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A fé vem pelo ouvir

🔴 Culto Vespertino | 10/05/2026 | 18h – Rev. Guilherme Alcântara

🔴 Culto Vespertino | 10/05/2026 | 18h – Rev. Guilherme Alcântara

🔴 Culto Vespertino | 10/05/2026 | 18h – Rev. Guilherme Alcântara

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Sobre a música de abertura
Música: Louvai a Deus, soberano Senhor (Hinário Novo Cântico nº16). Título original em português: Louvor a Deus
Compositor: Stralsund Gesangbuch (1665), Joachim Neander (1680)

Ficha Técnica
Arranjos e produção musical: Samuel Cintra Santos
Gravação, mixagem e masterização: SCS Produções
Produção: Igreja Presbiteriana de Santo Amaro
ISRC: BR-075-22-00001

Legendas automáticas:

[música]
เฮ
[música]
>> [música]
[música]
>> Boa noite, meus irmãos. Sejam bem-vindos
a mais um culto da Igreja Presbiteriana
de Santo Amaro. É sempre bom lembrarmos
quem nós somos e por nós nos reunimos
aqui.
E nada além das Escrituras é capaz de
ajustar
aquilo que nós devemos pensar ou dizer
diante de Deus quando nos achegamos à
sua casa. Vejam só as palavras do autor
aos Hebreus, que nos diz: "Jesus Cristo
é o mesmo ontem, hoje e para sempre".
Não se deixem levar por doutrinas
diferentes e estranhas, porque o que
vale é ter o coração confirmado com
graça e não com alimentos que nunca
trouxeram proveito aos que se preocupam
com isso. Temos um altar do qual os que
ministram no tabernáculo não têm o
direito de comer. Pois aqueles animais
cujo sangue é trazido pelo sumo
sacerdote para dentro do santos dos
santos como sacrifício pelo pecado, tem
o corpo queimado fora do acampamento.
Por isso também Jesus, para santificar o
povo pelo seu próprio sangue, sofreu
fora da cidade. Saiamos, pois a ele fora
do acampamento, levando as mesmas a
mesma deshonra que ele suportou. De
fato, não temos aqui cidade permanente,
mas buscamos a que há de vir por meio de
Jesus, pois ofereçamos a Deus sempre
sacrifícios de louvor, que é o fruto de
lábios que confessam o seu nome. Essa é
a razão porque nos encontramos aqui.
Coloquemo-nos de pé, então, e louvemos
esse Deus que nos recebe em sua casa.
Façamos isso com alegria e verdade.
[música]
Cremos em Deus, Pai
[canto] todo [música] poderoso,
Deus que criou
céus.
>> [música]
>> criador [canto]
da terra
[música] e de todas as coisas visíveis,
[canto]
[música]
invisíveis.
Pela [música]
fé somos feitos teus filhos, povo santo
do Senhor.
[música]
Sem a fé não há como alcançar. [música]
Paz [canto] com nosso criador.
Escolheste [música][canto]
um povo caído
revelando
o teu [música][canto] amor.
Este fé ao [canto] homem pecador.
Vemos em Jesus,
poderoso [música]
[canto]
Cristo,
[música] filho de Deus Pai.
Esse [música][canto] peregrino
habitou [música]
entre nós e nos deu [canto]
a própria vida. [música]
Pela fé somos feitos teus filhos, povo
[música][canto] santo do Senhor.
Sem a fé [música]
não há [canto] como alcançar.
Mas com nosso criador
[música]
escolheste o povo caído [música][canto]
revelando
o teu amor.
Este [música] fé ao [canto] homem
pecador.
[música]
Os no santo
[música]
espírito [canto]
divino.
[música]
Tua essência
[música]
vem do Pai, [canto] do Filho
na Igreja do [música] Deus verdadeiro
congregador. [canto]
[música]
Pela fé somos feitos teus [canto]
filhos, povo santo do [música] Senhor.
Tenha fé não há [canto] como alcançar,
mas com nosso [música]
criador
escolheste o povo [música][canto] caído,
revelando o teu amor.
Deixe [música] fé [canto] ao homem
pecador.
[música]
Oremos. A Deus,
de fato, aquilo que acabamos de ler é
real. O Senhor está aqui. O Senhor
prometeu que estaria. Nós cremos na tua
palavra, naquilo que foi prometido. E
nós podemos, ó Deus, perceber que a tua
presença entre nós, espiritual é o que
faz deste momento um momento singular.
Melhor é estar em tua casa do que em
qualquer outro lugar, porque tu estás
conosco. E o Senhor está conosco em
adoração,
diferente de como o Senhor está conosco
em nossos lares, em nosso trabalho, em
qualquer outro lugar por onde andamos
durante a nossa semana. Juntos como povo
teu, em adoração, em a tua casa,
estamos, ó Deus, diante de de um momento
precioso, durante o qual o Senhor faz
coisas que o Senhor não faz em nenhum
outro lugar. Por isso, nós te adoramos,
nós nos alegramos, porque o Senhor nos
dá o privilégio de estar aqui e mais do
que isso, estamos aqui em paz com Deus,
graças àquilo que o Senhor fez na cruz e
oramos em teu nome, então, em nome de
Jesus. Amém. Os irmãos podem se
assentar.
Queridos, o evangelista Mateus registra
as palavras de Jesus quando diz o
seguinte: "Bem-aventurados os
perseguidos por causa da justiça, porque
deles é o reino dos céus.
Bem-aventurados são vocês quando, por
minha causa os insultarem e os
perseguirem e mentindo disserem todo o
mal contra vocês. Alegrem-se e exultem,
porque é grande a sua recompensa nos
céus. Pois assim perseguiram os profetas
que viveram antes de vocês. Vocês são o
sal da terra. Ora, se o sal vier a ser
insípido, como lhe restaurar o sabor?
para nada mais presta, senão para
lançado fora ser pisado pelos homens.
Vocês são a luz do mundo. Não se pode
esconder uma cidade situada no alto de
um monte, nem se acende uma lamparina
para colocá-la debaixo de um cesto, mas
num lugar adequado, onde ilumina bem
todos os que estão na casa. Assim brilhe
também a luz de vocês diante dos outros,
para que vejam as boas obras que vocês
fazem e glorifiquem o Pai de vocês que
está nos céus. Meus irmãos, nós somos
chamados a uma vida diferente, uma vida
de súditos do reino de Deus. E essa vida
tem um padrão, aquilo que Deus espera de
nós. Deus quer que nós vivamos assim,
para que dessa maneira glorifiquemos ao
nosso pai e dessa maneira também nós
brilhemos a luz que vem de Cristo. E
assim as pessoas vendo essa luz
glorifiquem também a Deus, sejam
alcançadas também por Deus e também se
rendam aos pés de Deus. O problema é
quando nós, muitas vezes, ao invés de
brilhar a luz de Cristo, nós a
escondemos e nós não vivemos de acordo
com a vontade do Senhor.
E nós sabemos que isso acontece. E é
pensando nisso que eu queria agora
convidar os irmãos a se colocarem diante
de Deus pedindo perdão pelas vezes em
que não brilharam a luz de Cristo.
Peçamos perdão agora. Reconheçamos que
nós falhamos, pecamos e dessa maneira
não glorificamos ao nosso Deus. Ao final
de uma oração silenciosa, eu irei orar
pela igreja. Oremos agora, meus irmãos.
Pai amado, Nós nos reunimos nesta noite
como igreja, comprada pelo Senhor,
redimida por ti, escolhida desde antes
da fundação do mundo para glorificar o
teu nome. Nos reunimos aqui para
bendizer ao Senhor, para cantar ao
Senhor, para orar ao Senhor, para ouvir
a tua palavra e para dizer que o Senhor
é tudo aquilo que nós temos. O Senhor é
o nosso Deus, aquele quem glorificamos.
Nós queremos, Pai, fazer isso, não
somente hoje, mas em todos os dias de
nossa vida. E nós queremos ter uma vida,
Pai, que glorifica o teu nome, que segue
a tua vontade, que obedece o que o
Senhor nos prescreve por meio da tua
palavra. O problema, no entanto, Pai, é
que algumas vezes nós falhamos.
Por muitas vezes, na realidade, Pai, nós
falhamos. Nós estamos a quem daquilo que
tu queres.
Algumas vezes por medo, algumas vezes
por desejos pecaminosos de nosso
coração, mas nós falhamos e não estamos
de acordo com a tua palavra. Dessa
maneira não honrando o chamado que o
Senhor nos fez. Dessa maneira, não
glorificando o Teu nome. Dessa maneira,
Pai, não brilhando a luz que nós
deveríamos brilhar. E não sendo então
como o sal que salga e modifica os
ambientes, que restaura. Nós queremos,
Pai, por este motivo, pedir ao Senhor
perdão. Perdão, Pai, por todas as vezes
que nós não fazemos aquilo que tu
queres. Por todas as vezes que nós não
cumprimos o chamado que o Senhor nos
deu, por todas as vezes que nós não
glorificamos ao Senhor e não levamos
pessoas a glorificarem o Teu nome.
Perdoa-nos, Pai, porque nós somos
falhos. Perdoa-nos, Pai, pelas vezes que
nós, ao invés de levarmos pessoas para o
Senhor, nós as levamos para longe de Ti.
Perdão, Pai, pelas vezes que nós
deshonramos o Teu nome. Perdoa-nos, Pai,
porque nós somos pecadores. E pedimos a
Ti, Pai, que o Senhor, pela tua graça,
nos ajude a em todo tempo glorificar ao
Senhor, em todo tempo seguir a tua
vontade e vivermos, Pai, como súditos do
teu reino. Dê-nos a graça, Pai, de
demonstrar que o Senhor é o nosso Deus,
que o Senhor é o nosso Rei e dessa
maneira nós vivemos para o Senhor.
Pedimos a ti, Pai, nos capacite a isso,
porque sozinhos nós não somos capazes.
Nós precisamos do Teu Santo Espírito
trabalhando em nossos corações, movendo,
Pai, o nosso desejo e nos dando
condições para seguir a tua vontade. Nós
pedimos isso confiando no Senhor,
confiando na tua graça, confiando no teu
amor, confiando, Pai, no sacrifício nos
méritos do Senhor Jesus, aquele que veio
para morrer em nosso lugar e nos
capacitar a uma vida santa. Tudo isso
nós oramos no nome deste Senhor Jesus.
