O Contrário de Vaidade é Cristo | Josemar Bessa
18/05/2026
O Contrário de Vaidade é Cristo | Josemar Bessa
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Fonte: Josemar Bessa
Legendas automáticas:
Amém, queridos. Graça e paz. Hoje um dia diferente. Pela manhã eu preguei no Eclesiastes um de 1 a 18 e preguei só um ponto, não é, do sermão, mas foi ótimo. E agora então vou pegar o segundo ponto, não é? E assim eu falei menos, não é? Mas é óbvio que o ideal é depois as pessoas verem um, verem o outro, porque na verdade eu só dividi ali, pare e vou continuar da onde eu parei. Nós vamos ler Eclesiastes 1 de 1 a 18, que diz: "Palavras do mestre, filho de Davi, rei em Jerusalém. Vaidade de vaidades, diz o mestre. Vaidade de vaidades, tudo é vaidade. Que proveito tem um homem de todo o seu trabalho com que tanto se esforça debaixo do sol? Gerações vêm, gerações vão, mas a terra permanece para sempre. O sol se levanta e o sol se põe e volta ao seu lugar para dali levantar-se de novo. O vento sopra para o sul e faz o seu giro para o norte. vai girando e girando e volta aos seus circuitos. Todos os rios correm para o mar e contudo o mar nunca se enche. Não faz diferença no fim, não é? Ao lugar para onde correm os rios, para lá eles tornam a correr. Todas as coisas são canira mais do que alguém pode dizer. Os olhos nunca se fartam de ver, nem os ouvidos de ouvir. O que foi tornará a ser. O que foi feito se fará novamente. Não há nada novo debaixo do sol. Haverá algo de que se possa dizer: "Veja, isto é novo?" Não. Já existiu há muito tempo antes de nós. Também se lembra dos que viveram na antiguidade e aqueles que ainda virão também não serão lembrados pelos que vierem depois. Eu, o mestre, furrei sobre Israel em Jerusalém. Apliquei o coração a buscar e a investigar com sabedoria tudo o que se faz debaixo do céu. Que fadonho trabalho impôs Deus aos filhos dos homens para com ele os afligir. Atentei para todas as obras que se fazem debaixo do sol, eis que tudo era vaidade e correr atrás do vento. Aquilo que é torto não se pode endireitar. Aquilo que falta não se pode nem calcular. Disse comigo: "Eis que me engrandeci e sobrepujei em sabedoria a todos os que antes de mim existiram em Jerusalém. O meu coração contemplou abundância de sabedoria e de conhecimento. Apliquei o coração a conhecer a sabedoria, a conhecer os desvarios e as loucuras. E vim a saber que também isso é correr atrás do vento, porque na minha sabedoria há muito infado e quem aumenta o conhecimento aumenta a tristeza. Vaidade foi sobre isso que falamos na parte da manhã, não é? E até aqui vimos eh que o mestre eh ele ele foi nos empurrando para o fundo, para o fundo, para o fundo, nos fez pensar o que nós evitamos ao máximo. Então nós vimos pergunta, vimos repetição, vimos ciclo, vimos hoje pela manhã fadiga, vimos memória falha, vimos o coração que deseja sem se fartar. Os olhos nunca se cansam eh de de ver. Os ouvidos nunca se cansam de ouvir porque ainda estão querendo ver aquela próxima coisa que vai fazer a diferença. Todos os rios correm para o mar, mas ele nunca se enche. Tá querendo dizer o seguinte: "Eh, parece que um rio vai fazer uma grande diferença, mas não, porque tudo volta e começa tudo outra vez. E aquilo ali não fez uma diferença. Tudo continua sempre igual. Vimos a vida observada debaixo do sol como uma roda que gira, uma história que repete, uma sucessão de gerações que chegam com urgência, mas todas as gerações vão embora em silêncio e caem no profundo silêncio e lá ficam até serem esquecidas. Ah, a nossa geração está andando nesse círculo, mas agora a gente precisa apertar um pouquinho mais agora, né? do que vimos pela manhã. Porque o mestre não quer apenas que você sinta tristeza, que você sinta o infado, que você sinta a realidade. Ele quer que você, ele quer que percamos nossas saídas faltas. Tá todo mundo tentando fugir disso. Isso não está não não fica girando e girando e girando. Geração após geração. O que está torto não pode ser endireitado. Não é porque não houve tentativas, não houve busca de sair. Ele mesmo estava buscando com sabedoria. Ele disse que então experimentou na loucura. Então ele fez todas as coisas que a mente podia. Depois ele resolveu fazer comprar tudo que o dinheiro podia comprar. Ele ele ele sabe, ele quer que nós percamos nossas saídas. Falta tá dizendo não tem saída. Mas se você pode viver mesmo assim, eh eh eh fazer como Romanos 1 diz, não é? você entrar em negação e suprimir essa verdade e viver nesse ciclo. Ele quer que cheguemos ao ponto em que já não consigamos viver dessas ilusões decoradas, repetidas, geração após geração. Ele quer nos conduzir à beira do desmonoronamento mesmo. É uma coisa meio desesperadora. Ele não quer que você tenha nenhuma resposta automática que as outras gerações já tá já davam e que você só repete como eh um um um coro, não é? Como uma um papel já velho. Ele quer que a alma perceba que muito do que chama de sentido só é distração sofisticada. Não tem sentido debaixo do sol. De só as coisas não têm sentido. Ele quer que o homem veja que não basta viver, não basta você contar o seu próximo projeto, contar o que você vai fazer. Não basta você se mover na vida, não basta produzir. Ele produziu muito. Ele plantou, ele disse de tudo, ele construiu, ele ele tá dizendo: "Não basta mover-se, não basta produzir, não basta parecer importante para os olhos de algumas pessoas na tua geração. Não basta sentir-se envolvido em muitas coisas. A minha vida faz sentido porque eu tô envolvido em muitas coisas. Não basta ocupar-se com projetos, não basta deixar o calendário cheio, não basta, porque isso é o que sempre se fez. Ah, é só uma repetição, é só mais rio correndo para o mar e nunca vai enchê-lo. Porque o problema de eclesiastes não é a falta de movimento. Pelo contrário, ele diz: "Olha, você não vê o vento, vai, vai pro norte, vai pro sul, aí volta pro norte, depois vai pro sul, volta pro norte, vai pro sul, ele não tá indo para lugar nenhum." Então, o problema de eclesiaste não é a falta de movimento. Problema de de de Eclesiaste é o lucro final. O que você ganhou, o que na sua vida você pode dizer que não foi correr atrás do vento, o que ficou na sua mão no fim, o que sobrou. A tragédia de Eclesiastes não é a falta de de atividade. Ele não disse que os risos estão parados, o vento não corre. Eh, não, ele diz, tá tudo se movimentando. É muita atividade. A tragédia é a atividade que quando medida apenas debaixo do sol não consegue gerar nada que permaneça. No fim, no último minuto da vida, eu sei que corri atrás do vento. E isso precisa ser dito com força todos os dias para o nosso próprio coração. Sabe quando David diz isso, por que estás abatido a minha alma? Você precisa pregar essa verdade, porque senão você entra nesse ciclo. E porque o mundo está cheio de gente exausta, que confunde movimento com significado. E à medida que eles não encontram o significado, eles se movimentam mais ainda. Mais