus provê,
que Deus dá o seu sustento enquanto o
corpo
como a palavra também fala.
Porém, um cuidado que temos que ter,
além de descansar verdadeiramente, como
estava na página 119, é o outro ponto
que a Regina já falou, que a gente traz
na página 114.
Aproveitar os períodos que nós temos de
descanso para contemplar o Senhor.
Não é um descanso puramente egoísta.
É descansar verdadeiramente,
mas porque eu tenho um Deus que está
cuidando de tudo.
Então, se esse descanso for na sua casa,
algumas horinhas de sono,
olha a Deus, porque eu tenho a minha
casa, porque eu tenho um sofá, uma cama,
porque eu posso ficar em algumas horas,
eh, em paz com o que o Senhor está
fazendo.
Se esse descanso for na beira da praia,
contemplar o mar, a natureza, a criação,
tem tudo o que Deus fez.
E aproveitar todo o descanso para voltar
para a palavra de Deus.
Eh, a Regina enfatizou um ponto que eu
gosto muito de enfatizar também, por
isso a gente colocou várias vezes no
livro.
O contato com a palavra de Deus não é
uma obrigação, um peso, ele é um
deleite.
Então,
que maravilhoso, eu ter um tempo de
descanso e ainda aproveitá-lo com esse
deleite que é voltar há algum tempo para
a palavra de Deus.
Para ler, para me alimentar
espiritualmente. Se eu tô agitada, eu
posso voltar para a palavra e ver, ser
lembrada de que Deus me cuida, que Deus
protege, que Deus me garante uma vida
eterna, que eu sou salva. Então, o
descanso fica ainda mais rico, mais
saboroso.
Então, esse é um dos motivos, eh, pelo
qual a gente se salta, descansamos para
verdadeiramente, mas aproveitar esse
descanso para se deleitar no Senhor.
E eu queria encerrar, então, essa
primeira parte
falando que nós podemos descansar quando
nós reconhecemos
que Deus é todo-poderoso, não eu.
Nós podemos descansar quando nós
reconhecemos
que
Deus nos dá períodos para o descanso,
mesmo que sejam algumas horas, se forem
alguns dias, melhor ainda, mas ele nos
dá esse período de calmaria,
porque ele sabe que precisamos.
Podemos descansar renovando renovando as
forças
físicas e espirituais.
Tanto a nossa parte física quanto a
nossa parte espiritual, a Bíblia nos diz
que o Senhor cuida.
E podemos descansar orando e meditando
na sua palavra, que é um presente
e não um fardo.
Então, esse seria um resumo,
eh, dos nossos propósitos com esse
capítulo de
aproveitar os dias de calmaria.
Obrigada.
>> Então, eu abro, né?
Obrigada.
>> Prazer. Muito obrigada
por trazer essa palavra para nós.
E agora, então, eu pergunto a Ana Elisa
se nós temos eh alguma pergunta no chat.
Então,
temos a oportunidade
das pessoas aqui presentes fazerem a sua
pergunta. Ali o Laércio está com o
microfone e pode se dirigir a vocês.
Então,
eh
enquanto vocês se aquecem para pergunta,
eh eu gostaria de colocar
eh
uma pergunta feita
por uma das coordenadoras
do nosso clube do livro,
a Kize,
que disse o seguinte:
"Vivemos em uma época marcada pela
pressa,
pela necessidade de respostas imediatas
e pela dificuldade
de simplesmente contemplar
e viver
os processos
com calma".
A pergunta, Leteia,
a partir dessa afirmação,
como os dias de calmaria
podem nos ensinar
a apreciar a presença de Deus
nas coisas simples
e silenciosas
da vida?
Coisas simples e silenciosas da vida.
Gostaria que eu repetisse a pergunta?
Não, eu entendi. É uma A
até poética, né? É.
É, eu penso que tem a ver com a
espiritualidade.
Nós temos personalidades diferentes,
muito diferentes.
Então, aquelas que já são mais calmas,
mais contemplativas,
talvez tenham até mais facilidade
eh, contemplar
e
serem mais
contemplativas.
Conseguem perceber o cuidado do menor.
Talvez pessoas mais calmas.
O tempo de a gente individualmente estar
Então, básico com a ajuda de uma colega
assistente.
