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Rota 66 Português – Levítico 16 | Luiz Sayão | IBNU

Rota 66 Português – Levítico 16 | Luiz Sayão | IBNU

Rota 66 Português – Levítico 16 | Luiz Sayão | IBNU

Levítico 16 apresenta o importante Dia da Expiação, conhecido pelos judeus como Yom Kippur, um momento especial de purificação e reconciliação diante de Deus.

Nesse dia, o sumo sacerdote realizava um ritual único para pedir perdão pelos pecados do povo de Israel. O capítulo destaca a seriedade do pecado e a necessidade de santidade diante do Senhor. O sacerdote entrava no lugar santíssimo com muito cuidado, oferecendo sacrifícios e aspergindo sangue sobre a arca da aliança, simbolizando a purificação do povo.

Um dos momentos mais marcantes era o envio do bode emissário ao deserto, representando a remoção dos pecados da nação. O texto mostra que o relacionamento com Deus exige reverência, arrependimento e dedicação sincera. O jejum praticado nesse dia reforçava a humildade e o reconhecimento da dependência humana diante do Senhor.

O estudo também destaca que todos os rituais apontavam para uma realidade maior cumprida em Cristo, que no Novo Testamento é apresentado como o sacrifício perfeito para remover definitivamente o pecado. A principal lição é que o maior problema da humanidade não é apenas social ou material, mas espiritual, e somente Deus pode trazer verdadeira purificação e restauração ao ser humano.

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Bem-vindo à Bíblia de estudo comentada
em áudio.
Estudo 67, baseado em Levítico 16.
Capítulo 16 de Levítico é um capítulo
muito importante e especial. Ele vai
falar a respeito de um determinado dia
especial quando se fazia uma purificação
em favor de todo o povo uma vez por ano.
Na verdade, esse dia é bastante
conhecido, é o dia da expiação.
como é conhecido entre os judeus, é
chamado de Yonkipur,
o dia quando se faz uma espécie de culto
especial a Deus e que se pratica jejum e
se faz uma avaliação
da vida daquilo que aconteceu no último
ano. O capítulo 16, lendo o texto da
NVI, começa a nos dizer o seguinte: a
partir do primeiro versículo, Senhor
falou com Moisés depois que morreram os
dois filhos de Arão por haverem se
aproximado do Senhor. O Senhor disse a
Moisés: "Diga seu irmão Arão que não
entre a toda hora no lugar santíssimo
atrás do vé diante da tampa da arca,
para que não morra, pois aparecerei na
nuvem acima da tampa." Arão deverá
entrar no lugar santo com um novilho,
como oferta pelo pecado e com um
carneiro como holocausto. Ele vestirá a
túnica sagrada de linho com calções
também de linho por baixo. Porá o cinto
de linho na cintura e também o turbante
de linho. Essas vestes são sagradas. Por
isso, ele se banhará com água antes de
vesti-las. receberá da comunidade de
Israel dois bodes como oferta pelo
pecado e um carneiro como holocausto. E
o texto prossegue falando de todo o
ritual ligado ao dia da expiação ou dia
da purificação
pelos pecados do povo.
E para entender o que de fato acontecia,
é importante dar o devido destaque, que
esse mesmo assunto é destacado, é
discutido no capítulo 23, a partir do
versículo 26. Ah, também em Êxodo 30 é
mencionado. E finalmente tem uma grande
importância no Novo Testamento quando é
mencionado no livro de Hebreus, capítulo
9, versículo 7. A ordem eh como as
coisas aconteciam no ritual do dia da
expiação era o seguinte.
O sumo sacerdote ia até a bacia, que
ficava lá do lado externo, no na verdade
na no pátio do do tabernáculo. E ele
tirava suas vestes comuns, lavava-se uma
espécie de lavagem cerimonial e entrava
no lugar santo e vestia as roupas
especiais ligadas ao dia da expiação.
dia voltado para a purificação.
Ele vestia a túnica sagrada de linho com
calções de linho por baixo e punha o
cinto de linho e o turbante também feito
de linho. Eram vestes consideradas
especialmente sagradas. Depois ele saía
para sacrificar um novilho no altar do
holocausto como oferta pelo pecado de si
mesmo e dos demais sacerdotes. Lembre-se
que no tabernáculo nós tínhamos um altar
pequeno que ficava no lugar santo, que
era o altar de incenso. E o altar maior
externo era o altar do holocausto, onde
eram feitos sacrifícios.
