Celebração Especial Dia das Mães – 10/05/2026 | Ákilla Nascimento | IBNU
10/05/2026
Celebração Especial Dia das Mães – 10/05/2026 | Ákilla Nascimento | IBNU
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[música] A mãe que balança o baby, será que é a mão que governa o mundo? É tão especial valorizar a família e particularmente as mães. Por isso, todo ano uma das maiores festividades do planeta é o Dia das Mães. E olhando para isso, que parece apenas uma comemoração repetida, onde a gente vai mais ou menos seguir [música] um calendário, não fazemos ideia da profundidade, da importância dessa mão ou mãe que balança o baby, que muda a história do mundo. Pensando nisso, eu me [música] lembrei aqui de uma das histórias da Bíblia, das mais interessantes, de uma mulher chamada Jokebed. Pense bem o que é você formar família jovenzinha, preparando a vida e o futuro num ambiente quando você e o seu povo está debaixo de escravidão, de uma potência, de um poder imperial como era o Egito antigo. E aí, a vida não é difícil? Será que vale a pena ter família e ter filhos? É tão complicado, [roncando] as coisas estão tão caras? A vida já não é tão fácil como no passado. A gente tem que esperar terminar uma pós-graduação para pensar se deve nascer uma criança. Jokebed chuta o pau da barraca, ou melhor, derruba a tenda completa. É impressionante o que que ela faz. Mesmo diante da escravidão e do maior poderoso do mundo, faraó visto como uma divindade, ela resolve ter a [limpando a garganta] coragem de ter um filho chamado Moisés. Agora, nem só de coragem a gente consegue fazer a viagem. É necessário sabedoria. E essa mãe que cuida da criança no dia a dia nos ensina muita sabedoria. Portanto, quando ela tá grávida, imagine o que é que é esconder a gravidez da polícia do Egito que ordenou a morte de todos os meninos. Eu fico imaginando como é que ela, olha, o pessoal tá aí, esconde, entra lá, vai não sei para onde, volta para cá. Ela consegue manter [música] a gravidez. em circunstâncias muito limitadas. Que mulher de fibra, que mulher de coragem, que mulher forte. E depois quando nasce Moisés agora não dá mais para lidar com apenas a coragem. É necessário diante do baby de terra, ter toda a criatividade. E para salvar a vida, Joquebed bota a criança, o menino Moisés ali implorando ajuda de Deus para que ele fosse preservado nas águas do famoso rio Niro. E não é que as coisas acontecem de tal maneira que a princesa, filha do faraó, vai salvar Moisés. Quem tem coragem muitas vezes vê a bênção especial de Deus na sua vida, na sua trajetória. E o que é impressionante é que depois os caminhos vão de tal maneira que a Miriam conversa com a princesa [música] e Joquebed vai criar o seu filho para enfrentar o maior desafio. Fica imaginando que mãe é essa que acende a lâmpada da noite, que conversa no dia [música] a dia, que trabalha, que prepara o azeite e que conversa com Moisés para prepará-lo para maior universidade do mundo, para a cultura [música] mais poderosa da época. E esse Moisés com M que mudou o mundo, é o Moisés que muda o mundo pela mão da mãe que balança o beb, um beb dessa vez não teve m no final e fez toda a diferença. Deus abençoe as mães corajosas que doam vida e semeiam mudanças que marcam a história. De modo que só Deus sabe o valor, a profundidade e a importância dessa mão que balança o baby e transforma a história do mundo. Feliz dia das mães. Sejam todos muito bem-vindos a mais uma celebração IBNU nesse dia tão especial, dia das mães, segundo domingo de maio. É uma alegria receber cada um de vocês e a vocês mães que nos acompanham hoje. [música] Que o Senhor as abençoe, que vocês continuem sendo bênção, sal e luz na vida dos filhos de vocês, impactando não apenas essa geração, mas muitas gerações ainda por vir. Então eu convido você e todos os outros também que estão conosco aqui a [música] compartilhar esse conteúdo, chamar as pessoas que talvez estejam aí na sua casa para assistir junto conosco essa celebração. Hoje nós temos uma mensagem especial mostrando o amor de Deus especial pelas mães, como Deus utiliza o papel da mãe para transformar as sociedades e o mundo como um todo. Então vem conosco, vamos louvar, glorificar ao Senhor, colocar os nossos [música] pedidos diante dele e também ouvir uma porção da sua palavra nesse dia. Vem com a gente. [música] Essa força nasce no Senhor. Esperamos [música][canto] no Senhor. Esperamos no Senhor. Nossa força nasce [música] no Senhor esperamos. Do Senhor esperamos. Do Senhor. Ó Deus, [música] tu reina [canto] sempre. Tu és [canto] nossa esperança. [música] Tu és eternamente Deus. [música] Eternamente [canto] Deus. [música] Coma força não se abala [música][canto] nunca. Tu és o nosso [música] protetor, o Deus [canto] consolador. [música] Em ti ser como [música] águia. Nossa força nasce [música][canto] no Senhor. Esperamos no Senhor. Esperamos o Senhor. Nossa força [música][canto] nasce no Senhor. Esperamos o Senhor. Esperamos o Senhor. Ó Deus, tu reinas [música][canto] sempre. Tu és [música] nossa [canto] esperança. [música] Tu és eternamente [canto] Deus. Eternamente [música] Deus. Com força não se [canto] abala [música] nunca. Tu és o nosso protor, o Deus consolador. [música] Em ti ser como árias. [música] Tu és eternamente [música] Deus. Eternamente Deus. Não força não se [música] tu és o nosso protetor, [música] o Deus consolador. Te seremos [música] >> [canto] [música] >> Vem, Senhor, [música][canto] minha vida oferecer [música][canto] como oferta de amor [canto] e sacrifício. Quero minha [canto][música] vida a te entregar [música] [canto] como oferta viva em teu altar. >> [canto][música] >> Vem o Senhor minha vida ofcer [canto] [música] como oferta [canto][música] de amor e sacrifício. [música][canto] Quero minha vida a te [canto] entregar como oferta [música] viva em teu altar. [canto] >> [música] [canto] >> para te adorar. [canto][música] Foi que eu nasci. [música] Conta em mim [canto] o teu querer. Faça o [canto] que [música] está em meu coração [música] e que a cada dia [canto] eu queira mais e mais [canto] [música] estar ao teu lado, Senhor, [canto] hoje [canto] [música] Foi [canto] que eu nasci. [música] Em mim o teu querer. [canto][música] Faça o que [música] está em teu coração. E a cada [música][canto] dia eu queia mais. mais [canto] [música] estar ao teu lado, Senhor, [música] e que a cada [canto] dia eu queira mais e mais. >> [música] >> Estar ao teu [canto] lado. Estar ao teu [música] lado. Estar ao teu lado, [canto] Senhor. [música] Olá, pessoal. Me chamo Josué Romano, sou diretor do projeto Um Novo Amanhecer, [música] como vocês já conhecem. E esse momento é um momento muito especial, é um momento de oração. [música] Eh, eu queria que você colocasse diante de Deus todas as lutas que que [música] você tem. Eh, eu sei que muit muitas pessoas têm sofrido de ansiedade, pessoas [música] traumatizadas com medo de muitas coisas. Tem sido muito difícil, pessoas têm perdido entes queridas. E a gente sabe que há guerras internas aqui, [música] que muitas vezes a gente olha para para guerras que estão acontecendo no mundo, que realmente a gente não pode negligenciar isso, mas há muitas [música] guerras internas aqui. Há muitas mães perdendo seus filhos pras drogas. Eh, a há pessoas morrendo no bairro, sendo [música] julgadas e sendo assassinadas pelo crime. Há pessoas passando dificuldades [música] terríveis, pessoas perdendo seu emprego e lutando para sustentar [música] sua família. Então, eu não sei o que você tem passado, irmão, mas eu quero orar junto com você agora, eh, como [música] igreja e, e, e, e te dizer que Deus tá junto com você, que você não tá sozinho. Coloca as suas petições [música] diante do Senhor, entrega as suas ansiedades para Deus, que eu sei que ele ele vai te responder, [música] tá bom? Eu quero orar com você nesse momento, tá? Feche seus olhos. Senhor Jesus, o Senhor tem controle [música] de tudo e o Senhor sabe tudo que está acontecendo. Eu quero te pedir, Pai, hoje, Pai, vai de encontro, Pai, as pessoas que têm sofrido, Pai, que estão sofrendo, Pai, [música] com perca de entes queridos, pessoas que estão sofrendo perdendo seus filhos paraas drogas, pessoas também, Pai, que têm sofrido eh perdendo seus [música] empregos. Eu te peço, Senhor, guarda cada uma delas e ajude que elas descansem [música] no Senhor. E sabe que o Senhor, Pai, está no controle de tudo e que o Senhor pode mover qualquer situação. [música] E que elas precisam, Pai, primeiro estar bem contigo. Que elas precisam entregar, Pai, eh, o coração genuinamente para ti, Senhor. Entregar as vidas por completo e [música] entregar todas as as ansiedades diante de ti. Eu te peço em nome de Jesus, Pai. Vai de encontro cada uma delas, Pai. [música] Eu te peço isso, Pai, em nome de Jesus. Amém. [música] Ti [música] direita para sempre. [música] Em ti [canto][música] confiarei, Senhor. [música] Eu não [canto] terei [música] ningémo. [música] Meus [canto] pés [música] só. Toda rocha firmarei. [canto] [música] Não [canto] abalarei [música] e do [canto] Senhor direi: [música] "Tu és meu Deus protor, [música] meu refúgio e amor, [música][canto] meu amigo torre forte. >> [música][canto] >> tempo meu vem de ti. >> [música] [canto] [música] >> como aquele Tu és [música][canto] tudo o que eu desejo. Eu [música] me alegro [música][canto] em ti e do Senhor direi: [canto][música] Tu és meu Deus, protetor, meu refúgio libertador. [música] Eu abri tu [canto] fonte [música] todo tempo meu socorro. Tu és [música][canto] meu Deus protetor, [música] meu refúgio, libertador. Eu [música][canto] abrigo torre forte [música] todo [canto] tempo meu socorro vem [música][canto] de mim. >> [música] >> Minha [canto] grande, >> não [música] me amaliz. [canto] [música] E tu és meu Deus protetor, [canto][música] meu refúgio, libertador, eu [canto] abrio, [música] torre forte, tanto [canto] tempo meu [música] socorro. Tu és meu [canto] Deus protetor, [música] meu refúgio libertador, meu [canto][música] amigo do rete todo tempo [música] meu socorro vem [canto] de ti. >> [música] [música] >> Mãe, o Senhor olhou para você. Parabéns a todas as mães, vocês que receberam essa dádiva de conceber, de gestar, de dar a luz e de criar uma criança. Graças a Deus pela vida de todas vocês, de quem todos viemos. Muito eh feliz é esse momento de poder agradecer ao Senhor e agradecer a vocês naturalmente pelo papel fundamental que continuam desempenhando na vida de todos nós que somos filhos. Bom, mas de onde é que vem esse seu desejo, mãe? E de onde é que vem esse seu desejo? Talvez mulher que está assistindo essa mensagem que não é mãe e que quer se tornar mãe? De onde é que vem esse desejo de ser mãe? De onde é que veio esse desejo que levou a você conceber, gerar, criar o seu filho, a sua filha, os seus filhos? Isso é uma pergunta que é muito interessante, porque muitas mulheres expressam isso como um desejo dos mais profundos do seu coração. É verdade que nem toda mulher planejou ser mãe e nem toda mãe tinha desejo inicialmente de ser mãe, mas se tornou mãe. Mas o fato é que muitas, muitas mulheres têm essa vontade, têm esse desejo e muitas recebem esse presente de poder gerar filhos. E outras mulheres tentam por muito tempo e precisam também lidar com a realidade de não poder gerar filhos. Mas eu gostaria de pensar com vocês sobre o caso de uma mãe especial e é a história de Isabel, como a gente encontra em Lucas capítulo 1. Isabel está entre essas mulheres que não tinha simplesmente um desejo profundo de ser mãe, mas que sentia a necessidade de ser mãe. Por isso, eu vou convidar você para relembrar e talvez para olhar de uma maneira diferente pra história de Isabel, como a gente encontra em Lucas, capítulo 1, do versículo 5 até o versículo 24. No tempo de Herodes, rei da Judeia, havia um sacerdote chamado Zacarias, que pertencia ao grupo sacerdotal de Abias. Isabel, sua mulher, também era descendente de Arão. Ambos eram justos aos olhos de Deus, obedecendo de modo irrepreensível a todos os mandamentos e preceitos do Senhor. Mas eles não tinham filhos, porque Isabel era estéril e ambos eram eram de idade avançada. Certa vez, estando de serviço o seu grupo, Zacarias estava servindo como sacerdote diante de Deus. Ele foi escolhido por sorteio, de acordo com o costume do sacerdócio, para entrar no santuário do Senhor e oferecer incenso. Chegando a hora de oferecer incenso, o povo todo estava orando do lado de fora. Então, o anjo do Senhor apareceu a Zacarias à direita do altar do incenso. Quando Zacarias o viu, perturbou-se e foi dominado pelo medo. Mas o anjo lhe disse: "Não tenha medo, Zacarias. Sua oração foi ouvida. Isabel, sua mulher, lhe dará um filho, e você lhe dará o nome de João. Ele será motivo de prazer e de alegria para você, e muitos se alegrarão por causa do nascimento dele, pois será grande aos olhos do Senhor. Ele nunca tomará vinho, nem bebida fermentada, e será cheio do Espírito Santo desde antes do seu nascimento. Fará retornar muitos dentre o povo de Israel ao Senhor, o seu Deus. irá diante do Senhor no espírito e no poder de Elias, para fazer voltar o coração dos pais a seus filhos e os desobedientes à sabedoria dos justos, para deixar um povo preparado para o Senhor. Zacarias perguntou ao anjo: "Como posso ter certeza disso? Sou velho e minha mulher é de idade avançada." O anjo respondeu: [roncando] "Sou Gabriel, o que está sempre na presença de Deus. Fui enviado para lhe transmitir estas boas novas. Agora você ficará mudo. Não poderá falar até um dia em que isso acontecer, porque não acreditou em minhas palavras que se cumprirão no tempo oportuno. Enquanto isso, o povo esperava por Zacarias, estranhando sua demora no santuário. Quando saiu, não conseguia falar nada. O povo percebeu então que ele tivera uma visão no santuário. Zacaria fazia sinais para eles, mas permanecia mudo. Quando se completou seu período de serviço, ele voltou para casa. Depois disso, Isabel, sua mulher engravidou e durante 5 meses não saiu de casa. E ela dizia: "Isto é obra do Senhor. Agora ele olhou para mim favoravelmente para desfazer a minha humilhação perante o povo." Essa história de Isabel, a história de uma mulher que sentia a necessidade e que se sentia porque, de fato, era humilhada por não ter filhos e tinha essa necessidade de gerar filhos. começa de um modo muito interessante, porque no versículo 5 a gente tem uma linguagem muito semelhante à aquilo que a gente encontra, por exemplo, no começo do livro de Jeremias ou no começo do livro de Isaías. Se você lembrar bem aquilo que a gente leu, diz o seguinte: "No tempo de Herodes, rei