Celebração – 31/05/2026 | Luiz Sayão | IBNU
31/05/2026
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Excelência. A sabedoria de Provérbios [roncando] nos ensina [música] que quando alguém tem habilidade, tem capacidade e trabalha muito bem, [música] um dia ele chegará na presença do rei. Não vai trabalhar pra gente desconhecida. Nesse mundo atual [música] tão complicado, com tantas opções, a pergunta é: profissão escolher? [música] Que caminho seguir? Onde vou trabalhar? O que eu devo fazer? A resposta é perfeita, a resposta [música] das escrituras. Não importa muito bem o que você vai fazer, mas sim como você vai [música] fazer. A atitude que temos com o trabalho, com o estudo, com a nossa vida é uma atitude de [música] dedicação e de adoração a Deus. Por isso, faça tudo com [música] excelência, porque aí há muita sabiência. [música] Olá, que bom que você tá aqui hoje para celebrar conosco como igreja, como comunidade, esse Deus que tem respondido às nossas orações, esse Deus que tem [música] sido presente na sua vida e na vida de todo o povo de Deus. A gente convida você a participar, [música] prestar esse momento de adoração a Deus com o coração reunido conosco nesse momento [música] de adoração. >> [música] [música] >> Tu és bem-vindo [música] ao nosso [canto] meio, Deus bendito, eterno Pai. Tu és [música] bem-vindo ao nosso meio, Deus bendito, eterno [canto] >> a tua presença [música] nos alegra, tua bondade nos atra >> a tua presença nos alegra, [música] tua bondade nos atrai. [canto] [música] Teus filhos somos e teu povo [canto] aqui reunidos. [música] Vem, Senhor, dá-nos [canto] teu vinho novo. Recebe [música] em troca o nosso amor. [música] Tu és bem-vindo [música] ao nosso [canto] meio, Cristo, filho de Davi. Tu és bem-vindo ao nosso [música] meio, Cristo, filho [canto] de Davi. >> Servir-te sempre [música] nosso anseio. Dedicamos-nos a ti. >> Servir-te sempre é do nosso anseio. [música] Dedicamos-nos a ti. [música] >> Teu servos somos corerdeiros. [canto] >> [música] >> Teus mandamentos, nossa [canto] luz. >> [música] >> Tu és perfeito, és o primeiro. [canto] Amado [música] Deus, Senhor Jesus, [música] tu és bem-vindo ao nosso meio. Santo Espírito [música][canto] de amor. >> Tu és bem-vindo ao nosso meio. Santo [música] Espírito [canto] de amor >> que lanças fora todo medo. [música][canto] Ver o Deus consolador >> e lanças fora todo perdão. Era o Deus [música] consolador. [canto] Celados somos com [música] teu selo. [canto] Perante nossa [canto][música] redenção, vem nos encher [canto] de santos. [música] Aquece [canto] a nossa [música] comunhão. Consolador, Senhor [música][canto] Jesus, eterno Pai. [música] Amém. Amém. [canto] [música] Amém. >> [música] >> Alegrai-vos no Senhor. Novamente digo-vos, alegrai-vos. É uma ordem, porque a gente [música] sempre tem algum motivo para estarmos alegres. Como diz um hino antigo, conte as bênção, contas quantas são e há de ver surpreso quanto Deus [música] já fez. Todos nós temos motivos de gratidão. A gente tem motivo de gratidão. Nós temos dificuldades, temos. Temos angústias, [música] temos. Mas nós sabemos que o Senhor está conosco e isso nos alegra. Obrigada, Senhor, porque a gente [música] tá aqui. Obrigada por essa vida tão especial aqui e agora. Foi um momento exato que Deus pensou [música] para mim e para você para estarmos nessa história, sermos testemunhas [música] dele e ajudarmos aqueles que estão à nossa volta. Nenhum de nós é um acidente. Nenhum de nós pegou Jesus e Deus desprevenido ou de susto. Ele planejou cada um de nós no detalhe. Que coisa [música] maravilhosa a gente saber que Deus está onde? olhando para nós, cuidando de [música] nós e nos ajudando na tarefa, no propósito que ele [música] tem para cada um de nós. Vamos celebrar, celebrar ao Senhor com coração cheio de gratidão. [música] Obrigada, Senhor. Obrigada porque o Senhor nos fez e o Senhor continua conosco. Ó que tremenda [música] graça, ó que falo, [música][canto] amor. Tomou o meu [canto] lugar, a minha cruz levou. [música][canto] Você deu sua [música][canto] vida. Estou liberto em [música] fim. [canto] Oh [música][canto] Jesus, eu canto pelo que fez por mim. [música] >> [música] [música] >> quebra o julgo do meu pecado. Tão mais [música] forte é o meu amado, [canto] o rei da glória, o grande [música] rei dos reis. Rei dos reis. >> [música] >> que tem a terra com trono santo. Eu admiro, desejo tanto, [música] o rei da [canto] glória, o grande rei dos reis. >> [música] >> Ó que [canto] tremenda graça, ó [música] que fale amor. [música] Tomou o meu lugar, a minha cruzou. Você deu sua vida. [música] Responde perto [música] Jesus, eu canto pelo que fez [música] por [canto] mim. [música] [música] E traz a ordem em meio ao caos. [canto] Adota o [música] órfão livrado do mal. [canto] O rei da glória, [música] o rei da glória. [canto] Governa o mundo [música] com sua justiça. [canto] És como o sol, [música] tua face brilha, o rei da glória, [canto] o grande rei dos reis. >> [música] >> Ó quem tremenda graça, [música] graça. Ó quem fale [música] a minha cruzou. [música] Você ab sua vida. [música] Estou liberto em mim. Ô Jesus, [música] eu canto pelo que fez por mim. >> Dignor [canto][música] de Deus. >> Dign o cordeiro. >> Digno [canto][música] é o rei que a morte venceu. Digno é o cordeiro [canto][música] de Deus. Digno [canto] é o rei [música] que a morte venceu. Digno é [canto] o cordeiro de Deus. [música] Digno [canto] é o rei que a morte venceu. Dignordeiro [música][canto] de Deus. Dign. [música][canto] Ó que tremenda graça, ó que [música] falo, amor. Tomou [música] no meu lugar a minha [música] levou. Você a vida [canto] [música] estou liberto em fim. [música] Jesus, eu canto, ela que [música] tens por mim. >> [música] [música] >> Bom, chegamos agora então ao momento que nós vamos falar Deus de novamente, colocar diante dele o que está no nosso coração, é as nossas o nosso agradecimento, as alegrias, mas também aqueles que eu sempre que estamos eh