# 73 Pilares da Fé Reformada | Estudo Bíblico
06/06/2026
# 73 Pilares da Fé Reformada | Estudo Bíblico
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PILARES DA FÉ REFORMADA
Teologia Dogmática ao alcance de todos
O desafio da Primeira Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia é que continuemos a caminhada na preservação da doutrina e na aplicação das verdades bíblicas aos novos desafios de nossa geração. Integrando-nos à nobre sucessão dos que amam a Deus e sua Palavra e que buscam entendê-la e aplicá-la, em submissão ao Espírito, à vida da Igreja. D. M. Lloyd-Jones diz:
“Toda a doutrina cristã visa levar, e foi destinada a levar a um bom resultado prático. […] A doutrina visa levar-nos a Deus, e a isso foi destinada. Seu propósito é ser prática […] a nossa vida cristã nunca será rica, se não conhecermos e não aprendermos a doutrina. Você não poderá ser santo se não conhecer bem a doutrina. Doutrina é a ligação direta que leva à santidade. É somente quando compreendemos essas verdades fundamentais que podemos atender ao apelo lógico para a conduta e o comportamento agradáveis a Deus”.
Diante disso, uma tradição saudável tem compromisso com o passado na geração do futuro. Portanto, “o conservadorismo criativo utiliza-se da tradição, não como autoridade final ou absoluta, mas como recurso importante colocado a nossa disposição pela providência de Deus, a fim de nos ajudar a entender o que a Escritura está nos dizendo sobre quem é Deus, quem somos nós, o que é o mundo ao nosso redor e o que fomos chamados para fazer aqui e agora”. J.I. Packer nos ajuda nessa compreensão:
“A tradição nos permite ficar sobre os ombros de muitos gigantes que pensaram sobre a Bíblia antes de nós. Podemos concluir pelo consenso do maior e mais amplo corpo de pensadores cristãos, desde os primeiros Pais até o presente, como recurso valioso para compreender a Bíblia com responsabilidade. Contudo, tais interpretações (tradições) jamais serão finais; precisam sempre ser submetidas às Escrituras para mais revisão”.
Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
+55 (62) 3213-3320 ou 98113-0461 (WhatsApp)
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Legendas automáticas:
Meus irmãos, boa noite. Boa noite. >> Nós vamos começar nosso estudo nessa quarta-feira, né? Hoje, né, o número do nosso estudo, nós já temos 73 estudos na mesma série pilares da fé reformada, né? E nós vamos entrar numa outra parte da teologia hoje, que é a soteriologia e alguns aspectos dela, né? lembro que nós eh veremos sempre os assuntos numa perspectiva da teologia reformada também eh dentro, né, da da teologia sistemática, dogmática e aplicações, né, na teologia bíblica para que a gente possa compreender como que doutrina não é apenas algo para o intelecto, né, mas doutrina precisa, eh, descer ao nosso coração e regular as nossas práticas, a nossa visão de de mundo, de vida, de tudo aquilo que nos cerca. A doutrina é fundamental na nossa vida, né? Isso é um dos eh fundamentos da teologia reformada. Portanto, em vários momentos da história da igreja, onde a igreja se lançou em em movimentos muito mais místicos, né, eh a gente vai ver que a igreja perdeu bastante, né? Nós temos um movimento dentro da história entre o escolasticismo, né, antes de vir a reforma, um pouco antes da reforma. Então, nós tivemos na Idade Média o escolasticismo, ele foi um tempo onde as pessoas deram ênfase demais a razão, ao estudo, né? Então, em meio a tudo isso, se tornou muito árido, porque a busca pelo conhecimento era apenas uma busca pelo conhecimento. Nós temos muita coisa boa escrita, nós temos muita coisa na teologia que vem dessa época de e que fundamenta a reforma que viria. Mas logo a seguir, por causa dessa ênfase puramente acadêmica, a gente tem um movimento curto ali antes da reforma chamado de místicos. Os místicos, na verdade eles tentando equilibrar essa questão do conhecimento apenas acadêmico, eles jogam o pêndulo pro outro lado, eles não acertam a para equilibrar, eles jogam pro outro lado, né? Então, quando muitas vezes a gente fala de do movimento do pentecostalismo por volta de 1900, as bases deles não é de 1900, é bem antes, tá? é bem antes. Então, nós temos aí, por volta do ano 1400, 1500, nós já tínhamos movimentos místicos que davam ênfase, não ao a texto, ao solo a escritura, né, ou a palavra de Deus como revelação que que está acima de toda e qualquer revelação. Mas começou-se aí movimentos onde a revelação poderia vir de diversas formas e diversas maneiras. E aí surgiu um movimento chamado místico, né? Então, é interessante ver, nessa época surgiram vários teólogos ou eh algumas pessoas que eram consideradas santas, né, na no meio da igreja, que elas falavam que nunca tinham eh lido texto bíblico e não precisavam ler Bíblia, porque o que elas sabiam vinha diretamente de Deus, era uma revelação direta da parte de Deus. Daí a gente vê que o movimento descamba, tentando acertar aquilo que a gente vem falando aqui, que conhecimento ele precisa gerar piedade. Tentando acertar isso, eles jogam pro lado oposto, tá? Então nós estamos falando na perspectiva da teologia reformada e hoje nós vamos entrar na doutrina da salvação, que é a soteriologia. Nós vamos orar para que a gente inicie. Senhor nosso Deus, nós queremos agradecê-lo pelo dia que nós tivemos, ó Deus. Levamos o nosso pensamento a ti, ó Deus, agradecidos ao Senhor. Ó Deus, porque o Senhor é que preserva a nossa vida. O Senhor, ó Deus, é que tem nos sustentado, mas principalmente, ó