Amém.
Queridos, fomos salvos não porque nós
somos bons, mas porque Deus foi
gracioso. E por isso eu queria convidar
a igreja se colocar de pé e adorar a
esse Senhor que nos trouxe salvação, que
nos trouxe a vida e que continua a cada
dia nos dando condições para sermos
santos. Nos coloquem de pé e adoremos a
nosso Deus.
>> [música]
>> Perante o trono [música] do alto céu, eu
tenho um [canto] forte
defesor,
um sacerdote [música][canto]
amor
até eterno pelo céus. [música]
Meu nome [canto]
marca
suas mãos.
Escrito está [música][canto]
em seu coração.
Equanto é [música][canto] certo o seu
favor. Eu estarei [música][canto] com
meu Senhor.
Eu estarei com meu Senhor.
[música]
Quando me [música] lembra [canto]
o tentador
de minha culpa [música] e meu pecado,
elevo os olhos
ao Senhor [música]
que pôs um fim ao meu [canto]
pesar,
sendo inocente, [música]
ele morreu, [canto]
tomando assim a minha vez [música] de
[canto] Deus a ira.
satisfez. [música]
Olhando a cruz me perdoou. [canto]
Olhando a cruz me perdoou.
[música][canto]
Cordeiro [música] amado, eterno Deus
perfeito e [canto] justo,
reviveu [música] em graça, glória
e louvor, [música]
o imutável [canto]
grande eu sou, preço [música] de sangue
e fador
para [canto] elevar ao pecador, [música]
ao santo trono
do alto [canto] céu, a Cristo, Deus
[música] e redentor.
A Cristo, Deus [canto] e redentor.
de sangue ele pagou [música][canto]
para elevar ao pecador
ao santo [canto] trono
do alto céu. [música]
A Cristo Deus e [canto] redentor.
[música]
Cristo, Deus e redentor.
[música]
Nunca
meus [música][canto] lábios
cessarão,
ó Cristo,
de bendizer-te, [música]
[canto]
de cantar-te
glória, [canto]
pois [música]
na alma
teu amor
imenso. [canto][música]
grata
memória [música][canto]
quando
perdido
pagui [música][canto]
aflito
em densas trevas [música]
[canto] meu andar Seguia.
[música]
Tu me buscaste [canto]
[música] lá dos céus mandando
[música][canto] que me guia.
[música]
Quando
oprimido
[música] por [canto] mundano
julgo,
em maus [música][canto] caminhos,
eu me angustiava,
[música][canto]
eu me descanso.
Tua voz tão terna [canto]
[música]
que me chamada.
Aos fortes braços
eu corri [música]
[canto] confiante.
E
bondoso, [música][canto]
não me recusaste [música]
em teu [canto] imenso.
amor tão puro
me [música] agasalha.
Ó [música]
nunca, [canto] nunca
[música] cessarão
meus [canto] lábios
de [música] bem dizer-te.
de [canto] cantar-te [música]
a glória,
pois em minha alma [canto]
tu és, [música]
ó Cristo, [canto]
grata
memória. [música]
[canto]
[música]
Amém.
Os irmãos podem se assentar.
Quero convidá-los, irmãos, para que
abram suas Bíblias na primeira epístola
de Pedro, capítulo 2.
Primeira epístola de Pedro, capítulo 2.
Eu vou ler com os irmãos o verso 9
até o verso 12.
Texto muito conhecido
da epístola de Pedro,
capítulo 2, versos 9 a 12.
Palavra do Senhor diz: "Vocês, porém,
são geração eleita, sacerdócio real,
nação santa, povo de propriedade
exclusiva de Deus, a fim de proclamar as
virtudes daquele que o chamou das trevas
para a sua maravilhosa luz". Antes vocês
nem eram um povo, mas agora são povo de
Deus.
Antes não tinham alcançado misericórdia,
mas agora alcançaram misericórdia.
Amados, peço a vocês, como peregrinos e
forasteiros que são, que se abstenham
das paixões carnais que fazem guerra
contra a alma, tendo conduta exemplar no
meio dos gentios, para que quando eles
os acusarem de malfeitores,
observando as boas obras que vocês
praticam, glorifiquem a Deus no dia da
visitação. Vamos orar.
Senhor Deus, nós estamos aqui como teu
povo, nação eleita, sacerdócio real, que
o Senhor mesmo estabeleceu. O Senhor nos
chamou, nos comprou, nos deu uma
direção, deu sentido para as nossas
ações, para a nossa existência. E aqui
estamos cultuando o Senhor, reconhecendo
o Teu senhorio e declarando a nossa
dependência e a nossa necessidade
de comunhão contigo. Por isso, fala ao
nosso coração, ó Deus, e fortalece-nos
nesse dia. realiza obra que o Senhor
planejou desde a eternidade e desde o
momento em que o Senhor também nos
chamou na nossa própria trajetória,
fazendo com que assumíssemos um novo
estilo de vida e tivéssemos agora um
percurso que visa mais do que qualquer
coisa, a glorificação do teu nome. E é
em Cristo Jesus, nosso Senhor e
Salvador, que nós oramos. Amém.
Meus irmãos, em algumas transações
comerciais ou contratuais, na definição
de relações jurídicas,
podem coexistir a figura de um
proprietário e um beneficiário,
com diferenças muito claras entre eles.
O proprietário de um determinado imóvel,
por exemplo, detém um documento que se
chama título de propriedade, que dá a
ele o direito de utilizar e de dispor do
bem livremente, como bem entender,
enquanto que o beneficiário é alguém que
apenas recebe autorização para usufruir
do empreendimento e dos frutos que
eventualmente pode ele gerar.
Para todos os efeitos é o nome do
proprietário que consta na matrícula,
configurando assim que ele é
efetivamente o dono. tem a posse. O
proprietário gerencia, enquanto que o
beneficiário pode ser apenas uma pessoa
que foi favorecida pela liberalidade do
dono da obra, que permite que o sujeito
disponha do bem de um modo até bastante
vantajoso.
Essa é uma boa imagem de como nós
podemos também entender a nossa relação
com Deus. Ele é o Senhor. Ele é o
Criador. Ele é o dono de tudo quanto
existe. Ele é o autor da nossa própria
vida. Ele é o consumador da nossa fé.
Ele é quem aplica as bênçãos da obra
redentora. Ele é quem elege, justifica,
santifica e glorifica. E nós, nós, meus
irmãos, somos os beneficiários de tudo
isso e somos chamados, então, a
responder com alegria, gratidão,
testemunho, obediência e serviço, porque
é o mínimo que nós podemos fazer diante
de tantas bênçãos que nós recebemos e
temos recebido. Tudo pertence a Deus.
Nós mesmos pertencemos a Deus. E também
então nós usufruímos de todas as coisas,
porque ele, o Senhor, tem nos amado
desde antes da fundação do mundo. Um
detalhe que não pode passar
despercebido, notem bem, o proprietário
é um só. O beneficiário
são os beneficiários são muitos. Isso
nos faz lembrar inclusive das palavras
do apóstolo Paulo aos Romanos,
explicando que pela graça de um só
homem, Jesus Cristo, muitos e muitos
foram justificados. Nós temos falado
aqui que os cristãos são parte de uma
obra grandiosa planejada e executada
pelo próprio Deus. Mas é importante
compreender, irmãos, nesse processo quem
é quem? Quem é quem nesse cenário?
Porque às vezes ficamos tão acostumados
com a generosidade de Deus, com a
permissão de Deus, com as dádivas de
Deus, que não valorizamos ou não damos a
ele a glória devida. Podemos até nos
autoenganar de modo a alimentar no
coração a perspectiva de que somos
merecedores ou conquistadores das coisas
que temos, quando na verdade não temos
nada, não passamos de beneficiários.
Nós somos pessoas que recebem das mãos
de Deus tudo o que precisam. pessoas que
desfrutam muitas vezes com conforto de
um lar que Deus providenciou para reunir
o seu povo. A passagem que nós lemos
marca claramente um contraste entre
aqueles que receberam esses benefícios
espirituais e aqueles que estão
desprovidos dessas coisas. Notem a
conjunção adversativa, porém de vóz,
porém a contraposição que Pedro faz tem
relação com a informação do verso 8 que
tratou sobre os descrentes. O apóstolo
diz que Jesus Cristo para os incrédulos
é a pedra rejeitada,
rocha de ofensa, pedra de tropeço.
Ou seja, os descrentes, via de regra,
ignoram a Jesus, o vem como impecílio e
como algo até ofensivo.
Mas é evidente, é claro que aqueles que
partilham da comunhão verdadeira com o
Senhor o enxergam de uma forma
completamente diferente e são também
tidos por Deus como parte de uma
comunidade distinta, especial, separada
do mundo e consagrada para ele. Dessa
forma, o que nós vamos perceber aqui é
que Pedro usa termos típicos do Antigo
Testamento, mas que mostram a
continuidade da aliança santa, que no
passado foi feita com Israel, mas que se
expandiu, se tornou mais abrangente e
hoje inclui todos os povos, pessoas de
todos os lugares que professam a sua fé
no filho de Deus.
A partir então do que nós podemos
colher, irmãos, nos versos 9 e 10 e
depois nos versos 11 e 12, pretendo aqui
responder a duas grandes perguntas. E a
primeira delas é: o que Deus fez por
nós? É sobre isso que devemos refletir
em um primeiro momento. O que foi,
afinal de contas, que Deus fez por nós.
E eu vou utilizar os exatos termos de
Pedro para explicar esses detalhes. O
que foi que Deus fez por nós? Em
primeiro lugar, vejam que ele diz que
Deus nos fez povo eleito. Analisemos e
primeiramente essa expressão geração
eleita que é trazida aqui. A palavra
grega para geração é genênus. De onde
vem a palavra genealogia?
Indicando que Deus gerou descendentes,
criou um povo com uma espécie de DNA
espiritual, cumpriu a promessa feita a
Abraão e foi além. Porque os judeus
tinham uma ancestralidade comum e
especificidades étnicas que os
caracterizava como uma comunidade
socialmente organizada.