afligindo nesse momento. Este é o momento de conversar com diretamente. Eu convido você para fazer essa oração junto comigo. Senhor [música] Deus, Pai todo poderoso, nós te agradecemos, Senhor Deus, porque nós Senhor Deus amor, porque a tua misericórdia, a tua graça, alcance em todos os quer fazer parte da e coloco ti eh tudo aquilo que ele tem que incomodar no meu coração, me deixar e também que me irmãos com aqui de orar. Senhor, então isso eh questões da família do trabalho, [música] santo, pai. O Senhor conhece todas as coisas, conhece o Senhor conhecer tudo que precisamos. Essa palavra Senhor da nossa boa, Senhor, te conhece. E eu quero pedir pelo teu servidor, pela tua sabedoria, pela tua coração, tua paz e nossos corações. [música] Deus, eu senhor [música] e todas as coisas, senhor no nome do Senhor Jesus. Amém. >> [música] >> Estamos [música] todos congregados aqui, certamente [música] abençoados também. Há um clima, uma esfera [música] de amor, uma força que se move entre nós. [música] [canto] Algo novo [música] Deus está por fazer. [música] Com este [canto] povo alguém muito quer ver. [música] Seu [canto] espírito, ele vai derramar [música] uma igreja forte edificar [música] para louvor de tua [canto] glória. Vem, Senhor, [música] tua história escrever através da nossa [música] vida. Teu querido desejamos. [música] Cumpre em nós os teus planos. Vem, Senhor, e reina hoje [música] aqui. Estamos todos [música] congregados. aqui certamente [música][canto] abençoados também há [música][canto] um clima, uma esfera de amor, [música] uma [canto] força que se envolve entre nós. Amor [música] no Deus está por fazer. Este povo [música] a quem [canto] muito querem. Seu espírito, ele vai derramar [música][canto] uma igreja forte edificar. [música] e tua glória. [canto] Vem, Senhor, [música] tua história escrever [canto] através da nossa vida. Teu querer [música] que desejamos contra em nós os teus planos. Vem, [música] Senhor, e reina hoje aqui para louvor [música] e tua glória. [canto] Vem, Senhor, tua história escrever através da nossa vida. [música] Teu querido, desejamos contra em [música][canto] nós os teus planos. Vem, Senhor, e reina [música] hoje aqui. >> [música] [música] >> Vamos agora refletir sobre o ensino da palavra de Deus, que é tão importante para a nossa vida [roncando] nestes dias. A tradição tanto da cristandade do ocidente, como também a tradição do Oriente, tá pensando na famosa festa do Pentecoste, a descida do Espírito Santo. Uau! >> [roncando] >> Na tradição ocidental, a gente vai comemorar uma semana antes daquilo que vai acontecer no ambiente, por exemplo, grego, ortodoxo, né? Quer dizer que nós temos aí uma pequena variação de calendário que não muda nada no sentido dessa festa que é tão importante na narrativa bíblica. Mas a gente deve perguntar: "OK, eu ouvi falar do Pentecoste e os Espírito Santo chega, os discípulos estão reunidos, aquilo que vai acontecer de maneira especial. Mas como é que foi isso mesmo? Como é que a gente pensa naquela reunião? Por que eles estavam ali? O que que eles estavam fazendo? Então, hoje nós vamos falar sobre a festa de Pentecoste, Jerusalém, no holofote. E para isso eu queria começar lendo um texto aqui da Bíblia que aparece no livro de Êxodo, capítulo 34. No finalzinho do versículo 21, indo adiante, o texto diz assim: "Ninguém compareça perante mim de mãos vazias. Trabalhe seis dias, mas descanse no sétimo, tanto na época de Arar como na da colheita". >> [suspirando] >> Celebre a festa das semanas na ocasião dos primeiros frutos da colheita do trigo e a festa do encerramento da colheita no fim do ano. Três vezes por ano todos os homens do seu povo comparecerão diante do soberano, o Senhor, o Deus de Israel. Percebe no tempo antigo ah do Israel eh na história bíblica do Israel antigo, nós vamos ver assim que havia três festas de peregrinação. Por isso o texto diz que ninguém deveria chegar lá de mãos vazias, porque eles iam adorar a Deus. Essa festa tá dentro das chamadas três festas que aparecem mencionadas aqui no verso 23. três vezes por ano, todos os homens do seu povo comparecerão diante do soberano Senhor. Então eles iam ao santuário e isso se definiu como peregrinação no próprio templo de Jerusalém. E aí você vê o que que tá acontecendo agora. E essa aqui é a festa das semanas. E ela é chamada de então festa de Pentecoste. Mais tarde a gente vai entender porquê. Quando a gente olha pro texto, a gente vai ver que em outras passagens do Antigo Testamento, nós temos uma referência isso. Por exemplo, em Êxodo, capítulo 23, verso 16, o texto diz: "Celebrem a festa da colheita dos primeiros frutos do seu trabalho de semeadura. Celebrem a festa do encerramento da colheita quando no final do ano vocês armazenarem as colheitas". A gente viu no capítulo 34 que nós estamos falando de colheita do trigo e essa festa de encerramento da colheita. E ainda é possível ali olhar o texto de Levítico, capítulo 23, que vai dizer o quê, né? A gente vai ver então agora a ligação, como é que essa essa festa era chamada, né? Ela é chamada, a gente conhece com o nome de Pentecoste e ela é chamada de Xavuote. A tradução de Xavuote é semanas e até hoje no ambiente judaico ela é chamada de festa de Xavuote. E por que que ela veio a chamar ser chamada de Pentecoste? Olha lá, e Levítico 23 verso 15 diz: "A partir do dia seguinte ao sábado, dia em que vocês trarão o feixe da oferta ritualmente movida, contem sete semanas completas. E atenção, o verso 16, contem 50 dias." Esse 50 é a palavra que foi traduzido pro grego e deu origem 50 dias. da tradução é Pentecoste até um dia depois do sétimo sábado. Então, apresente uma oferta de cereal novo ao Senhor. Quer dizer, um dia depois do sétimo sábado, 7 x 7 49 dia 50. Onde quer que morarem, tragam de casa dois pães feitos com dois jarros da melhor farinha, cozidos com fermento, como oferta movida dos primeiros frutos ao Senhor. Junto com os pães, apresentem sete cordeiros, cada um com um ano de idade, sem defeito, um