Deus, o Senhor, ó Deus, tem nos amado, ó Deus, e o teu amor se expressa, ó Deus, nessa no ato, ó Deus, da nossa salvação. Ou bem antes disso, quando o Senhor, ó Deus, decretou que tudo isso acontecesse. Portanto, ó Deus, nós queremos, ó Pai, bendizer ao Senhor muito mais, ó Deus, do que circunstâncias. Nós queremos olhar, ó Deus, para aquilo que o Senhor tem feito em nós para a eternidade. Portanto, nos abençoe, ó Deus, que o estudo da tua palavra seja, ó Deus, eh, transformador na nossa vida, ó Deus, e sempre, ó Deus, mude a nossa perspectiva, o nosso olhar, as nossas percepções. Ó Deus, converta o nosso coração a ti, ó Deus, dia após dia. É a nossa oração em nome de Cristo Jesus. Amém. Quando nós falamos de soterologia, logo já nos vem à mente e eu creio que nós já ouvimos falar de questões da ordem, né, de salvação. Mas porque e como nós chegamos até aqui, nós estamos, né, do lado de lá começando soterologia, que é a aplicação, é a restauração da comunhão em favor divino. E é exatamente essa aplicação da dessa obra toda salvífica, né, em Cristo Jesus. Mas eh para que a gente tivesse nós eh chegar até aqui eh nos toda a nossa trilha, nossa trajetória, nós já vimos tudo isso aqui. Nós vimos a questão de do fundamento, que é o Deus trino, que é a fonte de tudo, né? Então, nós estudamos a respeito da trindade e a e como ela sustenta e preserva todas essas coisas. E aí, depois de tudo isso, ao estudar a respeito de quem Deus é, né, ah, do ser de Deus, nós vimos tudo isso, nós estudamos quem é o homem e nós estamos eh falamos dessa exatamente da ruptura aqui que é a queda, né? Então, o problema da do homem, né? que essa corrupção da imagem e a ruptura do relacionamento direto para com Deus, né? Então, por causa disso, né, nós vimos também a obra de Cristo, que é aquilo que dentro do plano redentor de Deus, decreto de Deus, estava tão programado que Cristo Jesus então viesse. Nós estudamos a respeito disso e os últimos estudos nós vimos basicamente como se aplica e por que a palavra de Deus ela caminha eh com a base dos três ofícios, né? Caminhando dentro da revelação progressiva de Deus, né? A gente vê no Antigo Testamento, mas tudo aquilo apontava pro perfeito que viria, que era Cristo Jesus. Então, não é aleatório que a gente tenha no Antigo Testamento eh profetas, sacerdotes e reis, né? Tudo isso estava dentro de um plano maior. Então, há uma restauração, né, dessa estrutura e a gente chega então na na soterologia, que é essa é o estudo da salvação, tá? Então, o foco nosso e o foco da soterologia aqui não se trata apenas da apropriação humana, mas da aplicação divina. Eh, isso é muito claro dentro da teologia reformada. E aqui que há uma distinção muito grande. É aqui que normalmente eh nós temos a, vamos dizer assim, o distanciamento da maior parte dos movimentos que estão debaixo do guarda-chuva chamado aí evangélicos. Porque boa parte daquilo que se entende por obra de salvação, ela tem uma participação, ela tem a ou uma ou a sua uma participação direta na sua salvação, né, ou uma participação de reação eh maior do que aquilo que a palavra de Deus ela estabelece, né? Então assim, nós vamos perceber que sim, que nós já vimos isso na história, lembrando que boa parte do movimento evangélico eles estão sobre bases de pelagianas ou de pelágio, que ele vai indicar que o ser humano, quando nós falamos da queda, ele não foi totalmente eh atingido. O coração do ser humano é uma base vazia e que ele ele se torna pecador a partir do momento que ele eh convive com pecadores, imita pecadores. Então, é quase que uma uma questão de eh que a gente chama de mimédico, né? Mas ele imita e, portanto, se torna pecador. Eh, a grosso modo é isso, né? Mas ele lá no seu estado de nascimento, ele ele nasce vazio ou alguns vão achar que nasce perfeito sem pecado, certo? Então o pecado vai sendo impresso nele ao longo do tempo. E aí a gente nós falamos sobre isso, eh isso dá respostas rápidas para algumas pessoas e eh de afago, né? Eh, como nós falamos de sofrimentos, eh, sofrimentos extremos, por exemplo, pessoas que, eh, perdem filhos muito pequenos lá na, né, bem na nos primeiros anos, é uma dor imensurável. E aí, eh, boa parte disso desvia o rumo da teologia para trazer uma um consolo barato, eh, vendendo que tá tudo certo, porque aquela criança não cometeu pecado ainda. Ela estava na idade da inocência, portanto, ela se tornou um anjo no céu. E nós já falamos sobre isso. Falar que alguém se tornou anjo no céu é diminuir aquilo que Deus tem para nós. Hebreus fala is Hebreus nos fala que nós fomos feitos por um tempo menor do que os anjos, igual Cristo Jesus foi feito por um tempo menor do que os anjos, assumindo forma humana. Mas eh eh lembrando sempre que Deus não providenciou o plano de salvação, de redenção para anjos, mas para homens, né? Então, os anjos caídos eram eh definitivo. A redenção em Cristo veio para nós. Por isso que Hebreus fala isso. Então, é diminuir. Eh, muitas vezes a teologia ela é rasa, ela vai dar tentar se ajeitar ao sofrimento humano, à nossas lutas, dificuldades. Só que ela não ela não satisfaz. Ela pode ter uma aquela característica de uma pequena maquiagem no sofrimento, mas eh entender de fato o que que como Deus se revela é isso que nos faz compreender que a nossa vida ela foi feita para eh nós fomos criados paraa eternidade, então é muito maior do que essa trajetória. Então, é a comunicação contínua das bênçãos da redenção ao pecador, restabelecendo a comunhão íntima e vital com Deus. Fator determinante, a