Cultura sexual x inocência infantil: quem são os verdadeiros fanáticos? – T04EP14
04/06/2026
Cultura sexual x inocência infantil: quem são os verdadeiros fanáticos? – T04EP14
“Fanáticos odiosos.” “Intolerantes.” “Opressivos.” “Ameaça à democracia.”
Hoje, basta um cristão dizer que crianças devem ser protegidas de conteúdos sexualizados para receber esses rótulos.
A agenda sexual que começou pedindo “tolerância entre adultos” agora mira as crianças – e quem discorda é imediatamente atacado.
No Episódio 14 do Página Virada, baseado no capítulo “Fanáticos odiosos” de “Quando a Cultura Odeia Você” (Natasha Crain), a gente abre esse debate com clareza bíblica e análise histórica:
– Como a revolução sexual (Freud, Kinsey e Teoria Queer) redefiniu o ser humano como essencialmente sexual.
– Por que, nessa visão, não há limites, nem normas naturais – e até crianças passam a ser tratadas como seres sexuais “por natureza”.
– Como a estratégia ativista avançou das pautas adultas para a sexualização infantil: entretenimento, educação, “eventos familiares” e linguagem queer em escolas.
– Por que a teoria queer vê limites, inocência e distinção homem/mulher como opressões a serem destruídas.
– E por que, para a cultura, discordar virou violência – enquanto, para a Bíblia, amar significa proteger, dizer a verdade e apontar para a dignidade que Deus deu.
A gente mostra que o problema não é cristãos “odiando pessoas”, mas cristãos rejeitando o deus supremo da cultura moderna: sexo como identidade.
E, quando você mexe no “sagrado” cultural, a reação vem com rótulos, hostilidade e acusação de fanatismo.
📚 Livro base da temporada
“Quando a Cultura Odeia Você” – Natasha Crain
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Você já foi chamado de “fanático” ou “odioso” por defender limites e proteção para crianças?
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Legendas automáticas:
as músicas, a maneira como as crianças são expostas, [música] eh a a sensualidade em que se faz com que as crianças, meninas, né, principalmente [limpando a garganta] meninas, e fazendo com que a banalização do sexo comece desde pequeno. [música] Se vocês pegarem aí grupos de influenciadores, tirando os que são eh [música] declaradamente favoráveis ao a a princípios [música] tradicionais, né? Porque existe esse grupo que ainda se manifesta, mas os que não são, [música] se eu quero ser bem visto na sociedade, eu levanto discursos não só de defesa [música] como de aceitação. Como também, se eu tenho filhos pequenos, eu tô criando meus filhos [música] para eles não serem homofóbicos. Eu tô criando meus filhos para eles respeitarem a diferença. E meu [música] filho, ele vai fazer a escolha que ele quiser. Eu não vou ter nenhuma participação >> né? E aí você traz para universo lúdico essas pautas para que a seja assimilado como algo belo, como algo bonito. Então quando você leva as crianças para esses contextos bonitos, che repletos de afetividade, de respeito, de discursos de aceitação, de resgate, etc, etc. Nossa, mas é é lá todo mundo, né? Todo mundo vai tão bem, né? Não existe rejeição, não existe crítica, não existe condenação. Aqui todo mundo é aceito como é >> essa agenda, né, progressista? [música] É, como a Bianca bem colocou, você começa na infância porque [música] eh a criança ela ela ela vai crescendo com a cosmovisão diferente. >> Uhum. E por isso antecipar esse assunto [música] as escolas públicas >> fazer parte do do currículo das escolas. >> Sexo [música] passou a definir a sua identidade, né? >> Passou a a ser demonstrado [música] como aquilo que que você é, né? Como aquilo que você pertence. E negar isso é [música] é negar a própria pessoa. >> Boa noite, seja bem-vindo. Nós estamos em mais um episódio dessa temporada, onde nós estamos tratando sobre o livro Quando a Cultura odeia você de Natasha. E