# 72 Pilares da Fé Reformada | Estudo Bíblico
04/06/2026
# 72 Pilares da Fé Reformada | Estudo Bíblico
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PILARES DA FÉ REFORMADA
Teologia Dogmática ao alcance de todos
O desafio da Primeira Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia é que continuemos a caminhada na preservação da doutrina e na aplicação das verdades bíblicas aos novos desafios de nossa geração. Integrando-nos à nobre sucessão dos que amam a Deus e sua Palavra e que buscam entendê-la e aplicá-la, em submissão ao Espírito, à vida da Igreja. D. M. Lloyd-Jones diz:
“Toda a doutrina cristã visa levar, e foi destinada a levar a um bom resultado prático. […] A doutrina visa levar-nos a Deus, e a isso foi destinada. Seu propósito é ser prática […] a nossa vida cristã nunca será rica, se não conhecermos e não aprendermos a doutrina. Você não poderá ser santo se não conhecer bem a doutrina. Doutrina é a ligação direta que leva à santidade. É somente quando compreendemos essas verdades fundamentais que podemos atender ao apelo lógico para a conduta e o comportamento agradáveis a Deus”.
Diante disso, uma tradição saudável tem compromisso com o passado na geração do futuro. Portanto, “o conservadorismo criativo utiliza-se da tradição, não como autoridade final ou absoluta, mas como recurso importante colocado a nossa disposição pela providência de Deus, a fim de nos ajudar a entender o que a Escritura está nos dizendo sobre quem é Deus, quem somos nós, o que é o mundo ao nosso redor e o que fomos chamados para fazer aqui e agora”. J.I. Packer nos ajuda nessa compreensão:
“A tradição nos permite ficar sobre os ombros de muitos gigantes que pensaram sobre a Bíblia antes de nós. Podemos concluir pelo consenso do maior e mais amplo corpo de pensadores cristãos, desde os primeiros Pais até o presente, como recurso valioso para compreender a Bíblia com responsabilidade. Contudo, tais interpretações (tradições) jamais serão finais; precisam sempre ser submetidas às Escrituras para mais revisão”.
Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
+55 (62) 3213-3320 ou 98113-0461 (WhatsApp)
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Legendas automáticas:
Irmãos, boa noite. Nós vamos iniciar nosso estudo bíblico nessa noite e nós estamos dentro do mesmo assunto que nós tratamos na última quarta-feira, mas nós separamos uma da dos ofícios de Cristo, que é o ofício sacerdotal, é para para hoje, né? visto que a questão do ofício sacerdotal, ela precisa ficar muito claro na nossa na nossa mente. Eh, isso é o cerne do evangelho, né, do entendimento do evangelho. Portanto, nós vamos olhar para esse assunto nessa noite. Espero que nós tenhamos tempo suficiente. Mas eh então eu coloquei uma análise de um texto bíblico antes e depois nós vamos tratar na visão da teologia dogmática, tá? Então o mais importante sempre é o texto bíblico. Então eu creio que no texto bíblico nós já temos as indicações necessárias, né? Mas nós abordaremos essas nuances também dentro da teologia sistemática e da teologia dogmática e que nos ajuda muito a entender o tempo, ajuda eh muito a gente entender eh porque os desvios doutrinários acontecem. E como eu já tenho dito aqui, a maior parte deles acontece na cristologia, exatamente porque se derruba se aquilo que a palavra de Deus fala a respeito de Cristo, todo conjunto doutrinário ele vem abaixo também. Nós vamos orar e assim nós vamos iniciar. Senhor nosso Deus, nós queremos bendizer o teu nome, te agradecer, ó Deus, pela tua graça, a tua misericórdia e a fidelidade do Senhor, ó Deus, que caminha, ó Deus, com a nossa vida, a nossa história. De fato, ó Deus, bondade e misericórdia tem nos seguido, ó Deus, nos dias da nossa vida. Isso é promessa do Senhor. Abre os nossos olhos sempre para contemplar isso e perceber, ó Deus, esse cuidado, pastoreio do Senhor, ó Deus, na nossa caminhada. Pedimos ao Senhor que nos abençoe nessa noite, ó Deus, com entendimento da tua palavra, que o Senhor mesmo aplique em nós por meio do teu espírito, ó Deus, que gere em nós sempre alegria, ó Pai, de saber que servimos a um Deus eh que nos amou, ó Deus, antes da fundação do mundo e providenciou, ó Deus, tão grande redenção para nossa vida. Abençoe-nos, ó Deus, aos que estão aqui presentes e aqueles que nos acompanham à distância. Que o Senhor, ó Deus, derrame sua bênção sobre nós. É a nossa oração em nome de Jesus. Amém. Eh, quero convidá-los a abrir em Hebreus, no capítulo 7. Está aqui na tela 23 a 25, mas eu gostaria de ler com os irmãos a partir do verso de número 11. Hebreus capítulo 7, a partir do verso de número 11. que disse: "Portanto, a perfeição houvera sido mediante o sacerdócio levítico, pois nele baseado o povo recebeu a lei? Que necessidade haveria ainda de que se levantasse outro sacerdote segundo a ordem de Melquizede, e que não fosse contado segundo a ordem de Arão? Pois quando se muda o sacerdócio, necessariamente há também mudança de lei. Porque aquele de quem são ditas essas coisas pertence à outra tribo da qual ninguém prestou serviço ao altar. Pois é evidente que nosso Senhor procedeu de tribo de Judá, tribo a qual Moisés nunca atribuiu sacerdotes. Isso é ainda muito mais evidente quando a semelhança de Melquizede se levanta outro sacerdote, constituído não conforme a lei de mandamento carnal, mas segundo o poder de vida indissolúvel. Porquanto se testifica, tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquizedec. Portanto, por um lado, se revoga a anterior ordenança por causa de sua fraqueza e inutilidade, pois a lei nunca aperfeiçoou coisa alguma e por outro lado, se introduz esperança superior pela qual nos chegamos a Deus. E visto que não é sem prestar juramento, por aqueles sem juramento são feitos sacerdotes, mas este com juramento por aquele que