novilho e dois carneiros. Eles serão um holocausto ao Senhor, juntamente com as duas, com as suas ofertas de cereal e ofertas derramadas. É a oferta preparada no fogo de aroma agradável ao Senhor. Então, [roncando] olha que coisa interessante. O que tá acontecendo em Jerusalém é que aqueles que tinham ouvido, né, sobre Jesus, os próprios apóstolos, os discípulos, eles estão reunidos e ali estão reunidos pertinho ali do próprio templo, né? Ah, quando eh eles estão obedecendo essa orientação bíblica de três vezes por ano se apresentarem ao Senhor. Então, tá tendo essa festa, tá tendo essa realidade ali presente, né? E e como é que funciona isso? a gente ouviu falar que nós temos aqui o que a gente chamou de um tempo, eh, que envolvia a colheita, porque essa festa das semanas também é a chamada festa da colheita. Então ela é chamada de festa das semanas, festa da colheita, chavuote e ela é chamada também de festa, né, [roncando] como é conhecida em toda a tradição cristã de Pentecostes. Então você pode olhar, né, veja que aquele tempo natural, o tempo agrícola com a experiência, né, israelita antiga com o Deus único. Aí você vê que esse tempo natural e agrícola vão se revestir um significado nessa relação com Deus. E acontecia a colheita da cevada no final de abril e em seguida a colheita do trigo, que é no final de maio. Agora a gente entende a datação, às vezes podendo cair no comecinho de junho. Por isso havia o que era chamado as festas dedicadas a Deus, ao Senhor. E aí você vê as festas principais são a festa da Páscoa, a festa do Pentecoste e a festa dos tabernáculos. Mas aí você pode ver, né, como essas festas são distribuídas. E é interessante que as festas, de modo geral, as mais importantes, [roncando] elas aconteciam na transição. Por exemplo, a festa da Páscoa é a festa que se comemora aí no começo da primavera e é o início do período de estiagem na terra de Israel e na região. E aí quando a gente tá mais adiantado 50 dias, já a caminho do começo do verão, a gente tem a festa de Pentecostes. nesse período que é um período sem chuva e que acontece a colheita. Quando chegamos em setembro e outubro, aí você tem, né, o chamado ano novo judaico. Depois temos eh a festa do dia especial do Yonkipur, dia da expiação ou do perdão e depois a festa de tabernáculos. E aí começa de novo o período chuvoso a partir daí. Então você vê que tem toda uma conexão entre esse calendário agrícola e aquilo que se tornou as festas se tornaram as festas dedicadas ao Senhor. Mas então, meu querido, o que que a gente entende? O que que acontece aí? Olha lá, primeira coisa que chama atenção é que nesse momento dessa dessa grande festa, dessa grande celebração, ah, os judeus estão celebrando a entrega da lei, a entrega da Torá, quando houve libertação e eles vão, né, caminhar pelo deserto aprendendo a sua relação de dependência de Deus. Deus dá a lei ao povo. E por que isso? Porque você vai se lembrar, os israelitas são libertados do Egito na ocasião da Páscoa e vão pro deserto e vão caminhando, né, na direção daquilo que é apresentado com a promessa da terra chamada terra prometida, a terra de Canaã. E aí quando eles estão, né, a tradição em função até mesmo do desses textos que nós lemos dizem: "Olha, foi aí nesse contexto que Deus entregou a lei." Aí você vê uma conexão, né, entre [roncando] a história e a geografia, aquilo que se dá nesse cenário aí que se celebra esse momento. Então, olhando para isso, a gente vai tentar aqui ver tudo o que aconteceu nesse momento, quando, vamos assim dizer, nós temos a primeira referência da festa de Pentecoste mais antiga, essa festa que vem lá de trás, né, que aparece aí no êxodo, aparece em Levítico. O que que aconteceu no momento em que a lei é entregue? Vamos ver. Primeira coisa, o destaque para o lugar. A lei é entregue no Monte Sinai. A segunda coisa é que tudo que acontece se dá nos 50 dias depois da Páscoa. [roncando] Aí a lei então é entregue da parte de Deus, quer dizer a orientação de Deus para a vida, já que Deus entra em aliança com Israel. E quando isso acontece, a gente vai ver uma descrição cheia, digamos assim, de efeitos especiais, né? Você vai ver o som de trombeta, a fumaça de fornalha que aparece ali quando Deus vai falar com Moisés. E é interessante que na tradição judaica existe um midrache, né, que é uma espécie de comentário, eh, que fala às vezes de uma maneira muito embelezada de certas coisas que se deram no passado. E esse midracho vai dizer que essa palavra divina quando foi dada, quando Deus fala, ela se apresentou e foi traduzida em 70 línguas diferentes, até para dizer que e seria, vamos dizer, o total de povos que os israelitas antigos conheciam, era um número representativo desses povos. E aí é uma coisa interessante, porque a lei divina é dada fora da terra prometida, né? E ela quando é dada, ela se apresenta nessas 70 línguas, conforme a tradição. E por que que isso é importante? Porque o legado que essa lei de caráter espiritual e moral é um legado que não se restringia ao mundo de Israel e que haveria de se multiplicar para as nações. E é interessante que nesse momento é que nasce de fato Israel como povo, porque nós conhecemos Abraão, Isaque, Jacó, tal, mas a nação nasce propriamente aí. E quando essa lei é dada, o povo não permanece fiel. Vocês conhecem a história do bezerro de ouro, a história de Arão, como é que eles vão lá praticar aquele momento de ato idólatra? E o julgamento divino vai dizer que por causa disso morrem 3.000 pessoas, conforme o relato bíblico. E tudo isso vai estar celebrado, relacionado na história com o momento da colheita agrícola, porque isso coincide na memória histórica de quando eles saem e a experiência na terra prometida. você tem aí, vamos dizer, essa sobreposição, né, histórico-geográfica com a questão da realidade, do momento da colheita. Agora, olha que coisa interessante, talvez nem todo mundo saiba disso, mas ah, há certos pequenos livros na Bíblia, né? você tem o livro lá de