Não sou perseguido, não sou cristão?
08/05/2026
Não sou perseguido, não sou cristão?
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Fonte: Bibotalk
Legendas automáticas:
เฮ Nós comemos o pastel de Belém original. Aquele é original que a gente comeu? Sim, >> é original, né? >> 1839. É isso. >> Não, não lembro. Eu tenho a foto aqui. Eu tenho a foto. Mas, ô Cagal, tu que é um especialista em viagens? Eh, >> eu não sou especialista em viagem não. >> Eu só viajo aqui. Eu fico viajando aqui no BT. >> Não, você viaja não, você viaja. Você já foi para muitos países, você é um cara viajado e você faz viagens e você tem um destaque para a gastronomia, né? Ou seja, viajar para ti estar ligado a comer coisas eh eh locais. Você tá você tem essa essa dinâmica, né? >> É assim, porque quando você viaja você não vai passar fome, você não, você não mistura viagem com jejum. >> Ah, tá tudo engraçadinho ele. >> Não, não, eu tô falando sério. Não, eu tô falando sério. Calma, levanta a voz para mim. Não levant, >> eu vou chegar lá. Eu vou chegar lá. >> O teu áudio tá muito alto para mim, galera. Como é que tá o áudio do cacau para vocês? tá muito mais alto que o meu. Você dão dá um um feedback aí. Mas fala fala fala que fala. >> Eu vou chegar lá. O que eu quero dizer é você vai ter que comer, >> entendeu? >> Tá. Tá. >> Você vai ter que comer. >> Vou. >> Então, eh, faz sentido você comer as coisas do lugar, entendeu? >> Tá. Não, Cacau, eu não como as coisas do lugar quando eu viajo. >> Então, pois é. Pois é, mas você também não conhece o lugar. Não, isso é porque para ti tá ligado, a culinária passa por comer a coisa do lugar, entendeu? >> Todo o turismo faz sentido. >> Não, eu não. >> Você abre mão de todo o turismo, não só da comida. >> Quase. >> Cara, eu juro que eu queria ser melhor, mas eu me esforcei isso aí. Não é uma questão moral. Não é ser melhor, >> claro que não. Só que faltava eu ser uma pessoa pior, porque eu não gosto de bater perna e >> só faltava, né? Exatamente. Mas eu me esforço. Mas é que tava a fila tava muito grande. Mas enfim. Tá. O Cacau é uma pessoa que Não é que eu dig é que você fal é não, Cacau. Vamos lá. É que você já falou isso, Cacau, que viajar é comer. Você é uma experiência culinária também. Você passa por isso. Eu se eu se eu passasse por Portugal, >> é que a minha minha esclarecimento tem a ver com o fato de que tem gente que viaja para comer coisas caras e tal. Não é meu caso. >> Ah, não, não, não. É isso que eu quis ressaltar. Falei, eu já estarei no lugar, então quero comer, quero, quero que faça parte disso também. >> Agora não é uma, não é um, um >> não é um turismo gastronômico. >> Eu eu digo que todo o turismo é gastronômico. >> OK. >> Mas não porque você quer ir comer o chique do não sei que não, porque nem tem dinheiro para isso, >> entendeu? >> Não, não, isso eu entendi, Cacau. É 1900, 1837 é o pastel de Belém, o lugar que a gente foi. É o original mesmo. >> Foi. Quase do anos. Chegou por dois anos. 1837. Não, eu quero dizer assim, mas eu me esforcei nessa viagem. Eu comi bacalhau pela primeira vez na minha vida, >> né? O nosso anfitrião Paulo tava bom. Eu acho que eu tomei mosca, não. Enfim, eh, o bacalhau tava muito bom e foi, né, a primeira vez que eu comi bacalhau. Comi uma, eh, comi uma comida chamada francesinha. Essa eu não curti tanto, mas também os locais disseram que ali não era o melhor lugar para se comer aquela comida cujo nome é francesinha. Mas o que mais? Eu comi o pastel de nata, né? ou melhor, pastel de Belém, né, que é chamado pastel de nat. Um pastel de nata, mas aquele aquele é o pastel de é o único que pode ser chamado de pastel de Belém. Chora, Rab. >> Pois é, exato, cara. Mas aqui em Joinville, por exemplo, e eu acho que aqui em Joinville a galera chama de pastel de Belém também. Na panificadora que tem aqui perto de casa, o pessoal fala pastel de Belém. Sei, mas tá errado também. Aqui também tem. Mas tá errado. >> É, enfim. Mas gostei. Gostei. É, eu não. E a minha pergunta é a seguinte: tu achou esse original que a gente comeu diferente dos outros pastéis de nata que você já comeu ou no Brasil ou aqui? É uma pergunta ruim essa. A gente pode pular. >> Não é ruim, mas é capiciosa. >> É >> porque você já me disse >> e eu já disse e a gente já discutiu sobre isso. Sério? >> Você tá querendo tornar pública essa discussão. >> Eu não lembro. Eu juro, >> é diferente. Não significa que o que a gente come aqui não é gostoso. >> E não significa >> porque cada cada receita lá, cada lugar que você comer é uma receita um pouquinho diferente. Então eles não são iguais, certo? >> É, a do aeroporto tava muito bom que eu comi também. >> Então há quem goste mais de outros, inclusive nem todo mundo fala que o de Belém é o melhor. Tem gente que acha que outros são melhores, >> né? Uhum. >> Eh, então assim, você pode até achar o de Joinville mais gostoso. Você pode achar. Mas é de não sei o de Joinville, eu não comi, mas do que eu do que eu como aqui no Brasil que eu amo é diferente, >> tá? Aí acho que a Deb ela baixou um pouco o nível da conversa dizendo que o melhor que ela já comeu é do Graal. Achei ofensivo. Vou deletar is >> Não, mas mas não não tem uma coisa aqui, ó. Não é públo, mas se quiser. >> É, >> o pastel do grau, ele é da fábrica da nata, que é uma uma confeitaria de pastel de de pastel de nata portuguesa. É um acordo que eles têm o grau com eles. Então ele é muito original o do grau, >> tá? Olha aí. Legal. >> E é uma delícia mesmo. A deb tá certa. É uma delícia. Só que é caro, tá? Eu vou falar, mano. É bem caro do grau, tá? Tudo no grau é caro, né? Mas assim, a gente tava viajando e parou no pastel de de no parou no grau. Eu tava, eu, a Nati >> Uhum. >> a minha irmã e o meu cunhado e a minha outra irmã e o meu outro cunhado. É. >> E aí eu quis fazer uma média, eu olhei o preço errado, falei: "Não, vou comprar passe de nato para todo mundo". Rapaz, >> hum, >> quando eu vi, mas eu paguei, né? Prometi. >> É aquela generosidade, né? E até hoje eu não sei quanto que custou a bermuda do pijama, cara. Eu não quis olhar. É só, entendeu? Camiseta do pijama, você sabe. >> Nossa, não peguei. Ai, >> a bermuda do pijama. Você comprou uma um pijama. A bermuda você não sabe quanto custa, mas a camiseta você sabe. >> Ah, tá, tá, tá, tá, tá. Ó, a Olha aqui, ó. O Bom dia. Os episódios do BTPo vão sair no pro e por pro Spotify? Vão. A partir dessa sexta eles voltam pro Spotify e demais agregadores. >> Só não aguenta mais olhar pra nossa cara porque nós temos, enfim. Enfim. É, não é que é que assim, sabe que que é a nossa maior audiência ainda é no Spotify, só áudio, né? Então, a galera tá eh muita gente não só ouve o que a gente eh a gente faz aqui. Tá tudo bem, beleza. Vai sim. A partir de sexta-feira, Lucas, >> é, tá errado. >> Tô perdendo esse colírio para os seus olhos. >> Exato. Mas olha só, eh, então é isso. Eu experimentei bacalhau. >> Luiz reclamou que a gente falou mal do Graal, do grupo rodoviário Augusto Liberato. >> É isso? >> Não. >> Ah, tá. Não, o grau ele é caro porque aquele restaurante de beira de estrada que tipo, meu, que até que enfim achei um grau, entendeu? Aí você para, você vai no banheiro, você come, é normal ser mais inflacionado. É tipo, ó, o café mais caro da minha vida eu tomei lá no aeroporto de Lisboa. Cafezinho. >> Tudo no aeroporto é muito caro, velho. >> É, no Brasil já é caro um café, né? Aí imagina pagando em euros, aí converte, dá um desespero, entendeu? Mas enfim, galera, lá no meu Instagram tem umas fotinhas do BTD de Lisboa. Foi sensacional. Muito obrigado ao Nico, pastor Thago, no no do Cacau também tem pastor Rafael. Fomos muito bem acolhidos pela Casa Nova Cidade. Muito obrigado à galera que se deslocou. >> Casa nova cidade, não, casa da cidade. >> Casa da cidade. Exato. Interrompendo para caramba hoje, né? >> Não tem problema. É porque eu eu tô eu tô eu tô devagar. É porque duas pessoas me perguntaram curiosamente, Cacau, uma igreja boa em Florianópolis para