da Judeia, havia um sacerdote chamado Zacarias. é muito parecido com o que a gente encontra, por exemplo, no versículo inicial, no versículo 2 do livro de Jeremias, no tempo do rei Josias, no 13º ano, ou algo muito parecido também no começo do livro de Isaías, que fala o tempo em que aquele profeta estava, o rei que governava e a certeza e a segurança de que para aquele homem veio a palavra do Senhor. De modo semelhante, Lucas introduz o personagem Zacarias juntamente na companhia de sua esposa, Isabel. Por que que essa é uma observação relevante, como Lucas coloca aqui? Porque esse eco parece ser algo intencional por parte desse autor? É a ideia de dizer que aqui está a continuidade daquela história que você está acostumada a ler e a ouvir a respeito dos profetas. E mais importante, essa que não é a história dos profetas, mas é a história que veio por meio dos profetas, a história de Deus na sua relação com o seu povo, no seu plano de trazer libertação para toda a criação. Então, de certa forma, o que Lucas está dizendo é: "A história desse casal é a continuidade da história que eu venho construindo ao longo dos séculos, por meio da revelação que eu tenho dado aos profetas que falam em meu nome." A história como é contada a respeito de Isabel e a respeito de Zacarias mostra paraa gente uma outra informação que é fundamental pra gente entender o sentimento, o contraste e o inesperado na história de Isabel. É o fato de que Deus se agrada da vida dessa mulher, Deus se agrada da vida de Zacarias. É muito importante perceber que Lucas começa com esse ponto. Veja que ele apresenta a descendência, Zacarias, que pertencia ao grupo sacerdotal de Abias, e Isabel, sua mulher, também descendente de Arão. Ambos eram justos aos olhos de Deus, obedecendo de modo irrepreensível a todos os mandamentos e preceitos do Senhor. Em primeiro lugar, é muito importante a gente perceber que Isabel tinha todas as credenciais juntamente com Zacarias para ser considerada mulher de Deus. Zacarias tinha todas as credenciais para ser considerado um homem de Deus. Veja que Zacarias é um levita, parte dessa tribo de Levir que foi separada para o serviço sacerdotal. E mais importante, Zacarias não só é um levita, como ele é um descendente direto de Arão. Porque ser apenas um levita não é a mesma coisa que ser um descendente de Arão. Porque todo descendente de Arão é um levita, mas nem todo levita é um descendente de Arão. A descendência de Arão, por assim dizer, era a linhagem puríssima dentre os sacerdotes. Não só Arão, não só eh não só Zacarias, é descendente de Arão, perdão, mas também é dito que a própria Isabel é descendente de Arão. Não era possível ter uma linhagem mais pura do que essa. Um homem da tribo de Levi, descendente direto de Arão, casada com o descendente de Arão. Se existia um casal que deveria ser visto como homem e mulher de Deus, era esse casal. Se existia um casal que era para ser esperado o derramamento gracioso por parte de Deus, porque eram homem e mulher dedicados ao serviço de Deus. Segundo essa longa tradição, essa longa linhagem que veio diretamente da parte de Arão, o primeiro sacerdote a partir do estabelecimento da nação de Israel, da lei de Moisés, esse casal deveria ser Zacarias e Isabel. E não só eles tinham essas credenciais legais, mas também éticas. Não é simplesmente o fato de que eles eram descendentes, eles eram justos aos olhos de Deus. Eles praticavam todas as coisas que a lei ordenava. Se diz aqui explicitamente no versículo 6 que ambos eram justos aos olhos de Deus, obedecendo de modo irrepreensível a todos os mandamentos e preceitos do Senhor. Então, essas eram pessoas que deveriam ser vistas por parte da sociedade como um casal de grande honra pelo seu serviço e também consequentemente pela bênção que deveria ser derramada por parte de Deus. Mas é importante a gente perceber como as coisas não funcionam da maneira como se espera na história de Isabel, na história dessa mãe. Por Lucas conta pra gente essa história a partir da perspectiva de que alguém de alguém que acredita que a lei de Deus é revelação da vontade de Deus. E segundo a lei de Deus, no último livro do Pentateu, segundo a lei de Moisés, no livro de Deuteronômio, capítulo 28, tanto no versículo 4 quanto no versículo 11, a gente tem a segurança que Deus dá para esse povo de uma bênção condicional. Qual era a bênção? Gerar muitos filhos e receber a prosperidade desses filhos em sua família. Eles não só deveriam ser numerosos, mas eles deveriam ser abençoados por Deus, por Deus naquilo que eles fizessem. Mas essa era uma bênção condicional. Por quê? Porque Deus falou que faria isso para os homens e as mulheres de Israel quando eles obedecessem aos seus mandamentos e os seus preceitos. Da mesma forma, se o povo desobedecesse a esses mandamentos e esses preceitos, eles não gerariam filhos. os seus ventres, os ventres das mulheres de Israel seriam secos e os filhos que eles tivessem não seriam prósperos. E a gente percebe, não só no capítulo um de Lucas, mas ao longo de toda a narrativa, que Lucas mantém a sua convicção de que a Torá é revelação da parte de Deus e que a Torá revela a vontade do próprio Deus. E a gente tem essa, esse desconforto, esse fato de que os filhos eram vistos como bênção da parte de Deus. Isabel, que não era capaz de gerar filhos, era estéril, mas ao mesmo tempo era narrada como uma mulher justa e Zacarias também como um homem justo. Uma convicção que aquele povo tinha e que era fundamentada na palavra de Deus é que Deus controlava o ventre das mulheres. Deus era aquele que dava os filhos como um sinal da sua bênção sobre o povo e sobre a vida daquela família. E isso, como a gente acabou de exemplificar até certo ponto, vinha de textos como esse de Deuteronômio, capítulo 28. Deus controla e Deus derrama a sua bênção sobre a vida do povo de Israel e sobre as famílias por meio dos filhos. E por isso os filhos eram vistos como fonte de honra. Ter filho naquela cultura não era simplesmente a decisão de um casal que queria ter o prazer de gestar, de conceber, de dar luz, de criar e de poder desfrutar dos prazeres de gerar filhos e também arcar com as consequências de ter que criar a crianças, porque de forma geral essas pessoas pensavam que quanto mais filho se puder gerar melhor. Não era simplesmente uma decisão do ponto de vista individual ou familiar, mas era visto como uma bênção de Deus. Então, a aquilo que era o poder divino e o controle divino de conceder esse desejo do coração, que era o desejo do coração que normalmente todas as famílias possuíam, era uma parte fundamental da maneira como aquela cultura enxergava honra e inversamente como eles também enxergavam humilhação. Por quê? Porque se filho era sinal da bênção de Deus, se filho era uma forma de honra que uma mulher, um casal e uma família poderia receber da parte de Deus, não ter filhos era sinal de humilhação. Qual era a lógica? É que se esse casal, se essa mulher foi incapaz de gerar filhos, de dar filhos para o seu marido, é porque alguma coisa ela fez. Se essa família e de forma geral a responsabilidade por não gerar filhos será atribuída à mulher, uma coisa que a gente sabe hoje em dia que não é obviamente algo que está exclusivamente ligada à capacidade da mulher de gerar filhos, mas de maneira