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A fé vem pelo ouvir

🔴 Culto Matutino | 03/05/2026 (9h) – Rev. Daniel Santos

🔴 Culto Matutino | 03/05/2026 (9h) – Rev. Daniel Santos

🔴 Culto Matutino | 03/05/2026 (9h) – Rev. Daniel Santos

MAIS INFORMAÇÕES
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Sobre a música de abertura
Música: Louvai a Deus, soberano Senhor (Hinário Novo Cântico nº16). Título original em português: Louvor a Deus
Compositor: Stralsund Gesangbuch (1665), Joachim Neander (1680)

Ficha Técnica
Arranjos e produção musical: Samuel Cintra Santos
Gravação, mixagem e masterização: SCS Produções
Produção: Igreja Presbiteriana de Santo Amaro
ISRC: BR-075-22-00001

Legendas automáticas:

[música]
เ
>> [música]
[música]
>> Bom dia, meus irmãos. Sejam bem-vindos a
mais um culto na Igreja Presbiteriana de
Santo Amaro. Estar diante de Deus é um
privilégio que nem sempre nós estamos
conscientes do que significa isso.
Alguns salmos nos lembram disso e fazem
bem em nos ensinar. O Salmo 133, por
exemplo, nos diz: "Ó, como é bom e
agradável viverem unidos os irmãos."
E ele compara então como o óleo precioso
sobre a cabeça, o qual desce pela barba,
a barba de Araão, e desce para a gola de
suas vestes. E é como o orvalho do irmão
que desde que desce sobre os montes de
Sião. Ali o Senhor ordena a sua bênção e
a vida para sempre. Este é o ali que o
Senhor ordenou para que hoje ele pudesse
abençoar-nos como ele não faz em nenhum
outro lugar. Portanto, coloquem-nos de
pé e louvemos esse Deus que nos recebe e
que nos prepara para abençoar-nos.
>> [música]
[música]
>> Bendirei
para sempre. [música]
Em ti [música]
confiarei, [canto]
Senhor.
[música]
Eu [canto] não
terei [música]
do que medo.
[música]
Meus pés
só na [canto] rocha firmar. [música]
Não me abalarei [música][canto]
e do Senhor direi: [música]
Tu és meu Deus,
[música][canto] protetor,
meu refúgio,
libertador,
[música] meu abrigo,
torre. e forte [canto]
todo [música] tempo meu [canto] socorro
vem de ti.
>> [música]
[música]
>> Não [música][canto] há
outro a quem eu [canto] ame.
>> [música]
>> Tu és
tudo que eu [música][canto] desejo.
Eu [música] me alegro em ti
e do Senhor [canto]
direi:
Tu és [música] meu Deus
proteg.
Meu refúgio, [música]
libertador,
meu abrigo,
[música] torre forte,
todo tempo meu. Sou como és meu Deus
[música]
protetor,
meu refúgio,
libertador.
[música]
abrigo
torre forte
todo o tempo [música]
meu socorro
bem
[música]
todo tempo meu socorro
vem de ti. [música]
Todo tempo [música] meu socorro
vem [canto] de ti. [música]
[limpando a garganta]
Ó Deus bendito, de fato, somos
abençoados, como o salmo nos lembrou de
estar em tua presença. Porque estar aqui
é parte de um processo muito mais longo,
um processo caro, porque custou a vida
do teu filho e um processo a Deus que
envolve muitas complicações, porque nós
somos pessoas complicadas.
Voltamos a fazer as coisas que não
deveríamos, nos apegamos com as coisas
que não deveríamos nos apegar, de modo
que diariamente, por meio da tua
palavra, por meio da ação do teu
espírito, o Senhor nos prepara. Estar
hoje aqui nesta manhã é sempre um
milagre. E pedimos a Deus que já que o
Senhor é um Deus que opera milagres, que
o Senhor possa mais uma vez fazer coisas
notórias entre nós, dentre elas
transformar a nossa vida, moldar-nos
conforme a imagem do teu filho Jesus.
Use, ó Deus, as coisas que acontecerão
nesta manhã para que saiamos daqui
diferentes do modo como entramos. E nós
cremos que é possível acontecer todas
essas coisas por causa daquele, por meio
de quem tudo aquilo que acontece aqui
dentro é realizado por meio do teu filho
Jesus, em nome de quem oramos. Amém. Os
irmãos podem se assentar.
Um dos símbolos de fé da Igreja
Presbiteriana,
a catecismo maior de Westminster, e como
símbolo de fé me refiro a documentos que
nos auxiliam a compreensão ah dos textos
bíblicos. Na sua pergunta 35 nos ensina
a respeito do pacto da graça, quando faz
a pergunta: "Como é o pacto da graça
administrado no Novo Testamento?"
E a resposta a essa pergunta é: no Novo
Testamento, quando Cristo, a substância
foi manifestado, o mesmo pacto da graça
foi e continua a ser administrado na
pregação da palavra, na celebração dos
sacramentos do batismo e da ceia do
Senhor. E assim a graça e a salvação são
manifestadas
em maior plenitude, evidência e
eficácia. a todas as nações. Ou seja,
Deus nos dá meios de graça para
compreendermos a obra realizada em
Cristo Jesus. O Salmo 15 nos ensina
isso. Eu gostaria que nós lêssemos
alternadamente o salmo de número 15,
aonde eu lerei o os versos ímpares e a
igreja responderá além dos versos pares.
Assim diz a palavra do nosso Deus.
Senhor, quem habitará no teu
tabernáculo? Quem poderá morar no teu
santo monte?
Aquele que vive com enfermidade que
pratica a justiça e de coração alta.
[suspirando]
Aquele que não difama com sua língua,
não faz mal ao seu próximo, nem lança
injúria contra o seu vizinho.
Aquele que a seus olhos temível,
alguém merece provação, mas aos que tem
crem o Senhor, aquele que jura e cumpre
e
mesmo com prejuízo próprio. Aquele que
não empresta o seu dinheiro com usura,
nem aceita suborno contra o inocente.
Quem age assim não será jamais abalado.
Sabemos que não podemos fazer estas
coisas pela nossa própria capacidade.
Somente em Cristo podemos fazer aquilo
que agrada ao nosso Pai. E este é o
momento em que temos reservado como
igreja no culto público para nos
achegarmos diante do Senhor em oração e
pedir perdão, apresentar o nosso
verdadeiro, sincero e genuíno
arrependimento diante do Senhor, daquilo
que temos feito, e certamente sabemos
que temos feito que desagrada o nosso
Deus, em dar nome aos nossos pecados
diante do Senhor, receber o seu perdão e
desfrutar do poder, da salvação e da
santificação. Façamos isso. Tenhamos
esse tempo de oração.
Senhor, tu és santo.
Quem poderá chegar diante de ti, ó Pai,
se apresentar agradável ou aprovado
diante do Senhor? Ninguém, Senhor. Não
somos, ó Pai, capazes disso. Não há nada
em nós, Senhor, que nos faça aprasíveis
diante dos teus olhos. A tua palavra nos
ensina que
escravizados pelos nossos pecados, somos
filhos da tua ira. Mas em Cristo Jesus,
a nossa situação se transformou. Senhor,
somente por causa da morte, do
sacrifício de Cristo Jesus, agora
podemos ser chamados de filhos teus.
Por meio de Cristo Jesus, temos um
advogado diante de ti, Senhor. Por meio
do sacrifício de Cristo, os nossos
pecados foram perdoados. E agora sim,
Senhor, por causa de Cristo, podemos
viver uma vida e dizer não ao pecado e
sim à tua justiça.
A obra de Cristo é perfeita, completa
e nos garante, Senhor, desfrutarmos de
uma nova condição.
Não mais escravos aos pecados, não mais
sujeitos ao nosso ego, não mais, Senhor,
completamente dominados a fazer a nossa
própria vontade. Não, Senhor.
Quem pode chegar diante de ti? Todos
aqueles que creem em o que Cristo fez.
Todos aqueles que se arrependem,
que tem por desprezível aquilo que
fazemos que desagrada o Senhor. Sim, ó
Pai.
Ainda, ó Pai, caímos. Ainda, Senhor,
tropeçamos fazendo a nossa vontade.
Ainda tropeçamos quando achamos que
podemos ser, senhores o nosso próprio
destino.
