EVANGELHO PARA MÃES CANSADAS | Baixo Clero #59 | Quarta Temporada
27/05/2026
EVANGELHO PARA MÃES CANSADAS | Baixo Clero #59 | Quarta Temporada
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Fonte: Dois Dedos de Teologia
Legendas automáticas:
Quer que eu dê o play e tu >> não, eu começo aí passo para ti. >> O cara quer ser o rosto principal mesmo. >> Claro, sou eu. [risadas] Você me chamou para isso >> depois, né, cara? >> Garçon, cancela o goró. Desce aí um copo com dois dedos de teologia. [música] Seja muito bem-vindo a mais um baixo clero aqui no Dois Dedos de Teologia. Esse é o nosso podcast. Eu sou o Pedro Pamplona, host aqui deste dessa produção junto com o meu amigo Iago Martin. Seja muito bem-vindo, Iago, viu? Meu podcast aqui. [risadas] >> Obrigado por me receber, Pedro Popono. Uma alegria ser convidado aqui nesse maravilhoso programa >> que me prometeram que seria que >> nunca mais ia parar, que ia continuar. >> Olí, já estamos aqui no caminho bom, viu? Gravamos, ó. Saltou um há pouco tempo, tem esse agora. >> Ó, cobrem, cobrem o Pedro porque vocês ficam me cobrando. Cadê o baixo cler? Água. Ele não quer, ele não quer ser o host e eu sou o convidado. O host fica falhando aí o convidado vai fazer o quê? >> Vamos ver se pega em bala agora, né? Apresente a nossa convidada de hoje, >> e nós estamos hoje presencial. É sempre bom gravar um episódio presencial. Eu não aguento mais olhar pr as pessoas por meio das telas. >> Vou ter que citar um livro meu, certo? Ó o egotrip aí. A gente veio para divulgar o livro dos outros. A gente vouar o meu. Mas quando quando eu escrevi o no alvorecer dos deuses, tem uma recomendação lá que é para Valbert e Renata Veras, meus pais da fé. Tá lá esse livro. Pesadísimo. >> E pesadíssimo, pesadíssimo. E tô aqui com o Renata Veras, né? Quando a tá tá a o Walbert é o pastor titular da Igreja Batista Manaim, não é? Ah, e a Renata Veras é a esposa do pastor Valbert. Então eu tô no ministério pastoral ao lado deles já há mais de 10 anos. Para mim é uma alegria poder finalmente depois de muita [risadas] >> muita humilhação. >> Ok. Isso. >> Por favor, Renata, vem pro podcast. Como é que eu te apresento, Renata? Como é que você gostaria de ser apresentado agora? Tô agora tô pensando aqui porque tem muitas linhas, muitas vias pela qual posso apresentar a Renata. >> Fica à vontade, me surpreenda. [risadas] >> Eu quero saber quantas vi o CPF da Renata >> surpreender a senha do cartão dela. Aí seria uma grande surpresa se eu soubesse. >> Mas ó, dá para Ó, tem a via do que eu conheço mais a Renata, né? Que a Renata ela é esposa do Valbert, ela é mãe da Valentina e da Carol. É uma mulher de Deus que ama Cristo e que tem dedicado a sua vida ao serviço do evangelho. Própria igreja. Lá na Batista Manaim, ela é líder de mulheres lá na Batista Manaim, diaconiza. A gente tem, vamos começar com polêmica já, porque nossa igreja tem diaconisas, porque a gente é bíblico. >> Amém. >> Eita. >> É, tem, tem essas duas vias para começar, né? Tem a via da Renata, que serve com mulheres lá na Manaim, tem a via da Renata e para mim é uma maravilha poder ver em loco o trabalho da Renata com mulheres, ah, liderando mulheres, discipulando mulheres, treinando mulheres para que elas discipulem e cuidem de outras mulheres. É um trabalho que tem sido muito abençoado ah na nossa igreja e na minha própria família. tem o aspecto de estar na vida familiar da Renata e do Valber. a gente passou desses 10 anos ah, com aproximações e distanciamentos em termo de rotina, de vida e tal, porque a vida pega para todo mundo. Mas nesses 10 anos, a maior parte desse tempo, eu tive lá na casa do Walbert, da Renata, com minha esposa, com meus filhos, ah, vendo a a vida familiar e comum da Renata e do Walbert. E claro, é um casal comum, seus defeitos e batalhas e lutas, como todo casal tem, mas é muito maravilhoso quando você conhece a pessoa, as pessoas nas suas nas suas vidas normais, né? hã, enfrentando suas batalhas e lutas do dia a dia e você sai admirando ainda mais essas pessoas. Mas tem outra via que é a Renata Acadêmica, é Renata eh mestre em teologia, é a Renata eh, com bacharel em teologia, com outras formações, formada em psicopedagogia infantil, né, na pós-graduação. Acertei? >> Uhum. >> Olha aí. Nem nem olhei, viu? >> Ah, não sabia disso. Legal. >> Fica aí. É, rapaz, surpreender. >> Sabia da área teológica. Isso. Acima de tudo, eu acho que é que é isso. A gente tem a Renata como uma escritora, uma autora, uma professora de Bíblia, uma acadêmica, uma serva do evangelho. E eu sou um homem muito abençoado. Eu vivo dizendo assim que o que a Renata faz lá na Manaim é o tipo de coisa que, cara, o mundo tinha que ver isso aí, sabe? Qualquer outro estaria vendendo já curso de feminilidade na internet, alguma coisa assim. Ah, e a Renata tá cuidando das mulheres da igreja com muito carinho, com muito amor, com muito serviço, preparando materiais. A Isa, minha esposa, é uma mulher muito abençoada e admira muito também o ministério da Renata. A gente é muito grato pelo serviço dela. Eu vou dizer, vocês internet, vocês valorizem isso aqui, porque o que brota, o que sai, né, daquilo que a Renata faz no ministério lá na igreja é uma fração muito, muito relevante, muito abençoada, mas ainda é uma fração daquilo que a gente tem vivido através do ministério dela lá com as mulheres da igreja. É isso, foi bastante. >> Pronto, bora acabar, né? Porque eu tô com medo agora de falar alguma coisa e estragar tudo que o Iago falou. Tá, você pediu para eu para eu surpreender, eu tentei, eu pude pegar todos os os parâmetros aqui. >> Obgada colegas, né, de turma do mestrado. É verdade. >> Exatamente. >> Ah, lembrei dessa também, tá? Renata era melhor aluno da nossa turma. >> Olha, >> a gente fazendo no mestrado, as melhores notas era da única mulher da turma, >> esposa do professor, né? >> O que [risadas] >> o que prejudica ordenador >> do ordenador, né? O >> que me prejudica, né? Porque >> é o Valvert. Não, não ajuda, não é? Assim que corrigiu os trabalhos era os professores, não era, não era o Valbert, né? >> Mas ele tinha, >> bom, se você conhece Dr. Valbert Veras, não faria nenhuma diferença. Acho que é até pior. >> É verdade, é pior. >> Um homem idônio nas suas no seus trabalhos acadêmicos >> e as notas tinham que ser melhores, viu, Val? Tem que ter me ajudado mais. [risadas] >> Mas Renata, seja bem-vinda. Nós estamos aqui por ocasião deste livro aqui da Renata Veras, Maternidade. Eu sempre digo maternidade em apuros, mas é maternidade sem apuros, certo? [risadas] Maternidade sem apuros. A graça suficiente de Cristo para mães insuficientes. A Larissa, ela gosta muito do que a Renata produz, né? E aí toda vez que sai uma coisa da Renato, né? Aqueles materiais que você faz, né? Isso que eu acho muito bonitos assim, tem um bom gosto sensacional. A Larissa, Renata, vai lançar um negócio, já quero aqui em casa. Quando é que vai chegar aqui em casa? >> Então, que bção ver que a Mono Cristão publicou um livro seu maternidade, textos seus aí já de um bom tempo, né? Tava lendo aqui, >> né? que tava no seu blog e tal, e você revisitou e a gente queria ouvir aí de você como surgiu esses textos, como foi o processo na época, como foi esse desenvolvimento de escrever sobre maternidade e agora do livro. Fica à vontade aí para apresentar este projeto aí para nós. Depois a gente faz umas perguntas aqui, né? >> A gente conversa sobre isso. Conteúdo aí para mães e pais também. >> Sim, com certeza. Quero agradecer muitíssimo pelo convite. É uma honra estar aqui. Estou encabuladíssima, né? [risadas] Mas vamos lá. Para mim, esse livro e cada livro, quem publica, né, sabe dos das dores e dos de sabores e dos sabores também de publicar, mas esse livro especialmente foi um desafio para mim. Um dos desafios foi justamente o fato de serem textos antigos, né? Eu não tô na blogosfera materna ultimamente, né? Não é o meu nicho de de produção. Acho que eu nem tenho nicho, né? Eu falo de tudo um pouco ali, quando falo, quando não falo, me senti um pouco assim, acho que não é meu lugar de fala, quase mesmo sendo mãe, né? Tem tanta gente boa falando sobre maternidade, tanta gente produzindo coisa legal. Mas a editora escolheu, né, justamente esse material, dentre outros, né, que foram disponibilizados. E eu eu entendi que Deus tinha um propósito e achei legal, né? Vamos lá, vamos revisitar, vamos reler esses textos, né? Vamos ver eh de que forma isso pode abençoar outras mulheres. E para mim, né, como a gente estava conversando antes, para mim foi muito bom porque eu tô em um novo momento da maternidade. A maioria desses textos foram escritos quando Carolzinha era muito novinha ainda. A Valentina também eu falo um pouco sobre as experiências de infertilidade e outras coisas também relacionadas. Então hoje o meu momento é outro, né, de mãe de adolescente, outros desafios, outras lutas. E reler foi muito bom para mim, porque trouxe verdades que são eternas, né? Eu gosto de dizer que, por mais que sejam reflexões íntimas e pessoais a respeito da maternidade, a base, o fundamento é a base sólida das escrituras. Então, são válidas para sempre, né, por todo tempo. Então, para mim foi muito bom reler esses textos, né, ser confrontada com as verdades das escrituras e ser encorajada também, né, com com relação a essas coisas. uma