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A fé vem pelo ouvir

Quando Deus interrompe a nossa fuga (Jonas 1.4-17) | Rev. Edgar Lopes

Quando Deus interrompe a nossa fuga (Jonas 1.4-17) | Rev. Edgar Lopes

Quando Deus interrompe a nossa fuga (Jonas 1.4-17) | Rev. Edgar Lopes

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Legendas automáticas:

Nós agora passaremos para a exposição
bíblica e hoje nós daremos continuidade
a nossa série de exposição do livro de
Jonas. Eu quero ler com vocês então
Jonas capítulo 1. Lerei do versículo 4
até o 17. Vamos fazer leitura alternada
desse texto. Eu lerei o os versículos
pares e os irmãos os ímpares. Jonas
capítulo 1,
versículos de 4 a 17.
Jonas, capítulo 1,
versículos de 4
a 17.
Leitura alternada. Versículo 4 diz
assim: "Mas o Senhor lançou sobre o mar
um forte vento e fez-se no mar uma
grande tempestade e o navio estava a
ponto de se despedaçar.
Cada um seu Deus e lançavam o marân
para
eterna.
Porém, aquele tinha
se pegava e dormia.
Chegou-se a ele o mestre do navio e lhe
disse: "Que se passa contigo agarrado no
sono? Levanta-te, invoca o teu Deus.
Talvez assim esse Deus se lembre de nós
para que não pereçamos.
sorte para que saibamos por causa de
quem nos ofreveri este mal
as portes e a sorte caiu sobre nós.
>> Então lhe disseram: "Declara-nos agora
por causa de quem nos sobreveio este
mal. Que ocupação é a tua? De onde vens?
Qual a tua terra? E de que povo és tu?
Ele l responderam: Sois eu temo ao
Senhor, o Deus do céu, que o mar e a
terra.
>> Então os homens ficaram possuídos de
grande temor e lhe disseram: "Que é isto
que fizeste?" Pois sabiam os homens que
ele fugia da presença do Senhor, porque
l havia declarado.
respondeu-lhes: "Tomai-me e lançai-me ao
mar, e o mar se aquiietará, porque eu
sei que por minha causa vos sobreveio
esta grande tempestade."
Esforçando-se
para a terra, mas não diamando
nas cantando cada vez mais.
Então clamaram ao Senhor e disseram:
"Ah, Senhor, rogamos-te que não
pereçamos por causa da vida deste homem
e não faças cair sobre nós este sangue
quanto a nós inocente, porque tu,
Senhor, fizeste como te aproveçar
o mar e
>> Temeram, pois, estes homens em extremo
ao Senhor e ofereceram sacrifícios
ao Senhor e fizeram votos.
Senhor grande
para graça de nós e nós três dias e três
noite
>> amém. Vamos orar. Senhor Deus, nós
estamos diante da tua palavra.
Carecemos, ó Deus, da instrução que vem
do Senhor, da edificação que vem por
meio da tua palavra para nossa vida. Nos
alimente, ó Deus, por meio da tua
palavra. Mais uma vez pedimos, Pai, que
o teu Santo Espírito nos ilumine neste
momento, ilumine a nossa mente, aqueça o
nosso coração, o prepare para que
possamos receber a palavra do Senhor, a
instrução, a exposição da vontade do
Senhor para nossa vida. Que o Senhor, ó
Deus, nos dê a disposição, alegria para
vivermos na prática aquilo que a tua
palavra tenha nos a ensinar. É no nome
de Cristo, Pai, que nós oramos e
pedimos. Amém. Meus irmãos, uma das mais
perigosas atitudes do ser humano talvez
seja insistir no erro. Há pessoas que,
mesmo advertidas, continua avançando na
direção errada. Quanto mais
confrontadas,
mais essas pessoas ficam determinadas em
seguir o próprio caminho. E muitas
vezes, por trás dessa determinação,
encontra-se um problema ainda mais
profundo do ser humano, que é o orgulho.
O orgulho nos faz acreditar que nós
sabemos mais do que Deus. O orgulho nos
faz acreditar que os nossos caminhos são
os melhores. O orgulho nos faz acreditar
que nós podemos conduzir a nossa vida
sem total submissão ao Senhor. É isso,
irmãos, que nós vemos na vida de Jó
quando nós olhamos para esse primeiro
capítulo do livro que traz o seu nome.
