Rota 66 Português – Levítico 16 | Luiz Sayão | IBNU
18/05/2026
Rota 66 Português – Levítico 16 | Luiz Sayão | IBNU
Levítico 16 apresenta o importante Dia da Expiação, conhecido pelos judeus como Yom Kippur, um momento especial de purificação e reconciliação diante de Deus.
Nesse dia, o sumo sacerdote realizava um ritual único para pedir perdão pelos pecados do povo de Israel. O capítulo destaca a seriedade do pecado e a necessidade de santidade diante do Senhor. O sacerdote entrava no lugar santíssimo com muito cuidado, oferecendo sacrifícios e aspergindo sangue sobre a arca da aliança, simbolizando a purificação do povo.
Um dos momentos mais marcantes era o envio do bode emissário ao deserto, representando a remoção dos pecados da nação. O texto mostra que o relacionamento com Deus exige reverência, arrependimento e dedicação sincera. O jejum praticado nesse dia reforçava a humildade e o reconhecimento da dependência humana diante do Senhor.
O estudo também destaca que todos os rituais apontavam para uma realidade maior cumprida em Cristo, que no Novo Testamento é apresentado como o sacrifício perfeito para remover definitivamente o pecado. A principal lição é que o maior problema da humanidade não é apenas social ou material, mas espiritual, e somente Deus pode trazer verdadeira purificação e restauração ao ser humano.
Comunidade Saudável. Cidade melhor!
Contribua para os projetos IBNU:
Chave PIX (CNPJ): 08.802.770/0001-60
Banco Bradesco
Ag. 1445-1
CC. 35400-7
Conheça mais:
contato@ibnu.com.br
Siga-nos:
https://www.instagram.com/ibnusaopaulo/
https://www.facebook.com/ibnusp
Fonte: Com IBNU
Legendas automáticas:
Bem-vindo à Bíblia de estudo comentada em áudio. Estudo 67, baseado em Levítico 16. Capítulo 16 de Levítico é um capítulo muito importante e especial. Ele vai falar a respeito de um determinado dia especial quando se fazia uma purificação em favor de todo o povo uma vez por ano. Na verdade, esse dia é bastante conhecido, é o dia da expiação. como é conhecido entre os judeus, é chamado de Yonkipur, o dia quando se faz uma espécie de culto especial a Deus e que se pratica jejum e se faz uma avaliação da vida daquilo que aconteceu no último ano. O capítulo 16, lendo o texto da NVI, começa a nos dizer o seguinte: a partir do primeiro versículo, Senhor falou com Moisés depois que morreram os dois filhos de Arão por haverem se aproximado do Senhor. O Senhor disse a Moisés: "Diga seu irmão Arão que não entre a toda hora no lugar santíssimo atrás do vé diante da tampa da arca, para que não morra, pois aparecerei na nuvem acima da tampa." Arão deverá entrar no lugar santo com um novilho, como oferta pelo pecado e com um carneiro como holocausto. Ele vestirá a túnica sagrada de linho com calções também de linho por baixo. Porá o cinto de linho na cintura e também o turbante de linho. Essas vestes são sagradas. Por isso, ele se banhará com água antes de vesti-las. receberá da comunidade de Israel dois bodes como oferta pelo pecado e um carneiro como holocausto. E o texto prossegue falando de todo o ritual ligado ao dia da expiação ou dia da purificação pelos pecados do povo. E para entender o que de fato acontecia, é importante dar o devido destaque, que esse mesmo assunto é destacado, é discutido no capítulo 23, a partir do versículo 26. Ah, também em Êxodo 30 é mencionado. E finalmente tem uma grande importância no Novo Testamento quando é mencionado no livro de Hebreus, capítulo 9, versículo 7. A ordem eh como as coisas aconteciam no ritual do dia da expiação era o seguinte. O sumo sacerdote ia até a bacia, que ficava lá do lado externo, no na verdade na no pátio do do tabernáculo. E ele tirava suas vestes comuns, lavava-se uma espécie de lavagem cerimonial e entrava no lugar santo e vestia as roupas especiais ligadas ao dia da expiação. dia voltado para a purificação. Ele vestia a túnica sagrada de linho com calções