Religião Estranha – BTCast 647
26/05/2026
Religião Estranha – BTCast 647
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Muito bem, muito bem, muito bem! Está no ar mais um BTCast! Neste episódio, Rodrigo Bibo e Luiz Henrique mergulham em um tema fascinante e provocativo: a estranheza do cristianismo nos seus primeiros séculos. Em um mundo moldado pelos valores do Império Romano, os cristãos eram vistos como um povo estranho, suspeito e até perigoso. Ao longo da conversa, refletimos sobre como a fé cristã nasceu como uma presença profundamente contracultural, desafiando estruturas políticas, religiosas e sociais do seu tempo. O que fazia o cristianismo parecer tão escandaloso para os antigos? E será que, em muitos contextos atuais, perdemos justamente essa dimensão estranha e subversiva do evangelho ao tentar torná-lo aceitável demais? Um BTCast para quem deseja compreender melhor os primeiros cristãos e repensar o lugar da igreja em uma cultura que, muitas vezes, prefere um evangelho domesticado.
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Fonte: Bibotalk
Legendas automáticas:
Começa agora o BTC. Teologia é nosso esporte. Muito bem, muito bem, muito bem. Começa mais um BTC de número 647. Eu sou Rodrigo Bibo e nem todo crente estranho é de fato crente. >> Olha aí, >> ou cristão. >> Olha aí. Eu sou Luís Henrique e eu sou o estranho da sua igreja. Esse é um recado para o Víctor Fontana. Tá vendo? Nossa, [risadas] que que é isso, gente? Estamos aqui em loco, ao vivo, olha que legal poder tocar na sua mão para falarmos sobre uma religião estranha, para falarmos sobre como os cristãos do primeiro século eles eram estranhos à cultura do seu tempo. E cara, e como é que pode? A gente vai entender um pouquinho o que que o que que a gente quer dizer com essa religião estranha, mas vamos lá. O que eu quero dizer é o seguinte, Luiz, a gente teve recentemente uma fala de um líder religioso >> que ela ela se popularizou, né? Ela ela ganhou aí uma certa notoriedade porque ele demonstrou ali, enfim, né, racismo, xenofobia, né? Ele disse que quando ia em determinada região do Brasil sentia mais demônios e tal, >> movido por uma teologia específica. >> Isso, uma teologia muito errada, enfim, uma teologia bem complicada. E e a gente não tá citando o nome porque o objetivo não também, enfim, já passou, já era. Porque eu nem quero chamar atenção pro racismo e pra xenofobia desse líder religioso, né, e dessa péssima teologia. Mas antes dele falar o absurdo que ele falou, ele falou que eu estava não, porque sabe quando a gente tá muito ligado em Deus e a gente fica até meio estranho, né? Weird. Ele usou a palavra weird e tal. E isso é meio patético assim, né? Tipo, não, porque ele é tão crente, ele é tão próximo de Deus, que ele acaba ficando estranho. Só que será que só que será que será que será será? Tu assiste Fron, essa série é maravilhosa no Global Play e na abertura tem a música que será será? Tu assiste, Isa? >> Nossa, meu Deus do céu. Nessa episódio não. >> Sim, não, eu tô atrasado, Isa. Eu tô atrasado. A Isa é a nossa a nossa filmmaker aqui, mas é uma baita série. E na abertura tem uma parte que é cantada em português. Então, o que será? Será? Whever be. Eu não sei cantar inglês, mas vamos lá. O assunto é >> voltando, >> voltando. TDAH, eu não, eu, cara, hoje aconteceu um problema com o meu TDH, por >> eu tô, eu tô tomando três remédios, >> que é dois é para calvice e um é o meu remédio TDAH. Na hora que eu fui tomar, eu eu já tomei o do TDH ou não? Aí, mano, na dúvida é melhor não tomar para não ter uma superv é daquela marca que a gente não pode dizer o nome, que nós não é da manual que não me patrocina. Não, não, não é, manual, vem >> não, pode, pode vir, manual, mas não, eu tô fazendo um tratamento tal, enfim, outro aí. Mas eu eu não tomei, eu não sei se eu tomei o Liberdia ou não. >> Ah, entendi. >> Então, mas vamos lá agora. Vamos lá, gente. Fica com a gente. Não desiste. Não desista desse podcast. Não desista de nós. Vamos lá. Mas será que os primeiros cristãos, Luíes olhariam para nós hoje? >> Hum, >> e reconheceriam que nós somos descendentes deles? Será que ao eles olharem esses crentes estranhos que se denominam estranhos, né, com essa espiritualidade muito esquisita, eles olhariam diz e e diriam: "Tá aí o a o fruto da nossa obra". >> Olha, interessantíssimo. Interessantíssimo. Eh, eu eu posso devolver uma outra pergunta? Você não precisa responder, mas eu acho que é uma pergunta para nos colocar dentro do assunto. >> Será que o minha pergunta não colocou? Tá bom. col colocou, mas dentro do imaginário do primeiro século, né? Será que haviam distintivos eh simbólicos dos cristãos no próprio primeiro século? >> Distintivos simbólicos. Eu consigo pensar em alguns tinham, né, >> práticas. Eh, nós temos, por exemplo, na nossa sociedade o crente sendo reconhecido como aquele que carrega Bíblia debaixo do braço. >> OK? [roncando] se ainda eh permanece no meio da nossa sociedade, do nosso