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A fé vem pelo ouvir

# 73 Pilares da Fé Reformada | Estudo Bíblico

# 73 Pilares da Fé Reformada | Estudo Bíblico

# 73 Pilares da Fé Reformada | Estudo Bíblico

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PILARES DA FÉ REFORMADA
Teologia Dogmática ao alcance de todos

O desafio da Primeira Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia é que continuemos a caminhada na preservação da doutrina e na aplicação das verdades bíblicas aos novos desafios de nossa geração. Integrando-nos à nobre sucessão dos que amam a Deus e sua Palavra e que buscam entendê-la e aplicá-la, em submissão ao Espírito, à vida da Igreja. D. M. Lloyd-Jones diz:

“Toda a doutrina cristã visa levar, e foi destinada a levar a um bom resultado prático. […] A doutrina visa levar-nos a Deus, e a isso foi destinada. Seu propósito é ser prática […] a nossa vida cristã nunca será rica, se não conhecermos e não aprendermos a doutrina. Você não poderá ser santo se não conhecer bem a doutrina. Doutrina é a ligação direta que leva à santidade. É somente quando compreendemos essas verdades fundamentais que podemos atender ao apelo lógico para a conduta e o comportamento agradáveis a Deus”.

Diante disso, uma tradição saudável tem compromisso com o passado na geração do futuro. Portanto, “o conservadorismo criativo utiliza-se da tradição, não como autoridade final ou absoluta, mas como recurso importante colocado a nossa disposição pela providência de Deus, a fim de nos ajudar a entender o que a Escritura está nos dizendo sobre quem é Deus, quem somos nós, o que é o mundo ao nosso redor e o que fomos chamados para fazer aqui e agora”. J.I. Packer nos ajuda nessa compreensão:

“A tradição nos permite ficar sobre os ombros de muitos gigantes que pensaram sobre a Bíblia antes de nós. Podemos concluir pelo consenso do maior e mais amplo corpo de pensadores cristãos, desde os primeiros Pais até o presente, como recurso valioso para compreender a Bíblia com responsabilidade. Contudo, tais interpretações (tradições) jamais serão finais; precisam sempre ser submetidas às Escrituras para mais revisão”.

Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
+55 (62) 3213-3320 ou 98113-0461‬ (WhatsApp)
Rua 68 c/ Rua 71, St. Central, Goiânia-GO

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Legendas automáticas:

Meus irmãos, boa noite. Boa noite.
>> Nós vamos começar nosso estudo nessa
quarta-feira,
né? Hoje, né, o número do nosso estudo,
nós já temos
73 estudos na mesma série pilares da fé
reformada,
né? E nós vamos entrar numa outra parte
da teologia hoje, que é a soteriologia e
alguns aspectos dela, né? lembro que nós
eh veremos sempre os assuntos numa
perspectiva da teologia reformada também
eh dentro, né, da da teologia
sistemática, dogmática e aplicações, né,
na teologia bíblica para que a gente
possa compreender como que doutrina não
é apenas algo para o intelecto, né, mas
doutrina precisa,
eh,
descer ao nosso coração
e regular as nossas práticas, a nossa
visão de de mundo, de vida, de tudo
aquilo que nos cerca. A doutrina é
fundamental na nossa vida, né? Isso é um
dos eh fundamentos da teologia
reformada. Portanto, em vários momentos
da história da igreja, onde a igreja se
lançou em em movimentos muito mais
místicos, né, eh a gente vai ver que a
igreja perdeu bastante, né? Nós temos um
movimento dentro da história entre o
escolasticismo, né, antes de vir a
reforma, um pouco antes da reforma.
Então, nós tivemos na Idade Média o
escolasticismo, ele foi um tempo onde as
pessoas deram ênfase demais a razão, ao
estudo, né? Então, em meio a tudo isso,
se tornou muito árido, porque a busca
pelo conhecimento era apenas uma busca
pelo conhecimento. Nós temos muita coisa
boa escrita, nós temos muita coisa na
teologia que vem dessa época de e que
fundamenta a reforma que viria.
Mas logo a seguir, por causa dessa
ênfase puramente acadêmica, a gente tem
um movimento curto ali antes da reforma
chamado de místicos. Os místicos, na
verdade eles tentando equilibrar essa
questão do conhecimento apenas
acadêmico, eles jogam o pêndulo pro
outro lado, eles não acertam a para
equilibrar, eles jogam pro outro lado,
né? Então, quando muitas vezes a gente
fala de do movimento do pentecostalismo
por volta de 1900, as bases deles não é
de 1900, é bem antes, tá? é bem antes.
Então, nós temos aí, por volta do ano
1400, 1500, nós já tínhamos movimentos
místicos que davam ênfase, não ao a
texto, ao solo a escritura, né, ou a
palavra de Deus como revelação que que
está acima de toda e qualquer revelação.
Mas começou-se aí movimentos onde a
revelação poderia vir de diversas formas
e diversas maneiras. E aí surgiu um
movimento chamado místico, né? Então, é
interessante ver, nessa época surgiram
vários teólogos ou eh algumas pessoas
que eram consideradas santas, né, na no
meio da igreja, que elas falavam que
nunca tinham eh lido texto bíblico e não
precisavam ler Bíblia, porque o que elas
sabiam vinha diretamente de Deus, era
uma revelação direta da parte de Deus.
Daí a gente vê que o movimento descamba,
tentando acertar aquilo que a gente vem
falando aqui, que conhecimento ele
precisa gerar piedade.
Tentando acertar isso, eles jogam pro
lado oposto, tá? Então nós estamos
falando na perspectiva da teologia
reformada e hoje nós vamos entrar na
doutrina da salvação, que é a
soteriologia.
Nós vamos orar para que a gente inicie.
Senhor nosso Deus, nós queremos
agradecê-lo pelo dia que nós tivemos,
ó Deus. Levamos o nosso pensamento a ti,
ó Deus, agradecidos ao Senhor. Ó Deus,
porque o Senhor é que preserva a nossa
vida. O Senhor, ó Deus, é que tem nos
sustentado, mas principalmente,
ó Deus, o Senhor, ó Deus, tem nos amado,
ó Deus, e o teu amor se expressa, ó
Deus, nessa no ato, ó Deus, da nossa
salvação. Ou bem antes disso, quando o
Senhor, ó Deus, decretou que tudo isso
acontecesse.
