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A fé vem pelo ouvir

Como Aprendemos a Descansar? – Azeite e Bálsamo – Susie Lee, Elen Araujo e Edimar Bezerra

Como Aprendemos a Descansar? – Azeite e Bálsamo – Susie Lee, Elen Araujo e Edimar Bezerra

Como Aprendemos a Descansar? – Azeite e Bálsamo – Susie Lee, Elen Araujo e Edimar Bezerra

Live Azeite e Bálsamo

Inscrição do Congresso Azeite e Bálsamo Curitiba: https://transcendent-lolly-ffca07.netlify.app/

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Legendas automáticas:

[música]
เ
>> [música]
[música]
>> Boa noite, sejam bem-vindos a mais uma
live aqui do Azeite Bálsam, pessoal.
Então, vão se achegando aí que é a nossa
segunda live. a gente se apossou aqui,
né, [risadas] do espaço aqui da IBNU
[suspirando] que nos concederam e a
gente vai falar hoje sobre algo muito
importante, né, sobre a questão do
cansaço
e do descanso.
Eh, inclusive, né, Edmar, Helen, sejam
bem-vindas, né, podem dar os seus boa
noite para todo mundo aí e a gente
continua a conversa.
Boa noite, gente. Que bom estar aqui com
vocês de novo nesse encontro e tô muito
alegre de estar com vocês e quero
convidar vocês a enviarem e convidarem
todas as suas amigas para entrarem junto
aqui conosco, que vai ser um tempo muito
precioso.
>> Helen,
>> boa noite. Boa noite, Edmar. Boa noite,
Suzi. Boa noite a todos vocês que estão
aí acompanhando a gente nessa
transmissão. Nós temos uma missão nessa
noite que é pegar na sua mão e te
conduzir por um caminho mais leve, um
caminho de descanso, um caminho de
refrigério. Então, nós vamos falar
coisas muito importantes que tem a ver
com a sua qualidade de vida, que tem a
ver com os planos eternos de Deus. E nós
estamos trabalhando muito pro nosso
congresso que tá se aproximando cada dia
mais pertinho e essa live faz parte
dessa preparação para esse congresso,
porque ela tem a ver com identidade, com
qualidade de vida. Então estou muito
feliz em estar aqui com as minhas
amigas, minhas grandes amigas, Edm Suzi.
E nós temos uma missão de pegar na sua
mão nessa noite, conduzir por caminhos
leves e de entendimento do propósito de
Deus para sua vida. Então, como Edmar
falou, não desfrute disso sozinho.
Busque alguém aí, envie um link para
pessoas que você sabe que tá precisando
ser abençoado com uma porção da palavra
de Deus nessa noite.
>> É isso aí, gente. Então, dadas as boa
noite, as, né, os cumprimentos aí com o
pessoal, chamem mais gente aí. Pessoal
tá aqui, ó. Givanide,
Gislane,
eh,
Gizenilda,
Ana,
Valneide, Valneid é nossa conhecida, né?
[risadas]
>> É.
Então, vão chamando o pessoal paraa
gente poder conversar aqui. Bom, eh,
antes da gente entrar, eu lembro que era
um uma época bem difícil, né, que a
gente foi passando por um período bem
difícil, mas ao mesmo tempo que foi um
tempo muito bom do nosso encontro, né,
nosso encontro dos nossos estudos, nos
módulos lá eh da pós que só abriu por
causa da gente [risadas]
[suspirando]
e até hoje a gente não sabe o que que
aconteceu com essa p, né? Porque só a
gente se encontrar e depois sumiu.
E nesse momento de eh da pós, eu lembro
que a gente fez um trabalho, né? Um
trabalho que era, eu acho que era de
Antigo Testamento, não era? Ou era de
hebraico?
>> Eu acho que era de hebraico.
>> Exegese, talvez, né? Exeg,
>> então era exegés. E a gente trabalhou um
salmo muito conhecido por todo mundo aí,
que é o Salmo 23. Vocês lembram?
>> Foi uma experiência extraordinária, né?
Foi uma aula que marcou
a nossa vida. É,
>> exato. E aí, lembrando disso, eu acho
que vem a calhar assim, assim, vé muito
especial aqui, porque esse salmo fala
justamente
de um Deus, né? Porque ali aparece uma
coisa bem interessante, gente, que
aparece o nome de Deus primeiro, sabe?
Yahé, né? O Jehová grama. E aí o nome de
Deus pessoal aparece primeiro, que é uma
coisa que não acontece geralmente.
Geralmente aparece o verbo primeiro.
Então é uma um foco muito muito
importante que se dá nesse Deus que
porque ele é nosso pastor, né, Senhor,
que é o Yahvé, ele é nosso pastor,
de nada terei falta. É interessante
isso. Por que que se fala de um Deus e
que a gente se sente assim satisfeito?
E é m interessante porque lá na frente
ele leva para águas tranquilas. Imagine
meio do deserto não tem água tranquila,
né? não tem essa água gostosa, boa, você
tomar e ele leva pros pastos
verdejantes. Então,
figura assim especial demais, não é
verdade? Eu gostaria de estar pulando
assim, correndo pelos pássaros
verdejantes e tomando ou estar nessa
beira da lagoa de boa na [risadas]
lagoa.
Que que vocês acham de Mar H? Que que tá
acontecendo no mundo de hoje?
pessoal não consegue desentrar.
Vai lá, Helen.
Eu quero destacar aqui nessa figura
linda que tem nesse salmo, que é a
condução do pastor.
