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A fé vem pelo ouvir

Celebração – 24/05/2026 | Jônatas Hübner | IBNU

Celebração – 24/05/2026 | Jônatas Hübner | IBNU

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Legendas automáticas:

Discriminação,
essa não merece repreensão. Por que
tratar as pessoas de modo diferente? Por
isso, Tiago 2:1, logo no começo da
história da igreja primitiva, diz: "Como
crentes em Jesus Cristo, não tratem as
pessoas
com diferença,
agindo com favoritismo." Até diz o
texto, ó, se entra alguém que parece
importante, tem anel no dedo, tem roupas
bonitas, [música] a gente trata de modo
especial. Essa atitude nega a nossa
fraternidade,
mostra gente que age por interesse
[música]
e pessoas que querem afirmar a sua
pretensa [música] segurança, se sentem
bem maltratando os outros, cometendo
esse tipo de erro. Discriminação essa
não.
[música]
Olá, seja muito bem-vindo a mais uma
celebração aqui no BNU. Que [música]
juntos agora a gente possa louvar ao
Senhor, meditar na palavra e também
apresentar aquelas [música] coisas que
nos trazem muita alegria e também
aquelas coisas que nos deixam
preocupados. que a gente possa render
tudo isso em oração ao Senhor. Então,
vamos lá para mais um momento de
comunhão.
[música]
Quero consagrar [canto]
meu lar a ti [música] o nosso futuro
[canto]
para te servir. [música]
Com toda a minha força e [canto]
entendimento
quero dedicar [música]
[canto]
por a ti.
Quero consagrar [canto]
meu [música] lar a ti,
o nosso futuro
para te servir. [música][canto]
Com toda a minha força e entendimento,
quero dedicar [música]
o meu [canto] lar a ti. [música]
Eu em [música][canto] minha casa
serviremos a Deus.
Eu e minha casa serviremos a Deus.
[música]
Eu e minha casa serviremos [canto]
a Deus [música]
com alegria.
Eu e minha casa [música][canto]
serviremos a Deus. Eu e minha
[música][canto] casa serviremos a Deus.
Eu e minha casa serviremos [música]
a Deus [canto]
com alegria.
[música]
Quero consagrar
meu lar a ti,
o [música] nosso futuro
para [canto] te servir.
Com toda a minha força [música]
[canto] e entendimento,
quero dedicar [música]
o meu lar a ti.
[música]
Eu e minha casa serviremos a
[música][canto] Deus.
>> Eu e minha casa serviremos [música]
a Deus.
>> Eu e [canto] minha casa serviremos
a Deus com alegria. [música][canto]
[música]
>> Eu e minha casa serviremos para
[música][canto]
Deus. Eu e minha casa serviremos a Deus.
Serviremos a Deus. [canto][música]
>> Eu e minha casa serviremos a Deus.
Servemos [música][canto]
a Deus com alegria.
[música]
Será abençoada [canto]
a minha descendência. [música]
frutificará [canto]
a tua [música] presença.
Como um bom perfume,
meus filhos irão [música]
perfumar [canto]
todas as nações. [música][canto]
Eu e minha casa serviremos
[música][canto]
a Deus. Eu e minha casa serviremos a
Deus. [música]
Eu e minha casa serviremos [canto]
a Deus
com [música] alegria.
[canto]
[música]
Eu e minha casa serviremos a Deus. Deus
[música] eu e minha casa [canto]
serviremos a Deus. [música] Eu e minha
casa sempre
Deus [música] com alegria. [canto] Ja.
[música]
>> [música]
[música]
>> Nós chegamos agora no nosso momento de
[música] gratidão e hoje eu gostaria de
refletir com vocês sobre as pequenas
bênçãos todo dia. [música]
Eh, nós geralmente quando pensamos em
gratidão, vamos buscar grandes coisas
[música]
ou fatos maravilhosos para agradecer e
eles acontecem nas nossas vidas. Mas
quantas pequenas bênçãos nós temos todos
os dias que nós nem reconhecemos.
[música]
O nosso planeta continua no lugar, a
gravidade continua funcionando, o ar que
nós respiramos, o nosso corpo, pro nosso
corpo para funcionar perfeitamente. São
tantos detalhes que tem que [música] tá
sincronizados.
Então, a cada dia de vida, a cada
respiração, são tantas bênçãos [música]
que nós recebemos do Senhor no nosso dia
a dia e outras que nós nem percebemos. E
eu quero reconhecer também a presença do
Senhor e agradecer por essas pequenas
[música] bênçãos que nós não nos
lembramos.
Obrigada, [canto] Pai amado, Senhor, por
todo o cuidado que o Senhor tem com cada
um de nós, Senhor. Obrigado [música]
porque nós estamos aqui. Obrigado porque
nós podemos estar reunidos aqui,
[música] Senhor, ainda que virtualmente
para te honrar e glorificar o teu nome.
Nós te agradecemos por todas as bênçãos
em nossas vidas, [música] Senhor, as
grandes, as pequenas e aquelas que nós
nem percebemos. Em nome de Jesus. Amém.
Ah.
[música]
>> [música]
[música]
>> Sunda-me, Senhor,
[música] em mim [canto] conhece.
Quebranta o [música][canto] meu
coração.
Transforma-me [música][canto] por
falavra
>> e enche-me [música][canto] até que mim
se ache só a ti.
Então, [música]
[música]
Senhor.
[música] Usa-me
como um farol que briga [canto] a noite
como ponte [música] sobre as águas como
abrigo no deserto.
[música]
Deixa aqui aceram [canto]
al quero ser usado [música] da maneira
que te agrade [canto] enquanto
[música] em qualquer lugar. Eis aqui a
minha [música] vida. Usa mim,
Senhor.
Usa [música] mim.
>> [canto]
>> Senhor
que me conhece [música]
o meu [canto]
coração. [música]
Transforma conforme
a tua [música]
palavra. [canto]
Enche-me [música]
até [canto]
mim se só a
[música]
usar a mim, Senhor. [música]
>> [música]
>> Como o farão [canto]
que a noite [música]
ponte sobre as águas [canto]
como abrigo no deserto.
Flecha que acerta [música]
o área. Quero ser usado [canto]
da [música] maneira que te agrade
qualquer
[música][canto] em qualquer lugar.
Is aqui a minha [música] vida. Usa mim,
Senhor.
Usa mim.
[música]
Susa
quebranta-me, [canto]
transforma-me, [música][canto]
enche-me, [música]
a mim,
[música] somai-mei,
transformarei. [música]
Enche
[música]
como o farol que [canto] minha noite
[música] clou no sozas [canto]
como [música]
no deserto.
Deixa [música] aqui a certo
quero ser usado da maneira que te
agradecer. [música]
Or em qualquer lugar. Eis aqui a minha
vida. [música]
Usa mim,
Senhor.
[música] Usa mim.
>> [música]
[música]
>> Agora eu convido você para esse momento
de intercessão.
Vamos colocar diante do Senhor todas as
nossas petições [música]
e tudo aquilo que está no nosso coração.
Pai amado, obrigada por mais esse
momento em comunidade diante da tua
família, Senhor, para que [música] a
gente possa colocar o nosso coração e
tudo aquilo que está nos nossos
pensamentos, na nossa cabeça.
