Culto – Manhã de Domingo 31 de Maio de 2026 em Jardim da Luz
31/05/2026
Culto – Manhã de Domingo 31 de Maio de 2026 em Jardim da Luz
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[roncando] [tosse] chegando nada aqui não. >> [música] [música] >> O poder do pecado [canto][música] reinou. Inimigo [canto] de Deus, eu nasci. Um miserável. Só as [música][canto] trevas aqui eu amei. Nada em [música][canto] Deus desejei o busquei. Trevas eu era. [canto] [música] Sim. [canto] Graça [sino] eterna [música] e [canto] soberana [música] me alcançou. Chamou-me, [canto] buscou-me. [música] A graça super multou. [música] [canto] [música] [música] Nada em mim [canto] para Deus desejar. >> [música] >> Nada em mim [canto] para Deus ter prazer como amou. Meu [música][canto] caminho foi escuridão. Cada [música][canto] passo foi rebelião. Como [canto] amou [música] sem graça [canto] eterna. e soberana [canto] [música] me alcançou, chamoume, buscou-me. [música] Graça [canto] super mundo. Sem graça [canto] eterna [música] e soberana [canto] me alcançou, chamou-me, [música] [canto] buscou-me. A [música] graça superabundou. [canto] >> [música] >> Deus no calvário, [canto] Cristo pecado fez, me [música][canto] fez justiça em seu [canto] filho. >> [música] >> Os meus pecados [canto] em Cristo [música] castigo. Sou livre nele. [música][canto] Jesus Cristo, [música] Deus do Calvário, [música] pecado fez [música] fez justiça [canto] em seu filho. [música] Os meus pecados. [música] Em Cristo castigou. [música] Sou livre. [canto] Jesus [música] Cristo. [canto] [música] Sim. Graça eterna [canto] e [música] soberana me alcançou, [canto] chamou-me, buscou-me. [canto][música] A graça superabundou [canto] sem graça [música] eterna [canto] e soberana me alcanzou, [música] chamou-me, [canto] buscou-me. A graça [música] superabundou. [canto] Oh. [música] >> [música] >> Lá na cruz Jesus Cristo morreu. Lá na cruz tudo [música][canto] em mim reviveu. [música] Aleluia, queridos. Aleluia. [aplausos] >> [música] >> Meu pai, se nos amou, amou na [canto] eternidade. em Jesus [música] e nos predestinou [canto] para sermos como [música] Cristo. No tempo [canto] nos [música] chamou para si. Seu chamado nos salvou [música][canto] em [canto] Jesus [música] Cristo. Sem Deus Pai nos [canto] eligeu. [música] Seu filho [música] entregou [canto] [música] >> a propiciação completa foi. >> A ira [música] se esotou [canto] no juízo [música] derramado. >> Expiação [música] [canto] no sangue de Jesus. >> [música] >> Perfeitos [canto] somos de Deus. O Jesus [canto] Cristo, [música] cordeiro que morreu. >> Deus [música][canto] justifica [música] quem irá nos condenar. [canto] [música] Em [canto] Cristo [música] estou. Em Cristo [canto] estou. [música] escolhido, [música][canto] amado. Em [música] Cristo [canto] estou, [música] em Cristo estou. [música] Escolhi. >> [música] >> Amado, [canto] [música] em [canto] Cristo estou. [música] Sim, [música] Deus terminará. [canto] O que ele [canto] começou fazer em nós? [música] Quem poderá [canto] frustrar seu decreto soberano? [música][canto] Só nele [música] descansamos [canto] sem temor. Sua palavra permanece. [música][canto] Temos [música][canto] teu selo. Somos junto com Cristo. [música] A [canto] sua graça [música] já venceu por nós [canto] na cruz. >> [música] >> Em [canto] Cristo estou. [música] Em Cristo [música][canto] estou. Nem escolhido, [música] nele [música] amado. [música] Em Cristo estou. [música] Em Cristo estou. >> [música] >> Ele escolhido, [música] [canto] amado. Em [música] Cristo estou. Em Cristo [música] estou. >> [música] >> escolhidos avarou [música] em Cristo [música] na cruz eu irei [canto] me gloriar nela morrer e [canto] em Jesus ressuscitei. [música] >> Hoje [canto] Jesus [música] se vive em mim. Só [música][canto] por Jesus pela fé eu viverei [canto] [música] >> para o louvor [canto] [música] de Deus, o Deus [canto] pai. >> [música] >> Aleluia! O pai faz tudo para o louvor do filho, filho para o louvor do pai [aplausos] e o espírito santo para o louvor do pai, do filho. A bíblia diz que todo plano de Deus é um presente do pai para o filho. Mas é incrível quando a gente chega em Coríntios e a Bíblia diz então que Deus vai fazer todas as coisas sujeitas ao filho, como era o seu plano, o glorificando totalmente. Aí Paulo fala algo incrível, que quando Jesus receber todas as coisas assim, ele vai pegar todas essas coisas e colocar os pés do Pai para que o Pai seja tudo em todos. Não é maravilhoso, queridos? Ao contrário do homem, Deus, a trindade, um nenhum deles é virado para si mesmo. Deus é totalmente virado para si mesmo, no sentido que Deus faz tudo para sua glória. Mas o Pai faz tudo para a glória do Filho, o Filho tudo para a glória do Pai. O Espírito Santo, tudo para a glória do Pai, do Filho. E assim, então, todo o plano é um presente do Pai pro Filho que o filho vai devolver ao pai para que o pai seja tudo em todos. Que beleza infinita há no nosso Deus. Que bondade que nós queiramos entrar realmente nessa vida eterna em que tudo é feito para a glória de Deus. Vamos ofertar nesta manhã. pega essa oferta e diz: "Mas agradeço a Deus, nosso tempo na Terra está uma contagem regressiva rápida, né? Não importa o que façamos, não temos como parar o relógio, nem o tempo. Nós temos que redimir o tempo e porque os são maus, não podemos retardar o nosso envelhecimento e a proximidade do fim. que a gente possa realmente poder olhar para trás daqui um tempo, quando estivermos partindo desse mundo e dizer: "Tudo na minha vida tinha uma direção só. Deus, sua glória. Não coloquei Deus no compartimento da minha vida, ele foi a minha própria vida. Todas as áreas estavam voltadas para ele. É assim que ofertamos. Pai, nós te agradecemos, ó Deus. Tu tem nos sustentado neste mundo, Deus, que é um deserto. Da mesma maneira, Senhor, Pai, que o povo de Israel não tinha menor chance, ó Deus, de viver um dia sequer naquele deserto abrasivo, Senhor, Pai, abrasador, sem uma intervenção, Senhor, ó Pai, tua, ô Deus. Aquele lugar é um lugar de morte. Não havia ali, Senhor Pai, nada, Senhor Pai, que sustentasse a vida humana, Senhor Pai. E tua graça, tua graça foi mais que suficiente, Senhor Deus. Assim é a nossa vida. Vivemos num deserto, Deus. Todos nós vivemos num vale da sombra da morte. Então, Senhor Pai, só podemos, Senhor Deus, seguir firmes em frente, porque podemos, como Davi dizer, Senhor Pai, que nós não tememos, não porque temos isso, temos aquilo, somos sábios, somos capazes ou temos um currículo, mas não temeremos, Senhor Pai, porque tu estás conosco. A tua vara e o teu cajado nos consolam. Então, Senhor Pai, em vez de olharmos para esse deserto abrasador, olhamos para, Senhor Deus, aquilo que tu nos dás. Então, podemos nos juntar a Davi e dizer: "O meu cálice transborda. Certamente que a bondade, a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida e nós habitaremos na tua casa para sempre." E nada, Senhor Pai, neste mundo, nem fora dele pode impedir isso. Nós, Senhor Pai, queremos derramar gratidão aos teus pés, em nome de Jesus. >> Amém. Amém. [roncando] Amém. Vamos cantar enquanto ofertamos. [tosse] Eu [música] busco a ti, pai. [canto] Eu te desejo. [música] Tu és o [canto] meu [música] Deus. >> [música] >> Amor [canto] sem fim és. Eu quero estar [canto] aos teus pés, [música] beber ti, meu Senhor. Abre [canto] meu coração. [música] Eu te peço profundo. Tu [canto][música] és demais para mim, Senhor. Vem ser [canto] minha paz. Sou teu servo, Deus. Deus, [música] [música] eu [música] busco a ti, [canto] pai. Eu te desejo. [música] Tu és [canto][música] o meu Deus. Amor [música] sem fim és. Eu