ainda. Gente cansada que imagina que se continuar correndo não vai precisar encarar as perguntas verdadeiras, mas está enchendo a mente, está enchendo a agenda, está enchendo o tempo. Gente que se orgulha de estar muito ocupada, como se isso fosse prova de que a vida está sendo carregada de sentido. Gente que faz do esgotamento uma espécie de certificado de importância. Gente que pensa, se estou tão tomado, então eu devo estar vivendo algo relevante, se minha vida está tão agitada ou se eu vou conseguir e esse resolver e e cumprir esses propósitos, então minha vida tem algo de relevante nela. É como o ri sempre tá pensando que se ele continuar se esforçando ele vai encher o mar, mas não. A vida pode estar lotada. Ele disse, e a nossa vida é vazia. A agenda pode estar cheia e a alma continua oca. Os dias podem estar abarrotados de tarefas, reuniões, metas, obrigações, compromissos, mensagens, relatórios, planos, viagens, deveres, demandas e tanta coisa. E mesmo assim a grande pergunta continua de pé, intacta, ada por essa agitação toda, casando, dando-se em casamento. E a pergunta continua exigindo uma resposta. Que proveito há debaixo do sol essas coisas? Que proveito que sobra no fim? Qual é o lucro? Imagine você administrar uma empresa que você tem que correr o dia inteiro para no final não ter lucro zero. Quem acharia que isso é uma atividade importante? O homem moderno teme o silêncio, não apenas porque o silêncio é o o o acalma. O ser humano hoje em dia não quer ser deixado com pensamentos reais. Tem gente que diz: "Eu não gosto de ir ao cemitério". Por quê? não é mortal. Outras pessoas não vão ter que levar você para a sepultura. Que que aquela pessoa não? Porque ela não quer pensar na morte. Você vai ver que o eu de sabedoria da Bíblia vai dizer o seguinte: "É melhor estar na casa do luto do que na casa da festa. Não é porque eh está falando que você deve gostar da tristeza, mas ele disse porque ali você vê a realidade da vida e na festa você tem a esquecera. Quem não gosta de cemitério não quer encarar eastes que há um tempo de morrer. E a qualquer coisa que traga essa lembrança faz mal. Eles não se sentir bem. Por quê? Porque lá no fundo há esse clamor que faz sobrar o fim. Eu não quero ver o fim. Não quero ver o fim dos outros. Não quero ir lá olhar alguém ser sepultado. Não quero saber meu fim. Não quero pensar nele. Isso é totalmente anti bíblico, antideus. A primeira vez que o homem pecou, Deus falou para agora ao pó tornar tu expo ao portonar. Como você pode fugir disso não indo a um cemitério? A vida de Adão não foi estragada porque Deus disse isso, não é? Então, o homem teme o silêncio porque o silêncio devolve a pergunta lá. O enterro devolve a pergunta no ruído ele consegue escapar, ele consegue no silêncio a pergunta volta. E ele não gosta da da pergunta. Então, é por isso que a Bíblia diz isso, que era melhor o cara tá lá na casa do luto. Pelo menos é ele tava enfrentando a pergunta: "O que sobra no fim? Essa pessoa lutou, viveu como as outras gerações, milhares de gerações, porque sobrou no fim, no movimento, ele consegue disfarçar na quietude. A pergunta volta na produtividade, ele consegue parecer uma pessoa resolvida. Na madrugada a pergunta volta. É por isso que mesmo tentando fugir, o homem feliz e e tende a a ser deprê, não lá no êxito, ele consegue embriagar-se por um tempo, né? É como se fosse uma uma droga mesmo. Mas depois do êxito, a pergunta volta, ela volta, ela insiste. O homem já não quer ir no cemitério já exatamente porque ele não quer que a pergunta volte. Porque a alma humana foi feita de tal maneira que não consegue, no fundo, viver sem se ver diante da questão de significado. O que significa minha vida? O que significa a razão pela qual acordo todos os dias de manhã? E você pode recalcá-la, soterrá-la, pode distraí-la, mas você não consegue abolir a estrutura da alma. Você eh eh não consegue realmente retirar essa estrutura que está lá diante de você. E Eclesiastes, esse livro não foi escrito para decorar a superfície da sua fé. para você cansar sobre a ressurreição aqui e não gostar de pensar na morte. Para eh cantar sobre a ressurreição aqui e não gostar de ir no enterro. Eclesiastes foi escrito não para decorar a superfície dessa fé. Ele foi escrito para nos dar eh eh eh algo melhor do que frases interessantes. Vaidade de vaidade. Tudo é vaidade. Isso é demais. carrega todo o livro de Eclesiástices. Mas as pessoas podem dizer isso só como uma frase, parece, parece Shakespeare. Então ele não foi escrito para nos dar frases interessantes, não foi escrito para nos oferecer uma espécie de espiritualidade estética, melancólica e bonita. Foi escrito para apertar você, para botar a mão no seu pescoço, para fazer você olhar pra realidade. Foi escrito para cutucar sua alma, minha alma. foi escrito para empurrar o homem até o limite. É isso. Isso aqui, isso aí que você falou que esse finalmente é uma coisa que você Então isso é vaidade. Ele quer provar a você o que você realmente acredita sobre as coisas. Você pode dizer: Deus é tudo. East diz: "Eu vou levar você até o limite. Se isso que você está dizendo é verdade, que você está vivendo uma vida além do sol e não debaixo do sol." Ele foi escrito para perguntar. Você diz que a tua vida tem sentido? Eclesiaste aparece. Tua vida tem sentido? Me conta o que na sua vida não é vaidade. Qual é o sentido dela? foi escrito para eh você que diz isso, porque você diz que seu trabalho importa. Ele vai dizer importa. Por quê? Porque seu trabalho não é como o trabalho de quem viveu há 1000 anos atrás. Porque ele é diferente? Porque ele é significativo? Porque ele importa? Porque ele não é só um ri para o mar sem nunca encher o mar. Porque você diz que o teu amor importa? Importa em quê? em que ele permanece, como no fim ele não vai escapar da sua mão, o que ele fez no fim, se ele é tudo que é, se ele é a o teu romance, é a sua vida, então no último no último gole da vida, no último suspiro, o que ficou? O que ele tem de permanente? Que ele tem diferente do vento que vai pro norte, vai pro sul, vai pro norte, vai pro sul. Por que você diz que a justiça importa? Importa por quê? Quem disse que a justiça importa? A natureza. O leão devorando a zebra ensinou a você que o forte não pode pegar o fraco. Quem disse que a justiça importa? Por que importa? Porque você diz que os seres humanos têm dignidade. Por que o ser humano tem dignidade? Ele não é igual só um animal, uma pedra, que a evolução fez de um jeito e fez o outro e o outro acabou sendo outra coisa. Por que que ele tem dignidade? Porque você diz que o mal é mal. Por que que o mal é mal? Quem disse que o mal é mal? Qual o sentido disso se você olhar só debaixo do sol? Só debaixo do sol, quem disse que isso é mau? Ah, não pode matar o outro. Quem disse que não pode? Você viu isso na natureza? Foi, você estava olhando a pra mosca, pegar as moscas e chegou à conclusão de que eh eh aquilo é mau. Foi