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A fé vem pelo ouvir

Celebração – 31/05/2026 | Luiz Sayão | IBNU

Celebração – 31/05/2026 | Luiz Sayão | IBNU

Celebração – 31/05/2026 | Luiz Sayão | IBNU

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Legendas automáticas:

Excelência. A sabedoria de Provérbios
[roncando] nos ensina [música] que
quando alguém tem habilidade, tem
capacidade e trabalha muito bem,
[música] um dia ele chegará na presença
do rei. Não vai trabalhar pra gente
desconhecida.
Nesse mundo atual [música] tão
complicado, com tantas opções, a
pergunta é: profissão escolher? [música]
Que caminho seguir? Onde vou trabalhar?
O que eu devo fazer? A resposta é
perfeita, a resposta [música] das
escrituras. Não importa muito bem o que
você vai fazer, mas sim como você vai
[música] fazer. A atitude que temos com
o trabalho, com o estudo, com a nossa
vida é uma atitude de [música] dedicação
e de adoração a Deus. Por isso, faça
tudo com [música]
excelência, porque aí há muita
sabiência.
[música]
Olá, que bom que você tá aqui hoje para
celebrar conosco como igreja, como
comunidade, esse Deus que tem respondido
às nossas orações, esse Deus que tem
[música] sido presente na sua vida e na
vida de todo o povo de Deus. A gente
convida você a participar, [música]
prestar esse momento de adoração a Deus
com o coração reunido conosco nesse
momento [música] de adoração.
>> [música]
[música]
>> Tu és bem-vindo [música]
ao nosso [canto] meio, Deus bendito,
eterno Pai. Tu és [música] bem-vindo ao
nosso meio, Deus bendito, eterno [canto]
>> a tua presença [música] nos alegra, tua
bondade nos atra
>> a tua presença nos alegra, [música]
tua bondade nos atrai. [canto]
[música] Teus filhos somos e teu povo
[canto]
aqui reunidos. [música]
Vem, Senhor,
dá-nos [canto]
teu vinho novo.
Recebe [música]
em troca o nosso amor.
[música]
Tu és bem-vindo [música]
ao nosso [canto] meio, Cristo, filho de
Davi. Tu és bem-vindo ao nosso [música]
meio, Cristo, filho [canto] de Davi.
>> Servir-te sempre [música] nosso anseio.
Dedicamos-nos
a ti.
>> Servir-te sempre é do nosso anseio.
[música]
Dedicamos-nos
a ti.
[música]
>> Teu servos somos corerdeiros. [canto]
>> [música]
>> Teus mandamentos,
nossa [canto] luz.
>> [música]
>> Tu és perfeito, és o primeiro.
[canto] Amado [música]
Deus, Senhor Jesus,
[música]
tu és bem-vindo ao nosso meio. Santo
Espírito [música][canto]
de amor.
>> Tu és bem-vindo ao nosso meio. Santo
[música] Espírito [canto] de amor
>> que lanças fora todo medo.
[música][canto]
Ver o Deus consolador
>> e lanças fora todo perdão. Era o Deus
[música] consolador. [canto]
Celados somos com [música] teu selo.
[canto]
Perante nossa [canto][música] redenção,
vem nos encher [canto]
de santos. [música]
Aquece [canto]
a nossa [música] comunhão.
Consolador,
Senhor [música][canto] Jesus,
eterno Pai.
[música]
Amém.
Amém. [canto]
[música]
Amém.
>> [música]
>> Alegrai-vos no Senhor. Novamente
digo-vos, alegrai-vos.
É uma ordem, porque a gente [música]
sempre tem algum motivo para estarmos
alegres. Como diz um hino antigo, conte
as bênção, contas quantas são e há de
ver surpreso quanto Deus [música] já
fez.
Todos nós temos motivos de gratidão.
A gente tem motivo de gratidão. Nós
temos dificuldades, temos. Temos
angústias, [música] temos. Mas nós
sabemos que o Senhor está conosco e isso
nos alegra. Obrigada, Senhor, porque a
gente [música] tá aqui. Obrigada por
essa vida tão especial aqui e agora. Foi
um momento exato que Deus pensou
[música] para mim e para você para
estarmos nessa história, sermos
testemunhas [música] dele e ajudarmos
aqueles que estão à nossa volta. Nenhum
de nós é um acidente. Nenhum de nós
pegou Jesus e Deus desprevenido ou de
susto. Ele planejou cada um de nós no
detalhe. Que coisa [música] maravilhosa
a gente saber que Deus está onde?
olhando para nós, cuidando de [música]
nós e nos ajudando na tarefa, no
propósito que ele [música] tem para cada
um de nós. Vamos celebrar, celebrar ao
Senhor com coração cheio de gratidão.
[música]
Obrigada, Senhor. Obrigada porque o
Senhor nos fez e o Senhor continua
conosco. Ó que tremenda [música]
graça,
ó que falo, [música][canto]
amor.
Tomou o meu [canto] lugar,
a minha cruz levou. [música][canto]
Você deu sua [música][canto] vida.
Estou liberto em [música] fim. [canto]
Oh [música][canto] Jesus, eu canto
pelo que fez por mim.
[música]
>> [música]
[música]
>> quebra o julgo
do meu pecado.
Tão mais [música] forte
é o meu amado,
[canto] o rei da glória,
o grande [música] rei dos reis. Rei dos
reis.
>> [música]
>> que tem a terra
com trono santo.
Eu admiro,
desejo tanto, [música]
o rei da [canto] glória,
o grande rei dos reis.
>> [música]
>> Ó que [canto] tremenda graça,
ó [música] que fale amor.
[música] Tomou o meu lugar,
a minha cruzou.
Você deu sua vida. [música]
Responde perto [música]
Jesus, eu canto
pelo que fez [música] por [canto] mim.
[música]
[música] E traz a ordem em meio ao caos.
[canto]
Adota o [música] órfão livrado do mal.
[canto]
O rei da glória, [música]
o rei da glória. [canto]
Governa o mundo [música] com sua
justiça. [canto]
És como o sol, [música]
tua face brilha,
o rei da glória, [canto]
o grande rei dos reis.
>> [música]
>> Ó quem tremenda graça,
[música] graça. Ó quem fale
[música]
a minha cruzou.
[música]
Você ab sua vida.
[música] Estou liberto em mim.
Ô Jesus, [música] eu canto
pelo que fez por mim.
>> Dignor [canto][música]
de Deus.
>> Dign o cordeiro.
>> Digno [canto][música] é o rei que a
morte venceu.
Digno é o cordeiro [canto][música] de
Deus.
Digno [canto] é o rei [música] que a
morte venceu.
Digno é [canto] o cordeiro de Deus.
[música]
Digno [canto] é o rei que a morte
venceu.
Dignordeiro [música][canto]
de Deus.