experiência boa, apesar de não é dessa dessa insegurança aí em algumas algumas áreas. >> Não é o seu primeiro livro, não é? >> Não, >> já é qual? O quarto, terceiro, >> eu nunca sei dizer porque [risadas] tem aqueles que que são são publicados de bandeira independente, mas eu tenho lugar de mulher, né, onde é, tem o devoção, pela peregrino, >> pela peregrino, tem o devoção, que foi pelo pelo 200 de teologia. >> Sim. E aí teve aquele que foi junto com com as outras mulheres pela mundo cristão também, né? Não, primeiro com vocês, né? Não, 171, >> quer dizer 171 a [risadas] ver. >> Que é isso, rapaz? Que achei que >> eu fiz, eu fiz uma apresentação tão tão entendeu? Vidadosa, amorosa aqui e tal. >> Editora é 171. >> Ah, editor 171. >> Não, mas eu não recebi né abraço, Guilherme. >> Eu não recebi nenhum calote, >> mas era tão que eu nun editora editora 371 que era o Deus trino, perfeito e único. >> Olha só. 371 >> vi entender, vim entender agora. É isso mesmo. >> Eu também sabia não. >> Olha aí. Sabia não. >> Para virar a editora aqui agora. >> A gente pagou todos os nossos equipos. [risadas] >> Ah, que mais? Aí eu não lembro. Aí tem os tem os os estudos bíblicos, né, que a gente tem publicado pela Vero. >> Tem muito material que tem produzido sobre teologia bíblica, né? apresentação do do evangelho e das mensagens cristãs ao longo de toda a escritura que tem se disponibilizadas tanto gratuitamente na internet, muitos são disponibilizados através de ofertas missionárias, né? A galera oferta quanto quiser para uma obra missionária e recebe o material. Outros são download gratuito mesmo, alguns consegue comprar fisicamente. Ah, eu vi pessoa, eu viajo muito, você sabe disso. Ah, e sempre que eu vou numa igreja, onde onde quer que eu vá, geralmente era, eu recebo, manda um abraço pra Isa ou avisa pra Renata que a gente usa material dela na nossa igreja. É, se >> gente. Ah, isso é tão especial, né? Incrível. Legal. Materiais usados em todo todo mundo assim, porque em Portugal eu recebi esse tipo de mensagem do material sendo usado por lá. Cristã nos Estados Unidos usando esse material nas suas casas ah com seus filhos, com seus maridos e tal. Ah, e é muito interessante. Fala sobre esses materiais também que você produz. Eu sei que a gente vai falar principalmente desse aqui, mas o podcast é mais longo, então não é ritmo de YouTube, é é uma conversa mais tranquila, então dá pra gente a gente atravessar a obra de Renata Velos. >> Eita. Então, os estudos bíblicos, né, os materiais de estudo de estudo bíblico, eles são eles nascem da nossa vivência dentro da igreja, né? Desde que a gente voltou dos Estados Unidos, né, da nossa temporada fora, que eu fui intimada ao ministério, né, de mulheres, eu voltei dizendo quem quem fez isso, >> né? Eu voltei dizendo: "Eu quero qualquer ministério senhor, menos o ministério de mulheres, né? Já deu, vamos deixar outras pessoas servir nesse lugar". E aí teve a reunião de diretoria, eu recebi esse telefone, Renata, não tem ninguém aí para o ministério de mulheres. Eu disse: "Senhor, quero chegar seu marido estava lá e ele deixou ligar. Só fui o buxa de canhão, tá?" Disse: "Não, então vamos lá". E aí a partir desse momento disse: "Tá, tá bom, vamos fazer aqui diferente." Ah, com base em algumas experiências que eu tive lá também na nossa no nosso tempo nos Estados Unidos. Ah, eu disse, não, acho que o ministério de mulheres geralmente, principalmente no Brasil, e da minha experiência mesmo antes, né, na na nossa igreja e e percebendo também outras igrejas irmãs, é muito relacionado com chá de não sei o quê, né, a festinha de não sei o quê, é o o jantar de não sei o quê. E a gente fica naquela tentando agradar todo mundo e é sempre uma uma dificuldade, aquela aquela sensação de que você não tá fazendo ministério de direito. Espera aí, vamos botar a os pingos nos is, né? colocar o que é central no centro, que é a palavra de Deus. E aí, ã, eu comecei a produzir materiais para que as mulheres andassem sozinhas, né, no seu momento devocional diário por cada um dos livros, primeiro do Antigo Testamento. E aí a gente tinha um esquema, né, que era tríplice, né, po, a gente pode dizer assim, elas tinham material que ajudava e guiava para esse estudo individual nas escrituras, né? tinha o guia de leitura, ah, algumas informações que que eram importantes para entender o contexto, etc. E aí elas tinham momentos de pequenos grupos onde elas podiam compartilhar aquilo que elas tinham aprendido, né, com o Espírito Santo tinha falado para elas no momento sozinho ali de contato com as escrituras nesse grupo menor. E a gente tinha os encontros de mulheres que era esse encontro maior que eu sempre gostava de de salientar que aquele era o menos importante de todos que era aquele momento de juntar todo mundo e aí cada um falar um pouco, né, do que aprendeu e aí eu podia também fazer uma exposição mais detalhada daquele livro. E aí a gente foi fazendo isso, a gente passou por todos os livros do Antigo Testamento, né, no Filhas de Eva, que ainda hoje a gente faz hora, né, com Filhas da Eva, quem é do de João Ego, quem é do do Ceará sabe. >> E depois a gente foi para os livros do Novo Testamento e assim estamos, né? E alguns desses já saíram como o que a gente chama de Bible God, né? que são guias de estudo bíblico. Tem o Mateus, a gente agora nesse semestre na igreja já estudou Marcos, estamos estudando Lucas, então o material tá quase pronto, só sai depois que é usado e testado com as mulheres, né? E elas são as minhas revisoras. Eu eu disse: "Olha, vocês vão vendo, vão fazendo, anotando aí, mas >> cobaias também. É, mas são cobaias também. >> E aí, ó, vocês vão anotando, aí vocês passam para mim, aí eu faço a revisão e a gente pode publicar e disponibilizar." Eu acho isso sensacional, Renato. Às vezes eu percebo que as reuniões de mulheres elas elas vareiam, como a gente diz aqui, né, >> em dois temas. Ser uma boa mãe, ser uma boa esposa. Aí no outro mês, ser uma boa mãe. No próximo mês ser uma boa esposa, né? >> E aí teve uma época lá na igreja que a gente percebeu isso e a gente começou a incentivar as mulheres, vamos, vamos trabalhar outros temas, né? estudar livros bíblicos, estudar outros temas teológicos logicamente aplicar essas coisas pra vida da mulher, já que nós estamos no ministério feminino, no ministério de mulheres, a gente faz essa aplicação, essa contextualização, mas abrir mais a mente do ministério feminino para você estudar a Bíblia e para você estudar outros temas que são importantes para as mulheres também, nutros temas teológicos, sei lá, vamos estudar sobre quem é Jesus, sobre o que é o pecado, sobre cosmovisão, né? E não só esses temas que são bons e importantes, lógico, né? O homem também quer ser um bom pai e um bom marido e a mãe e a mulher quer ser a mãe e a esposa, né? Então, não é que sejam ruins, mas tem mais coisa pra gente ver. Acho isso muito bom, principalmente quando se a gente vai para um estudo expositivo da palavra de Deus, um estudo bíblico assim, acho esse tipo de material muito bom, tanto para homens como para mulheres. >> Uhum. Uma uma coisa interessante é que tanto os temas teológicos, né, como um todo precisam ser trabalhados com as mulheres, elas precisam entender quanto eu percebo, né, uma um um ministério feminino quase assim de dois textos, né, ou é Provérbios 31, né, ou é Tito 2, ou fica só naquilo, vai e volta. E as mulheres não conhecem as escrituras, né? Não tem, não tem contato, às vezes tem medo de, de ter contato com as escrituras. E o fato é que cada um dos livros bíblicos tem muito a falar para o tema da feminilidade, né? E a gente fica muito pensando que só ali o Acá. E aí e foi interessante a nossa experiência no Filho de Eva, né? Passando por todo o Antigo Testamento, que todo mês, porque cada mês a gente estudava um livro, todo mês eu ficava andando assim: "Levítico não vai ter nada, não é possível. Por que que eu vou falar de feminilidade, né? Como é que eu vou trazer aplicações e e todas as vezes fui surpreendida assim maravilhosamente pelo Senhor com temas assim importantíssimos. É, é o meu xodó, filhas de Eva, né? nunca saiu, mas as mulheres da igreja têm acesso. Mas >> vem aí, vem aí, >> vai que vem, né? E aí, ã, cada um dos livros me surpreendeu e as e as mulheres, eu posso dizer hoje que as mulheres têm propriedade de dizer, li, né, conheço, né, passei ali pelo Levítico, por todos os os livros do Pentateuco, pelos livros históricos e aí se eu for falar, eu vou até 10 horas da noite, porque é maravilhoso, maravilhoso. >> É muito bom quando a gente tem uma femininidade que é, e falando de masculinidade também, né, que é fundamentado na teologia, não é? Não é? Eu lembro sempre da frase do John Piper, eu repito o tempo inteiro de que uma igreja que quer casamentos fortes é uma igreja que prega mais sobre Jesus do que sobre casamentos, né? Então no fim das contas, uma igreja que procura uma femininidade forte é uma igreja muito mais preocupada com o que é que o evangelho tem a dizer sobre a femininidade, sobre o que que a teologia bíblica tem para aprofundar a nossa nossa vida e compreensão do evangelho, do que só ficar repetindo os temas de femininidade o tempo inteiro, masculinidade o tempo inteiro, porque a gente acaba reduzindo muito a própria experiência de vida, né? Nós somos homens e mulheres, faz