Mas agora, meus irmãos, nós temos muito
mais como igreja de Deus, como igreja
universal, como igreja que está
espalhada por todos os quatro cantos da
terra. Deus criou uma família, uma
família de eleitos que estão em toda
parte, espalhados pelo mundo. E quando
nós nos encontramos por aí, somos todos
irmãos e nos reconhecemos como irmãos. E
mesmo sem nos encontrar por aí, somos
todos escolhidos pelo mesmo Pai. Vivemos
em oração uns pelos outros, porque esta
é uma grande família. Temos um modo de
pensar e viver pautado pela Bíblia.
Partilhamos do mesmo espírito e
declaramos que há um único e suficiente
salvador das nossas vidas. Anunciamos
todos a mesma mensagem, contando a
história de como fomos redimidos e como
os outros podem vir a ser também
inseridos nesse organismo vivo e
dinâmico que é a igreja do Senhor. Sim,
porque o povo da fé não exclui ninguém.
O povo da fé une pessoas que, de outra
maneira, nunca ficariam juntas e cria
então laços profundos entre os seus
membros. Essa é uma família que tem o
interesse de crescer no mundo todo,
porque quanto mais ela exponde expande
as suas fronteiras nas diferentes
categorias de homens, mas o nome do seu
progenitor recebe louvor e
reconhecimento.
O cristianismo rompeu todas as barreiras
ditas raciais e aproximou judeus e
gentios, como se evidencia nessa carta.
Pedro era judeu, mas em grande parte a
sua audiência era formada por gentios.
Eles não são então do mesmo biotipo.
Eles não habitam a mesma região, eles
não têm os mesmos hábitos culturais, mas
eles estão unidos pelo mesmo sangue de
Jesus Cristo. Na igreja é exatamente
isso que nós temos. Na igreja todos são
pecadores. Ninguém é melhor ou pior do
que ninguém, mas todos tatamente a mesma
esperança e todos são sustentados
unicamente pela graça de Deus. A mesma
graça que nos separou e que nos escolheu
antes da fundação do mundo. Vejam o que
Deus fez, irmãos.
Desde que o pecado entrou no mundo, os
homens se dividiram. Os homens
conheceram a guerra. Os homens criaram
rivalidades e hostilidades.
Os homens se atacaram entre as suas
tribos. Os homens se destróem. Mas agora
estes mesmos homens são convidados a
crer em Jesus Cristo, a se arrepender
[risadas]
dos seus pecados, a nascer de novo e a
fazer parte de uma família que
desconhece categorias divisivas. Temos
um mesmo pai.
Um mesmo sobrenome de cristãos. Fomos
chamados a entrar na casa do
proprietário para usufruir de tudo como
beneficiários, de tudo o que nós não
merecíamos. Deus nos amou com amor
eterno e nos concedeu a maior de todas
as bênçãos. E como o próprio Pedro disse
em um sermão pregado no livro de Atos
após o Pentecostes, porque a promessa é
para vocês e para vossos filhos e para
todos aqueles que ainda estão longe,
isto é, para todos aqueles a quem o
Senhor, nosso Deus chamar. E ainda
arrematou: "Salvem-se dessa geração
perversa".
Nós podemos acrescentar aqui hoje,
salvem-se dessa geração perversa e
venham para uma geração eleita,
porque Deus fez de nós geração eleita.
Em segundo lugar,
o que Deus fez por nós? Ele nos fez povo
de sacerdotes. Irmãos, vejam isso. Deus
fez de nós um povo de sacerdotes.
Importante demonstrar que Pedro não está
inovando na linguagem, meus irmãos.
Essas expressões são tomadas emprestadas
das próprias palavras de Deus dirigidas
a Israel através de Moisés. Em Êxodo 19,
quando se contava 3 meses da saída dos
hebreus da terra do Egito, o Senhor
disse: "Agora, pois, se ouvirem
atentamente a minha voz e guardarem a
minha aliança, vocês serão a minha
propriedade peculiar dentre todos os
povos, porque toda a terra é minha, e
vocês serão para mim um reino de
sacerdotes e uma nação santa. Então,
esses termos, essa terminologia já
estava empregada pelo próprio Deus em um
período bastante eh distante no Antigo
Testamento.
Nós ainda vamos tratar dos outros
termos, mas observem, vocês serão, para
mim, diz, um reino de sacerdotes.
[roncando]
Essa é uma definição muito rica, irmãos,
sobretudo quando pensamos no papel que
era desenvolvido pelo sacerdote no
passado. O sacerdote, basicamente era o
responsável por interceder pelo povo
diante de Deus, cumprindo a função
simbólica de mediador.
O sacerdote era também alguém que
pessoalmente se consagrava de um modo
especial e que dirigia atividades
religiosas consideradas solenes e
sagradas. Apenas o sumo sacerdote, por
exemplo, tendo sido ungido, entrava no
chamado santo dos santos, o lugar
santíssimo, que era proibido de ser
visitado por qualquer outra pessoa.
Naquele tempo, isso era necessário pela
própria determinação divina que
pretendia educar os crentes acerca da
santidade do Altíssimo, da reverência na
adoração e da necessidade
absoluta de um mediador para se chegar
até Deus.
Jesus assume esse papel e as coisas se
alteram para melhor com a sua chegada,
porque aquilo que era símbolo em Cristo
se tornou realidade.
Mais do que isso, por causa dele, de
Jesus, o nosso status mudou.
Quando o apóstolo João vai registrar as
sete cartas para as igrejas da Ásia
Menor, ele faz uma referência a Jesus.
afirmando que ele é a fiel testemunha, o
primogênito dos mortos, o soberano dos
reis da terra, aquele que nos ama e pelo
seu sangue nos libertou dos nossos
pecados e nos constituiu reino,
sacerdotes para o seu Deus e Pai. A ele
a glória e o domínio para todo sempre.
Amém.
Sabem por que essa declaração de João em
Apocalipse é fantástica?
Porque ela revela que o interesse que
Deus sempre teve, o interesse que ficou
explícito desde que Israel saiu do
Egito, foi alcançado agora através de
Jesus, o proprietário da obra que formou
e beneficiou a igreja da qual nós
fazemos parte.
Os reformadores protestantes entenderam
isso muito bem e não por acaso
defenderam com ênfase a doutrina do
sacerdócio universal de todos os
crentes, afirmando que sem que haja
nenhum tipo de hierarquia clerical, sem
que haja necessidade de prévia concessão
humana, sem que haja burocracias,
complexidades ou barreiras
Todos, todos os crentes têm acesso a
Deus por meio de Jesus Cristo, nosso
Senhor.
Todos nós somos sacerdotes nesse sentido
e podemos nos aproximar de Deus, ainda
que apenas e unicamente através do nosso
Salvador, o eterno sumo sacerdote que
adentrou os céus. Você então pode orar a
Deus e se relacionar com ele
intimamente, sem que ninguém, a não ser
Jesus, funcione como seu intermediário.
Como também é dito por Paulo a Timóteo,
porque há um só Deus e um só mediador
entre Deus e a humanidade, Cristo Jesus,
homem.
Deus fez de nós um povo de sacerdotes.
Por isso também a expressão sacrifícios
espirituais que aparece no verso 5 de
Primeira Pedro 2, também pode ser
encontrada em outros lugares no Novo
Testamento.
É agora que vemos, irmãos, de um jeito
bem prático o que Deus também espera de
nós na condição de sacerdotes.
Porque ser um sacerdote é um privilégio,
é uma conquista de Jesus para nós, mas é
também uma responsabilidade. Há trabalho
a fazer, há contribuições,
a ordenanças que nos são dadas. Em
Romanos 1, por exemplo,
o apóstolo Paulo diz, aliás, em Romanos
12, ofereçam o seu corpo como sacrifício
vivo, santo e agradável a Deus,
exatamente como um sacerdote deveria
fazer. Em Hebreus capítulo 13, nós temos
dois conceitos somados. Primeiro, o
autor diz: "Por meio de Jesus, pois
ofereçamos a Deus sempre sacrifício de
louvor, que é o fruto de lábios que
confessam o seu nome." E depois exorta:
"Não se esqueçam da prática do bem e da
múltua à cooperação, porque de tais
sacrifícios
Deus se agrada".
Em Filipenses, o apóstolo Paulo agradece
a oferta que a igreja enviou com as
seguintes palavras: "Estou suprido desde
que Epafrodito me entregou o que vocês
me mandaram, que é uma oferta de aroma
agradável, um sacrifício que Deus aceita
e que lhe agrada."
Então, ser sacerdote
implica em estarmos envolvidos em
orações, louvores, confissões, boas
obras, ofertas e outros compromissos.
Somos um povo de sacerdotes. Afinal,
a palavra real aponta para a realeza de
Cristo, porque sabemos Jesus é rei e é
sacerdote. Por isso, fomos feitos
sacerdócio real. ou, em outras palavras,
somos sacerdotes do rei. Ou de outra
maneira, nós todos somos sacerdotes por
causa daquele que é tanto sacerdote
quanto rei. Ou de outra forma, nós nos
unimos a aquele que é rei e sacerdote,
porque a nossa vocação como pessoas
salvas é a ele servir e com ele reinar.
Que privilégio maravilhoso nós temos.
Então, fomos feitos sacerdócio real por
meio de Jesus Cristo. Em terceiro lugar,
Pedro diz que Deus também nos fez povo
santo.
Então, vejam bem, irmãos, geração
eleita, sacerdócio real. Agora ele vai
usar a expressão nação santa. Deus nos
fez um povo santo. E nesse ponto nós
observamos uma relação muito próxima com
o item anterior, porque o povo de Deus é
um povo separado por ele mesmo. É um
povo que se orienta e se submete às leis
de Deus com satisfação e de forma
voluntária,
mesmo que saibamos que isso também é um
dever. A palavra para nações étnos. De
onde vem a ideia de etnia?
Nós somos cidadãos de um reino, de uma
nação que não é demarcada nem geográfica
e nem politicamente, mas que é
espiritual.
Jesus conquistou para nós uma cidadania
celestial.
Essa nação, a igreja [grito] de Jesus, é
uma nação santa, que tem passaporte
legalizado para o céu.
Deus tirou Israel do Egito e entregou o
decálogo, os mandamentos. Deus tirou o
seu povo, a sua igreja do mundo, e a ela
entrega também um código legal, moral e
ético, que não salva, mas que é uma
expressão da nossa salvação e que nos
identifica
como um povo diferente dos demais.
O destaque, irmãos, é para a santidade e
para o alvo que nós devemos perseguir, a
fim de que Deus se agrade nossas ações,
já que foi por isso e para isso que
Cristo morreu e se entregou.
