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A fé vem pelo ouvir

# 72 Pilares da Fé Reformada | Estudo Bíblico

# 72 Pilares da Fé Reformada | Estudo Bíblico

# 72 Pilares da Fé Reformada | Estudo Bíblico

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PILARES DA FÉ REFORMADA
Teologia Dogmática ao alcance de todos

O desafio da Primeira Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia é que continuemos a caminhada na preservação da doutrina e na aplicação das verdades bíblicas aos novos desafios de nossa geração. Integrando-nos à nobre sucessão dos que amam a Deus e sua Palavra e que buscam entendê-la e aplicá-la, em submissão ao Espírito, à vida da Igreja. D. M. Lloyd-Jones diz:

“Toda a doutrina cristã visa levar, e foi destinada a levar a um bom resultado prático. […] A doutrina visa levar-nos a Deus, e a isso foi destinada. Seu propósito é ser prática […] a nossa vida cristã nunca será rica, se não conhecermos e não aprendermos a doutrina. Você não poderá ser santo se não conhecer bem a doutrina. Doutrina é a ligação direta que leva à santidade. É somente quando compreendemos essas verdades fundamentais que podemos atender ao apelo lógico para a conduta e o comportamento agradáveis a Deus”.

Diante disso, uma tradição saudável tem compromisso com o passado na geração do futuro. Portanto, “o conservadorismo criativo utiliza-se da tradição, não como autoridade final ou absoluta, mas como recurso importante colocado a nossa disposição pela providência de Deus, a fim de nos ajudar a entender o que a Escritura está nos dizendo sobre quem é Deus, quem somos nós, o que é o mundo ao nosso redor e o que fomos chamados para fazer aqui e agora”. J.I. Packer nos ajuda nessa compreensão:

“A tradição nos permite ficar sobre os ombros de muitos gigantes que pensaram sobre a Bíblia antes de nós. Podemos concluir pelo consenso do maior e mais amplo corpo de pensadores cristãos, desde os primeiros Pais até o presente, como recurso valioso para compreender a Bíblia com responsabilidade. Contudo, tais interpretações (tradições) jamais serão finais; precisam sempre ser submetidas às Escrituras para mais revisão”.

Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
+55 (62) 3213-3320 ou 98113-0461‬ (WhatsApp)
Rua 68 c/ Rua 71, St. Central, Goiânia-GO

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Legendas automáticas:

Irmãos, boa noite. Nós vamos iniciar
nosso estudo bíblico
nessa noite e nós estamos dentro do
mesmo assunto que nós tratamos na última
quarta-feira,
mas nós separamos uma da dos ofícios de
Cristo, que é o ofício sacerdotal,
é para para
hoje, né? visto que a questão do ofício
sacerdotal,
ela precisa ficar muito claro na nossa
na nossa mente.
Eh, isso é o cerne do evangelho, né, do
entendimento do evangelho. Portanto, nós
vamos olhar para esse assunto nessa
noite. Espero que nós tenhamos tempo
suficiente.
Mas eh então eu coloquei uma análise de
um texto bíblico antes e depois nós
vamos tratar na visão da teologia
dogmática, tá? Então o mais importante
sempre é o texto bíblico. Então eu creio
que no texto bíblico nós já temos as
indicações necessárias, né? Mas nós
abordaremos essas nuances também dentro
da teologia sistemática
e da teologia dogmática e que nos ajuda
muito a entender o tempo, ajuda eh muito
a gente entender eh porque os desvios
doutrinários acontecem. E como eu já
tenho dito aqui, a maior parte deles
acontece na cristologia,
exatamente porque se derruba se aquilo
que a palavra de Deus fala a respeito de
Cristo, todo conjunto doutrinário ele
vem abaixo também. Nós vamos orar e
assim nós vamos iniciar.
Senhor nosso Deus, nós queremos bendizer
o teu nome, te agradecer, ó Deus, pela
tua graça, a tua misericórdia
e a fidelidade do Senhor, ó Deus, que
caminha, ó Deus, com a nossa vida, a
nossa história. De fato, ó Deus, bondade
e misericórdia tem nos seguido, ó Deus,
nos dias da nossa vida. Isso é promessa
do Senhor. Abre os nossos olhos sempre
para contemplar isso e perceber, ó Deus,
esse cuidado, pastoreio do Senhor, ó
Deus, na nossa caminhada. Pedimos ao
Senhor que nos abençoe nessa noite, ó
Deus, com entendimento da tua palavra,
que o Senhor mesmo aplique em nós por
meio do teu espírito, ó Deus, que gere
em nós sempre alegria, ó Pai, de saber
que servimos a um Deus eh que nos amou,
ó Deus, antes da fundação do mundo e
providenciou, ó Deus, tão grande
redenção para nossa vida. Abençoe-nos, ó
Deus, aos que estão aqui presentes e
aqueles que nos acompanham à distância.
Que o Senhor, ó Deus, derrame sua bênção
sobre nós. É a nossa oração em nome de
Jesus. Amém.
Eh, quero convidá-los a abrir em
Hebreus, no capítulo 7.
Está aqui na tela 23 a 25, mas eu
gostaria de ler com os irmãos a partir
do verso de número 11. Hebreus capítulo
7, a partir do verso de número 11.
que disse: "Portanto, a perfeição
houvera sido mediante o sacerdócio
levítico, pois nele baseado o povo
recebeu a lei? Que necessidade haveria
ainda de que se levantasse outro
sacerdote segundo a ordem de Melquizede,
e que não fosse contado segundo a ordem
de Arão? Pois quando se muda o
sacerdócio, necessariamente há também
mudança de lei. Porque aquele de quem
são ditas essas coisas pertence à outra
tribo da qual ninguém prestou serviço ao
altar. Pois é evidente que nosso Senhor
procedeu de tribo de Judá, tribo a qual
Moisés nunca atribuiu sacerdotes.
Isso é ainda muito mais evidente quando
a semelhança de Melquizede se levanta
outro sacerdote, constituído não
conforme a lei de mandamento carnal, mas
segundo o poder de vida indissolúvel.
Porquanto se testifica, tu és sacerdote
para sempre, segundo a ordem de
Melquizedec.
Portanto, por um lado, se revoga a
anterior ordenança por causa de sua
fraqueza e inutilidade, pois a lei nunca
aperfeiçoou coisa alguma e por outro
lado, se introduz esperança superior
pela qual nos chegamos a Deus.
E visto que não é sem prestar juramento,
por aqueles sem juramento são feitos
sacerdotes, mas este com juramento por
aquele que lhe disse: "O Senhor jurou e
não se arrependerá. Tu és sacerdote para
sempre".