O pastor é quem leva, é a pessoa que
leva a ovelha para essas águas
tranquilas, né, para pros pastos
verdejantes. Então, esse lugar de
conforto, de abastecimento, onde pode
beber água, onde pode comer, onde pode
descansar, esse lugar que é um lugar de
prazer e de renovo, ele só é desfrutado
pela ovelha porque o pastor tá
conduzindo a ovelha até esse lugar. Eu
queria destacar essa função nesse quadro
lindo que a gente tá estudando aqui
nessa noite, porque muitas vezes a gente
tende a provocar o cansaço e o prazer
pelos nossos próprios recursos. Eu
acredito que Deus use os nossos recursos
para causar prazer, conforto e
refrigério para nós. Mas de uma forma
autônoma, os nossos recursos, por si só,
eles não têm essa capacidade de dar um
verdadeiro refrigério, um verdadeiro
prazer. Então essa ovelha, ela consegue
estar nessas águas tranquilas
e desfrutar dos pastos verdejantes
porque ela foi conduzida pelo pastor.
Então eu quero fazer destaque a figura
do pastor. Como Suzi falou, existe um
apontamento pra pessoa de Deus nesse
texto, um apontamento diferenciado na
literatura e a gente precisa hoje
resgatar isso pro nosso dia a dia.
Como é que você chefe de família, você
jovem que tá na faculdade, você mulher
que cuida de família, de casa e
trabalha, como é que você pode
desfrutar, como nós podemos desfrutar no
dia a dia de coisas que são com eh
comparadas
a essa sensação das águas tranquilas, de
parte dos verdejantes, como é que a
gente pode eh produzir e desfrutar isso
na nossa vida? E quando eu falo sobre
isso, eu me lembro de inúmeros casos, Ed
Suzi, inúmeros casos de famílias que
gastam muito dinheiro para fazer uma
viagem de prazer, de passeio, de
descanso. E a viagem é uma tragédia. Não
tragédia porque aconteceu um acidente,
não é disso que eu tô falando, mas as
pessoas brigam o tempo todo e voltam
dessa viagem muito mais frustradas do
que foram, porque criaram expectativa,
porque gastaram tempo, gastaram energia
e gastaram dinheiro.
Então eu quero elucidar nessa minha
palavra a importância de desfrutar de
prazer, de refrigério, de descanso, de
leveza com a mão de Deus conduzindo os
nossos recursos, porque sem eles a
viagem mais interessante do mundo vai se
tornar uma coisa ruim. O momento que é
para ser de descanso vai se tornar
solidão, crise, depressivo. Então eu
queria destacar na minha fala a figura
do pastor, a figura de Deus, que é quem
conduz a esse estado, a esse lugar.
Eh,
eh, Suzi, ela trouxe uma lembrança muito
boa, uma memória muito boa de um momento
que nós vivemos, né, juntas
na nossa história.
A minha mente, ela tem uma coisa assim
com a palavra e com as coisas que,
porque eu entendo que a palavra ela é
viva e ela vai penetrando o nosso ser e
ela vai chegando em camadas profundas lá
do nosso profundo, do oculto, do
escondido. E como o Suzi disse, né, às
vezes em lugares desertos, às vezes como
Helen disse, para
gerenciar, nos guiando e gerenciar os
nossos recursos com segurança e com
tranquilidade.
Mas eu lembro quando nós estávamos
fazendo e por isso eu digo que esse
salmo tem muito a ver com a nossa
história e esse tema também, [risadas]
eh, porque
eu particularmente quando estive naquele
período junto com vocês e foi o período
que que o Senhor, o nosso Pai, nos
conectou e eu acho e eu considero
importante essa forma que Deus ele
conduz, como Helen disse, guia e conduz
a nossa história de forma
leve, suave e profunda.
E nós, eu particularmente quando eu
cheguei ali, eu dormi noites e noites e
semanas e semanas com Suzi. Eu loo
cheguei a dormir com Helen, mas eu dormi
com Suzi.
E
muitas vezes a alma parecia que chegava
no deserto. Eu saí de Sergipe pro Rio e
parecia, eu não morei como SUS em
Israel, mas parecia que eu tava
atravessando o deserto mais árido da
minha vida. Mas quando nós chegávamos
ali, eu conseguia entre lágrimas e muito
trabalho, descansar, né? E aí entra uma
leveza, a beleza poética desse salmo,
porque a poesia vai nos envolvendo e vai
tocando nosso espírito, nosso corpo e a
nossa alma. E ali foi assim que, como
Suzi disse, né, Yahvé, o nosso pai, ele
próprio, cheio de amor, de lealdade,
de fidelidade, vai tocando o nosso ser.
E tem algo, a o desafio de hoje é como
aprender a descansar, né?
Como eu posso aprender a descansar nesse
meu deserto? Uma coisa que eu aprendi
nessa vivência e a proposta é sempre
falar do que a gente viveu, porque a
palavra ela ganha vida e ganha movimento
quando a gente passa a vivê-la no
cotidiano de forma simples e profunda ao
mesmo tempo. E esse salmo nos leva nesse
lugar. E esse salmo, nessa identidade
que vocês do pastor, do nome de Deus
ali, tão, tão enfático, tão tão
explícito pra gente nos chama atenção,
porque ele vai nos chamar atenção para o
o senso de pertencimento.