geral, quando um casal não podia ter filhos, isso era atribuído como responsabilidade ou como uma incapacidade do corpo da mulher, a leitura que aquelas pessoas tinham é: Deus está punindo esse casal. Deus está punindo essa mulher por algum pecado que ela cometeu. Se esse era o caso naquela cultura e se esse era o caso de Isabel, então isso significava que Isabel tinha feito algo muito errado, muito equivocado, e que ela estava recebendo uma punição muito severa por parte de Deus. Porque novamente, essa era uma mulher de sacerdote. Ela mesmo era descendente de Arão. Eles estavam diante do próprio altar de Deus, servindo a Deus. E porque é que Deus não deu pelo menos um filho para esse casal? Se ela é incapaz de gerar filhos, é porque essa mulher cometeu um erro, um pecado, algo muito grave que justifique uma punição tão dolorosa sobre a vida dela. É o que a gente precisa também observar, não só na maneira como aquela cultura funcionava, mas como a própria lei de Deus estava tratando o assunto já há muito tempo antes de Isabel, é o fato de que Deus disse que se o povo o obedecesse, ele abençoaria suas mulheres com a fertilidade, com a capacidade de gerar filhos e esses filhos seriam próximos. E o inverso também era verdade. Mas Deus não está dizendo que toda mulher, todo casal que é incapaz de gerar filhos, é incapaz de gerar filhos porque está colhendo as consequências de um pecado que cometeu. Ainda que essa relação seja válida para o povo, isso não necessariamente se aplica a um indivíduo. Sempre que o povo de Israel pecasse, isso deveria vir como consequência. Mas nem todo mundo que tem essa incapacidade é porque pode ser relacionada com essa causa do pecado cometido pelo casal, pelo indivíduo ou mesmo pelo pecado do próprio povo de Israel. Deus nunca disse que a mulher que não pode gerar filho, não pode gerar filhos porque está sendo condenada por parte de Deus. E Lucas parece fazer questão de dizer que isso não explica a situação que Isabel estava passando. Porque antes mesmo de falar sobre filhos ou a ausência de filhos, no caso de Isabel, ele faz questão de dizer que Zacarias e Isabel eram justos aos olhos de Deus e obedeciam todos os mandamentos e preceitos do Senhor. E aí quando a gente segue na sequência do texto e logo depois desse versículo inicial, desses dois versículos 5 e 6, a gente vai para o versículo 13 e a gente encontra o seguinte: "Mas o anjo lhe disse: "Não tenha medo, Zacarias, sua oração foi ouvida. Isabel, sua mulher, lhe dará um filho e você lhe dará o nome de João. Quando a gente olha para essa expressão do anjo Gabriel, que ainda não havia se identificado como Gabriel nesse momento, mas que fica muito claro na sequência do texto, o que a gente encontra é essa expressão que não aparece a primeira vez na Bíblia aqui em Lucas, mas em outros momentos isso é repetido. Sua oração foi ouvida. E o que é muito interessante é que o milagre que Deus opera na vida de Isabel e de Zacarias, desse homem e mulher que já eram idosos, há muito tempo oravam por esse filho ou por esses filhos e que não tinham recebido esses filhos ainda. Esse milagre que é narrado aqui em Lucas capítulo 1, não é retratado simplesmente como uma ideia de Deus. Isso é muito interessante. É o fato de que aquilo que Deus faz na vida de Isabel, dessa mulher que vai se tornar mãe em idade muito avançada, surge como uma ideia, como uma oração, como um pedido do próprio Zacarias. Certamente Isabel orou por muito tempo para que ela recebesse esse filho, mas aqui no versículo 13 a gente encontra essa afirmação muito importante por parte de Gabriel que é: "Sua oração foi ouvida". O milagre da concepção dessa criança veio a partir do desejo e do coração daquele homem, do desejo e da oração daquela mulher. E o milagre veio como uma resposta de Deus, uma intervenção de Deus para uma necessidade humana. Mas é muito importante a gente perceber como essas duas vontades, essas duas ações estão simultaneamente atuando para que esse evento viesse acontecer. Todo o poder, obviamente, da concepção de João Batista precisa ser reconhecido como uma ação do próprio Deus. Mas, por outro lado, isso vem como um desejo e uma necessidade que foi expressa por Zacarias em suas orações. Um pedido e uma vontade que Isabel com certeza colocou diante do Senhor muitas e muitas vezes. E quando a gente ouve a palavra do anjo Gabriel, quando a gente ouve a história de Isabel e Zacarias e a resposta em especial que Isabel tem no versículo 24 e 25, a gente escuta muito claramente a história de Abraão, de Abraão e Sara. A história de Abraão em Gênesis capítulo 15 versículo 1, quando depois de ter recebido a promessa, depois de ter se passado vários anos, Deus aparece para Abraão e Abraão discute com o próprio Deus: "O Senhor me fez essa promessa, mas até agora minha mulher não ficou grávida. Eu não estou ficando mais novo. E o único caminho que eu vejo para que essa promessa se cumpra é que um herdeiro da minha própria casa, um servo da minha própria casa seja aquele que vai levar adiante a promessa que o Senhor me deu de ter um descendente, uma descendência que representasse a continuidade da minha família. E as palavras de Deus para Abraão em Gênesis capítulo 15 versículo 1 são: "Não tenha medo, Abraão. Grande será a sua recompensa". De forma semelhante, o anjo Gabriel está dizendo aqui para Zacarias também: "Não tenha medo. O Senhor ouviu as suas orações. Não tenha medo, Zacarias. Sua oração foi ouvida. Isabel, sua mulher, lhe dará um filho e você lhe dará o nome de João. Abraão não foi esquecido. Zacarias não foi esquecido, Isabel não foi esquecido. Aqui a gente encontra um tema que é muito antigo e um tema que é muito valioso em toda a narrativa bíblica. É esse tema da lembrança de Deus. Muitas vezes a gente reforça tanto esses atributos de Deus de que ele é onisciente, de que ele é todoeroso e perde de perspectiva textos que são muito valiosos e que demonstram um afeto muito pessoal por parte de Deus em relação ao seu povo. Quando Deus, quando se diz que Deus se lembrou, Deus se lembrou de Abraão, Deus se lembrou de Raquel, Deus se lembrou de Ana, Deus se lembrou de Isabel. E aquilo que a gente encontra nesses versículos iniciais e também no fim dessa narrativa não traz essa expressão que Deus se lembrou exatamente de Isabel. Mas as palavras de Isabel no fim desse trecho, nos versículos 24 e 25, mostram muito, muito claramente que essa é mais uma das histórias em que Deus se voltou para um de seus servos, se voltou para uma de suas servas, se lembrou de sua necessidade, derramou bênção sobre aquela pessoa em particular e agiu em seu favor. Então, a história de João Batista, a história de Zacarias, mas em especial a história de Isabel e dessa mãe, é uma história da lembrança de Deus em função da necessidade daquela mulher. Por quanto tempo será que Isabel orou por esse filho? A gente não sabe qual é a idade de Isabel quando tudo isso aconteceu. A gente não sabe por quantos anos Isabel chorou diante de Deus pedindo que lhe desse uma filha, um filho, alguém que pudesse continuar a história da sua própria família. Mas a gente sabe que foram muitos anos. As pessoas não costumavam se casar muito tarde naquela época. Se casavam muito mais cedo, muito mais cedo do que na nossa própria cultura. E e essa mulher, provavelmente