quero [música] estar [canto] aos teus pés, beber de ti, meu Senhor. Abite [música] meu coração. Eu te [canto] peço. Profundo [música] tu és demais [canto] para mim, Senhor. Vencer minha [música] paz. Sou teu [canto] servo. Eu quero estar aos [música] teus pés, beber de ti, meu Senhor. [canto] Abre meu coração. Eu te [música][canto] peço. Profundo tu és [música] demais para mim, Senhor. Vencer [canto] minha paz. Sou teu [música] servo. [música] O teu amor é o meu pão. [canto] O teu amor [música] sacia a sede que em mim. Eu [música] [música] quero estar aos seus pés, beber [canto] de ti, meu Senhor. Abite [música] meu coração. Eu te [canto] peço. Profundo [música][canto] tu és demais para mim, Senhor. Vem ser [canto] minha paz. [música] [música] >> Amém. Amém. Só um novo coração busca a Deus, queridos. E sabe que a paz não simplesmente vem dele, vencer minha paz. a nossa paz, o que pode tirá-la. Obrigado, Deus. Fale conosco nesta manhã para tua glória e para nossa alegria em nome de Jesus. Amém. Amém. Os irmãos podem se assentar. Bom dia, irmãos. Hoje eu gostaria de abordar com vocês uma eh eu diria uma questão que geralmente aparece quando a pessoa está lendo a Bíblia, eu diria um tanto quanto desatenta. A pessoa está lá lendo a Bíblia e de repente ela se depara com uma afirmação ali. Deus se arrependeu. E a pessoa acaba perguntando para si mesma: Deus se arrepende? E a pessoa acaba não prestando atenção no que que está acontecendo realmente ali quando ela lê desatentamente essa palavra, porque ela não faz aquilo que a gente falou há uns dois domingos atrás sobre avaliar o que que está sendo dito ali com todo o resto da Bíblia. E uma das perguntas que ela devia fazer quando ela pensa: "Deus se arrepende", ela pergunta na sua mente o que ela deveria ser. É. Deus muda de ideia. Talvez alguém escute essa pergunta e pense que é apenas uma curiosidade teológica que a pessoa tem olhando ali aquele versículo. Uma discussão para quem gosta de estudar palavras difíceis e o que que aquilo está querendo dizer. Mas na verdade não é. Essa é uma pergunta, eu diria, que toca o chão aonde a nossa alma pisa cada dia. Porque se Deus se arrepende, então a gente pode dizer que Deus muda. E se Deus muda como nós mudamos, então nenhuma promessa está totalmente segura. Se Deus se arrepende como nós nos arrependemos, então talvez ele possa olhar para um filho seu e dizer amanhã assim: "Sabe, pensei melhor, não quero mais salvar você". Se Deus muda como nós mudamos, então a aliança pode falhar, o perdão pode ser revogado, a graça pode enfraquecer e a nossa esperança fica pendurada por um fio, porque nós nunca sabemos o que que pode acontecer amanhã. Então, pensa nisso por um instante. Pensa no que que você quando passou por esses versículos pensou. Nós conhecemos pessoas que mudam, nós mudamos. Pessoas fazem promessas, que que acontece depois? Elas se cansam e não cumprem essas promessas. Pessoas dizem: "Pode contar comigo". E depois elas desaparecem no momento difícil. Pessoas amam hoje e amanhã elas estão prontas para nos rejeitar. Pessoas podem começar, por exemplo, numa igreja com entusiasmo enorme, mas elas abandonam no meio do caminho. Quantas vezes nós não fizemos isso? Quantas vezes nós falamos com uma pessoa e nós estamos de bom humor e no outro dia a pessoa fala a mesma coisa e nós não estamos mais. Quantas vezes nós simplesmente temos uma opinião formada e de repente amanhã nós mudamos? Quantas vezes nós mudamos os planos completamente? Às vezes nós mudamos porque amadurecemos e isso é ótimo. Mas outras vezes nós mudamos porque somos fracos, confusos, pecadores, instáveis. Então, quando nós abrimos a Bíblia e lemos que Deus não se arrepende, isso deveria produzir em nós o quê? Um grande alívio. Números 23:19 diz assim: Deus não é homem para que minta, nem filho de homem para que se arrependa. Acaso ele fala e deixa de agir? Acaso ele promete e deixa de cumprir? Essa é uma das declarações mais firmes de toda a escritura. Deus não é homem. Deus não mente. Deus não promete e depois falha. Deus não começa e depois abandona. Deus não olha para o futuro e descobre o que ele não sabia antes. Deus não é surpreendido nunca. Deus não precisa corrigir a sua rota. Mas então, a partir disso surge uma dificuldade, porque a mesma Bíblia que diz que Deus não se arrepende, também diz em alguns lugares que Deus se arrependeu. Deus se entristeceu e voltou atrás em relação ao juízo anunciado. Gênesis 6:6 diz o seguinte: "Então, o Senhor se arrependeu-se de ter feito o homem sobre a terra e isso cortou-lhe o coração." Ou então Êxodo 32:14, depois da intercessão de Moisés, nós lemos o seguinte: "E sucedeu que o Senhor arrependeu-se do mal que ameaçara trazer sobre o povo. Em Primeira Samuel 15:11, Deus diz: "Arrependo-me de ter constituído Saul, rei, pois ele se afastou de mim e não seguiu as minhas instruções." Então, se antes a gente viu ali em Números que Deus não se arrepende, o que que a gente faz com esses textos? A Bíblia tá se contradizendo. Deus se arrependeu ou não se arrepende? A resposta bíblica é esta: Deus não se arrepende como o homem se arrepende. Quando a Bíblia diz que Deus não se arrepende, ele está falando obviamente da perfeição do seu ser, da firmeza do seu propósito, da fidelidade à sua palavra, da imutabilidade do seu caráter. Deus não se arrepende como nós, porque ele não erra, ele não peca, ele não ignora, ele não se precipita e ele não muda por fraqueza. Mas quando a Bíblia diz assim: "Deus se arrepende", ele está falando numa linguagem humana que nós conseguimos entender. Ele está descrevendo a resposta santa, justa, pessoal e real de Deus diante do pecado, da oração, da intercessão e da história. Como nós conseguimos entender, Deus não muda em quem ele é, mas ele age de maneira diferente, conforme a sua vontade eterna. vai se realizar no tempo. E essa distinção é muito importante. Nós vamos destrinchar, eu diria ela, para nós conseguirmos entender. Deus não é imóvel como uma pedra. Deus não é frio como uma máquina. Deus não é indiferente como uma força impessoal. O nosso Deus é vivo, ele ama. Ele se ira, ele se entristece, se compadece, julga, perdoa e responde. Mas em tudo isso, ele nunca deixa de ser quem ele é. Deus não muda e por isso a nossa esperança pode descansar nele. E para entendermos que Deus não se arrepende, precisamos primeiro pensar no nosso arrependimento. Como é que acontece com a gente? Quando dizemos que uma pessoa se arrependeu? Normalmente queremos dizer que ela olhou para algo que fez, percebeu que errou e desejou voltar atrás. Às vezes o arrependimento vem acompanhado muitas vezes de vergonha. Às vezes ele vem acompanhado de dor que vai vir durante toda a vida. Às vezes vem porque é tarde demais depois que tudo aconteceu. Um pai pode se arrepender de palavras duras que ele disse para o seu filho. Um jovem pode se arrepender de uma decisão tomada por impulso. O homem pode se arrepender de ter traído a confiança da sua esposa. Uma mulher pode se arrepender de ter seguido um caminho que parecia bom, mas terminou em destruição para ela. Nós nos arrependemos porque nós somos limitados. Nós não enxergamos tudo. Não conhecemos todos os desdobramentos. Somos influenciados pelos nossos desejos momentâneos, pelo nosso medo, orgulho, pecado. O arrependimento humano, nesse sentido, revela que nós não somos como Deus. Nós fazemos escolhas com as informações incompletas que nós temos. Tomamos decisões sem saber o fim da história. Achamos que temos o controle, mas logo descobrimos que, na verdade, nós não temos controle nenhum. Muitas vezes olhamos para trás e pensamos: "Se eu soubesse o que