de linho por baixo e punha o cinto de linho e o turbante também feito de linho. Eram vestes consideradas especialmente sagradas. Depois ele saía para sacrificar um novilho no altar do holocausto como oferta pelo pecado de si mesmo e dos demais sacerdotes. Lembre-se que no tabernáculo nós tínhamos um altar pequeno que ficava no lugar santo, que era o altar de incenso. E o altar maior externo era o altar do holocausto, onde eram feitos sacrifícios. Depois disso, conforme nós podemos ver no versículo 11, ah, ele entrava então no lugar santíssimo, que era exatamente o lugar onde Deus diz para Arão, não fique entrando sempre ali, onde ficava a arca da aliança, que era o lugar especialmente sagrado. Ali ele entrava com parte do sangue do novilho, com incenso e com brasas vivas do altar do holocausto. O incenso era colocado sobre essas brasas vivas e a fumaça do incenso ocultava a arca, não dava para ver direito. O texto nos diz ah literalmente que ele pegará o incensário cheio de brasas do altar que está perante o Senhor e dois punhados de incenso aromático em pó e os levará para trás do véu. porá o incenso no fogo perante o Senhor e a fumaça do incenso cobrirá a tampa que está acima das tábuas da aliança, a fim de que não morra. Então, veja que ritual assim extraordinário e diferente. Em seguida, ele aspergia a parte do sangue do novilho sobre a tampa da arca, também chamada tampa do propiciatório. E diante dela o sangue era espirrado assim, aspergido ali em volta. E aí ele saía do tabernáculo e lançava sortes entre dois bodes para determinar qual deveria ser sacrificado e qual deles ia ser ah enviado para o deserto, que muitas vezes é chamado de bode emissário. Diante do altar do holocausto, o sumo sacerdote então sacrificava o bode que tinha sido escolhido ou melhor ah sorteado para a oferta pelo pecado do povo. E então voltava agora pela segunda vez para o lugar santíssimo, para aspergir o sangue do bode diante da tampa da arca sagrada e sobre ela. E então depois disso, ele voltava ao lugar santo, ainda dentro da tenda do encontro. Quer dizer, ele saía do lugar santíssimo, voltava de detrás do véu e aspergia ali o sangue do bode. Então, saía até o altar do holocausto lá fora no pátio e o aspergia com o sangue do novilho e do bode, um a favor do dele mesmo, outro do povo. Enquanto ele estava ali no lado externo, no pátio do tabernáculo, ele põe as duas mãos no segundo bode, que é aquele que é o emissário que vai ser mandado para o deserto. e simbolizava assim a transferência a este bode do pecado de Israel e o mandava então para o deserto. Este bode às vezes chamado de a bode que vai para Azazel. O homem que levava o bode embora, depois de ter cumprido a tarefa, lavava-se a si mesmo e as suas roupas fora do acampamento. O versículo 26 nos revela isso antes que ele pudesse voltar e estar de novo no meio do povo. Então o sumo sacerdote entrava no lugar santo dentro da tenda, tirava aquelas vestes especiais. Depois ele saía, ia até a bacia para se lavar e vestir as roupas normais, comuns de sacerdote. E para o sacrifício final, então ele saía até o o o altar e oferecia um carneiro como holocausto a favor de si e outro carneiro a favor do próprio povo. Sim, a o dia inteiro dedicado a este ritual, a conclusão disso é que era a remoção dos sacrifícios que representava as ofertas pelo pecado a um lugar fora do acampamento. Ali o homem que cumpria o tal ritual banhava-se e lavava as suas roupas antes de poder voltar entre o povo. E nós lemos então o desfecho do texto do capítulo 16 falando da importância desse dia que mostrava a ideia a assim de uma remoção do pecado do povo, um sacrifício especial que vai nos remeter depois à obra de Cristo. Nós lemos no versículo 29 a importância desse dia, que aliás entre os judeus até hoje é um dos dias mais importantes, mais sagrados e especiais. Até judeus que não são tão religiosos dão