assim que você aprendeu? Por quê? Você disse que a sua dor não é apenas um acidente químico. A sua dor tem valor moral. E a dor que as pessoas infringem a sua alma, o seu psicológico, tem valor moral. Por que que tem? Por que que tua alma tem um valor moral? Por que que as pessoas têm que eh não ferir você? Você aprendeu isso aonde? O quê? Olhando a natureza também. Onde você aprendeu isso? Porque você disse que a beleza é de fato bela. Por que é bela? Quem disse que isso é belo? E quem disse que não é? Porque você disse que a verdade importa. Quem diz que importa? Se tudo é debaixo do sol, isso é uma questão só de opinião. E como não tem ninguém maior nem menor, hum, cada um pode ser a sua. Aí você pode dizer: "Ah, isso a nossa geração diz a nossa geração realmente diz que cada um tem a sua verdade". Aí a gente entra naquela história do do do ateu que procurou espurjão, não é porque parece Sprue falou para assim: "Espru, eu eu tô tentando, meu irmão é ateu, ele não acredita na no certo, no errado, na verdade, na mentira. Ele é ateu. E eu já fiz de tudo, orei, mas ele não acredita. O que que eu faço para ele acreditar no certo e errado? Eru diz: "Um bom conselho pastoral, né?" Ah, rouba o dinheiro dele. Aí ele vai dizer: "Cadê meu dinheiro?" Gastei. Você não podia. Tá errado. Falou que não existia certo e errado. Tá errado para você. Para mim tava certo pegar o seu dinheiro. Bom conselho. Porque Cris acha que quer que a sua alma seja honesta, que vá até o fim, que não viva de frases decoradas, quer que as premissas sejam levadas às últimas consequências. Cada ideia sua tem que ser levada à última consequência. Ah, isso aqui vai mudar minha vida, vai. Isso vai mudar a sua vida. Isso é diferente de correr atrás do vento, debaixo do sol. Ele quer arrancar de nós a covardia intelectual. Você vê a a palavra de Deus não está tentando fazer a gente fugir da realidade. Pelo contrário, é o humanismo secular que faz você fugir da realidade, diz coisas que não fazem sentido. O homem tem dignidade, ao mesmo tempo o homem e não tem nenhuma diferença entre ele e a pedra. No fim, são só átomos aglomerados. Então você perdeu o seu argumento. Ele quer arrancar de nós essa covardia intelectual e espiritual que tenta manter junta coisas que não podem permanecer juntas se as premissas são essas que você colocou. O homem quer ao mesmo tempo viver como se Deus não fosse necessário, mas continuar trazendo as categorias de Deus paraa vida. Amar é certo. Por que que amar é certo? Onde você aprendeu que amar é certo? Quem diz que amar é certo? é que você viu todo mundo só se amando. Aí você chegou à conclusão que todo mundo é certo. As pessoas não se amam muito. Você não percebeu isso? Amar o próximo é um dos mandamentos que faz todo mundo ser condenado. Por que que o amor é certo? Debaixo do sol apenas o amor e o ódio é a mesma coisa. Você vê o que que você pense. O homem quer viver sem o criador, mas quer continuar falando que a vida tem um propósito. Como tem um propósito, só tem propósito coisas que foram feitas com um propósito. Se ninguém fez algo, aquilo não tem propósito. Quer viver sem o Deus santo, mas quer continuar falando de bem e mal. Se não existe um Deus santo, não existe bem e mal. Ecclesiast quer fazer isso, quer eh eh quer levar você eh eh eh eh as as premissas que você faz regir a sua vida até o final. Ou o oposto, você diz: "Deus é o meu grandíssimo galardão". É como nós vimos no início do culto hoje, né? Eucana falando pra Ana: "Ana, por que que você tá sem chorando, sem comer, não quer beber, com a cara sempre triste?" O meu amor não é melhor do que 10 filhos. E Deus disse para nós: "O meu amor não é melhor do que a saúde que você perder a saúde tem e com saúde ou sem saúde, a vida vai ter um um valor pleno por causa de algo além do sol. E certamente não é a nossa saúde, porque ela a nossa saúde não está acima do sol. O homem quer viver sem esse Deus pessoal, mas quer continuar falando em dignidade humana, inviolável, leis para proteger a dignidade humana. quer viver sem eternidade, mas quer continuar falando em significado. Se tudo acaba, amanhã, nada significa nada. Um dia as nossas estrelas explode, a história acaba e ninguém vai nem saber que a história aconteceu, porque isso importa. quer viver sem juízo, mas quer continuar falando de justiça. Hoje todo mundo diz que eh todo mundo, essa é a geração que mais é injusto, é precisamos de justiça, mas é a geração que não ninguém pode ser julgado, nem deve julgar, entendeu? Mas como é que vai ter julgamento sem eh eh como é que vai ter justiça? Como você pode clamar por justiça ao mesmo tempo que você diz que eh o você não pode declarar o que é certo e o que é errado. Quer viver sem glória, mas quer continuar falando em beleza como algo objetivo. Quer viver sem alma, mas quer continuar falando como se as pessoas fossem mais do que matéria. Na hora que interessa, a pessoa diz: "Não, isso só é um problema químico". Mas na hora que ela é ferida, ela não diz: "Ah, isso, isso a minha tristeza é só química". Liga não. "Ah, eu tô triste aqui. Ninguém me me ajuda, ninguém me consola. Isso é só químico, cara. Você sou químico. Quem sabe ter um comprimido para isso. Por que que você precisa de alguém para te abraçar? Isso é bobagem. Você é só a química da tua cabeça aí que tá funcionando. Você não é uma alma. Você é só matéria. Matéria organizada. Então e e o processo químico fez você tá sentindo bobagem. Pensa que é química e pronto. Vai em frente. Ah, eu amo aquela pessoa. Química. Química. Tudo é química. Ah, eu perdi meu filho, então ele era um pouco de química. Você é outra química. Todo mundo vai virar adubo no final. Não ligue. A gente é só matéria e química. Tudo é química. A gente é só um corpo, a gente é só um animal um pouco diferente, mas a gente é só esse aglomerado químico, não tem uma alma imortal, imaterial em nós. Não é essa imaterialidade que é o a vida de Deus, a vida que Deus deu, que que é que essa essa parte que não é corpórea, não. Você é só corpo, você é só reações químicas. Mas você vê, as pessoas não são, elas não são eclesiastes. Elas querem que o sentimento delas seja valorizado. Depois, quando elas acharem legal, elas vão dizer que aquilo, o sentimento é só química. Ah, se é só química, por que que eu ten que valorizar tua química? Tua química tá desregulada ou tá regulada, tanto faz. Hã, é só a maneira química que a natureza está funcionando aí. Então, o homem quer viver sem alma, mas quer continuar falando como se as pessoas fossem. O homem não é só uma matéria. Você não pode tratar o homem como uma pedra, mas ele não é só química. Átomos organizados é química. Essa é bobagem. E diz: "Pense com coragem, pense de verdade, pense até o fim. Pense sem fugir. Pense sem enfeite. Se você diz que eh quando te interessa, que tudo que você sente, a vida que tá levando é só química, quando as coisas tiverem de uma outra maneira, não tente dar outra explicação, não tente