Sermões Online

A fé vem pelo ouvir

🔴 Culto Vespertino | 31/05 | 18h – Rev. Lucas Previde

🔴 Culto Vespertino | 31/05 | 18h – Rev. Lucas Previde

🔴 Culto Vespertino | 31/05 | 18h – Rev. Lucas Previde

Mídias Sociais: https://linktr.ee/ipsantoamaro
Website: http://www.ipsantoamaro.com.br

Sobre a música de abertura
Música: Louvai a Deus, soberano Senhor (Hinário Novo Cântico nº16). Título original em português: Louvor a Deus
Compositor: Stralsund Gesangbuch (1665), Joachim Neander (1680)

Ficha Técnica
Arranjos e produção musical: Samuel Cintra Santos
Gravação, mixagem e masterização: SCS Produções
Produção: Igreja Presbiteriana de Santo Amaro
ISRC: BR-075-22-00001

Legendas automáticas:

[música]
เ
>> [música]
[música]
>> Boa noite, meus irmãos. Sejam bem-vindos
a mais um culto na Igreja Presbiteriana
de Santo Amaro. Quantos de vocês aqui se
preocuparam antes de entrar por aquelas
portas hoje?
Não foi sempre assim, irmãos.
No passado, no Novo Testamento, os
apóstolos tiveram que encorajar
o povo do Novo Testamento a ter coragem
de entrar dentro do santuário, dentro do
templo, porque por séculos o acesso era
permitido apenas ao sacerdote e um
deles. Veja, portanto, o convite que o
autor na carta aos Hebreus faz. E é
pensando exatamente nisso, muitas
pessoas viveram a vida inteira temendo
até se aproximar do tabernáculo do
templo. Mas vejam só as palavras com as
quais o autor aos Hebreus convida a os
irmãos do Novo Testamento. Portanto,
meus irmãos,
tendo ousadia para entrar no santuário
pelo sangue de Jesus, pelo novo e vivo
caminho que ele nos abriu por meio do
véu, isto é, pela sua carne.
E tendo um grande sacerdote sobre a casa
de Deus, aproximemo-nos
com um coração sincero, em plena certeza
de fé, tendo o coração purificado de má
consciência e o corpo lavado com água
pura. Guardemos firme a confissão da
esperança sem vacilar, pois quem fez a
promessa é fiel. Cuidemos também de nos
animar uns aos outros no amor e na
prática de boas obras. Não deixemos de
nos congregar como é costume de alguns.
Pelo contrário, façamos admoações, ainda
mais agora que vocês vêm que o dia se
aproxima. Seu dia já se aproximava para
aqueles que viveram nos dias do Novo
Testamento, muito mais agora. Portanto,
irmãos, adoremos a esse nosso Deus que
nos recebe em sua casa. e que nos
capacita a adorá-lo. Coloquemo-nos de pé
e vamos cantar hinos ao nosso Deus,
porque ele é digno da nossa adoração.
>> [música]
[música]
>> Antes do tempo existir, escolheu [canto]
para
[música]
nos encontrou e graços
[música] adotou
para a sua [música]
glória
e seu [música]
para sua
glória
[música] e
Ó [música] Senhor Deus Pai,
o louvor [música] que transborda de nós.
[canto]
O seu povo [música]
está
reunido em sincero fervor [música]
para [canto] sua
glória
e [música]
pro seu louvor.
>> [música]
[música]
>> sensação e a nós [música] redenção
concedeu
[música]
fingidos tornardeiro [canto]
de Deus [música]
para sua
glória
e com seu louvor
para a sua
[música][canto] glória
e do seu louvor. [música]
ao Senhor Deus [música] Pai,
o louvor que transforma de nós.
O seu povo [música]
está
necessar [música] o peror
ao Senhor Deus [música]
Pai.
O louvor transa [música] de
seu
[música]
peror
para [música] sua
[canto] glória
e do seu louvor. [música]
E nós [música][canto]
esperamos
por ti.
[música]
Confiantes
que lá no [música] fim nos resgatarás.
[canto]
A promessa [música]
feita [canto]
aqui,
>> feita aqui.
[música] Certeza
[canto]
todo viver pra tua glória será. [música]
E nós [canto]
esperamos
por [música] ti.
Confiantes
que lá no fim [música]
nos exaltarás.
A promessa [música]
[canto] feita aqui
na [música] certeza
todo vive para tua glória será
[música][canto]
ao Senhor [música]
[canto] Deus Pai, o louvor que
transborda de nós. [canto]
O seu povo
está
em sincero
ao [música] Senhor Deus Pai, o louvor
[música] que transgoda de nós.
Seu [música]
meu e sincero peror
para a sua [música][canto]
glória
e do seu louvor [música]
para a sua
[canto] glória
[música] e o teu louvor.
[música]
Oremos. Ó Deus, obrigado porque o que
acabamos de cantar reflete aquilo que
também lemos em tua palavra. E, ó Deus,
nós cremos nisso. Cremos no que lemos,
cremos no que cantamos e estamos aqui em
resposta àquilo que a tua palavra nos
diz.
Não temos o atrevimento de entrar em tua
casa, mas nós temos a intrepidez.
Intrepidez essa que foi eh fundamentada
naquilo que o teu filho fez na cruz, que
nos garante não apenas acesso à tua
presença, mas também nos garante a paz
contigo, ó Deus. Muito obrigado, porque
essas coisas foram conquistadas por meio
do sangue do teu filho Jesus. E é em
nome dele que nós oramos e agradecemos
em nome de Jesus. Amém. Os irmãos podem
se assentar.
Meus irmãos, ninguém melhor para definir
o que o pecado é o que ele causa, senão
aquele que morreu para nos libertar do
pecado, para nos salvar do pecado e dos
seus efeitos. E o Senhor Jesus definiu o
que o pecado é, especialmente em uma
conversa, em um diálogo que ele teve com
os judeus e que está narrado em João,
capítulo 8, do verso 31 a 36. Porque ao
mesmo tempo em que Jesus falou do dano,
do prejuízo e da escravidão que o pecado
traz, ele deixou aberta uma grande porta
de esperança eterna. Ele mostra que nele
podemos ser verdadeiramente livres e
termos paz. Então eu quero convidar os
irmãos para que façam essa leitura
comigo de maneira alternada. João
capítulo 8 do verso 31 ao verso 36 diz
que então Jesus disse aos judeus que
haviam crido nele: "Se vocês
permanecerem na minha palavra, são
verdadeiramente meus discípulos.
serão a verdade e a verdade nosá.