Então, a santidade é a qualificação
inseparável desse povo, dessa nação. E
se no primeiro tópico Pedro nos fala de
uma geração eleita, nesse tópico ele nos
fala de uma nação santa. Se no primeiro
caso nós temos o destaque à eleição, no
segundo caso temos o destaque à
santificação.
Ambas obras de Deus.
O proprietário ajudou os beneficiários
com a eleição e com a santificação. Ele
planejou, ele decidiu nos salvar na
eternidade. E agora na nossa trajetória
nesse mundo, ele trata o nosso coração
limpando-nos do pecado e nos vivificando
por sua justiça. Então assim somos
considerados como uma nação santa e
separada por Deus e para Deus. Em quarto
lugar, Pedro vai nos dizer que Deus nos
fez um povo de sua propriedade e de sua
propriedade exclusiva. O texto sagrado
traz uma ênfase grande nisso. É nos dito
que nós somos propriedade
exclusiva de Deus.
propriedade aqui marca a ideia de
pertencimento.
Nós pertencemos a Deus e ele tem todo o
direito sobre nós porque ele nos
comprou. Nós somos posse, nós somos
aquisição de Deus. E ele nos comprou por
um preço caríssimo,
incalculável,
que foi a morte do seu filho.
Você compraria, pense bem, você
compraria um objeto insignificante,
ineficiente, cheio de defeitos, por um
preço de milhões e milhões de reais, de
dólares ou de euros?
Ninguém faria isso,
pois foi isso o que Deus fez por nós.
Ele investiu um valor indescritível,
impronunciável.
Todo o ouro, toda a prata, todas as
riquezas desse mundo somadas não chegam
nem perto do valor do sacrifício e do
sangue de Jesus.
Mas Deus entregou o seu filho, o seu
filho único, amado, puro, perfeito, para
morrer, a fim de comprar pecadores,
ofensores, rebeldes.
Meus irmãos, é como oferecer uma fortuna
por bugigangas, sem ofensas, porque eu
estou envolvido nisso como vocês. É como
oferecer uma fortuna por bugangas.
Mas tem uma coisa muito importante aqui.
Esse Deus sabe trabalhar muito bem com
as peças que ele adquire, que ele
compra. Esse Deus transforma bijuteria
em ouro fino, refinado, cheio de brilho.
Gente que desatolou do mal, gente que
refez o caminho, gente que deixou de
viver para si, porque agora declara que
pertence exclusivamente ao Senhor.
No mundo moderno,
a propriedade partilhada é muito comum.
É muito comum esse conceito entre nós.
As empresas têm seus acionistas, as
instituições têm os seus investidores,
os artistas têm os seus empresários e
cada um tem aí o seu direito e o seu
percentual na propriedade.
Mas esse fenômeno moderno
não tem espaço quando pensamos na
relação de Deus conosco, porque ele quer
que sejamos
exclusivamente
dele, sem divisão, sem mente dividida,
sem coração dividido.
O nosso caminho, irmãos, não é o caminho
largo por onde muitos vão, é o caminho
estreito que poucos encontram. A nossa
felicidade não é o prazer humano, mas é
são as bem-aventuranças pronunciadas por
Jesus e o prazer da comunhão com Deus. A
nossa esperança não está naquilo que é
temporal, mas naquilo que é eterno.
Porque não temos aqui cidade permanente,
mas buscamos aquela que há de vir.
Deus é um comprador exigente que requer
exclusividade.
Ele não divide a sua glória com ninguém.
E ele não nos divide com ninguém. Ele
não está disposto também a nos.
Ele não quer que nós venhamos a dar
glória a nenhum outro, senão a ele
mesmo. Ele fez de nós seus servos e ele
não está disposto a se desfazer de nós.
E isso é muito bom e isso é glorioso. Me
permitam aqui um trocadilho.
Houve uma época em que nós estávamos
alienados de Deus,
mas agora a informação gloriosa é que
Deus não está disposto a nos alienar.
Deus não está disposto a nos vender,
trocar, emprestar de forma alguma. Nós
nunca mais correremos o risco de
ficarmos alienados de Deus novamente.
Em Apocalipse 5 temos a declaração de
que Jesus pegou o livro e quebrou os
selos, porque ele foi morto e com o seu
sangue comprou para Deus os que procedem
de toda tribo, língua, povo e nação. E
para o nosso Deus constituiu reino e
sacerdotes, e eles reinarão sobre a
terra.
Deus nos chamou, então, irmãos, para
entrar na sua casa, mas não como
hóspedes que incomodam e que depois são
convidados a partir.
Deus nos chamou para viver perto dele e
nunca mais se afastar.
Jesus falou que ninguém pode arrebatar
as suas ovelhas das suas mãos. E para
você que acha que esse é um discurso que
colhe que tolle a nossa liberdade, eu
respondo: É muito melhor estar nas mãos
de Deus do que nas mãos de qualquer
outro.
Como é bom nós pertencermos a esse Deus
como sua propriedade.
Esse é o sentido exato da nossa própria
vida. Como é bom estarmos nas benditas
mãos daquele que nos amou e nos ama de
um modo tão elevado, tão grandioso.
Pois bem, meus irmãos, em quinto lugar
nos é dito que Deus derramou
misericórdia sobre nós. O que mais Deus
fez? Ele derramou misericórdia
sobre o seu povo. Verso 10 afirma:
"Antes vocês nem eram povo, mas agora
são povo de Deus. Antes não tinham
alcançado misericórdia, mas agora
alcançaram misericórdia."
De vez em quando é bom lembrar, irmãos,
de quem nós éramos antes de conhecer a
Deus. De vez em quando é bom lembrar de
onde nós estávamos ou lembrar das coisas
que nós pensávamos e sentíamos no
coração. Porque quando fazemos isso, nos
damos conta do quanto a misericórdia de
Deus nos ajudou.
Hoje pela manhã, quando o pastor Jean
foi fazer o batismo do seu netinho, o
Pedro, filho do Zé e da Laura,
ele disse algo que realmente marca.
Quando você reflete mais detidamente,
não sei se os irmãos lembram, ele disse:
"Eu sou o primeiro convertido de uma
família de umbandistas
e Deus me deu a bção de criar meus
filhos nos caminhos do Senhor."
Pois é,
esse tipo de testemunho pode ser dado
pelos crentes, tendo em vista a
misericórdia de Deus. Por que que você
acha que alguém pode dizer isso? porque
foi alcançado pela misericórdia de Deus.
Pedro fala também com muitos gentios da
sua audiência, outrora pagãos.
Portanto, não é difícil nos depararmos
com um grande contraste entre a nossa
vida passada pregressa e a nossa vida
presente. Mesmo que você tenha nascido
já na igreja, você talvez precisa
analisar a sua genealogia
para ter noção de onde estavam seus pais
ou onde estavam os seus avós quando Deus
o chamou.
Porém, mesmo que nós eh mesmo que
estivéssemos tão distantes ou tenhamos
vivido no pecado e sejamos merecedores
de condenação, Deus nos trouxe para ele,
meus irmãos. Deus nos envolveu em seu
povo. Deus manifestou de muitas maneiras
a sua misericórdia. Aliás, diga-se de
passagem, se você nasceu na igreja, Deus
teve muita misericórdia de você.
Pare para pensar,
porque a igreja é formada por muitas
pessoas que já foram hipócritas,
violentas, viciadas, promíscuas, com um
coração endurecido.
E você diz: "Como é que gente assim pode
fazer parte do povo de Deus?" E é um
mistério, não é? Como é que gente assim
como eu, como você, como é que pecadores
desse calibre podem fazer parte do povo
de Deus? Se Deus é santo, se Deus é
perfeito,
se Deus odeia o mal. E eu te digo, isso
só é possível por causa da misericórdia
do Senhor que recebe o velho, o fraco, o
doente, o impulsivo, o traumatizado, o
malvado, o desamparado, o inimigo, o
vingativo, transforma a vida dessas
pessoas e dá a elas um novo sentido e
propósito ao lado do seu povo.
para pessoas que tinham participado de
algum modo da crucificação
de Jesus. Notem, pra gente que tinha
assentido com a crucificação de Jesus,
Pedro disse: "Esse Jesus, a quem vocês
crucificaram,
Deus o ressuscitou. Mas se vocês se
arrependerem e forem batizados para a
remissão dos vossos pecados, receberão o
dom do espírito.
Por favor, pense nisso.
Pedro está dizendo que o Senhor Deus
está disposto a perdoar as pessoas que
mataram seu filho,
que o ofenderam gravemente e a
compartilhar com essas pessoas o seu
próprio espírito, proporcionando então
que elas tenham comunhão com ele.
Isso é o atendimento imediato da oração
de Jesus na cruz. Pai, perdoa-lhes
porque não sabem o que fazem.
Mas isso também é, meus irmãos,
misericórdia
elevada à máxima potência.
Valorize e desfrute agora do fato de
você ser vinculado ao povo de Deus. Isso
significa você foi perdoado. Isso
significa você recebeu a vida eterna.
Apesar de tudo que você fez,
apesar dos nossos pecados.
Você nem era povo, mas agora você é povo
de Deus. Você nem era alguém, você nem
tinha conhecimento. Mas agora você tem.
Agora você está dentro do reino de Deus.
Você estava fora. Agora você está
dentro.
Sempre que for tentado a se orgulhar da
sua posição atual, lembre-se do horrível
poço cheio de lama, do qual somente a
graça soberana nos liberta e nós fomos
resgatados de lá.
Quando você estiver no trono recebendo
aplausos, recorde da masmorra onde você
esteve preso e da qual a graça de Deus
te tirou.
Quando você estiver em plena posse das
suas faculdades espirituais,
alegrando-se no Senhor, não se esqueça
do tempo em que você estava enfermo,
sofrendo, angustiado, até que o grande
Deus cruzou o seu caminho, parou para te
ouvir e te atender e mudou a sua vida.
Foi a misericórdia de Deus que o levou a
nos eleger. E foi também a misericórdia
de Deus que nos levou e tem nos levado à
santificação. Ele transformou
malfeitores incorrigíveis em sacerdotes
na sua própria casa. Como proprietário
do mundo todo, ele anunciou um jantar na
sua própria casa e convidou os
beneficiários,
os pobres, os alejados, os cegos, os
coxos. e todos os debilitados para
entrar e participar da ceia.