Então, eh,
é o teu exercício pessoal, individual,
de voltar para a vida de Deus. Às vezes
nós estamos ali na igreja, fazendo
muitas coisas, servindo de coração,
participamos, assistimos às pregações,
procuramos colocar em prática,
mas não ficamos sozinhas com Deus.
E isso faz parte da nossa disciplina
espiritual.
Outra coisa como eu citei, olhar o
outro, olhar para a natureza, ver
pessoas de quem Deus está cuidando,
escutar o testemunho de irmãos.
É estimular, porque isso nós fazemos no
dia a dia.
Obrigada, Leteia. E assim, então, agora
nós passamos
para o próximo capítulo, a a segunda
rodada.
Onde eh nós vamos falar em dias de se
olhar no espelho.
A beleza ela foi criada pelo Senhor,
inclusive da figura humana.
Assim a beleza é boa.
Pois foi ideia do nosso criador. Foi
Deus quem criou tudo que é belo em cada
área da criação. Então nós não
precisamos temer
e fugir do belo.
E um aspecto tratado aqui
eh nesse
capítulo foi a beleza
no vestir.
O aspecto é: a beleza no vestir.
Onde somos lembradas
eh de acordo com o texto bíblico
a maneira, o modo de se vestir. Um modo
adequado,
modo ordenado,
virtuoso e disciplinado.
E duas colocações
das autoras que particularmente me
chamaram atenção. A primeira:
a apresentação do nosso corpo
faz parte de uma vida de louvor a Ele
e não a nós.
Eu me arrumo
eu me visto
a Repito, a apresentação do nosso corpo
faz parte de uma vida de louvor a Ele e
não a nós.
Eu não estou me vestindo
para que os outros
que que seja reconhecida
e sim, é para o louvor do Senhor. E a
outra colocação feita pelas autoras é:
ainda que as variações no vestuário
sejam muitas e permitidas,
devemos ser cuidadosas
no nosso vestir,
pois a forma como nos apresentamos
importa.
Importa
para o
Senhor.
Eh,
nosso tempo agora para a Leteia expandir
eh, essa
pincelada dada
de dias de se olhar no espelho.
Então, este capítulo
nós lemos com muito cuidado,
porque é um assunto delicado, né? E nós
queremos sempre deixar claro
que a base é a Bíblia,
não são as nossas meras opiniões.
E também não o mundo, né?
E ao mesmo tempo para falar sobre isso,
eh,
nós não estamos querendo colocar todas
as mulheres no mesmo padrão.
Não, não
precisa que todas se vistam com um jeito
eh, único, o mesmo estilo de cabelo.
Claro que não, isso seria tão ruim.
É com certeza. Então, a própria criação,
pois o Senhor nos fez de tantas formas
diferentes.
Mas de novo, nós estamos muito,
a sociedade nos tem influenciado.
E influenciado as mulheres inclusive
dentro da igreja.
Eh, por um lado,
escutamos tanto que temos que investir
em procedimentos estéticos, em cabelo,
em roupa, em sair da frente das
tendências.
E o mundo
uma dessas coisas, em
si, ela é pecaminosa.
Porém,
a intensidade com que nos dizem que
temos que nos dedicar a isso,
se torna um ídolo no coração de muitas
mulheres.
Eu preciso do tratamento tal, eu preciso
do cabelo assim, eu preciso de tais
coisas.
Eu preciso de tal aparência, eu preciso
de determinado peso, e essas coisas se
tornam
um peso,
um fardo.
Porque se tornam, eh,
ídolo no nosso coração
e faz com que eu encaminhe todo o lado
da beleza como um elogio da gente.
Para a minha glória também, sobre o meu
corpo,
para que as pessoas me admirem.
E o mundo diz que nós temos que ser
jovens,
nós temos que ser belas de acordo com a
idade atual, nós temos que ser muito
sexys.
Então, o mundo passa muitas ideias
às vezes que a gente tá sendo
influenciada,
não conscientemente, mas passivamente,
no mundo, no mundo que é do mundo, que é
adormecido, eh,
sendo influenciada por essas bandeiras
que trazem todo o valor
para mim
e não para a glória de Deus.
Por outro lado,
o mundo também diz
que você não precisa agradar ninguém.
