🔴 Culto Vespertino | 03/05 | 18h – Rev. Lucas Previde
04/05/2026
🔴 Culto Vespertino | 03/05 | 18h – Rev. Lucas Previde
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Sobre a música de abertura
Música: Louvai a Deus, soberano Senhor (Hinário Novo Cântico nº16). Título original em português: Louvor a Deus
Compositor: Stralsund Gesangbuch (1665), Joachim Neander (1680)
Ficha Técnica
Arranjos e produção musical: Samuel Cintra Santos
Gravação, mixagem e masterização: SCS Produções
Produção: Igreja Presbiteriana de Santo Amaro
ISRC: BR-075-22-00001
Legendas automáticas:
[música] เฮ [música] [música] >> [música] [música] >> Boa noite, meus irmãos. Sejam bem-vindos a mais um culto da Igreja Presbiteriana de Santo Amaro. É bom estar na casa de Deus, especialmente com as razões corretas. E é o próprio Deus quem vai burilando o modo como devemos pensar sobre nós mesmos, sobre ele e sobre o que é que nós fazemos aqui neste local. Vejam só as palavras do salmista no Salmo 16. Ele nos diz: "O Senhor é a porção da minha herança e o meu cálice sustentas a minha sorte. As minhas divisas caíram em lugares agradáveis. É linda a minha herança. Bendigo o Senhor que me escolhi aconselha, pois até durante a noite o meu coração me ensina. Tenho o Senhor sempre diante de mim. Estando ele à minha direita, não serei abalado. Essa é a razão porque nos encontramos aqui. Nós cremos e nós buscamos ter o Senhor nosso Deus ao nosso lado, à nossa vista, com a razão específica, como o salmista nos diz, ele é aquele que não me deixa ser abalado. Crendo nisso, coloquemo-nos de pé e vamos louvar esse Deus que nos recebe em sua casa de forma alegre. >> [música] [música] >> А [música] Vem direita sempre. [música] >> [canto] >> Em ti [música] confiarei, Senhor. [canto] [música] Eu não terei do que ter medo. [música] Meus [música] pés só na rocha [canto] firmarei. Não me [música][canto] abalarei e do [música][canto] Senhor direi. Tu és meu Deus [música] protetor, [canto] meu refúgio, [música] libertador, [canto] meu abrigo, [música][canto] torre forte, todo tempo, meu socorro [música] vem de ti. >> [música] [música] >> Não [canto] há outro a quem eu ame. [canto][música] >> [música] >> Tu és tudo que [música] eu desejo. [música] Eu me alegro em ti e [música][canto] do Senhor direi: Tu és meu Deus, [música] protor, meu refúgio, libertador, [música] meu abrigo, [música] torre [canto] forte, todo tempo meu Socorro [música][canto] és meu Deus protetor, meu refúgio, [música] libertador, meu abrigo, [canto][música] torre e morte, todo tempo. Meu socorro [música] vem de ti. Todo tempo meu [música][canto] socorro em ti. [música] >> Todo tempo. [música] Meu [canto] socorro vem de ti. [música] Ó Deus bendito, nós acabamos de cantar e nós cremos nisso porque também a tua palavra nos diz que tu és a nossa porção e não temos onde mais recorrer senão a ti e o fazemos porque te amamos, porque cremos que tu és o nosso Deus. E esta nossa fé não é apenas baseada no que naquilo que nós sentimos, mas a tua palavra tem nos ensinado ao longo da história do teu povo Israel, ao longo da história da igreja primitiva, que é o Senhor quem nos sustenta. Por isso, Senhor, nós te adoramos e nós o fazemos pela mediação do Teu filho Jesus, que é aquele que morreu e por meio de quem nós temos acesso à tua presença. E é também, ó Deus, em nome dele que nós oramos a ti. Amém. Os irmãos podem se assentar. Nós também lendo eh os salmos, aprendemos como devemos nos portar em relação aos nossos pecados e a maneira como nos achegamos a Deus. Todos nós somos pecadores, mas isso não é algo que nos desqualifica, porque há alguém e há meios pelos quais o próprio Senhor Deus nos prepara para estar na presença dele. Vejam só as palavras do Salmo 34, que nos diz a partir do verso 11: "Venham, meus filhos, e escutem, e eu lhes ensinarei o temor do Senhor." Quem de vocês ama a vida? e quer longevidade para ver o bem. Refreia a língua do mal e os lábios de falarem palavras enganosas. Afaste-se do mal e pratique o bem. Procure a paz e empenhe-se por alcançá-la. Os olhos do Senhor repousam sobre os justos e os seus ouvidos estão abertos ao seu clamor. O rosto do Senhor está contra os que praticam a maldade ou mal para extirpar da terra a memória deles. Clamam os justos e o Senhor os escuta, os livra de todas as suas angústias. Perto está o Senhor dos que têm o coração quebrantado. Ele salva os de espírito oprimido. É isso que nós devemos nos empenhar para fazer, quebrantarm-nos diante de Deus, porque essa é a posição que devemos ter para que Deus nos receba e ele seja aquilo que o salmo nos garante que ele é. Ele está perto, ele está em todo lugar, porque ele é um Deus onipresente. A escritura diz que ele está perto daqueles que tem coração quebrantado. Você quer Deus perto de você? Quebrante-se diante dele. Vamos fazer isso agora, curvar as nossas frontes e orar a Deus pedindo perdão pelos nossos pecados. >> [limpando a garganta] >> Ó Deus bendito, ajude-nos, ó Pai, a refrear a nossa língua do mal. Ajude-nos, ó Deus, a afastarmo-nos do mal e praticar o bem, a fim de que possamos ser homens e mulheres justos, porque fomos justificados por ti. Sabemos, ó Pai, que o teu rosto está contra os que praticam o mal. E queremos, ó Deus, ver a tua face sempre, não como alguém contra nós e contra o que fazemos e contra quem somos. Pelo contrário, queremos o Senhor perto de nós. Por isso, quebrantamos-nos diante de Ti, confessamos os nossos pecados e pedimos, ó Deus, que o Senhor ajude-nos em nossas fraquezas, fortaleça os nossos caminhos para que continuemos andando em novidade de vida, em santidade e integridade diante dos teus olhos. Sabemos, ó Deus, que não conseguimos fazer isso, mas também sabemos que a morte do teu filho Jesus nos capacita a sermos um novo homem, uma nova mulher, a pessoas que possam mortificar os feitos da carne. E é crendo nisso, a Deus que nós mais uma vez nos colocamos aqui pedindo perdão pelos nossos pecados e o fazemos na mediação do teu filho Jesus. Amém, irmãos. Deus nos perdoa. Essa é uma verdade que a Escritura nos garante. Então, crendo nisso, coloquemonnos de pé mais uma vez, aqueles que puderem, e vamos louvar a Deus com mais dois cânticos que seremos conduzidos. >> [música] >> Aos montes [canto] o meu olhar de onde o socorro [música] vem. do criador que [canto][música] fez o mar, a terra, os céus e a lei [música][canto] me guardará de tropeçar. [música] Seguro [canto] andarei, meu [música] Senhor, [canto] exaltado [música] está. Me [música] [canto] susto vem e me salvará. O meu olhar [canto][música] ei de levantar [canto] ao [música] meu Senhor que [canto] exaltado