Dign. [música][canto]
Ó que tremenda graça,
ó que [música] falo, amor.
Tomou [música] no meu lugar
a minha [música] levou.
Você
a vida [canto]
[música]
estou liberto em fim.
[música]
Jesus, eu canto,
ela que [música] tens por mim.
>> [música]
[música]
>> Bom, chegamos agora então ao momento que
nós vamos falar Deus de novamente,
colocar diante dele o que está no nosso
coração, é as nossas o nosso
agradecimento, as alegrias, mas também
aqueles que eu sempre que estamos eh
afligindo nesse momento. Este é o
momento de conversar com diretamente. Eu
convido você para fazer essa oração
junto comigo.
Senhor [música] Deus, Pai todo poderoso,
nós te agradecemos, Senhor Deus, porque
nós
Senhor Deus amor, porque a tua
misericórdia, a tua graça, alcance em
todos os
quer fazer parte da
e coloco ti eh tudo aquilo que ele tem
que incomodar no meu coração, me deixar
e também que me irmãos com aqui de orar.
Senhor, então isso eh questões da
família do trabalho,
[música]
santo, pai. O Senhor conhece todas as
coisas, conhece o Senhor conhecer tudo
que precisamos.
Essa palavra Senhor da nossa boa,
Senhor, te conhece.
E eu quero pedir
pelo teu servidor, pela tua sabedoria,
pela tua coração, tua paz e nossos
corações.
[música] Deus, eu senhor
[música]
e
todas as coisas,
senhor
no nome do Senhor Jesus. Amém.
>> [música]
>> Estamos [música] todos congregados
aqui,
certamente [música]
abençoados
também.
Há um clima, uma esfera [música]
de amor,
uma força que se move entre nós.
[música]
[canto]
Algo novo [música] Deus está por fazer.
[música]
Com este [canto] povo alguém muito quer
ver. [música]
Seu [canto] espírito, ele vai derramar
[música]
uma igreja forte edificar [música]
para louvor de tua [canto] glória. Vem,
Senhor, [música]
tua história
escrever
através da nossa [música] vida.
Teu querido
desejamos. [música]
Cumpre em nós os teus planos. Vem,
Senhor,
e reina hoje [música] aqui.
Estamos todos [música] congregados.
aqui
certamente [música][canto]
abençoados
também
há [música][canto] um clima, uma esfera
de amor,
[música]
uma [canto] força que se envolve entre
nós.
Amor [música] no Deus está por fazer.
Este povo [música]
a quem [canto] muito querem.
Seu espírito, ele vai derramar
[música][canto]
uma igreja forte edificar. [música]
e tua glória. [canto]
Vem, Senhor, [música] tua história
escrever [canto]
através da nossa vida.
Teu querer
[música] que desejamos
contra em nós os teus planos. Vem,
[música] Senhor,
e reina hoje aqui
para louvor [música]
e tua glória. [canto]
Vem, Senhor, tua história
escrever
através da nossa vida.
[música]
Teu querido,
desejamos
contra em [música][canto] nós os teus
planos. Vem, Senhor,
e reina [música]
hoje aqui.
>> [música]
[música]
>> Vamos agora refletir sobre o ensino da
palavra de Deus, que é tão importante
para a nossa vida [roncando] nestes
dias. A tradição tanto da cristandade do
ocidente, como também a tradição do
Oriente, tá pensando na famosa festa do
Pentecoste, a descida do Espírito Santo.
Uau!
>> [roncando]
>> Na tradição ocidental, a gente vai
comemorar uma semana antes daquilo que
vai acontecer no ambiente, por exemplo,
grego, ortodoxo, né? Quer dizer que nós
temos aí uma pequena variação de
calendário que não muda nada no sentido
dessa festa que é tão importante na
narrativa bíblica. Mas a gente deve
perguntar: "OK, eu ouvi falar do
Pentecoste e os Espírito Santo chega, os
discípulos estão reunidos, aquilo que
vai acontecer de maneira especial. Mas
como é que foi isso mesmo? Como é que a
gente pensa naquela reunião? Por que
eles estavam ali? O que que eles estavam
fazendo? Então, hoje nós vamos falar
sobre a festa de Pentecoste,
Jerusalém, no holofote. E para isso eu
queria começar lendo um texto aqui da
Bíblia que aparece no livro de Êxodo,
capítulo 34.
No finalzinho do versículo 21, indo
adiante, o texto diz assim: "Ninguém
compareça perante mim de mãos vazias.
Trabalhe seis dias, mas descanse no
sétimo, tanto na época de Arar como na
da colheita".
>> [suspirando]
>> Celebre a festa das semanas na ocasião
dos primeiros frutos da colheita do
trigo e a festa do encerramento da
colheita no fim do ano. Três vezes por
ano todos os homens do seu povo
comparecerão diante do soberano, o
Senhor, o Deus de Israel. Percebe no
tempo antigo ah do Israel eh na história
bíblica do Israel antigo, nós vamos ver
assim que havia três festas de
peregrinação. Por isso o texto diz que
ninguém deveria chegar lá de mãos
vazias, porque eles iam adorar a Deus.
Essa
festa tá dentro das chamadas três festas
que aparecem mencionadas aqui no verso
23. três vezes por ano, todos os homens
do seu povo comparecerão diante do
soberano Senhor. Então eles iam ao
santuário e isso se definiu como
peregrinação no próprio templo de
Jerusalém. E aí você vê o que que tá
acontecendo agora. E essa aqui é a festa
das semanas. E ela é chamada de então
festa de Pentecoste. Mais tarde a gente
vai entender porquê. Quando a gente olha
pro texto, a gente vai ver que em outras
passagens do Antigo Testamento, nós
temos uma referência isso. Por exemplo,
em Êxodo, capítulo 23, verso 16, o texto
diz: "Celebrem a festa da colheita dos
primeiros frutos do seu trabalho de
semeadura.
Celebrem a festa do encerramento da
colheita quando no final do ano vocês
armazenarem as colheitas". A gente viu
no capítulo 34 que nós estamos falando
de colheita do trigo e essa festa de
encerramento da colheita. E ainda é
possível ali olhar o texto de Levítico,
capítulo 23, que vai dizer o quê, né? A
gente vai ver então agora a ligação,
como é que essa essa festa era chamada,
né? Ela é chamada, a gente conhece com o
nome de Pentecoste e ela é chamada de
Xavuote. A tradução de Xavuote é semanas
e até hoje no ambiente judaico ela é
chamada de festa de Xavuote. E por que
que ela veio a chamar ser chamada de
Pentecoste? Olha lá, e Levítico 23 verso
15 diz: "A partir do dia seguinte ao
sábado, dia em que vocês trarão o feixe
da oferta ritualmente movida, contem
sete semanas completas. E atenção, o
verso 16, contem 50 dias." Esse 50
é a palavra que foi traduzido pro grego
e deu origem 50 dias. da tradução é
Pentecoste
até um dia depois do sétimo sábado.