obra de Deus pensada desde a eternidade está no primeiro plano. Isso aqui já há uma distinção. Obra de salvação não foi estabelecida quando o homem caiu, eh, houve o pecado. Aí Deus pensou: "O que que eu vou fazer agora?" Tá? Então isso já determina que nessa obra de salvação, desde o seu nascedouro, essa aplicação redentiva, ela não nos pertence, ela não tem atos nossos, certo? Eh, a única coisa que nós temos no meio de tudo isso é a resposta, só que mesmo a resposta é conduzida por Deus, porque nós vamos falar da vocação eficaz, que é um ato eh de Deus na vida do ser humano. A matéria então é estritamente teológica, não antropológica. O conselho eterno ganha forma aqui na vida humana, tá? Então nós falamos dessa ordem do salutes, que é a ordem de salvação, tá? E é o processo pelo qual a salvação realizada em Cristo então torna-se realidade no interior humano. Descreve a ordem lógica e então a interrelação dos vários movimentos do Espírito Santo. A ênfase ela recai sempre no que Deus faz ao aplicar a graça desde o decreto eterno até a glorificação. Nós vamos perceber que nessa ordem de salvação é é toda guiada por Deus. Ela é toda guiada por Deus. Isso nos humilha. Sério, a gente percebe isso e o ser humano não quer ser humilhado, mas isso nos humilha porque a gente fala assim: "Ah, eu queria, eu tenho um trenzinho bom em mim, eu eu quero participar desse negócio, né? Eu, né? Não é na Bíblia que fala: "Faça a tua parte, eu te ajudarei". Tá na Bíblia não. Tá na Bíblia não. Então, às vezes a gente pensa, para algumas pessoas acha que está, né? Mas não está. Você falar assim: "Não, mas ah, mas eu eu dei um empurrãozinho. Ah, mas isso aquilo não não é um ato eh puramente da parte de Deus". O texto, então, relembrando alguns textos aqui, Romanos capítulo 8 29 e 30, ele fala: "Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu filho. E aos que predestinou a esses também chamou, e aos que chamou a esses também justificou. E aos que justificou, a estes também glorificou." Eh, nós estamos olhando primeiro os textos para mostrar que há sempre uma ordem de encadeamento da dessa eh do plano de Deus, daquilo que Deus fez. Volto a lembrar que quando nós falamos aqui, nós já estudamos sobre isso. De antemão conheceu, eh, nós não estamos, a preciência de Deus, ela se refere aos seus decretos, certo? Não é a preciência que nós entendemos que é de você observar alguém, ver para onde ela anda, certo? Digamos aqui, grosso modo, você tem um um drone, você põe aqui em cima, aí vem alguém nessa meio da rua aqui, aí você pega e vai vendo assim, ah, tá dando seta pra direita. Você fala assim: "Vai virar 68". Aí você fala assim: "Eu te predestino a virar 68". Algumas pessoas acham que a obra de Deus é mais ou menos nesse padrão. Deus viu aí, aí vai que a pessoa é meio atrapalhada, ela dá seta pra direita e vira pra esquerda, né? Aí aí é aquela ideia fala assim: "Ixe, pegou Deus de surpresa, né? Ele, né? Tava tudo para dar certo, virar a direita." Ele até fez uma curvinha, mas pegou então virou para lá. E aí não tem jeito não. Preciência diz respeito porque Deus decretou, ele conhece, certo? Então o decreto vem antes de todas as coisas, portanto não é da forma como as pessoas elas querem eh aplicar. Ainda em Romanos capítulo 3, ele fala eh da causa, visto que Deus é um só, o qual justificará por fé o circuncido circunciso e mediante a fé o incircunciso. Paulo fazendo uma aplicação naquilo que ah, basicamente os judeus eles estavam entendendo que talvez a salvação também tinha um que de obras, porque eles foram circuncidados. Então, a circuncisão para alguns deles seria como se fosse uma obra. Eu sou circuncidado, eu tô garantido. Certo? Aí a eh palavra de Deus vem falando, olha, eh, na bem assim, eh lembra que no Antigo Testamento, muitos circuncidados ali, eles se rebelaram contra Deus e foram condenados. Então, também nem todos de Israel eram de verdadeiramente israelitas, né? A palavra de Deus sempre fala que preservou um remanescente, mas o meio de tudo aquilo lá não era por obras, nunca foi por obras, tá? Então a obra dos judeus seria: "Olha, eu nasci, eu fui circuncidado, eu mereço." Talvez seria a aplicação hoje de alguém que fala assim: "Olha, a a minha bisavó foi presbiteriana, ela pegou na mão de Simon. Minha avó foi, minha mãe foi, eu sou, portanto, eh, eu mereço a salvação, né? Então, nós viemos uma grande linhagem aí de presbiterianos mesmo, de raiz, não era a mesma coisa. Se de fato não for por um ato de Deus, não for nessa fé que ele está falando de de fé salvífica aqui, daquilo que Deus faz, eh não eh não seria salvo. E do lado de cá, Romanos 5:1 fala: "Justificados, pois, o efeito de tudo isso, eh mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo." Quando ele fala de paz com Deus, é exatamente porque o ser humano, a parte de Deus, se Deus não fizer algo, transformá-lo, ele sempre estará em guerra contra o seu criador. O ser humano sempre vai viver em plano de rebeldia contra Deus, tá? E essa paz com Deus, ela é gerada por ele mesmo. É como se Deus tirasse, mudasse, como terminologia bíblica desse novo coração. Agora ele percebe, ele agora reage eh com afetos, né, com amor a Deus. Mas caso contrário, o ser humano, ele sempre age em rebeldia contra o seu criador. A nova filiação, então, recebeste o espírito de adoção, baseados no qual clamamos a pai. também coerdeiros com Cristo, né? Eh, de Romanos. E aqui nós, do que nós acabamos de falar, é o ato de Deus, né, de de nos tirar de um lugar e colocar no outro. nos