Então, você usa o que você quiser, mesmo
que você pareça um homem,
você usa o que você quiser, mesmo que
você frustre as pessoas
ao passar por elas na rua, porque você
faz o que você quiser.
Outra ideia contrária à Bíblia,
porque se o Senhor nos criou, se nós
somos filhas dele, a nossa aparência
deve agradar
o próximo.
Se nós devemos amar o próximo, nós
devemos ter uma aparência agradável ao
próximo também.
Então, tudo isso que a gente ouve
que não tem na Bíblia, não tem esse
sentido e nos afasta
do propósito do qual fomos criados.
A Regina já falou
né,
que toda a beleza foi criada por Deus.
A gente passa por isso na Bíblia.
Tem vários exemplos citados no livro dos
Provérbios da Bíblia, nas páginas 121 e
122.
A página 125 são feitas
citações até de histórias, de histórias
que são textos que relacionam essa
beleza ao povo judeu do Antigo
Testamento, a beleza.
E essas coisas que você tem pensando,
elas não apareceriam de forma positiva.
Então, a beleza física, os acessórios, a
beleza estética,
a
Bíblia tem mais de 300, 300 artigos
sobre a beleza da decoração, que é algo
que eu gosto de falar.
Não é isso mesmo? Mas é só pensar que a
beleza é criada
pelo Senhor e ela pode servir para a
glória de Deus.
Então, nós mulheres não deveríamos
transbordar em vaidade,
em humildade, em esplêndido,
sem sombra, em imagens que tragam
tristeza.
Que nós queremos uma aparência que
aponte para o Senhor.
Então, se nós servimos a um Deus
que é
o nosso criador, que é cuidadoso,
que é organizado,
que criou a beleza, que nos dá alegria,
essas coisas nós devemos através da
santificação.
É, nós também temos vários textos nessa
Bíblia.
Nesse capítulo.
Textos bíblicos, eu vou citar apenas o
de 1 Tessalonicenses
4.
Os versículos de 4 a 7 falam assim.
Cada um, ou cada uma.
Saiba controlar o seu próprio corpo,
de maneira santa
e honrosa.
Dominado pela paixão.
De desejos desenfreados, como os pagãos,
que desconhecem a Deus.
Nesse assunto, ninguém pode dizer que
seus irmãos nem deles se aproveitem. O
Senhor castigará
todas as práticas.
Como já lhes dissemos anteriormente.
Porque Deus não chamou para a impureza,
mas para a santidade.
Esse texto, ele está muito relacionado à
sua vida diária.
Às práticas sexuais,
mas também à relação com ídolos.
E a gente hoje lê também como os pagãos
e para a questão da santidade, gente,
em vez de ter um ídolo.
É qualquer coisa que ocupa o meu
coração.
Então,
se eu vou ser infeliz,
se eu não tiver batom,
o batom também virou meu coração.
Eu estou só dando um exemplo, não é
pecado, é,
tem as mulheres que falam que tem que
usar batom, não é pecado.
Porém,
se eu preciso disso.
Isso se tornou um ídolo.
E repare, o versículo 5 diz,
que não seja dominado
pela paixão de desejos descontrolados.
O desejo de comprar aquele sapato,
aquela bolsa,
desejo descontrolado,
está falando com a gente.
Cada um saiba controlar o seu corpo de
maneira santa e honrosa.
Existem muitas formas em que eu possa
aplicar isso na economia da vida,
mas a forma de me apresentar, de me
vestir, de
eh
mostrar aos outros
pode ou não ser uma maneira
santa e honrosa.
Então, esse texto de 1ª Tessalonicenses
4 é um grande alerta para a nossa forma
de se olhar no espelho, família.
Porque ela quer um corpo extremamente
cheio de curvas,
estética, ela quer que as pessoas a
vejam,
vejam como ela tem forma, como ela é
jovem.
Ela está indo para a academia por
objetivos desonrados, não para honrar o
Senhor e não para glorificar a Deus.
Outra mulher pode ir para a mesma
academia, fazer os mesmos exercícios
e o objetivo dela é:
"Eu vou para a academia para cuidar do
corpo que Deus me deu, para que eu
envelheça com dignidade a trabalho para
os outros".
Para eu ter energia, para cuidar das
pessoas ao meu redor,
para cuidar da minha família, cuidar da
do serviço da igreja.