um valor especial ao Yonkipur, que acontece geralmente no mês de outubro, ah, um poucos dias depois do famoso Raxhaná, ou seja, do ano novo judaico. E o texto nos diz: "Este é um decreto perpétuo para vocês. No 10o dia do sétimo mês, vocês se humilharão"ão. Essa palavra se humilhar tem, na verdade, o sentido de jejuar. Por isso que os judeus fazem isso no Yonkipur e não poderão realizar trabalho algum, nem o natural da terra, nem o estrangeiro residente, porquanto nesse dia se fará propiciação por vocês para purificá-los. Então, perante o Senhor vocês estarão puros de todos os seus pecados. E esse lhe será um sábado de descanso quando vocês se humilharão, isto é, farão jejum. É um decreto perpétuo. O sacerdote que for ungido e ordenado para suceder seu pai como sumo sacerdote fará a propiciação por as vestes sagradas de linho e fará propiciação pelo lugar santíssimo, pela tenda do encontro, pelo altar, por todos os sacerdotes e por todo o povo da assembleia. Este é um decreto perpétuo para vocês. A propiciação será feita uma vez por ano por todos os pecados dos israelitas. E tudo foi feito conforme o Senhor tinha ordenado a Moisés. Então, encerramos aqui hoje o estudo sobre o famoso dia da expiação, o dia de purificação, o Yonkour de Levítico, capítulo 16. E eu já chego com uma pergunta interessante, refletindo aquilo que se acabou de dizer, o Yomkpur, que o judeu ainda pratica hoje. Como é que o judeu lida com essa questão? Já que hoje não tem templo, não tem o sacrifício, como é que é o perdão que eles tanto vão celebrar? Bom, Alberto, essa questão é de bastante eh utilidade pro para todo mundo entender. Ah, o Antigo Testamento, ah, tem todo um ritualismo e muitos sacrifícios que o judaísmo propriamente como religião não pratica literalmente, né? Se a gente for conversar com um judeu, ele vai eh claramente nos mostrar que o judaísmo propriamente como ele tá organizado, ele começa com esdras. Então assim, muita gente imagina que tudo que tem no Antigo Testamento um judeu religioso pratica literalmente. Mas isso não é possível. Por quê? Porque os judeus tinham templo. O templo foi destruído. Os judeus viviam na terra de Canaã. Depois eles foram espalhados e dispersos pelo mundo, passaram por várias perseguições e muitos outros problemas. De modo que assim, a religião judaica ela não equivale à prática do Antigo Testamento, literalmente. Por isso, a o judaísmo hoje, por exemplo, não tem assim sacrifícios como a a fé do Antigo Testamento. Então, no Yonkipur, o judeu se reúne, eles fazem uma espécie de culto especial. existe uma espécie de exame de consciência do que a pessoa fez ah no último ano e ele tem um dia especial de jejum. Isso sim é feito, né? Mas não se pratica literalmente todos os detalhes que aparecem aqui em Levítico, capítulo 16. Então, uma coisa é o Antigo Testamento, né? Outra coisa é como a fé eh judaica lida a com a as orientações do Antigo Testamento no cotidiano de hoje, >> tá certo? Esse capítulo 16 de Levítico, ele mostra todo o cerimonial que era feito para a purificação. O sangue também era aspergido no lugar santíssimo. Se era um lugar santíssimo, o Santo dos Santos, porque também ali precisava ser pulverizado com sangue para receber perdão e etc. >> Essa pergunta é pergunta até difícil, né, e complicada. Eh, e a gente não imagina como assim o lugar santíssimo, né, vai ser purificado. Ah, isso vai aparecer até na discussão do livro de Hebreus, né? Todas as coisas são purificadas com sangue. Ah, e a ideia, Alberto, é que o pecado tem um poder tão forte de tanta contaminação, que ele atinge todas as partes. Mas especificamente aqui nós temos uma referência no próprio texto que nos ajuda a entender. O lugar santíssimo era purificado, diz o texto especificamente no versículo 16. por causa das impurezas e das rebeliões dos israelitas, quaisquer que tenham sido os seus pecados. Então, ah, por causa