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A fé vem pelo ouvir

PROTESTANTES TORTURAM CATÓLICOS (V DE VINGANÇA FOI NESTA TORRE)

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Legendas automáticas:

Seja muito bem-vindo ao dedos de
teologia. Sou pastor Iago Martins. Você
tá comigo [música] na Torre de Londres.
[música]
Tor de Londres é um dos lugares mais
marcantes aqui da história da
Inglaterra, que tem histórico muito
forte de poder imperial. riqueza.
Inclusive, é um local onde a gente tem
marcado a história muito triste, não é,
mas muito importante sobre Guy Folks e a
revolução da pólvora. Guy FKS foi
torturado aqui nesse lugar e aqui a
gente pode meditar um pouco sobre os
tristes contornos que muitas vezes a
gente enfrenta no relacionamento entre
política, religião, poder imperial, o
engajamento da fé na sociedade. Bom,
você tá no Teologia na Estrada, vamos
comigo por Londres. [música]
>> [música]
[música]
>> Estamos aqui na Torre de Londres, na
fila para ver no caso aqui a Jorge da
Coroa, o que não é só um castelo, a
Torre de Londres é um resumo da história
inglesa que tem muitos pontos
interessantes da história da Inglaterra.
E uma das coisas favoritas do do dos
nerdes tá aqui, né? Essa torre foi
construída pelo William the Conqueror
por volta de 178. Ah, como um símbolo do
domínio sobre a população que foi recém
conquistada aqui, né? A torre era um
jeito de dizer que quem manda agora é
nós. E isso, esse lugar aqui já foi
quase tudo ao mesmo tempo, ao longo dos
séculos. Já foi palácio real, já foi uma
prisão que prendeu gente importante, já
foi casa da moeda, já foi arsenal
militar, já foi, por incrível que
pareça, é um zoológico com urso, com com
leão, tinha um urso polar aqui já. Tá? E
muitos prisioneiros importantes já
estiveram aqui. Não era uma prisão
comum, mas era só pra gente mesmo da da
alta da alta casta, né? En Mole foi
executado aqui, foi a segunda esposa do
rei Henrique VII e rainha com sorte do
reino da Inglaterra. O Thomas Moo ficou
preso aqui, autor daquele clássico
utopia. Eu estudei, li esse livro
inteiro, estudei ele no mestrado ou caba
para sofrer. Ele ficou aqui até ser
morto em outro lugar. E o famosíssimo
Guy Folks, provavelmente é o nome mais
famoso de quem foi preso e torturado
aqui, o nosso querido V de Vingança, o
caba que tentou só destruir o parlamento
inglês e matar todo mundo. Esse aqui é
um lugar onde a política, a fé e o poder
se encontraram de formas muito muito
fortes, né? Poucas execuções aconteceram
realmente aqui dentro, mas teve muita
tortura. Tem até uma torre chamada torre
sangrenta, não é?
>> Fila para entrar é muito grande. Eu não
sei se vou conseguir entrar.
Infelizmente não podia filmar as joias
da coroa. É proibido filmar lá dentro
porque eu acho que para proteger de
assalto, alguma coisa assim, sei lá, de
roubo. Mas de lá a gente foi direto para
ver a Blurry Tower, a Torre sangreta.
Eu adoro a torre segenta.
[música]
Agora vou ensinar vocês a bater proteína
em viagem, tá? Porque se o caba tá
viajando, não consegue achar proteína
barata em canto nenhum, que que a gente
faz? Minha mulher usou o isolado dela da
Grof. Aqui, ó, eu vou usar o meu de
leite em pó da Grof. Eu comprei um café,
cafezinho gelado. Café é muito gostoso,
por sinal.
Olha do pozinho aqui, ó. Abriu.