Então,
agora, eu estou dando um exemplo que a
mesma
ação, o mesmo cuidado com o meu corpo,
para um é pecado e para outro pode ser
glória de Deus.
Então, não cabe a nós julgarmos os
outros,
mas
eu eh meditar e apagar o meu
imaginar intenções e os meus desejos.
Eu faço isso, eu
eu uso determinados acessórios.
Pra minha glória ou pra glória do
Senhor.
Eu amo o meu Deus, eu vou agir com
certeza,
com responsabilidade,
por causa do testemunho existente de
tudo pra agradar o meu Deus.
Eu abro pra as perguntas.
Acredito que muitas estão como eu,
querendo continuar ouvindo.
>> [risadas]
>> Mas é um tempo, como eu disse, esse
encontro ele é distinto.
É um tempo, é a gente, nós viemos falar
de o clube do livro, a leitura
individual e depois a reflexão aqui, o
compartilhamento.
Mas hoje nós temos esse momento de
perguntas
e de respostas. E aí então, é, pergunto
pra Anelisa.
A, hoje ainda a interação, hum, hum, só
só reconhecimentos, isso eu tenho
certeza. E sempre tem, né? A Anelisa vem
aqui e sempre fala da participação
de muitas pessoas. E então queria saber
da
dos presentes
se querem aproveitar
essa oportunidade de fazer uma pergunta
de contribuir com o seu pensamento.
Pode? Pode?
A Leolair vai
falar.
A Leolair é uma das coordenadoras do
nosso projeto.
Deu.
Então, esse é um tema
totalmente polêmico.
E a você começou falando do que é
que é beleza.
Algumas coisas são unânimes,
porque Deus criou o ser humano com
algumas algumas percepções em comum.
Por exemplo, a natureza,
uma paisagem com mar,
montanhas com neve, uma floresta,
alguns animais são
belezas unânimes.
Pessoas de culturas diferentes, de
países diferentes, de idades diferentes
consideram A gente
nós perdemos o contato, o som.
Voltou? Voltou. Voltou.
É, eu não mexi nada aqui, alguma coisa
que acontece ali.
Pois bem.
Por outro lado, Deus nos criou de forma
individual e criativa.
Então, várias raças nós temos gostos
diferentes.
Algumas acham que devem achar horrível a
roupa de Santa Clara.
Outras devem achar péssimo usar a roupa
de Santa Clara.
Tenho certeza que algumas de vocês
preferem o cabelo escuro.
Outras preferem o cabelo loiro.
E isso faz parte da vida social com que
Deus nos criou.
E essa diversidade tem que ser
respeitada também.
Eu colocaria a questão da tatuagem
na diversidade.
Ah, nós olhamos para as pessoas com
tatuagem,
então olha uma tatuagem. Eu não estou
falando de corpo coberto de tatuagem.
Porque aí a gente também tem uma
percepção comum.
Quando o corpo é coberto de tatuagem,
qualquer pessoa que você conversa sobre
isso, que teve isso,
ela vai dizer que essa tatuagem
são marcas de protesto, de protesto, às
vezes de afastar as pessoas da
Então, o corpo coberto de tatuagem, ele
sai eh do comum.
Então, não estou falando disso. Mas a
questão de fazer alguma tatuagem entra
nessa diversidade de gosto.
Eu não tenho não tenho tatuagem, eu não
gosto.
Mas eu conheço
idosas
que tiveram tatuagens como que vitórias
da conversão.
Eh, para usar tatuagem como um símbolo
da
sua conversão, que Deus fez na sua vida.
Eu não gosto, não gosto e não faria
isso, mas tenho todo o respeito por essa
pessoa.
Então, de novo, eu eu tenho um aspecto
que eu não vou julgar o outro.
Eu vou usar para julgar o meu coração,
beleza? Ou não beleza?
Um outro exemplo, eu tenho uma família
muito amada por mim,
sabe?
Que todos eles têm tatuagens feitas
abertas, porque eles não eram salvos,
eles não conheciam a Cristo.
E e o pai, o o marido dessa família, tem
muitas tatuagens que ele gostaria de não
ter.
Ele gostaria de de apagar. De apagar
muito, porque ele queria que no batismo,
se ele não tivesse
eh
quando a água total cheia, ele queria
que igual as tatuagens saíssem. É uma
brincadeira.