está. [música] >> [música] >> A minha [música][canto] destra sempre estão só sobre o [canto] seu poder. É brilho sol ou [música][canto] o luar, nenhum mal sofrerei. Não vai [música][canto] dormir ou cochilar, guardado [música] [canto] estarei. >> Meu [música] Senhor [canto] exaltado [canto] está. Me [música] sustei e me salvará. [canto][música] O meu olhar em [música] de levantar ao meu Senhor que exaltado [música][canto] está. >> [música] [música] >> Aos montes ero [música] [canto] meu olhar de onde o socorro [música] vem [canto] do criador que fez o mar, a terra, o céu, céus [música] e além. [canto] Me guia o Deus de [música] Israel. [canto] Protege o meu viver, o meu sair [música][canto] e o meu entrar agora e sempre. Amém. [música] Meu [canto] Senhor exaltado está. [música] Me sustiém e me salvará. [música][canto] O meu olhar em te [música] levantar ao meu [música] Senhor, ao [canto] meu Senhor, meu Senhor exaltado [música] [canto] está. Me sustem e me [música][canto] salvará. O meu olhar [música] vem te levantar. Ao [música][canto] meu Senhor que exaltado está. [música] >> Ao meu Senhor [canto] que exaltado [música] está. >> [música] [música] >> Pelos [canto] bosques e campinas, pastorei [música] ao bom [canto] Jesus. Junto às águas cristalinas, [música] seu rebanho em paz [canto] conduz. >> [música] >> Ele guarda sim minha alma e a protege [música][canto] em seu calor. Nas angústas ou na calma, vai comigo, bom pastor, [música] sempre amável [canto] e clemente. [música] Vai comigo, bom [canto] pastor. Não [música] me afligem os perigos e não temo [música] a tentação. Ele [canto] sempre está comigo e susteme [música] o seu cordão. Não me afinge nem a morte [música][canto] cuja sobre enfrentar. Ele é meu amparo [música] forte em que posso confiar. [canto] sempre amável e plemente [música] vai comigo com pastor. [música] Tua mesa me prepara, [canto] pois minha alma [música] quer minhas [canto] máguas eles sará com seu olho [música] vem de certamente que a bondade toda a [música][canto] vida fluirei e no céu felicidade [canto] para sempre. [música] Sempre gozarei, sempre amável e clemente, vai comigo, [música] bom pastor. [canto] [música] A igreja pode se assentar. Convido você a abrir a sua Bíblia na carta de Paulo aos Gálatas para darmos continuidade à exposição das Escrituras na nossa série intitulada A justiça da Fé. Nessa noite nos deteremos ao capítulo 4 versos de 1 a 11. A epístola de Paulo aos Gálatas, capítulo 4, [limpando a garganta] versos de 1 a 11. Se você tem o nosso guia de pregação, esta mensagem está contida nele, na série intitulada, como eu já disse, a justiça da fé. Se você está nos visitando, ainda não tem o nosso guia de pregação. Depois pode procurar os membros da Junta Diaconal na página 33. É a exposição, será a exposição desta noite. Acompanhe atentamente e com fé. A palavra do Senhor diz assim: "Digo, porém, o seguinte: durante o tempo em que o herdeiro é menor de idade, em nada difere de um escravo, mesmo sendo senhor de tudo, mas está sob tutores e curadores até o tempo pré-determinado pelo Pai. Assim também nós, quando éramos menores, estávamos escravizados aos rudimentos do mundo. Mas quando chegou a plenitude do tempo, Deus enviou o seu filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para resgatar os que estavam sob a lei, a fim de que recebêssemos a adoção de filhos. E por você, e porque vocês são filhos, Deus enviou o espírito de seu filho ao nosso coração. E esse espírito clama: "Aba, pai". Assim você já não é mais escravo, porém filho. E sendo filho, também é herdeiro por Deus. Mas no passado, quando não conheciam a Deus, vocês eram escravos de deuses que por natureza não são deuses. Mas agora que vocês conhecem a Deus, ou melhor, agora que vocês são conhecidos por Deus, como é que estão voltando outra vez aos rudimentos fracos e pobres, aos quais de novo [roncando] querem servir como escravos? Vocês guardam dias, meses, tempos e anos. Receio que o meu trabalho por vocês tenha sido em vão. Até aqui a palavra do nosso Deus. Vamos orar. Ó Senhor, estamos diante da tua palavra e cremos no poder dela para nossa vida. Cremos também que o Senhor conhece os nossos dias, os nossos pensamentos e sentimentos. Por isso, pedimos que nesta noite o teu Santo Espírito nos conduza, Senhor, para aquilo que precisamos receber de ti. Cremos que isso é possível porque Cristo morreu para que assim pudéssemos, ó Pai, desfrutar da tua revelação e da tua obra em nossa vida. Oramos no nome do nosso Senhor Jesus Cristo, que vive e reina eternamente. Amém. Aqui estamos dando continuidade à carta tão tensa ou a ácida do apóstolo Paulo aos Gálatas. Se você já está acompanhando conosco a exposição desta carta, você vai lembrar que essa carta é a única carta do apóstolo Paulo que ele não começa com elogios à igreja a quem ele está escrevendo. Provavelmente essa tenha sido a primeira carta escrita pelo apóstolo Paulo após as suas viagens missionárias. E nós vimos em nossas últimas exposições que há na igreja da Galáia uma grande, uma forte corrente de judaisantes adentrando a essa igreja e pervertendo ou corrompendo o evangelho que Paulo havia pregado. Então Paulo escreve primeiramente contra este falso evangelho dos chamados judaisantes. Lembrando que judaisantes eram judeus que se diziam convertidos ao cristianismo, mas não queriam abandonar as práticas, os ritos religiosos como meio de se alcançar a salvação. Principalmente a discussão aqui estava também em torno da circuncisão. Esses judaisantes, chegando à igreja da Galácia, uma igreja de gentios, ou seja, de pessoas que não vinham do judaísmo, estavam recebendo ou sendo pressionadas a não abandonar ou na verdade a adotar práticas judaicas como meio para a sua salvação. Paulo então irá argumentar com relação a isso de que a lei não tinha este propósito. No capítulo 3, nós vimos Paulo a lembrando que a lei foi escrita muitos anos depois da promessa feita a Abraão. E Abraão foi justificado porque creu. Então Paulo diz: "Não há cabimento da lei ser o meio pelo qual irá conduzir vocês à salvação." Mas Paulo então oferece ou apresenta qual é o papel da lei. E nós vimos que o papel da lei na nossa última exposição é caracterizar o nosso pecado, caracterizar a nossa total falta de capacidade de salvação, mas também nos conduzir à salvação. Paulo utiliza a expressão guardião. Então a lei tinha estes dois papéis, dizer que você é um pecador, que você não consegue alcançar a sua salvação pelos seus próprios méritos, mas que por meio da observância da lei, você seria conduzido à salvação em Cristo Jesus pela fé. Salvação mediante a fé. Este é o cerne