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A fé vem pelo ouvir

🔴AULIVE: O QUE SÃO FATORES DE PRODUÇÃO E COMO SÃO SUB UTILIZADOS NO BRASIL

🔴AULIVE: O QUE SÃO FATORES DE PRODUÇÃO E COMO SÃO  SUB UTILIZADOS NO BRASIL

🔴AULIVE: O QUE SÃO FATORES DE PRODUÇÃO E COMO SÃO SUB UTILIZADOS NO BRASIL

pix: bruno@reikdal.net

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Legendas automáticas:

Fala aí, minha gente. Bom dia. Bom dia.
Bom dia. Bom dia. Bom dia, bom dia. Tudo
bem com vocês?
Como é que estão aí? Tudo em paz? Espero
desejo que sim. Bora lá para mais um
conteúdo totalmente excelente. Mais um
dia aqui começando na nossa pequena
aulive. E eu acho que o tema é
interessante, tem massa, que surgiu aí
de questões aparecidas numa outra rede,
né, conhecida também como Instagram. E
agora estamos lá no Instagram tentando
fazer um trabalho minimamente organizado
e parece que tem funcionado, parece que
tá legal. Bora ver. Tudo bem com vocês?
Sejam todos muito bem-vindos, muito
bem-vindas e muito bem-vindos aqui ao
nosso canalzinho.
E nós possamos trocar uma ideia bacana.
Então, vamos lá ajeitar aqui essa
brincadeira. Para quem não me conhece,
meu nome é Bruno Rquidal. Sou doutor em
economia política mundial, mestre em
filosofia, graduado em filosofia,
formado em teologia e tento aqui
trabalhar como divulgador de conteúdo
relativamente qualificado, com algum
tipo de bom humor ou humor quebrado pela
internet deste país aqui no YouTube.
Beleza? Nós somos um canalzinho muito
pequeno, como você deve ter percebido, e
que ele se sustenta graças à membresia
desse canal, ao membro, membro, a
membro, membresia aqui do canal. E se
você quiser fazer parte desse grupinho
que mantém o nosso trampinho de pé, não
considere entrar aqui para esse para
essa membresia, porque aqui você conta
encontra também conteúdos exclusivos
para você, para você e para todas as
outras pessoas que também fazem parte da
nossa membresia. Então, quer dizer, não
é bem só para você, mas você tem cursos
como Marx e Religião, evangélica
política, evangélicos e política no
Brasil, eh, que mais? Ética e filosofia
da libertação. Hum, como fazer seu
projeto de pesquisa. Mas um monte de
vídeo, conteúdo da nossa rádio crite
crente, um monte de coisa interessante
aí, né? Nós praticamos aqui a tudologia,
olha, opologia tudológica generalizada e
que eu acho que você vai gostar. Então
considera aí, tá junto com a gente. Se
você fala: "Pô, não tá dando aí para
para pagar esse café expresso, né, da
nossa primeira igreja barista no
YouTube, que é o nosso canalzinho, não
tem problema. Não esquece de curtir esse
vídeo, comentar para engajar, espalhar a
palavra por aí, compartilhando e
indicando o nosso canalzinho, porque
vale a pena, né? Assim, com modéstia à
parte, o conteúdo é bom, ele é
qualificado, ele é acessível e didático
e engraçadinho,
levemente engraçadinho para quem tem um
humor complicado como o nosso. Mas seja
muito bem-vindo. Beleza, minha gente?
Acho que eu comecei bem fazendo as
propagandas e se eu não esqueci nada,
alguém vai me lembrar.
É isso, é isso, é isso. Bom dia, bom
dia, bom dia. Cadê? Perguntou Igor. Tá
aqui. Hoje começou levemente mais tarde.
Levemente mais tarde, né? Um pouquinho
mais próximo da manhã, distante da
madrugada, por motivos de que estou
cuidando de uma criança enferma na minha
casa, né? Hoje ela está bem melhor. Eh,
em teoria,
esse é o último dia que ela pode ficar
relativamente com febre, né? Passou já
um dia, hoje é o segundo, é para ficar
bom. Se continuar com febre para amanhã,
aí aquela ida novamente no médico para
dizer: "Olha, não melhorou, vamos ver o
que tá acontecendo". Mas aparentemente
já tá bem. E é por isso que a gente
começou um pouquinho mais tarde, porque
a madrugada aí a gente teve que dar uma
um talento, mas estamos junto,
aparentemente tá tudo dando certo. Bom
dia, querido Augusto. Como é que você
tá? Nosso querido Augusto tem
participado aparecido por aqui. Espero
que o conteúdo contribua de alguma
maneira para você. E ele comenta: "Hoje
começará no horário de dublê de
herdeiro". Exatamente. Que é quase pela
manhã, uma madrugada mais tarde. O cara
falou: "Acordei cedo às 9 e tantos da
manhã". Hum. Aí complica.
Querido Rubens, bom dia, chat. Bom dia,
Bruno. Bom dia, Rubens. Como é que você
tá? Que bom que você tá aqui com a gente
de novo, cara. Seja muito bem-vindo,
muito bem-vindo aqui ao nosso papo diz
querido fazer watch. Salve salve fazer
watch. Bom dia. Bom dia a todos. Bom
dia. Fazer o watch.
Como é que você tá? Tá tudo bem? Espero
que sim. Fazer o quê? Quer ser fazer o
watch? Bom dia. Fazer o watch que faz
parte aqui da nossa membresia. E se você
faz parte da membresia ou quer fazer
parte da membresia, assim como fazer o
watch, você tem o direito, caso queira,
de entrar no nosso grupo do WhatsApp. O
nosso grupo do WhatsApp exclusivo para a
membresia do canal. E aí você pode
entrar lá. É um grupo muito bacana com o
pessoal totalmente excelente, um pessoal
gentil, educado, pessoal muito
hospitaleiro e que tem uma conversa
bastante profíqua lá no grupo, né? O
pessoal gosta, eu também. Então é só
mandar um depois que você virar membro,
membro a membre, você manda um e-mail
para esse negócio aqui, ó. esse e esse
negocinho aqui
com o seu nickname no YouTube, porque,
né, acontece isso, e o numerozinho do do
celular paraa gente botar lá no grupo,
aí você entra para nós, beleza? É bom.
Bom dia, querido Gabriel, como é que
você tá? Espero desejo que bem também,
meu querido.
Chegamos aqui
quido fazer o watch pergunta: "E para
quem te conhece, qual o seu nome?" Hum,
é, para quem não me conhece, eu sou
Bruno Requidal. Para quem me conhece,
depende. Eu tive muitos apelidos na
minha vida, muitos mesmo, muitos
apelidos. Tenho até hoje muitos
apelidos,
mas é muito comum as pessoas me chamarem
de Bruninho.
É muito comum, é muito comum as pessoas
me chamarem de Bruninho. Nossa, cara, eu
acho que eu tô com um pouco de calor, tá
embaçando meu óculos. Tomei um remédio
que a criança pegou a gripe e ela me
passou. Só que aí eu já me dopei daquele
jeito. Aí dá um calorzinho no remédio
que eu tomei.
Esperar baixar um pouco aqui para
conseguir colocar esse trem. Cara, me
chamam de Bruninho. É automático em
muitos lugares. Bruninho. Bruninho é
interessante. Não sei porê. Talvez
porque eu tenho cara de criança, apesar
dos meus 36, quase 37 anos de idade.
Discrito Rubens. Comecei a seguir lá no
Insta. Tá bom mesmo. Ri demais com o
corte do levantar.
É, se você quiser chegar no nosso
Instagram, estamos lá também.
Bruno@ridal não é um nome bom, eu sei. É
@brunquiddal, né? @brunikdal. Seu nome
não é bom, perdão, perdão. É que é a
vida, né? Não ajuda lembrar, mas
chegamos a 9.000 pessoas no nosso
canalzinho lá do do Instagram, no nosso
perfil. Ficou legal. Tô feliz. Chegamos
hoje, né? Escrito fazer o watch. canal
irrelevante e irreverente. Exatamente.
Irrelevante. Como nós sabemos, tem um um
youtuber relativamente grande aqui no
nesta rede que é o Dois Dedos de
Teologia, que fez questão de lembrar que
o nosso canal é irrelevante.
Eu gosto da irrelevância.
Que incomoda. Querido Thiago, bom dia a
todos os baristas e não baristas da
América Latina que nós somos muito
inclusivos. Bom dia, querido Thaiago.
Bom dia, minha gente. Tudo bem com
vocês? Bom dia, querido Gabriel Dias.
Marxismos. Bom dia, cafezeiros. Bom dia,
querido Gabriel.
Estas melhoras. Ela tá tá melhorando. Tá
melhorando. Tá bem. Não é nada tão tão
drástica aqui da gatilha aqui, porque em
outros momentos da vida a criança passou
por uma situação bem desagradável de
otorrino. Tadinha. Aí foi bem
desagradável. Mas tá bem, tá bem, tá
bem. Aí dá gatilho, eu fico preocupado,
mas tá tudo certo.
Tá aqui perto, inclusive.
Tô bem demais. Aí, então, que ótimo. O
pessoal que tá trocando ideia
gentilmente diz que Augusto, acabei de
pagar o dízimo pra igreja barista do
próximo dia. Amém.
Grat augusto pelo dízimo.
Jeseli, bom dia, querida Jesel. Tudo bem
com você? Espero e desejo que sim. Que
bom que você tá aqui com a gente mais
uma vez, uma quarta-feira de manhã.
Espero que o papo hoje renda e seja
bacana. A gente hoje vai fazer react de
vídeo e react, hein, minha gente. Já
vamos pro nosso tema.
SP Bru. É, é bru bru. Isso é comum, né?
Em São Paulo, a gente reduzir o nome das
pessoas para a primeira sílaba. É que me
chamou bastante. Mas Bru é muito mais é
para pessoas bastante íntimas e
próximas. É raro me chamarem de bru.
Normalmente é familiar, minha esposa ou
algum amigo querido, algum amigo querido
que carinhosamente chama de bru,
mas é mais raro, né? Pessoas mais
próximas. Normalmente é Bruninho, Brunão
ou algum outro apelido aleatório. Eu, ó,
meu apelido na na infância e
adolescência.
Meu apelido era índio quando eu era
criança, adolescente. Motivos pelo qual?
Explicarei.
Eh, eu era bem moreno, minha pele era
vermelha, avermelhada, meu cabelo liso,
cuia. E aí o pessoal reproduzia esta
imagem chapada de que é o índio, ó o
índio lá, ó o índio lá, ó o índio lá. E
aí eu tenho fotos que comprovam isso.
Obviamente eu eu quando nasci, eu tenho
uma parente muito racista na minha
família que me jogou uma praga que falou
que eu ia desbotar, né? Eu ia crescer,
ia clarear. Infelizmente pegou a praga,
infelizmente pegou. Aí eu fiquei com
essa cor que é a cor bege, né? Por causa
da luz, ela fica meio amarela. Parece
que eu tenhoícia, mas é uma cor bege,
né? que ela ela nunca sabe o que que ela
quer. Ela fica perdida, ela fica,
ela no verão ela vai ela vai pro marrom
e em São Paulo ela fica cinza, né? Fica
essa coisa esquisita. Aí graças à luz
aqui eu pareço que tô eh
terícia, né? Tô amarelo,
mas a vida é acontece acontece acontece.
Eu fiquei encardido. É, é uma cor
encardida, né? D corridinha encardido,
coitado. Aí ficou nesse meio de campo
aqui. E aí, como em São Paulo não dá
para ficar tomando sol, né? A gente fica
tomando essas luz brancas de escritório.
E é triste, estraga a vida. Bom dia,
querido Juan. E Juan diz: "Bom dia,
Bruno Santo Grão".
Ai,
eu já falei que eu preciso fazer o
compilado.
Diz querido Guilherme. Guilherme
inclusive foi aniversário de Guilherme
esses dias, então está liberado dar
parabéns para Guilherme ainda. Então,
parabéns Guilherme.
Parabéns, Guilherme. Néão, qual diria aí
algum personagem
da TV? Quase. Parabéns, cara. E diz:
"Gilherme: "Bom dia, igreja barista e
pastor Breakdown".
Breakdown.
Tinha uma música que eu ouvia que era
assim. Olá, querida L, como é que você
tá? Tudo bem? Olá, chat. Olá, Bruno.
Olá. Bom dia. Espero que você esteja
bem. Dias, querido templário. Bom dia,
galeur. [ __ ] como é que escreveu
isso aqui? Bom dia, galeurinha.
Complexo. Tenho dificuldade de falar
isso. Bom dia, querido templário. Como é
que você tá? Tudo bem? Espero desejal.
É, é, acontece. Bom dia, querido
barotinho. Como é que você tá, mano? De
boa. Espero desejo que sim, cara. Bom
dia. Bom dia. Descr balutinho. Cabelo é
super estimado. Ouvi dizer. Também acho.
Também acho. As pessoas super estimam o
cabelo. Eu tenho bastante e considero
normal, mas as pessoas que tm a falta
falam: "Me falta". Não. Por quê? Gente,
fiquem tranquilos.
A vida, cada um tem sua beleza, tem seu
modo de ser.
Tá tudo certo.
Só não façam como o Neymar, ficar calvo
e pintar o cabelo de azul daquele azul
esquisito que ficou. Mas no final não
era azul, né? A gente foi, quem viu a
foto viu, não era azul, era só um
tratamento que ele tava fazendo.
Descubar. É exatamente. Eu fiquei
desbotado e encardido. Uma tristeza.
Descrito Augusto. Eu era assim também,
trabalhando em si, sem tomar só 4 anos.
Estou bege fosco. Aí a gente fica
encardido com a cor de de pano sujo. É
horrível. Ai é a vida, né? É a vida, é a
vida, é a vida. Mas dito isso, foi
ontem. Exatamente. Foi ontem. Então tá,
tá liberado. Parabéns para nosso querido
Guilherme. Pronto. Não, índio, tá? minha
minha infância e adolescência era índio.
Tem um tem lugares que as pessoas só me
conhecem como índio. Inclusive, uma
galera que faz tempo que eu não tenho
contato, sem contar, me chama de índio.
Eh, até hoje
eu tive muito comum o pessoal me chamar
de Lima, mas é por causa do meu
sobrenome, porque sempre teve muito
Bruno na minha existência.
Que mais? Outro apelido. Na final de
adolescência, começo de juventude,
apareceu um cantor chamado Luan Santana.
E desde que esse homem apareceu, a minha
vida ficou desagradável contra apelidos
como: "Nossa, é a cara do Santana". Aí
me chamarem de Luan. É comum, é comum
também chamar de Luan. Acho que hoje
menos, né? Porque fez tanta coisa na
cara do tratamento que mudou bastante.
Eu mantenho a mesma cara. Ele mudou
consideravelmente, mas era o Luan. E eu
sempre considerei que ele pode ser meu
primo, tá? Existe essa possibile. Luan,
você pode ser meu primo. Nós podemos ser
parentes, Luan Santana. Por quê? Porque
eu tenho um tio cuja fama,
e na verdade não é só fama, é prática.
Eu tenho um tio que foi tendo herdeiros
que herdeiros pobres por aí, né? Porque
não tem vai herdar pô nenhuma. Foi tendo
prolle, né? Foi seguiu biblicamente o
crescer e multiplicai, né? E povoai a
terra. Então ele saiu povoando a terra
por aí. E até hoje eu vou encontrando o
primo, eu vou descobrindo e ele também
vai descobrindo que tinha.
que tem
eh como é que é eh descendência, né? Tem
novas descendências. Vai vai aparecendo
aí, vai aparecendo. Então pode ser que
nós sejamos primos, querido Luan
Santana, você e mais outras pessoas que
muita gente fala: "Nossa, você parece
falando de tal". Enquanto algum parente
ou algum amigo que eu sou parecido, eu
falo: "Tem potencial da gente ser
parente. Deixa eu ver o teu apelido
legal". Eu não vou lembrar de apelidos
legais, mas eu tive bastante apelido,
muito apelido. Eliel, Elielzinho.