Portanto, ó Deus, nós queremos, ó Pai,
bendizer ao Senhor muito mais, ó Deus,
do que circunstâncias. Nós queremos
olhar, ó Deus, para aquilo que o Senhor
tem feito em nós para a eternidade.
Portanto, nos abençoe, ó Deus, que o
estudo da tua palavra seja, ó Deus, eh,
transformador na nossa vida, ó Deus, e
sempre, ó Deus, mude a nossa
perspectiva, o nosso olhar, as nossas
percepções.
Ó Deus, converta o nosso coração a ti, ó
Deus, dia após dia. É a nossa oração em
nome de Cristo Jesus.
Amém. Quando nós falamos de soterologia,
logo já nos vem à mente e eu creio que
nós já ouvimos falar de questões da
ordem, né, de salvação. Mas porque e
como nós chegamos até aqui, nós estamos,
né, do lado de lá começando soterologia,
que é a aplicação,
é a restauração da comunhão em favor
divino. E é exatamente essa aplicação da
dessa obra toda salvífica, né, em Cristo
Jesus. Mas eh para que a gente tivesse
nós eh chegar até aqui eh nos toda a
nossa trilha, nossa trajetória, nós já
vimos tudo isso aqui. Nós vimos a
questão de do fundamento, que é o Deus
trino, que é a fonte de tudo, né? Então,
nós estudamos a respeito da trindade e a
e como ela sustenta e preserva todas
essas coisas. E aí, depois de tudo isso,
ao estudar a respeito de quem Deus é,
né, ah, do ser de Deus, nós vimos tudo
isso, nós estudamos quem é o homem e nós
estamos eh falamos dessa exatamente da
ruptura aqui que é a queda, né? Então, o
problema da do homem, né? que essa
corrupção da imagem e a ruptura do
relacionamento direto para com Deus, né?
Então, por causa disso, né, nós vimos
também
a obra de Cristo, que é aquilo que
dentro do plano redentor de Deus,
decreto de Deus, estava tão programado
que Cristo Jesus então viesse. Nós
estudamos a respeito disso e os últimos
estudos nós vimos basicamente como se
aplica e por que a palavra de Deus ela
caminha eh com a base dos três ofícios,
né? Caminhando dentro da revelação
progressiva de Deus, né? A gente vê no
Antigo Testamento, mas tudo aquilo
apontava pro perfeito que viria, que era
Cristo Jesus. Então, não é aleatório que
a gente tenha no Antigo Testamento eh
profetas,
sacerdotes
e reis, né? Tudo isso estava dentro de
um plano maior. Então, há uma
restauração, né, dessa estrutura e a
gente chega então na na soterologia, que
é essa é o estudo da salvação, tá?
Então, o foco nosso e o foco da
soterologia aqui não se trata apenas da
apropriação humana, mas da aplicação
divina. Eh, isso é muito claro dentro da
teologia reformada. E aqui que há uma
distinção muito grande. É aqui que
normalmente eh nós temos a, vamos dizer
assim, o distanciamento da maior parte
dos movimentos que estão debaixo do
guarda-chuva chamado aí evangélicos.
Porque boa parte daquilo que se entende
por obra de salvação, ela tem uma
participação,
ela tem a ou uma ou a sua uma
participação direta na sua salvação, né,
ou uma participação de reação eh maior
do que aquilo que a palavra de Deus ela
estabelece, né? Então assim, nós vamos
perceber que sim, que nós já vimos isso
na história, lembrando que boa parte do
movimento evangélico eles estão sobre
bases de pelagianas ou de pelágio, que
ele vai indicar que o ser humano, quando
nós falamos da queda, ele não foi
totalmente eh atingido.
O coração do ser humano é uma base vazia
e que ele ele se torna pecador a partir
do momento que ele eh convive com
pecadores, imita pecadores. Então, é
quase que uma uma questão de eh que a
gente chama de mimédico, né? Mas ele
imita e, portanto, se torna pecador. Eh,
a grosso modo é isso, né? Mas ele lá no
seu estado de nascimento,
ele ele nasce
vazio ou alguns vão achar que nasce
perfeito sem pecado, certo? Então o
pecado vai sendo impresso nele ao longo
do tempo. E aí a gente nós falamos sobre
isso, eh isso dá respostas rápidas para
algumas pessoas e eh de afago, né?
Eh, como nós falamos de sofrimentos, eh,
sofrimentos extremos, por exemplo,
pessoas que, eh, perdem filhos muito
pequenos lá na, né, bem na nos primeiros
anos, é uma dor imensurável. E aí, eh,
boa parte disso desvia o rumo da
teologia para trazer uma um consolo
barato, eh, vendendo que tá tudo certo,
porque aquela criança não cometeu pecado
ainda. Ela estava na idade da inocência,
portanto, ela se tornou um anjo no céu.
E nós já falamos sobre isso. Falar que
alguém se tornou anjo no céu é diminuir
aquilo que Deus tem para nós. Hebreus
fala is Hebreus nos fala que nós fomos
feitos por um tempo menor do que os
anjos, igual Cristo Jesus foi feito por
um tempo menor do que os anjos,
assumindo forma humana. Mas eh
eh lembrando sempre que Deus não
providenciou o plano de salvação, de
redenção para anjos, mas para homens,
né? Então, os anjos caídos eram eh
definitivo. A redenção em Cristo veio
para nós. Por isso que Hebreus fala
isso. Então, é diminuir. Eh, muitas
vezes
a teologia ela é rasa, ela vai dar
tentar se ajeitar ao sofrimento humano,
à nossas lutas, dificuldades. Só que ela
não ela não satisfaz. Ela pode ter uma
aquela característica de uma pequena
maquiagem no sofrimento, mas eh entender
de fato o que que como Deus se revela é
isso que nos faz compreender que a nossa
vida ela foi feita para eh nós fomos
criados paraa eternidade, então é muito
maior do que essa trajetória. Então, é a
comunicação contínua das bênçãos da
redenção ao pecador, restabelecendo a
comunhão íntima e vital com Deus. Fator
determinante, a obra de Deus pensada
desde a eternidade está no primeiro
plano. Isso aqui já há uma distinção.
Obra de salvação não foi estabelecida
quando o homem caiu, eh, houve o pecado.