da carta de Paulo aos Gálatas. Somente pela fé em Cristo Jesus somos salvos. No verso 24 do capítulo 3, Paulo conclui: "De maneira que a lei se tornou nosso guardião para nos conduzir a Cristo, a fim de que fôssemos justificados pela fé. Mas agora que veio a fé, já não permanecemos subordinados a este guardião. E por isso, a nossa filiação em Cristo Jesus se assemelha a Abraão. Lembre-se que a igreja da Galácia era uma igreja de gentios, ou sejam, de pessoas que não tinha o lastro histórico, cultural e religioso do judaísmo. Eram pessoas que não conheciam a Torá ou que não conheciam os mandamentos ou que não estavam apegados aos ritos. E Paulo então diz: "Em Cristo Jesus fomos feitos descendentes de Abraão, quer judeu, quer gentil." Mas e nos dias de hoje, o que isso impacta? Impacta que muitas pessoas querem se aproximar do cristianismo, querem se aproximar de Deus estipulando como esta relação se dará. Muitas igrejas ou denominações que se dizem evangélicas continuam se apegando a ritos, a ordenanças, a simples observação da lei como forma de garantir a sua salvação ou redenção. Muitas pessoas apenas querem uma lista do que precisam fazer para alcançar a sua redenção. Eu preciso fazer parte de uma igreja, OK? Eu preciso dar o dízimo, OK? Eu preciso fazer parte de uma sociedade interna, OK? É isso que eu tenho que fazer? Então eu farei isso para então conquistar a minha redenção. E o coração humano vagueia por este mundo perdido neste sentimento. Há pessoas que encontram certa satisfação ao fazer isso, pertencer a alguma igreja, alguma seita, algum movimento espiritual e acharem que nisso encontram a sua redenção. Outros estão perdidos tatiando este mundo atrás do poder financeiro, do status. O coração humano busca a sua redenção, mas longe de Cristo Jesus continuará assim como esses judais antes, apenas vislumbrando, vislumbrando o que é a redenção em Cristo Jesus. Por isso, nessa noite, eu gostaria que respondêsemos à luz das Escrituras uma pergunta principal a respeito do que Paulo diz. E essa pergunta é: Como entender as consequências da afirmação que somos filhos de Deus e herdeiros de suas promessas? Como entender essa afirmação que o apóstolo Paulo diz de que somos filhos de Deus e herdeiros de suas promessas? Voltando ao contexto, é muito importante lembrar do que estes irmãos da Galáia estavam ouvindo e do que esses judaisantes também estavam ouvindo. Aqueles que não tinham lastro nenhum com o judaísmo, aqueles que não tinham no seu histórico familiar nenhum rito judaico, estavam sendo chamados de herdeiros, assim como Abraão. E o contrário também os judaisantes que estavam tentando pressionar essa igreja e estavam ouvindo que aqueles gentios não precisavam mais da lei para serem considerados herdeiros a semelhança de Abraão. Então, como compreendermos essa afirmação de que somos filhos de Deus e, por consequência herdeiros de sua promessa? E o primeiro ponto é que como herdeiros devemos reconhecer a nossa condição de escravidão. Sim, como herdeiros, reconhecemos ou devemos reconhecer a nossa condição de escravidão. E Paulo vai utilizar a analogia do da herança ou em se tornar herdeiro quando ele diz. Digo, porém, o seguinte: durante o tempo em que o herdeiro é menor de idade, em nada difere de um escravo, mesmo sendo senhor de tudo. O que Paulo está querendo trazer aqui é a analogia de que quando você é feito o herdeiro, não foi você que conquistou aquilo que você irá herdar. Alguém trabalhou, alguém levantou cedo, alguém poupou para que você pudesse desfrutar. É algo que não foi conquistado por você, algo que será dado a nós a despeito dos nossos méritos, algo que nos pertence, mas que só possuiremos em tempo determinado. Normalmente é assim, após a morte daquele que possui, ou mesmo após a morte, em determinado tempo, tem que completar tantos anos, tem que fazer tal coisa para receber. Enquanto aguarda, o herdeiro é como se fosse um escravo. Paulo diz, mas em que em sentido? Em sentido de que ele não está livre. Ele não está livre para usufruir daquilo que lhe foi dado. Enquanto aguarda o período estabelecido, o herdeiro é conduzido, é guardado, é tutelado. Verso dois. Está sob tutores e curadores até o templo predeterminado pelo Pai. Sim, torna-se semelhante a um escravo no sentido de estar preso a uma condição a qual não importa o que ele faça, não importa quem ele seja, ele não conseguirá desfrutar. Mas Paulo no verso 3 nos dá a aplicação deste exemplo. Ele diz que nós somos como escravos. Por quê? Ele diz assim: "Também nós o quê? Quando éramos menores, estávamos escravizados aos rudimentos. do mundo. Essa é a nossa situação enquanto estávamos debaixo da lei, presos em nossa incapacidade de cumpri-la. Na nossa exposição anterior, nós dedicamos tempo a isso. A lei vinha para mostrar que nós não conseguimos cumpri-la e, por consequência, não há justificativa. Todos pecaram e carecem da glória de Deus. Não há um ser só sequer que pode, pelos seus próprios méritos, alcançar a salvação. E a lei vinha como um outdoor, um cartaz, um grande letreiro dizendo: "Você não pode, você não consegue". Mas Cristo veio e cumpriu a lei para que pudéssemos usufruir dos benefícios da nossa redenção. Paulo então usa essa analogia dizendo: "Olha, quando nós éramos ainda menores de idade ou quando nós estávamos ainda sobre esse julgo da lei, nós não podíamos cumpri-la". Assim também nós quando éramos menores estávamos escravizados aos rudimentos do mundo. E aqui rudimentos do mundo, o que significa essa expressão? [tosse][limpando a garganta] Ela tem como significado tanto a imposição da lei aos judeus. A lei impunha isso, uma escravidão de que ela, eles estavam presos à certeza de que eram pecadores, como os gentios também estavam escravizados aos rudimentos do mundo enquanto serviam a deuses falsos. Rudimentos do mundo tem tudo. A sua significância é toda encorpada com aquilo que não é a salvação em Cristo Jesus. rudimentos do mundo, a lei, deuses, pagães, mas também os espíritos malignos que constantemente tinham autoridade e tem autoridade neste mundo e que nos acusam do nosso pecado. Sim, a lei acusava-nos dos nossos pecados de uma forma correta, mas também o inimigo nos acusa de nossos pecados tentando nos distanciar de Deus. E éramos escravos. Paulo reforça que o outro evangelho que era pregado pelos judais antes estava extremamente fidelizado a isto. Escravidão. Vocês são completamente dependentes daquilo que o mundo diz que você tem que fazer para a salvação. E Paulo diz: "Esse é um outro evangelho que eu não preguei." Como herdeiros, nós devemos reconhecer a nossa condição de pecadores. Nós devemos reconhecer