congregar. E eu não conheço muitas igrejas em Florianópolis, mas amigos meus estão frequentando uma igreja chamada Nova Cidade. Aí, tipo, eu, ó, tem amigos que são sérios e tal e estão frequentando essa igreja. Eu recomendei com base na frequência dos meus amigos essa comunidade. Eu não conheço a comunidade. >> Tem igreja do André Hik também é a PIB de Flor, >> que a Batista muito boa, PIB de Floripa, uma igreja muito séria. Pô, verdade, mano. >> Esqueci da PIB. A gente foi muito bem acolhido. Inclusive, tu tava nesse evento que a gente fez lá em Floripa, nãoé? >> A gente foi muito bem acolhido lá também. Foi muito bom. Foi muito bom. E olha só, por falar em BTD, eu, Cacau e Víor estaremos. Cadê? Cadê? >> Fou na Ficou o É, >> é aqui. Aqui, ó. A gente vai estar em Governador Valadares, tá bom galera? Btdi, Governador Valadares, façam um esforço relacional de estarmos com a gente lá. Tá bom? Caiu alguma coisa aí? Tudo bem, Cacau? >> Bate não bateu a porta aqui. >> Podia, por falar em Minas Gerais, né? Podia ser um avião, né? Deus o livre. Então, que bom que foi só uma porta, tá? Eh, é isso, é isso. Recados dados. Ah, mais um recadinho só, Cacau, só para aproveitar e chamar a vinheta. Galera, semana que vem, hein, aqui em Joinville. Corre, corre, compra um ônibus ou vende ônibus, lota uma fr, uma uma Fran, lota uma van e vem, tá bom? Cristo completo. Hum. >> Pode ser. Esses eventos aí pode ser capítulos de um livro, né? A igreja perfeita, o Cristo completo, a Bíblia plena. Pronto, queremos já, já, já queremos, já vamos encomendar. Tá bom, gente. Tá aí então essa conferência teóric. >> Vou encomendar. Não, você escreve, rapaz. >> Tá bom. Não, eu escrevo um capítulo, né? Eu escrevo um capítulo, a galera escreve outros. Poxa, é igual um que eu tava fazendo aí, mas não vou falar mais nada, tá? Tá bom. >> Então, olha aí, cola com a gente, gente, tá bom? Tem os links aqui na descrição. Cacau, bora chamar a vinheta e vamos para o betepo >> Talca apresenta BTP, uma conversa regada bíblia, teologia e risadas. Meu Deus, esse esse esse essa fen cortar essa parte preta aí, mas isso é o que ele usa nas edições, é que ele usava. Cacau, a pergunta hoje, >> eu não sei do que que você tá falando, mas tem uma pergunta aqui, ó. >> Oi. >> Que não tem a ver com a nossa pergunta, mas eu quero responder. >> Vanderson perguntou: "Bibo, Cacau, quais são as denominações atuais de vocês?" E ambos são filhos da assembleia. Eh, eu eu sou batista, sempre fui batista, sempre forever na minha vida. Nunca fui da assembleia. Eu nasci batista e acho talvez eu vou morrer Batista, mas acho que sim. Cada dia eu tô mais batista, então deve ser. E você, Bib? >> Eu espiritualmente nasci na Assembleia de Deus, né? Enfim, é falar assim que eu sou crente na Assembleia. Ah, entendi. >> É, não, porque eu eu era eu eu fui católico romano, né, até os meus 17 anos, mas pouquíssimo praticante. Cheguei a fazer a comunhão, tudo. Cara, sabia que eu sempre gostei de religião. Desde pequeno eu curti o lance religioso. Tanto que a minha mãe, que não também não era muito ligada à questão de religião, tipo, tá ensinando bem, pode ser qualquer coisa, eu cheguei a fazer um curso quase completo de dos testemunhas de Jeová. Eles iam toda semana lá na minha casa me dar um estudo bíblico, cara. E eu gostava para caramba, sabia? Eh, e só que a minha avó, daí quando a minha avó descobriu, ela era uma católica mais praticante, ela proibiu então a galera de lá me ensinar lá testemunha de Jeová. Mas depois eu cresci, fiz a comunhão e tal, mas também depois da comunhão larguei a igreja. Com 17 anos, né, fui eh fui evangelizado por amigos que frequentavam a assembleia, que é o melhor modelo de evangelismo, né? Ou seja, amizades, convivência e tal. Fui parar na assembleia, fiquei lá até 2014. Então, sou filho da assembleia. Atualmente estou na Igreja Luterana, na Missão Evangélica União Cristã, que é a mesma do nosso amigo Alexander Stalrefa, tá? E é também a instituição onde tem a faculdade que me formei em teologia, que é a faculdade luterana de teologia. Então, há um ano e pouco estou voltei e há um ano e pouco estou eh na Ame, Missão Evangélica União Cristã. E sim, voltei e peguei alguma coisa de Portugal, Jenny, eh, fiquei um pouco doente. Eh, também questão de jetlag. Eu fui sentir jetlag ontem, Cacau. Olha só que loucura. Eu cheguei tão cansado na segunda que ontem eu fui sentir, era 8 horas, eu tava morrendo de sono. Loucura. Tá bom. E aqui um comentário bem legal. Cacau. É isso, pessoal. Seguinte, lembrando que quer fazer alguma pergunta, quer dar um super chat, isso abençoa demais aí o nosso ministério e a gente consegue ver melhor a sua pergunta, tá? A pergunta de hoje, Cacau, é a seguinte. Eu vou ler a pergunta completa da pessoa que nos mandou lá. Deixa eu ver se eu acho aqui. Ah, ela mandou uma pergunta lá no meu Instagram. Eu trouxe aqui para dividir com o cacau essa pergunta tão legal. Tá aqui, ó. >> Quero ler mais um comentário aqui. >> Tá bom. Lê mais um. >> A deb de novo. A deb de novo. A não tá pagando para comentar tanto. Hã, >> cacau é uma pessoa normal que come bem em todos os lugares, bibo fresco. Concordo, >> cara. Então é que fresco é que depende o qu Não, não, não, não, não, não, não, não, não. Vou defender. O Bibo tá melhorando muito, gente, muito. Toda vez que a gente vai algum lugar, ele faz um esforço. Em Portugal, ele fez três. Então, >> quais foram os três? Ah, o pastel de nata, né? O pastel de Belém, >> bacalhau, francesinho e o passe de nata. >> É, >> o pastel de nata você já tinha comido, né? Mas >> eu já comi. É, mas não é, mas de fato assim, eu lá eu comi porque, pô, eu tô em Portugal e não vou comer o pastel de Belém original em Belém. Então, e teve outras coisas também. Ah, >> onde Jesus nasceu. Exato. Não. E outra coisa aí, o Moscatel, acho que foi a primeira vez que eu bebi Moscatel e eu amei. Que bebida boa. >> Vamos lá. Pergunta de hoje. >> A pergunta é a seguinte, desculpa, Gagal. A pergunta é o seguinte. A pergunta quem fez foi a Kelm. Tá. Um notável. Não sabemos. >> Falar o nome, >> cara. É que tem tanta Kelmo, né? Fazia Jéssica. É, Artur, não >> tem pouca Kelm no mundo. Nunca eu conheci nenhuma. Eu já conheci Kelmer e era um homem. >> Pode ser. E e se aqui for um homem com cabelo comprido? Eu não sei, a foto tá muito pequena, >> não é? O que eu conheci? Não tinha cabelo comprido. >> Então o ser humano chamado Kelm nos perguntou: "Um notável disse que cristão de verdade tem que estar sendo perseguido. Fiquei confusa. É uma mulher. >> É, >> pois eu não estou sofrendo perseguição, porém creio na minha salvação pela graça. Boa pergunta, Kelm. Isso. Então vamos eh vamos começar respondendo aí. Vamos lá. >> Vamos começar dizendo que a gente não sabe quem é esse notável. Nós procuramos, tentamos descobrir de quem ela tava falando. Então não criem polêmicas entre nós. Nós não estamos brigando com ninguém nem tá. Então assim, nós não sabemos. É bem possível que seja um amigo nosso, inclusive, né? Porque a gente tem muito amigo e muito amigo que produz na internet. Pode ser, a gente não sabe >> porque >> é que cara, não, deixa eu dizer uma coisa aqui, ó. Uma discussão completamente inútil essa discussão, mas o Cacau levantou. Eu vou, eu vou. É inútil. É que Cacau, tu sabe que a internet é muito grande, >> cara. De vez em quando eu fico sabendo de influencers cristãos. Claro, cara. Meu Deus, 1 milhão de seguidores. Eu nunca vi esse moleque na vida. Entendeu? >> É, mas o que eu quero dizer é que do rolê da teologia a gente tem muito contato. >> Pode ser. >> E é comum que as pessoas perguntem dentro de círculos mais ou menos próximos. A gente vê isso no Instagram, entendeu? Que as pessoas fazem pergunta, a mesma pergunta para vários de nós, entendeu? >> Então, mas eu já eu já expliquei também, que eu já entendi esse fenômeno também, né? Antes eu achava que era uma provocação para ver se a gente entrava em contradição. >> Mas é porque a galera quer uma resposta e