Os [música] dias passam tão rápido, Pai,
e a gente em nenhum momento pode
esquecer de quem é o Senhor [música] e
quem nós somos. para que a gente não
viva cada dia
ao [música] sabor do vento, mas que a
gente possa estar próximo do Senhor a
cada momento. E essa é a minha oração,
Pai, para que todos [música] que estão
aqui junto comigo orando, falando com o
Senhor, que possam lembrar [música]
disso, Senhor, que não é só num domingo
parar para ouvir a palavra, mas que é
viver a palavra [música]
a cada dia, Senhor. Cada um vive uma
realidade. Não sei das questões de
[música] trabalho, das questões de
saúde,
das questões familiares.
Sei, Senhor, [música] que cada um vive a
sua luta. E eu coloco diante do Senhor a
vida de todos que estão aqui junto
comigo neste [música] momento de
intercessão, Pai, pedindo para que o
Senhor possa alcançar com [música] a sua
mão forte a vida de cada pessoa,
trazendo toda a paz, aquela que excede
todo o nosso entendimento, para que
pessoas que tenham em suas famílias, ah,
pessoas que ainda não conhecem ao
Senhor, que o Senhor venha alcançar a
[música] vida dessas pessoas, problemas
financeiros, Pai, questões de saúde, de
doenças. [música] Colocamos tudo diante
do Senhor para que o Senhor dê o
direcionamento e faça a [música] sua
vontade e acima de tudo para que o
Senhor possa eh resplandecer a sua
glória, para que a sua glória [música]
seja vista através de todas as
situações, mesmo que nós não entendamos
porque nós estamos [música] passando por
determinada situação, mas que a gente
possa confiar que o Senhor é o Deus
[música] soberano que cuida de tudo,
Pai, em nome de Jesus. Amém.
>> [música]
[música]
>> Quero louvar-te [música][canto]
sempre mais e mais. Quero louvar-te
[música]
sempre mais [canto] e mais. Buscar o teu
querer, [música] tua graça conhecer.
Quero louvar-te.
Quero amar-te [música][canto]
sempre mais e mais. Quero amar-te
sempre mais e mais. Buscar o teu querer,
tua graça, [música] conhecer. Eu quero
[canto] amar-te.
Ases do céu cantam [música] para ti. As
peras do campo refletem teu poder.
[música] Quero cantar,
quero levantar as minhas mãos
a [música] ti.
As naves do céu cantam para ti.
[música][canto]
Esperas do campo refletem teu poder.
[canto]
Quero cantar, [música] quero levantar as
minhas mãos
a [canto] ti.
[música]
Quero louvar.
Sempre mais e mais quero louvar-te.
[música] Sempre mais e mais. Buscar o
teu querer, tua graça [música][canto]
conhecer. Quero louvar-te.
Amarte-te.
>> Quero [música] amar-te
sempre mais e mais. Quero [canto]
amar-te
[música] sempre mais e mais. Buscar o
[canto] teu querer, tua [música] graça
conhecer. Quero amarte.
Diz.
[música]
As aves do céu cantam para ti. Assas do
rão refletem [música]
teu poder.
Quero cantar, [canto]
quero levantar as minhas mãos
[música] a ti.
As ales do céu cantam para ti. Espero
campo [música][canto]
refletem teu poder.
Quero cantar, [música]
quero levantar as minhas mãos
[música] a ti.
[música]
>> [música]
>> ti
[música]
muito bem-vindo a mais um momento de
reflexão aqui. aqui na IBNU. E nós
estamos focando nesse mês as nossas
reflexões no tema serviços, sobre o
serviço cristão, sobre como nós devemos
eh colocar a nossa vida à disposição das
outras pessoas dentro dessa nova
dinâmica do reino de Deus. E muitas
vezes a gente pode pensar, pode conectar
esse tipo de comportamento, essa visão,
essa transformação da nossa caminhada ao
que Jesus fez na cruz, ao que Jesus fez
enquanto salvador da humanidade. Quando
ele vem, ele se coloca na posição máxima
de servo, que é o que nós lemos, por
exemplo, lá na carta do apóstolo Paulo a
igreja em Filipos, a famosa carta aos
Filipenses, lá no capítulo 2. Não sei se
eu já mencionei isso aqui, mas eu posso
mencionar de novo. Para mim é o texto
mais fantástico da Bíblia. Muita gente
gosta do famoso João 3:16, onde fala do
amor de Deus por toda a sua criação,
pelo cosmos, né, pelo cosm que tá
escrito ali no grego. E ele o amou de
tal forma que deu seu próprio filho para
que todo aquele que nele cresse não
pereça, mas tenha vida eterna. Mas esse
trecho, especificamente de dois ali,
Filipenses capítulo 2, eh, verso 5 até o
verso 11, que parece ser, na verdade, um
hino, um hino que era cantado pela
igreja primitiva, que vai dizer que a
nossa atitude deve ser igual à atitude
do filho de Deus, de nosso Senhor e
Salvador Jesus Cristo, que embora sendo
Deus, não julgou que o ser igual a Deus
era algo que deveria se apegar, mas ele
se esvazia. uma palavra grega que se
tornou um conceito teológico famosa
quenes, o esvaziamento de Jesus. E o
esvaziamento ele é completo e total,
porque o texto vai dizer que ele ali se
esvazia da sua potencialidade divina,
não deixando de ser Deus, mas não usando
isso em seu favor. E ele vai se tornar,
vai assumir a figura de Zulos, no grego,
servo. Ele vai se tornar servo e como
servo vai chegar a pior morte que havia
no seu período, na sua época, que era a
morte para um estrangeiro contrário ao
governo romano, a famosa crucificação. E
aí a gente não vai entrar no tema da
crucificação aqui, porque existem
inclusive documentários. Você pode
procurar aí no Discovery, você pode
procurar no National Geographic, eles
fazem documentários para explicar a
crueldade desse processo de morte, a
crueldade desse sistema de execução
romana que às vezes levava dias. Você
imagina ficar pendurado, amarrado,
colocado numa cruz por dias e você vai
perdendo a sua capacidade respiratória.
No caso de Jesus, houve ali um alguns
processos que adiantaram a a sua morte.
Por exemplo, ele teve as suas mãos e os
seus pés perfurados por pregos para ser
crucificado, o que fez perder muito
sangue. Eh, também teve a sua lateral do
corpo perfurado, que também pode ter
acelerado o processo. E aí diz que esse
período que ele fica ali na cruz, que é
mais ou menos um período de 9 horas, né?