Nos versículos 1 e do nós somos
informados que a palavra do Senhor foi
até Jonas. Deus foi até Jonas e lhe deu
a sua palavra. E a palavra do Senhor
comissionava Jonas para pregar na cidade
de Nínive. Ele tinha que ir até aquela
cidade e ele tinha que clamar contra ela
porque a maldade daquela cidade tinha
subido ao Senhor. Deus estava côncio do
pecado e da maldade daquele povo. Porém,
Jonas, ao ouvir a voz do Senhor, que foi
clara, direta, objetiva, Jonas até se
dispôs, mas de acordo com o versículo 3,
ele se dispôs a fugir. Ele procurou
resistir e ele procurou seguir a sua
própria vontade. E por trás disso, nós
encontramos então um coração orgulhoso
que direciona Jonas a fugir. E ele vai
para Jope, ele encontra ali um navio e
ele então tenta fugir para Tares. O
objetivo dele é resistir à vontade de
Deus e assim fugir da sua presença. Mas
Jonas, irmãos, ao reagir assim, ele
aprenderia algo que todos nós precisamos
aprender. Ele aprenderia que ninguém
consegue prevalecer contra Deus. O que
nós veremos hoje, à luz desse texto é
que quando nós tentamos fugir da vontade
de Deus, o Senhor soberana e
graciosamente pode interromper a nossa
fuga. Ele pode fazer isso para
confrontar o nosso orgulho e para nos
trazer de volta para si. É isso então
que nós veremos nessa noite. E nós
faremos isso em três partes. O que nós
temos aqui no capítulo um é uma grande
cena e ela então vai ser dividida em
três partes para que nós possamos
compreender como Deus então interrompe a
fuga desse profeta. Primeiro nós temos
nos versículos de 4 a 6, Deus
confrontando a rebeldia do seu servo.
Olha o que a gente tem aí nesses
versículos. Mas o Senhor lançou sobre o
mar um forte vento e fez-se no mar uma
grande tempestade e o navio estava a
ponto de se despedaçar.
Então os marinheiros, cheio de medo,
clamavam cada um ao seu Deus e lançavam
ao mar a carga que estava no navio para
o aliviarem do peso dela. Jonas, porém,
havia descido ao porão e se deitado e
dormia profundamente. Chegou-se a ele o
mestre do navio e lhe disse: "Que se
passa contigo, agarrado no sono?
Levanta-te, invoca o teu Deus. Talvez
assim esse Deus se lembre de nós para
que não pereçamos. Meus irmãos, em
desobediência, Jonas agiu como se Deus
não fosse soberano. A postura de Jonas,
ao fugir da vontade de Deus, ao ir para
o outro caminho, em vez de ir para
Nínive e ir para Tarses, foi uma
expressão do próprio profeta para Deus,
como se ele não acreditasse na sua
soberania. Mas logo aqui no início do
verso 4, nós vamos perceber que Jonas
tem que entender e ver essa soberania do
Senhor na prática. Logo no início do
verso 4, nós temos a expressão mais o
Senhor. É a segunda vez que essa
expressão aparece. Esse mais aparece
pela segunda vez, uma vez que no
versículo 3 Jonas se dispôs, mas o texto
vem diz: "Mas para fugir do Senhor,
agora é Deus quem vai agir e vai buscar
esse profeta". Isso demonstra que Deus
está no controle da vida do profeta.
demonstra que Deus está no controle da
situação. Quando tudo parecia que ia dar
muito certo para o profeta na sua fuga,
o texto vem e apresenta para nós uma
reviravolta. É isso que a gente tem
então na continuidade do versículo 4.
Esse isso mostra para nós que Deus
enviou uma tempestade. Ele enviou um
forte vento que gerou então no mar uma
forte tempestade de tal forma que o
barco estava para se destruir. No
versículo 5 destaca para nós que era tão
forte a tempestade que os marinheiros
estavam cheios de medo. Eles até
tentaram tranquilizar a condição daquele
barco, tentando jogar, lançar fora um
pouco daquele, daqueles trem que estavam
ali, da carga que estava no navio, para
que assim aquele barco não fosse então
atingido e assim destruído de uma vez
por todas. E isso indica, meus irmãos,
que essa tempestade não foi assim algo
circunstancial. O texto é claro em dizer
que foi o Senhor quem lançou o vento,
foi o Senhor quem providenciou esse
cenário para que o profeta pudesse então
ser confrontado na sua fuga. É Deus quem
está direcionando meios, instrumentos e
no primeiro momento ele vai usar então a
tempestade para que o seu profeta então
pudesse ser confrontado no seu pecado.
Mas olha, irmãos, e veja o versículo 5
na parte B, nós temos algo no mínimo
irônico sendo apresentado para nós. A
parte B do verso 5 destaca que enquanto
o barco estava a afundar-se pela forte
tempestade, como Jonas estava nesse
barco? O texto diz que Jonas estava
dormindo e ele estava dormindo
profundamente. Ele estava em um sono
pesado, como se nada tivesse acontecido.
Esse sono aqui do profeta, essa calmaria
do profeta Jonas, não é uma calmaria de
quem estava confiante no Senhor diante
da tempestade, mas é a calmaria de
alguém rebelde, alguém que estava
tentando fugir do Senhor e estava
achando que conseguiria fazer isso. Por
isso, ao entrar no barco, ele dorme, ele
descansa, ele apaga, como se ele tivesse
colocado no seu coração a certeza de que
ele iria conseguir chegar até Tarses.
Mas percebam, vem a tempestade. Ele está
então dormindo ali naquele barco. E aí
vem o verso seis e diz para nós que o
capitão do navio vai até Jonas e então o
confronta. Chama Jonas, exigindo dele
para que ele se levantasse e para que
ele então invocasse o seu Deus. É como
se o capitão estivesse dizendo para ele
assim: "Olha, talvez você conheça um
Deus que pode nos salvar. Peça a ele,
clame a ele, busque a ele, não fique aí
dormindo diante dessa tempestade.