lhe disse: "O Senhor jurou e não se arrependerá. Tu és sacerdote para sempre". Por isso mesmo Jesus se tem tornado fiador de superior aliança. Ora, aqueles são feitos sacerdotes em maior número porque são impedidos pela morte de continuar. Este, no entanto, porque continua para sempre, tem o seu sacerdócio imutável. Por isso também pode salvar totalmente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles. Vamos dar uma olhada nesse texto com maior cuidado pra gente entender algumas questões aqui. Primeira coisa, eh nós vemos o peso aqui da antiga aliança, eh ligados a templos, sacrifícios diários, ritos de purificação. e que uma sucessão interminável de mediadores levíticos, porque morria o sumo sacerdote, eh, ele vinha outro sumo sacerdote no lugar. É interessante notar o texto que ele mostra exatamente porque o sacerdócio de Cristo é superior, até mesmo na linhagem, porque o Levítico era passageiro, né? Então, eh, a gente vai perceber que a palavra de Deus mostra isso claramente. Tanto é que Jesus, como o próprio texto diz, ele vem da tribo de Judá e não da tribo de Levi, da onde era a os sacerdotes, né? Os sacerdotes deveriam vir dali. E aqui a palavra de Deus faz essa ligação com Melquizedec, que aparece lá em Gênesis, né? E aí a palavra do Senhor fala que esse sacerdócio ele é superior. Ele passa acima do sacerdócio levítico que era temporário. Portanto, o sacerdócio levítico era real, divinamente instruído, instituído e necessário, mas era por design provisório e limitado, certo? Então, quando a gente olha até para algumas questões hoje que as pal as pessoas elas eh pegam a, vamos dizer, a forma, a estrutura que era passageira para tentar aplicar nos dias de hoje, até eh na música, o povo fala: "Ah, os levitas, né? Não existe levita, né? Não existe isso de levita". Os levitas eh também todo aquele ministério, ele apontava para algo terreno e passageiro, né? Então, e até um um erro grave, porque os levitas não eram só músicos, né? Então eles serviam aos sacerdócios, era porteiros, eh guardas do templo, uma série de coisas que eram divisões dentro da tribo de Levi. Então, a promessa de uma nova ordem surge não da tribo de Levi, mas de um juramento divino inquebrável, aquilo que a palavra de Deus tinha prometido. Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquizedec, né, no texto do Salmo 110. E que é repetido, então, agora em Hebreus, no capítulo 7. Então a gente vai perceber aqui que ora aqueles, o texto diz o verso 23, ora aqueles são feitos sacerdotes em maior número porque são impedidos pela morte de continuar. ele começa a fazer a comparação do sacerdócio de Cristo e agora com primeiro com esse sacerdócio imperfeito. Nenhum sumo sacerdote ele conquistou, vamos dizer assim, uma uma eternidade ou uma vida eh sem fim para que ele pudesse ser apenas ele como sumo sacerdote. Portanto, a multiplicidade sucessiva, os termos, ele do texto, ele vai apontando para isso. O sacerdócio então antigo dependia de uma cadeia interminável de substituições. O texto de novo, ele vai usar o termo tanatos, que diz respeito à morte, né? A gente tem esse termo no nosso dia a dia. Aí, tanatologia estudo da morte, né? A morte era o limite então absoluto. Eh, o mediador que intercedia pelo povo era eh mesmo vulnerável e mortal. É o que o texto ele começa a fazer de de distinção. Permanecer então ou manter-se eh numa função exatamente então o que o sacerdote antigo não conseguia fazer. E é o que a palavra de Deus fala de algo perene. Portanto, é lógico que esse ministério levítico ele era passageiro, né? Então essa ilusão aqui da multiplicidade, sacerdó levíticos múltiplos porque morriam. Nenhum desses mediador podia permanecer no ofício indefinidamente. E a morte interrompiu o serviço sempre. lembra que até havia uma prescrição contra eles. A forma como eles entrassem na presença do Senhor no Santo dos Santos geraria morte, né? Então aqui a gente percebe que de fato eh o sacerdócio levítico ele era eh limitado, né? Então o texto continua. O verso 24 de Hebreus nos diz Jesus no entanto, né? Então agora ele começa a fazer a comparação porque continua para sempre, tem o seu sacerdócio imutável. Eh, partindo lá, do lado de lá, eh, o texto começa, eh, eu sei que a nossa tradução ela vem assim, certo? Mas eh pegando algumas algumas terminologias do texto original pra gente entender a mudança. O texto original começa com essa partícula aqui, eh, Odé, né, mais ele para mostrar que havia um contraste aos Levítimos, mas ele, ou seja, Jesus, né, uma oposição direta e absoluta ao sistema anterior, feito então pela morte. Então, subsistir por toda a eternidade, fundamentado eh não em genealogia, mas no poder de sua ressurreição. O sacerdócio imutável de Jesus, ele não é por genealogia, ou seja, olhar pro ofício sacerdotal do Antigo Testamento e falar: "Não, ele era perene." O ofício era não o sumo sacerdote, não a figura em si. O ofício ele permanecia, mas o sumo sacerdote mudava por causa eh da própria morte. E agora ele vai dizer que em Cristo então é imutável. E o termo é esse, né? Paraabatom, que diz que é intransferível, né? Portanto, o núcleo da doutrina do ofício sacerdotal de Cristo reside aqui. Agora, ele vai dizer, eh, e esse termo nunca foi usado e de maneira alguma foi referido ao ministério sacerdotal levítico como algo imutável ou intransferível, porque era exatamente sombra daquilo que estava por vir. Então o termo que é usado é esse permanente, intransferível, inviolável, que é a tradução do termo original no texto, certo? Então, o sacerdócio de Cristo não tem sucessor. Ele não transmite seu ofício a outro, pois não pertence a uma ordem marcada por substituição, substituições. Ele não apenas realizou o ato, um ato sacerdotal, né, de fazer alguma coisa ou um um ofício, né, mas ele possui um ofício