Entenda isso, irmãos, em um sentido
espiritual, profundo e não apenas
literal. Isso é misericórdia, meus
irmãos, porque Deus não tinha obrigação
alguma.
O verbo aqui que mostra que nós
alcançamos misericórdia,
olhem só, adivinhem? Está no modo
passivo.
Vocês alcançaram misericórdia. E é
interessante porque quando a gente ouve
o verbo sendo conjugado dessa forma,
parece que nós tivemos algum mérito,
parece que nós tivemos alguma
participação nisso. Vocês alcançaram,
vocês conseguiram.
Mas na verdade, meus irmãos, não é que
nós conquistamos a misericórdia de Deus
por qualquer destaque que nós tivemos,
mas é que Deus decidiu nos fazer alvos
do seu amor e da sua compaixão. Decisão
dele,
motivos, motivações dele.
A próxima pergunta, então, que faço para
essa noite
é diante do que Deus fez, o que Deus
requer de nós, meus irmãos?
Já que Deus fez tudo isso por nós, o que
ele requer de nós. Agora,
em primeiro lugar, nós aprendemos aqui
que devemos proclamar as virtudes de
Deus.
Esse é um gesto muito positivo que o
crente tem que fazer, proclamar as
virtudes de Deus de modo consciente.
Final do verso 9 diz: "A fim de
proclamar as virtudes daquele que o
chamou das trevas para a sua maravilhosa
luz".
Nós não podemos pensar em nossa eleição,
em nossa conversão, enfim, na nossa
salvação pessoal como sendo o fim último
de tudo. Embora saibamos que nada pode
ser mais precioso do que a vida eterna
que recebemos em Cristo Jesus. Porém, o
fato é que até mesmo a nossa salvação
cumpre um propósito maior, já que
através dela Deus deseja e deve ser
glorificado.
É preciso então, irmãos, compreender que
Deus não nos chamou para vivermos na
inércia ou na apatia, mas ele nos chamou
para o cumprimento de tarefas muito
especiais, sobretudo ele nos chamou para
anunciarmos as suas maravilhas.
Aqui é como se o apóstolo estivesse
dizendo: "Vocês são os divulgadores,
igreja, povo de Deus, vocês são os
divulgadores das virtudes de Cristo para
que ele receba louvores, inclusive
daqueles que hoje o rejeitam." Não se
trata apenas de conhecer a beleza e a
majestade de Jesus para nós usufruirmos,
mas em nos alegrarmos com isso de tal
modo que nos animemos em fazer com que
Jesus se torne conhecido por aí onde nós
estivermos. Deus é louvável por sua
grandeza, sabedoria, soberania. Ele é
santo, eterno, onisciente,
[limpando a garganta]
onipotente, onipresente e ele tem
manifestado o seu amor. Deus é benigno,
justo e paciente. Essas coisas, irmãos,
nós não sabemos por mera teoria.
Estas coisas nós temos experimentado
na vida com Deus. Nós temos
experimentado na vida cristã.
A despeito de esses serem pontos
doutrinários importantes, essas coisas,
na verdade não são abstrações, elas são
vivenciadas pelos crentes dia após dia.
Portanto, nós podemos compartilhar
experiências e propagar o caráter de
Deus descrito nas Escrituras a todas as
pessoas a partir daquilo eh das coisas
que acontecem também conosco. Essa
fórmula de Pedro que traduz a passagem
que fizemos das trevas para a luz é
muito significativa. Vivíamos as
escuras. Nosso futuro era desolador.
Qualquer plano que fizéssemos terminaria
sempre na entrada de uma sepultura.
Trevas sobre as nossas cabeças, medo da
morte, medo do infortúnio, medo das
circunstâncias que mudam, das pessoas
que traem, dos castigos divinos.
Nada disso existe mais.
Porque entrou uma luz
de fora no nosso coração e irradiou tudo
dentro de nós. Uma luz que vem de Deus,
que trouxe tanto discernimento, tanta
paz, tanto sossego na alma, que as
trevas se dissiparam.
A luz daquele que habita os céus invadiu
a escuridão dos nossos humildes
casebres, nos fazendo enxergar agora
tudo com nitidez.
A maioria dos homens desse mundo se
beneficia apenas das luzes naturais,
temporais, artificiais, mas há uma luz
maravilhosa que vem somente aos filhos
de Deus.
A luz que hoje há em nossa alma, o homem
mortal não alcança a menos que o supremo
dom Deus se manifeste. É essa luz que
repousa sobre o povo de Deus.
É uma luz que alegra apenas aqueles
cujos olhos aprenderam a olhar e a
confiar em Cristo e não mais em si
mesmos. É uma luz mais refugiente do que
o sol ao meio-dia. É uma chama que
prevalece na solidão da noite, na frieza
do hospital, na tristeza do funeral, na
dureza da decepção.
Nós sabemos, irmãos, de tudo isso
e nada mais nos apavora, porque essa luz
traz entendimento, ânimo e horizonte pra
vida.
O choro vem de noite e a alegria nos
desperta pela manhã, porque ele nos
tirou das trevas e nos trouxe para a sua
maravilhosa luz.
Agora nós podemos proclamar que a
sexta-feira nebulosa, onde existia uma
cruz mo Salvador deu lugar a um domingo
iluminado com um túmulo vazio. Logo
cedo,
cumpramos o propósito santo de proclamar
as virtudes de nosso Deus, porque essa é
uma tarefa dos crentes, é uma atribuição
dada à igreja e somente a igreja pode
fazer isso. Aliás, irmãos, gastaremos
muito tempo com isso, porque há
inesgotáveis
virtudes no Senhor.
Pregar a sua palavra para o maior número
possível de pessoas, para que elas
conheçam a Deus e glorifiquem a Deus
como nós conhecemos e glorificamos, é
uma das respostas que ele espera de nós
em gratidão pelos seus feitos em nosso
favor. Em segundo lugar, nós devemos
entender que nesse mundo nós somos
peregrinos e forasteiros.
Essa é uma compreensão que o crente tem
que ter. Somos nesse mundo viajantes.
Pedro prossegue no seu ensino usando
agora uma figura muito lúcida da nossa
relação com o mundo. Ele afirma que nós
estamos aqui de passagem, como que
atravessando um deserto.
Não podemos então, irmãos, encarar esse
mundo como se fosse o lugar da nossa
habitação eterna, como o local onde nós
fixamos morada permanente, porque não é.
E nós sabemos que não é pela nossa
própria experiência.
Nesse mundo, nós somos estrangeiros,
somos viajantes que nem conseguimos
aproveitar tão bem a viagem, porque os
nossos pecados nos atrapalham e porque
cá para nós,
essa viagem acaba muito rápido,
muito rápido.
Passamos aqui apenas alguns anos e
voamos e são anos que se findam
rapidamente.
Mesmo assim,
mesmo assim, algumas pessoas se preparam
para a vida nesse mundo como se jamais
fossem partir dele.
Vivem construindo celeiros e destruindo
celeiros sem propósitos.
vivem tentando encontrar aqui descanso
pleno. Vivem buscando realização em seus
afazeres ou prazeres. Vivem tentando
construir um paraíso na terra.
Mesmo desconhecendo em absoluto o seu
futuro, traçam planos e tomam decisões
sem levar Deus em consideração. Mas
acreditem,
é decepcionante chegar ao final da
existência e constatar que as coisas
pelas quais você mais lutou e viveu
simplesmente passam, como passa a
própria existência.
Mas aqueles que se tornaram parte do
povo do Senhor sabem que a nossa pátria
é celestial.
Filipenses capítulo 3. Pois a nossa
pátria está nos céus, de onde também
aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus
Cristo, o qual transformará o nosso
corpo de humilhação para ser igual ao
corpo da sua glória, segundo a eficácia
do poder que ele tem de até subordinar a
si todas as coisas. Segunda Coríntios,
capítulo 5. Pois sabemos que se a nossa
casa terrestre se desfizer, temos da
parte de Deus um edifício, uma casa
feita não por mãos humanas, mas nos
céus. E por isso, nesse tabernáculo,
gememos, desejando muito ser revestidos
da nossa habitação celestial.
Hebreus 13. De fato, não temos cidade
permanente, mas buscamos aquela que há
de vir. O proprietário das coisas
maiores diz para os pobres andarilhos
desse mundo: "Não se contentem com as
coisas pequenas".
Vocês se contentam por vezes com coisas
tão pequenas.
Vocês brigam por coisas tão tolas.
Pensem na eternidade.
Pensem no que eu fiz. Eu já reservei
para vocês algo muito maior e muito
melhor. O entendimento, então, da nossa
finitude, da transitoridade da vida é
algo que não pode faltar. Nós somos
peregrinos e forasteiros. Não pode
faltar essa compreensão se nós queremos
responder positivamente ao chamado
redentivo do Senhor. Em terceiro lugar,
o texto diz que nós devemos nos abster
das paixões carnais.
Texto diz que é necessário nos abstermos
das paixões carnais que fazem guerra
contra a alma. Nós não fomos feitos
sacerdotes, irmãos. Pois bem, se você é
um sacerdote, tem que se comportar como
tal.
Se você é crente no Senhor Jesus Cristo,
cuide para que você esteja limpo, com um
coração limpo sempre diante de Deus. Não
se contamine por meio do seu corpo e
cuide bem da sua alma. Ordene os seus
desejos. Ore por domínio próprio,
cultive bons sentimentos, use os meios
de graça, porque o pecado guerreia
contra a nossa alma.
Essa é uma epístola que trata muito
sobre santidade.
E é importante lembrar, irmãos, que
santidade envolve mortificação da carne.
Entendam carne como prazeres e desejos
impuros, pervertidos, torpes e
maliciosos.
Esses desejos brotam de nossos corações
corruptos e nos levam a pecar com os
nossos corpos, obtendo satisfação
imediata, mas na verdade eles machucam a
nossa alma e trazem consequências,
muitas consequências. Tiago 1. Cada um é
tentado pela sua própria cobiça quando
esta o atrai e o seduz. Então, a cobiça,
depois de haver concebido, dá a luz o
pecado. E o pecado, uma vez consumado,
gera a morte.
É o que encontramos em Gálatas 5. Digo,
porém, o seguinte: "Vivam no espírito e
vocês jamais satisfarão os desejos da
carne, porque a carne luta contra o
espírito e o espírito luta contra a
carne, porque são opostos entre si para
que vocês não façam o que querem".
