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PELO QUE CRISTÃO DEVE ORAR? – SACHA MENDES

PELO QUE CRISTÃO DEVE ORAR? – SACHA MENDES

PELO QUE CRISTÃO DEVE ORAR? – SACHA MENDES

Quais devem ser os verdadeiros motivos e conteúdos das nossas orações diante de Deus?
Neste video, Sacha Mendes comenta quais são os focos bíblicos da oração cristã e como alinhar nossos pedidos àquilo que a própria Escritura ensina.

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Legendas automáticas:

E a gente discutiu já bastante coisa a
respeito do desses aspectos iniciais da
oração, das dificuldades, de porque que
elas existem e tudo mais. Agora, quando
nós olhamos para o que pelo que devíos
orar, qual é a resposta que a gente pode
colocar aqui como alguns elementos mais
fundamentais, aqueles pontos que
deveriam fazer parte da nossa oração?
Sim, eu vejo que a Bíblia informa a
gente de muitos bons conteúdos paraa
nossa oração, né?
>> Eh, há um tempo atrás eu fiquei muito
incomodado, isso acho que foi na minha
juventude, né? De frequentar reuniões de
oração e parecer que era uma mesmice,
né?
>> Uhum.
>> Ó, a gente vai orar pelos enfermos da
igreja, nós vamos orar pelos
desempregados da igreja. E era aquele
negócio que parecia uma lista do INSS. E
aquilo começou a me causar um desânimo.
Parecia que a gente orava pelas mesmas
coisas, pelas mesmas coisas, né?
>> Sim.
>> E eu acho que foi num livro de
disciplina espiritual, não me lembro o
autor agora, em que ele falou sobre a
realidade de que nós vamos orar pelas
mesmas coisas, porque a nossa vida gira
em torno das mesmas coisas. Ela gira em
torno da família, ela gira em torno do
trabalho, ela gira em torno da igreja,
ela gira em torno dessas coisas. E você
pode adicionar no máximo mais dois ou
três grandes campos. Depois é isso, mas
a gente não deve orar pelas mesmas
coisas da mesma maneira. E aí que eu
acho que foi a sacada, foi quando ele
foi colocando, né, as escrituras como a
nossa pauta de oração para todos os
assuntos que são comuns, ordinários da
vida, né? Ah, e aí eu acho que é a
grande sacada. O que que deve tá na
nossa oração? O nosso conhecimento
crescente do Senhor vai fazer com que a
gente ore mesmas coisas de forma
diferente, né? Você tá conhecendo mais
de quem Deus é. A gente falou agora a
pouco da onisciência dele, mas vamos
parar um pouco para pensar sobre a
onipotência e a soberania dele. E você
cresce no conhecimento disso e agora tem
uma lista de enfermos para você orar,
né? E as pessoas começam a orar por
aqueles que estão gripados, com a plena
convicção de que Deus pode curar.
aqueles que têm um diagnóstico terminal
de Deus consola a família. E aí você
fica naquela tensão, como é que eu oro,
né? Eu oro pedindo a cura ou eu não
posso pedir a cura? E a gente começa a
ser limitado pelo que a gente põe ou não
põe na nossa pauta de oração, pelo nosso
conhecimento da medicina e não por quem
Deus é e não pelo plano dele, que às
vezes recolhe pessoas, né? Eh, mas às
vezes cura pessoas e aí a gente vai
deixando de crer. E como é que eu oro
por isso? Aí eu oro para que Deus cura e
Deus recolhe a pessoa e entra em crise
de fé. Aí é um negócio que é muito
doido, né? Que começa a mostrar que a
gente tem uma visão ainda de uma técnica
que garante um resultado, não nos
distanciando muito de neocarismáticos,
né? Ao invés de uma súplica dependente
de um Deus que se revelou a nós e tem
planos que não todos estão revelados a
nós, ainda há um mistério, o que nos
deixa humilhados diante da presença de
Deus, né? E aí, e tudo isso para dizer,
é por isso que a escritura é repleta de
elementos de adoração na oração,
elementos de gratidão e louvor a Deus na
oração, elementos de súplica e petição
na oração, elementos de intercessão na
oração, porque essa é a nossa realidade.
Eu vou interceder por pessoas, eu vou
adorar a Deus, eu vou agradecer a Deus,
né? Eu vou pedir por tudo, confessar
pecados, né? tem muito [música] espaço
para confissão diante de quem Deus é um
Deus santo. E aí eu sou informado quem
eu sou. Eu preciso responder de uma
forma. E a única forma coerente de um
pecador [música] responder a um Deus
santo é confissão.
>> [música]

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