tem sido assim um tempo muito bom, muito edificante, de assuntos intrigantes, de assuntos polêmicos, mas a luz da escritura, nós temos tentado responder a cada um deles na perspectiva bíblica reformada calvinista, daquela qual nós cremos e assim está pautada na palavra de Deus. E hoje nós vamos falar de outro assunto muito polêmico. Vamos falar sobre fanáticos odiosos, a verdade por detrás da revolução sexual. Imagine você defender algo tão básico quanto isso. Crianças devem ser protegidas de conteúdos sexualizados. Agora imagine que por dizer isso ou por defender isso, você é chamado de fanático, intolerante, opressor, inimigo da verdade, da liberdade e até democracia. E para muitos é um absurdo, mas para nós que defendemos a a fé evangélica, a palavra de Deus, sabemos muito como que a cultura tem distorcido essa agenda sexual que tá sendo dita e que começou a ser tão fomentada na perspectiva da tolerância adulta. E agora que nós precisamos pedir pela tolerância também das nossas crianças. E qualquer cristão que questiona isso é atacado, é ridicularizado. E a pergunta que fica para nós é como que a cultura trata essa essa oposição à sexualização infantil como ódio? E como que o cristão pode responder com firmeza, com evidência e com amor a essa revolução sexual tão eh colocada, impregnada até mesmo nas nossas crianças. A gente vai perceber que essa revolução sexual redefiniu essa identidade humana como algo existente existencialmente sexual, algo voltado paraa existência, pra nossa própria sexualidade. Como que a gente pode ver isso, ô Leo Lair, ao longo da filosofia, ao longo da própria história? >> Uhum. A gente, na temporada passada, nós estudamos, né, tratamos um livro aqui que falou muito sobre isso e foi bastante elucidativo. >> Uhum. E uma das lá ao longo da da história, a gente tem visto ao longo desses 200 anos aí uma verdade sendo construída dentro dessa cultura. Lá a gente viu um casamento que deu certo, né, que a gente até viu isso nesse livro, fala exatamente isso, Freud e Marx, >> o casamento que deu certo, que foi justamente para trazer essa essa questão para Freud, o ser humano só é ser humano porque ele é um ser sexual, né? Uhum. >> Nesse livro aqui, a Natasha traz um outro autor na década de 40, 50, fez uma uma pesquisa eh norte-americano. Ele é zoollogo, biólogo e sexólogo, né, naquela naquela década. E aí ele trouxe mais, acho que mais um tempero para isso que Freud falou, que é que suou como uma bomba atômica na sexualidade naquela na década de 940, 950. E falando exatamente disso, de que as crianças também são seres sexuais. E aí essas essa essa construção desse raciocínio na sociedade tem trazido e destruído aquilo que é a verdade eh bíblica da do do dos da criança que tá é um ser humano que está em formação, que tá sendo formado e que precisa ser protegido disso. Sim, a gente falou no episódio passado a respeito de Deus criou homem e mulher e é eh e desde do útero da da formação, né, a criança tem sido tem que ser protegida e ser formada como a gente tem visto na palavra de Deus. O que a gente tem visto na sociedade hoje é justamente o contrário. E me espanta demais assim ver como as crianças são tratadas. eh as músicas, a maneira como as crianças são expostas, eh a a sensualidade em que se faz com que as crianças, meninas, né, principalmente meninas, e fazendo com que a banalização do sexo comece desde pequeno e que e que cria uma visão distorcida do que que é essa a sexualidade. E a gente vê isso mais, talvez na nossa própria sociedade, no Brasil, como que as crianças são eh desrespeitadas, assim, é é muito triste, né? Eu, e a gente vê isso na internet muito facilmente, [risadas] a maneira como elas estão, são vestidas, as crianças, as meninas são eh [tosse] vestidas, [limpando a garganta] as roupas que usam, as músicas que ouvem, as dancinhas, que