adotou em Cristo. Falando do Senhor. Efésios, que nós conhecemos muito bem aquela sequência do capítulo primeiro, do verso 3 até o 14, ele falando da obra de Deus, da obra de Cristo e ele fala do Espírito Santo. Então ele fala: "Fostes selados com o Santo Espírito da Promessa, o qual é penhor da nossa herança." Vocês estão percebendo a trilha até aqui, percebendo que nenhum desses atos eh pertence a nós, nenhum desses atos todos eh nós poderemos falar: "Não, Senhor, eu participei, né, mas dá adoção, Senhor. Eh, não tem como o Senhor ter olhado para mim e não gostar de mim, né? É igual, eu falei isso pros irmãos, eu tava, a gente tava aqui numa classe com crianças e a criança pegou e falou assim: "Pastor, sabe por que Deus nos ama?" Aí o pastor falou: "Olha, vem coisa boa aí". Falei: "Por quê?" "Porque nós somos fofinhos". Então, o ser humano, ele chega ao ponto de achar: "Não, não, eu eu te eu sou tão bonzinho, né? Sou tão atrativo que não tinha outra eh eh opção, a não ser Deus me adotar, porque eh eu sou tem coisa boa aqui, mas a gente vai ver que todos esses processos estão nas mãos de Deus. >> Amém. >> Aqui Romanos 6 capítulo 18 a 22. E uma vez livres do pecado, foste feitos servos da justiça, tende vosso fruto para a santificação e, por fim, a vida eterna. De novo, lá fostes feito. Literalmente é um ato passivo nosso e ativo da parte de Deus. Na sequência do texto, você vai percebendo isso. Feito. Não é algo que nós fizemos ou nós participamos servo da justiça ou eh agir de acordo com a justiça também é um ato de Deus. E a santificação ela eh eu sei que santificação ela é ato e processo, né? Mas no na primeira visão de santificação, a posição ela não tem participação nossa. Não tem participação nossa. A a santificação posicional é o que você falasse. Assim, lembra que a palavra de Deus usa essa figura, eh, nos tirou do reino das trevas para o reino da sua maravilhosa luz. Esse ato de tirar você daqui e colocar no ato posicional de santo é ato soberano de Deus e único de Deus, não da nossa parte. Certo? Por isso que a gente confunde agora a processo dessa santificação que acontece aqui neste lugar que Deus já te vê santo por meio de Cristo, mas a gente tá aqui pecador, certo? Você tá sendo lavado aqui, ó, lavado eh progressivamente, né? Cada dia que nós conhecemos mais a Cristo, agora nós temos a capacidade de imitar a Cristo. Então nós vamos parecendo com ele. Isso é o processo. Nesse processo aí a palavra de Deus nos eh fala que há uma participação nossa, desenvolver a vossa salvação com temor e tremor. É uma série de textos que mostra isso. Agora, não se engane. Santificação, o processo de santificação, você não pode colocar em porcentagem, não. Não tem como você falar assim: "Senhor, 50% o senhor deixa comigo". 50 50 pro senhor, 50 para mim, que eu dou conta. Não tem como estabelecer isso, não. A palavra de Deus nos chama, é uma responsabilidade agora nossa, mas eh eu creio que não dá pra gente estabelecer, né? Eu acho que 1% para nós já é pesado. Já tá pesado, né? Oi. Pode falar. E onde fica texto que fala, onde que encaixa isso, né? Tanto querer quanto realizar. Deus vó. >> É porque ele que efetue em vós tanto o querer quanto realizar. Sim. Ele faz o inicial. Exatamente. E depois esse processo ele mostandoizado ou não? >> Sim. Eh, aí nesse agora nesse transportar pro lado de cá, ele nos colocou na condição, certo, de ouvir a sua voz, de obedecer a sua voz, de seguir a ele, né? Então, nesse estado aqui, o ser humano caminha pro lado contrário. Agora, posicionalmente, ele nos tirou de um lugar e colocou no outro. Agora nós respondemos positivamente, mas quem fez lá na origem, quem fez foi ele, né? Ele que efetuou >> e ele continua. >> E ele continua fazendo. Isso é um ato até o dia de Cristo que a palavra de Deus nos fala. Resultado prático, é necessário andar de modo digno da vocação com que fosse chamado, tá? Efésios 4 de 1 a 22. Então, nós falamos também de união mística. Estou crucificado com Cristo, logo já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. Gálatas 2:1920. também esse ato que acontece agora, que nós fomos unidos a Cristo, unidos. Eh, eh, que eu acabei de falar, essa união faz com que dia após dia a gente possa responder eh igual a Cristo Jesus, eh imitando Cristo Jesus, certo? Então, a a ideia é sempre essa de Cristo vive em mim. Uma eh um ponto fundamental aqui do catecismo de Heidelberg, já no no primeira pergunta, ele fala que toda a nossa vida, vida e morte, nós precisamos entender que nós pertencemos a Cristo tanto na vida quanto na morte. Então essa eh esse viver agora, de fato, nós vivemos em Cristo. Só que lembre-se que tudo isso foi um ato também soberano de Deus. O poder agora para conhecer e o poder da sua ressurreição e a comunhão dos seus sofrimentos também o ato final, a ressurreição, tudo aquilo que a palavra de Deus garante para nós em Cristo também é um ato de Deus, né? Um ato soberano de Deus. Então a pergunta é: como isso chega até nós? Nós vamos dizer que a origem da fé, a fé vem pelo ouvir e ouvir a palavra de Deus, como Romanos 10:17 diz: "A semente viva, pois foste gerados de novo, não de semente corruptível, mas da incorruptível, mediante a palavra de Deus, o qual vive e é permanente." Tá? Diante desses textos, nós vamos olhar então aquilo que a gente sistematiza dessa doutrina, tá? Aqui nós temos como se fosse a planta abaixo aqui da da lógica dessa aplicação da graça que é a graça de Deus agindo. Nós temos a vocação lá em cima. Vocação, ela se divide em