Por isso mesmo Jesus se tem tornado
fiador de superior aliança. Ora, aqueles
são feitos sacerdotes em maior número
porque são impedidos pela morte de
continuar. Este, no entanto, porque
continua para sempre, tem o seu
sacerdócio imutável. Por isso também
pode salvar totalmente os que por ele se
chegam a Deus, vivendo sempre para
interceder por eles. Vamos dar uma
olhada nesse texto com maior cuidado pra
gente entender algumas questões aqui.
Primeira coisa, eh nós vemos o peso aqui
da antiga aliança, eh ligados a templos,
sacrifícios diários, ritos de
purificação.
e que uma sucessão interminável de
mediadores levíticos, porque morria o
sumo sacerdote, eh, ele vinha outro sumo
sacerdote no lugar. É interessante notar
o texto que ele mostra exatamente porque
o sacerdócio de Cristo é superior, até
mesmo na linhagem, porque o Levítico era
passageiro,
né? Então, eh, a gente vai perceber que
a palavra de Deus mostra isso
claramente. Tanto é que Jesus, como o
próprio texto diz, ele vem da tribo de
Judá e não da tribo de Levi, da onde era
a os sacerdotes, né? Os sacerdotes
deveriam vir dali. E aqui a palavra de
Deus faz essa ligação com Melquizedec,
que aparece lá em Gênesis, né? E aí a
palavra do Senhor fala que esse
sacerdócio ele é superior. Ele passa
acima do sacerdócio levítico que era
temporário. Portanto, o sacerdócio
levítico era real, divinamente
instruído, instituído e necessário, mas
era por design provisório e limitado,
certo? Então, quando a gente olha até
para algumas questões hoje que as pal as
pessoas elas eh pegam
a, vamos dizer, a forma, a estrutura que
era passageira para tentar aplicar nos
dias de hoje, até eh na música, o povo
fala: "Ah, os levitas, né? Não existe
levita, né? Não existe isso de levita".
Os levitas eh também todo aquele
ministério, ele apontava para algo
terreno e passageiro, né? Então, e até
um um erro grave, porque os levitas não
eram só músicos, né? Então eles serviam
aos sacerdócios, era porteiros, eh
guardas do templo, uma série de coisas
que eram divisões dentro da tribo de
Levi. Então, a promessa de uma nova
ordem surge não da tribo de Levi, mas de
um juramento divino inquebrável,
aquilo que a palavra de Deus tinha
prometido. Tu és sacerdote para sempre,
segundo a ordem de Melquizedec, né, no
texto do Salmo 110. E que é repetido,
então, agora em Hebreus, no capítulo 7.
Então a gente vai perceber aqui que ora
aqueles, o texto diz o verso 23, ora
aqueles são feitos sacerdotes em maior
número porque são impedidos pela morte
de continuar. ele começa a fazer a
comparação do sacerdócio de Cristo e
agora com primeiro com esse sacerdócio
imperfeito. Nenhum sumo sacerdote ele
conquistou, vamos dizer assim, uma uma
eternidade ou uma vida eh sem fim para
que ele pudesse ser apenas ele como sumo
sacerdote.
Portanto, a multiplicidade sucessiva, os
termos, ele do texto, ele vai apontando
para isso. O sacerdócio então antigo
dependia de uma cadeia interminável de
substituições.
O texto de novo, ele vai usar o termo
tanatos, que diz respeito à morte, né? A
gente tem esse termo no nosso dia a dia.
Aí, tanatologia estudo da morte, né? A
morte era o limite então absoluto. Eh, o
mediador que intercedia pelo povo era eh
mesmo vulnerável e mortal. É o que o
texto ele começa a fazer de de
distinção. Permanecer então ou manter-se
eh numa função exatamente então o que o
sacerdote antigo não conseguia fazer. E
é o que a palavra de Deus fala de algo
perene. Portanto,
é lógico que esse ministério levítico
ele era passageiro, né? Então essa
ilusão aqui da multiplicidade,
sacerdó levíticos múltiplos porque
morriam. Nenhum desses mediador podia
permanecer no ofício indefinidamente. E
a morte interrompiu o serviço sempre.
lembra que até havia uma prescrição
contra eles. A forma como eles entrassem
na presença do Senhor no Santo dos
Santos geraria morte, né? Então aqui a
gente percebe que de fato eh o
sacerdócio levítico ele era eh limitado,
né? Então o texto continua. O verso 24
de Hebreus nos diz Jesus no entanto, né?
Então agora ele começa a fazer a
comparação porque continua para sempre,
tem o seu sacerdócio imutável. Eh,
partindo lá, do lado de lá,
eh, o texto começa, eh, eu sei que a
nossa tradução ela vem assim, certo? Mas
eh pegando algumas algumas terminologias
do texto original pra gente entender a
mudança. O texto original começa com
essa partícula aqui, eh, Odé, né, mais
ele para mostrar que havia um contraste
aos Levítimos, mas ele, ou seja, Jesus,
né, uma oposição direta e absoluta ao
sistema anterior, feito então pela
morte.
Então, subsistir por toda a eternidade,
fundamentado eh não em genealogia, mas
no poder de sua ressurreição. O
sacerdócio imutável de Jesus, ele não é
por genealogia,
ou seja, olhar pro ofício sacerdotal do
Antigo Testamento e falar: "Não, ele era
perene." O ofício era não o sumo
sacerdote, não a figura em si. O ofício
ele permanecia, mas o sumo sacerdote
mudava por causa eh da própria morte. E
agora ele vai dizer que em Cristo então
é imutável. E o termo é esse, né?
Paraabatom, que diz que é
intransferível, né? Portanto, o núcleo
da doutrina do ofício sacerdotal de
Cristo reside aqui. Agora, ele vai
dizer, eh, e esse termo nunca foi usado
e de maneira alguma foi referido ao
ministério sacerdotal levítico como algo
imutável ou intransferível, porque era
exatamente sombra daquilo que estava por
vir. Então o termo que é usado é esse
permanente, intransferível, inviolável,
que é a tradução do termo original no
texto, certo?
Então, o sacerdócio de Cristo não tem
sucessor. Ele não transmite seu ofício a
outro, pois não pertence a uma ordem
marcada por substituição, substituições.
Ele não apenas realizou o ato, um ato
sacerdotal, né, de fazer alguma coisa ou
um um ofício, né, mas ele possui um
ofício sacerdotal eterno. Então, as
dimensões aqui do ofício sacerdotal
mediante o texto. Primeiro, ele mostra
que é eterno, não é interrompido pela
morte. Ele morreu uma vez, mas
ressuscitou e vive para sempre. Ele é
único, agora apenas um mediador.