eu sei agora, teria sido completamente diferente." E essa frase é profundamente humana. Quem nunca pensou nisso? Ela mostra a nossa limitação. Nós aprendemos muitas vezes depois descobrimos. Depois entendemos o que que estava acontecendo depois. Mas Deus nunca diz: "Se eu soubesse o que sei agora". Deus não tem a capacidade de fazer isso. Nada aparece diante de Deus como uma surpresa. Nenhuma notícia chega atrasada no céu. Nenhum pecado humano pega Deus desprevenido. Nenhuma traição, nenhuma queda, nenhuma crise, morte, guerra, nenhuma oração, nenhuma lágrima cai diante de Deus sem que ele veja. Ele sempre vai ter considerado o que está acontecendo. O arrependimento humano também acontece porque nós pecamos. E esse é um ponto, a gente pode dizer mais sério. O ser humano precisa se arrepender porque ele é culpado do pecado. O arrependimento é uma coisa necessária paraa criatura caída. Quando a Bíblia chama homens e mulheres ao arrependimento, ela está chamando pecadores a abandonar o pecado e voltar a Deus. Como que Jesus pregou, por exemplo, em Mateus 4:17? Arrependam-se, pois o reino de Deus está próximo. Pedro pegou, pregou assim no dia de Pentecostes, Atos 238, arrependam-se e cada um de vocês seja batizado em nome de Jesus para o perdão dos seus pecados. O arrependimento é indispensável para nós que nos desviamos. Nós quebramos a lei de Deus. Nós amamos o que nós deveríamos odiar e odiamos o que deveríamos amar. Nós chamamos de liberdade aquilo que muitas vezes é o que vai nos escravizar. Mas Deus não precisa se arrepender nesse sentido, porque Deus não peca. Deus nunca comete uma injustiça. Deus nunca tem um pensamento impuro. Deus nunca fala uma palavra precipitada. Deus nunca age por vaidade, inveja, medo, ignorância. Deus é santo e ele é santo em tudo. Ele é santo no amor, ele é santo na ira, santo na misericórdia, santo no juízo. E por isso, quando dizemos que Deus não se arrepende, não estamos dizendo que Deus é orgulhoso demais para admitir um erro, que ele é poderoso demais para nada do que ele fizer apenas não ser um erro. Estamos dizendo que Deus não tem erro a admitir e isso muda tudo pra gente. Deus não é como um governante poderoso aqui na terra que precisa revisar decretos que ele fez porque ele calculou o mal um ponto que poderia acontecer. Ele não é como um médico que descobre depois que diagnóstico que ele fez estava errado. Ele não é como um pai que promete algo e depois percebe que não tem condições de cumprir aquilo. Deus sabe perfeitamente, deseja santamente, decreta sabiamente, realiza soberanamente tudo. O arrependimento é virtude no pecador quando ele se volta para Deus. Mas se você visse o arrependimento em Deus, seria uma imperfeição nele. Ia significar mudança causada pelo erro, pecado ou ignorância. São essas três as possibilidades. Então, quando a Bíblia afirma que Deus não se arrepende, ele está nos ens dando algo e uma grande diferença entre o criador e a criatura. Nós mudamos porque somos pequenos. Deus permanece porque ele é perfeito. Nós voltamos atrás porque nós falhamos. Deus permanece fiel porque ele nunca falha. Nós precisamos constantemente ser corrigidos. Deus é a medida de toda a correção. E aqui nós podemos perceber que essa doutrina não é fria, ela é profundamente consoladora. Porque a nossa salvação não depende de um Deus que está tentando descobrir o que que ele tem que fazer. Ela depende de um Deus que sabe o fim, o meio e o começo. Ele sabe tudo. E em Números 23:19 é uma das passagens que coloca os pés da nossa fé firmes na rocha. Diz assim: "Deus não é homem para que minta, nem filho de homem para que se arrependa. Acaso ele fala e deixa de agir? Acaso ele promete e deixa de cumprir?" O contexto aqui, como em toda a Bíblia, quando nós estamos lendo, é importante aqui. Balaque, rei de Moabe, estava com medo de Israel que estava passando por ali. O povo de Deus vinha pelo deserto e Balaque queria que Balaão amaldiçoasse Israel. A ideia aqui era simples que ele tinha. Se eu não posso vencer eles apenas com a força militar, talvez eu possa vencer eles espiritualmente aqui. Então o que que ele faz? Ele chama Balaão para que Balaão possa amaldiçoar aquilo que Deus havia abençoado. Mas há um problema aqui para Balaque. Ninguém pode desfazer a bênção que Deus decidiu dar. Balaque queria manipular Deus, queria usar palavras religiosas ali naquela situação para alterar o propósito divino com Israel. Queria que a vontade de Deus se curvasse ao interesse político dele. Mas Deus não é um homem. Deus não pode ser comprado. Deus não pode ser pressionado. Deus não pode ser seduzido por uma recompensa que ele pode querer dar. Deus não vai mudar a sua promessa porque alguém poderoso está ali do outro lado querendo outro resultado. E essa é a força desse texto. Deus havia decidido abençoar Israel. Se Deus decidiu abençoar, Balque, simplesmente não poderia transformar a bênção em maldição. Balaão não poderia colocar palavras na boca de Deus. A circunstância não poderia obrigar a Deus a rever o seu plano. Diz assim em Números 23:19. Acaso ele fala e deixa de agir? Acaso ele promete e deixa de cumprir? Essa pergunta é a pergunta que a gente pode dizer atravessa séculos e chega até nós hoje quando as pessoas se deparam na palavra de Deus com algumas coisas. Deus prometeu, então ele vai cumprir. Deus falou, então você pode ter a certeza, ele fará. Deus se comprometeu em fazer algo, então ele não vai abandonar a sua palavra no meio do caminho. Nós precisamos dessa verdade porque vivemos em um mundo em que as palavras são constantemente quebradas. O casamento começa com promessas e muitas vezes elas terminam sendo quebradas. A amizade começa com lealdade e muitas vezes ela termina no abandono. Governos prometem o quê? Justiça, prosperidade para as pessoas. E o que que eles entregam muitas vezes? Corrupção. Pessoas prometem a presença delas constantes e na hora G elas elas entregam distância para você. Até nós quando somos sinceros temos que admitir, nós já prometemos coisas que nós no final não cumprimos. Mas Deus não é homem. Ele não mente. E isso significa mais do que simplesmente dizer que Deus não fala falsidade. Significa que a palavra de Deus corresponde perfeitamente ao caráter de Deus. O Deus que fala é verdadeiro, porque Deus é verdadeiro. O Deus que promete é seguro, porque Deus é fiel. O Deus que anuncia é firme, porque Deus não está dividido por dentro. Tiago 1:17 diz assim: "Toda boa dádiva e todo dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, que não muda como sombras inconstantes." Essa imagem aqui é belíssima. As sombras mudam, elas se alongam, diminuem, desaparecem, voltam, dependendo da luz e da posição que a luz está batendo naquela pessoa. Mas Deus não muda como sombras inconstantes. Ele não tem variação. Ele não tem uma estabilidade, não tem fases de bondade e fases de indiferença. Malaquias 3:6 diz assim: "De fato, eu, Senhor, não mudo. Por isso vocês descendentes de Jacó não foram destruídos. Consegue ver a ligação aqui? Deus não muda e por isso aquele povo não foi destruído. A sobrevivência do povo da aliança não está na fidelidade perfeita deles, porque eles foram infiéis muitas e muitas vezes. A sobrevivência deles estava na fidelidade imutável de Deus. E isso é extraordinário. Deus não diz: "Vocês foram tão constantes que eu continuei com vocês". O que que ele diz? Eu não mudo e por isso vocês não foram destruídos. A nossa esperança não começa e não termina na nossa estabilidade, começa na estabilidade de Deus. Isso não significa que a infidelidade humana não importa. É óbvio que ela importa. Deus, por isso disciplina, corrige, julga e