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A fé vem pelo ouvir

Casamento Will e Mari | Josemar Bessa

Casamento Will e Mari | Josemar Bessa

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>> É realmente, Senhor Pai, nós estamos
hoje em pastos verdejantes,
em águas tranquilas.
Faça fazer, aó Pai, com que nossos
corações se apeguem ao pastor e não às
pastagens verdejantes ou as águas
tranquilas de um momento tão especial
como esse, para que um dia, serão pai,
quando tivermos que passar pelo vale da
sombra da morte, nossos corações possam
estar exatamente onde sempre estiveram,
em nosso pastor. E possamos então dizer,
Senhor, Pai, em todas as épocas e fases
da nossa vida, Senhor Pai, e no final
dela que o nosso cálice transborda, que
ele transborde hoje, que ele transborde
sempre, que ele transborde, Senhor Pai,
somente com o teu filho amado. É o que
nós te pedimos em nome de Jesus.
Amém. Amém. Os irmãos podem se assentar.
Vocês podem ficar em pé.
Vamos experimentar o que o pastor
experimenta todo toda vez, né?
Em Efésios
5,
a partir do 25 ao 27, diz assim:
"Maridos,
amem as suas mulheres, assim como Cristo
amou a igreja e entregou-se a si mesmo
por ela para santificá-la,
tendo-a purificado pelo lavar da água
mediante a palavra, e para apresentá-la
a si mesmo como igreja gloriosa, sem
mancha nem ruga, ou coisa semelhante,
mas santa
e inculpável.
Nós estamos aqui hoje por um
diante de algo belo, por um motivo
maravilhoso. Há flores,
a roupas preparadas, a família, amigos,
a alegria no rosto de vocês, no rosto de
todos nós, a emoção eh no coração.
Mas se nós pensarmos,
se vocês pensarem que o casamento é
apenas sobre isso, sobre emoção, algo
dentro de nós, então nós perdemos tudo.
Perdemos a razão verdadeira pela qual
nós estamos aqui. Porque
sentimentos trouxeram vocês até aqui.
Mas o casamento não é a celebração do
sentimento, não é? Porque o que começa
hoje aqui para vocês dois, sentimento
não pode sustentar.
Sentimento não pode ser o alicerce,
onde
o que vamos fazer eh realmente fica.
Sentimento é bonito, é uma das coisas
mais belas.
Mas sentimento oscila.
O sentimento no coração humano nunca é
estático. Ele está sempre funcionando a
cada dia de maneira diferente, ainda
mais quando anos passam. Então o
sentimento é real, mas sentimento muda e
muda realmente. Ele é um dom por isso.
Mas o sentimento não é um alicerce. Se
construímos em cima de um sentimento,
logo quando os sentimentos mudam, quando
variam, o prédio não fica firme.
Então, eh, você precisa de algo, e nós
precisamos de algo mais resistente do
que o dia de hoje, um dia encantado, não
é? um dia preparado.
E o casamento não é sobre o afeto
presente, nem sobre os sentimentos
presentes, nem sobre as belezas
presente.
Não é
sobre o presente, é sobre uma fidelidade
assumida. E quando a gente fala sobre
isso, nós estamos falando em sentimentos
eh de verdade, né? Não apenas Will
dizendo para Mariana e Mariana dizendo
para Will, eu sinto algo por você. Eu
sinto algo forte, eu sinto algo grande,
bonito. É dizer, eu vou estar com você.
Você, quando você fala isso, você não
está falando mais sobre um sentimento.
Eu estarei com você, não apenas hoje. Eu
estarei com você sempre, enquanto for
fácil e quando for difícil.
quando for prazeroso e quando não for
prazeroso. Você vê quando nós pensamos
em prazeroso e não prazeroso, estamos
pensando em sentimentos
diferentes. Quando pensamos em fácil e
difícil também, não apenas quando você
me encantar, mas quando você me
decepcionar.
e os sentimentos vão estar tão eh
parecidos com o que estão agora, na
mudança, na perda, na fraqueza, na
velice, na alegria, eh na dor,
na saúde, na doença, na abundância, na
escassez,
no dia claro, no dia escuro. É por isso
que a Bíblia trata o casamento como uma
aliança e não a celebração de um
sentimento, por mais bonito que ele
seja. E a aliança para Deus é uma coisa
santa.
Deus faz tudo baseado
em aliança, não apenas mero sentimento.
Então, o casamento não nasceu da moda,
não nasceu de governos, não nasceu de
organização
humana, não é uma convenção social para
ajustar a vida melhor e os filhos
poderem crescer e criarmos eh
civilização. O casamento foi criado por
Deus quando não existia estado, cidade,
não existia eh basicamente nada. Antes
de existir qualquer instituição humana,
Deus colocou a mulher sozinha diante de
um homem e celebrou uma aliança diante
deles.
O governo não diz para nós o que é o
casamento.
A cultura não diz, porque é algo que
veio de Deus. E se você entrar no
casamento
pensando em qualquer ideia humana sobre
o casamento, você
não percebeu a intenção daquele que
criou. E uma coisa criada por Deus só
pode ser vivida de uma forma, segundo
Deus.
Tudo é assim, não é? Não, só o
casamento.
Você tem um carro, o carro foi feito por
uma empresa, você o compra, mas se você
achar que é mais ecologicamente correto
colocar água para não poluir no tanque
do carro ou colocar qualquer outra coisa
que você acha que vai ser melhor, você
quebra o carro, porque o carro foi feito
e o fabricante fez ele para funcionar
com um combustível e se você colocar
outro, você não torna aquele carro mais
livre, porque você tá fazendo do teu
jeito, você destrói o carro. Parece ser
liberdade e eu fazer o meu carro
funcionar como eu quero, com as coisas
que eu quero, mas você estraga ele. Você
não dá liberdade ao carro. A liberdade
do carro foi feita e é desfrutada quando
ela tá dentro daquilo que ele foi feito
para funcionar com o combustível que ele
foi feito. Então, quando tentamos viver
o casamento contra o design ou o desenho
do criador, nós quebramos o casamento. E
a gente vive numa época de casamentos
quebrados. Por isso, ah, não basta
querer casamento,
não basta vir diante de Deus. Nós
precisamos receber o casamento como Deus
o entregou.