Nós estamos na sociando
e muito se escreve a na área da saúde,
na em várias áreas do saber, do
conhecimento e do cuidado sobre o
cansaço e sobre o descanso. Mas quanto
mais a gente tem esse acesso ao
conhecimento e ter acesso ao
conhecimento é muito bom e a gente
precisa ter, mas parece que a gente
adquire muita informação, consome muita
informação como uma viagem, como
qualquer outra coisa e a gente ainda não
consegue descansar
porque tem a ver com a vivência com esse
pastor, tem a ver com a mudança de
mentalidade com esse pastor. Eu pertenço
ao meu pastor, o Salton na NVI aqui na
minha na minha aberta e ela vai dizer
assim no verso: "O Senhor é o meu pastor
e Yahé é o meu pastor. Ele ele é meu e
eu sou dele. Tem um um uma ligação muito
profunda, sabe? A gente começa a cansar
e ter as nossas energias sugadas
mentalmente, espiritualmente, até
fisicamente correndo de um lado pro
outro, né? essa sociedade. Quando a
gente passa a perder o senso de
pertencimento,
a gente perde o senso de quem somos, a
quem pertencemos, da missão, do
propósito. E aí a gente quer ganhar o
dinheiro, a gente quer a viagem mais
mais chique, mais elegante, mais rica,
mais arretada. E aí a gente vai se
envolvendo com essas coisas e a gente
vai esquecendo de onde nós viemos, minha
gente, nós viemos dele
e foi dele. A nossa origem tá nele, a
nossa raiz é nele. E e isso vai fazendo
com que nós fiquemos mais desconectados.
E essa desconexão cansa, gasta energia,
sobre adrenalina e daqui a pouco eu me
perco nas muitas tarefas, nos muitos
pensamentos, nas emoções desorganizadas,
quando o que basta
é ouvir o sussurro da sua voz me guiando
no meu cotidiano
com amor e fidelidade. Então, primeiro
ponto que eu acho fantástico,
extraordinário nesse salmo, é quando ele
diz: "Eu, ele é o meu pastor". Eu eu
pertenço a ele. E se eu pertenço a ele e
eu tenho essa ligação do cuidado com E
aí onde Suzi, depois ela vai falar mais
talvez sobre o que é pertencer a Yahvé,
o que é pertencer ao nosso pai, né? Eh,
e aí eu vou poder descansar porque eu
não vou sentir falta de muita coisa, né?
e vai seguir o salmo, eu não sentirei
falta de absolutamente nada, porque ele
vai acalmando os meus medos, ele vai
acalmando os meus pensamentos nessa
relação de condução, porque não é só
sobre conduzir, mas é saber quem tá
conduzindo,
quem é que tá me conduzindo, porque a
profissão conduz, os amigos conduz, um
guia turístico conduz, mas aqui é Yahé
que pertence a mim, que me conduz. luz
que me guia é ele e nesse lugar que ele
cuida de mim. Então isso para mim é
extraordinário. Foi assim que eu me
senti naquele período da minha vida
conduzida nesse para eu entender que eu
pertencia a ele quando eu tinha Suzi
fazendo a massagem. Eu nunca vou
esquecer disso. A massagem na minha
orelha para eu para eu relaxar. A
massagem nos meus pés, nas minhas
costas. Ela fazia uma sopinha para eu
comer, porque eu não comia nada. Então
ela fazia uma sopinha de noite quentinha
depois que terminava a aula. Era a Yahvé
cuidando de mim no deserto. Então a
gente consegue descansar. E éramos nós
duas, duas estudantes num quarto, mas
naquele deserto foi o lugar que ele me
conduziu, porque para me lembrar que eu
pertenço a ele.
É muito legal. lembrar, né, dessas
coisas, esses momentos muito especiais,
que na verdade é isso que também
fortalece a relação das pessoas, né? Mas
eu eu acho que é muito interessante a
gente pensar em como as pessoas vivem
hoje, né?
Eh, eu acho que vocês que atendem muita
gente, eh, as pessoas estão adoecidas
porque elas estão seguindo um padrão do
mundo, porque as pessoas, as sociedades
foram colocando padrões e padrões que
cada vez mais tão difíceis de ser
alcançados,
porque você tem que ter cada vez mais
sucesso, você tem que ter cada vez mais
dinheiro, você tem que ter cada vez mais
currículo, você tem que ter E aí a
pessoa que ouve Eu lembro assim de eh
conversar com alguns universos, eles
estavam desesperados, mas assim, você
olha hoje, fala assim: "Não, são as
crianças, né?" E essas crianças
desesperadas porque ai, que que eu vou
fazer da minha vida? Minha vida acabou.
Como assim acabou? É que eu não consegui
eh entrar em tal emprego, né? Eu não
consegui alcançar tal coisa.
Aí você vai vendo assim as pessoas hoje
vivendo na sociedade, no trabalho, nas
coisas.
Eu fico pensando, as pessoas não
conseguem curtir,
aproveitar
aquele momento. Por exemplo, se você tá
numa viagem, aproveitar a viagem.
Realmente, as pessoas estão tão
preocupadas em resolver outras coisas
que durante a viagem elas estão fazendo
outras coisas. ou elas estão no celular
tirando um monte de foto, preocupadas em
tirar foto e em menos em viver,
>> né? Para para mostrar para quem você não
conhece, para quem não vai fazer
diferença nenhuma na sua vida. E a
opinião delas vale mais do que você. O
valor da pessoa é aquilo que gente que
você nem conhece tá falando sobre você.
Então é uma sociedade, gente, adoecida
nesse sentido.
E são padrões que nem Deus pede pra
gente. [risadas]
Ele só podia pedir pra gente viver em
santidade, porque ele sabia que quem ia
complementar
tudo aquilo que a gente não ia conseguir
fazer é a graça dele. É só por isso que
ele impede pra gente. Ele sabe que é
impossível,
por exemplo, a gente seguir as leis. É
claro que é impossível, porque é a
perfeição de Deus, é a graça de Deus,
né? é a santidade de Deus lá, o caráter
de Deus ali. Mas o que ele pede pra
gente é porque é possível a gente viver
dentro da graça dele. Então, a gente
precisa abrir os olhos, a gente precisa
abrir os ouvidos, a gente precisa
entender, abrir a mente aí, né? Ter uma
transformação da mente, né? que Romanos
vai falar sobre isso, a gente precisa
ter uma metanoia, uma transformação da
mente para poder entender quais são os
padrões corretos,
né? Quais são os melhores lugares para
você estar, qual é a sua identidade
real para você poder viver e ser
direcionada por isso, né? E aí eu queria
um pouco que vocês pudessem falar sobre
isso, Helen, Edmar, sobre qual é essa
identidade que a gente, ou qual é esse
padrão que Deus tá colocando como pai,
como rei, como, né, eh, aquele que nos
guia, pastor, né, pra gente poder viver.
Eu
quero,
eu tava abrindo aqui a Bíblia para poder
ler com vocês o Salmo 23, mas ela deu um
probleminha aqui.
Eh, o que eu queria destacar
é que a gente, exatamente o que Suzi
falou, a gente não pode aceitar um
padrão do mundo sem antes passar esse
padrão pelos princípios de Deus. A gente
precisa desse filtro. O erro às vezes
está em a gente restringir
o que é padrão do mundo e padrão de Deus
só com questões da moralidade.
Então, às vezes, quando a gente pensa
assim, eu quero viver uma vida que
agrada a Deus e não replicar o padrão do
mundo, às vezes acontece um equívoco da
gente pensar que o que é padrão do mundo
é perversão, são coisas imorais.
E na verdade o padrão do mundo é
destrutivo.
Algumas vezes isso atravessa a questão
da moralidade, mas não é o único caminho
de destruição.
O padrão do mundo não coloca o homem
como o amado da história.
Padrão do mundo é usar o homem. E o
padrão de Deus é vida, é amor e cuidado.
Às vezes, esse padrão de Deus passa
também pelos caminhos da moralidade,
porque é um dos lugares aonde o homem
pode ser amado, preservado ou destruído.
Mas existem outras áreas também. E uma
dessas áreas tem a ver com autocuidado.
Uma dessas áreas tem a ver com a
mordomia da própria vida, do corpo, da
rotina de vida, qualidade de vida. É
muito interessante. Nós três aqui amamos
o Antigo Testamento. A gente gosta de
sentar, pessoal. A gente gosta muito de
sentar para estudar juntas. Não é à toa
que a gente se conheceu em sala de aula,
né, nesse contexto. E um um dos grandes
vínculos que nós temos eh além do amor a
Deus é o amor pelo estudo da palavra.
E quando a gente, e a gente gosta
especialmente do, do Antigo Testamento
também, e quando a gente vai estudar o
Antigo Testamento, a gente vê Deus
formando a identidade de um povo. Deus
não cria apenas padrões morais e
religiosos,
mas ele cria padrões de comunidade, de
boa convivência, padrões familiares,
padrões pessoais de conduta. Ele cria
padrões até para tratar os animais.
Então, viver os padrões de Deus não é
apenas na área da moralidade.
Rejeitar os padrões do mundo não é
apenas na área da imoralidade,
mas também tem a ver com o cuidado com a
nossa vida, com o nosso corpo, com a
nossa rotina.
E Deus cuida de nós de uma maneira muito
séria. E nós às vezes não tratamos o
cuidado com a gente mesmo com a
seriedade que Deus dá.
E nós precisamos ter a mente de Cristo e
aprender com Deus o valor, por exemplo,
do descanso. Gente, na Bíblia, no livro
de Deus, o descanso é um é uma ordem, é
um princípio, é uma lei
e a gente negligencia. A questão é que
quando a gente negligencia o descanso, a
gente não imagina que tá ferindo os
padrões de Deus.
Quando a gente negligencia o descanso, a
gente pensa que é uma coisa que é da
nossa própria autonomia e a gente que
sabe quando descanso ou não. Deus leva a
sério o nosso descanso. Deus leva a
sério a forma como a gente conduz a
nossa vida com relação ao nosso cuidado.
Eh,
sobre essa, para encerrar minha fala,
sobre essa questão do cansaço, eu
costumo sempre dizer pros meus filhos e
paraas pessoas que estão próximas a mim,
o grande problema não é cansar.
O grande problema é não descansar.
Às vezes que eu adoeci, eu não adoecio,
pelo excesso, mas porque o excesso me
roubou o descanso. Então, não ter
momentos de descanso para zerar o
maquinário, né, para zerar as emoções,
para zerar a o funcionamento eh mental,
para zerar a o o sistema físico, isso
leva a gente para doença. E esse salmo
mostra que Deus nos leva para lugares
agradáveis, né? E a gente negligencia.
Vocês não acham não, meninas? Eu acho
que a gente negligencia e não se dá
conta que isso fere os padrões de Deus.
>> É, com certeza nós negligenciamos
e tem muito a ver com essa sociedade que
Suzi destacou da alta performance. a eh
é se exigido a performar, é ser exigido
a apresentar um alto padrão o tempo todo
em todas as áreas que nos envolvemos.
Porque o ser humano ele ele é composto
de vários aspectos, o emocional,
espiritual, o físico, o cognitivo,
espiritual, o social. Então, nós
aprendemos e somos eh
desafiados nessa sociedade que surge
traz muito bem para hoje, eh, a
performar, porque se você não performa,
você não vai ter a curtida, se você não
performa, você não vai passar lá no
curso e vem a frustração, como ela
falou, dos jovens com alto índice de
adoecimento, as mulheres não tem hoje.
Hoje todas as, porque eu aprendi a
performar, eu não consegui o emprego que
eu queria. Eu não consegui a a o
engajamento naquela rede social que eu
queria, porque eu sou eu me exijo, eu
tenho, eu tenho um padrão de
autocobrança. A autocobrança ela é
extremamente invalidante na identidade.
Então, a identidade. Então, Deus, ele
forma o homem para viver em perfeito
equilíbrio, observando o que Helen
destacou, os padrões de saúde, os
padrões de cuidado, os padrões de
bem-estar. Mas quando a gente rompe isso
para atender o padrão que é
estabelecido, é o que tem atualmente
estado na sociedade de alta performance,
então eu passo a invalidar quem eu sou,
eu invalido a minha identidade. Se eu
invalido a minha identidade, o resultado
disso é adoecimento.
O salmo, eu vou eu vou eu vou limpar o
salmo porque eu gosto muito do salmo,
gente. Eu sou apaixonada por esse salmo.
O verso dois vai dizer assim: "Em verdes
pastagens me faz repousar".
Suzi, ela falou do desfrutar a viagem,
do estar presente desfrutando, né?
Então, quando eu estou numa sociedade de
alta performance e eu não desfruto de
uma conversa, eu não desfruto do café,
eu não desfruto do descanso que Helen
disse, eu sei que tem o descanso e a
gente tá aqui para pessoas que conhecem
a Bíblia e que não conhece, porque até o
que tem conhecimento da Bíblia
negligencia, como o Helen disse, nós
negligenciamos
porque eu quero performar, eu quero ter
a última postagem, eu quero ter a última
curtida, eu quero ter o maior número de
seguidores.
a maior conta por conta disso, eu quero
eh ter um um um uma troca dessa
visualização. Então assim, essa
sociedade ela faz com que eu entre no
loop de autocobrança e todas as vezes
que eu entro no loop de no loop de
autocobrança, eu vou me anular. E se eu
for me anular, a minha identidade
ela vai estar prejudicada. logo a minha
saúde em todos esses aspectos que forma
o ser humano também, as relações não
serão genuínas, porque eu não tô
desfrutando. Então eu tô no espaço com
um amigo, hoje teve futebol, né? E
aquele jogo sofrido,
mas assim aí, né? O jogo sofrido demais.
Então a gente tá ali naquele momento,
mas eu tô querendo postar para todo
mundo ver que eu tô assistindo para eu
ter curtido. Eu não tô aproveitando com
os amigos de estar ali junto comendo a
pipoca, descansando, desopelando,
torcendo pela minha nação. Então eu
acabo querendo mostrar para todo mundo,
para todo mundo me ver e para todo eu
quero ser visto, porque isso vai fazer
com que me validem externamente. A
proposta do salmo é dizer: "Você não
precisa disso, porque eu já sei quem
você é". Eu já sei quem você é e isso é
suficiente. Você não precisa provar isso
para ninguém. Então não tem anulação.
E aí eu vou aprender a desfrutar, a
descansar, desligar minha mente,
desligar meus pensamentos. Eu vou
aprender a ter atenção no presente, a
estar presente nas naquilo que eu estou
vivenciando, seja na viagem, seja quando
eu vou dormir, seja quando eu vou ler um
livro,
eu vou estar presente. Eu não vou estar
com aqui no celular vendo quem tá
querendo falar comigo, eu vou estar ali.
Então, eh, o repousar, ele me conduz a
um lugar que eu possa repousar. E a
descrição do lugar é fantástica. Então
assim, eu eu vou repousar
tranquilo, porque eu não vou precisar
que ninguém me valide, porque ele já
sabe quem eu sou e isso é suficiente. Eu
não vou ter que provar nada para
ninguém. Eu não vou ter que performar
com ele. Nós não precisamos performar.
Ele destrói a autocobrança. E aí a
invalidação da identidade também é
destruída, porque ele valida. Eu formei
você no ventre da sua mãe. Eu sei quem é
você. Quando você ainda não tinha forma,
eu sabia quem era você. Então aqui eu
não preciso de de estar debaixo dessa
performance. Eu vou saber que ele vai me
conduzir diariamente para eu precisar
chegar. Então, quando eu for pro curso,
quando eu for paraa faculdade e quando a
frustração chegar, porque eu não
alcancei aquele emprego, porque eu não
cheguei naquele, naquela média, naquele
concurso, mas eu sei que ele tá me
conduzindo porque ele sabe quem ele é e
ele está no meu futuro
e ele me conduz no meu presente. Então,
eu vou aprender também a desfrutar dele
no meu presente. Então aí eu vou cuidar
do meu sono, eu vou cuidar da minha
alimentação,
eu vou cuidar dos meus momentos de
solitude. Então eu vai ter todo um
cuidado da minha saúde,
eu vou fazer um exercício físico porque
eu sei que ele tá cuidando de mim.
>> É, é muito interessante você falar de
dessa identidade, né, de saber ele saber
quem eu sou. Mas é interessante também é
que você saber quem Deus é quem você é
em Deus, isso faz toda a diferença. E eu
acho que o nesse salmo é é muito claro
isso. O salmista ele sabe exatamente
quem ele é. Eu acho que a grande questão
assim, sabe aquela pessoa que tem o
problema da identidade que ela não se
achou?