Elielzinho era comum porque eu sou a
cara do meu pai.
É um projeto de clonagem, né? Então,
primeiro projeto de clonagem, talvez
bem-sucedido
também pode, isso também contribui, mas
é isso,
é isso. Deve ter mais apelidos que eu
não vou lembrar de cabeça,
mas eis que nós estamos aqui. Diz que o
templário, a não ser que seja cabelo
cacheado, sou parte da seita cacheado
supremacy.
Ô louco, aí sim.
Opa, bom dia. Bom dia, querido Igor
Juan. Como é que você tá? Tudo bom, meu
querido? Eu espero, desejo que sim, que
aí estamos aqui. Luan Requidal, não
seria Luan Lima. Daí que é uma mistura
de Gustavo Lima com Luan Santana. Mas é
o Luan Lima porque o uma parte do meu
pai é família Lima. Família Lima. E aí,
Lima? Meu nome é Bruno Requidal. Lima.
Tem um lima no finalzinho.
Diz querido Balotim. É o é o cara da
parábola do semelhador. Passou por aí
jogando semente. É ele é biblicamente é
curado.
Seguiu o mandamento crescer e
multiplicar e povoói a terra.
Diz que o templário no final todos somos
geneticamente minimamente relacionados.
Sim, sim. Você tem um ponto, você tem um
ponto, mas considere também que é bom
você caso vá procries
de variabilidade genética, senão uma
gripe pode acabar com a sua família.
Então é melhor a gente tomar cuidado aí.
Bom dia, querido Kevin, tudo bem? Como é
que você tá, mano? Espera, desejo que
bem. Seja muito bem-vindo para mais uma
manhã. Obrigado por estar aqui com a
gente. Estamos junto. Bom dia, querido
Felipe. Bom dia, amigos. Bom dia,
Felipe. Como é que você tá? Tudo bom,
Felipe? Primeira pessoa beatificada aqui
pela Igreja Barista. Primeira pessoa
beatificada, santificada em vida. Aqui a
segunda pessoa é a Bianca, Bianca da
Vivo, que conseguiu atender uma
solicitação nossa para que a internet
voltasse em tempo adequado para uma live
que nós fizemos. Então, quero agradecer
aqui, querida Bianca da Vivo, atendente
da Vivo, caso um dia isso chegue aos
seus ouvidos. Eu sou o Bruno que
perturbou a sua vida de manhã num dia aí
pra gente conseguir ter internet pra
live.
para provar que eu tinha pago boleto. Eu
sei que eu tenho dificuldade de pagar
boleto, mas a gente tinha pago. E deu
certo. Obrigado, Bianca.
Do Rabel, o ruim é você criar uma
microempresa. Mei Bruno.
Eu não peguei
o problema. Eu tinha uma microempresa,
mas eu vou tentar entender o que tá
acontecendo. Mei Bruno, meio
estamos junto. Eu não peguei porque eu
tô lento hoje. Mas é isso. É isso. Ai,
me pueblo. Hoje começamos mais tarde,
não é?
Ah,
Balotin pegou. Balotin pegou. Era isso.
Era isso. É que se o meu nome fica como
Lima e eu crio o Mei, fica o Lima Mei.
Aí seria um problema.
Ou não, que tudo depende do contexto.
Vai saber. Eis a vida. Faz sentido. Faz
sentido.
Eu não tinha pego esta esta malandragem
aí.
Felipe 22 assist 12 likes na live. Bora
dar like, amigos. É o nosso canalzinho.
Ele tem isso aí. Isso aí
de Gabriel. A igreja católica teve teve
proibir o casamento entre primos. A vida
tem dessas coisas. A vida fez essa
escrito.
Igor Igor. Pior que eu tinha apoiado
nessa também. Me senti um simples menino
desse mundo. Eu também. Eu me senti um
perdido, mas faz muito sentido. Faz
muito sentido.
A piada tem tem ali a sofisticação. Tem
a sofisticação que a gente tem que
considerar. Eu não tinha pego liso. Eu
rindo horas depois. Eu também eu demorei
para pegar. Falei: "Ah, mas o Balotin
tava atento? Balotin tava atento. Ainda
bem que tinha alguém aqui, porque na
verdade é uma recomendação bíblica, né?
Se alguém falar em línguas, tem que ter
alguém para traduzir." Então o Juan
soltou a profecia aqui com a língua
curada, né? a língua inspirada pela
glossolia, pela língua dos anjos que a
gente não pegou. Aí o Balotin foi lá e
traduziu esse essa fala. E agora nós
estamos todos felizes nos divertindo com
esse trocadilho maravilhoso. Olha como é
bom estar em irmãos, não é? reunidos
entre irmãos em comunhão.
Diz que Rubens dependeria do serviço
prestado pela empresa. Exatamente.
Exatamente. Se fosse uma empresa de
detergente poderia se chamar Lima. Hoje
em dia.
Hoje em dia a empresa de detergentes tem
prestado esse tipo de serviço.
Diz querido Botinho. Eu tenho dom de
interpretação de piadas e trocadilhos.
Não, esse aí é bom. Eu achava que eu
tinha, mas eu descobri que eu não tenho
não. Você tá muito mais acurado aí. Tem
um, tá com inspiração direta.
Foi muito bom. Foi muito bom. Inclusive,
parabéns, Juan Gabriel, e parabéns,
querido balotinho. Vocês dois aí estão
de parabéns.
Parabéns.
Começamos bem hoje.
Ai, meu pai amado.
Deixa eu pegar o trem aqui para nós
poder começar o nosso papo hoje. Vamos
surfar na treta da semana, que é raro
isso acontecer, né?
Mas nós vamos, nós vamos, infelizmente
veremos a o rosto de uma pessoa não
muito agradável,
mas nós vamos surfar na treta da semana,
mas a treta surgiu depois que a gente já
tinha definido essa live. Então, quer
dizer, a live já tava definida, aí
apareceu a treta.
Desliza. Eu nem me afogo porque estou
sempre boiando. Aí, ó, a vantagem de
saber boiar bem, você fica safe.
Disquo, Guilherme, começamos cedo as
provocações filosóficas. Já, já.
Filosofia pura.
Discr do Kevin. Quem está no lixo da
história da filosofia? Cara, esse react.
Putz, o pior é que eu abri o YouTube,
tá? que é exatamente esse vídeo na minha
frente. E esse essa tier list aí do do
Gustavo Machado só pela resenha é
complicado. Não, para mim ele só fez
aquilo ali pela resenha. Ele botou
aquilo ali pela resenha. Foi, foi pela
resenha. Ele foi para pro divertimento
geral da nação
e deu certo, né? Funcionou. Ele ele
jogou a isca e pescou grandão. Pescou
grandão. Mandou bem.
Diz que doido Felipe. Live de react.
Sim, teremos react de vídeo e react de
texto. Na verdade, vai ser um comentário
a um vídeo, a dois e aí o o texto.
Exatamente. Guilherme era meme, seu
juiz. É lógico que era ali, meu irmão.
Perdão. Ali foi pela resenha.
Eu, se ele ele pode jurar de pé junto
que não foi, mas foi. Jogou a isca, ganh
pescou grandão. Foi foi excelente. Foi
excelente.
Foi excelente aquilo ali.
Diz que do Gabriel, qual a treta? Não, a
treta que a gente vai ver é do Luciano
Hook. Essa é a treta que a gente vai
ver. Mas é que o Gabriel, o Gustavo
Machado fez uma tierlist de filósofos,
cara. Foi divertido assim, eu não gosto
de assistir o vídeo, eu vi o print que o
Kevin mandou pra gente, porque eu não ia
perder uma hora e tanta da minha vida
vendo a tierlist aleatória de filósofo.
Mas quando ele mandou o print, eu falei:
"Não, isso aqui foi pela resenha. Ele
foi, foi para puro divertimento". E ele
se divertiu e conseguiu pegar o pessoal
aí de de desprevenido. Pessoal caiu na
armadilha. Gustavo Machado armou a
armadilha e ganhou. Vou avisar o menino
dos cortes.
Fica tranquilo, fica tranquilo. Sem
desespero, sem preocupações. Disgo,
Kevin. Tierlist, conteúdo sério e
científico. É claro que foi. Seríssimo.
Nossa, aquilo ali não precisa nem ver
para saber quem tá tirando onda. Diz que
fazer watch. Augustinho naquele lugar
não dá. Augustinho. Ah, eu nem lembro
onde é que tava aquilo lá. Eu não sei.
Eu não lembro de cabeça. Eu lembro. O
que eu lembro é o o coitado do Adam
Smith na ata da história ou o Newton.
E aí e eu falei: "Não, ele tá de
sacanagem". Aí o o Kevin explicou: "Não,
mas é que ele disse que ele ele não vai
considerar o Adam Smith como economista
político e nem o Newton como físico, mas
como filósofo." Você foi? Aí eu pensei,
né? Claro, aí é o mesmo critério da
gente discutir quem foram os melhores
jogadores da NBA e aí no critério
arremesso de três, a gente colocar o
Marcelinho Carioca na
entre os candidatos. É a mesma coisa. É
a mesma coisa que colocar o Newton como
físico para ser discutir como filósofo,
tá ligado?
Mesma parada. Vai ficar lá para trás,
pô. É o Marcelinho Carioca disputando
com Stephen Curry. Ele quem é melhor no
arrem de três não vai dar certo.
Marcelinho Caroca bati excelentes faltas
a de distân e com distância
pescou de tá. Exato. Exato. Passou ali o
vixe. Botou a rede esticada ali no
laguinho e foi, ó. F pegando a rodo.
Arrodo. Mandou bem Gustavo. Nisso. Eu
não sei fazer essas esses bait tão bom,
mas ele mandou muito bem no bait.
Galera, caiu ali fácil.
É a vida.
Porque Marx é melhor segundo a
encarnação do marxismo, diz Gabriel.
É tipo isso.
O que me lembra do daquele
eh, como é que é o nome? aquele
livro horrível do Niet, né, E omo, em
que tipo as perguntas do livro, né? Por
que sou tão bom?
Ai, mano,
esse livro é tão ruim.
Ai, cara, n é ruim. Desculpa, desculpa
quem gosta. Perdão aí, mas é difícil eu
chegar e falar assim, né? Isso daí é uma
porcaria. É o N, eu olho f. Carnite é
ruim, mano. Eu não sei como é que as
pessoas conseguem assistir. Eu acho bem
ruim mesmo. Mas é coisa minha, né? Eu
preciso melhorar.
Eom é muito ruim, cara. Que livro ruim,
velho.
N é ruim. É, é. Tem um vídeo. É, é, é
que esse aqui é para quem já tá dentro
da nossa lore aqui, né? Mas tem um vídeo
que o que o
tem um vídeo que alguém eu fazia aqueles
vídeos de respondendo perguntas, né? E
aí o cara manda pergunta: "O que que
você acha de NIT?" Aí eu coloquei na
TAMB, né? O que eu penso sobre NIT, tal.
Fal NIT é ruim. Pronto, já resolveu. Não
falei mais nada. Esse foi um baitzinho
bom. Mas é só para quem já tava aqui
conhecendo o canal que funcionou.
Ah, onde é que pausa esse trem aqui?
Aqui, aqui, aqui, aqui. Pronto. It ruim.
É ruim. É isso. Mas pera aí, pera aí,
pera aí, pera aí, pera aí, pera aí.
Ah,
por que sou tão bom? Achei o vídeo.
Pronto.
Diz, querido Guilherme, Niet era o
Cristiano Ronaldo de sua época? sem o
trabalho, né? Porque o Cristiano Ronaldo
ele se considera muito bom, né? Ele se
considera o melhor de todos. Ele acha
que o mundo gira em torno dele, tem um o
ego Alá Ibrahimovic,
mas diferente do do Cristiano Ronaldo, o
Niet não se empenhava tanto assim no
trabalho, nem na estética, nem no
autocuidado. Ele dizia: "Eu porque eu
sou tão bom, doente, ruim, fraco,
estudando pouco, constrando tudo um
lixo." Não, não é assim que o Cris faz.
O Cris tem os seus adversários. O Cris
trabalha arduamente todos os dias. Ele
acorda 4 horas da manhã para começar os
treinos e os treinos só termina 10:30 da
noite. Então esse homem aí é é
diferente. É diferente. O Nit não, Nit
não não tem esse trabalho todo. O Nit
seria mais um Ibrahimovic.
Tem bigode para começar, tem uma
estética questionável para continuar e
diferente do Cristiano Ronaldo, o
Ibrahimovic não chegou lá. Cristiano
Ronaldo chegou a rivalizar com Deus na
terra que é Messi, né? O Ibra, coitado,
ele só acha. Então eu diria que o o NIT
é o Ibrahimovic de sua época.
Tá no PPT do Bruno. Tá, o NIT é ruim.
Exatamente. Isso, Guilherme. Sou lindo.
Exato. Exato. Dis querido fazer o watch.
Felipe não vai gostar. Quem não vai
gostar que Felipe que estamos falando?
Ah, já nem sei mais o que a gente tá
falando.
Diz querido, querido Gabriel, vai react
de todos os pós-modernos agora. Vai
nada. Ninguém tá nem aí com o nosso
canalzinho, tá de boa.
Daqui a pouco aparece o Felipe. Qual o
Felipe, gente? Quem é Felipe? Que
Felipe? Que que a gente tá falando?
Diz querido Augusto. Pessoal, deixa o
like para divulgar a palavra. Isso, o
like, curte, comenta, espalha, chama o
pessoal para colar aí com a gente. Diz
querido Guilherme, eu tenho esse corte
até hoje, uso de vez em quando. É o
cortezinho nit.
É isso. E acabou.
Que do Gabriel no final é briga de
fandom. É lógico que é.
É, Rubens também tem um ponto. O Nit
morreu com probleminhas aí. Não sei se o
Ibra tem isso. Acho que o Ibra não tem
não. Diz que do Kevin Ibra no meu ti
list de jogadores entrarei na categoria
bem super estimado. Não, ele entra em
muito super estimado, auto
superestimado, ego lá em cima tem muitas
variáveis, né? E ele tem uma legião de
fãs, mas mas tem um negócio também na
internet que se você tem uma autoestima
muito avançada, muito garantido mesmo,
você se acha muito embaçado, a galera te
segue. Eles vão pela confiança e
autoconfiança que você tem. Tá aí o o o
Pablo Marçal.
Ah, agora sim. Agora, agora eu peguei.
Diz, querido Guilherme Ibrahim.
Agora eu vou guardar esse trocadilho
para outras oportunidades. Ibrahim.
Exatamente.
Ah, o Felipe, nosso querido Felipe.
Agora sim. Nosso querido Felipe da da
igreja barista. a pessoa mais querida da
nossa igreja baralista,
que possui muitos áudios comprometedores
de minha pessoa
e que utiliza eles com relativa
frequência para me expor. Então,
um beijo, querido Felipe. Felipe do
grupo, nosso polícia. Sim, né? Felipe é
nosso irmão, nosso irmão em café.
Esquabriel, inclusive o Ibrahimovic vai
lutar box com com profissional. Vai, meu
amigo de taondor pro futebol, pro box. O
bicho é doido. O Felipe maior debatedor
da igreja par não, ele ganha todas,
inclusive. Diz que do Kevin não invoque
o Felipe que ele arranjará uma treta.
Seria incrível. Tyson Furry.
Ai, deixa eu pegar esse trem aqui,
gente. Obviamente vocês viram isso, mas
vamos lá. É uma porta de entrada
excelente para a nossa live de hoje.