Porque ele começa a, perdão, de 6 horas,
na verdade, começa nas 9 da manhã e vai
até às 3 horas da tarde, que é o período
que a Bíblia menciona da crucificação de
Jesus. Mas quando a gente vai avaliar o
que a Bíblia apresenta, Jesus mesmo vai
ter um momento da sua trajetória em que
ele está conversando com os seus
discípulos e para aquelas pessoas que
acompanhavam esses discípulos. E ele vai
explicar sobre esse novo reino, sobre as
as formas como esse novo reino se
apresenta, que na verdade são ecos da
orig da formação original do da criação,
da formação original lá do Éden, o que
Deus tinha estipulado como determinações
para que Adão pudesse seguir Adão e Eva,
no caso, que eram os responsáveis por
cuidar do Éden, deveriam seguir e
deveriam fazer ali na multiplicação das
nações. Ou seja, o que foi colocado para
Adão e Eva era referência para todas as
nações que viessem ser a ser geradas a
partir deles. E quando Jesus mostra isso
já no Novo Testamento, ali os
evangelhos, cada um vai pegar de uma
forma diferente apresentando isso. Mas
quando Jesus vai apresentar isso já no
Novo Testamento, ele na verdade não está
inventando uma coisa nova, ele está
simplesmente retomando os elementos
iniciais que foram colocados lá desde o
Éden. E é muito interessante porque a
gente vai falar hoje sobre esse tema que
é uma pergunta que ressoa na história,
ecoa nos tempos e em todas as
localidades, que é a seguinte: onde você
estava quando eu mais precisava? E a
gente vai falar a respeito disso baseado
num trecho do Evangelho de Mateus, em
que Jesus ele vai
apresentar
a leitura, vamos dizer assim, a a a
expressão máxima dessa leitura social
que ele faz. E ele vai falar no final do
Evangelho, no capítulo 25, a gente vai
ler aqui na NVI, no capítulo 25,
exatamente a respeito dessa postura
esperada das pessoas que pertencem a
esse reino. E olha só que interessante.
A gente vai ver aqui no capítulo 25 do
Evangelho de Mateus, já no final do
capítulo 25, a partir do verso 31. E o
que que o texto vai nos dizer? Preste
atenção que se você estiver lendo numa
Bíblia NVI, aparece inclusive um
subtítulo desse trecho. E o subtítulo
diz o seguinte: "O julgamento das
nações." Jesus está apresentando aqui o
que vai dar, o que vai ser o período
final. E a gente vai falar sobre isso já
já. Olha o que que o texto nos diz.
Quando o Filho do Homem vier em sua
glória com todos os anjos, ele se
assentará em seu trono na glória
celestial. Todas as nações serão
reunidas diante dele e ele separará umas
das outras. E olha a referência que ele
utiliza aqui. Como o pastor separa as
ovelhas dos bodes e colocará as ovelhas
à sua direita e os bodes à sua esquerda.
Já vou fazer uma pausa aqui só pra gente
deixar bem claro. Não há nenhuma
conotação política ou de espectro
político no que nós estamos falando
aqui. Jesus utiliza uma imagem muito
comum da sua época. A destra à direita
era a mão da força, era a mão do poder,
era a mão da decisão. Normalmente quando
o rei ele ia decidir e dar alguma
decisão, ele segurava o seu cetro com a
mão direita. Então, quem estava à
direita fazia parte dessa desse poder do
rei. Então, a imagem da direita aqui não
tem nada a ver com o espectro político.
Por favor, não vamos entrar nesse
assunto nesse momento. E aí ele dirá, o
rei, no caso, então, o rei dirá: "A que
estiverem à sua direita: "Venham
benditos de meu Pai, recebam como
herança o reino que foi preparado para
vocês desde a criação do mundo. Pois eu
tive fome e vocês me deram de comer.
Tive sede e vocês me deram de beber. Fui
estrangeiro e vocês me acolheram.
Necessitei de roupas e vocês me
vestiram. Estive enfermo e vocês
cuidaram de mim. Estive preso e vocês me
visitaram. Então os justos lhe
responderão: "Senhor, quando te vimos
com fome e te demos de comer? Ou quando
ou com sede e te demos de beber? Quando
te vimos como estrangeiro e te acolhemos
ou necessitado de roupas e te vestimos?
Quando te vimos enfermo ou preso e fomos
visitar-te?
O rei responderá: "Digo a verdade, o que
vocês fizeram algum dos meus menores
irmãos, a mim o fizeram".
Seria muito lindo se a gente parasse o
texto por aqui. Essa imagem de um
reconhecimento pleno da ação das
pessoas.
representando essa forma de viver o
reino, aquilo que foi colocado como
proposta para Adão e para Eva. Eles
tinham que cuidar do jardim, fazer o
jardim prosperar. E essa prosperidade
deveria refletir também o cuidado um com
o outro. Ou seja, a prosperidade de Adão
seria ver a prosperidade de Eva e a de
Eva ser ver a prosperidade de Adão. Os
dois deveriam fazer o jardim prosperar e
juntos prosperarem na eh eh geração de
de novos filhos, na na no expansão da
ocupação humana dessa nova criação, que
foi uma das ordenanças de Deus.
Multiplicai-vos, enchei a terra. Deus
coloca isso para eles. E esse cuidado
que Jesus está mencionando aqui era a
regra ou deveria ser a regra para o
cuidado de Adão com Eva e de Eva com
Adão e também na descendência deles. Ou
seja, eles deveriam passar isso para as
suas descendências, para os seus filhos.
E nós conhecemos a história do Gênesis,
que vai apontar que já na primeira
geração seguinte, ou seja, você tem Adão
e Eva formados do pó da terra, no caso,
Adão formado da terra e Eva formada
desse também pó vem do próprio Adão.
Já na geração posterior, na segunda
geração, nós temos um assassinato
mostrando que isso aqui foi rompido.
Essa regra já foi rompida logo lá no
início. E aí a continuidade desse texto
vai nos mostrar qual é o problema desse
rompimento, porque ele vai dizer o
seguinte: "Então ele dirá aos que
estiverem à sua esquerda: Malditos,
apartem-se de mim para o fogo eterno
preparado para o diabo e os seus anjos.
Pois eu tive fome e vocês não me deram
de comer. Eu tive sede e nada me deram
de beber.
Fui estrangeiro e vocês não me
acolheram. Necessitei de roupas e vocês
não me vestiram. Estive enfermo e preso
e vocês não me visitaram. Eles também
responderão: "Senhor, quando te vimos
com fome ou com sede, ou estrangeiro, ou
necessitado de roupas, ou enfermo, ou
preso, e não te ajudamos?"
Ele responderá: "Digo a verdade, o que
vocês deixaram de fazer, algum desses
mais pequeninos também a mim deixaram de
fazê-lo. E estes irão para o castigo
eterno, mas os justos para a vida
eterna".
Essa é uma mensagem muito dura, mas ela
é uma mensagem dura que se encaixa no
final de um discurso extremamente
importante de Jesus.
E quando a gente olha para esse trecho
que nós lemos ali no início, no verso
32, quando diz que esse pastor que
separa ali as pessoas como, na verdade,
ele será o rei, né? Será como um uma
pessoa que separa as pessoas, como um
pastor separa
a as ovelhas dos bodes, nós estamos
vendo uma cena que é uma cena
escatológica.
Lembra que no capítulo 24 do Evangelho
de Mateus, Jesus ele questionado a
respeito do dos das pedras maravilhosas
da construção do templo que o Herodes
havia iniciado e não tinha terminado. E
já no período lá avançado, Jesus no seu
ministério estavam ainda concluindo as
obras do templo. esse templo que seria
destruído no ano 70 pelo general Tito,
general romano, que vem acabar com uma
revolta judaica contra Roma. Eh, Jesus
vai proferir o seu discurso a respeito
do fim dos tempos, do final dos tempos.