Lamentações, né, de Eclesiastes, de Rute, eh, de Ester, né, Cântico dos Cânticos, que a tradição ela acabou assim eh colocando esses livros em sintonia maior com certos momentos especiais. Então, por exemplo, na festa de Purim, todo mundo lê o livro de Ester. Na festa da Páscoa se lê o Cântico dos Cânticos. E olha que coisa interessante, na festa do Pentecoste, esse Pentecoste que está no holofote lá em Jerusalém, o livro que a tradição consagrou, que a gente deve ler, é o livro de Rute. E por que será? Vamos ver. Olha que coisa interessante, Rute e Noemi, nós temos uma um relato no capítulo 2, mostrando os versos 12 e 23, quando a Bíblia diz o seguinte: "O Senhor lhe retribua o que você tem feito". Isso numa conversa de Boaz falando para Rute. Que você seja ricamente recompensada pelo Senhor, o Deus de Israel. E uma frase muito bonita sobre cujas asas você veio buscar refúgio. E depois, mais adiante, assim, Rute ficou com as servas de Boaz para recolher espigas até acabarem as colheitas da cevada e do trigo. Entretanto, ela ficou morando com a sua sogra. Você percebe? Até acabarem as colheitas da cevada e do trigo. Aí você já pode olhar, né? Ou seja, abril e maio, né? Quando Rute e Noemi voltam do seu sofrimento na terra de Moabe. E por que esse livro e qual é a ligação que nós temos e que e que que existe de fato entre Rute e o Pentecoste? Vamos ver. Olha que coisa interessante. Quando a gente abre o livro de Rute, logo no começo, diz a Bíblia assim: "Na época do juiz, houve fome na terra. Um homem de Belém de Judá com a mulher, os dois filhos, foi viver por algum tempo nas terras de Moabe. O homem chamava-se Elimelec, sua mulher Noemi e seus dois filhos Malon e Quilon, eram efrateus de Belém de Judá. Chegaram a Moabe e lá ficaram. Morreu Elimeleque, marido de Noemi, ela ficou sozinha com seus dois filhos. Eles se casaram com mulheres moabitas, uma chamada Orfa, outra Rute. Depois de terem morado lá por quase 10 anos, morreram também Malon e Kilion. E Noemi ficou sozinha com seus dois filhos e sem o seu marido. Você pode imaginar que que é isso? Um casal que tem nomes abençoados, né? O homem chama Deus é o meu rei. A mulher chama agradável, né? Prazer. E eles têm os seus filhos a fome num lugar chamado Judá, abençoado por Deus. Beleng quer dizer lugar de alimento, casa do pão. E eles são obrigados então a descer pelo Vale do Rio Jordão e lá do outro lado pra terra de um pessoal muito complicado. Esses moabitas praticavam sacrifícios humanos. Esses moabitas eles eram muito difíceis na sua postura, né? Eh, e eles não tinham nem permissão de entrar no espaço sagrado dedicado a Deus em Israel. E de repente, né, eh, tudo acontece do pior. Fica a Noemi sozinha, ela tem essa nora que é Rute, que é moabita. E elas chegam de volta na época da colheita. E é interessante que olhando um pouquinho para pra frente, né, quando a gente olha o que aconteceu no verso 15, 16 e 17, né, a gente vai ver que Noemi aconselha Rute, veja, sua concunhada tá voltando pro seu povo, pro seu Deus. Volte com ela. Rute, porém, respondeu: "Não insista comigo que te deixe e não mais acompanhe. Aonde fores irei, onde ficares ficarei. O teu povo será o meu povo. O teu Deus será o meu Deus. Olha que coisa interessante aqui. Você já vê algo curioso que é uma israelita que diante do seu sofrimento enorme praticamente perdeu a fé e agora ela tem uma atitude dessa moabita, né, sua nora que conheceu uma realidade religiosa tão diferente agora apaixonada pelo eh Deus revelado a Israel, a ponto de dedicar a sua vida acompanhando a sua sogra, vamos dizer, mesmo que ela não tivesse condição de nada, ela vai dizer: "Olha, onde você ficar, eu fico, onde você tiver que pernoitar, eu pernoito. O teu, eu vou pernotar. O meu, o teu Deus é o meu Deus", né? E é interessante, né? Que quando a gente olha, né? Lá na frente, o verso 22 diz que foi assim que Noemi voltou das terras de Moabe com sua nora Rute Moabita. Elas chegaram a Belém no início da colheita da cevada. Ou seja, no mês de abril. Que coisa, pessoal. Olha só. E aí a gente vê um negócio tão interessante, porque você tem, né, Chavuot, festa dedicada a Deus, entrega da lei, manifestação especial de Deus no Monte Sidai, aliança com Israel, a coisa assim mais sublime, impressionante. Do outro lado, o sofrimento inexplicável de uma família que adorava a Deus e viu morte atrás de morte. Nós temos uma família numa dificuldade sem fim, um problema de sobrevivência, mudando para uma terra inóspita, passando por luto, solidão, abandono, dor. E a pergunta é: será que Deus havia se esquecido deles? Nesse lugar onde o deus C de Moabe era um Deus que exigia até sacrifício humano e até sacrifício de crianças. Que coisa mais impressionante que a gente pode encontrar. E aí você vai ver essa situação quando ah [roncando] vemos Noemi e Rute, as duas, né, viúvas, e essa viúva volta, né, para casa sozinha, machucada depois de viver esse tempo num lugar estrangeiro. E aí o texto vai dizer que tudo veio de Deus. Como assim? quer dizer a entrega da lei, a manifestação sobrenatural do criador e redentor. E ao mesmo tempo, de alguma maneira que a gente não entende, Deus tá presente na dor mais intensa e difícil do ser humano. E isso aparece nesse contraste que se encaixa aí na relação do Deus eterno em meio à sua glória e o nosso momento mais doloroso. E aí, que que acontece? Rute vai lá tentar ajudar sua sogra, ela vai colher, né? Ela vai passar inclusive por uma situação de muito risco enquanto ela tenta sobreviver. Ela é moabita, coisa que soaria muito problemático nos olhos, nos ouvidos dos israelitas antigos. E nisso surge uma providência divina. A providência tão interessante que é é curioso que quando ela tá colhendo ali, ela entrou por acaso no campo que pertencia a Boaz e Boaz era parente que poderia se casar conforme as leis antigas com a própria Rute. Boaz então aparece como uma espécie de redentor [roncando] daquela situação. E a Noemi tava tão ruim que ela nem lembrou que ela tinha um parente que podia