Então, apresente uma oferta de cereal
novo ao Senhor. Quer dizer, um dia
depois do sétimo sábado, 7 x 7 49 dia
50. Onde quer que morarem, tragam de
casa dois pães feitos com dois jarros da
melhor farinha, cozidos com fermento,
como oferta movida dos primeiros frutos
ao Senhor. Junto com os pães, apresentem
sete cordeiros, cada um com um ano de
idade, sem defeito, um novilho e dois
carneiros. Eles serão um holocausto ao
Senhor, juntamente com as duas, com as
suas ofertas de cereal e ofertas
derramadas. É a oferta preparada no fogo
de aroma agradável ao Senhor. Então,
[roncando] olha que coisa interessante.
O que tá acontecendo em Jerusalém é que
aqueles que tinham ouvido, né, sobre
Jesus, os próprios apóstolos, os
discípulos, eles estão reunidos e ali
estão reunidos pertinho ali do próprio
templo, né? Ah, quando eh eles estão
obedecendo essa orientação bíblica de
três vezes por ano se apresentarem ao
Senhor. Então, tá tendo essa festa, tá
tendo essa realidade ali presente, né? E
e como é que funciona isso? a gente
ouviu falar que nós temos aqui o que a
gente chamou de um tempo, eh, que
envolvia a colheita, porque essa festa
das semanas também é a chamada festa da
colheita. Então ela é chamada de festa
das semanas, festa da colheita, chavuote
e ela é chamada
também de festa, né, [roncando] como é
conhecida em toda a tradição cristã de
Pentecostes. Então você pode olhar, né,
veja que aquele tempo natural, o tempo
agrícola com a experiência, né,
israelita antiga com o Deus único. Aí
você vê que esse tempo natural e
agrícola vão se revestir
um significado nessa relação com Deus. E
acontecia a colheita da cevada no final
de abril e em seguida a colheita do
trigo, que é no final de maio. Agora a
gente entende a datação, às vezes
podendo cair no comecinho de junho. Por
isso havia o que era chamado as festas
dedicadas a Deus, ao Senhor. E aí você
vê as festas principais são a festa da
Páscoa, a festa do Pentecoste e a festa
dos tabernáculos. Mas aí você pode ver,
né, como essas festas são distribuídas.
E é interessante que as festas, de modo
geral, as mais importantes, [roncando]
elas aconteciam na transição. Por
exemplo, a festa da Páscoa é a festa que
se comemora aí no começo da primavera e
é o início do período de estiagem na
terra de Israel e na região. E aí quando
a gente tá mais adiantado 50 dias, já a
caminho do começo do verão, a gente tem
a festa de Pentecostes. nesse período
que é um período sem chuva e que
acontece a colheita. Quando chegamos em
setembro e outubro, aí você tem, né, o
chamado ano novo judaico. Depois temos
eh a festa do dia especial do Yonkipur,
dia da expiação ou do perdão e depois a
festa de tabernáculos. E aí começa de
novo o período chuvoso a partir daí.
Então você vê que tem toda uma conexão
entre esse calendário agrícola e aquilo
que se tornou as festas se tornaram as
festas dedicadas ao Senhor. Mas então,
meu querido, o que que a gente entende?
O que que acontece aí? Olha lá, primeira
coisa que chama atenção é que nesse
momento dessa dessa grande festa, dessa
grande celebração,
ah, os judeus estão celebrando a entrega
da lei, a entrega da Torá, quando houve
libertação
e eles vão, né, caminhar pelo deserto
aprendendo a sua relação de dependência
de Deus. Deus dá a lei ao povo. E por
que isso? Porque você vai se lembrar, os
israelitas são libertados do Egito na
ocasião da Páscoa e vão pro deserto e
vão caminhando, né, na direção daquilo
que é apresentado com a promessa da
terra chamada terra prometida, a terra
de Canaã. E aí quando eles estão, né, a
tradição em função até mesmo do desses
textos que nós lemos dizem: "Olha, foi
aí nesse contexto que Deus entregou a
lei." Aí você vê uma conexão, né, entre
[roncando] a história e a geografia,
aquilo que se dá nesse cenário aí que se
celebra esse momento. Então, olhando
para isso, a gente vai tentar aqui ver
tudo o que aconteceu nesse momento,
quando, vamos assim dizer, nós temos a
primeira referência da festa de
Pentecoste mais antiga, essa festa que
vem lá de trás, né, que aparece aí no
êxodo, aparece em Levítico. O que que
aconteceu no momento em que a lei é
entregue? Vamos ver. Primeira coisa, o
destaque para o lugar. A lei é entregue
no Monte Sinai. A segunda coisa é que
tudo que acontece se dá nos 50 dias
depois da Páscoa. [roncando] Aí a lei
então é entregue da parte de Deus, quer
dizer a orientação de Deus para a vida,
já que Deus entra em aliança com Israel.
E quando isso acontece, a gente vai ver
uma descrição cheia, digamos assim, de
efeitos especiais, né? Você vai ver o
som de trombeta, a fumaça de fornalha
que aparece ali quando Deus vai falar
com Moisés. E é interessante que na
tradição judaica existe um midrache, né,
que é uma espécie de comentário,
eh, que fala às vezes de uma maneira
muito embelezada de certas coisas que se
deram no passado. E esse midracho vai
dizer que essa palavra divina quando foi
dada, quando Deus fala, ela se
apresentou e foi traduzida em 70 línguas
diferentes, até para dizer que e seria,
vamos dizer, o total de povos que os
israelitas antigos conheciam, era um
número representativo desses povos. E aí
é uma coisa interessante, porque a lei
divina é dada fora da terra prometida,
né? E ela quando é dada, ela se
apresenta nessas 70 línguas, conforme a
tradição. E por que que isso é
importante? Porque o legado que essa lei
de caráter espiritual e moral é um
legado que não se restringia ao mundo de
Israel e que haveria de se multiplicar
para as nações. E é interessante que
nesse momento é que nasce de fato Israel
como povo, porque
nós conhecemos Abraão, Isaque, Jacó,
tal, mas a nação nasce propriamente aí.
E quando essa lei é dada, o povo não
permanece fiel. Vocês conhecem a
história do bezerro de ouro, a história
de Arão, como é que eles vão lá praticar
aquele momento de ato
idólatra? E o julgamento divino vai
dizer que por causa disso morrem 3.000
pessoas, conforme o relato bíblico. E
tudo isso vai estar celebrado,
relacionado
na história com o momento da colheita
agrícola, porque isso coincide na
memória histórica de quando eles saem e
a experiência na terra prometida. você
tem aí, vamos dizer, essa sobreposição,
né, histórico-geográfica com a questão
da realidade, do momento da colheita.