E ele vai começar dizendo: "Olha, vocês
estão falando dessas pedras
maravilhosas, mas eu garanto para vocês
que não ficará pedra sobre pedra disso
aqui." Aí as pessoas assustam e
perguntam para Jesus quando isso vai
acontecer. Então ele fala todo aquele
discurso escatológico famoso ali do
capítulo 24 e depois ele vai
exemplificar como devem ser a os
integrantes desse novo reino, como eles
devem estar preparados para esses
eventos, para esses momentos. A gente
vai ver isso já já. E nesse final aqui
do capítulo 25, você tem a imagem do
trono, o trono do Senhor, o trono do
Rei, né? Tá logo aqui falado no início,
quando o filho do homem vier em sua
glória com todos os anjos, ele se
assentará em seu trono na glória
celestial. Então, é uma imagem de um rei
que agora julga todas as nações, coloca
todos os povos, todas as nações serão
reunidas diante dele e ele separará uma
das outras. Ele vai separar os povos uns
dos outros, como um pastor separa bodes
e ovelhas. E aí a pergunta que a gente
pode levantar é: qual é o critério que
parece que vai ser levantado aqui? Ou
seja, o rei está no trono, ele vai
separar as pessoas, vai separar as
nações. Quais são os critérios que ele
poderia levantar para fazer a separação?
Seria quem foi mais fiel à sua doutrina?
Quem seguiu melhor os sacramentos, quem
fez mais orações, aliás, orações por
orações, existem movimentos religiosos
que não necessariamente são cristãos,
que têm métodos de oração muito mais
intensos do que, por exemplo, os
cristãos têm. Aliás, basta você olhar
talvez aí na sua igreja, na sua
comunidade de fé, a gente tem essa essa
característica como igreja cristã
protestante, que os nossos cultos de
oração normalmente são bem menos
frequentados do que os cultos de louvor
e adoração ou culto dominical. Você tem
um culto de oração no meio da semana da
quarta-feira e muitas vezes
esse culto tem pouquíssimas pessoas.
Grandes movimentos históricos
aconteceram em sociedades que se
voltaram ao cristianismo, a voltaram de
uma forma genuína através de grandes
movimentos de oração. A gente pode
lembrar aqui do do Conde Von Zisendorf,
dos moráveios que fizeram uma vigília de
oração que durou 100 anos. Você pode
lembrar, por exemplo, da inversão eh
socioeconômica que ocorreu na Coreia
depois da Guerra da Coreia, onde a
Coreia do Sul, que foi ali evangelizada
principalmente por americanos e por
europeus, ela se volta para Cristo, se
volta para Jesus e havia ali movimentos
de oração, cultos de oração que
aconteciam às 6 horas da manhã, tinham
4.000 pessoas nos templos orando. Não é
um número pequeno, é um número
expressivo. As pessoas entenderam a
necessidade de estar conectados com Deus
e isso causou uma transformação social,
causou uma mudança de paradigma que a
economia sentiu. Então você tem mudanças
socioeconômicas que ocorrem por conta
desse envolvimento das pessoas com essa
nova prática do reino. Mas será que esse
é o critério que nós estamos vendo aqui?
Será que essa é a medida que está sendo
colocada por esse rei?
Não, o rei vai mostrar, vai dizer o que
que ele está falando. Ele está falando
de uma questão extremamente cotidiana.
Não é na sua dedicação religiosa, não é
no seu envolvimento com a sua igreja no
sentido de participação dos eventos e
das atividades. É no seu dia a dia, é no
seu cotidiano. Ele vai falar de quê? Ele
vai falar de comida, ele vai falar de
água, vai falar de roupa, vai falar de
visita. Esses são os critérios que o rei
coloca. Esses são os critérios que o rei
elenca para dividir as nações, para
dividir os povos.
E aqui tem uma questão muito
interessante que é o que a gente vai ver
agora.
Jesus, ele reserva esse texto ou ou na
verdade a gente não pode dizer
exatamente que foi a forma como Jesus
quis que o texto fosse entregue a nós,
mas a forma que o espírito direcionou
Mateus a escrever o Evangelho. Porque o
evangelho de Mateus, ele é dividido em
cinco grandes discursos de Jesus. A
gente tem ali uma um paralelismo entre o
Evangelho de Mateus e a Torá, porque na
no entendimento da dinâmica da escrita
dos Evangelhos, cada Evangelho tem ali,
principalmente os evangelhos que são
chamados de sinóticos, são aqueles que
são as sinopses. E esses evangelhos
sinóticos contamicamente a mesma
história nas suas três partes, ou seja,
Mateus, Marcos e Lucas, cada um de uma
perspectiva, mas eles estão ali contando
basicamente a mesma história. E o
evangelho de Mateus, especificamente,
ele parece estar focado em apresentar
esse Jesus como novo Moisés. Jesus é
aquele que vai apresentar a nova leitura
da Torá, não uma nova lei, porque ele
não vem para criar uma nova lei, nem
para abolir a lei que já existia. Ele
vem cumprir essa lei, como ele mesmo vai
falar no versí no no sermão do monte.
Ele vai dizer isso. Ele não vim para
abolir a lei, mas eu vim para cumprir a
forma como ela deveria ter sido cumprida
por vocês. E esse discurso que nós lemos
aqui no verso, no capítulo 25, é o
quinto discurso do Evangelho de Mateus,
o último antes do início da sua paixão.
Já no início do capítulo 26, se você for
olhar lá na sua Bíblia, se você quiser
acompanhar no verso 1 do capítulo 26,
Jesus
vai dizer o seguinte, ó. Como acabou de
dizer essas coisas, Jesus disse aos seus
discípulos: "Como vocês sabem, estamos
estamos a dois dias da Páscoa, ou seja,
é a última Páscoa que Jesus vai comer
com seus discípulos."
Esse discurso a respeito do reino, a
respeito de quais são as pessoas que
devem ser julgadas positivamente no
reino, acontece antes da sua paixão. É o
último discurso dele. E os cinco
discursos, como nós vemos no Evangelho
de Mateus, são os sermão do monte, que
estão no capítulo 5 a 7, eh está no
capítulo de 5 a 7, eh que fala do
caráter desse reino, como que é esse
novo reino. Moisés apresentou a lei que
apontava para o relacionamento com Deus.
Agora Jesus, esse novo Moisés, traz o
Deus para o meio do povo. Ele
restabelece esse reino no meio do povo.
E aí no sermão do monte, que está ali
nos capítulos de 5 a 7, ele vai
apresentar como que é esse novo reino,
como que deve ser comparado o quê? A
lei? Não, ao que o povo estava vivendo
na época. Ele está mostrando pro povo
que aquela forma que eles estavam
vivendo não era a forma que Moisés havia
determinado. E ele mostra como que deve
ser feita essa nova leitura da lei de
Moisés. Depois ele vai fazer no segundo
discurso no momento em que ele envia os
seus discípulos, que é o o foco da
missão, capítulo 10 de Mateus. Depois
ele vai falar dessa nova natureza desse
reino e vai fazer isso através de
histórias, as famosas parábolas ali no
capítulo 13 em sequência. Ele vai citar
várias parábolas para dizer como que é
esse reino e vai fazer várias
comparações, né? como um grão de
mostarda, é como alguém que acha uma
pérola num uma pérola de valor num
campo, vende tudo para comprar aquele
campo. Então ele vai fazer várias
comparações desse reino que vai mostrar
a natureza desse novo reino, ou seja,
dessa implementação desse reino. Agora
aqui [roncando]
já no capítulo 18, ele vai falar sobre
essa comunidade do reino, ou seja, quais
são as relações do reino, como que as
pessoas que pertencem a esse reino devem
relacionar-se umas com as outras. E aí
nós chegamos nesse ponto final que é o
momento escatológico, quinto discurso,
discurso escatológico, capítulos 24 e
25. E no capítulo 25, ele coloca duas
parábolas extremamente importantes. São
as parábolas das 10 virgens e as a
parábola dos 10 talentos. E muitas
pessoas querem colocar as duas parábolas
como sendo a mesma coisa ou dizendo a
mesma história, mas na verdade elas são
complementares. Por quê? Aquela famosa
parábola das 10 virgens, que cinco estão
com azeite na na sua na sua vela lá, na
sua lâmpada e cinco estão sem azeite,
mostram justamente essa ideia de
prontidão. Você tem que estar preparado
para quando esse reino vier ou para
quando esse noivo chegar. Vocês têm que
estar com os seus equipamentos prontos.