Se mexermos,
vai quebrar.
E não podemos
reclamar com fabricante do carro se a
gente resolveu colocar água para o carro
andar. Então, Deus não entregou o
casamento a nós como uma celebração de
meros sentimentos. Ele entregou o
casamento como uma aliança.
É assim que nós devemos tomar o
casamento. Ele funciona como uma aliança
ou ele não funciona?
Ele funciona como Deus o criou? Ele não
funciona. E o que é uma aliança? Aliança
é uma promessa.
Se nós fôssemos ser guiados por
sentimento, não precisávamos de
promessas,
não é?
É uma promessa, é por isso que é
público. Duas pessoas não se encontram
num canto e diz que se casaram. É uma
promessa que tem que ter testemunhas.
E é uma promessa feita a Deus, diante de
Deus. Não é sobre nós
daqui em diante, é sobre a promessa.
É sobre a promessa diante de Deus,
diante de testemunhas, diante da
família, amigos. Não é algo escondido.
Ah, o casamento é algo meu. Não, não é
verdade. Não é. Se usarmos assim, ele
vai quebrar. Aliança precisa de
testemunhas. Ela ganha forma, ganha
nome, ganha casa, ganha
responsabilidade, ganha honra por causa
da aliança.
E é por isso que vocês dois estão aqui
hoje. E é por isso que todos nós estamos
aqui. O e Mariana, vocês não vieram
celebrar o que vocês sentem.
É lindo o que vocês sentem. É um dom de
Deus. Vocês vieram prometer o que vocês
farão no futuro,
não o que vocês estão sentindo agora.
Vocês vieram dizer diante de Deus, eu
entrego a minha fidelidade a você.
Eu limito
meu futuro em amor. Meu futuro era
aberto, não é mais. Eu fecho todas as
outras portas
para abrir a nossa casa. Não há mais
portas
abertas, todas elas foram fechadas. Eu
abandono uma vida solitária, onde eu
vivia como eu queria para uma vida
compartilhada.
Eu escolho não apenas receber coisas.
Ah, não estou recebendo tudo que eu
imaginei do casamento. Eu escolho dar a
você.
Eu eh prometo isso. Isso é casamento. A
mente moderna
está muito distante do casamento
como Deus o instituiu
na cultura e, infelizmente, eh, na
igreja.
Pense,
a nossa época ama a escolha, mas ela
teme compromisso,
porque compromisso, que é uma aliança,
fale exatamente do que ela ter, quer ter
em aberto, que é o futuro.
E o compromisso diz: "Meu futuro não
está aberto". A nossa cultura ama a
liberdade,
mas rejeita o dever como algo penoso.
Ama a emoção, mas desconfia da
disciplina que promessas eh impõe a nós.
Ama a espontaneidade. Parece muito
espontâneo. Estamos aqui. O amor é
eterno enquanto dura, não é aquela coisa
da poesia. Mas
a nossa cultura gosta de manter suas
opções abertas a vida toda. Sempre uma
porta aberta. Aliança diz: "Fechei todas
as opções de amor na minha vida. Elas
acabaram.
Eu não tenho mais opções. O mundo diz:
"Olha, não se prenda". Aliança diz:
"Prenda-se voluntariamente".
E aí agora você está preso.
O mundo diz: "Olha, permaneça enquanto
for gratificante, enquanto você tiver
recebendo algo que que compense."
Aliança diz: "Permaneça porque você
prometeu amar".
Essa é a razão da permanência. E aqui tá
uma das grandes diferenças entre o amor
moderno e o amor bíblico. E esse é um
perigo, porque a palavra amor parece que
tá todo mundo entendendo
eh
a mesma coisa. O amor moderno diz: "O
que eu sinto?" O amor moderno tá sempre
perguntando: "O que eu sinto hoje?" E
como nós falamos, como o sentimento
muda, ele está sempre perguntando o que
que ele tá sentindo, mas o amor bíblico
pergunta: "O que eu entrego?
Nós vimos o texto que lemos no início.
Amor moderno mede intensidade interior.
O que que eu estou sentindo
interiormente? O amor bíblico mede
fidelidade exterior.
Não importa como eu estou me sentindo
agora ou em determinado momento. O amor
moderna diz: "Olha, eu te amo porque
você me completa". Isso é belo. Mas o
amor bíblico diz: "Eu te amo, por isso
eu me entrego a você".
O amor moderno olha para dentro e o amor
bíblico olha para o outro. O amor
bíblico para de olhar para si. Que que
eu tô sentindo? Como eu estou? Estou
feliz? Eu não estou feliz. Eu estou
animado? Não estou animado. O amor
bíblico olha para o outro, não olha mais
eh para si. O amor moderno diz: "Olha,
eu desejo você". O amor bíblico diz: "Eu
servirei você".
O amor bíblico pergunta: "Quando estou
disposto a morrer para que essa pessoa
floresça?" Não. Quanto essa pessoa está
disposto a me dar para que a minha vida
seja encantada? Por isso Efésios não diz
simplesmente: "Marido, sintam algo pelas
vossas esposas,
sintam um sentimento profundo." Diz:
"Amem suas esposas como Cristo amou a
igreja e entregou-se a si mesmo por
ela." O padrão do amor conjugal não é
Hollywood, é Cristo.
Qualquer sentimento que tenhamos,
devemos pensar: "Está de acordo com
Cristo?"
Não há um romance.
O amor conjugal não tem como base eh eh
o romance, mas a cruz. Jesus amou a sua
igreja e entregou-se por ela morrendo na
cruz. Então você não é desejo que que
consome, é uma entrega que visa
santificar o outro, ou seja, vi a
edificação do outro. Estou pensando
pouco em mim. Jesus não tinha como
pensar muito nele e ir para a cruz.