Agora, olha que coisa interessante,
talvez nem todo mundo saiba disso, mas
ah, há certos pequenos livros na Bíblia,
né? você tem o livro lá de Lamentações,
né, de Eclesiastes,
de Rute, eh, de Ester, né, Cântico dos
Cânticos, que a tradição ela acabou
assim eh colocando esses livros em
sintonia maior com certos momentos
especiais. Então, por exemplo, na festa
de Purim, todo mundo lê o livro de
Ester. Na festa da Páscoa se lê o
Cântico dos Cânticos. E olha que coisa
interessante, na festa do Pentecoste,
esse Pentecoste que está no holofote lá
em Jerusalém,
o livro que a tradição consagrou, que a
gente deve ler, é o livro de Rute. E por
que será? Vamos ver. Olha que coisa
interessante, Rute e Noemi, nós temos
uma um relato no capítulo 2, mostrando
os versos 12 e 23,
quando a Bíblia diz o seguinte: "O
Senhor lhe retribua o que você tem
feito". Isso numa conversa de Boaz
falando para Rute. Que você seja
ricamente recompensada pelo Senhor, o
Deus de Israel. E uma frase muito bonita
sobre cujas asas você veio buscar
refúgio. E depois, mais adiante, assim,
Rute ficou com as servas de Boaz para
recolher espigas até acabarem as
colheitas da cevada e do trigo.
Entretanto, ela ficou morando com a sua
sogra. Você percebe? Até acabarem as
colheitas da cevada e do trigo. Aí você
já pode olhar, né? Ou seja, abril e
maio, né? Quando Rute e Noemi voltam do
seu sofrimento na terra de Moabe. E por
que esse livro e qual é a ligação que
nós temos e que e que que existe de fato
entre Rute e o Pentecoste? Vamos ver.
Olha que coisa interessante. Quando a
gente abre o livro de Rute, logo no
começo, diz a Bíblia assim: "Na época do
juiz, houve fome na terra. Um homem de
Belém de Judá com a mulher, os dois
filhos, foi viver por algum tempo nas
terras de Moabe. O homem chamava-se
Elimelec, sua mulher Noemi e seus dois
filhos Malon e Quilon, eram efrateus de
Belém de Judá. Chegaram a Moabe e lá
ficaram.
Morreu Elimeleque, marido de Noemi, ela
ficou sozinha com seus dois filhos. Eles
se casaram com mulheres moabitas, uma
chamada Orfa, outra Rute. Depois de
terem morado lá por quase 10 anos,
morreram também Malon e Kilion. E Noemi
ficou sozinha com seus dois filhos e sem
o seu marido. Você pode imaginar que que
é isso? Um casal que tem nomes
abençoados, né? O homem chama Deus é o
meu rei. A mulher chama agradável, né?
Prazer. E eles têm os seus filhos a fome
num lugar chamado Judá, abençoado por
Deus. Beleng quer dizer lugar de
alimento, casa do pão. E eles são
obrigados então a descer pelo Vale do
Rio Jordão e lá do outro lado pra terra
de um pessoal muito complicado. Esses
moabitas praticavam sacrifícios humanos.
Esses moabitas eles eram muito difíceis
na sua postura, né? Eh, e eles não
tinham nem permissão de
entrar no espaço sagrado dedicado a Deus
em Israel. E de repente, né, eh, tudo
acontece do pior. Fica a Noemi sozinha,
ela tem essa nora que é Rute, que é
moabita. E elas chegam de volta na época
da colheita. E é interessante que
olhando um pouquinho para pra frente,
né, quando a gente olha o que aconteceu
no verso 15, 16 e 17, né, a gente vai
ver que Noemi aconselha Rute, veja, sua
concunhada tá voltando pro seu povo, pro
seu Deus. Volte com ela. Rute, porém,
respondeu: "Não insista comigo que te
deixe e não mais acompanhe. Aonde fores
irei, onde ficares ficarei. O teu povo
será o meu povo. O teu Deus será o meu
Deus. Olha que coisa interessante aqui.
Você já vê algo curioso que é uma
israelita que diante do seu sofrimento
enorme praticamente perdeu a fé e agora
ela tem uma atitude dessa moabita, né,
sua nora que conheceu uma realidade
religiosa tão diferente agora apaixonada
pelo eh Deus revelado a Israel, a ponto
de dedicar a sua vida acompanhando a sua
sogra, vamos dizer, mesmo que ela não
tivesse condição de nada, ela vai dizer:
"Olha, onde você ficar, eu fico, onde
você tiver que pernoitar, eu pernoito. O
teu, eu vou pernotar. O meu, o teu Deus
é o meu Deus", né? E é interessante, né?
Que quando a gente olha, né? Lá na
frente, o verso 22 diz que foi assim que
Noemi voltou das terras de Moabe com sua
nora Rute Moabita. Elas chegaram a Belém
no início da colheita da cevada. Ou
seja, no mês de abril. Que coisa,
pessoal. Olha só. E aí a gente vê um
negócio tão interessante, porque você
tem, né,
Chavuot,
festa dedicada a Deus, entrega da lei,
manifestação especial de Deus no Monte
Sidai, aliança com Israel, a coisa assim
mais sublime, impressionante. Do outro
lado, o sofrimento inexplicável de uma
família que adorava a Deus e viu morte
atrás de morte. Nós temos uma família
numa dificuldade sem fim,
um problema de sobrevivência, mudando
para uma terra inóspita, passando por
luto, solidão, abandono, dor. E a
pergunta é: será que Deus havia se
esquecido deles? Nesse lugar onde o deus
C de Moabe era um Deus que exigia até
sacrifício humano e até sacrifício de
crianças. Que coisa mais impressionante
que a gente pode encontrar. E aí você
vai ver essa situação quando ah
[roncando] vemos Noemi e Rute, as duas,
né, viúvas, e essa viúva volta, né, para
casa sozinha, machucada depois de viver
esse tempo num lugar estrangeiro. E aí o
texto vai dizer que tudo veio de Deus.
Como assim?
quer dizer a entrega da lei, a
manifestação sobrenatural do criador e
redentor. E ao mesmo tempo, de alguma
maneira que a gente não entende, Deus tá
presente na dor mais intensa e difícil
do ser humano. E isso aparece nesse
contraste que se encaixa aí na relação
do Deus eterno em meio à sua glória e o
nosso momento mais doloroso. E aí, que
que acontece? Rute vai lá tentar ajudar
sua sogra, ela vai colher, né? Ela vai
passar inclusive por uma situação de
muito risco enquanto ela tenta
sobreviver.