Vejam como quem vive no mundo distante
de Deus bate no peito com orgulho e diz:
"Eu faço o que eu quero. Eu sou dono do
meu próprio nariz." Mas o que Deus disse
para nós é: "Uma vez que somos comprados
por ele e pertencemos a ele, nós não
fazemos o que nós queremos.
Nosso objetivo é fazer aquilo que Deus
quer. Alguém com um coração grato a Deus
pelo que ele fez por nós, terá sempre
como meta o maior distanciamento
possível do pecado. Porque Deus não nos
chamou para permanecermos na iniquidade,
mas para nos levar a um novo estilo de
vida marcado pela pureza. Por último,
meus irmãos, o que nós devemos fazer?
Devemos manter o nosso testemunho entre
os incrédulos para promover a glória do
Senhor.
Certo estudioso das Escrituras comentou
que quando Pedro escreveu essa carta, os
cristãos estavam sendo chamados de
irreligiosos,
porque eles se recusavam a adorar deuses
pagãos. estavam sendo chamados de
idiotas, porque eles não se entregavam
aos hábitos condenáveis do povo em geral
e estavam sendo chamados de traidores do
governo porque professam lealdade ao
único rei celestial.
Por essas coisas, os cristãos estavam
sendo difamados.
E não é à toa que Pedro fala sobre isso,
que os crentes devem cuidar para
envergonhar os próprios difamadores.
Charles Spurgel alertou os ouvintes,
crentes da sua época, dizendo para eles:
"Saibam que mesmo que vocês pudessem
viver como anjos, alguns no mundo os
chamarão de demônios".
É um fato.
Essa era uma época particularmente
difícil para os cristãos, mas os fiéis
sempre tiveram que enfrentar a oposição
do mundo. De algum modo, o cristianismo
sempre foi considerado desprezível como
sistema religioso. E não apenas as
perseguições, como às vezes as acusações
permanecem acontecendo, são diversas e
surgem de todos os lados, inclusive das
autoridades, ou pelo menos de algumas.
delas, das maiores delas às vezes.
Daí a palavra malfeitores, que era
dirigida aos servos de Deus. O que Pedro
diz, então, é que a melhor reação a isso
é o correto procedimento.
Os cristãos tinham que se sentir
desafiados de tal forma que quanto mais
retaliações eles sofressem, mais
dispostos estivessem a manter firme o
seu testemunho exemplar. Se assim eles
agissem, o impacto seria tão poderoso
que as acusações dos incrédulos se
mostrariam infundadas e mais do que
isso, promoveriam a glória de Deus. Eu
vejo esse conselho do apóstolo como algo
fabuloso.
Muitos cristãos sérios acham que a saída
diante dos pecados que nos assediam no
mundo é o isolacionismo. Ou seja, vamos
nos trancafiar o máximo possível e
evitar contato com os descrentes a fim
de nós não nos contaminarmos com eles.
Essa é uma atitude até compreensível,
mas é desesperada, é equivocada, é
completamente errada. Vejam que Pedro
não diz que nós devemos nos afastar
completamente dos incrédulos, mas o que
ele nos ensina é que nós devemos manter
o nosso comportamento exemplar no meio
deles,
entre eles.
Quanto a glorificação de Deus no dia da
visitação, entendemos aqui, irmãos, que
a ideia é que a luz do evangelho da
palavra é decisiva para todo aquele que
a ouve.
E ela sempre traz salvação ou
condenação. A verdade é que eh são os
salvos que promovem a glória de Deus e
que recebem a sua graça e misericórdia,
enquanto que aqueles que não ouvem esse
chamado são condenados e promovem a
glória de Deus na manifestação do juízo
que recebem. Entretanto, como as
palavras de Pedro são dirigidas a
crentes, devemos tomá-las para nós como
um estímulo, a fim de nos aperfeiçoarmos
em uma vida justa e garantir que Deus
seja enaltecido entre os crentes e os
descrentes na pregação do evangelho e no
juízo final agora e na consumação dos
séculos.
Assim, meus irmãos,
nós aprendemos hoje que como igreja
somos um povo diferente, separado,
trazido das trevas para a luz. E vemos
que Deus fez por nós grandes coisas. Ele
nos fez geração eleita, sacerdócio real,
nação santa, propriedade sua e
manifestou a sua misericórdia sobre as
nossas vidas.
De modo que, em resposta ao seu ato
redentivo de amor, devemos agora
proclamar as suas virtudes,
entender a nossa transitoridade nesse
mundo, nos abster das paixões carnais e
manter exemplar o nosso procedimento
entre os incrédulos para a glória de
Deus. Que o Senhor nos ajude a entender
essas coisas e nos ajude a proceder
dessa exata maneira. Vamos orar.
Senhor Deus,
gratos nós somos. Como não poderíamos
agradecer? Tantas coisas que o Senhor
fez por nós, nos livrando do juízo e da
condenação, nos dando uma nova chance,
nos trazendo para perto do Senhor,
quando nós éramos pecadores, que nem
tínhamos nos arrependido dos nossos
próprios pecados. Obrigado porque o
Senhor nos olhou, teve misericórdia de
nós, estendeu a tua mão e nos perdoou.
Louvado e engrandecido seja o Senhor,
porque agora fazemos parte dessa
família, desse povo santo, dessa nação
santa, que é a igreja de Jesus Cristo.
nos ajude, ó Deus, no cumprimento das
nossas tarefas, para que enviemos a
mensagem do Senhor por todos os lugares
e vivamos o evangelho de forma íntegra,
com temor no nosso coração, com vida
piedosa nesse mundo, para que o teu nome
seja glorificado em todos os lugares, em
Cristo Jesus, nosso Senhor e Salvador.
Amém.
Meus irmãos, nós vamos agora, antes de
procedermos com o ofertório,
passar para a cerimônia de posse e
também recondunção dos diáconos e
presbíteros que foram eleitos. Então,
depois
na última oração, vou pedir para que a
equipe de música já tome os postos para
que a gente proceda então para o cântico
e o momento de ofertas.
Queria convidar então para que venha à
frente, nós vamos convidar tanto
os diáconos que serão ordenados,
como aqueles que serão apenas
reconduzidos, porque já são diáconos.
Então, eu queria convidar
a eu vou convidar e vocês façam aqui um
semicírculo na frente do público. Pode
ficar lá, não tenha vergonha de ficar
embolado para lá ou para cá. Pode ficar
na frente mesmo, tá bom?
Então, o David Almeida
pode vir aqui à frente.
O João Víor Batista Dias também pode vir
aqui à frente.
Eu vou pedir para que vocês dois fiquem
aqui, por favor, em cima dessa caixinha
aí. É isso. Pode ficar aqui do lado
dele. João Víor
também os diáconos que foram eleitos,
mas já são diáconos. Guilherme Assis,
ele não está presente, mas vai ser
reconduzido mesmo estando aqui.
Ah, João Brejon também foi eleito.
Lucas Junqueira
e Ricardo Keng. Vou pedir para que os
irmãos fiquem atrás.
desses dois irmãos, por favor.
Então, esses são os diáconos que foram
eleitos e que já são diáconos da igreja.
Apenas um deles já foi diácono em outra
igreja e por causa disso ele não precisa
ser reordenado, que é o nosso irmão
Jedaías Solto. Vou convidar para que ele
venha também e ele não vai ser ordenado
nesse momento. Então, por gentileza,
pode ficar na fila de trás também,
Judaíss
e também nós temos os presbíteros que
foram eleitos para um novo mandato.
Todos eles já são presbíteros da nossa
igreja. Então, ah, queria convidar aqui
os nossos irmãos.
Ah,
onde está o nome dos irmãos?
Presbítero João Neto, é o primeiro.
Presbítero Anderson
Lopes, estiver aí, pode vir também.
Presbítero
Eduardo Mora Moreira
e o presbítero
Cláudio Alves, Cláudio César Alves
Vidigal Alves
e também presbítero Mateus Camargo.
Eu vi o Mateus aqui. Ele tá
tá vindo aí, né?
>> Não vem.
OK. mas será eh reconduzido a si mesmo.
Não sei se os irmãos se lembram em uma
ocasião quando Moisés instituiu os, por
ordem de Deus, os 70
eh homens que ajudariam na liderança do
povo. A Bíblia diz que tinham dois que
estavam atrasados, não chegaram na hora.
E eles receberam o espírito juntamente
com os que estavam presentes. Eles
receberam o espírito lá onde eles
estavam, no meio do acampamento.
Então não precisa estar presente para
ser reconduzido, para ser ordenado, não.
Também eu queria convidar para que faça
parte desta cerimônia paraa imposição de
mãos os presbíteros que são desta igreja
para que venham à frente, por favor.
E também como essa cerimônia é uma
cerimônia da Igreja Presbiteriana do
Brasil, presbíteros que são também de
outras igrejas que estão presentes podem
vir, incluindo o presbítero em
disponibilidade.
Por favor, ah, venham à frente,
presbíteros
desta igreja ou de qualquer igreja
presbiteriana, presbíteros em
disponibilidade também podem fazer parte
desta
cerimônia.
Podem, os presbíteros podem também
formar uma fila entre os dois aqui, mas
não vai caber. Todo mundo pode ficar aí
aqui assim atrás do deles aqui, por
gentileza, atrás dos dos diáconos ali.
Nós vamos, irmãos, então iniciar
passando para a ordenação.
Ronaldo, pode chegar mais daqui até para
melhorar. Fique atrás aqui dos dois.
Pode chegar mais aqui para cá.
né,
Joaquim? Pode chegar mais. Isso aí.
Obrigado.