então ela joga em todas para ver se alguém responde. Aí às vezes a pergunta é boa, quatro respondem e responde quatro respostas diferente. Aí fica Mas vamos lá. É, então a gente não sabe o que é notável. Nós não estamos brigando com ninguém. Nós não estamos, né? >> Se você fizer um corte da pessoa falando e a gente falando depois, >> a gente pode fazer nada porque isso não é contra a lei. Então, né? Tudo bem. Obção, gente. E aqui não é culpa, não é, a gente realmente não sabe quem é o notável. Eu também não fui no direct perguntar para ela, tá? Quem é o notável que falou? >> É, nós não fomos, até porque essa pergunta tem um tempo já. Essa pergunta tem um tempo. >> É, nossa, tem, é, tem bastante tempo. >> Pesso à vezes nem lembra que perguntou. >> Exato. Vamos lá, Cacau. Vamos pro conteúdo que o pessoal que aqui conta nunca. Essa pergunta é muito legal, porque uma contam que alguém respondeu e na história que eu ouvi era a Azira, mas eu não sei se foi ela, tá? Disseram que foi a Nalzira. >> Na história que tu vai contar agora, não notável que a gente tava falando antes. Ok. É, não, não, não. A história que eu vou contar agora, dizem que perguntaram e na na história que eu vi, perguntaram pra Azira, não sei se é foi para ela mesmo, se eh a igreja fosse perseguida, ela seria melhor. E a resposta dela foi não. Se ela fosse melhor, ela seria perseguida, né? Que eu acho que é uma frase muito legal. Boa. É uma pra de impacto. Leva uma reflexão. Leva uma reflexão. >> É, mas eh esse esse tema é importante porque volta e meia as pessoas falam assim: "Não, porque a gente tá a gente é perseguido, cristofobia, tal". E outros vão falar: "Não, olha só como os cristãos têm privilégios e tal". E de certa forma eh você vai encontrar evidências das duas coisas, entendeu? E isso é uma um problema para essas discussões, como para quase todas hoje com a internet, você encontra evidência para tudo, né? Eh, então vamos lá. A Bíblia fala que o cristão será perseguido. Fala, certo? Alguns textos, por exemplo, Jesus fala: "Olha, não estranhe vão te perseguir, porque se perseguiram a mim, vão perseguir a vocês também, né? Eh, Pedro fala, né, do fogo que vem provar, no estranho fogo que vem provar, quando ele tá falando num contexto de perseguição. E há muitas outras passagens que falam sobre essa perseguição que viria, né? Então, sim, a Bíblia fala isso, tá? Eh, a Bíblia, >> cal, eu posso entender, Cagal, desculpa te entrer. Você pode com certeza. >> É, eu eu poderia dizer que até uma seria isso uma promessa, nós seremos perseguidos. É como até Jesus fala tem tom de se perseguiram a mim, perseguir, perseguirão vocês. Tipo, é quase que uma condicional, né? Se me perseguiram, hão de perseguir vocês. É meio que faz parte dessa característica do crente, né, da igreja, o, né, o povo de Deus ser perseguido. Poderia até entender como uma promessa, tipo como neste mundo tereis aflições, então ter de bom ânimo, eu venci o mundo e tal. Ou seja, e parte dessas aflições, >> passa por esse anos da perseguição. E aí, só para ampliar um pouco a minha ideia e barra pergunta, no livro de Atos, a gente vê isso acontecendo, a igreja sendo perseguida. >> A gente tem a carta de Hebreus que pode ter um pano de fundo ali de perseguição que está acontecendo ou que vai acontecer, né? O capítulo 12 passa um pouco essa ideia, pelo menos é o capítulo que eu lembro agora. Ah, é, eu acho, eu acho que naquele, porque tem em Hebreus tem aquele texto que fala que na luta contra o pecado eles não resistiram até o sangue, né? >> Exato. Exato. >> Então, dá a impressão de que naquele momento exatamente a coisa não tava tão quente. >> Exato. Mas se você, >> mas é uma promessa mesmo. >> Exato. É carta de Pedro, se tem essa discussão também, né? Se eles estão em perseguição ou vão ou estão a eminência de uma perseguição. Então, >> é, e a carta de Pedro também, ela vai para tantos lugares que as realidades podem ser diferentes também. Pode ter um lugar que é perseguido, o outro não. >> Exato. Exato. Mas tem ali esse lance de, galera, vão perguntar a razão da fé de vocês. Eh, se preparem, cuidem desse mundo mal, resistam. Então, tem um pouco essa essa essa ve, então, no Novo Testamento, nessa igreja do Novo Testamento, a gente tem esse cheiro, né? E não só cheiro, a gente tem realidades de perseguição e e para algumas comunidades o cheiro de uma perseguição. Paralelo a isso, a gente vai então para pro pra Apocalipse. Também tem esse lance da perseguição que pode estar acontecendo, mas também a promessa de que vai acontecer uma perseguição e a gente precisa resistir até o final. >> É o que acontece é a palavra promessa é interessante, né? Porque promessa parece quase que uma coisa que Jesus promete que ele vai realizar, né? Mas há há num sentido, acho que ela é bem utilizada, que é naquele do sermão do monte, né, que manda que nós exultemos quando formos perseguidos, porque assim também foram os profetas, né? Então há há uma ideia de que isso é até visto como uma graça de certa forma, né? Ou é Paulo mesmo que fala, né? A nós foi dado o privilégio não apenas eh o o como é que é? Viver com Cristo, mas também padecer por ele, alguma coisa assim, né? Tô tentando me lembrar assim, eh, então é existe esse privilégio, né, de certa forma. Então, existe de certa forma essa promessa. Eh, então sim, há todas essas questões colocadas lá na na escritura, tá? Eh, agora a Bíblia costumeiramente coloca lado a lado a perseguição e a o crescimento, não crescimento espiritual, o crescimento da da igreja. Então, por exemplo, em Atos, você tem milhares de pessoas sendo batizadas, eh cidades se rendendo a pregação dos apóstolos, pessoas vindo trazer pessoas para para receber cura dos apóstolos e tem perseguição ao mesmo tempo, entendeu? Então, tem Atos 2 falando que eles cresciam em graça diante do povo, ou seja, eles eram e o povo os via com uma coisa boa, ao mesmo tempo que eles também são perseguidos. Ou você vê Paulo indo a Tessalônica, tendo sair correndo de lá porque tava sendo perseguido e chegar em Bereia e todo mundo aceitar a pregação dele. Então essas coisas elas são concomitantes na palavra de Deus, são simultâneas na palavra de Deus mesmo, mesmo com Jesus, tá? Você pega, por exemplo, o Sinédrio, perseguiu Jesus, perseguiu, mas tinha José de Arimateia, que também era do Sinédrio, entendeu? Então você tem e eh manda >> não, um bom ponto não é primeiro que esse lance de Atos eu acho bem sensacional, né? como pentecostal gosta de fazer o paralelo, né? Atos 18, recebem o poder para ser testemunha. Atos 81, a perseguição vem, a galera se espalha e de alguma forma, né, essa perseguição ajuda a espalhar os crentes pelo império e a cumprir o cara que botou fogo na frigideira com óleo e jogou água, né? Não pode fazer isso, você sabe, né? >> Tá assim d explosão. Aham. >> Exato. Porque a água espalha o óleo porque elas não se misturam. O óleo tá pegando fogo e pega fogo na casa inteira. Entendeu? >> Exato. É, >> é a mesma coisa. Tá pegando o fogo do espírito. Tá pegando fogo do espírito. Aí, ó. Mas é óleo, meu irmão. É óleo. É óleo. É óleo pegando fogo. E aí vem o império para jogar água e o fogo de Deus espalha por toda aquela região. Tô tentando. >> Eu queria que tu pregasse assim. Seria top, >> cara. E primeiro que eu não vou pregar assim porque eu estava na casa da cidade, eu fiquei encantado, ouvi várias pregações da casa da cidade, como o português fala muito mais baixinho, muito cara. >> Sim, bem manso, né? Bem manso. Mas tu viu que até eu preguei? >> Agora eu acabei de assistir a pregação da Helena Raquel >> e se algum dia eu fui pentecostal, o dia é hoje, meu amigo. >> É hoje. Glória a Deus. Ei, Deus, agora mais muito bom. >> Eu tenho uma palavra, eu vou entregar. Exato. An, >> inclusive se você não assistiu a pregação da da pastora Helena Raquel nos gideões, vai lá assistir depois depois aqui da live que a gente tá ao vivo. Ela não, né? Ela te espera lá, depois você assiste. Tá lá, tá lá, tá lá. E aí, Cacau, mas