da própria desobediência do povo em relação ao quebrar a lei, talvez isso tivesse um significado mais específico. Vamos lembrar, né, que no lugar santíssimo ficava a arca da aliança com as tábuas da lei dentro e a tampa do propiciatório, a tampa da da arca em cima. Então, eh eh essa quebra da lei, essa rebelião, eh, era ali simbolicamente purificada no lugar santíssimo também. >> Tá certo? Olha, uma explicação importante para você aí. Agora, como entender o que acontecia com o bol emissário? Já que essa parece a chave do capítulo, né? E aí na sua Bíblia, na nova versão internacional, fala do azel. Você pode explicar um pouquinho mais detalhadamente o que acontece aí? Olha, essa talvez seja a pergunta mais difícil que a gente tem para responder, porque veja bem o que acontece, né? Esse texto foi assim lido de maneira meio estranha. Às vezes teve gente, por exemplo, porque que que leu o texto da seguinte maneira: Como eram sacrificados dois bodes, um, ou melhor, eram separados dois bodes, não sacrificados, né? O umbod era então sacrificado a Senhor como oferta pelo pecado e o outro era levado para a o deserto e era solto. Teve gente que sugeriu, não, que o o o pecado tinha a ver com o sacrifício de Cristo, o outro tinha a ver com o pecado sendo levado por Satanás, né? Mas isso não tem não tem fundamento. Outros >> ia dar bode, né? >> É, ia dar bod. Outros estudiosos tentaram sugerir, ah, que são dois aspectos diferentes da própria obra de Cristo. Muitos historicamente fizeram uma ligação, né, desse bode emissário com Cristo que morreu fora da cidade levando os pecados. Mas mesmo assim nós temos os dois bods, né, que aparecem aqui e assim uma uma tipologia perfeita é um pouco delicado. Historicamente há uma ligação entre os dois, entre a ideia de remoção do pecado e a obra de Cristo, mas a a ligação detalhada ela é mais complexa. A questão é que nós não sabemos direito o que que é azazira. Por que que a NVI coloca azazira? É porque do jeito que tá organizada, estruturada a frase linguisticamente, ela diz literalmente um pro senhor, outro para Azazelo, né? Pode ser que Azazel é uma referência, o nome próprio dado ao ao bod emissário. Alguns acham que Azazela era alguma coisa meio assustadora que havia no deserto, algum tipo de e e de poderio que nós não temos detalhes. Então, esse é um assunto, vamos dizer que a gente ainda não tem luz suficiente para chegar a uma resposta definitiva, né? Mas é importante destacar que há essa essa relação clara de remoção do pecado, né? A ideia de remoção completa que é simbolizado por um ou dois bodes e que isso é o que Cristo fez, né? Então a ideia geral tá aí, mas o os detalhes eu acho que mais uns anos de pesquisa bíblica a gente talvez tenha informações mais precisas e absolutamente seguras. Ou seja, andar um pouquinho mais já é eh explorar demais, né? Ou forçar demais. >> É, a gente não tem certeza absoluta. >> Tá certo? Qual o valor do jejum? Hoje em dia a gente pode praticar. A igreja ela tá liberada para esta prática, tem valor. >> É, o jejum era algo que era feito no dia da purificação, né? Quando a gente tá lá em Atos, por exemplo, o texto até diz assim, eh, que já era passado o jejum na ocasião do naufrágio de Paulo na ilha de Malta. E a gente sabe que aquele jejum é uma referência ao yonk purura, foi chamado, né, o dia do jejum. O jejum tem um sentido de recolhimento, né, para voltar-se para Deus. O jejum, ele é até ordenado no Novo Testamento, ele é praticado. A igreja primitiva, não tinha nenhuma dificuldade. Agora é importante entender que o jejum não é na Bíblia visto como flagelação, uma espécie de, né, você machucar o seu corpo porque o corpo é ruim e peca. Não é essa a ideia. >> Aquela penitência, né, >> não é penitência, né? O jejum, ah, também não deve ser visto como uma espécie de troca de favores, né? uma coisa meritória. Eu vou fazer jejum, vou me machucar e Deus