>> Eles responderam: "Somos descendência de
Abraão e jamais fomos escravos de
ninguém. Como você pode dizer que
seremos livres?"
>> Jesus respondeu: "Berdade,
digo, e todo que pecado é escravo
pecado."
>> O escravo não fica sempre na casa. O
filho sim fica para sempre.
>> Sim.
os libertar, vocês serão verdadeiramente
livres.
>> Todo aquele que comete pecado é escravo
do pecado. Se o filho vos libertar,
vocês serão verdadeiramente livres.
Então, meus irmãos, com esta confiança,
nós teremos agora alguns instantes de
oração silenciosa, em que nós
confessaremos o nosso pecado ao Senhor
com a nossa esperança bem centrada na
pessoa e na obra. de Jesus Cristo.
Oremos por alguns instantes.
A Senhor, o salmista diz que nós fomos
concebidos em pecado e que em pecado nós
nascemos de fato desde o nosso
nascimento.
Temos uma natureza corrompida, temos
tendências que são torpes, fazemos
coisas que te desagradam, sentimos eh
coisas, desejos desordenados. E por
isso, ó Pai, nesse instante, uma vez que
fomos salvos, não por nossos méritos,
mas pelos méritos de Jesus, que
verdadeiramente nos liberta, nos chama e
nos transforma, uma vez que fomos salvos
pelo teu filho Jesus, estamos aqui
reunidos com a consciência
exata de que nós somos pecadores e de
que os pecados trazem para nós
transtornos, prejuízos, dificuldades,
limitações, fragilidades. ainda maiores
do que as que nós já temos nesse mundo.
Por isso, ó Pai, queremos suplicar a tua
graça e o Teu auxílio para que uma vez
que somos informados pela tua palavra
sobre a nossa real condição e sobre a
nossa necessidade fundamental de
andarmos com Cristo, de nos
arrependermos e de obtermos da tua parte
o perdão, a reconciliação,
a comunhão, queremos nesse instante
suplicar ao Senhor que olhe para nós com
graça, com misericórdia, que estenda a
nós o teu braço forte, que faça, ó Deus,
com que nós sejamos consolados em meio
às tristezas que nós sofremos nesse
mundo por causa dos nossos próprios
pecados. Em meio, ó Deus, à lutas que
nós enfrentamos, que não são fáceis,
porque somos pecadores e porque as
pessoas à nossa volta são pecadores
também. Nós confiamos no Senhor e
sabemos que o Senhor haverá de nos
nutrir, de nos suprir. O Senhor haverá
de nos revigorar. Queremos pedir que o
Senhor faça isso, que o Senhor perdoe os
nossos pecados, que o Senhor purifique o
nosso coração, que o Senhor nos capacite
a andar em retidão diante do Senhor. E
que quando tropeçarmos, quando
vacilarmos, hesitarmos de alguma
maneira, que nós ainda tenhamos a nossa
esperança, porque sabemos em quem temos
crido e estamos bem certos de que ele é
poderoso para guardar o nosso depósito,
o nosso tesouro até aquele grande dia.
Por isso, ó Deus, que o Senhor nos
guarde e nos proteja, que o Senhor nos
livre do mal, que o Senhor nos ajude em
meio às tentações e às provas nesse
mundo, em Cristo Jesus, nosso Senhor e
Salvador. Amém.
E agora, irmãos, então, estimulados pela
certeza de que o Senhor é gracioso e nos
perdoa, vamos nos colocar de pé e vamos
cantar para a glória dele.
Jesus. O Senhor [música][canto] me achei
a ti. Tua ira santa merece.
O teu favor [música] estende a ti.
Aceita [canto]
o pecador.
[música]
Eu venho como estou.
Sim. Venho como estou. [música]
Porque Jesus por mim morreu, eu venho
[música]
como estou.
As minhas culpas grandes [música][canto]
são, mas tu que não mor [música]
podes [canto]
conceber
perdão. Aceita um pecador. [música]
Eu venho como estou.
Sim, venho [música][canto] como estou.
Porque Jesus por mim morou. Eu venho
como [música] estou.
[música]
>> [música]
>> Vem adora, Salvador,
dá-me [música][canto]
por teu grande amor. Pois tu, Jesus, és
meu [música] Senhor, aceita um.
[música]
Eu venho como estou.
Sim, venho [música] como estou. Você,
[canto]
Jesus, por mim [música] morreu. Eu venho
como estou.
[música] Eu venho como estou.
Sim, venho [música] como [canto]
estou.
Porque Jesus por mim morreu. [música]
>> [canto]
>> Venho todos.
de minha [música][canto]
vida,
ó Deus de poder.
>> [música]
>> que eu nunca
peca a visão do [música]
teu ser.
Se é noite [canto] ou dia,
tu és [música] minha luz.
Tua [música] presença,
meus passos [canto]
com
se é [música] minha fonte
de todo saber,
pois [música] a verdade Eu [canto]
desejo
[música] aprender.
Eu sou teu filho, [música]
ó pai sem igual.
>> [música]
>> Em mim [canto]
habita,
Senhor
divina. [música]
[música]
>> [música]
>> Soberano [música]
eternal
[música]
em chegar
a vitória [música][canto]
final.
Se [música] o primeiro
do meu coração, [música]
ser minha
vida, [música] ser minha
visão.
Pode se assentar.
Nessa noite, daremos continuidade
à exposição da palavra de Deus na carta
de Paulo aos Gálatas, na série
intitulada A justiça da Fé, na qual
temos trabalhado e chegamos ao capítulo
5, aonde leremos essa noite os versos de
1 a 12.
Gálatas, capítulo 5 versos de 1 a 12.
Acompanhem comigo atentamente e com
reverência à palavra do nosso Deus.
Assim diz a palavra de Deus.
Para a liberdade foi que Cristo nos
libertou. Por isso, permaneçam firmes e
não submetam de novo ao julgo da de
escravidão.
Eu, Paulo, lhes digo que se vocês se
deixarem circuncidar,
Cristo não terá valor nenhum para vocês.
De novo, testifico a todo homem que se
deixa circuncidar que o mesmo está
obrigado a aguardar toda a lei. Vocês
que procuram justificar-se pela lei,
estão separados de Cristo. Vocês caíram
da graça de Deus porque nós pelo
Espírito aguardamos a esperança da
justiça que provém da fé. Porque em
Cristo Jesus nem a circuncisão, nem a
incircuncisão tem valor algum, mas a fé
que atua pelo amor. Vocês vinham
correndo bem. Quem foi que os impediu de
continuar a obedecer a verdade?