vamos lá, voltando aqui. Então, é muito interessante, de fato, vem a perseguição e espalha o povo e isso ajuda no cumprimento da mensagem e no espalhar a mensagem eh do evangelho. E aí aqui, ó, é interessante que o o alguém comenta aqui: "Paulo orienta orarmos pelos governantes para termos uma vida sossegada." E aí não é justamente, se possível tenham paz com todos, né? A orientação paulina é essa, galera. Inclusive até o o Stanley Porter, se eu não me engano, ele fala naquele livro, no artigo dele do igualitarismo, ou alguém fala naquele livro que é maravilhoso, tá, galera? Vou até pegar aqui. >> É, é. >> Não, desculpa, Kagal, que esse livro é bom mesmo. Não, acho que tu não, tu recebeu ele? Não posso recebeu. Legal. Esse livro aqui é esse livro aqui é maravilhoso, tá? Eu li o artigo do Stanley Porter e eu acho que eu li um outro que eu não lembro agora, mas ele até fala, tá, que tem coisas que o apóstolo Paulo talvez até pegue mais leve nas suas cartas, porque ele poderia incendiar uma perseguição eh muito complicada pra igreja, entende? Paulo defende a escravidão. >> Exato. Não, cara, não é que Paulo defende a escravidão. Se Paulo ele ele vem com uma parada assim para tipo, não acabem com a escravidão, mano, o cristianismo seria dizimado lá já. Não, não ia dar nem espaço. Então, é muito louco que Paulo ele preserva algumas coisas. Só que é incrível que na minha opinião, e acho que o Stanley Porter fala isso também, eu tô aqui parafraendo ele, mas ao mesmo tempo ele coloca algo novo, entendeu? E vai subvertendo por dentro, sabe? Então assim, ele não faz um discurso aberto contra a escravidão, mas para os irmãos ele fala: "Ô, trata como irmão, cuida bem". É, tem um artigo também do Lourenço Estélio Rega de um livro sobre Paulo. É, é um livro desses livros que são feitos em homenagem a algum tal, algum liv. >> Ah, eu achei que era uma biografia. Acho que ele não tem uma biografia de Paulo também. Biografia de Paul, >> não sei, mas é um livro que é uma coletânia de artigos em homenagem a algum pastor. Eu não me lembro nem que era quem que era o pastor homenageado. Eu tenho esse livro aqui, inclusive. Mas tinha um artigo sobre a ética de Paulo, porque o o Lourenço era professor de ética no na teológico de São Paulo. Não sei se ainda é >> o livro dele Dando um jeito no jeitinho. Acho que não é publicado mais. Ele foi até pro Jo Soares por causa de si, né? >> Mas ele nesse nesse artigo ele fala que Paulo tem uma ética progressiva, né? Não tô falando que Paulo tinha uma ética progressista, progressiva, né? Que é o seguinte, ele vai a existe o existe o objetivo final, existe o que se pode fazer e existe a realidade presente. Então ele vai levando até lá. É muito legal a a a abordagem do Lourenço nesse nesse artigo aí. Vale a pena dar uma olhada. Eh, agora, eh, então assim, essas realidades de perseguição, elas todas acontecem, certo? E aí tem a mais clara que a gente gosta de falar e a gente comete um erro sobre ela, é Jesus entrando na entrada triunfal, sendo saudado e depois eh eh na mesma cidade sendo condenado com clamor popular. Eh, algumas pessoas falam: "A mesma cidade que saudou Jesus, o o crucificou depois". Provavelmente não foi isso, tá gente? Provavelmente eram grupos diferentes. Um grupo saudando Jesus e tinha um grupo mandando soltar barra bás. Tá. >> Ah, mas é tão legal fazer essa analogia. >> Ah, acho tão legal. Acho legal. O mesmo povo que gritou hosana, salva-nos, ó Deus, é o povo que depois estava gritando crucificam. Não reconde alguém que mudou de opinião quando Jesus limpou o templo. Pode, mas não é não. Provavelmente não é a maioria, entendeu? Não, não é, >> mas é difícil afirmar que é o mesmo povo. Eu concordo contigo. >> É, não, exegeticamente provavelmente não era o mesmo povo, né? Sim. Quer dizer, eu eu eu diria com bem mais certeza do que eu tô falando, mas eu não quero também tocar em nenhum notável aí, porque eu não sei o que os notáveis estão falando. Mas >> responde agora a pergunta da moça. Vai lá, vamos responder agora. >> Não tô respondendo, eu tô respondendo aos poucos. Então existe isso. Então então não esque resposta progressiva. É muito paulina essa resposta progressiva. >> Não não esqueça, galera. Essas coisas são ao mesmo tempo. Outro exemplo, em Apocalipse nem todas as sete igrejas estão em perseguição, tá? Tem igreja que não tá sendo perseguida e tem igreja que tá sendo perseguida. Inclusive as que estão sendo perseguidas são mais elogiadas. E nem todas, porque tem algumas que também tm o tenho contra ti, né? São perseguidas, mas também tem o tenho contra ti, mas algumas não estão sendo perseguidas. Então isso é muito difuso. A nossa percepção de perseguição, ela é diferente. Alguns vão dizer até os que acreditam no milênio literal e algumas e de uma igreja que passa pela tribulação, né? que são pós-ribulacionistas vão dizer inclusive sobre isso, vão falar que olha, provavelmente essa grande tribulação não vai ser igual para todo mundo e nem na mesma intensidade em todo lugar. E, né, então até nessas interpretações essa possibilidade. Então, essa percepção ela é difusa, tá? Ela é difusa. Eh, então então assim, para haver perseguição, o que precisa haver? Meios de perseguição, ou seja, precisa haver alguma forma de poder para perseguir. Poderes são difusos. Existe o grande poder, o pequeno poder. Aqui eu tô quase virando fucotiano aqui na microfísica do poder, mas não vou fazer isso. É que é muito interessante a tese dele também, mas a ideia é o poder se estabelece nas relações, tá? Então alguém pode sofrer perseguição em casa porque se tornou cristão num país cada vez mais evangélico e ele pode sofrer perseguição em casa, certo? Não significa, >> trabalho, OK? >> Isso não significa que existe uma cristofobia eh generalizada. Ao mesmo tempo, em outros lugares, pode haver uma grande perseguição generalizada, eh, mas em contextos menores haver uma forma de retaliação. Tem aquele livro do Victor Frankel em busca de sentido, que ele narra sua experiência no campo de concentração e ele vai dizer assim: "Uma coisa que eu percebi é que existe gente boa e gente ruim em todos os grupos." E ele vai dar um exemplo de que até guardas nazistas às vezes tinham compaixão, porque quando morria alguém pegava logo o sapato daquela pessoa que morreu com sapato para dar para outra que não tinha sapato. Enquanto tinha gente que tentava logo que alguém morreu, que que tava totalmente zoado, né? Logo que alguém morreu, ia lá atrás de alguma coisa para tentar. Então assim, até ele tem essa ideia. Então isso também pode acontecer. Então qual que é o lance? Eh, eu acho que tem duas respostas para essa pergunta da nossa irmã. Primeiro lugar, eh, sim, cristãos serão perseguidos e o fato de não sermos perseguidos eh eh denota algum tipo de complacência com a injustiça. Por quê? Porque a maneira como Jesus fala sobre a perseguição que nos virá tem a ver com o fato de que perseguiram a ele, certo? Inclusive, quando ele se apresenta para Paulo no caminho de Damasco, ele fala que a persegução da igreja é uma perseguição a ele. E Paulo, quando sofre perseguição e sofre na cadeia, ele fala que ele tava no seu próprio corpo completando o sofrimento de Cristo. Então, é Cristo que tá sofrendo em mim, certo? Então, se de alguma maneira Cristo não tá sendo perseguido aqui e a gente ainda não tá no céu, então de alguma maneira a gente não tá tão correspondente a quem Cristo é. Então, sim, isso faz sentido. Agora, a gente tem que se perguntar por que isso acontece. Isso acontece porque nós estamos vivendo em círculos menos persecutórios. A igreja tá crescendo, a gente tá vivendo muito dentro da igreja. Isso. E tudo bem, porque ali a gente tem segurança e não tem não tem problema, a gente tá construindo ali. Ou é porque nós somos complacentes com a injustiça e também perseguidores. Lembra que eu falei? Para perseguir tem que ter poder, tem que ter meios de perseguição. E essa que é que eu acho que é a discussão que a gente tem que