a nossa condição de incapacidade. Aqueles que são apresentados ao evangelho devem ser apresentados a um evangelho que traz esta realidade da nossa condição de filhos da ira de Deus, da natureza pecaminosa, incapaz de alcançar a redenção. Muitos quando se convertem ou são chamados, de alguma forma esquecem o seu histórico. E não estou dizendo que nós devemos ficar presos à nossa condição passada, mas não podemos extingui-la da realidade de que éramos escravos. Não conseguíamos fazer a vontade de Deus. Estávamos sujeitos aos nossos prazeres. Quantos ainda vivem debaixo dessa escravidão? buscando sua redenção em lugares que não encontrarão, em denominações espiritualizadas, em ritos ou mesmo dentro de uma igreja reformada, mas não compreendendo a sua condição. Quantos se aproximam da lei de Deus, mas não conseguem ser conduzidos por ela. No ministério de Jesus na Terra, nós vimos constantemente Jesus sendo seguido por multidões. E as multidões seguiam a Jesus, mas nem todos reconheciam Jesus como seu único e suficiente salvador. Estavam ali no meio, estavam ali ouvindo as palavras de Jesus, mas não se deixavam ser conduzidos por aquilo que Jesus ensinava. Quantos se aproximam de Deus? Quantos se sentam em bancos de igreja, mas não são transformados pelo evangelho ou não se submetem ao evangelho. Aceita Jesus até aonde não precisam abdicar sua vontade. Eu aceito estar com Jesus desde que não precise fazer isso. Eu aceito Jesus, mas não estou disposto a isso. Eu até vou à igreja, mas não me peça para fazer isso. Não compreenderam, não compreenderam a sua condição de escravos. continuam sendo escravos dos seus próprios pecados e sujeitos à condenação. Quantos acham que estão bem, mas na verdade estão presos e sujeitos aos rudimentos deste mundo? Quantos estão confortáveis apenas porque vem a sua conta bancária com um saldo satisfatório? Quantos se sentem confortáveis porque atingiram certo nível em sua carreira? Quantos se sentem confortáveis apenas visitando uma igreja ou fazendo um ritual espiritual? Na verdade, continuam presos porque não compreenderam a sua condição de escravos. Mas aqueles que compreendem o seu tempo de escravidão, como herdeiros, experimentam o que é ser filho de Deus. Este é o nosso segundo ponto. Se o primeiro ponto é que herdeiros compreendem a sua condição de escravos, como herdeiros também reconhecemos os méritos da nossa afiliação. Como herdeiros, nós conseguimos, por meio da palavra de Deus, conhecer aquilo que nos foi dado, afiliação, sermos filhos de Deus. O texto nos diz que na plenitude do tempo, no verso 4, mas quando chegou a plenitude do tempo, Deus enviou o seu filho. [limpando a garganta] Paulo fala sobre essa plenitude do tempo como uma virada na nossa condição, como uma mudança de perspectiva a respeito da nossa condição diante de Deus. Plenitude do tempo está atrelada à vinda de Cristo ao mundo. Mas por que este nome plenitude do tempo? Porque foi por Deus escolhido desta forma que em Cristo Jesus a sua obra fosse plenamente revelada. Nós lembramos do termo a revelação progressiva. É quando Deus se revela desde o Antigo Testamento de forma progressiva, em que Cristo Jesus todas as coisas se tornam claras. >> [roncando] >> Então, se você está acostumado com essa terminologia, mas nunca a compreendeu, plenitude do tempo significa a revelação completa de Deus aos homens em Cristo Jesus. Foi o tempo que Deus escolheu em sua soberania e propósito eterno para consumar a adoção dos seus filhos em Cristo Jesus. Foi consumada a nossa adoção como filhos de Deus. Aprove a Deus que assim fosse. Deus decidiu desta forma. Deus podia muito bem decidir a consumação da nossa filiação logo após a queda, três dias após Adão pecar. Mas ele não quis assim. Ele nos revelou progressivamente ao homem a sua obra, quem ele é, a sua condição de santo, e ao mesmo tempo apresentou-nos o pecado. Dentro do propósito de Deus, encontra-se o processo escolhido por ele para nos demonstrar isso. Revelação progressiva e aprofundada. Aprendemos por meio da palavra de Deus a criação, como Deus criou tudo bom, perfeito. Aprendemos qual é o protótipo, aprendemos qual é a boa, perfeita e agradável vontade de Deus. Aprendemos também sobre a queda. Aprendemos também sobre a nossa incapacidade. Mas na plenitude do tempo aprendemos sobre a redenção em Cristo Jesus. Vejam só que interessante. Dentro do propósito de Deus, Deus escolheu em Cristo Jesus apresentar-nos a nossa redenção, porque somente Cristo poderia nos conduzir a ela. Mas Deus também planejou, arquitetou e executou para que tudo convergisse para isso. Vejam só questões seculares. Por exemplo, a língua falada quando Cristo é encarnado, grego conhecido por todo o mundo conhecido, para que o evangelho pudesse ser transmitido a diversos povos. Na plenitude do tempo havia uma única língua sendo falada ou mundialmente conhecida. Você tinha outras línguas, mas o grego era conhecido por toda a extensão. Você tinha a PAX romana, por exemplo, sob o domínio do império romano, você tinha acesso a todo o império. Aqueles que pregavam o evangelho podiam ser enviados. Nós vimos hoje pela manhã o reverendo Daniel falando sobre o envio. Deus proporcionou em seu tempo, em sua escolha, a plenitude da sua revelação. Mas Paulo não para só por aí, dizendo que em Cristo nós aprendemos sobre a nossa filiação, mas ele nos dá o modo ou os méritos pelo qual nós nos tornamos filhos. Quando ele diz: "Deus enviou seu filho nascido de mulher. Por que Paulo precisou falar isso? Por que trazer o foco a isso? Deus enviou o seu filho nascido de mulher. Uma referência clara ao protoevangelho de Gênesis 3:15. Como sendo Cristo aquele que iria cumprir a promessa de que o descendente da mulher viria para salvar. Porém, inimizade entre você e a mulher, diz Gênesis 3:15, entre a sua descendência, a descendência da serpente e a descendência da mulher. Este lhe ferirá a cabeça e você lhe ferirá o calcanhar. Paulo está demonstrando como a nossa filiação se deu. Como você pode dizer que é filho de Deus? Por meio dos méritos de Cristo único e exclusivamente, Cristo se encarnou como homem nascido de mulher, mas também nascido sob a lei. Paulo lembra? Nascido sob a lei, Cristo precisava nascer de uma mulher para assumir a nossa natureza e realizar aquilo que não conseguiríamos realizar. É dessa forma que você se torna filho de Deus. Não é pela sua filiação a uma família que está muitos anos na igreja ou porque você faz parte de uma igreja, mas por conta de Cristo, que nasceu como homem e pagou o preço que nós não conseguiríamos pagar. Ele nos representou ao tornar-se como um de nós. Se fez pecador