Depois disso, conforme nós podemos ver
no versículo 11, ah, ele entrava então
no lugar santíssimo, que era exatamente
o lugar onde Deus diz para Arão, não
fique entrando sempre ali, onde ficava a
arca da aliança, que era o lugar
especialmente sagrado. Ali ele entrava
com parte do sangue do novilho, com
incenso e com brasas vivas do altar do
holocausto. O incenso era colocado sobre
essas brasas vivas e a fumaça do incenso
ocultava a arca, não dava para ver
direito. O texto nos diz ah literalmente
que ele pegará o incensário cheio de
brasas do altar que está perante o
Senhor e dois punhados de incenso
aromático em pó e os levará para trás do
véu. porá o incenso no fogo perante o
Senhor e a fumaça do incenso cobrirá a
tampa que está acima das tábuas da
aliança, a fim de que não morra. Então,
veja que ritual assim extraordinário e
diferente. Em seguida, ele aspergia a
parte do sangue do novilho sobre a tampa
da arca, também chamada tampa do
propiciatório. E diante dela o sangue
era espirrado assim, aspergido ali em
volta. E aí ele saía do tabernáculo e
lançava sortes entre dois bodes para
determinar qual deveria ser sacrificado
e qual deles ia ser ah enviado para o
deserto, que muitas vezes é chamado de
bode emissário.
Diante do altar do holocausto, o sumo
sacerdote então sacrificava o bode que
tinha sido escolhido ou melhor ah
sorteado para a oferta pelo pecado do
povo. E então voltava agora pela segunda
vez para o lugar santíssimo, para
aspergir o sangue do bode diante da
tampa da arca sagrada e sobre ela. E
então depois disso, ele voltava ao lugar
santo, ainda dentro da tenda do
encontro. Quer dizer, ele saía do lugar
santíssimo, voltava de detrás do véu e
aspergia ali o sangue do bode. Então,
saía até o altar do holocausto lá fora
no pátio e o aspergia com o sangue do
novilho e do bode, um a favor do dele
mesmo, outro do povo. Enquanto ele
estava ali no lado externo, no pátio do
tabernáculo, ele põe as duas mãos no
segundo bode, que é aquele que é o
emissário que vai ser mandado para o
deserto. e simbolizava assim a
transferência a este bode do pecado de
Israel e o mandava então para o deserto.
Este bode às vezes chamado de a bode que
vai para Azazel. O homem que levava o
bode embora, depois de ter cumprido a
tarefa, lavava-se a si mesmo e as suas
roupas fora do acampamento. O versículo
26 nos revela isso antes que ele pudesse
voltar e estar de novo no meio do povo.
Então o sumo sacerdote entrava no lugar
santo dentro da tenda, tirava aquelas
vestes especiais. Depois ele saía, ia
até a bacia para se lavar e vestir as
roupas normais, comuns de sacerdote. E
para o sacrifício final, então ele saía
até o o o altar e oferecia um carneiro
como holocausto a favor de si e outro
carneiro a favor do próprio povo. Sim, a
o dia inteiro dedicado a este ritual, a
conclusão disso é que era a remoção dos
sacrifícios que representava as ofertas
pelo pecado a um lugar fora do
acampamento. Ali o homem que cumpria o
tal ritual banhava-se e lavava as suas
roupas antes de poder voltar entre o
povo. E nós lemos então o desfecho do
texto do capítulo 16 falando da
importância desse dia que mostrava a
ideia a assim de uma remoção do pecado
do povo, um sacrifício especial que vai
nos remeter depois à obra de Cristo. Nós
lemos no versículo 29 a importância
desse dia, que aliás entre os judeus até
hoje é um dos dias mais importantes,
mais sagrados e especiais. Até judeus
que não são tão religiosos dão um valor
especial ao Yonkipur, que acontece
geralmente no mês de outubro, ah, um
poucos dias depois do famoso Raxhaná, ou
seja, do ano novo judaico. E o texto nos
diz: "Este é um decreto perpétuo para
vocês. No 10o dia do sétimo mês, vocês
se humilharão"ão. Essa palavra se
humilhar tem, na verdade, o sentido de
jejuar. Por isso que os judeus fazem
isso no Yonkipur e não poderão realizar
trabalho algum, nem o natural da terra,
nem o estrangeiro residente, porquanto
nesse dia se fará propiciação por vocês
para purificá-los. Então, perante o
Senhor vocês estarão puros de todos os
seus pecados. E esse lhe será um sábado
de descanso quando vocês se humilharão,
isto é, farão jejum. É um decreto
perpétuo. O sacerdote que for ungido e
ordenado para suceder seu pai como sumo
sacerdote fará a propiciação por as
vestes sagradas de linho e fará
propiciação pelo lugar santíssimo, pela
tenda do encontro, pelo altar, por todos
os sacerdotes e por todo o povo da
assembleia. Este é um decreto perpétuo
para vocês. A propiciação será feita uma
vez por ano por todos os pecados dos
israelitas. E tudo foi feito conforme o
Senhor tinha ordenado a Moisés. Então,
encerramos aqui hoje o estudo sobre o
famoso dia da expiação, o dia de
purificação, o Yonkour de Levítico,
capítulo 16.