Aquele vídeo,
aqueles dois vídeos tenebrosos do nosso
Luciano Hul, né,
que
tem o um
que tem como grande mérito ser herdeiro,
né? Então, assim, é isso. Eh, nada mais
do que isso. Então, vamos lá. ouvi um
pouquinho de Luciano, porque Luciano
resolveu falar sobre Bolsa Família, que
é uma pessoa entendida do tema e aí dá
uma abertura boa paraa nossa live, né?
Então, eh, graças a Deus, não passou na
minha timeline. Se não passou na
timeline de vocês, vocês são pessoas
abençoadas, continuem assim cuidando do
algoritmo de vocês. Mas vamos lá. o
nosso querido Luciano. Luciano, cuja
habilidade é ser herdeiro e e, né,
essa coisa toda, estava num evento aí de
empresários e eu quero que nós assist um
pouquinho para poder começar o a nossa
live aqui, começar o nosso react react
de vídeo de texto hoje. Vamos lá.
A pergunta da nossa live é: por que que
o Brasil não vai paraa frente? Aí, olha
como é que começa essa conversa aqui
entre esta pessoa que eu não conheço, a
senhora e o Luciano Hul, que
infelizmente eu conheço. Vamos lá. Dois,
três e
>> hoje acho muito ineficiente.
>> Ah, pera, pera, pera aí. A pergunta
começa com você achait
>> sai
>> uma escala de zer a 10, quanto que você
acha que o Brasil tá eficiente hoje?
>> Milit escala de zero a 10, quanto que
você acha que o Brasil tá eficiente
hoje?
>> Hoje acho muito, eu tenho que pausar
aqui já. Quanto você acha que o Brasil
tá eficiente hoje?
Já começa a risadinha, né, que é para
forçar o forçar o a resposta, tipo,
nossa, a gente é muito ineficiente. Como
nós somos ineficientes hoje. O Brasil é
eficiente ou é ineficiente? Essa é a
pergunta. Numa escala de 0 a 10. Uma
escala de 0 a 10, o quanto o Brasil é
ineficiente? E aí vamos ver a resposta
do Luciano numa escala de 0 a 10.
Luciano, o que você diria? E justifique
sua resposta.
>> Muito ineficiente em todas as frentes.
>> Muito eficiente. Em todas. Então não tem
escala de 0 a 10, é só muito, né? No
escala de 0 a 10 é muito ineficiente.
Mas e a pergunta do fazer watcho,
né? Que aqui ineficiente em quê? E essa
é a pergunta mais importante. Mas ele
vai justificar a resposta. Num escala de
0 a 10, quanto o Brasil é ineficiente?
Resposta do Luciano. Muito.
Em em várias frentes e questões.
Vamos lá.
>> Acho muito ineficiente a conversa de
ontem. Beleza. O Laert lá, o prefeito da
cidade de de de
senhora do Bom Fim, tem 56% da sua
economia no Bolsa Família. O que
acontece? Você não gera nenhum tipo de
estímulo
para que as famílias queiram sair do
Bolsa Família. Elas, na verdade, elas
criam um monte de e eh atalhos para
conseguir ficar no programa de de de
distribuição de renda e de proteção
social. A de eterno, a gente precisa
criar um estímulo. Como é que você
>> O Brasil é ineficiente no geral? O
Brasil é muito escada de 0 a 10. Muito
ineficiente. Por quê? Ó, vamos ver
aquele município lá X do fulano de tal.
O município X do fulano de tal,
eh, 56% das famílias dali giram em torno
a economia dependente de boa família.
Então, olha como a gente é ineficiente.
Eficiente em quê?
Em
tirar benefício de famílias que precisam
de uma renda básica.
Não, elas estão sem estímulo, tá? Calma,
calma. O Brasil é ineficiente porque
determinadas famílias, por exemplo, numa
cidade do interior, no município de não
sei aonde,
é o pessoal tá dependente de Bolsa
Família. Aí a ineficiência é porque não
há estímulo para essas pessoas saírem do
Bolsa Família. De onde você tirou isso?
Do que nós estamos falando? A
ineficiência e a falta de estímulo para
as pessoas não dependerem de eh
auxílio,
tá? Completa teu argumento, meu lindo.
>> Você sai, como é que você motiva a
família que precisa, necessita do Bolsa
Família, tenha
vontade de querer sair desse programa e
eh de mobilidade social no Brasil? Você
pega, estuda da OMC, tá?
CD, desculpa.
Uma família no Brasil para sair da base
da pirâmide social para chegar a média
da classe média brasileira são nove
gerações.
>> OK. Pera aí. A ineficiência do Brasil é
porque a gente não garante condições
para as pessoas terem vontade,
vontade, vontade para não ter querência,
porque elas não estão querendo
sair de programa social. É isso. Então,
o município no interior de não sei
aonde, provavelmente no fiofó do mundo,
onde não chega rede adequada de
serviços, onde você não tem
necessariamente arrecadação suficiente
para montar uma estrutura bacana e
depende de auxílio do governo federal,
de bolsa família, para essas pessoas
terem renda mínima para poder
sobreviver, né? Eh, provavelmente
chegar qualquer coisa de distribuição de
produção de recursos de outros
territórios lá deve ser difícil para
caramba. Não tem indústria próxima, não
tem nada.
Não tem nada.
Aí falta vontade para as pessoas de sair
do programa, falta querência. Aí a nossa
eficiência é não garantir condições para
as pessoas terem vontade, porque é uma
questão de vontade, de querer
aí tá a nossa ineficiência.
[ __ ]
não pagou boleto na vida, né, nego?
Vamos lá.
nove gerações. Quer dizer que você não
tem esperança, que você nem o seu filho,
nem o seu neto, nem o seu bisneto vai
ter uma vida melhor que a sua. Você fica
sem estímulo. Então essa essa não
mobilidade social, essa loteria do CEP
que a gente vive no Brasil, que o lugar
que você nasce determina o número de
oportunidade vai ter na vida, se a gente
não romper isso,
>> uma escala
>> aí veja, se a gente não romper
esse problemão aqui, esse problemaço de
que o lugar que você nasce determina as
possibilidades que você tem, as pessoas
não vão ter vontade. E a ineficiência tá
no Bolsa Família,
não tá no projeto de desenvolvimento,
não tá no na construção de uma rede
industrial, não tá em garantia de
emprego de qualidade, não tá em
infraestrutura para que as cidades
possam se desenvolver com planejamento
adequado. Não tá nisso. O problema é o
auxílio.
E aí o auxílio não dá estímulo da
vontade, porque é a vontade das famílias
que vai fazer brotar emprego, vai fazer
brotar renda, vai fazer brotar coisas.
Você tem vontade, surge, tem querência,
aí teus netos vão poder sobreviver. Ele
mistura lé com cré, né? Não fala nada
com nada, porque afinal também a gente
não pode esperar muito. É um grande
suco, um grande uma grande sopa, uma
grande salada, um grande nada de senso
comum.
uma coisa que você ouviria de qualquer
tio do Zap de qualquer maneira. Então
assim, vamos começar por aí.
Começando por aí, a gente vê que esse
nosso querido não tem noção do que tá
falando, mas como ele é um cara
mediático, um cara que tem muita grana,
um cara que não sei o que lá, ele por
esse motivo pode falar o que quiser e
vai ter o espaço garantido, né, para
poder dar a sua opinologia generalizada
tudológica a respeito da realidade
brasileira e dizer: "Eu acho que o
Brasil é muito ineficiente." Por quê?
que eu acho. E aí achar, meu amigo, você
pode achar o que você quiser. O problema
é ser quem você é, tendo acesso que você
tem, falando de você tá falando,
reproduzindo o senso de senso, o senso
comum, né, como se fosse algo genial.
Mas tudo bem, já vou pegar dados porque
a gente derruba esses problemas com
dados. Mas antes de pegar dados, vou
atender a minha criança rapidamente. Um
minuto. Volto num instante.
de volta. Tá tudo bem? sobreviveremos.
Mas vamos lá, a gente vai pegar dados.
Vamos pegar dados. Dados, dados, dados
são importantes.
Vamos lá. Ah, vamos aqui. Vamos aqui.
Vamos aqui que tivemos aqui muitos
comentários importantes também, né?
Ai, ai, ai.
Uma escala de pouco a muito. Exatamente.
Escalou de pouco a muito. Diz que do
Juan Gabriel. A pergunta pro Luciano
deveria ser em um escad 10, quantos
carros de pedreiro deveriam ser
reformados? É, isso é uma pergunta
importante. Quantos pobres devem ser
humilhados? Quando o pobre tem que ser
humilhado para poder conseguir o uma
vantagem nos seus programas, né? Acho
que essa é a grande pergunta que o
pessoal tem que fazer.
Exato. Suco de senso comum. Puro, Rubin.
Puro suco de senso comum.
Ai
é exatamente. O município do do cara lá
diz que o templário investe um total de
R$ 3 em infraestrutura. É. E às vezes
nem tem como ter orçamento, né? Depende
do orçamento compartilhado com a União,
com os governos, essas coisas. Não se
sustenta, pô.
Diz Thaago, nem 10 horas da manhã já me
irritei. É aqui não tem como. Diz que do
Guilherme hiperfoca em estimular gente
pobre. Exato. Humilhar os humanos, né?
Humilha os humanos para depois falar:
"Agora sim, agora que você foi
humilhado, você merece receber alguma
coisa". Que é basicamente a mesma ideia
que ele reproduz, né? Pro pessoal do do
Boss Família.
Ai ai ai ai ai. Mas é é à vontade, né?
Exato. Falta vontade de que do R. Fazer
uma vontade. E ó, esse é aquele negócio
que a gente tem que tomar cuidado, né?
Porque parte da nossa esquerda também
parte do princípio de que falta vontade.
O que falta é vontade. Não existe
conjuntura, não existe condições, é
vontade.
Hum. Esse pessoal da vontade tá faltando
querência, né?
Diz que do Rubens não é por causa do
Bolsa Família e a gente eh gente que não
tem mobilidade social. É exato. Exato.
Não é por causa do Bolsa Família que a
gente não tem mobilidade social. Esse é
um ponto. Na verdade é o contrário.
Graças a Bolsa Família a gente tem
mobilidade social.
>> Depois a gente vê. Tudo bem, tá
tranquilo. A gente vai ajeitar lá. Tá
bom.
>> Tá bom.
Eh, não é por causa do Bolsa Família, é
ao contrário. Exatamente. O Bolsa
Família garante condições para que haja
alguma mobilidade social, né? para que,
por exemplo, quando você tem a
contrapartida de receber um um Bolso à
Família e a criança tem que tá na
escola, né, que esse é o programa, a
criança tem que estar matriculada na
escola e ela tem que fazer idas
regulares na UBS para acompanhar o
desenvolvimento dessa criança. Ela tem
que tá sendo acompanhada de saúde e
educação. Quando você tem essas duas
coisas, você tá garantindo uma melhora
de condições para uma geração seguinte.
Boa parte das gerações que a gente tem
hoje, que podem usufruir e desfrutar de
programas sociais, de melhores condições
de vida, porque tiveram acesso a
programas sociais, Bolsa Família, Minha
Casa, Minha Vida, Pró
e uma série de outras coisas e de
condições e de recursos que fazem com
oit que que foi
que você vai pegar.
>> Tá bom, tá bom. Onde
é que eu tava? Boa parte das famílias,
das pessoas hoje que tiveram uma melhora
de condições, é porque elas eh
tiveram esse acesso quando eram
crianças. As famílias tiveram acesso, as
mães, os pais, essa coisa toda. E aí
você tem um uma incentivo e garantia de
melhores condições para que as pessoas
possam aperfeiçoar de vida. Que que você
quer? Você quer pegar?
>> Quer fazer um negócio,
>> de quê? Ah, tá bom, pode não.
Tá bom, tá tudo bem.
Ai, a peste bobônica complicada no
período da idade medieval. Todo mundo
sofri. Não, não é brincadeira. Então,
eh, hoje se você tem condições, é por
causa disso, esse tipo de programa. E
por que que é necessário um programa de
eh melhor de condições, né? Você ter
esse tipo de acesso? é necessário
exatamente porque a gente vem de uma
sociedade estruturalmente desigual que
forma uma república a partir da abolição
de um trabalho escravizado que não é
absorvido e que na verdade marginaliza
ainda mais as pessoas. E aí você tem uma
série de projetos, de tentativa de
projetos, na verdade, de desenvolvimento
que ao invés de garantir as melhores de
condições de vida dessa população e
absorvê-la e planejar, faz o contrário.
Ela deteriora as condições de reprodução
de vida dessa população. E só no início
dos anos 2000, final dos anos 90, início
dos anos 2000, que você começa a ter
programas efetivos de reparação dessas
estruturas desiguais historicamente
estabelecidas e que a gente daí tem
programas que vão garantir as condições
para que as pessoas possam ter uma maior
mobilidade social. A chamada ascensão da
classe, eu eu não gosto de usar esses
termos porque eles não explicam bem, mas
a chamada ascensão da classe C, da
classe não sei quê, da tal, essa melhora
de condições o pessoal chama de nova
classe média, são parcelas populares
empobrecidas que começam a ter acesso
via crédito e também por estruturas de
programas sociais a uma melhor qualidade
de consumo que fazem com que suas
famílias aumentem sua capacidade de de
garantir condições mínimas.
para reprodução de vida com maior
dignidade. Então assim, ainda bem que
tem um Bolsa Família, né? É o contrário.
Esses programas estão aumentando a
mobilidade social e não diminuindo. Mas
o senso como é uma beleza, ele é bonito.
E quando o cara nasce herdeiro é mais
fácil ainda, porque ele pode olhar o
mundo como um observador e não como um
sujeito, né? Aí é é incrível.
Diz que Gabriel safato me explica.
Querer junto. É querer junto, querer
muito. Vamos fazer esse esse slogan.
Querer junto, querer muito e aí a gente
consegue fazer as coisas. Diz que Gisel,
é até difícil escutar um cretino desse.
E é cretino mesmo, viu? Giseli é
complicar, mas o maluco é cretino. Diz
que o Juan Gabriel, ele interpreta que
para um dar certo nove gerações
anteriores viveram na pobreza por
preguiça. Exato, né? É nove gerações de
gente ali, né? Sem perspectiva e de
repente, puf, tipo, eh, e sem considerar
quais são as condições que fizeram com
que isso acontecesse, que esse é o
grande ponto, né? Quais são as condições
que fizeram com que isso acontecesse?
Toda vez que ela passar, ela vai fazer
isso. Eh, depois eu explico porquê.
>> Depois te conto.
Rompe tirando bolsa família, né? É, pois
é. Se você tirar melhora todo mundo. Boa
família para romper isso. Exato. É para
quebrar com esse problema das gerações
que não consegem, não conseguem. O tal
do atalho que ele falou não é um atalho
individual, é um atalho socialmente
organizado para tentar romper com essa
parada. E aí assim, já teve um monte de
vídeo que o pessoal mostrou nesse do
ano, no ano passado, 2 milhões de
pessoas saíram saíram do programa porque
melhoraram de condições de vida. Você
acha que a pessoa quer ficar a vida
inteira? Não, mano, isso é muita
bobagem. É muita bobagem. É muito
desconhecimento, né? Muito
desconhecimento sobre a realidade.
Falou o tucano, diz que Gabriel Dias.
Falou o tucano que anda de Mercedes Benz
e quitada com a casa própria.
Exatamente. É muito mais que isso. É.
Não, milionário é outra coisa, né?
Skin do Balotim. Ele sim tá cheio de
vontade. Vontade de falar merda. Exato.
Tiro fazer o Brunovski. Eu, no caso,
Brunovski também é um apelido que eu já
tive que vocês recuperaram no nosso
canalzinho, no nosso grupo do do do Zap.
Quais são as causas da imobilidade
social? Esse é o nosso tema hoje.
Obrigado pela escada, querido fazer. Já
já chegaremos lá.
Querido Rubens, ele ainda falou da
loteria do CEP, sem bolso família, o que
restaria exatamente migrar para o CEP
mais rentável. Exato. Ai, meu pai amado.