dizer que a coisa vale alguma coisa. A sua alegria não vale nada, porque ela é só química. Se tua tristeza é só química, tua alegria é só química. Se tua tristeza é só química, teu amor é só química. Se tua é tristeza, é só química, teu senso de que você vale, é, você tem dignidade, is química te enganando. Você é só química, você é um corpo. Você é humanismo secular, materialista. Entende? Só a matéria existe. É por isso que nós explicamos ou tentamos explicar só com a química, porque a gente é só a matéria. Não há nada além da matéria. Quando morre, acabo não é? Não tinha nada que a terra não come. A terra comeu tudo. Minha tristeza era química, minha alegria era química, paz era química, falta de paz era química, medo era tudo, era só química. Então quando morre e aí você vê a pessoa se decomando, tudo tá se decomposto ali, não tem mais nada. Sobrou nada. Tudo debaixo do sol acaba. Se o corpo humano é só química, então no final acabou tudo. No final não tem mais matéria. E se você explicou sua vida só a partir da matéria, então não tem nada imaterial. Nada era imaterial. Nada passa pela sepultura. Pó. Deus disse que o pó volta a Deus. O a vida volta a Deus, não é que ele deu. Mas para muitos crentes hoje eles não vive como se fosse real. É tudo química. Porque é algo acima do sol que dá peso a essas coisas? Ou todas essas palavras, se não há algo acima do sol, são só bobagens suspensas no ar. tudo vaidade, tudo eh vazio e há essa brutalidade eclesiástica, porque há uma repetição, né? algo especialmente pesado no fato do mestre aqui olhar para os ciclos da criação e para a repetição das gerações. Porque nós gostamos de ler nossas vidas como se fossem linhas ascendentes. Estamos ascendendo. Ele ele destrói isso. Nós narramos a nós mesmos em forma de progresso. Você acha que fez muito progresso nos últimos anos? Você acha que andou pra frente, é mais sábio, mais capaz? Nós gostamos da ideia de subida. A nossa vida é uma, é, nós gostamos da ideia de acúmulo, gostamos da ideia de construção crescente. Nós estamos construindo nossa vida, nossa eh eh nossa personalidade, mas Eclesiastes tem a coragem de dizer: "Vocês chamam de progresso, muita coisa que no fundo é só a repetição com uma linguagem otimista. Vocês estão fazendo a mesma coisa que no tempo de Noé, casando e dando em casamento e acham que isso é ir pra frente. Vocês só repetem as mesmas coisas. O sol na raiz ele diz, o sol se põe. É isso. Vocês acham que estão subindo, mas debaixo do sol tudo tá só se repetindo. Ele volta ao lugar de onde ele nasceu. O vento sopra, vira, roda, volta, os rios correm, o mar não enche, eles tornam a correr e o o homem entra e sai, casa e dá-se um casamento. que o que ele chama de história muitas vezes é só o coração antigo, repetindo todos os velhos movimentos das outras gerações com outra roupagem. Isso é muito humilhante, porque nós adoramos a ideia de novidade. Ele disse: "Não há nada novo debaixo do sol. Nada, nada. Tudo que você tá vivendo já viveram. Todas as tuas esperanças já tiveram. Todas as esperanças debaixo do sol foram as esperanças das outras gerações. Não deu em nada, não vai dar em nada. E vai ver outra geração, vai esquecer que você existiu e eles também não vão dar em nada. Adoramos a sensação de que estamos vivendo um momento decisivo, uma geração decisiva. Adoramos chamar de original aquilo que apenas repetimos. A gente gosta: "Eu sou original". Você não é original. Você não é original. O autor Dícas tá dizendo: "Não, eu, a minha vida é única. Eu tô vivendo ela de modo original." Não, não. O que há de novo debaixo do sol? O que você tá buscando que não buscaram antes? O que você está chorando que não choraram antes? Não há nada novo. Mas o mestre não se comove com a nossa narrativa de inovação, não é? Ele vê mais fundo, ele vê a estrutura, ele vê o homem tentando vencer a própria finitude por meio do movimento. Ele tá dizendo, você tá correndo atrás do vento. O movimento não tá mudando a sua finitude. Você não vai fugir do fim, sabe? Ah, não vou comer aquilo, não vou comer aquilo, o outro, não vou usar detergente IP, eu vou viver mais. Porque o médico da internet disse que se tomar essas cápsulas, ele tá dizendo: "Já tomaram essa cápsula antes?" dia tava vendo o o esqueci o nome dele agora, o guitarrista do do do Holling Stones, ele dizendo: "Ih, eu quando tinha 60 anos, eu fui a três médicos". Aí eles disseram para mim os três, porque eu fui num depois que ele deu um diagnóstico meio ruim, né? Fui no outro, fui no outro. Eles disseram: "Se você não mudar, não, não vive mais 10 anos." Ele tinha 60, né? Eles diz: "Eu tenho 82 anos e os três já morreram e eu ainda tô aqui." Hum. Sabe, ele vê o homem tentando vencer a própria finitude por meio do movimento. Eles não tem nada novo, já tentaram fazer essas coisas. Ele vê o homem tentando vencer a vaidade por meio da multiplicação de experiências, mas ele diz continua. Todas as experiências continuam sendo vaidade. Ele vê o homem tentando vencer o vazio por meio da expansão da sua agenda. Ele vê o homem tentando vencer a morte por meio da intensidade e ele diz: "Não, não é assim. Já tentaram antes de você. Você vai chegar no mesmo lugar que todo mundo chegou. No nada, pó correr atrás do vento. O problema não se resolve pela aceleração, não resolve por variedade, não. O problema não se resolve por multiplicação dos seus estímulos. Você não precisa de mais disso, mais daquilo, mais daquela experiência, mais daquele prazer. Você não precisa mais porque essa multiplicação não vai resolver. O problema não se resolve porque você viu mais, ouviu mais. Se você ouvir, ele diz: "Olha, os seres humanos se deixaram, eles enchem o mundo de livros, mas não adianta nada. O problema não se resolve por você viu mais, ouviu mais, experimentou mais, trabalhou mais, sentiu mais, porque os olhos nunca se fartam de ver. Você nunca, você pode fazer isso e cada vez mais, com mais atividade, ver, ver, ver, ver e achar que ver é a vida, mas os olhos nunca vão se fartar, nunca vão estar satisfeitos, nem os ouvidos de ouvir, a alma não se completa pelo acúmulo de sensações. Você pode achar que vê é uma coisa maravilhosa, mas vê, vê, vê nunca vai te fartar. A alma não encontra repouso apenas porque conseguiu aumentar a quantidade de mundo que ingeriu. Se eu não não eh eh tiver mais informações, consumir mais coisas, mais coisas para minha mente, mas a alma não encontra repouso apenas porque conseguiu aumentar a quantidade do mundo que ela conseguiu ingerir. O problema não é o que você viu pouco. No final ele tá dizendo, todo mundo chega no fim tendo vivido uma vida de câncer infado, não é porque ele viu pouco. Se ele visse mais o dobro da vida dele, ia estar no mesmo lugar. O problema é que seus olhos foram feitos para mais do que o mundo pode mostrar a eles. Eles foram feitos para ver coisas acima do sol. No sol eles nunca vão se cansar de ver, nunca vão estar satisfeitos. O problema não é que você ouviu