Ela é moabita, coisa que soaria muito
problemático nos olhos, nos ouvidos dos
israelitas antigos. E nisso surge uma
providência divina. A providência tão
interessante que é é curioso que quando
ela tá colhendo ali, ela entrou por
acaso no campo que pertencia a Boaz e
Boaz era parente que poderia se casar
conforme as leis antigas com a própria
Rute. Boaz então aparece como uma
espécie de redentor [roncando] daquela
situação. E a Noemi tava tão ruim que
ela nem lembrou que ela tinha um parente
que podia ajudar. Mas o acaso, que é o
que a gente acha que tá acontecendo com
os nossos olhos, era um acaso sobre a
supervisão de Deus. Por isso que
ironicamente o texto vai dizer que isso
foi por acaso. E assim Rute vai ser
usada de modo especial pela bondade,
poder de Deus para resgatar o coração
dolor de Noemi. Noemi retoma a vida.
Boaz e Rute vão se aproximar. Renasce a
esperança e acontece. um casamento.
Agora, olha que coisa interessante.
Olha, olha, olha as conexões que
aparecem na Bíblia. A gente tem três
festas, né, especiais aí de peregrinação
que nós lemos agora quando, né, abrimos
aí a nossa reflexão. E as festas são
qual? São quais, né? É a festa da
Páscoa, né? A festa de Sucote e a festa
de Xavuote. Então, tá aqui, ó. Páscoa tá
aqui no começo, na primavera, sucote tá
aqui no outono e aqui no meio táote no
calendário. Sabe o que que a gente lê
no livro, na ocasião da Páscoa, né,
quando é lida no contexto hebraico,
judaico, é lido o livro do Cântico dos
Cânticos. Porque assim, todas essas
festas envolvem o elemento relacional de
Deus com o ser humano e elas têm uma
proposta de amor. Amor em relação a Deus
e amor em relação ao próximo. Só que
quando a Páscoa dá início a essa
libertação, esse momento de euforia, o
livro que fala de amor fala de amor
romântico, amor intenso, amor
apaixonado, aquela coisa forte que
aparece com beleza no cântico dos
cânticos. E quando a gente vê o sucote
lá na frente, vai acontecer geralmente
em outubro, às vezes final de setembro,
Socote é lido o livro de Eclesiastes. E
curioso isso, né? O Coelet, que vai
falar, vamos dizer, de um amor
amadurecido de alguém já lá na frente
depois de ter vivido tudo, um amor assim
meio de terceira idade, sabe? Que olha
para trás e fala: "Isso aqui valeu a
pena. Isso não, isso aqui tem
substância, isso não. Eu descobri que
isso aqui é passageiro, né? É
interessante. E no meio, né, nós temos
exatamente, e aqui ganha destaque no
meio, no calendário, a festa de Xavuote.
E Xavuot, adivinha só? A gente lê o
livro de Rut, não cântico dos cânticos,
nem eclesiaste Rut. E Rud, a palavra que
ganha destaque é a palavra. Que que é?
[roncando]
Hed é amor leal, é a misericórdia
infalível.
É essa, né? Às vezes traduzir por amor,
misericórdia, fidelidade,
lealdade. É um amor que não pode falhar.
É o amor de casamento, que é o que
acontece com Boaz e Rute. E não só de
casamento, mas um amor prolífico,
diferente da paixão forte, diferente da
recordação sóbria. A gente tem essa
referência. Por isso o livro de Rute,
que celebra a coisa na festa da colheita
e tá ligado com o Pentecoste, ele vai
dizer o quê? Essa é a história dos
antepassados de Davi, desde Peres. Perz
gerou Esron, depois Rão, Aminadab,
Nassom, Salmom. Salmão gerou Boaz, Boá
gerou Obed, Obed gerou Jessé. E o Jessé
gerou Davi, que é o rei de Israel. E o
rei que tem uma aliança com Deus que vai
dar início à expectativa do rei Davídico
ou rei messiânico que vai trazer
salvação e redenção. Então, olha que
coisa interessante. Tudo isso tem
relação, né, com essas festas que acabam
tendo desdobramento com essa realidade
davídica, ou seja, com a esperança do
Messias. Então, as festas bíblicas, que
se tornam também as festas judaicas,
elas têm uma conexão. Que conexão é
essa? A Páscoa, os pães sem fermentos e
os primeiros frutos que acontece tudo
numa sequência, é o momento quando vai
acontecer a paixão, a morte e a
ressurreição de Jesus.
A próxima festa é Pentecoste. Olha que
coisa. A promessa de Jesus se cumpre e
vem o Espírito Santo. Então, essas
festas, vamos dizer, do primeiro momento
aí do primavera, início do verão, marcam
a primeira vinda do Messias Jesus. A
segunda,
vamos dizer, metade, né, dessas festas
que acontecem lá na frente, tem todo o
intervalo aí, tem as trombetas, que são
o ano novo judaico, Rochraá, a festa do
Yonkipur, dia do perdão e da purificação
e tabernáculos, que envolve a segunda
vinda de Cristo, quando o som da
trombeta ecoar, anunciando a chegada do
reino de Deus de maneira definitiva, com
a expiação dos pecados pecados feitas de
maneira completa, terminando o seu
projeto de redenção. E aí Deus habitará
conosco e nós habitaremos com ele nas
festas dos tabernáculos, que tem a ver
com essa ah esse morar definitivo que
Apocalipse fala de Deus entre os homens.
Então nós vemos a relação interessante
de Jesus com o Pentecostes, Jesus com o
Xavuote. E essa conexão
a gente vai ver que tem o desdobramento
então na festa do Pentecoste que a gente
vê em Jerusalém sob o nosso holofote.
Então vamos entender o que que acontece.
Olha só que coisa impressionante e
curiosidade extraordinária que eu quero
compartilhar com vocês. Você lembra
quando a gente viu lá como é que foi a
festa do Pentecoste original? Chavote,
como é que foi? Monte Sinai, 50 dias
depois da Páscoa. Foi o momento da
entrega da lei. A gente viu lá que tem
som de trombetas, fumaça de fornalhas.
Aquela palavra ela se desdobra em 70
línguas conforme o midras. Nasce Israel
como nação. Morrem 3.000 no juízo divino
do bezerro de ouro. E é o momento da
colheita agrícola. Quando a gente chega
agora no chavuote de Jerusalém, no
Pentecoste,
a gente vê, lembra? Não era Monte Sinai,
agora tá no Monte Sião, nesse lugar
importante em Jerusalém. 50 dias depois
da Páscoa, 50 dias depois da
ressurreição. Não foi dada a lei aqui,
agora é dado o espírito. O espírito vai
ter conexão com a lei. Não houve lá, a
gente viu, né, ali o as trombetas, o
barulho, o fogo, fumaça. Então agora vem
um vento muito forte com línguas de
fogo. É paralelo.
E aqui no Pentecoste, em Atos, nós vamos
ouvir as línguas das nações, daqueles
que estão lá. E nesse momento, já que lá
atrás nasceu a comunidade de Israel,
agora nasce a comunidade das nações que
põe fé no Messias. E agora a colheita,
ela é espiritual.