sem ter pecado. Era necessário que Cristo encarnasse como homem, assumisse a natureza humana, sofresse as dores sujeitas aos homens por conta do pecado, mas sem pecar. Mas não apenas de forma passiva, mas agisse de forma ativa em relação à lei. Cristo não somente esteve debaixo da lei, como também buscou cumpri-la de forma ativa em todos os aspectos, todas as ordenanças. Portanto, Deus enviou o seu filho para resgatar os que estavam sob a lei. E aí Paulo então conclui: "Com qual finalidade a fim de que recebêssemos adoção? de filhos. Final do verso 4. Qual a finalidade da encarnação de Cristo? De ele se sujeitar à lei, de ele pagar o preço pelos nossos pecados, com a finalidade de nos tornar filhos de Deus, nos resgatar, nos resgatar a fim de que recebêsemos adoção de filhos. E porque vocês são filhos, Deus enviou o espírito de Deus ao nosso coração. Resgatar descrição prática aqui do que naquele tempo era você comprar a liberdade de um escravo. Você comprar a liberdade de um escravo. Você resgatar o escravo da sua condição de escravos. No verso 4, ele diz: "Para resgatar os que estavam debaixo da lei. Cristo nos resgatou. de nossa condenação. Às vezes eu penso ou acho que isso se distancia muito da nossa realidade prática de comunhão com Deus. Nós nos esquecemos dos detalhes ou do alicerce pelo qual a nossa fé deveria ser construída e na qual deveríamos viver. Em relembrarmos os aspectos principais da nossa fé. é muito mais do que estar um domingo numa igreja, fazer parte de uma igreja, mas é constantemente trazer a memória, o que Paulo está fazendo aqui, trazendo a memória à igreja da Galáia. Quais são as bases [roncando] nas quais a nossa fé deve estar construída? Resgatados como escravos da lei e dos rodimentos desse mundo. Cristo pagou o preço da nossa liberdade. Como? Assumindo a nossa culpa. Não por méritos, mas por graça. Não merecíamos. É dom de Deus, é dádiva. Tome, experimente. Usando uma expressão tão depreciada dos nossos dias, receba. Receba a salvação em Cristo Jesus como aquilo que lhe é suficiente para uma nova vida. Seja filho de Deus, mas compreenda como você se tornou o filho de Deus. Não há expressão mais errada em relação a este tópico do que o dito popular. Todos são filhos de Deus. Mentira. Todos somos criados por Deus, criaturas de Deus. Mas nem todos são filhos de Deus. Não há como sermos adotados como filhos de Deus, senão por meio do eterno filho de Deus. Não há como você ser um filho de Deus se não for por meio daquele que é o eterno filho de Deus. Este evangelho é bem diferente do que estava sendo pregado. E Paulo tem que dizer isso. O que Paulo está demonstrando é: "Olha, vocês receberam um outro evangelho que não o que eu preguei". E a diferença principal é essa, que o evangelho ao qual vocês estão tendendo a aceitar é um evangelho que dá a vocês o poder, que dá vocês a autonomia, que dá vocês ao senso de que vocês podem. Mas o verdadeiro evangelho diz: "Descanse. Descanse em Cristo". O evangelho de João nos lembra a respeito disso no capítulo 1, a partir do verso 10, quando diz: "O verbo estava no mundo, o mundo foi feito por meio dele, mas o mundo não o conheceu. Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. Mas a todos quanto o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus. a saber, aos que creem no seu nome, os quais não [roncando] nasceram do sangue, não precisam ser da linhagem judaica, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus [roncando] a todos o que o receberam. Se você quer usar essa expressão, receba, utilize dessa forma. Receba a sua filiação por meio de Cristo Jesus. Receba a sua condição de herdeiro única e exclusivamente por meio de Cristo Jesus. Ser herdeiro é reconhecer a confirmação da sua afiliação. Um herdeiro sabe que é herdeiro. Mesmo ainda não podendo desfrutar plenamente da sua herança, ele vive como um herdeiro. Ele é tutoriado como um herdeiro. Ele é guardado como um herdeiro. Ele sabe exatamente o que lhe fez ser um herdeiro. Ele sabe que esse título ou essa posição ou esse status de herdeiro está completamente atrelada ao seu pai, nesse caso aqui expresso. Portanto, como herdeiros, nós precisamos reconhecer esta filiação ou os méritos desta filiação. É ter a convicção do que lhe foi dado por direito, não pelos seus méritos, mas por algo que fora conquistado por outro. Sim, por Cristo Jesus. Portanto, ser herdeiro é compreender o tempo que se passou da nossa escravidão. Para então reconhecermos os méritos da nossa filiação. O que te faz ser um filho de Deus? O que permite você dizer que você é um filho de Deus é o quanto você reconhece os méritos de Cristo neste processo. E por último, o nosso terceiro ponto, como herdeiros, reconhecemos o significado de tomar posse da nossa herança. Aqui é um outro termo que, infelizmente, foi tão descaracterizado nos dias de hoje, tomar posse. Mas é um termo que Paulo nos ensina aqui. Se ele não utiliza essa expressão, mas o seu princípio, quando diz: "E por que vocês são filhos?" Deus enviou o espírito de seu filho em nosso coração. Porque vocês são filhos? Deus enviou este esse espírito. Por ser, por sermos filhos, o mesmo espírito que habita em Cristo habita em nós. Você já parou para pensar nisso? que o mesmo espírito que habita em Cristo habita em você como filho de Deus. O mesmo espírito que habita em Cristo habita nos filhos de Deus. Por meio desse espírito podemos dizer abapai. E esta é uma expressão que veio para mudar completamente no Novo Testamento a compreensão de intimidade, de relacionamento com Deus. Jesus Cristo utiliza por diversas vezes esta passagem ou esta expressão aba pai. Uma expressão que muitos traduzem como paizinho ou pai querido, mas eu prefiro em ficarmos com o princípio dela, que é um princípio de extrema intimidade. O mundo até então conhecia a Deus como aquele que cuida, que protege o seu povo, mas por meio da plenitude da revelação, por meio do filho que nos pega pela mão e nos ensina agora como podemos chamar o nosso pai que está nos céus, pai querido, pai que cuida, pai que ouve as nossas orações. Essa é a certeza e a confiança que recebemos como herdeiros de Cristo, de poder chamar Deus de pai, de poder chamar Deus de pai e saber que ele ouve os seus filhos, de experimentar o amor, cuidado e atenção. Normalmente, quando essa expressão toma posse da bênção é utilizada, ela sempre está atrelada ou geralmente atrelada a conquistas materiais. Há conquistas financeiras. Toma posse da vitória, toma posse dos seus bens. Você é um filho de Deus, toma posse. Mas Paulo nos ensina aqui que tomar posse é tomar posse da nossa filiação. Tomar posse é descansar