Ah, ele tinha que, como a Bíblia diz,
olhando a alegria que lhe estava
proposta, que era a noiva perfeita, um
dia, ele
ir naquela direção. Ele amou a igreja. E
você vê que Cristo amou a igreja não com
palavras, com discursos amorosos, ah,
luz de velas, não apenas com ternura,
apesar dele ser eterno, não apenas com
afeição, ele amou com sangue.
Então, a Bíblia diz, ele a amou e se
entregou por ela. Esse é o verbo bíblico
para o amor, entregar-se
ao outro, pelo outro.
Essas são coisas que compõem a a
aliança.
Não é um amor de conveniência, não é o
amor de como estou me sentindo. Jesus
não estava se sentindo bem suando o
sangue no Jetsemmane, mas ele iria em
frente. Ele iria em frente e seria
horrível, mas ele iria. Ele entregou-se
por ela. Não foi amor enquanto a igreja
era bela, porque a igreja não era bela.
O que
há uma vantagem para o aqui, ó.
Jesus não se entregou por uma igreja
bela e pior, não é uma igreja fiel,
mas ele se entregou.
Não foi um amor enquanto ela era digna
do seu amor, porque a igreja não era
digna, não é digna do amor dele. Cristo
amou uma uma noiva manchada, uma uma
noiva fraca, culpada, necessitada, e por
isso ele deu-se por ela, por todas essas
coisas. Esse é o amor que o casamento
deve refletir. Maridos, amai como
Cristo. O casamento é o reflexo daquele
amor. Não tem nada a ver com o amor da
cultura, nem de Hollywood. O amor que
não apenas admira, mas o amor que quer
santificar. ele entregou para
santificá-la, para torná-la bela, para
eh ela ser desenvolvida naquilo que ela
devia ser e não no que ela era. É um
amor que não apenas celebra e o dia
luminoso. Você vê que esse é o amor que
vale pro vale escuro,
o amor de Cristo pela igreja. É por isso
que os votos de casamento não são
declarações de sentimento. Imagine se
Jesus sempre declarasse: "Eu amo vocês,
eu amo". E essas fossem as coisas.
Sentimentos estão presente hoje, é claro
que estão. Vocês não estariam aqui sem
eles. O sentimento começa isso. A
alegria, a emoção, como nós vimos, há
expectativas enormes no coração de
vocês. E é bom ter expectativas, a
beleza, mas o voto não vai descrever
suas expectativas,
nem o que vocês estão sentindo agora.
Mas se vocês pensarem bem, quase sempre
votos de casamento estão falando sobre
expectativas de como a vida será.
e o que eu estou sentindo agora.
Portanto, quase sempre votos de
casamento não são votos de casamento.
O voto de casamento não diz: "Eu te amo
agora". Apesar disso ser verdade. Ele
diz: "Eu escolherei te amar
até o fim".
Todos os dias. Você vê, ele não está
falando sobre o agora. O voto não diz
você me faz feliz, diz: "Eu vou buscar o
seu bem".
Como Cristo buscou o bem da igreja. O
voto não diz: "Você preenche minha
vida". O voto diz: "Eu entrego minha
vida para que a sua vida seja preenchida
pelo que Deus quer".
O voto não é uma fotografia do presente.
Esse presente é lindo. Estamos tirando
fotografias e estamos filmando. Mas os
votos de casamento não são sobre essas
imagens.
Porque o voto do casamento não é uma
fotografia do agora do coração do Will,
do coração da Mariana.
O voto é sobre o futuro. E como vocês
sabem, o futuro é incerto.
Nada mais incerto que o futuro.
Vocês têm expectativas, mas não sabem
tudo o que virá.
Não sabem todas as alegrias, perdas,
mudanças, lágrimas, eh desertos,
estações,
dias escuros.
E exatamente porque não sabemos o que
prometemos. Se soubéssemos que tudo
correria sempre como um céu, promessa
era desnecessária, porque tudo ficaria
exatamente como é agora, não é?
Então, para que serve o perdão? O perdão
cura o passado
e o perdão é essencial no casamento, mas
é a promessa que garante o futuro.
Se você tiver perdão e não promessa,
eh, você vai estar sempre olhando pro
passado.
A promessa, a aliança
garante o futuro, enquanto o perdão
apaga o passado. Quando alguém promete
de verdade, cria um santuário de
confiança. É o que vocês vão criar
agora, hoje diante de Deus, um santuário
de confiança, onde realmente
você pode descansar, porque o outro pode
descansar, porque ele pode mudar,
sabendo que aquilo que eles têm juntos
não está ancorado nessa mudança. Ele
pode envelhecer e ainda ser recebido.
Ele pode eh ser bem diferente do que é
hoje, daqui a 10, 20 anos, e ter a
garantia
da aliança, a garantia da promessa. Ele
pode atravessar dias difíceis
e ele pode ter segurança nisso. Esse é o
poder da aliança. O poder da aliança é
uma promessa que garante o futuro, não
importa como seja. Eu falei que Jesus
suou no Getsemman, por isso ele tinha
prometido.
Se ele fosse olhar o que ele sentia, ele
voltava atrás.
Mas era uma aliança. Ele não tinha essa
opção. Porque o amor,
apesar de belo ir nos unir, o amor
precisa de um solo
para ele florescer. Ele não fica como
uma nuvem no ar, no ar. Nenhuma flor
nasce, cresce e se desenvolve no ar. A
flor precisa de terra, de raiz, de
permanência, de cuidado repetido. Um
jardim que ninguém cuida, vira um
matagau, vira uma floresta. Assim também
é o amor. Eu posso dizer que romance
é flor.
É flor. Mas a aliança é o solo
dessa flor. Aliança é o solo do amor.
Sem solo, o amor não tem como se
desenvolver, crescer para algo maior,
mais maduro. Então, afeição é
maravilhoso, mas é só um perfume
agradável.
Mas a promessa,
o perfume agradável está na flor, não é?