sacerdotal eterno. Então, as dimensões aqui do ofício sacerdotal mediante o texto. Primeiro, ele mostra que é eterno, não é interrompido pela morte. Ele morreu uma vez, mas ressuscitou e vive para sempre. Ele é único, agora apenas um mediador. Sua obra, então, não precisa ser repetida, nem substituída por outro. Aqui está a nossa base litúrgica, cultual. Nós cultuamos a Deus. O nosso culto é a Deus por aquilo que ele fez em Cristo Jesus, toda a obra de Cristo Jesus, certo? Ah, o, vamos dizer, o o a questão da missa. Eh, e todas as vezes que se realiza a ideia da teologia católica e você realiza a Eucaristia, Jesus está morrendo de novo, certo? Todas as vezes é Jesus morrendo de novo. E a palavra de Deus vai mostrar que isso é único. Suficiente também capacidade absoluta, salva da culpa, do domínio e da condenação final. e o intercessor aplica, sustenta e assegura os benefícios de sua obra consumada continuamente no céu. É interessante notar isso que a palavra de Deus ela mostra e como Deus nos guarda. Ele coloca Jesus intercedendo por nós no céu. Essa é a realidade que a palavra de Deus coloca. E o Espírito Santo aqui na terra, em nós, habitando em nós, fazendo a mesma intercessão junto a Deus Pai. Isso tudo diz respeito à preservação de Deus na nossa vida. esse ofício sacerdotal. Lembra que a figura do sacerdote era manter o povo de Deus ou o povo de Israel limpo diante de Deus, apto para estar diante dele. Então essa ação agora ela se faz de maneira perfeita no ato quando ele diz do Paráclito, né, que seria do Espírito Santo, mas há uma nuance do mesma ofício, da mesma, digamos, da mesma ação em Jesus diante de Deus Pai. Tudo isso como ato de preservação, mostrando que é muito maior a realidade que nós temos hoje. Então, do provisório, que é o definitivo, o grande contraste. O sacerdócio levítico, qual era o fator eh limitante, né? a morte, o fim do ofício. Sacerdócio de Cristo, fator limitante na vida indestrutivo, é eh por meio da ressurreição de Cristo não há esse fator. Quantidade, então, múltiplos sucessivos, né? Nenhum permanecia. Agora, o sacerdócio de Cristo é única e exclusivo, o que Hebreus está dizendo, sem sucessores. Duração do ofício era temporário e transitório. Aqui é permanente, intransferível. Eh, usos dos termos que a gente coloca aqui é exatamente para mostrar porque a língua original grega ela é ela é mais precisa do que o nosso português, certo? Então, normalmente a gente coloca, não é para colocar uma língua diferente, mas é para mostrar exatamente o que quando a palavra de Deus ela usa de maneira muito criteriosa termos, né? Então, quando coloca o termo é porque de fato eh ele quer mostrar exatamente aquilo que está acontecendo, tá? Sem imprecisão da linguagem, então é permanente, intransferível. Resultado final, eh, eh, primeiro era eh mediação, era pedagógica e provisória, agora salvação total e definitiva, tá? No último verso que nós lemos, Hebreus 7:25, ele vai dizer: "Por isso também pode salvar totalmente os que eh por eles se chegam a Deus, eh, vivendo sempre para interceder por eles, tá? Então nós vamos perceber aqui que primeiro pode é a capacidade absoluta. O termo a construção da frase é esta: capacidade absoluta. Uma salvação que não é instável ou provisória, mas perfeita para sempre. É necessário a gente entender isso, essa obra de Deus para que a gente não incorra em problemas doutrinários. Normalmente, por exemplo, quando se Deus fez tudo isso para que a gente tenha segurança, como que nós vamos crer em doutrinas onde a gente, a pessoa te eh as doutrinas te coloca numa instabilidade de hoje salvo, amanhã eu não estou salvo, eh eu posso de qualquer momento eh cair eh uma série de coisas assim, afastamento da da verdade não é a mesma coisa de queda. ou apostasia definitiva, não é isso. Isso não tá relacionado com aquilo que a palavra de Deus fala, que ele fez em nós. Eh, esses momentos de instabilidade, Deus sabe que nós temos, mas a segurança que nós temos é que o sumo sacerdote ele não é instável. Ele fez um sacrifício perfeito, não foi provisório também de salvar esse acesso à aproximação cultual espiritual de Deus santo. Impossível era antes, sem a mediação eh perfeita do filho. Agora nós temos. E também interceder, como eu já falei, a intercessão é ligado muito à obra do Espírito Santo por nós. Lembra os Romanos que fala que ele intercede por nós com gemidos inexprimíveis. Mas aqui ele mostra também essa nuance na obra de Cristo, na no ofício dele sacerdotal de interceder por nós ou entrar na presença de Deus por nós. Todo culto que nós fazemos a Deus, nós o fazemos pela mediação de Cristo Jesus. Então, não é apenas uma criança que a gente ensina a orar em nome de Jesus. Amém. Isso não é porque alguém inventou isso. É um jeito de ser crente, não é algo didático, mas é algo que nós precisamos compreender que todos os atos que nós fazemos, seja cantar, louvar, ouvir, participar do culto, todo ato ele é em nome de Jesus. É por meio de Cristo que se chega eh perfeito a Deus. Esse louvor e adoração chega diante de Deus. Portanto, essa é a lógica da salvação completa. Vida eterna. Ele vive continuamente diante do Pai, ofício intransferível. Nenhum outro sacerdote é necessário mais a salvação total, que é o termo que é usado no texto, preservação definitiva e acesso eh garantido, tá? Então esse é o acesso exclusivo que Hebreus está traçando, criando uma linha para mostrar homem pecador, mediação perfeita por meio do filho, gerando santidade e em direção a essa santidade de Deus. Aliás, então a ideia bíblica sempre mostrou e nós já vimos isso, que o pecado criou essa separação que ela é intransponível, né? O homem não pode aproximar-se por si mesmo. Essa é uma visão de vários segmentos religiosos por achar que o homem não é tão ruim assim, que o ser humano não é