Queridos, pensa comigo aqui na cena que
nós temos diante de nós. Por que que
Jonas estava nesse barco? Jonas estava
nesse navio porque o seu desejo era
fugir da vontade do Senhor. Mas observe
a ironia. Estando em fuga, estando nesse
barco, tentando fugir do Senhor, vem um
capitão, aproxima-se desse homem. e vira
para ele e diz: "Olha, invoca o seu
Deus, clama o seu Deus". Isso mostra,
meus irmãos, que o Deus da aliança, ele
confronta o seu profeta fugitivo e ele
usa a tempestade e agora ele usa os
marinheiros para que ele então pudesse
se atentar para a realidade do seu Deus.
para que ele pudesse então se atentar
para a realidade de que ele não teria
êxito na fuga que ele tinha então
intentado no seu coração. É como se Deus
dissesse a Jonas por meio desse profeta:
"Olha, você está tentando fugir da minha
presença, mas você depende de mim para
sobreviver e assim prosseguir na sua
fuga". Queridos, há um elemento
importante aqui. Jonas, ao fugir de
Deus, ele tornou-se um instrumento de
aflição para os marinheiros que estavam
à sua volta. A sua desobediência trouxe
consequências não apenas para si, mas
também para todos aqueles que estavam ao
seu redor. Isso nos ensina muito, meus
irmãos, quando nós estamos em
desobediência ao Senhor, quando nós
estamos determinados no pecado, as
nossas ações, os nossos pecados, eles
podem trazer problemas para aqueles que
estão à nossa volta. podem trazer
problema para os nossos familiares,
podem trazer problemas para aqueles que
estão e fazem parte do nosso ambiente
doméstico. E a gente tem um exemplo
disso no Antigo Testamento. Quem não se
lembra aqui de Acã, quando Deus manda o
povo que estava entrando na terra
prometida ir e destruir Jericó, a ordem
era é para destruir tudo, não é para
tomar nada dos despojos dessa cidade.
Mas Acobedece e a consequência foi para
todo o povo de Israel. Quando o povo foi
lutar contra a cidade de Ai, esse povo
foi derrotado nesse primeiro combate
ali, tudo por causa de Acan. Aqui a
gente tem a mesma realidade. Jonas
estava em fuga. Jonas era o grande
pecador desse barco. Mas olha a
realidade, os marinheiros também estão
sofrendo por causa da sua fuga e do seu
pecado. Logo de início, então, irmãos,
Jonas precisou aprender que ninguém pode
se colocar contra Deus e prevalecer. Nós
podemos até tentar fugir do Senhor, até
tentar desobedecer ao Senhor, achando
que a nossa vontade vai prevalecer, que
nós somos donos de nós mesmos. Mas Deus,
o Deus da aliança, ele confronta aqueles
que fazem parte da aliança. É isso que
Deus está fazendo com o seu profeta. O
profeta achou que ia fugir, ia ter
êxito, mas Deus envia uma tempestade.
Deus usa esses marinheiros para que o
seu profeta pudesse ser confrontado.
Meus irmãos, Deus é soberano para
interromper a nossa caminhada
pecaminosa. E é interessante que Deus
pode agir de maneiras diferentes para
fazer isso. Ele pode fechar uma porta de
emprego para nós quando ele quer nos
confrontar na nossa desobediência. Ele
pode permitir uma enfermidade. E aqui eu
não estou dizendo que toda enfermidade é
resultado de uma desobediência, mas pode
ser. Deus pode enviar uma enfermidade
para nós, permitir uma doença em nós
para nos confrontar diante das nossas
fugas, das nossas desobediências. Meus
irmãos, Deus pode nos quebrar. E é isso
que ele está fazendo aqui com o seu
profeta. Eles estão enviando uma
tempestade enorme, uma situação
complicada, porque ele quer trazer de
volta o seu profeta. A verdade, irmãos,
é que o Deus da aliança, ele sempre
busca os filhos da aliança e ele usa
meios para que isso aconteça. Ele nos
confronta em nossos pecados. Depois a
gente tem então a segunda parte desse
texto que vai agora do verso 7 ao 10. E
nela nós vamos ver que Deus expõe os o
pecado escondido do seu profeta.
Primeiro ele está confrontando o seu
profeta e agora ele vai expor o seu
pecado. Veja comigo aí os versículos 7 e
8.
Versículo 7 diz assim: "E diziam uns aos
outros: Vinde e lancemos sortes para que
saibamos por causa de quem nos sobreveio
este mal. E lançaram sortes, e a sorte
caiu sobre Jonas. Então lhe disseram:
"Declara-nos agora por causa de quem nos
sobreveio este mal? Que ocupação é a
tua? De onde vens? Qual a tua terra? E
de que povo és tu?" Percebam, irmãos,
que além do marinheiro, o capitão do
navio e os marinheiros chamarem Jonas
para orar, de acordo com o versículo 7,
eles resolveram lançar sorte. para
descobrir quem era o responsável pela
aquela calamidade que os atingia. Eles
acreditavam que aquela tempestade era a
expressão da ira de alguma divindade.