parte de quem nós somos. E isso gera algumas diferenças, não só biológicas, mas emocionais, psicológicas, avolitivas. Existem diferenças de propósito que Deus colocou a gente para fazer no mundo, mas ao mesmo tempo nós somos todos seres humanos e aquilo que que é igual na gente é maior do que aquilo que é diferente. Existe aspectos diferentes e aí cremos nisso até como complementaristas, mas existe uma igualdade muito grande do pecado tos afetado, do evangelho, o mesmo evangelho nos salva. Ah, os temas maiores da teologia se aplicam a nós quase que do mesmo jeito, na maior parte do tempo. Então, às vezes a gente tentando resgatar uma femininidade bíblica, já que a gente vive numa época que isso se perdeu, uma masculinidade bíblica, já que a é uma época em que a gente não tem mais essas essas substâncias muito bem estabelecidas pra gente, a gente acaba focando tanto nas diferenças que a gente esquece que existe uma igualdade que fundamenta até a diferença. Sim. E essa igualdade se expressa muito fortemente ao longo de toda a revelação teológica da escritura. Por isso que tem uma teologia, né, e tem uma teóloga falando sobre esses temas. É uma vantagem muito grande, porque a gente vai para além do do pasiche, né, das redes sociais, do mulher é isso e aquela feminilidade muito estanque, né? Mulher é isso, tá tá tá tá. Se homem é isso aqui, tá tá tá tá tá. E às vezes tá, mas abre a Bíblia aí, me explica direitinho esse negócio. Às vezes não tem. >> Sim, sim. E eu acho que é uma uma vantagem, né, algo muito bom que é comum também a pregação expositiva, né? Você não precisa est percebendo, né, quais são os problemas específicos das mulheres, né, e aproveitar aquele momento para puxar a orelha, porque os temas vão brotando naturalmente do texto, né, e você vai tratando e o Espírito Santo vai fazendo as coisas convergirem. Isso é bem interessante. E outra coisa que eu sinto falta mesmo é de uma teologia bíblica da feminilidade, que é teologia bíblica mesmo, porque o que a gente tem muito, eh, Iago e Pedro, é estudo de personagens. você vai ter, né, os personagens, é, do Antigo Testamento e tal, mas de você olhar, parar, tá bom, eu vou olhar aqui o livro de Gênesis, né, vamos pensar o argumento do autor, né? Por que que o autor que podia não ter colocado essas mulheres ou não ter contado a história dessas mulheres escolheu incluí-las aqui, né? E no livro como um todo, né? Como é que é, como é que a presença da mulher aparece? E isso é tão tão interessante. Você vai para o livro de Juízes, você consegue ver um por exemplo, né, um um esboço paralelo que é correndo ali de mulheres, né, sofrendo na mão de homens por conta de uma de uma de uma masculinidade impiedosa, né, distante do Senhor, do daquilo que que Deus disse que como deveria ser. Então você consegue ver isso com a de uma forma mais clara e você consegue perceber a beleza mesmo dessa complementaridade da necessidade, né, dos papéis e tudo. >> Tem um erro comum, Renata, e algo que eu vejo, a Renata falou, por exemplo, de ah, é um ministério de basicamente dois textos, né? E alguns ministérios femininos ou masculinos acabam reduzindo essa teologia a poucos textos, a poucas ideias bíblicas sobre masculinidade. E aí você vai esgotando aquilo, né? Você já falou muito disso e quando você não consegue enxergar que a Bíblia fala mais sobre esse tema, você começa a buscar em outros lugares. >> E aí a gente vê ministérios femininos e masculinos que estão buscando novas ideias ou novos conteúdos ou, né, novas coisas para encher ali o seu, sei lá, o seu conteúdo, enfim, a sua agenda, né, de ensino. E aí você começa aí para outros referenciais teóricos, outros exemplos de masculinidade e feminidade fora da Bíblia, fora de Jesus Cristo, fora das mulheres exemplares da Bíblia. E a gente começa a ter uma construção de masculinidade ou femininidade, né, para além das escrituras, né? Por quê? Porque a gente só consegue ver na Bíblia aqueles poucos textos e aqueles poucos ensinos ali, não consegue construir essa teologia bíblica riquíssima sobre o ser humano, né, de modo geral e sobre a mulher, sobre o homem, inclusive até sobre a criança, né? A Bíblia fala nas entrelinhas muito para nós. Então aí a gente começa a ter as reações a isso, né? Ah, o cara puxou muito para um lado, >> mas aí o outro agora vai puxar muito pro outro lado. E a gente esqueceu do padrão bíblico porque de guerra, né? É, a gente tem muita teologia de reação, né, na nessa área da feminilidade. E agora a gente tá vendo na masculinidade também, né, o que a gente pode falar, que já falaram, né, já chamaram de reforma do machismo, né? E é um machismo só que reformado no sentido de que >> esses termos nunca nunca tinha ouvido, >> nunca tinha ouvido falar da reforma do machismo, >> não >> é o mesmo machismo, só que agora numa roupagem evangélica, né? O cara é bruto em casa, mas ele não bebe mais, né? Então ele vai pra igreja, ele é ele é desrespeitoso, ele é agressivo, ele até às vezes bate na mulher, mas ele não é mais bêbado, ele vai mais paraa festa, né? Ele vai ali pro culto e tal. Não há mudança profunda e significativa. E aí a gente pode dizer que não há evangelho, né? Porque se tem evangelho, tem que ter uma mudança radical na forma como, né? Os papéis e a e osó, só para dar um exemplo. Outro dia me perguntaram assim: "Qual um livro bom aí pro ministério de homens?" Aí eu peguei, man humilde, é um ótimo livro pro Ministério de Hom. Aí nem fala masculinidade, cara. Fala de Jesus, o caráter de Jesus. Eu acho que os homens precisam aprender muito sobre mansidão e humildade com Jesus. Então nem é um livro sobre masculinidade, né? Nem toca nisso, mas é um outro tema que você pode muito bem aplicar e contextualizar a masculinidade e a feminilidade também. >> Eu responderia teologia sistemática do Mila de Eric. [limpando a garganta] Outro material para Ministero Jones. >> Também. Exatamente. >> Ah, eu diria juízes, né? É, juízes junto ali com Rut, depois faz junto. Engraçado, quando a gente foi estudar juízes, as mulheres terminou naquele climão pesado, né? Porque é terrível, acaba com a mulher esquartejada, né? E a gente falando sobre violência e tal e e que a grande tragédia da feminilidade é a tragédia da masculinidade, porque não tem como uma coisa est desligada da outra, porque Deus fez de uma forma muito, né, entrelaçada e e complementar. E as mulheres, não, esse estudo aqui tinha que ser pros homens, não pr as mulheres, não. Vamos cuidar do nosso aqui, tá? Tem alguém cuidando dos homens lá fora. >> No Instagram tem um negócio que eu vi uma vez que a galera faz tipo, sei lá, chega para mim um vídeo de uma mulher falando alguma coisa sobre como tratar bem os maridos. Aí sempre tem um homem comentando para mim não, algoritmo para [risadas] ela. >> Exatamente. >> É tipo isso. >> Não sei. Então pergunta capciosa, Renato. Difícil. A gente tá falando sobre todo esse arcabolso teológico, esse background de teologia bíblica. Ah, você é uma teóloga cuidando, né, de mulheres na igreja. Como esse arcabolso teológico faz diferença na experiência de maternidade, >> porque não é só ter menino e e dar comida e e é isso, não é isso não. Só isso não. >> Não é não. [risadas] >> Me explica como é que é. >> Muda a perspectiva, né? Eu acho que que eu acho que os grandes problemas maternos a gente podia até resumir em três, né? Culpa, medo e cansaço. E o evangelho, não, a gente precisa falar de teologia, né? Falar do evangelho, né? da mensagem das Escrituras, da mensagem de Cristo, ele tem respostas objetivas e trata objetivamente cada uma dessas áreas, né? A questão da culpa, a questão do medo e a questão também do cansaço. Então, a mulher tem aquela frase, né? Nasce uma mãe, nasce uma culpa, né? E a gente vive muito com isso. Acho que tem muito a ver com a romantização da maternidade, né? Idealizações. A gente traz muito de fora aquilo que a gente acha que é ser mãe e a gente precisa olhar de forma mais objetiva, né? O que é que Deus espera de mim? como mãe, quais são os meus limites, entender que que tem coisa que eu consigo fazer e tem coisa que eu não consigo fazer e eu preciso me resumir, né, ou me recolher a minha insignificância e andar em humildade, andar em independência. Mas existe muito uma culpa que é que é relacionada a esses padrões mesmos que a gente impõe, né, pros outros, pra gente e e que torna a maternidade muito pesada, né, muito pesada mesmo. E existem os dados aí que que que saíram muito agora nesse período de dia das mães, são os dados de burnout parental, né, de adoecimento materno, de burnout materno, que nove em cada 10 mulheres tem queixas, né, ou ou sente alguma coisa relacionada a isso. E eu acho que tem muito a ver com uma pressão desnecessária. A gente quer ter o controle de tudo quando a Bíblia fala que a gente não tem, né? Entender a nossa a nossa humanidade, a nossa insuficiência e lembrar que Cristo é suficiente para tomar de conta, né, da daquilo que a gente não dá conta. Eu acho que isso já tira, né, um grande peso das costas. Questão do medo também é até complicado quando a gente vai falar para públicos não cristãos, porque nós temos uma esperança objetiva quando a gente pensa no evangelho, né? Quando a gente olha pr pra Bíblia e entende, tem uma antropologia correta, tem uma teologia correta, a gente sabe que tem alguém que tá acima de todas as