ajudar. Mas o acaso, que é o que a gente acha que tá acontecendo com os nossos olhos, era um acaso sobre a supervisão de Deus. Por isso que ironicamente o texto vai dizer que isso foi por acaso. E assim Rute vai ser usada de modo especial pela bondade, poder de Deus para resgatar o coração dolor de Noemi. Noemi retoma a vida. Boaz e Rute vão se aproximar. Renasce a esperança e acontece. um casamento. Agora, olha que coisa interessante. Olha, olha, olha as conexões que aparecem na Bíblia. A gente tem três festas, né, especiais aí de peregrinação que nós lemos agora quando, né, abrimos aí a nossa reflexão. E as festas são qual? São quais, né? É a festa da Páscoa, né? A festa de Sucote e a festa de Xavuote. Então, tá aqui, ó. Páscoa tá aqui no começo, na primavera, sucote tá aqui no outono e aqui no meio táote no calendário. Sabe o que que a gente lê no livro, na ocasião da Páscoa, né, quando é lida no contexto hebraico, judaico, é lido o livro do Cântico dos Cânticos. Porque assim, todas essas festas envolvem o elemento relacional de Deus com o ser humano e elas têm uma proposta de amor. Amor em relação a Deus e amor em relação ao próximo. Só que quando a Páscoa dá início a essa libertação, esse momento de euforia, o livro que fala de amor fala de amor romântico, amor intenso, amor apaixonado, aquela coisa forte que aparece com beleza no cântico dos cânticos. E quando a gente vê o sucote lá na frente, vai acontecer geralmente em outubro, às vezes final de setembro, Socote é lido o livro de Eclesiastes. E curioso isso, né? O Coelet, que vai falar, vamos dizer, de um amor amadurecido de alguém já lá na frente depois de ter vivido tudo, um amor assim meio de terceira idade, sabe? Que olha para trás e fala: "Isso aqui valeu a pena. Isso não, isso aqui tem substância, isso não. Eu descobri que isso aqui é passageiro, né? É interessante. E no meio, né, nós temos exatamente, e aqui ganha destaque no meio, no calendário, a festa de Xavuote. E Xavuot, adivinha só? A gente lê o livro de Rut, não cântico dos cânticos, nem eclesiaste Rut. E Rud, a palavra que ganha destaque é a palavra. Que que é? [roncando] Hed é amor leal, é a misericórdia infalível. É essa, né? Às vezes traduzir por amor, misericórdia, fidelidade, lealdade. É um amor que não pode falhar. É o amor de casamento, que é o que acontece com Boaz e Rute. E não só de casamento, mas um amor prolífico, diferente da paixão forte, diferente da recordação sóbria. A gente tem essa referência. Por isso o livro de Rute, que celebra a coisa na festa da colheita e tá ligado com o Pentecoste, ele vai dizer o quê? Essa é a história dos antepassados de Davi, desde Peres. Perz gerou Esron, depois Rão, Aminadab, Nassom, Salmom. Salmão gerou Boaz, Boá gerou Obed, Obed gerou Jessé. E o Jessé gerou Davi, que é o rei de Israel. E o rei que tem uma aliança com Deus que vai dar início à expectativa do rei Davídico ou rei messiânico que vai trazer salvação e redenção. Então, olha que coisa interessante. Tudo isso tem relação, né, com essas festas que acabam tendo desdobramento com essa realidade davídica, ou seja, com a esperança do Messias. Então, as festas bíblicas, que se tornam também as festas judaicas, elas têm uma conexão. Que conexão é essa? A Páscoa, os pães sem fermentos e os primeiros frutos que acontece tudo numa sequência, é o momento quando vai acontecer a paixão, a morte e a ressurreição de Jesus. A próxima festa é Pentecoste. Olha que coisa. A promessa de Jesus se cumpre e vem o Espírito Santo. Então, essas festas, vamos dizer, do primeiro momento aí do primavera, início do verão, marcam a primeira vinda do Messias Jesus. A segunda, vamos dizer, metade, né, dessas festas que acontecem lá na frente, tem todo o intervalo aí, tem as trombetas, que são o ano novo judaico, Rochraá, a festa do Yonkipur, dia do perdão e da purificação e tabernáculos, que envolve a segunda vinda de Cristo, quando o som da trombeta ecoar, anunciando a chegada do reino de Deus de maneira definitiva, com a expiação dos pecados pecados feitas de maneira completa, terminando o seu projeto de redenção. E aí Deus habitará conosco e nós habitaremos com ele nas festas dos tabernáculos, que tem a ver com essa ah esse morar definitivo que Apocalipse fala de Deus entre os homens. Então nós vemos a relação interessante de Jesus com o Pentecostes, Jesus com o Xavuote. E essa conexão a gente vai ver que tem o desdobramento então na festa do Pentecoste que a gente vê em Jerusalém sob o nosso holofote. Então vamos entender o que que acontece. Olha só que coisa impressionante e curiosidade extraordinária que eu quero compartilhar com vocês. Você lembra quando a gente viu lá como é que foi a festa do Pentecoste original? Chavote, como é que foi? Monte Sinai, 50 dias depois da Páscoa. Foi o momento da entrega da lei. A gente viu lá que tem som de trombetas, fumaça de fornalhas. Aquela palavra ela se desdobra em 70 línguas conforme o midras. Nasce Israel como nação. Morrem 3.000 no juízo divino do bezerro de ouro. E é o momento da colheita agrícola. Quando a gente chega agora no chavuote de Jerusalém, no Pentecoste, a gente vê, lembra? Não era Monte Sinai, agora tá no Monte Sião, nesse lugar importante em Jerusalém. 