tão ruim assim. Ele tem uma coisinha de boa, uma coisa do coração, alguma coisa, sua alma é boa. Mas o que a palavra de Deus mostra é que esse abismo é intransponível, portanto era necessário por meio dele, que é o texto fala. Então, Cristo não é apenas alguém que ajuda o pecador, ele é o mediador, sem o qual não há aproximação. Eh, ele é o caminho absoluto. E a palavra de Deus vem falando isso. Então, o acesso não baseia em méritos pessoais, ritos levíticos ou sacrifícios repetidos, mas tudo isso está em cima da mediação perfeita de Cristo Jesus. Então nós vemos a essa satisfação, intercessão, que é uma obra única, tá? Então a cruz aqui, esse ato fixo que vai reverberando na no tempo, na história, criando essa onda toda. E Cristo se oferece por si, oferece a si mesmo como sacrifício, né, totalmente consumado. E essa intercessão de Cristo, eh, não tento completar algo que faltou na cruz, é a apresentação contínua da eficácia de sua obra. Não é que essa intercessão é para completar alguma coisa, não, né? Mas é é é exatamente essa apresentação contínua nossa diante de Deus que Cristo Jesus faz como sumo sacerdote, tá? Então aplicações pastorais aqui da realidade da para nós como igreja, olhando pro próprio texto, a segurança nossa, nossa segurança não está na força da nossa fé que oscila, mas na permanência do nosso sacerdote que é imutável. Isso nós precisamos entender e compreender do fundo do nosso coração. Não estou falando que isso nos dá brecha ou nos leva à leniência ou uma vida eh que longe do do evangelho, mas é porque Deus de fato conhece quem nós somos, tá? O acesso confiante. Ninguém se aproxima de Deus com base em desempenho espiritual, justiça própria, mas unicamente pela mediação de Cristo. Não adianta trazer alguma coisa na mão para tentar acesso diante de Deus. Falar: "Olha, Senhor, o Senhor sabe que pode ser que eu seja ruim, mas Senhor, eu tenho umas coisinhas boa aqui para te trazer e quem sabe o Senhor me recebe, né? Eu fiz isso, eu fiz o bem para essa pessoa, eu já sei lá o quê, já tirei um gatinho de cima da árvore lá. As pessoas tm uns negócios assim de apresentar diante de Deus. Ah, eu já fiz isso, olha, né, e tal. Mas isso não eh não garante e não te leva ao acesso a Deus. Deus não aceita isso. É consolo na fraqueza. Cristo não apenas morreu por nós no passado, ele vive por nós no presente. Seu ministério continua ativamente a nosso favor e a salvação completa, ele não salva parcialmente, né? Então quando nós falamos justificação, santificação e glorificação, estão garantidas porque Cristo que iniciou a obra e ele preservará até o fim. Diante disso, então, no texto que nós lemos, ele diz: "Porque Cristo vive para sempre, possui sacerdócio intransferível, ele salva completamente todos os que se aproximam de Deus por meio dele, sustentando-os por sua intercessão eterna". Tá? Então, ele não apenas abriu o caminho, ele é o caminho, como a palavra de Deus diz. Ele não apenas ofereceu um sacrifício, pegou outra eh outro animal, né? igual Antigo Testamento ou alguém não. Ele ofereceu a si mesmo. Ele não apenas intercedeu uma vez. A palavra de Deus fala que ele vive sempre para interceder por nós. Essa é a visão do texto bíblico para que a gente entre então na sistematização agora da doutrina, certo? olhar para essa doutrina. Então, nós vemos as visões basicamente duas aqui. Nós estamos de um lado a visão universalista, que é basicamente a visão arminiana. A premissa deles é: Cristo morreu para tornar a salvação possível a todos os indivíduos da raça humana, certo? A mecânica, então, depende da fé do indivíduo e aí a salvação é provisória. Se depender da fé, a salvação é provisória, porque a a nossa fé ela não é perene, né? Eh, e ela ela tem as suas oscilações. O risco lógico, se ele pagou o preço por todos, a justiça exigiria que todos fossem salvos. O passo lógico inevitável é o universalismo extremo, que alguns vão chegar de dizer que lá no final, no final, no final, no final era só um susto, certo? Aí não só um susto, né? Passou ali perto da boca do inferno assim. É, sentiu a, né? Só um susto, pequeno susto. E aí depois vai salvar todo mundo. Aí todo mundo vai chegar falar: "Opa, que que surpresa aqui". Falou: "Ah, no final deu certo", né? Essa é a visão universalista. A palavra de Deus não mostra isso. A visão reformada. Cristo morreu com o propósito inquebrável de salvar real e infalivelmente os seus eleitos, suas ovelhas, sua igreja. João 15 10 eh fala isso, que ele veio exatamente paraas suas ovelhas. A mecânica, a cruz não apenas torna a salvação possível, ele adquire e garante infalivelmente a própria fé, o arrependimento e a justificação dos escolhidos. Então a expiação ela não é apenas suficiente, ela é intencional, particular irresistivelmente eficaz. Diante disso, então, qual que é a direção dessa mediação? Nós vimos então do profeta, que era o representante de Deus junto ao povo, ao homem. O movimento de cima para baixo. Lembra? O profeta falava fala da parte de Deus. Eh, a gente viu isso em Cristo. Sempre ele falando eh que veio para eh fazer a vontade do Pai. traz a mensagem, interpreta a vontade divina, o foco central, deveres, moralidade e responsabilidade espirituais. Agora, o sacerdote, representante do homem junto a Deus, lembra que do lado de lá é representante de Deus junto ao homem, o profeta. Do lado de cá, representante do homem junto a Deus. Qual que é o movimento? De baixo para cima. Cristo Jesus nos conhece. Lembra que Hebreus fala que ele conhece nossas fraquezas, que ele foi tentado em todas as coisas. Aí o texto fala, mas sem pecado. Por isso ele se compadece de nós de baixo para cima, apresenta sacrifícios e intercede em favor do povo. Eh, o foco central é o ritual adequado e a garantia de acesso ao criador, porque tudo apontava pro sacrifício