Esta persuasão não vem daquele que os
chamou. Um pouco de fermento leveda toda
a massa. Tenho confiança no Senhor de
que vocês não mudarão a sua forma de
pensar.
Mas aquele que está perturbando vocês,
seja ele quem for, sofrerá a condenação.
Mas, irmãos, se ainda prego à
circuncisão, por que continuo sendo
perseguido? Nesse caso, estaria desfeito
o escândalo da cruz. Quem dera até se
mutilassem aqueles que estão perturbando
vocês. Até aqui a palavra do nosso Deus.
Vamos orar.
Ó Senhor, nos colocamos diante de ti,
pois não temos condição, ó Pai, de
compreender a tua vontade, a não ser que
ela seja revelada por ti e aplicada aos
nossos corações pelo seu Santo Espírito.
Pedimos que isso aconteça neste momento,
Senhor. Que teu Santo Espírito nos
conduza à tua palavra e que molde o
nosso coração e o nosso entendimento.
Esta é a nossa oração em nome de Jesus.
Amém.
Recordando um pouco do que já temos
visto na carta de Paulo aos Gálatas,
isso é muito importante para compreensão
do contexto da passagem de hoje. Devemos
lembrar que Paulo escreve as igrejas da
Galácia com um propósito definido,
que é defender o evangelho por ele
pregado contra distorções que estavam
acontecendo por um grupo de judaisantes.
Judaisantes são aqueles que se diziam
cristãos, mas que ainda estavam apegados
aos ritos judaicos como necessário para
se obter a salvação.
Em outras palavras, eles diziam que
apenas Cristo não era suficiente
e principalmente pregavam a circuncisão
como obrigatório a continuidade,
Cristo mais a circuncisão.
Provavelmente a igreja da Galácia foi
uma das primeiras igrejas visitadas por
Paulo. Ou quando ele retorna da sua
viagem, logo recebe notícias do que está
acontecendo, de que não só a sua palavra
estava sendo desacreditada, como
principalmente o evangelho por ele
pregado estava sendo desqualificado. E
essa era a maior preocupação do apóstolo
Paulo. Nós vimos que Paulo não estava
tão preocupado com o que as pessoas
achavam dele, mas o que estavam
respondendo ao evangelho por ele
pregado.
Paulo então defende a suficiência da
obra de Cristo. Esse é o tema da carta
aos Gálatas. Cristo é plenamente
suficiente para a salvação e tudo que
decorre dela está em Cristo Jesus.
Nós vimos que Paulo faz o contraste
entre a escravidão pela lei e a
liberdade em Cristo Jesus. quando ele
compara, por exemplo, Agar e Sara, nós
vimos isso na nossa última exposição que
está disponível em nosso canal do
YouTube, na da igreja, aonde ele coloca
que aqueles que ainda estão apegados aos
ritos nada mais vivem que uma vida de
escravidão, mas que em Cristo Jesus
agora nós estamos libertos deste peso da
lei, pois a lei tinha como principal
objetivo nos acusar do nosso pecado em
dizer que não tínhamos capacidade de
estar com Deus, mas em Cristo Jesus isso
se finda. A lei tinha este propósito,
acusar-nos do pecado e nos conduzir até
Cristo Jesus para então desfrutarmos
dessa liberdade em Cristo Jesus. E nessa
noite, então, eu gostaria que à luz das
escrituras nós relembrássemos o que ela
nos ensina, que esta liberdade em Cristo
Jesus é uma liberdade irrevogável.
Ela não pode ser retirada,
pois ela é um efeito concreto da obra de
Cristo Jesus em nossa vida. Por isso, o
primeiro ponto dessa noite é que a nossa
liberdade em Cristo é algo que não pode
ser alterado, anulado ou desfeito, mas
que passa a definir a nossa existência.
A nossa liberdade em Cristo,
ela não pode ser retirada, mas ela
começa a dar o tom ou a nortear a nossa
própria existência.
A partir disso, a partir de Cristo, a
minha vida recebe uma nova perspectiva.
O verso primeiro, logo no seu início,
Paulo diz: "Para a liberdade foi que
Cristo nos libertou".
Há um propósito na ação de Cristo na
cruz.
Há um propósito definido de que agora
nós estamos livres da nossa condenação,
de que agora em Cristo nós estamos
livres das amarras do diabo, do inimigo,
que agora em Cristo nós estamos livres
dos poderes e intentos deste mundo,
de que em Cristo nós estamos livres de
nós mesmos.
de que em Cristo agora não se trata mais
de mim mesmo. Como Paulo escreve aos
Coríntios,
que a nossa salvação nos foi dada não
para que vivamos por nós mesmos, mas
para Cristo, por Cristo.
Por isso Paulo deixa claro a estes
irmãos neste contexto em que eles
estavam deixando se levar pela
distorção. Muitos estavam cedendo a
circuncisão, muitos estavam cedendo a
observância da lei como critério para a
sua salvação.
Muitos ainda achavam que tinham a
condição de definir como o seu
relacionamento com Deus seria
estabelecido.
E nós nos dias de hoje corremos este
mesmo risco de achar que a obra de
Cristo está para nós como algo para
compor, somar a nossa vida e não para
defini-la.
Muitas vezes, mesmo sem dizer, a forma
com que vivemos, trata a obra de Cristo
como um aditivo, como um anexo, como
mais uma coisa que compõe a nossa vida.
Quando ela deveria chegar para definir
quem nós somos? Pois por meio da obra de
Cristo recebemos a liberdade que não
tínhamos e não poderíamos alcançar.
escravos dos nossos delitos e pecados.
Sem a obra de Cristo não há nada que
poderíamos fazer para nos achegar a
Deus. E muitas vezes nos dias de hoje,
trazendo paraa nossa realidade, igrejas
pregam algo completamente diferente.
Trazem artifícios ou trazem práticas do
Antigo Testamento para o culto solene,
descaracterizando completamente a
suficiência da obra de Cristo. Homens
tomam para si o poder de serem chamados
de apóstolos, de definirem o que é a
verdade. E nós já vimos o apóstolo Paulo
dizendo que isso não existe, porque em
Cristo tudo é suficiente e por Cristo
recebemos uma liberdade que é
irrevogável.