Perdoa-nos, Senhor. Perdoa-nos a
ignorância, a altivez, o orgulho, a
prepotência. Lava-nos, Senhor, dos
nossos pecados. Que teu santo espírito,
Senhor, nos conduza à alegria de fazer a
tua vontade e sermos encontrados em
Cristo em toda e qualquer situação, no
pensar, no falar, no agir,
desfrutando da obra da cruz.
Esta é a nossa certeza de que os nossos
pecados são perdoados conforme nos
apresentamos arrependidos e confessamos
estes pecados, Senhor. Mas cremos também
que foi nos dado algo a mais, uma vida
de santidade, uma vida de purificação,
uma vida, Senhor, constante, de negação
dos nossos desejos e, ao mesmo tempo,
prazer pela tua vontade.
Imprima isso em nosso coração.
Lembre-nos, Senhor, das tuas palavras.
Que teu Santo Espírito nos conduza a
esta nova vida. Esta é a nossa oração.
Confiantes e alegres em Cristo Jesus.
Amém. convido a igreja a se colocar de
pé mais uma vez e a louvarmos a este
Deus, o nosso Senhor. certeza que nós
temos por ser crentes de termos um bom
pastor.
>> [música]
[música]
>> Não [música][canto] sei porqu de Deus. O
amor a mim se revelou,
[música] porque
Jesus, meu Salvador,
na cruz me resgatou. [música][canto]
Mas eu sei [música] quem tenho
[canto] e estou bem certo
que é poderoso.
Guardaráis
o meu tesouro [música]
[canto] até o dia final.
[música]
Sei [canto] o modo como
o espírito
eternal [música][canto]
que o dia Cristo [canto]
me atraiu [música] em convicção [canto]
real.
Mas eu sei
quem tenho credo, [música] estou bem
certo
que é poderoso. [canto]
Guardará, [música]
pois o meu tesouro [canto]
até o dia final.
[música]
Não sei o que [canto] mal ouvem [música]
é Deus.
dado a mim. [música]
Se [canto] mausou a áre dias vem até
[música] da vida ao fim.
Mas eu sei
quem tenho [música] crido
e estou bem certo
que é [música] poderoso. [canto]
Guardará, pois o meu tesouro [música]
[canto] até o dia final.
[música]
Não [canto] sei se ainda longe está.
muito perto vem [música]
a [canto] hora em que Jesus virá [canto]
na [música] glória que ele tem.
Mas eu [canto] sei
quem tenho crido
e estou bem certo [música]
[canto] que é poderoso.
Guardará, pois, o meu tesouro
[música][canto]
até o dia [canto] final. [música]
Mas eu sei
quem tenho credo e estou [música][canto]
bem certo
que é poderoso.
Guardará [música] pois o meu tesouro
até [música]
o dia vida.
[música]
>> [música]
[música]
>> pelos bosques [canto] e campinas.
Mas oiam [música]
com Jesus
junto às águas cristalinas.
Seu rebanho em paz [música][canto]
conduz.
Ele guarda assim minha alma e a [canto]
protege em seu calor. [música]
Nas angústas
ou na calma. Vai comigo [música]
bom pastor
sempre amar.
>> [música]
>> e clemente,
vai [canto] comigo,
bom [música] pastor.
Não [canto] me afligem
os perigos
e não temo [música]
a [canto] tentação.
Ele sempre está comigo
e [música] susteme o seu
não me afigi
a morte. cuja sombra [música]
de enfrenta.
[canto] Ele é meu amparo forte em que
posso [música]
confiar. [canto]
sempre amável e clemente,
vai comigo o [música] bom pastor.
[música]
Tua mesa me prepara,
pois minha alma [música][canto] quer no
minhas mágoas
me sara [canto] com seu olho vem ungir.
[música]
Certamente que a bondade
toda a [música][canto] vida fluirei
e no céu [música]
felicidade [canto]
para sempre gozarei.
Sempre amável [música]
clemente.
comigo [música] bom pastor.
[música]
Os irmãos podem se assentar.
Teremos agora mais um batismo.
Gostaria de chamar os nossos irmãos
Patrick e Ana Paula para estarem aqui
conosco
à frente. Teremos
dois momentos nesta manhã. Chamo
primeiro a família
Campanhol para estar conosco aqui para o
batismo do pequeno grande Lucas.
Este é um momento de muita alegria do
povo de Deus.
Devemos dizer algumas coisas a respeito
do batismo, aquilo que nós cremos.
Primeiramente que a Igreja
Presbiteriana, ela não batiza crianças,
mas ela batiza filhos de crentes. Por
isso que nesta manhã nós faremos algumas
perguntas aos nossos irmãos para que
eles apresentem publicamente a sua fé, a
qual eles estão inserindo o seu filho no
pacto da aliança.
Nosso Senhor mandou isso ou deu essa uma
ordenança. Nós chamamos de santa
ordenança. Nós lemos agora na nossa
liturgia que isto é um sacramento, é um
meio específico de graça, no qual toda a
igreja participa. Isso é importante que
você saiba, você não está assistindo a
um batismo aqui. Se você faz parte deste
corpo, e não só da igreja presbiteriana,
mas do corpo de Cristo, você está
participando
das bênçãos que o Senhor agora revela,
da sua aliança feita com o seu povo.
Quando o Senhor diz ao seu povo em
Deuteronômio, capítulo 6, escuta a
Israel, o Senhor nosso Deus.
O nosso Deus é o único Senhor. Portanto,
ame o Senhor, seu Deus. de todo o seu
coração, de toda a sua alma, com toda a
sua força. Essas palavras que hoje lhes
ordeno estarão no seu coração. Você as
inculcarás nos seus filhos e delas
falará quando estiver sentado em sua
casa, andando pelo caminho, ao
deitar-se, ao levantar-se. também deve
amarrá-las como sinal na sua mão, e elas
lhe serão por frontal entre os olhos, e
você escreverá nos umbrais de sua casa e
nas suas portas. A introdução dos nossos
filhos à aliança é isso. Primeiramente,
é compreender no coração dos pais esta
fé, que o Senhor, seu Deus, é o único
Deus e apresentar este Deus aos seus
filhos. Por isso, Patrick, Ana Paula, eu
faço algumas perguntas a vocês. Vocês
creem que a Bíblia, a Sagrada Escritura,
é a única fonte de revelação de Deus a
nós?
Vocês creem em Deus, Pai, criador dos
céus e da terra?
Vocês creem em Jesus Cristo, Deus filho,
o encarnado, como o único responsável
pela salvação? Vocês creem na obra do
Espírito Santo na vida de vocês,
aplicando esta salvação e conduzindo-os
em uma vida de santidade? Vocês creem
nisso? Vocês creem que Cristo Jesus
morreu por uma igreja espalhada pela
face da terra, universalmente conhecida
como a igreja de Cristo. Vocês creem
nesta igreja? Vocês creem na importância
de fazer parte deste corpo, apresentando
eles aos seus filhos?
Após isso, então agora eu gostaria de
fazer algumas perguntas sobre o
compromisso de vocês. Vocês se
comprometem a ler as escrituras para o
Lucas, dia após dia apresentando este
Deus.
Vocês se comprometem a discipliná-lo
na lei do Senhor para que ele aprenda o
amor do Senhor por meio desta disciplina
também. Vocês se comprometem a orar por
ele, orar com ele para que ele também
conheça a comunhão dada a ele com o
Deus.
Vocês se comprometem a ensiná-lo sobre a
igreja a qual ele faz parte? Não para
que ele só venha à igreja, mas para que
ele saiba que faz parte deste corpo.
Vocês se comprometem a isso.
Igreja Presbiteriana de Santo Amaro,
como membros dessa igreja e deste corpo,
eu pergunto se vocês se comprometem a
amar, orar e honrar o Lucas, sendo não
pedra de tropeço, mas de comunhão e de
auxílio espiritual para ele. Vocês se
comprometem a isso?
Dessa forma, passaremos o batismo.
Lucas, filho da aliança, eu te batizo em
nome do Pai, do Filho e do Espírito
Santo. Ó Senhor, o nosso coração se
alegra
em ver, Senhor, os teus feitos na vida
do teu povo. Em ver o Senhor cumprindo
as tuas promessas.
Em ver, ó Pai, que o Senhor cuida do seu
povo. Pedimos, Senhor, que o Teu filho
Lucas seja abençoado no nosso meio. Que
ele possa crescer em estatura, em saúde,
mas principalmente em graça diante do
Senhor. Que Teu Santo Espírito habite e
trabalhe em sua vida desde a sua tenra
idade, Senhor. Que ele possa conhecer a
ti por meio dos seus pais, mas por meio
da família da fé a qual ele faz parte.
que no devido tempo, segundo a tua
vontade, ele venha professar, ó Pai, a
sua fé.