perfeito, que foi o sacrifício de Cristo Jesus. Então, as marcas aqui desse de um sacerdote legítimo representatividade de eh tomado dentre os homens. Lembra que a gente falou do porquê da necessidade de Jesus ter encarnado e ser homem para que ele de fato nos representasse diante de Deus? Como um membro da raça humana tem a capacidade e o direito de agir em favor de seus irmãos. autoridade divina constituído por Deus, que também Hebreus fala, ninguém toma esta honra por si mesmo, né? O ofício é uma nomeação soberana para lidar com as coisas sagradas e a ação eh sacrificial, sua obra primária, tá? Ocupa-se fundamentalmente oferecer dádivas e sacrifícios para expiação dos pecados e na intercessão. Esse é o perfil. Você retorna a Hebreus 5:1. Esse é o perfil lá do sacerdote em Hebreus, né? Ele do lado de cá, eh, tomado dentre os homens, como foi citado ali, natureza humana garante essa representatividade, eh, constituído por Deus, foi nomeado por Deus. Hebreus 5:4, fala isso, tá? Do lado de lá, ele age aqui nas coisas religiosas. o foco da atuação eh estritamente vertical nas coisas concernentes a Deus, como diz o texto, oferece dons, sacrifícios e intercessão, tá? Então, é obra dupla, o sangue no altar e o incenso aqui no trono. Esse é o mediador perfeito. Essa estrutura a gente não podia achar no sumo sacerdote, no sumo sacerdote terreno. Essa estrutura, ele não conseguiria eh ter ou oferecer para o povo eh de Deus. Cristo, então essa única realidade lá no sistema mosaico eram prefigurações e tipos sacerdotes falhos, sacrifícios imperfeitos e temporários. Possuiam apenas eficácia cerimonial, aguardando a verdadeira purificação moral, né? Já a ordem aqui de Melquizedec era a substância verdadeira. Cristo, então, não é sacerdote em um sentido figurado ou metafórico. Ele é a realidade eterna em que todas as sombras do tabernáculo tentavam expressar. Tudo que estava no tabernáculo, do tabernáculo no deserto e também lá depois no templo, tudo aquilo ali era apontando para Cristo, né? Tudo aquilo ali tinha um significado em Cristo. Então assim, a gente gosta de um de uns bibelô, né? Negócio mes depois de crente, alguns tem uma realidade meio mística. Aí ele vai lá, não sei aonde, ele compra uma menor, né? Aí põe as velinhas no negócio lá. Aí você pergunta para que que é isso? El fal assim: "Ah, não é o que eu gosto, né?" Mas de certa maneira ele tem um apego meio místico aquilo ali, né? Eh, sei lá, alguns vão lá em Israel, compra réplica da arca da aliança, né? Aí põe em casa assim, ele não ora na diante daquele negócio, mas ele olha para ele assim e ele gosta da daquele negócio. Mas a gente precisa entender biblicamente que tudo aquilo era sombra. Se não fosse sombra, Deus preservaria. Gente, a gente não vê eh o relato bíblico depois que entra eh quando há o saque, né, de de Jerusalém e some. Depois devolve algumas bachelas, mas a arca da aliança sumiu. Ela sumiu. E e a palavra de Deus não fala, não tem interesse nisso. Depois não manda fazer de novo. Fala assim, chega lá na época de Jesus, fala, olha, vai de novo a arca da apóstolo Paulo, basicamente is >> todas as coisas. Então assim, eh às vezes eh eh teologia nos liberta de algumas dessas coisas, sabe? Se sei lá, você tem isso só como algo histórico, né? Mas vai que alguém fala assim: "Ah, isso aqui é um pedaço da Isso aqui é um pedaço da arcaendo até hoje". >> É, foi peda de tudo >> não que igual sei lá tem um valor histórico, o povo vai ver até chora de pegar naquele pano, né? No santo sudário, porque as pessoas têm essa relação mística. Só que a palavra de Deus tá falando de algo superior, de algo superior, né, de eh aquilo era sombra, agora nós já temos Cristo, né? Então, a natureza do sacrifício aqui apenas, né, um presente para obter favores, um ritual comunhão sacramental, aí uma simples eh homenagem aqui de dependência e o mero símbolo de restauração. Essa a teoria expiatória que a morte do animal era a substituição vicada pelo pecado do ofertante. sacrifício era intrinsecamente substitutivo, sangrante, propiciatório, exigindo sofrimento e morte. Eh, só que a gente olhando lá para pro texto Levítico, a gente vai perceber que mesmo o ato de imolar o cordeiro, se não houvesse uma condição de arrependimento, de entender o que estava de obediência à lei que apontava para Cristo, né? O fim da lei é Cristo. Se isso não acontecesse, era sacrifício vazio, né? Plenamente vazio. Então, a causa motora da expiação. Chegamos aqui, porque isso precisava acontecer. Então, o sacrifício não é fruto de um conflito entre o filho amoroso e um pai irado, mas do beneplácido do deus trino. A gente precisa entender isso. Não foi um Deus pai. fala: "Vou matar todo mundo". Jesus fala: "Pera aí, vamos negociar. Aí fala: "Alguém tem que morrer". Então, aí o Espírito Santo fala: "Então vai ser você, né?" Eh, aí falou: "Não, não vou, vai, né?" Não, não é assim. A palavra de Deus fala que tudo isso aconteceu no conselho da vontade de Deus, na trindade. Então, sim, Jesus quis e a palavra de Deus fala isso, ele quis morrer por nós. Então, é fruto do amor divino que é Deus providenciando eh o meio, o livramento para os pecadores perdidos, entregando o filho unigênito. E aí satisfazia a justiça divina, exigiu inexoravelmente que este mês satisfizesse todas as demandas da lei. Deus permanece justo enquanto justifica o pecador. Porque a ideia de vários movimentos é que Deus poderia simplesmente declarar que não teríamos mais pecado, declarar a justiça sobre nós. Aí Romanos já responde isso. ele fizesse isso, ele atentava contra um atributo dele que é de justiça, atentaria contra o atributo. Portanto, ele precisava cumprir eh e desde o início a quebra da lei se espiava, então com sangue. Perdão, então sem sacrifício era possível? Essa é a pergunta, né? Então, a expiação era absoluta