Então, dando esse tom na conversa, o
apóstolo Paulo continua dizendo na parte
segunda do verso ainda, por isso, ou
seja, porque Cristo libertou vocês para
que vocês vivessem essa nova vida. Por
isso, permaneçam firmes e não se
submetam de novo ao julgo da escravidão.
Não se submetam.
Pela fé na obra de Cristo,
experimentamos uma condição genuína de
liberdade,
uma condição que agora podemos
permanecer firmes na suficiência de
Cristo, não só conhecê-la, mas
permanecer nela. Há uma grande diferença
entre você conhecer
e experimentar.
Eu já disse isso em outras passagens.
Toda vez que o Novo Testamento apresenta
multidões seguindo a Cristo, logo em
seguida você vai encontrar um ponto de
distinção dentro dessa multidão.
Todas as vezes nos evangelhos que você
olhar para que uma multidão seguia a
Cristo, logo em seguida ou no contexto
virá um texto mostrando a distinção
dentro dessa multidão. Quando nosso
Senhor Jesus Cristo foi, realizou
milagres em Jerusalém por conta da sua
chegada, o texto de João diz que muitos
criam em Jesus por conta dos seus
milagres. E logo em seguida o texto diz
que Jesus não se deixava ser crido, pois
conhecia o coração do homem. Quando uma
multidão seguia Jesus e ele fez o
milagre da multiplicação dos pães e
peixes, logo em seguida essa multidão
chegou a seguir a Cristo. Ele disse:
"Vocês estão aqui porque querem encher a
sua barriga". A grande questão é que
agora esta liberdade nos foi dada para
desfrutarmos da suficiência de Cristo,
para permanecer, não somente conhecer a
Cristo, mas permanecer em Cristo,
permanecer nesta liberdade.
Estamos pronto para não nos submetermos
mais à nossa condição de escravos. Paulo
deixa muito claro isso. Permaneçam
firmes nesta fé
e não voltem ou não se submetam de novo
ao julgo da escravidão, de novo
submissos.
E vejam que aqui a igreja da Galácia não
era uma igreja judaica ou de judeus.
Eles não tinham menor lastro histórico
com a cultura judaica. Por isso, de
certa forma, foi fácil para os
judaisantes impor esse tipo de preceito
a eles, um novo conceito de
religiosidade.
Mas o que o apóstolo Paulo está dizendo
é que tanto para aqueles que tinham a
cultura judaica no seu histórico, como
os pagãos que adoravam outros deuses,
qualquer coisa que não seja a
suficiência de Cristo é um retorno à
escravidão. Seja a escravidão da lei
judaica ou a escravidão aos falsos
ídolos e deuses que os gentios poderiam
a seguir. Qualquer coisa que não seja a
suficiência em Cristo é um retorno à
escravidão.
Você já viu uma criança pequena quando
tá fazendo alguma coisa errada e você
pega a abençoada, tira ela do local,
quando você coloca ela no chão, a
primeira coisa que ela faz é retornar
correndo para fazer a coisa errada. Até
que você a discipline de uma forma mais
incisiva, mas ela o testa.
Isso acontece conosco quando Cristo não
é suficiente
em nossa vida prática cotidiana,
quando constantemente Cristo não é
suficiente, nós retornamos
à condição de escravos ou pelo menos a
experimentar os efeitos disso. Por isso,
se o primeiro ponto que Paulo nos traz
aqui é que a nossa liberdade foi dada em
Cristo Jesus para permanecermos nela e
sermos definidos por ela. O segundo
ponto é que a nossa liberdade em Cristo
expressa o valor da sua obra em nossa
vida. A liberdade que recebemos em
Cristo deve ser expressa por nós para
que demonstremos o valor que ela tem em
nossa vida.
Qual o valor da obra de Cristo em nossa
vida ou para nós?
Paulo chega a esta conclusão no verso 2.
Acompanhe quando ele diz: "Eu, Paulo,
lhes digo, se vocês deixarem se
circuncidar, Cristo não terá valor
nenhum para vocês." É o apóstolo Paulo
diz: "Olha, se vocês se apegarem
a ritos, se Cristo não for suficiente,
ele não tem valor nenhum.
Pode parecer que não há mal nenhum a
aderir a certas práticas.
Os o os irmãos da galácia podiam dizer:
"Não, mas não faz mal nenhum.
É só a circuncisão ou é só alguma coisa
a mais? Não tem problema. Mal não vai
fazer.
Seja a circuncisão,
seja o copo d'água do lado da TV,
seja a penitência,
seja a indulgência,
seja qualquer outra coisa que não a
suficiência de Cristo, retira
completamente o valor da sua obra na
cruz.
Quantas vezes, mesmo sem pensar, nós
temos feito isso em nossa vida, não de
uma forma declarada, mas de alguma forma
dando um valor a outras coisas que não a
suficiência de Cristo, a repetição de
orações.
Certa vez, um irmão disse para mim que a
um membro da sua família estava passando
por dificuldade e deram a ele para
repetir várias vezes o mesmo a a mesma
oração.
Quantas vezes sem perceber nós fazemos
isso, achamos naquilo que está mais
próximo da nossa mão,
aquilo que nós conseguimos garantir o
êxito. Até o frequentar uma igreja pode
estar tirando o valor da obra de Cristo
quando depositamos nisso
a suficiência, quando depositamos nisso
a nossa segurança ou quando
estabelecemos nisso o nosso
relacionamento com Deus. Ah, eu faço
parte de uma igreja, vou todo domingo,
eu faço parte da sociedade interna.
Mas se isso de alguma forma
habita o seu coração como um como um
aditivo,
como uma segunda opção,
a obra de Cristo não tem valor. Ou
Cristo ocupa o centro da nossa fé como o
único e suficiente Salvador, redentor e
senhor, ou ele não é nada. Eu sei que as
palavras são duras, mas graças a Deus
foi Paulo que disse,
instruído, inspirado pelo Espírito
Santo,
se vocês se deixarem circuncidar ou se
vocês se deixarem levar por qualquer
outra coisa que não há Cristo, Cristo
não terá valor nenhum a vocês.
Jesus nunca ofereceu meio termo
ou uma autoridade compartilhada quando
se trata da liberdade que ele conquistou
na cruz. Jesus nunca ofereceu uma
segunda opção, um plus. Jesus nunca
ensinou que há uma outra possibilidade
que não a sua morte na cruz para nos dar
liberdade.
Nós que buscamos ocupar um espaço que
não nos pertence.
Nós que muitas vezes buscamos
definir como essa liberdade será
usufruída.
Desde Adão e Eva, quando nós tentamos
dizer o que é liberdade, afastados
daquilo que Deus diz, a coisa dá errado.