Mas a promessa é a raiz. Sem a raiz não
há flor viva
exalando e eh eh
perfume
sem raiz a flor murcha.
A flor murcha. E é por isso que a gente
celebra uma aliança. Sem aliança, o amor
fica exposto ao vento da estação. No
inverno
vai ficar ruim, vai murchar.
Porque a cada estação diferente,
se ela não tem algo da onde tá tirando a
nutrição,
então ela não tem força para enfrentar
as estações.
E a aliança é o solo do amor. pode
esfriar
como no inverno e ser reacendido na
primavera
e aquecer no verão. Pode começar a
esfriar no outono.
Amor,
como ele está na raiz, a a a raiz dele,
o solo dele é a aliança, ele pode
esperar o inverno passar,
ele pode perder folhas, mas ele fica
vivo para
florescer de novo, porque não depende da
temperatura do inverno, do verão, do
outono. Por isso a uma frase antiga diz
algo profundamente verdadeiro.
Ah, não é o amor que sustenta o
casamento, é o casamento que sustenta o
amor.
Porque o casamento é aliança. Muitas
pessoas dizem: "É, o amor acabou".
Mas o amor
não está sustentando o casamento. O
casamento está sustentando o amor em
todas as estações. Isso parece estranho
paraa nossa época,
porque as pessoas vão dizer: "Não estou
mais, tá, tá inverno, não estou mais me
sentindo aquecido." Então, acabou. Mas
essa é a verdade, porque averá dias em
que o sentimento
não sustentará a promessa.
Sentimentos não sustentam a promessa.
Por isso, o amor não sustenta o
casamento, mas a promessa sustenta
o amor. Cristo foi em frente porque ele
tinha prometido
e isso mostrou como o amor pode passar
por qualquer coisa.
até pela coisa mais escura que é a morte
de Cristo. Então, haverá dias que vocês
vão se olhar com a leveza de hoje ou com
mais leveza. Haverá dias em que vocês
vão precisar olhar pro outro e lembrar
da cruz.
Haverá dias em que amar será espontâneo.
Haverá dia que amar será obediência.
E nesses dias o que vai falar não são os
sentimentos. Quem vai falar é a aliança.
É por isso que aquela frase é tão certa.
Ela dirá assim: "Você prometeu,
você pertence, você não está sozinho. Tá
força. Apesar de não ser uma promessa de
casamento, talvez seja o texto bíblico
mais parecido com uma promessa de
casamento, como a Bíblia o ensina." Rute
diz assim:
"Não insistas comigo, que te deixe e que
não mais te acompanhe. Onde fores, eu
irei. Onde ficares, ficarei. O teu povo
será o meu povo e o teu Deus será o meu
Deus." Essas palavras são bonitas, mas
não são poesia, não é? Porque onde fores
irei, ou seja, o meu futuro vai ser
compartilhado contigo onde for, como
for, onde ficares, ficarei permanência.
Isso são palavras de aliança. O teu povo
será o meu povo, ou seja, uma nova
identidade.
São as coisas que ela está prometendo. O
teu Deus será o meu Deus. Isso foi é uma
união feita diante do Senhor e não
nós dois num canto secreto. Rute não
está apenas dizendo: "Eu sinto
pela senhora um sentimento incrível e
então eu vou". Ela está usando a
linguagem da aliança. Onde fores eu irei
onde tu morreres, eu morrerei. Isso é
promessa. Eu vou com você. Eu fico com
você. Eu caminho com você. Eu pertenço à
tua história. Eu divido a identidade com
você. Eu aceito o seu povo. Eu abraço o
seu caminho e eu me coloco diante do teu
Deus.
Marian Will. É isso que vocês fazem
hoje.
Essa é a promessa. Isso é casamento.
Vocês entram em uma história que não é
feita de sentimentos apenas, é feita de
votos. é feito de promessas, não apenas
de momentos bonitos, mas de decisões
santas. E decisões santas muitas vezes
podem ser
tomadas
conosco suando o sangue.
O que faz a decisão santa não são os
sentimentos.
Isso não diminui o romance. Isso
protege.
Aliança protege o amor, não o diminui. A
promessa não mata a liberdade. E esse é
o medo que as pessoas têm de promessa.
Ela dá forma a liberdade. Como eu disse,
o carro é livre se você botar a gasolina
nele. Se você não colocar, ele não é
livre. A verdade que parecia ser livre
você poder colocar o que quisesse lá.
Liberdade verdadeira. escolher o bem e
permanecer nele.
Essa é a liberdade. É poder dizer: "Eu
poderia seguir sozinho, mas eu escolho
pertencer.
Essa é a minha escolha para agora e pro
futuro. Eu poderia preservar minhas
opções.
Vocês poderiam preservar as opções de
vocês para sempre até morrer.
Mas vocês escolheram amar.
Então vocês abriram mão das opções. Eu
poderia viver para mim, mas eu escolho
viver
para você.
Isso é maturidade, isso é beleza, isso
é casamento.
Não encontramos isso em filmes. Aqui
todos nós precisamos lembrar. Casamento
não é a união de duas pessoas prontas,
é a união de dois pecadores que estão
sendo santificados por Deus.
A ideia de cobrar um cônjuge pronto é
uma ideia bem antibíblica.
Ah, vocês vão mudar. O il de hoje não
será exatamente o mesmo daqui a 10 anos.
Eu sou casado há muitos anos. Eu já
disse isso aqui. Cláudia foi casado com
cinco homens diferentes,
mas todos eles era eu. Mas eu não sou a
mesma pessoa quando eu tinha 21 anos.
Eu mudei muito. Se ela amasse aquele
cara de 21 anos, ela teria muitos
problemas no decorrer da vida. E a
Mariana de hoje não será a mesma de
daqui a 10 anos, 15 anos. A vida molda,
o tempo revela.
Viver no mesmo ambiente faz nós
conhecermos coisas que não conhecíamos.