fazer sobre a qualidade da igreja no Brasil. A igreja no Brasil se esforça muito para não ser perseguida, o que ela não deveria se esforçar tanto assim, porque afinal de contas esse não é esse não é o que Jesus Cristo mandou a gente fazer. Mandou orar, como o irmão falou aí, né? Paulo mandou orar e não mandou ficar buscando poderes para não ser perseguidos. Agora, tendo poder, seja justo e perseguição nunca é justo. Então, tudo bem, mas não tendo poder, não fica correndo atrás disso também, certo? Eh, segunda coisa, nós hoje como evangélicos temos mais meios de perseguir ou menos meios de perseguir >> no Brasil? Mais meio de perseguir de depende, depende a área também, né? Depende área. Então, alguém pode falar: "Ah, não, mas tem gente no Congresso ou tem gente no STF ou tem gente em algum lugar propondo pautas antiscrição ou leis antiscrição." Como eu falei, essas coisas são difusas. E existe mesmo. Existe. Tem da psicologia que tá sofrendo bastante com alguns conceitos. Esse é esse é outro polêmica que a gente pode entrar em outro momento. Eu preciso estudar melhor sobre isso. Mas a a tem as tem essas questões, elas acontecem. Elas acontecem, certo? Se elas acontecem, a gente tem que perguntar onde que tá a a a o maior poder ali. Gente, desculpa, não são os evangélicos que temem e eh ter as suas igrejas apedrejadas, queimadas no Brasil. Não. >> Uhum. Tá, são o que o que o pessoal confunde um pouco agora, até queria te ouvir assim, que acho que até um tema meio delicado, mas para eu tentar construir alguma coisa aqui junto com a audiência. Ah, às vezes os evangélicos, na minha opinião, eles confundem algumas coisas como perseguição. Por exemplo, determinada lei vai contra um princípio cristão. Isso quer dizer que é uma perseguição? Às vezes não tem outras coisas envolvidas que tem a ver com, né, enfim, saúde pública ou outras questões e que às vezes a gente coloca como se fosse uma persegção aos cristãos e não é exatamente, né? Mas não que a gente confunde uma >> é a gente confunde uma coisa conde com a lei, é, mas não é uma perseguição direta a nós, entendeu? >> A gente às vezes acha que um direito concedido do qual nós não faremos benefício, qual nós não faríamos uso, significa uma afronta ao nosso estilo de vida. Não é >> numa democracia, não é, é um direito concedido a um outro grupo, não é um, não é contra você, entendeu? Exato. Então, a gente confunde um pouco isso também, assim, sabe que ah, é perseguição e tal, não. Às vezes você tá confundindo o direito que o estado tá dando para determinado grupo que tem prática que você não concorda, como uma perseguição eh ao que você ou às vezes tem aquele lance também, né? Nós fazemos algumas coisas eh >> que a gente, por exemplo, né, teve a menina que foi retirada do voo da Latan porque estava, né, enfim, pregando em alta voz no meio da >> inclusive essa era uma proposta de Paulo, tá? O bíbo tá doido para falar desse assunto, mas deu uma oportunidade. Olha que beleza. >> É, a gente mata em dois minutos isso, né? Acho que nem daria uma pauta inteira mesmo. Mas tipo assim, ah, porque o evangelho está sendo perseguido nas companhias aéreas, cara. Será, será que a menina começar a perseguido por companhias aéreas porque sempre tem que despachar minha mala de mão. >> Exato. Eu ainda não sou do grupo dois. >> Dessa vez não precisou. Dessa vez >> que bom. Então tá. Mas aí que tá. É, houve uma perseguição à igreja ou a companhia aérea está só preservando uma, né, um um bem-estar de outros passageiros ou até talvez uma regra interna e ali do do avião, uma pessoa que estava falando alto no meio do corredor, entende? É uma perseguição. O evangelho está sendo proibido de pregar, não. Mas a companha aérea talvez tenha o direito de tirar alguém que estava perturbando a ordem pública, entende? Então assim, >> eh, né? Ou por exemplo, as pessoas que começam a pregonta o ao outro, a a >> Não, não, só para terminar do outro no voo. >> Exato. É a paz do outro. Outra coisa, pregando nas praias, né? Teve um caso também aqui, o cara berrando na praia, o guardinha foi lá pedir para ele parar e tal. >> Era guardinha aquilo? Achei que era banhista. >> Não, parecia um cara, ele tava com roupa da prefeitura ali da praia ali de Balneário. Eu entendi que era alguém funcionário da praia de Balneário. Qual era a função do cara? Não sei. Mas aí que tá. Tipo, ó, estão impedindo o evangelho. Cara, será que é uma perseguição ao evangelho? Será que não tem outras formas de pregar o evangelho na praia? Caso você ache necessário? Será que ficar berrando, né, tipo, perturbando às vezes quem quer ir pra praia para botar ali um fone de ouvido, para dar uma relaxada, é o melhor caminho. Eu não acho que seja perseguição ao evangelho. Pode ser uma perseguição aquela pessoa, aquela atitude em específico, entende? A menina que é retirada do voo, sabe? Talvez eles pediram para ela ficar em silêncio, ela não quis. Outros passageiros pediram para ela ficar em silêncio. Ela não ficou. >> Cara, eu acho que eles não estão errado em silenciá-la ou tirarem da aeronave. >> O pai dessa menina ou responsável tá mais errado ainda. >> É porque uma vez que o avião tá no céu, não dá para parar no no na na guia e mandar ela descer da calçada. >> Exato. Ela berrando o voo inteiro, gente, pelo amor de Deus, >> vai ter que prender ela lá no fundo. E >> é uma coisa é uma criança chorando, né? Que é uma coisa que irrita, mas é uma criança chorando. Não tem o que fazer. O que a gente tem que fazer é tentar eh dar um olhar de compaixão pros pais que estão ali, porque eles também tão desconfortáveis com o choro da criança. Eles não tão felizes com a criança chorando. Então é oferecer um olhar de conforto, não de julgamento, porque a criança, né, ou uma criança autista tendo uma crise no voo, como eu já experienciei, ok? Tá? Então assim, agora uma menina de 14 anos berrando e pregando e sempre uma pregação de inferno, né? É sempre inferno que essa galera prega. É, eu vi o teor das duas pregações. É sempre maior. >> É, não é que teve >> não. Da praia do voo. Tá, tá. Aí também era inferno. Se arrependa. Jesus tá voltando. É sempre essa assim. >> É no avião eu entendo que assim, esse avião pode cair e tal, né? Agora na praia o quê? Tá vindo um tsunami, um tubarão vai te pegar, sua caipirinha tem metanol, sei lá, alguma coisa. Exato. Enfim, mas eu não acho que isso seja uma perseguição evangelho. Quanto tempo >> é galera, perseguição ao evangelho no sentido assim, é a galera que tá cultuando e chega, né, o o órgão do estado e mata a galera ou inimigos que, né, como a gente tem, né, outras facções e e por aí vai que chega matando a galera. Eu acho que há, eu acho que há perseguições também em alguns sentidos quando alguma forma de evangelismo é coibida, mas por razões completamente de intolerância religiosa, né? >> Exato. Que acontece, a gente não tá negando que isso aconteça no Brasil, acontece, >> só que assim, curiosamente, isso acontece em vários lugares do mundo. No Brasil, acho que não, no Brasil não me lembro de ser coibido por razões de intolerância religiosa. São coibidas por razões Canadá tá proibido, né? No Canadá acho que teve uma proibição bem severa lá, se eu não me engano. É, alguém cuidado, quem disse? Olha o nosso nosso vídeo do que >> não teve uma notícia e tem um influencer que eu vi que ele também faz conteúdo para ele mora no Canadá. >> Vocês ficam seguindo assim esses canais de YouTube do Bibotal. Mas o que que rola é o seguinte, não porque a galera fica falando de Londres. A gente foi em Londres e viu as pessoas pregando a rua em vários lugares, >> vários lugares >> lugares lotados. Ah, não, porque Londres não pode mais falar do Cara, a gente viu em vários lugares as pessoas pregando na rua. >> Pelo menos até setembro do ano passado tava podendo, né? É, por vários lugares, galera pregando. >> E mais do que no outro ano, porque no outro ano a gente foi, andou mais pela cidade e viu menos. >> Exatamente. Exatamente. >> E a gente foi