O que restou a Adão e Eva foi suor,
tristeza,
distanciamento.
Quando nós tomamos o lugar para definir
o que é liberdade e não a liberdade que
nos foi dada em Cristo, a obra de Cristo
perde o seu valor, não pelo que ela é,
mas pelo que ela representa para nós. A
obra de Cristo nunca vai perder o seu
valor,
mas sim deixamos de usufruir deste valor
quando negamos a sua suficiência.
Paulo é alguém que pode dizer isso com
toda a certeza e a afirmação. E ele diz:
"Eu, Paulo, lhes digo isso. Palavras de
alguém que viveu sobre o julgo da lei,
palavras de alguém que viveu sobre os
ritos judaicos com todo fervor". Em
determinada passagem, ele diz isso.
Olha, se há alguém que poderia se
orgulhar de ser judeu, esse seria eu,
o mais zeloso dos zelosos,
o mais estudioso.
Mas em Cristo eu considero tudo isso
como nada para achar tudo em Cristo.
A grande pergunta que devemos fazer é se
nós temos proclamado o poder, glória e
valor da liberdade de Cristo a começar
pela nossa vida.
Será que realmente compreendemos o preço
que foi pago?
Será que quando dizemos que somos livres
em Cristo compreendemos
o peso e a glória?
a pena paga por Cristo e ao mesmo tempo
a glória concedida a nós.
Ou achamos que fazer parte de uma
igreja, frequentar a sala de
catecúminos, realizar a pública
profissão de fé e batismo,
mas não ter Cristo como único e
suficiente salvador para a nossa vida,
de nada vale, de nada serve, pois tudo,
tudo o que lhe foi dado para
experimentar de sua liberdade retorna
para a centralidade de Cristo. Nós
precisamos responder a esta pergunta que
a palavra de Deus nos faz. Qual é o
valor da cruz para nós?
Há um hino muito conhecido que diz: "Eu
amo a mensagem da cruz".
Amamos a mensagem da cruz. [roncando]
Amamos. Amamos sim, pastor. A sua vida
expressa isso.
Você pode se autoavaliar. Não, homens,
nós já vimos isso em outras passagens,
não estamos preocupados com a nossa
condição diante de homens, mas de Deus.
Pois aqueles que assim não fazem,
aqueles que preferem definir como o seu
relacionamento com Deus será conduzido,
não conseguem expressar desta forma, mas
continuam
continuam escravos, escravos da sua
condição. O apóstolo Paulo chega a essa
conclusão, dizendo no verso 3: "De novo
testifico
a todo homem que se deixa circuncidar
que o mesmo está obrigado a guardar toda
a lei." Nós vimos isso, que o caráter da
lei, como eu já disse, era apontar a
nossa incapacidade
e ao fazer isso, nos pegar pela mão e
levar até Cristo.
Aqueles que continuam
achando que tem condições de definir a
sua relação com Deus ou definir a sua
própria liberdade pela sua própria
opinião e não a de Deus, são esses
que ficam somente com a parte de a da
lei apontando a sua incapacidade,
mas não se deixam conduzir para Cristo.
Obrigado a guardar toda a lei, um fardo
que não se pode carregar.
A palavra nos ensina que ninguém
conseguiu cumprir a lei, pois o mínimo
pensar nós já transgredimos essa lei.
Você e eu não temos capacidade de
estabelecer comunhão com Deus se não for
por meio de Cristo.
Eu sei que muitas vezes nós não dizemos
isso, mas por muitas vezes nós vivemos
esta mentira
de achar que podemos
ou que temos alguma condição de
estabelecer comunhão com Deus por meio
da nossa percepção de mundo,
por meio de ritos, por meio simplesmente
de tarefas. E Paulo está dizendo: "Olha,
não faça isso, porque fazendo isso você
continua sendo aquele que está debaixo
da lei
e de alguma forma se satisfazendo com a
condição de escravo,
retornando essa condição."
E aí Paulo então introduz algo que pode
ser um pouco complexo a o primeiro olhar
no verso 4 quando diz que vocês que
procuram justificar-se pela lei estão
separados de Cristo. Vocês caíram da
graça de Deus. Aqui Paulo não está
tratando da hipótese da perda da
salvação,
mas da realidade de que ao manifestarmos
a nossa fé em Cristo Jesus como único e
suficiente autor e consumador, a nossa
liberdade
expressa a nossa condição em Cristo. Ele
não está falando aqui de perder a
salvação. Ele está dizendo que essa
manifestação
de retorno constante à condição de
escravos, de retorno constante a fazer
aquilo que a liberdade não quer mais que
façamos ou que não precisamos mais estar
sujeitos quando temos essa vida
constante de retorno e retorno e
retorno.
A verdade é que nós ainda estamos
separados da liberdade de Cristo
e de certa forma não estamos
aproveitando
ou ainda não pertencemos à graça de
Deus.
Sim, a nossa fé, dizer que cremos em
Cristo Jesus, compreendermos a liberdade
que nos foi dada em Cristo Jesus para
sermos agora escravos e servos de Deus e
não de nós mesmos. produz isso, produz
participação.
Participação.
A segunda carta do apóstolo Pedro diz
que todas as coisas nos foram dadas para
termos uma vida de piedade e ao andarmos
nisso, experimentarmos
da natureza divina. Você já parou para
pensar isso? Que em Cristo Jesus você
recebeu a liberdade para experimentar da
natureza divina?
em ser feito nova criatura, estar
debaixo de uma nova condição e tudo isso
ser expresso dia após dia, segunda,
quarta, quinta, terça noite, sábado de
manhã, constantemente experimentado por
você e visto por outros
de que Cristo é suficiente para você a
sua maior alegria. nele que você
deposita a sua alegria, a sua fé em dias
difíceis, nublados de angústia, de medo,
de dor. Você chorar, você se angustiar,
você se deprimir, mas saber para onde
pode correr e correr para lá,
correr para a cruz de Cristo, pois ela
define quem você é. E aí você entende o
valor que ela tem para você. E o mundo
pertence a esse mundo caído. Esse mundo
caído pertence ao maligno, como Efésios
nos lembra. Mas nós estamos aqui para
mostrar que há um reino diferente.
Vejam quanta coisa o apóstolo Paulo está
colocando para esses irmãos que
receberam o seu evangelho,
mas que por algum motivo estão se
apartando disso.
Cristo não é suficiente. Logo, você será
separado ou estará separado dos efeitos
disso.