Pessoal não entende. A crítica do cara
na verdade é um apoio ao programa.
Exato.
Diz querido Guilherme, tem que mostrar
dados. Monark é famoso vídeo da Gabriela
Prioli.
Diz que do Igor insira sua música de
elevadora, que eu esqueci de colocar,
né, quando eu fui acudir a criança.
Perdão aí, perdão, perdão, perdão,
perdão.
Música do Paris. Eu eu esqueci de botar
música. Falha minha. Falha minha. Diz
que Alice, trabalhei numa empresa que o
senhor falava exatamente titicas nesse
nesse naipe. É, para você ver, né? É
complicado.
Você consegue meter uma bola no ângulo
para ganhar nesse 1 milhão. É aí que tá.
Ai ai ai.
Diz que do Rubens. Pelo menos ela cobriu
a boca para torcida educada. Então, mas
isso é um treino familiar. Eu estou
diariamente
diariamente falando, filha, aqui ó, põe
um bracinho importante. Por quê? Porque
ela tava torcindo na minha cara todos os
dias. Aí como ela fica comigo, põe ela
para dormir, ajeita tal, não sei o que
ela fez. Filha, eu vou ficar ruim
também, vamos nos ajudar juntos.
Escrito templário. Eu acho que é falta
de vontade mesmo. Falta de vontade de
meter a canalha de na tem isso. Eu não
não recomendaria tão drástico. Não
precisa ser tão drástico. Acho que mais
é tipo isso.
Diz querido Gabriel. Engraçado é você
puxar os dados do Bolsa Família e ver
que todo ano milhões de pessoas saem da
tabela porque conseguindo estabilidade
financeira através do bolsa. Exato. E
melhor as condições pra próxima geração.
É um programa pensando a próxima
geração. Mas a galera não conhece e não
quer conhecer, que é um ponto
importante. Não querem conhecer, mas o
ponto é porque não há mobilidade social.
Ou, aliás, existe, né? Mas porque ela é
tão lenta, tão gradual, segura
e complicada.
Esse é o ponto, né? Por que que a gente
não tem uma economia que vai pra frente
nesses termos? Mas a gente vai ver isso
já já, porque a gente tem que piorar,
porque
como diria o meu tio, não basta pisar na
merda, tem que abrir os dedos, né? Então
é isso que Luciano fez. Ele pisou na
merda e resolveu abrir os dedos. E nós
veremos Luciano abrindo os dedos.
Uhum.
Deixa eu botar aqui porque não basta.
Você
tem que, né, piorar. Vamos lá ver então
a piora, a piora pra gente poder
trabalhar adequadamente aqui o nosso
tema quando a gente for pro react do
texto.
Deixa eu ver aqui.
E tem um ponto. Ah, mas esse ponto eu
vou falar já já. Pera aí, deixa eu
colocar primeiro esse outro elemento
aqui.
Vamos ver o que o meliante resolveu
dizer.
Escrito do Guilherme. Nós veremos o
Luciano abrindo os dedos. Parecia uma
ameaça. É uma ameaça. Estou ameaçando
vocês com coisas ruins. Perdão aí logo
pela manhã. fazendo um quase um
sensacionalismo aqui.
Vamos lá,
Luciano, justifique-se, porque afinal
repercutiu muito mal a fala dele. E aí
um cara com
uma imagem tão ilibada, um bom moço, tão
adequado, de família, né, tradicional,
carregado de honradez,
não pode passar por críticas sem ter que
se explicar e falar: "Veja, veja bem,
vocês não entenderam o que eu disse.
Vocês não entenderam". E diz o Felipe,
um dos piores pedidos de desculpa de
2026. Sim, esse já entrou. Se ele
tivesse de branco com a família no
fundo, ia ser a cena perfeita, né? Fal,
quem me conhece sabe, poder, cara, seria
o suprassumo, mas ele conseguiu. Ele
conseguiu. Vamos lá. Diga, querido Lulu.
>> Eu fui num evento, falei, tive uma fala
num evento fechado, tá? fora do
domingão, não era nas minhas redes
sociais, não foi uma entrevista que eu
dei. E um trecho dessa fala acabou
circulando meio fora de contexto em
alguns cortes da o texto fora de
contexto seria pretexto, mas no caso é
numa escala de 0 a 10, né? Nós vimos
juntos aqui, gente, nós assistimos
juntos numa escala de 0 a 10, quanto o
Brasil é ineficiente?
E aí ele fala muito em muitas frentes.
Primeiro exemplo do muito em muitas
frentes, Bolsa Família. Ele escolheu o
tema, não foi ninguém que perguntou,
Luciano, meu querido Luciano, o que você
acha do programa Bolsa Família? A
pergunta era: numa escala de 0 a 10,
quão ineficiente você considera o
Brasil?
E aí ele falou: "Muito ineficiente".
Primeiro exemplo de ineficiência, bolsa
família. Ninguém tinha levantado esse,
não é que alguém falou: "Olha,
vamos aqui conversar sobre programas
sociais". Não, não, não. Ele escolheu
por livre, livre e espontânea vontade.
Veja bem, veja bem, a ineficiência do
Brasil, ela se expressa no Bolso da
Família. Foi ele, ninguém falou, foi
ele. Mas tudo bem, a gente também é
muito maldoso, pega texto fora de
contexto aí. Então, continua Luciano,
>> entender que eu seria conta contra
programas de proteção social, isso não é
verdade. Eu sou favor de políticas de
proteção social que ajudam milhões e
milhões de brasileiros. Enfim, o que eu
defendo é que esses programas sejam
constantemente aperfeiçoados no mundo
com inteligência artificial, com mundo
com muita tecnologia, com muitos dados,
sabe? que a gente tenha eficiência no
resultado.
>> Que a gente tenha eficiência no
resultado. Afinal, 2 milhões de pessoas
saindo do programa só em 2025 deve ser
ineficiente.
Deve ser, deve ser, né?
Deve ser ineficiência,
porque quando você não olha dados fica
mais fácil. Você pode brincar de
qualquer coisa. Você pode brincar de
dizer que o o programa tá atrapalhando
as famílias a se desenvolver, tá
impedindo que as cidades cresçam, que as
cidades melhorem.
Foi ele,
ele que escolheu o tema. Mas calma,
porque ele tem solução. Traga a solução,
querido Luciano, no mundo de a e
tecnologias.
>> Tecnologia hoje nos permite entender a
realidade de cada família,
individualizar esses programas. se os
recursos precisam chegar ainda mais
eficientes a quem realmente precisa para
evitar corrupção, para evitar gasto
indesejável. Proteção social é
fundamental.
>> Então vamos lá.
A solução ela é simples. Tecnologia,
a solução é tá ineficiente. Por quê?
Porque eu acho que não tá utilizando
tecnologia. Tinha que tá utilizando
tecnologia para individualizar aí um
programa de massas, né? Então vamos
imaginar aqui juntos, vamos imaginar
juntos que um programa que precisa
atender milhões e milhões e milhões de
pessoas, terá que ser implementado com
uma tecnologia que a gente não sabe
qual, não sabe de quem, não sabe de onde
para individualizar o atendimento e
provavelmente então mandar ao recurso de
acordo com a necessidade dessa família,
certo?
Em vez de mandar os R$ 600 que a pessoa
tá precisando, R$ 600 aí, o básico,
mandar um valorzinho aí, tá, pro pessoal
poder sobreviver que não dá nada, 600
conos. Mas o básico, em vez da gente
mandar, a gente vai mandar o que a
família precisa. Aí eu vou dizer, talvez
eu concorde com o seno, porque a gente
pode pegar o parâmetro do que a família
precisa de acordo com o diees.
Quanto que tá hoje o salário do dia?
Pera aí. Hoje, deixa eu dar um Google
aqui. Salário
mínimo para uma família
2026 de
qual é a a perspectiva do JS? O Jezi diz
eh, que hoje, no ano de 2026, para que
fosse adequado uma vida da família, né,
paraa família, o salário deveria ser,
né, a renda da família aqui, pá, pá, pá,
ela deveria ter como aqui uma cerca de,
hum, R$ 7160.
R$ 7160. Eu acho justo. Acho justo.
Então, se a gente der uma olhada aí o
que as famílias estão precisando, né?
Então, pô, o que que essa família
precisa? Pô, ela tá sem casa, precisa de
uma renda para conseguir uma casa aí,
precisa de uma estrutura para conseguir
uma casa. Ela precisa, pô, gostei.
Gostei. R$ 7.000 R$ 160. A gente bota
esse R$ 7160 conta aqui de acordo com a
necessidade da família. E aí varia,
varia o valor de R$ 600, que é o que o
mínimo do programa, a R$ 7160.
E aí quando a gente jogar nisso, a gente
vê o que acontece. E aí a gente
estabelece individualmente
o que que vai, como vai ser atendida
essa família, né, essa necessidade num
programa de milhões e milhões e milhões
de pessoas com a tecnologia que a gente
não sabe qual, que a gente não sabe para
quem, que a gente não sabe quem
desenvolve, como desenvolve, como vai
ficar ess nada. E a gente vai
implementar e nem o tempo de
implementação, né? Mas para quê? Com
essas tecnologias que tá aí, a gente
consegue ser mais eficiente.
Porque eu tirei essa informação da minha
orelha, porque me deu vontade, porque eu
falei: "Ah, porque me parece que seria
adequado, pô. Parabéns, parabéns,
Luciano. Um programa de massas em que a
gente vai individualizar e a gente pode
brincar daí. Então, uma variação entre
R$ 600 e R 7160.
eu acho adequado,
mas ela precisa caminhar junto com
educação de qualidade, com geração de
oportunidade, com direito de escolha,
sabe? O objetivo é apoiar quem precisa
hoje, mas também criar caminhos para que
essas famílias possam ter autonomia no
futuro. Basicamente
garantir o direito de escolha para que
essas pessoas possam ter autonomia no
futuro, aquilo que já tá aconteceu só em
2025 com 2 milhões de pessoas.
para que as pessoas tenham autonomia e
direito de escolha. Eu gostei da ideia
do direito de escolha também, Luciano. O
Luciano tá certo aqui no direito de
escolha, porque essa parte um monte de
gente que foi papear sobre o tema
esqueceu de comentar, porque pensa o
seguinte: a família precisa de renda.
Qual renda? Qualquer renda. Qualquer
renda, qualquer porcaria,
né? Então assim, o o auxílio para
garantir o mínimo básico da família,
para implicar que criança esteja na
escola, tenha um acompanhamento de saúde
para que isso esteja dentro do combo
paraa pessoa poder receber uma grana
para minimamente sobreviver enquanto
família. Show, show, beleza, show de
bola. Nessa dinâmica, a pessoa tá
realizando as aspirações que ela tem, os
sonhos de vida.
Ah, não. A gente precisa criar
incentivos para ela querer sair daí,
para ela conseguir um trabalho melhor.
Que trabalho?
qualquer posto de trabalho. Ah, cria lá
um empreendimento pro cara trampar de de
eh as eh servente pedreiro. Cria um um
negócio ali para ele ficar de caixa,
para ele trabalhar em serviços, para ele
ser um atendente da atento, ficar lá na
atendente da telemarketing. Que tipo de
serviço vai ser esse? Que tipo de
trabalho, né, para que a pessoa saia do
programa? É um qualquer trabalho para
que ela não esteja no programa? Pô, e
quais são as aspirações dessa pessoa?
Quais são os desejos sonhos?
Porque a contradição tá aí também. Eu
tenho desejo e o sonho de fazer uma
parada, mas não vai dar para realizar. E
as condições não estão dadas pela minha
querência e vontade. Ah, não, mas cada
um tem tem que ter o seu direito de
escolha. Parabéns, liberal. Cada um tem
que ser tem que ter o seu direito de
escolha. E aí você vai comparar uma o
direito de escolha, né, da pessoa que
nasce num num centro de uma grande
cidade como São Paulo, nums apartamentos
gigante e com o pai herdeiro, o pai rico
que ele vai ser herdeiro. Não precisa
nem se preocupar com se vai ter emprego,
se vai fazer faculdade, porque tá
garantida a vida, né? E tem uma rede de
contato legal. E com a pessoa que tá na
cidade lá, que da cidade depende de
renda de bolsa família para poder
sobreviver e manter as contas. Como é
que a gente vai fazer?
Qual que é o direito de escolha que tá
brincando nisso? Daí as pré-condições
são fundamentais e isso daí é uma
questão de ciência, de análise. Pô,
cara, vamos fazer isso, vamos considerar
as aspirações das pessoas. Porque a
galera que fala assim também, ah, Bolsa
Família, o cara não quer nem trabalhar
porque ele não quer se submeter a essa
jornada extenuante de humilhação e de
sofrimento e não sei o que lá para
porque ele quer receber os R$ 600. Pô,
velho,
é [ __ ] É [ __ ]
Rapidão. Que foi, Mirindinha? Que
aconteceu?
>> Hã? Ah, então beleza.
É complicado, complicado, complicado,
complicado.
Eh, mas a pergunta do fazer o watch é
fundamental, né? Fazer o watch
perguntando, perguntou pra gente o que é
importante, né? E e como é que a gente
faz para sair dessa imobilidade? Esse é
o nosso tema hoje.
Diz: querido Balutim, só faltou mandar o
desculpa se vocês são burros e não
entendem a genialidade do que eu estou
produzindo através das minhas palavras.
Ele falou mais ou menos isso. Loucura,
loucura, loucura. Diz nosso querido
Ederson. Bom dia, Ederson. Como é que
você tá, querido? Tudo bom? Espero
deseja que sim. Diz Augusto, abre aspas
num evento privado. Fecha aspas. Ou
seja, eu penso assim, só não fala em
público, não é para vocês acharem ruim.
É, se ele tivesse falado da TV era um
problema, né? como era evento privado,
tudo bem. Mas é a mesma lógica do
financiamento do filme Dark Horse,
Cavalo Paraguaio, que eu acho que seria
um excelente subtítulo pro filme, Dark
Horse, um cavalo paraguaio, que hoje tem
múltiplos sentidos, dado que muitos
gados estão indo para o Paraguai,
achando que lá vão conseguir melhorar de
vida e vão terminar como cavalos
paraguaos. Bom, o, mas é a mesma lógica,
né? Eu recebi, o cara recebeu o
financiamento de um pilantra, de um
pilantra, de um mafioso que é o Vorcaro.
E aí ele mete o não, mas era um dinheiro
privado.
Se você se você adjetivar de privado ou
privada, parece que a coisa que você fez
ficou bonita. A merda que você fez fica
fica limpinha, né? Se você colocar
privado ou privada depois do de um de um
de um sujeito, de um objeto, de alguma
coisa assim, isso é adjetiva privado,
privada, a merda que você fez que legal.
Então eu falei uma parada que que é
maluca. É, mas foi num evento privado.
Ah, então tudo bem. A merda na privada
tá tudo bem. Aí você faz, eu peguei o
financiamento de um de um mafioso. Sim,
mas foi um financiamento privado. Ah,
tudo bem. Então, tudo bem.
Esse pessoal é complicado.
Querido Rubens, era um evento fechado.
Um evento fechado. Eu posso ser burro.
Pode, pode ser burro. Pode ser burro.
Não é para vocês ouvirem.
Diz que do Guilherme, esse mundo tem
muitos dados e por acaso não tem nenhum
deles. Exatamente. Exatamente. A gente
também pode falar pro pro Hul, né? Ô
Hul, você sabe contar? Não conte comigo,
então. Então não conte comigo.
Um mundo com várias tecnologias é um
argumento incrível esse mundo aí, ó.
Inteligência artificial. Você joga pro
joga pro ar, né? E aí o o mago do da
tecnologia faz as coisas acontecer.
Tem que perguntar pro chat PT antes de
fazer. Exatamente, balutinho.