em nosso Pai. Tomar posse é saber que quando oramos o nosso pai nos ouve. Tomar posse é saber que a sua disciplina quando exercida é para o nosso bem. Ninguém quer tomar posse da disciplina, né? É interessante isso, mas é tomar posse disso. Senhor, se for preciso, me discipline. Se for preciso, para que eu tenha mais comunhão com o Senhor, para que eu esteja mais perto do Senhor, eu sei que é duro, mas me discipline, Senhor. Qual Pai que não disciplina o filho a quem ama? Tomar posse, tomar posse das bênçãos do Senhor ou das promessas é saber que agora podemos nos relacionar com Deus como filhos, porque o filho assim nos fez. É experimentar da certeza de que o eterno filho deu a sua vida para que agora fôssemos eternos filhos. Também essa herança não foi dada àqueles que não nasceram de novo como filhos de Deus. Novamente, nem todos são filhos de Deus. Esse poder ou esse reconhecimento do significado do que é tomar posse das bênçãos e da herança, foram dados somente aqueles que nasceram novamente como filhos de Deus e não mais são filhos da sua ira, como Paulo escreve aos Efésios no seu capítulo 2. Esta é a herança a qual devemos tomar posse, segurança da nossa salvação, repulsa e arrependimento pelos pecados cometidos. Abrigo e consolo em tempos de adversidade. Louvor e honra àele que nos fez filhos por meio do seu único filho. Não se trata de conquistas terrenas, não se trata de vitórias no tempo presente, porque a vitória já nos foi dada em Cristo Jesus. Então, tome posse dessa bênção, tome posse dessa promessa de ser filho de Deus e receber a salvação, o consolo, o arrependimento de pecados, a certeza da salvação. Concluindo a carta do Paulo, apóstolo, aos Gálatas, é um manifesto da suficiência da obra de Cristo Jesus. E esta é a conclusão a qual Paulo desejava chegar nessa parte da carta, quando no verso 8 ele coloca: "Mas no passado, quando não conheciam a Deus, vocês eram escravos de deuses, por natureza, não deuses." Paulo queria que a igreja da Galáia reconhecesse o seu estado, o seu estado de escravidão que viviam antes de serem feitos filhos de Deus. Por isso que no verso 9 ele então conclui dizendo: "Mas agora que vocês conhecem a Deus, ou melhor, agora que vocês são conhecidos por Deus". Aqui Paulo faz um jogo de palavras no sentido de agora que vocês se aproximaram de Deus. Quer dizer, agora no momento em que Deus trouxe vocês como filhos, como vocês devem viver. Agora que Deus conheceu vocês, agora que Deus os fez filhos, vocês estão voltando pros rudimentos. Agora que Deus fez de vocês filhos, agora que vocês reconheceram ser herdeiros, vocês querem voltar para aquilo que fazia vocês filhos da ira de Deus? Paulo então diz: "Não faz sentido nenhum. Isso não é o verdadeiro evangelho. Vocês foram conhecidos, vocês foram chamados pelo nome. Isaías 43 nos lembra desta relação de paternidade que Deus estabelece conosco. No Isaías 43:1 nos lembra quando Deus diz ao povo de Israel: "Não tenha medo, porque eu o remi, eu o chamei pelo seu nome. Você é meu." É isso que Deus diz para aqueles que creem em Cristo Jesus como seu único e suficiente Salvador. Você é meu. E aqui esses irmãos estavam querendo sair completamente desta característica em viver uma vida que não condiz com você ser de Deus. João nos lembra disso quando diz que as ovelhas, no capítulo 10, as ovelhas ouvem a voz do pastor. Eles a chama pelo nome e elas obedecem a voz do seu pastor. João 10 de 3 a 5. Mas de modo nenhum seguirão outro estranho, pelo contrário, fugirão dele, porque conhecem a voz dos estranhos e a voz do pastor. Você conhece a voz de teu pai que está nos céus. Você está ouvindo a voz do teu pai que está nos céus. Se você crê ser filho de Deus, você compreende os méritos que lhe conduziu a isso e você descansa nisso no tempo de adversidade. Mesmo que a situação não se resolva no tempo presente, você continua se alegrando em saber que você é filho de Deus. Mesmo quando o mundo ou falsas religiões dizem que o termômetro para você ser filho de Deus é o quanto você tem, o quanto você recebe, o quanto você conquista nesse mundo. Mas quando olhamos pra palavra de Deus, é completamente ao contrário. A despeito do que você conquista nesse mundo, a despeito do que você consegue de vitória nesse mundo, você continua sendo filho de Deus por toda a eternidade, pois o eterno filho assim o fez. Portanto, três aplicações que eu gostaria que nós conseguíssemos ou pudéssemos refletir nessa noite. Tomar posse da nossa herança passa pela compreensão de nossa incapacidade de conquistá-la. Tomar posse da nossa herança é quando conseguimos entender aonde estamos neste processo, incapazes de alcançá-la pelos nossos próprios méritos, mas ao mesmo tempo é reconhecer a legitimidade da obra de Cristo neste processo. Eu não sou capaz, mas em Cristo eu sou completamente capacitado como herdeiro. Eu não posso, mas em Cristo eu recebi. Eu não conseguiria, mas em Cristo me foi dado. E por último, desta forma, conseguirmos desfrutar dos privilégios da herança que nos foi dada em Cristo Jesus. Ser herdeiro, ser filho de Deus é algo que deveria nortear os nossos dias enquanto aguardamos a bendita esperança e o retorno de Cristo Jesus para estarmos com o nosso Pai eterno. Nessa noite teremos a ceia do Senhor, o momento que relembramos e recebemos de forma sobrenatural esta graça e essa certeza. Só senta à mesa quem é filho. Só senta à mesa aquele que o pai fez filho por meio de Cristo Jesus. Que essa seja a nossa alegria em sabermos que somos filhos, mas como fomos tornados filhos. Que essa [roncando] seja a nossa pregação a este mundo caído, que Deus tem um povo e faz filhos por meio de Cristo Jesus. Que o mundo conheça a nossa filiação pelos méritos que ela realmente se deu. Vamos orar. Senhor, obrigado, ó Deus. Obrigado pelo tempo que o Senhor nos dá. A tua palavra nos ensina, Senhor, dos perigos que nos rondam, dos perigos que podem brotar do nosso próprio coração, Senhor. Sonda-nos, Senhor. O Senhor conhece os nossos dias. O Senhor conhece os nossos pensamentos. E certamente o Senhor conhece a forma como estamos lidando no relacionamento contigo. Pedimos que o teu Santo Espírito nos mostre, Senhor, aonde temos errado. Ou também, Senhor, que revigore, nos fortaleça na certeza daquilo que temos nos apropriado de forma correta. Queremos, Senhor, sim, tomar posse das nossas bênçãos que nada mais são, Senhor, do que a nossa filiação a Ti. E depois disso, Senhor, nada mais nos importa. Como lemos nesta noite no Salmo 16, o Senhor é a nossa porção. O Senhor é tudo o que precisamos e em Cristo Jesus agora temos. Que o nosso coração seja preenchido dessa