Mas então,
eu não olho para ele com um julgamento.
Porque faz parte da história e faz parte
do
testemunho para mostrar como Deus tem
transformado.
Então, é um tema difícil, é um tema
polêmico.
Hum.
Eu acho que serve para a gente pensar na
nossa vida
com Deus, sabe? Serve para a gente
aconselhar os mais jovens.
Não só por questão de gosto, mas porque
a gente não podemos falar o que vai ser
no futuro.
A nossa vida a gente muda muito de gosto
ao longo da vida. Alguns motivos, até
quando nós éramos crianças, nós
gostávamos de tal personagem, de tal
brincadeira, de tal jogo,
não gosta mais.
Então, você acha que arriscado fazer uma
tatuagem de algo que você gosta muito e
depois de dois, três anos não gosta
mais, já que é algo permanente?
Então, talvez esse é um conselho
prudente na vida cristã.
Obrigada, Leteia.
Eh,
eu acredito, eu tenho uma pergunta da
Leolaida aqui,
que
de uma forma tu
já respondeste, mas eu vou fazer.
De um jeito ou de outro, é uma
afirmação.
A cultura e a sociedade
eh, querem ditar as novas regras, novas
regras, entre aspas,
sobre nós,
dando-nos
a
um ar de ser moderno.
Assim, sofremos as pressões em vários
aspectos relacionados ao corpo. E a
pergunta dessa afirmação é o seguinte,
que ela fez, que eu acredito que já deve
ter respondido em parte. Como podemos
usar a palavra de Deus para considerar o
que é belo em relação ao corpo,
as
as vestes
e aos adereços?
Eh,
um minuto.
>> [risadas]
>> Vou tentar.
Queridas,
Deus nos fez com a capacidade criativa.
Essa é uma característica
de Deus em nós.
O ser humano é criativo.
Então, as novas tendências de moda, as
novas cores, corte de cabelo, mudança de
acessórios, essas mudanças elas não são
supérfluas.
Porque elas fazem parte da forma como
Deus nos criou.
Existe também a influência comercial,
porque compramos sempre mais.
Entre essa outra coisa.
O que nós podemos pensar
é como escolher se é belo ou não.
Pense.
Isso agradaria a Deus.
Nosso Deus é de ordem,
de justiça, de santidade.
Eh
de luz.
Então pensa, pensa em que é Deus
e eu sou vossa benção, eu sou a minha
palavra.
Essa roupa transmite santidade,
ordem,
justiça
ou essa roupa transmite ou
mundanidade,
bagunça, sujeira, tristeza,
depressão?
O que é que a roupa transmite?
O que é que a pessoa transmite?
Então conforme o que
transmitir vai ser belo para as obras de
Deus ou não.
Talvez esse seria o caminho inicial para
eu começar a avaliar se isso é belo ou
não. Combina com os atributos de Deus ou
não.
Obrigada, Leandra.
>> ter que cair um outro, Regina.
>> [risadas]
>> Ficou, ficou. Estamos no nosso tempo. E
agora então vamos ao nosso última parte,
eh dias de hospitalidade. E eu gosto
muito
eh quando aparece uma pergunta, uma
questão
no que eu estou lendo. E aqui
aparece de pronto
o que é
a hospitalidade
que a Bíblia
nos ordena a praticar.
Está lá
nas primeiras linhas desse desse
capítulo dias de hospitalidade. O
significado
de hospitalidade.
E aí as autoras trazem alguns textos
bíblicos e
nos mostram que a é amar ao seu próximo
como a si mesmo e um amor ativo, não
sentimental. E gostei muito também do
que eu li
é há uma diferença enorme entre ser uma
boa anfitriã e ser hospitaleira, é
diferente.
Ser boa anfitriã e ser hospitaleira.
Porque o foco aqui
é mostrar o amor de Cristo e não os meus
dotes.
Os meus dotes culinários e domésticos.
E mais
é é uma ordem para todos os cristãos ser
o hospitaleiro, não só para os pastores,
para os líderes e também
foi trazido nessa
nesse capítulo dias de hospitalidade
é um um ponto que nós já lemos no livro
da Elizabeth Elliot quando nós falamos
de solidão
o lá em Salmos, aí elas as autoras
expandem
seja casa
para o solitário,
seja casa para o solitário. A palavra é
tua, Aleteia.