Deus chama cada um de nós ao arrependimento. Mas mesmo sua disciplina nasce de um caráter que não muda. Ele é fiel quando consola e é fiel quando corrige. Ele é fiel quando abre as portas e ele é fiel quando fecha as portas. Ele é fiel quando nos dá e ele é fiel quando nos tira. Fiel como quando responde como nós esperávamos. e fiel quando nos ensina a esperar. O problema é que muitas vezes nós medimos Deus pelo que nós somos. Quando nós estamos bem, o que que nós pensamos? Deus está perto de mim. Quando estamos mal, pensamos o quê? Deus foi embora. Quando nós obedecemos, imaginamos que Deus está mais disposto a nos amar a partir de agora. Quando caímos, imaginamos que Deus está pronto para nos descartar. pro inferno. Nós projetamos a nossa instabilidade em Deus, mas Deus não é homem. Essa frase precisa descer da mente para o nosso coração. Deus não ama como nós amamos. Deus não promete como nós prometemos. Deus não persevera como nós perseveramos. Deus não perdoa como nós perdoamos. E Deus não governa como nós governamos. Porque Deus não se arrepende como nós nos arrependemos. Ele é Deus. E porque ele é Deus, a sua promessa é mais firme do que a nossa percepção. Sua aliança é mais forte do que a nossa fraqueza. No fim, sua palavra é mais segura do que o nosso medo. E talvez o texto mais importante para entender esse assunto esteja lá em Primeira Samuel 15, porque no mesmo capítulo encontramos as duas afirmações. Deus se arrepende e Deus não se arrepende. Saul havia recebido uma ordem clara do Senhor. Ele deveria executar o juízo de Deus contra os amalequitas. Mas Saul decidiu ali na hora que ele eh obedecer parcialmente o que Deus queria. E obedecer parcialmente quando Deus falou claramente alguma coisa, é uma desobediência disfarçada para você fazer só o que você queria fazer. Saul poupou a Gague, o rei dos amalequitas, e também poupou o melhor dos animais. Quando Samuel foi lá confrontar ele, Saul já foi logo tentando se justificar que o povo havia guardado os animais para sacrificar a Deus. Então, Samuel responde com uma das fases mais fortes da Bíblia. Diz assim: Primeira Samuel 15:22: "Acaso tenha o Senhor, o Senhor tanto prazer em holocaustos e em sacrifícios, quanto em que se obedeça a sua palavra? A obediência é melhor do que o sacrifício e a submissão é melhor do que a gordura de carneiros. Esse é o coração do problema. Saul tentou cobrir a sua rebeldia com religião, tentou transformar a sua desobediência num culto para aquilo aparecer um pouco mais aceitável. Ele tentou dizer assim: "Eu não fiz exatamente o que Deus mandou, mas eu tenho boas intenções religiosas com isso. Isso não é bom. Só que Deus não se impressiona com sacrifícios que nascem de coração rebelde. Antes disso, Deus havia dito a Samuel o seguinte em Primeira Samuel 15:11: "Arrependo-me de ter constituído Saul rei, pois ele se afastou de mim e não seguiu as minhas instruções. A palavra aqui é forte. Deus diz que se arrependeu de ter feito Saul, o rei de Israel. Mas no mesmo capítulo, lá no fim dele, Samuel declara o seguinte, Primeira Samuel 15:29: "Aquele que é a glória de Israel não mente, não se arrepende, pois não é homem para se arrepender." Agora, estamos num dilema. Como isso pode ser verdade ao mesmo tempo? A resposta está na diferença entre o modo que Deus age na história e o modo como Deus é em sua natureza eterna. No versículo 11, a Bíblia está descrevendo a resposta santa de Deus à rebeldia de Saul. Saul mudou em relação sua com Deus. Saul se desviou. Saul rejeitou a palavra de Deus. Então, na administração da história do seu reino, que que Deus vai fazer? Remove Saul da posição de rei de Israel. Nesse sentido, Deus se arrependeu de colocar Saul no trono. Não porque Deus descobriu algo novo sobre Saul. Não porque Deus foi enganado pela eh caráter de Saul. Não, porque Deus pensou que Saul seria fiel e depois se decepcionou com ele como alguém que faz uma aposta errada no final. Deus conhece Saul perfeitamente e completamente. Deus sabia o que Saul faria. Deus não foi surpreendido. Mas a queda de Saul foi real. A rebeldia de Saul foi real e o juízo de Deus foi real sobre Saul. A Bíblia descreve essa mudança na relação de Deus com Saul, usando uma linguagem que nós conseguimos entender. Deus colocou Saul naquela posição. Deus se entristeceu com o que Saul fez. Deus lamentou e Deus se arrependeu de constituir constituí o rei. E o que que acontece logo depois? Por conta dos pecados de Saul, Deus vai tirar ele como rei. Já no versículo 29, Samuel está falando da natureza. de Deus. Deus não mente e nem se arrepende como um homem. Deus não vai voltar atrás na sentença contra Saul por conta de uma pressão emocional, por manipulação, por uma aparência religiosa ou por insistência humana. Saul rasgou as vés de Samuel tentando segurar ele. E Samuel disse que o Senhor havia rasgado dele o reino de Israel. Aquilo já estava decidido. Há algo muito sério aqui. Saul queria perdão, mas ele não queria se quebrantar. Ele queria manter a sua imagem. Queria que Samuel o honrasse diante dos líderes. E ele diz assim em Primeira Samuel 15:30, pequei, mas honra-me agora diante das autoridades do meu povo e diante de Israel. Perceba, ele admite que ele pecou, mas a preocupação principal dele não é o pecado dele contra Deus, mas sim a sua reputação. E isso, o que que pode ser mais atual do que a situação? Há pessoas que dizem: "Eu pequei". Mas no final das contas elas estão mais tristes com as pessoas terem descoberto o que elas fizeram do que o fato delas terem ofendido Deus. Elas estão mais preocupadas com a perda da influência dela do que com a santidade com o Senhor. Elas querem e se arrependem porque elas querem o alívio da consequência, mas ela não quer transformar o seu coração. Saul nos mostra a diferença entre remorço e arrependimento. O remorço lamenta a dor que o pecado trouxe. O arrependimento lamenta o pecado porque ele ofende a Deus. O remorço quer e quer perseverar a aparência. O arrependimento se humilha na presença do Senhor. O remorço negocia. O arrependimento se rende a Deus. Aqui está uma verdade profunda. O Deus que não se arrepende chama o homem ao arrependimento. Deus não precisa mudar. Nós precisamos mudar. Deus não precisa abandonar o pecado. Nós precisamos abandonar o pecado logo. Deus não precisa corrigir o seu caminho. Nós precisamos voltar para o caminho que leva ele. Essa passagem também nos ensina a que a imutabilidade de Deus não é uma ideia abstrata, ela toca a santidade. Deus não muda em sua opinião, a sua opinião sobre o pecado. Deus não vai chamar de rebeldia. eh, de rebeldia, o mal eh o mal passado eh para chamá-lo logo no futuro como uma fraqueza inofensiva. Deus não chama a desobediência do pecado no Antigo Testamento para tratá-la como um detalhe sem importância hoje em dia. O Deus santo continua santo o tempo inteiro. E isso deveria nos fazer tremer, porque nós vivemos numa época em que muitos querem um Deus flexível, um Deus moldável por nós, um Deus que se adapte aos desejos que eu tenho, um Deus que revise a sua santidade de acordo com a cultura atual. Mas o Deus da Bíblia não muda. Ele não negocia a sua glória. Ele não rebaixa a sua palavra. Ele não adapta a sua justiça ao nosso conforto. Mas isso aqui deveria nos consolar. Porque o mesmo Deus que não muda em sua santidade, também não muda em sua misericórdia para os que se arrependem. Ele continua recebendo quebrantados. continua perdoando o contrito. Ele continua sendo paciente, continua chamando os pecadores de volta. A tragédia de Saul não foi eh que Deus fosse instável. A tragédia de Saul foi que ele tratou a palavra de Deus com desprezo, enquanto