Sua obra, então, não precisa ser
repetida, nem substituída por outro.
Aqui está a nossa base litúrgica,
cultual. Nós cultuamos a Deus.
O nosso culto é a Deus por aquilo que
ele fez em Cristo Jesus, toda a obra de
Cristo Jesus, certo? Ah, o, vamos dizer,
o o a questão da missa.
Eh, e todas as vezes que se realiza a
ideia da teologia católica e você
realiza a Eucaristia, Jesus está
morrendo de novo, certo? Todas as vezes
é Jesus morrendo de novo. E a palavra de
Deus vai mostrar que isso é único.
Suficiente também capacidade absoluta,
salva da culpa, do domínio e da
condenação final. e o intercessor
aplica, sustenta e assegura os
benefícios de sua obra consumada
continuamente no céu. É interessante
notar isso que a palavra de Deus ela
mostra e como Deus nos guarda. Ele
coloca Jesus intercedendo por nós no
céu. Essa é a realidade que a palavra de
Deus coloca. E o Espírito Santo aqui na
terra, em nós, habitando em nós, fazendo
a mesma intercessão junto a Deus Pai.
Isso tudo diz respeito à preservação de
Deus na nossa vida. esse ofício
sacerdotal. Lembra que a figura do
sacerdote era manter o povo de Deus ou o
povo de Israel
limpo diante de Deus, apto para estar
diante dele. Então essa ação agora ela
se faz de maneira perfeita no ato quando
ele diz do Paráclito, né, que seria do
Espírito Santo, mas há uma nuance do
mesma ofício, da mesma, digamos, da
mesma ação em Jesus diante de Deus Pai.
Tudo isso como ato de preservação,
mostrando que é muito maior a realidade
que nós temos hoje. Então, do
provisório, que é o definitivo, o grande
contraste.
O sacerdócio levítico, qual era o fator
eh limitante, né? a morte, o fim do
ofício. Sacerdócio de Cristo, fator
limitante na vida indestrutivo, é eh
por meio da ressurreição de Cristo não
há esse fator. Quantidade, então,
múltiplos sucessivos, né? Nenhum
permanecia. Agora, o sacerdócio de
Cristo é única e exclusivo, o que
Hebreus está dizendo, sem sucessores.
Duração do ofício era temporário e
transitório. Aqui é permanente,
intransferível. Eh, usos dos termos que
a gente coloca aqui é exatamente para
mostrar porque a língua original grega
ela é ela é mais precisa do que o nosso
português, certo? Então, normalmente a
gente coloca, não é para colocar uma
língua diferente, mas é para mostrar
exatamente o que quando a palavra de
Deus ela usa de maneira muito criteriosa
termos, né? Então, quando coloca o termo
é porque de fato eh ele quer mostrar
exatamente aquilo que está acontecendo,
tá? Sem imprecisão da linguagem, então é
permanente, intransferível.
Resultado final,
eh, eh, primeiro era eh mediação, era
pedagógica e provisória, agora salvação
total e definitiva, tá? No último verso
que nós lemos, Hebreus 7:25, ele vai
dizer: "Por isso também pode salvar
totalmente os que eh por eles se chegam
a Deus, eh, vivendo sempre para
interceder por eles, tá? Então nós vamos
perceber aqui que primeiro pode é a
capacidade absoluta. O termo a
construção da frase é esta: capacidade
absoluta.
Uma salvação que não é instável ou
provisória, mas perfeita para sempre. É
necessário a gente entender isso, essa
obra de Deus para que a gente não
incorra em problemas doutrinários.
Normalmente, por exemplo, quando se Deus
fez tudo isso para que a gente tenha
segurança, como que nós vamos crer em
doutrinas onde a gente, a pessoa te eh
as doutrinas te coloca numa
instabilidade
de hoje salvo, amanhã eu não estou
salvo, eh eu posso de qualquer momento
eh cair eh uma série de coisas assim,
afastamento da da verdade não é a mesma
coisa de queda.
ou apostasia
definitiva, não é isso. Isso não tá
relacionado com aquilo que a palavra de
Deus fala, que ele fez em nós. Eh, esses
momentos de instabilidade, Deus sabe que
nós temos, mas a segurança que nós temos
é que o sumo sacerdote ele não é
instável.
Ele fez um sacrifício perfeito, não foi
provisório também de salvar esse acesso
à aproximação cultual espiritual de Deus
santo. Impossível era antes, sem a
mediação eh perfeita do filho. Agora nós
temos. E também interceder, como eu já
falei, a intercessão é ligado muito à
obra do Espírito Santo por nós. Lembra
os Romanos que fala que ele intercede
por nós com gemidos inexprimíveis.
Mas aqui ele mostra também essa nuance
na obra de Cristo, na no ofício dele
sacerdotal de interceder por nós ou
entrar na presença de Deus por nós. Todo
culto que nós fazemos a Deus, nós o
fazemos pela mediação de Cristo Jesus.
Então, não é apenas uma criança que a
gente ensina a orar em nome de Jesus.
Amém. Isso não é porque alguém inventou
isso. É um jeito de ser crente, não é
algo didático, mas é algo que nós
precisamos compreender que todos os atos
que nós fazemos, seja cantar,
louvar, ouvir, participar do culto, todo
ato ele é em nome de Jesus. É por meio
de Cristo que se chega eh perfeito a
Deus. Esse louvor e adoração chega
diante de Deus. Portanto, essa é a
lógica da salvação completa. Vida
eterna. Ele vive continuamente diante do
Pai, ofício intransferível. Nenhum outro
sacerdote é necessário mais a salvação
total, que é o termo que é usado no
texto, preservação definitiva e acesso
eh garantido, tá? Então esse é o acesso
exclusivo que Hebreus está traçando,
criando uma linha para mostrar homem
pecador, mediação perfeita por meio do
filho, gerando santidade e em direção a
essa santidade de Deus. Aliás,
então a ideia bíblica sempre mostrou e
nós já vimos isso, que o pecado criou
essa separação que ela é intransponível,
né? O homem não pode aproximar-se por si
mesmo. Essa é uma visão de vários
segmentos religiosos por achar que o
homem não é tão ruim assim, que o ser
humano não é tão ruim assim. Ele tem uma
coisinha de boa, uma coisa do coração,
alguma coisa, sua alma é boa. Mas o que
a palavra de Deus mostra é que esse
abismo é intransponível,
portanto era necessário por meio dele,
que é o texto fala. Então, Cristo não é
apenas alguém que ajuda o pecador, ele é
o mediador, sem o qual não há
aproximação.