vai ficar com dó e vai me dar um presente amanhã. Não é essa a ideia. Ah, o jejum não deve ser visto como uma espécie de elemento mágico, né, que eu faço um ritual assim que vai de alguma forma mexer no mundo espiritual porque eu desloqueio um poder. Não, o jejum é uma espécie de consagração a Deus. o mesmo raciocínio que eu tenho, por exemplo, de guardar um dia pro Senhor, né? É uma é uma santificação, ah, no sentido de recolher-se para consagrar-se a Deus. E isso tem naturalmente um valor espiritual que Deus age da maneira que a sua graça ah permite e e define. Então, o jejum deve ser visto dessa maneira. Ele é importante por quê? Porque quando a gente fica sem comer, a gente reconhece de maneira muito concreta como a gente é criatura, como a gente é frágil, né? Você vê, olha só, um pouquinho, um momento que você não come, como é que você se sente. E aí fica mais fácil de perceber quem realmente é o Senhor e quem é o Deus poderoso. Jejum tem valor. Por exemplo, a Bíblia diz até que sobre questão de de casta de demônios que se espele com jejum e oração, mas aqui o equilíbrio, né? nem um fanatismo como se o jejum resolvesse tudo e nem uma ideia que o jejum é uma coisa desprezível, que a gente consegue resolver tudo com a nossa razão e teologia. Então, é importante ter esse foco muito definido. >> A nossa tendência é sempre fazer um sacrifício, né, >> a Deus, né? >> É. E também não faz sentido a pessoa fazer esse sacrifício sem um espírito de culto. Tem gente que fica sem comer no trabalho assim e acha que tá jejuando, mas aí não tem. É verdade. >> Última pergunta para terminarmos aqui a a nossa participação. Uma vez por ano eles tinham que ir lá no sacerdote e etc. Por que esse sacrifício anual? É pecar no varejo e pedir perdão no atacado. Como é que fica? >> É, não, a coisa não é bem assim, né? Porque é verdade. O sacrifício anual entrando no santíssimo tinha um significado de uma remoção de pecado, um perdão para a nação, para todos que estavam envolvidos de uma maneira mais assim ampla, como se fosse a purificação completa do pecado. Agora, quando a pessoa tinha problemas específicos, ela tratava, né, dos seus problemas nos sacrifícios de modo geral. Então, vamos dizer, fazer uma comparação assim só ilustrativa. É como se a gente, por exemplo, todo mês você tem um desconto do imposto de renda, mas no final do ano você realmente vai acertar todo, né, as contas com o Leão sobre o que entrou. Então, a comparação didática não é muito imperfeita, mas só pra gente ter uma ideia de como isso funciona e como é que teve isso. E o Novo Testamento vai dizer que a remoção plena mesmo só pode acontecer por Cristo, que nem essa remoção do Yonk por de fato tinha condições de apagar plenamente o pecado. >> Valeu, Saão. Obrigado. E você que está nos acompanhando, eu peço mais um pouquinho da sua atenção para a nossa aplicação. Depois de termos estudado o Levítico, capítulo 16, falando sobre o dia da purificação, é hora de jejuar, destacando todos os detalhes do famoso Yonk puro, dia da purificação. Qual é a grande lição que fica para nós? É surpreendente observar que por toda parte se tenta resolver os grandes problemas do ser humano. São apontados falta de educação, de conhecimento, de tecnologia ou até mesmo de mútua compreensão. E parece que grande parte da humanidade prefere fugir do real problema. O grande problema do ser humano é o pecado. O grande problema é a sua relação defeituosa com o Deus e com o semelhante. A centralidade do dia da purificação e da expiação. A centralidade desse dia especial mostra para nós que já desde o Antigo Testamento e depois do Novo Testamento com Cristo, o cerne, a dificuldade fundamental do ser humano é o pecado. E você que está me ouvindo aí, você já tratou, já foi em busca da grande solução pro realidade, Cristo é a grande resposta para o maior problema da humanidade, o pecado contra Deus.