pouco, o problema é que seu ouvido foram feitos para uma música mais profunda que qualquer melodia terrena debaixo do sol pode sustentar. O seu ouvido, então na terra não vai se fartar. Ele não tem como se fartar debaixo do sol. O problema não é apenas informacional, é ontológico, é espiritual, é de adoração, é de fim último, é de logos, como vimos. Então você vê o colapso do projeto humano. Ele disse, você não vê o colapso do projeto humano casar-se, dar-se em casamento, ter filhos, fazer isso, fazer aquilo, fazer aquilo. São o rio correndo para o mar. Então o mestre diz: "O que é torto não se pode endireitar. Aquilo que falta, você não pode nem calcular o que falta para os olhos, para os ouvidos, para a alma. Quem dera fosse só um rearranjo químico que um dia você vai equilibrar. Essa é uma das frases mais duras de um dos livros mais duros sobre nossas vidas. Porque aqui ele bate no orgulho mais persistente da criatura. o orgulho de imaginar que de algum modo conseguirá consertar você mesmo, consertar o mundo, consertar as outras pessoas, consertar teu esposo, consertar tua esposa, consertar seus filhos, consertar sua história, consertar e produzir por si mesmo um estado de inteza final. Então ele tá dizendo: "Tudo nasceu torto, ninguém consegue acertar as coisas. esse orgulho. Ah, mas você não vai conseguir. Ele tá dizendo, a torção é grande demais. Há ausências profundas demais na alma. Há rachaduras que são antigas demais, elas existem desde o primeiro homem. Quantas gerações aconteceram, quantas pessoas? Ninguém conseguiu tapar as rachaduras. Ninguém consertou nada. Há danos estruturais demais. A vida debaixo do sol não é apenas cansativa. Ela é atravessada, é torcida, é carente, é lacunar e você não consegue preencher essa lacuna. E o homem, por mais sábio, disciplinado, talentoso, sofisticado ou forte, ah, que seja, não consegue pôr em ordem a estrutura profunda da existência. Isso não quer dizer que os fós humanos não tm um valor relativo. Tem a graça comum deixa a vida menos eh eh eh desesperada do que seria, não é? Que bom que inventaram remédios, que Mas tudo não muda nada. Outro dia que tava dizendo, ó, Marte, aquilo lá, cara, não foi feito pro ser humano. Não tem como ser humano ir pra Marte é muito complicado, porque lá não foi feito pra vida humana. Marte te mata. Achei engraçado. E a Terra faz o quê? Ela nos mata. É só uma questão de rapidez. Marte, 6 minutos, a Terra 60 anos, tudo te mata. Não é Marte que te mata, amigo. A morte está nos seus calcanhares. Tudo te mata. Qualquer planeta, qualquer lugar. Não importa. A Terra não te mata. Quantos cemitérios existem? Quem a terra não matou é igual Marte, no final todo mundo morre. Essa é uma questão de tempo. Então é bom. É a misericórdia no da graça comum, os alívios reais, as justiças relativas, belezas reais. O ponto de Eclesiástico não é negar isso. O ponto é negar que essas coisas em si mesmas e por si mesmas possam fornecer uma redenção para as rachaduras da alma. O homem pode remendar, mas não pode recriar. E você não tem como remendar o espelho que quebrou, o jarro que quebrou é velho. O pano é roto. Jesus diz: "É pior colocar remendo novo em pano velho". Você não pode ressuscitar o mundo. O mundo. Agostinho dizia: "Você acha que o mundo tá ruim? Você está achando que o mundo tá ruim?" Meu amigo mundo é velho. Ele já tá quase sem ar. Ele tá com e fizema. O mundo tá morrendo. O mundo tá morrendo. Ele é um velho nos seus nos seus dias finais. Como você esperaria ele saudável? Não pode desfazer a queda. Nada pode, mas pode produzir eh melhorias circunstanciais, não é? Mas não pode vencer a vaidade estrutural apenas com as mãos. Tudo é vaidade. E o que é torto, ele diz, não pode se endireitar. E o que falta, você não pode nem calcular, que dirá preencher. Há algo aqui de julgamento contra todo o messianismo humano, contra todo delírio civil civilizacional, né? A educação vai melhorar o mundo. Que bobagem. Quase todas as piores coisas aconteceram em em em culturas super cultas, contra toda esperança depositada finalmente no progresso, contra toda a fé exagerada nas ferramentas da criatura. Porque sem Deus o homem está tentando curar a criação carregando a doença no próprio peito. Ele usa a doença que os está matando para tentar curar a doença. Ele não tem recursos. A tristeza é lucidez nesse mundo. Ele diz na muita sabedoria há muito enfado. E quem aumenta conhecimento, em vez de ficar fica mais triste, quanto mais ignorante, ele vai sentir uma picada menor da tristeza, do enfado, da sensação, porque ele vai sempre, o ignorante sempre vai achar que tem uma coisa que ele vai descobrir ainda que vai mudar as coisas. Essa frase continua sendo ofensiva. Ela vai contra o nosso instinto de pensar que ver mais vai nos consolar. Ver mais não vai te consolar. Há uma forma de ver que dói, há uma forma de lucidez que pesa, há uma forma de pensamento que sem Deus vai te conduzir à náusea. É por isso que Cami disse que a questão do ser humano é o suicídio. É se ele morre logo se espera a hora. Porque a vida é náusea. Isso é um homem que pensou muito. Não porque a sabedoria seja ruim, você vê, mas porque a sabedoria no mundo fechado debaixo do sol faz o homem perceber ainda mais agudamente a fissura, a quebra e a estrutura da vida sem Deus. começa a ver melhor que não há nenhuma esperança. Quem não pensa muito consegue se anestesiar melhor. Quem não reflete pode continuar correndo com mais facilidade, desligado da realidade. Quem não pergunta muito, talvez consiga viver por mais tempo na sua estupidez. Mas o homem que pergunta, o homem que pensa, o homem que segue a linha do raciocínio até o fim, ele diz, esse começa a perceber demais dessa vida, percebe o quão quão curto é o prazer. Percebe e como a memória vai falhando, percebe, na verdade que toda maquiagem não está impedindo o envelhecimento. percebe que eh como toda novidade que eh pareceu que ia mudar tudo, a novidade dos anos 70 já ficou para trás. Aí você pensou nas novidades dos anos 80, nos anos 90, 2000 e você tem 2026 esperando a próxima novidade. O homem percebe o quanto o coração deseja sem cessar, que os olhos não se fartam de ver, os ouvidos de ouvir. Percebe o quanto o mundo não consegue sustentar o peso que a alma exige. A alma exige. Ela ela exige algo tão pesado que o mundo não consegue sustentar. Ela tá sempre desmoronando e então sofre. Percebe o quanto o mundo não consegue sustentar o seu peso. Não porque pensar seja errado. Pelo contrário, Eclesiastes nos convida a pensar. Mas porque pensar corretamente, sem transcendência? pensar corretamente, olhar a vida de fato só debaixo do sol é insuportavelmente pesado e deprimente. E por isso que tanta gente eh hoje vive numa espécie de regime de entretenimento permanente. Não é só gosto por diversão, queridos. É autodefesa espiritual. É uma tentativa de evitar o colapso que viria para ele de fato se pensasse na sua própria vida. Por que eu faço o que faço? Então