coisas, soberano, que escreveu todos os nossos dias, inclusive dos nossos filhos, que cuida de nós, nos ama e ama os nossos filhos mais do que a nós mesmos. E a gente olha para o mundo, que é um mundo caótico, caído. E é normal que a gente tenha medo, mas a gente tem a esperança de que tem alguém que tá no controle, né? E é complicado pensar em mães que não têm essa segurança, né? Não tem esse esse esse apoio, né? Que que não é subjetivo, mas é objetivo de saber que existe alguém, né? Existe um Deus que tá cuidando. Então, dentre tantas outras coisas. [risadas] >> Eu sempre fiquei, eu fiquei pensando sobre essa questão muitas vezes da culpa, né? O o que é que você acha que faz com que a gente viva muitas vezes tão culpado no processo de cuidar dos nossos filhos? Eu fico dizendo pr pra minha esposa, nunca conheci uma mãe uma mãe insegura que fosse uma mãe ruim. >> Uhum. >> Dizendo, porque muitas vezes é muito engraçado, né? É e você conhece a vida pastoral, você não conhece tudo na da mané, obviamente, mas você tá envolvido com a vida da igreja, você sabe muito das coisas que acontecem ali. Mas eu, o Valbert, né, que tá aqui inclusive ah como pastor da igreja, a gente acaba lidando inclusive de lidar com muito isso também, de muitas mães terríveis, né? Sim, >> eu sempre digo para isso, a gente canálha também tem filho, >> né? Também tem canalha fértil, né? Porque é mãe que virou santo e tem mães horríveis, mães assim, coisas terríveis. E às vezes quanto são da igreja mais fácil, porque a gente tem alguma autoridade para cuidar, mas às vezes os filhos são da igreja e as nues não. E às vezes, por exemplo, tem cenários de violência doméstica terrível, em que o pai espanca já a filha adulta, ah, e a mãe aprova ou apoia ou ou ignora ou coisas do tipo, a casos de abuso sexual de e que a mãe não tá nem aí, bz abusador pr dentro de casa. Tem muitos casos terríveis sendo muitas vezes lida. E eu nunca eu nunca conversei com uma mãe dessa que ela não achasse que era boa mãe. >> Uhum. >> Né? A velha soberba que precede a ruína, né? É uma falta de autocrítica muito grande. Por outro lado, a gente conhece mães maravilhosas na nossa comunidade que vivem atormentadas por algum tipo de de culpa de não serem o suficiente, não cuidarem bastante, não serem presentes o bastante. Às vezes nas mais variáveis coisas, ela tem que trabalhar fora e ele não consegue estar ali naquele padrão de de feminilidade que é integral com os filhos, aí se sente mal ou está integral com os filhos, mas ele consegue faça alguma dificuldade financeira porque o marido não dá conta sozinho, aí sente mal para não tá trabalhando e aí nasce a mãe e nasce a culpa, né? Ah, o que que você acha que que o evangelho pode nos ajudar mais objetivamente a lidar com essa dor interior que é tão comum na vida de boas mães? >> Sim, eu gostaria de dividir aqui duas coisas como diferentes, né? Uma coisa é culpa e outra coisa é insegurança. >> Eu acho que são duas coisas diferentes quando a gente pensa em culpa, o evangelho ele é o evangelho do perdão, né? Do exatamente de tirar essa culpa, né? De forma objetiva, porque Cristo leva a culpa em nosso lugar. Então, o evangelho nos ajuda a lidar objetivamente com a culpa, que é diferente do que a gente encontra lá fora, né? A gente tem que ter cuidado porque a gente traz padrões que não são os padrões bíblicos e que são irreais. Então, a gente nunca alcance e a gente tem que sempre tá se sentindo culpada porque não chegou lá. Eu preciso parar e analisar objetivamente, biblicamente, onde é que eu estou errando. Quando eu percebo que estou errada, eu preciso lidar objetivamente com a culpa, né? Assim como a Bíblia me diz que eu devo lidar. Então, eu preciso pedir perdão a Deus, né? quando eu sou uma péssima mãe e mesmo boas mães às vezes são péssimas mães, né? Tem dias que são péssimas mães. Então preciso pedir perdão a Deus, eu preciso pedir perdão a quem eu ofendi, meu filho. E e para algumas mães e pais isso é quase inadmissível, né? Preciso pedir perdão, preciso reparar, né? Preciso mudar, preciso traçar um novo caminho, preciso aprender a ser diferente. E pronto. E aí eu tenho essa segurança e eu tenho esse esse alívio mental de saber que fiz o que Cristo requer que eu faça, né? preciso ficar naquele remoer eterno da culpa, porque eu consegui tratar objetivamente aquilo, né, com Deus, com aquele contra quem eu pequei e e etc. Diferente, né, do do de padrões que são reais, porque aí você vai ficar todo tempo, ah, eu pequei porque deveria ter feito um rabo de cavalo mais bonito na minha filha, né, e ela saiu com cabelo descabelado. Será que isso realmente é é motivo para uma um sentimento de culpa? Será que eu estou falhando realmente diante do meu Deus, na minha criação, nas minhas filhas? Existe um tema que é inclusive muito polêmico, né, que é a questão de de dormir no quarto dos pais ou cama compartilhada e tal. E eu lembro que da última vez que eu dei >> isso aí no mundo, isso aí é pior do que discutir sugonização interno do filho. [risadas] >> Isso aí é a polêmica. >> É, viu? E aí >> eu pensei, eu pensei que ela ia falar quantos filhos você tem outra polêmica, né? >> Nice, nissia é pouco, man. Comparado com essas tretas da de cama compartilhada. >> [risadas] >> É verdade. E a gente na última vez que eu dei teologia bíblica da mulher no Antigo Testamento, a gente estava falando sobre essas coisas e eu falando: "Olha, é engraçado como existem problemas que são muito atuais, são muito da nossa geração, né? Antigamente dormia todo mundo num vão só no mesmo tapete, né? E não era o problema, não é se eu compartilho a cama ou não. Eu acho que existem outros problemas mais profundos que eu devo me preocupar aqui, né? Será que existe uma dependência emocional da mãe com a filha, né? Que não é capaz de deixar ela dormir em outro cômodo se existe, né? é mais confortável, etc. Será que existe alguma questão aqui do casamento, né, ou da intimidade? Mas às vezes se resume, né, a a coisas que são superficiais que não são realmente problema, né? E a gente precisa ir ir mais fundo e tratar. Geralmente não tem uma culpa ali superficial, mas talvez você precise só ir mais profundo. Com relação à insegurança é aceitar a nossa natureza, né? A nossa natureza limitada. Gosto muito do que o nosso professor, né, do mestrado, um texto, nunca mais esqueci daquele texto que era limites do perfeito. Não sei se vocês lembram, ah, quando Deus cria homem e mulher, por mais que tenham tenha criado cada um perfeito, eles não eram limitados, né? Então, uma mulher, mesmo se fosse perfeita, não seria limitada, né? Ela teria limitações de de espaciais, né? Cognitivas, né? Ela não poderia estar em vários lugares ao mesmo tempo, não poderia saber tudo. E a gente precisa entender que para ainda, né? existem limitações que são naturais. Aí você ainda soma isso a questão do pecado, né? E a gente tem que entender que nesse cenário todo, entender a nossa a nossa insuficiência, né, ou a nossa insegurança, deve fazer brotar no nosso coração dois sentimentos muito importantes, né, duas atitudes muito importantes, que é a humildade, né, andar na maternidade humildemente, né, sabendo ali, né, bem peinho, sabendo, ah, eu sei que eu preciso estar constantemente diante do Senhor, né, reconhecendo os meus erros e também dependência, né, humildade e dependência. Acho que são as duas palavras que resumem também o o livro como um todo. >> Tem uma coisa que aconteceu comigo recentemente, Renato, que eu acho que tem muita ver o que você tá falando. Eu fui ensinar uma turma de noivos sobre Provérbios 31, né? Sobre a mulher de Provérbos 31. E aí eu fui ler alguns comentários, acho que eu li três comentários, Provérbio 31. Em dois deles disse algo muito interessante que eu nunca tinha lido, assim, que eu nunca tinha percebido. E os, eu não lembro quais eram, quais eram os autores, eu lembro que um era uma mulher, >> escreveu comentário de Provérbios. E ele dizia assim: "Olha, essa mulher aqui, ela está personificando a sabedoria >> na prática ali do lar, né? Então, tenha muito cuidado para você não querer imitá-la e cobrá-la de si mesmo, que você precisa ser em tudo igual a ela, >> porque nem todas as mulheres vão conseguir fazer isso." E aí ele explicou por quê? Porque essa mulher aqui, pelo que ela faz, ela é uma mulher de muitas posses. Ela vende as propriedades da família e negocia essas propriedades para investir em outras coisas e ela tem um negócio, né? Então, a maioria das mulheres que está lendo não tem terras, não tem terrenos, não tem negócios, né? Não tem servas. A mai várias mulheres não tem isso. Então, se você, né, se você for se culpar, porque ah, eu não, eu não administro nada, eu não vendo nada, né? Eu nem tenho essas coisas para fazer, eu não tenho servas para eu ter a minha autoridade sobre elas, para administrar a a casa grande assim. Então eu achei muito interessante esse essa sensibilidade do autor ali de dos comentários dizer nem mesmo essa mulher você pode querer ser exatamente igual a ela porque aquela é uma personificação da sabedoria em várias áreas. Sim. Sim. Ela pode ser uma mulher real que tem, né, os seus grandes afazeres, mas nem toda mulher vai ter todos aqueles afazeres, né? Então a gente ve cobra muito, né? Tempo inteiro, né? >> Você isso o tempo inteiro. Mas que eu posso dar é a gente se culpar como