imaginário, o crente que é tá vestido de terno, está com a Bíblia debaixo do braço, sai determinado horário no domingo, sempre é horário de jogo da da série A, série B, entre outras coisas. Hum. >> Eh, por esse tipo de de pensamento, eu acredito que sim, que os cristãos do primeiro século, eles olhariam para nós e falariam: "Hum, interessante isso. Existe uma certa prática entre eles que se assemelham a nós." Por exemplo, >> por exemplo, >> aí ao culto. >> Mas aí eu vou te colocar um negócio. >> Então, coloque, vai. >> Por quê? >> Nós vamos ao culto e nos dirigimos a um lugar >> Uhum. que a gente chama de templo. >> Sim. >> E na cultura majoritária evangélica é a casa de Deus. >> Maravilha. >> E os cristãos do primeiro século, eles eles iriam olhar: "O quê? Vocês voltaram pro judaísmo. Hum. >> Roma venceu. >> Coisa boa. >> Por quê? Porque se a gente a a a esquisitice do primeiro, uma das esquisites do primeiro século, é que Jesus vem com uma parada que é o seguinte, mano. Não é nem aqui, não é nem em Jerusalém, eu procuro adoradores que me adoram em espírito em verdade. Ou seja, não tem mais monte sagrado, não tem templo, não vai sobrar pedra sobre pedra. Agora eu sou a casa de Deus. Porque os, eh, obviamente que os cristãos em Jerusalém eles até iam ao templo. >> Sim, >> mas era mais uma questão eh de também um ponto de contato missionário do que de e talvez até também uma memória ainda, né, religiosa e tal, mas quando Paulo entra na jogada e isso vai isso vai ficar ainda muito mais claro >> na junção dos gentismos. >> Exato. Daí entra, né? Ou seja, galera, Deus não habita mais em templos feitos por mãos humanas. Uhum. >> E isso era muito esquisito pra galera, tanto para o judeu quanto para a religião romana. >> É por isso que eu disse que em partes aíes, né? Porque eles como assim vocês chamam isso, vocês estão chamando isso aí de casa de Deus? Vocês são maluco, gente. >> Então, é só partimos do princípio de que quando o cristianismo ele começa a ganhar força dentro da sociedade, a gente leva em consideração que o cristão, ele tem alguns hábitos muito diferentes das religiões já instituídas até então e da dinâmica do Império Romano. Então, você olha, por exemplo, para o império. O império fazia questão de cooptar determinados lugares sagrados e ressignificarem a partir do momento em que aquele lugar fosse uma espécie de prestação de serviço para o próprio governo e para a dinâmica estrutura do governo imperial. Uhum. >> Então, todo culto ele tinha resquícios de um uma identidade nacional, >> ou seja, não existe uma conformidade nacional, >> não existe religião grátis, >> não. Exatamente isso, né? Até porque a gente precisa levar em consideração que no no mundo de em que Jesus vive, que os cristãos eles nascem, é um mundo em que você tinha uma espécie de de ah, como que eu posso dizer? você vocês tinha você tinha uma espécie de ação social que provinha dos templos, tá? A gente pode observar que o próprio templo de em Jerusalém era um lugar para a administração, para recolhida de ofertas, para o pagamento, para organizar golpes de estado. >> Golpes. Exatamente. >> Para organizar inclusive a crucificação de quem estava se identificando como rei dos judeus, que é o caso de Jesus de Nazaré. Então você tem realmente no primeiro século o o templo sendo articulado para isso dentro do judaísmo, mas também os templos das divindades do primeiro século e que o símbolo e o ritual eles eram algo específico da sociedade vigente. Só que quando um povo começa a se reunir, por mais que eles adotem um determinado símbolo, mas é um símbolo muito etéreo, tipo o corpo e o sangue de um certo Jesus, né? Inclusive, existe toda uma acusação aos cristãos de que eles estavam cometendo uma espécie de canibalismo. >> Exato. Isso aí é era uma estranheza mesmo, né? Porque, tipo assim, como assim corpo e o sangue? Essa ideia de eles são eles estão bebendo sangue, comendo o corpo de alguém, né? E não era uma estranheza lógica, era uma estranheza de difamação. Então, era utilizado inclusive para difamar, né? Inclusive você tem uma pichação antiga encontrada no primeiro século que que mostra um homem crucificado com uma cabeça de cavalo. Isso era uma forma também de satirização a esse movimento que não era tão bem compreendido. E aí esse povo ele se reúne, ele tem um símbolo que é um símbolo que é algo muito comum que é a comida, >> é partilhar a mesa com pessoas ao qual não fazem parte da sua família >> e que ao qual o páer famílias daquela casa, por sua vez, não era o que regia todos esses outros. Na verdade, era uma festa de comunhã, era uma festa de dádiva, era uma festa em que as pessoas elas se organizavam para comer conjunt conjuntamente e celebrarem a vida e a memória de Jesus de Nazaré. Uhum. >> E ah eles não têm determinadas partes, por exemplo, eles não sacrificam. >> É, aí eu a gente vamos dar uma pausa até pra galera poder acompanhar. >> Vamos entender o seguinte, galera. Você tem o judaísmo que conseguia ter