Eh, ele é o caminho absoluto. E a
palavra de Deus vem falando isso. Então,
o acesso não baseia em méritos pessoais,
ritos levíticos ou sacrifícios
repetidos, mas tudo isso está em cima da
mediação perfeita de Cristo Jesus. Então
nós vemos a essa
satisfação,
intercessão, que é uma obra única, tá?
Então a cruz aqui, esse ato fixo que vai
reverberando na no tempo, na história,
criando essa onda toda. E Cristo se
oferece por si, oferece a si mesmo como
sacrifício, né, totalmente consumado. E
essa intercessão de Cristo, eh, não
tento completar algo que faltou na cruz,
é a apresentação contínua da eficácia de
sua obra. Não é que essa intercessão é
para completar alguma coisa, não, né?
Mas é é é exatamente essa apresentação
contínua nossa diante de Deus que Cristo
Jesus faz como sumo sacerdote, tá? Então
aplicações pastorais aqui da realidade
da para nós como igreja,
olhando pro próprio texto, a segurança
nossa,
nossa segurança não está na força da
nossa fé que oscila, mas na permanência
do nosso sacerdote que é imutável. Isso
nós precisamos entender e compreender do
fundo do nosso coração. Não estou
falando que isso nos dá brecha ou nos
leva à leniência ou uma vida eh que
longe do do evangelho, mas é porque Deus
de fato conhece quem nós somos,
tá? O acesso confiante. Ninguém se
aproxima de Deus com base em desempenho
espiritual, justiça própria, mas
unicamente pela mediação de Cristo. Não
adianta trazer alguma coisa na mão para
tentar acesso diante de Deus. Falar:
"Olha, Senhor, o Senhor sabe que
pode ser que eu seja ruim,
mas Senhor, eu tenho umas coisinhas boa
aqui para te trazer e quem sabe o Senhor
me recebe, né? Eu fiz isso, eu fiz o bem
para essa pessoa, eu já sei lá o quê, já
tirei um gatinho de cima da árvore lá.
As pessoas tm uns negócios assim de
apresentar diante de Deus. Ah, eu já fiz
isso, olha, né, e tal. Mas isso não eh
não garante e não te leva ao acesso a
Deus. Deus não aceita isso.
É consolo na fraqueza. Cristo não apenas
morreu por nós no passado, ele vive por
nós no presente. Seu ministério continua
ativamente a nosso favor e a salvação
completa, ele não salva parcialmente,
né? Então quando nós falamos
justificação, santificação e
glorificação, estão garantidas porque
Cristo que iniciou a obra e ele
preservará até o fim. Diante disso,
então, no texto que nós lemos, ele diz:
"Porque Cristo vive para sempre, possui
sacerdócio intransferível, ele salva
completamente todos os que se aproximam
de Deus por meio dele, sustentando-os
por sua intercessão eterna". Tá? Então,
ele não apenas abriu o caminho, ele é o
caminho, como a palavra de Deus diz. Ele
não apenas ofereceu um sacrifício,
pegou outra eh outro animal, né? igual
Antigo Testamento ou alguém não. Ele
ofereceu a si mesmo.
Ele não apenas intercedeu uma vez. A
palavra de Deus fala que ele vive sempre
para interceder por nós. Essa é a visão
do texto bíblico para que a gente entre
então na sistematização agora da
doutrina, certo? olhar para essa
doutrina. Então, nós vemos as visões
basicamente
duas aqui. Nós estamos de um lado a
visão universalista,
que é basicamente a visão arminiana.
A premissa deles é: Cristo morreu para
tornar a salvação possível a todos os
indivíduos da raça humana, certo? A
mecânica, então, depende da fé do
indivíduo e aí a salvação é provisória.
Se depender da fé, a salvação é
provisória, porque a a nossa fé ela não
é perene, né?
Eh, e ela ela tem as suas oscilações. O
risco lógico, se ele pagou o preço por
todos, a justiça exigiria que todos
fossem salvos. O passo lógico inevitável
é o universalismo extremo, que alguns
vão chegar de dizer que lá no final, no
final, no final, no final era só um
susto,
certo? Aí não só um susto, né? Passou
ali perto da
boca do inferno assim.
É, sentiu a, né? Só um susto, pequeno
susto. E aí depois vai salvar todo
mundo. Aí todo mundo vai chegar falar:
"Opa, que que surpresa aqui". Falou:
"Ah, no final deu certo", né? Essa é a
visão universalista. A palavra de Deus
não mostra isso. A visão reformada.
Cristo morreu com o propósito
inquebrável de salvar real e
infalivelmente os seus eleitos, suas
ovelhas, sua igreja. João 15 10 eh fala
isso, que ele veio exatamente paraas
suas ovelhas. A mecânica,
a cruz não apenas torna a salvação
possível, ele adquire e garante
infalivelmente a própria fé, o
arrependimento e a justificação dos
escolhidos. Então a expiação ela não é
apenas suficiente, ela é intencional,
particular
irresistivelmente
eficaz. Diante disso, então, qual que é
a direção dessa mediação? Nós vimos
então do profeta, que era o
representante de Deus junto ao povo, ao
homem.
O movimento de cima para baixo. Lembra?
O profeta falava fala da parte de Deus.
Eh, a gente viu isso em Cristo. Sempre
ele falando eh que veio para eh fazer a
vontade do Pai.
traz a mensagem, interpreta a vontade
divina, o foco central, deveres,
moralidade e responsabilidade
espirituais. Agora, o sacerdote,
representante do homem junto a Deus,
lembra que do lado de lá é representante
de Deus junto ao homem, o profeta. Do
lado de cá, representante do homem junto
a Deus. Qual que é o movimento? De baixo
para cima. Cristo Jesus nos conhece.
Lembra que Hebreus fala que ele conhece
nossas fraquezas,
que ele foi tentado em todas as coisas.
Aí o texto fala, mas sem pecado. Por
isso ele se compadece de nós de baixo
para cima, apresenta sacrifícios e
intercede em favor do povo. Eh, o foco
central é o ritual adequado e a garantia
de acesso ao criador, porque tudo
apontava pro sacrifício perfeito, que
foi o sacrifício de Cristo Jesus.