pastores por não ser igual a Paulo, apóstolo Paulo, entendeu? E o apóstolo Paulo não é uma pessoa edificação de nada, uma pessoa real mesmo assim. Aí se eu todo dia vou dormir à noite. Nossa, sou um pastor muito ruim. Eu não fiz igual o Paulo, não, eu não levei três e quarentenas quotadão pelo evangelho e e sabe preguei em várias igrejas da ASA e tal. Cara, não dá, você vai morrer vai ficar louco. >> Não. E o fato é que a gente sempre vai ter alguém pior e melhor do que a gente, né, para se comparar. Então, dá para sofrer e dá para se alegrar. Então, o negócio é >> para bem infinito. Para ser bem infinito. Sempre >> é. E o negócio é olhar para Deus, né? olhar para Cristo e que é o nosso o nosso promo, o nosso E é interessante o Pedro falou de Provérbios e quando você pensa, né, no argumento do autor, né, e você pensa no papel da mulher ali, é tão interessante você ver inclusive essa relação complementar. Você vai começar o livro com o meu filho, né, o pai falando pro filho e a gente termina com as as palavras de uma mãe, né, para o mesmo filho ali, um livro escrito para homem, né, para para homens, para homens que estão entrando, né, numa fase importante da vida de decidir com quem vai casar e etc. E ela dizendo: "Olha, cuidado com quem você escolhe, né? Porque isso aqui é muito importante. Então, se você quer escolher alguém, escolha essa mulher que, se você for parar, né, pensar ponto por ponto, vai ser exatamente aquela mulher ã que escuta, né, o que o pai falou também ali em todas as áreas com relação à preguiça, com relação ao trabalho, com relação a a tantas outras coisas, né? E o tema pai e mãe, pai e mãe sempre muito muito junto, muito, muito presente, né, no livro todo, no argumento todo do autor. E eu acho muito bonito, começa com a palavra do pai, termina com a palavra da mãe. É legal, muito legal. Ah, >> legal. Eu tenho uma pergunta aqui, Renato, de um capítulo que eu achei muito interessante o título, que se chama A fabulosa escola da infertilidade. >> Já que a gente tá falando de culpa, queria que você tocasse nesse ponto. No cristianismo Lev, eu escrevi um capítulo que tocou muito nisso, né, das pressões que nós mesmos, as próprias mulheres, né, nós aqui est falando seres humanos, né, e no caso aqui as mulheres, mas também a igreja às vezes coloca sobre pessoas que não t filhos ainda, né? >> Uhum. >> Ou que tem um filho só. Eu conheço casos, né, de pessoas que nunca tiveram, conseguiram ter nenhum e pessoas que tiveram primeiro, mas nunca conseguiram ter mais, até querem, né? E aí fica com pessoal, ih, tem um filho único, é isso, tem que ter mais filho e tal, né? Ou não tem nenhum. E aí, quando é que tem? Então você acha que esse é um é uma culpa muito grande que essas pessoas carregam, né? E aí eu transitei aqui pro título, nossa, ela chamou de uma escola fabulosa. A gente sabe que não é uma coisa boa, né? Mas é uma coisa ao mesmo tempo que pode ensinar. Sim. >> Acho que contar um pouco da sua história para quem não conhece, >> né? É, a gente é, eu acho que a infertilidade é uma fabulosa escola, porque nos ensina muitas coisas importantes, né, a respeito dos nossos limites, principalmente. Então, ah, geralmente a gente coloca a maternidade como mais um pontinho ali na lista das coisas que a gente vai fazer, né? Então, casei, eu quero ajeitar minha casa, né? Eu quero fazer uma viagem e aí depois tá lá no checklist, ter um filho. E foi mais ou menos assim, comigo e com Valbert, com dois anos de casado, a gente decidiu, pronto, agora tá na hora, né? E aí a gente faz aquele negócio pensando que vai acontecer, porque a gente acha que tem controle sobre todas as coisas. E o fato é que só 5 anos depois a gente conseguiu engravidar da Valentina depois de muitas tentativas, né? A gente já ia pr algumas opções de de de reprodução assistida, né? As que estavam dentro da nossa realidade. E aí Deus nos abençoou com a vinda natural da Valentina. Mas a gente aprende que primeiro a gente não tem controle sobre todas as coisas, né? E maternidade é uma dessas coisas que a gente não tem controle. Geralmente a gente lida como se fosse, né, uma coisa que eu escolho ou não escolho. A gente sabe de histórias de mulheres que se previnem e de repente engravidam e de mulheres que tentam de toda forma e também não conseguem. >> Então eu entendo que a essa experiência me ensinou muito a respeito disso, né? Deus está no controle de todas as coisas, inclusive da questão da maternidade. E é importante a gente entender que não é algo que a gente faça, né? Porque porque eu quero, por mais que pareça, né? a gente tem a nossa participação, mas a gente entende que que se Deus não quiser e Deus não conceder, então para essas pessoas que lidam com a infertilidade, eu acredito sim que existe, né, um certo estigma ou um certa culpa carregada, né? E é interessante a gente até pensar nas mulheres, né, no Antigo Testamento, né, no numa sociedade onde ter filhos era muito importante, né, e as famílias e é interessante a gente pensar nas famílias como diferentes das famílias de hoje, né, as famílias como unidade de produção e não como unidade de consumo, como é hoje, né, todo mundo trabalha junto. Então, os filhos eram importantes, eram importantes para que fossem força, né, de trabalho ali para aquela, para aquela unidade ali familiar. E Deus olhando para aquelas mulheres, né, que sofriam esse estigma ou que sofriam porque gostariam de ter essa experiência também. Mas, ah, uma coisa é a culpa, né, que a gente carrega, né, dentro do coração. E a gente precisa tratar isso com o Senhor, entendendo que os caminhos do Senhor são mais elevados do que os nossos, né? Ele sabe o que é melhor pra gente. É, é complicado. Eu até não não fico muito à vontade para falar porque eu tive meus 5 anos de infertilidade, mas Deus me deu, né? No final das contas tive duas. Desde que Carolina nasceu, a gente espera Deus mandar outro. Deus também não mandou, né? Então só dois. E >> aí, quem sabe? >> Ixe, eu acho que já passamos do tempo, mas >> não vai vir o Val Prime seria o nome, seria o Val Prime, né, Vales? É isso, né? Ainda vamos, [risadas] >> mas eu eu entendo que a dor, né, carregada pela mulher que já sabe que pronto, não deu mais, né, ou como amiga que eu tenho, né, que que Deus demorou, né, no na visão humana, demorou para mandar o marido e quando ela casou ela já não era mais fértil, né? Então, ah, eu acho que a culpa precisa sair, né, de de de cena. E a gente precisa ter empatia, né? Sofrer junto com o que sofre, né? Entender ali. Então, talvez a igreja falha nisso aí, né? Em vez de colocar pressão, a gente devia estar chorando junto, né? E quem já tentou e já esgotou todas as as possibilidades para ter um filho e viu que o tempo já passou, ã, ou que ainda tá nesse processo, né? E é incerto ainda, porque ainda tem uma jornada pela frente, tem alguns anos e é difícil, né? Quando você vira o mês lá e você tá naquela expectativa e aí você vê que não foi ainda. É, é. pesado e acho que a igreja devia ser um pouco mais sensível, né? Existem questões que são femininas, né? E que só a mulher vai entender assim de de maneira muito íntima e profunda. Eu tava inclusive estudando Lucas, né? Esses dias a gente tá estudando com as mulheres e perceber e e entender que Maria teve uma experiência ali que ninguém mais teve, né? Porque só ela sentiu no corpo, né? De carregar ali aquela gestação e o estigma da sociedade, né? as pessoas falando que ela podia ter ter cometido algum pecado e tal. Então, existem algumas experiências, né, algumas dores que são que são intimamente femininas, né, mas que Deus conhece e que a gente no no que for possível a gente precisa se se aproximar como igreja e tentar amar e chorar junto e sofrer juntos. >> Amém. >> Não, você também tem um um capítulo em que você lida com a questão do da perda gestacional também, né, do aborto, coisa assim. Muitas mulheres acabam se culpando também, né? Mesmo que as perdas gestacionais não sejam decisão do próprio indivíduo, obviamente. Ah, mas estranhamente ainda existe também um estigma social em cima disso, como se fosse: "Ah, meu meu corpo não é forte bastante, saudável bastante para poder me dar filhos e coisa do tipo." E essa experiência se sobrepõe à infertilidade, né? Porque algumas mulheres não tm porque tem perdas, né? Repetitivas e e mas aí a gente precisa lidar objetivamente com a culpa, né? A gente precisa às vezes parar, sentar, ã, abrir o coração, ver o que que a Bíblia fala a respeito daquilo e crer também no que Cristo fala a respeito daquilo, né? A gente não tem muitas respostas, né? Eu sei que às vezes a gente quer dizer que, né, que a gente quer dar uma esperança que talvez a Bíblia não dê, mas existem outras que são suficientes, né? E Cristo é suficiente. >> Cristo é suficiente. Isso é isso é, isso é muito legal. Eu tava conversando, eh, hoje, hoje, manhã mesmo com um parente e aí eu tava tava falando de filhos, alguma coisa assim, eh, coincidentemente, não foi nem por causa do podcast. E aí eu tava comentando que queria queria mais filhos, né? Queria ter mais um e tal ou dois. E aí a parag não tá satisfeito não, já tem um casal, um parente mais idoso, né? Pessoal vai ter no filho ainda tem um casal, já tem um casal, então não precisa ter mais filho. Você aí, aí hoje achei essa expressão interessante. Você perguntou: "Tá, você não tá