externa e interna. a externa. Todo ato da pregação da palavra de Deus é um chamado a ao arrependimento e à salvação. A interna depende de um ato do Espírito Santo. Aquela pessoa que ao ouvir ela vai entender e ela vai compreender aquilo ali, aquilo eh age na sua vida e vem o novo o novo processo que é regeneração, certo? Então ele é feito de novo, novo nascimento, tudo isso diz respeito a isso. Eh, isso aqui, lembre-se que não é, a gente coloca assim na sequência, mas não tem muito pela lógica como pôr isso assim, ah, passa um, teve um espaço que você não era justo, teve um espaço que ainda não era regenerado, não. Certo? A gente só põe na sequência sequência para entendimento, mas são atos de Deus. Justificação, de novo, é uma perspectiva forense, né? Ou seja, você foi declarado justo e ninguém te tira. Por isso que alguns vão falar: "Mas você não é". Fala: "Eu não, mas Cristo é." Eu falei: "E daí?" Não, Cristo vive em mim. Nós acabamos de vir isso agora. Então, para que a gente possa desfrutar disso aqui, era necessário atos de Deus na nossa vida. Então, todas as vezes e quando nós chegarmos, quando nós chegarmos lá no dia de Cristo, a nossa resposta vai ser a mesma. Se alguém assustar, falar, você aqui falou, eu aqui aí como você conseguiu? Eu não foi Cristo. Cristo conseguiu e me deu, né? Todos nós. Se você chegar lá e falar assim: "Olha, ó, foi Cristo, mas eu eu tô de parabéns. Eu acho que desce, tá? Pega o Tobou água e desce, tá? É só por Cristo, porque é inteiramente de Cristo. E a santificação, certo? Ordem, então, lógica, não é cronológica. A aplicação é um processo unitário. Deus não infunde a salvação num ato cego, instantâneo. O Espírito Santo opera através de um processo distinguível e razoável. A grande tensão, a ênfase recai no que Deus faz ao aplicar a graça e não no que o homem faz ao apropriar-se dela. Esse apropriar-se dela que alguns vão achar que já é uma força nossa, contrastando com visões que reduzem eh a ordem apenas à fé humana. Então aqui na pré-reforma, lá no escolasticismo, eles davam um salto aqui, eh, como o Pedro Lombardo, Tomás Jaquino, eu já falei pros irmãos, é basicamente, tem muita coisa interessante, Tomás Jaquino, mas é basicamente a fundamentação da teologia católica, né? Eles saltam aqui da encarnação para sacramento. Como que isso acontece? Deixa aqui tentar deixar claro. Eh, a encarnação de Cristo, a obra de Cristo e aqui é os sacramentos, certo? Depois o sacramento lá aí vai chamar de Eucaristia. E daqui se depreende aquela questão da graça infusa. Muito crente que eu acho que ainda não entendeu isso, que acha que evangelho também tem um negócio da graça infusa. Se eu vim na igreja, se eu fiquei até a bênção do pastor, se eu cantei os hinos, se eu participei direitinho, eu mereço a salvação. eu mereço porque na verdade o o único que precisa de fato eh eh ter isso de forma consciente é o vigário, no caso seria o padre. Mas eh tudo isso, a fé, né, eh a potencialidade, né, essa o operar, tudo isso, ela vem de maneira eh na sua participação, ou seja, você participou, você foi, você lutou para ir lá 5 horas da manhã, né, e portanto você se apropriou daquilo ali, tá? Na pós-reforma aqui, nós vamos ver que o foco sistemático Calvino agrupa as partes da salvação em uma ordem org eh de forma orgânica aqui, posteriormente refinada para priorizar a atividade divina. E aqui nós temos nessa eh a partir do Pacto de Salvação lá, o Pacto Salutes é a aliança da redenção, né? Então, regeneração, vocação, é o tudo em início divino, a conversão. Aí a gente divide em fé e arrependimento, tá? Eh, fé salvífica, justificação, santificação, glorificação. Tá nessa ordem, certo? Princípio então definidor. A condição espiritual do homem depende inteiramente de seu estado legal perante a lei. A imputação da justiça de Cristo é a base exclusiva que liberta o pecador do poder do pecado. A ênfase é absoluta na prioridade do que Deus faz antes do que o homem experimenta. Tá? Aqui Bavim que fala algo interessante daquilo que nós vimos na quarta passada sobre a questão do dos ofícios e por dos ofícios. Eh, para Bavin, isso aqui também é uma é um ato de Deus quando ele resolve o problema do pecado. Como que vai colocar? Então, o problema aqui eh como profeta resolve o problema da culpa. Lembra que o profeta sempre é aquele que que ele vinha falar a respeito, olha, eh, muda de vida, né? Põe em ordem sua casa, não morrerás. Certo? Culpa. A solução aqui, justificação, o foco no tempo passado, ou seja, a cruz, eh, olhar retrospectivo para os pecados espiados. na questão do sacerdote em Cristo, ah, qual o problema que resolveria nisso? A corrupção, né? corrupção. No caso aqui nós na sintonia fina da teologia reformada, nós estamos falando de depravação total, a corrupção do gênero humano. A solução para para depravação total ou corrupção geral eh é somente uma nascer de novo. É interessante notar esse termo corrupção, porque a Bíblia usa de duas formas. corrupção pode ser um um eh eh como se fosse um apodrecimento, mas usa também corrupção para aquele ato do eh da pessoa morta, o o estágios de morte lá de vai se corrompendo >> isso da putrefação é a corrupção, certo? A Bíblia eh usa termos que se interligam. Então, para problema de de corrupção não basta apenas um uma coisa qualquer. Então, a solução é refazer. Então, regenera e santifica, né? Dá vida e agora santifica. O foco no tempo presente, o céu, olhar para o alto, para o sumo sacerdote. Então, nós vemos o ofício de rei. Qual é o problema que Cristo veio