Exatamente. Diz que do Felipe tá
ineficiente. Deixa eu vender um produto
aqui para resolver. É, deixa eu fazer
uma parceria com empresa de tecnologia
gringa para poder ter os dados
brasileiros, as informações de toda a
realidade nacional pra gente conseguir
aqui fazer um algo eficiente, como se
não estivesse sendo eficiente o
programa, né?
Dis: "Solução para essa gente é sempre
individual". Exato. Para eles, se o
indivíduo quer, o indivíduo faz.
Fazer o watch, individualizar um
programa.
Uma família recebe R$ 30, a outra 300.
3000. Exato. É essa é a
individualização, né? É um gênio. É um
gênio de eficiência para evitar para
evitar corrupção.
Eu gosto da ideia. Ele conseguiu fazer o
bingo do senso comum, né? Corrupção,
ineficiência,
bolsa família, falta de vontade. O bingo
do senso comum ali foi impressionante.
Assim, diz que do Ederson, Luciano, tem
dado na economia? Essa é uma pergunta
importante. Se ele tem dado? Ele não tem
dado em casa. Ele não tem dado. Diz
querido Felipe, salário mínimo
necessário do DS. R$ 11164,94.
Aí ó, esses R$ 4,94 diferença.
Diz Rubens. E o 7.000 vai vir do seu
imposto, Luciano, pela eficiência.
Exato. Bom dia, querido Leandro. Tudo
bem? Bom dia. Desejando bom dia aos
nossos baristas.
Dislz pode ter certeza que algum amigo
dele já tem proposta. Tem nada. Isso aí
tirou do Te garanto que não. É pior
ainda. Se tivesse, quem sabe, né? Dis
fazer o watch. Bom dia, Leandro. Ah,
nossa, ele tá em situação de Canadá.
Exatamente. Exatamente.
Disgo, Rubens, ele descrevendo o
programa como ele é hoje, mas falando
que tem que mudar. Não faz sentido.
Lógico que não. É senso comum. Bob burro
para [ __ ]
Rubens. Dark Horse o soluço final. Eu
queria ver o Dark Horse 2. O inimigo
agora é outro. Ia ser divertido.
Diz, querido Augusto. Então, é por isso
que eles querem privatizar tudo? Exato.
Porque se você coloca privado ou privada
depois do que você comentou, resolve
imediatamente.
Empresa privada, pronto, ficou boa.
Imediatamente vai ficar boa. Correios
privados, fica bom.
Diz que doido Guilherme, eu traí minha
esposa, mas foi uma traição privada.
Pronto. Se for em ambiente privado, não
foi em ambiente público, você está
perdoado. É assim que funciona. Olha,
eu, né, cometi o adultério, mas foi um
adultério privado, não foi um adultério
público, né? Então, tudo bem. Então,
você tá de parabéns, né? Você já tá
liberado. Olha,
eu
não vou falar o que eu acabei de pensar
porque acho que pode dar processo, mas é
isso. Diz que templário, abre aspas.
Hook, quanto eu tenho que dançar e me
humilhar no seu palco para você parar de
falar babos? Não. Então essa é uma outra
solução também, a gente fazer um grande
programa de merecimento da renda
mediante provas impossíveis de serem
realizadas.
E o quanto mais a pessoa se humilhar e
aceitar qualquer sofrimento, mais ela
merece dinheiro. E pronto, tá tudo
certo. Diz bolotim. Acabei de ver o
pessoal no Blue Sky comentando da ironia
do filme chamar Dark HS, porque o cavalo
no xadrez faz o L. Eu nunca tinha
pensado nisso, mas faz muito sentido.
Faz muito sentido.
>> O cavalo faz su,
cara. Isso, isso dá problema. Eu tenho
que me conter. Eu tenho que me conter. O
cavalo faz o ele dá problema. Ai, Jeová.
Mas é isso, vocês verem, cara. É muita
loucura. E, e eu fico indignado com esse
lance de não considerar o não considerar
os sonhos das pessoas, as aspirações,
né? O que que uma pessoa deseja fazer,
qual que é o planejamento dela, o que
que ela gostaria de fazer, qual que é o
sonho em de atividade remunerada, de
atividade como realização profissional?
Dá um salve aí pra galera.
Vai lá, Melindinha.
>> Deixa eu ficar com você. Você tá aqui na
minha live? Que no meu
tá bem, né?
Eita nós.
Descile. Eu sou a favor do programa Hulk
Reverso. O rico tem que se humilhar para
conseguir manter o patrón. Então eu
chamaria esse esse programa aí, essa
atividade de programa Batman. programa
Batman, porque eu eu tenho problemas com
o personagem Batman, né? Tem alguns
problemas sérios, mas eu incentivo que
as pessoas se inspirem no Batman, que o
rico se inspire no Batman. Porque o
Batman é um bilionário
que todas as noites se fantasia para
combater no soco o crime organizado. Eu
sou a favor que os bilionários façam
isso, que eles à noite aí põe uma roupa
de superherói tal qual Luciano Hank, vai
pra rua à noite e vai combater o crime
organizado no braço. Eu sou a favor.
Joguei ideia. Não pode arma de fogo, né?
Não pode eliminar o coleguinha. É
combater o crime organizado no braço. Aí
eu sou favor, acho legal. Pode usar uns
gadget lá, usa a tecnologia do Luciano
Hulk, que tem muitas tecnologias do
mundo aí que pode ajudar. Muitas
tecnologias aí. Então, já que tem tantas
tecnologias aí que você pode utilizar,
eu acho uma ideia legal. Fico aí com
essa minha proposta.
Programa do Batman
dis Kevin. O problema é que eles vão ter
que combater eles mesmos. É.
Vamos fingir que eles não precisam saber
dessa parte.
Exatamente. Crime organizado que esse
exite principalmente alimentado pela
desigualdade social e empresa riqueza.
Exato. Exato. Exato.
Diz que templário Bruno. Mas não pode
bater em empregado. Como que o
bilionário vai sair para combater o
faccionado? Você tem um ponto. Você tem
um ponto. Mas é que ele vai estar
disfarçado. Ele vai estar de máscara. Aí
ele é duas pessoas, porque de dia ele é
o Bruce Wayne e à noite ele é o Batman.
De dia ele é o Luciano Hulk e à noite
ele é o Hul. Só Hulk.
E aí a gente vê o que acontece.
>> Velho da Vanda no pescocotar para não
ser ver. Ia ser maravilhoso. Ia ser
maravilhoso. Eu já já me diverti muito
com essas ideias bobas. Mas vamos lá.
Vamos lá. Vamos lá. Esse do Luciano era
só pra gente sentir o gostinho da raiva,
né? A gente falar sobre sobre tema
disli.
Ô miséria, Rook Rang é um nome muito
bom,
cara. Imagina o quadrinho Hook Rang, um
quadrinho de comédia, de tirar onda, com
ricos que vão pra rua combater o crime
sem qualquer noção da realidade.
Sem qualquer noção da realidade. E eles
vão combater o crime e passam por suas
loucuras e situações minimamente
controversas e complicadas. Ia ser
maravilhoso Hook Hang. Nossa,
cara, ia ser muito bom, mano. Ia dar
para fazer um bagulho muito fera.
Ia ser maravilhoso. Hook.
Hook ia ser muito bom. Muito bom. Que
nome excelente, cara. Que nome
excelente. Hook. Nossa, muito bom.
Ai, ai, ai.
É, fica a ideia, fica. Seria incrível
desfazer o watch. É claro. Rubens tem
potencial? Tem. Hook tem potencial,
cara. Tem potencial. Nem que seja um
sket, uma sketzinha boa, assim, uma
sketzinha bem gravada de hook. E assim,
muito bom.
Muito bom. Mas vamos lá. O nosso tema
hoje aqui pra gente poder ir aqui paraa
última parte, último terço de nossa
livezinha, é o lance da
do por que que essa economia não vai pra
frente.
E mais do que isso, porque surgiu
na no Instagram
perguntas constantes por causa de alguns
cortes sobre o que seriam eh fatores de
produção, né? Porque o que que a gente
falou, né, na nossa última live ou
penúltima live, já não lembro mais qual,
acho que foi a penúltima, a gente falou
que a economia política trata da
reprodução dos fatores de produção, né?
Nós precisamos colocar ali a reprodução
dos fatores de produção como jogo, como
base para essa ciência. E aí a galera,
pô, mas o que que são os fatores de
produção, né? E os fatores de produção
na tradição são quatro.
Quatro, né?
Eh,
trabalhador, trabalho, né? trabalho,
fator trabalho, fator terra, o fator
capital e o fator organização da
tecnologia ou dos meios paraa realização
desse projeto. O pessoal às vezes fala
organização empresarial, organização da
empresa, mas bom, pode ser estrutura,
infraestrutura ou organização das
condições, né, para você poder produzir,
né, os meios de produção,
infraestrutura, essa parada toda. Então,
seriam esses quatro pontos que seriam
interessantes da gente ver. Essa é a
básica. Eu gosto que o Ladislal da
Albor, a gente vai ler um texto dele
hoje, mas nesse texto não fala isso, ele
ele leva eh ele indica um quinto fator
de produção que hoje é muito importante,
que é o conhecimento,
que ele é tão poderoso que até o o
Luciano Hul aqui lançou a mão dele, né?
Ele tem tanta tecnologia por aí.
Então tem essa tem esse esse elemento
também que eu dou conhecimento, mas aí a
gente não vai entrar nesse quinto, tá? E
aí é uma proposta do Ladislau, ele tem
discutido esse tema, tem o o livro dele,
os desafios da revolução digital, que é
muito importante da gente ler, da gente
conhecer, porque ele trabalha bem e
aprofunda o tema de maneira
interessante.
Então fica aqui esse esse ponto aqui,
esse ponto aqui para Mas vamos pegar os
quatro básicos, tá tudo bem?
Antes da gente pegar os quatro básicos
aqui, eu vou deixar a musiquinha rolando
só para ajudar a criança aqui no num
instante. Minutinho, minutinho. Deixa eu
botar a musiquinha massa. Mande aí um
salve pra galera. Salve galera.
Tua mão não tá aparecendo. Vem para cá
com a mão aí. Agora ficou bom.
Já volto. Um minutinho. Gente, fica com
a musiquinha de elevador aí.
Botar isso aqui, ó.
Um instant, num instante. เฮ
เ
เฮ
Voltando. Bora lá. Tá tudo bem com a
criança.
Beleza.
Vamos lá.
Isso aqui, trabalho terra, organização
capital. Exatamente isso que é a
organização dos meios, né, das
capacidades produtivas. Mas a gente já
fala sobre isso. Vamos lá pro textinho
antes que eu me perca aqui. Mas vamos lá
porque o textinho bala e a gente fala um
pouquinho sobre reprodução.
Fal. Isso vai ajudar a gente a entender
inclusive porque a tal da nossa economia
abre aspas não vai pra frente. Não é por
motivos do Bolsa Família, como diria
Luciano Hook. Não, não é disso que nós
estamos falando. Estamos falando de
coisas decentes.
Estamos falando de coisas decentes.
Vamos lá. Quem é esse mano aqui? Olá,
querido
Yosi Mohamed Mid 2214.
Tudo bem com você? Bom dia, meu querido.
Espero desejo que bem.
Exato. O Rubens tá tudo bem com a
criança. A criança d um torcidão. Foi um
espirro. Que acontece? Ela tá com um
pouco de sinusitezinha, aí toma o
xarope, aí começa a sair até
espectorando. Aí vem daquele jeito, né?
>> Ah, é bom. Você vai te refrescar. Deixa
eu ver. A, ficou bom. Ficou bala. Show
de bola. Vai brincar
não, daqui a pouquinho. Beleza.
>> Então é nós. Vamos lá.
>> Tem criança comédia.
Tá de boa. Pior
>> não. Tá de boa.
>> Tá bom. Então tiro. Põe nas costas. Vai
pr você pôr nas costas desse bagulho aí.
>> Mas eu costo.
>> Põe na barriga então.
>> Aí. Ai. Ai.
>> Vamos lá. Vamos lá. Vamos lá.
Aqui ó. Esse esse aqui é um livrinho do
Ledsla. Página 51. Deixa eu voltar aqui
então para um para mostrar para vocês.
Esse é o livrinho do Ledsla. Você pode
baixar no site do querido Lesaldor, que
é o resgatar a função social da
economia.
Voltando, perdão, resgatar a função
social da economia, uma questão de
dignidade humana. Então, esse livrinho,
um uma questão de dignidade humana, é
disso que a gente tá falando, básico, do
básico, do básico. Vamos lá. E aqui o o
Ledsla, ele pega esse capítulo que na
verdade é um artigo dele, tá? Um artigo
que ele trouxe pro livrinho, a
subutilização dos potenciais existentes.
E o potencial existente que ele vai
destacar aqui são os fatores de
produção, tá bom?
E aqui, né, o presente capítulo é
baseado em Dubbor Ladislau, a
subutilização dos fatores de produção
que saiu na revista Economicistas,
revista do Conselho Federal de Economia,
COFECON, né? Parece que é um artiguinho
bom, né? E sabe o que eu gosto do
Ladlau? Que ele é um cara muito muito
[ __ ] das galáxias. Ele é um gênio, ele é
um monstro, ele é incrível e ele escreve
de maneira acessível, compreensível e
que vai nos auxiliar muito. Então vamos
lá. Vamos lá. Ele tá fazendo uma crítica
ao capital financeiro que dominou toda a
nossa economia e aí ele vai falar sobre
a subutilização dos fatores de produção.
E é por isso que esse texto é bom. E aí
ele explica consideravelmente porque que
a gente tá lascado nesse momento. Tá
bom? Bora lá, ó.
Eita. Deixa eu só ajeitar aqui que tá
deu chabu.
O que são os fatores de produção?
Perguntam com relativo frequência. Vamos
ver aqui o ladisl contando pra gente.
Ele chamou aqui no no artigo de
potenciais existentes, mas são os
fatores de produção. E lembrando que a
gente falou disso porque a economia
política quanto ciência pensa a
reprodução dos fatores de produção,
que é quando você planejar um o
desenvolvimento de um país, quando você
planejar as ações, você tem que garantir
no final da sua realização do projeto a
que as condições de reprodução desses
fatores estejam garantidas para que ele,
né, contiguamente volte a funcionar,
porque se um desses fatores não tiver
mais, lascou-se, você perdeu aí. e
potencial produtivo, né? E aí interrompe
o ciclo produtivo e reprodutivo de uma
sociedade.
Diz ladislau: "O capitalismo financeiro
é eficiente em extrair recursos, mas
deixou de ser um eficiente organizador
dos processos produtivos." E aqui já é
um ponto importante. Ponto importante.
Ponto importante.
O capitalismo financeiro, o capital
financeiro é eficiente em extrair
recursos,
mas não é eficiente na organização dos
processos produtivos. Ele extrai recurso
muito bem. ele eleva taxa de capital,
ele faz crescer essa aparente riqueza na
conta, na contabilidade, mas ele não faz
uma organização adequada do processo
produtivo. E eu gosto muito de pensar o
seguinte: na nossa estrutura social,
numa sociedade muito complexa, tal qual
a nossa, a gente tem um probleminha
importante que é a divisão social do
trabalho. uma sociedade muito complexa
em que a gente divide o trabalho. Eh,
deixa eu só colocar aqui uma outra
coisinha que eu quero mostrar para
vocês.
Eh,
e aí a gente vide complexifica muito
esse trabalho
e cada uma das classes sociais, nessa
divisão social do trabalho tem uma
função a se desempenhar. o que a gente
chama de elite ou o que a gente chama da
classe burguesa, daqueles que estão no
topo, que detém os meios de produção e
que detém o controle sobre o capital e
no ambiente de um capitalismo financeiro
global que detém, portanto, a capacidade
de articular e de organizar esse
capitalismo globalizado, esse
capitalismo financeiro globalizado.