Nós leitores do livro sabemos bem quem é
o culpado. Nós sabemos que Jonas é o
culpado, mas eles não sabiam. E a forma
como eles lançaram sortes não é descrita
aqui para nós, mas o resultado é
preciso. O texto diz que Jonas foi
identificado como o culpado. Ele era o
catalisador de toda aquela situação. E
aqui, irmãos, surge uma pergunta. Teria
sido obra do acaso o ato dos marinheiros
lançarem sorte e essa sorte caísse sobre
Jonas, indicando ele como responsável
por essa tempestade? Certamente não,
irmãos. Deus soberanamente usou esses
homens ímpios como instrumentos. Usou o
ato deles de lançar sorte para que Jonas
fosse exposto. Deus conduziu toda a
exposição do seu profeta. É por isso
que, de acordo com o versículo 8ito, os
marinheiros passaram agora a questionar
o profeta. Percebam que eles fizeram
várias perguntas no versículo oito para
descobrir por causa de que ou de quem
lhe sobreveio aquele mal. Embora a sorte
tivesse recaído sobre Jonas, os
marinheiros ainda buscavam uma forma de
confirmar se era ele mesmo o catalisador
daquela tempestade, como se eles
estivessem dando a esse profeta o
benefício da dúvida. Vamos ver se a
sorte que indicou você como responsável,
se está certo. Vamos ver se é isso
mesmo. E aí os marinheiros fizeram as
seguintes perguntas: "Que ocupação é a
tua? De onde vens? Qual a tua terra? E
de que povo és tu?" Vejamos a resposta
aí agora no versículo 9. Ele lhes
respondeu: "Sou hebreu e tema ao Senhor,
o Deus do céu, que fez o mar e a terra".
Queridos, Jonas afirmou que ele era
hebreu e que ele temia ao Senhor. Ele
temia aquele que é o Deus do céu, do mar
e da terra. Os marinheiros, quando
tiveram que enfrentar a tempestade
começaram a clamar aos seus deuses. O
problema é que eles eram pagãos e eles
acreditavam que existia uma divindade
para cada área da criação. Existia uma
divindade do vento, existia uma
divindade do mar, uma divindade do céu,
outra divindade da terra. Mas percebam
que na resposta do profeta para esses
marinheiros, ele diz: "Olha, eu sou
hebreu, eu temo aquele que é o criador
do céu, aquele que fez o mar, aquele que
fez a terra". Ou seja, no íntimo do seu
coração, Jonas sabia que era por causa
dele que aquela tempestade tinha vindo.
Ao dizer isso, ele reconhece que aquela
tempestade havia sido enviada pelo
Senhor, o Deus soberano, que estava
conduzindo aquele cenário para
confrontar e expor o seu pecado. A
tempestade, meus irmãos, estava naquele
exato momento sobre aquele navio por
causa desse profeta. Mas perceba que tem
algo estranho na resposta de Jonas.
Jonas não responde a uma das perguntas.
Ele não revela qual era a sua ocupação.
Qual era a ocupação de Jonas? Ele era um
profeta do Senhor. Mas ele não expõe
isso. Ele não responde isso. Os
comentaristas destacam que em sua fuga
Jonas realmente não estava vivendo como
um profeta de Deus. Ele seria de fato um
profeta de Deus se ele tivesse ido para
Nínive. Mas para onde ele está indo?
Para Taz. Ele está em desobediência ao
Senhor. E talvez isso tenha causado
vergonha ao coração de Jonas. E ele não
fala qual era a sua ocupação. Ele não
fala se ele era um profeta. Ele não
revela isso para os marinheiros. Essa
realidade aqui, queridos, vivida por
Jonas, serve para nós como um alerta. Se
nós não estivermos envolvidos na obra do
reino de Deus, ao modo de Deus, de
acordo com a sua vontade e o propósito
de Deus para nós, nós poderemos também
nos tornar como Jonas naquele navio. As
pessoas dificilmente saberão que nós
somos servos de Deus, que nós fazemos
parte do povo da aliança. Se nós não
estivermos de acordo com a vontade de
Deus, vivendo em submissão à vontade de
Deus, as pessoas podem olhar para nós e
não nos identificar como pertencentes à
aliança, como aqueles que servem ao Deus
vivo, criador dos céus, criador da
terra, criador do mar. Eu acredito, meus
irmãos, e digo isso com tristeza, que
existem cristãos em nossos dias que
vivem como agentes secretos de Deus. Já
viram esse tipo de cristão?
Ele passa 10, 20 anos em um local
trabalhando em uma empresa e ninguém
descobre que ele é cristão. Ele passa 2,
3 anos, 4 anos na universidade e ninguém
o identifica como cristão, como servo de
Deus. Meus irmãos, era assim que Jonas
estava. Por que Jonas estava assim?