Sabemos, Senhor, que o batismo não é
para a salvação, mas é um sinal, é uma
demonstração, Senhor, de que cremos na
tua promessa e na tua fidelidade,
de que cremos, Senhor, na obra de Cristo
Jesus na vida do teu povo. Pedimos que o
Senhor continue abençoando essa família,
este menino, que ele possa, Senhor, amar
o Senhor de todo o coração e que o
Senhor seja o único Deus da sua vida.
Esta é a nossa oração que fazemos em
nome de Cristo Jesus, o nosso único e
suficiente Salvador. Amém.
Deus abençoe. Obrigado.
Dando continuidade a este momento,
gostaríamos de chamar mais uma família
aqui à frente.
Réges e a Emanuele peço que venham à
frente. Eles serão recebidos por pública
profissão de fé e em seguida
o batismo da pequena e linda Maria.
Como nós já dissemos, nós não cremos que
o batismo é para a salvação.
Nós cremos que o único meio de salvação
é a provisão de Cristo Jesus como nosso
único e suficiente Salvador. Mas o nosso
Senhor nos deu este momento para
expressarmos a nossa fé. Por isso eu
pergunto a vocês, meus irmãos, vocês
creem em Deus Pai como o único criador
de todas as coisas do céu e da terra?
Vocês professam diante dos homens ser
Cristo Jesus o único e suficiente
caminho para a salvação?
Vocês confessam que sem a obra de Cristo
Jesus vocês já estavam condenados em
seus delitos e pecados? Vocês creem que
o Espírito Santo no seu papel aplica
esta salvação e continua a exercitá-la
até que Cristo volte, santificando vocês
a cada dia? Vocês creem nisso? Vocês
creem na existência de uma única igreja,
a igreja de Cristo, espalhada pela face
da terra, que foi comprada pelo seu
sangue precioso? Vocês creem nisso?
Vocês creem na remissão dos pecados, na
ressurreição e na vida eterna em Cristo
Jesus?
Da mesma forma, eu pergunto sobre o
compromisso de vocês diante dos homens e
como manifestação da fé de vocês. Se
vocês creem que as escrituras são a
única fonte de revelação de Deus e que
nenhum outro lugar podemos conhecer ao
nosso Senhor se por meio da palavra
dele,
vocês creem e se comprometem a ensinar a
Maria as Sagradas Escrituras, lendo para
ela, até que ela possa, por si só ler a
palavra de Deus? Vocês se comprometem a
isso. Vocês se comprometem a disciplinar
a pequena, linda, mas também pecadora
Maria na lei do Senhor, para que ela
entenda o amor que Deus, o Pai, tem por
ela por meio da disciplina.
Vocês se comprometem a orar com ela e
por ela em todos os dias para que ela
também aprenda que ela tem acesso ao
Pai?
Vocês se comprometem a ensiná-la sobre o
amor à igreja? qual ela faz parte, para
que ela venha amar estar dentro do corpo
e na determinado tempo professar isso
publicamente. Vocês se comprometem?
Irmãos da Igreja Preserina de Santo
Amaro, mais uma vez eu pergunto, não
como um rito, mas lembrando que vocês
estão fazendo parte do que Deus está
fazendo na vida desta família e desta
igreja. Vocês se comprometem a caminhar
com a Maria, sendo meio de graça na vida
dela, instruindo-a e lutando para não
ser pedra de tropeço na vida desta
criança. Vocês se comprometem a isso?
Passaremos então ao batismo.
Maria,
filha da aliança, eu te batizo em nome
do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ó
Senhor, louvado seja o teu nome,
pela tua obra na vida, Senhor, daqueles
a quem o Senhor chama.
Somos gratos, Senhor, pela vida da
pequena Maria. Somos gratos pela vida
dos seus pais que, proclamando a sua fé
a introduzem, ó Pai, na certeza da tua
fidelidade. Que o Senhor continue,
Senhor, a abençoá-la em sua saúde. Que
ela possa crescer em estatura, mas
principalmente em graça. Que teu Santo
Espírito aplique a tua obra, já não tem
Reidade. Que ela possa conhecer-te e
experimentar da comunhão contigo dentro
do seu lar e na comunhão da sua igreja.
Louvamos-te, Senhor, porque tu és fiel e
o Senhor nos ensina a tua fidelidade por
meio do meio de graça do batismo.
Louvamos gratos em nome de Cristo Jesus.
Amém.
>> Deus abençoe, viu?
Deus abençoe.
Nós vamos, irmãos, eh, paraa nossa
instrução nesta manhã, ler no Evangelho
de Lucas. no capítulo 10.
Essa é mais uma mensagem
nessa série que eu tenho chamado o custo
de ir ao mundo. Nós já vimos sobre o
envio dos 12, agora iniciamos uma nova
etapa que é o envio dos 70. E é um grupo
aparentemente diferente. Nós vamos a
aprender algumas coisas com o modo como
Jesus envia esse grupo chamado o grupo
dos 70. Diz assim a palavra do Senhor
Lucas no capítulo 10.
Depois disso, o Senhor escolheu outros
70 e os enviou de dois em dois, para que
fossem adiante dele, a cada cidade e
lugar onde ele haveria de passar. E lhes
disse: "A seara é grande, mas os
trabalhadores são poucos. Por isso,
peçam ao senhor da seara que mande
trabalhadores para sua seara. Vão!
Eis que eu os envio como cordeiros para
o meio de lobos. Não levem bolsa, nem
sacola, nem sandálias, e não saúdem
ninguém pelo caminho. Ao entrarem numa
casa, digam primeiro: "Paz seja nesta
casa". Se houver ali uma pessoa que ama
a paz, sobre ela repousará a paz de
vocês. Se não houver, a paz voltará
sobre vocês. Fiquem na mesma casa.
comendo e bebendo do que eles tiverem,
porque o trabalhador é digno do seu
salário. E não fiquem mudando de casa em
casa. Quando entrarem numa cidade e ali
forem bem recebidos, comam do que lhe
for oferecido. Curem os doentes que nela
houver e digam ao povo dali: "O reino de
Deus se aproximou de vocês." Porém,
quando entrarem numa cidade e não forem
bem recebidos, saiam pelas ruas,
dizendo: "Até o pó desta cidade que
grudou nos nossos pés, sacudimos contra
vocês. No entanto, saibam que está
próximo o reino de Deus. Eu digo a vocês
que naquele dia haverá menos rigor para
Sodoma do que para aquela cidade. Até
aqui a leitura da palavra de Deus. Vamos
orar.
Bendito, graças te damos pela tua
palavra lida. Pedimos que agora, depois
de lida, o Senhor também nos capacite a
entendê-la. E para isso precisamos e
rogamos que o teu espírito, o mesmo que
a inspirou, possa também nos trazer
entendimento, sem o qual nós apenas
ouviremos palavras de homens, mas
queremos ouvir a tua voz. E é por isso
que estamos aqui e oramos em nome do teu
filho Jesus. Amém.
>> [limpando a garganta]
>> Irmãos, crente em geral, eu sempre digo
e ouça-me com cuidado, mas o crente tem
um péssimo hábito de memorizar e citar
textos isolados, geralmente fora do
contexto.
E o que é péssimo sobre isso é que esses
textos que geralmente são citados e
memorizados fora do contexto
viram lei para diversas práticas e
costumes que as pessoas têm nas igrejas.
E um bom exemplo de texto memorizado
fora do contexto é esse que acabamos de
ler, que diz: "A seara é grande, mas os
trabalhadores são poucos. Por isso,
peçam ao Senhor da seara que mande mais
trabalhadores. Esse texto é
frequentemente
utilizado por missionários que vão até
as igrejas querendo levantar recursos
para manutenção no campo. E geralmente
eles citam esse texto aqui.
Agora olhe, olhe paraa sua Bíblia e e
pense algumas coisas.
Essas palavras são palavras de Cristo
para um grupo de 70 discípulos que ele
está para enviar, certo?
Se ele já sabia que o número era pouco,
por que que ele não enviou mais?