uma liberdade religiosa ali em Roma. Por exemplo, o judeu não precisava adorar a César. Ele não precisava. O acordo que eles fizeram é o seguinte: "Olha, a gente ora pelo César, mas não a César". Então eles tinham lá. >> Os cristãos já começam por aí. Eles não é nem esse acordo. É uma galera que sai do judaísmo. >> Uhum. >> E não, o Krius não é César. É. E não, a gente não vai orar nem pelo imperador. Já começa a ter um rompimento aí também. Outra coisa, esse lance de não ter os sacrifícios, até a questão dos impostos e por aí, o temp não tem um templo, >> né? a gente não tem um templo e tem uma outra parada e eu queria que tu explorasse isso. >> Vou até colocar um um disclaimer. Os as contribuições monetárias dentro dessa comunidade era pro auxílio da própria comunidade. >> Exato. >> Você não tinha um repasse público. Você fora que a gente >> e a gente tem até alguns casos em que a atividade dos cristãos mexeram no comércio local, né? Não atou. O apóstolo Paulo, ele fala sobre a presença dos cristãos mercados que ficavam lado dos templos. A a ideia de não comer de comida oferecida na mesa dos ídolos, justamente para não se identificar com o ritual e culto desses, porque eles são separados. E aí vem a coisa mais porque assim, Roma tinha esse lance que eu queria que tu comentasse da dessa religião que eles tinham que proteger o lance da religião. >> Positivo. >> E outra, eh eh até o Nijai ele fala o seguinte, né? Olha, Roma tinha muito esse cuidado de dar a religião na mão do povo. >> Uhum. >> Entendeu? Não, não. Nós precisamos controlar a religião. Então, por exemplo, Roma tinha todo um controle religioso, tinha os sacerdotes e tal, era tudo muito controlado. Ah, tem esses judeus aí, não é? Beleza, a gente também, eles estão no nosso bolso, né? Ele, a gente controla aqui o, eles têm a liberdade deles, hoje em dia, enfim, [risadas] enfim. É, aí, mas a gente controla esses judeus e tal. Eles até lá adoram jeito dele, mas eles estão aqui pagando os impostos, estão tudo sobre nós. Tanto que o julgamento de Jesus passa por Caifás, enfim, os sumos sacerdotes e o Pilatos, né? Então tem essa Herodes e Pilatos estão ali. >> De repente os cristãos é uma parada completamente, é literalmente a religião na mão do povo. >> Exato. Exato. >> Construído na casa do povo. >> Na casa. Ou seja, os as casas se transformavam pelo menos uma vez na semana no templo desse tipo de de gente estranha. >> E isso, cara, como é que os cristãos conseguiram? Porque isso era muito estranho. Isso é a religião estranha, esquisita, entendeu? Porque eles comiam o corpo de alguém, bebiam sangue de alguém, né? Eles não reconheciam César como eh como o o o senhor o o Krius, né? Ah, é o Kaiser, né? Né? não reconheciam e tipo e a gente não tem templo e, né? Então eu queria entender um pouco essa estranheza, porque a gente vê isso no livro de Atos, né? É uma religião muito estranha porque ela é uma seita do judaísmo, né? Por assim dizer. O cristianismo ele surge como uma separação do judaísmo, uma seita do judaísmo e vai ressignificando tudo. E outra, para eu encerrar a minha pergunta. >> Uhum. >> Eles estão seguindo. Não é? Tu nem sabe mais onde eu tô indo, né? Eu tô falando dessa estranhez. Tu tá me acompanhando? OK. Não, e para finalizar a minha pergunta e pra galera também sacar o que eu tô dizendo, eles estão seguindo um cara. E aqui eu tô, né, desculpe a minha falta de reverência, né, mas eu estou, eu finge que agora eu sou um romano, >> homem palestino do primeiro século, um tal de crestos, né? É, eles estão seguindo um cara que foi crucificado por Roma. E detalhe, né, a cruz como símbolo, né, do poder romano e nós sacrificamos, né, ou crucificamos, não era bem o sacrifício, né, não sei se era um sacrifício aos deuses deles. Isso eu não sei, não sabia dizer, mas nós crucificamos baderneiros. >> Isso. >> Ou seja, a gente crucifica quem quer tirar a paz da religião e a paz do >> inimigos do império. Então, ou seja, e aí surge uma galera dizendo que não, a gente segue esse que vocês mataram. Ótimo. Ótimo. Não é >> isso é louco, mano. Isso é muito doido. >> Sensacional. Bibo. Qual que é a grande questão quando a gente fala sobre a relação do império romano e da religião? A religião é esse braço incontestável de controle social. >> Uhum. E alguns grupos específicos, como no caso dos judeus, e, inclusive toda a administração ocorrida ali no templo de Jerusalém, eram feitas sob determinadas eh condições. Primeiro lugar, vai ser um centro administrativo, então vocês cuidem disso, vai ser um centro também de político, mas vocês ficam incubidos de lidar com as suas com seus próprios problemas. problemas dentro da sua própria religião. Então, o Império Romano, a princípio, ele não vai entrar eh de frente com Ogeriza ao cristianismo. Antes ele vai eh terceirizar o problema da religião que sai da religião judaica para a própria religião judaica. Então, quando você observa nos julgamentos do apóstolo Paulo, quando você observa no julgamento do