As perdas se aprofundam. Ah,
a idade passa, né? O tempo passa, mas a
graça permanece.
A grande glória é que não há nada que a
gente prometa diante de Deus, que Deus
diga que ele mesmo não sustente com a
sua graça. Vocês não estão prometendo
amar apenas.
A Mariana não está prometendo amar o
Will que ela conhece hoje. E nem o Will
tá prometendo amar a Mariana que ele
conhece hoje. Ele tá prometendo amar a
Mariana de amanhã, de 10 anos, de 20
anos, de 30 anos. Isso exige algumas
coisas. Humildade,
paciência, perdão, exige mansidão, exige
uma decisão não
agora
diária de não tratar o outro como um
produto acabado, de nunca exigir do
outro um produto acabado, de saber que
ele é um pecador, sendo moldado por
Deus. O casamento cristão, então, não é
o encontro de duas almas perfeitas
feitas uma para outra.
Elas não são perfeitas e nem elas podem
completar uma a outra, não é? É uma
aliança de duas pessoas que necessitam
totalmente da graça de Deus para
honrá-lo naquilo que prometeram diante
dele. Por isso Cristo precisa estar no
centro do casamento. O centro do nosso
casamento não somos nós, é Cristo. Ou de
fato, eh, nós não podemos, não estamos
recebendo o casamento como Deus nos deu.
Então Jesus não é uma enfeite religioso
no dia do casamento.
Não é uma palavra bonita numa cerimônia
bonita como essa. Ele é o fundamento,
ele é a fonte, ele é o perdão, ele é o
que molda
a mansidão, a paciência. Eh,
ele é o que age quando falta força
e quando o orgulho endurecer, é ele que
enternece nossos corações.
Quando o coração se confundir,
é a palavra que ele é, que nos que nos
leva de volta para o lugar, o lugar onde
Deus nos colocou. E como pastor, ele
está conosco nos vales mais escuros.
Porque nenhum de vocês tem em si mesmo o
amor que o outro precisa.
Se o Will acreditar que a Mariana tem um
amor que ele precisa, ele vai se
decepcionar.
Nenhum humano tem o amor que o outro
humano precisa.
Nenhum de vocês
tem paciência infinita.
Seria bom, não é, viver com alguém com
paciência infinita, mas essa pessoa não
existe.
Cristo tem paciência infinita. É dela
que nós precisamos. Nenhum de vocês tem
sabedoria perfeita, por isso vão tomar
decisões
não perfeitas. Nenhum de nós tem um
perdão inesgotável. Nós achamos, ah,
agora exagerou, agora passou.
Nem on de nós, nenum de vocês tem força
constante, mas Cristo tem todas essas
coisas superabondando nele. Ele é a
fonte disso,
dessa paciência, dessa,
desse amor. Por isso o casamento cristão
não começa dizendo: "Nós somos capazes
vocês não são capazes
de fazer uma aliança diante de Deus e
realmente cumpri-la. O homem nunca foi
bom nisso, de tal maneira que a aliança
final, Deus teve que vir como um homem
para fazer o que os homens não podiam
fazer.
Então, em vez de começar pensando que
nós somos capazes, nós temos que começar
pensando: Deus é fiel.
Então, a aliança não começa dizendo:
"Nós nunca vamos falhar".
Começa dizendo: "Nós precisamos da graça
de Deus".
Quando falharmos,
começa dizendo: "O amor que sentimos
não é suficiente.
Quando nós começamos o casamento achando
que nosso amor é suficiente para ele,
estamos errados. Mas o amor de Cristo
nos sustenta. Nada nos separa do amor de
Deus que está em Cristo. E esse amor vai
ensinar vocês,
o Will Mariana a entregar-se e não como
o se entregar não como domínio, não é?
Não como dominador, com serviço, não com
egoísmo, com liderança sacrificial.
É assim que Cristo lidera sua igreja com
ternura e vai ensinar a Mariana a amar
com fidelidade, não com medo.
Enfim, todas as coisas que nós
precisamos fluem dessa graça que só pode
fluir de Cristo. Por isso, ele é o
centro, ele é o propósito, ele é aquilo
que o Pai tinha em mente ao instituir o
casamento. Ele sustenta o o casamento e
todo dia nós temos que pensar que o
nosso casamento é sobre ele e vai
ensinar vocês dois a fazerem algo
difícil,
morrer para si mesmo.
Porque todo casamento verdadeiro exige
morte, mesmo o de Cristo com sua igreja.
Morte do orgulho, morte da autonomia.
Ah, eu gosto das coisas desse jeito.
Esse é o meu jeito.
Morte da vida centrada no eu. Morte da
ideia de que tudo vai girar ao seu
próprio
redor, meus desejos, meu tempo, minhas
preferências, minhas vontades, meu modo
de enxergar a vida. Mas essa morte não é
uma destruição, é semente. Porque o
reino de Deus,
tudo no reino de Deus que morre por amor
ressuscita
e dá fruto. O ego diminui.
É uma morte, mas a comunhão cresce.
Tudo no reino de Deus que morre, que tem
que morrer, frutifica. A vontade própria
se dobra e a casa
floresce. É assim, o orgulho perde
espaço, então a graça tem a voz.
Tudo que morre ressuscita melhor.
Essa é a beleza da aliança. Ela parece
um limite, mas é o único caminho paraa
liberdade. Esse caminho passa pela
morte, mas ele sempre acaba em vida.
Então hoje vocês vão receber alianças. É
só um símbolo. A aliança está sendo
feita diante de Deus. Elas não são
mágicas, não tem nenhum poder. Quando eu
tava saindo de casa, a minha esposa
falou assim: "Não esquece a aliança". E
eu esqueci.
Há você vê,
não passou nem 10 minutos que ela falou
e eu saí de casa e eu ainda esquecia. E
ela tem que conviver com isso.
Mas o sinal importa. Aliança no dedo
dirá: "Todos os dias: "Eu prometi,
eu pertenço."
É uma lembrança. Ela não é a aliança de
fato, não é?