E enquanto morreram lá, 3.000, agora
3.000 aqui alcançam vida em Jesus. O
paralelo é impressionante,
extraordinário, exponencial.
Então vamos ver como é que o texto mesmo
descreve isso. Chegando o dia de
Pentecoste, Atos 2, verso 1, estavam
todos reunidos num só lugar. De repente,
veio do céu um som como de um vento
muito forte, encheu toda a casa na qual
estavam sentados e viram que parecia
línguas de fogo que se separaram e
pousaram sobre cada um deles. E todos
ficaram cheios do Espírito Santo e
começaram a falar noutras línguas
conforme o Espírito capacitava.
Havia em Jerusalém judeus tementes a
Deus, vindo de todas as nações do mundo.
Ouvindo-se o som, juntou-se uma multidão
que ficou perplexa, pois cada um os
ouvia falar em sua própria língua. Que
coisa impressionante. E aí a gente vai
ver que lá atrás, quando Deus estabelece
a sua relação com Israel, Israel passa
por um processo histórico extraordinário
que começa e tem o foco e se desdobra
naquilo que era a razão de ser desse
projeto divino, que é a missão. E olha
só o que que acontece quando a gente vê
a descrição de Israel e as nações.
Israel é formado por Deus.
é oprimido na escravidão egípcia, é
libertado, é separado, né? Um tesouro
especial, separado por Deus. E apesar de
todo esse histórico favorável, o povo
termina se se desviando. Eles rompem,
eles praticam coisas inaceitáveis, se
desdobrem em idolatria, injustiça. Mesmo
assim, o Deus que ama aqueles com quem
ele faz aliança, assim como é descrito
no livro de Oséias, um Deus que vai
trazer esse povo de volta. Então, mesmo
na sua fragilidade, Israel é tornado
bênção e tem toda a expectativa,
esperança e promessa de ser restaurado.
E Atos 2 configura isso de maneira
clara, com esse foco dessa missão, né?
Como é que esse grupos que estão aqui
são todos judeus ou pessoas ligadas ao
judaísmo da época e que vão experimentar
esse momento extraordinário da história
bíblica? Atônitos e maravilhados. Eles
perguntavam: "Acaso não são galileus
todos esses homens que estão falando?
Então como os ouvimos cada um de nós em
nossa própria língua materna? Partos,
Medos e Elamitas, habitantes na
Mesopotâmia, Judeia, Capadócia, do ponto
da província da Ásia, Fría, Panfíria,
Egito, das partes da Líbia, próximo a
Sirene, visitantes vindos de Roma, tanto
judeus como convertidos ao judaísmo,
cretenses e árabes, nós os ouvimos
falar, declarar as maravilhas de Deus em
nossa própria língua. Atônitos e
perplexos, todos perguntamos aos outros
que significa isso? Os que aceitaram a
mensagem foram batizados e olha lá, e
naquele dia houve um acréscimo de cerca
de 3.000 pessoas. Agora veja que coisa
impressionante. Olhe bem esse quadro que
a gente apresenta para mostrar agora o
caminho da colheita das nações sobre o
poder do espírito. Então você vai ver aí
que todos esses lugares citados em Atos
2, eles fazem uma espécie de círculo em
torno de Jerusalém. Então você tem lá,
né, eh eh o Egito, você tem Sirene, que
é a antiga Líbia, Creta, Roma, a
província da Ásia, Frija, Panfíilha,
Ponto, Capadócia, Mesopotâmia,
a região onde estavam os partos, né, os
elamitas, a média também, que é a antiga
localidade, tudo na onde era antiga
Pérsia e até mesmo a Arábia. Você
percebe que coisa extraordinária essa
relação? E aí a gente chega no ponto
nevrálgico e central dessa questão do
Pentecostes, que é a vinda do Espírito,
a descida do Espírito Santo.
[suspirando]
O Espírito Santo que chega agora chega
sob a promessa deixada por Jesus nesse
contexto da nova aliança. Então vamos
ver o que é que Jesus disse sobre o
Espírito Santo que haveria de acontecer.
E que nós vemos o espírito chegando para
fazer o quê? Vamos ver. Olha lá, em João
14 verso 25, a Bíblia diz assim: "Tudo
isso lhes tenho dito enquanto ainda
estou com vocês." Palavras de Jesus. Mas
o conselheiro, o consolador, o Espírito
Santo que o Pai enviará em meu nome,
lhes ensinará todas as coisas e lhes
fará lembrar tudo o que eu lhes disse.
Deixo-lhes a paz, a minha paz lhes dou,
não a dou como o mundo a dá. Não se
perturbe o seu coração, nem tenham medo.
O espírito vai ensinar todas as coisas e
vai fazer o todos lembrarem do que Jesus
disse. No capítulo 16, a Bíblia diz:
"Tenho ainda muito que lhes dizer, mas
vocês não podem suportar agora". Mas
quando o espírito da verdade vier, ele
os guiará toda a verdade. Vai guiar a
verdade. Ele é o espírito da verdade.
Não falará por si mesmo. Falará apenas o
que ouvir e lhes anunciará o que está
por vir. Ele me glorificará, porque
receberá do que é meu e o tornará
conhecido a vocês. Tá vendo? verdade,
guiar a verdade, tornar conhecido. Tudo
que pertence ao Pai é meu. Por isso, eu
disse que o Espírito receberá do que é
meu e o tornará conhecido a vocês. Ou
seja, o foco é o espírito vem e tudo
aquilo que parece que não tinha entrado
direito na cabeça dos discípulos, parece
que não tinha se encaixado. Tudo que
Jesus fala, o seu ensino, a sua verdade,
toda a sua orientação, na hora do vamos
ver, parece que os discípulos não
conseguem, como a gente pode dizer,
digerir isso, né? É como se, sabe,
falando em linguagem mais recente, é
como você ter um aplicativo assim no no
tablet [limpando a garganta] ou no
celular, só que ele não funciona, ele
não tem nada executável assim. Então
aquilo tá lá, mas parece que não sei. E
a resposta é: sabe quem vai fazer isso
entrar em ação? É o espírito. [roncando]
Aí você vai ver a coisa mais
interessante, impressionante da mensagem
bíblica e que tem a ver com Pentecoste é
a relação entre a lei, o espírito e o
amor. Esse amor do réede divino. Que
história é essa, Saião? Me diga. Então,
lembra que foi dada a lei? Como é que é
a lei? A lei tá em tábuas de pedra e ela
nos diz o que devemos fazer. Esse
conteúdo total da lei é muito grande e
na hora de caminhar, se a gente não tá
com orientação interna bem definida,
essa lei acaba nem ajudando muito. Ela
apenas mostra que a gente falhou. Ela
traz uma espécie de condenação, ela traz
um sentimento ruim, ela mostra a nossa
inaptidão. Então assim, a lei que era
para ser uma coisa favorável se tornou
um problema, um desafio. Aí é
interessante que no Pentecoste, no
paralelo com o que aconteceu lá atrás no
Sinai, a gente tem em vez da lei a vinda
do espírito. O espírito é paralelo da
lei. E aí nós vamos ver como esse amor
divino, esse amor que é é fértil, que
que aponta pra colheita, como é que isso
se desdobra? E a gente vai entender
aquilo que Hebreus capítulo 8 vai dizer,
porque vai explicar a relação entre os
dois. Vamos ver. Olha lá.