próprio Jesus, existe toda uma terminologia dizendo: "Eles estão causando algum tipo de baderna na sinagoga". >> Uhum. >> Que era o acusação, inclusive aos apóstolos. Eles estão causando algum algum tipo de baderna aqui mesmo nessa região. És tu, rei dos judeus? tu o dizes. Então, quando olhamos para essa pra linguagem do Novo Testamento, pelo menos no começo, Evangelhos, comecinho de Atos, nós começamos a observar que o problema não estava diretamente para o Império Romano. O cristianismo, ele não é homogeneriza para o império romano, é homogeriza para o judaísmo. E o judaísmo que tem as benesses de estar debaixo do Império Romano, pagar os impostos, mas ter uma liberdade identitária e étnica, eh, começa a se incomodar disso. Por quê? Porque imagine que ah eles estão livres de prestar oculto a ao Imperador Romano por conta disso. Aí vem uma seita debaixo do judaísmo. E essa seita debaixo do judaísmo começa a dizer que eles acreditam no verdadeiro Messias. a princípio, uma crença fundamental dos próprios judeus e eles começam a faltar naquilo que seria o culto ao imperador ou o culto romano e isso começa a causar determinados problemas. só se torna um problema para a própria o próprio Império Romano em uma segunda leva de cristãos e na na penetração social do cristianismo ali eh nas cidades que são provincianas do império e que possuem um centro administrativo grande. a partir dali que os que os romanos vão olhar para os cristãos, vão falar: "OK, é um problema". Porque se eles estão dizendo que um tal de Jesus de Nazaré é de fato o Krius, aí a gente eh lembra muito da inscrição de Prien, uma inscrição datada que fala a respeito do do imperador como aquele que traz a paz, aquele que reconcilia, aquele que vence a as guerras, aquele que estabelece a ordem e a linguagem do apó. Exato. O evangelho, né, quando Marcos começa, né, evangelho de Jesus Cristo. Aham. Isso se um romano vai ler o como assim o evangelho não é de Otávio, né? Tipo, isso, exato. E aí o o imperador romano fala: "Não, é, é César". E aí os cristãos vão falar: "Não, mas Krius é Jesus de Nazaré, é Jesus Cristo, é Jesus Messias". >> E por isso que era o o Gupta vai falar que é uma religião perigosa em última análise, né? Mas cai na consciência do Império Romano apenas um num desdobramento dessa religião como algo muito autossuficiente do judaísmo. Por quê? Eles não precisam da sinagoga, >> eles não precisam dos grandes eh centros administrativos da fé, como os Betffar, que são as casas aonde tinham o os rolos. Eles não estão ligados diretamente, administrativamente, a todas as facções judaicas presentes ali no primeiro século. Antes disso, eles estão autossuficientes. Eles estão inclusive aderindo pessoas que não estão restritas a uma etnia. Ou seja, aquela que aquele que vem de uma barriga que não é judia, está aderindo essa fé e está contrariando a fé majoritária. >> Uhum. >> E aí isso é um problema. Só que é um problema porque criado por quem? Pelo próprio impérium. >> Aí a gente precisa levar em consideração que é o próprio império que cria esse problema, porque os cristãos, a princípio, por mais que eles estivessem dinamitando a lógica eh do pensamento eh do culto imperial, eles não estão fazendo ataques diretamente a à soberanias eh administrativas. É por isso que até de alguma forma eles vão tendo longevidade, por assim dizer. >> Quando a gente pega Romanos 12, >> hum, >> e fala sobre a relação do dos cristãos para com as autoridades, qual que é a fala do apóstolo Paulo? >> Então, ele quer promover justamente a verdadeira paz. >> E a verdadeira a verdadeira paz leva em consideração o contingente. Mas o Império Romano acaba entendendo isso como uma uma espéci uma espécie de rebelia. Por quê? Porque o cristão, ele é afastado do culto eh imperial e colocado dentro de um culto eh comunitário, um culto com outras ah outras dinâmicas. E isso dentro do sistema acaba, infelizmente fazendo com que ou felizmente no caso, né, fazendo com que o próprio império ele rua por dentro. Tanto que a eh os pais cadócios eh e os pais da igreja muitas vezes vão ter que se justificar ou justificar em relação ao império eh em determinadas cartas a plausabilidade do cristianismo coexistir com o império. Por quê? Porque na lógica e na ideia de perdão, na ideia de amor, na ideia de bondade, de dádiva, da relação das dádivas, é que o Império Romano começa a perder. >> Uhum. Exato. É, ou seja, a um grupo de pescadores, né, eh, um grupo de mulheres, ou seja, de pessoas bem outsiders mesmo da sociedade, começa a implodir o sistema, por assim dizer, >> por meio de bondade, amor, por meio de serviço, né? É aqueles que ajudam até os nossos, né, como vai dizer o imperador romano, na apologia, né? >> É aqueles que ajudam até os esses ateus, ou seja, os cristãos eram ateus. Por quê? porque não acreditavam no imperador como uma divindade. Então, aqueles ateus que ajudam até os nossos, né? [roncando] Então, ou seja, eles vão dinamitando toda essa estrutura de