Se Cristo não é suficiente na sua
essência, você não experimentará desta
realidade nos momentos difíceis
ou nos momentos de alegria. Se antes ele
não é a base, você não terá para onde
correr.
Se você acaba achando que pode definir o
que é liberdade, você vai ficar como
cachorro correndo atrás do rabo quando a
coisa ficar difícil, sem saber para onde
ir, perdido como cego,
ou deixando se guiar por outros cegos.
Portanto, nós devemos firmar a nossa
condição nisso, de que a liberdade de
Cristo nos foi dada e não será tirada
por ninguém. Ela nos liberta de nós
mesmos.
que ela
é o tesouro da nossa vida e que devemos,
por meio do que fazemos, falamos,
pensamos e agimos, expressarmos o seu
valor. E ela é revogável, pois ela é
aplicada pelo Espírito Santo. E este é o
terceiro ponto que o apóstolo Paulo nos
diz aqui. A nossa liberdade é assegurada
pelo Espírito de Deus que habita em nós.
No verso 5, ele diz: "Porque nós, pelo
espírito, aguardamos a esperança da
justiça que provém da fé. pelo espírito
que nos foi dado em Cristo Jesus, pelo
poder do Espírito Santo. Nossa esperança
é constituída pela fé na suficiência da
obra de Cristo, mantida constantemente
pelo seu espírito que habita em nós.
Muitas vezes nós negligenciamos o papel
do Espírito Santo em nossa vida.
Muitas vezes nós nos esquecemos do que o
apóstolo Paulo chama de penhor, ou seja,
a garantia
da nossa salvação em Cristo Jesus. É
pelo poder do Espírito Santo de Deus que
nos mantemos firmes.
Não caia na ilusão de que você, pela sua
própria força, conseguirá se manter
firme. Veja como isso influencia até a
forma com que oramos ou nos dirigimos a
Deus.
Quantas vezes na sua oração você diz:
"Senhor, eu não consigo
Senhor, neste ponto eu sou fraco,
frágil, frouxo.
Por isso eu creio em Teu Santo Espírito
e peço que o Senhor me guie nisso,
pois eu creio que no teu Santo Espírito
eu vou conseguir.
Dá-me, Senhor, aquilo que me pede.
Conceda-me, Senhor, capacidade. Busque
constantemente. Se alimente da palavra,
se alegre na palavra,
exercite a sua satisfação em Cristo.
Quantas vezes pela manhã poderíamos
fazer o nosso dia completamente
diferente ao lembrarmos a nossa
suficiência ou da suficiência de Cristo
em nossa vida?
ou da nossa satisfação em Cristo, pelo
poder do Espírito Santo, a sua
instrução, somos lembrados disso. Paulo
diz: "Porque nós, pelo espírito, pelo
espírito, Paulo diz anteriormente,
fiquem firmes". Agora ele diz, "Pelo
espírito, guardem, guardemos a esperança
da justiça que provém da fé".
É no poder do espírito que podemos nos
apropriar dessa liberdade que o mundo
não conhece.
Uma liberdade satisfatória, mesmo em
dias difíceis.
É no poder do Espírito Santo ou por meio
do Espírito Santo que podemos descansar
na justiça da fé.
Nós precisamos responder para nós
mesmos: os dias são caóticos.
Os dias são cada vez mais difíceis e
continuarão sendo.
Precisamos alimentar a nossa esperança
das verdades que Deus revela a nós.
Era isso que Paulo estava falando a
esses irmãos. Nós vimos em exposições
anteriores dizendo: "Olha, esse é o
evangelho que eu preguei para vocês e
vocês estão olhando para outras coisas
que não apontam para Cristo".
Porque em Cristo, ele diz, em Cristo
Jesus, no verso 6, nem a circuncisão,
nem a nem a circuncisão ou incircuncisão
tem valor algum, mas a fé. Paulo está
lembrando que aqueles que aquelas
igrejas compostas de gentis que não
tinham o histórico judaico em nada
tinham a ver com o passado ou a lei.
Mas os judaisantes também não importa
sua condição antes de Cristo.
O que importa agora é quem você é em
Cristo.
como você define a sua vida em Cristo? a
forma com que você desfruta da sua
liberdade em Cristo, não mais voltando
para práticas da escravidão, mas se
satisfazendo em fazer a vontade.
É esta fé que nos é aplicada pelo
Espírito Santo, que opera em amor, amor
da parte de Deus por nós, da parte de
Cristo por nós, para que nós pudéssemos
amar a Cristo. Nós não conseguimos amar
a Deus e a Cristo antes do seu amor se
achegar até nós.
Nós apresentamos o evangelho porque
amamos
aqueles a quem proclamamos esta palavra.
Qual tem sido o valor do evangelho à
nossa vida? Ou qual tem sido o valor da
cruz de Cristo? Ela tem nos definido.
Conseguimos experimentar nas nossas
atitudes, pensamentos, conversas o valor
e a suficiência da obra de Cristo.
Paulo vai fazer essa essa primeira
aplicação e eu gostaria de trazer nesta
noite a estes irmãos.
No verso 7, ele diz: "O que te impede de
continuar? Vocês
vinham [roncando] correndo bem?
Quem foi que os impediu de continuar a
obedecer a verdade? E essa é a primeira
aplicação que nós deveríamos buscar
nessa noite. O que tem te impedido
de se satisfazer na cruz de Cristo?
O que tem te impedido de descansar
completamente
em quem Cristo é? O que tem te impedido?
É a conta bancária, são os boletos para
pagar,
é uma condição de enfermidade sua ou de
alguém na sua família? É o cenário
político
do nosso país? É a violência? É a falta
de educação?
O que tem te impedido de descansar na
cruz de Cristo?
ou que tem te impedido
de desfrutar dela da forma com que ela
foi nos dada. Será que não é o seu
egoísmo?
Será que não é o meu senso de que eu não
sou tão mal assim? Ou de que há algo em
mim que me faça valer diante de Deus? O
meu orgulho, a minha prepotência, a
minha arrogância?
O que tem impedido?
o que tem nos impedido de corrermos bem.
Mas também Paulo nos lembra do cuidado
que devemos ter quando diz que um pouco
de fermento leveda toda a massa.
Quando ele nos lembra que um pouquinho
de fermento é o suficiente para fazer
acontecer,
um pouco de fermento leveda toda a
massa.
A segunda aplicação é essa. Cuidado
a quem você tem dado ouvidos.
Com quem você tem se aconselhado?