inevitavelmente necessária por quatro razões. Santidade divina, finita majestade de Deus, não pode simplesmente ignorar a ofensa e ou tolerar o pecado. A lei imutável, né? A transgressão traz penalidade inevitável. A lei reflete a natureza de Deus, não apenas uma regra arbitrária e a veracidade de Deus. Eh, o decreto estabelecido, né, o salário do pecado é a morte. exige o cumprimento infalível e a natureza da culpa também. O pecado gera um débito legal, objetivo, que exige reparação e pagamento. Por isso sim, era necessário. Então, essa natureza da expiação objetiva, eh, a obra atua primordialmente sobre a pessoa ofendida, que seria Deus, é ofendido pelos nossos pecados, e não sobre o ofensor, que é o pecador, tá? Então nós temos primeiro lá vem eh indo de baixo para cima, reconciliação secundária. Somente porque Deus foi reconciliado em sua justiça, sua justiça satisfeita, o pecador pode, através do espírito, ser reconciliado com seu criador. Satisfação, ou seja, a exigência da justiça retributiva são plenamente atendidas. Quando Cristo Jesus falou está consumado, ele estava dizendo exatamente isso. Foi pago. Está pago. Aí Paulo depois desenvolve isso falando o escrito de dívida que era, né? Para nós, Deus o encravou na cruz. Propiciação. O sangue de Cristo sobre pecado, interpondo-se e afastando a justa ira judicial de Deus. Tá? Eh, Romanos 3, a partir do verso 21, eh, começa falando dessa propiciação. Parece até uma redundância. Ele fala propiciação, o qual ele propôs, né? Mas lembre-se que propiciação era o ato de reconciliação, eh, que os, eh, no ato do sacerdote aspergir sangue na tampa da arca da aliança. Isso era o propiciatório, tá? Então, a propiciação era isso, a natureza da expiação vicária, certo? Substituição penal e imputação da culpa. Primeiro nós temos troca legal aqui. Cristo tomou literalmente o lugar dos pecadores. União legal eh prévia permitiu que ele fosse o nosso piador. A imputação, a nossa culpa como obrigação penal foi eh juridicamente imputada. Ele não eh se tornou pecador, mas portador da punição. Cristo não se torna pecador. Lembra desse termo de imputação? Eh, o ato de colocar, lembra que é algo que você não tem, foi lhe dado do mesmo jeito que acontece com Abraão quando lhe é imputada a justificação. Diz que Abraão creu em Deus e isso lhe foi imputado como justiça. Ou seja, a justiça não vem dele, foi lhe dada. O pecado não era de Cristo, foi lhe dado imputado sobre ele, foi colocado sobre ele. O inocente pelo culpado, então a justiça divina executou a pena sobre o substituto para que os transgressores pudessem receber a remissão. Então, essa obra indisível aqui é a dupla obediência. Eh, nós temos obediência ativa, né, direito à vida. Cristo Jesus viveu uma vida imaculada, cumprindo integralmente as exigências federais da lei. Aquilo que Adão não conseguiu fazer, Jesus fez. Conquistou o mérito garantido para seu povo, a justificação positiva, a adoção de filhos e o direito inalienável à vida eterna. Do lado de cá, nós temos a obediência passiva, eh, o perdão da dívida. Cristo sujeitou-se voluntariamente aos sofrimentos e à morte penal na cruz. Lembra quando Jesus ora? Ele fala: "Eh, Senhor, se possível, passa admira esse cálice no nos terrores ali da morte, né, do pecado sobre ele." Mas aí ele emenda dizendo, mas contudo, não seja feita a minha vontade, sim a sua. Suportou a maldição, cancelou a dívida do pecado, resgatou o seu povo das exigências punitivas da justiça divina. Esse era o propósito, então, trípulo da cruz. Para com Deus, desviou a ira judicial, para com Cristo garantiu sua exaltação messiânica, que era o seu ofício e a seu chamado, né? Eh, e para com o pecador assegurou a união mística, a salvação certa, a santificação progressiva e a bem-aventurança inabalável, que na glória, tá? Essa extensão de expiação, eh, que é uma salvação, então, eficaz. A pergunta sempre que surge é para quem foi feita a expiação, que é algo garantido. A palavra de Deus fala que é selado, não tem jeito de Não tem como perder. Não por causa de nós, é por causa de Cristo. Por isso não é arrogância, gente. Alguns falam que a teologia reformada é arrogante de você falar assim: "Eh, eu sou salvo". A pessoa fala assim: "Isso é arrogante, hein? Como é que você pode garantir isso?" Eu falei: "Não, não tô garantindo de mim, não. Tô garantindo é de Jesus". É por causa de Jesus que eu tô falando, não é por causa de mim não, que aí a pessoa fala: "Ah, você é isso, você é aquilo, o outro, você, né, você tem você pecador, você não sei o quê". falou: "Sim, eu sou, mas não é por causa de de mim, não. É por causa de de Cristo. Por causa de Cristo. Cristo então não suportou a cruz apenas para tornar a salvação uma possibilidade incerta que dependesse da vontade humana falha. Para que então Cristo sofrer tanto se depois iria depender do ser humano? Gente, às vezes fala: "Poxa vida, eu sofri tanto por você e você me aprontou a dessa. Você não deu conta de ficar até o fim." É isso que algumas pessoas acham. Fal assim: "Não, então foi por nada. Para que que eu sofri? Puxa vida, né? Sofri. Tem um hino nosso que eu não gosto. Desculpa falar aqui, mas nós estamos depois a gente apaga. É um hino que parece que Jesus tá assim meio eh pedindo aquele que fala assim: "Morri, morri na cruz por ti, que fazes tu por mim?" Foi meio estranho esse negócio. Aí vai falar: "Sofri na cruz por ti, sofri para te salvar e depois é morri. Morri por ti. Que que fazes tu por mim?" e fala: "Gente do céu, me dá um desespero quando canta esse hino que eu falo assim: "Ô, eu sei não. Eh, só se o senhor fizer em mim que aí, né, o senhor põe na minha mão que eu ofereço pro senhor. Se fosse essa formação perde perde e se de repente Cristo viesse na fase daqui você. Sim, é um desespero. É um desespero. Sempre as pessoas, mas as pessoas falam isso aí, fala assim, ó, se vai que decidir na hora que tocar a trombeta, sei lá, você acabou de fazer um trem errado, aí acabou, né? Você sei lá, tava mentindo para alguém, xingou alguém no trânsito, tocou a trombeta, você fala: "Aí, meu Deus, lutei tanto. Ah, o cara me fechou aqui, senhor, só viu? fala, não, já era. É isso que as pessoas elas e algumas linhas, a grosso modo, vão entender. Sacrifício foi oferecido com propósito soberano de salvar de fato e com segurança absoluta os seus efeitos, então sua igreja e suas ovelhas. E também a morte de Cristo comprou e garantiu não apenas a ausência de condenação, mas também o dom do arrependimento, a fé e a operação do Espírito Santo. do coração do seu povo. Muito mais nós devemos olhar para isso aqui, ó. Quando nós pecamos, nós arrependemos mesmo. Isso é uma garantia de que você foi feito filho de Deus. Caso contrário, eh, o ser humano, ele racionaliza tudo que ele quiser racionalizar. Aí do alto, do altar terrestre ao santuário celestial, a obra sacerdotal não terminou no momento em que a tumba foi esvaziada, né? Aqui nós temos do lado de cá o altar de bronze, o sacrifício consumado, sangrento e e repetível a obtenção da redenção nos céus, a intercessão contínua, gloriosa e eterna, né? a aplicação dessa redenção, da redenção. Jesus Cristo então governa não apenas como rei no trono, mas oficia insensantemente como nosso sumo sacerdote vivo diante do Pai, tá? Então, qual é a natureza dessa intercessão celestial? De acordo com a palavra de Deus, apresentação perpétua exibe seu eh sacrifício perfeito a Deus como base. Defesa judicial. Lembra-se de João quando fala: "Se confessar os vossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os pecados." E aí ele fala que nós temos, né, um advogado junto a Deus Pai, Jesus Cristo, é o justo. Purificação do culto limpa e santifica nossas orações e serviços imperfeitos, eh tornando-os agradáveis, agradáveis a um Deus santo. e petição preservadora. Ora incessantemente pela proteção espiritual, eh, constância na fé e vitória final de cada um dos seus, tá? Isso é o que Cristo faz. Qualidades então do nosso advogado, como eu disse, a palavra de Deus fala que Jesus ele nos ele nos representa diante de Deus. Ela é insensante. Ele não dorme nem tem pausas. Está eternamente alerta às necessidades de todos os seus, garantindo a aplicação diária de sua graça. É com autoridade. Ele não implora como uma criatura desesperada, né? Ele solicita como filho cóigual que cumpriu a lei. Suas orações possuem base legal e refutável. Infalível. Sua oração jamais é rejeitada. O pai sempre o ouve. Lembra que Jesus quando tá lá eh na ressurreição de Lázaro fala: "Eu sei que o Senhor sempre me ouve, mas para que esses creiam", né? Ele >> Exatamente. Assegurando com absoluta certeza de que nenhum daqueles que lhe foram dados se perderá. Aqui então está essa matriz de comparação eh das origens das ideias eh da ideia sacrificial na história aqui. Eh, presente expressão de garantia para eh garantir de gratidão para garantir favores. Qual que é a falha teológica? Porque alguns vão entender que eh o sacrifício de Cristo foi presente, comunhão sacramental, homenagem, símbolo, certo? Vertentes na história aí que às vezes até você pensa assim: "Ah, parece, mas não é isso". Como presente, ele fala que é expressão de gratidão. A falha teológica, isso é um conceito pagão, gente, de suborno. Não explica a necessidade da morte de Cristo. Conceito pagão, aquilo que o povo faz aí para qualquer divindade, esses sacrifícios, esses negócios aí, não tem nada a ver com aquilo que Cristo fez, não, tá? É isso aí. É outra coisa. esses negócios de para eh ah, vamos para uma ferenda, vamos fazer um negócio aí para isso aí é outra coisa, né? Então não foi presente não, né? Essa ideia não, isso aí é outra realidade. Isso foi refutado biblicamente. Comunhão sacramental, comendo sacrifício para assimilar a divindade. Ideia de tótem, aquela ideia de de de se de povos animistas. Aí tem muito isso, tá? eh, grosseiramente materiais sem base, que no gênesis é também é refutada, tá? Eh, a homenagem apenas uma, não foi exatamente, expressão de dependência e reverência, premissa principal, não explica o derramamento de sangue exigido de Noé e de Jó, tá? de de saber que eh naqueles para quem então o sacrifício derramamento de sangue, ele tá citando nos tem citando Jó, porque vocês lembram que Jó, Jó não tá exatamente onde o Jó está. Confusão, hein? E nós temos o no texto bíblico a história de Jó antes dos Salmos, né? Jó, salmos. A gente pensa, Jó passou, né? passou não para mais ou menos a gente situar, possivelmente quem escreveu Jó foi quem? Pergunta de eh Jincan, né? Possibilidade que Moisés que escreveu Jó, né? uma maior probabilidade. Eh, dentro da estrutura do texto de Jó era patriarcal, portanto era da época de possivelmente da época de Abraão por ali, ou então assim, está antes da da lei de de Levíticos. E por que que Jó sacrificava pelos seus filhos para santificar os seus filhos? para que que havia derramamento saído, né? Então a gente eh não explica isso. Se for só uma homenagem, então os anteriores para que que fez isso? Símbolo: morte apenas para obtenção do sangue como símbolo de vida. também não reduz a morte. É um detalhe mecânico, também é refutado. Então o que nós estamos dizendo é que a ideia dessa obra sacerdotal, ela é expiatória, portanto a morte do animal substitui vicariamente suportando a penalidade do pecado, tá? Não tem falha. E a questão agora, veredito bíblico, única visão sustentável explica a substituição, derramamento de sangue e aponta para o redentor. Então, desde o início, tudo isso estava apontando por uma obra expiatória. A anatomia da expiação, então, ela é assim, objetivo e direcional. Você vai ver que a cruz aponta