Porque ele não estava em submissão à
vontade de Deus para sua vida. Ele não
estava vivendo de acordo com a vontade
de Deus para ele. E o resultado disso,
irmãos, muitas vezes tem sido igrejas
que não são sal da terra, irmãos que não
são sal da terra e não são luz para o
mundo. Igrejas que por vezes estão como
Jonas adormecida. cristãos que estão,
por vezes como Jonas, adormecidos, sem
uma mensagem,
sem uma mensagem que gere conforto, paz,
esperança, sem uma mensagem que possa
trazer uma interpretação correta da
realidade. Olha só, a tempestade estava
tomando conta. Jonas conhecia o Deus
criador de todas as coisas. E ele
poderia trazer uma interpretação correta
para tudo aquilo, mas por estar em
desobediência ao Senhor, fugindo do
Senhor, Jonas não foi esse instrumento.
Jonas não foi esse canal para que a
mensagem do Senhor pudesse vir dessa
maneira. O verso 10 apresenta o
resultado então da resposta de Jonas. O
texto diz assim: "Então, os homens
ficaram possuídos de grande temor e lhe
disseram: "Que é isto que fizeste? Pois
sabiam os homens que ele fugia da
presença do Senhor, porque ele o havia
declarado. Queridos, os marinheiros ao
ouvirem sobre o Deus de Jonas ficaram
tomados de grande temor. Eles
acreditavam em divindades que eram
responsáveis por determinadas áreas da
criação, mas agora é apresentado para
eles um Deus que é o Deus de todas as
coisas. E eles olham para Jonas e
percebem que Jonas estava tentando fugir
desse Deus. Eles ficam então temerosos
com essa realidade. E vejam, irmãos, que
cena impressionante. Os marinheiros
ficaram profundamente impactados ao
saber que Jonas estava em desobediência
a esse Deus. Eles perceberam que não se
tratavam de mais uma divindade ou de uma
divindade qualquer, mas eles estavam
diante daquele que era um alvo do Deus
criador de todas as coisas. E essa
reação, meus irmãos, é especialmente
marcante, porque no versículo 5 eles
estavam aterrorizados com a tempestade.
Mas percebam que o terror, o medo, o
temor dos marinheiros agora muda. Eles
já não estão mais com medo da
tempestade. E a tempestade não tinha
parado, mas agora eles estão com medo do
Deus de Jonas. E eles olham para Jonas e
dizem: "Jonas, o que que você fez? Por
que que você está fugindo desse Deus que
está no controle dessa tempestade, no
controle desse mar? É isso mesmo? Você
quer fugir desse Deus? Esses homens,
irmãos, passaram a temer a Deus mais do
que o próprio Jonas, que afirmava
temê-lo, mas estava tentando fugir da
sua presença. Veja a ironia que a gente
tem aqui. Aquele que dizia temer a Deus
demonstrava, por sua obediência menos
reverência a Deus. Pergunta: Você teme a
Deus?
E o temor que você tem por Deus tem
demonstrado uma vida de reverência ao
Senhor ou não? Como as pessoas olham
para você? Como as pessoas olham para
sua reverência para com Deus? demonstra
um verdadeiro temor para com o Senhor.
Richard Philips comentando esse texto e
fazendo um paralelo dele com a postura
da igreja, destaca que por vezes os
cristãos se perguntam: "Por que que não
há temor de Deus na sociedade à nossa
volta?" Já fez essa pergunta? Por que
que a nossa sociedade não teme a Deus?
Por que que a nossa sociedade, em
questões morais parece distante de um
temor para com Deus? E aí o Richard
Philips responde dizendo: "Olha, a razão
é que há pouco temor a Deus pela igreja.
Aqueles que se dizem cristãos não são
todos que temem verdadeiramente a Deus.
É por isso que a história revela que
verdadeiros avivamentos começaram quando
os cristãos recuperaram uma visão do
grande e santo Deus a quem servem. Será
que nós estamos temendo a Deus como
deveríamos fazer?
reconhecendo a soberania de Deus, o
controle dele, reconhecendo o quanto
esse Deus é digno do nosso temor.
Os marinheiros passaram a temer a Deus
mais do que o próprio Jonas. Talvez,
meus irmãos, temer a Deus seja uma das
grandes necessidades dos cristãos dos
nossos dias. Recuperar a visão do grande
santo Deus a qual nós servimos. Se a
igreja não temer ao Senhor, será ainda
mais difícil a sociedade à nossa volta
temê-lo. Aí agora, então, nós caminhamos
para a parte final dessa grande cena. E
agora nós vamos ver que Deus vai usar
uma disciplina, mas também vai usar a
sua misericórdia para conduzir o seu
servo. Nós veremos isso nos versículos
de 11 a 17. Vejam comigo esses versos.
Primeiro, veja comigo o verso 11, porque
nele nós vamos ter uma tentativa de
solução dos marinheiros. Do 11 até o 13,
nós temos essa tentativa de solução.
Veja comigo primeiro o verso 11 que diz
assim: "Disseram-lhe:
faremos para que o mar se nos acalme?"