Então, as marcas aqui desse de um
sacerdote legítimo representatividade
de eh tomado dentre os homens. Lembra
que a gente falou do porquê da
necessidade de Jesus ter encarnado e ser
homem para que ele de fato nos
representasse diante de Deus? Como um
membro da raça humana tem a capacidade e
o direito de agir em favor de seus
irmãos. autoridade divina constituído
por Deus, que também Hebreus fala,
ninguém toma esta honra por si mesmo,
né? O ofício é uma nomeação soberana
para lidar com as coisas sagradas e a
ação eh sacrificial, sua obra primária,
tá? Ocupa-se fundamentalmente oferecer
dádivas e sacrifícios para expiação dos
pecados e na intercessão.
Esse é o perfil. Você retorna a Hebreus
5:1. Esse é o perfil lá do sacerdote em
Hebreus, né? Ele do lado de cá, eh,
tomado dentre os homens, como foi citado
ali, natureza humana garante essa
representatividade,
eh, constituído por Deus, foi nomeado
por Deus. Hebreus 5:4, fala isso, tá? Do
lado de lá, ele age aqui nas coisas
religiosas. o foco da atuação eh
estritamente vertical nas coisas
concernentes a Deus, como diz o texto,
oferece dons, sacrifícios e intercessão,
tá? Então, é obra dupla,
o sangue no altar e o incenso aqui no
trono. Esse é o mediador perfeito. Essa
estrutura a gente não podia achar no
sumo sacerdote,
no sumo sacerdote terreno. Essa
estrutura, ele não conseguiria eh ter
ou oferecer para o povo eh de Deus.
Cristo, então essa única realidade
lá no sistema mosaico eram prefigurações
e tipos sacerdotes falhos, sacrifícios
imperfeitos e temporários. Possuiam
apenas eficácia cerimonial, aguardando a
verdadeira purificação moral, né? Já a
ordem aqui de Melquizedec era a
substância verdadeira. Cristo, então,
não é sacerdote em um sentido figurado
ou metafórico.
Ele é a realidade eterna em que todas as
sombras do tabernáculo tentavam
expressar. Tudo que estava no
tabernáculo,
do tabernáculo no deserto e também lá
depois no templo, tudo aquilo ali era
apontando para Cristo, né? Tudo aquilo
ali tinha um significado em Cristo.
Então assim, a gente gosta de um de uns
bibelô, né? Negócio
mes depois de crente, alguns tem uma
realidade meio mística. Aí ele vai lá,
não sei aonde, ele compra uma menor,
né? Aí põe as velinhas no negócio lá. Aí
você pergunta para que que é isso? El
fal assim: "Ah, não é o que eu gosto,
né?"
Mas de certa maneira ele tem um apego
meio místico aquilo ali, né? Eh, sei lá,
alguns vão lá em Israel,
compra
réplica da arca da aliança, né? Aí põe
em casa assim, ele não ora na diante
daquele negócio, mas ele olha para ele
assim e ele gosta da daquele negócio.
Mas a gente precisa entender
biblicamente que tudo aquilo era sombra.
Se não fosse sombra, Deus preservaria.
Gente, a gente não vê eh o relato
bíblico depois que entra eh quando há o
saque, né, de de Jerusalém
e some. Depois devolve algumas bachelas,
mas a arca da aliança sumiu.
Ela sumiu. E e a palavra de Deus não
fala, não tem interesse nisso. Depois
não manda fazer de novo. Fala assim,
chega lá na época de Jesus, fala, olha,
vai de novo a arca da
apóstolo Paulo, basicamente is
>> todas as coisas.
Então assim, eh às vezes eh eh teologia
nos liberta de algumas dessas coisas,
sabe? Se sei lá, você tem isso só como
algo histórico, né? Mas vai que alguém
fala assim: "Ah, isso aqui é um pedaço
da
Isso aqui é um pedaço da arcaendo
até hoje".
>> É, foi
peda de tudo
>> não que igual sei lá tem um valor
histórico, o povo vai ver até chora de
pegar naquele pano, né? No santo
sudário, porque as pessoas têm essa
relação mística. Só que a palavra de
Deus tá falando de algo superior, de
algo superior, né, de eh
aquilo era sombra, agora nós já temos
Cristo, né? Então, a natureza do
sacrifício aqui
apenas, né, um presente para obter
favores, um ritual comunhão sacramental,
aí uma simples eh homenagem aqui de
dependência e o mero símbolo de
restauração. Essa a teoria expiatória
que a morte do animal era a substituição
vicada pelo pecado do ofertante.
sacrifício era intrinsecamente
substitutivo, sangrante, propiciatório,
exigindo sofrimento e morte. Eh, só que
a gente olhando lá para pro texto
Levítico, a gente vai perceber que mesmo
o ato de imolar o cordeiro, se não
houvesse uma condição de arrependimento,
de entender o que estava de obediência
à lei que apontava para Cristo, né? O
fim da lei é Cristo. Se isso não
acontecesse,
era sacrifício vazio, né? Plenamente
vazio. Então, a causa motora da
expiação. Chegamos aqui, porque isso
precisava acontecer. Então, o sacrifício
não é fruto de um conflito entre o filho
amoroso e um pai irado, mas do
beneplácido do deus trino. A gente
precisa entender isso. Não foi um Deus
pai.
fala: "Vou matar todo mundo".
Jesus fala: "Pera aí,
vamos negociar.
Aí fala: "Alguém tem que morrer". Então,
aí o Espírito Santo fala: "Então vai ser
você, né?" Eh, aí falou: "Não, não vou,
vai, né?" Não, não é assim. A palavra de
Deus fala que tudo isso aconteceu no
conselho da vontade de Deus, na
trindade. Então, sim, Jesus quis e a
palavra de Deus fala isso, ele quis
morrer por nós. Então, é fruto do amor
divino que é Deus providenciando eh o
meio, o livramento para os pecadores
perdidos, entregando o filho unigênito.
E aí satisfazia a justiça divina, exigiu
inexoravelmente que este mês
satisfizesse todas as demandas da lei.
Deus permanece justo enquanto justifica
o pecador. Porque a ideia de vários
movimentos é que Deus poderia
simplesmente declarar
que não teríamos mais pecado, declarar a
justiça sobre nós. Aí Romanos já
responde isso. ele fizesse isso, ele
atentava contra um atributo dele que é
de justiça,
atentaria contra o atributo. Portanto,
ele precisava cumprir eh e desde o
início a quebra da lei se espiava, então
com sangue. Perdão, então sem sacrifício
era possível? Essa é a pergunta, né?
Então, a expiação era absoluta
inevitavelmente necessária por quatro
razões. Santidade divina, finita
majestade de Deus, não pode simplesmente
ignorar a ofensa e ou tolerar o pecado.