Esses grupos, eles têm uma função
social. Do ponto de vista da reprodução
social, a função deles é coordenar a
divisão social do trabalho. É coordenar
para onde vai o capital, para onde vai o
investimento, para onde vai o próximo
passo do ciclo econômico. Qual o
problema? É que a coordenação dessa
elite, da do ponto de vista da
coordenação da divisão social do
trabalho desses grupos, esse
investimento ou reinvestimento, ele não
tá sendo garantido, sustentado por um
planejamento de reprodução social. Ele é
garantido e sustentado pelo obtenção do
máximo ganho possível, do aumento de
taxa de lucro. Portanto, de maneira
privada, eles começam a organizar todo o
capital socialmente produzido e destinar
a coordenação da divisão social do
trabalho, não para planejar a reprodução
e o desenvolvimento, mas paraa obtenção
de taxa de lucro, esperando que por
efeito não intencional todo mundo se dê
bem, tudo melhore, porque se aumentar a
taxa de lucro, tendencialmente você tem
mais riqueza. Mais riqueza,
tendencialmente ela vai ser mais
distribuída. Quanto mais distribuída,
mais riqueza, mais coisa produzida, mais
coisa rolando, tendencialmente todo
mundo melhora em conjunto. Em parte,
isso pode até acontecer dependendo do
critério que você utiliza para observar.
Por exemplo, a galera liberal gosta de
utilizar o cálculo da melhora de de
ganhos em dólares, né, das pessoas do
século XVI para cá. Então, olha, as
famílias, as pessoas, os indivíduos
tiveram maior ganho em dólares. Hoje em
dia eles têm muito mais dinheiro do que
antes. Parabéns. Hoje eles têm mais
posses. Parabéns. Então, ó, se continuar
assim, tá tudo bem. Qual o problema? Se
você continua assim, você não planeja
garantir as condições de reprodução dos
fatores de produção e aí você perde
terra, você perde trabalho, você destrói
capital, especialmente dentro do capital
financeiro, com o a estrutura de capital
especulativo. E você não organiza os
processos produtivos de maneira
adequada. você perde tecnologia, por
exemplo, você perde um por causa desse
desenvolvimento acelerado e não
planejado, inclusive grandes plantas
industriais, grandes processos
realizados, grandes infraestruturas que
constantemente tem que ser alteradas,
tem que ser reorganizadas, tem que ser
multiplicado. Você faz o que com isso?
As máquinas anteriores, que hoje já não
produzem no ritmo das novas, você faz o
quê? Você joga elas para onde?
Você perdeu agora esse capital que foi
investido socialmente durante um tempão?
Então é um jeito imbecil de você
organizar a economia, tudo bem? E é
disso que a gente tá tá falando que tem
que tratar. E aí a função dessa elite
seria organizar essa divisão social do
trabalho, mas ela não faz isso. Com
certeza ela não faz isso. Então isso dá
um chabu danado. E aí eu vou pegar aqui,
ó, só pra gente entender isso, um
desenho, um gráfico que eu gosto de
utilizar de maneira bastante
elucidativa e, né,
sintética.
pra gente entender por quê? Porque se a
gente tem uma elite que dentro dessa
proposta organiza adequadamente, você
consegue entender, do ponto de vista da
reprodução social a função que ela tem.
Mas como não dá para para justificar, aí
ela perde sua função. Aí qual o
problema? Aí é um problema que talvez eu
critique até o leds law em certo
sentido. Aqui ó, seria assim, ó. Tão
vendo aí? Isso é um
um gráfico que eu gosto de utilizar,
utilizo nos meus artigos. O capitalista,
né, ele tem essa função de coordenar a
divisão social do trabalho, coordenar
aqui para onde vai os investimentos do
próximo ciclo econômico. E aí ele afeta
todo mundo que tá para baixo. Inclusive,
é isso que que faz com que ele seja uma
elite, não é a quantidade de dinheiro, é
o papel que ele desempenha, que por
sinal dentro de uma sociedade
capitalista garante aí um acúmulo de
bens, riquezas e etc e capital, né,
propriamente dito. Então, todo mundo
daqui para dali para cim para baixo vai
começar a sofrer as decisões tomadas
aqui no topo, tá? E aí o que que muitas
vezes a galera da nossa economia
brasileira aqui fala? Ah, é porque a
gente tem uma elite, nós temos uma
burguesia
tacanha, uma burguesia que não pensa
desenvolvimento e é verdade. Mas mesmo
que ela pensasse que ela não fosse
tacanha, a gente tem um problema sério,
porque ela vai organizar o capital de
acordo com obtenção máxima de lucro. e
obtenção máxima de lucro imediato dentro
da relação que a gente tem de
capitalismo dependente faz com que todo
capital vai vá para setores que não
garantem desenvolvimento porque não
garante o lucro imediato. Então, pronto,
a gente tá numa enrascada.
É culpa ao mesmo tempo de uma elite
canalha, mas eu não posso adjetivar ela
de canalha. Vou chamar ela de elite
privada, porque
uma elite privada. Essa é só para quem
tá desde o começo da live pegar o a
referência. Oelite privada. que se chama
de privado, você salva a coisa, né? Se
você falar que é um financiamento
privado, tá show de bola. Se você falar
que, na verdade, foi um evento privado,
tá tudo bem. Aí você resolve seus
problemas, né? Se for um adultério
privado, também tudo bem. De privado, tá
tudo certo. A nossa elite privada, ela
tá numa enrascada, ela é canalha, mas
ela também não tem muito o que fazer
dentro das relações de dependência.
Então a gente tem uma crise aqui a ser
superada. Mas já já falamos sobre isso,
voltemos. Tudo bem?
bastante pontos aqui pra gente pensar.
Dizquilo do Rubens, é só ver o caso da
Sabesp. O serviço caiu de qualidade ao
ponto de explodir em um cano de gás que
ele ficou privado. Então ele tá bom,
privatiza aqui melhora.
Bom, vamos lá. O capital financeiro, né,
ele pode ser eficiente no nível interno
de organização de uma empresa no sentido
de maximização do retorno financeiro,
que é o que a gente fala sobre a locação
ótima de recurso nas últimas lives, por
exemplo. Porém, a sua ineficiência
sistêmica é simplesmente impressionante.
Keines, nos anos 30 já se espantava com
tanta gente parada, sendo que havia
tanta coisa por fazer. gente parada
porque o trabalho é um fator de
produção.
Hoje essa compreensão é ainda mais
atual, pois insistimos em ficar
aguardando que os mercados resolvam, né,
de alguma maneira mágica, reduzindo
impostos e eliminando mecanismos de
regulação, enquanto fechamos os olhos
para os desastres ambientais e as e a
desigualdade explosiva que provocam ou
eh o desastre de um cano explosivo da,
no caso da Sabesp, como o Rubens trouxe
agora pouco inclusive, né? Então, eh,
isso é um ponto importante aí pra gente
poder observar.
Eh, cadê? É um contrassenso. A inclusão
produtiva deve ser organizada,
aproveitando-se todos os recursos, tanto
os mecanismos,
cadê, pera aí,
de mercado quanto o planejamento e a
regulação públicos e o sistema
participativo da sociedade civil. Veja
que a gente nem tá falando aqui do ponto
de vista marxista, revolucionário,
barroco, rococó. A gente tá falando aqui
do ponto de vista sistêmico de
organização básica de uma economia
minimamente racional. É só isso, tá? Eh,
eu não fico aqui fazendo doutrinação à
toa. Eu gostaria de doutrinar todos no
marxismo, mas aqui a gente vai falar
sobre o que funciona, sobre o básico de
entender o mínimo, o mínimo
estruturalmente adequado para você
planejar a partir de condições
existentes, realmente existentes.
Um enfoque muito útil trabalhado em
particular por, esse nome é muito
complicado para mim, Ign Ignas Sax. Eu
tenho dificuldade de falar Ignas. Ign
Sax. Inácio, Inácio Sax consiste em
inventariar os recursos subutilizados, o
potencial desperdiçado ou mal
aproveitado de um país. O Franzin Kelam
trabalha isso também legal de um jeito,
ele chama de perda de potencial
produtivo. Uma vez a gente trouxe isso
em live, eu trago em outro momento, que
é você calcular a perda do potencial que
você tem de de produção. É muito
interessante. Mais outro momento, isso
permite ter uma visão de conjunto, uma
compreensão de peças que precisam ser
articuladas. E agora sim, tema da live.
A subutilização de fatores de produção
no Brasil é um tema que envolve tanto a
economia como a política e tem tudo a
ver com a dimensão estrutural dos nossos
dramas. É uma visão prática. Qualquer
pessoa que já administrou uma empresa,
um projeto, um território, ao ver
pessoas paradas, máquinas paradas, terra
subutilizada, capital sem utilidade,
pensa em como articular o conjunto. É
uma questão de organização, não de
esperar a fada da confiança, né? Que é
isso? É, tem que confiar no mercado, o
mercado tem que sentir confiança pelas
estruturas, aí vai ter investimento. Aí
o LOL olha e fala: "Gente, no caso do
Brasil não é questão de esperar
investimento. Você vê mão de obra
subutilizada ou parada. Terra
subutilizada ou parada, maquinário
subutilizado ao parado, potencial
produtivo na organização da escala da
produção subutilizado ao parado. Gente,
uma questão de organizar a não é
possível que a oitava economia do mundo
em termos de PIP não consiga garantir
condições minimamente adequadas para um
desenvolvimento mais equilibrado.
Aí a gente pode ir pra pergunta do
Luciano Hulk, né, feita pro Luciano
Hook. Luciano,
o Brasil é ineficiente numa escala de 0
a 10. Ele ele é ineficiente quanto? Ele
poderia responder: "Sim, numa escala de
0 a 10, ele é sete, ele é sete de
ineficiência ou ele é seis de
ineficiência, ele é cinco de
ineficiência. Eu botaria um cinco. É um
cinco de ineficiência. Por que que ele é
ineficiente em cinco? Ele tá na tá na
meiuca. Porque ele produz muito, tem
oitava economia do mundo, tem riqueza
para caramba sendo produzida, mas não tá
sendo bem articulada, não há um
desenvolvimento adequado.
A gente poderia utilizar aqui um melhor
planejamento dos fatores de produção e
garantindo a reprodução desses fatores
de produção para um desenvolvimento
sustentado, maior utilização da mão de
obra, dos meios, dos recursos da terra.
Pô, faz sentido.
Mas não, ele resolveu falar de Bolsa
Família.
Pô, é essa cabacice do senso comum
liberal, né? O problema é a falta de
vontade. Aí a Bolsa Família não dá
estímulo para as famílias. Não é uma
estrutura, não é uma organização de uma
nação, de uma economia nacional, de um
desenvolvimento e reprodução social, não
é vontade da família,
[ __ ] velho.
É de lascar. Vamos lá pro primeiro fator
de produção. Mão de obra ou trabalho.
Subutilização da mão de obra.
Voltemos aos números que vimos
anteriormente com mais detalhe. Então, a
gente não viu anteriormente, a gente só
viu o senso comum, mas aqui a gente vai
pros números.
Neste país de 214 milhões de habitantes
a época, o emprego formal privado, olha
aqui, ó, emprego formal privado, o que
faz com que o emprego formal se torne
uma coisa boa.
Com carteira assinada, se resume.
>> Ou é é privado.
>> Privado.
>> É privado.
>> Não, não é privado. Pergunta da criança
é se é emprego formal prival ou emprego
formal privado. Falei: "Não, é privado
mesmo." Então vamos lá. Emprego formal
privado com carteira assinada se resume
a 41.3 milhões de pessoas.
Somando 11.9 milhões de funcionários
públicos, são 53.2 milhões. Então são
53.2 milhões de pessoas que t um emprego
formal privado mais o emprego formal
público. Então temos aí essas duas
coisas.
E aí vem o dado chocante. Apenas 50% da
força de trabalho de 106 milhões. Então,
de 106 milhões de pessoas, metade tem um
trabalho qualificado, formal, adequado,
com garantias eh estabelecidas para que
seja produtivo, né, de maneira
eficiente, vamos dizer assim, né? Por
quê? Porque os demais estão
subutilizados ou em trabalho informal.
Então, vamos lá. A subutilização da
força de trabalho constitui uma dimensão
particularmente gritante da nossa
fragilidade econômica, pois se trata,
para além do drama social, uma enorme
insensatez econômica, né? Por que que
tanta gente não tá incluída formalmente
no trabalho de maneira planejada? Tá só
circulando aí que nem doido com a
pastinha azul debaixo do braço ou
oferecendo serviços aleatórios que não
são produtivos do ponto de vista social.
A síntese de indicadores sociais de 2019
do IBGA, IBGE traz uma sessão sobre essa
questão, mas agora a gente também vai
ter novos indicadores surgindo, mas
reproduzindo a mesma ideia. É
estrutural. Estrutural. Como ordem de
grandeza, temos 40 milhões de pessoas no
setor informal. Segundo o IBGE, a renda
desses trabalhadores, preste atenção,
é a metade da renda oferida ao
trabalhador formal. Ou seja, o
trabalhador formal tem o dobro de renda
daquele que tá no trabalho informal, tá
subutilizado, tá nos serviços, tá
perdido, tá perdido. Aí são pessoas que
essencialmente se viram, que é o que a
gente faz, a gente se vira para pagar os
boletos.
Ser, abre aspas, empreendedor
individual, fecha aspas, sem dúvida,
frequentemente assegura uma aparência
mais digna a subutilização. É, você se
sente aí menos subutilizado, afinal você
é dono de si mesmo.
Mas vemos a própria uberização
e nas terceirizações irresponsáveis o
que isso pode significar.
E temos 15 milhões de pessoas
formalmente desempregadas,
somando os 40 milhões do setor informal
e os 15 milhões de desempregados, são 55
milhões a metade da força de trabalho.
Metade da força de trabalho
subempregada, mal utilizada e cuja renda
é metade de quem tá no trabalho formal.
Imagina qual é a saída de um liberal
para isso. Mais formalidade ou mais
informalidade?
Mais querência individual ou mais
organização social?
Pensem aí.
A esse contingente, precisamos
acrescentar o imenso desalento. Pessoas
que estão em idade de trabalho, porém
desistiram
de procurar emprego, que ainda tem esse
problema. e ainda as pessoas
classificadas como empregadas, mas que
trabalham apenas algumas horas. Então,
trabalho trabalhador orista.
No conjunto, a subutilização da força de
trabalho num país onde há tantas coisas
por fazer é absolutamente chocante.
Em cada um dos 5.570
municípios do país, temos, por exemplo,
pessoas desempregadas e terras e terra
parada. Pronto, aqui a gente tem um
problema.
Lembra o município que o Luciano Hul usa
de exemplo, né? Que não sei quantos por
culação
depende de renda da família, é claro,
porque elas estão desempregadas e a
terra tá parada.
Não há um planejamento de como melhor
utilizar essa terra e inclusive empregar
essa força de trabalho ociosa.
O problema não tá no Bolsa Família, tá
nessas condições.
A necessidade de um programa de renda
básica constante para atender é porque
essas condições de garantir a produção e
reprodução dessa força de trabalho não
estão sendo bem articuladas. E
obviamente que aqui o ladisal já tá
conectando o outro fator de produção que
é a terra, terra e trabalhador. Duas
questões básicas para produzir riqueza.
Desculpem-se, os liberais jogam a culpa
na CLT, dizem que o patrão não contrata
porque é muito caro pro patrão. Ah, sim.
E se eu não tem gente que compre, o
patrão faz o qu, né?
>> Daqui a pouquinho.
>> Eu preciso de 15 minutos. Daqui a pouco
duas vezes. Eu sei.
Tá bom. 15 minutos.
Quero ficar aqui com você. Tá bom, então
fiquei. Estamos junto. Mas você vai
ficar cansada aí agora vai ficar menos
cansado. Não, não, não, não.