E aí a parábola dos 10 talentos foca no
quê? Na fidelidade desse reino. Você
precisa ser fiel até o final. Você não
sabe quando o seu senhor vai voltar.
Então, se você está pertencendo a esse
reino, se você entende que você agora
faz parte dessa nova realidade, você
deve ver de viver de uma forma que não
seja encontrado em débito ao seu Senhor
quando ele voltar. E aí ele conclui com
a figura que talvez seja um pouco
distoante dessas primeiras, a prontidão,
a fidelidade. Agora ele vai falar da
compaixão.
Ou seja, o reino não é sobre riquezas, o
reino não é sobre posses. O reino não é
sobre adquirir muitas coisas, sobre você
conquistar muitas coisas, sobre você
estar no topo da cadeia social, sobre
você exercer influência, poder e
autoridade sobre muitas pessoas. É sobre
você ter compaixão das pessoas. É sobre
você agir como o Senhor do Reino agiu,
como esse que desceu dos céus, se
esvaziou, se colocou na função de servo,
fez. Assim você deve fazer. Esse é o
critério levantado pelo rei para dividir
os povos. Esse é o critério. E é
interessante
porque quando a gente vai falar desse
critério da compaixão, ele vai
mencionar, como eu disse para vocês
aqui, vai falar de comida, vai falar de
água, vai falar de vestimentas, de roupa
e vai falar sobre visita. E o que que
vai acontecer com ele a partir do
capítulo 26, Mateus colocando na
sequência desse trecho, vai justamente
lhe faltar todas essas coisas. Quando
ele for preso, ele não vai ter mais
comida. Ele não vai poder beber água.
Inclusive, ele bebe fé, uma mistura de
fé com água que é dada numa esponja para
ele beber na cruz. Ele não tem mais a
água. Ele estava com sede e não lhe
deram de beber. Ele estava com as suas
vestimentas que foram arrancadas.
Ele estava nu, ele estava preso. E as
pessoas, lembre dos 12 discípulos, um
deles participa do movimento de traição
e de captura de Jesus. O outro que o
seguia de longe o nega três vezes. E a
pergunta que se levanta é: "E os outros
10? Para onde eles foram? Não visitaram
quando ele estava enfermo e preso?
Fugiram, se esconderam.
Isso tudo que Jesus está apontando no
verso, nos versos do finais do capítulo
25 acontece com ele.
Isso é de assustar, isso é de nos deixar
às vezes com a orelha em pé. O que que
Jesus está querendo nos indicar aqui? E
pode parecer, lendo esse texto no final
do Evangelho de Mateus, que Jesus,
depois de ter vivido tudo aquilo que ele
viveu com seus discípulos, ter ensinado,
então ele tá apontando um novo caminho.
Olha, o caminho é esse aqui. Mas na
verdade quando a gente analisa o texto
bíblico, Jesus, como ele mesmo vai
dizer, ele não tá reinventando a roda,
ele não está criando novamente algo que
já existia, ele está apontando para a
realidade
ignorada do povo. Vocês que deveriam
estar seguindo a lei deveriam saber
dessas coisas. Eu não estou criando uma
novidade, criando uma coisa nova. Eu
estou mostrando para vocês o que a lei
sempre disse. Olha só, verso, verso 17
do capítulo 5, lá no meio do sermão do
monte, Jesus vai dizer: "Não pensem que
eu vim abolir a lei ou os profetas. Não
vim abolir, mas eu vim cumprir. O
objetivo aqui era o cumprimento dessa
lei.
Ele vai falar sobre a pessoa que é
estrangeira, que deveria ser cuidada de
tratado como o natural da terra. Isso tá
lá em Levítico, capítulo 19.
A pessoa que estivesse faminta, até
mesmo de espida, nua.
A, o texto de Levítico também,
Deuteronômio vai falar sobre uma prática
da colheita, dizendo: "Não colham até o
canto da sua lavoura e não voltem atrás
para pegar as espigas que caíram. Deixe
isso para aquele que está faminto. Deixe
isso para aquele que está necessitado.
De repente, ele pode juntar as espigas
caídas, vender e comprar algo para si
que ele necessita. Ou seja, havia dentro
da lei a preocupação com o pobre, com o
estrangeiro e com aquele que estivesse
nu.
A preocupação com o próximo, por
exemplo, há uma moldura toda ética e uma
moldura dessa ética social na Torá,
apresentado também em Levítico, capítulo
19, como você deve cuidar do outro, você
tem que cuidar do próximo. Ou seja,
Jesus, ele não inventa um modelo novo a
ser seguido. Ele simplesmente revela o
que aquela religiosidade da época havia
aprendido a contornar.
E muitas vezes a gente pode seguir pelo
mesmo caminho, fazendo atividades dentro
do nosso ambiente eclesiástico,
atividades que dominam o nosso templo,
dominam o nosso tempo, dominam a nossa
agenda e nós ignoramos aqueles que estão
em necessidade e em dificuldade do nosso
lado. Jesus levanta essa bola mostrando
para aquelas pessoas, prestem atenção em
quem vai ser colocado em posição de
destaque no reino. Vai ser colocado em
posição de destaque aquele que estava
atento para o que a lei e os profetas já
falavam desde os tempos do Antigo
Testamento.
E é muito interessante porque quando a
gente vai ver essa expressão de cuidado
no Antigo Testamento, essa expressão que
Jesus coloca nesse texto, a gente vai
ver grandes profetas falando sobre isso.
Isaías, por exemplo, lá no capítulo 58,
verso 7, vai dizer: "Não é partilhar sua
comida com o faminto, abrigar o pobre e
desamparado, ou vestir o nu, que é
exatamente executar aquilo que Deus
quer, e não apenas fazer sacrifícios ano
após ano, dia após dia, semana após
semana, como a uma forma de você estar
kits com Deus, de você estar sem nenhum
débito com Deus.
Deus não quer sacrifício vazio de
significado. O sacrifício tinha uma
função muito específica no Antigo
Testamento, mas ele quer muito mais que
você pregue a justiça, que você ame a
fidelidade e o cuidado com esses que são
mais fragilizados na sociedade.