ainda tentava manter uma aparência de espiritualidade ali. E isso nos leva a outro ponto. Quando a Bíblia diz que Deus se arrependeu, ela não está diminuindo Deus. Ela está revelando em uma linguagem que conseguimos entender que Deus se envolve de verdade com a história humana. E a Bíblia fala de Deus de maneira verdadeira, mas muitas vezes fala de Deus usando essa linguagem humana. Isso acontece porque Deus é infinito e nós somos finitos. Deus é eterno, mas nós vivemos no tempo. Deus é espírito e nós entendemos o mundo pelas nossas experiências humanas. Por isso a Bíblia fala dos olhos do Senhor, das mãos do Senhor, do braço do Senhor, do rosto do Senhor. Mas, irmãos, Deus não tem corpo como nós. Mas essas expressões comunicam a verdade reais para nós. Quando a Bíblia fala dos olhos do Senhor, ela nos ensina que Deus vê tudo o que acontece. Quando ela fala das mãos do Senhor, ela nos ensina que Deus age em todo momento. Quando ela fala do braço do Senhor, ela nos ensina que Deus é poderoso. É uma linguagem que nós conseguimos entender. Quando fala do rosto do Senhor voltado para o povo, o que que isso nos ensina? a comunhão, o favor, a presença dele conosco. Algo semelhante na Bíblia acontece quando fala que Deus se arrepende. Ela não está falando que Deus mudou por ignorância, erro ou pecado. Ela está nos mostrando, em palavras humanas, a resposta real de Deus diante de uma situação histórica. Ali Gênesis 6 5 e 6 diz o seguinte: "O Senhor viu que a perversidade do homem tinha aumentado na terra e que toda a inclinação dos pensamentos do seu coração era sempre e somente para o mal. Então, o Senhor arrependeu-se de ter feito o homem sobre a terra e isso cortou-lhe o coração. Esse texto aqui não quer que nós eh imaginamos Deus olhando paraa criação e dizendo assim: "Eu não sabia que isso ia acontecer". Não é isso que o texto está querendo passar pra gente. O que texto quer que sintamos aqui é a gravidade do nosso pecado. A maldade humana não é apenas uma quebra de regra, ela entristece o Deus santo. O pecado é uma afronta pessoal ao criador. a violência, a corrupção, a impureza, a arrogância, a incredulidade. Tudo isso não é apenas errado. Tudo isso é ofensivo a Deus que fez o homem a sua imagem, como nós vimos há poucos domingos atrás. A frase isso cortou-lhe o coração é impressionante. Ela nos impede de pensar nesse momento que Deus é indiferente. Deus não olha para uma maldade humana com frieza. Ele odeia o pecado com uma ira santa. Ali ele se entristece diante da eh destruição causada pelo pecado pelo ser humano. E no caso do dilúgio, do dilúvio, como é que ele vai agir? Ele age com juízo. Então, o arrependimento de Deus em Gênesis 6 não é Deus reconhecendo um erro dele. É Deus manifestando a sua santa dor diante da corrupção humana e sua justa decisão de julgar o ser humano. Outro texto importante é Êxodo 32. O povo havia acabado de fazer o bezerro de ouro. Depois de tudo que Deus havia feito, Deus tinha libertado desde do Egito, aberto o mar. Depois da aliança, o corvo, o povo se curva diante de uma imagem e diz que aquele bezerro havia tirado eles da terra do Egito. É uma cena de profunda ingratidão e idolatria. E Deus anuncia o juízo. E Moisés vai interceder pelo povo. Ele apela à glória do nome de Deus, as promessas feitas a Abraão, Isaque e Jacó. Então, em Êxodo 32:14 diz assim: "E sucedeu que o Senhor arrependeu-se do mal que ameaçara trazer sobre o povo. Isso significa então que Deus que Moisés convenceu Deus de que Deus havia pensado em algo ruim, que Deus havia pensado pior do que Moisés. Não, isso significa que a intercessão de Moisés fazia parte do modo como Deus decidiu manifestar a sua misericórdia. Deus ordena os fins e também os meios. Ele decidiu salvar, mas também decidiu levantar intercessores. Ele decidiu perdoar, mas ele também chama ao arrependimento. Ele decidiu cumprir as suas promessas, mas também ele usa a oração, a pregação, a advertência e a disciplina para isso. Isso é muito importante na nossa vida cristã. A a soberania de Deus não torna a nossa oração inútil, pelo contrário, torna oração efetiva, porque Deus, em sua soberania decidiu agir por meio de orações reais. Moisés intercedeu de verdade e Deus responde de verdade. O povo no final foi poupado de verdade e ainda assim Deus não foi surpreendido e nem mudou o seu propósito eterno. Aqui Deus não muda o seu plano eterno, mas realizou o seu plano eterno dentro da história, por meios reais da história. Ele usa advertências, as nossas lágrimas, sermões, confrontos, disciplinas, mães orando para para filhos, pastores pregando a palavra, amigos chamando amigos de volta, usa a consciência ferida das pessoas, a bondade que nos conduz ao arrependimento, usa até crises até nos quebrar. Então, quando a Bíblia diz que Deus se arrependeu, não devemos imaginar um Deus instável. Devemos ver um Deus vivo, santo, pessoal e soberano, que se revela a nós de modo que nós podemos entender no fim. Ele não vai mudar a sua essência e mas ele muda a nossa história. Ele não revisa os seus decretos, mas ele responde às orações que ele mesmo ordenou como meios para nós. Ele não abandona a sua santidade, mas ele se compadece dos que se humilham diante dele. E isso nos livra de dois erros principais. O primeiro erro é imaginar um Deus fraco que depende das circunstâncias para decidir o que que ele vai fazer. O segundo é imaginar um Deus distante que não se importa com nada, não responde a ninguém e não se envolve com a dor humana. O Deus da Bíblia, ele não é fraco e nem distante. Ele é soberano e próximo de nós. Ele é imutável. e vivo, eterno e presente. E a verdade de que Deus não muda tem dois efeitos muito diferentes. Para o rebelde, ela é um terror. Para o crente, ela é um consolo para nós. Para o rebelde, ela é o terror. Porque Deus não mudará a sua santidade. O mundo pode mudar o vocabulário do pecado, pode chamar o pecado de orgulho, de autoestima. Pode fazer a cobiça chamar de ambição. A imoralidade, ela pode chamar de liberdade. A mentira, ele pode falar que é uma estratégia que ele está tendo. E a idolatria, ele pode te falar que é só a autenticidade dele. Mas Deus não muda. O que era pecado diante dele continua sendo pecado hoje. O que era santo diante dele continua sendo santo hoje. O que era trevas continua sendo trevas hoje. Isaías 5:20 diz o seguinte: Ai dos que chamam ao mal bem e ao bem mal, que fazem das trevas luz e das luz trevas, do amargo doce e do doce amargo. O ser humano tenta inverter os nomes, mas não consegue mudar a realidade diante de Deus. Deus não será domesticado. Ele não se tornará menos santo por que o homem se sinta confortável. Ele não vai deixar de ser justo para que a consciência humana fique em paz sem arrependimento. Ele não olhará para o pecado com neutralidade em momento nenhum. O Deus que julgou o pecado no passado continua sendo juiz hoje. E isso pode parecer pesado, mas é necessário. Porque uma mensagem sobre Deus que não eh leve a pessoa a se arrepender não pode ser apenas um consolo barato. Ela precisa nos lembrar que Deus não muda em sua santidade. E se Deus não muda, então o homem precisa mudar. O pecador precisa se arrepender. O orgulhoso precisa se humilhar. O indiferente precisa despertar. O religioso hipócrita precisa parar de usar palavras espirituais para cobrir o coração rebelde com o consolo temporário. Mas para o crente essa mesma doutrina é um descanso profundo. Porque o Deus que não muda não muda também em sua graça, não muda em sua fidelidade, não muda em seu amor pactual, não muda na sua promessa de guardar os que são seus. Salmo 102:25. a 27 diz assim: "No princípio