no verão. E dessa vez a gente não foi no verão. Então tem. Mas o que o que rola é o seguinte. Ah, a a uma pergunta que fica é então, como ser perseguido pelo motivo certo, certo? Como que a gente pode ser perseguido pelo motivo certo? Então vem aí a ideia. A perseguição na Bíblia, ela acontece por alguns motivos. Um motivo tem a ver com culto ao imperador. Não porque o imperador tinha que ser adorado por todas as pessoas. Não, os judeus não adoravam o imperador. E tinha uma uma paz ali, uma paz tensa, mas tinha tinha uma permissão para que eles não fizessem rituais, para que eles trocassem dinheiro no no câmbio para eh ofertar no templo sem a imagem do imperador. Então, havia eh não tava lá o imperador impondo o culto o tempo todo lá em Jerusalém, nem tava fazendo isso, né? O problema é que os cristãos estavam pregando, pregando o evangelho e fazendo mais pessoas não adorar o imperador, entendeu? Então eles estavam pondo o culto ao imperador em risco como cultura e não só como prática individual. E isso tava punha medo no império. Esse é um motivo. Ou seja, eh a perseguição pela negação da idolatria, que é parecido com o que acontece com Daniel, OK? parecido. Se obrigado a adorar, não vou adorar. Então vai ser lançado os os amigos na na fornalha de fogo e o e o na fornalha de fogo, né? Toda fornalha de fogo, né? Na fornalha e o e o Daniel nas cova dos leões. Então essa é uma coisa, beleza? É a perseguição porque se recusa a idolatrar. A outra perseguição é pela bondade inconveniente ou pelo amor inconveniente, que a perseguição com escrição no Novo Testamento sofrem dos judeus. o das lideranças judaicas não são de todos os judeus, inclusive muitos cristãos eram judeus, né? E muitos dos dos cristãos eram judeus e muitos judeus eram cristãos. Mas a perseguição pela eh eh pelas lideranças judaicas e até por cristãos mesmo que ainda eram judaizantes ou legalistas, certo? Que é a perseguição que Paulo sofre, que ele fala em Gálatas, se eu eh não sirvo a Senhor, porque estou sendo perseguido, né? Então essa é uma parada e essa é a perseguição que nos falta, porque ninguém tá obrigando a gente a adorar ninguém no nosso contexto, né? Que que chegou, chegou o almoço aí, >> a bateria do meu fone sem sem fio. Vai lá. >> Ah, entendi. Então, ninguém tá ali e eh ninguém tá nos forçando a adorar, ajoelhar. Não, agora vai lá, adore o presidente ou adore, sei lá. Ninguém tá forçando a gente a fazer isso, né? Mas >> a gente adora o presidente sem a galera pedir mesmo. Desculpa. Continua. >> Às vezes, às vezes é, às vezes é. Não sou presidente, né? Tem, tem, eu adoro aquele membro do meu prefeito, né? Eu acho muito engraçado, né? Meu prefeito não, meu prefeito. Mas existe a >> pera aí que agora sumiu tudo. Agora pera aí. Mas continua que agora não tô ouvindo mais nada, mas continua aí. >> Existe falta, tá? existe a falta da da dessa perseguição pela bondade inconveniente, ou seja, quando nós amamos aqueles que não são amados pela sociedade, que é o que acontece quando, por exemplo, os cristãos começam a pregar o evangelho para os gentios. Isso gera um monte de perseguição. Paulo vai ser perseguido em Jerusalém porque dizem que ele introduziu no templo um gentil e era mentira, ele não fez isso. Mas a ideia é essa, entendeu? E é isso que fomenta a perseguição por parte dos judeus, tanto com Jesus, quando ele promete que os gentios receberiam também da graça de Deus, aí as pessoas levantam, vão embora, passam a persegui-lo, ele atribui a si mesmo a a o termo do filho do homem, da de Daniel e aí passa a ser perseguido a partir dali, quanto com Paulo, ele é perseguido pelo mesmo motivo. Então isso nos falta e eu vou dar alguns exemplos aqui de como a gente poderia estar sendo perseguido. Por exemplo, a igreja brasileira nos Estados Unidos. E com isso espero não estar colocando meu meu risco, meu visto em risco. Ela deveria estar perseguido por acolher os imigrantes, porque isso é um mandamento bíblico do Pentateuco, dizendo que você deveria tratar o estrangeiro como um nacional e há um lavar de mãos de muita gente para não se indispor eh eh estatais. E por que que esse tipo de perseguição a gente não tá sofrendo no Brasil? Semelhante a isso, talvez seria a o a compaixão que nós deveríamos ter. E temos em grande parte, e eu preciso dizer que isso realmente eh eh os evangélicos fazem um trabalho forte nisso, mas deveríamos ter mais com as pessoas que estão encarceradas no sentido inclusive de termos bandeiras de compaixão pelas tratos desumanos que eles têm. Isso a gente não faz muito. A gente tá lá presente na na nas coisas, mas a gente não olha isso como uma bandeira nossa, sendo que em Hebreus fala: "Compadeço dos que estão presos como se estivessem presos com eles e dos que eh eh dos que sofrem como se vocês sofressem com eles. Dos que são maltratados como se fossem maltratados com eles." Que é o quê? Tortura. E tem tortura para caramba no nosso sistema eh judicial. E a gente não tá eh eh assumindo essa perseguição, se compadecendo como a gente sofresse com eles. Alguém poderia até dizer: "Olha, mas ali é presos por perseguição, compa desses presos". Pode ser, mas não tá claro e não tá explicitado. Isso tem uma coisa que a gente entende é que existe a a imagem de Deus as pessoas e ninguém perde a imagem de Deus. A gente devia estar defendendo esse tipo de coisa. A gente não tá, entendeu? Então nos falta uma perseguição que é a perseguição pela bondade inconveniente, a bondade que enche o saco dos outros de ser bondoso e amoroso com quem as pessoas não querem ser bondosas e amorosas. Esse é o tipo de perseguição que a gente não quer sofrer. A gente só quer sofrer perseguição porque alguém tá recebendo um direito que a gente não tá, porque alguém disse alguma coisa, porque a Luana Biovani falou alguma coisa sobre a gente que a gente não gostou, sendo que ela não tem poder nenhum. Ela não exerceu poder nenhum. Isso aí não é perseguição, isso aí é só preconceito mesmo, entendeu? >> É uma boa diferenciação. É. É, então a gente precisa começar a querer sofrer o tipo de perseguição que Jesus sofria, começar a querer sofrer o tipo de perseguição que Paulo sofria, que é o da bondade inconveniente. E aí eu não vejo muita gente sofrendo. Então é mais ou menos isso. >> É esse lance aí do dos imigrantes. Eh e isso pega, tem isso daria até um uma discussão talvez um pouco à parte, não sei, porque por exemplo, tem igrejas que de fato apoiaram e compraram algumas brigas lá que a gente ouve falar assim tal, né? >> Certeza. Com certeza. É lógico, eu tô, eu tô falando de vários, mas eu não tô, obviamente, cara, há muitos exemplos, há muitos exemplos positivos, >> mas não é uma comoção nacional e e tipo e muita gente silenciou e tipo não comprou uma briga e tal, ah, porque no fundo tem muito imigrante que aumentou os índices de isso, disso e daquilo, tal, tal, tal, né? Mas é o preço da bondade, né, gente? A, junto com a bondade pode vir alguns riscos que a igreja deveria estar dispostas a a a enfrentar. Cara, eu não sei falar com detalhes agora, mas se eu não me engano, quando teve um eu não sei como é que tá a situação hoje em Roraãima, né, mas teve um êxodo muito grande de venezuelanos, eh, e vindo para Rorâima. Alguém que tá assistindo tá por dentro que tava, cara, eu sei que a igreja eh algumas igrejas fizeram um trabalho muito bom nos assentamentos que foram criados lá pra galera venezuelana que que que vinha na fronteira e tal, enfim. de fato teve aumentou algumas coisas de ruim na cidade lá e tal, eh, que infelizmente é isso, faz parte da bondade sofrer alguns danos muitas vezes, né? Isso. Mas aí vamos deixar claro também, já que a gente estendeu para esse assunto, porque é completamente diferente como eh se recebe e se trata imigrante no Brasil, como se recebe e trata imigrante nos Estados Unidos, completamente diferente. Eh, por vários, por várias razões, inclusive por número, a gente recebe muito menos por várias razões. Mas tem uma coisa que a gente precisa