A lei imutável, né? A transgressão traz
penalidade inevitável. A lei reflete a
natureza de Deus, não apenas uma regra
arbitrária e a veracidade de Deus. Eh, o
decreto estabelecido, né, o salário do
pecado é a morte.
exige o cumprimento infalível e a
natureza da culpa também. O pecado gera
um débito legal, objetivo, que exige
reparação e pagamento. Por isso sim, era
necessário.
Então, essa natureza da expiação
objetiva, eh, a obra atua
primordialmente sobre a pessoa ofendida,
que seria Deus, é ofendido pelos nossos
pecados, e não sobre o ofensor, que é o
pecador, tá? Então nós temos primeiro lá
vem eh indo de baixo para cima,
reconciliação secundária. Somente porque
Deus foi reconciliado em sua justiça,
sua justiça satisfeita, o pecador pode,
através do espírito, ser reconciliado
com seu criador. Satisfação, ou seja, a
exigência da justiça retributiva são
plenamente atendidas. Quando Cristo
Jesus falou está consumado, ele estava
dizendo exatamente isso. Foi pago.
Está pago.
Aí Paulo depois desenvolve isso falando
o escrito de dívida que era, né? Para
nós, Deus o encravou
na cruz. Propiciação. O sangue de Cristo
sobre pecado, interpondo-se e afastando
a justa ira judicial de Deus. Tá? Eh,
Romanos 3, a partir do verso 21, eh,
começa falando dessa propiciação.
Parece até uma redundância. Ele fala
propiciação, o qual ele propôs, né? Mas
lembre-se que propiciação
era o ato de reconciliação,
eh, que os, eh, no ato do sacerdote
aspergir sangue na tampa da arca da
aliança. Isso era o propiciatório,
tá? Então, a propiciação era isso, a
natureza da expiação
vicária, certo? Substituição penal e
imputação da culpa. Primeiro nós temos
troca legal aqui. Cristo tomou
literalmente o lugar dos pecadores.
União legal eh prévia permitiu que ele
fosse o nosso piador. A imputação, a
nossa culpa como obrigação penal foi eh
juridicamente imputada. Ele não eh se
tornou pecador, mas portador da punição.
Cristo não se torna pecador. Lembra
desse termo de imputação?
Eh, o ato de colocar, lembra que é algo
que você não tem, foi lhe dado do mesmo
jeito que acontece com Abraão quando lhe
é imputada a justificação. Diz que
Abraão creu em Deus e isso lhe foi
imputado como justiça. Ou seja, a
justiça não vem dele, foi lhe dada. O
pecado não era de Cristo, foi lhe dado
imputado sobre ele, foi colocado sobre
ele. O inocente pelo culpado, então a
justiça divina executou a pena sobre o
substituto para que os transgressores
pudessem receber a remissão.
Então, essa obra indisível aqui é a
dupla obediência. Eh, nós temos
obediência ativa, né, direito à vida.
Cristo Jesus viveu uma vida imaculada,
cumprindo integralmente as exigências
federais da lei. Aquilo que Adão não
conseguiu fazer, Jesus fez. Conquistou o
mérito garantido para seu povo, a
justificação positiva, a adoção de
filhos e o direito inalienável à vida
eterna. Do lado de cá, nós temos a
obediência passiva,
eh, o perdão da dívida. Cristo
sujeitou-se voluntariamente aos
sofrimentos e à morte penal na cruz.
Lembra quando Jesus ora? Ele fala: "Eh,
Senhor, se possível, passa admira esse
cálice no nos terrores ali da morte, né,
do pecado sobre ele." Mas aí ele emenda
dizendo, mas contudo, não seja feita a
minha vontade, sim a sua.
Suportou a maldição, cancelou a dívida
do pecado, resgatou o seu povo das
exigências punitivas da justiça divina.
Esse era o propósito, então, trípulo da
cruz. Para com Deus, desviou a ira
judicial, para com Cristo garantiu sua
exaltação messiânica, que era o seu
ofício e a seu chamado, né?
Eh, e para com o pecador assegurou a
união mística, a salvação certa, a
santificação progressiva e a
bem-aventurança inabalável, que na
glória, tá?
Essa extensão de expiação, eh, que é uma
salvação, então, eficaz. A pergunta
sempre que surge é para quem foi feita a
expiação, que é algo garantido. A
palavra de Deus fala que é selado, não
tem jeito de Não tem como perder.
Não por causa de nós, é por causa de
Cristo. Por isso não é arrogância,
gente. Alguns falam que a teologia
reformada é arrogante de você falar
assim: "Eh, eu sou salvo". A pessoa fala
assim: "Isso é arrogante, hein? Como é
que você pode garantir isso?" Eu falei:
"Não, não tô garantindo de mim, não. Tô
garantindo é de Jesus".
É por causa de Jesus que eu tô falando,
não é por causa de mim não, que aí a
pessoa fala: "Ah, você é isso, você é
aquilo, o outro, você, né,
você tem você pecador, você não sei o
quê". falou: "Sim, eu sou, mas não é por
causa de de mim, não. É por causa de de
Cristo. Por causa de Cristo.
Cristo então não suportou a cruz apenas
para tornar a salvação uma possibilidade
incerta que dependesse da vontade humana
falha.
Para que então Cristo sofrer tanto se
depois iria depender do ser humano?
Gente, às vezes fala: "Poxa vida, eu
sofri tanto por você
e você me aprontou a dessa. Você não deu
conta de ficar até o fim." É isso que
algumas pessoas acham. Fal assim: "Não,
então foi por nada. Para que que eu
sofri?
Puxa vida, né? Sofri. Tem um hino nosso
que eu não gosto. Desculpa falar aqui,
mas nós estamos
depois a gente apaga.
É um hino que parece que Jesus tá assim
meio eh pedindo aquele que fala assim:
"Morri, morri na cruz por ti, que fazes
tu por mim?"
Foi meio estranho esse negócio.
Aí vai falar: "Sofri na cruz por ti,
sofri para te salvar e depois é morri.