resolver? A nossa miséria, a miséria humana, tá? Eh, de fato, se a gente olhar para para nossa vida, o pecado e aquilo que faz em nós, olha pra humanidade, gente. Eh, o ser humano vive em completa miséria. E nós não estamos falando de questão financeira. Nós não estamos falando, olha pras mazelas do mundo, olha para aquilo que acontece com o ser humano à parte de Deus. as misérias que que alcança, aquilo que que forma como eh o ser humano vive. O problema então do rei Cristo Jesus, ele veio para resolver essa miséria. Então ele nos faz agora seus filhos, cidadão do reino dos céus, no dá nos dá uma nova cidadania, né? Então agora ele nos joga no eh no outro lugar, no outro reino, né, do qual agora nós somos seus súditos, mas ali não existe miséria. Consegue perceber as ligações? Por que que a palavra de Deus ela eh descreve o novo céu e a nova terra em linguagens de riqueza? Por isso que às vezes a gente fica tentando imaginar, você fala assim: "Puxa, mas como será isso? Rua tudo de ouro?" Alguém pode falar assim: "Ah, eu não fico bem no amarelo, né? Tudo de ouro, tudo". Se Como é que é isso? Não, o a descrição de Apocalipse é exatamente para a gente entender que nós estamos saindo, o rei Jesus nos transportou, está nos levando a um outro reino. Esse reino é o oposto da miséria. E a miséria que nós vivemos enquanto aqui debaixo do sol. A solução, então, preservação e glorificação. O foco no tempo é o futuro, retorno olhar eh prospectivo, né, no para o triunfo final. Aqui a gente vai distanciando da da teologia luterana, né? A fé ativa é o pilar de sustentação condicional. o luteranismo ele entende que que se você não segurar esse negócio aí e de forma eh 100% ativa é possível vacilar. Então ele vem falando da reconciliação universal, vocação, regeneração, eh, condicionada à não resistência e essa fé ativa. Então, vive-se um risco de colapso. A posse permanente das bênçãos depende inteiramente do exercício contínuo de fé humana. Se o homem parar de crer, a justificação é perdida. Só que biblicamente aqueles que são de fato de Cristo e nós aprendemos sobre isso, eh é impossível que eles percam a fé. sem é uma impossibilidade, porque se esse ato de salvação é soberano em Deus, Deus sendo soberano, né, todo poderoso, eh Deus não é pego de surpresa e também ele não vai fazer algo pela metade. Falar assim, ó, fiz uma parte aí que você se der agora é com você. A gente nunca viu isso na escritura. E a teologia luterana, ela vai se afastando, né, de daquilo que a reforma ela vai para um outro lado. Deslocamento, então, para a parte do homem, tá? Embora seja a graça divina, o fator absolutamente determinante no sistema é a resposta humana. Já na teologia católica, perceba que a escada preparatória o que eu falei da graça infusa, tá? Então nós temos aqui a graça suficiente, né, que é essa graça que eles vão falar que é cooperante, é uma primeiro start. Aí você tem para aceitação, percepção, esperança, aversão, resolução. Aí você chega ao desejo, desejo de batismo. Para eles, o batismo é uma justificação, é a graça infusa. Por que que as pessoas têm uma >> Ah, numerou errado. Eh, por que que as pessoas falam das crianças? Eh, isso é muito comum no interior, né? Aí você pega o o menino já tá lá com uns 8 anos, tá morando na roça, aí alguém fala assim: "Ele já foi batizado". Fala: "Não foi ainda. Nós não fomos na cidade." Falou: "Ó, você anda logo, se esse menino morrer, morre pagão, né? Por causa disso aí. Se ele não tiver essa, né? essa condição. Aí eu fico pensando, será que as pessoas nunca pararam para pensar? Vamos eh o o de cara assim, ó. Aquele ladrão da cruz, Jesus deveria ter falado pros discípulos, vai lá, pega uma água, joga nesse rapaz aí antes dele morrer, faz alguma coisa, senão não vai dar certo. Hoje estarás comigo no paraíso se der tempo de você ser batizado. Se não vai dar certo, né? não vai dar certo. Eh, só abrindo um parênteses assim, de vez em quando isso acontece no geral por causa do, por isso que eu falei, a doutrina precisa acertar a nossa visão e às vezes, por preguiça de olhar pra doutrina, a gente vai, né, caindo em tudo aí. Uma um tempo alguém me chamou para batizar alguém no hospital, eu falei: "Você batiza?" Eu falei assim: "Me explica, me explica primeiro." Falei assim, ó. É porque deram para ele aí uma semana de vida e a gente tá e ele pegou e falou que aceita Jesus e a gente tá com medo de não dar tempo de batizar ele. Eu falei assim: "Uai, mas e o que que uma coisa tem a ver com a outra?" Eu falou: "É porque tem que batizar?" E aí assim, apesar aí a pessoa ainda falou para mim assim, apesar de que eu não concordo muito com o batismo da igreja de vocês, que é com é pouca água demais, mas no hospital eles só falaram que só aceita se for daquele jeito. Aí a gente faz, então vai eles mesmos, presbiteriano mesmo, né? Porque o que a gente queria era levar ele na igreja para batizar nas águas, porque aí sim percebe então que de fato, né, a alma do evangélico brasileiro ainda é católica. Ela é bem católica. Não seria uma alegria se a pessoa se tivesse fal não, OK, tal, mas por uma eh apenas por causa disso, né? Eh, e eu antes que vocês me perguntem, você batizou? Eu não batizei, não deu. Desculpa aqui que entrou o negócio aqui. as tecnologias vai. Desculpem falha técnica aqui, mas já vai aparecer aqui. Enquanto não aparece, nós temos a sequência aqui, a arquitetura então arminiana, né? Nós já vimos a a questão católica. Há um funil também que que diz respeito aqui a a essa aprovação eh aprovação ou