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A fé vem pelo ouvir

A Singularidade Digital vindoura | Descomplicando a Fé Cristã – Ep.224

A Singularidade Digital vindoura | Descomplicando a Fé Cristã – Ep.224

A Singularidade Digital vindoura | Descomplicando a Fé Cristã – Ep.224

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Walter McAlister é Bispo Primaz da Aliança das Igrejas Cristã Nova Vida, graduado em Psicologia pela Oral Roberts University e em Estudos Bíblicos pela Eastern Pentecostal Bible College e "Mestre em Teologia pela Reformed Theological Seminary". Foi pastor das igrejas de Nova Vida do Méier, Engenho Novo, Botafogo e Catedral. É casado com Marta e possui dois filhos, Pastor John McAlister e Andrew.

História da Igreja Cristã Nova Vida:
Historicamente consciente
Somos herdeiros de mais de 2.000 anos de testemunho das gerações de cristãos que nos antecederam na fé. Embora não possamos nem devamos imitá-los em todos os aspectos, cremos que há muita riqueza a ser apreciada e resgatada na história da Igreja.
Por isso, em nosso culto a Deus observamos várias das práticas cristãs históricas que consideramos valiosas para fortalecer a fé da Igreja: a confissão do Credo dos Apóstolos (o resumo da fé cristã), a oração do Senhor (“Pai Nosso”), a celebracão semanal da Santa Ceia e a simbologia da Cruz (o símbolo chave do Cristianismo).
Protestante e Reformada
Dentre todas as vertentes históricas do Cristianismo, nos identificamos principalmente com as doutrinas da Reforma Protestante, dentre as quais: a autoridade final das Escrituras Sagradas (Sola Scriptura); a mediação suficiente e exclusiva de Jesus Cristo entre Deus e a humanidade (solus Christus); a necessidade e exclusividade da graça para salvar pecadores (sola gratia); a resposta necessária e suficiente do arrependimento e da fé em Cristo para a salvação (sola fide); a atribuição de glória exclusiva a Deus por toda a obra da Criação, Redenção e Consumação da História (Soli Deo Gloria); e o sacerdócio compartilhado de todos os cristãos na vida e no ministério da Igreja.
Pentecostal de experiência
Finalmente, somos filhos do movimento missionário Pentecostal do século 20 e fruto da obra missionária do Bp. Roberto McAlister, fundador da Igreja Cristã Nova Vida no Brasil em 1960.
Cremos no papel indispensável do Espírito Santo no cumprimento da missão da Igreja, desde a proclamação do Evangelho até a operação e o desenvolvimento da salvação na vida do crente, incluindo a geração do fruto do Espírito e a concessão dos dons espirituais para a edificação de toda a Igreja.

Nossa missão:
Ir ao mundo e fazer discípulos, proclamando o Evangelho de Jesus Cristo, no poder do Espírito, e reunindo esses discípulos em igrejas, para que eles adorem o Senhor e obedeçam aos seus mandamentos, agora e na eternidade, para a glória de Deus, o Pai. [extraído de Kevin DeYoung & Greg Gilbert, Qual a Missão da Igreja?, p.82]

Nossos valores:
Adoração
A motivação principal da Igreja é render glória e honra ao Senhor, desde o culto fervoroso e reverente a Deus até o serviço no mundo, tanto coletivamente como individualmente, seja no ajuntamento dos salvos ou na devoção familiar e particular.
Proclamação
A tarefa principal da Igreja é proclamar toda a Palavra de Deus a todos os homens para o homem todo, dando testemunho do Evangelho de Jesus Cristo por meio da proclamação fiel e do ensino sistemático das Escrituras Sagradas.
Comunhão
O resultado necessário da proclamação e da rendição ao Evangelho é a vida em comunhão com a Igreja do Senhor Jesus, marcada pelo amor mútuo e pela disciplina característica dos discípulos de Cristo.
Testemunho
O testemunho da Igreja é composto do compartilhamento do Evangelho como também de uma vida condizente com este Evangelho daqueles que professam o Senhorio de Jesus Cristo.
Serviço
O testemunho da Igreja envolve também o serviço prestado por cada crente à Igreja e como Igreja, mediante a mordomia tanto das nossas palavras e do nosso tempo como dos nossos recursos e talentos.

Legendas automáticas:

Estou de volta, mais ou menos.
Eu passei esse tempo fora
após ter me achado contra um muro quase
intransponível, que eu vou tentar
explicar.
Mas eu também passei por coisas
pessoais, uma cirurgia de hérnia dupla
que me debilitou bastante, tanto antes,
muita dor, e depois.
A cirurgia em si,
em si não foi tão grave, mas me abateu
de uma maneira muito difícil de
explicar. Eu acho que veio junto com
tantas outras coisas e fiquei bloqueado
em quase tudo, até para ler, que eu faço
muito,
eu tive dificuldade.
Eu dependo de leitura diária.
Há muitas coisas acontecendo no mundo
que não compreendo.
Movimentos políticos,
revelações mirabolantes e narrativas
conflitantes, sem que tenhamos meios de
saber o que realmente é
a verdade.
Bom, nós sabemos que Cristo é o caminho,
a verdade
e a vida.
É a única certeza que tenho hoje em dia,
única.
É tão difícil navegar esse mundo
midiático. É como patinar em areia
movediça.
Rodas não são próprias para o terreno.
Afundar é quase inevitável. E para
manter a sanidade, é necessário ficar
bem quieto até que tenha certeza
aonde me pegar, né? Aonde nos pegar
quando a gente tá na areia movediça,
afundando, né?
Nosso drama é que estamos chegando ao
que chamam singularidade digital.
Algumas pessoas que respeito muito
chegam a sugerir que essa singularidade
já foi alcançada.
Singularidade,
singularidade é um conceito ligado à
astrofísica,
criado por Stephen Hawking, né? Acontece
num buraco negro que suga e absorve tudo
ao seu redor.
Um buraco negro atrai e devora planetas,
estrelas, até luz,
formando um centro de densidade
absoluta.
Esse estado absoluto
é o que se chama singularidade.
O conceito
foi
transposto, né, traduzido para questões
humanas pelo matemático húngaro
John von Neumann
em 1958,
mas foi popularizado pelo escritor de
ficção científica Vernor Vinge,
no seu ensaio Singularidade Tecnológica
Vindoura, escrito em 1993,
ou seja, há 36 anos atrás.
Ele disse que a inteligência artificial
superaria a do homem e que isso causaria
uma transformação social radical.
Não só por causa de robôs,
mas por outra razão. Ele previu que isso
aconteceria
em torno de 2045, mas há criadores de
inteligência artificial como Mo Gawdat,
que foi diretor desta desse departamento
da Google,
que acham que estamos muito mais
próximos, quase na véspera disso
acontecer.
E ainda há escritores como Mary
Harrington, que defendem que a
singularidade digital já aconteceu.
Quando esse termo singularidade é
traduzido da física teórica para
a relação humana
com a tecnologia, entende-se que em
algum momento o ser humano
ah, será ou está sendo sugado e
transformado pela tecnologia que ele
usa, não permitindo que ele viva mais
independente da tecnologia. Isso está
acontecendo. Quem anda sem celular? Hum?
Então.
Segundo a Harrington,
então isso já aconteceu, só que
aconteceu muito antes, com a invenção do
alfabeto.
Ela defende que o ser humano se tornou
incapaz de viver sem a codificação do
seu mundo por meio
de
palavras.
Ah, eu tenho um livro que eu estou doido
para ler, está na minha lista de, eu
tenho comigo,
chamado a, a,
"Can",
a,
para um, alguém que está tentando
ensinar como viver sem palavras, isso é
difícil.
Mas, enfim, a singularidade chegou ao
seu ponto mais agudo com a invenção, é,
singularidade do alfabeto, com a
invenção da imprensa de Gutenberg,
oferecendo palavras impressas em larga
escala, escala a todos.
Certamente isso mudou muita coisa, né?
Uma das suas consequências mais
conhecidas por nós é a Reforma
Protestante.
Sem a divulgação das 95 teses propostas
por Martinho Lutero e pregadas na porta
da igreja em Wittenberg em 1517,
a Reforma não teria acontecido, pelo
menos não da maneira que aconteceu.
Pois pegaram o seu documento, que foi
criado para propor, propor um debate a
nível acadêmico,
e transformaram as 95 teses, é, teses,
num folheto que causou um estrondo no
mundo regido pelo Vaticano.
Isso marcou um tremor que seria repetido
de várias maneiras ao longo dos anos
seguintes, fazendo com que a palavra
impressa tomaria o mundo todo.
O mundo ocidental sofreu uma
singularidade
que muitos reputam como a consolidação
dos valores do Ocidente, ou seja, da fé
cristã, da lei
e da filosofia grega. Essas três jun
juntos formam
essas essas três tradições formam o que
nós chamamos a civilização ocidental.
Bom, depois o acréscimo da invenção da
máquina fotográfica, a imprensa,
eh, criou o que nós conhecemos como o
jornalismo fotográfico. Palavras então
seriam acompanhadas de fotos das
notícias, criando uma mensagem
avassaladora.
Em poucos dias o ocidente podia ver
o que as palavras noticiavam. E vendo é
crendo, né?
Com a evolução dessa tecnologia aliada à
invenção de televisão, mais tempo
depois, a mídia se tornou a nossa janela
para o mundo.
CNN foi o pioneiro em criar notícias 24
horas por dia. E os nossos olhos para o
mundo sequer piscam.
Ou piscavam, né?
Em qualquer lugar público víamos
televisores com previsões do tempo,
movimentações das bolsas de valores e
alertas de desastres e guinadas
políticas ao redor do mundo em tempo
real.
Quase que
simultaneamente.
Uma ponte caída no Afeganistão,
uma concorrente eliminada do Big Brother
Brasil, uma guerra em Bangladesh, um
tsunami no Japão e a ruptura do namoro
do galã da novela das oito convivem ou
conviviam lado a lado ainda convivem
lado a lado na tela criando uma colagem
de imagens e sons que polui poluem o
nosso imaginário social
e gastam a nossa energia, fazendo com
que a nossa cabeça se torne um mingau.
Éramos informados e somos informados
além da nossa capacidade de compreender.
Foi-se o bom senso, foi-se o
conhecimento
que foi substituído por informação. Mas
a informação sem nexo, sem contexto, sem
explicação, não acrescenta nada à nossa
saúde mental e à nossa capacidade de
viver. Apenas nos ocupa
e nos neutraliza.
Mas essa dieta constante de informação
não apenas nos neutraliza, ela nos
transforma em seres facilmente
manipulados.
Pois nós nos entregamos passivamente à
notícia e não apenas
recebemos informação, essa notícia
usando a a técnica, a neurolinguística,
acaba nos manipulando.
Você acha que está ouvindo só
informação? Não está. Estão te Estão
fazendo sua cabeça, para usar um termo
bem popular, né?
Nós nos tornamos, por esse meio, uma uma
massa de manobra.
Sendo assim, os donos dos meios de
jornal e depois de televisão
decidiram e decidem tudo sobre as nossas
vidas, o que compramos, o que como
votamos,
até o que cremos, o que nós achamos. A
opinião pública
é algo criado pelos meios que, depois,
pesquisam a opinião pública.
Mas aí veio a internet. Ah, mais uma
ruptura
na estrutura de comunicação que deixou
os donos da verdade mortalmente feridos.
Com o surgimento de redes sociais,
pessoas começaram a ter acesso a
narrativas
que não eram criadas pelos donos do
poder.
Vozes independentes, pensadores isentos,
começaram a mudar o jogo, começaram a
influenciar
fora dos padrões da mídia oficial, que
era poderosíssima, todo-poderosa. Era
todo-poderosa.
Se Ainda há uma massa enorme de pessoas
que vivem de boca aberta perante a
televisão, assistindo à velha mídia,
enquanto elas a sua consulta médica ou
num plantão de emergência no hospital,
não é?
Ah, porque tem ou num num restaurante,
ao ao todo lado tem notícia que está nos
influenciando, está nos manipulando.
Mas há um novo elemento nessa nessa
jornada de de singularidade da da das
tecnologias que surgem, acabam ocupando
esse espaço, depois acabam dominando,
depois acabam sugando a gente ao ao ao
ponto da nossa vida não ser mais sequer
imaginável sem elas.
Surge então a inteligência artificial.
Com essa tecnologia, os donos da verdade
mudaram de estratégia. O Jornal das 8
não tem mais o poder que tinha, mas o
algoritmo que o substituiu nos manipula
de maneira sutil, eficaz e avassaladora,
completa.
Se eu falar de algo perto do meu
telefone, em poucas horas e até minutos
recebo anúncios no TikTok ou Instagram.
Estou sendo vigiado, assim como você,
estou sendo ouvido,
assim como você.
Reconhecimento facial e biométrico
está por toda parte.
Nossa vida foi digitalizada e a cada dia
há uma crescente digitalização
de todos os aspectos das nossas vidas.
E a não ser que você se mude para o meio
do mato,
sua vida está se aproximando, se ainda
não chegou,
à singularidade digital.
Com isso,
bom, que que ela como é que como é que a
gente vive então? A gente não lê, a
gente não lê mais.
A sua dependência do smartphone é tanta
que o seu cérebro nem consegue mais ler
uma página inteira de texto, sim, porque
está mudando até a nossa capacidade
para pensar.
Os a fiação está mudando, os neurônios
estão mudando. A neuroplasticidade
é um fato, né? A gente se adapta, o
nosso cérebro adapta
ao que nós
ah, damos para ele para a a absorver.
Então, hoje você quer aprender algo,
YouTube tem a aula que você precisa.
Seja de como fazer um pudim, cuidar de
cavalos, desintoxicar ou montar um
negócio online.
Pior, nem precisa mais aprender o que
seja, não tem que fazer curso mais,
porque basta perguntar ao chat de GPT e
você terá a resposta em segundos
sem que isso lhe custe qualquer esforço
ou disciplina, sem que você tenha que
crescer.
Sem que você tenha que melhorar a si
mesmo.
Tudo isso seca o cérebro, como falei.
E faz sua capacidade mental
encolher.
A maioria das pessoas ficam com
enxaqueca ao tentarem ler uma página de
texto.
E para se aliviar, checam o WhatsApp ou
TikTok, afaga sua mente, tá o microjato
de dopamina, ao qual todos estão
viciados e pronto, beleza, tranquilo.
Passou, passou a dor.
Horas passam sem que você tenha criado
algo realmente
belo.
Dias passam sem que você tenha dado um
passo a mais na direção de uma vida
consequência
de de consequência
de
vida consequente, desculpe. Dias passam
sem que você interaja com alguém à viva
voz, limitando sua comunicação a
pequenas mensagens ou pior
a emojis.
Semanas passam sem que você tenha parado
e orado para Deus. Ah, não tenho tempo.
Mas
com Deus não há emojis, né, não?
Não é tão fácil. Orar é uma coisa
que exige silêncio,
paciência,
olhar para dentro.
E aí que eu quero chegar.
Sem isso, tudo está chegando ao fim.
Tudo está chegando a uma massa crítica,
como um buraco negro que absorve tanto
que o seu centro não permite nem luz.
Nós estamos sendo sugados ao ponto de
não sermos mais capazes de pensar,