Qualquer lugar que você vai, 23 g de
proteína. O isolado tem mais, tem 26. O
meu tem 23. Eu gosto muito de usar ess
de leite em pó de chocolate, o de
baunilha. Combinou muito bem também com
sorvete. Minha esposa, ela não gosta
muito do sabor de ela sempre disse que a
melhor dica que ela pode dar para quem
não gosta muito do sabor de uhe é
colocar no café gelado e você não sente
gosto de nada, nada, nada, nada. Eu já
acho o gordo de Way totalmente OK, né?
Aqui, ó, misturei, tá no café, agora eu
tenho um cafezinho que café não tem
caloria com 23 g de proteína.
Qual foi mais gostoso? Usando cupom
Jesus na Grof. Você patrocina o teologia
na estrada e ainda cuida da sua saúde.
Vamos voltar pro vídeo.
Aqui atrás de mim você tem a The Bloody
Tower, a Torre sangrenta. Atrás de mim
era onde, nesse grande complexo, a gente
tinha as torturas, não é? Não de
qualquer um, porque não era qualquer
preso que era torturado aqui, mas presos
importantes, como o famoso Guy FKS, é o
famoso nome da revolução da pólvora que
foi popularizado na cultura, né, por
meio do famoso V de vingança. Você deve
lembrar da poesia, não é? Lembrai
lembrai do 5 de [música] novembro, a
traição, a pólvora, o ardio. Não há como
esquecer uma traição de pólvora tão viv
lá dentro não tem muito o que ver, é só
umas salas, umas coisas assim. Tem uma
lenda, inclusive aqui envolvendo esse
espaço que é meio amaldiçoado, que era
um lugar de tortura e foi nessa torre
que desapareceram dois príncipes que até
hoje ninguém sabe o que aconteceu.
Provavelmente morreram, alguém matou,
sei lá, mas ninguém sabe o que aconteceu
com esses príncipes. Sumiram, morreram,
deram, deram o fim nos príncipes.
Ninguém nunca achou nem nada, nem o
corpo, né? E reza a lenda que eles estão
aí ainda atormentando o povo, sei lá.
Mas aqui é um um centro histórico muito
importante e a história de Galundamente
essas guerras religiosas entre católicos
e protestantes que se [música] deram
aqui na Inglaterra. foi um católico
inglês, nascido em 1570 em um período de
forte tensão religiosa após a reforma
protestante, né? Diante da perseguição
aos católicos sobre a coroa protestante,
ele se envolveu em um grupo de
conspiradores que acreditavam que apenas
uma ruptura muito violenta
revolucionária podia mudar realmente o
país, né? Então o folks tinha
experiência militar e ele sabia mexer
com explosivo, o que tornou ele uma peça
central no plano revolucionário da
famosa revolução da pólvora. Então em
1605
ele foi encarregado de executar a
chamada Gunpowder Plot, né? Revolução da
póvora. A ideia era explodir o
parlamento inglês durante a abertura
oficial e assim matar o rei Jaime I da
Inglaterra e os membros do governo e da
elite protestante todo de uma só vez. E
aí ele se escondeu no porão do prédio,
um monte de barril de pólvora para
destruir tudo, né? Mas o plano falhou na
última hora, né? E ele foi descoberto.
Então ele foi preso aqui e se tornou,
talvez o rosto mais lembrado de uma das
conspirações mais famosas da história da
Inglaterra.
Está subindo é super apertado, super
apertado aqui, ó.
>> [música]
>> Consegui chegar na área das doutoras do
povo.
Rapaz, é duro.
[música] Depois de ser preso, o folks
foi levado para interrogatório e no
início ele resistiu. Ele deu um nome
falso e tal, negou envolvimento com
[música] a revolução. sabia o que é que
tava em jogo, mas o rei James I da
Inglaterra autorizou o uso da tortura, o
que não era automático, né? Ninguém
podia sair torturando os outros à
vontade. O rei tinha que deixar, não é?