Pois se aquela primeira aliança fosse
perfeita, a aliança não era ruim, ela
não tem defeito. Ela não é, ela não é
perfeita. Não é completa.
Se ela fosse perfeita, não seria
necessário procurar um lugar para outra.
Deus, porém, achou o povo em falta e
disse: "Por que o povo em falta? Porque
eles adoraram o bezerro de ouro. Eles
foram buscar os deuses das nações. Eles
falharam, eles erraram no ponto número
um da aliança. Não tenham outros deuses
além de mim." Então, que que o profeta
Jeremias vai dizer e que Hebreus retoma?
Agora ele diz o seguinte: "Estão
chegando os dias, declara o Senhor,
quando farei uma nova aliança com a
comunidade de Israel, com a comunidade
de Judá?" Lembrando que todos que estão
aqui em Hebreus, em Atos são de contexto
judaico.
Não será como a aliança que fiz com seus
antepassados quando os tomei pela mão
para tirá-los do Egito. Tá vendo que a
referência é a aliança feita lá no Sinai
mesmo, visto que eles não permaneceram
fiéis à minha aliança, eu me afastei
deles, diz o Senhor. Então você tá
vendo? Olha, pessoal, que nós vamos
abordar aqui é aquilo que aconteceu lá
na aliança mosaica, na aliança do Sinai,
que tem a ver com a entrega dos
mandamentos e a falha humana para
obedecê-los. E aí o texto continua e
diz: "Esta é a aliança que farei com a
comunidade de Israel depois daqueles
dias". Declara o Senhor: "Porei minhas
leis em sua mente e as escreverei em seu
coração. Serei o seu Deus e eles serão o
meu povo."
Você viu que coisa impressionante?
A lei que antes estava onde?
simplesmente externa, nas tábuas de
pedra, no código que eu preciso olhar e
ver o que eu faço. E você sabe que isso
não adianta. A pessoa, por exemplo, um
advogado mal intencionado, ele pode
conhecer todas as leis e tentar
driblá-las para fazer o que ele bem
entende, como acontece com muita gente
no ambiente religioso também. E aqui o
que que a gente vai ver? Eu porei as
leis na sua mente e escreverei no seu
coração. Serei o seu Deus, ele será o
meu povo. Quer dizer, aí nasce pelo
poder do espírito um desejo de agradar e
de obedecer a Deus. Olha só, ninguém
mais ensinará o seu próximo, nem o seu
irmão, dizendo: "Conheço o Senhor". Não
era para tornar o Senhor conhecido. Tudo
que Jesus falou, eles deveriam lembrar e
conhecer,
porque todos eles me conhecerão, desde o
menor até o maior, porque eu lhes
perdoarei a maldade e não me lembrarei
mais dos seus pecados. Então a gente vê
um negócio extraordinário marcado por
esse amor divino, amor de aliança, amor
poeticamente decantado no livro de Rute,
quando aquela moça gentílica
vai trazer fé ao coração da sua sogra ah
hebraica de uma maneira especial. E aqui
a gente vê essa troca especial ao mesmo
tempo, né, que esse espírito que age
inicialmente no ambiente exclusivamente
judaico, ele transborda para as nações,
conforme a proposta original que tem
desdobramento aqui em Atos. E aí a gente
vai ver como é que a gente entende a
relação desse amor que mexe com as leis
sob a direção do espírito. As leis são
613
leis contadas pelos sábios nos livros da
lei de Gênesis a Deuteronômio.
O resumo emblemático da Torá, da
instrução divina, são os 10 mandamentos
que nós vemos em Êxodo 20. E vemos
também em Deuteronômio 5, quando Jesus
vai falar sobre isso, ele diz algo muito
especial em Mateus 22:40.
Ele vai dizer o seguinte, que
mamar a Deus sobre todas as coisas que
aparece em Deuteronômio, capítulo 6 ali
no verso 5,
e amar ao próximo como a si mesmo, que
aparece lá em Levítico 19:18, ele diz:
"Olha, esses são, essas são as
diretrizes da lei."
Literalmente o texto diz assim: "Todos
os mandamentos estão eh dependados
nesses dois princípios fundamentais. Ou
seja, todos os mandamentos
gravitam em torno do que significa amar
a Deus sobre tudo e ao próximo com a si
mesmo." O que quer dizer isso? Quer
dizer que quando eu leio um mandamento,
uma lei uma orientação, né? Quando você
lê leis no Antigo Testamento, você não
entende porque você tem, vamos dizer,
uma regulamentação e por trás dela tem
um princípio que quando você não conhece
a língua original, não conhece o
contexto, não conhece cultura, não
conhece a história, você não entende
direito, né? Mais um mandamento simples,
ó. Não corte o cabelo do lado da cabeça.
Quer dizer, não faça alguma coisa que
possa atingir a sua têmpora e causar
dano a ponto que você vai morrer. Quer
dizer, um mandamento que parece uma
coisa sem sentido, ele tem um princípio
de manutenção de vida.
>> [suspirando]
>> Então, quer dizer, se a gente entender
direito dirigido pelo Espírito, todos os
mandamentos são, em última instância,
uma maneira de amar Deus ou de amar o
próximo. E é isso que o espírito faz
quando vem para a pessoa que está na
nova aliança, em sintonia com o Messias
descendente
da história de Rute, daquele nascimento,
né, que lá atrás vai se desdobrar no rei
Davi, a gente vê uma mudança
significativa na nossa vida pelo
espírito que nos faz receber o amor de
Deus, amar Deus.
entrar nessa sintonia prolífica e
poderosa e que se desdobra para as
nações e que leva a pessoa a querer amar
a Deus, obedecer a Deus, fazer a sua
vontade, não porque foi constrangido por
fora ou porque está ameaçado porque tem
medo ou porque é obrigado, porque esse
constrangimento vem de dentro pelo poder
do espírito de Deus.
lá que desceu em Jerusalém, no
Pentecoste, sob esse magnífico holofote.
Deus abençoe a nossa vida, abençoe o
nosso coração para a compreensão dessa
verdade e que ela se desdobre de modo
espiritualmente poderoso na nossa vida.
Amém.