Aí Deus pensou: "O que que eu vou fazer
agora?"
Tá? Então isso já determina que nessa
obra de salvação, desde o seu
nascedouro, essa aplicação redentiva,
ela não nos pertence, ela não tem atos
nossos, certo? Eh, a única coisa que nós
temos no meio de tudo isso é a resposta,
só que mesmo a resposta é conduzida por
Deus, porque nós vamos falar da vocação
eficaz, que é um ato eh de Deus na vida
do ser humano. A matéria então é
estritamente teológica, não
antropológica. O conselho eterno ganha
forma aqui na vida humana, tá? Então nós
falamos dessa ordem do salutes, que é a
ordem de salvação,
tá?
E é o processo pelo qual a salvação
realizada em Cristo então torna-se
realidade no interior humano. Descreve a
ordem lógica e então a interrelação dos
vários movimentos do Espírito Santo. A
ênfase ela recai sempre no que Deus faz
ao aplicar a graça desde o decreto
eterno até a glorificação. Nós vamos
perceber que nessa ordem de salvação
é é toda guiada por Deus. Ela é toda
guiada por Deus. Isso nos humilha.
Sério, a gente percebe isso e o ser
humano não quer ser humilhado, mas isso
nos humilha porque a gente fala assim:
"Ah, eu queria, eu tenho um trenzinho
bom em mim,
eu eu quero participar desse negócio,
né? Eu, né? Não é na Bíblia que fala:
"Faça a tua parte, eu te ajudarei". Tá
na Bíblia não.
Tá na Bíblia não. Então, às vezes a
gente pensa, para algumas pessoas acha
que está, né? Mas não está. Você falar
assim: "Não, mas ah, mas eu eu dei um
empurrãozinho. Ah, mas isso aquilo não
não é um ato eh puramente da parte de
Deus". O texto, então, relembrando
alguns textos aqui, Romanos capítulo 8
29 e 30, ele fala: "Porquanto aos que de
antemão conheceu,
também os predestinou para serem
conformes à imagem de seu filho. E aos
que predestinou a esses também chamou, e
aos que chamou a esses também
justificou. E aos que justificou, a
estes também glorificou."
Eh, nós estamos olhando primeiro os
textos para mostrar que há sempre uma
ordem de encadeamento da dessa eh do
plano de Deus, daquilo que Deus fez.
Volto a lembrar que quando nós falamos
aqui, nós já estudamos sobre isso. De
antemão conheceu, eh,
nós não estamos, a preciência de Deus,
ela se refere aos seus decretos, certo?
Não é a preciência que nós entendemos
que é de você observar alguém,
ver para onde ela anda, certo? Digamos
aqui, grosso modo, você tem um um drone,
você põe aqui em cima, aí vem alguém
nessa meio da rua aqui, aí você pega e
vai vendo assim, ah, tá dando seta pra
direita. Você fala assim: "Vai virar
68".
Aí você fala assim: "Eu te predestino a
virar 68".
Algumas pessoas acham que a obra de Deus
é mais ou menos nesse padrão. Deus viu
aí, aí vai que a pessoa é meio
atrapalhada, ela dá seta pra direita e
vira pra esquerda,
né? Aí aí é aquela ideia fala assim:
"Ixe, pegou Deus de surpresa, né? Ele,
né? Tava tudo para dar certo, virar a
direita." Ele até fez uma curvinha, mas
pegou então virou para lá. E aí não tem
jeito não. Preciência diz respeito
porque Deus decretou, ele conhece,
certo? Então o decreto vem antes de
todas as coisas, portanto não é da forma
como as pessoas elas querem eh aplicar.
Ainda em Romanos capítulo 3, ele fala eh
da causa, visto que Deus é um só, o qual
justificará por fé o circuncido
circunciso e mediante a fé o
incircunciso. Paulo fazendo uma
aplicação naquilo que ah, basicamente os
judeus eles estavam entendendo que
talvez a salvação também tinha um que de
obras, porque eles foram circuncidados.
Então, a circuncisão para alguns deles
seria como se fosse uma obra. Eu sou
circuncidado, eu tô garantido. Certo? Aí
a eh palavra de Deus vem falando, olha,
eh, na bem assim, eh lembra que no
Antigo Testamento, muitos circuncidados
ali, eles se rebelaram contra Deus e
foram condenados. Então, também nem
todos de Israel eram de verdadeiramente
israelitas, né? A palavra de Deus sempre
fala que preservou um remanescente, mas
o meio de tudo aquilo lá não era por
obras, nunca foi por obras, tá? Então a
obra dos judeus seria: "Olha, eu nasci,
eu fui circuncidado, eu mereço."
Talvez seria a aplicação hoje de alguém
que fala assim: "Olha, a a minha bisavó
foi presbiteriana,
ela pegou na mão de Simon.
Minha avó foi, minha mãe foi, eu sou,
portanto, eh, eu mereço a salvação, né?
Então, nós viemos uma grande linhagem aí
de presbiterianos
mesmo, de raiz, não
era a mesma coisa. Se de fato não for
por um ato de Deus, não for nessa fé que
ele está falando de de fé salvífica
aqui, daquilo que Deus faz, eh não eh
não seria salvo. E do lado de cá,
Romanos 5:1 fala: "Justificados, pois, o
efeito de tudo isso, eh mediante a fé,
temos paz com Deus por meio de nosso
Senhor Jesus Cristo." Quando ele fala de
paz com Deus, é exatamente porque o ser
humano, a parte de Deus, se Deus não
fizer algo, transformá-lo, ele sempre
estará em guerra contra o seu criador.
O ser humano sempre vai viver em plano
de rebeldia contra Deus, tá? E essa paz
com Deus, ela é gerada por ele mesmo. É
como se Deus tirasse, mudasse, como
terminologia bíblica desse novo coração.
Agora ele percebe, ele agora reage eh
com afetos, né, com amor a Deus. Mas
caso contrário, o ser humano, ele sempre
age em rebeldia contra o seu criador. A
nova filiação, então, recebeste o
espírito de adoção, baseados no qual
clamamos a pai. também coerdeiros com
Cristo, né? Eh, de Romanos.
E aqui nós, do que nós acabamos de
falar, é o ato de Deus, né, de de nos
tirar de um lugar e colocar no outro.
nos adotou em Cristo. Falando do Senhor.