Tinha que ter ordem direta do rei e ele
foi torturado. Aqui dentro do prédio deu
para ver o instrumento de tortura usado
que foi o hack, um instrumento que
esticava o corpo progressivamente. As
articulações iam cedendo e os músculos
iam se rasgando enquanto a dor aumentava
de forma calculada e lenta. [música] Não
era uma violência explosiva, mas era uma
pressão lenta de um corpo sendo forçado
a ceder. [música]
Prende o braço da pessoa aqui em cima,
prende as pernas da [música] pessoa aqui
embaixo, ó. Aí vai girando, esticando,
esticando, esticando
até a pessoa não aguentar mais. É
[música] horrível. Morte horrível.
É sempre muito apertada essas essas
áreas mais de tortura, sei lá, né? Nunca
tem por ser um espaço agradável, né?
Convenhamos. Bem que nada era muito
agradável no mundo antigo, né? Mas que
piora. a gente tem registro da
assinatura dele que mostra os efeitos da
tortura, [música] né? Na primeira
assinatura dele, a gente tem uma letra
firme, mas na segunda, após a tortura, é
tudo quase inelegível, mostrando que as
mãos dele não conseguiu mais nem
responder. [música] Um detalhe pequeno
da história, mas que diz muito. Depois
disso, ele confessa o seu crime e
entrega outros nomes. Um exemplo muito
claro do estado [música] quando
ameaçado, indo até o limite, mesmo
estado dito protestante, um estado que
não apenas pune o mal, mas que assume
para si o direito de quebrar um homem
para proteger a sua ordem. A tortura não
é só um método, é uma declaração. Ela
diz que a estabilidade do reino vale
mais do que a integridade de qualquer
[música] vida humana. Fox, por outro
lado, também encarna um homem que
convencido de uma causa justa, vai até
um ato violento extremo. Ele também
ultrapassa muitos limites, tenta matar
muitas pessoas, destruir o parlamento
inteiro em um único golpe. No fim, são
dois lados que se encontram no mesmo
ponto. A crença de [música] que certos
fins justificam meios que em qualquer
outro contexto seriam totalmente
inaceitáveis. com justificativa
religiosa.
É angustiante. É angustiante, mas é
parte do que acontece [música] quando a
gente tem um governo protestante, não é?
É um governo protestante, é um governo
cristão em guerra com outros membros de
alguma forma de uma de uma minoria
cristã, no caso naquele tempo
catolicismo aqui na Inglaterra. E você
tem de um lado revolucionários
católicos, de um lado opressores
protestantes em guerras revolucionárias
em que você tem gente representando
Jesus dos dois lados em certo sentido,
né? Dizendo que tá representando Jesus
dos dois lados e as vias que são usadas
para defender, não é, a sua relação
entre religião, cristianismo e governo.
Um libertação, [música] outro um time de
direito divindo dos reis, né? Você tem
tortura e revolução. [música] São as
pontas que sempre se encontram no fim
das contas.