alegria, que nos momentos de fraqueza, de tristeza, de angústia, o teu Santo Espírito nos lembre sobre a nossa filiação e a certeza da nossa herança. Esta é a nossa oração que fazemos em nome de Cristo Jesus. Amém. Convido a igreja a se colocar de pé. Iremos entoar mais um cântico ao Senhor. Este ainda não é o momento que teremos para trazer os dízimos e ofertas. Esse será feito após a ceia, quando cantaremos um novo cântico. Peço agora também que durante o cântico os presbíteros possam vir à frente para nos prepararmos para a ceia. [música] >> [música] >> Te amamos, [música] Deus, pois tua [canto] misericórdia [música] nunca falhou. Estamos seguros em tuas [música][canto] mãos. Sempre que nos levantamos até o nosso [música][canto] deitar, vamos cantar da bondade [música][canto] de Deus. Em todo [música][canto] tempo és fiel. Em todo o tempo [música] tu és [canto] tão, tão bom. Com todo o fôlego [canto] [música] que temos, vamos cantar da bondade [música][canto] de Deus. Deus, tua [música] doce voz [canto] que nos guia [música] pelas lutas [canto] da escuridão. [música] Tua presença [canto] é real. Te revelas como [música][canto] pai. Oso amigo és nos faz viver a bondade [música] de Deus. [música] Todo o tempo [canto] assim é. Em todo [música][canto] tempo tu és tão, tão bom. Com todo o fôlego [música][canto] que temos, vamos cantar [música] a [canto] bondade de Deus. [música] Bondade que nos segue até o fim. [música] Bondade que nos segue até o fim. Nossa vida [música] [canto] dá a te entregar tudo a te render. [música] Bondade que nos é nos segue até o fim. [música] Bondade [canto] que nos segue até o fim. [música] Bondade [canto] que nos segue a eterna. É o fim. Nossa vida [canto] dá a te entregar [música] tudo a te render. Bondade que nos segue [música] até o fim. Em todo [música][canto] tempo és fiel. >> [música] >> Em todo [canto] tempo, tu és tão tão bom. [música] [canto] Com todo o fogo ego que temos, vamos cantar [música] da bondade de Deus. [música] Vamos cantar [canto] da bondade de [música] Deus. Deus, [canto] vamos cantar da [música] bondade de Deus. [canto] >> Os irmãos podem se assentar. Queria que você, rapidamente, para a instrução da ceia abrisse a sua Bíblia no Evangelho de Lucas, no capítulo 22. Lucas, no capítulo 22, é uma das vezes que os evangelistas falam sobre a ceia. A partir do versículo 14, nós lemos as seguintes palavras. Lucas 221. Chegada a hora, Jesus se pôs à mesa e os apóstolos estavam com ele. Então Jesus lhes disse: "Tenho desejado ansiosamente comer esta Páscoa com vocês. Se você puder destacar isso de alguma forma na sua Bíblia, antes do meu sofrimento." A seia, irmãos, é uma lembrança de que alguém sofreu. O cálice que nós tomamos é lembrança de que um sangue foi derramado. Não tem como derramar um sangue sem haver sofrimento. É interessante que Jesus tenha manifestado isso aos seus discípulos nesta que seria a última celebração da Páscoa, antecipando a morte de Cristo. Mais adiante ele vai dizer no versículo 16 que ele nunca mais haverá de comer até que aquela Páscoa se cumpra no reino de Deus. E ela se cumpriria no momento em que Deus fosse pendurado no madeiro. Ali, finalmente, os 1440 anos que a Páscoa foi celebrada, desde o dia em que o povo de Israel saiu do Egito até o dia da morte de Cristo, 1440 anos, ela foi celebrada. E ali chegava as horas quando a Páscoa seria pela última vez celebrada como um episódio que anunciava aquilo que aconteceria na cruz. Portanto, hoje quando nós nos preparamos para participar da ceia, nós preparamos para nos lembrar do modo como fomos reconciliados com Deus, do modo como Deus, porque nos ama, recebe em sua presença. Mas não se esqueça disso. A ceia é uma lembrança do sofrimento, não nosso, mas do modo como nós causamos sofrimento na pessoa do filho de Deus. Portanto, Jesus diz aqui nesse versículo 15: "Tenho desejado ansiosamente comer esta Páscoa com vocês antes do meu sofrimento." É bom lembrarmos, irmãos, então, que para participar da ceia, nós devemos ser lembrados também de que eu e você fomos a causa do sofrimento de Cristo. Porém, ele também, sabendo disso, ele se entregou para que nós não precisássemos continuar sofrendo as consequências do nosso pecado. A ceia lembra-nos também da morte de Cristo e como ela nos faz ter paz com Deus. Queria então convidar todos aqueles que são membros desta igreja ou de qualquer igreja evangélica e que esteja em plena comunhão com esta igreja para que participem. A Bíblia nos diz apenas que nós devemos examinar a nós mesmos. Eu queria dar a você agora a oportunidade de individualmente a curvar a sua fronte diante de Deus e confessar a ele os seus pecados. Vamos fazer isso agora. Pai celeste, aqui estamos mais uma vez chegados à mesa, ansiosos porque sabemos que fomos nós que causamos a necessidade do teu filho Jesus precisar vir a este mundo. e morrer naquela cruz. Mesmo assim, nós estamos aqui porque sabemos que ele fez isso por vontade própria. Ele fez isso porque ele nos amou. E é só por causa disso. Nos atrevemos a mesmo depois de ter feito tudo o que fizemos, nos tua presença, ó Deus, e juntos à mesa ousamos a ter comunhão contigo por meio desta ceia. Mas fazemos isso de modo confiante, porque cremos que o sacrifício do teu filho Jesus, ele foi suficiente e eficaz. E é por causa dele que nós nos achegamos e é em nome dele que nós oramos. Amém. Vamos então convidar os presbíteros. >> [música] [roncando] [música] >> Os presbíteros [música] já estão concluindo. Eu pergunto se alguém foi involuntariamente omitido na distribuição dos elementos. Queira se manifestar levantando uma de suas mãos. เฮ >> [música] >> Na noite que o Senhor Jesus foi traído, ele tomou um pão e o partiu e disse: "Fazi isto em memória de mim". Comamos todos, irmãos, em memória do Senhor. Por semelhante modo, depois de haverseado, Jesus também tomou o cálice e disse: "Esse cálice é o cálice da nova aliança no meu sangue. Bebei dele todos. Bebamos em memória do Senhor. Coloquemos de pé. Nós vamos louvar mais uma vez e essa é a oportunidade que você tem para adorar a Deus com seus dízimos e ofertas. [música] >> [música] >> No nome forte de Jesus, nos [música][canto] reunimos aquecidos por sua luz, por [canto] meio do Senhor, [música] unidos nesse amor. >> [música] >> Com vinho e pão nós [canto] celebramos comunhão. [música] O nome forte [música][canto] de Jesus, nos reunimos aquecidos [canto] por sua luz, por [música] meio do Senhor. Unidos [canto] neste amor, com vinho [música] e pão, nós celebramos [canto] comunhão. Não [música][canto] me sinto estranho aqui. [música] Este é o meu [canto] lugar [música] do perdão que