Qual tem sido a sua fonte de respostas
para questões primordiais da sua vida?
Do que você tem se alimentado?
O que você chama ou busca como
liberdade? Responda isso. O que é
liberdade para você?
É não ter que dar satisfação a ninguém.
Esse é um conceito mundano muito óbvio.
Se você perguntar para alguém, o que é
liberdade? É não ter que dar satisfação
a ninguém. O que é liberdade? Eu poder
fazer aquilo que me satisfaz.
O que é liberdade?
É o poder ir e vir.
Mas a liberdade em Cristo é muito maior
do que isso. Ela trata da nossa condição
eterna. Ela trata da nossa condição além
deste mundo, além desses governos, além
dos boletos a pagar, além da enfermidade
que pode nos circundar. Mas cuidado,
pois
mentiras são travestidas
de verdades suavemente
dentro do nosso meio, dentro da sua
própria vida.
Cuidado com que você se alimenta, do que
você se alimenta espiritualmente.
Cuidado a quem você dá ouvidos.
Cuidado
na forma com que você estabelece o que é
liberdade.
O terceiro ponto é aplicação, na verdade
que Paulo nos traz é: confie no Senhor.
No verso 10, ele nos lembra: "Tenho
confiança no Senhor de que vocês não
mudarão o coração de vocês."
Confie no Senhor.
Confie que aquilo que ele lhe deu é o
suficiente para você caminhar com ele.
Peça ao Senhor e confie para que o seu
coração permaneça firme.
Não tenha medo. A confiança de que a sua
palavra trará luz e discernimento à sua
vida. Este é o valor que damos às
doutrinas. Por isso que é tão importante
estabelecer a razão da nossa fé. Por
isso que é tão importante conhecer ao
Deus que servimos. Por isto que esta
igreja e qualquer igreja genuinamente
cristã, será uma igreja que defenda a
palavra de Deus acima de toda e qualquer
circunstância.
Será que esse tem sido o nosso modelo de
cristianismo?
Paulo está dizendo isso aos irmãos da
Galáia e a nós aqui em Santo Amaro.
Confie no Senhor. Não se trata da sua
opinião a respeito de quem Deus é. Não
se trata da sua opinião a respeito do
que é liberdade, mas se trata do que
Deus disse e do que ele realizou em
Cristo Jesus.
Paulo era condizente com o seu
evangelho,
mas ele deixou claro no verso 11, pois
talvez alguém queria atacá-lo quando ele
disse, mas irmãos, se ainda prego a
circuncisão,
por que continuo sendo perseguido? Aqui
muito provavelmente havia um burburinho,
uma um bafafá na igreja ah da Galácia de
que Paulo havia obrigado Timóteo a se
circuncidar. E realmente em Atos 16 você
vai ver que ele faz isso, pois Timóteo
era filho,
parte, né, pai, mãe, mãe judia e pai
grego. E Paulo, então, faz com que
Timóteo se circuncide
para se achegar ou se aproximar dos
judeus, mas isso não desqualificou a
mensagem de Paulo, pois o centro dela
era suficiente se é de Cristo. E ele
termina esse ponto dizendo: "Olha,
aqueles que querem contrapor isso, se eu
fosse defensor da circun da circuncisão,
porque eu estaria sendo perseguido ainda
nos dias de hoje". E a palavra de Deus,
o verdadeiro evangelho tem sido
distorcido
em verdades ou mentira, pois mentira é
mentira, assim como falsos mestres são
falsos mestres, têm adentrado
o meio cristão e plantado mentiras.
Paulo está falando aqui para uma igreja,
como está falando para nós que nos
dizemos cristãos.
Respondamos qual é o valor da cruz de
Cristo.
E Paulo não alivia, ele termina num tom
bem pesado,
desejando aqui uma oração imprecatória,
desejando que aqueles que estão
distorcendo o evangelho
sejam atingidos pelo seu próprio erro.
Eu não sei se chamou a sua atenção
quando foi lido. Quem dera até se
mutilassem aqueles que estão perturbando
vocês. Paulo está fazendo analogia aqui
com aqueles que estão obrigando
os gentios a fazerem a circuncisão. Ele
diz: "Olha, tomar eles
sofram o próprio dano daquilo que estão
impondo a vocês." Paulo não está dizendo
que esse é um modelo para tratar os
membros da igreja. Pelo contrário, a
carta de Paulo aos Gálatas é o manifesto
de amor pela Igreja, mas da compreensão
dos maus e dos perigos que a cercam.
Nós, como líderes, devemos ter essa
percepção e não aliviar, principalmente
quando a defesa é a mensagem da cruz.
Como eu amo a mensagem da cruz. Nela há
gozo e triunfo.
Como eu amo a mensagem da cruz, pois ela
é o que me deu liberdade.
Que esse seja o canto em nossa boca, dia
após dia, que respondamos às perguntas
que Paulo
ou Deus nos faz por meio do apóstolo
Paulo. O que nos impede? O que nos
impede de nos satisfazermos na cruz de
Cristo? Se você identificou o que está
te impedindo, tire isso. Não retorne à
condição. Não retorne à aquilo que lhe
fazia como um escravo, pois é para a
liberdade que Cristo o libertou. Vamos
orar.
Ó Senhor, diante de ti,
pedimos que o Senhor molde o nosso
coração. O Senhor conhece os nossos
dias, o Senhor conhece o que está
passando em nosso coração.
O Senhor conhece os nossos dilemas e
aquilo que temos colocado como obstáculo
para desfrutar do que a obra de Cristo
tem para nos dar.
Não estamos falando de perda da
salvação, mas estamos falando sim,
Senhor, de desfrutarmos daquilo que
Cristo nos deu.
Que a cruz de Cristo seja o nosso maior
tesouro.
Que a cruz de Cristo, Senhor, seja
aquilo que nos faz cantar nos dias da
adversidade, que nos faz, Senhor, termos
vigor em dias difíceis.
Que a cruz de Cristo seja a nossa
alegria para proclamarmos ela a todos
aqueles que estão à nossa volta. Que o
mundo veja, que o mundo perceba, que o
mundo seja ensinado por meio da nossa
vida, das nossas atitudes,
que a cruz de Cristo é o nosso maior
tesouro e é a nossa garantia. Que teu
Santo Espírito aplique isso em nosso
coração, que pelo poder do Teu Santo
Espírito possamos experimentar.