E aí a gente vai perceber através desses
diagnósticos proféticos aqui algumas
coisas muito importantes. culto sem
justiça, ele é abominação,
ou seja, não é uma questão de opinião,
isso é o diagnóstico que é levantado
pelos profetas. Amós capítulo 5 vai
falar sobre isso. Um culto que não
prezava pela justiça, pela regra, pela
lei, onde o mais fraco era desfavorecido
por não ter condições de influenciar a
decisão dos juízes, onde o mais forte
ganhava pelo seu poder aquisitivo, pelo
seu pela sua força militar, pelo sua
capacidade de persuasão, a justiça onde
ela era escanteada.
Esse tipo de culto, ele é abominação
diante do Senhor.
E havia três eh exigências simples desse
culto que não estavam sendo cumpridas em
Israel. Miqueias vai acusar isso, o povo
de Israel, capítulo 6, quando ele diz
que tá faltando justiça, fidelidade e
humildade. Ou seja, [roncando]
quando nós executamos as atividades
eclesiásticas, quando nós executamos
todas essas tarefas que são impostas ou
que são pensadas no ambiente religioso
como sendo algo para preencher o nosso
tempo, sem estarmos atentos se nós
estamos sendo justos, se nós estamos
aplicando a lei que Moisés trouxe para o
povo de Israel. E essa lei que Jesus
reinterpretou no nosso cotidiano, nós
não estamos cultuando a Deus, nós
estamos cultuando a nós mesmos. Nós
estamos colocando a nossa satisfação
pessoal acima da vontade de Deus para o
seu povo. Nós não estamos realizando
aquilo que Deus queria que nós
realizássemos já expresso na lei, já
expresso lá na Torá. E aquilo que Jesus
aqui vai mostrar que deve ser o carro
chefe
da nossa do nosso pensamento. E isso
também vai ecoar para outras áreas, por
exemplo, não apenas nas áreas da lei da
Torá ou dos escritos proféticos, mas
também nos escritos sapienciais. Por
exemplo, Provérbios vai dizer que quem
trata bem os pobres empresta ao Senhor.
Capítulo 19 verso 17.
Ou seja, até a sabedoria
do Antigo Testamento, essa literatura
sapiencial já apontava para essa
realidade que Jesus traz no capítulo 25
de Mateus, a realidade de que a nossa
missão e a nossa função enquanto membros
desse reino é estarmos preocupados com o
bem-estar do próximo, é estarmos atentos
para a necessidade do próximo, é
estarmos ativamente buscando satisfazer
as dificuldades, satisfazer a a as
vontades, mas não vontades, vamos dizer
assim, efêmeras, mas assim, os as
necessidades mais
da raiz do ser humano, ou seja,
vestimenta, saúde, comida, água,
conforto emocional, que são esses
elementos que estão aqui no texto. Esse
é o papel, essa é a nossa função. E
quando nós não percebemos isso, nós
vivemos dentro de um ambiente religioso
que cultua a nós mesmos. Nós não estamos
prestando um culto de adoração ao Deus
criador e sustentador de todas as
coisas. Aí você pode se perguntar: "Mas
como você pode afirmar uma coisa dessa?
Eu vou lá na igreja, eu canto, eu dou
dízimo, eu participo de todas as
atividades. Tem culto de mulheres, culto
de homens, culto de oração. Eu vou, faço
tudo lá. Eu tô super bem. Minha
caderneta celestial tem vários pontinhos
de presença lá.
Mas se você está fazendo isso, porque
você está barganhando com Deus, no
sentido assim, se eu parar de fazer Deus
vai ficar bravo comigo, você não está
cultuando Deus. Você não está adorando a
Deus. Por quê? Eu vou fazer uma analogia
com a paternidade aqui. Quando nós temos
filhos, [roncando] o maior desejo nosso,
e a gente não nem sempre tá certo, não,
tá? Não tô querendo dizer que pai e mãe
tá sempre certo, não. Mas assim, o nosso
desejo é que os nossos filhos nos
obedeçam quando nós sabemos que o que
nós queremos para eles é o melhor. Não
tô falando de questão, por exemplo,
assim, de decisão que é eh trivial, no
sentido assim: "Ah, eu vou deixar o meu
filho escolher qual roupa que ele vai
usar, mas eu quero que ele use a roupa
preta. Se ele escolher azul, eu vou
ficar muito chateado." Não é esse tipo
de coisa. Mas, por exemplo, meu filho
quer só comer biscoito e bolacha e
coisas que vão trazer para ele um
problema na saúde. Agora, eu sei que se
ele tiver uma alimentação balanceada, a
saúde dele vai melhorar, ele vai ter
mais disposição para brincar, para
aprender. Eu tô numa idade que você sabe
que eu tô bem na fase ali das crianças
brincando, né? Então, 6 anos tem minha
filha mais velha e o meu filho mais novo
agora acabou de completar um ano. Então,
assim, nessa fase você tá preocupado com
isso, como é que tá a saúde da criança,
se ela tá se alimentando bem, no caso da
minha filha mais velha que já está na
escola, se ela tá absorvendo bem os
conhecimentos que estão sendo passados
para ela. E quando a gente pensa nisso,
qual é o nosso desejo? É que o nosso
filho, a nossa filha, os nossos filhos,
eles absorvam a nossa decisão como algo
bom para eles. Mas nem sempre é o que
vai acontecer. Às vezes o filho vai
desobedecer, vai ter uma decisão própria
que é contrária ao que a gente tá
pensando. E aí você coloca no prato dele
aquele prato verde bonito, com várias
outras cores ali, bem colorido, a salada
bem colorida, sabendo que aquilo faz bem
pra criança com moderação, obviamente. E
ela diz que não quer comer porque não
gosta do sabor, não gosta da textura,
não gosta de alguma coisa.
A pergunta é, essa obediência, ela deve
eh eh representar, vamos dizer assim,
essa relação de amor entre o pai e o
filho? Será que o meu filho, eu vou
deixar de amar o meu filho, no caso, eh,
se ele não quiser obedecer as meus
comandos? Da mesma forma, nós podemos
fazer essa analogia. Deus não deixa de
nos amar quando nós não entendemos isso
aqui. Mas Deus deixou registrada a sua
vontade. Assim como eu tenho na minha
vontade o melhor para o meu filho, eu
devo ter, eu quero que o meu filho se dê
bem, eu quero que o meu filho se
desenvolva, eu quero o melhor para ele.
Deus quer o melhor para os seus filhos.
E o querer o melhor para os seus filhos
passa justamente em deixar registrado
para esses filhos tudo aquilo que vai
ser positivo para eles, que vai trazer
benefício na sua vida. Então Deus, por
exemplo, avisa a Israel: "Não se
misturem com os cultos pagãos, porque
isso não me agrada". e Israel. E ele
deixou muito claro, se vocês se
envolverem com eles, vocês vão perder o
direito da terra que eu dei a vocês.
Israel não ouve. Por isso nós vemos os
profetas falando tantas vezes a respeito
disso. E Israel vai ser expulso da terra
que Deus havia dado a eles. É da mesma
forma quando Deus deixa registrado esses
esses elementos aqui e Jesus vem à terra
para explicar de uma vez por todas como
será o julgamento, como será feita essa
análise da vida do integrante do reino,
nós como filhos, devemos colocar todas
as nossas ações e atitudes em
perspectiva, em análise. Nós devemos
avaliar se temos executado aquilo que
Deus quer para nós. E aí, como o nosso
filho, como é desejo do pai e da mãe
para o seu filho, é muito lindo o meu
sentimento para com o meu filho. Quando
meu filho fala: "Poxa, pai, vou fazer o
que você disse, vou obedecer os seus
comandos". Da mesma forma, Deus fica
muito alegre quando os seus filhos
entendem isso aqui.