Porque o mar se ia tornando cada vez
mais tempestuoso. Os marinheiros, sem
saber o que fazer para o mar se acalmar,
eles começam a pedir conselhos para
Jonas. E, queridos, aqui nós temos mais
uma ironia do texto e o livro de Jonas
está repleto disso. Jonas, em sua
tentativa de fugir de Deus, em sua
resistência, ele estava tentando viver
como se ele não fosse um profeta de
Deus. Mas lá estavam os marinheiros
questionando Jonas sobre o que deveria
ser feito. É como se eles estivessem
dizendo: "Olha, eu acho que você é um
profeta desse Deus. Você deve ter uma
palavra para nós sobre como essa
situação pode ser resolvida. Você tem
alguma palavra desse Deus soberano,
criador de todas as coisas? Você tem
alguma instrução para nós para que a
gente então consiga lidar com essa
tempestade?"
E aí no versículo 12, Jonas então propõe
uma solução. Ele diz: "Respondeu-lhes:
"Tomai-me e lançai-me ao mar, e o mar se
aquiietará, porque eu sei que por minha
causa vos sobreveio esta grande
tempestade." Para Jonas, a situação era
a seguinte: se ele era o problema, então
tá fácil de solucionar. Basta se
desfazer do problema. Queridos, quanta
nobreza a gente encontra agora em Jonas,
né? Primeiro momento a gente vê esse
homem fugindo, esse homem desobediente,
mas agora quando ele olha para essa
situação, ele é confrontado, o seu
pecado é exposto. Agora ele age com
atitude de nobreza. Ele vira para os
marinheiros e diz: "Olha, se eu sou o
problema, e eu sou o problema, vocês
podem me pegar e me lançar ao mar". E se
vocês fizerem isso, vocês então terão
uma solução para a tempestade. Ele é tão
nobre que ele está a ponto de dar sua
vida para que o problema seja
solucionado e para que a vida dos
marinheiros seja poupada.
Será que é a nobreza mesmo da parte do
profeta no que ele está fazendo? Será
que houve uma mudança no profeta aqui?
Queridos, a verdade é que há pouca ou
quase nenhuma nobreza na atitude de
Jonas. Sabe qual deveria ser a resposta
de Jonas? Na verdade, não deveria ser
nenhuma resposta. Na verdade, ele
deveria ter tido uma atitude. E a
atitude é de orar, de se arrepender da
sua desobediência, de virar para aqueles
marinheiros e para Deus e dizer: "Olha,
voltem com o navio porque eu tenho que
ir para outro lugar. Eu estou querendo
ir para Tarses. Eu estou me direcionando
para Tarses. Mas o local para qual eu
devo ir não é Tarses. O local é Nínive.
Ele deveria ter caído de joelhos, se
arrependido e clamado ao Senhor. Lembra
que os marinheiros chamaram ele para
orar? Mas em momento algum ele é
descrito orando ao Senhor. E agora,
quando é dado a ele a oportunidade de
propor uma solução, ele diz: "Olha,
podem me lançar ao mar, podem tirar a
minha vida". Na verdade, irmãos, o
conselho de Jonas aos marinheiros
continuava revelando a sua recusa em
obedecer ao Senhor. Jonas ainda estava
disposto a fazer a sua vontade e não a
de Deus. E ainda mais, Jonas estava
disposto a morrer fazendo a sua vontade,
em vez de submeter à vontade de Deus.
Ser lançado ao mar é pedir a própria
morte. Em outras palavras, Jonas
entendia que era melhor sacrificar do
que obedecer. Era assim que o profeta
estava tentando solucionar o problema. É
melhor sacrificar do que obedecer. Mas
ainda bem, meus irmãos, que para Deus é
melhor obedecer do que sacrificar. Deus
nos dá graciosamente a oportunidade de
obedecer em vez de sacrificar. E sabe
por ele nos dá essa oportunidade? porque
ela não foi dada ao seu filho. Ao seu
filho ele teve que obedecer e ele teve
que se sacrificar. E uma vez que ele o
fez, nós agora temos a oportunidade de
obedecer sem a necessidade de
sacrificar. Por que Cristo fez isso em
nosso lugar? Os versos de 13 a 14 vão
mostrar que os marinheiros tiveram mais
sensatez do que Jonas diante da sua
proposta de solução. Olha o que diz
esses versos. Entretanto, os homens
remavam, esforçando-se por alcançar a
terra, mas não podiam, porquanto o mar
se ia tornando cada vez mais tempestuoso
contra eles. Então, clamaram ao Senhor e
disseram: "Ah, Senhor, rogamos-te que
não pereçamos por causa da vida deste
homem e não faças cair sobre nós este
sangue quanto a nós inocente, porque tu,
Senhor, fizeste como te aprovo". Em vez
de lançar Jonas imediatamente ao mar,
como ele havia proposto, concordando com
a solução, os marinheiros até tentaram
remar, fazer com que o barco puder, o
navio pudessem ir em direção à costa,
mas eles não conseguiram. E eles fizeram
isso porque eles não queriam se tornar
culpados da morte desse homem. Eles não
queriam lançá-los ao mar. Eles tentaram
e eles sim foram mais nobres do que
Jonas. E nós temos aqui, irmãos, algo
impressionante. Nós temos marinheiros
pagãos sem aliança com Deus,
demonstrando compaixão a esse homem.