dentro, sabe? Mas, cara, eu queria, eu tava, eu não lembro de cabeça, eu até tava pegando uma cola aqui, mas, por exemplo, Atos capítulo 17, versículo 6, todo aquele contexto lá de Paulo em Tessalônica e tal. E aí quando eles são arrastados, né, porém não os encontrando, arrastaram Jazon e alguns irmãos perante as autoridades da cidade. E olha só, gritando, estes que têm transtornado o mundo chegaram também aqui. >> Exatamente. Então, a fama dos cristãos acaba sendo espalhada e provavelmente foi espalhada pelos judeus mesmo que estavam ali ligados a uma religião muito do templo da na sinagoga, o que rejeitavam Jesus Cristo como o verdadeiro Messias. Hum. >> E esse tipo de de má fama, que nada mais é do que uma boa fama, porque eles apenas se juntavam em lugares públicos, falavam a respeito de uma mensagem, ah, partilhavam e tinham um grande, eh, compromisso para com os pobres, para o quadrilátero, né, da vulnerabilidade. Eh, o pobre, órfão, viúva e >> não sei, eu só conheço três. >> Eh, pobre, órfão, >> órfão, viúva. >> Viúva >> e a mulher. Não, mas aí é entra viúva, né? Eu não lembro qual é o quadrilátero. Esqueci. >> Coloque aí nos comentários. Coloque, abra aqui, Isa. Eu não sei agora. Para mim é sempre o o primeiro que é a verdadeira da religião é cuidar do órfão e da viúva, né? Classe mais. >> Exatamente. Exatamente. >> Agora o o quatro aí >> os mais velhos. Vamos colocar os mais velhos. Deixa, se você lembra, coloque nos comentários, ajude aqui esses podcasters. >> Então, existia esse tipo de cuidado para com a esses que são seriam os mais vulneráveis, mas a princípio tudo isso que eles faziam já seria o suficiente para poder causar uma determinada eriza. E essa geriza, ela é comprada pelo império, junta isso. E aí você tem as perseguições, por exemplo, que o próprio apóstolo Paulo, >> é porque tu até uma coisa que tu falou ali no começo e tal, que não não era uma coisa que Roma se preocupava tanto e tal, né? Tanto que Jesus não tá em documento, você tem ali uma ou duas citações e tal, tipo, eh, não é uma coisa que não foi um big deal, né, ali pro Império Romano no primeiro século. Então, tem uma menção e tal, enfim, eh, aqueles que seguem a crestos que tu mencionou aí e tal, né? Mas em Atos tem esse lance de os apóstolos estarem perante autoridades romanas, né? Só que eram probleminhas meio que locais e tal, porque quando o judeu diz aqueles que alvoroçam, né, perturbam e tal, é, mas eles estão muito preocupado com essa também e com a hegemonia que não hegemonia, mas com a estabilidade religiosa que eles tinham e com medo que os cristãos pudessem estragar esse rolê que eles tinham com Roma. >> Não haveria nenhum problema em entender o cristianismo como algo benéfico se o cristianismo fosse a princípio, cooptado pelo império. >> Uhum. Esse é o modos operante do Império Romano. >> Vai um lugar, conquista, observa quais são os ritos e a cultura, faz esses ritos e a cultura um degrau pra sua para pro seu poderio e a partir desse poderio você administra esses ritos e e culturas vigentes, locais, para que aquilo retorne dinâmica de temor e e poder do do império romano. Reconhecendo que, né? Mas o cristianismo se recusou desde muito cedo a isso, até por conta da apropriação de determinadas palavras que eram usadas pelo imperador romano, eh, e que o apóstolo Paulo, nas suas cartas usa para Cristo, ah, pela pelo próprio contingente ao qual o Império Romano não se se dedica a cuidar. E aí o cristianismo ele vai lá e preserva a vida daqueles que são rejeitados pelo Império Romano pela ideia de valorizar e dar voz à aqueles que não teriam uma descend uma ascendência aristocrática, se a gente pudesse falar assim, né, de ser de grandes famílias e tudo mais. Existem pessoas de grandes famílias, grandes nomes, inclusive, que fazem parte do corpo de Cristo no primeiro século, que trocam correspondência com apóstolo Paulo e que ajudam a missão e e investem na missão de Deus e principalmente nas comunidades ah primevas. Mas a gente não tem a exaltação desses nomes como espécies de oligarquias ali, pelo menos no começo, né? Antes, eh, o que é feito ali nada mais é do que a voz de pessoas que são periféricas, pessoas que estão ah na clandestinidade da sociedade e que acabam por meio de Cristo sendo inseridos em uma família maior. E essa dinâmica de ser inserido em uma família maior tem as suas próprias convicções pessoais. E por isso e e assim esse é só apenas um dos fatores, Bibo, que mostra um pouco do quanto o cristianismo ele cresce como sendo eh contracultural. >> Uhum. >> Mas ainda assim existe uma espécie de prudência e sabedoria presente não apenas no apóstolo Paulo, que é o apóstolo que nós eh geralmente elencamos aqui no quando nos falamos eh falamos de missão, né? Mas existe uma sabedoria de isso não ser tão eh explicitamente escandaloso, por mais que a mensagem o seja. >> Exato. >> Por mais que a mensagem o seja, >> não sei se vai trazer a escravidão aqui pra conversa, né? >> É >> porque é é pode