entre aspas é inocente, mas que expõe muitas crianças. Então isso é é uma a gente fica muito triste com essa maneira em que você já vai destruindo essa a a mente da criança desde dessa de teridade, né? É muito muito triste. >> E é curioso que quando às vezes você vai questionar, né? Nossa, mas é >> tão nova, >> tão nova já tá não, mas a a na cabeça dela não tem malícia. >> Hum. Então não tem problema, porque ela não tá entendendo de fato o conteúdo, a conotação, né, de sensualidade e perversão sexual que tem por trás dali. Então isso aí para ela é só uma dancinha. É. >> E como que ao longo da cultura, na realidade sexo passou a definir a sua identidade, né? >> Passou a a ser demonstrado como aquilo que que você é, >> né? Como aquilo que você pertence. E negar isso é é negar a própria pessoa. >> Uhum. >> E a autora, inclusive, deixa isso bem clara. A Freude coloca o prazer como algo e eh existencial. >> Uhum. >> É do homem. Uhum. >> Você vê eh quisem colocando, dizendo: "Olha, se você negar isso para as crianças, você é um um opressor". E você vê isso crescendo ao longo da história e parece que sendo cada vez mais fomentado hoje, né? Por músicas, >> isso, >> por aspectos culturais, sociais e as pessoas achando bonito e aplaudindo >> normalizando, né? que é isso que a Bianca falou, normalizando como se fosse mesmo assim, é tão tão normal, né? >> É. E o despertar natural tem que ser respeitado no momento em que ele acontecer, né? Aí você vai ver tempos atrás, sábado à noite, não vou usar o nome aqui do programa, mas sábado à noite, programa numa emissora bem famosa brasileira. E aí você programa de auditório, entrevistador e tal, e tinha uma sexóloga no programa e ela respondendo perguntas de jovens e e menores de idade, ela tratando com uma naturalidade muito grande assim, né, o >> ser moderno, né, >> isso isso aparecer, isso ser incentivado dentro de um ambiente seguro, né, e ter apenas assim, basta uma educação, né, é preciso que essa educação aconteça. É que hoje existe uma ideia assim, antigamente na cultura machista lá do passado, né, o pai educava o filho levando, né, para casa noturna aí da dessas coisas. Hoje não, isso aí é coisa do passado, mas precisa ser muito e e novo >> fazer uma iniciação, >> fazer uma uma educação. Só que qual é, como é que esse menino menino e essa menina vão ser educados? >> Uhum. eh eh tratar isso aqui como sendo apenas o explorar das potencialidades do seu corpo. Nessa visão ali, né, que Freud trouxe de que o homem só vai atingir a sua felicidade plena se ele explorar o máximo a sua potencialidade sexual, se satisfazer sexualmente, né? Mas essa satisfação sexual pode ser a opção e a escolha dele também. >> Não tem certo nem errado, né? Certo, não tá errado. É, é isso que, que a autora deixa claro para nós, já que a sexualidade ela ela é essencialmente humana, então certo e errado não existe, >> não existe >> parte da sua, não existe limite, não existe norma natural. Então, crianças precisam ser tratadas dentro desse aspecto também, >> como seres sexuais. >> Como seres sexuais. Como que mudou a narrativa, né? Como que essa questão agora da sexualidade e do prazer a todo custo hoje tá tão alto, hoje tão crescente >> esse distorce esse todo esse entendimento, né, na criança, que adulto que você vai ter, a que sociedade nós vamos ter, se as crianças já são criadas assim de que não tem limite, não tem certo e errado, o que você escolher, sentir e te dá prazer é é o que é para ser. Já imaginou que é adulto, >> não? E é criança, tem uma fase de criança que ela tá descobrindo seu próprio corpo, né? >> Sim. >> E e assim, a gente tem muito medo de falar sobre sexualidade, né? E a gente precisa falar com as nossas crianças eh de sexualidade abertamente, porque eh na cultura que não se falava sobre sexualidade. Vamos pensar 10 anos atrás você falava sobre