Considerando que o primeiro grupo, por
exemplo, era um grupo de 12 discípulos
e era um grupo menor e agora é de 70, o
que significa um aumento aí de 483%
em relação aos 12. Eh, por que que Jesus
fala ainda que esse é um grupo que
precisa mais trabalhadores
e e mais eh se de fato seria necessário
mais trabalhadores,
a solução apresentada por Jesus na sua
fala, peça ao Senhor da seara que mande
mais trabalhadores, parece estranha,
porque quem é o Senhor da seara? Não é o
próprio Senhor Jesus.
Então, se ele sabia que era pouco, por
que que ele não colocou mais? Não é o
próprio Jesus quem estava enviando 70?
Ou será que Jesus estava esperando que
alguém dentre aqueles 70 falasse: "OK,
então mande 700 em lugar de 70, mande
7.000".
Imagine que esses 70 discípulos aqui,
então, cada um orasse ao Pai, a mesma
oração. Senhor, mande-nos mais
trabalhadores. Vocês acham que é isso
mesmo que Jesus tinha em mente quando
ele fala sobre essas coisas? A seá
grande e os trabalhadores são poucos.
Então, peçam ao Pai para que mandem,
para que mande mais trabalhadores.
E finalmente, é, é bom lembrar ainda a
respeito do contexto dessa frase que eh
isso foi dito nos Evangelhos, por
exemplo, de Mateus, essa frase foi dita
antes da escolha dos 12.
Portanto, quando você olha nessa
perspectiva, é é interessante, porque
Jesus quando escolheu os 12, ele já
sabia que a seara era grande e os
trabalhadores eram poucos. Por que
escolher somente 12?
E onde está esse texto inserido? Você
pode pensar, mas reverendo, mas a ideia
era que escolhesse 12 e esse 12 fosse
depois discipulando outros 12 e aí o
crescimento seria exponencial. Não há
nenhuma informação. Não sei se vocês já
observaram isso no Evangelho, de que os
discípulos deveriam discipular outras
pessoas para que o número 12 fosse se
multiplicando e aumentando em
quantidade. Não há. Antes da da morte,
da reção de Cristo. Não há. A grande
comissão é outra coisa mais paraa
frente. Veja, irmãos, o meu objetivo
aqui não é desacreditar o envio de
missionário, muito menosprezar.
os desafios que são inerentes à obra
missionária. O meu ponto é apenas
mostrar como, como eu disse no início,
que as pessoas repetem versículos da
Bíblia sem pensar necessariamente
eh no contexto em que aquele versículo
ou aquela mensagem é apresentada.
Desta forma, hoje pela manhã, ler esse
texto aqui, é inevitável que nós façamos
pelo menos três perguntas.
A primeira delas é: por enviar um grupo
de 70 discípulos depois de já ter
enviado os 12? Essa é a primeira
pergunta. Segunda,
quem são esses outros 70 discípulos?
E terceiro, qual é a diferença entre a
missão dos 12 e a missão dos 70? Vamos
então responder essas três perguntas
nesta manhã, pedindo que Deus nos ajude
então a entender um pouco sobre isso.
Começando pela primeira pergunta então
que é o primeiro ponto. Por quê? Essa é
a pergunta. Por que enviar um grupo de
70 discípulos depois de já ter enviado
os 12? Será que Jesus não podia juntar
tudo e já mandar 82?
Por que mandar um grupo, depois outro? A
primeira dica para responder a essa
pergunta é a expressão, veja aí na sua
Bíblia, se você tiver com uma caneta,
sublinhe a expressão que Jesus escolheu
outros. Essa é a palavra chave. Aí esses
discípulos são distintos. Esses 70
discípulos são distintos daqueles 12 que
já haviam sido enviados. Eles são outros
discípulos.
Não é que eh os 70 foram tirados desse
grupo maior, não. E por que não ter
enviado então juntamente com esses 12?
Mas Jesus eh resolveu fazer isso de
maneira separada. Se houve dois grupos
de distintos, então precisamos entender
qual é a diferença entre eles. Qual a
diferença dos 12 para esses 70?
Primeira diferença que a gente observa,
então, é essa expressão outros. Isso
significa que eles eram distintos. E é
curioso também, irmãos, observar que
Jesus andava sempre rodeado de uma
grande multidão.
Em algumas ocasiões, você via que o
próprio Jesus, como vimos na última
mensagem, ele se preocupava com a sua
segurança. Ele dizia aos seus
discípulos: "Olhe, deixe sempre um
barquinho ali no jeito, porque olha como
a multidão está me espremendo aqui nas
margens ah do mar". Então, se chegar o
ponto de não ter para onde correr, já
deixa o barquinho aqui para que nós
possamos ter uma rota de fuga preparada.
Então, muita gente andava ao redor de
Jesus. Por que não enviar todos os que
estavam ali ao redor de Jesus? Do ponto
de vista da eficiência, da propagação,
não seria muito melhor? em lugar de
enviar 12 ou 70 ou 82, enviar logo toda
aquela multidão que andava junto e
próximo e às vezes apertando Jesus.
A segunda diferença é que esses 70
eles foram enviados, mas eles foram
escolhidos, diz o texto, não para estar
com Jesus, como era o caso dos 12, mas
eles foram escolhidos. Veja aí na sua
Bíblia também, ainda no versículo um, há
uma expressão eh muito importante que
aparece aí para que fossem adiante
dele,
a cada cidade e lugar onde ele deveria
passar. Então, a diferença dos
discípulos, dos 12 para os 70 é que os
discípulos iriam adiante de Jesus e os
12 andavam com Jesus. Eles foram
chamados para estar com ele. E e a ideia
é que o termo adiante dele não significa
antes dele, no sentido temporal. Vamos
chegar lá primeiro. Mas é no sentido
geográfico, porque diz aí que onde eles
fossem, Jesus depois iria passando pelos
mesmos lugares. Isso é curioso. Vocês
acham que
onde quer que os discípulos resolvessem
parar, entrar e parar, Jesus teria que
seguir essa mesma trajetória?
Não seria muita, muita autoridade para
nem nem são os 12, são 70. E se esses 70
resolvessem peregrinar ou perambular por
lugares que Jesus depois pensasse: "Eu
não vou entrar aí, não vale a pena
entrar por esse lugar". Então, veja, a
sincronia daquilo que esses 70 estão
fazendo é apresentado aqui pelo
evangelho de Lucas como sendo aqueles
que iam adiante de Jesus, iam antes
dele, para que quando ele passasse,
aquilo já seria do conhecimento das
vizinhanças, da cidade, das aldeias que
ali eh estavam. Veja por que Jesus
precisava que esses 70 fossem adiante
dele nos lugares onde posteriormente
Jesus passaria. Certamente nós não
devemos tomar isso de maneira literal.
Se cada um desses 70
discípulos visitasse três casas só,
seria já 210 locais para onde Jesus
passaria. E a passagem não era só uma
passagem como às vezes um candidato
político passa nos bairros só dando um
tchau, fazendo um sinal. Não, vocês
viram a ideia é de entrar na casa, ficar
um tempo com eles. Então, 210
residências, vamos imaginar que eles só
tivessem passado em três locais. Jesus
não teve tempo hábil até a sua morte
para passar em todos esses locais. e a
própria história, a narrativa. E alguns
de vocês já devem ter lido que a partir
do capítulo 9 de Lucas é o que eles
chamam a trajetória já em direção à
cruz. Então, é bem possível que nós não
precisemos entender essa ideia aqui de
ir adiante para os lugares onde ele
haveria de passar. Não entenda
exatamente como sendo o local. Ele
passou na casa da dona Josefa, depois
ele passou na casa do seu João e que
Jesus teria que passar exatamente
naqueles lugares. Mas talvez
esse seja o motivo porque esses 70
pudessem ir adiante, porque eles iriam
anunciando a paz do reino, eh, numa
região onde muitos talvez não tiveram o
privilégio de ver Jesus pessoalmente.
Olha, irmãos, o filho do Deus eterno
passando pelas regiões daquelas vilas e
aldeias. É um privilégio que milhões e
milhões de pessoas que viveram depois
dele, incluindo nós mesmos, gostaríamos
de ter. Imagine se você soubesse que
Jesus ia passar,
ia passar lá no Parque Birapuera.
Quantos de nós estaríamos lá amontoados
para ver de perto pelo menos uma vez na
vida o filho de Deus encarnado e poder
contemplar a sua glória? Como o
evangelho de João nos diz: "E o verbo se
fez carne e habitou entre nós, cheio de
graça e de verdade. E nós vimos a sua
glória, glória como do unigênito do Pai.