Ela vai me lembrar: "Eu não caminho
sozinho. Minha vida não é sobre mim.
Minha vida está ligada a outra vida
diante de Deus.
Aliança é pequena, mas você vê lá, tem
um sermão grande para pregar para nós
todos os dias. Como comer um pão, beber
um cálice, não parece muito grande, mas
nos lembra algo, algo muito grande.
E ela deve falar nos dias bons e maus,
quando a emoção estiver alta, quando a
emoção estiver baixa e quando vierem os
dias difíceis,
a aliança vai falar: "Não arranque a
planta".
O que sustenta a planta é a aliança.
O que sustenta a flor é a aliança. E o
sentimento é a flor. Não está
sustentando nada. Então, não tratem o
inverno jamais como o fim da história.
Ah, voltem paraa promessa, voltem paraa
palavra, voltem para Deus que uniu
vocês, porque o casamento
não floresce onde não há compromisso,
porque casamento é compromisso.
Floresce no solo da aliança. O solo da
aliança precisa ser regado com pequenas
fidelidades.
Todo solo, por mais firme que seja,
precisa ser regado. Palavras mansas,
perdão rápido, escuta paciente, serviço
eh
paciente, humildade real, oração
simples, dependência de Deus. São aquilo
a gente pensa que é sair para jantar, eh
fazer alguma coisa, mas o que rega
o casamento são essas coisas. Cuidado
diário. O casamento não é sustentado por
grandes momentos. E nós às vezes
queremos que nossa vida tenha grandes
momentos. E na maior parte do tempo a
nossa vida é simples e comum,
mas são por pequenas
coisas repetidas, pequenas mortes todo
dia, pequenas entregas, pequenas
escolhas, pequenas misericórdias,
pequenos perdões
do dia a dia, nos preparam para as
coisas grandes. O amor se torna grande
quando a fidelidade se torna diária.
pequenos perdões prepara o caminho para
grandes
perdões e assim
não prometem pouco, não prometem eh
apenas emoção, prometem
não apenas companhia eh agradável todo o
tempo prometem amor de aliança. É o que
vocês estão prometendo. Promessa
de permanência, fidelidade, serviço,
perdão,
caminhar.
Não porque vocês sabem como vai ser o
futuro, mas porque Deus sabe.
E a única coisa certa sobre o futuro de
vocês é a aliança. Para todos nós é
assim. O futuro é incerto a não ser a
promessa.
A promessa traz aquela única coisa certa
para o futuro, que é incerto.
Não porque vocês sejam fortes,
mas porque Cristo é suficiente para
qualquer dia, para qualquer situação. A
escritura diz assim: "Um pouco antes da
Páscoa, sabendo Jesus que havia chegado
o tempo em que deixaria este mundo iria
para o Pai, tendo amado, amado os seus
que estavam no mundo, amou-os.
até o fim.
Nós sabemos que ele foi traído, foi
abandonado. Esse é o amor de Cristo.
Amouos até o fim.
O amor não teve fim. Ele amou até o fim.
Não até a dificuldade,
não até a decepção. Ele amou até o fim.
É isso. Ele amou até o fim porque o seu
amor era de aliança.
Se fosse de sentimento,
então nos dias que ele não estava se
sentindo
feliz como no Jetsemman,
o amor não permaneceria. Mas o amor dele
era um amor de aliança feito na
eternidade. Nada no tempo podia quebrar
isso. E todo casamento cristão vive
debaixo de uma sombra.
A sombra da cruz.
O tempo todo você vai estar ali. Ali
está o que a aliança eterna fez.
Até ali o amor foi.
Essa sombra deve cobrir. Ali nós
aprendemos que amar, quando olhamos
Cristo amou a igreja, que amar é
entregar-se,
foi o que ele fez. Ali aprendemos que a
fidelidade custa.
custou muito para ele.
A fidelidade não é porque é fácil ou
porque o sentimento a torna fácil. Ali
aprendemos que a promessa não é uma
palavra leve que eu dou diante de Deus e
depois diante das situações eu a mudo.
Ali nós aprendemos a sombra da cruz que
o amor verdadeiro nunca foge quando
sofre.
Mesmo que o sofrimento chegue àquele
nível impossível para nós, ali ele
permanece, serve, perdoa e se dá. A
sombra da cruz nos conta todas essas
coisas. Por isso, a Mariana e o Will
devem entender que o casamento de vocês
não deve ser construído apenas na beleza
desse dia ou na beleza de qualquer dia.
O cada de você tem que ser construído
sobre Cristo,
não sobre dias, não sobre experiências,
que não seja sustentado pela força do
sentimento, mas sustentado pela firmeza
da promessa que vocês estão fazendo.
E então tudo que tiver que morrer vai
ressuscitar melhor.
Que a casa de vocês seja um lugar de
aliança, ou seja, um lugar de oração, de
perdão, de verdade, de riso, de
celebração,
de choro,
de serviço, de descanso.
E peçam quando eu estiver esquecendo
que Deus os lembream
diante dele. Quando se cansarem, que
Deus os renove.
Quando pecarem, que Deus conduzam vocês
ao arrependimento.
Quando houver distância, que Deus
reconstrua pontes, caminhos, lugares,
quando houver alegria, que faça vocês
serem ingratos nele.
Porque hoje vocês não estão apenas
começando uma vida juntos, estão
entrando em aliança.
Apesar dessas palavras nem serem tão
comuns hoje e entrando numa vida junto
ser comum, mas vocês estão entrando numa
aliança e não simplesmente numa vida
junto. E a aliança é santa, é promessa.
Aliança é dizer: "Onde fores, eu irei
como Rute.
Onde pousares, pousarei. Onde morreres,
morrerei. O teu povo é o meu povo. O teu
Deus é o meu Deus.
E pela graça de Cristo,
como ele amou até o fim, vocês vão se
amar até o fim, porque o amor vai ser
sustentado pelo casamento, não
casamento,
pelo amor.
Votos.