>> Assim vai dar errado.
Agora sim. Beleza.
>> Eita, vai cair.
>> Então, vamos ver. Tá se equilibrando
bem.
>> Não,
>> pera aí. Assim, ó.
Pronto.
H e aí o cara, o cara tem uma renda que
é, mas você vê que o cara que é CLT, ele
tem uma renda muito melhor para comprar
aquilo que tá sendo produzido. Você
aumenta a renda de quem vai consumir, é
melhor brincadeira. Pergunta Rubens.
Bruno, você gosta da ideia de renda
mínima universal? Não, eu gosto de ideia
de trabalho adequado, mas aí momento
coisa para outro dia. Mas hoje em dia
rico fala sobre isso, né? Porque ele
sabe que precisa de gente comprando e
ele não quer dividir uma parcela maior
do dinheiro que ele tem. Mas aí outra
coisa,
não é complicado pensar que se possa
organizar um cinturão verde ortifrue
grangeiro em torno de cada cidade. Aqui
é uma solução interessante.
Você garanti um aumento de produção
alimentícia frut grangeiro, para que as
pessoas possam produzir para a cidade,
para o entorno. E aí você entrega a mão
de obra e ainda garante espaço de
produção. Pô, não é difícil imaginar que
que isso é viável, ainda mais um país
como o Brasil é viável, sim.
Aí, adivinha quem você vai ter que
enfrentar? O agronegócio.
Mas é viável, isso seria o melhor uso da
do potencial produtivo. Você vai
utilizar fator de produção trabalho,
fator de produção terra, vai garantir a
produção de alimentos que alimenta essa
população, garante renda para essa
população. Pô, trabalho de hoje já a
produção familiar, né?
Tudo bem?
Ih, i assim não tem que ser ali, ó.
Porque a o G isso isso, isso, isso.
Beleza, porque a produção familiar é o
que garante a alimentação hoje, né? As
pequenas propriedades com as famílias
são o que garante a alimentação do nosso
país, gente. O agronegócio produz para
fora praticamente. E aí você tem esse
problema, essa questão que vai ter que
enfrentar o agronegócio, porque ele não
vai querer competir nesses termos, né?
Então é um planejamento social, não pode
ficar na mão de elite no sentido que a
gente entende.
Ah, mas o cara aí do agronegócio, ele
vai perder mais, ele vai ter menos
margem de lucro. Sim. Mas você aumenta a
riqueza, aumenta a produção, aumenta a
reprodução, aumenta garantias de
produção e reprodução da sociedade e dos
fatores de produção. Se você tem, por
exemplo, esse cinturão verde hort frut
grangeiro, é genial, pô. Sacou?
Simplesmente articulando fatores parados
que a terra e o trabalhador, por
exemplo. Isso é genial.
Em Santos, no tempo do prefeito Davi
Capistrano, acompanhei o projeto
ladislão, né, em que os desempregados da
cidade foram cadastrados e organizados
na operação Praia Limpa, que permitiu
realizar obras de saneamento, tirando os
esgotos dos canais pluviais, o que
recuperou a balneabilidade das praias e,
em consequência o turismo, atividade
hoteleira e semelhantes, transformando
uma operação temporária em empregos
permanentes. O prefeito não ficou
esperando os mercados, gerou a base da
sua dinamização. Exemplos não faltam. O
planejamento econômico e social consiste
em boa parte em articular fatores
subutilizados e é isso, fatores de
produção subutilizados que precisam ser
melhor utilizados.
No corte que a gente soltou hoje lá no
Instagram, inclusive comentava sobre
isso. Pá, a China tá se desenvolvendo
absurdamente. Sim, porque ela planeja,
ela planeja o uso e a reprodução dos
fatores de produção.
Um argumento ideológico vergonhoso
sempre buscou justificar a desigualdade
pela falta de iniciativa dos pobres.
Nossa, pera aí, pera aí, pera aí, perí.
Vocês lembram o que nosso querido
Luciano Hul disse?
O que nós vimos com o nosso querido
Luciano Hul agora,
ó, eh, não tá tendo desenvolvimento
econômico. O Brasil é ineficiente por
causa do, eh, por causa do Bolso
Família, dos programas sociais, porque
aí os pobres não têm vontade. O problema
é que o pobre não tem vontade. Mentira.
A frase do lad é maravilhosa. O
argumento ideológico vergonhoso
buscou justificar desigualdade pela
falta de iniciativa dos pobres. Mas não
é isso, é o uso dos fatores de produção.
E aí não depende da mercado funcionando
por si só, mas de planejamento.
Mas pessoas diz ladam que lhes ensinem
disposição para trabalhar quê?
Mas as pessoas não precisam que lhes
ensine disposição para trabalhar,
precisam de oportunidades. E as
oportunidades não vão ser feitas por
mágica. Isso envolve planejamento e
iniciativas públicas em vez de discursos
ideológicos. E aí eu gosto disso porque
discurso ideológico é o do Luciano, não
o nosso.
Diz, querido Ederson, tudo bem?
>> Que aconteceu?
>> Ai, pera aí.
Ah, a criança sofreu um ataque do gato.
Vamos lá. Ataque felinho doméstico.
Eh, mas é isso, é isso, é isso, é isso,
isso. Excelente frase, diz Rubens. É o
ladis é embaçado.
Exatamente. Isso, Gabriel. MST é bom
demais. Maior distribuidor de arroz do
Brasil. É. E outras coisas, né? Maior
produtor de produtos orgânicos.
Vamos lá. Só mais um ponto aqui. Ah,
outro fator, a subutilização da terra,
né? outro fator de produção, outro fator
necessário pra gente poder produzir,
reproduzir e desenvolver a nossa
sociedade de maneira adequada. O senso
agropecuário de 2017 nos dá outra
dimensão da subtilização dos fatores dos
fatores de produção. O Brasil é imenso.
Os 8.5 5 milhões de quilômetros
quadrados do território correspondem a
850 milhões de hectares. 850 milhões de
hectares. Segundo o censo, 353
milhões de hectares constituem a
estabelecimentos agrícolas.
353 de 850. Nesses 353,
225 milhões de hectares constituem terra
agricultável. Então, dá para plantar em
225
milhões de hectares de terra, portanto
disponível para atividades produtivas,
tanto pela qualidade do solo como pela
disponibilidade da água. O que choca é
que espantem-se.
Somando a lavoura permanente temporária,
o uso produtivo no sentido pleno ocupa
63
milhões de hectares.
de 225
milhões de hectares de terra
agricultável,
>> a produção plena,
seja temporária ou permanente, é 63
milhões de hectares.
Tá pouco utilizado ou não tá?
>> Arredondando, temos 160 milhões de
hectáreas de solo agrícola parado ou
subutilizado. Parado ou subutilizado.
Essa área representa cinco vezes o
território da Itália. Pega a Itália
vezes 5,
aí tá parado.
Precisamos desmatar a Amazônia? Não. Por
quê? Porque a gente tem 160 milhões de
hectares parado ou subutilizado. Não
precisa desmatar a Amazônia. Precisamos
avançar sobre território indígena? Não
precisa também. Novamente temos 160
milhões de hectares de solo agrícola
parado ou subutilizado.
Quem conhece a Europa ou a China, onde a
intensidade do uso do solo é muito
elevada e viaja pelo interior do Brasil,
fica espantado com gigantescas áreas de
terra parada ou subutilizada. Veja, não
precisa desmatar um uma folha, não
precisa. tem 160 milhões preparado aí
para utilizar, mas ou tá parado ou tá
subutilizado.
Grande parte dessa terra parada ou
subutilizada é ocupado pela pecuária
extensiva. É a plantação de gado, né? É
plantagado.
O limite entre terra produtiva e
improdutiva gerou um amplo debate devido
à pressão secular pela reforma agrária
no país. Usar imensas regiões com quase
1 haar por cabeça de gado gera, sem
dúvida, fortunas para os conglomerados
agroexportadores de carne. Mas para quem
conhece formas modernas de criação de
gado semiconfinado com as unidades de
pecuária plantando forragem, o
desperdício é evidente. Você tá jogando
dinheiro fora, você tá perdendo
potencial produtivo, você tá perdendo
possibilidades de assentar famílias a
garantir condições de produção e
reprodução da vida. Aí você me lasca,
né?
Aí você me lasca, né?
Numa imensa parte do Brasil, solo
constitui apenas a base para um rentismo
improdutivo. A pecuária extensiva gera
pouquíssimo emprego, poucos impostos e
está articulada com os grandes traders
internacionais de commodities.
A revista The Economist lembra que no
hectar ocupado por um único boi no
Brasil poderiam ser produzidos 5
toneladas de milho ou 28 toneladas de
batata. Então, no único hectar que você
põe um boi, você bota um boi por hectar,
meu Deus do céu, nesse 1 haar para o boi
que é garantido, você dá, consegue
produzir
5 tonelad de milho ou 28 toneladas de
batata.
Comida para [ __ ]
Não à toa, a JBS sob controle da JNF
Investimentos,
eh, JF Investimentos. se tornou a
gigante que é. O movimento
dos trabalhadores rurais sem terra, MST,
utiliza a terra de forma
incomporavelmente mais produtiva e
sustentável. Um resgate do imposto
territorial rural, né, que foi jogado
fora, que no Brasil constitui uma
ficção, permitiria, sem dúvida,
estimular produtividade, como na Europa
e em outras regiões. O fato de pagarem
imposto sobre a terra parada estimula o
proprietário a utilizá-la de maneira
mais produtiva. Pronto. Quer falar de
estímulo? Eu gostei desse estímulo aqui.
Ao invés de discutir estímulo pra
família que tá lascada, ai o pessoal
recebe bolsa família, então não tem
estímulo para trabalhar. Vamos fazer o
seguinte, o pessoal da terra parada aí
tá sem,
tudo bem? O pessoal da terra parada aí
tá sem imposto, beleza? Então vamos
botar imposto para estimular o pessoal
para se tem terra parada tem que pagar e
se tiver que pagar ele acha melhor ele
produzir porque aí vai valer a pena.
imposto para terra parada paraa gente
poder estimular o o o agro a produzir
adequadamente. Que que vocês acham? Eu
acho massa. Acho massa.
Acho acho interessante esse estímulo.
Vamos estimular rico
e pá. Mas tudo bem. Acho que deu para
sacar, né? Eh,
vamos lá. Última parte aqui.
Ah, tá, pá. A subutilização do capital.
Vai dar para entender.
Tão gritante quanto a subutilização da
força do trabalho da terra no Brasil é a
subutilização do capital que se
transforma em patrimônio familiar e
aplicações financeiras. Veja que aqui é
uma diferença, hein?
aplicações financeiras não é a mesma
coisa que investimento. Investimento
você pretende aumentar riqueza, aumentar
potencial produtivo. Aplicação
financeira você pretende aumentar lucro,
taxa de lucro por meio de finanças. Não
é produção, é lucro, é diferente. É
ganhos ali que você vai ter dentro da
especulação financeira, aplicação
financeira. Investimento é outra coisa.
Investimento você faz para aumentar a
produção, aumentar a produtividade,
garantir maior emprego, garantir
condições para produção e reprodução dos
fatores de produção. No Brasil não se
tem investimento privado, tem aplicação
financeira. E essa desgraça virou um um
uma doença interminável, porque agora
tudo que ané gente virou aplicador
financeiro e acha que tá fazendo
investimento, né? Finanças pessoais
virou investimento. Ai, desgraça. Vamos
lá.
em vez de investimentos produtivos. Isso
trava o desenvolvimento de
infraestruturas, a produção eh de bens e
serviços e o emprego. No Brasil são
raros os que fazem uma distinção tão
essencial entre Opa, pera aí,
aqui vai ficar complicado. Pega aquela
outra cadeira ali, ó. Aí você traz a
outra cadeira e senta aqui do meu lado.
Fechou?
>> Acho que foi mais fácil. Sejamos
inteligentes, eu e você. Beleza. Ah,
show de bola.
Eh,
pronto. Tá. Veja, são raros os que fazem
a distinção tão entre tão essencial
entre aplicação financeira e
investimento produtivo. Uma coisa é
investimento, outra é aplicação. A
diferença importante
em francês. Hum. Francês
Zé, cuidado, cuidado, cuidado, cuidado,
cuidado, cuidado. Ih, cuas
fui por pouco, hein. Eita nós
quase o quê?
>> Você quase derrubou aquele bagulho ali,
ó.
>> Qual?
>> A tomada.
>> É, u,
eu ia derrubar um a TV. Não, não, não.
Tomada em francês. A diferença entre
place
financier investment é bastante clara,
né? Em francês. Vai ter que ir pro
francês para fazer, mas não precisa, só
a gente poder começar a falar direito
aqui. Aplicação financeira e
investimento não acho tão diferente. É
fácil.
>> Pai, pega o papel ali.
>> Onde que aconteceu? Ah, tá aqui. Pronto,
tá aqui.
>> Boa, Zé.
A revista The Economist, por falta de
conceito de aplicação financeira,
distingue speculative investments and
productive investments. Mariana Mazucato
utiliza financial investments para
caracterizar a diferença. O fato é que
no Brasil o que os bancos chamam de
investimento constitui uma imensa
esterilização dos nossos recursos.
Especuladores gostam de chamar de
investidores. Especulação financeira é
como se fosse investimento, cara. É, é
muito, é muito, é muito, é muito. Diz
que do Rubens Ladislau só quis gastar o
francês nessa aí. É, exatamente. Eu quis
ali mostrar que ele fala muitas línguas,
né?
Mas pra gente ficar mais chocado um
pouquinho,
os 315 bilionários brasileiros, eu nem
sabia que tinha tanto bilionário assim
brasileiro, tá? Acho que a gente tá com
um número muito elevado de de
bilionários
apresentados na edição especial da
Forbs. São essencialmente donos de
holdings, acionistas
e controladores de fundos de
investimentos, especuladores, né? Donos
de cotas acionárias e naturalmente
banqueiros ou acionistas de bancos.
Grande parte deles simplesmente é
composta por herdeiros. A intermediação
financeira, como vimos, transformou-se
entre nós em uma autêntica extorção. Por
que que isso é problema? Porque agora o
que a gente tem é que os nosso capital,
né, é um subutilizado, absolutamente
subutilizado,
porque esse capital não é um capital
industrial, não é um capital que volta
como investimento industrial, que
aumenta a produção, aumenta a
produtividade. Nós temos capital, mas é
um capital que vai se transferindo cada
vez mais para as finanças e subutiliza
como fator de produção o capital
industrial, capital produtivo, capital
efetivo.
Então, a gente tem subutilização do
trabalho, subutilização da terra,
subutilização do capital, que virou
especulação financeira.
Por que será que a economia não vai
paraa frente? Ah, por causa do Bolsa
Família, é ineficiência com Bolsa
Família. Ah, é por causa do do dos
impostos. Dos impos Não, gente, é porque
falta, como é que é? Falta confiança do
mercado, não é falta de planejamento
mesmo,
falta de organização desse fatores de
produção e garantir as condições de
produção e reprodução desses fatores. Aí
eu vou pro último teminha aqui.
Último fator, potencial científico
tecnológico, né? A organização que a
gente precisa fazer da tecnologia
disponível e dos meios de produção
disponíveis.
Hoje o principal fator de produção é o
conhecimento. O que está se formando
muito mais do que uma indústria 4.0. É
muito mais, né? A mudança é sísmica.
Adotamos aqui a mesma visão expressa
pelo jornal britânico The Guardian. Abre
aspas para o The Guardian. A tecnologia
tem um potencial tão grande que a
expectativa geral é que o seu impacto
seja tão profundo quanto a revolução
industrial.
Diz Lazal. Não é só o dinheiro que se
desmaterializou. Simples sinais
magnéticos registrados em computadores.
É o conjunto da economia que desloca as
suas formas de organização para o que
André Gors 2005 chamou de o imaterial.