E aí nós temos essa inversão, que é uma
inversão que ela é explosiva,
ou seja, o que vocês fizerem, alguns dos
meus menores irmãos, a mim o fizeram.
Aqui é muito interessante porque a gente
tá falando de necessidades básicas, mas
teologicamente Deus não tem
necessidades. Como assim a divindade tem
necessidades? Ele tem necessidade de se
vestir, ele tem necessidade de de de
alimento, de beber água, de ser
visitado, de ser vest de de de receber
ali conforto emocional.
Será que Deus ele se sujeita a esse tipo
de categorias?
Aqui é uma inversão, vamos dizer assim,
ontológica. É uma identificação
ontológica. Jesus se identifica
com esse necessitado, pobre, cego, nu,
como ele vai mencionar lá em Apocalipse
também, quando ele vai mandar a carta
para a igreja em, eu esqueci qual das
igrejas que ele manda essa carta, quando
ele diz, ah, para a igreja em Laudiceia,
quando ele vai mandar para a igreja em
laudice, ele vai falar que ela está
cega, ela está nua,
porque ele se identifica com esse
necessitado. E ele levanta esse ponto.
Você tem que enxergar isso no outro.
Você, ele, ele ele vai declarar, ou
seja, eh quando ele vai ler o trecho lá
de Isaías em Nazaré, qual é a sua missão
aqui? Você lembra disso? Ele vai dizer
que ele vem pregar a boas novas aos
pobres e liberdade aos presos. Ele vem
exatamente para transformar a vida e a
situação dessas pessoas. E aí, nesse
momento,
a pessoa que está vivendo no reino está
sendo colocada diante dessa dessa
situação.
Você cuidou do pobre? Você cuidou do
necessitado? Você teve uma dedicação na
sua vida para abençoar a vida dessas
pessoas, para ajudar essas pessoas? Se
você fez isso, você fez a mim. E é muito
interessante que isso justamente
esses elementos que ele levanta aqui são
as identificações das cicatrizes que ele
vai carregar na cruz. Ou seja, ele está
preso, está nu, está sedento e está
rejeitado.
Ele se identifica diretamente com essa
situação
do pobre.
E aí quando a gente vai olhar pro outro
lado, quando a gente vai olhar para a
outra realidade, aqueles que não fizeram
isso, ele vai dizer lá no verso 43:
"Estive enfermo e preso e vocês não me
visitaram um trecho daquilo que nós
lemos aqui. Se a gente for pensar
por que esses condenados estão sendo
condenados, a gente pode até imaginar,
mas eles não fizeram nada de grave, eles
não saíram matando, não são homicidas,
eles não são pessoas cruéis, eles
simplesmente viveram a vida deles. Eles
seguiram a vida e não fizeram nada. E é
exatamente isso que Jesus está
levantando.
Você quando não faz nada, eu quando não
faço nada, eu estou vivendo para mim
mesmo. Eu estou vivendo como se a minha
vida fosse a única que importasse, como
se a minha necessidade fosse a única que
precisasse de alguma solução, fosse a
única que precisasse de algum apoio, de
algum ajuste, de alguma
mudança de situação. E eu tenho que
correr atrás, eu tenho que me lutar, eu
tenho que me esforçar para tirar a mim
mesmo dessa situação. E eu esqueço de
tantas coisas que o Senhor Jesus
ensinou. Por exemplo, a comparação que
ele faz dos lírios do campo e das aves
dos céus. E ele coloca os dois em
comparação com a vida de cada um dos
filhos de Deus, dizendo: "Se o nosso pai
cuida desses dois aqui, quanto mais vai
cuidar de vocês?"
E a lógica é a mesma que nós estamos
vendo agora. Se eu sou cuidado pelo meu
pai, se eu sou amado, se eu sou
sustentado pelo meu pai, eu vou dedicar
a minha vida para ajudar aqueles que
estão ao meu redor. Eu vou me lançar a
para transformar as situações de
dificuldade daqueles que estão ao meu
lado. Essa vai ser a minha dinâmica.
Esse vai ser o meu papel. [roncando]
E aí Jesus vai acusar os fariseus num
momento quando eles fazem aquela
aquela
dinâmica de quererem o dízimo das
menores das hortaliças. Ele até menciona
o cominho, a hortelã, hortaliças muito
pequenas. Vocês querem que a pessoa que
recolhe essas coisas na sua casa de o
dízimo disso, mas vocês não se
movimentam para ajudar o pobre, o
necessitado.
Esse tipo de religiosidade que está
sendo condenado aqui não é uma fé
cega no sentido de seguir estritamente o
texto da lei, sem compreender a mensagem
da lei, sem compreender aquilo que a lei
aponta, que é o cuidado com o mais
necessitado e o mais pobre.
Essa indiferença, ela não é
neutralidade,
ela é uma escolha que a gente faz.
Quando nós escolhemos estar
indiferentes,
nós podemos ser pegos
de surpresa.
E aqui é muito interessante porque
existem dois elementos importantes que
estão concatenados nesse final aqui.
Porque os dois vão perguntar: "Senhor,
quando nós fizemos essas coisas? Ou
quando deixamos de fazer essas coisas?
É muito importante
a gente entender isso aqui.
Jesus, ele não fala assim: "Vocês
precisam me enxergar no pobre para ir
você fazer as coisas". Jesus diz:
"Quando vocês fizeram, quando vocês
enxergaram, quando vocês perceberam a
situação do outro e se movimentaram para
transformar a ação do a situação do
outro, para transformar a realidade do
outro, ali vocês fizeram a mim". Ou
seja, não é o perceber Jesus no outro
que me movimenta
para transformar a situação dele. É o
perceber Jesus em mim. É o perceber a
transformação que ele causou em mim que
me movimenta para transformar o outro,
para mudar a situação do outro. E isso é
tão importante, tão interessante, porque
isso não necessariamente
vem pronto no momento da nossa
transformação, no momento em que nós
passamos a entender que Jesus é o nosso
salvador, no momento em que nós passamos
a entender que ele transformou a nossa
vida e agora nós temos um caminho
diferente para seguir. Não é assim que a
coisa acontece. Não é da noite para o
dia, não é imediato,
mas é um caráter que se forma,
é um caráter que vai se desenvolvendo ao
longo da nossa caminhada. E é muito
importante a gente perceber isso aqui,
porque nós podemos estar numa situação
em que
a gente não tá vivendo isso,
a gente não tá executando essa missão,
essa tarefa que nos foi passada. Nós
estamos vivendo de uma forma muito
mesmada e muitas vezes é involuntário.
Nós estamos massacrados.
massacrados
pelas pressões externas. Nós estamos
massacrados pela propaganda,
pela necessidade de ser algo para os
outros, de parecer ser alguém, de nos
colocarmos numa posição de destaque na
sociedade.
E esse peso que age sobre nós nos leva a
nos fecharmos em nós mesmos, a nos
reinventarmos, a aparecer lá na frente
como pessoas diferentes que devem ser
admiradas, que t agora poder, status e
fama.
É isso que o ambiente social que nós
estamos vivendo tem impulsionado.