Efésios, que nós conhecemos muito bem
aquela sequência do capítulo primeiro,
do verso 3 até o 14, ele falando da obra
de Deus, da obra de Cristo e ele fala do
Espírito Santo. Então ele fala: "Fostes
selados com o Santo Espírito da
Promessa, o qual é penhor da nossa
herança." Vocês estão percebendo a
trilha até aqui, percebendo que nenhum
desses atos
eh pertence a nós,
nenhum desses atos todos eh nós
poderemos falar: "Não, Senhor, eu
participei,
né, mas dá adoção, Senhor. Eh,
não tem como o Senhor ter olhado para
mim e não gostar de mim, né?
É igual, eu falei isso pros irmãos, eu
tava, a gente tava aqui numa classe com
crianças e a criança pegou e falou
assim: "Pastor, sabe por que Deus nos
ama?" Aí o pastor falou: "Olha, vem
coisa boa aí". Falei: "Por quê?" "Porque
nós somos fofinhos".
Então, o ser humano, ele chega ao ponto
de achar: "Não, não, eu eu te eu sou tão
bonzinho, né? Sou tão atrativo que não
tinha outra eh eh opção, a não ser Deus
me adotar, porque eh eu sou tem coisa
boa aqui, mas a gente vai ver que todos
esses processos estão nas mãos de Deus.
>> Amém.
>> Aqui Romanos 6 capítulo 18 a 22. E uma
vez livres do pecado, foste feitos
servos da justiça, tende vosso fruto
para a santificação e, por fim, a vida
eterna. De novo, lá fostes feito.
Literalmente é um ato passivo nosso e
ativo da parte de Deus. Na sequência do
texto, você vai percebendo isso. Feito.
Não é algo que nós fizemos ou nós
participamos servo da justiça ou eh agir
de acordo com a justiça também é um ato
de Deus. E a santificação
ela
eh eu sei que santificação ela é ato e
processo, né? Mas no na primeira visão
de santificação, a posição
ela não tem participação nossa.
Não tem participação nossa. A a
santificação posicional é o que você
falasse. Assim, lembra que a palavra de
Deus usa essa figura, eh, nos tirou do
reino das trevas para o reino da sua
maravilhosa luz. Esse ato de tirar você
daqui e colocar no ato posicional de
santo
é ato soberano de Deus e único de Deus,
não da nossa parte. Certo? Por isso que
a gente confunde agora a processo dessa
santificação que acontece aqui neste
lugar que Deus já te vê santo por meio
de Cristo, mas a gente tá aqui pecador,
certo? Você tá sendo lavado aqui, ó,
lavado
eh progressivamente,
né? Cada dia que nós conhecemos mais a
Cristo, agora nós temos a capacidade de
imitar a Cristo.
Então nós vamos parecendo com ele. Isso
é o processo. Nesse processo aí a
palavra de Deus nos eh fala que há uma
participação nossa, desenvolver a vossa
salvação com temor e tremor. É uma série
de textos que mostra isso. Agora, não se
engane. Santificação, o processo de
santificação, você não pode colocar em
porcentagem, não. Não tem como você
falar assim: "Senhor, 50% o senhor deixa
comigo".
50 50 pro senhor, 50 para mim, que eu
dou conta.
Não tem como estabelecer isso, não. A
palavra de Deus nos chama, é uma
responsabilidade agora nossa, mas eh eu
creio que não dá pra gente estabelecer,
né? Eu acho que 1% para nós já é pesado.
Já tá pesado, né?
Oi. Pode falar. E onde fica texto que
fala, onde que encaixa isso, né? Tanto
querer quanto realizar. Deus vó.
>> É porque ele que efetue em vós tanto o
querer quanto realizar. Sim.
Ele faz o inicial. Exatamente. E depois
esse processo ele mostandoizado
ou não?
>> Sim. Eh, aí nesse agora nesse
transportar pro lado de cá, ele nos
colocou na condição,
certo, de ouvir a sua voz, de obedecer a
sua voz, de seguir a ele, né? Então,
nesse estado aqui, o ser humano caminha
pro lado contrário. Agora,
posicionalmente, ele nos tirou de um
lugar e colocou no outro. Agora nós
respondemos positivamente, mas quem fez
lá na origem, quem fez foi ele, né? Ele
que efetuou
>> e ele continua.
>> E ele continua fazendo. Isso é um ato
até o dia de Cristo que a palavra de
Deus nos fala. Resultado prático, é
necessário andar de modo digno da
vocação com que fosse chamado, tá?
Efésios 4 de 1 a 22. Então, nós falamos
também de união mística. Estou
crucificado com Cristo, logo já não sou
eu quem vive, mas Cristo vive em mim.
Gálatas 2:1920.
também esse ato que acontece agora, que
nós fomos unidos a Cristo,
unidos.
Eh,
eh, que eu acabei de falar, essa união
faz com que dia após dia a gente possa
responder eh igual a Cristo Jesus, eh
imitando Cristo Jesus, certo? Então, a a
ideia é sempre essa de Cristo vive em
mim. Uma
eh um ponto fundamental aqui do
catecismo de Heidelberg,
já no no primeira pergunta, ele fala que
toda a nossa vida, vida e morte, nós
precisamos entender que nós pertencemos
a Cristo tanto na vida quanto na morte.
Então essa eh esse viver agora, de fato,
nós vivemos em Cristo. Só que lembre-se
que tudo isso foi um ato também soberano
de Deus. O poder agora para conhecer e o
poder da sua ressurreição e a comunhão
dos seus sofrimentos também o ato final,
a ressurreição, tudo aquilo que a
palavra de Deus garante para nós em
Cristo também é um ato de Deus, né? Um
ato soberano de Deus. Então a pergunta
é: como isso chega até nós?
Nós vamos dizer que a origem da fé, a fé
vem pelo ouvir e ouvir a palavra de
Deus, como Romanos 10:17 diz: "A semente
viva, pois foste gerados de novo, não de
semente corruptível, mas da
incorruptível,
mediante a palavra de Deus, o qual vive
e é permanente." Tá? Diante desses
textos, nós vamos olhar então aquilo que
a gente sistematiza dessa doutrina, tá?
Aqui nós temos como se fosse a planta
abaixo aqui da da lógica dessa aplicação
da graça que é a graça de Deus agindo.