Enquanto Jonas havia fechado o coração
dos ninivitas, que eram pagãos, que não
tinham aliança com Deus. Olha só, Deus
coloca na vida desse homem homens que
não conheciam esse Deus, que não tinham
aliança com esse Deus, demonstrando
compaixão para com ele. Queridos, Deus
faz isso na nossa vida. Por vezes a
gente deixa de ter compaixão com aqueles
que estão mergulhados no pecado. Por
vezes a gente deixa de fazer isso, mas
Deus coloca pessoas na nossa vida que
estão aí com coração aberto e cheio de
compaixão para conosco. Jonas teve que
lidar com essa realidade. Marinheiros
pagãos que não conheciam a Deus estavam
agindo com compaixão para com ele. E
olha aqui, essa cena aqui é interessante
porque esses homens tinham perdido parte
da carga do navio. O que Jonas estava
trazendo para esses homens era só
prejuízo, risco de perder a vida. Mas lá
estava esses homens dizendo: "Olha, a
gente vai tentar uma outra solução. A
gente não quer lançar você de imediato
ao mar". A gente não quer fazer parte
dessa perda da sua vida, dessa morte
sua. Meus irmãos, que forte repreensão
isso deve ter sido para Jonas. Ele
estava naquele navio justamente porque
tinha endurecido o seu coração contra os
gentios. Enquanto o profeta de Deus
existia a ideia de misericórdia para com
o povo de Nínive, os marinheiros pagãos
demonstravam misericórdia para com ele.
O problema é que mesmo fazendo assim,
mesmo remando, a tempestade não
acalmava. Deus continuava mandando
tempestade. Mesmo tentando aliviar, Deus
mandava mais tempestade e o navio estava
a ponto de ser submergido e então
destruído. Assim, os marinheiros oraram
ao Senhor. Eles reconheceram o poder
soberano de Deus e eles pediram a Deus
para que não os considerassem
responsáveis pelos que est pelo que eles
estavam prestes a fazer. E aí os
versículos 15 e 16 nos direcionam para o
desfecho dessa narrativa. O texto diz:
"E levantaram a Jonas e o lançaram ao
mar, e cessou o mar da sua fúria.
Temeram, pois, estes homens em extremo
ao Senhor, e ofereceram sacrifícios ao
Senhor e fizeram voto." Os marinheiros
então lançaram Jonas ao mar, mas também
temeram em extremo ao Senhor. Eles
ofereceram sacrifícios. Eles fizeram
votos, ou seja, eles se comprometeram
com o Deus de Jonas. E talvez eles
tenham sido convertidos verdadeiramente
ao Senhor. Talvez eles tenham sido
instrumentos desse Deus para levar a
notícia de que é um Deus criador dos
céus e da terra para o povo de Tarses.
Talvez eles foram responsáveis de levar
essa mensagem, sendo que Jonas não a
levaria para este local. Mas e Jonas,
meus irmãos, e que aconteceu com esse
profeta ao ser lançado no mar? Eu
particularmente imagino Jonas sendo
lançado ao mar, fechando seus olhos e
dizendo: "Ah, eu venci. Eu falei para
Deus que eu não ia para Nínive. Eu falei
para ele que para lá eu não iria. Eu
venci. A minha vida vai embora agora,
mas a a minha palavra foi a última. Eu
imagino Jonas caindo no mar, pensando
assim: "Eu venci o Deus criador dos céus
e da terra". Mas aí entra o texto
conhecido, mais conhecido de Jonas. Vem
o verso 17 e diz o seguinte: "Deparou o
Senhor um grande peixe para que tragasse
a Jonas. E esteve Jonas três dias e três
noites no ventre do peixe." Olha o que
Deus faz. é para lançar Jonas ao mar. E
quando Jonas achou que a sua vontade
iria prevalecer, Deus então enviou um
grande peixe para que Jonas fosse
tragado e ele ficou três dias e três
noites no ventre do peixe. Queridos, o
capítulo 1 de Jonas termina com a ênfase
na soberania de Deus. O Deus soberano é
aquele que corrige. Ao lançar o seu
profeta no mar. Ele é aquele que protege
o seu profeta. em um estômago de um
grande peixe. E é a vontade dele que vai
se cumprir e não a vontade do seu
profeta Fujão. Mas esse capítulo,
irmãos, também termina mostrando para
nós que esse grande peixe é uma
demonstração da misericórdia de Deus
para com o seu profeta. Deus poderia
muito bem ter esmagado Jonas quando ele
disse não. Quando ele se dispôs para
fugir, quando em vez de ir para Nínive,
ele desceu para Jope. Deus poderia ter
esmagado esse profeta. Mas não, meus
irmãos, ele deu corda para o seu
profeta. E aqui, de maneira
misericordiosa,
Deus busca o seu profeta e ele o faz
mandando um submarino para buscá-lo. Ele
mandou um grande peixe. Você vai ficar
três dias dentro do ventre desse peixe e
você vai ser poupado. Mas eu vou te
levar de volta porque é a minha vontade
que vai prevalecer. Queridos, é aqui que
o evangelho brilha aos nossos olhos no
capítulo 1 de Jonas.