entender, receber pessoas refugiadas ou imigrantes de outros países e terem consequência disso um aumento de violência, não é porque essas pessoas de alguma maneira carregam com si valores que aumentam violência. Não é por isso, é porque nós temos um sistema desigual que coloca essas pessoas em uma situação de desigualdade que fomenta violências. E eu não tô falando que isso justifica, e entendam isso, meus queridos, por favor, para vocês não falarem que eu tô falando outra coisa. Não justifica a o o a imoralidade pessoal, entendeu? O fato de você tá numa sistema injusto não justifica que você seja um ladrão. Mas a gente precisa entender em termos de conjuntura vai aumentar. Se você quer menos violência, você precisa de uma sociedade menos desigual. É isso. Ah, então o cara é só vítima da sociedade. Não tô falando isso porque cada um toma a decisão que toma. Mas se você quer uma coisa melhor, entendeu? É, é, é como, por exemplo, eh, tem uma rua onde acontecem muitos atropelamentos e acontec muitos atropelamentos porque as pessoas passam a velocidades eh altíssimas lá, altíssimas. Beleza? Tudo bem. Alguém pode falar assim: "Por favor, alguém coloca um quebra-mola nessa rua para diminuir a velocidade desses carros e salvar vidas?" Aí outra pessoa fala: "Ah, então você tá dizendo que o cara não é culpado, então porque tá correndo mais rápido?" Não, não. Você quer um sistema que faça com que o cara que já estava errado tenha uma maneira de não estar, não cometer esse erro, entendeu? Beleza? É essa questão. No caso aqui a gente tá falando até de outras de outras coisas mais positivas do que essa. Que foi o exemplo que veio na minha cabeça. >> Então, deu para entender onde tu quer chegar. A gente não tá, a gente não tá diminuindo a culpa do cara que anda rápido na via. Não, >> que não é. que roua de desigualdade, não numa situação de miséria, que é uma outra história. Mas é como se o ambiente, o ambiente precisa ser controlado e proporcionar realidades onde a maldade já dessa pessoa não tem espaço para florescer. >> Além disso, não. E e não é maldade da pessoa, porque todo mundo é mau. Esse sistema. E aí a gente precisa entender o a desigualdade, ela cria conflitos que fazem com que essa maldade se estabeleça. Só que assim, uma maldade se manifestará por meios legais e outra se manifestará por meios ilegais. Então a gente precisa ter sistemas mais justos em que o que se que se flores seja virtude, não injustiça e não maldade. Entendeu? E aí a gente escapou bastante da questão da perseguição, mas é só para diferenciar, para ninguém falar assim: "Ah, então tá bom, vamos receber esse povo ruim para Não, não é povo ruim não. Ruim é todo mundo. Ruim a gente também é. >> Vamos receber e vamos melhorar a nossa sociedade para que nós possamos acolher pessoas que precisam da gente, entendeu? Isso é é um esforço que vale a pena fazer. >> Exato. E é difícil. É aí que aí para falar da questão carcerária, gente, você não vai melhorar ninguém submetendo pessoas a trato desumano. Isso aí gente, o que há de estudo sobre isso no mundo é gigantesco. E a gente acredita que não tem que ser mesmo, tem que viver igual um bicho, porque assim não vai cometer crime de novo. Não é assim que funciona. >> Em nenhum lugar do mundo funciona assim. As pesquisas mostram o contrário, que o trato mais humano é que mais ressocializa. E a gente pensa por quê? Porque a gente não quer ter a bondade inconveniente, aí a gente não se não é perseguido, a gente se torna perseguidor. Por quê? Porque a gente quer alimentar um sistema no qual a gente continua por cima e os outros comecem a quebrar a cara. E aí? E é isso aí. Bom, cara, dá para desenrolar tanto isso. Chega. Parei, parei. Porque a gente tem que almoçar. >> Leva pro fé pública. Quando é que o Thiago volta? >> Vou falar. Não, a gente tá gravando à distância. O o vou te falar uma coisa. O Rafael falou o dia que a gente que você chegou em Portugal, né? A gente tava tendo uma conversa no carro. Eu não vou falar o teor da conversa porque na verdade eu nem lembro, mas ele tava tendo uma conversa no carro e a gente começou a dar umas opiniões assim bem fortes. Não era nada pecaminoso não, mas era coisas assim meio meio assim apaixonadas. E aí uma hora o Rafa falou pro Bibo assim: "Bibo, o Bibo não dormiu no voo de ida hora nenhuma, né? Aí falou assim: "Bipo, lembra que você tá em privação de sono e privação de alimento, então cuidado." >> A gente deu risada, tava brincando. >> Segura. >> E eu tô em privavação de alimento aqui que eu tô com fome. Então, >> tá, então tá beleza. É isso. Não, mas deu para entender o teu ponto. Mas vamos lá. Então, é isso. Acho que a gente respondeu. Ah, sim. O cristão ele será perseguido. É, é, é uma condição, mas não quer dizer que vai ser perseguido a todo momento, né? Tratando da nossa realidade aqui no Brasil. Você pode sofrer uma perseguição no trabalho por ter uma postura, não concordar com determinada coisa. Sim, você pode ser às vezes até demitido porque você não foi junto com a turma numa decisão que na sua visão cristã era antiética. Faz parte, né? E eles vão dizer para você, e claro, você foi demitido porque você não está mais eh alinhado com os valores da empresa e tal. Não vão dizer demitimos porque você é cristão. Não, não vão falar isso. Eles não podem fazer isso, né? Mas você sabe que por trás está as escolhas que você fez por ser cristão. Mas o fato de você não ser perseguido a todo momento, né, isso é um pouco aí, esse notável foi exagerado. O que o cristão tem que ter essa O que o cristão precisa ter essa consciência de que se acontecer a perseguição, não é nenhuma novidade. Ele foi avisado, né? A perseguição. >> Isso. Ah, eu ia falar isso também. As promessas de perseguição na Bíblia não são para você avaliar a sua fé. As promessas de perseguição na Bíblia são para você não desesperar quando elas chegarem. >> Exato. Exatamente. Exatamente. >> Se mantenha firme, entendeu? Elas virão, né? Elas >> e não e não deixar de ser fiel. E não deixar de ser fiel. >> Exato. Que é o apelo, né, das cartas de Apocalipse, né, preservar até o final e tal, que receberá a coroa da vida. Mas então é isso, gente. A perseguição faz parte. Eh, que a gente possa ser perseguido realmente pela coisa certa, né, e não por equívocos, não por misturas ideológicas, como muitas vezes acontece. Ah, então que a gente possa ser perseguido pelo realmente o motivo certo, se ele se ela vier, né? E pode ser que chegue, a gente não sabe, mas quando chegar não, não é para ser nenhuma novidade, tá? Até porque no mundo a gente vai ter aflição mesmo. E aí tem maior e menor grau, enfim, tem coisa, tem escalas eh que são talvez globais, tem escalas que são locais, tem escalas que são e pessoais, grupais, enfim, depende muito, gente. Tem cada caso é um caso, precisa ser analisado e tal, mas sim, a perseguição faz parte da vida cristã. Agora deixa eu falar uma coisa aqui. O Nico falou que você tá de cabelinho novo. >> Tô, cortei. >> Eu tô muito chateado porque eu também cortei o cabelo, voltando de Portugal e ele não falou nada. >> Ele não percebeu. >> Então fica aqui meu meu porque quando ele fez a barba, todos nós comentamos. >> Exato. Exato. É verdade. É. Eu comentei porque a Bárba tá muito feia antes, né? É que o meu cabelo tava muito feia. Não, tava da hora. Tava da hora, mas ficou boa depois também ficou. O que >> importa o que a Jéssica pensa. O que a gente pensa não importa. >> Exatamente. Gente, é isso. Qual é a sua opinião nesse BTC? Comente aqui, tá bom? no YouTube, se puder. Eu acho que agora no Spotify a gente tá postando vídeo também no Spotify. Eh, enfim, agora tá um pouco diferente lá, mas se você quiser vir aqui no YouTube e comentar, ajuda a colocar os comentários, a ficar, a gente consegue visualizar melhor aqui. >> Eu posso responder umas perguntas aqui ou você já tá constrangido demais com as minhas opiniões? Então vou responder. >> Não, não, de boa, de boa. É que você que tá com fome, né? >> Pergunta, tem