sexualidade com as suas crianças, não se falava >> nem adolescente >> não. Hoje a minha filha com, eu lembro muito bem que com menos de dois anos falou assim: "Pai, eu vou namorar e vou casar". Na minha época tá brincando de carrinho e menina de boneca. >> Você vê o tanto que que isso tá. Então hoje você precisa falar isso e deixar claro, né? Minha filha um dia perguntou, eu tive que falar abertamente com ela e ela entendeu. >> Uhum. >> Agora eu entendi, pai. Uhum. >> Faz sentido, mas é difícil. >> A minha mãe, ela foi uma mulher muito sábia, é uma missionária. >> Aham. E lá em casa nós tínhamos os livrinhos de idade. Então até 4 anos tinha um livrinho e aí algumas coisas que ela ensinava sobre sexualidade até 4 anos. Depois 6 anos, 8 anos. E lá em casa a gente sempre teve escadinha. Uhum. >> Até os até a adolescência. Então ela sempre ela primeira coisa ela falava: "Lê o livrinho aí vem conversar começar". Então, ela fazia isso justamente para ir ir tirando as curiosidades >> que a criança naturalmente tem para ir mostrando na Bíblia aquilo que é realmente o que é certo, que é errado, o que e assim pautado na palavra de Deus >> e entregando só o que era compatível com aquilo lá >> para ele ir buscar em outras fontes também, né? >> Exato. E aí ela falava e ela como lá em casa são só mulheres, né? Ela falava e depois meu pai falava. Então, meu pai, ele ele ele ele ele falava assim: "Não, eu tenho que falar abertamente com as meninas". E ele falava assim abertamente porque ele ele ele não era crente, mas ele falava pra gente como que a gente tinha que se portar, já que ele tinha só filha, então ele tinha muito, muita precaução, né? >> Então eu acho que essa, essa na simplicidade deles, eles nos protegeram. Uhum. >> sem deixar de tratar do assunto, né? Porque às vezes também acontece, >> não, se eu for falar sobre isso, eu vou às vezes despertar uma coisa que nem tava pensando, né? >> É, mas ali ia fazendo a a gradação, sabe? Eu [risadas] aceito. >> Isso é muito importante. E como ô Bianca, alguns grupos, né, usou essa estratégia que, que não se limita apenas a adultos agora e que use essa estratégia, inclusive avançada com as crianças. O Gustavo até falou no episódio anterior como que talvez eh na fase inicial o o quanto que talvez isso pode já ser mudado e tratado com algum retardamento, vamos assim dizer. eh, metabólico, né, hormonal, eh, de algumas crianças para essa fase de de transformação. Como que a gente vê essa estratégia que agora [limpando a garganta] não se limita a adultos, mas avança para crianças? >> Uhum. Aí eu acho que junta tanto essa questão da sexualidade como também trabalhar esse esse entendimento de que é necessário, né, se havia uma campanha paraas pautas, né, de sexualidade e e de questão de gênero e e movimento trans e e todo o conjunto, né, de lutas sociais que vê sendo trabalhadas e ao longo dos anos. Então, se é necessário que a sociedade aceite, legitime, então não se trata só de brigar nos tribunais e de levar isso paraa grande mídia. >> Eu preciso já formar as mentes >> que vão, qual que é o entendimento mais claro? Eu preciso naturalizar. Eu lembro de uma frase que eu vi num filme, filme não, numa série, e tavam discutindo sobre questões de ideias modernas e progressistas, né? Aí perguntou pro pro integrantes lá da família, falou assim: "O que que você acha sobre o moderno?" Ele pensou, pensou assim meio matuto, ele falou: "Ai, o moderno é moderno até que ele deixa de ser. [risadas] É, >> então como é que você a a uma ideia progressista, ela é progressista até que ela deixa de ser. E ela deixa de ser quando ela se naturaliza, >> quando ela é assumida como o normal. Isso. >> E a melhor forma de você fazer isso é formando as mentes de quem tá crescendo ainda, >> porque aí não é algo com o qual ele vai ter que romper, ele já vai assimilar aquilo como