satisfeito?" >> Uhum. >> Aí eu falei, "Fulano, eu tava satisfeito sem filho. Aham. >> Eu já tava satisfeito sem filho, não é? E aí veio o primeiro filho, eu não consegui imaginar a vida sem aquele sem a Catarina". Eu disse: "Caraca, irmão, eu era plenamente satisfeito. Parece que, claro que que nada é perfeito na vida presente, mas só para evocar a ideia lá do M." perfeição, né? É como se a perfeição tivesse graus de perfeição, sabe? Cara, é o bastante, é perfeito, só nós dois aqui. Veio o primeiro filho, meu Deus, dá para ser mais perfeito, né? E veio o segundo filho. Então, tava ótimo. Eu pensava, cara, não sei se consigo amar outra criança, como eu amo a Catarina. E aí vem outra criança e deitar, entendeu? E vem, é um negócio maravilhoso assim. >> Então, manda brasa meu amigo. Deus tem que ter o trabalho dele também. >> É isso. >> Não depende, né? orar, orar eutar, né? É isso. >> Ah, na mão de Deus. Isso acaba sendo uma questão de que pode incentivar as inseguranças e as culpas e todas essas dores quando a gente acaba projetando nos filhos algum tipo de busca de satisfação ou ah os filhos é um tipo de de sonho, algum tipo de realização pessoal e que acaba tornando a luta contra infertilidade às vezes mais dolorosa. Ah, lidar com os abortos espontâneos às vezes uma coisa ainda mais terrível. Não que a gente não queira filhos ou não deseje, porque é uma coisa boa, obviamente aquilo que é bom a gente quer o que é bom, mas a gente tem que colocar no lugar certo, porque senão essa dor pode acabar tirando, né, desestruturando a gente de forma muito completa. >> Perder um bebê no ventre, sem fértil é uma coisa que pode gerar um sentimento negativo, talvez até deva em certo sentido gerar um sentimento de perda. Poxa, eu perdi uma coisa boa na vida. >> É importante ter, né? Você não chora no no veló parente. Tem alguma coisa estranha, >> coisa estranha. Você você chora aquilo que você gostaria e não tem? >> Sim. Mas é uma dor que tem que ser colocada no lugar da vez apropriado, porque muitas vezes idolatria aos filhos, à fecundidade, esse tipo de coisa e a gente perde muita coisa. >> E é outra coisa que a gente aprende, né, nessa escola da infertilidade, o lugar, né, do filho, porque revela os nossos ídolos, né, e não tem como lembrar de Raquel, né, dizendo lá, me dê filho, senão eu morro. Será? Aí Deus disse: "Pô, espera ainda que eu não vou dar não e tu nem vai morrer, né?" >> [risadas] >> Esse é um texto muito bom, cara, porque eu lembro da primeira vez que alguém me disse isso por essa perspectiva, eu fiquei assim: "Cara, eu já li isso tantas vezes e eu sempre achava lindo, inclusive tem música, né, sobre isso assim, né? Se não moressa música é meio que vai para filho espiritual, então >> tá. >> Ah, é me lembro bem, né? >> Acho que é assim mesmo. E eu ficava assim, poxa, mas é um erro mesmo, né? É um exagero assim de alguém que tá assim, ou eu tenho filho, eu não tenho mais nada, né? Então d fix não, a vida, a vida, a vida não faz mais sentido, né? >> Para atrair a atenção exatamente, briga de úter briga de úter. >> É, era e bota a serva no meio e é colhbação. >> Eu lembro de um de um >> guerra de úteros. Um bom >> dá um nome de livro isteros. >> Guerra de úteros. >> Aí o tema pro próximo. >> Vem aí. >> Vem aí. Vamos pro chão. Ah, eu lembro de uma história, eu tava a história não, de um caso, tava dando um curso de noivos para um casal. Depois eu conto qual é o casal. Não conto. Não, não é segredo. [risadas] Vou ficar estudo casal. Não, não sa confidencialidade do aconselhamento. >> Ninguém sabe quem é. Ninguém sabe quem é. Mas eu citei num livro sem dar os nomes também. É o casal, né? >> Ah, >> ah, mas é melhor coisa do não saber. É melhor coisa. >> Não, eu é e >> minha bção. >> A melhor forma de você deixar de ser fofoqueiro é você tá envolvido no problema alheiro o tempo inteiro. Aí você não quer saber mais problema de ninguém. É verdade. >> Mas chamos de de gredindo já. O, eu tava num curso de noivos, a gente vai falar de fecundidade, maternidade, tipo de coisa. E geralmente a minha experiência pastoral é tentar falar positivamente de ter filhos. falar sobre a importância da fecundidade, esse tipo de coisa. Só queelee gera aquele casal ali que sabe, padrão, família tradicional absoluta, a mulher queria ficar em casa com 300 filhos, fazer home schooling, fazer o próprio pão, entendeu? Colher os temperos da própria horta do quintal, era todo assim, marido ali e tal, aquele e o estereótipo foi completo, show de bola. Não preciso me esforçar para convencer-los disso. Mas eu quis condenar pro outro lado, né? Aí eu perguntei, tá? falando sobre filhos, não pastor, eu vou tal foninho consegue sustentar a gente, já vou ficar em casa logo no começo do casamento, já tentar filhos logo no começo e tá tá tal, a gente quer ter seis filhos, hisória tudo lá. Aí eu perguntei assim, certo? Mas e se Deus não der filho? E se você descobrir no começo do casamento que é infértil ou ele é infértil, você tentam de tudo e e não vai para canto nenhum e as coisas e talvez ele perca o emprego e não consegue mais sustentar, talvez tem que fazer alguma coisa por fora para ajudar. Como é que você se enxerga no no casamento numa situação dessa? Meu irmão, parecia que tinha morrido na minha frente. Morri morrido. Ela usou expressão que eu nunca esqueci. Ela diz: "Eu não saberia como viver assim." >> Nunca planejou, né? >> Nunca planejou, nunca, nunca teve, passou pela cabeça dela a possibilidade de não ter filhos e ter que trabalhar fora para ajudar o marido. >> E a gente pode ainda ir mais, né? Se não deu, Deus não der nenhum marido. >> Sim, né? Tem mais se ele morresse, >> não é? Porque muitas mulheres vivem nessa expectativa, né? De que vão casar. Sim, mas será que é isso que Deus tem para você? Você tem o hoje. Então no hoje você precisa fazer o melhor que você pode fazer. O que Deus coloca aí na sua frente, vai estudar, vai >> sim preparar pra vida, né? Às vezes seu marido adoecer e aí você f responsável por cuidar financeiramente da casa, marido ficar camado, esse tipo de coisa, exatamente. >> Você nunca sabe o que é que Deus tá esperando para você. E entrar num casamento, entrar na maternidade, é isso. E se o filho vier doente, né? Se o filho vier com síndrome, se o filho, sabe, se você perderu o seu filho jovem, não acontece tão tão tão comumente, mas muitas vezes o bebê pode morrer no no vento. Tem um colega que o bebê viveu 40 dias, eu acho, >> né? E aí, né? Será que sou você tem graça em Cristo bastante para um momento como esse? Porque a vida ela é complicada, é cheio de dificuldade, cheio de coisas imprevisemíveis. Seu filho pode ir pro caminhos se você não planejou para eles, >> né? o quanto você projeta da tua própria identidade na na tua pro. >> Sim. >> E aí vira aquele aquele pai e mãe que não deixa o filho crescer, sair de casa, casar, >> todo pretendente do filho vira um inimigo, porque, né, vai levar minha filha de mim ou meu filho de mim e tal. E aí você acaba destruindo parte da tua missão como pai e mãe, né, que é lançar a flecha para longe para manter aquele aquilo como um item, né? Você às vezes eu vi eu vi uma espada, fui viajei para algum lugar, tinha uma espada bonita, dis, eu queria comprar essa espada, deixará guardada assim e tal, não sei o quê. Espada do Aragor. >> Não, não era espada genérica lá de >> Ah, não vale não. >> Vale não. Vale, vai bonita a espada. Era muito bonita. Espada de Londres assim. Gosto muito, sabe? Clássico, tal, medieval. E aí eu, para que que eu queria a espada? Eu queria a espada para deixar, sei lá, na minha sala pendurado na prateleira. E a galera acha que o filho é esse tipo de arma, né? É, é a flecha que vai ficar lá para sentar, né? Para eu mostrar com meus amigos ou para eu me satisfazer com as conquistas e tal. >> E a frustração vem aí, né? >> É, vem. [risadas] Pode vir aí, né? >> Pode quer, né? Mas é exatamente. >> Você nunca sabe o que é que o que é que pode ser, né? >> Sim, sim. Renato, posso mudar de assunto? >> Pode. >> Tem um capítulo aqui que eu achei muito legal também. Tem vários, né? Vários capítulos. É, vários capítulos nesse nesse livro que o título chama muita atenção. Aí tem um nove aqui que é 50 maneiras de provocar seu filho a ira. >> Aham. >> Aquele texto do comecinho de >> tem gente, >> do comecinho do capítulo se de Efésios, né? Eu me lembrei muito naqueles materiais de aconselhamento bíblico de casamento, né? 150 maneiras de amar sua esposa, de amar o seu marido, né? E aqui tem, né, também. E aí a lista aqui começa, por exemplo, quando os criticamos frequentemente e excessivamente, quando os humilhamos verbalmente, quando usamos palavras ofensivas para repreendê-lo, quando descontrolados usamos linguajar grosseiro. Enfim, vou ler a 50 aqui, né? Você compra o livro para saber a 50. Mas eh eu só to nesse assunto porque geralmente quando a gente vai ensinar sobre criação de filhos, a gente lê só o o começo desse texto, né? Pais obedece os seus filhos no Senhor e tal. Pais criem seus [risadas] >> Pais criem seus filhos no tradução aí na >> Isso aí tá complicado mesmo. Pais criem seus filhos na disciplina do Senhor, né? E a gente lê o restinho aqui. Aí esquece essa parte aí, né? Do não não colocar esse peso excessivo ou incitá-los à ira, né? Provocá-los à ira. >> É, sempre que você tivesse, é, sempre que você tivesse se