Não é mais a General Motors e
semelhantes que dominam o jogo. São os
sistemas
de controle das finanças e das
tecnologias.
O Gap, de acordo com ele, né? Google,
Apple, Facebook, Amazon e Microsoft.
Isso nos Estados Unidos, né? Ou o BAT
Baidu Alibaba Tech Tencent na China e o
CPS que dá quase nome de uma doença
perigosa. Systemically important
institutions ou instituições financeiras
de importância sistêmica. Como se
demonstrou ao longo deste livro, do do
livrinho aqui do resgatar o a função
social da economia. No centro da
economia não está mais as fábricas,
estão as plataformas e os gestores de
fortunas e controladores de comunicação
da informação pessoal.
É impressionante o recuo do Brasil com a
submissão aos Estados Unidos no caso da
tecnologia 5G, a desestruturação da
capacidade de pesquisa da Petrobras, o
fechamento de programas de formação de
cientistas no exterior, o travamento das
bolsas de pesquisa de pós-graduação, a
venda do eh a venda do mal, a venda mal
abortada da Embraer, a transformação do
país em um mero comprador de patentes. O
recuo nessa área terá impactos
avaçaladores sobre o futuro do país.
Temos mais de 1/3 da população sem
acesso à internet, numa era em que ficar
de fora do sistema digital significa
isolamento social e desconexão com as
dinâmicas econômicas. Ainda temos
universidades onde os alunos tiram xerox
de capítulos acumulados nas pastas,
salinha do sherox de professores. Ainda
bloqueamos o acesso a textos científicos
quando Massachus
Mi MIT os disponibiliza na plataforma
Open Courseware e a China no já citado
sistema Core. O Japão há décadas possui
sistema online de apoio tecnológico para
pequenos produtores, inclusive de
agricultura familiar. A Finlândia há 50
anos lançou um programa de generalização
de elevação científico-tecnológica do
país com programas educacionais,
públicos gratuitos e universais. No
Brasil ainda se discute a privatização
de universidades e a distribuição de
vouchers proposta dos tempos de Ronald
Reagan nos Estados Unidos, tal qual
Paulo no Guedes.
A subutilização da imensa capacidade
criativa da população ao se travarem as
oportunidades para a grande maioria
constitui o crime contra gerações
futuras e a demonstra uma profunda
ignorância daqueles que Gessé Souza
chamou de elite do atraso. Aí é o meu
problema com o ladisl, que eu já
comentei sobre o lance da elite, mas a
gente já fala sobre isso e que aí também
dá para discutir com o o GC, mas eu
falei que eu não ia falar do negócio do
conhecimento e falei do conhecimento,
era desse aqui que eu queria falar,
subutilização da política pública, que é
o planejamento efetivamente, né? E aí a
gente finaliza.
Céus Furtado, grande Cels tinha uma
ideia clara da importância do estado e
do planejamento.
No nosso caso, em nome de ideologias
ultrapassadas, estamos paralisando o
país e comprometendo seu futuro. A ideia
de estado mínimo, uma bobagem, é
simplesmente burra. Eu gosto do ladislau
porque ele usa os termos que a gente
gosta, né?
É simplesmente burra. É burriça. E a é
difícil lidar com a burrice. Há coisas
que a empresa privada faz melhor, como
produzir tomate, bicicleta ou automóvel,
né? Produções menores, em escalas
menores, em locais específicos para
atender determinadas necessidades. OK?
Entregar para grupos privados serviços
básicos como saúde, educação, cultura,
segurança e outras políticas sociais
leva a perdas radicais de eficiência.
Perde eficiência. Ah, quer falar sobre
eficiência, Luciano Hul? Legal. Sabe o
que que faz perder eficiência? entregar.
Aqui o ladisal chamou de serviços, mas
eu gosto de chamar de direitos, né?
Direitos básicos de saúde, educação,
cultura, segurança. Não pode ser
entregue para para serviços privados.
Não pode ser privado, não pode,
simplesmente não pode. Por quê? Porque a
educação é a garantia das condições de
reprodução do fator de produção
trabalho. Educação, você qualifica
trabalho, você qualifica a mão de obra,
você faz com que próxima geração esteja
preparada e mais apta para planejamento
e atuação em produção futura, aumento de
produtividade, de capacidade criativa,
de condições para melhorar e aperfeiçoar
o próprio processo produtivo. Educação.
Eu não posso achar que o mercado vai
fazer isso porque ele não vai.
saúde, porque a saúde privada ganha
dinheiro vendendo remédio, vendendo
serviços específicos e não efetivamente,
não efetivamente você ter uma saúde
preventiva que faça com que a pessoa
fique o menos doente por menos tempo
possível, para que ela precise cada vez
menos utilizar o sistema de saúde e se
ficar esgarçado, seja ele privado ou
público, para cada vez menos ela tem que
ficar fora do trabalho. precisa ficar
comprando remédio para que ela gaste
cada vez menos renda com remédio e gaste
com outras coisas que sejam mais
produtivas, sejam mais eficientes. Então
a saúde não pode ficar no setor privado,
ela tem que ir pro planejamento público.
Cultura, a mesma coisa. Segurança nem se
fala, né? Segurança, não vou nem me dar
o trabalho de explicar porque que a
segurança tem que ser pública para não
chegar no nível Paulo Cogos de achar que
uma padaria tem que ter um um uma míssil
antiaéreo, né? Então assim, não preciso
me esforçar muito para explicar. Eu
imagino que é básico imaginar que a
segurança tem que ser pública, né?
Assim, mas tudo bem, mas beleza. Beleza.
Então, importante
entregar para grupos privados serviços
básicos como saúde, educação, cultura,
segurança e outras políticas sociais
leva a perdas radicais de eficiência. O
maior setor econômico dos Estados Unidos
hoje é a saúde, cerca de 20% do PIB. O
custo do serviço estadunidense de saúde,
em grande parte privatizados é de 10.000
10.4
10.4.000 por pessoa por ano. No Canadá,
temos muitas pessoas de situação de
Canadá no nosso canalzinho,
onde os serviços de saúde são públicos e
gratuitos. O acesso universal o custo é
de 4.400.
Em um privatizado 10.400, no outro é
4400. É mais eficiente o Canadá. O
Canadá está entre os primeiros em termos
de qualidade de saúde da população no
conjunto dos países da organização do eh
para cooperação de desenvolvimento
econômico a OCDE, enquanto os Estados
Unidos estão entre os últimos.
Ai ai.
Então política pública é um elemento
fundamental. Queria só ir para uma
última parte aqui. Ah, é aqui. Aqui
também é bom. A eh Mariana Mazucat, o
Estado empreendedor e no mais recente o
valor de tudo, traz a força da
importância do papel do Estado na
promoção de políticas públicas. Não se
trata do tamanho do Estado, e sim dos
efeitos multiplicadores em termos de
produtividade sistêmica do país, em que
o Estado forte, orientado pelos
interesses da nação pode assegurar. Vou
até dar uma dica pros empresários aqui,
tá? Dica para empresário aqui, ó.
Saúde sendo preventiva e pública e
planejada faz com que o empregado gaste
menos renda com menos menos questões com
saúde, tá bom?
E aí você não vai precisar ficar pagando
o plano de saúde, incluindo nos custos
que você tem que colocar no no pro seu
pro seu trabalhador.
Deixa de ser privilégio, vira direito
e aí os custos ficam melhores ainda pro
trabalhador, que tendo uma qualidade de
saúde melhor, vai faltar menos no
trabalho e vai estar mais inteiro para
desempenhar suas funções. Tudo bem?
Então, diminui os custos do seu
trabalhador. A gente chama de salário
indireto. É o salário indireto. Quando
você tem uma saúde garantida, por
exemplo,
entra no salário trabalhador, não, mas
não vira gasto na renda dele. Educação
pública gratuita de qualidade para pro
trabalhador também. Salário indireto.
Salário indireto.
Ele não vai precisar, ele não vai
precisar comprometer a renda dele com
educação, com escola, para as crianças.
Não precisa incorporar isso no salário,
vai ficar mais barato o processo,
inclusive vai sobrar mais renda no final
para ele consumir produtos produzidos
por suas empresas.
Uma segurança pública cada vez mais
adequada, mesma fita.
Maior segurança, maior tranquilidade
para ir pro trabalho, maior
tranquilidade para voltar, todo mundo
assegurado, pô. Show de bola.
Acessa cultura e divertimento para
relaxar, para ter prazer, para
aperfeiçoar sua qualidade de vida, para
melhorar a qualidade do famíl. Show de
bola.
melhora o seu funcionário com mais
repertório, com mais conhecimento, com
mais referências,
qualidade de vida dele, fim de semana
garantido aí numa escala adequada, em
que ele pode ter espaço de divertimento.
Ó, salários indiretos, meus amigos, e
efeitos multiplicadores, porque cada uma
dessas políticas públicas investida gera
empregos, gera renda, gera produção,
gera melhoria de qualidade como um todo,
como um sistema.
Larga a mão de ser burro de falar de
estado mínimo.
No nosso caso, a apropriação de funções
chave do Estado por grupos privados e a
liquidação da regulação financeira é o
conjunto das atividades do país,
que é prejudicado, atingindo inclusive
muitas empresas produtivas que apoiaram
os retrocessos políticos, acreditando no
conto de fadas. Entramos na era da
pandemia com 6 anos acumulados de
marasma econômico e social.
Resgatar o papel do Estado como indutor
de desenvolvimento, descentralizar a
gestão pública, resgatar a função dos
planejamento na articulação dos recursos
subutilizados e, em particular, resgatar
a regulação do sistema financeiro para
que financie o que é necessário ao país
e não os pontos de partida simplesmente
necessários. Veja que são os pontos de
partida. Que são os pontos de partida?
>> Eh, simplesmente eu
>> não quero uma de de doce,
>> mas vai precisar já já. Tá bom. Bonito.
>> Não vai. Fica tranquilo. Tá tudo bem.
>> Não, a gente vai dar um jeito legal. É
um xaropinho. Vai te limpar bem, tá bom?
Vai te ajudar.
>> Essa melequinha aqui tem que sair. Essa
>> sinusiteio.
Aquele rosa é muito ruim. Eu sei, mas é
um xaropinho importante. Já já a gente
ajeita. Beleza.
Eu sei. Eu também não. É ruim.
>> Eu sei.
Ah,
é isso. Acho que é isso. Deixa eu ver se
tem mais algum trecho que eu queria ler.
Me perdi aqui.
Pronto. Só para resumir essa
brincadeira, né? As soluções residem na
organização da sinergia. Juntar a terra
parada, o trabalhador por fazer e as
pessoas paradas. O trabalho por fazer e
as pessoas paradas. Mobilizar finanças
para assegurar o apoio científico e
tecnológico. E a compra de insumos
correspondentes. Assegurar a renda que
dinamiza a demanda para a produção
crescente. Não há mistérios contra
medidas que tomar. E veja, nós não
estamos nem falando de revolução,
marxismo, não sei o quê. É minimamente
planejamento racional e organizacional
do ponto de vista sistêmico de uma
economia, no caso da brasileira.
E aí, meu povo, como nós somos um
canalzinho que falamos para bolha, não
adianta muito reforçar,
mas
não adianta muito reforçar, mas por isso
na hora da gente, inclusive dentro do
jogo de democracia, democracia burguesa,
a gente considerar critérios de quem tem
o mínimo de planejamento que atenda
esses fatores de produção, que pense
nesses fatores de produção, no mínimo.
O o básico. O básico. Por quê? Porque
hoje a gente tem dois do dois polos. Uma
esquerda, que é a esquerda realmente
existente, que faz conciliação, opa, tá
tudo bem aí? Que faz conciliação com
Deus, com o mundo e com os inimigos de
Deus e do mundo, né? o que der, ele faz
conciliação. Mas é uma esquerda que tem
um planejamento mínimo por garantias de
reprodução de fator de produção e que se
preocupa com fator de produção trabalho
minimamente, que ainda tem um projeto
mínimo, um mínimo comum, mínimo, é
mínimo mesmo, mínimo, mas tem. E do
outro lado, a maluquice de privatizar
tudo, de vende tudo, de entrega tudo, de
vai beijar a mão de presidente gringo
para conseguir sei lá o quê. É essa a
polarização que a gente tá enfrentando.
>> E a mesma marca?
>> É, da mesma marca. Você viu? E aí, nesse
tipo de polarização, a gente tem que
discutir na do que realmente é possível
e viável. E o que a gente tem de
possível e viável é esse tipo de tema de
discussão e debate,
saca? assim, é o mínimo contra o vende
tudo, o entrega tudo, esse mainstream
maluco que ainda se mistura com
conservadorismo biroab de moralidades
aleatórias. Então a gente tem uns
problemas aí. Certo. Certo, minha gente.
Por que será que a nossa economia não
vai pra frente? Por que será? Por que
será?
Aqui, aqui.
>> Vai
>> aqui. Aquele aquele assim,
aquele assim.
Aí,
beleza. É isso, meu povo. É isso. Espero
que o tema aí seja massa, seja seja
bacana. Seja bacana.
Não vai melhorar. Vai melhorar. Tá tudo
bem. Já tá melhor
o S já não tá com febre desde madrugada.
Já tá ótimo, né? Né, lindinha?
>> Uhum.
>> Hum.
>> Com quem que você tá ligando?
>> Tô conversando com a galera que fica
trocando ideia aqui comigo
nas quartas-feiras de manhã. Eles estão
aqui. É, não dá para ver o pessoal, a
gente ver só a gente. Eles estão aqui do
lado, tem um chat que eles mandam
mensagens.
>> Ah, tá. Mas a gente que manda vídeo.
>> É, o vídeo é só a gente que aparece.
Mas é a gente que manda vídeo ou eles
que mandam o vídeo?
>> Não, a gente. A gente só que tá no vídeo
>> mandou mais uma mensagem.
>> É, eles mandou mensagem aqui, ó.
Entendeu?
>> Aqui eu vi descendo mais um mais um.
>> É, ó, apareceu mais mensagens aqui, tá
vendo?
Inspectorante
é beleza.
Ai gente, é engraçado ser pai de
criança. É divertido. É divertido.
>> Divertido. Mas a varanda
>> é também é legal também. A gente pinta a
ia conviver com vírus e bactérias o
tempo inteiro. Mas é isso. Manda um
tchau pra galera aí. Fala
>> tchau.
>> Valeu meu povo. Quer mandar uma mensagem
motivacional pra galera?
>> Não, obrigada.
>> Não, obrigada. Tudo bem. Eu vou mandar
uma mensagem motivacional pro pessoal.
Então,
>> posso assistir?
>> Pode. Tá aí. Vai lá. Pode ir. Tá de boa.
Mas é isso, minha gente. Quarta-feira.
Cá estamos. Cá estamos, cá estamos, cá
estamos num momento animado, num momento
alegre. Chegará o fim de semana, a
criança vai sobreviver, nós também, se
nada der errado. Temos aqui uma rotina
completamente atrapalhada por motivo de
saúde, mas que faz parte da vida, faz
parte da faz parte da vida. Tá tudo
certo. Fiquem bem, minhas criaturas.
Deus abençoe vocês. Tentem não ficar
doentes. Tentem tomar a vacina da gripe,
né? importante tá em companhia da griar
proteger, você vai vai poder tá bem. E
quarta-feira, quase fim de semana, cá
estamos. Seguiremos o nosso canalzinho
trazendo a boa nova todo dia último até
a vitória final, certo? Ai Jeová.
Seguimos aqui. Seguimos trazendo a boa
nova, todo dia útil até a vitória final.
Seguimos trazendo boa nova todo dia útil
até a vitória final.
Valeu, minha gente. Se cuidem. Obrigado
aí pelo carinho com a criança e vai se
divertir. Bora tentar fazer uma toma,
mas a gente vai. Estamos juntos. Valeu,
tchau.

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