Certo.
É eu quero começar falando quando eu
estive
na igreja de vocês em fevereiro
eu pude experimentar da hospitalidade
e
especialmente de quatro mulheres, duas
me receberam em sua casa
A Letícia foi uma delas.
E outras duas não me receberam na sua
casa, mas
me me receberam na cidade, me conduziram
para todos os lados, me cuidaram. Então,
eu pude experimentar a hospitalidade
aí de Goiânia, graças à vida de quatro
irmãs que eu segui.
E isso vai muito na contramão do mundo
também.
Porque
ou não, temos uma casa que é nossa e
ninguém tem nada a ver com isso.
O nosso santuário é o nosso momento
sozinho
e ninguém vai entrar aqui, ninguém vai
me perturbar, ninguém tem esse direito.
Ou a minha casa é o lugar para eu
mostrar o meu apartamento, as minhas
coisas para as pessoas sociais,
o quanto eu sirvo bem, o quanto a minha
bebida está na temperatura certa,
o quanto eu cozinho muito bem, o meu
sofá novo, o que que eu estou passando
de
receber, de uma vida social
de banqueiro,
né?
E nada disso é o que a Bíblia diz.
A Regina já
resumiu bem o que é a hospitalidade na
nossa na nossa proposta, mas eu vou ler
para completar
o segundo parágrafo da página 142.
Que também é um bom resumo.
Ser uma boa anfitriã
coloca o foco em foco em mim.
Enquanto ser hospitaleira
leva o foco para Deus e para o próximo.
A hospitalidade se torna incrivelmente
mais fácil
quando nos preocupamos simplesmente em
amar as pessoas
em vez de direcioná-las. Uhum, uhum.
Esse é o tema principal deste capítulo.
Como a Regina disse, é amar o próximo.
Queridas, muitas vezes no Novo
Testamento
fala
sejam hospitaleiros.
Não é sejam hospitaleiros
e sobre aqueles que quiser,
quem estiver cansado,
é uma ordem
que nós ouvimos muitas vezes.
Se a Bíblia fala para não mentirmos, a
gente entende que tem que não pode
mentir.
Se a Bíblia fala que devemos pregar,
a gente entende que tem que pregar.
Se a Bíblia fala que tem que ser
hospitaleiro, a gente faz isso com as
outras pessoas.
Há alguns anos atrás, em Nova Friburgo,
eu fui chamada para falar sobre esse
tema
e quando eu terminei, a equipe de
pastores
com uma senhora aberta da igreja
presbiteriana
pegou e me falou:
"É, eu acho que eu preciso começar a ser
hospitaleira".
E confesso que aquilo me surpreendeu,
porque era uma senhora há muitos anos na
igreja, mais evidente que eu, mais de
idade que eu,
e tantos anos ela não obedeceu o que a
Bíblia diz.
Tem muitos versículos de hospitalidade
no Novo Testamento,
mas primeira Pedro 4:9
é um dos mais claros, né?
Porque fala:
"Sejam mutuamente hospitaleiros
sem murmuração".
Não sobra nenhuma desculpa para a gente.
Não tem nenhum condicional nessa frase,
então qual
a ordem?
E
também interessante que a gente olha
do antigo
ao novo testamento tem muitos exemplos
de hospitalidade.
Nesse capítulo Paulo diz de Raabe
não tem muitos exemplos, eu gosto muito
também de cima a gente pode pensar de
Raabe
que foi hospitaleira para um grupo de
homens que Deus transforma a história
e usa isso para ela acabar se casando
com Isaque.
Ah, desculpa, Raabe não, Rebeca, Rebeca.
Mas Raabe também foi hospitaleira, né?
Raabe recebeu dois espiões do povo de
Deus e isso também foi a salvação para a
casa dela.
Eu não sei se vocês não observaram lá em
segunda Reis
no capítulo quatro, acho que depois pula
no capítulo oito, dez
mas fala sobre a mulher da cidade de
Suném.
A
mulher sunamita
não se sabe o nome dela, mas mulher de
Suném
e ela é hospitaleira para
um profeta e o seu auxiliar
e isso transforma a vida dela.