[música]
>> [música]
>> A IBNU tem a alegria de participar de
vários projetos [música] de apoio
humanitário, de evangelização, de ensino
da palavra de Deus em vários lugares do
mundo. Aqui na cidade [música] de São
Paulo, nós temos projetos que atuam
diretamente em regiões de perigo de
morte, [música] regiões de de alto
índice de tráfico humano, de tráfico de
de drogas. Também nós temos [música]
pessoas trabalhando no Nordeste
brasileiro, na luta para uma melhora da
situação econômica daquelas famílias
[música] que estão lá. Temos trabalhos
no meio dos índios, levando a mensagem
do evangelho [música] para aquelas
pessoas que precisam conhecer a [música]
salvação que há em Cristo Jesus. E isso
tem sido feito também em vários lugares
do mundo, Paraguai, [música]
África, alguns lugares da Europa e
também na Ásia e na Oceania. Nós temos
tido a oportunidade de ser sal [música]
e de ser luz, abençoando a vida de
muitas pessoas. E é claro que Deus tem
levantado os recursos, Deus [música] tem
levantado pessoas para nos abençoar e
também tem dado a oportunidade de cada
um de nós repensarmos a nossa vida
financeira, [música] repensarmos a forma
como temos usado os recursos que Deus
tem colocado em nossas mãos e [música]
contribuir, participar tanto com
recursos como também com as nossas
capacidades e aptidões. [música] Existem
muitos projetos na IBNU que você pode
abençoar indo, trabalhando, se colocando
à disposição. [música] Então nós
convidamos você a nesse momento comigo
orar sobre esses dois prismas. Você
[música] olhar para a sua vida, olhar
para a sua capacidade, a sua habilidade
e ver o que em que você pode abençoar a
vida das pessoas. [música] e também na
sua gestão financeira, se você pode ter
uma melhor gestão e utilizar esses
recursos de uma forma mais sábia e mais
inteligente na divulgação do evangelho,
na transformação de vidas e abençoando
também aqueles [música] que são mais
necessitados. Ore comigo nesse momento,
desde já agradecendo a Deus por todas as
bênçãos que ele tem derramado em
[música] nossas vidas. Pai, nós te
agradecemos porque a tua mão tem nos
guiado e o Senhor tem aberto portas,
[música] tem nos dado oportunidade de
chegar a lugares muitas vezes que nós
nem pensávamos. E as oportunidades têm
surgido, o Senhor tem nos indicado, tem
aberto caminhos, tem levantado pessoas
estratégicas para que a tua obra
continue sendo feita, [música]
para que aquela missão que o Senhor
Jesus nos deixou de levar essa mensagem
de salvação a todos aqueles que estão no
planeta possa ser cumprida cada vez
mais. Por isso, Senhor, te agradecemos
[música] porque o Senhor tem nos dado a
oportunidade de trabalharmos contigo
nesse projeto, nessa [música] missão. E
também te agradecemos porque o Senhor
tem aberto as comportas do céu, tem
abençoado a vida da IBNU para essas
missões que têm sido a a [música]
atingidas, para esses caminhos que o
Senhor tem aberto, o Senhor tem também
levantado recursos para chegarmos lá. E
nós sabemos, ó Pai, que [música] o
Senhor deseja, deseja que nós tenhamos
uma vida regrada com relação aos
recursos [música] que o Senhor tem
colocado diante de nós. Nós não podemos
viver dissolutamente pensando apenas em
nós mesmos, mas [música] temos que
agradecer as bênçãos que recebemos e
pensar como podemos utilizar esses
recursos [música] para abençoar outras
vidas. Por isso te pedimos sabedoria
aqui na IBNU, na aplicação dos recursos
[música] que caem aqui e também na vida
individual, na vida cotidiana nossa, que
a [música] gente possa vencer esse
desejo maligno de consumismo que tem a
se alastrado na nossa sociedade,
[música]
vencer a a vontade de sempre estar
buscando o que é mais novo, [música]
mas, ó Pai, sermos mordomos fiéis
daquilo que o Senhor tem colocado em
nossas mãos e principalmente nesse
momento, Senhor, [música]
eu Te peço por capacidade, por aptidão,
por entendimento de como podemos servir,
não apenas com nossos recursos, mas
também com a nossa vida. Como nós
podemos dedicar aquilo que o Senhor nos
deu de habilidade, [música] aquilo que
nós desenvolvemos durante os nossos
dias, na nossa vida diária, para
abençoar a vida de outras [música]
pessoas. Senhor, nos orienta, nos
conduz, assim oramos no nome do teu
filho amado, Jesus. Amém.
>> [música]
>> Mais uma celebração que está encerrando.
Foi muito bom ter você aqui com a gente
e eu quero convidar [música] você agora
a fazer o quê? Compartilhar essa
celebração com o maior número de pessoas
que você pode, tanto pros seus amigos
quanto também pros seus inimigos.
Compartilha para todo mundo, para que
todo mundo possa ser abençoado por essa
mensagem, por tudo aquilo que nós
aprendemos hoje. Se você [música] não
segue a IBU nas redes sociais, procura
aí Instagram, Facebook e também aqui no
YouTube. O que você ainda não segue a
gente aqui? Clica no seguir aí, ativa o
sininho, vai ser uma grande alegria
estarmos juntos de novo. Tchau.
[música]
Estamos [música] todos. congregados
aqui,
certamente
abençoados
também.
Há [música] um clima, [canto]
uma esfera de amor,
[música]
uma força [canto]
que se move entre nós.
[canto]
Algo novo [música] Deus está por fazer.
Com este [música] povo alguém [canto]
muito quer ver.
Seu espírito, ele vai derramar
[música]
uma igreja forte edificar
para louvor de tua glória. Vem, Senhor,
[música][canto]
tua história
escrever
através da nossa vida.
[música]
Teu querer
desejamos.
Cumpre em nós [canto]
os teus planos. Vem, Senhor,
e [música] reina hoje aqui.
[música]
Estamos todos congregados.
aqui [música]
certamente
abençoados
também. [música]
Há [canto] um clima, uma esfera de amor,
[música]
uma força [canto]
que se envolve entre nós.
[música]
Alo
Deus está por fazer.
>> [música]
>> Deus
este povo a quem [música][canto] muito
quer bem.
Seu espírito, ele vai derramar [canto]
[música]
uma igreja forte [canto] edificar.
>> [música]
>> amor e tua glória. [canto]
Vem, Senhor, [música] tua história
escrever [canto]
através da nossa vida. [música]
Eu quer
desejamos.
Em nós [música][canto]
os teus planos. Vem, Senhor,
e reina hoje aqui
para louvor
tua glória. [música] Vem, Senhor, tua
história
escrever
através da nossa vida.
Teu querer,
[música]
desejamos
em [canto] nós os teus planos. Vem,
Senhor, [música]
e reina hoje aqui.
>> [música]
[música]

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