E eu já chego com uma pergunta
interessante, refletindo aquilo que se
acabou de dizer, o Yomkpur, que o judeu
ainda pratica hoje. Como é que o judeu
lida com essa questão? Já que hoje não
tem templo, não tem o sacrifício, como é
que é o perdão que eles tanto vão
celebrar? Bom, Alberto, essa questão é
de bastante eh utilidade pro para todo
mundo entender. Ah, o Antigo Testamento,
ah, tem todo um ritualismo e muitos
sacrifícios que o judaísmo propriamente
como religião
não pratica literalmente, né? Se a gente
for conversar com um judeu, ele vai eh
claramente nos mostrar que o judaísmo
propriamente como ele tá organizado, ele
começa com esdras. Então assim, muita
gente imagina que tudo que tem no Antigo
Testamento um judeu religioso pratica
literalmente. Mas isso não é possível.
Por quê? Porque os judeus tinham templo.
O templo foi destruído. Os judeus viviam
na terra de Canaã. Depois eles foram
espalhados e dispersos pelo mundo,
passaram por várias perseguições e
muitos outros problemas. De modo que
assim, a religião judaica ela não
equivale à prática do Antigo Testamento,
literalmente.
Por isso, a o judaísmo hoje, por
exemplo, não tem assim sacrifícios como
a a fé do Antigo Testamento. Então, no
Yonkipur, o judeu se reúne, eles fazem
uma espécie de culto especial. existe
uma espécie de exame de consciência do
que a pessoa fez ah no último ano e ele
tem um dia especial de jejum. Isso sim é
feito, né? Mas não se pratica
literalmente todos os detalhes que
aparecem aqui em Levítico, capítulo 16.
Então, uma coisa é o Antigo Testamento,
né? Outra coisa é como a fé eh judaica
lida a com a as orientações do Antigo
Testamento no cotidiano de hoje,
>> tá certo? Esse capítulo 16 de Levítico,
ele mostra todo o cerimonial que era
feito para a purificação.
O sangue também era aspergido no lugar
santíssimo. Se era um lugar santíssimo,
o Santo dos Santos, porque também ali
precisava ser pulverizado com sangue
para receber perdão e etc.
>> Essa pergunta é pergunta até difícil,
né, e complicada. Eh, e a gente não
imagina como assim o lugar santíssimo,
né, vai ser purificado. Ah, isso vai
aparecer até na discussão do livro de
Hebreus, né? Todas as coisas são
purificadas com sangue. Ah, e a ideia,
Alberto, é que o pecado tem um poder tão
forte de tanta contaminação, que ele
atinge todas as partes. Mas
especificamente
aqui nós temos uma referência no próprio
texto que nos ajuda a entender. O lugar
santíssimo era purificado, diz o texto
especificamente no versículo 16.
por causa das impurezas e das rebeliões
dos israelitas, quaisquer que tenham
sido os seus pecados. Então, ah, por
causa da própria desobediência do povo
em relação ao quebrar a lei, talvez isso
tivesse um significado mais específico.