Por isso que ela quer que as pessoas
digam para ela que o que ela é, porque
ela não conseguiu se achar. E aí ela tem
que achar esse valor em coisas caras,
ela tem que achar valor em curtidas, ela
vai ter que achar valor. Isso vai
causando uma ansiedade
e um adoecimento, né, de e a procura de
aprovação, a procura de dessa identidade
que na verdade existe em Deus, só que a
pessoa vai procurar em outros lugares,
né? Então esse salmo é muito claro
nisso, é você saber exatamente quem Deus
é. Ele é o meu pastor, por isso eu de
nada terei falta. E e eu acho até assim,
eh, ele ele vai atravessar todas as
áreas da vida, né, de uma pessoa, no
caso, uma ovelha, depois uma pessoa vai
falar sobre restaurar vigor. É muito
legal isso, porque quando, não sei se
vocês sentem isso, eh, tem gente que é
extrovertida, que ganha energia quando
tá com as pessoas, né? Eu sou um pouco
mais introvertida. Eu gosto de ficar
sozinha, né? Gosto de ter esse tempo com
Deus, né? Eh, mas também eu gosto de
estar com pessoas que pensam junto
comigo, que sentem as mesmas coisas, que
compartilham. É gostoso, né, a gente
compartilhar das mesmas coisas. E aí
quando a gente tá no meio assim, não é
gostoso? Porque a gente ganha um uma
energia, a gente ganha visão, sabe? A
gente sai assim animada para fazer as
coisas. A [risadas] gente parece os
nossos encontros, né? A gente começa a
conversar, conversar, conversar. Daqui a
pouco surgiu alguma coisa, né? Esse esse
congresso surgiu assim, gente, de
conversas, de, [suspirando] né? De
tempos em comum juntas, né? E é legal
você saber que Deus vigora a nossa alma.
Ele não tá só tá preocupado da gente ir
para lugares gostosos, bons para
descansar realmente. Mas o que que ele
quer dizer? é que você não precisa ser
ficar ansioso.
Isso não quer dizer, gente, para não
viver a vida, para para que você tem que
sair do mundo para você poder desfrutar
disso, não é? meio de tudo que você tá
vivendo, do trabalho, das
responsabilidades, de tudo isso. Deus
ele proporciona isso no meio de tudo
isso. É impressionante.
A gente só precisa tá um pouquinho mais
com atenção focada nele, no que ele tá
fazendo, como ele tá agindo, em que
caminho ele tá levando a gente. Por quê?
Quando a gente fica focada na gente,
fica focada para dentro, todo esse
negócio de ficar olhando, não olhe para
dentro, né, aquela coisa. Não, isso não
funciona porque a sua mente é enganosa,
o seu coração é enganoso, às vezes seus
olhos são enganosos, você ouve coisas
erradas e isso piora a sua situação.
Então, descansar, você vai descansar
quando você aprender a ouvir a voz de
Deus, quando você conseguir entender
quem você é em Deus. E aí você tem esse
revigorar da alma.
É tão gostoso, gente, a gente
experimentar isso. Ó, eu ainda estou no
meio do burnout, não terminou, ainda
sinto cansaço. Mas é muito interessante
que nesses momentos aqui, quando a gente
tá falando de Deus, quando a gente tá
falando das coisas de Deus, quando eu tô
dando uma aula, é impressionante que a
coisa vem de um jeito e a gente enche o
coração de vida, né? Parece que tudo
traz um um revigoramento
e eu gostaria muito que todo mundo
experimentasse isso de uma maneira
poderosa. Isso não quer dizer que você
vai sair do mundo, você vai viver as
dificuldades, mas saber quem você é
ensina você a viver isso de maneira mais
leve, né? Tome o meu meu fardo. Não é
isso que Jesus fala? O o seu fardo é
pesado, mas o meu é leve.
>> É leve. Então vamos aprender a carregar
o fardo de Jesus, não o nosso, porque o
nosso é muito pesado. [risadas]
>> Quando você falou sobre isso, Suzi, eu
me lembrei das palavras de Jesus.
Aprendei de mim. Então Jesus pede pra
gente aprender sobre ele, né? Aprendei
de mim. que sou manso e humilde de
coração. Eh, a gente precisa lutar
porque não é natural, não é, o nosso
corpo não vai naturalmente para esse
caminho, mas a gente precisa lutar para
aprender sobre Deus. Porque eu consegui
abrir a Bíblia aqui, então agora eu vou
ler e você vai perceber que os o
escritor, o salmista, ele está falando
do que ele aprendeu,
o que ele vivenciou. sobre a pessoa, o
eterno, né? Ele tá falando como é que o
eterno se comporta com ele. Ele está
falando sobre uma verdade do eterno e
uma vivência, algo experimentado por
ele. Perceba só como é que ele fala: "O
Senhor, o eterno, como Suzi falou, é o
meu pastor.
De nada terei falta. Em verdes pastagens
me faz repousar e me conduz a águas
tranquilas.
Restaura-me o vigor, guia-me nas veredas
da justiça por amor do seu nome. Mesmo
quando eu andar por um vale de trevas e
mortes, não temerei perigo algum. Pois
tu estás comigo. A tua vara e o teu
cajado me protegem. Preparas um banquete
para mim à vista dos meus inimigos. Tu
me honras, ungindo a minha cabeça com
óleo e fazendo transbordar o meu cálice,
sei que a bondade e a fidelidade me
acompanharão todos os dias da minha vida
e voltarei à casa do Senhor enquanto eu
viver.
Então, a gente percebe que essa pessoa
está escrevendo sobre uma certeza que
ele tem a respeito de Deus e como Deus
se comporta com ele. Então, a nossa
palavra de incentivo a você é que antes
de você buscar eh recursos externos para
você descansar, para você ser uma pessoa
mais leve, viver melhor, aprenda sobre
Deus, aprenda sobre Jesus, né? Faça o
que Jesus falou. Aprenda de mim. Porque
quando você aprender de Deus e vivenciar
como Deus te trata,
vai acontecer esse descortinar
maravilhoso.
Você vai descobrir que você é amado, que
você é desejado, que você não é mais um
na multidão, mas você é filho do pai
celestial. E essa identidade te confere
cuidado. Essa identidade te confere eh
características
e privilégios, como, por exemplo, o
privilégio de descansar e de receber
refrigério, conforto do Espírito Santo,
consolo do Espírito Santo, renovo das
forças.
Então, aprenda sobre Deus, porque esse
salmista, ele aprendeu sobre Deus e
vivenciou
como Deus trata a pessoa. [roncando] Eu
queria que você imaginasse uma ovelha,
né? Que aqui a história, o quadro é um
pastor e uma ovelha. Imagine uma ovelha
que andou sem rebanho
e sem nenhum pastor. Ela tá andando, ela
tá magra porque não tá conseguindo comer
direito. Ela tá desidratada, desnutrida,
porque não bebeu direito. Ela tá
machucada porque não viu buracos e caiu
em buracos. Ela tá cansada porque ela
fugiu do predador, ela tá exausta e de
repente ela encontra um aprisco, ela
encontra um rebanho e um pastor que
cuida daquele aprisco.
Ela vai aceitar aquele acolhimento, mas
ela não sabe o que ela vai viver amanhã.
Ela vai chegar ali, ela vai descansar,
vai comer o que ofereceram, vai beber o
que ofereceram, vai gostar de ser
tratada, de ver suas feridas sendo
ungidas e tratadas e limpas, ela vai
poder descansar porque ela percebeu que
o lobo não vai chegar ali, o predador
não vai chegar, mas ela não sabe ainda o
que ela vai viver no dia seguinte, se
aquele mesmo cajado que acolheu ela vai
ser o cajado que vai bater nela no dia
seguinte. se ela vai ter comida no dia
seguinte, mas as outras ovelhas que já
estavam ali caminhando com aquele
pastor, ela sabe exatamente que ela vai
viver no dia seguinte, que ela vai
percorrer um caminho, mas esse caminho,
apesar de ser exaustivo, nunca vai ser
além das próprias forças dela, que ela,
se ela se machucar, ela vai receber
cuidado, que ela vai receber uma
condução que vai desviar eh dos buracos
e das crateras, da do caminho, que ela
vai ser protegida do do predador, que
finalmente ao final do dia ela vai ter
descanso. Ela já sabe que ela vai viver,
porque ela vem vivendo isso. Então, eu
queria deixar esse exemplo para você,
porque não sei e que ovelha você é,
se você está exausta, desidratada,
faminta, desnutrida, machucada e
correndo do predador.
O que eu quero te dizer é que existem
ovelhas. Esse salmista, ele diz que ele
é essa ovelha. E nós três aqui, estamos
aqui dizendo para você que nós somos. E
nós podemos apresentar a vocês uma
população enorme de pessoas que são
ovelhas, que já experimentam esse
cuidado, que sabem exatamente o que vão
viver amanhã. Eu não sei quais são os
episódios que vão acontecer na minha
vida amanhã, nem ED, nem SU, mas a gente
sabe que seja qual for o episódio, tem
um pastor lá, que se a gente se machucar
tem cuidado sobre a ferida, que se a
gente tiver exausto tem um descanso no
final da exaustão.
Então, talvez você que esteja agora eh
ouvindo essa essa live, vendo esse
vídeo, tem esteja se sentindo assim,
desprotegido, cansado, correndo do
predador, sem comida e não sabe muito
bem como vai ser o amanhã. Mas existem
pessoas que estão aqui para te dizer:
"Entra nesse rebanho,
se se achega nesse pastoreio, porque
aqui você tem proteção, você tem
cuidado, você tem comida. Você tem
descanso, você tem dignidade e você tem
um futuro garantido, não de
dificuldades, mas ainda que você passe
pelo vale da sombra da morte, você vai
estar sendo guiado por um protetor.
Então eu queria deixar essa mensagem
para você.
>> Você tá sem áudio, Sul? Clica aí.
>> A gente já vai finalizando, né, Ed? Eh,
pode querer falar mais alguma coisa para
completar, hein? Enquanto vocês estavam
falando do cuidado de Deus, de saber
quem ele é, saber quem somos nele, desse
movimento, né? Na minha mente, eu tô
pensando no congresso do azeite o
bálsamo. Por quê?
Porque agora que ontem vocês estavam
falando, eu tava pensando, tem gente
aqui que tá acompanhando a live, que
esteve conosco no azeite bálsamo em São
Paulo, que esteve conosco no azeite
bálsamo em Aracqui em Aracaju. Mas deixa
eu dizer uma coisa, esse azeite bálsamo,
porque assim, na verdade, eu tô
percebendo que o congresso já começou
com essas lives. Eu tô com uma sensação
e por favor, quem tiver acompanhando aí,
comenta. Quem vai quem vai compartilhar,
pede para comentar também, porque eu tô
com uma sensação para não me sentir
sozinha na sensação, tá gente? Me ajuda,
porque como o Helen disse, nós somos um
rebanho. Então, eh, o que que acontece?
Eu tô com a sensação que já começou
e eu tô com uma sensação, vocês que vão
me ajudar, que vocês que estão aí
acompanhando a gente, se preparando, que
já se inscreveram, que vão se inscrever
amanhã depois, nos próximos dias, eh,
porque eu tô pensando, Suzi e Helen, que
esse congresso vai ser completamente
diferente de tudo que vivemos em
Aracaju, de tudo que vivemos em São
Paulo, porque eu já tô Tô visualizando
um
espaço de refrigério completamente
inédito, pelo que a gente tá sendo
conduzida na palavra. Então assim,
porque eu acredito muito que a palavra
viva. Então aí eu já tô imaginando esse
lugar assim, minha mente já foi assim,
eu tô enquando vocês estavam falando, eu
tava imaginando. Então se você já
esteve,
eu tô eu tô com essa sensação. Vocês vão
me ajudar aí comentando, falando,
compartilhando para ver se eu tô tô indo
no caminho certo, viu? quem tá aí com a
gente na live. E eh quem já foi em São
Paulo, quem já foi em Aracaju,
é uma experiência completamente nova e
quem não foi nenhum vai viver algo
completamente inédito. Eu já tô
imaginando como vai ser esses essa esse
montão, aqui a gente diz essa roma de
mulheres,
todas experimentando pastos verdejantes,
águas tranquilas
e o cuidado desse pai. Então assim, eu
já tô pensando no congresso, já estamos
avançando e quem tiver com a sensação
aí, eu acho que vai precisar correr, né,
Suzi? porque já vai daqui a pouco virar
lote e tô sabendo aí de umas coisas.