uma, tem uma, um comentário, não são perguntas, são comentários, né? Tem um comentário. >> Tá, perí, deixa eu ver. Fala o nome que eu tento localizar. Hum. É, eu não não sei se que ele quer tanto destaque assim também. >> Meu Deus. Mas é, tá tá tá tá aqui no nome, né? Mas >> é, tá aqui, as pessoas pode olhar esse chat, fica salvo, né? >> Exato. >> É o André, ele disse: "Acolher o estrangeiro que foi em busca do dinheiro de outro país é totalmente errado". Então, eh, isso é uma coisa curiosa, porque na verdade o único estrangeiro que vai em busca de dinheiro de outro país é o colonizador, né? É aquele que chega no país, tira os recursos e leva para outro. >> Certo? Isso aí acontece bastante com multinacional, não com imigrante. >> Inclusive, não consegui trazer muito ouro lá de Portugal. Não, galera, não deu, galera. Não deu para embarcar, >> não. Nós fomos muito bem tratados em Portugal com com a com acolhimento maravilhoso, mas eh o a colonização de toda forma, e aí o que eu tô falando no nosso sentido, é isso que é tirar dinheiro do país, tá bom? É, por exemplo, uma uma empresa que vai pega um recurso do país e ou um país que vai pega um recurso do país, tira e leva para lá, como querem fazer com as nossas terras raras, como são algumas das privatizações de recursos básicos nossos que estão privatizando e aí é explorado economicamente por outro país, faz com que preços subam para caramba para consumir água, por exemplo. E isso é tirar dinheiro de um país e mandar para outro. Imigrante não. Por quê? Porque ele trabalha lá, ganha o dinheiro lá e gasta lá. E trabalho produz riqueza, entendeu? Então ele aumenta o PIB do país. Nenhum imigrante vai para roubar. Ah, não, mas ele pega e manda pra família dele. Pode acontecer, mas até para isso tem imposto, entendeu? Até para isso tem imposto. E mais, vou dizer imigrantes, não tô dizendo que é importante o controle de imigração, porque pode ter gente fugindo de polícia, pode ter gente que cometeu crime, tudo isso é importante. Você pode estar recebendo gente que é espiã, você pode estar recebendo gente, né, que que é terrorista. E isso tudo é importantíssimo. Mas essa outra coisa de que tá fazendo o país empobrecer não é verdade. Inclusive porque imigrantes, mesmo não documentados usam menos serviços públicos, entendeu? O gasto público com eles é menor, entendeu? E pagam imposto, tá?Então não é isso que acontece, tá bom? Não é isso que acontece. O que acontece é exploração eh eh colonização, aí sim é é estrangeiro roubando dinheiro do país. Outra coisa que foi dita aqui é o problema e que foi pelo Lesl, né, nosso fiel comentarista. Um abraço, Lesley. Você você dev deveria ter uma coroinha aqui, ó. Como comenta muito, não ganha a coroinha. Não sei, talvez ele tenha que ativar alguma coisa, >> mas ele sempre comenta o problema nesses casos é que tem muito bandido que finge ter melhorado para a redução da pena e voltar a cometer os mesmos crimes. E é diferente. Agora, >> eu não tô achando o comentário dele. >> Diferente. Eh, é, mas essa pergunta é boa também. Vou, eu já respondo depois. Mas é, eh, eh, você acha mesmo que agora a gente tá melhorando muito em termos de residência? Não, é o contrário. É o contrário. A o último dado que eu tinha, não é o dado mais recente, mas o último dado que eu tinha era de que a reincidência de crime no Brasil para pessoas que tinham sido condenadas era de 60%. Então assim, se o problema é reincidência, voltar a cometer os mesmos crimes, não tá ajudando. Agora, quando a pessoa na cadeia recebe uma formação, por exemplo, e ela tá lá com outro caminho, com caminho alternativo ao crime, é muito mais, é um sucesso muito maior do que você simplesmente colocar ela lá dentro e falar para ela: "Você não tem jeito, você é um bicho". Aí quando ela sai, ela fala: "Não tenho jeito, só tem essa vida mesmo, não tenho outra". Você passou 20 anos desumanizando ela e depois põe ela na sociedade e fala: "Aprendeu a ser um humano normal?" Claro que não. Claro que não. Você simplesmente reforçou para ela que nessa sociedade ela não tem lugar. Então ou a gente dá um lugar para ela ou então a gente vai continuar nos mesmos problemas. Ou então você cai no extermínio total. Mas aí você é cuidado porque se você defender o extermínio total, o extermínio pode chegar em você porque você não controla para onde as leis vão. E aí se a gente morre de tanto medo de perseguição assim, é bom não dar tanto poder pro estado ao ponto dele poder tirar vida de pessoas, porque daqui a pouco sua fé é ilegal e vai tirar a sua. Então assim, cuidado, né? Cuidado, porque o criminoso amanhã pode ser você pela pela sua fé. Então, cuidado, sabe? É isso. >> OK. >> Ah, vamos lá. Tem uma pergunta que eu queria que eu acho que eh >> Ah, deixa eu falar só outra pergunta lá que o que o Lesés falou, que você colocou e falei que era boa. >> Eh, quando um grupo quando um grupo específico te prejudica pelo fato de você ser protestante, não pode ser considerar perseguição. Pode, só que não é uma perseguição na sociedade toda, é naquele contexto, né? >> Exato. Assim como a questão da universidade que alguém perguntou também, né? aqui, ó, tentar coibir eh evangelização em faculdades. Eu é uma perseguição sim, por exemplo. >> Depende, depende, porque rolou um vídeo aí do de um culto sendo proibido e tal e não era bem assim da maneira como foi colocado lá, tá? >> Hum. >> Não era bem assim. Eu fui, eu fui perguntar para missionários que fazem trabalhos universitários e eles me deram um relatório que era um pouco diferente do que estava acontecendo ali. Tá bom? Em alguns casos pode ser. Tá bom, Gabriel. Aí a gente tem que olhar caso a caso, assim como do Lesle também. Mas eu tô eu tô supondo pela fala do Lesés que ele tá falando de uma coisa que assim definitivamente é exatamente isso. >> Só pelo fato de ser protestante tá sendo sim, é perseguição, só que ela é contida naquele espaço. Você tem que olhar qual é é o nível de poder que a pessoa tem, entendeu? Você tem um poder, por exemplo, se no seu condomínio não pode fazer reunião religiosa na no nas áreas comuns, mas a gente faz uma festa de Nossa Senhora no dia 12 de outubro, a gente faz um vai fazendo outras coisas religiosas, aí você fala: "Não, mas pera aí, eu tô sendo preterido". Aí uma hora você descobre que é mesmo pela sua fé. Sim, é perseguição, mas é ali no contexto do condomínio, entendeu? Isso não se diz que é na sociedade inteira há uma cristofobia, não sei que não. Isso são coisas diferentes, tá bom? Como eu disse, essas coisas são complexas e difusas. É. É, enfim. É isso, galera. Vamos ficando por aqui. Muito obrigado pelos comentários de vocês. O Tubarão vai te pegar. Tã tã. Tu fez uma referência à praia, Tubarão vai pegar. Eu lembrei. Eu também lembrei dessa música, por isso que eu fiz aqui. É isso. Ficamos por aqui com mais um BTP. Voltamos daqui a 15 dias, tá bom? Lembrando que a partir dessa sexta BTPo agora começa a entrar no e Spotify. Então vai ter betapo meio que toda semana no Spotify agora até voltar a ser quinzenal. Tá bom, gente? Semana que vem BTC. E >> eu sei que eu falei de maneira muito apaixonada hoje, mas é que eu tenho muitas coisas para falar sobre isso, mas eu quero agradecer as pessoas que fizeram comentário e perguntaram, tá? Obrigado. >> Boa espalmente tem duas pessoas que eu que aderecei direto, que o Lesle e o André, né? Obrigadão, foram ótimos, contribuíram aqui e vocês podem concordar ou não comigo, mas obrigadão por comentar, de verdade mesmo. Tá bom? >> É isso, gente. Estamos estamos junto. Mas, mano, isso aí cabe muito no fé pública para tu desenrolar e destrinchar isso mais e mais e tal. Acho que que rola. Fé pública, para quem não sabe, é um canal que o Cacau tem junto com o Thiago, onde eles falam sobre eh política, teologia, igreja, sociedade, um podcast mais nessa vibe aí. Tá bom? É isso. Ficamos por aqui, voltamos em breve, se Deus quiser, se permitir, fiquem todos na paz do Senhor Jesus. Valeu. Terminando mais