>> [música]
>> Nunca é fácil pensar bem as relações
entre religião e política, né? Como o
cristianismo constrói, né, sociedades e
desenvolve mundos. Mas é sempre muito
triste, né? Foi Jorge Bataili que
escreveu que o mundo divino é contagioso
e que o seu contágio é perigoso. Enegji
também escreveu que um Deus que pode ser
apropriado é um Deus que destrói. O modo
como a religião muitas vezes é
apropriada pela política gera um tipo de
contágio de violência muito perigoso de
fato. E política, governo, é sempre
algum tipo de violência, é sempre algum
tipo de imposição de um poderio que se
exerce contra, né, os outros, nem sempre
a favor dos outros. Enquanto o
cristianismo prega serviço e o nosso
engajamento social e cultural é o
engajamento em busca de servir o outro,
não é? O cristão deveria se envolver com
a política porque quer representar o
amor de Jesus ao mundo, quer servir ao
próximo, amar, não é, o vizinho, amar o
semelhante e usar a sua influência
política e social para produzir bem,
para fazer o bem pras pessoas. Ninguém
pode negar que ao longo da história,
tanto católicos quanto protestantes se
envolveram com a política em uma
estrutura de império e de poder imperial
que muitas vezes tinha o único interesse
de perpetuar o poder e o controle, não
é? E a gente vê muito isso nas
justificativas dos poderos reais contra
os outros, ao ponto de você ter, não é,
revoluções católicas contra reinados
protestantes, revolucionários católicos
tentando fazer atos, sabe, terroristas
católicos tentando, não é, nenhum ato
revolucionário e violentíssimo matar,
assassinar uma série de pessoas, porque
acreditava que assim estava
representando melhor o seu cristianismo,
né, no mundo contra, não é, reis que
acreditavam estar representando o
direito de Deus no mundo, não é? Toda a
doutrina do direito divino dos reis era
usado para justificar todo o poderio
imperial. E Guy F contra, não é, Jaime
I. E é muito triste perceber como ao
longo da história do mundo, o
cristianismo pode ser instrumentalizado
como força política, como força
revolucionária, se tornando, sabe, tudo
aquilo que o cristianismo não deveria
ser. Quando o cristianismo deveria ser
uma expressão, não é, do amor e do
serviço, ele se colocou muitas vezes
como expressão de libertação violenta e
terrorista e de opressão violenta e
imperial.
As justificativas teológicas para
explicar o poder civil, né? Porque que
porque alguém tem poder sobre outra
pessoa, são os mais variados, né? E um
passa pela argumentação do direito
divino dos reis. A ideia de um direito
divino dos reis remonta, né, as unções
da parte de Deus que os escolhidos para
reinar recebiam dos [música] profetas
enviados no Antigo Testamento, né? Você
pensa em primeiro Samuel quando primeiro
Saul e depois Davi são ungidos para
reinar sobre o povo. Davi, antes de
reinar evita se oporou fisicamente a
Saul como rei, porque ele era o ungido
do Senhor. O que justificaria, não é,
para muita gente um tipo de submissão do
povo aos reis, mesmo quando esses reis
são claramente injustos. Por mais que as
justificativas religiosas do direito
divino dos reis remontem aos primórdios
da idolatria política, foi só no fim do
século VI que a Dominando de Iona
publicou uma das primeiras defesas
cristãs desse tipo de justificativa
teopolítica numa obra chamada Vita
Sancti Columbai. A ideia se espalhou
pela Idade Média até Ricardo I aqui na
Inglaterra declarar em seu julgamento
durante a dieta de Spire em 1193, nasci
em uma categoria que não reconhece
superior algum, exceto Deus, a quem sou
o único responsável por minhas ações.
Ele foi o primeiro a declarar o que até
hoje é lema do monarca do Reino Unido,
né? Era Deus e o meu direito. E na
Escócia, onde o direito divino dos reis
nunca emplacou de fato, os reis eram
considerados os principais entre os
iguais, né? primo entre pares. Mas mesmo
assim, o Jaime VI da Escócia, que foi
posteriormente conhecido como Jaime I da
Inglaterra, escreveu em 1599 pro seu
filho a um tipo de manual divino sobre o
direito que todos os reis recebiam, que
foi intitulado Basilicon Doron ou Dom
Real. No soneto que inicia a obra, ele
diz que Deus não dá aos reis o estilo
dos deuses em vão e que seus mandamentos
eram estatutos de um rei celestial. Ele
argumenta que o reinado é um grande
ofício que Deus colocava sobre os ombros
dos escolhidos. na sua carta, ele repete
boa parte dos argumentos que são
apresentados na sua obra prévia e foi
publicada no ano anterior intitulada The
True Laur of Free Monarks, que é
traduzido como a verdadeira lei das
monarquias livres. O subtítulo seria Ou
o dever recíproco e mútuo entre um rei
livre e seus suitos naturais. é um livro
em que ele defendia o direito divino dos
reis como uma derivação da doutrina
católico-romana da sucessão apostólica.