>> Pois é, eu já coloquei aqui o link da
inscrição para você poder compartilhar
com todo mundo, né? Se você tá tá aqui
na live, você compartilha. Se você vai
entrar depois, compartilha também,
porque a gente vai ter eh um o primeiro
lote, né? O primeiro lote tá acabando,
né? E aí quando acabar o primeiro lote,
ele vai ter um aumento. Então para você
poder pegar aí esse primeiro lote, corre
e faça sua inscrição, porque vale a
pena. É isso que a Edmar falou, que todo
mundo aqui falou: "Ó, a Rute já tá
falando também estou com essa sensação,
vai ser diferente."
>> Comenta, gente, não me deixa sozinha na
[risadas] sensação, não. Por favor, me
ajuda. Não me deixa só. vão me dizendo
se eu tô certo ou não. Até a próxima
live. Na alma, ela falou, então vai ser
mesmo, porque Deus é que tá conduzindo a
gente, né? E a gente acredita muito que
Deus é que vai conduzir cada pessoa que
vai tá lá. Eh, eu queria agradecer
demais porque até o pessoal lá do da
chácara, eles estão sendo muito muito
especiais,
>> muito cuidadosos. Vai ser um lugar
lindo, né? que tem um castelo de verdade
e o tema, por isso que é filhas do rei.
A gente vai ver lá no reinado,
né, do pai. E por isso eu tô aqui
falando, Helen, que que você acha? Acha
que o pessoal pode ficar esperando aí?
>> Qual a sua sensação? Diz logo para mim,
amiga, para eu não me ficar sozinha
nessa sensação.
>> A sensação é que nós vamos ser
surpreendidas de todas as maneiras. Eu
sei que Deus já preparou coisas
específicas paraa gente viver lá e nós
estamos lutando no mundo espiritual e
humano para que isso tudo aconteça de
fato, porque já foi liberado do do
coração do Pai para nós. Então, faça sua
parte, faça sua inscrição, comece a orar
por isso, junte as pessoas aí da sua
igreja, da sua cidade, para irem para
lá. E como Ed falou, garanta a sua
inscrição antes que vire o lote, porque
a gente tem esses prazos e quando virar
o lote aí vai precisar subir um
pouquinho. Então, garanto a sua
inscrição logo agora. Nós vamos abrir
poucas vagas porque a quantidade é uma
questão importante para nós. Nós
queremos um ambiente mais íntimo, mais
próximo, mais pessoal. Então, por isso
nós não vamos fazer um evento de grande
porte, porque faz parte da estratégia de
ministração da nossa parte e que nós
acreditamos que é da parte de Deus
também. Então essa sensação é a sensação
de que Deus vai nos surpreender
de uma forma muito maravilhosa e
profunda na história de cada mulher que
vamos estar lá.
É isso aí. Então, pessoal, corre lá e a
gente vai encerrando aqui, dando as
últimas palavras pro pessoal. Pessoal,
hoje a gente falou um pouquinho só de
descanso, mas a gente vai voltar aqui
para falar de outras áreas da nossa
vida. A gente só vai conseguir
descansar, e eu espero que você aprenda
a descansar em Deus se a nossa vida toda
estiver nele, né? Se a gente pertencer,
como a Edmar falou, mas principalmente
se você sabe quem você é e quem Deus é,
esse pastor que cuida da gente, né?
Então a ansiedade também ela acaba se
diluindo porque você tem em quem
confiar. Sabe aquela criança que pula,
ela nem tem noção do perigo, né? Porque
ela pula com tudo. Por quê? Ela tá vendo
os o pai ali. Então é essa ideia da
gente poder viver e se lançar nos braços
do pai.
Para de se cobrar.
Confia no Pai, no nosso Deus, no eterno.
Ele sabe quem você é e você precisa
aprender mais dele, descobrir, ser
conduzido mais por ele, desfrutando de
menos preocupação,
menos necessidade de aprovação
e mais do amor e da fidelidade que
cerca. Então, tome essa decisão que você
já vai começar a experimentar dias
restauradores,
alívio e fardo leve, como as minhas
amigas falaram.
Helen.
>> É isso aí, pessoal. O link tá aqui. Suzi
já colocou. Então, faça sua inscrição e
incentive alguém, porque nós temos
certeza de que, assim como outras
ovelhinhas que já passaram por esse por
essa experiência em Aracaju e e em São
Paulo, nós temos certeza que pós o
Congresso você vai concluir e dizer que
a sua vida não é mais a mesma, porque a
gente é mexido, mexido no profundo e
algumas chaves são viradas dentro de nós
e nós desejamos que você viva isso com a
gente. Então, que Deus te abençoe muito,
faça sua inscrição, comece se mover por
fé, ore intencionalmente
e abra o seu coração para viver esse
momento maravilhoso que vai ser esse
congresso em Curitiba, azeite, bálsamo
muito de Deus, muito bálsamo do pastor
sobre nós que somos a ovelhinha dele, as
ovelhinhas dele.
>> Amém, pessoal. Então, Deus abençoe. Boa
noite para todos.
>> Boa noite, pessoal.
Boa noite, S.

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