ele não quer entrar nesse colapso. Para que serve a minha vida? O que vai ter no fim? O que eu vou conseguir diferente da última geração? O que meu casamento no fim vai dar? Que outro casamento não teu no passado? O que significa tudo isso? Por que considero certas coisas belas? Por que considero certas coisas más? Porque acho que os seres humanos importam? Por que ainda uso a linguagem de propósito como se a vida tivesse significado? Porque ainda falo como se houvesse peso moral no verso se tudo é só debaixo do sol? Se a Deus, porque vivo todo dia como se não houvesse? Isso se chama impiedade. Piedade é a percepção de que eu vio, eu eu vivo diante da face de Deus. Impiedade é viver como se Deus não existisse. Então, é muito fácil você dizer que é cristão e viver em piedade. Porque se tudo que você faz durante todo dia, você nunca pensa em como aquilo eh se liga ou o que aquilo diz a respeito de Deus, então isso é impiedade. Se é um Deus, por que você vive, escolhe, pensa, se entristece, se alegra como se ele não existisse, ele estando fora da conta. Essas perguntas pressionam a estrutura inteira da alma. as falsas saídas do homem. O mestre como um grande destruidor de ilusões. Eclesiastidor de ilusões. Não apenas faz pergunta, ele cerca todas as tuas respostas falsas. Cada resposta que você der, ele vai dizer: "Já deram essa resposta. É, você é velha. Não há nada novo nisso aí. Ele sabe que o coração humano tenta escapar. Então ele vai fechando portas. Uma saída falsa é essa. O sentido da vida está em fazer do mundo um lugar melhor. Aí essa pessoa, ela morreu, mas ela deixou um um mundo melhor. É uma é uma saída falsa. Essa resposta tem uma aparência muito alta. parece, parece compassiva, parece útil, parece humana, parece até generosa. Em um nível eh relativo, eh, amar o próximo, fazer o bem, parece a vocação humana, não é? Mas Eclesiastes pergunta algo mais fundo. Isso fornece fundamento último para o significado final? Não, porque debaixo do sol você melhora algo por um tempo, mas tudo volta ao que era. É como empurrar aquela pedra que o cara foi condenado e depois que chega lá em cima, todo dia a pedra desce de novo. Começam tudo outra vez, você alivia sofrimentos reais, mas o túmulo continua. O sofrimento vai voltar até te matar. Você constrói algo bom, aparentemente, mas as gerações passam. Aquilo não tinha, não era bom para mudar nada. Você deixa alguma marca, mas a memória se apaga. Aquela marca é tênue. A próxima onda vai apagar. Sem Deus, a utilidade temporal não se converte em lucro eterno. Sem Deus, o bem que você faz é real. só numível muito eh superficial, mas não consegue vencer a sentença final de que aquilo é vaidade. Não vai mudar nada. Aquilo também era correr atrás do vento. Outra cida falsa é esta: já que não há sentido maior, viva os pequenos prazeres. É a resposta hedonista refinada. Não a a a vulgar apenas de de eh fazer eh prazeres mórbidos, né? É uma mesmo na na visão elegante disso, a resposta que diz: "Abrace seu filho, viva os prazeres de hoje, né? Aprecie a arte, desfrute a mesa, os sabores, curta o cotidiano, saboreie os dias, aproveite a a juventude, ame aqueles momentos e de novo essas coisas podem ser recebidas como dons de Deus quando ele é reconhecido, mas sem Deus. Elas sustentam a pergunta final. Ele, lógico que não, porque isso passa? Porque os olhos não se fartam de ver, porque o ouvido nunca se enche, porque o prazer não fecha a ferida, porque a alegria terrena transformada em refúgio, em fuga, em em eh em rocha, colapsa sob um peso que não consegue suportar. O homem tenta usar o prazer como defesa contra o abismo, mas o abismo é grande demais. O prazer sem Deus também fica sem interpretação última. Vira um brilho curto contra um fundo muito escuro. Aquele brilho é insignificante, é um vagalume no tempo. Vira consolo parcial sem fundamento, eh, persistente. A outra saída falsa é esta: mesmo sem sentido objetivo, viverei com coragem, justiça e dignidade. Primeiro, para que quem definiu o que que é essas coisas, né? Essa é talvez a mais heroica das das falsas respostas. O homem tá cheio de falsas respostas. E a grande resposta moral do homem que quer manter nobreza sem Deus. Não, tudo bem. Eu vou viver com coragem, vou viver como se houvesse um propósito, vou viver. Mas o universo é cruel demais para essas frases bonitas enfrentarem a realidade. E você pode dizer: "Ah, o universo é cruel, mas eu não vou ser cruel. A vida é absurda, mas eu vou viver com coragem e vou enfrentar o absurdo." Parece admirável. parece admirável, mas acho pergunta: "Com qual régua? Quem vai definir o que é justiça? Quem vai definir o que é coragem e não maluquice? Quem vai definir que fazer isso é certo ou errado? De onde vem seu padrão? De onde vem sua noção de justiça? Quem vai colocar a régua para você? De onde vem a sua ideia de dignidade? De onde vem a sua ideia de indignação moral? Porque algo é absurdo, não deve ser feito. Se tudo é apenas acaso, matéria, química, tempo de solução, como você ainda fala em certo e errado de modo realmente vinculante alguma coisa fixa. A própria revolta contra a futilidade já trai a presença de uma medida acima do sol. Porque se tudo que existe é sol, debaixo da terra, ela tinha que te satisfazer. O boi não tá pensando que, ah, só mato, só mato. Beber água, comer capi, isso é a vida. Tô deprimido. O boi tem que fazer uma coisa. Não, ele não pensa nisso. Por que que você acha? Por que que você não está satisfeito se tudo só existe debaixo do sol? Porque debaixo do sol não te satisfaz. O homem sem Deus continua falando em dignidade porque não consegue apagar a imagem de Deus. Então ele sente que o homem tem uma dignidade, mas sem Deus ele não sabe explicar porquê. continua falando de justiça porque não consegue apagar a lei moral do seu coração. Ele sabe que mentira é errado, mas é óbvio que se não existe nada acima do sol, mentir não é errado nada. Mas ele sabe quando mem para ele. Continua falando que ter compaixão é certo porque não consegue apagar completamente a estrutura relacional na qual ele foi criado. Então ele tenta negar esse trono, mas continua vivendo de categorias que só fazem sentido porque o trono existe. Não há meio terermo confortável. Isso torna eclesiaste tão poderoso. Ele não permite o meio termo, não permite fé ornamental, não permite você dizer que Deus é o centro de tudo e viver como se Deus nem levar Deus em consideração nas suas escolhas. Não permite a fé ornamental, não permite a descrença confortável. Então v Ele ele nem permite a fé ornamental, nem a descrença. Ele não permite o secularismo sentimental, mas nem a religião leve. essas pessoas, o homem, o humaníssimo secular, estão vivendo como se Deus não existisse, mas também não eh eh eh eh não eh permite um evangelho em que Cristo não seja o centro, Deus não seja o centro. Ou ele é ou ele não é. Ele te encurrala. Ele diz: "Ou há algo acima do sol que fundamenta tudo que você faz, ou você