Vamos lembrar, né, que no lugar
santíssimo ficava a arca da aliança com
as tábuas da lei dentro e a tampa do
propiciatório, a tampa da da arca em
cima. Então, eh eh essa quebra da lei,
essa rebelião, eh, era ali
simbolicamente purificada no lugar
santíssimo também.
>> Tá certo? Olha, uma explicação
importante para você aí. Agora, como
entender o que acontecia com o bol
emissário? Já que essa parece a chave do
capítulo, né? E aí na sua Bíblia, na
nova versão internacional, fala do azel.
Você pode explicar um pouquinho mais
detalhadamente o que acontece aí? Olha,
essa talvez seja a pergunta mais difícil
que a gente tem para responder, porque
veja bem o que acontece, né? Esse texto
foi assim lido de maneira meio estranha.
Às vezes teve gente, por exemplo, porque
que que leu o texto da seguinte maneira:
Como eram sacrificados dois bodes, um,
ou melhor, eram separados dois bodes,
não sacrificados, né? O umbod era então
sacrificado a Senhor como oferta pelo
pecado e o outro era levado para a o
deserto e era solto. Teve gente que
sugeriu, não, que o o o pecado tinha a
ver com o sacrifício de Cristo, o outro
tinha a ver com o pecado sendo levado
por Satanás, né? Mas isso não tem não
tem fundamento. Outros
>> ia dar bode, né?
>> É, ia dar bod. Outros estudiosos
tentaram sugerir, ah, que são dois
aspectos diferentes da própria obra de
Cristo. Muitos historicamente fizeram
uma ligação, né, desse bode emissário
com Cristo que morreu fora da cidade
levando os pecados. Mas mesmo assim nós
temos os dois bods, né, que aparecem
aqui e assim uma uma tipologia perfeita
é um pouco delicado. Historicamente há
uma ligação entre os dois, entre a ideia
de remoção do pecado e a obra de Cristo,
mas a a ligação detalhada ela é mais
complexa. A questão é que nós não
sabemos direito o que que é azazira. Por
que que a NVI coloca azazira? É porque
do jeito que tá organizada, estruturada
a frase linguisticamente,
ela diz literalmente um pro senhor,
outro para Azazelo, né? Pode ser que
Azazel é uma referência, o nome próprio
dado ao ao bod emissário. Alguns acham
que Azazela era alguma coisa meio
assustadora que havia no deserto, algum
tipo de e e de poderio que nós não temos
detalhes. Então, esse é um assunto,
vamos dizer que a gente ainda não tem
luz suficiente para chegar a uma
resposta definitiva, né? Mas é
importante destacar que há essa essa
relação clara de remoção do pecado, né?
A ideia de remoção completa que é
simbolizado por um ou dois bodes e que
isso é o que Cristo fez, né? Então a
ideia geral tá aí, mas o os detalhes eu
acho que mais uns anos de pesquisa
bíblica a gente talvez tenha informações
mais precisas e absolutamente seguras.
Ou seja, andar um pouquinho mais já é eh
explorar demais, né? Ou forçar demais.
>> É, a gente não tem certeza absoluta.
>> Tá certo? Qual o valor do jejum? Hoje em
dia a gente pode praticar. A igreja ela
tá liberada para esta prática, tem
valor.
>> É, o jejum era algo que era feito no dia
da purificação, né? Quando a gente tá lá
em Atos, por exemplo, o texto até diz
assim, eh, que já era passado o jejum na
ocasião do naufrágio de Paulo na ilha de
Malta. E a gente sabe que aquele jejum é
uma referência ao yonk purura, foi
chamado, né, o dia do jejum.
O jejum tem um sentido de recolhimento,
né, para voltar-se para Deus. O jejum,
ele é até ordenado no Novo Testamento,
ele é praticado. A igreja primitiva, não
tinha nenhuma dificuldade. Agora é
importante entender que o jejum não é na
Bíblia visto como flagelação, uma
espécie de, né, você machucar o seu
corpo porque o corpo é ruim e peca. Não
é essa a ideia.