sendo o certo. Você traz isso pro universo infantil sobre a questão de sexualidade e apresenta todas essas essas pautas de uma forma romantizada, como a gente falou no programa passado também, e você tira os estigmas, >> lembra do peixe? dos peixinhos nadando. >> É >> que a gente falou na temporada. >> Exato. Que mar, como é que tá a água? Que água, né? Porque ele já tá imerso naquilo, né? E aí ela ela menciona assim várias várias estratégias utilizadas, né, para fazer com que as crianças já vão se acostumando e familiarizando com essa realidade. E vocês param para reparar, se vocês pegarem aí grupos de influenciadores, tirando os que são eh declaradamente favoráveis ao a a princípios tradicionais, né? Porque existe esse grupo que ainda se manifesta, mas os que não são, se eu quero ser bem visto na sociedade, eu levanto discursos não só de defesa como de aceitação, como também se eu tenho filhos pequenos, eu tô criando meus filhos para eles não serem homofóbicos. >> Uhum. >> Eu tô criando meus filhos para eles respeitarem a diferença. E meu filho, ele vai fazer a escolha que ele quiser. Eu não vou ter nenhuma participação nisso, >> né? E aí você traz para o universo lúdico essas pautas para que a seja assimilado como algo belo, como algo bonito, né? Ela cita uma realidade aqui que eu acho que a gente não tem no Brasil, >> mas, por exemplo, quando ela menciona desse desse não é nem um movimento, né? Uma uma atividade, né? Drag queen story hour. Então você tem a eh drag queens >> contando história, >> contando história em bibliotecas públicas para crianças. E aí, qual é a criança que não vai se apaixonar por aquela figura lá, né? Toda de vestida de uma forma >> colorida, >> colorida e eh lúdica, um personagem ali e tanto, de repente, a criança se acostuma tanto a ver aquilo ali que ela nem precisa mais se perguntar se aquilo é menino ou menina. É, é, [limpando a garganta] é, é. >> Você [risadas] vê não os desenhos, os filmes, todos você traz isso pros desenhos, você traz isso pra literatura infantil. E você começa a apresentar esses diferentes essas diferentes formas, não só de família. A discussão até até alguns anos atrás eram diferentes formatos de família, agora são diferentes formas de existir no mundo. >> É, >> né? e que você tem que tratar com com respeito e e sempre apresentar de uma forma muito dócil, amável, que acolhe o marginalizado, o sofrido e e sempre com trajetórias de vida difíceis, de rejeição, às vezes dentro da própria família. Então você e a criança com a doçura, você leva a criança para esses contextos para ela também acolher. >> Uhum. E aí você tem até os os as paradas, né, os desfiles e as paradas. Você vai transformando esses eventos para serem eventos familiares. >> Acaba até se tornando, para alguns ouvir tradicional. >> Uhum. >> Tradicional. Gente que não não tem problema ir lá. Estamos celebrando >> a diversidade. É. é o discurso acaba que se torna um discurso do amor, da aceitação, >> de que meu filho vai crescer uma pessoa eh que não tem discriminação e e com isso se justifica eh de forma precoce são se sensualizar meu filho. >> Sim, >> atrás desse discurso >> eh é colocado como se fosse uma coisa boa para ele, né? E aí a educação sexual na escola. Eh, por exemplo, teve um uma coisa polêmica uma vez no Museu de Arte que era um cara nu e as crianças apalpando ele. Não sei se você lembra disso. >> É, >> acho que foi no eu acho. >> É, foi no máp. Como se isso fosse uma coisa bonita, legal. >> É arte. Semana passada teve de novo na USP. É, é, >> é uma coisa inocente. E com isso você tá ensinando as crianças uma sexualidade deturpada. >> E esse é o grande objetivo da agenda queir, né? >> Sim. >> Eh, esse é o grande objetivo de >> você tirar o pudor, né? >> Total. É total. Então, é urgente nas nossas casas nós ensinarmos sexualidade saudável pros nossos