Muitos não tiveram esse privilégio, mas
esses 70, então eles sairiam anunciando,
fazendo como se pudéssemos dizer o
barulho maior, dizendo que está passando
entre vocês o filho do Deus encarnado. E
ele certamente ah será visto por muitos,
mas não por todos. Então, esses 70,
diferentes dos discípulos, tinham uma
finalidade mais de eh divulgação, de
impulsionamento
deste evento que era a passagem do filho
de Deus por aquelas aldeias.
Segundo ponto, a segunda pergunta que é
quase que em decorrência disso é: Quem
são? Então, quem são esses outros 70
discípulos? Quem são eles?
Ironicamente, como vocês já devem ter
observado, a Bíblia não fala o nome
desses 70. Ah, mas é óbvio, reverendo 70
não não é não é pela quantidade, irmão.
Se você for lá nas genealogias que temos
no livro de Crônicas, tem muito mais
nomes que isso. Então, o problema não é
só o espaço e a quantidade de tempo que
seria necessário para listar 70 nomes.
Não, não deve ser isso.
Mas a quando nós lemos, por exemplo, os
Evangelhos, nós vemos diversos episódios
quando algumas pessoas se voluntariavam
para seguir eh Jesus ou já afirmavam
dizendo que eu vou seguir. Jesus nunca
foi de ficar pedindo, implorando para
que as pessoas o seguem.
Mas a reação de Jesus
nunca foi de receber, mas ele sempre
mostrava o lado mais sombrio e às vezes
mais duro de ser um discípulo dele. Às
vezes ele falava que olha, a o lobo tem
onde deitar e reclinar a sua cabeça. Eu,
o filho do homem não tem. Você quer
realmente me seguir? Então Jesus nunca
foi muito de de ficar chamando qualquer
um, de chamando as pessoas. Portanto, o
simples fato dele ter chamado esse 70 já
é em si alguma coisa, independentemente
de não ter mencionado o nome deles.
Muita gente andava ao redor dele
e Jesus nunca convidava assim em todo
mundo a rodo para segui-lo.
Pense, por exemplo, no dia em que ele
fez o grande milagre da multiplicação
dos pães e dos peixes. A Bíblia fala, o
relato dos Evangelhos diz que tinha
5.000 pessoas.
Esse era o tamanho da multidão que
geralmente andava próximo de Jesus.
Se desse, veja só, se desses 5.000
ele escolheu 70,
isso isso representa 1.4%
dessa multidão. Ou seja,
mesmo sendo 70, ainda é muito pouco em
relação à quantidade de pessoas que
andavam ao redor de Jesus. Ou seja,
mesmo os 70 ainda é um grupo seleto e
privilegiado. E e um detalhe que pode
parecer
depreciativo a respeito desses 70 é é
que o nome deles não aparece, como eu
disse, mas o número 70 é um número muito
associado com o que representa a
totalidade do povo de Israel. Então, os
evangelhos e o próprio Jesus não está
muito interessado em colocar nomes
nesses 70, mas o que é que eles
simbolizam?
70 na história da Bíblia é um número
bastante associado, como eu disse, para
mostrar a totalidade do povo. Isso
aconteceu, por exemplo, com o número dos
filhos de Jacó que foram para o Egito.
Êxodo no capítulo 1 fala que eles
chegaram no Egito no número de 70
pessoas.
Posteriormente,
quando eles saíram do Egito, o sogro de
Moisés visitou Moisés no deserto. E
vocês devem se lembrar dessa história,
Getro. E ele observou numa manhã o modo
como Moisés julgava as causas do povo. E
ele achou aquilo muito eh um fardo muito
grande para Moisés. E ele sugeriu que
Moisés escolhesse líderes para que
pudesse ensiná-los a lei e assim ajudar
Moisés. Foram então apontado 70 líderes.
Posteriormente, quando em Êxodo 24,
já no momento de fazer aliança, Deus
ordenou que subisse no monte Sinai,
Moisés, Arão, seus dois filhos, Nadab e
Abiú, e mais 70 os anciãos de Israel.
Então veja, o número 70 é um número, não
é arbitrário, mas ele representa uma
tradição que aponta para a totalidade do
povo de Israel. E para um judeu, ouvindo
essa esse relato aqui da missão dos 70,
eles já teriam sim observado e
[limpando a garganta] sacado a ideia de
que era uma referência à totalidade do
povo de Deus. E essa era mesma principal
diferença entre os 12 e os 70. Os 12
foram chamados para estar com Jesus,
para aprender dele e com ele, para que
fossem os pilares da igreja primitiva.
Isso se concretiza de forma explícita
quando Lucas nos diz que a igreja
primitiva perseverava na doutrina dos
apóstolos.
Interessante isso. Poderia ter dito,
eles perseveravam na doutrina de Cristo.
Por que que é dito a doutrina dos
apóstolos? Porque foram os apóstolos,
aqueles que foram chamados para ouvir,
ver e andar com Cristo, aprender dele
para que pudessem ensinar. E esse
ensinamento se tornaria então a base, o
fundamento ou como o próprio Lucas
descreve, a doutrina
na qual a igreja se concentrava e se
tornava uma igreja ah mais centrada.
Em terceiro lugar, a terceira pergunta
que nos ocupa nesta manhã é: qual é a
diferença?
Qual é a diferença entre a missão dos 12
e a missão dos 70?
Em primeiro lugar, a
[limpando a garganta] missão dos 70,
diferentemente da missão dos 12, era a
de criar um modelo de multiplicação de
liderança. A fala de Jesus, a seara é
grande, os trabalhadores são poucos e
por isso peçam mais trabalhadores,
apontam para isso. de que o 70 era um
grupo que precisaria estar sempre
consciente de que vocês são poucos e
vocês vão precisar dessa multiplicação.
Jesus nunca disse isso para os 12. Nunca
disse para os 12: "Olha, multipliquem
porque 12 é muito pouco." Não. E isso já
começa a sinalizar a razão porque hoje
nós não temos apóstolos no sentido que
havia no Novo Testamento. São foram
apenas aqueles 12.
Em segundo lugar, ainda sobre a missão
dos 70, ela tem algumas similaridades
com as dos 12, no que diz respeito, por
exemplo, ao comportamento que eles
deveriam ter ao chegarem nas cidades e
nas casas e ao abordarem as pessoas. Nós
já vimos isso em mensagens anteriores. A
a descrição ela é bem semelhante aqui.
Eu não vou me deter nesses pontos, mas
se você olhar, por exemplo, o modo como
eles deveriam ir sem carregar muitas
coisas, não levar sacola nem sandálias,
nem saudar ninguém pelo caminho, então é
uma instrução muito semelhante.
Eh, nós não atentamos muito para isso,
irmãos, mas eh no contexto do Novo
Testamento, você viajar um trajeto e
chegar na casa de alguém é semelhante.
Hoje todos nós vivemos numa cidade
metropolitana como São Paulo, mas no
passado, 50 anos atrás, quando você saía
da sua casa, ia visitar alguém no
interior, se você chegasse lá, aquilo o
a própria chegada seria um evento,
porque você todo mundo sabia que era uma
dificuldade
você sair de uma cidade, ir até outra
para visitar os parentes. Então, às
vezes a gente [limpando a garganta]
pensa, eh, por que que eles faziam esse
grande alvoroço? Porque só chegava ali.
Pois chegar numa cidade, chegar na casa
de alguém, era sim
algo eh estranho, porque as pessoas não
tinham essa facilidade de locomoção como
nós temos hoje.
Portanto, Jesus instrui esses 70 a
andarem da mesma forma. Eles andavam
como quem chegava. E e olha, eu não sei
se vocês já pensaram nisso, mas no
versículo três, a maneira e o quatro
especialmente,
a maneira como eles andavam era uma
maneira de alguém que vai precisar de
abrigo, vai precisar de comida, vai
precisar. Imagine
chegar um parente na sua casa,
ele veio lá de longe,
chegou, como a gente diz, de mão
abandonando
ele, ele vai precisar de toalha, ele vai
precisar de lençol, ele vai precisar de
tomar banho, ele vai precisar de comer,
ele não trouxe nada, ele não tem nenhuma
mochila, nenhuma matula para ele. Então
ele vai comer na sua casa, ele vai
dormir na sua casa, ele vai precisar de
várias coisas. Então, o modo como esses
70 andavam já era um indicativo de que
onde quer que eles parassem, as pessoas
que eram hospitaleiras iam perceber,
lógico, não vamos dar uma água para esse
pobre, né, coitado. Ele chegou aí, tá
aí, né, suando, tá sujo, os pés
empoerados. Então, era natural. Então,
leiam sempre essa descrição como uma
preparação
para aqueles que chegassem numa casa já
veriam. Essa pessoa precisa de ajuda.