para Deus, foi feito, tá entregue a Deus, tá? Eh, Jesus entrega a Deus, não fala pros pessoas lá, ó, ó, tá garantido para vocês aí. Não, ele entrega para Deus, fala, está pago, tá? Então, de de Deus agora, da parte de Deus para nós, eh, ele aplica agora aquilo que veio de Cristo Jesus e não nosso, tá? Então, a relação agora nossa com o nosso Deus, ela sim pecadores, mas já eh Deus já nos vê lá glorificados, né? Então, o que ele age e a forma como ele age conosco é por causa da cruz de Cristo, né? Então, já como espiados da nossa culpa. mecanismo então da substituição penal vicária, é esse que nós já falamos. Pecador transfere culpa para Cristo, tá? E Cristo transfere, né? Cancela, transfere o cancelamento do débito para nós, né? absorvendo o exaurindo da morte e a penalidade eh exigida da lei. Então, nós temos do lado de cá permissão do legislador. O próprio Deus autorizou isso, esse relaxamento judicial. Agora, capacidade de pagamento. Somente uma pessoa divina poderia suportar finitamente a ira e sobreviver sem prejuízo. Não invadiu os direitos de terceiros inocentes e voluntariedade. O sacrifício foi espontâneo, né? e não foi coagido. Chegamos então ao final. Olha só, gente, que milagre nós conseguimos depois de de uma longa caminhada. Mas aqui o que nós precisamos entender desse ofício sacerdotal de Cristo é que por meio dele nós temos o acesso confiante ao trono da graça. É aquilo que ele fala, Hebreus fala: "Acheguemo-nos, portanto, confiadamente junto ao trono da graça." Gente, lembra, faz aí uma volta lá no sacrifício da antiga aliança, eh, desde quando Deus começa a se revelar ao povo, Moisés, lembra que Moisés subia no monte para falar com Deus e aí descia uma nuvem relâmpago, o monte tremia. Tinha lá o pessoal que vai Josué, né? Os anci fica na base, cerca a base da montanha e ninguém sobe. Gente, esses esse essa visão, por mais que as pessoas hoje fiquem falando assim, né? Ah, Deus, eu quero te ver, né? Desce em cima de mim sua glória e tal. Se você não tiver pensando em Cristo, isso é desesperador, gente. A pessoa acha que ela é o quê? Porque o entrar na presença de Deus, se não for pela mediação de Cristo, é fulminar. ser fulminado. Era o que acontecia lá, né? Se até um animal subisse à montanha, ele morreria diante ali da manifestação de Deus. Agora, lembra disso aí, Hebreus, o livro de Hebreus está agora falando pro primeiro público do hebreu. Fala assim: "Pode vir". Você acha que o que que o o primeiro a luta de um hebreu para falar assim, o quê? Eu não vou não chegar aí sem o sacrifício? Aí fala: "Não, o sacrifício já foi feito, perfeito, pode chegar." Aí ele fala: "Acheguemos-nos, portanto, né, confiadamente junto ao trono da graça, porque já foi feito, né, a ira de Deus foi aplacada. Pode vir. Por isso que ele está falando aí, que ele fala eh quando ele fala assim, eh, não deixemos de congregar como é costume de alguns, ele tá nesse contexto. Então ele diz: "Gente, vocês pararam para pensar o o a o presente que vocês têm de chegar num culto diante de Deus, que vocês podem cultuar a Deus agora por causa de Cristo Jesus e entrar na presença dele e não morrer e não ser exterminado da presença de Deus?" Por isso que ele fala: "Não deixemos de congregar como é costume de algum". Mas ele tá falando isso, eh, não aquele negócio que o povo faz assim, ó, ameaçando os outros. Não, deixa ele de congregar. Fala, não. Você tem que entender primeiro por que ele tá falando isso. Tá falando isso. Olha, se você deixa de congregar, você não sabe que você tá perdendo. Você não sabe que você tá perdendo. Você tá perdendo a chance de no ato de culto estarem juntos. Se Deus está ali eh recebendo aquele ato de adoração e você perdeu, você perdeu a oportunidade. Moisés não teve. Moisés não teve. Então o preço foi pago uma vez por todas no Calvário. A justiça divina foi plenamente satisfeita e o nosso grande sumo sacerdote vive para sempre. Então, a nossa redenção é a obra divina perfeita, infalível e completa da cruz ao trono celestial. Ao saber disso, a gente precisa eh ter alegria em servir ao Senhor. Isso deve mudar a nossa visão de de culto, de estar com o povo de Deus nessa nesse ato de adoração, do nosso relacionamento para com Deus, da nossa vida para com Deus. de eh sei que requer uma reverência, mas é uma reverência com alegria, né, de de saber, olha, precisa vir à nossa mente isso quando a gente cultua a Deus. Isso é muito maior do que qualquer problema que a gente tiver na vida e precisa passar por cima de qualquer problema que a gente tem na vida, porque os nossos problemas, por maiores que sejam aqui na terra, são passageiros. Agora, o que nós eh temos conquistado em Cristo Jesus é eterno, né? Que que tem maior peso? Meus problemas passageiros que vão me afastar de adorar a Deus com plenitude, com alegria, né? e de ter prazer do dia do Senhor ou o que vai dominar a minha vida de saber que o sacrifício tão grande foi feito por nós para que a gente tivesse livre acesso à presença de Deus. Que Deus nos abençoe, nos ajude compreender e que ele aplique a palavra dele no nosso coração. Vamos orar. Senhor nosso Deus, nós queremos te agradecer. mais uma vez por essa oportunidade que nós tivemos de estudar um pouco da tua palavra e de entender, ó Deus, aquilo que o Senhor fez em Cristo Jesus por nós. Que o Senhor nos abençoe, que a tua palavra, ó Deus, gere em nós sempre alegria, contentamento em servir ao Senhor. nós possamos compreender o benefício que nós temos, ó Pai, como igreja, eh, cultuar juntos ao Senhor e entrar na tua presença por meio de Cristo. Abençoe-nos, ó Deus, abençoe a vida de cada um que está aqui nessa noite e abençoe a tua igreja e o teu povo, ó Deus, e a nossa oração em nome de Cristo Jesus. Amém. Que Deus nos abençoe, nos dê uma boa noite de descanso e um bom feriado também.