filhos. >> E qual é? porque eles estão sendo expostos a cada dia mais >> e mais >> a esse tipo de sexualidade. >> Uhum. >> E o e assim o discurso é lindo, o objetivo é maravilhoso. Tirar o o discurso de ódio, eh eh tirar o o >> eh a discriminação. >> Uhum. >> Então esse é o discurso por trás de ensinar uma sexualidade eturpada aos nossos filhos. E é como é difícil você ensinar sexualidade pros nossos pros filhos. É correto? É um assunto que é delicado. Não é fácil abordar isso dentro das nossas casas, mas é necessário e é urgente. >> Sim. E a gente também tem que viver isso, né? Porque eh especialmente o ser humano no geral ele vive, ele aprende e assimila muito mais pela experiência do que tanto pelo discurso. >> Criança mais ainda, >> pelo que ela pratica, pelo que ela enxerga, pelo que é colocado na frente dela, pelo que ela testemunha, pelo que ela tá vendo, né? Então, quando você leva as crianças para esses contextos bonitos, che repletos de afetividade, de respeito, de discursos de aceitação, de resgate, etc, etc. Nossa, mas é é lá todo mundo, né? Todo mundo trata tão bem, né? Não existe rejeição, não existe crítica, não existe condenação. Aqui todo mundo é aceito como é. E você leva essa criança para assistir esse mundo bonito com todas essas disfunções, ela vai pensar o quê? que existe maldade naquilo. Se a gente não ensinar a pureza real que a palavra de Deus nos ensina e viver isso >> na frente dessa criança, mostrando que o padrão bíblico >> é esse, >> é esse >> e ele é sim o que há de melhor para nós. E que essas essas alternativas que são apresentadas apenas como sendo alternativas, como é que ele coloca aqui, né? e precisa convencer de que é como se fosse escolher um sabor de sorvete. >> Simples assim. É, >> não. E aí, e a autora até coloca: "Preservar inocência infantil é um mito hetteronormativo." >> Nossa, >> é porque assim, a na cabeça dela, eh, essa agenda, né, progressista, é, como a Bianca bem colocou, você começa na infância porque, eh, a criança ela ela ela vai crescendo com a cosmovisão diferente. >> Uhum. E por isso antecipar esse assunto as escolas públicas, não >> se fazer parte do do currículo das escolas. Eu lembro até do Bolsonaro, Jornal Nacional, mostrando um livro lá, [risadas] >> a polêmica foi aqui. Mas exatamente isso. >> Estão querendo sexualizar noss as nossas crianças. Isso faz parte de uma agenda Sim. >> progressista. >> Aham. E como que isso tem crescido, né? Na realidade, quando a gente olha para isso, a gente até percebe essa busca pela a libertação no corpo, na sexualidade, a infância e e mas aí que tá essa busca por liberdade, na realidade ela é mais uma libertinagem, né? É da vazão à sua carnalidade de uma liberdade deturpada. Não é verdadeira liberdade. >> Nem Freud defendeu isso porque ele entendia [risadas] que se fosse dada completa vazão a às pulsões sexuais da forma como cada um sentisse, ele reconhecia que aquilo ali ia levar um colapso na sociedade, né? Ele, né? É, [risadas] porque precisa isso não se sustenta. >> Limites são necessários, né? os padrões são necessários e por mais que a nossa cultura eh usa muito esse discurso de, né, abaixo os padrões, né, quer derrubar todos os padrões, a sociedade continua existindo debaixo de padrões. Sim. >> As os padrões são as referências, elas vão continuar existindo, só querem eliminar todo e qualquer tipo de padrão para a área de sexualidade e gênero. >> Uhum. Isso aí é uma abominação nos dias de hoje. E as crianças precisam ser doutrinadas para que elas cresçam com mentes >> abertas, tolerantes. Isso é tolerar. >> Isso. >> Aliás, o tolerar virou sinônimo de aceitar. >> E se você não aceita, ser intolerante. >> É intolerante. >> É, é, é, é, é terrível. E, e Leol, a Bíblia vai explicar porque que a cultura de fato nos odeia. ela vai discordar veemente eh dessa definição de identidade, de