No novo testamento a gente tem Priscila
e Áquila, que era um casal
que em um momento é hospitaleira para
Paulo, recebe Paulo
por algum tempo, alguns meses.
Em outro momento eles recebem Apolo,
provavelmente para uma refeição, a gente
acredita.
Depois eles recebem toda a igreja, a
igreja começa a se reunir na casa deles.
O que eu quero dizer com esses exemplos?
É exemplo de receber grupo, receber uma
pessoa, receber duas pessoas.
A hospitalidade ela pode ser diferente
conforme a sua realidade e conforme o
que Deus lhe colocar.
Se você tem uma casa pequena, talvez
você vai ser hospitaleira para uma
pessoa.
Acolher uma viúva, algum adolescente que
tenha pregresso, tenha sua família.
Se você tem uma casa maior, você pode
ser hospitaleira para várias pessoas.
Se você não sabe cozinhar, você pode
fazer uma pizza.
Você pode ser hospitaleira à tarde,
oferecer um bolinho e uma água gelada.
Você nem precisa oferecer comida para
você ser hospitaleira.
Você pode oferecer o seu sofá e o seu
ombro, para a gente precisar chorar e
conversar.
Então, a gente tem que ver que
hospitalidade é abrir a casa para os
necessitados.
São
ações que Deus lhe deu
e que continuam mostrando que está
precisando.
Considere o que Deus lhe deu,
considere a necessidade e demonstre
amor.
Querida, quando foi a última vez que
você recebeu alguém?
Que acolheu, demonstrou amor. Não
precisa ter oferecido nem comida.
Oferecido o amor de Cristo.
É, é imperativo
ser muito hospitaleiro.
E eu concordo que às vezes a gente se
sente cansada, a gente está cansada,
a gente não quer receber mais uma pessoa
em sua casa.
Mas se essa necessidade está chegando,
uma forma que nós temos de pensar para
ser hospitaleiro é essa.
Cristo deu a vida
por nós.
Ele morreu,
nos prometeu a verdadeira salvação.
E está seguindo a cena para Jesus abrir
o nosso lar
e escolher alguém.
Esse pedido é muito pequeno perto de
tudo que ele fez.
Então, eu vou trabalhar para receber a
sua hospitalidade, para que a minha casa
possa acolher alguém que precise.
Eu vou dedicar algum esforço para que
através do meu lar, Cristo possa ser
compartilhado com o mundo
tão difícil como o
meu.
É pelo que Cristo fez por mim. É para a
glória dele também.
Aleteia,
eh,
estamos dentro do nosso tempo e tenho
uma pergunta.
Eh, feita pela Ana Elisa
que vem
dentro
eh, da proposta do livro, do
onde o conteúdo deste livro, com seu
ensino bíblico
nos conduz a uma autoavaliação.
Esse livro, com seu ensino bíblico, nos
conduz a uma autoavaliação. E ela
eh,
para fechar
eh, toda essa nossa reflexão
ela fez uma pergunta a si e
compartilha com cada uma de nós.
Estou abrindo
meu lar
para servir a Deus?
Estou sendo hospitaleira?
Ela fez para si, mas compartilha conosco
e nos incentiva a fazer essa
autoavaliação.
Muito bem, estamos terminando essa parte
no nosso tempo
e é agora
eu gostaria
de
falar do nosso encontro
é de junho
a Ana Elisa primeiro vai ver alguma
participação do chat
nós temos tempo Ana Elisa
não tá bom
então
o nosso próximo encontro em junho
é
temos os três últimos capítulos
é nove
10
nove e 10 11 e 12
10 11 e 12
10 11 e 12 ficou difícil 10 11 e 12
e
eu pedi para a Leteia
é fazer uma chamada
muito breve
do que para incentivarmos
é para nos incentivar a continuar a
leitura
é
do nosso livro
e
que serão dias para serem esquecidos
dias para serem lembrados
e termina com o ordinário o simples é
realmente extraordinário
Aleteia
três minutos
>> [risadas]
>> tá bom
é queria dizer que esses três capítulos
esses três últimos três capítulos eles
são
muito especiais para mim eu gosto
bastante
eu quero lhes dizer que o capítulo 12
dias para serem esquecidos eles foram
inspirados
em algo que é é bastante comum na vida
feminina
que são olharmos para o passado com dor
com às vezes amargura com
questionamentos do porquê foi escrito,
por que Deus permitiu.