ser um ponto, né? Por exemplo, você não tem uma palavra clara do apóstolo Paulo, tipo, eliminem a escravidão, né? Não tem, >> não tem, >> não tem. Porque primeiro que ninguém pensava isso, ainda que o Nijai até vai falar que existiam alguns grupos eh como os Esênios que eram bem contra mesmo a questão da escravidão, mas também, né, não era um grupo que tinha uma certa expressão. O apóstolo Paulo entende que, cara, bater de frente contra isso, talvez elimine na raiz o nosso movimento. Então, o que que ele traz? Trate como irmão, né? Carta Filemon é isso, olha, trate como irmão e tal. Então assim, obviamente que a gente sabe que infelizmente muitos, né, senhores de escravos utilizaram palavras do Novo Testamento para eh cultivarem e perpetuarem a escravidão. >> Mas esse não era um problema sécul Exato. Não era um problema do primeiro do primeiro século. Mas ao mesmo tempo, muitos cristãos também utilizaram a Bíblia para promover, né, a libertação. O próprio, né, cara que tá ligado aí à abolição da escravatura lá, o o como é o nome dele? O Wer Force, ele é um cara cristão, Johes. Trocava correspondências, segredos. E e até mesmo >> a gente tem um um BTC, John Wesley e a escravidão, alguma coisa assim, tá maravilhoso. A gente vai tentar botar aqui na descrição. Glória Fitb. Eu acho, >> não sei se é com a Glória ou com algum irmão que eu não lembro o nome que escreveu sobre isso, né? Eh, nós temos no Cristian, mas quando o Paulo ele vai dar essa dica, eu gosto muito do que o Stanley Porter vai dizer, né? Isso >> é que o o Paulo ele tem uma determinada sensibilidade e missional e a sensibilidade missional ela tende a ver olhar a a cultura, a o fenômeno, a cidade aonde ele irá iria pregar ou iria eh aconselhar irmãos a se portarem como e entender as dinâmicas de poder, dando base para que eh haja uma certa uma ética gradual. Exato. Ética gradual. Exatamente. Ética gradual. Então o Stanley Portess ética gradual. >> Ah, porque Paulo fala pra mulher ser submissa ao homem, não sei quê. A gente não vai entrar nesse assunto aqui. Leia Ctnia Vfal, né? Mas até mesmo nessas eh eh como é que é? Domésticas, esqueci o nome, ordens domésticas, não é? >> Regras domésticas, >> códigos domésticos. Paulo, ele insere coisas muito distintas do cristianismo ali, né? ao ponto de falar: "Olha, o marido vai sacrificar pela esposa, como Cristo fez pela igreja e tal." E fora que o versículo 21, né? Olha, sejam todos submissos uns aos outros, né? Então isso é já é uma quebra, né? >> Isso de em em Só que, por exemplo, você não tem essa dinâmica sendo repetido conforme a as cartas a Timóteo, que é onde que realmente pega. Mas a grande questão é que existe uma preocupação eh circunstancial de olhar pro campo da missão e falar >> eh aqui nós devemos ir com calma. Os outros conseguem lidar melhor com isso. Mas >> ex vamos inclusive orar pelas autoridades, né? Tipo, né? Vamos respeitar as autoridades, no caso, né? Romanos ali. >> Respeita. E e esse respeito não é uma sujeição que fazia com que eles eh fossem ou sacrificassem a própria fé. Humum. >> Não, o respeito às autoridades é o reconhecimento na ordem cósmica de Deus, daquelas pessoas ali para a providência de Deus e o plano da providência de Deus. O apóstolo Paulo está muito preocupado com a ideia, pelo menos ali naquela parte de Romanos, eh a ideia do mundo vigente e do mundo do porvir e essa nova humanidade. >> Ou seja, os cristãos do primeiro século, eles eram estranhos, esquisitos e, provavelmente, né, por amarem muito a Jesus, né, eh, o Nijai até coloca que eh Jesus Cristo ou Cristo Jesus aparece a cada oito versículos no Novo Testamento tem uma menção a Jesus. Então, eh, o que fez com que a religião cristã eh, né, fizesse esse barulho silencioso, por assim dizer, né, >> para usar um termo bem chat de PT, que é um barulho silencioso. >> Exato. Barulho silencioso, né, no sentido de que, cara, eles, as pessoas eram cativantes, >> tá, >> né? É claro que você tinha um ensinamento de vida eterna, você tinha uma série de coisas muito interessantes no bojo ali da do ensinamento de Cristo, mas o Nijai Gupt ele vai concluir, cara, é as pessoas eram cativantes, né, acolhedoras. Entende? >> Eu tenho um elemento, Bibu, que difere os cristãos ah, da mentalidade hegemônica, que é a ideia de um Deus que habita. O Deus conosco. Pode conosco. Quando nós olhamos para a formação da religião no primeiro século, e aí a gente vai generalizar aqui, tá? Porque nós não temos tempo para olhar os desdobramentos de cada cidade. Se você quiser isso, vai procurar comentário e comentário cultural de cada texto da Bíblia. Mas, hã, de maneira bem generalista, a relação que as pessoas possuíam com a divindade era uma relação muito pautada por pela barganha e uma uma relação muito geolocalizada >> e mediada, >> mediada, geolocalizada por um sacerdote, por um templo >> e e numa relação econômica >> também, >> econômica fortíssima, né? A linguagem econômica da troca, a linguagem econômica da barganha. Então, era