Traga-nos a memória, ó Pai, as tuas
palavras. Traga-nos à memória e ao
coração, ó Pai, as tuas verdades. Este é
o nosso desejo. Esta é a nossa confiança
e esta é a nossa alegria. Em nome de
Cristo Jesus. Amém. Convido a igreja a
se colocar de pé. Iremos entoar um
cântico ao Senhor e nesse momento
demonstraremos visivelmente aquilo que
já há em nosso coração, a alegria e a
confiança
na mão do Senhor sobre a nossa vida, na
providência do Senhor, sendo fiel nos
dízimos e generosos nas ofertas,
agradecendo ao Senhor pela liberdade que
temos em Cristo Jesus.
>> [música]
[música]
>> Es por
vive.
>> [música]
>> Senti
que teu coração
[música]
e é só
[música]
você Eu
já não tinha voz [música]
a Sentimeste
[música]
e aborta. [música][canto]
Entraste
em paz. [música]
Eu sei.
E [música] hoje
queas
soberano,
[música]
no trono
que há [música]
em mim.
[música]
Vamos luz.
A escuridão
[música]
que a vida meus viã [canto]
[música]
sentir
[música] que o meu coração
e abater.
Estava [música]
em meus.
Eu já não tinha a paz.
A esperança [música]
estava longe de mim.
Cristo [música]
e [música] fácil
é
hoje
[música]
soberano.
>> [música]
>> em [música]
tudo
em mim.
[música]
>> [música]
>> Amém. Vamos orar, meus irmãos.
Pai amado, nós somos gratos a ti por
tudo, Pai. Tudo que o Senhor tem nos
dado, tudo que o Senhor tem nos
concedido, o nosso coração se alegra
imensamente porque nós sabemos que nós
não somos dignos, Pai, de receber tudo
quanto recebemos de ti. O nosso coração
se alegra em saber que o Senhor é o
nosso Deus, o Senhor é o nosso Pai,
apesar de também não merecermos. Nós não
merecemos, Pai, chamar o Senhor de Pai.
Ainda assim, o Senhor nos concede, o
Senhor nos concede, Pai, a graça de
trabalharmos e termos rendimentos para
termos também a alegria de dizimar em
neste local, a alegria, Pai, de
colaborar com o trabalho que o senhor
realiza aqui. Por isso, Pai, nosso
coração mais uma vez se alegra. Pedimos
ao Senhor, Pai, que nos ajudes a sempre
colaborar com a Tua obra. Dê-nos a
graça, Pai, de também usar tudo aquilo
que veio a este local, tudo que foi
ofertado, tudo que foi dizimado da
melhor maneira possível, Pai. dê-nos a
sabedoria para isso. Nos ajuda, Pai,
porque nós precisamos do Senhor em todo
tempo. Queremos agradecer ao Senhor
também pela palavra que foi pregada,
porque nós aprendemos um pouco mais
acerca da liberdade que nós temos em
Cristo. Aprendemos um pouco mais acerca
do crescimento que nós podemos ter
somente em Cristo. E rogamos a ti, Pai,
que o Senhor nos capacite a isso. Dê-nos
a graça, Pai, de olhar sempre para Jesus
e somente para Jesus. É o que nós
rogamos ao Senhor, Pai, com os corações
gratos, imensamente gratos, pelo culto
que nós pudemos prestar ao Senhor. E
agora, Pai, nós rogamos ao Senhor a tua
bênção, que a graça do Senhor Jesus
Cristo, o amor de Deus o Pai, a comunhão
e a consolação do Espírito Santo seja
com todo o povo de Deus que ama e
aguarda a sua volta para todo sempre.
Amém. A igreja pode se assentar.
เ
Bem, meus irmãos, nosso culto está
encerrado. É uma oportunidade
singular estar na casa de Deus para
adorar. Hoje nós não tivemos nenhuma
nenhum visitante identificado,
mas vamos passar para alguns avisos da
nossa nosso expediente. Já avisamos de
manhã, então, a plenária da SAF no dia
13 de junho, às 15 horas. Ah, você que é
membro da SAF, sintam-se convocadas, tá
bom?
Nós teremos aqui no mês de julho, para
quem já participou, sabe que as escolas
bíblicas de férias aqui será de 2 a 5 de
julho, tá? Literalmente isso aqui pega
fogo, tá? Então nós precisamos de
voluntários, tá certo? Então, eu acho
que tem vagas e funções para
praticamente todo mundo. Como eu disse,
nem que você quiser ficar na porta
mostrando a direção,
eh, tem vaga para isso. Então, olha, ano
passado nós tivemos mais de 100
voluntários
para dar conta de tanta criança que vem,
tá certo? Então, esse essa divulgação
aqui é inicialmente para recrutar
voluntários, tá?
Inscreva-se. Veja lá como você pode
ajudar um for um dia, metade de um dia,
uma hora que for. Então faça isso. É uma
boa maneira de nós ah investirmos esse
tempo, né, na vida dessas crianças. E
tem sido uma estratégia para que várias
pessoas novas ah acabam vindo conhecer a
igreja por causa desse trabalho. Então,
inscrevam-se, participem. A, aí está uma
oportunidade boa para você participar.
Eh, não tem a nós ainda tem vagas.
>> É, então nós já estamos com 43
inscritos. Esse é o encontro de casais
que acontecerá em setembro ainda, mas
porque tem é um valor investimento aí.
Eh, você precisa então eh se inscrever,
dar uma entrada inicial para que você
reserve. Eu não sei quantos viram, mas
eu vi agora recente na, acho que foi no
G1 ou em algum lugar aí que Monte Verde,
Minas Gerais já ultrapassou Campos do
Jordão em termos de a concorrência para
turismo. Eu não sabia disso, tá? Eu
nunca fui em Monte Verde. Será a minha
primeira vez, mas não é por isso que
você vai, tá certo? Mais importante do
que o turismo em Monteverde é a
participar, né, dessas palestras. Será
um momento singular. é investimento que
você faz na sua vida, ah, como casais.
Então, aí está o valor. Isso já está
divulgado nas nossas mídias sociais,
irmãos. Então, hoje nós temos aqui, foi
informado diretamente, né, da cozinha
que nós teremos hoje após o culto
canjica com paçoca, né? E ah, começando
pelos idosos, né? Vamos deixar os idosos
comerem primeiro. Ah, os jovens esperem
na fila um pouco e já estou vendo daqui
já as panelas ali prontinha nos
aguardando, mas é um pretexto para que
nós conversemos mais uns com os outros e
tenhamos um tempo de comunhão. Tenham
todos uma boa semana na paz do Senhor.

Tags: