Celebração – 07/06/2026 | Ákilla Nascimento | IBNU
07/06/2026
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Verdade. Uma grande crise que está presente numa sociedade que perdeu a sua esperança, é que ela deixa de acreditar que seja possível ter acesso à verdade. É de fato claro que a realidade é complexa. Nós temos muitos elementos para serem entendidos e explicados, mas infelizmente diante do mistério da vida, algumas pessoas perdem a esperança sem conseguir conectar uma parte com outra. Em hebraico é tão interessante a palavra verdade, a palavra em, ela é até simbolicamente marcada pela primeira, a última e a letra do meio do alfabeto, mostrando uma ideia de algo que liga toda a realidade e com o sentido básico de algo em que a gente pode confiar, pode se segurar algo que é estável e fundamenta aquilo que marca a nossa estabilidade e com certeza não há como ficar a deriva o tempo todo. Em alguma coisa no final, como fomos criados por Deus, o nosso coração vai se segurar. E a pergunta é: onde está o centro de estabilidade que tem a ver com o entendimento do nosso, da nossa mente, da nossa razão, em sintonia com a estabilidade do nosso coração. Nós somos chamados a caminhar na direção da verdade. Agora, esse negócio da verdade é complicado, porque grande parte dos crimes da história humana foram feitos em nome da verdade. Ou de uma verdade religiosa, ou de uma verdade antirreligiosa, ou de uma verdade política, ou de uma verdade para desestabilizar o status quopolítico específico. Quanta coisa absurda foi feita em nome da verdade. Por isso é importante entender que a verdade é irmã de uma outra realidade chamada amor. As duas estão complementadas no raciocínio do pensamento bíblico. É interessante lembrar de Efésios 4:15, Paulo diz, ó, que a verdade deve ser dita em amor. Porque quando alguém fala a verdade sem amor nenhum, você vê a crueldade, né? a maldade presente. Quando alguém só fala um uma espécie de expressão de amor sem verdade real, você vê ali a falsidade, a mentira, a hipocrisia. Portanto, o nosso desafio num caminho completo do começo, meio e fim é fazer que para o bem da sociedade, para que melhor esteja a nossa humanidade, que o amor encontre-se com a verdade. Oi, para você que está assistindo agora esse vídeo, bem-vindo a mais uma celebração online aqui da IBNU. Que esses próximos minutos possam abençoar a sua vida, que você se sinta cuidado por Deus, com seu coração aberto para receber a palavra dele nesse momento. Oh, oh, oh. Vir um som de esperanção. Ele vem de um povo redimido. Reinos e nações um dia ouvirão. A voz de que quer transar. Essa voz insemu amor. Abraça com tua graça e me faz dizer que vem para mim é Cristo em vou permanecer levar ao mundo alegria que me faz viver. E assim eu consegui até que a terra se alegre em ti, Jesus se alegre em ti. Faça a terra se alegra. Faz a terra se alegra. Faça terra se alegrar. Faça terra alegra. Faça terra, faça terra, passa terra, passa terra alegra, passa terra se alegrar, passa terra se alegrar, passa terra se alegrar, passa terra se alegrar, passa terra se alegrar. Cristo vou permanecer. Levar ao mundo a alegria que me faz viver. E assim eu vou sentir até que a terra se alegre. ti Jesus te alegro em ti. Terra, terra, ó Deus do céu. Cristo, e neste momento de gratidão. Eu queria trazer uma reflexão aí para todos nós. Queria que você pudesse pensar da sua vida das coisas que talvez estejam acontecendo, que saíram do esperado, que aquilo que você não esperava que fosse acontecer e aconteceu alguma coisa ruim ou algum problema, alguma dificuldade. Todos nós enfrentamos situações assim: ou a gente passou, ou a gente tá passando, ou em algum momento a gente vai passar, eh, nada é tão liso. Jesus mesmo disse para nós que no mundo nós teríamos aflições, mas que também deveríamos ter bom ânimo, porque ele venceu esse mundo. E essa reflexão que eu queria trazer para você neste momento de reflexão sobre gratidão, que muitas vezes a gente não entende porque determinada situação está acontecendo com a gente. Mas se nós cremos no Deus, Senhor, que cuida da nossa vida, que nos salvou e que ele vê cada detalhe da nossa vida, que lhe permite que todas as coisas nos aconteçam, mesmo sem a gente entender, a gente descansa em paz. Podemos não entender muito bem porque que determinada situação acontece, porque anos eu de repente posso estar sofrendo com aquela situação ou porque algo do nada aconteceu que você não esperava. Mas se nós confiamos que Deus é o Deus que está no controle de todas as coisas, nós sentimos paz e a gente entende que ele é o nosso pai amado, que sabe o que faz por nós, que cuida de nós e que em cada momento que algo muito difícil acontece, eu descanso nele e sei que ele é soberano sobre todas as coisas e ele é o que mais importa na nossa vida. E daí, eh, eu acredito que é dessa forma que a gente consegue ter um coração mais grato, porque muitas vezes a gente entende que gratidão é só a gente falar: "Ah, eu agradeço por isso, eu agradeço por aquilo que me aconteceu". Mas um coração verdadeiramente grato é muito mais do que palavras. É quando a gente realmente tem aquele coração que entende que o nosso pai querido cuida de nós, mesmo nos momentos que a gente nem consegue compreender. Amai-vos uns aos outros. Sjeai-vos uns aos outros. Aquele que quiser ser um primeiro, sirva todos. Eu sou um grano o coração de Deus. Importa que ele cresça e eu diminua. Eu quero servir aos meus irmãos, assim como Jesus. Temos que ser um como pai em Cristo é. Temos que ser para que o mundo creia que o Pai o enviou. Temos que ser um como pai em Cristo é. Temos que ser um para que o mundo creia que o Pai o enviou. Temos que ser um. Amai-nos uns aos outros. Sjeentai-vos uns aos outros. Aquele que quiser ser o primeiro, sirva todos. Temos um lugar no coração de Deus. Deus importa que ele cresça e eu diminua. Eu quero servir aos meus irmãos. Assim como Jesus que o pai em Cristo é nos que ser para que o mundo creia que o pai o enviou, temos que ser um como pai em Cristo é. Temos que Senhor, para que o mundo creia que o Pai o enviou, temos que ser. Como o pai em Cristo é, temos que ser um para que o mundo creia que o Pai o enviou, temos que ser um como pai em Cristo é, temos que ser um para que o mundo creia que o Pai o enviou, temos que ser um como pai em Cristo é, temos que ser Para que o mundo creia que o pai o enviou, temos que ser um como pai em Cristo é. Temos que ser um para que o mundo creia que o pai o enviou. Agora chegamos no momento muito especial da nossa celebração, que é o horário de estarmos falando com Deus. Que privilégio que nós temos de fazer isso. Vamos orar. Senhor Deus, muito obrigada por esse dia. Obrigada pela vida que o Senhor tem nos concedido, cada um de nós. Obrigada porque a gente tem a certeza que o Senhor está sempre conosco, independente das situações. Senhor, muitos passam por dificuldades financeiras, de saúde, emocionais, espirituais. Pai, nós pedimos que o Senhor encontre cada um, que o Senhor sustente cada um, que o Senhor carregue cada um nos momentos em que precisam, Senhor. Mas nós queremos também celebrar, celebrar a tua salvação, celebrar porque o Senhor veio ao nosso encontro, porque o Senhor nos ama de forma incondicional. Que privilégio, Senhor, que coisa maravilhosa podermos descansar nessas mãos poderosas que tudo podem, que nada é impossível. Obrigada, Pai. Continua conosco, Senhor. Dá-nos essa certeza de que aonde estivermos, o Senhor está, o Senhor nos acompanha, o Senhor nos ama, nos chama de volta, quero ao seu lado. Obrigada, Pai. Teu santo nome. Amém. Ó, quão bom e agradável ter amigos e irmãos comunhão vindo em pão com orvalho desce da montanha sobre a raunão. V pão. Encontrai Cristo bom tesouro. Meus amigos e irmãs, todos juntos em adoração. Alegria en este da casa. Aleluia. Glória a Deus. Como vinho e pão. Ó quão bom e agrável ter amigos e irmãos comunhão. e pão com orvalho desce da montanha sobre a raunhão vindo e pão. Encontrei ao tesouro, meus amigos e irmãs, todos juntos. adoração. Alegria en casa. Aleluia. Glória a Deus. comunhão vinho e pão. Cristo do tesouro, meus amigos e irmãos, todos juntos em adoração. Alegria este da casa. Aleluia. Glória a Deus. comunhão vino e pão, comunhão, vem pão, comunhão, vim e pã Oh. Porque é sempre ou quase sempre mais fácil destruir do que construir? Porque é que a gente percebe que as coisas ao nosso redor tendem muito mais a desordem do que a ordem? Paulo em Romanos capítulo 8 fala pra gente que a criação foi submetida à inutilidade, à vacuidade. E a ciência fala algo muito semelhante quando trata de entropia. Não sei se você já ouviu falar desse conceito, mas a entropia é uma medida que os cientistas desenvolveram para verificar e quantificar o fato de que os sistemas eles tendem à desordem e a desorganização mesmo no mundo natural do que a organização. Se você deixar o seu quarto sem organizar as coisas em seu devido lugar, a cama não vai se arrumar sozinha. as coisas elas não vão estar mais eh ordenadas espontaneamente do que desordenadas. Assim também acontece no próprio coração do homem. Parece que a gente compartilha em boa medida, não todas as pessoas, mas muitas, essa sensação de mal-estar a respeito do mundo dividido e do mundo divisivo em que nós habitamos. A nossa percepção é que com o passar do tempo, pelo menos nessas últimas gerações, muitas pessoas percebem que dentro do coração humano surgiram fraturas. E fora do coração humano, na relação da sociedade entre os povos, da humanidade como um todo, surgiram fraturas que se multiplicaram e se aprofundaram. E por isso essa sensação de mal-estar da civilização moderna, as coisas não parecem tender a ordem, as coisas não parecem a produzir unidade e harmonia. Isso é muito importante porque a Bíblia valoriza e enfatiza essas coisas como fundamentais da fé e da realidade do evangelho. A gente olha várias passagens do Novo Testamento, em especial nas cartas de Paulo, por exemplo, que reforçam que a unidade é fundamental para o povo de Deus. Outras passagens que fala que é melhor sermos dois do que um. Outras passagens que falam, como por exemplo, no começo da Bíblia, que era necessário que a partir de dois se fizesse um. É preciso que homem e mulher se torne uma só carne. É melhor que sejam dois do que um, porque um pode ajudar o outro, a fim de que dois possam agir em unidade. É necessário que o corpo de Cristo, de Cristo viva como um só, porque uma só é a nossa fé. Mas não é isso que a gente experimenta pela espontaneidade dos eventos. E não é isso que a gente constrói pela intuição do nosso coração. Por quê? Por que que uma pessoa que é entregue aos seus próprios desejos não vai promover unidade e proximidade com outros? Mas ela vai se afastar, ela vai se atomizar, se divorciar da relação de outras pessoas pelos impulsos egoístas do seu coração. E mais especificamente paraa nossa reflexão de hoje, porque uma comunidade que é entregue aos seus próprios impulsos e intuições, não sobreviverá como comunidade? Por que uma comunidade que segue os seus impulsos e as suas intuições se fragmentará em grupos divididos e em grupos opostos, em grupos facciosos? É isso que a gente encontra em várias instituições que um determinado momento decidiram se reunir em torno de uma causa. E é isso que, infelizmente, a gente encontra em vários capítulos da história do povo de Deus. em comunidades e em partes da igreja que tinham como meta e objetivo viver como um só povo, mas acabaram sucumbindo a essas forças que tendem a desordem, a fragmentação e a separação. É a esse problema que Paulo se volta, é esse problema que Paulo procura solucionar e consequentemente essas perguntas que ele tenta responder quando ele escreve Romanos capítulo 14. Por isso, eu vou convidar você para ler Romanos, capítulo 14, dos versículos 1 até o versículo 12. Romanos 14 1 a 12 diz assim: "Aceitem o que é fraco na fé, sem discutir assuntos controvertidos. Um crê que pode comer de tudo e já outro, cuja fé é fraca, come apenas alimentos vegetais. Aquele que come de tudo não deve desprezar o que não come. E aquele que não come de tudo não deve condenar aquele que come, pois Deus o aceitou. Quem é você para julgar o servo alheio? É para o seu senhor que ele está em pé ou cai e ficará em pé, pois o Senhor é capaz de o sustentar. Há quem considere um dia mais sagrado que outro. a quem considere iguais todos os dias. Cada um deve estar plenamente convicto em sua própria mente. Aquele que considera um dia como especial para o Senhor, assim o faz. Aquele que come carne, come para o Senhor, pois dá graças a Deus. E aquele que se abstém para o Senhor, se abstém dá graças a Deus. Pois nenhum de nós vive apenas para si e nenhum de nós morre apenas para si. Se vivemos, vivemos para o Senhor. E se morremos, morremos para o Senhor. Assim, quer vivamos, quer morramos, pertencemos ao Senhor. Por esta razão, Cristo morreu e voltou a viver para ser senhor de vivos e de mortos. Portanto, você por que julga seu irmão? E por que despreza seu irmão? Pois todos compareceremos diante do tribunal de Deus. Porque está escrito: "Por mim mesmo jurei, diz o Senhor, diante de mim todo o joelho se dobrará e toda língua confessará que sou Deus". Assim, cada um de nós prestará contas de si mesmo a Deus. Muitas pessoas que se deparam com o texto de Romanos, não apenas o capítulo 14, quando se referem à carta aos romanos, entendem que Romanos é o magnops, a grande obra que o apóstolo Paulo escreveu. Depois de se cansar, de apagar incêndio, de tratar do que é circunstancial, Paulo senta e coloca no papel, no pergaminho, em qualquer meio material, seus pensamentos profundos a respeito dessa central doutrina que nós encontramos na justificação pela fé. E de quebra, porque ele está ali tratando de uma carta que será enviada pra igreja, ele fala também de questões práticas. Ele vai falar sobre essa questão de judeus e gentius, vai falar sobre esses que comem carne, o que comem os que comem apenas vegetais, vai falar sobre dias sagrados, pagar imposto ou não, e algumas outras questões práticas de natureza ética. Mas o que importa dentro dessa perspectiva é o que está na teologia profunda de Romanos capítulo 1 até Romanos capítulo 12, até Romanos capítulo 11, perdão. E Romanos capítulo 12 a 16 não deixa de ser importante. São orientações práticas que todos nós precisamos também receber daquilo que é a revelação de Deus. Mas o fundamental e o essencial está em Romanos capítulo 1 até Romanos capítulo 11. essa teologia profunda e fundamental que nós recebemos de Paulo a respeito da justificação pela fé. Esse é um problema. Essa é uma divisão artificial que nós impomos sobre Paulo. E essa é uma divisão que nós carregamos também na nossa realidade da igreja hoje, que nos custa muito caro, que é a incoerência entre a reflexão e a ação prática. Algumas pessoas gostam e são inclinadas à reflexão, ao estudo, à meditação nas escrituras. Outras pessoas entendem que a Bíblia precisa ser obedecida. Todas essas discussões e aprofundamentos são para os teólogos e muitas vezes eles se perdem e causam mais mal do que bem. O que a gente precisa fazer é obedecer diretamente a palavra de Deus. Esse mundo cido, dividido entre pensar, refletir e agir, obedecer, é uma coisa que gera todo tipo de desavença, desentendimento e discussão que leva a mais uma fragmentação ou a vários tipos diferentes de fragmentação que nós constatamos, tanto na igreja primitiva quanto na igreja contemporânea. E o melhor antídoto para isso, pelo menos no Novo Testamento, na minha perspectiva, é o apóstolo Paulo. São as cartas que o apóstolo Paulo nos apresenta em que a reflexão, a meditação sobre aquilo que foi a revelação das Escrituras desde a antiguidade, aquilo que acontece em Jesus e aquilo que há de implicações práticas para a vida da igreja, está completamente integrado. É impossível saber o que significa obedecer a Deus. Se nós não tivermos compreendido aquilo que Deus nos revelou. Por isso, teologia e ética não fazem parte de mundos diferentes. Por isso que refletir e fazer são duas necessidades de todo discípulo de Jesus. Não existe esse lance de ser mais prático e concreto e ser simplesmente abstrato e teórico. Essa divisão não faz parte do reino dos céus e ela não é percebida nas escrituras. Um exemplo prático é o que encontramos em Romanos capítulo 14. Romanos 14 tá nesse bloco de orientações éticas. Nada mais concreto do que falar sobre comer carne ou comer apenas vegetais, guardar dias sagrados ou considerar alguns dias mais importantes que outros, ou não considerar que todos os dias são iguais. Essas eram disputas que estavam acontecendo dentro da comunidade da igreja em Roma. E Paulo está tratando dessa divisão que se estabeleceu ali. E quando ele faz isso, ele faz de uma maneira muito especial. Se você olhar para esses 12 versículos, você vai perceber que a palavra kirios ou o verbo cognato aquios aparece 10 vezes em 12 versículos. Você vai perceber que tudo o que Paulo está falando tem a ver a respeito de Deus como aquele que governa por meio do Messias e do fato de que esse Messias foi ressuscitado por Deus dentre os mortos. Isso vai levar Paulo à afirmação que a gente encontra em Romanos 14 versículo 9 de que Jesus ele ressuscitou dentre os mortos para ser rei e soberano Senhor sobre vivos e mortos. Isso está diretamente relacionado a toda a discussão que Paulo fez, tanto no capítulo 3 até o versículo até o capítulo 5, quanto em Romanos capítulo 9 e capítulo 10. Também existem afirmações que Paulo fala aqui que são muito próximas a esse trecho entre Romanos capítulo 3 a 5 e 9 10. E também aquilo que Paulo vai falar um pouco mais adiante, depois do versículo 9, a respeito desse julgamento final, que é um assunto que ele trouxe lá no capítulo dois, no início do capítulo 2 de Romanos. Todas essas referências que eu fiz estão no primeiro bloco, supostamente o bloco teológico de Romanos, capítulo 1 até o capítulo 11. E quando Paulo então vai falar sobre Equírios, esse Senhor que ressuscitou sobre os para se tornar Senhor sobre vivos e mortos, a gente vai perceber que tudo isso está ligado à fé daqueles que são judeus e gentios, daqueles que são fortes e fracos, mas que depositaram a sua fé em Jesus. Tudo aquilo que Paulo orienta em termos concretos e práticos, que aqueles irmãos, em especial aqueles que fazem parte do grupo dos fortes, deveriam fazer, está amplamente e profundamente apoiados naquilo que é a reflexão que Paulo trouxe até o capítulo 11 de Romanos, até essa discussão profunda que ele traz de justificação pela fé, uma consequência direta e uma consequência das mais importantes. Talvez o ponto mais central para isso que Paulo está trazendo aqui na carta aos Romanos é: justificação pela fé. Implica em comunhão pela fé. Todos aqueles que foram justificados pela fé t agora a obrigação e a responsabilidade de perceber que a implicação de que nós somos justificados pela fé é que nós temos comunhão pela fé. Qual era o contexto do que Paulo tá tratando aqui em Romanos capítulo 14? Ele trata de dois grupos, os fortes e os fracos. E ele começa essa passagem se dirigindo em especial para o grupo dos fortes. Ele diz o quê? Versículo um. Aceitem o que é fraco na fé, sem discutir assuntos controvertidos. Ele claramente está se dirigindo a esse grupo dos fortes. Quem eram os fortes e quem eram os fracos na fé? Fica muito claro que os fortes na fé eram aqueles que acreditavam que podiam comer de todos os alimentos. Eram aqueles que acreditavam que todos os dias eram igualmente especiais ou como aparece de uma forma mais explícita na NVI, acreditavam que todos os dias eram igualmente sagrados. Os fracos na fé acreditavam que eles precisavam se abster do consumo de carne, em especial no lugar em que eles estavam. Lembre-se que Paulo está escrevendo paraa igreja que se reunia em Roma, a capital do Império Romano. Essas pessoas também estavam entre aqueles que consideravam que alguns dias eram mais especiais do que outros. Pode ser uma discussão sobre o Shabat, devemos nos reunir no sábado ou no domingo. uma discussão sobre os festivais judaicos, os dias prescritos pela lei em que os judeus deveriam separar para celebrar os grandes atos de salvação e de providência que Deus trouxe para o povo de Israel, que nós encontramos na Torá, e que alguns desses irmãos cristãos também consideravam que deveriam ser preservados pelos cristãos, independente de serem judeus ou gentios. Fortes e fracos eram esses dois grupos. Perceba que Paulo não está fazendo a divisão de gentios e judeus, porque muito intuitivamente nós poderíamos imaginar que os fortes eram gentios, porque os gentios não tinham nenhum problema de comer carne, inclusive carne de porco, carne que não tinha sido preparada de acordo com as leis do Levítico ou qualquer outra coisa. E também eram pessoas que não estavam habituadas a considerar o sábado um dia sagrado. E os judeus eram essas pessoas que consideravam que nem todo o alimento era puro, nem toda a forma de preparo era permitida e que alguns dias eram mais sagrados do que outros. Paulo não fala sobre judeus e gentios, ele fala sobre fortes e fracos. Por quê? Porque muito provavelmente existiam judeus que eram fortes e gentios que eram fracos. O próprio Paulo é judeu e ele se considera como forte. Ele afirma que ele não tem nenhum problema de enxergar que esses tabus alimentares não tinham mais validade dentro do reino de Deus. E é muito provável que existissem também gentios fracos. Como é que a gente sabe disso? Igreja da Galácia. Na igreja da Galáia, a gente tem Paulo tratando de questões muito semelhantes, ainda que não exatamente iguais, assim como Paulo vai tratar de questões semelhantes em Primeira Coríntios, em que ali na na Galácia parecia haver gentios que foram convencidos a acreditar que eles também precisavam eh respeitar as regras alimentares. Os homens precisavam ser circuncidados e os dias sagrados precisavam ser respeitados ou alguns dias precisavam ser interpretados como mais sagrados do que outros. Então, o que a gente percebe é que a discussão não é principalmente entre judeus e gentios, mas aqueles que entendiam que essas coisas precisavam ser interpretadas dessa maneira e outras pessoas que interpretavam as questões de outra maneira. Qual é o ponto dessas discussões sobre alimentos e também sobre os dias sagrados? O que a gente percebe é que essa não é uma questão irrelevante, essa não é uma questão simples. E essa é uma questão que tem profundas raízes culturais, que tem um histórico muito amplo até que ela chegasse nos contornos que ela toma na igreja em Roma, que ela chegasse ao ponto de poder dividir a igreja por assumir um peso tão elevado para aquela comunidade, pelo menos para algumas pessoas daquela comunidade. A lógica daqueles que Paulo chama de fracos da fé não parece ser uma lógica tão frágil assim. Imagine que você é um cristão, mas você é um cristão judeu. Você cresceu, você nasceu, foi criado. Você cresceu nesse ambiente em que imagina que você pode comer carne de porco, ou você pode comer uma carne que foi vendida no mercado público, que não foi tratada de acordo com as leis do Levítico, não é? carne coché que foi dedicada a um ídolo. Você vai lá no mercado público, compra essa carne e consome essa carne em sua casa, com a sua família ou até mesmo na mesa com outros irmãos na fé. Isso para a mentalidade judaica habitual era abominável. E agora existe essa nova fé que eu reconheço em Jesus Cristo, essa fidelidade, essa declaração de lealdade que eu fiz a Jesus. Se eu acreditasse que o cristianismo era ou fosse uma religião completamente diferente ou fosse uma religião propriamente dita e é completamente distinta de tudo aquilo que eu acreditava e vivi dentro do judaísmo, vai lá, tudo bem. Eu entendo que abraçar essa nova religião, essa nova série de ritos e de convicções implica em abandonar todas as práticas e convicções antigas. Mas a mensagem que foi pregada a respeito do evangelho para mim não é essa. A mensagem que foi pregada e que eu creio é que o Deus, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, o Deus de Jacó, o Deus de Israel, cumpriu plenamente as suas promessas em Cristo Jesus. E esse Jesus, que é o Messias, governa sobre todos os povos e é o Messias judeu. Então, o que fazer com todas essas leis judaicas? com todas essas leis que foram dadas para o povo de Israel, que regulamentam o que eu posso comer, de que forma essa comida deve ser preparada, com quem eu posso comer e em que circunstâncias. Eu não posso simplesmente abandonar essas coisas. E Paulo reconhecia que essa era uma questão importante e essa era uma questão difícil. Quando Paulo trata essas pessoas como fracas na fé, ele não está dizendo que essas pessoas não entenderam o evangelho, porque Paulo está se referindo aos fortes e aos fracos como pertencentes à comunidade da fé, pertencentes à comunidade de Cristo. Isso significa que ele reconhece aquelas pessoas como seus irmãos e irmãs. Elas entenderam o evangelho e elas aceitaram essa convocação. Depositaram a sua confiança, a sua fé, a sua fidelidade, a sua lealdade a Jesus. Não está em questão se eles são irmãos ou não. O que está em questão é se eles entenderam as implicações dessa fé. É nesse sentido que Paulo julga que aquelas pessoas são fracas na fé, porque elas ainda não pensaram o suficiente sobre aquelas questões e não alcançaram as conclusões que ele, Paulo, havia alcançado e que vários outros irmãos, que ele chama de fortes na fé também haviam alcançado. Então, o que Paulo está tratando aqui novamente sobre uma questão que é polêmica, difícil e importante é essa não é uma questão que deve ser simplesmente esquecida e tratada como se não tivesse nenhuma relevância, mas essas pessoas não podem ser pressionadas e cobradas a concordar conosco sem que elas tenham o tempo, as condições necessárias e um convencimento autêntico de sua consciência de que elas podem comer esses alimentos e de que elas não precisam considerar esses dias mais sagrados do que o outro. É preciso dar tempo para que essas pessoas cheguem a essa conclusão. E qual é a lógica dos fortes na fé? O que é que levou a Paulo se identificar com outra posição e chegar a outra conclusão? é que a lei tinha um propósito, a lei tinha uma finalidade. A lei não era para ser obedecida eternamente em todas as suas regulamentações, em todas as suas instruções. O objetivo da lei foi alcançado, foi cumprido em Jesus. Eu não vim abolir a lei, mas vim cumprir a lei e os profetas. Essas são as palavras de Jesus no sermão do monte. O que que ele tá querendo dizer com isso? Que ele veio obedecer a todas as regulamentações muito mais do que isso. O que ele está dizendo é o objetivo pelo qual a lei foi dada está sendo cumprido em mim. E quando Jesus cumpre a lei, alcança o objetivo para o qual a lei foi estabelecida, uma nova era inaugurada. E nessa nova era, várias injunções, várias exigências da lei caíram, foram relativizadas, se tornaram irrelevantes. Por quê? Porque aquelas regulamentações tinham pertinência quando o povo de Deus era constituído apenas a partir da nação de Israel e dentro do contexto em que o Messias ainda não via, não havia sido enviado para cumprir os propósitos pelos quais a lei havia sido dado. Então, a lei, nas palavras de Paulo, em um outro contexto, que serviu como um tutor do povo de Deus até um determinado momento da história, deixa de ser esse tutor, deixa de ter a sua validade em todas essas suas regulamentações e dá lugar a uma nova era, dá lugar a um novo ato de revelação de Deus, que não é completamente oposto a tudo aquilo que havia sido dado, mas que também não pode ser tratado como exatamente igual a tudo aquilo que havia sido exigido e revelado por Deus antes da chegada da vida, da morte e da ressurreição do Messias. Essas são questões que abrem muitas outras perguntas e certamente você que está me ouvindo agora, talvez se você já não pensou sobre isso, esteja se fazendo algumas perguntas sobre isso. E o meu propósito não é discutir os objetivos específicos da lei nessa mensagem, mas é possível perceber no começo dessa conversa como essa não é uma conversa simples e como essa é uma questão que exigia muito da consciência de todos os cristãos, sejam cristãos judeus, sejam cristãos gentios. E o que Paulo está dizendo, em especial para os fortes na fé, é: aceitem aqueles que são fracos na fé, sem que isso se torne ocasião para que vocês venham a discutir assuntos polêmicos. Isso porque nós não podemos exigir da consciência de alguém mais do que ela pode entregar. É preciso ter paciência, é preciso ter amor por essas pessoas. E mais do que isso, é preciso perceber que você não é o juiz do seu irmão. Você não está na posição de julgar aquele que é escravo de outra pessoa. Ou será que você não percebe que você também é escravo? Essa palavra que aparece na tradução como servo é apropriada apropriadamente traduzida como servos, como servo, mas o seu sentido mais literal é escravo. E a gente precisa recuperar essa percepção de que fortes e fracos, judeus ou gentios, se nós somos cristãos, estamos debaixo do domínio do Messias, nós somos propriedades do Messias. Nós somos escravos do mesmo Senhor. E o que Paulo está dizendo é o próprio Cristo julgará todas as coisas. É isso que ele está falando aqui no fim dos primeiros versículos do capítulo 14. Aquele que come de tudo não deve desprezar o que não come. E aquele que não come não deve condenar aquele que come, pois Deus o aceitou. Quem é você para julgar? O servo ou o escravo alheio? é para o seu Senhor que ele está em pé ou cai e ficará em pé, pois o Senhor é capaz de o sustentar. Apenas com esses versículos, talvez não fique tão claro, mas quando a gente chega no versículo 9 e certamente nos versículos 10 a 12, a gente tem a percepção de que Paulo está olhando para um momento muito posterior àele momento que ele estava vivendo e nas as condições nas quais ele estava tratando o problema que existia na igreja em Roma. a gente não tem o detalhamento do contexto e a gente não sabe exatamente em que circunstâncias aquela igreja se encontrava. E quando a gente olha, por exemplo, pra carta aos Coríntios, a gente tem a sensação que a coisa em Corinto estava muito mais turbulenta do que em Roma. Ou quando a gente olha pra carta aos Gálatas, a gente tem a sensação que a igreja também estava em uma condição muito mais perigosa do que a situação da igreja em Roma. Mas pode ser que essa percepção seja equivocada. Por quê? Porque a igreja ela se reunia nas casas. E o cenário que Paulo traça é: "Aquele come de todas as coisas despreza aquele que não come. E aquele que não come de todas as coisas condena aquele que come." É muito plausível que esses grupos tenham em algum momento se eh desintegrado como uma comunidade unida e passado a se reunir em casas diferentes sem ter absolutamente nada em comum. É aquele lance de eh a casa que está em briga, mas está debaixo do mesmo teto, é ainda melhor do que aquela casa que já se desintegrou completamente e que o homem foi para um lar, a mulher foi para uma casa completamente diferente e eles não brigam mais porque eles não convivem mais. É bem possível que a igreja em Roma não tivesse tantas discussões de forma direta e acalorada, como a gente encontra na discussão de Paulo com Pedro em Antioquia e que Paulo relata na carta aos Gálatas, porque elas aquelas pessoas simplesmente já não conviviam mais. Lembre-se das discussões que Paulo faz a lução sobre judeus e gentios, como aparentemente os gentios estavam desprezando os judeus como se a realidade da salvação e da fé já não tivesse nenhuma relação com o povo de Deus, com a história que Deus construiu a partir de Israel. E Paulo está dizendo: "Cuidado, não aja com orgulho, porque se Deus não poupou a aqueles que eram naturais dessa oliveira, quanto mais vocês que foram enxertados, cuidado com a posição de orgulho." Olhando para todos esses contextos, é bem possível que a igreja estivesse muito mais dividida do que a gente imagina numa leitura inicial da da carta aos Romanos. E Paulo, então, está tratando dessa realidade aqui e dizendo para aquelas pessoas: "Aceitem vocês que são fortes, aqueles que são fracos na fé, sem discutir assuntos controvertidos". E essa talvez seja uma das questões mais importantes pra nossa reflexão de hoje, que é o que é importante, o que é controvertido, mas não é essencial para nossa comunhão enquanto irmãos. Nem sempre é fácil responder a essa pergunta, mas é necessário responder essa questão. O que que é relevante? Tem consequências práticas, é difícil de se chegar a um consenso, mas que não é essencial paraa comunhão que temos um com o outro. Paulo levanta essa eh essa questão ou esse a natureza desse problema em Romanos capítulo 14, falando de algo que era caríssimo, que era muito eh valorizado por irmãos daquela comunidade, que era a questão das regras alimentares, os tabus alimentares, as questões ligadas à Torá e que os cristãos deveriam ou não conservar e dias sagrados também pra cabeça daqueles que eram fracos na fé. Isso era uma questão fundamental, uma questão talvez central na fé. E Paulo está dizendo, não é uma questão importante, é uma questão que exige posicionamento de cada um. Inclusive eu, Paulo, me considero forte porque eu tenho posicionamento sobre essas coisas. Eu não considero que é proibido comer esses alimentos ou considerar um dia mais sagrado do que o outro, mas isso não é essencial para nossa comunhão. Se levantar essa bola, se levantar essa discussão, vai promover uma polêmica mais corrosiva do que construtiva, não discutam isso. Aceitem o que é fraco na fé sem discutir essas coisas. aceitem como seus irmãos na fé, sabendo que eles fazem essas coisas para o Senhor. Ponto fundamental de Paulo aqui em Romanos capítulo 14. Nós nascemos e morremos e fazemos todas as coisas entre esses dois polos diante do nosso Senhor. Nós pertencemos ao nosso Senhor, fazemos todas as coisas diante do Messias e seremos julgados pelo Messias. Quem é você para julgar o servo que não é seu? Aliás, você que também é servo, você que também é escravo, não é sua prerrogativa, não é seu direito fazer isso que você está fazendo, ou desprezar o outro, ou ao condenar o outro, sem considerar o fato de que ele faz essas coisas de boa consciência. Ele faz essas coisas porque ele realmente acredita que ele está sendo fiel a Jesus, está sendo fiel àquilo que Deus exigiu dele. E ele faz essas coisas apresentando graças a Deus. Seja aquele que se abstém do consumo de carne, seja aquele que come de todas as coisas. Os dois grupos faziam isso de boa consciência, apresentando graças a Deus, o que para Paulo é um sinal muito forte de que eles estavam fazendo essas coisas. a partir de um ato de fidelidade, de obediência ao Senhor. O fato de que eles estavam apresentando graças a Deus. Eles não estavam agindo com displicência, eles não estavam fazendo qualquer tipo de estavam fazendo pouco caso de algo que Deus disse para eles que era importante. Mas Paulo está dizendo que mesmo essa questão importante, relevante, não é essencial, não é fundamental. Nem sempre é fácil fazer essa distinção. E Paulo faz essa distinção aqui sobre essa questão de uma forma bastante polêmica. Ele sabe que ele era estava sendo controvertido ao tratar um assunto que para muitos era tão importante como algo não essencial. Mas o que ele está dizendo é esse tipo de discernimento é necessário. Nós precisamos julgar esse tipo de coisa. Romanos capítulo 14, a continuidade desse assunto que se dá nos 13 primeiros versículos de Romanos capítulo 15. mostra pra gente que eh Paulo não está tratando de coisas que todo mundo precisa entrar em consenso. Ele não está tratando de homicídio, ele não está tratando de adultério, ele não está tratando de incesto, ele não está tratando de furto, ele não está tratando de várias coisas que a lei tinha orientações claras que obviamente permanecem válidas nessa nova criação que foi inaugurada por Jesus. Essas coisas continuavam valendo como fundamentais na orientação desse novo tipo de vida que há nesse novo reino estabelecido por Jesus, o reino de Deus sobre a terra. Então, eh tinham muitas discussões que Paulo nem levantaria como polêmica. A gente precisa concordar que isso é absolutamente proibitivo dentro da comunidade do povo de Deus. Isso é assim que ele trata muitas questões em Corinto. Sujeito se deitou com a própria madrasta e vocês não fizeram nada sobre isso. Isso se tornou um escândalo, inclusive para aqueles que são de fora da comunidade. É óbvio que não. Essa pessoa precisa ser excluída da convivência da comunidade, entregue a Satanás, a fim de que talvez ele alcance arrependimento e volte para a comunhão dos santos. e muitas outras questões. Será que a partir da afirmação de Paulo de que todas as coisas nos foram dadas, era possível justificar o furto? Porque não, pera aí, tem propriedade privada, mas agora que eu sou de Jesus e todas as coisas me foram dadas como herança do Messias, então eu posso pegar qualquer coisa de qualquer pessoa? Não, óbvio que não. Esses eram pontos fundamentais, não eram pontos controvertidos e que não se poderia abrir mão. Mas tem várias outras coisas que são relevantes no nosso tempo, no tempo de Paulo, que tem implicações práticas que exigem posicionamento pessoal e que não são essenciais para nossa comunhão com o corpo de Cristo. Eu entendo que muitas das discussões políticas, muitas das discussões identitárias, não todas elas, algumas ao meu ver entram nessa categoria de coisas essenciais, mas muitas outras estão nessa categoria de coisas que são importantes, relevantes, exigem posicionamento pessoal, mas não são essenciais, não são centrais para determinar se você é meu irmão na fé ou não. se nós podemos manter a unidade ou não. Tem muitos momentos que é muito melhor você se calar sobre a sua posição pessoal para priorizar a unidade com seu irmão. fazer aquilo que você sabe que você deve fazer de boa consciência, em fidelidade a Deus, mas preservar a unidade com seu irmão, sabendo que se ele estiver errado, Deus irá julgar a todos e Deus irá revelar aquele que foi forte ou fraco nesse assunto ou naquele. E quando Paulo fala sobre esse momento em que todos nós prestaremos contas, ele finaliza essa sessão afirmando isso. Assim, cada um de nós prestará contas de si mesmo a Deus. O que ele está dizendo é: "Calma, se você acha que isso é importante, ao invés de desprezar ou condenar o seu irmão, confie que o Senhor revelará todas as coisas no dia final. E confie que Deus trará justiça sobre todas as pessoas, sobre toda sua criação. Deus colocará todas as coisas no seu devido lugar. Mas é Deus que fará todas essas coisas. É Cristo que julgará os vivos e os mortos. É Cristo que é soberano sobre os vivos e os mortos. Porque todas as coisas foram submetidas debaixo do domínio de Deus. Por isso que parece que Paulo está tratando aqui, retomando questões muito mais profundas do que ele precisava para resolver essa polêmica de comer carne, não comer carne, guardar um dia como se fosse mais especial do que o outro. Parece que ele tá evocando assim mais teologia do que o necessário. Parece que ele tá querendo matar uma mosca com uma bala de canhão. Mas não é. Paulo não está desperdiçando argumentos teológicos. Ele está partindo de uma questão prática importante, com várias consequências, para tratar de uma outra questão ainda mais relevante e ainda mais fundamental, que é o testemunho que nós, enquanto povo de Deus damos por meio da nossa unidade. É um dos aspectos mais centrais da nossa fé. a nossa capacidade de ter esse discernimento e esse compromisso com o nosso próximo e com Deus, a ponto de preservarmos a unidade do corpo de Cristo sobre todo tipo de barreira, étnica, cultural, social, financeira, qualquer tipo de impecílio, qualquer tipo de força que tende à desorganização, a superação de qualquer força que tende ao caos, a frag fragmentação dentro do povo de Deus. A superação disso por meio da nossa lealdade a Jesus Cristo é o testemunho que convence Roma de que Cristo é o Senhor. Por isso César não é o Senhor. a nossa unidade, a nossa capacidade de priorizar o nosso irmão e a vida do nosso irmão que foi aceito por Deus, percebendo que eu não posso condená-lo, eu não posso desprezá-lo, porque o próprio Deus o aceitou e por isso eu sou um junto com ele. Eu tenho comunhão com esse irmão. Esse testemunho é profundamente poderoso e transformador. É o que nenhum tirano, por mais poderoso e aparentemente soberano que seja sobre todos os outros reinos da terra, jamais vai conseguir. Essa era uma afirmação de César. Ele se vangloriava de constituir uma unidade entre vários povos a partir do seu domínio e poder soberano. E o que Jesus está dizendo é que essa é uma paz que é falsa. A minha paz vos dou. Essa é a afirmação de Jesus para os seus discípulos. A paz de Jesus é completamente diferente, transformadora e faz aquilo que César se vangloriava de fazer, mas nunca foi capaz de fazer de fato, que é a partir de muitos, a partir de várias etnias, de várias línguas, de vários povos, de vários contextos, de várias culturas, constituir um só povo, um só corpo a partir dessa mesma fé, a unidade do corpo de Cristo. É um testemunho para as potestades e os poderes desse mundo, que um novo reino foi inaugurado. Esse reino é mais poderoso do que todos os outros reinos que nunca alcançaram aquilo que esse reino alcançou. E por isso, esse reino está destinado a sobrepor, a superar, a suplantar todos os outros reinos da terra. Por isso, hoje eu convoco você a refletir, a pensar e a se comprometer com essa realidade que o reino de Deus nos traz. Nós pertencemos ao Senhor, fazemos todas as coisas diante dele, temos certeza que fomos justificados pela fé. Nós seremos vindicados no dia final. receberemos o sim da parte de Deus, de Cristo Jesus, quando fomos julgados no momento desse grande eh julgamento de vivos e mortos que acontecerá no tempo determinado por Deus. Mas no tempo presente, o testemunho de que nós já recebemos essa certeza da parte de Deus, ele trouxe lá do final para o tempo presente essa segurança para mim e para você de que temos a paz com Deus. O sinal concreto disso é comunhão pela fé, é aceitação do meu irmão, mesmo que ele seja muito diferente de mim, mesmo que ele tenha posições muito diferentes de mim. Mas se eu tenho discernimento dado pela palavra de Deus, pelo Espírito Santo, de que essa não é uma questão fundamental à fé e que eu posso de fato chamá-lo meu irmão, porque ele depositou a sua fé em Cristo Jesus e ele faz o que faz pela sua convicção de que está sendo fiel às exigências de Jesus, eu tenho a obrigação de me portar com ele da forma que o mesmo Deus se portou com ele. Por isso, minha convocação a você, da mesma forma que Paulo fez aquela convocação aos irmãos da igreja em Roma. Aceitem aqueles que são fracos na fé sem discutir assuntos controvertidos. de esse testemunho poderoso para todo mundo de que Jesus Cristo é o único Senhor. Ele constituiu um só povo e que esse poder que tende a unidade, a comunhão, irá superar todas as forças que nos levam para a confusão, a divisão e a fragmentação. que o amor de Cristo Jesus nos dê essa sabedoria, esse compromisso e essa confiança em Deus de que ele fará a coisa certa no tempo certo. E por isso nós podemos viver em paz um com o outro. A IBNU tem desenvolvido projetos de apoio humanitário, de evangelização, de ensino da palavra de Deus, tanto aqui no canal do YouTube como também nas nossas outras plataformas Facebook e Instagram e também nas nossas nossos encontros presenciais aqui na cidade de São Paulo. sem falar dos vários projetos que nós temos apoiado, que temos dado visibilidade, pessoas que estão lá na ponta da lança, pessoas que estão dedicando a sua vida para transformar as comunidades em que estão inseridos. Você já deve ter conhecido, nós temos projetos no sertão do Piauí, projetos no meio das tribos indígenas da Amazônia, temos projetos aqui em tribos que fazem parte inclusive da língua portuguesa, né, como os índios guaranis do Paraguai. Nós temos projetos que atuam na cidade de São Paulo apoiando pessoas que estão em situação de risco, pessoas que estão em zonas de perigo, pessoas que estão chegando aqui com imigração de de zonas de guerra. Nós temos feito várias coisas para abençoar essas pessoas. Também temos projetos fora do Brasil, além do Paraguai, nós temos África, nós temos alguns projetos rodando na Europa, projetos na Ásia, projetos no Oriente Médio. A IBNU tem sido um canal de bênção e esse canal que Deus tem usado tem sido eh possível através de pessoas que Deus tem levantado para apoiar os projetos, para se dedicar inclusive com a sua própria vida nesses projetos e também através de recursos que o Senhor tem colocado nas mãos dessas pessoas e elas têm colocado aqui na EBNU. Por isso, eu quero te dar a oportunidade agora de colocar a sua vida em perspectiva. Se você já tem feito alguma coisa, se você acha que poderia fazer mais, se você acha que Deus tem te abençoado muito e você com coração grato quer dedicar parte disso para abençoar outras vidas, você pode fazer aqui pela IBNU. a gente tem encaminhado nesse período eh no uma campanha, uma campanha de arrecadação de recursos para uma melhoria do nosso espaço físico da cidade de São Paulo. Temos algumas questões tecnológicas que vão ser colocadas, como painéis de LED e tudo mais, e também a vários projetos que são apoiados aqui em São Paulo podem ser beneficiados com essas reformas que estão sendo feitas ali no nosso espaço. Por isso, convido você nesse momento a junto comigo orar. Nós vamos orar pedindo que Deus nos oriente, nos instrua e nos dê sabedoria na utilização dos recursos que ele tem colocado nas nossas mãos e também aqui na IBNU. Vamos orar. Pai, nós te agradecemos por todas as bênçãos que o Senhor tem derramado em nossas vidas. Te agradecemos pelos recursos que o Senhor tem entregue a cada um de nós. Te pedimos, Senhor, por aquelas famílias que têm passado por situações de problemas financeiros. Que o Senhor ilumine os corações, que o Teu Santo Espírito oriente mesmo onde elas devem aplicar os seus recursos, como elas devem fazer o seu cálculo financeiro. E que elas também possam, ó Pai, percebendo o amor e a graça que o Senhor tem derramado sobre cada um de nós todos os dias, entregar parte disso como uns adoração a ti pelo sustento que o Senhor tem dado a cada um de nós. Por isso te pedimos, nos instrui, nos ilumina, nos direciona para sermos sal e luz onde nós estivermos. Assim oramos no nome do teu filho amado Jesus. Amém. E amém. Muito obrigado por ter ficado conosco nesse momento todo. Que as músicas cantadas possam ter falado ao seu coração, que a mensagem pregada possa te fazer refletir sobre a Bíblia, sobre Deus, sobre a sua vida, sobre a espiritualidade. Que você possa ter uma semana extremamente abençoada. E eu convido você a continuar sendo nosso parceiro e acompanhando tudo aquilo que nós temos na IBNW, se inscrevendo no nosso canal, ativando o sininho e também seguindo a gente no Instagram e no Facebook. Deus abençoe. Quão bom e agradável ter amigos e irmãos comunhão vindo em pão com desce da montanha sobre a nosso chão. vivo e pão encontra Cristo bom tesouro meus amigos e irmãs todos juntos em adoração. Alegria enche toda a casa. Aleluia. Glória a Deus. Comunão, vinho e pão. Ó, quão bom e agrável ter amigos e irmãos comunhão, vingo e pão. Desce da montanha sobre a raunhão vindo em pão. Cristo tesouro, meus amigos e irmãs, todos juntos em adoração. Alegria enche a casa. Aleluia. Glória a Deus. Comunhão. Vho e paz. Encontrai no tesouro, meus amigos e irmãos, todos juntos. adoração alegria este povo da casa. Aleluia. Glória a Deus. comunhão. Vino e pão, comunhão, vivhão. เฮ