Vamos passar para a ordenação então dos
diáconos. E seguindo as instruções da
nossa igreja presbiteriana,
ela nos diz que nosso Senhor Jesus
Cristo, rei cabeça da sua igreja,
possuindo todo o poder no céu e na
terra, tem dado à igreja diáconos para
servi-la conforme a instrução da palavra
de Deus. E as escrituras, né, a primeira
epístola de Paulo a Timóteo nos ensina
que o diácono precisa ser homens
respeitáveis de uma só palavra, não
inclinados a muito vinho, não
gananciosos, conservando o mistério da
fé com a consciência limpa. Também estes
devem ser primariamente
ou primeiramente experimentados e caso
se mostrem irrepreensíveis que exerçam o
diaconado. Além disso, é indispensável
que seja o marido de uma só mulher
governe bem os seus filhos e a própria
casa. Com respeito então ao ofício de
diácono, a escritura acrescenta ainda a
seguinte promessa: "Pois os que
desempenharem bem o diaconato
alcançarão para si mesmos uma posição de
honra e muita ousadia na fé em Jesus
Cristo." Assim pois, compete ao diácono,
segundo o governo da nossa Igreja
Presbiteriana do Brasil, a arrecadação
de ofertas para fins piedosos. o cuidado
dos membros em necessidade, a manutenção
da ordem e reverência nos lugares
reservados para o culto público e
exercer a fiscalização para que haja boa
ordem na casa de Deus e em suas
dependências. Portanto, nós passaremos
assim a a ordenação
dos irmãos David Almeida e também do
João Vítor Batista Dias. e os demais já
serão, né? E na oração que eu fizer, os
diáconos Guilherme Assis, João Brejon,
Lucas Junqueira e Ricardo Queng e também
Jedaías Soto serão reconduzidos a um
mandato de 5 anos para a exercerem aqui
na nossa igreja. Eu vou pedir então para
que tanto o seu David e o João Vittor
que se ajoelhem aqui, por favor, e eu
vou fazer as perguntas que prosseguirão
no nesse nessa cerimônia de juramento
que vocês vão fazer. Eu pergunto, então,
ah, aí vocês podem responder um e depois
o outro.
Qual é a sua convicção sobre as
escrituras, David? Eu
creio que as escrituras do Antigo e do
Novo Testamento são a palavra de Deus e
que esta palavra é a única regra
infalível de fé e prática.
>> João Víor, qual é a sua convicção sobre
as Escrituras?
>> Eu creio que as escrituras do Antigo e
do Novo Testamento são a palavra de Deus
e que esta palavra é a única regra
infalível de fé e prática. David, qual é
a sua posição em relação aos símbolos de
fé da nossa igreja?
>> Eu recebo e adoto sinceramente a
confissão de fé de Westminster e os
catecismo maior e menor como fiel
exposição do sistema de doutrina
ensinado nas santas escrituras.
>> João Víor, qual é a sua posição em
relação aos símbolos de fé da nossa
igreja? Eu recebo e adoto sinceramente a
confissão de fé de Westminster, os
catecisos maior e menor como fiel
exposição do sistema e de doutrina
ensinado nas santas escrituras.
>> David, qual é a sua posição em relação
ao governo e disciplina da igreja?
>> Eu sustento e aprovo o governo e a
disciplina da Igreja Presbiteriana do
Brasil.
>> João Víor, qual é a sua posição em
relação ao governo e a disciplina da
igreja? Eu sustento e aprovo o governo e
a disciplina da Igreja Presbiteriana do
Brasil. David, você aceita o ofício de
diácono desta igreja para o qual você
foi eleito?
>> Sim, eu aceito.
Prometo desempenhar fielmente os deveres
deste cargo. Prometo também procurar
manter e promover a paz, a unidade, a
edificação e a pureza da igreja. João
Víor, você aceita o ofício de diácono
desta igreja para o qual você foi
eleito?
>> Sim, aceito. Prometo desempenhar
fielmente os deveres deste cargo.
Prometo procurar manter manter e
promover a paz, a unidade, a edificação
e a pureza da igreja.
>> Eu pergunto aos irmãos da igreja
Presbiterana de Santo Amaro, vocês
reconhecem e recebem esses nossos irmãos
como diáconos? Se sim, respondam: "Sim,
reconhecemos e recebemos".
Sim, reconhecemos e decebemos.
>> Vocês prometem também tributar-lhes toda
a honra, suporte e obediência no Senhor,
a que segundo a palavra de Deus e a
constituição desta igreja lhes dá
direito em seu ofício. Se sim,
respondam: "Sim, prometemos."
>> Sim, prometemos.
>> Nós vamos então estender as mãos sobre
esses irmãos e eu vou orar. Eu vou pedir
então para que os presbíteros apenas ah
estendam as mãos, aproximem desses
irmãos e estendam as mãos sobre os
diáconos que serão ordenados neste
momento. por favor.
Graças te damos, ó Deus, ó Senhor, nosso
Deus e Pai, por teres dado um Salvador
poderoso na pessoa do teu bendito filho
e pela manifestação do teu grande amor
para com os homens. Tu foste servido, ó
Deus, aqui para que trouxesse homens
capazes para servir o teu reino nesta
igreja como diáconos. O Senhor os
capacitou. O Senhor os trouxe e agora
estão sendo ordenados. Pedimos que o Teu
Espírito repouse sobre cada um deles
para que possam exercer este ofício com
sabedoria e temor do Senhor e seja uma
grande bênção para esta igreja. Oramos e
fazemos isso em nome de Jesus. Amém.
>> Amém.
>> Eu vou pedir para que o diácono João
Brejon venha até aqui e dê a destra de
companhia a esses irmãos.
João, eu vou repita essa pegue na mão
dele e [limpando a garganta] não precisa
levantar. Você vai, antes de levantar,
repita comigo essas palavras, João. Ah,
você dá um microfone pro João, por
favor.
>> Repita comigo, João. Sim,
>> David.
>> David,
>> mais perto.
>> David,
>> nós te damos a destra de companhia. Nós
te damos a destra de companhia
>> para tomar parte conosco.
>> Para tomar parte conosco.
>> Neste ofício.
>> Levante, David.
Agora João Víor.
João Víor.
>> João Víor,
>> nós te damos a destra de companhia. Nós
te damos a 10 de companhia
>> para tomar parte conosco.
>> Para tomar parte conosco.
>> Neste ofício.
>> Levante, João Víor.
>> Os demais presbíteros de podem então
cumprimentar os irmãos que foram recém
ordenados.
Depois os irmãos terão oportunidade
também de cumprimentá-los.
Queria convidar agora para que fizesse
agora uma fila aqui na frente os
presbíteros Anderson Lopes,
ah, Cláudio Alves,
João Neto,
Mateus Camargo e W Eduardo.
Esses irmãos já são presbíteros em nossa
igreja, foram eleitos na última
assembleia que aconteceu no dia 26 de
abril de deste ano. E tanto eles como os
diáconos que foram eleitos e
reconduzidos terão o mandato de mais 5
anos que vencerá no dia 10 de maio de
2031.
Então, que Deus abençoe. Nós vamos então
eh proceder para a recondução dos irmãos
que estão aqui à frente e os que também
não estão presentes.
Nosso Senhor Jesus Cristo, rei cabeça da
Igreja, possuindo todo poder no céu e na
terra, tem dado a Igreja presbíteros
para governá-la em seu santo nome e de
conformidade com a sua palavra. Nós
vemos no Novo Testamento e no governo da
igreja que está dividida a autoridade
tanto em presbíteros quanto diáconos. E
Deus chamou alguns destes para se
dedicarem a liderar a igreja juntamente
com seus pastores. O apóstolo Paulo,
instruindo Timóteo, nos diz que devem
ser considerados merecedores de dobrados
honorários os presbíteros que presidem
bem, com especialidade os que se
afadigam na palavra e no ensino. E
também ele acrescenta que há também os
presbíteros que receberam o dom de Deus
para governar, mas não pregam e são
chamados assim de presbíteros regentes.
Os presbíteros regentes são
representantes eleitos imediatos do
povo. Como tais, os vemos exortados na
Escritura a velar sobre si e sobre o
rebanho confiado a seu cuidado, a fim de
que não entre nele qualquer corrupção de
doutrina ou costumes estranhos. O papel
de liderança representativa dos
presbíteros, mencionados como os irmãos
na passagem que lemos é evidente naquilo
que a escritura nos ensina. Quando Paulo
falando com os irmãos da igreja de de
Jerusalém, ele nos diz: "Os irmãos,
tanto os profetas como os presbíteros,
aos irmãos que dentre os gentios em
Antioquia e Síria recebam as saudações."
Assim, pois, compete aos presbíteros
regentes tomar parte do governo, da
disciplina e da superintendência das
igrejas particulares a que pertencem e
da igreja em geral, por meio dos
concílios superiores, presbitério,
sínodo e supremo concílio, quando para
isso chamados conjuntamente com os seus
pastores. Não sei quantos irmãos sabem,
mas os presbíteros eles representam a
igreja em instâncias superiores. E
quando isso acontece em um concílio
chamado presbitério, que é o primeiro
concílio acima da igreja, ou no concílio
chamado sínodo, que é acima do
presbitério, ou num concílio que é o
maior, que é chamado supremo concílio.
Em todas essas três instâncias, o
presbítero e o pastor torre,
é somente na igreja que há essa
distinção entre presbítero regente, ah,
e presbítero docente, que no caso somos
nós pastores. Portanto, palavra de Deus
nos dá a autoridade e o dever de poder
ah orar e reconduzir esses irmãos no
cargo a que eles foram chamados. Eu
queria então orar. Não precisa ser
imposição de mãos, mas apenas
reconduzi-los. E eu queria também fazer
essa oração pedindo que achegasse aqui
atrás dos presbíteros os diáconos que
foram eleitos e que vão ser apenas
reconduzidos agora, por favor,
os diáconos que serão reconduzidos, que
é o Jedaías, o Kengi, Lucas Junqueira e
João Brejão, eles foram eleitos na
última assembleia e tem, portanto, um
mandato de 5 anos a cumprir a partir
desta data. Vamos orar então pedindo a
bênção de Deus para a vida destes
irmãos. Ó Deus bendito, graças te damos
porque o Senhor é o cabeça da igreja. Tu
foste servido, ó Deus, em dar homens
capazes, ungidos e preparados para
liderar o teu povo. Aqueles que
liderarão como presbíteros, bem como
aqueles que liderarão como diáconos. Que
o Senhor possa, por meio deles, ó Deus,
fazer grandes coisas nesta igreja.
Guarde a família deles. Guarde, ó Deus,
a vida deles. Guarde os seus passos.
Guarde a sua mente para que jamais
possam ser motivo de deshonra, nem para
si mesmo e nem para a tua igreja.
Pedimos que o Senhor revista também de
cuidado a vida de cada um deles,
capacitando-lhes
para o ofício a que eles foram chamados.
Nós oramos e pedimos isso em nome de
Jesus. Amém. Que Deus abençoe. Então, eu
declaro como presidente do conselho
desta igreja, empossados e reconduzido
para mais um mandato de 5 anos, os
presbíteros Anderson dos Santos Lopes,
Cláudio César Vidigal Alves, João Neto,
Mateus Camargo Costa e Well Eduardo
Morais Moreira. Que Deus abençoe a vida
de vocês. E também os diáconos
Jedaías Sotto, Ricardo Queng, Lucas
Junqueira e João Brejon. Também os
declaro a reconduzidos para um mandato
de 5 anos nesta igreja. Que Deus os
abençoe.
Coloquem-nos de pé, irmãos. Eu vou
convocar e os irmãos se podem então já
descer e posteriormente teremos a
oportunidade de saudá-los lá no salão
social.
Ainda de pé, então nós vamos agora
cantar mais esse cântico e esse é o
momento que você terá para adorar a Deus
com seus dízimos e ofertas.
Bem-aventurado [música][canto]
o homem que não anda.
Segundo o conselho [música]
dos ímpios,
não se [música] detém no caminho dos
pecadores, [canto]
[música]
nem se assenta na roda dos [canto] ver
escarnecedores.
[música]
Tem o [canto] seu prazer na lei do
Senhor.
E na sua lei medita dia e noite,
[música][canto]
pois será como árvore plantada [canto]
[música] junto a ribeiros
de águas, a qual [música] dá o seu
fruto.
Estação apropriada,
em cujas folhas não caem. Tudo que fizer
prosperará. [música]
Falta o seu fruto na estação apropriada
e cujas [música][canto] folhas nãoem
tudo quanto quiser prosperará.
[música]
Bem-aventurado
homem que não anda, [música]
segundo o conselho [canto]
dos ímpios. [música]
Não se detenham o [canto] caminho dos
pecadores,
nem se assenta [música][canto]
na roda dos escarnecedores.
[música] Antes tem o seu [canto] prazer
na lei do Senhor.
A sua lei medita dia e [música][canto]
noite,
pois será como árvore plantada
[música]
junto a ribeiros [canto]
de águas
falta [música] o seu fruto na estação
apropriada
e cujas [música] folhas não caem. Tudo
quanto fizer prosperará.
>> [música]
>> A dá o seu fruto da estação
[música][canto] apropriada
e cujas folhas não caem tudo quanto
quiser prosperará.
[música]
Vamos orar.
Ó Deus, receba estas ofertas depositadas
neste gasofilá.
É um dinheiro comum,
mas uma vez depositados aqui, ó Deus, se
tornam um dinheiro santo. São ofertas
consagradas, são testemunhos, ó Pai, da
nossa fidelidade, da nossa obediência.
Pedimos que com esse pouco que aqui foi
depositado, o Senhor faça muito, porque
é assim que o Senhor trabalha e é assim
que o Senhor faz. O Senhor multiplica o
nosso pouco em muitas coisas.
O Senhor multiplica
as coisas pequenas que somos e trazemos
em coisas grandes para abençoar o teu
povo. Isso o Senhor faz porque tu és um
Deus grande e Tu és um Deus que nos ama,
que nos guarda e que nos tem conduzido
ao longo desta história. Portanto,
receba, ó Deus, essas ofertas.
consagramosas para o uso em tua casa e
permita que as pessoas que irão
administrar esses recursos o façam na
disciplina e no temor do Senhor. E
agora, irmãos, que a graça do nosso
Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus o
Pai e a comunhão bendita do Espírito
Santo repouse sobre cada um de nós hoje
e para todo sempre. Amém. Assentemo-nos,
irmãos, e vamos ouvir o póslúde.
>> [música]
[música]
>> เ
>> [música]
[música]
>> Muito bem, meus irmãos, nosso culto está
encerrado hoje. Nós queríamos continuar
lembrando de orar pelos irmãos. Nós
falamos de manhã sobre a dona Vanda, a
mãe do Léo. Ela continua internada, seu
João Borges, a Keila, seu José Gomes e
seu Cirlei. São pessoas que ou passaram
por uma cirurgia recente e ainda
permanecem internados ou que permanecem
ainda objeto das nossas orações.
Lembremos de orar também pelo seu
Jeremias e a sua esposa, a dona Adeir
Cob, a Lila e a Mamura, o Fernando
Camargo, a dona Deulinda, a dona Bet
Camargo, a Lázara e o Samuel Viana e a
dona Leonina e o seu patrocínio. Oremos
por esses irmãos.
Ó Deus bendito, aqui estão as pessoas
das quais lembramos, mas o Senhor sabe
não só da necessidade deles, mas de
tantos quantos nós sequer temos a
informação daquilo que eles precisam.
Por isso, pedimos que a tua boa mão
ajude-os conforme o Senhor já sabe do
que eles precisam. E nós como irmãos,
nos colocamos diante de ti para nos
lembrar deles em oração e nos dispormos,
ó Deus, para ajudar naquilo que
pudermos. Oramos em nome de Jesus. Amém.
Meus irmãos, algumas pessoas nos
visitam, pelo menos duas pessoas aqui
foram identificadas pela nossa equipe. A
primeira delas é o Domingos Antunes da
Rocha. Onde está você, Domingos? Aí está
ali. Seja bem-vindo, diácono Daniel
Paxico. Aí se pudesse cumprimentá-lo aí,
seja bem-vindo, meu irmão.
>> E temos também o Márcio, juntamente com
a Loana. Onde estão vocês, Márcio e
Loana? Ah, estão aí. Sejam bem-vindos.
Deus abençoe a vida de vocês.
Antes de nos despedirmos alguns avisos
que nos ajudam a encaminhar. Essa é a
semana que temos então o encontro dos
homens. Toda quinta, uma quinta sim, uma
quinta não e essa é a quinta sim. Tá
bom? Eh, eu não sei quantos sabe, mas
depois que encerra aqui na televisão que
fica ali no salão social, todos esses
avisos ficam repetindo, tá? Então, por
acaso, se você perdeu a chance de
escanear um QRcode, alguma coisa, é só
aguardar depois fica passando isso
depois, tá bom? também no sábado, eu
falei sobre isso de manhã, a o reverendo
Allen Porto estará eh virá a São Paulo.
Ele não é daqui de São Paulo, mas ele
estará aqui e no sábado à tarde ele fará
parte dessa programação da Mocidade. É
uma roda viva, cristianismo e arte.
Então não percam essa oportunidade, tá?
O Allen é uma pessoa dotada por Deus
para lidar com essas coisas. Então vocês
vão eh se beneficiar bastante disso. E
por ser um tema mais geral, bastante
contemporâneo, eu recomendo bastante que
você convide pessoas que não são
crentes, porque a linguagem e abordagem
do Allen é capaz de interagir com
pessoas que não são crente. A ver, mas
eu tenho uma pessoa lá na no meu emprego
que além de não ser crente, mas ele é
inimigo do evangelho. Ótimo. É desses
que o Alen gosta, tá? ponha ele para
brigar com Allen lá, só faça o serviço
de trazer, tá bom? E esse é um tema
bastante geral que pessoas que
geralmente não são crentes gostam de
ouvir, tá bom? E ele também estará no
domingo seguinte, ele vai falar no
sábado e no domingo pela manhã ele prega
aqui na igreja também, tá certo? Então,
lembrem-se disso. E na no sábado também
eu estarei ministrando essa palestra
sobre sabedoria bíblica na gestão
familiar. Eh, na verdade uma aplicação
do livro de Provérbios, algumas
estratégias no livro de Provérbios para
a administração e para gerir a diversas
situações comuns e corriqueiras na vida
do lar, não necessariamente vida
conjugal. A Provérbios tem muitos
conselhos para solteiros, para pessoas
individualmente. Então, será no sábado
às 9 horas da manhã aqui na igreja. Aí,
ah, nós teremos essa programação e na
sequência à tarde a programação do
Allen.
Eh, o encontro de casais está só
anunciando aí, né? Então, guarde a data
11 a 13 de setembro, tá?
Então, como sempre, os que não conhecem,
isso não é um acampamento, tá? É um
encontro. Você fica sozinho no quarto
com a sua esposa, tá? É algo eh mais
especial. Então, é uma um projeto da
igreja que todo ano a gente faz, tá?
Setembro ainda, mas nós estamos
anunciando porque você tem que se
preparar financeiramente para isso, até
mesmo para ajudar, se precisar de alguma
ajuda, alguma bolsa, né? Você deve
informar o quanto antes para que nós
também nos preparemos. Irmãos, tem muita
gente, eu sei porque eu eu porque eu
sei, né? Porque eu fico sabendo. Muita
gente que tem vergonha
de dizer que eu não vou porque eu não
tenho dinheiro. Eu não quero que ninguém
saiba que eu não tenho dinheiro. Você
acha que as pessoas não sabem que nós
não temos dinheiro?
Todo mundo tá faltando dinheiro, irmãos.
Mas não perca uma oportunidade como essa
se você tiver limitações financeiras,
mas nós precisamos saber com
antecedência para que nós nos preparemos
para isso, tá bom? Então, não precise
vir aqui na frente falar, mas procure ah
depois privadamente as pessoas que são
responsáveis por isso, identifique-se,
programe-se e participe, tá bom? E um
detalhe também vai ser falado muito
sobre isso, mas esses esses encontros
não são para quem tem problemas no
casamento. Isso também é uma uma pecha
que às vezes a gente pensa. Acampamento,
encontro de casais é para quem tá se
separando, para quem está brigando. Quem
disse isso? Não é, não é para quem quer
um refrigério também, tá certo? Não é só
para quem está brigado, para quem está
precisando de resolver conflitos, tá
certo? Então, programe-se e se você é
alguém que quer abençoar também a vida
de alguém, um casal jovem, alguém que
seja também sol eh ofereça para dar uma
bolsa. Nós estamos recebendo também
essas oportunidades, tá bom? Hoje nós
teremos aí eh a deixa eu ver aqui o
cardápio de hoje, né? Nós temos aqui a a
Tânia, agradeço ela pela gentileza de
preparar e ela falou que vai ser um
eh aqui
caldo de batata com bacon. Ah, então
caldo quente na noite gelada, né, é um
pretexto para que nós então
comprimentemos uns aos outros. Aproveite
agora para cumprimentar os diáconos que
foram recém ordenados e os demais que
foram reconduzidos. Que Deus nos dê uma
boa semana na graça do Senhor.
>> [música]

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