firmaste os fundamentos da terra e os céus são obra das tuas mãos. Elas eles eh perecerão, mas tu permanecerás. Envelhecerão como vestimentas, como roupas tu os trocarás e serão jogados fora. Mas tu permaneces o mesmo e os teus dias jamais terão fim." Tudo envelhece. O corpo envelhece, a nossa casa envelhece, as fotografias envelhecem, as cidades mudam, as pessoas que nós admirávamos partem daqui, as nossas forças diminuem, a nossa memória começa a falhar. O mundo que conhecemos vai ficando diferente até os céus e a terra, diz o salmista, são como roupas, um que apenas durante o dia são trocados, mas Deus em todas as situações permanece. E essa é a âncora para nossa alma. Há dias em que o crente acorda e ele não sente a mesma força. Há dias em que a nossa oração parece seca. Há dias em que a leitura bíblica parece difícil para nós fazermos. Há dias que a nossa culpa grita alto para nós. Há dias que o sofrimento faz a pessoa pensar: "Será que Deus ainda está comigo?" Nesses dias nós não devemos mendir Deus com a temperatura da nossa alma. Deus não muda como sombras inconstantes. Se a sua fé está fraca, Deus não ficou fraco. Se a sua alegria diminuiu, Deus não diminuiu, porque a sua alegria diminuiu. Se sua percepção está confusa, Deus não se tornou confuso. Se você está atravessando o vale, Deus não abandonou o trono. O seu coração muda. Deus não. As suas emoções sobem e descem. Deus não. A sua obediência é imperfeita. A fidelidade dele não é. Isso não é um convite à negligência. Ninguém deve dizer depois daqui, já que Deus é fiel, posso viver de qualquer jeito que eu quiser. Quem pensa assim não entendeu verdadeiramente a graça. A fidelidade de Deus não nos empurra para o pecado. Ela nos chama para perto. Ela nos dá segurança para confessar, coragem para levantar e esperança para continuar. Hebreus 13:8 diz assim: "Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje e para sempre". Essa frase aqui é simples, mas ela carrega o mundo inteiro para nós. O Cristo que recebeu pecadores continua recebendo pecadores. O Cristo que tocou leprosos continua puro e compassivo. O Cristo que perdoou Pedro depois da sua queda continua restaurando quebrantados. O Cristo que chorou diante de um túmulo continua sendo ressurreição e a vida. O Cristo que foi à cruz continua sendo suficiente. Ele é o mesmo. Não um salvador instável, não um senhor cansado, não um mediador cujo coração esfriou, não um sacerdote que se arrependeu de interceder por nós. Ele é o mesmo ontem, hoje e para sempre. Então, quando o acusador vier e disser para você, Deus vai desistir de você, você deve responder com as escrituras. Quando a culpa disser a graça acabou, o que você deve responder? Responda à cruz. Quando o medo disser a promessa falhou, responda do caráter do seu Deus. A imutabilidade de Deus é terror para quem permanece no pecado, mas é o abrigo para quem corre para Cristo. E tudo isso nos leva diretamente para o Calvário. Porque a cruz é o lugar onde vemos ao mesmo tempo que Deus não muda em sua santidade, mas ele também não muda em sua misericórdia. Na cruz, Deus não olhou para o pecado e disse assim: "Não importa, deixa o pecado para lá". Ele não fugiu, ele não fingiu no final que a culpa humana era pequena ali. Ele não passou por cima da justiça dele. Ele não abandonou a sua lei. Ele não se arrependeu de ser santo para poder nos amar. Não, ele não fez isso. Na cruz julgou o pecado, mas julgou o pecado em Cristo como um substituto do seu povo. Isaías 53:5 diz: "Mas ele foi transpassado por causa das nossas transgressões, foi esmagado por causa das nossas iniquidades. O castigo que nos trouxe paz estava nele e pelas suas feridas fomos curados." Veja a profundidade aqui. O castigo era nosso, a culpa era nossa, a dívida era nossa, a vergonha no fim era nossa, mas Cristo se colocou no lugar de pecadores. Ele não foi à cruz como vítima de um acidente histórico. Ele foi como cordeiro de Deus. Ele foi em obediência ao Pai. Ele foi para cumprir o propósito eterno da redenção. No calvário, Deus não mudou a sua justiça. Ele satisfez a sua justiça. No calvário, Deus não mudou a sua misericórdia, ele revelou a sua misericórdia. No calvário, ele não abandonou, ele não mudou o seu plano. Ele cumpriu todo o seu plano. Por isso Jesus pode dizer: "Está consumado". Ele não disse assim: "Foi iniciado". Ou talvez funcione isso aqui. Não foi um. Vamos ver o que acontecerá. Vamos ver se eu vou conseguir agir como exemplo para eles. Que que ele disse? Foi consumado. A obra foi realizada. A dívida está paga. A justiça está feita. O caminho foi aberto, o cordeiro foi oferecido aqui. E se Deus não se arrepende de entregar o seu próprio filho por pecadores, porque o crente deveria pensar em qualquer momento que ele pode abandonar a sua promessa agora, Romanos 8:32 diz assim: "Aquele que não poupou o seu filho, mas o entregou por todos nós, como não nos dará justa eh juntamente com ele e de graça todas as coisas?" Esse argumento aqui é poderoso. Se Deus já deu o maior, ele não vai falhar no menor. Se Deus entregou o seu filho, ele não abandonará os seus filhos. Se Deus pagou o preço da redenção, ele não deixará a sua obra na acabada. Se Cristo derramou o seu sangue, esse sangue não vai perder o valor dele amanhã. A sua segurança não está na força da sua mão segurando Deus, está na força de na mão de Deus segurando você. A sua esperança não está em você nunca mudar. A sua esperança está no fato de Deus nunca mudar. A sua salvação não está baseada em um sentimento constante que você tem, mas em um salvador constante que você tem. Então, o que devemos fazer diante de um Deus que não se arrepende? Então, nós devemos nos arrepender. Devemos abandonar a mentira de que podemos viver longe dele e ainda ter paz. Devemos parar de justificar os nossos pecados com palavras bonitas. Devemos parar de tratar a graça com uma permissão para rebeldia. Devemos nos voltar para Cristo com uma fé verdadeira, uma confissão sincera e um coração quebrantado. E ao mesmo tempo devemos descansar nele. Descansar porque Deus não é como nós. Descansar porque suas promessas não envelhecem. Descansar porque a sua aliança não se desfaz. Descansar porque Cristo não muda. Descansar porque Deus que começou a boa obra em seus filhos vai completar ela até o dia de Cristo. Deus não se arrepende como homem. Ele não mente, ele não falha, ele não abandona a sua palavra, ele não revisa a cruz, ele não olha para o sangue do filho e diz: "Não foi o suficiente. O que Deus decretou salvar, ele salva. O que Deus falou, que ele chama, ele sustenta. O que Deus justifica, ele glorifica. E o que Deus promete, ele cumpre. E no centro de tudo isso está o calvário, onde o filho de Deus foi levantado entre o céu e a terra, carregando a culpa de pecadores, recebendo o juízo que eles mereciam, abrindo o caminho para que inimigos fossem reconciliados, culpados fossem perdoados e mortos recebessem a vida. Ali na cruz vemos a verdade mais gloriosa. Deus não mudou para nos salvar. Ele nos salvou porque ele eternamente é quem ele é. Santo, justo, fiel, misericordioso e soberano. Por isso, o que nós devemos fazer? Confie nele, arrependa-se diante dele, corra para Cristo, porque o Deus que não se arrepende jamais vai falhar com todos aqueles que se refugiam no sangue do seu filho. Amém, irmãos. Deus, nós te agradecemos pelo dia de hoje. Que nós possamos olhar para essa palavra aqui, Deus, do fato de tu não se arrependeres e que tu não mudas como um verdadeiro alívio para nós. Porque tu não mudas, nós podemos olhar para a sua promessa e olhar: Deus vai cumprir a sua promessa em nós. Nós podemos olhar para a cruz e vemos: "Ele já pagou o pecado. E se ele já pagou pelo nosso pecado, nós agora podemos ir diante dele. Porque se ele prometeu isso, então isso já é dado como garantido. Meu Deus, nós sabemos verdadeiramente isso, mas coloque isso nos nossos corações para que quando nós lermos palavras na Bíblia que muitas vezes nós olhamos distraídos, nós possamos compreender ela verdadeiramente, meu Deus. que nós possamos olhar e compreender o que está ali para que nós não nos sintamos confusos a partir daquele momento, que nós possamos olhar um texto da Bíblia, olhar o contexto geral da Bíblia e pensar: "O meu Deus nunca muda. Ele morreu pelos meus pecados e por isso eu posso ir a ele. Que essa certeza possa estar nos nossos corações, na nossa meditação, dia após dia." É isso que nós agradecemos hoje, em nome de Jesus. Amém. Obrigado. Amém. Vamos ficar de pé, queridos. Porque eu, o Senhor, não mudo. Ó filhos de Jacó, vocês não são consumidos. A ideia de que certa alguém me perguntou se não é não somos nós que mantemos nossa salvação. Se nós mantivéssemos nossa salvação, nós não manteríamos ela por 24 horas. A única razão de Deus não nos consumir é por causa da sua aliança. Agora pense que quando ele fez essa aliança, não existia homens nem anjos. Aliança eterna foi feita na eternidade entre o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Se Deus não cumprisse aquela aliança, ninguém na criação inteira saberia. Mas Deus não segue as regras de um livro para saber o que é certo. Deus é veraz, é verdadeiro as suas promessas, de tal maneira que ele pode dizer: "É por causa delas que vocês não são destruídos. Porque esse é o caráter dele. Deus não olha para uma lei para dizer: "Eu tenho que falar a verdade, eu tenho que cumprir [música] a aliança, eu tenho que fazer isso ou fazer aquilo". Deus só leva em consideração o seu próprio caráter. E o caráter de Deus é santo e verdadeiro. Mesmo quando Deus colocou no lugar onde necessariamente poderia nunca ter acontecido, não é? Você viu Deus agindo assim? Você viu Deus de joelhos? Viu Deus suando o sangue, mas ele ia cumprir a aliança. Essa é a base de todas as coisas, não é? A ideia de que você cumpre uma aliança feita diante de Deus. Eh, como casamento, por exemplo, quando você tá se sentindo bem, quando as coisas estão funcionando, é não entender nada sobre aliança. Jesus mostrou no Getsemane que quando o inferno está na boca do inferno e a pior coisa que possa existir, como a ira infinita de Deus está sendo começando a ser derramada sobre você, está sentindo os primeiros gostos, não é? Ainda assim, a aliança é a única, é a única coisa levada em consideração, não os sentimentos, os horrores. Então, cada redimido no céu vai estar lá por esta mesma razão, porque eu não mudo, vocês não foram consumidos. Todos os dias a santidade de Deus nos consumiria por nós mesmos. Mas ele não muda. Ele fez uma aliança. [música] Ele nos colocou em Cristo. E é a isso que nós nos prostramos todos os [música] dias em reverência diante desse Deus totalmente verdadeiro, totalmente justo, totalmente misericordioso. Essas são as belezas da sua santidade. E o que nós precisamos, então, não é de um Deus mais belo, já que isso é impossível. Precisamos orar todo dia. Senhor, abre os olhos do meu coração para ver as maravilhas da tua lei. A lei de Deus é o caráter de Deus manifesto. É esse Deus que nós [música] celebramos. É esse Deus que suou o sangue. É esse Deus que ficou pendurado numa cruz. É esse Deus que experimentou o inferno de cada eleito, simplesmente porque ele tinha feito uma aliança. E esse Deus [música] nunca, nunca muda. Duvidar do que ele vai fazer não pode ser mais ofensivo. Não podemos imaginar algo mais ofensivo do que o que a gente fala às vezes com maior naturalidade. Eu não consigo confiar em Deus nisso aqui ou naquilo lá. Ninguém poderia dizer algo mais terrível, maligno e pecaminoso, mas o sangue de Cristo nos conduz. Enquanto os irmãos vão distribuir os elementos da Santa [música] Ceia, nós vamos celebrar o fato de não sermos consumidos, porque Deus não muda e suas misericórdias se renovam a cada manhã. Vamos [música] cantar essa beleza que nos muda. Да. >> [música] [música] >> Esmagado [canto] em tuas mãos, Deus, vinho novo [música][canto] farás. Eu prostrado [música][canto] meo. Quero ser [canto] Deus [música] novo, ser moldado por tuas santas mãos. E mesmo se [música] não entender, confio [canto] em ti. Faz [música] de mim. Invasou. Mostra em mim teu filho. Quero o [música] que tu queres. Teu céu eu sou. Eu venho [música] a ti com nada. Eu só cruz me apego Deus. Pode ir teu filho em mim. Espacado [música] em tuas mãos, Deus, vinho novo farás. [música][canto] Eu prostrado sempre. [música] Quero ser Deus. >> [música] >> Quero ser [canto] teu [música] mim o azul. Mostra em mim teu [canto] filho. Quero [música] o que tu queres. Meu coo eu sou. Eu venho a [música] ti com nada. Eu só [canto] cruz me apego, Deus. [música] Teu filho em mim. Fe teu [música] filho em mim. Foge [música][canto] teu filho em mim. Sim, como Cristo, [música] eu quero ser Deus [música] para teu reino buscar aqui [música] por tua mesa. [música] Deus, meu Deus, [música] o como de Deus [música] no teu reino de viver. Ace meu coração. [música] Tua beleza. [canto] [música] Deus faz [música] de mim um vaso. Mostra em mim [canto] teu filho. Quero [música] o que tu queres. Servo [canto] sou. Eu venho [música] a ti com nada. Eu só [canto] cruz me apego. Deus pode teu [música] filho em mim. Mude [música][canto] teu filho em mim. Morde teu filho em [música] mim. Hum. Aleluia. Senhor Deus, [música] faz de mim um vaso. Mostra em mim teu filho. Quero o que tu queres. [música] Teu servo. [canto] Eu sou. Eu venho a ti com nada. [música] Eu só [canto] cruz me apego Deus. Onde teu filho em [canto] mim? Faz [música] de mim um vaso. Mostra [canto] em mim teu filho. Quero o que tu [música] queres. Teu servo. [canto] Eu sou. Eu venho [música] com nada. Eu só [canto] a cruz me apego. Deus [música] e teu filho em mim. [canto] Volte [música] filho. >> V teu fim. [canto] >> Volte [música] filho em mim. em mim, Senhor. Teu filho. [música] Sim, Senhor. >> Vem m de [música] mim, Senhor. Deus >> teu filho em mim. [música] Mde teu filho em mim. V [música] de teu filho em como [música][canto] Cristo eu Deus para teu reino buscar [música][canto] só meu coração com tua [música] beleza meu Deus [música] o novo novo poder Deus [música] ele [canto] virei teu reino viver. Aqui está meu coração. [música] Tua meu [música] Deus, tua beleza. Faz de mim [música] um vaso. Mostra [canto] em mim teu filho. [música] Quero o que tu queres. E o céu [canto] eu sou. Eu venho a ti com nada. Eu sou só [música][canto] cruz pelo Deus. Teu filho em mim. [canto] [música] Volte teu filho em mim. [música] Volte [canto] filho em [música] mim. Aleluia! Aleluia! Que oração, queridos! Por que podemos orar assim? Ah, nós devemos conhecer cada promessa de Deus. Não existe nenhuma situação da vida que não existe uma promessa de Deus adequada. Eh, não quer dizer que a cada situação nós temos uma saída como nós imaginamos, mas há uma promessa adequada para todas as situações. Às vezes Deus não nos tira de determinada situação, mas ele diz: "Quando passarei pelo fogo, eu estarei contigo. Quando passares pelas águas, elas não te submergirão." Você vê, você tem uma promessa para cada uma. E você pode então ir diante de Deus com ela e orar. Olha a oração que estamos fazendo, cantando esse hino. Eh, faz, me faça a imagem do teu filho. Essa seria uma uma um pedido totalmente descabido se Deus não tivesse prometido fazer. Porque quando Deus estabeleceu o seu propósito, ele