Você tem que ter sucesso, você tem que
ter cliques, você tem que ter pessoas
curtindo as suas postagens.
E há um outro lado também dessa mesma
situação, que são as pressões
psicológicas.
Às vezes a gente se acha incapaz. Às
vezes nós estamos enfrentando lutas,
dificuldades, dores internas e nós não
conseguimos levantar os nossos olhos
para ver a necessidade do outro. Nesses
dois casos, a solução é a mesma. A
solução é olhar para Jesus, para aquele
que quer ser algo na sociedade, para
aquele que quer ter destaque, aquele que
quer assumir uma posição de vanguarda,
de ponta, de estar no ápice da seu
ambiente, do seu conjunto social ali.
Olhe para Jesus. Veja qual foi a ação de
Jesus que se encerra aqui no seu último
discurso e inicia o processo de se
entregar por mim. por você. A partir do
capítulo 26 de Mateus, como nós vamos
ler aqui no no Evangelho,
ele se esvazia, ele sai do seu trono e
vem estar no meio de nós e vem morrer no
nosso lugar.
E para você que está enfrentando
dificuldades, lutas pessoais,
pressões internas da sua mentalidade, da
sua cabeça, se achando incapaz de
realizar qualquer coisa, fala a mesma
coisa. Olhe para Jesus. Jesus que foi
massacrado,
foi fustigado,
espancado, teve as suas vestes rasgadas,
cuspido,
bebeu fé, teve seu corpo perfurado,
foi morto e sepultado.
Ele ressuscitou.
E ele ressuscitou para nos dar uma nova
vida. Você pode seguir e se agarrar a
essa nova vida que Jesus tem para você.
Claro, existem situações em que você
precisa talvez de ajuda. Busque essa
ajuda. Busque um apoio psicológico.
Busque algo que vá te fazer enxergar que
o mundo ele tem oportunidades para você
também ser um servo fiel, como esses
aqui que foram colocados no reino
eterno, preparado desde diantes da
fundação do mundo.
E para mim e para você que estamos
ouvindo essa mensagem daquilo que Jesus
trouxe para nós, fica a pergunta. Lá em
Apocalipse, no final, no desfecho de
todas as coisas, diz que não haverá mais
morte, nem tristeza, nem choro, nem dor,
pois a antiga ordem já passou.
Quando nós chegarmos lá, a pergunta não
vai ser: "Você acreditou?"
E sim, você viu, você viu a necessidade
dos outros, você viu a necessidade
daquele que está do seu lado, você viu a
necessidade que você tem de servir às
outras pessoas. Essa é a pergunta que
vai diferenciar. Essa é a pergunta que
vai transformar todas as coisas.
Não ver a Cristo nos menores pode
significar que nós ainda não vimos
Cristo de fato.
Se você passa pelas necessidades, pelas
dificuldades dos outros com indiferença,
peça que Deus se revele a você. Peça que
Deus transforme o seu coração.
E esse convite aqui que eu faço para
você não é um convite de culpa. Você é
um miserável. Você não merecia estar
aqui. Não, não é culpa. É um convite
para formar esse caráter na sua mente e
no seu coração. Busque isso. Busque a
transformação que o espírito dá.
E a pergunta que a gente faz levantar é
essa:
Quem é o menor que está do seu lado?
Quem é a pessoa que você pode ajudar
hoje, nessa semana, no resto do ano, no
resto da sua vida?
Que a sua vida seja um canal de bênção
para todos aqueles que passarem diante
de você, que cruzarem o seu caminho. Que
Deus o abençoe.
Deus seja louvado por tudo que a IBNU
[música] tem feito. que hoje estamos
diante de um grande desafio.
Estamos de fato necessitados para
atingir todos os nossos objetivos
[música]
humanitários, missionários, da
contribuição de todos aqueles que de
coração nos enviam [música] seus
dízimos, ofertas, ah, contribuições
[música] para fazer diferença no reino
de Deus. E hoje estamos investindo
algumas melhorias no nosso espaço
presencial [música] aqui em São Paulo,
tanto com telões interno, externo,
[música] como também eh pintura da parte
externa, reforma local e o nosso alvo,
[música]
né, de R$ 300.000
para atingir os nossos objetivos. E
estamos neste momento em situação de
necessidade de contribuição. Se [música]
você tem sido abençoado pela IBNU, se
você faz parte da IBNU, se você é
membro, se você tá conectado conosco, é
com muita [música] alegria que
receberemos as suas contribuições,
presentes e ofertas e dízimos para
abençoar a obra de Deus aqui [música]
feita em São Paulo, no Brasil e no
mundo. Deus bondoso, pai amado, obrigado
pelas bênçãos que o Senhor nos dá,
inclusive na [música] nossa caminhada
econômica, na nossa vida profissional.
Pedimos que o Senhor abençoe todas as
contribuições que serão enviadas
[música] para servir a ti, para ampliar
e prosseguir ah em fazer aquilo [música]
que tem a ver com a obra do teu reino.
Nós te agradecemos, te louvamos e te
pedimos [música] a tua bênção sobre
todos nós em nome de Jesus. Amém.
Muito obrigado a todos que participaram
de mais [música] um momento da nossa
celebração online aqui da IB
convidamos você a participar de vários
outros momentos importantes da nossa
igreja, da nossa comunidade ao longo da
semana. A gente pede que você participe
conosco compartilhando esse conteúdo,
[música] essa celebração com outras
pessoas para que possam ser abençoadas
também por essa mensagem, por essas
músicas, por esse momento de louvor e de
adoração. E que você acompanha [música]
aí Benu nas redes sociais, em todas as
nossas atividades online. Deus abençoe.
Uma boa semana.
>> [música]
[música]
>> Quero louvar-te
sempre [música][canto] Mais e mais quero
louvar-te
sempre mais e [canto] mais buscar o teu
querer, tua graça conhecer. [música]
Quero louvar-te. [canto]
Quero amar-te [música][canto]
sempre mais e mais. Quero amar-te
sempre [música] mais e mais. [canto]
Buscar o teu querer, tua graça,
conhecer. Eu quero amar-te.
[canto][música]
As aves do céu cantam para ti.
[música][canto]
As pernas do campo refletem teu poder.
Quero cantar, [música] quero levantar
[canto]
as minhas mãos
a ti.
Ases do céu [música] cantam para ti.
Campo [canto]
refletem teu poder. [música]
Quero cantar, [canto] quero levantar as
minhas mãos
a ti. [música]
[música]
Quero louvar.
Sempre mais e mais [canto] quero louvar.
Sempre mais [música] e mais buscar o teu
querer, tua graça conhecer.
[música][canto] Quero louvar-te.
Amarte-te.
>> Quero amar-te
sempre mais e mais. [música] Quero
amar-te [canto]
sempre mais e mais. Buscar [música] o
teu [canto] querer, tua graça conhecer.
Quero amarte.
As aves do [música][canto] céu cantam
para ti. As peras do ramo refletem
[música] teu poder. [canto]
Quero cantar,
quero levantar [música] as minhas mãos
a ti.
Ases do céu [música] cantam para ti.
campo reflete em teu poder.
Quero cantar, [música][canto] quero
levantar as minhas mãos
a ti.
>> [música]
>> Tou
a [música]
ti,
Senhor
>> [música]
[música]
>> เฮ
[música]
>> [música]

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