Então esse foi o preparo para fazer
esses votos, essa aliança. O verdadeiro
amor, então não é o senhor das emoções.
O amor é um servo da vontade.
Vocês estão vindo pela vontade de vocês
diante de Deus para fazer promessas.
O amor é servo dessas promessas,
não dos sentimentos.
Ele sente, o amor sente, mas ele não
depende
do sentir.
O amor se alegra, mas o amor não vive de
alegria.
O amor se emociona, mas o amor não é
sustentado pelas suas emoções.
O amor de aliança promete,
permanece, escolhe servir e quer
realmente que o outro floresça diante de
Deus.
Jesus fez tudo que fez para apresentar a
igreja diante de Deus. É o que nós
queremos. Por isso, agora, diante do
Senhor, ah,
da família de vocês, da igreja,
vocês farão votos e votos para Deus são
votos santos.
Porque são palavras ditas
a Deus e não aos homens, não a uma
instituição. Como eu disse, o casamento
foi inventado quando não existia
instituições, estado, governo, cidades,
nada. O homem e Deus, vocês são como o
casal no Éden. Não é
o mundo.
Leis que governam o que vocês estão
fazendo.
É Deus.
Então,
acho que eu vou pegar esse microfone
para que todos ouçam, né,
Mariana?
Mariana,
você recebe o Will como seu esposo e
promete por toda a sua vida amar a Deus
acima de Will e amar o Will acima de
todas as outras pessoas
e coisas.
>> Sim,
>> com a graça de Deus.
Mariana,
você promete amar o com alegria, honra e
fidelidade, assim como a Igreja ama o
seu Cristo. Promete caminhar com ele no
Senhor, respeitá-lo, honrá-lo,
encorajá-lo e se unir a ele em submissão
santa a Cristo, sabendo que o casamento
de vocês pertence primeiro a Deus.
promete ser fiel a ele até que a morte o
separe, assim como a igreja pertence ao
seu Cristo e jamais deve abandonar o seu
Senhor.
>> Sim,
>> Mariana, você promete nunca esquecer que
Will não é um salvador, mas um pecador
perdoado pela misericórdia de Deus.
Promete ser misericordiosa diante de
suas fraquezas, paciente diante de suas
imperfeições, humilde diante de seus
erros e pronto a perdoar, assim como
você foi perdoado em Cristo. Promete
orar por ele sem cessar, para que dia
após dia ele seja transformado e
conformado à imagem de Jesus.
>> Sim.
Mariana,
você promete ser ajudadora de Will no
caminho do conhecimento de Deus, do amor
a Deus e da obediência a Deus? promete
incentivá-lo com suas palavras, com sua
presença, com sua oração, com seu
exemplo, com sua comunhão diária com o
Senhor e com seu compromisso com a
igreja visível de Cristo.
Sim,
>> Mariana,
você promete confiar completamente no
poder de Deus Pai, na graça de Jesus
Cristo e na intercessão do Espírito
Santo para ser capacitada a cumprir esse
esses votos e ser uma esposa excelente
para a glória de Deus e para a alegria
de vocês dois.
>> Sim.
>> Amém.
Will,
você recebe Mariana como sua esposa e
promete por toda a sua vida amar a Deus
acima de Mariana e amar Mariana acima de
todas as outras pessoas e coisas?
>> Sim.
Will, você promete amar Mariana assim
como Cristo amou a igreja? Não apenas
com palavras, não apenas com intenção,
não apenas com emoção, mas com entrega,
com cuidado, com sacrifício, com
fidelidade, com serviço. Promete dar sua
vida por ela, assim como Cristo se
entregou por sua igreja. Promete ser
fiel à Mariana até que a morte o separe,
assim como Cristo jamais abandonará a
sua noiva?
Sim,
Will, você promete nunca esquecer que
Mariana não é uma salvadora, mas uma
pecadora perdoada pela misericórdia de
Deus. Promete ser misericordioso diante
de suas fraquezas, paciente diante de
suas imperfeições, humilde diante de
seus erros e pronto a perdoar. Assim
como você foi perdoado em Cristo,
promete orar por ela sem cessar para que
dia após dia ela seja transformada e
conformada à imagem de Jesus.
>> Sim,
Will, você promete guiar Mariana no
caminho do conhecimento de Deus, do amor
a Deus e da obediência a Deus. promete
liderá-la não com dureza, mas com
serviço.
Não com domínio, mas com sacrifício. Não
com orgulho, mas com exemplo. Promete
incentivá-la com sua vida, com sua
oração, com sua comunhão diária com o
Senhor e com o seu compromisso com a
igreja visível de Cristo.
>> Sim,
Will, você promete confiar completamente
no poder de Deus Pai, na graça de Jesus
Cristo? e na intercessão do Espírito
Santo para ser capacitado a cumprir
estes votos e ser um esposo excelente
para a glória de Deus e para a alegria
de vocês dois.
>> Sim.
>> Amém.
Agora
as alianças serão entregues, mas elas,
como eu disse, não são mágicas.
Ouro não sustenta casamento.
Metal não cria fidelidade.
E um círculo
não produz
amor. Aliança é um sinal,
é uma promessa visível de algo não
visível.
Ah, um sinal externo de compromisso
público diante de Deus, diante das
pessoas. Não fala apenas sobre o que
vocês sentem com vimos, mas sobre o que
vocês farão.
Ela fala de mãos que servirão, de
corações que perdoarão.
Fala de
corações que pedirão perdão, que
perdoarão.
Fala de uma vida que será entregue todo
dia. Como Jesus disse dia após dia.
Então assim, a aliança não diz apenas:
"Eu desejo você". Ela diz: "Eu me
entrego
a você".
Ela não diz você me faz feliz, ela diz:
"Eu buscarei o seu bem diante de Deus".
Ela não diz apenas eu te recebo ela diz:
"Eu te darei
sempre, sempre". Porque o amor bíblico
não é medido pelo que se sente, é pelo
que se entrega.