Às vezes a gente recebe alguém em casa,
você vê que a pessoa está ofegante, a
gente, olha, você não quer sentar, eu
não quero que você desmaia aqui na na
frente do meu portão. Sente pelo menos,
porque você vê que a pessoa está
cansada.
Então, esse primeiro, essa primeira
similaridade faz parte dessa ideia de
Jesus de motivar as pessoas para que
recebam esses 70 com a mesma singeleza
de coração.
Os 70, a semelhança dos 12, também
sairiam em duplas,
de casa em casa.
Não deveriam ficar falando com quem
encontrasse pelo caminho. É muito
interessante isso. É o mesmo estilo. Nós
já falamos sobre isso em mensagens
anteriores. Sair de dois em dois não faz
sentido. Mas hoje, tá? Ainda que as
pessoas de algumas aceitas e religiões
fazem isso e às vezes os evangélicos
ficam culpando e desafiando você. Por
que que a gente não faz igual eles saem
de dois em dois, de casa em casa? Sair
de dois em dois significa
sair numa quantidade para que você possa
ter uma testemunha. E o Antigo
Testamento já falou sobre isso. Mediante
a testemunha de duas pessoas, uma coisa
será confirmada. Então, a mensagem
desses 70 era uma mensagem que trazia o
anúncio do reino, da chegada do reino,
para que depois não ficasse aí sendo
dado explicações de que eu não ouvi
falar, não tem testemunhas. Eles saíam
de dois em dois por essa razão, de casa
em casa. Hoje nós pensamos no número 20,
no 21 vai tocando a campainha de um por
um. Não é isso, irmãos. O mundo antigo
não vivia da forma como nós vivemos
hoje. De casa em casa, em muitas
circunstâncias, era quase que de
vilarejo em vilarejo. Eles não moravam
às vezes amontoados como nós moramos
hoje. E no final do verso, vocês viram
aí no final do versículo 7,
é instruído que eles deveriam ficar na
mesma casa
e depois fala que não deveria ficar
mudando de casa em casa. E isso seria um
péssimo conselho para a o andamento
rápido da missão. Se Jesus tivesse
pressa, se Jesus tivesse interesse que
aquilo fosse divulgado com mais rapidez,
ele não falaria isso. Ele falaria:
"Olhe, cheguem na praça da cidade, façam
um grande barulho e aí anuncie para todo
mundo que estivesse ali." Mas não é
isso. Ele quer que as pessoas entrem
dentro da casa, fiquem na mesma casa
para que depois passem paraa outra. Nós
já vimos sobre isso anteriormente. Isso
significa que o evangelho que Jesus
anunciava não era o evangelho para ser
pregado e anunciado eh no ambiente
público, mas relacionado ao domicílio.
Também a semelhança dos 12 e os 70
deveriam anunciar a chegada do reino e a
paz que esse reino trazia. Nós vimos
isso também iam chegar anunciar a paz e
aguardar a reação. Isso não tem a ver,
irmãos. Não tem a ver com algumas
igrejas hoje pentecostais que dizem a
paz do Senhor, irmão. Não tem nada a ver
com isso. Não estão falando que você não
deva falar ou que seja errado falar. Eu
estou dizendo que hoje você chegar e
cumprimentar alguém, a paz ou a paz do
Senhor, a paz de qualquer paz.
Ah, não é a mesma coisa, porque esses 70
anunciavam a chegada do reino. E esse
reino trazia a paz. Qual paz? A paz do
ser humano com Deus. É a reconciliação,
não é ausência de guerra. Já vimos isso
também. O próprio Jesus disse lá no
Evangelho de Mateus: "Não pensem que eu
vim trazer paz, eu vim trazer guerra".
Como que você concilia as duas coisas?
Porque a paz, a respeito da qual Jesus
fala, é a paz com Deus. é a nossa
reconciliação com isso. Então, eh, nesse
sentido, era importante, era importante
que houvesse testemunhos daí dois em
dois, porque eu eu é quase, irmãos, como
que um oficial de justiça chegando numa
casa e pedindo para que a pessoa assine
ali o termo de que ele de fato recebeu
aquela intimação.
O anúncio da paz era um anúncio de uma
reconciliação
que havia sido feita nos céus antes da
fundação do mundo e que precisava ser
anunciada aos moradores ali daquela
região.
Agora, diferentemente dos 12,
os 70 foram comissionados com a
responsabilidade de pedir ao Pai mais
trabalhadores. Isso é uma coisa nova.
A obra ser realizada pelos 70 precisava
de reposição de tempos em tempos,
precisava de multiplicação, mais
trabalhadores
e precisava também de expansão. Por onde
Jesus passaria, eles teriam que ir
adiante.
Não há nenhuma indicação de que esses 70
deveriam, por exemplo, treinar alguém.
Vocês viram isso? Não há nenhuma
referência de que os 70 deveriam treinar
ou fazer outros discípulos. Não há. A
instrução foi: quando vocês virem a
necessidade de mais discípulos, peçam ao
Pai. Peçam ao Pai. E por quê? Por que
disso? Porque é prerrogativa do senhor
da seara escolher e depois enviar e não
dos 70. Não são os 70 que deveriam
escolher e nem ah treinar e nem enviar
os seus colaboradores. Mesmo sendo um
grupo mais de cinco vezes maior do que
os 12, os 70 ainda são considerados como
representantes do povo de Israel como um
todo. Eles não são, irmãos, a maioria.
Eles não são como os apóstolos,
mas também não são como o povo em geral.
Eles foram escolhidos por Jesus para
representar
o povo de Deus nessa missão. Às vezes eu
olho para os 70 como se fosse o que a
gente conhece.
Ah, nós temos um aqui na parede ali, não
sei quantos conseguem ver, mas é o
famoso roteador.
Hoje em dia, o roteador
em aquelas antenas parece o anticristo,
né? cheio de chifre. Qual é o papel do
roteador?
O papel do roteador não é criar um sinal
próprio. O roteador para que ele
funcione, ele precisa estar conectado a
uma rede que que já tem a sua a sua
comunicação própria, já tem ali a
alimentação própria, mas o roteador
cumpre a finalidade de expandir e tornar
disponível a outras regiões, a outros
ambientes, um sinal que deoutra sorte
não chegaria. a todo mundo.
Então, os discípulos de Cristo são
aqueles que levam essa informação, levam
os dados até esses roteadores e eles
então divulgam e ampliam o alcance
daquilo que Jesus havia ensinado. Os 12
foram escolhidos e chamados por Jesus
para aprender com ele. E a e a eles
apenas foi dada a garantia de que o
Espírito Santo faria com eles para que
eles se lembrassem daquilo que Jesus
havia dito. Isso não foi dito para os 70
de que Jesus colocaria em seus lábios
aquilo que eles deveriam falar. E é por
causa disso, irmãos, que o ensinamento
dos apóstolos, desde o início da igreja
primitiva, já era considerado como o
alicerce da igreja e não os ensinamentos
do 70 ou o ensinamento da igreja eh como
um todo, não. A ideia de que nós somos
uma igreja reformada e que é firmada eh
na palavra de Deus passa por essa
compreensão.
Eu não sei quantos já se atentaram para
isso. Por que que a gente coloca tanta
ênfase
na doutrina apostólica a ao credo
apostólico?
Por que que a gente não fala que nós
somos firmado na palavra de Cristo e não
na palavra dos apóstolos?
Você se lembra qual foi o único ou
último ou algum livro que Jesus
escreveu?
Jesus nunca escreveu nada.
Embora por meio do seu espírito, outros
evangelistas que andaram com ele
escreveram, mas o próprio Jesus nunca
escreveu nada.
Portanto, os discípulos foram aqueles
que não só escreveram sobre o que ele
fez, sobre o que ele falou e sobre quem
ele foi, mas esses discípulos foram
aqueles que viveram com eles.
Seria tão bom se nós continuássemos
ouvindo Jesus falando, ligasse o telão
aqui, aparecesse Jesus e ele falasse
para nós. Nossa, seria uma maravilha.