estabeleceu a coisa que parecia mais difícil de todas as coisas do que criar mundos. fazer de alguém que é trevas a imagem do seu filho. Não existe algo mais distante do que um homem caído da imagem do filho de Deus. Deus não é obrigado a fazer nenhuma dessas coisas, mas quando Deus faz uma promessa, não é uma promessa que é segundo o seu próprio caráter, ele está completamente eh comprometido com isso. Nós podemos orar com toda a certeza quando temos uma promessa de Deus. E nós vemos como o que Deus falou conosco hoje é uma das coisas mais maravilhosas e mais terríveis. Porque quando Deus promete algo, então ele nunca volta atrás. Eu não sou um homem para mentir. Se ele prometeu que ia até uma cruz, ele ia. Se ele prometeu um inferno, ele cumpre. Quando ele viu os pecados, mesmo crentes às vezes tem a ideia de que o horror do inferno é um pouco demais para Deus, não é? Mas se ele derramou mais do que um inferno sobre o seu filho, por que ele não derramaria eh no próprio pecador? Porque ele não seria santo. Se ele foi santo, santo, santo diante do pecado que o seu filho não cometeu, era apenas um representante e não poupou nada do cálice, porque ele pouparia o próprio pecador. Nunca pense que Deus age, não é de uma maneira conflituosa como nós. Sabemos o que é certo, mas algo em nós diz: "Ah, isso aqui é terrível, não quero fazer". Não há, não há eh eh Deus é simples, né? Não há separações, não há conflitos em Deus, conflito entre sua justiça e sua misericórdia. Deus não está todo dia revendo se a cruz é um pouco demais, se o inferno é um pouco demais. Ele é um Deus completamente uno em todas as coisas que faz. Então, olhe para o valor infinito do sangue de Cristo. Nada é mais valioso na terra e no céu por toda a eternidade. E é isso que nós chegamos diante de Deus para dizer. E não temos temores porque sabemos que por causa deste sangue, como Deus não é um homem, como Deus não pode mentir, então como ele não muda vós, ó filhos de Jacó, povo da promessa, eleitos de Deus, não serão destruídos? Nós temos pão físico apenas para lembrarmos que quando o filho de Deus fez a aliança eterna no nome daqueles que o Pai deu a ele, ele não tinha um corpo, não tinha sangue para ser derramado, ele não tinha nada físico, mas nada poderia impedir de que que parecia totalmente impossível o próprio Deus sangrando parasse a palavra de Deus, a promessa de Deus, a aliança de Deus. Então, chegou aquele dia, aquela quinta-feira incrível em que ele pegou o pão e disse: "Esse é meu corpo que é partido por vós como eu prometi na eternidade, eu vou ser a santificação, a justiça. Eu vou ser tudo que vocês precisam diante da perfeição de Deus. Nós te agradecemos, Deus. Jamais, Senhor, Pai, entenderemos os mistérios das dores infinitas de Cristo. Nenhum homem para sempre no inferno, Senhor Pai, poderá ter experimentado as dores infinitas do seu filho. Só ele era um recipiente eterno para a ira eterna. Ó Deus, então nós te pedimos que nossos corações sejam toda e cada vez mais sensibilizados, Senhor Pai, por quão grande, ó Deus, por quão eh imenso é o nosso pecado, já que precisou, Senhor, Pai, de algo tão grande para nos fazer aceitos diante de ti e superabandou, não só para nos fazer aceitos, mas para nos conformar a imagem. do seu filho. Nós te agradecemos em nome de Jesus. Comamos todos do pão, queridos. Ele pegou o cálice naquela quinta-feira, não era ele dizendo: "Por eu não mudo vocês, Pedro, João, Tiagos, José Mar, todos vocês não são consumidos porque meu sangue vai ser derramado, vocês jamais serão consumidos. Porque eu nunca mudo, porque eu sempre cumpro o que faço. Se dependesse de vocês segurarem todas essas coisas, todo esse peso infinito de iniquidade, um dia, ele esmagaria vocês para sempre. Mas eu vou tomar o cálice no lugar de vocês e vocês nunca mais experimentarão nada desse cálice. Vocês agora serão serão vistos em minha justiça, em minha perfeição, em minha bem-aventurança, por causa do meu sangue. Nós te agradecemos, Deus, que nós, Pai, possamos todo dia nos esforçarmos a irmos para o Calvário, ficarmos lá. É assim que somos transformados. É assim que quando cantamos, Senhor, Pai, nossos corações são aquecidos pela tua beleza. Porque onde poderemos ver a tua beleza como no Calvário, Deus? A tua glória infinita, ó Deus, a nossa miséria infinita, a tua justiça infinita, Senhor, Pai. e a tua salvação misericordiosa, infinita, para todos nós. Pelo sangue do cordeiro que foi perfurado, Senhor Pai, o seu coração por uma lança. Ó Deus, quando pensamos que cada pecado é uma lança, ó Deus, no coração da santidade, nós entendemos porque o sangue foi derramado e a lança perfurou o coração. Que nós jamais tomemos de ânimo leve, ô Deus, a verdade sobre o sangue derramado, em nome de Jesus. Amém. Tomamos todos do cálice. Amém. O que faremos com todas essas coisas? O que daremos a Deus por todos os seus benefícios para sempre? Não podemos dar nada. Podemos ir lá e já declarar o que ele é. E isso é o nosso céu. Declarar a bondade, a misericórdia, a justiça, a fidelidade, a ira e louvar a Deus por tudo isso. Você vê que no céu toda hora as imagens são assim. Quando os cálices da ira são derramados, o céu irrompe em louvor e não em, "Ah, isso é necessário, mas é terrível, né?" Ele diz: "Não, uma das passagens mais lindas da Bíblia está exatamente na hora que Deus derrama sua ira infinita, não mais sobre o seu filho. Ah, o céu canta: Grandes são as suas obras, ó Deus, todo poder. Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei das nações. Quem não temerá? Quem não glorificará o teu santo nome? Pois ele é santo. Deus merece ser louvado de todo coração por tudo que ele é, por todos os seus atributos, sem exceção. Vamos cantar, vamos encerrar pensando na grandiosidade desse Deus, mesmo com a pequenez das nossas mentes finitas. >> [música] [música] >> Sto Tu [canto] és soberano, só tu és Senhor quem poderá [canto][música] deterno [música] [canto] Deus. >> [música] >> Que resista [canto] a tua vontade em [música] algo da ti. Prazer sem [canto] fim. [música] Tu tens Deus somente em Jesus. [música] Te louvamos, [canto] Deus. Deus, só tu dás [música] vida [canto] e paz [música] sem fim. E só tira [música] [canto] cante [música] aleluia. [música] [canto] >> [música] >> Aleluia! [música] Imutável Deus e santo, o mal [música][canto] não podes ver. Tua glória enche a [música] terra. Mostras teu poder. [canto] [música] Te louvamos, [canto] Deus. Só tu das [música] vida [canto] e mais [música] sem fim. Só a ti [música] [canto] cantar [música] aleluia. [música] [canto] [música] >> [música] >> Cantarei aleluia [canto] a ti somente [canto] [música] eu te aleluia. [música] Aleluia. [música] Secante, [canto] aleluia. [canto] Cante. [música] Aleluia. [música][canto] Te louvamos Deus. Só tu das [música] viras sem [música] ti, Senhor, terra e céu de [música][canto] aleluia. [música] Te louvamos, [música] Deus. Só tu vida e [música] mim e só a ti [música] céu te am. [música] Aleluia. Aleluia. [música] [música] Te louamos Deus. Tu [música] das [canto] vida e mais. [música] infin [música] e só [canto] ti p [música] cante [canto] aleluia [canto][música] cante aleluia [canto] Aleluia! Aleluia! É um chamado para que todos nos exaltem a Deus. Leve-nos na tua paz, Deus nos dê um coração, Senhor Pai, que como os discípulos no caminho de Emaú arda, Senhor Pai, em sequer imaginarmos estarmos, por exemplo, hoje à noite aqui exaltando o Teu nome, ó Deus, nos debruçando sobre tua palavra. Que toda a nossa vida seja assim, Deus, um santo sacrifício a ti para a tua glória e para a nossa alegria, em nome de Jesus. Amém. Amém. E os irmãos sigam na paz do Senhor.