de ler,
de interagir,
de caminhar de maneira lúcida e
construtiva.
Tudo está chegando ao fim, a nossa
humanidade está sendo sugada, está sendo
destruída.
E enquanto isso, os mecanismos mundanos
estão implodindo.
No mundo estamos à beira de uma
hecatombe, um desastre de proporções
bíblicas.
Não estou falando de Armagedom, estou
falando de coisas que estão implodindo.
Governo está implodindo, tudo está está
implodindo.
As redes de televisão estão implodindo.
As estruturas estão ruindo, as igrejas,
as superigrejas
não vão existir por muito tempo, estão
implodindo. O próprio YouTube está com
os dias contados, eu acho. Não sei,
vamos ver.
O que vai substituir tudo isso?
Eu não sei.
Sinceramente não sei.
E talvez por isso
que tenha me dado um
eu bati pino, para dizer.
É, eu
eu estou em silêncio há seis semanas,
pensando sobre tudo isso.
Tenho tentado olhar para dentro,
tenho tentado olhar para cima.
É difícil.
Estamos vivendo dias violentos e
incertos.
Mudanças violentas estão
vindo.
E muito, mas muito em breve.
O mundo vai mudar
radicalmente.
Nosso mundo está à beira de um tsunami
em várias frentes.
Agora, da minha parte, estou tentando
orar.
Como um pentecostal, já falei.
Deus me deu o dom de orar em línguas.
Esse dom, segundo eu entendo, compreende
uma participação em coisas que estão
que que são de cima.
E que o espírito traz à baila pela
intercessão sacramental.
É um mistério divino. Agora eu sei que
vou ter que desembrulhar isso, mas em
outros vídeos, pois estou desabafando
hoje,
sem entrar muito nos pormenores. Só
estou falando.
Mas estou tentando respirar
profundamente,
com calma.
Estou tentando dormir cedo, ao acordar,
não começar meu dia sem ler as
escrituras.
Estou tentando não endoidar com tudo ao
meu redor.
Estou tentando ler criteriosamente, pois
eu tenho mil interesses. Minha leitura
vai em tantas direções diferentes. Estou
lendo quatro livros ao mesmo tempo.
Mas estou tentando me manter perto de
Jesus Cristo, meu Senhor. E na medida
que posso,
eu eu vou compartilhar aqui o que vejo e
o que eu creio.
A proposta desse canal é descomplicar a
fé cristã. E em si, a fé cristã não é
complicada,
mas tentar vivenciá-la nesse mundo tão
louco e confuso,
e e e transitório,
o desafio pode parecer insuperavelmente
difícil.
Estou trabalhando num livro, aliás, em
três livros.
Ainda não tenho uma editora,
mas eu estou rascunhando os meus
pensamentos. E nesse meio tempo,
tentarei manter essa via de comunicação
aberta.
Penso até em criar um site fora do
YouTube para os que querem um diálogo
maior, algo mais profundo,
mas
também ainda não sei como fazer isso.
Então, eu peço suas orações.
É isso.
Antes de ir, para você que fica comigo
até o fim, quero te lembrar que a cada
dia, a cada um de nós que cremos em
Jesus Cristo, tem Deus para glorificar,
Jesus para imitar, salvação para
desenvolver com temor e tremor,
um corpo para glorificar a Deus, pecados
para confessar,
virtudes para adquirir,
o inferno para evitar, o céu para
alcançar,
eternidade para não perder de vista,
tempo para rir e vizinhos para servir,
o mundo para desfrutar,
a criação para cuidar,
ofensas para pacientemente suportar,
bondades para voluntariamente praticar,
justiça para almejar,
tentações para vencer e a morte
para possivelmente sofrer e em tudo
isso, o amor de Deus
para nos sustentar.
É isso.
Eu volto.
Prometo.
Até então.
A paz.

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