Não precisaria nem de eu pregar.
Mas não é assim que acontece.
Nós somos chamados para ouvir o
testemunho dos apóstolos
inspirados por Deus para que nós
aprendamos a guardar em nosso coração.
Não apenas aquilo ah que às vezes de
maneira miraculosa foi dita. Você pode
estar pensando, mas sem pastor seria
muito melhor, tenho certeza. Ouvir Jesus
seria muito melhor do que ouvir o
Senhor. Não leve a mal, mas lógico que
seria até eu preferiria estar ouvindo
Jesus do que tá aqui falando para vocês.
Mas a história contada pelos
evangelistas nos mostra que muitas
pessoas que ouviram Jesus pessoalmente
não acreditavam naquilo que ele falava.
Então a diferença não está aí. Se Jesus
falasse no telão hoje, seria muito
melhor. Quem diria?
Aqueles que viram Jesus, que andaram com
ele, não acreditavam.
Por que que você acha que hoje Jesus
aparecendo no telão seria diferente? Não
seria de jeito nenhum.
Mas Jesus quer que nós aprendamos essa
lição de ver pessoas que andaram com ele
dando testemunho de quem ele foi, de
como ele agiu e de contando em mais de
uma perspectiva a maneira como eles
viram esse seu mestre agindo, andando e
operando sinais e prodígios.
E é somente então depois da morte e a
ressurreição de Cristo que a ordem é
dada a todos. Vocês conhecem? Vão, façam
discípulos
todas as nações, batizando-os em nome do
Pai, do Filho e do Espírito Santo,
ensinando-os a guardar todas as coisas
que vos tenho ordenado.
O que é que não tem na grande comissão?
Vocês já perceberam isso?
Que que tá faltando na grande começão.
Tem duas palavras que não aparecem na
grande comissão, que é a palavra
escolher.
Os discípulos não foram mandados, vão
pelo mundo, escolham discípulos.
Não tem a palavra escolher e também não
tem a palavra enviar.
Vão,
façam discípulos.
Batizem e ensinem a guardar. Não há a
ordem para que você escolha discípulos e
nem para que você envie discípulos,
porque de certa forma o próprio anúncio
da grande comissão já é da parte de Deus
e por meio dos apóstolos o nosso chamado
e o nosso envio. Mas nós não somos
pessoas. E é por isso que hoje
teologicamente é errado você sair por aí
a designando homens e mulheres apóstolos
do Senhor. Não tem mais isso. E e é por
uma razão muito óbvia. O modelo
apóstolos junto com o modelo 70 criou um
paradigma que é inviolável na escritura
e que os 12 foram os que andaram com
Jesus e ouviram aquilo que ele falou. E
os 70, não é que repetem, mas os 70
ampliam,
guardando os ensinamento dos apóstolos,
eles ampliam o alcance daquilo que Jesus
estava fazendo de maneira tão
localizada. Meus irmãos,
concluindo,
eu não sei se você se sente mais
no grupo dos 12 ou no grupo dos 70.
Se eu perguntar qual grupo você gostaria
de estar, eu tenho certeza que muita
gente gostaria de estar no grupo dos 12,
porque os 12 andavam com Jesus. 70 era
uma embolação de gente. Nem sabemos o
nome desses 70. Mas eu e você precisamos
saber que nós, a igreja estamos mais
relacionados com os 70 do que os 12.
Ser parte dos 70 significa que você é um
homem ou uma mulher que amplia e que
torna conhecido os feitos do Senhor em
áreas que às vezes nem todo mundo tem a
capacidade de chegar. Eu estava esse
final de semana conversando com alguém e
a pessoa me eh compartilhou a
oportunidade que ele teve dando carona
para um colega de trabalho.
Primeira vez, por razões, estava de
chuva, alguma coisa. A segunda vez a
própria pessoa pediu, já que você me deu
caron naquele dia, você poderia
novamente fazê-lo? Ele deu. E no carro
ele perguntou apenas: "E aí, como está a
vida? como que está a vida de vocês?
A resposta óbvia, bem obrigado. Mas ele
mal imaginava que a pessoa ia dali abrir
um leque de preocupações na vida
conjugal, próximo de um divórcio. E ele
ele disse que o caminho nem era tão
longe, pastor.
Daqui até chegar na casa dele não ia dar
tempo para explicar todos os problemas
conjugais dele.
Mas veja, às vezes Deus nos coloca, Deus
nos coloca diante de pessoas que
precisam ouvir pelo menos isso de nós.
Como é que está a sua vida?
Não é todo mundo, irmãos, que fala isso.
E é exatamente isso que Jesus sinaliza
para esses 70. Entram, entrem,
saúdem na casa. Diga que a paz, a paz.
já entre Deus e o ser humano. E veja
como essa reação acontecerá. No caso
desse passageiro que recebeu a carona
apenas uma frase: "Como está a vida de
vocês?" Já foi uma porta para uma grande
conversa que certamente precisará
continuar depois.
Portanto, eu e você somos parte daqueles
que o Senhor ainda desafia a sermos a
mensageiros que vão onde Cristo irá
passar. O evangelho vai em qualquer
lugar, não é necessariamente pela sua
boca, mas seja aquele ou aquela por meio
de quem os corações serão despertados
para uma nova experiência de vida em paz
com Deus. Vamos orar.
Ó Deus bendito, ajude-nos a entendermos
essas coisas, ajude-nos a viver
dessa forma, sendo homens e mulheres que
andem adiante,
que andem, ó Deus, anunciando a paz em
um mundo já acostumado com conflitos,
em um mundo já acostumado a entrar na
onda de relacionamentos conflituosos,
seja entre parentes, seja entre amigos.
Ó Deus, faz-nos,
homens e mulheres, que anunciem a paz em
um mundo de guerra, em um mundo de
conflitos humanos, conflitos de
gerações, conflitos de raças, conflitos
de toda sorte
e ajude-nos a ter a mensagem certa.
Pedimos isso e o fazemos em nome do teu
filho Jesus. Amém.
Coloquemo-nos de pé, irmãos, e vamos
cantar mais este cântico. E essa será a
oportunidade que você terá de também
adorar a Deus com seus dízimos e
ofertas, trazendo-os aqui até o
gasofilá.
[música]
V. [música]
Servo [canto]
virou gente
e habitou entre nós.
[canto] Cheio [música]
de graça
e de [canto] verdade.
E vimos sua glória
como a do Pai [música]
[canto] e vimos sua glória.
Glória [música]
do Pai. [canto]
O verbo virou gente [música]
e habitou [canto]
entre nós,
cheio de graça [música]
e de verdade. [canto]
E vimos sua [música]
glória
com a do Pai
[canto] e vimos sua glória, [música]
glória do Pai.
E vimos [música] sua glória
como a do Pai
[canto] e vimos sua glória, [música]
glória [canto] do Pai.
>> [música]
[música]
>> Oremos em gratidão ao Senhor. Ó Pai,
obrigado, Deus por mais esta manhã na
tua casa, onde o Senhor nos traz para
sermos moldado pela tua palavra.
Damos graças, Senhor, pelo teu cuidado,
pelo Teu amor, pela tua providência em
nossa vida. E ess momento onde fazemos
isso, demonstrando, ó Pai, a nossa
confiança, Senhor, na tua soberania, na
tua providência, sendo fiéis nos dízimos
e generosos nas ofertas.
Gratos, alegres, ó Pai, desejosos por
fazer parte daquilo que o Senhor tem
feito nesta igreja local. Sim, ó Pai,
como membros desta família, ó Deus,
coloca em nosso coração esta alegria,
este desejo, o senso da nossa
responsabilidade, dever,
mas que tudo isso, ó Pai, seja feita com
alegria no coração.
Continue abençoando as famílias, ó Pai,
que compõe esta igreja. continue
abençoando a liderança, dando-lhe
sabedoria, ó Pai, discernimento,
mordomia fiel, ó Pai, com os recursos
que nos são trazidos. Tudo para tua
honra, para tua glória, confiante,
Senhor, de que o Senhor não precisa de
nada disso, mas nos permite fazer parte
daquilo que o Senhor tem para o teu povo
e para este mundo por meio desta igreja.