sentindo assim um ótimo pai, uma ótima mãe, dá uma lidinha aqui nessa lista que no instante, no instante você fica humilde, né? E vai. É, >> mas achei uma boa lista e nós como pais e as mães, né, precisam ter esse cuidado de não provocar os filhos a ira, né? Inclusive isso faz um mal muito grande. >> Uhum. E tem uma coisa que que eu acho que faz parte dessa idealização, romantização materna de achar que esse amor materno é algo muito natural, né, instintivo. Então, vai nascer meu filho, então já vai nascer a mãe que ama perfeitamente. Não existe amor perfeito debaixo do sol, começa por aí, né? Nem o de mãe, né? por mais que a gente ache que é um amor muito maravilhoso. Ah, e aí eu tava acho que no discipulado com alguém hoje, foi ontem e aí a gente tava conversando, disse: "Olha, interessante, até para amar a gente precisa aprender, né?" E Tito dois fala exatamente disso, as mulheres mais velhas ensinarem a amar o marido e os filhos. Como assim, né? Não, já é para saber, né? Só vou casar se eu amar. >> O amor não já vem pronto, >> não é? E o fato é que a gente precisa aprender a amar nossos filhos. A gente ama errado, né? a gente acha que ama ou tem outros tipos de de sentimentos ou emoções ali envolvidos, mas amar, né, como a gente deve amar mesmo, a gente tá tá precisando aprender sempre, né, com nossos filhos, ah, com Deus. E a gente peca muito, a gente erra muito, né? E aí vem a questão da culpa. Eu acho que aí é o pior para mim é o que pesa mais, né? Porque eu diariamente sou confrontada com a realidade que não sou perfeita, né? E aí a gente precisa novamente vai e corre para Cristo, né? se humilha ali diante de de Deus, se humilha diante dos filhos também, né? E eu gosto de dizer que tem uma coisa que mães perfeitas não são capazes de ensinar, né? Porque mãe perfeita não erra, né? Mas mães que erram podem ensinar seus filhos a como lidarem, né? Com lidar com os seus erros também. >> São coisas que para mim é muito tocante assim. Eu sempre costumo dizer por aí que que a Isa mãe, né? A Isa, minha esposa, para quem tiver caído aqui de paraquedas, a Isa mãe é uma das melhores versões da Isa que eu conheço, né? A Isa, no relacionamento dela com a Catarina, com o Bernardo, para mim é uma coisa muito fascinante. Assim, é muito bonito a vel Isa pedindo desculpa para Catarina, sabe? >> Ah, quando ela às vezes [limpando a garganta] exagera alguma coisa assim, que todo mundo, eu exagero muito mais, mas às vezes minha mulher, minha mulher quase não peca, mas aí vez no passo quando cometa Harley, ela peca, meninos, vem, aí é sempre muito rápido assim >> chamar os meninos, ela faz, ela faz uma cerimônia e tá, pede desculpa e diz o que foi que fez, usa um texto bíblico para explicar o próprio pecado. É um negócio assim maravilhoso de de vir, sabe? E aí é muito bonito ver os meninos reproduzindo o padrão. >> Uhum. >> Não é de a Catarina, não gosto de falar do pecado filhos que eu sei que você é coisa de pastor, né? Pastor sempre usa o pecado dos filhos como ilustração de tudo. Mas a Catarina ela ela ela menorzinha hoje ela tá com se anos. Ela não pedia desculpa, então ela fazia alguma coisa muito errada. A gente peça desculpa pra sua mãe, peça desculpa pro seu pai, peço desculpa pro seu avó e ela não pedia para ela coisa assim, pedir desculpa era não ia, cara. A gente tinha que engrossar com ela para pedir desculpa contra gosto. E ela hoje com se anos, né? Eu acho que muito influenciada também pelos padrões que ela vem em casa. Nossa, fácil. Ela faz uma coisa errada, ela vem, pede desculpa, não sei o quê. Ah, e e é muito isso, né? Mães perfeitas no ensino, né? >> Se nossos cosos não são perfeitos, eles precisam de pais que não são perfeitos para poder aprender a lidar com a própria imperfeição. Uhum. >> E isso é uma coisa que eu acho muito bonita, né? Eu lembro quando a não vou dizer o nome também para não expor ninguém, mas um casal conhecido, né? Lidando com os filhos, os filhos lidando com questões psicológicas um pouco severas de ansiedade, de ansiedade, né? De coisas assim. Ah, e e os pais por o pai, principalmente por lidar com coisas parecidas, tendo paciência, explicando e ele nas próprias coisas de ansiedade, sabendo como lidar com isso, e o e o filho aprendendo a se regular melhor, porque via o pai se regular melhor, sabe? [limpando a garganta] E os nossos defeitos, as nossas falhas, as nossas dificuldades, nossas limitações, às vezes até os nossos pecados podem ser instrumentos para que a gente em caminho de arrependimento e de luta contra o nosso pecado e e de estabelecimento de uma busca com santidade, a gente ensina os nossos filhos no mesmo >> Sim. Sim. Esse é o nosso Deus, né? Ele ele usa inclusive as nossas falhas. Não vamos pecar, né? Vamos fazer superabundar o pecado agora. Pecar >> não. Filho v o erro. >> É, você não vai precisar se esforçar para isso, não. Mas mas é interessante, né? Isso aí é um um texto que eu nunca tinha relacionado à maternidade, mas me veio à mente depois que que a gente começou a divulgar o livro, foi o texto lá de segunda Coríntios, né? Quando Paulo fala, fala da sua experiência, né, do espinho da carne e pede para que Deus tire aquilo lá dele. E Deus disse: "Não, não vou tirar não, porque a minha graça te basta e o meu poder se aperfeiçoa na sua fraqueza". Então, nós como mães temos fraqueza, né? Como pais todos temos fraquezas. Algumas nós do fundo do do coração, né? Queremos nos livrar delas. Mas ah, algumas limitações permanecerão, né? Os pecados não, a gente tem que tratar, não tem negócio não, mas as limitações algumas permanecerão e a gente precisa ver aquilo ali como uma oportunidade também paraa força de Deus, né, a glória de Deus se manifestar ali no meio. >> Mas é muito difícil, né? É muito difícil. Eu vi uma uma um videozinho, um videozinho não, acho que era um, mandei para eles, achei engraçado, que era mulher dizendo: "Decidi ficar uma semana sem gritar com os meus filhos". E sabe qual foi o resultado disso? Nos atrasamos para todos os compromissos, [risadas] tudo ficou sujo dentro de casa, eles só comeram doce. E aí às vezes a gente eh nada tão assim, não, não, agora não, agora eu vou resolver, agora eu vou ter paciência, agora vai dar tudo certo. Mas aí às vezes o menino só obedece no grito, né? A é tudo loucura de baixo que se você não não às vezes a gente imagina que a única forma de resolver aquele problema é passando do limite muitas vezes e achar o tom certo, achar o jeito certo de fazer as coisas. Às vezes é muito difícil dentro de casa, né? Às vezes a gente foi criado em padrões também de matundade ou feminilidade. A gente só teve uma família, né? Uhum. >> Então a gente só só soube ver aquele casamento, aquela maternidade. E aí, meu irmão, eu só ten só tive só tenho dois filhos, não é? >> Eu só tô tô aprendi um pouco com a Catarina, não é? Agora tô >> Pois é. A primeira é sempre a cobaia, né? Eu sempre disse pr pra Valentina, Valentina, mulher, tu tem que ter paciência porque tu foi a primeira pedir mais perdão. >> É minha primeira é minha primeira vez sendo pai também, né? Minha primeira vez sendo mãe. Então, também a gente também tem que ter essa humildade também. Agora eu não sei você, mas eu vi de uma geração que pai e mãe pedir desculpa, reconhecer, não era muito >> não, não. A gente talvez a gente é a geração mais esclarecida, né, nessas questões assim desse cuidado, né? >> Talvez seja mesmo. >> Ah, mas ameaça meus filhos. Eu vejo isso muito, cara, na alimentação, quando eu lembro da minha alimentação, quando eu era criança, tô vivo, eu não sei, >> aí hoje eu vejo minha minha minha esposa assim, não, mas tem que comer isso, tem que comer aquilo, não pode dar isso agora, tá muito cedo para isso. Eu, irmão, já comi essas porcarias aí desde que eu comecei a mexer a boca e mastigar. >> Afra, eu devia estar morto assim, porque conta o que me dava assim, meu Deus, se fizer isso hoje, eu acho que o conselho que tu tá lá me leva, não leva nem meu filho, não leva eu, entendeu? É loucura. É verdade, >> mas eu fico ameaçando os meninos, eu digo assim: "Olha, eu sou a primeira geração de parentalidade amorosa, né, da sociedade. Eu consigo voltar para que psicopata no passado. Você me respeite." >> É, você pode escolher, né? >> É, você escolhe que tem e tem pinochê. Você escolhe o que é que você quer, né? >> É isso aí. [risadas] >> É brincadeira com você lá. >> Brincadeira, Ministério Pública. Só piada, só humor e piada. Tá bom. >> Eu aquele silêncio agora, né? >> Por favor, não tem nada a ver com isso, né? Meus filhos, meus filhos estão lá, são os salvos. Sal é útimo. >> Renato, o que que você diria mais para mães que estão se sentindo em apuros e porque esse livro faria sentido na vida delas, já que esse é o público do livro, >> certo? Eu eu gosto de dizer que esse livro é quase assim um abraço, né? É um livro abraço. Já viu isso? Livro abraço, diferente, né? Mas livro que é bacana, né? Tem livro que é soco. >> É. Não, mas tem. Eu acho que tem assim uns cascudos aqui no meio, mas em geral >> cascudo é um termo nacional. Não faço, não faço ideia. >> Cascul é aquela, aquele >> cocorootor, >> tem outro nome no Ceará. >> Eu não vou dizer porque agora eu não sei se é imoral, mas tem outro nome. >> Sabacu famosacu >> não é moral não. Sei que tem não. Aí >> não é porque tem o >> eu sou daqui, mas se aí eu desconheço. Não, mas