Morri por ti. Que que fazes tu por mim?"
e fala: "Gente do céu, me dá um
desespero quando canta esse hino que eu
falo assim: "Ô, eu sei não. Eh,
só se o senhor fizer em mim que aí, né,
o senhor põe na minha mão que eu ofereço
pro senhor. Se fosse essa formação perde
perde e se de repente Cristo viesse na
fase daqui você. Sim, é um desespero. É
um desespero. Sempre as pessoas, mas as
pessoas falam isso aí, fala assim, ó, se
vai que decidir na hora que tocar a
trombeta, sei lá, você acabou de fazer
um trem errado, aí
acabou, né? Você sei lá, tava mentindo
para alguém,
xingou alguém no trânsito, tocou a
trombeta, você fala: "Aí, meu Deus,
lutei tanto. Ah, o cara me fechou aqui,
senhor, só viu?
fala, não, já era. É isso que as pessoas
elas e algumas linhas, a grosso modo,
vão entender. Sacrifício foi oferecido
com propósito soberano de salvar de fato
e com segurança absoluta os seus
efeitos, então sua igreja e suas
ovelhas. E também a morte de Cristo
comprou e garantiu não apenas a ausência
de condenação, mas também o dom do
arrependimento, a fé e a operação do
Espírito Santo. do coração do seu povo.
Muito mais nós devemos olhar para isso
aqui, ó. Quando nós pecamos, nós
arrependemos mesmo.
Isso é uma garantia de que você foi
feito filho de Deus. Caso contrário,
eh, o ser humano, ele racionaliza tudo
que ele quiser racionalizar. Aí do alto,
do altar terrestre ao santuário
celestial, a obra sacerdotal não
terminou no momento em que a tumba foi
esvaziada,
né? Aqui nós temos do lado de cá o altar
de bronze, o sacrifício consumado,
sangrento e e repetível a obtenção da
redenção nos céus, a intercessão
contínua, gloriosa e eterna, né? a
aplicação dessa redenção, da redenção.
Jesus Cristo então governa não apenas
como rei no trono, mas oficia
insensantemente como nosso sumo
sacerdote vivo diante do Pai, tá? Então,
qual é a natureza dessa intercessão
celestial?
De acordo com a palavra de Deus,
apresentação perpétua exibe seu eh
sacrifício perfeito a Deus como base.
Defesa judicial. Lembra-se de João
quando fala: "Se confessar os vossos
pecados, ele é fiel e justo para perdoar
os pecados."
E aí ele fala que nós temos, né, um
advogado junto a Deus Pai, Jesus Cristo,
é o justo. Purificação do culto limpa e
santifica nossas orações e serviços
imperfeitos, eh tornando-os agradáveis,
agradáveis a um Deus santo. e petição
preservadora. Ora incessantemente pela
proteção espiritual,
eh, constância na fé e vitória final de
cada um dos seus, tá? Isso é o que
Cristo faz. Qualidades então do nosso
advogado, como eu disse, a palavra de
Deus fala que Jesus ele nos ele
nos representa diante de Deus. Ela é
insensante.
Ele não dorme nem tem pausas. Está
eternamente alerta às necessidades de
todos os seus, garantindo a aplicação
diária de sua graça. É com autoridade.
Ele não implora como uma criatura
desesperada,
né? Ele solicita como filho cóigual que
cumpriu a lei. Suas orações possuem base
legal e refutável.
Infalível. Sua oração jamais é
rejeitada.
O pai sempre o ouve. Lembra que Jesus
quando tá lá
eh na ressurreição de Lázaro fala: "Eu
sei que o Senhor sempre me ouve, mas
para que esses creiam", né? Ele
>> Exatamente. Assegurando com absoluta
certeza de que nenhum daqueles que lhe
foram dados se perderá.
Aqui então está essa matriz de
comparação eh das origens das ideias
eh da ideia sacrificial na história
aqui.
Eh, presente expressão de garantia para
eh garantir de gratidão para garantir
favores. Qual que é a falha teológica?
Porque alguns vão entender que eh o
sacrifício de Cristo foi
presente, comunhão sacramental,
homenagem, símbolo,
certo? Vertentes na história aí que às
vezes até você pensa assim: "Ah, parece,
mas não é isso".
Como presente, ele fala que é expressão
de gratidão. A falha teológica, isso é
um conceito pagão, gente, de suborno.
Não explica a necessidade da morte de
Cristo. Conceito pagão, aquilo que o
povo faz aí para qualquer divindade,
esses sacrifícios, esses negócios aí,
não tem nada a ver com aquilo que Cristo
fez, não, tá? É isso aí. É outra coisa.
esses negócios de para eh ah, vamos para
uma ferenda, vamos fazer um negócio aí
para isso aí é outra coisa,
né? Então não foi presente não, né? Essa
ideia não, isso aí é outra realidade.
Isso foi refutado biblicamente. Comunhão
sacramental, comendo sacrifício para
assimilar a divindade. Ideia de tótem,
aquela ideia de de de se de povos
animistas. Aí
tem muito isso, tá? eh, grosseiramente
materiais sem base, que no gênesis é
também é refutada, tá? Eh, a homenagem
apenas uma, não foi exatamente,
expressão de dependência e reverência,
premissa principal, não explica o
derramamento de sangue exigido de Noé e
de Jó, tá? de de saber que eh naqueles
para quem então o sacrifício
derramamento de sangue, ele tá citando
nos tem citando Jó, porque vocês lembram
que Jó,
Jó não tá exatamente onde o Jó está.
Confusão, hein? E nós temos o no texto
bíblico a história de Jó antes dos
Salmos, né? Jó, salmos.
A gente pensa, Jó passou, né? passou não
para mais ou menos a gente situar,
possivelmente quem escreveu Jó foi quem?
Pergunta de eh Jincan, né?
Possibilidade que Moisés que escreveu
Jó, né? uma maior probabilidade.
Eh, dentro da estrutura do texto de Jó
era patriarcal,
portanto era da época de possivelmente
da época de Abraão por ali,
ou então assim, está antes
da da lei de de Levíticos.
E por que que Jó sacrificava
pelos seus filhos para santificar os
seus filhos?
para que que havia derramamento saído,
né? Então a gente eh não explica isso.
Se for só uma homenagem, então os
anteriores para que que fez isso?
Símbolo: morte apenas para obtenção do
sangue como símbolo de vida. também não
reduz a morte. É um detalhe mecânico,
também é refutado. Então o que nós
estamos dizendo é que a ideia dessa obra
sacerdotal, ela é expiatória, portanto a
morte do animal substitui vicariamente
suportando a penalidade do pecado, tá?
Não tem falha. E a questão agora,
veredito bíblico, única visão
sustentável explica a substituição,
derramamento de sangue e aponta para o
redentor. Então, desde o início, tudo
isso estava apontando por uma obra
expiatória. A anatomia da expiação,
então, ela é assim, objetivo e
direcional. Você vai ver que
a cruz aponta para Deus, foi feito, tá
entregue a Deus, tá?