tenho em ti. [música] Aprendo a perdoar. Recebe o [música] e bate o p é o próprio Cristo ressurreto e nosso [música][canto] irmão. O rei da terra e céus é nosso [música][canto] anfitrião. Rio e f nós celebramos comunhão [música] entre o povo do Senhor. [canto] Verdadeiro [música] lar. Cristo está presente aqui [música] neste celebrar [música] e logo vamos nos reunir no grande [música] encontro preparado [canto] para de vir na [música] glória do Senhor. Em todo [canto] esor, [música] com vinho e pão, celebraremos comunhão. Comigo [música] e pão celebraremos [canto] comunhão. Ovinho e pão celebraremos [música] comunhão. Ó Deus bendito, receba as nossas ofertas e os nossos dízimos. Eles não são, ó Deus, um pagamento por aquilo que o Senhor fez. A morte do teu filho Jesus é impagável. Ela foi feita por amor e foi feita de forma voluntária. Mas nós trazemos nossos dízimos em obediência à tua palavra e trazemos nossas ofer ofertas como uma generosidade. Receba-os, ó Deus, mesmo sabendo que o Senhor de nada precisa, mas receba como testemunho da nossa fidelidade e da nossa generosidade. E, ó Deus, use as mãos e as mentes que irão administrar estes recursos para que traga glória para o teu reino e expansão para a tua casa neste local. Nós oramos e pedimos isso em nome de Jesus. E agora, irmãos, que a graça do nosso Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus, o Pai e a comunhão bendita do Espírito Santo repouse sobre cada um de vós hoje e para todo sempre. Amém. Assentemo-nos, irmãos. e çamos o pós-ludio. เฮ >> [música] [música] >> Muito bem, meus irmãos, nosso culto está encerrado. Algumas pessoas nos visitando, mas eu queria antes disso lembrar mais uma vez de algumas pessoas que precisam das nossas orações. A o nosso irmão João Borges, ele irá fazer um procedimento cirúrgico amanhã. essa segunda-feira. Então, lembremos de orar por ele. O Eduardo Brison também continua internado. A nossa irmã Keila Coutém ela foi fazer um procedimento e teve complicações. Então, oremos pela vida dela, a dona Vanda e também o José Gomes. São pessoas que não sei quantos conhecem, os que conhecem sabem até o que eles passam. Mas todos nós eh lembramos a ao nosso Deus de que somos parte do corpo e queremos que esses irmãos tenham o privilégio de poder estar conosco mais uma vez adorando juntos. Vamos orar então por eles. Ó Deus bendito, o Senhor conhece a necessidade de cada um desses irmãos e mais do que isso, o Senhor sabe como agir na vida de cada um deles. E nós queremos aguardar em Ti, cremos em ti e sabemos que sem ti nós nada podemos fazer. E é por isso que oramos neste momento em favor desses irmãos e o fazemos em nome de Jesus. Amém. Muito bem, irmãos. Nós temos algumas pessoas visitando e hoje chegou aqui o meu conhecimento duas pessoas. Tem o Fábio com sua mãe Maria do Carmo. Onde estão vocês? O Fábio e a sua mãe? Ah, estão ali. Sejam bem-vindos. Recebo os cumprimentos aí dos irmãos da igreja, o Fábio e a sua mãe Maria do Carmo. Alguns avisos para nossa nosso expediente. Já falamos sobre isso, mas haverá esse essa palestra com um coff break com as mães no dia 9 de maio, às 9 horas aqui na igreja será uma atividade conjunta, né, a SAF, a UPA e a UPPA. Então, inscreva-se para que haja os preparativos necessários para que essa programação aconteça, tá certo? conto com a sua colaboração para se eh inscrever e assim tudo ocorra conforme esperado. Também no dia 16 de maio, será um sábado às 9 horas aqui na igreja, outra palestra é parte do ministério, né, de coisa nossa. E nessa ocasião haverá também um café da manhã e palestra. E a palestra irá lidar com a sabedoria bíblica. É um termo para se referir ao livro de Provérbios, como utilizar conhecimento que tem em Provérbios para a gestão familiar, tá certo? Então é uma boa oportunidade para você trazer visitantes e também inscreva-se para que tenhamos a condição de melhor servi-los, preparando-nos para receber você, seus visitantes e amigos. E também se você quiser trazer crianças, precisa se inscrever. E na inscrição tem o local para informar quantas crianças, qual a idade delas para que nós nos preparemos para recebê-los, tá bom? Eh, isso aí depois vai pro WhatsApp da igreja, se você não conseguir pegar aqui essa imagem. E uma coisa, não sei quantos já observaram, durante o período lá do do lanche, após o culto, todas essas divulgações ficam aparecendo naquela televisão lá dentro do salão social. Então vai ficar repetindo até os irmãos irem embora. Então não se preocupe se você não conseguiu pegar aqui e vai aparecer lá no salão social essas divulgações. E também a Mocidade anuncia aí, volta a lembrar da programação da viagem missionária para a cidade de Itatia e aqui no Rio de Janeiro, divisa com São Paulo. Eh, será em setembro, mas eles precisam se programar também. tem inscrições e você precisa manifestar o interesse para que caso precise de algum tipo de auxílio, o auxílio possa ser buscado, tá bom? Então, envolva-se. Você que é jovem, eh participe dessa programação e eu estarei lá também nessa ocasião, eu creio que é essa, tá? Mas será uma oportunidade muito boa de comunhão e de abençoar essa igreja, né, presbiteriana de Itatia. E é isso aí. Nós, vocês que nos visitam aí, nós temos um café que é servido agora. Então você é convidado. >> Oi? >> Ah, você veio pegar as fotos do evento. >> Entregar. Ah, olha só quem está aqui hoje. É o fotógrafo, irmãos. Então, todo mundo pulem nele. [risadas] Ele é a pessoa que tirou a foto e quem está ouvindo aqui pela internet, dá tempo para você vir da sua casa ainda até aqui. E o nosso irmão aqui, ele trouxe as fotos eh assim por cima. Você sabe quantas fotos tem aí? >> 150. Então, 150 fotos é que depois que acabou o papel. [risadas] Antes disso, foram muitas fotos, né? Então ele trouxe e está aqui para entregar isso, né? Mas se não der, eh, nós vamos depois eh providenciar que isso fique com a Selma. Selma, você viu quem é a pessoa aqui? A Alé. Então depois entregue o restante para ela, porque ela vai saber quem são as pessoas que aparecem na foto. Tenham todos irmãos, uma boa semana e vamos aproveitar esse momento. >> Tem tem mais surpresa aqui. [risadas] >> Não, dando continuidade [limpando a garganta] às comemorações. Hoje de manhã nós tivemos a >> em nome do conselho da igreja presenteando o reverendo Daniel e hoje nós temos uma surpresinha lá no fundo no salão. Ah, uma queima de fogos. Tô brincando. >> Eh, temos a um bolinho discreto para que todos nós possamos celebrar mais uma vez. Então vou pedir que o reverendo Daniel vá primeiro pedir para que o presbíter Antônio Junqueira também se dirija lá para fazer uma oração.