tendo se casado antes dos 20 anos de idade, agora já era uma mulher idosa. E novamente essa era uma mulher que era casada com sacerdote. E existia todo um valor, todo um significado que eles pudessem gerar filhos, que ela desejasse ter muitos filhos e nunca tivesse sido abençoada por parte de Deus com uma única criança. E aqui existe essa afirmação do anjo Gabriel para Zacarias. Não tema, não tenha medo. O Senhor ouviu a sua oração. Depois de muitos anos, depois de muito tempo, talvez batalhando com o próprio Deus, Zacarias tem a sua oração respondida, Isabel tem a sua oração respondida. E a maneira como essa história é narrada e a maneira como Raquel eh, perdão, como Isabel vai responder a esse milagre da parte de Deus, é muito semelhante com a maneira como Raquel respondeu a Deus quando recebeu a bênção e o milagre de Deus em condições muito semelhantes àquilo que Isabel recebeu. Quando a gente volta lá pro texto de Gênesis, capítulo 30, nos versículos 22, a gente encontra as palavras de Raquel. Então, Deus lembrou-se de Raquel. Deus ouviu o seu clamor e a tornou fértil. Ela engravidou e deu à luz um filho e disse: "Deus tirou de mim a minha humilhação. Deus tirou de mim a minha humilhação." São praticamente as mesmas palavras que a gente encontra na boca de Isabel quando ela recebe esse milagre da parte de Deus e pode conceber uma criança. Uma história muito semelhante a de Isabel, não só a de Raquel, mas obviamente também a de Abraão e Sara, mas a história de Ana e El Cana, que por muito tempo chorava e apresentava a Deus esse clamor por ter um filho e não pôde ter um filho. E Deus abençoa Ana, podendo Ana conceber agora Samuel, outra história e outra vida que vai transformar a história do povo de Deus. E é o que a gente encontra em Primeira Samuel, capítulo 11. >> [suspirando] >> E uma coisa que eu me pergunto quando eu olho para essa reação dessas mulheres, pra reação de Sara, pra reação de Raquel, pra reação de Ana, pra reação de Isabel, é por que para essas mulheres, por é que para esses pais e esses homens, para essa cultura, era um sinal de honra tão grande poder conceber filhos? Por que é que para essas mulheres em especial era um sinal de humilhação, era uma condição que lhes colocava em humilhação diante do próprio povo de Israel não poder conceber filhos? Porque filhos era sinal tanto de honra quanto a sua ausência era sinal de deshonra. O que a gente percebe é que através da oração de Isabel e de Zacarias, Deus responde a esse desejo que esse casal tinha, a essa necessidade que essa mulher possuía. Mas Deus também responde à oração do próprio povo de Israel. E é aqui que a história começa a deixar de ser simplesmente a narrativa sobre um casal, mas é a história da narrativa de um casal que está relacionado com a narrativa de um povo, com o destino de uma nação. E obviamente que a gente destaca a história de Israel, não porque a história de Israel é mais importante do que a história de qualquer outra nação, mas porque a história de Israel é também a história de todas as outras nações. Então, de certa forma, quando o anjo Gabriel começa a falar para Zacarias, no versículo 13 e 14, que a vida desse filho que seria dado a ele, a Zacarias e a Isabel, não seria simplesmente uma resposta de Deus para a vida daquele casal, mas seria um filho que traria bênção para o povo de Israel. E como vai ficar muito claro, o fato de que João Batista prepara o caminho para o Messias, não simplesmente iria abençoar o povo de Israel, mas iria abençoar todos os povos gentios, todos os povos da terra. Então, é nesse ponto que a gente percebe que a história de Israel e a história de Zacarias, a história do povo de Deus e a história dessa mulher que não podia ser mãe e foi lembrada por Deus e passou a ser mãe, estão diretamente entrelaçadas como uma história só. Deus responde à oração de Zacarias e Isabel ao mesmo tempo que Deus responde à necessidade de todo o povo de Israel. E a gente então percebe novamente ecos de uma história muito antiga e muito fundamental para tudo aquilo que a gente encontra na Bíblia, que é mais uma vez a história de Abraão e Sara. Deus mantém a sua promessa com Abraão e com Sara. Deus dá filho para Abraão e para Sara. E a partir desse filho, a partir dos filhos desse filho, Deus derrama sua bênção sobre todas as nações. Essa lógica que a gente encontra em Abraão e em Sara, que a gente encontra em todos os patriarcas, a gente encontra também na história de Zacarias e Isabel. Deus faz uma promessa. Deus cumpre a sua promessa, que é gerar uma criança. E por meio dessa criança, por meio desse filho, Deus derrama bênção sobre todas as nações. E aqui que eu gostaria que talvez você já começasse a perceber como a sua história, independente de ter sido uma mãe que enfrentou o problema de não conseguir gerar filhos por um tempo e depois ter recebido a bênção por parte de Deus, ou não. uma mãe que foi abençoada assim, que desejou conceber uma criança ou que até concebeu uma criança sem nem mesmo ter planejado esse momento. Mas a história de Isabel se cruza com a história de todas as outras mães quando a gente começa a perceber que gerar filhos é uma das formas mais poderosas e que a história do povo de Deus, que a história do próprio Deus tem demonstrado que é uma das formas mais constantes pelas quais Deus derrama bênção sobre as nações. Gerar filhos é uma maneira de mudar a história dos povos. Gerar filhos é uma maneira pela qual Deus permite a você que é mãe abençoar a vida de todas as nações. Deus fez isso com Abraão e com Sara. Deus fez isso com Raquel. Deus fez isso com Ana. Deus fez isso com Isabel. Deus fez isso com Maria. Deus faz isso com a sua própria vida. Os filhos que você coloca no mundo, os filhos que você cria dedicando tempo, dedicando energia, são formas pelas quais você está transformando a história não só da sua própria família, da sua própria casa, a história do seu próprio filho, mas a história de muitas outras famílias, a história de muitas outras nações. Consistentemente Deus tem construído a história dos dos povos por meio do seu papel, do seu ato de gerar filhos e de criá-los constantemente, apresentando-os ao Senhor. Conceber, criar e apresentar os seus filhos ao Senhor talvez seja uma das obras mais valiosas. Certamente na vida de muitas mulheres será a obra mais importante, mais valiosa que você fará para transformar a vida de muitas outras pessoas. É poder ter uma vida que não se restringe apenas ao seu próprio corpo. É poder fazer coisas que não estão ligadas apenas à sua própria ação direta, mas a todas as ações que os seus filhos farão, todas as consequências que virão acontecer por meio da sua própria descendência. Tudo aquilo que o seu filho, que a sua filha, que os seus netos, que as suas netas farão para abençoar a vida de muitas outras pessoas, estão diretamente relacionadas ao seu papel enquanto mãe, de gerar, criar e constantemente apresentar essas crianças ao Senhor. A história de Isabel é importante. Obviamente que a história de João Batista é fundamental. A história de Israel é das coisas mais constantes e fundamentais paraa gente entender toda a história bíblica. Mas a narrativa de Lucas, capítulo 1, deixa muito claro que, por mais importante que essas histórias sejam, elas são apenas alguns fios dentro da história