Nós temos a vocação lá em cima. Vocação,
ela se divide em externa e interna. a
externa. Todo ato da pregação da palavra
de Deus é um chamado a ao arrependimento
e à salvação. A interna depende de um
ato do Espírito Santo. Aquela pessoa que
ao ouvir ela vai entender e ela vai
compreender aquilo ali, aquilo eh age na
sua vida e vem o novo o novo processo
que é regeneração,
certo? Então ele é feito de novo, novo
nascimento, tudo isso diz respeito a
isso. Eh, isso aqui, lembre-se que não
é, a gente coloca assim na sequência,
mas não tem muito pela lógica como pôr
isso assim, ah, passa um, teve um espaço
que você não era justo, teve um espaço
que ainda não era regenerado, não.
Certo? A gente só põe na sequência
sequência para entendimento, mas são
atos de Deus. Justificação, de novo, é
uma perspectiva forense, né? Ou seja,
você foi declarado justo
e ninguém te tira. Por isso que alguns
vão falar: "Mas você não é". Fala: "Eu
não, mas Cristo é." Eu falei: "E daí?"
Não, Cristo vive em mim. Nós acabamos de
vir isso agora. Então, para que a gente
possa desfrutar disso aqui, era
necessário atos de Deus na nossa vida.
Então, todas as vezes e quando nós
chegarmos,
quando nós chegarmos lá
no dia de Cristo, a nossa resposta vai
ser a mesma. Se alguém assustar, falar,
você aqui falou, eu aqui aí como você
conseguiu? Eu não foi Cristo.
Cristo conseguiu e me deu, né? Todos
nós. Se você chegar lá e falar assim:
"Olha, ó, foi Cristo, mas eu
eu tô de parabéns.
Eu acho que desce, tá?
Pega o
Tobou água e desce, tá? É só por Cristo,
porque é inteiramente de Cristo. E a
santificação, certo? Ordem, então,
lógica, não é cronológica. A aplicação é
um processo unitário. Deus não infunde a
salvação num ato cego, instantâneo. O
Espírito Santo opera através de um
processo distinguível e razoável. A
grande tensão, a ênfase recai no que
Deus faz ao aplicar a graça e não no que
o homem faz ao apropriar-se dela. Esse
apropriar-se dela que alguns vão achar
que já é uma força nossa, contrastando
com visões que reduzem eh a ordem apenas
à fé humana. Então aqui na pré-reforma,
lá no escolasticismo, eles davam um
salto aqui,
eh, como o Pedro Lombardo, Tomás
Jaquino, eu já falei pros irmãos, é
basicamente, tem muita coisa
interessante, Tomás Jaquino, mas é
basicamente a fundamentação
da teologia católica, né? Eles saltam
aqui da encarnação para sacramento. Como
que isso acontece?
Deixa aqui tentar deixar claro. Eh,
a encarnação de Cristo, a obra de Cristo
e aqui é os sacramentos, certo? Depois o
sacramento lá aí vai chamar de
Eucaristia.
E daqui se depreende aquela questão da
graça infusa.
Muito crente que eu acho que ainda não
entendeu isso, que acha que evangelho
também tem um negócio da graça infusa.
Se eu vim na igreja, se eu fiquei até a
bênção do pastor, se eu cantei os hinos,
se eu participei direitinho,
eu mereço a salvação.
eu mereço porque na verdade o o único
que precisa de fato eh eh ter isso de
forma consciente é o vigário, no caso
seria o padre.
Mas eh tudo isso, a fé, né, eh a
potencialidade,
né, essa o operar, tudo isso, ela vem de
maneira eh na sua participação, ou seja,
você participou, você foi, você lutou
para ir lá 5 horas da manhã, né, e
portanto você se apropriou daquilo ali,
tá? Na pós-reforma aqui, nós vamos ver
que o foco sistemático Calvino agrupa as
partes da salvação em uma ordem org eh
de forma orgânica aqui, posteriormente
refinada para priorizar a atividade
divina. E aqui nós temos nessa eh a
partir do Pacto de Salvação lá, o Pacto
Salutes é a aliança da redenção, né?
Então, regeneração, vocação, é o tudo em
início divino, a conversão. Aí a gente
divide em fé e arrependimento, tá? Eh,
fé salvífica, justificação,
santificação, glorificação. Tá nessa
ordem, certo?
Princípio então definidor. A condição
espiritual do homem depende inteiramente
de seu estado legal perante a lei. A
imputação da justiça de Cristo é a base
exclusiva que liberta o pecador do poder
do pecado. A ênfase é absoluta na
prioridade do que Deus faz antes do que
o homem experimenta. Tá? Aqui Bavim que
fala algo interessante daquilo que nós
vimos na quarta passada sobre a questão
do dos ofícios e por dos ofícios. Eh,
para Bavin, isso aqui também é uma é um
ato de Deus quando ele resolve o
problema do pecado.
Como que vai colocar? Então, o problema
aqui eh como profeta
resolve o problema da culpa. Lembra que
o profeta sempre é aquele que que ele
vinha falar a respeito, olha, eh, muda
de vida, né? Põe em ordem sua casa,
não morrerás.
Certo? Culpa. A solução aqui,
justificação, o foco no tempo passado,
ou seja, a cruz, eh, olhar retrospectivo
para os pecados espiados. na questão do
sacerdote em Cristo, ah, qual o problema
que resolveria nisso? A corrupção, né?
corrupção. No caso aqui nós na sintonia
fina da teologia reformada, nós estamos
falando de depravação total,
a corrupção do gênero humano. A solução
para para depravação total ou corrupção
geral eh é somente uma nascer de novo. É
interessante notar esse termo corrupção,
porque a Bíblia usa de duas formas.
corrupção pode ser um um eh eh como se
fosse um apodrecimento, mas usa também
corrupção para aquele ato do eh da
pessoa morta,
o o estágios de morte lá de vai se
corrompendo
>> isso da putrefação é a corrupção, certo?
A Bíblia eh usa termos que se
interligam. Então, para problema de de
corrupção não basta apenas um uma coisa
qualquer. Então, a solução é refazer.
Então, regenera e santifica, né? Dá vida
e agora santifica. O foco no tempo
presente, o céu, olhar para o alto, para
o sumo sacerdote. Então, nós vemos o
ofício de rei. Qual é o problema que
Cristo veio resolver? A nossa miséria,
a miséria humana, tá? Eh, de fato, se a
gente olhar para para nossa vida, o
pecado e aquilo que faz em nós, olha pra
humanidade, gente.