necessário que a pessoa fosse até determinado templo, se apresentasse a determinado sacerdote e a esse sacerdote iriam dar as dicas, que seriam os ritos, para que esta pessoa pudesse aplacar a ira divina e, por sua vez, ã, trazer um certo tipo de dádiva ou comprar a dádiva que aquele ser divino poderia oferecer. E essa era a forma com que as pessoas naturalmente viviam. Naturalmente viviam. E aí você tem um grupo eh oriundos de uma dessas religiões que ainda tem uma noção geolocalizada, porque o templo ainda estava de pé, o templo estava sendo reconstruído, na verdade, e que eles olham para pro templo e falam: "Não está aí". Eles olham para os sacerdotes e falam: "Não está aí." E eu acho muito interessante, Bíblia, porque eh até mesmo eu acho que que isso se justifica na literatura de Lucas. Quando eu olho para pro livro de Atos, você vê que o começo do livro de Atos é uma grande manifestação de uma parte dos 12 apóstolos. Aí acontece o problema das viúvas e das ofertas ali na igreja específica, principalmente da por conta de uma questão eh étnica. E aí você tem uma cisão e os apóstolos dizendo: "Ó, esse não é o nosso problema. >> Nosso, a a nós foi conferida a pregação ah do evangelho. >> Exato. >> E aí você tem a instituição dos diáconos. Você pode perceber, Bibo. >> Hum. os apóstolos não aparecem mais. Aquela liderança que poderia ser a liderança considerada como sacerdotal dentro da religião, o espírito dinamiza para que seja os diáconos. >> Depois vai ter inclusive a a menção a um apóstolo, mas um apóstolo que não é dos 12. >> Uhum. E aí você tem o espírito dinamizando a missão da igreja. E nessa dinamização, a diluição e a compreensão plena de que qualquer um pode ser utilizado pelo espírito, qualquer um pode ser capacitado pelo espírito, >> não? E e outra é um reino de sacerdotes. >> Aí é onde entramos, né? Então, todos são sacerdotes. Ou seja, eu não preciso mais de um mediador. É, é a religião na mão do povo. É um um grande perigo. E aí eu não tenho um templo, eu não tenho um sacerdote e a barganha com a divindade. Ué, >> é graça. >> O grande evangelho é o Deus que se dá. >> É o Deus conosco. >> Ao contrário de Eva que toma e come, do primeiro Adão que toma e come. >> Uhum. >> Eh, Jesus de Nazaré, o segundo Adão fala: "Tomai e comei". Exato. Que é a subversão do do Éden, né? A a ceia da a mesa da ceia. O tomar e comer é ressignificado, né? Restaurado. >> É estranho demais, mas olha quando é apresentado, ganha um significado. Fala, >> então é isso. >> Uhum. Uhum. Que coisa interessante. E a partir disso, as pessoas elas começam a ser atraídas, porque a prática e a ética do cristianismo começa a ser assentada a partir do grande evangelho. Evangelho deum. >> E aí é o seguinte, né? É por isso que quando a coisa vai caminhando no decorrer dos séculos e o cristianismo começa a deixar de ser estranho para ser o padrão, temos um problema, >> temos um grande problema >> que é um problema que E é por isso que, gente, câmera em mim aqui, Isa, ó. É por isso que esse livro aqui do Nijaiigupta, Religião estranha, como os primeiros cristãos eram esquisitos, perigosos e cativantes. Esse lançamento aqui da Thomas Nelson Brasil, eh, ele é fundamental para você entender, sabe, eh, como é perigoso quando nós nos tornamos o status qu, né, quando a gente se torna o padrão, quando a gente se torna e qualquer coisa. Eh, [roncando] eh, esse livro aqui ele ele é muito interessante porque eles mostram realmente o distintivo do cristianismo e o Nijai nos faz ver assim, cara. Então, era assim que os primeiros cristãos agiam. Inclusive até um um parêntese aqui, ele até tem um capítulo dizendo: "Gente, eles não eram perfeitos. Calma lá, né? Calma lá. Eles não eram perfeitos, mas de fato eles eram esquisitos e estranhos. E mas como é que eles, como é que era a esquisitice deles? A estranheza deles? A gente só arranhou um pouquinho aqui. Você pode mergulhar nesse livraço aqui do Ninja Gupta, que é um grande popularizador acadêmico, tá? E é um livro, ó, acessível. Ele tá, ô Luiz, abre a câmera para nós. Isa, ele tá na nossa leitura da da EBT, não >> é? O Religião estranha está nos mantenedores. Teremos um mês em que leremos o Religião estranha, mas da IBT eu vou utilizar alguns insightes desse livro, >> porque o segundo semestre a gente vai se dedicar a a uma espécie de teologia. pastoral do apóstolo Paulista vai entrar, viu? >> Legal. Então tá, gente, esse aqui é um lançamento da Thomas Nelson Brasil, tá? Então assim, uma leitura bem gostosa. O livro Unijai tem uma linguagem acessível, vai por mim, tá? É bom de ler e cara e vai te dar assim um, sabe assim, você vai ler depois que você lê o livro do Nijai, eh, fecha a câmera em mim aqui, Isa. Depois que você lê o livro do Nijegupta, religião estranha, você faz o exercício de voltar pro Novo Testamento e você vai perceber, é como se você tivesse, eu vou dar um exemplo que só quem usa óculos vai entender, mas quando nossa lente tá suja, mano, a gente vê ruim, a