do próprio Deus. E eu acredito que isso confere muita dignidade ao seu papel de mãe, a dádiva e a vocação que você recebeu enquanto mãe. Porque o fato de que a história de Isabel, de Zacarias e de João Batista não dizem respeito apenas à história desse núcleo familiar, mas está conectada com a história de Israel. E a história de Israel está conectada com a história de todos os outros povos. E a história de todos os outros povos mostram pra gente que essa é a história do próprio Deus na relação com a sua criação. Nos mostra que a sua história enquanto mãe, a história que você constrói na relação com os seus filhos e a dedicação que você derrama, que você eh aplica aos seus próprios filhos. Essa história é a história do próprio Deus. Deus vive pelo rosto, pelas mãos, pelos membros de milhões, de bilhões de pessoas, de todas as suas criaturas. Essas são histórias de rebelião e de arrependimento. Essas são histórias de obediência e são histórias de recusas absolutas em relação ao seu criador. Mas no fim das contas, a história de todas as criaturas constitui a história do próprio Deus. E aquilo que você faz enquanto mãe define em boa medida parte fundamental da história do próprio Deus. É isso que ele permitiu que a gente percebesse que estava fazendo através da vida de João Batista, através da vida de Isabel. É isso que a gente encontra na história de Maria. A gente não tem simplesmente a história do Messias, de Jesus, mas a história de um Messias que foi concebido a partir de uma mulher. A gente não tem história apenas de João Batista, mas a gente tem a história de Isabel. A gente não tem a história apenas de Samuel, a gente também tem a história de Ana. A história de Deus é construída por meio da vida e da fidelidade da história das mães. Aquilo que você faz recebe diretamente da mão de Deus. uma grande dignidade e um grande valor. E saindo desse momento em que a gente tá olhando para as palavras do anjo Gabriel para Zacarias e indo para o final dessa narrativa, em Lucas 1: 24 e 25, a gente encontra a resposta de Isabel a esse ato miraculoso que Deus faz em favor dessa mulher. E o que a gente percebe é que os versículos 24 e 25 são o clímax da narrativa a respeito da história de João Batista. O ponto mais importante da história do nascimento de João Batista não se encontra na revelação do anjo Gabriel, não se encontra na resposta de Zacarias, se encontra na resposta de Isabel. A parte mais importante nessa história não está associado ao pai, mas a maneira como a mãe responde a tudo isso. O que é que chama a atenção da gente nessas palavras e nessa reação de Isabel? Chama a atenção da gente o contraste entre a aceitação sem resistência de Isabel em relação à aquilo que Deus falou que ia fazer e de fato fez na vida de Isabel com uma resposta reticente, com uma resposta medrosa e uma resposta cheia de desconfiança por parte de Zacarias. Enquanto Isabel reconhece a mão e a presença de Deus em tudo aquilo que estava acontecendo na vida daquele casal, Zacarias questiona o anjo e pergunta: "Como é que isso seria possível? Como é que algo assim poderia acontecer, já que ele é um homem idoso e a sua mulher também já não tem mais condições de conceber um filho, uma criança?" Esse contraste entre a resposta de Isabel e a resposta de Zacarias apresenta na narrativa de Lucas uma questão para o próprio leitor e uma questão para o povo de Israel de como é que esse povo e como é que nós que estamos lendo e ouvindo essa história vamos responder a esse ato de intervenção, a esse ato de libertação que Deus estava trazendo pro seu próprio povo. a gente vai se assemelhar e se aproximar da resposta reticente de Zacarias, ou nós seremos, assim como Isabel, esses exemplos de homens e mulheres que depositam completamente a sua confiança que Deus está presente nessas coisas, que ele é quem era responsável por tudo isso que estava acontecendo e que responderia com grande júbilo, alegria diante dessas coisas. Não é a última vez em Lucas e também em Atos, o livro escrito pelo mesmo autor, que uma mulher será evidenciada como alvo da bênção divina, ao mesmo tempo que é retratada como modelo de fidelidade ao propósito de Deus. Várias vezes esse grupo que muitas vezes era colocado em segundo lugar para dizer o mínimo, é retratado na verdade como as pessoas de quem surge a resposta que Deus esperava dos homens, dos líderes, do povo de Israel como um todo e que está retratado em uma mulher, em uma mãe. Essa é a primeira vez que aparece no Evangelho de Lucas, mas certamente não é a última vez. A maneira como Isabel reage à gravidez é muito semelhante, como a gente colocou, a maneira como Raquel reage a essa gravidez. E uma das consequências de ela ter recebido essa graça da parte de Deus é que ela fica 5 meses reclusa. Por que é que Isabel fica 5 meses dentro de casa? E uma coisa que olhando para vários comentaristas, eu percebi vários estudiosos do texto de Lucas, é que ninguém sabe com certeza. Ninguém sabe ao certo porque Isabel ela se afasta da convivência com outras pessoas e permanece dentro de casa durante esses 5 meses. Mas algumas possibilidades me parecem ser muito razoáveis. Primeira coisa é Isabel era uma mulher idosa. Isabel já não tinha mais condições de ter filhos. pelas eh explicações e pelas condições naturais do seu corpo. E ela provavelmente teve toda a cautela possível quando ela percebeu que recebeu a graça por parte de Deus de se tornar mãe gestante em idade avançada. Então, não existia ultrassom, não existia internação hospitalar, não existiam várias eh medidas cautelares que a gente pode utilizar para verificar a saúde de uma criança e de uma mãe hoje no tempo de Isabel. Então, acho muito razoável que Isabel tomou todo o cuidado para ter certeza de que ela estava zelando e se protegendo de qualquer adversidade nesse período da gestação. Uma outra coisa relacionada a esse primeiro ponto é Isabel sabia qual era o significado do filho que ela estava gestando. Isabel sabia que o seu filho não era simplesmente uma resposta de Deus para sua própria necessidade, mas João Batista desempenharia um papel fundamental na história de Israel e por isso, mais um motivo para ela ser muito cautelosa durante o período dessa gestação. Uma outra possibilidade é que a gente percebe que Isabel sofria humilhação no convívio com outras pessoas pelo fato de não poder gerar filhos. Então, de certa forma, se reservar do convívio, se afastar do convívio eh com outras pessoas durante esses 5 meses, talvez fosse uma forma de que ela pudesse desenvolver aquela gestação, a tal ponto de que quando ela novamente saísse de casa e entrasse no convívio com as outras pessoas, ficasse evidente que a causa da sua humilhação já não permanecia mais com ela. Ela agora era uma mulher que gestava e que tinha recebido essa graça de Deus. E por isso Deus havia revertido a sua humilhação em um grande motivo de orgulho e de gratidão diante de Deus. E o que a gente percebe que muito mais importante do que encontrar os motivos pelos quais Isabel, ela ficou reclusa durante esses 4 meses, é perceber a maneira como Isabel expressa o seu sentimento diante das coisas que estavam acontecendo com ela. O Senhor desfez a minha humilhação. Novamente a gente volta pra pergunta que eu fiz e que eu não respondi diretamente. É que gerar