E eu não vou contar a primeira história
que está no capítulo 10.
Mas
eu eu o capítulo 10 começa com com a
Patrícia, uma senhora da minha igreja,
de mais de 80 anos.
Que é uma senhora que me inspira muito
pela forma com que ela olha para o seu
passado.
Independente da nossa idade,
o capítulo 10
é para fazermos
história dos nossos dias passados
pela perspectiva de Deus.
E a história que você também se inspira.
E você também com essa história inicial
e
palavra de Deus, porque o capítulo 10 é
palavra de Deus
sobre a nossa história, sobre o nosso
passado.
Este capítulo 10 traz motivos
e
a gente sente que o dia para ser
>> [roncando]
>> Mas na verdade é que são detalhes,
amarguras, tristezas
de alguns dias para serem esquecidos,
não é?
Se o capítulo 10 é isso, o capítulo 11 é
dias para serem lembrados.
E o capítulo 11, ele é extremamente
inspirador.
Nós
começamos falando de uma estatística
triste.
De que a maioria não lembra dos dias que
viveu.
Não lembra de dias bons,
significativos, marcantes.
Então,
por causa dessa estatística tão ruim,
a gente traz um capítulo
de motivos e estratégias
para que os nossos dias, como mulheres
cristãs,
sejam dias para que a gente possa olhar
para a nossa vida e dizer:
"Valeu a pena, está valendo a pena.
Então o capítulo 11 é extremamente
é
pensado para lhe ministrar.
E o capítulo 12 na verdade é só o
fechamento, porque ele é bem pequenino,
eu acho que são duas ou três folhas.
Que é
um uma despedida da autora
que ele tem todo o conteúdo do livro.
Voltando para o foco principal
que é o propósito eterno que está todo
tudo o que vocês estudaram,
dias de Deus, dias de semana, dias de
rotina, dias de domingo, dias de
especialidade,
dias de inspiração, dias nublados.
Tudo isso
ser revisto e valer a pena conforme a
perspectiva do nosso Deus.
Espero que vocês gostem muito desse
livro, amém.
Aleteia, muito obrigada
por ter vivido conosco essa primeira
experiência
de
clube do livro com uma participação
é remota.
Muito obrigada. É e foi muito alegre e
enriquecedora
essa experiência. As tuas palavras
reavivaram
reavivaram eu tenho certeza, tuas
palavras reavivaram
o que nós lemos individualmente
é na nossa casa
que tivemos uma leitura a sós e agora
podendo com a autora, não é, expandir,
ver realmente é o seu pensamento. Então
dessa forma nós terminamos a nossa manhã
e queria dizer que para o nosso encontro
de junho nós temos uma surpresa,
nós temos um mimo, agendem, não deixem
de participar
e aqui está 9 de maio.
Então
capítulos
9, 10 e 11, aliás 10, 11 e 12.
Três, assim, é, é, 9 é hoje, ele botou a
arte
de hoje, de hoje, mas nós vamos divulgar
corretamente. Muito obrigada, então a
cada uma que aqui esteve e eu vou
terminar agradecendo ao Senhor.
Senhor amado, pai querido, muito
obrigada por esses momentos, Senhor,
dessa manhã
que saímos da nossa casa, nos dirigimos
a tua igreja, o corpo, Senhor, nos
reunimos
como corpo
e nos edificamos porque nos alimentamos
com a tua palavra, porque ela é a nossa
vida
e obrigada, Senhor, por esses
ensinamentos
agradar, agradar ao Senhor, é assim que
devemos viver.
Com o perdão dos nossos pecados,
guarda-nos, Senhor, em nome de Jesus,
amém.
Então
a Ângela que gostaria de falar, dar uma
palavra.
Eu queria avisar
aqueles que nos assistem remotamente
que o vídeo não foi transmitido, mas que
vocês aguardem que ele será transmitido
nesse momento para vocês não perderem o
nosso início de atividades de 2026.
E que em junho, como a Regina falou,
é o nosso último encontro e naquele dia
também nós teremos, é, uma, um momento
especial, muito especial aqui para nós.
Muito obrigada a todos aqui e aqueles
que nos assistem, é, remotamente.
>> [música]
[música]
>> É.

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