Já anos mais tarde, em 1610, já como
Jaime I da Inglaterra, ele diz o
seguinte em um discurso muito famoso ao
Parlamento: "O estado de monarquia é a
coisa mais suprema na terra, pois os
reis não são apenas os tenentes de Deus
na terra e se sentam no trono de Deus,
mas mesmo pelo próprio Deus eles são
chamados de deuses." Existem três
comparações principais que ilustram o
estado de monarquia. Uma tirada da
palavra de Deus e as outras duas do
fundamento da política e da filosofia.
Nas escrituras, os reis são chamados de
deuses e, portanto, seu poder após uma
certa relação e comparação ao poder
divino. Reis também são comparados a
pais de família, pois um rei é
verdadeiramente parens patriai, pai do
país, o pai político de seu povo. E por
último, os reis são comparados à cabeça
deste microcosmo do corpo do Hon.
Perceba a força que ele usa para
justificar seu serviço, né? Na
Inglaterra do século X7, a igreja
estatal de Tudor e Stuart continuou a
defender um ideal medieval de controle
social e econômico por parte de um
estado autoritário, principalmente ao
afirmar que a mais alta e sagrada ordem
dos reis é a do direito divino, que
cobrava submissão e obediência passiva
de todos os súditos. As mesmas ideias
vigoraram na França, no mesmo período,
onde a Igreja Galiciana preservou a
doutrina do direito divino tão
fortemente quanto a anglicana. Ja
Bossuet, bispo e teólogo francês, um dos
principais teóricos do absolutismo, foi
conhecido por investir o poder real de
um caráter quase divino, em que o rei
era imagem de Deus na terra e
participava da soberania e da
independência do poder divino. Para ele,
e aqui eu cito, o poder de Deus se faz
sentir instantaneamente de um lado a
outro do mundo. O poder real age ao
mesmo tempo em todo o reino. Ele detém
todo o reino em seu ser, como Deus detém
o mundo. Se Deus retirasse a sua mão, o
mundo voltaria ao nada. E se a
autoridade cessasse no reino, tudo seria
confusão. Para resumir as coisas
grandiosas e augustas que dissemos
concernindo a autoridade real: "Eis um
povo imenso, unido em uma única pessoa.
Eis este poder sagrado, paternal,
absoluto. Eis a razão secreta que
governa todo o corpo do estado contida
em uma única cabeça. Você vê no rei a
imagem de Deus e tem uma ideia da
majestade real. Eu gosto muito do que o
Christopher Dawson escreve. Ele é um dos
mais reconhecidos historiadores de
língua inglesa do século XX. Ele fala
que todas essas concepções sobre
monarquia aí, o seu direito divino,
seguem um tipo de ideal antigo, oriental
e bizantino de um tipo de monarquia
sagrada, muito mais do que ideias
políticas modernas, que evidencia o quão
profundamente a sociedade europeia ainda
estava ancorada nas tradições do
passado, no modo como interpretava o
direito e e a composição da sociedade.
E aí, o que que você achou do vídeo de
hoje? Você curte o Teologia na Estrada?
Obviamente são os vídeos que eu mais
gosto de gravar de todos, porque eu tô
viajando, tô passando com minha mulher,
aí é bom demais. Mas se você gostou
desse vídeo, ó, você gosta desse tipo de
vídeo, esse tipo de conteúdo
informativo, a gente adora fazer esse
tipo de conteúdo educacional, ainda mais
vindo nos lugares para falar a respeito.
Então, se você gostou, não deixa de se
inscrever aqui no canal, clicar em
gostei, vai lá no Instituto Chef de
Teologia e Cultura para conhecer os
nossos cursos e eu te vejo no próximo
vídeo aqui do canal ou no próximo
Teologia da Estrada. Um abraço.

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