Meus irmãos, Deus não foi apenas
atrás de Jonas em sua fuga. Ele também
veio atrás de mim e de todos vocês.
Outrora, meus irmãos, éramos nós que
vivíamos fugindo da presença e da
vontade de Deus para as nossas vidas.
Mas Deus não desistiu de me buscar. Deus
não desistiu de buscar vocês.
Deus Pai enviou seu filho para morrer
por cada um de nós, para que nós
fôssemos resgatados da nossa terrível
fuga da vontade de Deus para nossa vida.
E olha, meus irmãos, que se nós
tivéssemos sido bem-sucedidos em nossa
fuga, o que isso teria causado a nós?
Isso teria causado a nossa condenação
eterna. Mas Deus, como belíssimamente
descreve Efésios 2:4, Deus, sendo rico
em misericórdia, por causa do grande
amor com que nos amou, ele nos buscou e
ele nos impediu de continuarmos fugindo
dele. Esse é o evangelho, meus irmãos,
que salta aos nossos olhos no capítulo 1
de Jonas. Assim como a descida de Jonas
ao mar de maneira metafórica salvou os
marinheiros da tempestade, porque quando
lançaram Jonas, a tempestade foi embora.
A morte de Jesus também, queridos, foi
necessária para gerar a nossa salvação,
para que a ira de Deus fosse aplacada,
para que a tempestade da ira de Deus não
nos atingisse.
É a morte de Jesus que verdadeiramente
aplaca a grande e terrível tempestade da
ira de Deus. Mas enquanto a descida de
Jonas nas profundezas do mar foi
resultado da sua desobediência à vontade
de Deus, a morte de Jesus foi por causa
da nossa desobediência. Mesmo não tendo
pecado, Jesus assumiu o nosso pecado e a
nossa morte para nos salvar, para que a
tempestade da ira de Deus fosse
aplacada. Agora, irmãos, o que vai
acontecer com Jonas dentro do grande
peixe? Eu pergunto como se vocês não
soubessem, né? Mas o que vai acontecer
com esse profeta dentro do grande peixe?
Se Deus nos permitir, nós meditaremos
sobre isso no próximo sermão.
Aplicações, irmãos. A vida de Jonas,
fugindo de Deus e da sua vontade é um
alerta para nós. Em rebeldia a Deus,
Jonas foi para uma única direção. E
percebam como isso é aplicado na vida
daqueles que estão em desobediência a
Deus. Jonas foi para baixo. O movimento
todo do capítulo um é o profeta está em
desobediência. é para baixo a sua
direção. Ao ao desobedecer ao Senhor,
ele tentou fugir de Deus como se ele
pudesse fazer isso. O texto mostra que é
impossível. Jonas desce para Jope, de lá
ele desce para o porão do navio e então
ele foi para a barriga do grande peixe.
Ele só não desceu mais porque Deus
enviou um grande peixe para pegá-lo,
pois do contrário ele desceria ainda
mais. Queridos, não há outra direção
para aqueles que se revoltam contra Deus
que não seja ir para baixo. É essa
alerta do capítulo um para nós. A mão do
Senhor derruba aqueles que estão em
desobediência, que querem viver em
desobediência. Aqueles que vivem de
acordo com o orgulho do coração, achando
que são deuses de si mesmo. Deus quebra
essas pessoas. Deus ama seus filhos
demais para deixá-los seguir
tranquilamente em desobediência.
Deus, ele confronta, Deus expõe o
pecado, Deus disciplina e ele faz isso
com misericórdia. Irmãos, o Deus da
aliança busca aqueles que tentam fungir,
estão e fazem parte da aliança. Por
isso, queridos, nessa noite, peça perdão
a Deus por suas fugas da vontade dele.
Toda vez que você desobedece ao Senhor a
palavra do Senhor, você foge do Senhor
ou tenta fugir dele.
As nossas desobediências são fugas de
Deus.
Peça nessa noite perdão ao Senhor.
Reconheça diante do Senhor as vezes em
que você resistiu ao seu chamado e
escolheu seguir o seu próprio caminho
como se ele fosse o melhor para você.
Mas ele não é o melhor para você. O
caminho do Senhor é o melhor para você.
Renda-se a vontade de Deus para sua
vida, não para que você seja salvo ou
aceito por ele, porque em Cristo Jesus
você já recebeu a plena aceitação e
salvação. Antes, faça isso como resposta
de gratidão e amor por tudo que Deus
realizou por você em Cristo Jesus. E
lembre-se, meus irmãos, estar no centro
da vontade de Deus não é apenas um dever
para um cristão. É o melhor e mais
seguro lugar onde nós podemos viver. Não
façamos como Jonas,
que tentou fugir do Senhor e desobedecer
a vontade do Senhor. Isso trouxe
complicações para a vida de Jonas. Que
nós possamos viver no centro da vontade
de Deus. Peça a Deus nesse momento para
que ele te ajude a viver dessa forma.
Vamos orar. เฮ
[música]

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