eu já ouvi falar, mas não era comum. >> Não conheci por Savacu >> é aquela é a mãozada que fechada na cabeça. >> Aberta é a salga fechada. Não, mas se na minha cabeça salga, eu tinha que ter mais de uma pessoa fazendo >> também, mas é aberto. Não pode, não pode salgar o outro com a mão fechada, com ardia. Não, >> não, mas ninguém consegue dar um salga sozinho. Salga é por definição quando >> examente tipo linchamento na cabeça, né? >> É, >> mas enfim, >> onde a gente estava enfim, um abraço. Abraço. >> O livro não vai dar salga em ninguém, nem cascudo, né? >> É lembrar do que é importante, né? Lembrar da sua limitação, né? Se colocar no seu lugar. Às vezes a gente a gente se vê, né, como mãe, como pequenas deusas, né, ali do lar. Ui, Deus é uma frente sempre, [risadas] >> meu Deus. Ah, >> com muito controle de muita coisa. E o fato é que não, né? E e que bom, por isso, né? Que bom que a gente tem um Deus que tá acima do nosso controle, cuidando de tudo. E esse é um lembrete importante, né, para acalmar o coração, saber que que apesar das limitações, né, e das fragilidades nas insuficiências, Cristo é suficiente e o poder dele se aperfeiçoa na nossa fraqueza. Que bção. O título do livro é uma promessa muito, muito ousada. Maternidade sem apuros, o que eu acho que é impossível em certo sentido, mas o subtítulo, >> né, estabelece onde é que está a falta desse >> sua maternidade só será sem apuros se você reconhecer que os apuros virão. Você depende de Deus. >> Isso. A graça suficiente de Cristo para mães insuficientes. Essa graça de Cristo que nos ajuda. Um Cristo que nos ajuda pelo exemplo, não é? O melhor exemplo de feminilidade que existe é Jesus Cristo. >> Isso mesmo. >> É um termo poder, o termo é trans. Isso é movimento transwar. >> Ah, se é, não sei. Que que eu uso, >> mas é isso. O melhor exemplo de maternidade que nós temos é Jesus Cristo, né? A o amor, o amor de Deus é comparado ao amor de mãe no Antigo Testamento. E o modo como Jesus Cristo encarna a perfeição como ser humano é um modelo não só de masculinidade, mas de toda a nossa existência de forma geral. Ele nunca foi mulher, não é, obviamente, mas ele também nunca viveu muitas coisas comuns à masculinidade. Jesus nunca foi casado, Jesus nunca foi pai de crianças, né? Jesus nunca teve relações íntimas. Ele não viveu muitas coisas comuns da da do que seria uma vida de masculinidade. E ele continua sendo o melhor exemplo e modelo de masculinidade, assim como ele não viveu muito da femininidade, não viveu nada da feminilidade em si, daquilo que é exclusivo do que é ser feminino, mas o modo como ele encarna a vida daquele que obedece a ao pai de forma perfeita para a levar o amor de forma perfeita, ele estabelece aquele ponto central que é o é o paradigma da nossa masculinidade, da nossa feminilidade, da nossa filiação, da nossa maternidade, paternidade como funcionário, como cidadão, tudo. Ele é o, ele é o modelo perfeito, mas ele não é só um modelo, porque olhar para Jesus como modelo pode acabar virando um peso muito grande. Porque quem que vai seguir esse modelo perfeitamente? Impossível, porque ele é Deus. Nós não somos. Nós somos, temos a natureza pecaminosa. Ele não tinha, ele não tem. Mas a obra dele no fim das contas é o que faz essa grande diferença, né? E eu acho que é essa a grande paz. Se a gente olha para Jesus só como modelo, a gente vai ter o peso no nosso pecado, não é? Isso é uma notícia, né? Tá aqui o modelo. Você vai ser igual a ele, não vai. Mas a gente não recebe dele apenas a imposição da imitação, da da perfeição, né? A gente recebe dele também a bênção da graça emerecida e do favor em merecido que provém de um Cristo que foi perfeito para que nós que não somos, né, possamos ser aperfeiçoados nele todos os dias, seja na masculinidade, seja na feminidade, seja como filhos, seja como pais e mães. E essa essa é a graça da existência, né, Deus apuros da vida, é uma graça maravilhosa que faz com que tudo se justifique, né? Isso. >> Eu acho que essa obra é um é um caminho muito maravilhoso de nos lembrar disso, né? Aplicar isso à vida de feminidade. >> Sim. Lembrar também que mães perfeitas não precisam de Cristo, não é verdade? Então, quando a gente olha pra gente, né, e reconhece a nossa fragilidade, a nossa insuficiência, o nosso pecado, isso deve nos fazer correr para Cristo, né? Como aquele que cumpre tudo que é necessário e que supre, né, aquilo que nos falta também. >> Renata, como é que te encontra nas redes sociais? >> Boa pergunta. Eu acho que é Renata Peveras. [risadas] Um segredo. >> T vai colocar aí, vai pesquisar como é o ar da Renata V. Ela sabe aqui estará. >> Eu acho que é Renata Pedra. >> Eu acho que é Renata Pelé. >> Acho. Tenho certeza também. >> É. É. Não sou muito boa Instagram não, mas >> mas você próxima lá ver. Como é que entra na Vero Copen também para conhecer os materiais? >> Ajuda Valbert verico.com.br. >> Tá na tela, tá em tela. na descrição também para facilitar aí sua busca e obviamente o melhor link para você comprar maternidade sem apuro de Renata Veras. A graça suficiente de Cristo para mães suficientes estará aí na descrição do YouTube desse desse episódio, no comentário fixado também do YouTube deste episódio, na descrição do Spotify, ah, esse seu agregador aí de podcasts mostra também links, vai est o link aí para você ir atrás, mas na Amazon e na Mundo Cristão você encontra com certeza o Maternidade sem apur. >> Que conversa boa, gente. Feliz. Muito obrigado, Renato, por esse tempo. É bom conversar com gente daqui do Ceará. >> A conversa é mais desenrolada, [risadas] >> é mais comédia. Também mais leve que com os amigos mais próximos também, né? >> Segurei, segurei meu cears um pouco. >> Tem que segurar um pouquinho. Descobri que tem que segurar. >> Que é isso? Tem que libera o cear. Não, pessoal, a gente bota a legenda aqui não entender, né? >> Ah, cara, mas excelência mesmo. >> Sou cara, >> excelência, né? É porque o tu não usa muita expressão regional, eu acho. >> Tu acha? >> Eu acho, cara. >> Cara, eu me acho cearense demais, bicho. Meus tom de voz assim, sei lá. >> Quando eu me vejo falando com outras pessoas assim, caramba, bicho, galera. O o Bernardo fala muito cantado. O Bernardo é muito esse esse mundo tá para matar muito, muito cantado. Ele falando >> é muito bom. Mas >> Aham. >> Pode falar, Renato. >> Muito obrigada. Quero agradecer muito pelo convite. A gente sabe que você é uma mulher discreta. Você não é não gosta desse desse ambiente. Então eu sei que é um sacrifício que você faz para poder ah não simplesmente atender ao pedido insistente de um amigo, mas também para poder servir as pessoas com esse material. A gente é muito grato aí pelos sacrifícios de que nem a galera todo mundo acha que todo mundo quer estar na internet, todo mundo quer estar com a cara do famoso para muitas pessoas se expor é um sacrifício, né? Eu acho que são as melhores pessoas cá entre nós, não é? Que que entendem que isso aqui é um serviço, é um serviço. Se expor é um serviço. Ah, eu agradeço muito pelo seu serviço aqui nesse podcast. A gente se sente muito honrado. >> Que agradeço pela paciência. Ainda tinha duas duas chances, né, para desmarcar. Fiquei honrada com aquele duas chances, >> não é? Porque ela marcou uma vez, aí eu falei, aí eu falei: "Não, aí tentamos marcar". Aí não sei o que foi que ela falou que eu disse, "Ó, na terceira vez você desmarcar, eu entendo que você não quer, eu paro deix, >> mas eu achei, nossa, ainda posso mais duas vezes." >> Duas vezes, duas vezes. >> Mas é isso, gente. Eu também quero agradecer demais, Renata, e pedir pro pessoal, ó, link na descrição, mamães aí, pais, homens, dê sua esposa, se ela é uma mãe recente, ela tá pensando em ser mãe, >> boa além, >> enfim, >> papais leiam também. Ló se levantado pr pra pr maternidade, tem muita coisa aqui que é geral. >> É, tem muita coisa que é geral. Exatamente. Aqui é vários capítulos aqui que a gente falou, inclusive servem muito para homens. É, >> é, às vezes é uma forma de você entrar na mente, né, da mulher também e sentir um pouquinho, né, do que como pensa o lado de lá. Exatamente. Então vai tá aí, por favor também comente aqui a sua opinião sobre este papo, sobre esse assunto, como ele edificou e compartilha aí com o pessoal da sua igreja, compartilha aí com sua família, com outras mães, pais, leve essa mensagem aí para mais pessoas. Alguma declaração final, Iago? >> Não, >> então encerramos esse podcast por então final. Para mim, eu me sinto muito feliz. Eu adoro, adoro poder sentar com meus amigos aqui. >> Ah, volte Renato, então. Volte você, volte o Valvert. Traga o Valt nunca vai ser no canal. Val é professor do Instituto Chafer. >> A gente bota ele aqui só a voz dele, sei lá. >> Bora, bora deix. Bora agora. Vai agora lugar. [risadas] >> Olha essa cara aí sorrindo de caixa aqui. É. Aí explodi a audiência. Grande não. >> O que quem faz sucesso é o bombonzão, né? >> Grande Bombonzão. [risadas] >> Não sou eu. Não sou eu. Não. >> Não. E a Catarina que não sabia o nome do Val, ela esqueceu, né? Bzão. >> Era o bumbonzão. >> Bombonzão. Bom nome de pastor. Me impõe moral. >> Se inscreve no canal, acificações, avalia a gente no Spotify, deixe seu comentário e até o próximo. Baixo clero quando o Pedro Popula quiser que tenha, porque agora é assim. [música] Par. Valeu, gente.