50 dias depois da Páscoa, 50 dias depois da ressurreição. Não foi dada a lei aqui, agora é dado o espírito. O espírito vai ter conexão com a lei. Não houve lá, a gente viu, né, ali o as trombetas, o barulho, o fogo, fumaça. Então agora vem um vento muito forte com línguas de fogo. É paralelo. E aqui no Pentecoste, em Atos, nós vamos ouvir as línguas das nações, daqueles que estão lá. E nesse momento, já que lá atrás nasceu a comunidade de Israel, agora nasce a comunidade das nações que põe fé no Messias. E agora a colheita, ela é espiritual. E enquanto morreram lá, 3.000, agora 3.000 aqui alcançam vida em Jesus. O paralelo é impressionante, extraordinário, exponencial. Então vamos ver como é que o texto mesmo descreve isso. Chegando o dia de Pentecoste, Atos 2, verso 1, estavam todos reunidos num só lugar. De repente, veio do céu um som como de um vento muito forte, encheu toda a casa na qual estavam sentados e viram que parecia línguas de fogo que se separaram e pousaram sobre cada um deles. E todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar noutras línguas conforme o Espírito capacitava. Havia em Jerusalém judeus tementes a Deus, vindo de todas as nações do mundo. Ouvindo-se o som, juntou-se uma multidão que ficou perplexa, pois cada um os ouvia falar em sua própria língua. Que coisa impressionante. E aí a gente vai ver que lá atrás, quando Deus estabelece a sua relação com Israel, Israel passa por um processo histórico extraordinário que começa e tem o foco e se desdobra naquilo que era a razão de ser desse projeto divino, que é a missão. E olha só o que que acontece quando a gente vê a descrição de Israel e as nações. Israel é formado por Deus. é oprimido na escravidão egípcia, é libertado, é separado, né? Um tesouro especial, separado por Deus. E apesar de todo esse histórico favorável, o povo termina se se desviando. Eles rompem, eles praticam coisas inaceitáveis, se desdobrem em idolatria, injustiça. Mesmo assim, o Deus que ama aqueles com quem ele faz aliança, assim como é descrito no livro de Oséias, um Deus que vai trazer esse povo de volta. Então, mesmo na sua fragilidade, Israel é tornado bênção e tem toda a expectativa, esperança e promessa de ser restaurado. E Atos 2 configura isso de maneira clara, com esse foco dessa missão, né? Como é que esse grupos que estão aqui são todos judeus ou pessoas ligadas ao judaísmo da época e que vão experimentar esse momento extraordinário da história bíblica? Atônitos e maravilhados. Eles perguntavam: "Acaso não são galileus todos esses homens que estão falando? Então como os ouvimos cada um de nós em nossa própria língua materna? Partos, Medos e Elamitas, habitantes na Mesopotâmia, Judeia, Capadócia, do ponto da província da Ásia, Fría, Panfíria, Egito, das partes da Líbia, próximo a Sirene, visitantes vindos de Roma, tanto judeus como convertidos ao judaísmo, cretenses e árabes, nós os ouvimos falar, declarar as maravilhas de Deus em nossa própria língua. Atônitos e perplexos, todos perguntamos aos outros que significa isso? Os que aceitaram a mensagem foram batizados e olha lá, e naquele dia houve um acréscimo de cerca de 3.000 pessoas. Agora veja que coisa impressionante. Olhe bem esse quadro que a gente apresenta para mostrar agora o caminho da colheita das nações sobre o poder do espírito. Então você vai ver aí que todos esses lugares citados em Atos 2, eles fazem uma espécie de círculo em torno de Jerusalém. Então você tem lá, né, eh eh o Egito, você tem Sirene, que é a antiga Líbia, Creta, Roma, a província da Ásia, Frija, Panfíilha, Ponto, Capadócia, Mesopotâmia, a região onde estavam os partos, né, os elamitas, a média também, que é a antiga localidade, tudo na onde era antiga Pérsia e até mesmo a Arábia. Você percebe que coisa extraordinária essa relação? E aí a gente chega no ponto nevrálgico e central dessa questão do Pentecostes, que é a vinda do Espírito, a descida do Espírito Santo. [suspirando] O Espírito Santo que chega agora chega sob a promessa deixada por Jesus nesse contexto da nova aliança. Então vamos ver o que é que Jesus disse sobre o Espírito Santo que haveria de acontecer. E que nós vemos o espírito chegando para fazer o quê? Vamos ver. Olha lá, em João 14 verso 25, a Bíblia diz assim: "Tudo isso lhes tenho dito enquanto ainda estou com vocês." Palavras de Jesus. Mas o conselheiro, o consolador, o Espírito Santo que o Pai enviará em meu nome, lhes ensinará todas as coisas e lhes fará lembrar tudo o que eu lhes disse. Deixo-lhes a paz, a minha paz lhes dou, não a dou como o mundo a dá. Não se perturbe o seu coração, nem tenham medo. O espírito vai ensinar todas as coisas e vai fazer o todos lembrarem do que Jesus disse. No capítulo 16, a Bíblia diz: "Tenho ainda muito que lhes dizer, mas vocês não podem suportar agora". Mas quando o espírito da verdade vier, ele os guiará toda a verdade. Vai guiar a verdade. Ele é o espírito da verdade. Não falará por si mesmo. Falará apenas o que ouvir e lhes anunciará o que está por vir. Ele me glorificará, porque receberá do que é meu e o tornará conhecido a vocês. Tá vendo? verdade, guiar a verdade, tornar conhecido. Tudo que pertence ao Pai é meu. Por isso, eu disse que o Espírito receberá do que é meu e o tornará conhecido a vocês. Ou seja, o foco é o espírito vem e tudo aquilo que parece que não tinha entrado direito na cabeça dos discípulos, parece que não tinha se encaixado. Tudo que Jesus fala, o seu ensino, a sua verdade, toda a sua orientação, na hora do vamos ver, parece que os discípulos não conseguem, como a gente pode dizer, digerir isso, né? É como se, sabe, falando em linguagem mais recente, é como você ter um aplicativo assim no no tablet [limpando a garganta] ou no celular, só que ele não funciona, ele não tem nada executável assim. Então aquilo tá lá, mas parece que não sei. E a resposta é: sabe quem vai fazer isso entrar em ação? É o espírito. [roncando] Aí você vai ver a coisa mais interessante, impressionante da mensagem bíblica e que tem a ver com Pentecoste é a relação entre a lei, o espírito e o amor. Esse amor do réede divino. Que história é essa, Saião? Me diga. Então, lembra que foi dada a lei? Como é que é a lei? A lei tá em tábuas de pedra e ela nos diz o que devemos fazer. Esse conteúdo total da lei é muito grande e na hora de caminhar, se a gente não tá com orientação interna bem definida, essa lei acaba nem ajudando muito. Ela apenas mostra que a gente falhou. Ela traz uma espécie de condenação, ela traz um sentimento ruim, ela mostra a nossa inaptidão. Então assim, a lei que era para ser uma coisa favorável se tornou um problema, um desafio. Aí é interessante que no Pentecoste, no paralelo com o que aconteceu lá atrás no Sinai, a gente tem em vez da lei a vinda do espírito. O espírito é paralelo da lei. E