Eh, o ser humano vive em completa
miséria. E nós não estamos falando de
questão financeira.
Nós não estamos falando, olha pras
mazelas do mundo,
olha para aquilo que acontece com o ser
humano à parte de Deus.
as misérias que que alcança, aquilo que
que forma como eh o ser humano vive. O
problema então do rei Cristo Jesus, ele
veio para resolver essa miséria. Então
ele nos faz agora seus filhos, cidadão
do reino dos céus, no dá nos dá uma nova
cidadania,
né? Então agora ele nos joga no eh no
outro lugar, no outro reino, né, do qual
agora nós somos seus súditos, mas ali
não existe miséria. Consegue perceber as
ligações? Por que que a palavra de Deus
ela
eh descreve o novo céu e a nova terra em
linguagens de riqueza?
Por isso que às vezes a gente fica
tentando imaginar, você fala assim:
"Puxa, mas como será isso? Rua tudo de
ouro?" Alguém pode falar assim: "Ah, eu
não fico bem no amarelo, né?
Tudo de ouro, tudo". Se Como é que é
isso? Não, o a descrição de Apocalipse é
exatamente para a gente entender que nós
estamos saindo, o rei Jesus nos
transportou, está nos levando a um outro
reino. Esse reino é o oposto da miséria.
E a miséria que nós vivemos enquanto
aqui debaixo do sol. A solução, então,
preservação e glorificação. O foco no
tempo é o futuro, retorno olhar eh
prospectivo, né, no para o triunfo
final.
Aqui a gente vai distanciando da da
teologia luterana, né? A fé ativa é o
pilar de sustentação condicional. o
luteranismo ele entende que que se você
não segurar esse negócio aí e de forma
eh 100% ativa é possível
vacilar. Então ele vem falando da
reconciliação universal, vocação,
regeneração,
eh, condicionada à não resistência e
essa fé ativa. Então, vive-se um risco
de colapso. A posse permanente das
bênçãos depende inteiramente do
exercício contínuo de fé humana. Se o
homem parar de crer, a justificação é
perdida. Só que
biblicamente
aqueles que são de fato de Cristo e nós
aprendemos sobre isso, eh é impossível
que eles percam a fé.
sem é uma impossibilidade,
porque se esse ato de salvação é
soberano em Deus, Deus sendo soberano,
né, todo poderoso, eh Deus não é pego de
surpresa e também ele não vai fazer algo
pela metade. Falar assim, ó, fiz uma
parte aí que você se der agora é com
você. A gente nunca viu isso na
escritura. E a teologia luterana, ela
vai se afastando, né, de daquilo que a
reforma ela vai para um outro lado.
Deslocamento, então, para a parte do
homem, tá? Embora seja a graça divina, o
fator absolutamente determinante no
sistema é a resposta humana. Já na
teologia católica, perceba que a escada
preparatória o que eu falei da graça
infusa,
tá? Então nós temos aqui a graça
suficiente,
né, que é essa graça que eles vão falar
que é cooperante, é uma primeiro
start. Aí você tem para aceitação,
percepção, esperança, aversão,
resolução. Aí você chega ao desejo,
desejo de batismo. Para eles, o batismo
é uma justificação, é a graça infusa.
Por que que as pessoas têm uma
>> Ah, numerou errado.
Eh, por que que as pessoas falam das
crianças?
Eh, isso é muito comum no interior, né?
Aí você pega o o menino já tá lá com uns
8 anos, tá morando na roça, aí alguém
fala assim: "Ele já foi batizado". Fala:
"Não foi ainda. Nós não fomos na
cidade." Falou: "Ó, você anda logo, se
esse menino morrer, morre pagão,
né? Por causa disso aí. Se ele não tiver
essa, né? essa condição. Aí eu fico
pensando, será que as pessoas nunca
pararam para pensar? Vamos eh o o
de cara assim, ó. Aquele ladrão da cruz,
Jesus deveria ter falado pros
discípulos, vai lá, pega uma água, joga
nesse rapaz aí antes dele morrer,
faz alguma coisa, senão não vai dar
certo. Hoje estarás comigo no paraíso se
der tempo de você ser batizado.
Se não vai dar certo, né? não vai dar
certo. Eh, só abrindo um parênteses
assim, de vez em quando isso acontece no
geral por causa do, por isso que eu
falei, a doutrina precisa acertar a
nossa visão e às vezes, por preguiça de
olhar pra doutrina, a gente vai, né,
caindo em tudo aí. Uma um tempo alguém
me chamou para batizar alguém no
hospital,
eu falei: "Você batiza?" Eu falei assim:
"Me explica, me explica primeiro." Falei
assim, ó. É porque deram para ele aí uma
semana de vida e a gente tá e ele pegou
e falou que aceita Jesus e a gente tá
com medo de não dar tempo de batizar
ele. Eu falei assim: "Uai, mas e o que
que uma coisa tem a ver com a outra?" Eu
falou: "É porque tem que batizar?"
E aí assim, apesar aí a pessoa ainda
falou para mim assim, apesar
de que eu não concordo muito com o
batismo da igreja de vocês,
que é com é pouca água demais,
mas no hospital eles só falaram que só
aceita se for daquele jeito. Aí a gente
faz, então vai eles mesmos,
presbiteriano mesmo, né? Porque o que a
gente queria era levar ele na igreja
para batizar nas águas,
porque aí sim percebe então que de fato,
né, a alma do evangélico brasileiro
ainda é católica.
Ela é bem católica. Não seria uma
alegria se a pessoa se tivesse fal não,
OK, tal, mas por uma eh
apenas por causa disso, né? Eh, e eu
antes que vocês me perguntem, você
batizou?
Eu
não batizei,
não deu.
Desculpa aqui que entrou o negócio aqui.
as tecnologias
vai.
Desculpem falha técnica aqui, mas já vai
aparecer aqui.
Enquanto não aparece, nós temos a
sequência aqui, a arquitetura então
arminiana, né? Nós já vimos a
a questão católica. Há um funil também
que que diz respeito aqui a a essa
aprovação
eh
aprovação ou cooperação, na verdade,
cooperação humana.
Isso.