tudo que você faz é correr atrás do vento mesmo. Porque tudo então, se não é fundamentado em algo além do sol, é uma vaidade. Ou a Deus ou não há fundamento. Ou a eternidade ou não há lucro em nada nessa vida. Tudo é vaidade. Tudo deixa você com a mão vazia no final. Não importa em como você invista a vida, nas suas relações, no seu casamento, nas suas amizades, tudo acaba em nada. Ou ao criador ou homem não passa de matéria tentando converser a si mesmo de que importa, de que tem dignidade. Ou a juízo ou o bem e o mal não existe, porque nunca vai ser realmente estabelecida justiça nenhuma. ou a glória ou toda a beleza e apenas um acidente químico na sua mente dizendo que algo é belo, quando na verdade é só química. Ah, o amor é lindo, é só química. O amor não é lindo. Teu corpo está te enganando. Não acham seguro no meio. Isso é misericórdia. Porque o evangelho não pode ser visto em sua beleza por quem ainda está confortavelmente instalados em falsas explicações para qualquer área da vida. nem misturando o evangelho com as outras coisas. A luz de Cristo não pode ser saboreada enquanto as lâmpadas falsas não forem apagadas. Enquanto você acreditar que algo nessa vida basta, então ele não basta para você. Você não tem ele, você não tem. Eclesiastes apaga todas as lâmpadas da vida porque elas são falsas, elas não têm luz. Enquanto você ficar olhando para aquela lâmpada que não tem luz, esperando que um dia ela brilhe, você está perdendo a vida. Então o Eclesiast apaga essas lanças uma por uma e então vem a resposta que entra de fora. A resposta não pode vir eh de dentro do sistema fechado debaixo do sol. Não pode vir de mais técnica, mais prazer, mais desempenho, mais nobreza, mais comida, mais estudo, mais sexo, mais romance. Não pode. A resposta precisa vir de fora do círculo, precisa vir de acima do sol. Todas essas coisas estão debaixo do sol. Precisa ver de Deus. E é exatamente isso que o evangelho anuncia. Como a gente viu no princípio, era o verbo, o logos, a razão, o sentido, a coerência final de todas as coisas. O que a filosofia buscou como princípio abstrato, Deus revelou como uma pessoa por ele, para ele, por causa dele. Deus revelou como pessoa. O sentido da vida não é uma ideia, não é uma fórmula, não é um sentido, não é uma atividade, não é um prazer, não é uma tese. O sentido da vida é uma pessoa. Logo se fez carne, o sentindo entrou na história e a glória então passou a ter um rosto humano. A eternidade além do sol entrou no tempo. A resposta não veio apenas com informação, mais um livro, três Bíblias, cinco Bíblias, 10 Bíblias, 20 edições diferentes e mais completas da Bíblia. A resposta não viria assim. veio como presença, veio como filho, veio como Cristo. Isso muda tudo. Se Cristo é o logos, então a vida não é um circuito vazio. Se Cristo é logos, então o trabalho não é um mero suor destinado à evaporação final em que nada levou a nada. Como é? Se Cristo é o logos, então a justiça não é uma ilusão útil. Ele vai botar todas as coisas no lugar e ele é justo. Se Cristo é o logos, então a beleza não é um acidente sem fundo. Ela aponta para uma beleza final. Se Cristo é o logos, então a dignidade humana não é uma fantasia sentimental, não é só química do nosso cérebro. Se Cristo é logos, então o presente toca a eternidade. É a única maneira do presente tocar a eternidade, de todo presente não ser vaidade. Se Cristo é logos, então o que se faz nele não se dissolve ao nada. É a única coisa que permanece, é a única coisa que não é vaidade. Se Cristo é logos, então o homem finalmente encontra a razão para a qual ele foi criado. O oposto da vaidade não é mais prazer, não é mero sucesso. O oposto da vaidade não é mero impacto. O oposto da vaidade é Cristo. Fora dele tudo é vaidade. Diz Eclesiastes. Tudo debaixo do sol é vaidade. Não vai dar em nada. Porque nele o vapor ganha peso. Nele o efêmero toca o eterno. Nele o comum é atravessado pela glória. Nele o trabalho pode tornar-se realmente vocação. Nele o sofrimento pode tornar-se um caminho com promessa. Nele a fidelidade pequena pode deixar de ser insignificante. Sabe quando Jesus diz você entrar na no seu quarto e ora e ninguém mais viu? Então aquilo tem significado. Nele até a morte deixa de ser a palavra final. Nele você não tem medo de ir no cemitério, porque a morte não tem a palavra final. É tudo ou nada. É Cristo ou vaidade? Ou Cristo é tudo em tudo, ou a sua vida é vaidade. E como cada coisa da sua vida se relaciona com ele é se aquilo não é vaidade ou não. Aqui está a polaridade radical. Sem Deus nada significa finalmente nada. Em Cristo tudo se enche de significado. Sem Deus a vida corre para um apagamento final. Quem lembra das outras gerações em Cristo? Até as menores coisas da vida tocam a eternidade. Tudo importa. O cuidado com a criança, a oração escondida que ninguém vê, o serviço não visto e não reconhecido pelos homens, o arrependimento secreto só no coração, a conversa breve, o amor sacrificial, a fidelidade num trabalho, eh, não olhando para o homem, a obediência em silêncio, a lágrima que você derramou sozinha diante do Pai, tudo ganha densidade eterna quando é ligado ao logos. Não porque tudo se torne espetacular, tudo continua comum, mas porque tudo deixa de estar fechado num universo sem resposta. Agora, a vida não está apenas debaixo do sol. Não é casar-se, dar-se em casamento num ciclo repetitivo que nunca fez os homens serem nada diferente do que sempre foram, porque os olhos não cansam de ver, nem os ouvidos de ouvir. Agora ela está diante do trono. Agora ela está aberta para o para o alto. Agora ela é vivida diante de Cristo ressuscitado. Agora o ordinário é habitado pela glória. E nós vamos ficar só aqui no segundo, na segunda parte. Talvez haja pessoas vivendo como se Deus fosse opcional, não é? E mesmo na igreja, eh, há pessoas vivendo assim, enquanto continuam usufruindo linguagens que só fazem sentido porque Deus é real. Isso é o mundo. Falam sobre o amor, vivem como se Deus fosse opcional. Mas se Deus não é Deus, ele não existe, amor é só química. E amor não tem nada moral. Você não pode dizer que ódio ou amor um é melhor do que o outro. Talvez haja pessoas que vivam e dizem não precisar de Deus para dar sentido à vida, mas continuam falando em valor, dignidade, justiça, compaixão, mal, beleza, significado. Eliaste diz: "Pare e pense de verdade. Pense até o fim. Pense se eh essas categorias te fazem algum sentido. Se você levar a questão até o fim, talvez haja também pessoas dentro da igreja com vocabulário cristão, mas com coração realmente firmando-se em outros centros. Carreira, imagem, relacionamento, aprovação, ministério, projetos, estabilidade. A igreja tá cheia de pessoas dizendo que sua tristeza é química. Então, seja corajoso. Diga que sua alegria é química. Diga que aquilo que você disse ser a presença de Deus é só uma química. Diga que tudo é químico, que teu amor pelo teu filho é química. Não há nada de belo nisso. É só