Eh, Jesus entrega a Deus, não fala pros
pessoas lá, ó, ó,
tá garantido para vocês aí. Não, ele
entrega para Deus, fala, está pago, tá?
Então, de de Deus agora, da parte de
Deus para nós, eh, ele aplica agora
aquilo que veio de Cristo Jesus e não
nosso, tá? Então, a relação agora nossa
com o nosso Deus, ela sim pecadores, mas
já
eh
Deus já nos vê lá glorificados, né?
Então, o que ele age e a forma como ele
age conosco é por causa da cruz de
Cristo, né? Então, já como espiados da
nossa culpa.
mecanismo então da substituição penal
vicária,
é esse que nós já falamos. Pecador
transfere culpa para Cristo, tá? E
Cristo transfere, né? Cancela, transfere
o cancelamento do débito para nós, né?
absorvendo o exaurindo da morte e a
penalidade eh exigida da lei. Então, nós
temos do lado de cá permissão do
legislador. O próprio Deus autorizou
isso, esse relaxamento judicial. Agora,
capacidade de pagamento. Somente uma
pessoa divina poderia suportar
finitamente a ira e sobreviver sem
prejuízo. Não invadiu os direitos de
terceiros inocentes e voluntariedade. O
sacrifício foi espontâneo, né? e não foi
coagido.
Chegamos então ao final. Olha só, gente,
que milagre nós conseguimos depois de de
uma longa caminhada. Mas aqui o que nós
precisamos entender desse ofício
sacerdotal de Cristo é que por meio dele
nós temos o acesso confiante ao trono da
graça. É aquilo que ele fala, Hebreus
fala: "Acheguemo-nos, portanto,
confiadamente junto ao trono da graça."
Gente, lembra, faz aí uma volta
lá no sacrifício da antiga aliança, eh,
desde quando Deus começa a se revelar ao
povo, Moisés, lembra que Moisés subia no
monte para falar com Deus
e aí descia uma nuvem relâmpago, o monte
tremia.
Tinha lá o pessoal que vai Josué, né? Os
anci fica na base, cerca a base da
montanha e ninguém sobe.
Gente, esses esse essa visão, por mais
que as pessoas hoje fiquem falando
assim, né? Ah, Deus, eu quero te ver,
né? Desce em cima de mim sua glória e
tal. Se você não tiver pensando em
Cristo, isso é desesperador, gente. A
pessoa acha que ela é o quê? Porque o
entrar na presença de Deus, se não for
pela mediação de Cristo, é fulminar. ser
fulminado. Era o que acontecia lá, né?
Se até um animal subisse à montanha, ele
morreria diante ali da manifestação de
Deus. Agora, lembra disso aí, Hebreus, o
livro de Hebreus está agora falando pro
primeiro público do hebreu. Fala assim:
"Pode vir". Você acha que o que que o o
primeiro a luta de um hebreu para falar
assim, o quê?
Eu
não vou não chegar aí sem o sacrifício?
Aí fala: "Não, o sacrifício já foi
feito, perfeito, pode chegar."
Aí ele fala: "Acheguemos-nos, portanto,
né, confiadamente junto ao trono da
graça, porque já foi feito, né, a ira de
Deus foi aplacada.
Pode vir.
Por isso que ele está falando aí, que
ele fala eh quando ele fala assim, eh,
não deixemos de congregar como é costume
de alguns, ele tá nesse contexto. Então
ele diz: "Gente, vocês pararam para
pensar o o a o presente que vocês têm de
chegar num culto diante de Deus, que
vocês podem cultuar a Deus agora por
causa de Cristo Jesus e entrar na
presença dele e não morrer e não ser
exterminado da presença de Deus?" Por
isso que ele fala: "Não deixemos de
congregar como é costume de algum". Mas
ele tá falando isso, eh, não aquele
negócio que o povo faz assim, ó,
ameaçando os outros. Não, deixa ele de
congregar. Fala, não. Você tem que
entender primeiro por que ele tá falando
isso. Tá falando isso. Olha, se você
deixa de congregar, você não sabe que
você tá perdendo.
Você não sabe que você tá perdendo. Você
tá perdendo a chance de no ato de culto
estarem juntos. Se Deus está ali eh
recebendo aquele ato de adoração e você
perdeu, você perdeu a oportunidade.
Moisés
não teve. Moisés não teve. Então o preço
foi pago uma vez por todas no Calvário.
A justiça divina foi plenamente
satisfeita
e o nosso grande sumo sacerdote vive
para sempre. Então, a nossa redenção é a
obra divina perfeita, infalível e
completa da cruz ao trono celestial.
Ao saber disso, a gente precisa eh ter
alegria em servir ao Senhor. Isso deve
mudar a nossa visão de de culto, de
estar com o povo de Deus nessa nesse ato
de adoração, do nosso relacionamento
para com Deus, da nossa vida para com
Deus. de
eh
sei que requer uma reverência, mas é uma
reverência com alegria, né, de de saber,
olha, precisa vir à nossa mente isso
quando a gente cultua a Deus. Isso é
muito maior do que qualquer problema que
a gente tiver na vida e precisa passar
por cima de qualquer problema que a
gente tem na vida, porque os nossos
problemas, por maiores que sejam aqui na
terra, são passageiros. Agora, o que nós
eh temos conquistado em Cristo Jesus é
eterno, né? Que que tem maior peso? Meus
problemas passageiros que vão me afastar
de adorar a Deus com plenitude, com
alegria, né? e de ter prazer do dia do
Senhor ou o que vai dominar a minha vida
de saber que o sacrifício tão grande foi
feito por nós para que a gente tivesse
livre acesso à presença de Deus. Que
Deus nos abençoe, nos ajude compreender
e que ele aplique a palavra dele no
nosso coração. Vamos orar.
Senhor nosso Deus, nós queremos te
agradecer. mais uma vez por essa
oportunidade que nós tivemos de estudar
um pouco da tua palavra e de entender, ó
Deus, aquilo que o Senhor fez em Cristo
Jesus por nós. Que o Senhor nos abençoe,
que a tua palavra, ó Deus, gere em nós
sempre alegria, contentamento em servir
ao Senhor. nós possamos compreender o
benefício que nós temos, ó Pai, como
igreja, eh, cultuar juntos ao Senhor e
entrar na tua presença por meio de
Cristo. Abençoe-nos, ó Deus, abençoe a
vida de cada um que está aqui nessa
noite e abençoe a tua igreja e o teu
povo, ó Deus, e a nossa oração em nome
de Cristo Jesus. Amém. Que Deus nos
abençoe, nos dê uma boa noite de
descanso e um bom feriado também.

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