gente tem algo irritando a nossa visão aqui. E quando a gente não tem um conhecimento do background religioso, tanto judaico quanto romano, a gente não entende algumas coisas que estão acontecendo ali com os apóstolos, principalmente se você lê o livro de Atos ou algumas declarações do apóstolo Paulo em suas cartas ou até mesmo algumas declarações do próprio Cristo e dos Evangelhos. Então, ler o livro do Nijai Gupta, religião estranha, é como limpar a lente do seu óculos. E, mano, olha esse colorido aqui desse texto. Olha só a clareza agora que você vai ter, porque tem coisas que o Espírito Santo não vai revelar para você, tá bom? Ele vai te ensinar a ler a Bíblia no sentido de devoção, de isso ser guardado no seu coração. Mas para muita coisa você tem que estudar, tem que ler bons materiais. E o Nijai gupta aqui em religião estranha vai ampliar, sabe, o seu conhecimento sobre esse mundo do Novo Testamento. E você vai, nossa, mano, agora o peso dessa declaração, eu entendi o porquê. É tão forte isso que Jesus falou, que Paulo falou, que Lucas falou. Religião estranha de Nijegupta é a sua próxima leitura para entender boa parte do comportamento cristão e das declarações no Novo Testamento, tá? E por falar em EBT, né, Luiz? abre a câmera para nós aqui. Isa, ó, vem estudar teologia com a gente, né? Ó, aqui, ó. Estamos aqui com a turma 07 aberta, tá? É só o link tá aqui na descrição. Se você tiver vendo esse vídeo em outro momento, é o mesmo link e vai tá aberto para você comprar também e vir estudar com a gente Bíblia e teologia, né? Porque é isso que o Luiz tem feito, né? Também tem lido vários livros, né? Com os alunos. Ah, tem eh, né? Feitos respondido perguntas. Nós esses dias fizemos, eu sei que quando sair esse vídeo vai est datado, mas esses dias fizemos uma live surpresa falando da pregação da pastora Helena Raquel. Exato. Que teve uma reverção bem legal. Analisamos teologicamente, pegamos ideias homiléticas, muito legal. Tá sendo um espaço muito bacana para produzir conteúdo teológico e compartilhar conteúdo teóico. >> Exatamente. Então, olha só, primeiro você tem um livro que também já é um bom guia. Segundo, já pensou você ter uma comunidade de pessoas que estão lendo a mesma coisa, né? Ter um tutor teológico, um grupo no WhatsApp? Então assim, a gente te ajuda a pensar o caminho, entende? Chega de informações desconexas na internet e tal, vem pra Escola Bibotal de Teologia que você não vai se arrepender, tá bom? E é isso. Os links estão aqui na descrição deste BTC, tanto e no nosso site o bibotal.com, no nosso canal no YouTube, tem vídeo também. E você que tá acostumado a ouvir no Spotify, agora você pode clicar no link ali também, tá funcionando o link. Ah, Bib, eu não achei mais vocês na Spotify. >> E o vídeo também tá no Spotify. Bib, eu não achei mais o o no Dieser. Não sabemos o que tá acontecendo com a Diesel. Não briguem com a gente. Já mandamos o Douglas, né, que gerencia essa parte técnica nossa aí. Já mand abriu vários chamados. Desconfio que alguém na Dieser não gosta da gente. >> Olha lá, estão coitando porque a gente é muito estranho. É muito estranho. Não, eu tenho uma suspeita porque eu Não, não, não, não. Acabou o podcast, pode ir embora. Mas se você quiser uma fofoca agora, você fica mais um pouquinho. Por quê? Porque eu já estive na mesa. Para, para, para, para, para. >> É, eu o que eu vou falar não tem base. Eu não tenho prova alguma. >> E aí que é mais fofoca mesmo. >> É, é a sensação, né? É o cheiro. >> Não, mas eu já estive num lugar onde tinha alguém que trabalhava na Dieser e eu acho que essa pessoa não gostou da minha pregação, do meu jeito, e falou: "Não vou deixar isso se espalhar aqui na plataforma na qual eu trabalho, porque na época, isso já tem alguns anos, eu já reclamei para essa pessoa: "Pô, mano, me dá uma força lá". E gente, eu falei: "Pô, isso não é palavrão, por favor, >> não é não, não, continua, continua, continua". Eu falei assim: "Mano, é, dá uma força", porque naquela época a Dieser já dava problema, demorava para atualizar no app da Dieser. E a Dieser ela é muito comum entre usuários de uma operadora de telefonia aí, né? Que eu não quero dizer qual é. Então, quem tem essa operadora, plano nessa operadora, eh, a Tim, ah, desculpa, tô meio gripado, é, tem ganha o Dieser, entendeu? Então, pô, é muito bom ouvir aqui o BTQ, porque eu tenho o plano da Dieser já tal junto com a minha operadora. Mas, gente, não é culpa nossa. A gente tentou e tá fora, vem e alguém vai lá e tira. Não sabemos. >> Somos estranhos demais. Para >> estranhos demais. É [risadas] isso, gente. Ficamos por aqui. Voltamos na semana que vem com mais BTC. BT esquece de curtir, comenta aqui embaixo, comenta o Spotify. Eu estou lendo, tá, >> o Spotify. >> Estou lendo Spotify, estou lendo o YouTube. Tá bom. E deixa eu só lançar para terminar. Eu não vou nem deixar porque eu já dei, eu só vou terminar com essa. Aguarde Guilherme Nunes. >> Que é isso? >> Corta, corta, corta. Yeah.