Eh, a expiação universal. Então aqui a
graça suficiente. Aí sempre vamos falar
a respeito do livre arbítrio, né? A não
resistência humana, né? A conversão e fé
e justificação. Então a natureza aqui da
fé arminiana, ela nega a total
incapacidade humana. Sempre tem alguma
coisa que nega isso. Eh, a retidão de
Cristo não é estritamente imputada. Em
vez disso, a fé sincera do homem é
aceita no lugar de uma obediência
perfeita acreditada a ele para a
justiça. É aquilo que nós já falamos,
vem da parte do pelajanismo, que sempre
você
eh há uma participação
nossa em meio a tudo isso.
Pra gente entender então agora as
diferenças claramente aqui
na teologia reformada, o ponto de
partida da salvação é aqui o pacto
eterno, certo? E obra de Deus, chamando
imputação. Na luterana o ponto de
partida é a reconciliação universal. Na
Igreja Católica, a igreja e os
sacramentos, né? Só há salvação se eh na
igreja, né? E arminiiana é expiação
universal.
A vontade humana para fé reformada, ela
é renovada por Deus.
Paraa luterana, o ser humano é capaz de
resistir. Então, ele pode sim negar ser
salvo. Ele pode resistir o chamado. Eh,
paraa fé católica, ele coopera nos
preparativos. Há uma uma cooperação aí.
Então, a pessoa ela vai eh andando, ela
vai fazendo, ela vai caminhando. E aí,
então ela cooperou na nessa
eh no chegar à salvação.
por aminiano, o livre arbítrio, né, é a
vontade humana, sempre vai achar que o
ser humano tem a capacidade de escolher
diretamente a Deus a parte de Cristo,
gente, sem Cristo Jesus, sem um ato de
de de Cristo, você pode falar: "Não, eu
por mim mesmo eu entendi e eu vou, eu
quero o Senhor". na natureza da fé, na
na teologia reformada, é dono decorrente
da vida. Na luterana, pilar ativo da de
apropriação.
Na católica romana é um assentimento,
amor infuso, foi eh estabelecido nos
sacramentos, nos atos diversos. Você
sabe que até pelo simples fato de alguém
sempre
responder,
você já percebeu que a a vamos dizer
assim, a a uma missa, ela tem atos
responsivos, certo?
naquelas respostas você tá recebendo a
graça. Você não precisa nem entender.
Continua da a mesma perspectiva. Hoje eu
sei que fala na nossa língua, mas é a
mesma perspectiva quando era realizado
em latim. E aí no final, na entonação, o
o as pessoas diziam amém. No ato de você
falar amém, pronto.
Mas você falou amém,
você cooperou e aí a graça infundiu em
você. Eh, darminiana aceita no lugar de
obediência.
Segurança eterna na teologia reformada,
garantida e preservada.
Pro luterano, pode ser perdido.
Eh, na Igreja Católica, a salvação só se
perde naqueles pecados mortais. lembra
lá, né? Tem os veniais, pecados mortais.
Aí nos pecados mortais, aí você perde eh
a salvação. E aí o Arminiano depende da
fé contínua, ou seja, se se a trombeta
tocar e num dia, naquele dia você
estava fazendo, cometendo algum pecado,
lamento,
mas perdeu a
gente vê isso nas músicas, num monte de
coisa que as pessoas cantam, né? Eh,
lembro da igreja, as igrejas cantaram
uma música que Deus vem levar o seu povo
de cima do trem. E aí ele ele fala
assim: "Se você não salvar a culpa Jesus
não tem".
Ah, aí ele fala que você tem que si
mesmo é um tipo assim, um esforço seu de
estar dentro daquele trem,
senão Jesus eh Jesus vem levando esse
trem, entendeu? Era uma música mais ou
menos assim.
Mecânica divina opera em duas esferas,
atos judiciais e recreadores. É o que a
palavra de Deus vai nos direcionando,
né? Então, altera o estado, eh, a
posição legal do pecador, tá? Isso tudo
diz respeito à justificação. A palavra
de Deus vai mostrar que isso não o
restante do processo não seria possível
se não houvesse esse esse ato de Deus.
Dirigem-se à consciência e a razão.
Precisa ser refeito tudo isso para que
agora eu de fato com os olhos abertos eu
vá em direção a Cristo Jesus, né? Eh, o
ser humano pecador na natureza
corrompida, ele nunca vai escolher ah eh
Deus ou em direção a Deus. Eu já até eh
fiz a comparação para vocês. Pega uma
ave de rapina, faz uma uma melhor comida
que tiver e põe na frente dela e pega
uma carniça e põe do lado e fala pra ave
assim, ó, come o que é bom. Ele vai, ele
vai pra carniça.
É a natureza.
O ser humano é assim. O ser humano à
parte no pecado, ele não consegue
perceber ou ver a redenção. Converse com
pessoas que estão escravizadas pelo
pecado. Eles vão entender que a nossa
vida é escravidão e a deles é liberdade.
Aí eles estão escravizados uma série de
de tantas coisas. Eh, a pessoa uma,
vamos aqui eh naquilo que é mais comum,
popular, eh, uma pessoa está
completamente presa vícios e ela não
consegue se libertar disso, mas ela vira
para um crente e fala assim: "Nossa, que
vida difícil de vocês. Vocês não podem
fumar, vocês não podem beber, vocês não
podem usar droga. Eu posso. Ele não
percebe que a gente pode viver sem todas
essas coisas, mas ele entende que ele é
livre e ele não percebe que ele está
completamente preso. Por isso que a
palavra de Deus fala, foi pra liberdade
que Deus o chamou. Agora, perceber essa
liberdade é só o ser humano recriado em
Deus. Caso contrário, sim, ele vai eh
olhar eh de outra maneira. Não sei com
quem eu estava conversando esses dias,
ele tava tentando conversar com uma
pessoa morador de rua, né,
e tentando convencê-lo, né, a ir para um
programa de recuperação e tentar eh uma
nova vida. Ele falou: "Eu
eu eh eu vivo a melhor vida do mundo. Eu
não tenho horário para acordar, não
tenho horário para dormir. Eu faço o que
eu quero, né? Comida eu peço aí todo
mundo me dá comida, eu posso morar onde
eu quiser, não tem ninguém para dar
satisfação." Aí você vê a pessoa eh
completamente suja.
eh
a a
aparência de tudo, a vida eh presa a um
monte dessas coisas, mas para ele aquilo
é liberdade.