>> Aquela penitência, né,
>> não é penitência, né? O jejum, ah,
também não deve ser visto como uma
espécie de troca de favores, né? uma
coisa meritória. Eu vou fazer jejum, vou
me machucar e Deus vai ficar com dó e
vai me dar um presente amanhã. Não é
essa a ideia. Ah, o jejum não deve ser
visto como uma espécie de elemento
mágico, né, que eu faço um ritual assim
que vai de alguma forma mexer no mundo
espiritual porque eu desloqueio um
poder. Não, o jejum é uma espécie de
consagração a Deus. o mesmo raciocínio
que eu tenho, por exemplo, de guardar um
dia pro Senhor, né? É uma é uma
santificação,
ah, no sentido de recolher-se para
consagrar-se a Deus. E isso tem
naturalmente um valor espiritual que
Deus age da maneira que a sua graça ah
permite e e define. Então, o jejum deve
ser visto dessa maneira. Ele é
importante por quê? Porque quando a
gente fica sem comer, a gente reconhece
de maneira muito concreta como a gente é
criatura, como a gente é frágil, né?
Você vê, olha só, um pouquinho, um
momento que você não come, como é que
você se sente. E aí fica mais fácil de
perceber quem realmente é o Senhor e
quem é o Deus poderoso. Jejum tem valor.
Por exemplo, a Bíblia diz até que sobre
questão de de casta de demônios que se
espele com jejum e oração, mas aqui o
equilíbrio, né? nem um fanatismo como se
o jejum resolvesse tudo e nem uma ideia
que o jejum é uma coisa desprezível, que
a gente consegue resolver tudo com a
nossa razão e teologia. Então, é
importante ter esse foco muito definido.
>> A nossa tendência é sempre fazer um
sacrifício, né,
>> a Deus, né?
>> É. E também não faz sentido a pessoa
fazer esse sacrifício sem um espírito de
culto. Tem gente que fica sem comer no
trabalho assim e acha que tá jejuando,
mas aí não tem. É verdade.
>> Última pergunta para terminarmos aqui a
a nossa participação.
Uma vez por ano eles tinham que ir lá no
sacerdote e etc. Por que esse sacrifício
anual? É pecar no varejo e pedir perdão
no atacado. Como é que fica?
>> É, não, a coisa não é bem assim, né?
Porque é verdade. O sacrifício anual
entrando no santíssimo tinha um
significado de uma remoção de pecado, um
perdão para a nação, para todos que
estavam envolvidos de uma maneira mais
assim ampla, como se fosse a purificação
completa do pecado. Agora, quando a
pessoa tinha problemas específicos, ela
tratava, né, dos seus problemas nos
sacrifícios de modo geral. Então, vamos
dizer, fazer uma comparação assim só
ilustrativa. É como se a gente, por
exemplo, todo mês você tem um desconto
do imposto de renda, mas no final do ano
você realmente vai acertar todo, né, as
contas com o Leão sobre o que entrou.
Então, a comparação didática não é muito
imperfeita, mas só pra gente ter uma
ideia de como isso funciona e como é que
teve isso. E o Novo Testamento vai dizer
que a remoção plena mesmo só pode
acontecer por Cristo, que nem essa
remoção do Yonk por de fato tinha
condições de apagar plenamente o pecado.
>> Valeu, Saão. Obrigado. E você que está
nos acompanhando, eu peço mais um
pouquinho da sua atenção para a nossa
aplicação.
Depois de termos estudado o Levítico,
capítulo 16, falando sobre o dia da
purificação, é hora de jejuar,
destacando todos os detalhes do famoso
Yonk puro, dia da purificação. Qual é a
grande lição que fica para nós? É
surpreendente observar que por toda
parte se tenta resolver os grandes
problemas do ser humano. São apontados
falta de educação, de conhecimento,
de tecnologia ou até mesmo de mútua
compreensão. E parece que grande parte
da humanidade prefere fugir do real
problema. O grande problema do ser
humano é o pecado. O grande problema é a
sua relação defeituosa com o Deus e com
o semelhante. A centralidade do dia da
purificação e da expiação. A
centralidade desse dia especial mostra
para nós que já desde o Antigo
Testamento e depois do Novo Testamento
com Cristo, o cerne, a dificuldade
fundamental do ser humano é o pecado. E
você que está me ouvindo aí, você já
tratou, já foi em busca da grande
solução pro realidade,
Cristo é a grande resposta para o maior
problema da humanidade, o pecado contra
Deus.

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