aí nós vamos ver como esse amor divino, esse amor que é é fértil, que que aponta pra colheita, como é que isso se desdobra? E a gente vai entender aquilo que Hebreus capítulo 8 vai dizer, porque vai explicar a relação entre os dois. Vamos ver. Olha lá. Pois se aquela primeira aliança fosse perfeita, a aliança não era ruim, ela não tem defeito. Ela não é, ela não é perfeita. Não é completa. Se ela fosse perfeita, não seria necessário procurar um lugar para outra. Deus, porém, achou o povo em falta e disse: "Por que o povo em falta? Porque eles adoraram o bezerro de ouro. Eles foram buscar os deuses das nações. Eles falharam, eles erraram no ponto número um da aliança. Não tenham outros deuses além de mim." Então, que que o profeta Jeremias vai dizer e que Hebreus retoma? Agora ele diz o seguinte: "Estão chegando os dias, declara o Senhor, quando farei uma nova aliança com a comunidade de Israel, com a comunidade de Judá?" Lembrando que todos que estão aqui em Hebreus, em Atos são de contexto judaico. Não será como a aliança que fiz com seus antepassados quando os tomei pela mão para tirá-los do Egito. Tá vendo que a referência é a aliança feita lá no Sinai mesmo, visto que eles não permaneceram fiéis à minha aliança, eu me afastei deles, diz o Senhor. Então você tá vendo? Olha, pessoal, que nós vamos abordar aqui é aquilo que aconteceu lá na aliança mosaica, na aliança do Sinai, que tem a ver com a entrega dos mandamentos e a falha humana para obedecê-los. E aí o texto continua e diz: "Esta é a aliança que farei com a comunidade de Israel depois daqueles dias". Declara o Senhor: "Porei minhas leis em sua mente e as escreverei em seu coração. Serei o seu Deus e eles serão o meu povo." Você viu que coisa impressionante? A lei que antes estava onde? simplesmente externa, nas tábuas de pedra, no código que eu preciso olhar e ver o que eu faço. E você sabe que isso não adianta. A pessoa, por exemplo, um advogado mal intencionado, ele pode conhecer todas as leis e tentar driblá-las para fazer o que ele bem entende, como acontece com muita gente no ambiente religioso também. E aqui o que que a gente vai ver? Eu porei as leis na sua mente e escreverei no seu coração. Serei o seu Deus, ele será o meu povo. Quer dizer, aí nasce pelo poder do espírito um desejo de agradar e de obedecer a Deus. Olha só, ninguém mais ensinará o seu próximo, nem o seu irmão, dizendo: "Conheço o Senhor". Não era para tornar o Senhor conhecido. Tudo que Jesus falou, eles deveriam lembrar e conhecer, porque todos eles me conhecerão, desde o menor até o maior, porque eu lhes perdoarei a maldade e não me lembrarei mais dos seus pecados. Então a gente vê um negócio extraordinário marcado por esse amor divino, amor de aliança, amor poeticamente decantado no livro de Rute, quando aquela moça gentílica vai trazer fé ao coração da sua sogra ah hebraica de uma maneira especial. E aqui a gente vê essa troca especial ao mesmo tempo, né, que esse espírito que age inicialmente no ambiente exclusivamente judaico, ele transborda para as nações, conforme a proposta original que tem desdobramento aqui em Atos. E aí a gente vai ver como é que a gente entende a relação desse amor que mexe com as leis sob a direção do espírito. As leis são 613 leis contadas pelos sábios nos livros da lei de Gênesis a Deuteronômio. O resumo emblemático da Torá, da instrução divina, são os 10 mandamentos que nós vemos em Êxodo 20. E vemos também em Deuteronômio 5, quando Jesus vai falar sobre isso, ele diz algo muito especial em Mateus 22:40. Ele vai dizer o seguinte, que mamar a Deus sobre todas as coisas que aparece em Deuteronômio, capítulo 6 ali no verso 5, e amar ao próximo como a si mesmo, que aparece lá em Levítico 19:18, ele diz: "Olha, esses são, essas são as diretrizes da lei." Literalmente o texto diz assim: "Todos os mandamentos estão eh dependados nesses dois princípios fundamentais. Ou seja, todos os mandamentos gravitam em torno do que significa amar a Deus sobre tudo e ao próximo com a si mesmo." O que quer dizer isso? Quer dizer que quando eu leio um mandamento, uma lei uma orientação, né? Quando você lê leis no Antigo Testamento, você não entende porque você tem, vamos dizer, uma regulamentação e por trás dela tem um princípio que quando você não conhece a língua original, não conhece o contexto, não conhece cultura, não conhece a história, você não entende direito, né? Mais um mandamento simples, ó. Não corte o cabelo do lado da cabeça. Quer dizer, não faça alguma coisa que possa atingir a sua têmpora e causar dano a ponto que você vai morrer. Quer dizer, um mandamento que parece uma coisa sem sentido, ele tem um princípio de manutenção de vida. >> [suspirando] >> Então, quer dizer, se a gente entender direito dirigido pelo Espírito, todos os mandamentos são, em última instância, uma maneira de amar Deus ou de amar o próximo. E é isso que o espírito faz quando vem para a pessoa que está na nova aliança, em sintonia com o Messias descendente da história de Rute, daquele nascimento, né, que lá atrás vai se desdobrar no rei Davi, a gente vê uma mudança significativa na nossa vida pelo espírito que nos faz receber o amor de Deus, amar Deus. entrar nessa sintonia prolífica e poderosa e que se desdobra para as nações e que leva a pessoa a querer amar a Deus, obedecer a Deus, fazer a sua vontade, não porque foi constrangido por fora ou porque está ameaçado porque tem medo ou porque é obrigado, porque esse constrangimento vem de dentro pelo poder do espírito de Deus. lá que desceu em Jerusalém, no Pentecoste, sob esse magnífico holofote. Deus abençoe a nossa vida, abençoe o nosso coração para a compreensão dessa verdade e que ela se desdobre de modo espiritualmente poderoso na nossa vida. Amém. [música] >> [música] >> A IBNU tem a alegria de participar de vários projetos [música] de apoio humanitário, de evangelização, de ensino da palavra de Deus em vários lugares do mundo. Aqui na cidade [música] de São Paulo, nós temos projetos que atuam