a química funcionando para preservar a espécie. Não sei quem queria que a espécie fosse preservada, mas vamos fingir que a gente eh entende. É só química. Não diga só que o que te interessa é química. Diz que tudo é química. Ah, o meu marido me ama. Você é bobo. É só química. Ah, minha mãe, eu amo minha mãe. Bobagem. Isso é só química. Isso tem nenhum valor. Isso aí é só como a química tá funcionando no cérebro. Tem valor isso. Amor da tua mãe tem nada tem valor. Tudo é só química. Não diga só o que te interessa que é química. Seja corajoso. Então o Cristo é confessado em teoria, mas não é o logos real da vida cotidiana. Mas ele precisa ser ou a tua vida inteira vai ser vaidade e vaidade para sempre. Não importa. Porque nenhum ídolo é grande o suficiente para sua alma. Nenhuma criatura sustenta o peso da eternidade. Nenhuma realização suporta a grandeza daquilo para o qual nós fomos feitos. Nós somos feitos para Cristo. Você foi criado para ele, para ele e para ele somente. Não foi criado para ele e para algumas outras coisas depois dele. Para ele. De tal maneira que tudo tem que ser por ele, para ele e para ele dentro da vida. Não basta dizer que Cristo é importante. Você precisa conhecê-lo, precisa viver nele e precisa todo dia render-se a ele. Não é isso? É preciso parar de pedir ao mundo o que só o filho de Deus pode te dar. É preciso parar de pedir a sua esposa, ao seu esposo, aos seus filhos, as circunstâncias. Olha assim: "Pai, quando vivo para mim mesmo, eu me perco. Quando vivo para apenas para o agora, eu perco até o agora, como a gente viu hoje pela manhã. Quando eu vivo para os meus ídolos, eu fico menor, porque eu fico parecido com eles. Quando eu vivo para aprovação, eu sempre estou morrendo quando não sou aprovado. Quando eu vivo debaixo do sol, como se o sol fosse tudo, tudo é vapor. Tudo é correr atrás do vento. Mas quando eu vivo para o teu filho, eu me encontro. Quando eu vivo para a eternidade, eu recebo não só a eternidade, eu recebo também o presente. Quando eu vivo para o logos, o ordinário se enche de glória. Continua sendo ordinário, mas cheio de glória. Quando eu vivo para Cristo, minha vida deixa de ser um amontoado de fenômenos e se torna um caminho atravessado pelo brilho da glória do Deus vivo. Se a vida é só debaixo do sol, tudo é vaidade. Se o verbo se fez carne e habitou entre nós e vimos sua glória, a glória do unigênito do Pai. Se a glória entrou na história, se a cruz venceu o pecado, se a ressurreição venceu o túmulo, se há reino, se há paz, se há Cristo, então nada foi feito nele. Nada feito nele é em vão. Tudo ganha um significado. Nada, nem a minha lágrima, nem a oração, nem o arrependimento, nem o serviço, nem a fidelidade escondida, nem o amor sacrificial, nem o trabalho honesto, nem o testemunho silencioso, nem a esperança teimosa sem ele. Tudo é vaidade. Tudo e tudo não são as coisas ruins, fúteis da vida, são as melhores coisas. O casamento, amizade, tudo, o trabalho, a carreira, tudo é vaidade, cansaço, nada satisfaz, tudo. O ouvido nunca cansa de ouvir, o olho nunca cansa de ver e tudo é rico e corre para o mar e nunca o enche. Sem ele correr atrás de qualquer coisa é vento. Correr atrás de da amizade é correr atrás do vento. Correr atrás disso, daquilo e atrás. Tudo é correr atrás do vento. Nele você encontra o sentido, rosto, casa e não vento. Sem ele o trabalho não tem lucro final. No final das vidas ele disse: "Tudo que você juntou vai ficar para outro que vai gastar sem nem saber o que que você se importava. Nele até um copo d'água entra na eternidade. Você pode beber um copo d'água e comer um pedaço de pão pra glória de Deus. Sem ele o homem passa e some. Nele o homem encontra o pai, o irmão, o reino, a vida, o espírito. Então não viva apenas debaixo do sol. Não basta nós falarmos. Eu concordo que a vida não pode ser vivida só debaixo do sol. Então ele tá dizendo, não viva assim. Não viva. Olhe para cima do sol todo dia. Olhe para o filho. Olhe para o logos, olhe para Cristo. Porque quando tudo parece vapor, ele tem peso, tem glória. Quando tudo parece repetição e é monótono e mostraria as fissuras, ele é o sentido. Quando tudo parece cansaço, ele é descanso. Vinde a mim e vocês vão encontrar descanso. Todo o resto é cansaço. Não importa o quanto você invista, é cansaço. Quando tudo parece perda, ele é a nossa herança. Eu sou o seu grandíssimo galardão. Quando tudo parece vaidade, ele é a glória. O contrário de vaidade não é algo significativo. O contrário de vaidade é Cristo. E é isso que nós recebemos pela graça soberana. Vamos ficar de pé. Santo Deus, eu me aproximo sem defesa, sem razão. Tu me vês nos detalhes, [canto] no segredo do coração, nos pequenos [música] pensamentos, [canto] nas palavras que eu soltei. Teu espírito me [música][canto] chama, confessa. E eu confessei, não escondo minha culpa, não maquio [música][canto] minha dor. Contra ti eu pequei, contra [canto] o teu [música] santo amor. Mas que atos minha raiz, [música] um querer [canto] desalinhado. Eu preciso de [música] limpeza. Eu preciso [canto] ser lavado. [música] Cordeiro, minha justiça, [música] fim do [canto] meu tribunal. Eu largo a autojustiça, [canto] me rendo ao teu final. Jesus, [música] tem misericórdia. [canto] >> [música] >> Jesus, vem me purificar. [canto] Teu sangue fala mais alto [canto] que o meu [música] pecado é gritar. [grito] Minha única defesa [música][canto] é a cruz, é o teu favor. Eu adoro a tua graça. [canto] [música] Eu descanso no teu amor. >> Tua misericórdia [música][canto] é melhor. Tua misericórdia [música] [canto] é meu lar. >> Rei dos reis, eu me [música] prostro. Tu és [canto] luz e eu sou pó. Quando eu tento ser [música] meu dono, eu no terco em mim só. Autonomia [canto] é mentira, autossuficiência [música] também. Tu és fonte, tu és vida. [música] Sem ti [canto] nada me sustém. Eu não [música][canto] venho com rico, venho com mãos sem [música] ter. Não confio no meu [canto] choro, nem o meu vou [música] vencer. Eu confio na firmeza do [canto] teu [música] pacto, ó Senhor. Tua aliança é selada no [canto] cordeiro redentor. [música] Restaura minha [canto] alegria, tua [música] salvação em mim. Sustenta-me com espírito [canto] pronto até o fim. [música] Jesus tem misericórdia. Jesus [música][canto] vem me purificar. Teu sangue fulá mais alto que o meu pecado a gritar. [grito] A minha única [música] defesa é a cruz, é o teu favor. Eu adoro [música] a tua graça. [canto] Eu descanso no teu [canto] amor. [música] Inclina o meu coração, [música] ensina-me [canto] a obedecer. Dá-me um espírito pronto, mais doce do [música] meu [canto] querer. Guarda-me na tentação, na rotina e [música][canto] na aflição. Tua graça me [música][canto] carrega, tua mão me põe de [música][canto] pé no chão. Tu me [música] defines, Cristo, [canto] [música] não o meu pior momento. [música] Tu [canto] me sustentas, [música] Cristo. Não o meu desempenho. [canto] Tu és minha esperança. [música][canto]