cooperação, na verdade, cooperação humana. Isso. Eh, a expiação universal. Então aqui a graça suficiente. Aí sempre vamos falar a respeito do livre arbítrio, né? A não resistência humana, né? A conversão e fé e justificação. Então a natureza aqui da fé arminiana, ela nega a total incapacidade humana. Sempre tem alguma coisa que nega isso. Eh, a retidão de Cristo não é estritamente imputada. Em vez disso, a fé sincera do homem é aceita no lugar de uma obediência perfeita acreditada a ele para a justiça. É aquilo que nós já falamos, vem da parte do pelajanismo, que sempre você eh há uma participação nossa em meio a tudo isso. Pra gente entender então agora as diferenças claramente aqui na teologia reformada, o ponto de partida da salvação é aqui o pacto eterno, certo? E obra de Deus, chamando imputação. Na luterana o ponto de partida é a reconciliação universal. Na Igreja Católica, a igreja e os sacramentos, né? Só há salvação se eh na igreja, né? E arminiiana é expiação universal. A vontade humana para fé reformada, ela é renovada por Deus. Paraa luterana, o ser humano é capaz de resistir. Então, ele pode sim negar ser salvo. Ele pode resistir o chamado. Eh, paraa fé católica, ele coopera nos preparativos. Há uma uma cooperação aí. Então, a pessoa ela vai eh andando, ela vai fazendo, ela vai caminhando. E aí, então ela cooperou na nessa eh no chegar à salvação. por aminiano, o livre arbítrio, né, é a vontade humana, sempre vai achar que o ser humano tem a capacidade de escolher diretamente a Deus a parte de Cristo, gente, sem Cristo Jesus, sem um ato de de de Cristo, você pode falar: "Não, eu por mim mesmo eu entendi e eu vou, eu quero o Senhor". na natureza da fé, na na teologia reformada, é dono decorrente da vida. Na luterana, pilar ativo da de apropriação. Na católica romana é um assentimento, amor infuso, foi eh estabelecido nos sacramentos, nos atos diversos. Você sabe que até pelo simples fato de alguém sempre responder, você já percebeu que a a vamos dizer assim, a a uma missa, ela tem atos responsivos, certo? naquelas respostas você tá recebendo a graça. Você não precisa nem entender. Continua da a mesma perspectiva. Hoje eu sei que fala na nossa língua, mas é a mesma perspectiva quando era realizado em latim. E aí no final, na entonação, o o as pessoas diziam amém. No ato de você falar amém, pronto. Mas você falou amém, você cooperou e aí a graça infundiu em você. Eh, darminiana aceita no lugar de obediência. Segurança eterna na teologia reformada, garantida e preservada. Pro luterano, pode ser perdido. Eh, na Igreja Católica, a salvação só se perde naqueles pecados mortais. lembra lá, né? Tem os veniais, pecados mortais. Aí nos pecados mortais, aí você perde eh a salvação. E aí o Arminiano depende da fé contínua, ou seja, se se a trombeta tocar e num dia, naquele dia você estava fazendo, cometendo algum pecado, lamento, mas perdeu a gente vê isso nas músicas, num monte de coisa que as pessoas cantam, né? Eh, lembro da igreja, as igrejas cantaram uma música que Deus vem levar o seu povo de cima do trem. E aí ele ele fala assim: "Se você não salvar a culpa Jesus não tem". Ah, aí ele fala que você tem que si mesmo é um tipo assim, um esforço seu de estar dentro daquele trem, senão Jesus eh Jesus vem levando esse trem, entendeu? Era uma música mais ou menos assim. Mecânica divina opera em duas esferas, atos judiciais e recreadores. É o que a palavra de Deus vai nos direcionando, né? Então, altera o estado, eh, a posição legal do pecador, tá? Isso tudo diz respeito à justificação. A palavra de Deus vai mostrar que isso não o restante do processo não seria possível se não houvesse esse esse ato de Deus. Dirigem-se à consciência e a razão. Precisa ser refeito tudo isso para que agora eu de fato com os olhos abertos eu vá em direção a Cristo Jesus, né? Eh, o ser humano pecador na natureza corrompida, ele nunca vai escolher ah eh Deus ou em direção a Deus. Eu já até eh fiz a comparação para vocês. Pega uma ave de rapina, faz uma uma melhor comida que tiver e põe na frente dela e pega uma carniça e põe do lado e fala pra ave assim, ó, come o que é bom. Ele vai, ele vai pra carniça. É a natureza. O ser humano é assim. O ser humano à parte no pecado, ele não consegue perceber ou ver a redenção. Converse com pessoas que estão escravizadas pelo pecado. Eles vão entender que a nossa vida é escravidão e a deles é liberdade. Aí eles estão escravizados uma série de de tantas coisas. Eh, a pessoa uma, vamos aqui eh naquilo que é mais comum, popular, eh, uma pessoa está completamente presa vícios e ela não consegue se libertar disso, mas ela vira para um crente e fala assim: "Nossa, que vida difícil de vocês. Vocês não podem fumar, vocês não podem beber, vocês não podem usar droga. Eu posso. Ele não percebe que a gente pode viver sem todas essas coisas, mas ele entende que ele é livre e ele não percebe que ele está completamente preso. Por isso que a palavra de Deus fala, foi pra liberdade que Deus o chamou. Agora, perceber essa liberdade é só o ser humano recriado em Deus. Caso contrário, sim, ele vai eh olhar eh de outra maneira. Não sei com quem eu estava conversando esses dias, ele tava tentando conversar com uma pessoa morador de rua, né, e tentando convencê-lo, né, a ir para um programa de recuperação e tentar eh uma nova vida. Ele falou: "Eu eu eh eu vivo a melhor vida do mundo. Eu não tenho horário para acordar, não tenho horário para dormir. Eu faço o que eu quero, né? Comida eu peço aí todo mundo me dá comida, eu posso