diretamente em regiões de perigo de morte, [música] regiões de de alto índice de tráfico humano, de tráfico de de drogas. Também nós temos [música] pessoas trabalhando no Nordeste brasileiro, na luta para uma melhora da situação econômica daquelas famílias [música] que estão lá. Temos trabalhos no meio dos índios, levando a mensagem do evangelho [música] para aquelas pessoas que precisam conhecer a [música] salvação que há em Cristo Jesus. E isso tem sido feito também em vários lugares do mundo, Paraguai, [música] África, alguns lugares da Europa e também na Ásia e na Oceania. Nós temos tido a oportunidade de ser sal [música] e de ser luz, abençoando a vida de muitas pessoas. E é claro que Deus tem levantado os recursos, Deus [música] tem levantado pessoas para nos abençoar e também tem dado a oportunidade de cada um de nós repensarmos a nossa vida financeira, [música] repensarmos a forma como temos usado os recursos que Deus tem colocado em nossas mãos e [música] contribuir, participar tanto com recursos como também com as nossas capacidades e aptidões. [música] Existem muitos projetos na IBNU que você pode abençoar indo, trabalhando, se colocando à disposição. [música] Então nós convidamos você a nesse momento comigo orar sobre esses dois prismas. Você [música] olhar para a sua vida, olhar para a sua capacidade, a sua habilidade e ver o que em que você pode abençoar a vida das pessoas. [música] e também na sua gestão financeira, se você pode ter uma melhor gestão e utilizar esses recursos de uma forma mais sábia e mais inteligente na divulgação do evangelho, na transformação de vidas e abençoando também aqueles [música] que são mais necessitados. Ore comigo nesse momento, desde já agradecendo a Deus por todas as bênçãos que ele tem derramado em [música] nossas vidas. Pai, nós te agradecemos porque a tua mão tem nos guiado e o Senhor tem aberto portas, [música] tem nos dado oportunidade de chegar a lugares muitas vezes que nós nem pensávamos. E as oportunidades têm surgido, o Senhor tem nos indicado, tem aberto caminhos, tem levantado pessoas estratégicas para que a tua obra continue sendo feita, [música] para que aquela missão que o Senhor Jesus nos deixou de levar essa mensagem de salvação a todos aqueles que estão no planeta possa ser cumprida cada vez mais. Por isso, Senhor, te agradecemos [música] porque o Senhor tem nos dado a oportunidade de trabalharmos contigo nesse projeto, nessa [música] missão. E também te agradecemos porque o Senhor tem aberto as comportas do céu, tem abençoado a vida da IBNU para essas missões que têm sido a a [música] atingidas, para esses caminhos que o Senhor tem aberto, o Senhor tem também levantado recursos para chegarmos lá. E nós sabemos, ó Pai, que [música] o Senhor deseja, deseja que nós tenhamos uma vida regrada com relação aos recursos [música] que o Senhor tem colocado diante de nós. Nós não podemos viver dissolutamente pensando apenas em nós mesmos, mas [música] temos que agradecer as bênçãos que recebemos e pensar como podemos utilizar esses recursos [música] para abençoar outras vidas. Por isso te pedimos sabedoria aqui na IBNU, na aplicação dos recursos [música] que caem aqui e também na vida individual, na vida cotidiana nossa, que a [música] gente possa vencer esse desejo maligno de consumismo que tem a se alastrado na nossa sociedade, [música] vencer a a vontade de sempre estar buscando o que é mais novo, [música] mas, ó Pai, sermos mordomos fiéis daquilo que o Senhor tem colocado em nossas mãos e principalmente nesse momento, Senhor, [música] eu Te peço por capacidade, por aptidão, por entendimento de como podemos servir, não apenas com nossos recursos, mas também com a nossa vida. Como nós podemos dedicar aquilo que o Senhor nos deu de habilidade, [música] aquilo que nós desenvolvemos durante os nossos dias, na nossa vida diária, para abençoar a vida de outras [música] pessoas. Senhor, nos orienta, nos conduz, assim oramos no nome do teu filho amado, Jesus. Amém. >> [música] >> Mais uma celebração que está encerrando. Foi muito bom ter você aqui com a gente e eu quero convidar [música] você agora a fazer o quê? Compartilhar essa celebração com o maior número de pessoas que você pode, tanto pros seus amigos quanto também pros seus inimigos. Compartilha para todo mundo, para que todo mundo possa ser abençoado por essa mensagem, por tudo aquilo que nós aprendemos hoje. Se você [música] não segue a IBU nas redes sociais, procura aí Instagram, Facebook e também aqui no YouTube. O que você ainda não segue a gente aqui? Clica no seguir aí, ativa o sininho, vai ser uma grande alegria estarmos juntos de novo. Tchau. [música] Estamos [música] todos. congregados aqui, certamente abençoados também. Há [música] um clima, [canto] uma esfera de amor, [música] uma força [canto] que se move entre nós. [canto] Algo novo [música] Deus está por fazer. Com este [música] povo alguém [canto] muito quer ver. Seu espírito, ele vai derramar [música] uma igreja forte edificar para louvor de tua glória. Vem, Senhor, [música][canto] tua história escrever através da nossa vida. [música] Teu querer desejamos. Cumpre em nós [canto] os teus planos. Vem, Senhor, e [música] reina hoje aqui. [música] Estamos todos congregados. aqui [música] certamente abençoados também. [música] Há [canto] um clima, uma esfera de amor, [música] uma força [canto] que se envolve entre nós. [música] Alo Deus está por fazer. >> [música] >> Deus este povo a quem [música][canto] muito quer bem. Seu espírito, ele vai derramar [canto] [música] uma igreja forte [canto] edificar. >> [música] >> amor e tua glória. [canto] Vem, Senhor, [música] tua história escrever [canto] através da nossa vida. [música] Eu quer desejamos. Em nós [música][canto] os teus planos. Vem, Senhor, e reina hoje aqui para louvor tua glória. [música] Vem, Senhor, tua história escrever através da nossa vida. Teu querer, [música] desejamos em [canto] nós os teus planos. Vem, Senhor, [música] e reina hoje aqui. >> [música] [música]