Nós nos maravilhamos com o amor de
Cristo pelo que ele entregou.
E o que ele entregou
tem um preço sem fim. E é assim que o
amor bíblico é medido. O quanto eu estou
entregando, o quanto eu estou
entregando. E de agora em diante, essa
aliança vai lembrar vocês de que
glorificar a Deus
não será algo separado de amar o outro,
o amor da aliança, de que não é possível
glorificá-lo não fazendo isso, que a
única forma de honrá-lo é honrar a
aliança
de vocês. Então, para o Will, para você,
o Will, amar a Deus agora,
até hoje não era isso, mas amar a Deus
envolve amar Mariana.
Amar a Deus, Mariana, envolve amar o eu.
Essas coisas estão juntas agora.
Antes não estavam da mesma forma, porque
diante do Senhor vocês vão caminhar
junto,
uma aliança,
um só diante dele. Vamos às alianças.
[música]
>> [música]
[música]
[roncando]
>> Aqui
usa força.
>> Perdoe atrapalhado.
Eu não sei. Ia marcar uma operação com
Já tô pensando se
tô acha
tô achando melhor marcar em outro lugar.
Queimeio assim, não é?
Pai, nós te agradecemos.
Sinais e símbolos não podem nada, Deus,
mas tu podes tudo.
E é, Senhor, Pai, como símbolo dessa
confiança, Senhor Pai, no teu poder, no
teu amor, no teu cuidado,
que
nós
seguramos essas alianças,
que serão Pai, eles entendam que essa
aliança está sendo feita no céu e não na
terra. Portanto, essa aliança é sua e
não dele simplesmente.
Não é só o Will e a Mariana, é o Will
eu, a Mariana e tu, Deus santo. Que eles
possam sempre lembrar disso
em nome de Jesus.
Amém.
Mariana,
deixa eu,
eu vou repetir, vou falar e você repete.
Começa a colocar o anel assim na lado da
mão,
>> Will.
Will,
>> receba esta aliança.
>> Receba esta aliança
>> como símbolo do meu amor.
>> Como símbolo do meu amor
>> e da minha promessa diante de Deus.
>> E da minha promessa diante de Deus.
>> Que ela nos lembre todos os dias.
>> Que ela nos lembre todos os dias
>> que diante do Senhor
>> já não somos dois. Já não somos dois,
mas uma só carne.
>> Que ela nos lembre
>> que a base do nosso amor
>> que a base do nosso amor é aliança.
>> E que a base da nossa aliança
>> é Deus.
>> É Deus.
Que ela nos lembre
>> Que ela nos lembre
>> que nosso casamento
>> existe para glorificar o Senhor.
>> existe para glorificar ao Senhor.
>> E que somente vivendo para essa glória
>> E que somente vivendo para esta glória
>> encontraremos verdadeira alegria.
>> Com esta aliança
>> eu declaro o meu amor.
>> Eu declaro o meu amor.
>> E assumo essa realidade.
>> E assumo essa realidade. De agora em
diante,
>> de agora em diante,
>> em minha vida,
>> Em minha vida,
>> será impossível glorificar a Deus.
>> será impossível glorificar a Deus
>> sem amar você.
>> Sem amar você,
>> servir você.
>> Sem servir você
>> e ser fiel a você.
>> E ser fiel a você.
Mariana,
>> Mariana,
>> receba essa aliança.
>> Receba essa aliança
>> como símbolo do meu amor.
>> Como símbolo do meu amor
>> e da minha promessa diante de Deus.
>> E da minha promessa diante de Deus.
>> Que ela nos lembre todos os dias.
>> Que ela nos lembre todos os dias. que
diante do Senhor
>> que diante do Senhor
>> já não somos dois
>> já não somos dois,
>> mas uma só carne.
>> Mas uma só carne.
>> Que ela nos lembre
>> que a base do nosso amor
>> Que a base do nosso amor
>> é a aliança.
>> E que a base da nossa aliança
>> é Deus.
>> É Deus.
Que ela nos lembre
>> Que ela nos lembre
>> que nosso casamento existe.
>> Que nosso casamento existe
>> para glorificar o Senhor.
>> Para glorificar o Senhor.
>> E que somente vivendo para essa glória
>> que somente vivendo para essa glória
>> encontraremos verdadeira alegria.
>> Com esta aliança,
>> eu declaro o meu amor.
>> Eu declaro o meu amor.
>> E assumo essa realidade.
>> E assumo essa realidade. De que agora em
diante,
>> de que agora em diante,
>> em minha vida,
>> Em minha vida,
>> será impossível glorificar a Deus.
>> será impossível glorificar a Deus
>> sem amar você,
>> servir você,
>> servir você
>> e ser fiel a você.
>> E ser fiel a você.
Amém.
Visto que vocês vieram diante de Deus e
diante de mim como ministro do Evangelho
para se aliançarem diante de Deus, eu
vos declaro marido e mulher.
[aplausos]
Agora
[aplausos]
o Will pode beijar não a Mariana,
mas a sua esposa.
[aplausos]
Vamos orar. Pai, obrigado. Que a tua
graça realmente acompanhe, Senhor Pai. O
eu e a Mariana, que eles, Senhor Pai,
tenham uma felicidade, Senhor Deus, e
que possam ser, Senhor Deus, como tu
declara que é o homem feliz,
bemaventurado homem que teme ao Senhor e
anda nos seus caminhos. Pois comerás o
trabalho das suas mãos, feliz será e te
irá bem. A sua mulher será com a videira
frutífera
aos lados da sua casa e os seus filhos
como plantas de oliveira a roda da sua
mesa. Eis que assim será abençoado o
homem que teme ao Senhor. O Senhor te
abençoará desde Sião e tu virás os bens
de Jerusalém por todos os dias da sua
vida e a paz sobre Israel. Que essa seja
a bênção sobre eles, Deus, em nome de
Jesus.
Amém. Amém.
>> [choro]
[música]
[aplausos][música]
[música]
>> เฮ
[música]
>> [música]
[música]

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