filhos era sinal de honra e por é que não gerar filhos era sinal de deshonra? Aquilo que a gente encontra eh explicitamente e implicitamente na palavra de Deus é que gerar filhos é uma grande dádiva que Deus deu para não só o seu povo, mas o povo de Israel no Antigo Testamento, mas que Deus deu para a condição humana de partilhar junto com o Criador da parte mais importante do seu ato criativo nos sete dias iniciais da criação. Deus cria todas as coisas e a última coisa que ele decide criar é o ser humano, homem e mulher. E com essas criaturas, Deus decide compartilhar essa dádiva de poder gerar outras criaturas que são feitas a sua imagem semelhança. Então, se a gente percebe que Deus faz o homem a sua imagem e semelhança como a coroa sobre a criação, como a parte mais importante desse surpreendente, desse eh quase aterrador ato criativo e poderoso por parte de Deus, ele agora se volta para essas criaturas e permite ao homem e a mulher partilhar com ele desse grande prazer e desse grande poder. poder de gerar novas criaturas, de ser coparticipantes com Deus no ato de criação. E se isso é uma coisa que Deus permite a todos os povos fazerem, a todo homem e mulher a princípio fazer, a gente percebe que de maneira especial na história de Israel fica claro que todos fomos criados em Adão, mas é por meio de Abraão que Deus estava decidindo recriar todas as coisas. Por isso, em especial para as mulheres de Israel, poder gerar filhos era poder participar com Deus desse ato honroso e glorioso de gerar criaturas que deveriam participar desse ato de criação, mas de recriação de Deus em relação a tudo aquilo que foi comprometido por meio de Adão e por meio de Eva. Isabel e Maria, João Batista e Jesus revelam que por esse caminho Deus decidiu fazer novas todas as coisas. Deus decidiu, por meio da geração de crianças trazer esse plano que atribui sentido e significado para todas as nossas vidas, de não apenas nos criar sua imagem semelhança, mas nos libertar de tudo aquilo que acontece a partir do pecado e de recriar todas as coisas, fazer novas todas as coisas. Ele decide fazer esse grande plano de salvação possível por meio de vocês mães, por meio das mulheres, por meio dos homens que juntamente com suas mulheres podem gerar filhos. E a história de Isabel e de Maria, de João Batista e de Jesus deixam muito claro que no momento do ato mais importante, no clímax dessa história toda de criação, libertação e nova criação, se encontra o ato de gerar filhos, se encontra a dádiva de ser mãe, de ser pai, de poder trazer à existência uma nova criatura, uma nova pessoa. Por isso que a maternidade é um presente divino e a maternidade é algo que carrega consigo algo muito mais valioso do que simplesmente um desejo profundo do coração humano. A maternidade é aquilo que Deus permite a você desfrutar. A maternidade é uma vocação que Deus chama a você, mãe, a cumprir com todo zelo e com toda responsabilidade, porque a maternidade, de certa forma, é uma participação muito importante no ato de Deus de criar todas as coisas, de libertar todas as coisas e de fazer novas todas as coisas. É por meio das crianças, é por meio da geração de filhos que Deus insere o seu papel dentro dessa história. É verdade que existem muitas outras funções e muitas outras responsabilidades dentro dessa grande história. Mas hoje, nesse momento, nesse ato que nós estamos lembrando daquilo que significa ser mãe e por que isso era algo tão honroso e valioso, é muito importante você perceber isso. Você está construindo a história do mundo que Deus criou, do mundo que Deus libertou e dessa nova criação que Deus está realizando. Por isso a exclamação de Isabel, o Senhor olhou favoravelmente para mim. O Senhor desfez a minha humilhação. Era humilhante para Isabel porque era eh não poder gerar filhos era era ser colocada de lado desse dessa participação no grande ato de Deus de fazer todas essas coisas, inclusive por meio das mulheres, inclusive por meio das mulheres que geravam os seus filhos nesse grande ato de redenção, de criação por parte de Deus. Ela não podia experimentar o que era participar dessa história enquanto mãe. Poderia participar de outras formas, mas não enquanto mãe. E no momento em que Deus se volta para Isabel, no momento em que Deus olha favormente para Isabel, no momento em que Deus lembra de Isabel, ela finalmente pode exclamar com grande alegria e com total convicção. Isso é obra do Senhor. O Senhor olhou favoravelmente para mim. Eu já não estou mais de lado dessa história das mulheres que podem gerar um filho e por meio dos seus filhos trazer a grande bênção de Deus sobre os povos. Isabel, se não sabia naquele momento, passou a saber muito pouco tempo depois que essa não seria uma missão fácil, que essa não seria uma missão marcada simplesmente pela alegria e pelo prazer de ter recebido essa bênção por parte de Deus, mas era uma vocação que envolveria muito sofrimento. Mas eu tenho certeza que Isabel conservaria em seu coração essa convicção de que ser mãe era mais do que um desejo, era mais do que uma necessidade, era uma missão que Deus tinha dado para ela e que era uma missão completamente revestida de glória e de honra. para usar a expressão do Salmo 8, porque a vida que se tornou, a vida do seu filho, a vida de João Batista, foi uma história marcada por momentos muito gloriosos, momentos eh de grande realização e momentos de uma dor profunda. Eu fico pensando o que é ter sido para Isabel, a mãe do João Batista, a respeito de quem Jesus falou que dentre os nascidos de mulher não se encontrou homem maior do que João Batista. Ouviu isso da boca de Jesus? O que é ter sido testemunhar o batismo do Messias, do grande libertador enviado por Deus, daquele que ela mesma, Isabel, muito provavelmente veria a perceber e que testemunhou antes do nascimento de Jesus, na verdade, que era o próprio Deus encarnado, esse homem sendo batizado pelo seu filho. O que deve ter sido para Isabel perceber a grandiosidade que estava acontecendo no seu tempo, na sua época, por meio do seu filho, quando João, João Batista batiza o próprio Jesus. O que deve ter sido para Isabel a realização e o prazer de ter visto homens e mulheres de todos os lugares e de todas as condições dentre o povo judeu, vindo ao deserto para serem batizados por meio de João Batista, com esse batismo de arrependimento, sendo preparados para o momento da libertação de Israel. O que deve ter sido para Isabel ver o seu filho sendo bênção para todo o povo de Deus? E aquilo que muito em breve ficaria claro para ela também que era bênção para todos os povos da terra. Mas ao mesmo tempo eu fico pensando na dor que foi para Isabel. Nós não sabemos ao certo, mas muito provavelmente Isabel ainda estava viva quando seu filho foi decaptado e morto por conta de uma mulher cruel e de um governante Nico. O que deve ter sido a dor de Isabel v o seu filho que por tanto tempo foi motivo de choro. A inexistência daquela criança foi motivo de dor diante de Deus. A bênção que foi aquela criança que se transformou numa alegria, num júbilo, num prazer que ela provavelmente não conseguia nem expressar com toda a força das suas palavras, mas que ela apresentava em sua oração diante de Deus, sendo morto daquela maneira. Novamente, a gente não sabe se Isabel testemunhou isso. Ela