morar onde eu quiser, não tem ninguém para dar satisfação." Aí você vê a pessoa eh completamente suja. eh a a aparência de tudo, a vida eh presa a um monte dessas coisas, mas para ele aquilo é liberdade. O ser humano é assim. Por isso que a palavra de Deus fala que é necessário que seja eh haja esse ato primeiro judicial. E agora eh o recriador que diz respeito à regeneração e conversão. Pro ser humano virar o seu caminho, voltar só por um ato soberano de Deus, tá? Então, inicio uma a vida aqui eh subconsciente antes de emergir na consciência, efetua revestimento do novo homem na prática. Esse retorno de essa conversão diz respeito a um ato de Deus. Então aqui nós já vimos todas essas perspectivas aqui, tá? Ah, só repetindo que isso precisa ficar eh claro para nós aqui, caminhando para nossa conclusão, quando a palavra de Deus fala desse trípcio de Cristo, essa iluminação, justificação, olha pro passado, o sacerdócio de Cristo, ela nos faz olhar para o alto. Deus agora nos coloca nessa eh condição. sumo sacerdote Cristo Jesus nos põe na presença de Deus e o rei nos tira da condição de miséria e nos joga lá no futuro, tá? Nesse futuro daquilo que eh Deus fez por nós. Então, nesse primeiro ato aqui, apresentando o pano inicial aqui, o da soterologia, nós vemos em tudo isso essa plenitude divina, tá? aplicação da graça é um processo unitário, pertence a Deus. Distinguimos os movimentos apenas para compreender a ordem definida e racional do Espírito Santo, tá? E o fim último de toda a ordem de salvação é o nosso restabelecimento ao favor divino, a uma vida de íntima comunhão com Deus. Lembre-se então que tudo esse, todos esses atos é uma forma racional da gente entender o que que Deus fez por nós. Deus fez por nós, tá? Eh, e retirando do nosso coração eh essa esse negócio de querer dar alguma coisa para Deus. o que a gente oferece a Deus, nossos atos de adoração, a nossa vida, tudo isso é é apenas um ato de gratidão. Nunca pode ser uma barganha, nunca pode ser, sei lá, um dia sair do culto e falar assim: "Senhor, senhor viu o jeito que eu participei do culto hoje? Eu cantei com força. Eu hoje eu tô de parabéns. Então, Senhor, você não acha que eu mereço aí umas coisas aí a mais? E se percebe que boa parte da vertente evangélica precisa trabalhar com isso, com essa sensação, para que eles trabalhem numa questão financeira. Já percebeu? Gente, se você falar para as pessoas, olha, você tá salva, mas há um um plano plus de salvação e custa caro, mas Deus me deu a permissão de fazer uma promoção hoje aqui. Vou fazer por 50% escola. 50%. E o 50% é tudo que você tiver. Tudo você tiver. Passa hoje para cá. Você acha que as pessoas não fazem? Não. Elas vão fazer por causa disso. Por isso que eu falei que entender teologia, primeira coisa, nos humilha. Porque nós não podemos apresentar nada diante de Deus. O que a gente apresenta, apresenta diante de Deus, ele trabalhou em nós para que a gente ofereça. De novo, vou contar a mesma história. Conta pra criança também. Digamos que você queira dar um presente para Deus, seu pai, Deus. Aí você faz um aqueles negócios que criança faz, que trem rebocado, que negócio feio, né? e uns negócios lá, pregou uns trem feio. E aí você fala assim: "Ah, meu pai vai amar", né? Aí ele vem, aí ele tá preparando aquilo. Aí o pai tá olhando e pega e fala assim: "Chama o irmão mais velho, fala assim: "Vai lá e ajuda o Joãozinho. Ele tá fazendo um presente para mim. Vai lá e ajuda, transforma aquilo lá. Aí vai o irmão mais velho, vai lá e refaz, digamos que uma casinha de palito, né? O negócio usando nossas artes aqui. Aí refaz, faz a casinha de palito, né? Aí ele chega diante do do pai e fala: "Olha o que que eu fiz pro senhor". Aí Deus se alegra e fala assim: "Que maravilha! Mas ele se alegra porque o que nós entregamos na mão dele foi refeito por Cristo Jesus. O seu filho passou por Cristo Jesus. Se não passar por Cristo Jesus, Deus não aceita aquilo que a gente oferece. E isso é o que o homem quer, entregar qualquer coisa, né, diante de Deus e achar que Deus vai achar muito bom. Não, Deus só aceita adoração. Deus só aceita o louvor. Deus só aceita aquilo que nós fazemos por meio da obra de Cristo Jesus. Caso contrário, não aceita. Isso é essência desde o Antigo Testamento. Lembre-se do fogo estranho que a gente até assusta com aquela história de morrer na WBU, na presença de Deus. Deus não aceita aquilo de qual ele não prescreveu. E aquilo que deveria acontecer prefigurava Cristo. O que eles tentaram fazer foi pular aquilo que Deus tinha estabelecido. Então, a salvação é uma obra completa da parte de Deus e graças a Deus por isso. Vamos orar. Senhor nosso Deus, nós queremos te agradecer. Ó Deus, e ao olharmos paraa tua palavra e meditarmos naquilo que o Senhor fez, o nosso coração se enche de alegria. Obrigado, ó Deus, por vir em nossa direção. Obrigado, ó Deus, por eh no teu plano eterno, ó Deus, ter nos escolhido. E te agradecemos, ó Deus, por toda boa obra que o Senhor tem feito em nós através de Cristo Jesus. Ó Deus, que a cada dia, ó Deus, de fato, a nossa vida possa, ó Deus, eh, cada vez mais unidos a Cristo, parecermos com Cristo e os nossos atos, ó Deus, na nossa vida sejam de fato de louvor e adoração e cheguem diante do Senhor como aroma suave. Ó Pai, abençoe-nos, ó Deus, nos dê uma boa noite de descanso. É a nossa oração em nome de Jesus. Que Deus os abençoe. Obrigado pela presença de cada um dos irmãos e daqueles também que nos acompanharam à distância. Que Deus os abençoe em nome de Jesus.