Obrigado, ó Deus. Obrigado por cuidar de
nós. Obrigado por nos ensinar que o
Senhor cuida de nós. E que a graça do
nosso Senhor Jesus Cristo, Deus, o
Filho, que o amor de Deus, o Pai, que a
consolação, o ensino e a garantia da
eternidade no Espírito Santo seja com
todo o povo de Deus aqui espalhado pela
face
hoje e sempre. Amém.
A igreja pode se assentar. çamos o
póslúdio.
>> [música]
[música]
>> Nosso culto está encerrado, meus irmãos.
E antes de nos dispersarmos demais,
vamos nos lembrar de pessoas que estão a
enfermas e precisam das nossas orações.
O nosso irmão Eduardo Brison, ele está
internado.
Bem, a Keila Cout, Keila é a mãe do
Bernardo. Eu também fazer um
procedimento ontem e teve complicações.
Ela tá internada também, a dona Vanda.
presbítero José Gomes,
a o seu Jeremias e a sua esposa Adeir
Cobe também são irmãos que precisam das
nossas orações.
A Lila e a Mamura. Fernando Camargo, a
dona Deulinda, a dona Bet, a Lázara e o
Samuel Viana, a dona Leonina
e também o seu patrocínio. São irmãos
que às vezes nos esquecemos de que eles
estão aí, estão vivos, lutando com essas
enfermidades e com dores. E é objeto das
nossas orações. Vamos então, antes de
fazermos muito barulho aqui, vamos orar.
Vamos lembrar dessas pessoas. Ó Deus,
sabemos que o Senhor conhece cada uma
dessas necessidades.
O Senhor já nos disse isso.
Antes mesmo que as palavras venham até
os nossos lábios, o Senhor já conhece
cada uma delas.
Mesmo assim nós, porque te amamos,
porque sabemos que tu és o nosso pai,
que és um pai bondoso,
nós, ó Deus, nos alegramos de trazer ao
teu conhecimento como um gesto também de
amor pelo nosso próximo.
Atende, ó Deus, conforme a tua boa
vontade, a tua multiforme sabedoria a
cada um destes pedidos e ajudes, ó Deus,
a prevalecer nesses dias de enfermidade
e de dor. Oramos por cada um deles, em
nome de Jesus. Amém.
Irmãos, algumas pessoas nos visitam,
algumas muitas, né? Eu tenho aqui uma
lista enorme. Temos o Leandro, está
junto com a amiga Eliane. Onde estão
vocês, Leandro e Eliane? Ah, estão ali.
Sejam bem-vindos, Leandro e Eliane.
Recebo os cumprimentos aí do João Víor.
Temos também a Vivian Fortunato. Onde
está você, Vivian?
Ah, está ali. Seja bem-vinda, Vívia.
Deus abençoe. Veio pro batismo.
Ah, ok. Temos também a Neid, está com a
filha Vitória.
Ah, está ali. Sejam bem-vindos a Neid.
Ah, eu não sei se tá perto aí de você,
Sérgio Davi, você viu aí?
Temos também, essa é uma família grande
aqui, ó. O Edivaldo
está com esposa e filhos, né? A Ana
Vitória e Yocan e a Vanessa, que é a
esposa. Onde está essa família?
Ah, é o sogro, né? Veio para o batismo.
Estão ali. Sejam bem-vindos.
Deus abençoe.
Temos também o Francisco.
Ah, tá aqui, Francisco. Seja bem-vindo,
Francisco.
Temos o Vando Alves com a esposa Núbia.
Onde estão vocês? Então, lá todo mundo
veio pro batismo. Nossa, que bom. Sejam
bem-vindos a si mesmo. Temos a Mariana.
Mariana também veio pro batismo.
Não, não tô vendo a Mariana aqui. Ah, tá
ali. Seja bem-vinda, Mariana.
Eu não vi ninguém aí cumprimentando ela
aí, gente. Sérgio, você tá do lado da
Mariana aí, ó.
Mariana. E temos também o o Pedro. O
Pedro e o André. Eles são meus
sobrinhos. Estão aqui. Eles vieram, né?
Então, estão lá. Pedro e o André. Sejam
bem-vindos.
Tão visitando aí. Deve ter mais gente
envolvido aí, mas só eles que
preencheram o nome. Tem a Mariana
também, tá aí? Ou a Mariana ficou
dormindo, tá aí, né? Ok. Então, são meus
parentes, vieram de Cuiabá, estão aí
visitando a igreja de Santo Amaro. A Ana
Júlia também tá com eles. Então, esses
são os que nos visitam. Alguns avisos,
irmãos, antes de nos dispersarmos.
>> [limpando a garganta]
>> Eh, primeiro deles, com respeito ao à
nossa EBD, então funciona hoje todas
essas salas aí, exceto as que estão na
cor laranja, tá bom? Então, a sala de
Bíblia funcionará aqui no templo e a
sala modular que funcionaria no salão
social hoje, ela não funciona. E lá em
cima, o ensino médio também não vai
funcionar hoje porque eles estão no
acampamento
da UPA, certo? Essa é a razão porque não
estará funcionando hoje.
E no primeiro andar da sala das
crianças, todas as salas funcionam. Se
você está nos visitando e tem crianças
nessas idades, chegando lá no primeiro
andar, saindo aqui pela direita, temos
tutores para indicar qual é a melhor
sala para que você deixe a sua criança,
se assim você o desejar.
Também essa é uma programação da
organizada pela SF em parceria com a UPA
e com a UPPA e a Sadi, esposa do pastor
Nelson, já foi pastor nessa igreja. Sad
também já foi membro aqui, ela estará
trazendo essa palestra. Então, será no
dia 9 de maio, já é semana que vem, tá?
No sábado que vem, às 9 horas aqui na
igreja. Essa programação tem aí o QRCE
que foi colocado ali, mas ele também já
aparece, né, no grupo de WhatsApp
juntamente com o link que é
correspondente a esse QRcode aí, tá bom?
Inscreva-se para que eles planejem com
mais cuidado essa programação, prevendo
espaço, prevendo lanche e tudo mais que
possa acontecer.
Também a no mesmo dia, eh, no dia, não,
para frente aí, no dia 16 de maio, eh,
acontecerá essa palestra, né? Eh, eu que
falarei nessa ocasião, então, como
aplicar a sabedoria bíblica na gestão
familiar. e por sabedoria bíblica. Essa
é uma referência ao livro de Provérbios,
tá? Então, a ideia é quase que fazer
aqui um workshop para que pais e pessoas
em família em geral aprendam a utilizar
a linguagem e os recursos do livro de
Provérbios para a instrução e para a
gerência do seu lar. Tá bom? Então,
também tem inscrição para ser feita, tem
Qode. Ah, então inscreva-se que é por
meio dessa inscrição que esses eventos
acontecem, tá? Quem já veio sabe que
fica cheio de gente, tem lanche, tem
espaço, tem para saber se você tem
filhos para trazer, para que eles
providenciem pessoas, para cuidar dos
seus filhos. Então, tudo isso requer que
você se inscreva, tá bom?
E hoje à noite, Verendo Previde continua
a sua série, né, em Gálatas.
Então é isso aí. Tenham todos uma boa
escola dominical.
>> Só que não, ainda não.
>> Ah, ok.
>> Ah, em nome do conselho, devemos ah ser
gratos nessa última semana,
quinta-feira, reverendo Daniel completou
mais um ano de vida.
E a pedido da igreja, né, e do conselho,
gostaríamos de presenteá-lo com uma
>> duas sacolas.
[risadas]
>> Muito obrigado. Alimenta demais os
pastores e também veste eles muito bem,
viu?
>> Somos muito gratos à vida do reverendo
Daniel. Gostaria então de fazer uma
oração. Vamos orar mais uma vez.
Senhor, obrigado, ó Deus, pela tua boa
mão na vida do teu servo. Somos gratos
pela tua bondade
em nos presentear com a amizade, com a
liderança do reverendo Daniel nesta
igreja. Que ele possa, pai, a cada dia
da sua vida, experimentar da tua boa
mão, da tua graça em sua vida.
Continuamos pedindo, Senhor, que o
Senhor derrame bênção sem medidas sobre
a sua casa, sobre o seu ministério, para
que possamos caminhar juntos com o nosso
irmão naquilo que o Senhor tem para nós.
Como povo teu, ó Pai, somos gratos pela
vida do nosso irmão. Em nome de Cristo
Jesus, oramos. Amém.
>> Amém. Muito obrigado, irmãos. Esse ano
especial é muito bom celebrar o
aniversário, né, tendo passado aí por
uma cirurgia

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