já era idosa quando ela concebeu aquela criança e a gente não sabe quanto tempo ela permaneceu viva. Mas se ela tiver testemunhado esses fatos, qual foi a dor dessa mãe? Ver que esse foi o fim, pelo menos naquele corpo do filho que ela tanto esperou. O que nós sabemos é que Isabel sabia desde o princípio que o seu filho e a sua criança não era para satisfazer o desejo do seu coração, não era para satisfazer a necessidade do seu coração. A gente sabia que o seu filho tinha sido concebido por Deus, tinha sido dado por Deus para cumprir uma uma missão diante do próprio Deus em favor de muitas outras pessoas. O seu filho era uma bênção de Deus que deveria se transformar e resultar em louvor ao próprio Deus. E quanto a isso, certamente Isabel morreu, tendo certeza que o seu filho fez e cumpriu nos dias em que ele realizou o seu ministério como um profeta. Depois de tantos anos, sem nenhum profeta sendo enviado a Israel por parte de Deus, João Batista foi um profeta em nome de Elias, com o poder de Elias, aquele que deveria anunciar as coisas que Deus estava prestes a fazer. Por isso eu tenho certeza que Isabel, com toda a dor que ela enfrentou no seu na sua tarefa, no seu ofício de ser mãe, ela morreu com essa convicção. O meu filho cumpriu a sua missão. Fez sentido. Todo o tempo que eu orei, todo o tempo que eu tive dor e expressei a minha necessidade diante de Deus, fez sentido todas as lágrimas que eu derramei em favor desse filho ou para que ele viesse a existir. E fez sentido todo o meu esforço de ter criado, de ter eh de alguma maneira me humilhado diante de Deus e ter sido humilhada pelo povo por não ter uma criança. Dessa maneira eu gostaria que você também, mãe, hoje pensasse naquilo que é a dádiva, naquilo que é a glória que você recebeu em ser mãe, a participação que você tem no ato de Deus de criar e de recriar todas as coisas pelo caminho da geração, do filho que você pôde gerar, da filha que você trouxe a luz e que tem criado, mas que você continuasse a exercer essa vocação, que você permanecesse convicta de que Todo o esforço que você realiza tem um significado muito maior do que simplesmente a bênção ou a adversidade que vem por meio dessa responsabilidade que você possui enquanto mãe. Eu oro ao Senhor para que ela, para que ele dê clareza a você do valor que é poder cumprir essa missão, do valor que o seu filho, que a sua filha, que os seus filhos ou as suas filhas possuem em trazer bênção para todas as pessoas, ainda que isso envolva em muitos momentos sacrifício da sua parte, dor em relação à sua condição de mãe. ou que isso envolva o sacrifício e a dor dos seus próprios filhos. Essa é uma missão que não é fácil, mas certamente ela é revestida de glória e honra. Por isso, mais uma vez, eu agradeço muito a Deus pelo fato de ter tido uma mãe que me abençoou tanto desde o da minha concepção, do meu nascimento, todas as oportunidades que ela abriu mão para me criar, para me eh permitir me desenvolver sendo amado e cuidado da forma como ela me amou e cuidou. Eu agradeço a Deus pela vida da minha esposa, que tem sido também essa mãe que se sacrifica muito mais pela sua própria filha do que em favor dela mesmo. E eu agradeço a vida de você, mãe, que está assistindo essa mensagem, que com certeza já dedicou muito do seu tempo, da sua energia, muito daquilo que era a vida que você poderia estar tendo de maneira muito mais, talvez confortável para que o seu filho, para que a sua filha pudesse crescer enquanto um filho que é amado, uma filha que é amada e que vai se transformar em bênção pra vida de muitos outros. Deus abençoe a sua vida e eu espero que a história de Isabel também seja a sua história e a história de João Batista seja a história dos seus filhos e das suas filhas. [música] A IBNU continua com os seus [música] desafios. desafios do nosso novo espaço, esse espaço sagrado, porque vai abençoar as pessoas. [música] Estamos numa campanha especial. Pedimos que todos os membros, os amigos e parceiros da IBNU [música] nos ajudem nessa expansão daquilo que fazemos na IBNU [música] presencial aqui em São Paulo. Mas também [música] continuamos com os nossos desafios de tantos projetos, projetos missionários, projetos humanitários, [música] diversos ministérios, dezenas deles que estão fazendo diferença em São Paulo, no Brasil e no mundo. E tudo isso é sustentado [música] pelas doações, dízimos, ofertas, contribuições no reino de Deus. Então nós pedimos [música] que você nos apoie nos ajude com esses recursos que serão de maneira transparente, legítima, utilizada no trabalho ministerial da EBNU. E [música] nós queremos agradecer agora ao Senhor por essa oportunidade de termos [música] tantas pessoas que num ato de adoração e gratidão contribuem [música] com seus recursos para a expansão do reino de Deus. Obrigado, Senhor, e pedimos a tua bênção sobre todos os projetos, [música] ministérios, sobre as ofertas e contribuições. E que a tua [música] bênção alcance a todos que abençoadamente desejo cooperar com essa [música] proposta ligada à expansão do reino de Deus. Muito obrigado. Deus abençoe a todos. [música] Prazer e uma alegria enorme receber cada um de vocês nessa celebração especial [música] do Dia das Mães. E eu convido você a se tornar um parceiro da IBNU divulgando esse conteúdo. A IBNU tem colocado conteúdo aqui no YouTube praticamente todos os dias da semana. Sempre tem alguma coisa para abençoar [música] a sua vida e abençoar a vida das pessoas que você conhece. Então, se você não se inscreveu aqui no canal do YouTube ainda, se inscreva. Ative o sininho, também deixe o seu joinha nesse vídeo que ajuda a divulgar esse conteúdo para outras pessoas e também se inscreva nas nossas outras redes sociais, Instagram, Facebook, para que você conheça tudo que a IBIL tem feito aqui em São Paulo, em várias partes do mundo, e também possa abençoar as pessoas que você conhece. Já sabe, no próximo domingo às 9:30 nós estamos aqui mais uma vez. Te vejo lá, um forte abraço e que Deus abençoe a sua semana. >> [música] [música] >> em [canto] direita para sempre. [música] Ti [canto][música] confiarei, Senhor. [música] Eu [canto] não tereio. [música] [canto] [música] Meus [canto] pés só. Toda rocha [música] firmarei. [música] [canto] Não abalarei. [música] E do Senhor direi: "Tu és [música][canto] meu Deus protor, [música] meu [canto] refúgio e pecador, [música] meu amigo torre forte [canto] todo tempo [música] meu socorro vem >> [música] [música] >> aquilo [canto] [música] [música][canto] tudo que desejo. Eu [música][canto] me alegro em ti [música] e [canto] do Senhor direi: Tu és meu Deus, protetor, meu [música] refúgio libertador. [música] Eu [canto] abri tu me fte [música][canto] todo tempo meu socorro. Tu és [canto] meu Deus protetor, [música] meu refúo libertador, meu abrigo, [música] torre forte [canto] todo tempo [música] meu socorro [canto] de ti. >> [música] [música] >> minha [canto] >> não me apalarei [música] do Senhor direi: Tu és meu Deus, [música][canto] protetor, eu fui libertador, [música][canto] eu abrio, tu reforte todo tempo [música] [canto] meu socorro. Tu és meu Deus protetor, [música] meu refúgio libertador. [música][canto] do refil [música] todo tempo [canto] meu socorro vem [música] de ti. >> [música] [música] >> เฮ [música] >> [música] [música]