propósito, de natureza humana que que essas ideologias coloca e vai mostrar para nós o que de fato é identidade, o que de fato é proposta e o que de fato é a natureza humana. Eh, a cultura nos odeia justamente porque nós afirmamos e reafirmamos aquilo que a Bíblia diz. E tudo que a Bíblia diz é contra, aliás, que as pessoas querem, o que a sociedade quer é contrário àquilo que a palavra de Deus diz, né? Por a gente falou no episódio passado de que a nossa identidade, que você é aquilo que você acha que você é, né? Você pode assumir, até porque o gênero é fluido, então você pode assumir o que você quiser. >> E a palavra de Deus não fala isso. Ela fala que a gente, e isso acho que me dá tanta tranquilidade, que você é aquilo que o Senhor Deus fala que você é. Ele te criou assim. E e é verdade, quando você tá na adolescência, na puberdade, você tem uma dificuldade, uma necessidade de reafirmar sua identidade. Você precisa muito >> e de descobrir também. de saber o que que quem você é, >> mas >> eh duvidar daquilo que é bom, que Deus criou, que é o jeito como você é e que você não tem que ser igual aos outros e que na sua identidade única, exclusiva e que Deus te criou, isso te dá uma tranquilidade, uma paz de que ele te criou assim para ser eh totalmente diferente que nós Nós somos todos aqui diversos. >> Hum. >> E assim mesmo nós somos aquilo que Deus nos afirma que nós somos. Nós não temos que buscar eh eh a verdade disso, como a gente falou na também a respeito disso, internamente naquilo que eu sinto, na maneira como o meu coração enganoso quer que eu que eu aceite ou pense que eu sou. >> Uhum. é na palavra que eu vou buscar isso. E aí eu acho que isso aí te tranquiliza e te dá uma uma paz Uhum >> com relação ao que você que você é o que você pensa que é, né? >> E como que a cultura, né? Ela colocou até no início do livro essas três coisas que é muito importantes, que você é definido pelos seus desejos, o seu propósito é buscar prazer, sua natureza é seguir seus ensinos. A mesma coisa que ela faz lá no começo é o que a cultura tenta submergir e que você deixou bem claro. Deus nos criou com propósito. Deus nos criou a identidade, a imagem, a semelhança dele com com o mesmo objetivo. Mas essa natureza pecaminosa nossa é tão terrível, né? >> Difícil, né? Ela quebra tudo. >> Então, e aí [limpando a garganta] a gente afirmar isso vai de encontro à aquilo que a cultura hoje quer colocar na cabeça das crianças ou está hoje, né, em voga, >> vai de encontro, vai. E como que e como que o pecado quebrou, vamos assim dizer, aquilo que é o prazer humano. Deus nos criou para ter prazer, mas o prazer na hora certa, do jeito certo, na forma certa, de acordo com os padrões de Deus. E como que o o o inimigo e esse mundo mal e quebrado >> consegue distorcer tudo >> e é consegue >> e uma coisa que me assusta muito também é perceber não só a necessidade de romper com os padrões, de libertar quem vivia preso na impossibilidade de se realizar, né, nessas diferentes versões. Aí você doutrina a criança para ela esquecer esses esses padrões tradicionais e conservadores e abrir a sua cabeça para um mundo de mais amor. E você e qual e qual que é a última etapa desse desse estado? É você colocar como vilão aquele que apresenta o lado tradicional da coisa. Sim, >> porque aí fica feio você defender isso. E e e como que que você vai ser aí? Você é odiado e você é colocado como quem quem atrapalha, quem quem quem corrompe o que o que de mais puro que a gente tá conseguindo construir. Olha como é assim, >> mas invertege, né? Mas em última instância o culpado de tudo é Deus, né? É porque >> dependeir [risadas] o nosso Deus. Porque o Deus verdadeiro colocado pela cultura não rejeita. >> É porque Niet também tirou Deus da história, né? Então Deus não existe. >> Eu até queria falando esse negócio de de da inversão que eu fiquei assustada. Eu vi um exemplo esses dias numa postagem de uma influenciadora, ela não é tão famosa, nem faz o sentido também colocar o nome. Ela fez uma postagem de comemoração de 20 anos de casado com o marido dela, colocou uma sequência de fotos e numa dessas fotos os dois estavam assim, era foto acho que de carnaval, então eles estavam assim bem diferentões e tal. E um cara fez um comentário infeliz, colocou assim, criticando, debochando, né? Meio gay esse marido, hein? colocou assim: "O cara, o marido foi e respondeu: "Deus me livre de ser confundido com um heterotópico. >> Você sabe o que que é heterotópico? Não, cara, que personalizou mais o >> Não, não é o heterotóp é o Ai gente, é uma longa, mas vai vocês pesquis depois, quem quiser também olha, porque a gente até explicar isso, mas as as respostas dele depois vão ajudar a entender o que que seria o heterotópico. E ele ainda falou assim: "O comentar, na verdade foi um elogio, isado normal, tal". Ele falou: "Eu não quero ser confundido com aí como que ele define o cara tradicionalzão, né? Tá, não sei o quê. poeta. Eu não quero ser confundido com um homem que diz respeita à mulheres, que é homofóbico, misógeno, machista. Eu posso ficar até amanhã falando. Aí a mulher dele ainda fez, deu uma cutucada que sobe na montanha para ficar rando virilidades. Aí vocês já sabem de que que ela tá falando, né? [risadas] >> Não é à toa. Aí ele volta para falar. Não é à toa, presta atenção nisso, não é à toa que os gays são muito mais divertidos e felizes, principalmente porque eles são resolvidos em relação à masculinidade, né? >> Hum. >> Não tem toda a toxicidade que a masculinidade envolve na nossa sociedade. >> Um jargõ >> que dó, né? É só jargão. >> É. E aí isso aqui é aplaudido por multidões. Ele tem razão. >> Eu vejo. Você vê até gente que se diz cristão aplaudindo isso. >> Acho que é o pior. >> Porque se você defende esse padrão que exclui essas outras formas, essa é a masculinidade tóxica que automaticamente vai ser machista, misógena, homofóbica e maltratar as mulheres. Uma coisa que a gente tem que deixar bem claro é que o problema não é que o cristão odeia quem segue por essa opção sexual >> de forma. >> O problema é que a gente rejeita o Deus supremo dessa cultura moderna em que o sexo é uma identidade, >> OK? >> Em que ele define, então quando a gente mexe com, vamos assim dizer, com esse sagrado cultural, a reação sempre vai ser da violência, porque a pessoa não vai aceitar. Só que nós precisamos amar a verdade e nunca deixá-la ela como um aspecto popular. E sempre será necessário a gente defender a verdade. E é muito importante isso, porque só que a cultura vai chamar isso de ódio, de repressor, aquilo que Deus vai chamar de amor. Como que amor para eles é é distante daquilo que é o padrão de Deus? Então, para Deus amar a criança é proteger, não é sexualizá-la, não é vendê-la, não é comercializá-la, não é entregá-la pro mundo, pras coisas. Então, para Deus amar o próximo é dizer a verdade. E jamais vai ser afirmar a mentir. Jamais vai se agradar você pela sua escolha para me fazer de bonzinho ou de bom na história. Então, amar a Deus vai ser diferente. Para Deus amar pessoas que têm essa opção é oferecer graça e jamais o engano destrutivo. É mostrar realmente o amor. Então, a cultura sempre vai odiar a verdade, mas a verdade vai sempre continuar libertando. Só que isso tem crescido tão grande e tão abundantemente no nosso contexto hoje. E a gente precisa, como sal da terra e luz do mundo, sempre afirmar a verdade, demonstrando o amor, o respeito, mas acima de tudo sem negar a verdade, sem negar a essência. Nós chegamos mais ao fim de um episódio e deixe seu comentário, compartilhe, deixe aí a sua crítica e compartilhe com outros esse momento de crescimento, de edificação. Que Deus abençoe você e até o próximo.