O ser humano é assim. Por isso que a
palavra de Deus fala que é necessário
que seja eh haja esse ato primeiro
judicial. E agora eh o recriador que diz
respeito à regeneração e conversão. Pro
ser humano virar o seu caminho, voltar
só por um ato soberano de Deus,
tá? Então, inicio uma a vida
aqui eh subconsciente antes de emergir
na consciência, efetua revestimento do
novo homem na prática. Esse retorno de
essa conversão diz respeito a um ato de
Deus. Então aqui nós já vimos todas
essas perspectivas aqui, tá? Ah, só
repetindo que isso precisa ficar eh
claro para nós aqui, caminhando para
nossa conclusão, quando a palavra de
Deus fala desse trípcio de Cristo, essa
iluminação, justificação, olha pro
passado, o sacerdócio de Cristo, ela nos
faz olhar para o alto. Deus agora nos
coloca nessa eh condição. sumo sacerdote
Cristo Jesus nos põe na presença de Deus
e o rei nos tira da condição de miséria
e nos joga lá no futuro, tá? Nesse
futuro daquilo que eh Deus fez por nós.
Então,
nesse primeiro ato aqui, apresentando o
pano inicial aqui, o da soterologia, nós
vemos em tudo isso essa plenitude
divina, tá? aplicação da graça é um
processo unitário,
pertence a Deus. Distinguimos os
movimentos apenas para compreender a
ordem definida e racional do Espírito
Santo, tá? E o fim último de toda a
ordem de salvação é o nosso
restabelecimento ao favor divino, a uma
vida de íntima comunhão com Deus.
Lembre-se então que tudo esse, todos
esses atos é uma forma racional da gente
entender o que que Deus fez por nós.
Deus fez por nós, tá? Eh, e retirando do
nosso coração eh essa esse negócio de
querer dar alguma coisa para Deus.
o que a gente oferece a Deus, nossos
atos de adoração, a nossa vida,
tudo isso é é apenas um ato de gratidão.
Nunca pode ser uma barganha,
nunca pode ser, sei lá, um dia sair do
culto e falar assim: "Senhor, senhor viu
o jeito que eu participei do culto hoje?
Eu cantei com força.
Eu
hoje eu tô de parabéns.
Então,
Senhor, você não acha que eu mereço aí
umas coisas aí a mais?
E se percebe que boa parte da vertente
evangélica precisa trabalhar com isso,
com essa sensação,
para que eles trabalhem numa questão
financeira. Já percebeu?
Gente, se você falar para as pessoas,
olha, você tá salva, mas
há um um
plano plus de salvação
e custa caro,
mas Deus me deu a permissão de fazer uma
promoção hoje aqui.
Vou fazer por 50% escola. 50%.
E o 50% é tudo que você tiver.
Tudo você tiver. Passa hoje para cá.
Você acha que as pessoas não fazem? Não.
Elas vão fazer por causa disso. Por isso
que eu falei que entender teologia,
primeira coisa, nos humilha. Porque nós
não podemos apresentar nada diante de
Deus.
O que a gente apresenta, apresenta
diante de Deus,
ele trabalhou em nós para que a gente
ofereça. De novo, vou contar a mesma
história. Conta pra criança também.
Digamos que você queira dar um presente
para Deus,
seu pai, Deus. Aí você faz um aqueles
negócios que criança faz, que trem
rebocado, que negócio feio, né? e uns
negócios lá, pregou uns trem feio. E aí
você fala assim: "Ah, meu pai vai amar",
né? Aí ele vem, aí ele tá preparando
aquilo. Aí o pai tá olhando
e pega e fala assim: "Chama o irmão mais
velho, fala assim: "Vai lá e ajuda o
Joãozinho.
Ele tá fazendo um presente para mim.
Vai lá e ajuda, transforma aquilo lá. Aí
vai o irmão mais velho, vai lá e refaz,
digamos que uma casinha de palito, né? O
negócio usando nossas artes aqui. Aí
refaz, faz a casinha de palito, né? Aí
ele chega diante do do pai e fala: "Olha
o que que eu fiz pro senhor".
Aí Deus se alegra e fala assim: "Que
maravilha! Mas
ele se alegra porque o que nós
entregamos na mão dele foi refeito por
Cristo Jesus. O seu filho passou por
Cristo Jesus. Se não passar por Cristo
Jesus, Deus não aceita aquilo que a
gente oferece. E isso é o que o homem
quer, entregar qualquer coisa, né,
diante de Deus e achar que Deus vai
achar muito bom.
Não, Deus só aceita adoração. Deus só
aceita o louvor. Deus só aceita aquilo
que nós fazemos
por meio da obra de Cristo Jesus. Caso
contrário, não aceita. Isso é essência
desde o Antigo Testamento. Lembre-se do
fogo estranho que a gente até assusta
com aquela história de morrer na WBU, na
presença de Deus.
Deus não aceita aquilo de qual ele não
prescreveu. E aquilo que deveria
acontecer prefigurava Cristo. O que eles
tentaram fazer foi pular
aquilo que Deus tinha estabelecido.
Então, a salvação é uma obra completa da
parte de Deus e graças a Deus por isso.
Vamos orar.
Senhor nosso Deus, nós queremos te
agradecer.
Ó Deus, e ao olharmos paraa tua palavra
e meditarmos naquilo que o Senhor fez, o
nosso coração se enche de alegria.
Obrigado, ó Deus, por vir em nossa
direção. Obrigado, ó Deus, por eh no teu
plano eterno, ó Deus, ter nos escolhido.
E te agradecemos, ó Deus, por toda boa
obra que o Senhor tem feito em nós
através de Cristo Jesus.
Ó Deus, que a cada dia, ó Deus, de fato,
a nossa vida possa, ó Deus, eh, cada vez
mais unidos a Cristo, parecermos com
Cristo e os nossos atos, ó Deus, na
nossa vida sejam de fato de louvor e
adoração e cheguem diante do Senhor como
aroma suave. Ó Pai, abençoe-nos, ó Deus,
nos dê uma boa noite de descanso. É a
nossa oração em nome de Jesus.
Que Deus os abençoe. Obrigado pela
presença de cada um dos irmãos e
daqueles também que nos acompanharam à
distância. Que Deus os abençoe em nome
de Jesus.

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