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A fé vem pelo ouvir

Cultura sexual x inocência infantil: quem são os verdadeiros fanáticos? – T04EP14

Cultura sexual x inocência infantil: quem são os verdadeiros fanáticos? – T04EP14

Cultura sexual x inocência infantil: quem são os verdadeiros fanáticos? – T04EP14

“Fanáticos odiosos.” “Intolerantes.” “Opressivos.” “Ameaça à democracia.”

Hoje, basta um cristão dizer que crianças devem ser protegidas de conteúdos sexualizados para receber esses rótulos.
A agenda sexual que começou pedindo “tolerância entre adultos” agora mira as crianças – e quem discorda é imediatamente atacado.

No Episódio 14 do Página Virada, baseado no capítulo “Fanáticos odiosos” de “Quando a Cultura Odeia Você” (Natasha Crain), a gente abre esse debate com clareza bíblica e análise histórica:

– Como a revolução sexual (Freud, Kinsey e Teoria Queer) redefiniu o ser humano como essencialmente sexual.
– Por que, nessa visão, não há limites, nem normas naturais – e até crianças passam a ser tratadas como seres sexuais “por natureza”.
– Como a estratégia ativista avançou das pautas adultas para a sexualização infantil: entretenimento, educação, “eventos familiares” e linguagem queer em escolas.
– Por que a teoria queer vê limites, inocência e distinção homem/mulher como opressões a serem destruídas.
– E por que, para a cultura, discordar virou violência – enquanto, para a Bíblia, amar significa proteger, dizer a verdade e apontar para a dignidade que Deus deu.

A gente mostra que o problema não é cristãos “odiando pessoas”, mas cristãos rejeitando o deus supremo da cultura moderna: sexo como identidade.
E, quando você mexe no “sagrado” cultural, a reação vem com rótulos, hostilidade e acusação de fanatismo.

📚 Livro base da temporada
“Quando a Cultura Odeia Você” – Natasha Crain

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Você já foi chamado de “fanático” ou “odioso” por defender limites e proteção para crianças?
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Legendas automáticas:

as músicas, a maneira como as crianças
são expostas, [música] eh a a
sensualidade em que se faz com que as
crianças, meninas, né, principalmente
[limpando a garganta] meninas, e fazendo
com que a banalização do sexo comece
desde pequeno. [música]
Se vocês pegarem aí grupos de
influenciadores,
tirando os que são eh [música]
declaradamente favoráveis ao a a
princípios [música] tradicionais, né?
Porque existe esse grupo que ainda se
manifesta, mas os que não são, [música]
se eu quero ser bem visto na sociedade,
eu levanto discursos não só de defesa
[música]
como de aceitação. Como também, se eu
tenho filhos pequenos, eu tô criando
meus filhos [música] para eles não serem
homofóbicos. Eu tô criando meus filhos
para eles respeitarem a diferença.
E meu [música] filho, ele vai fazer a
escolha que ele quiser. Eu não vou ter
nenhuma participação
>> né? E aí você traz para universo lúdico
essas pautas
para que a seja assimilado como algo
belo, como algo bonito. Então quando
você leva as crianças para esses
contextos
bonitos,
che repletos de afetividade,
de respeito, de discursos de aceitação,
de resgate, etc, etc. Nossa, mas é é lá
todo mundo, né?
Todo mundo vai tão bem, né? Não existe
rejeição, não existe crítica, não existe
condenação. Aqui todo mundo é aceito
como é
>> essa agenda, né, progressista? [música]
É, como a Bianca bem colocou, você
começa na infância porque [música] eh a
criança ela ela ela vai crescendo com a
cosmovisão diferente.
>> Uhum. E por isso antecipar esse assunto
[música]
as escolas públicas
>> fazer parte do do currículo das escolas.
>> Sexo [música] passou a definir a sua
identidade, né?
>> Passou a a ser demonstrado [música] como
aquilo que que você é, né? Como aquilo
que você pertence. E negar isso é
[música] é negar a própria pessoa.
>> Boa noite, seja bem-vindo. Nós estamos
em mais um episódio dessa temporada,
onde nós estamos tratando sobre o livro
Quando a Cultura odeia você de Natasha.
E tem sido assim um tempo muito bom,
muito edificante, de assuntos
intrigantes, de assuntos polêmicos, mas
a luz da escritura, nós temos tentado
responder a cada um deles na perspectiva
bíblica reformada calvinista, daquela
qual nós cremos e assim está pautada na
palavra de Deus. E hoje nós vamos falar
de outro assunto muito polêmico. Vamos
falar sobre fanáticos odiosos, a verdade
por detrás da revolução sexual. Imagine
você defender algo tão básico quanto
isso. Crianças devem ser protegidas de
conteúdos sexualizados. Agora imagine
que por dizer isso ou por defender isso,
você é chamado de fanático, intolerante,
opressor, inimigo da verdade, da
liberdade e até democracia. E para
muitos é um absurdo, mas para nós que
defendemos a a fé evangélica, a palavra
de Deus, sabemos muito como que a
cultura tem distorcido essa agenda
sexual que tá sendo dita e que começou a
ser tão fomentada na perspectiva da
tolerância adulta. E agora que nós
precisamos pedir pela tolerância também
das nossas crianças. E qualquer cristão
que questiona isso é atacado, é
ridicularizado. E a pergunta que fica
para nós é como que a cultura trata essa
essa oposição à sexualização infantil
como ódio? E como que o cristão pode
responder com firmeza, com evidência e
com amor a essa revolução sexual tão eh
colocada, impregnada até mesmo nas
nossas crianças. A gente vai perceber
que essa revolução sexual redefiniu essa
identidade humana como algo existente
existencialmente sexual, algo voltado
paraa existência, pra nossa própria
sexualidade. Como que a gente pode ver
isso, ô Leo Lair, ao longo da filosofia,
ao longo da própria história?
>> Uhum. A gente, na temporada passada, nós
estudamos, né, tratamos um livro aqui
que falou muito sobre isso e foi
bastante elucidativo.
>> Uhum. E uma das lá ao longo da da
história, a gente tem visto ao longo
desses 200 anos aí uma verdade sendo
construída dentro dessa cultura. Lá a
gente viu um casamento que deu certo,
né, que a gente até viu isso nesse
livro, fala exatamente isso, Freud e
Marx,
>> o casamento que deu certo, que foi
justamente para trazer essa essa questão
para Freud, o ser humano só é ser humano
porque ele é um ser sexual, né? Uhum.
>> Nesse livro aqui, a Natasha traz um
outro autor na década de 40, 50, fez uma
uma pesquisa eh norte-americano.
Ele é zoollogo, biólogo e sexólogo, né,
naquela naquela década. E aí ele trouxe
mais, acho que mais um tempero para isso
que Freud falou, que é que suou como uma
bomba atômica na sexualidade naquela na
década de 940, 950.
E falando exatamente disso, de que as
crianças também são seres sexuais.
E aí essas essa
essa construção desse raciocínio na
sociedade
tem trazido e destruído aquilo que é a
verdade eh bíblica da do do dos da
criança que tá é um ser humano que está
em formação, que tá sendo formado e que
precisa ser protegido disso. Sim, a
gente falou no episódio passado a
respeito de Deus criou homem e mulher e
é eh e desde do útero da da formação,
né, a criança tem sido tem que ser
protegida e ser formada como a gente tem
visto na palavra de Deus. O que a gente
tem visto na sociedade hoje é justamente
o contrário. E me espanta demais assim
ver como as crianças são tratadas. eh
as músicas, a maneira como as crianças
são expostas, eh a a sensualidade em que
se faz com que as crianças, meninas, né,
principalmente meninas, e fazendo com
que a banalização do sexo comece desde
pequeno e que e que cria uma visão
distorcida do que que é essa a
sexualidade. E a gente vê isso mais,
talvez na nossa própria sociedade, no
Brasil, como que as crianças são eh
desrespeitadas, assim, é é muito triste,
né? Eu, e a gente vê isso na internet
muito facilmente, [risadas] a maneira
como elas estão, são vestidas, as
crianças, as meninas são eh [tosse]
vestidas, [limpando a garganta] as
roupas que usam, as músicas que ouvem,
as dancinhas, que entre aspas é
inocente, mas que expõe muitas crianças.
Então isso é é uma a gente fica muito
triste com essa maneira em que você já
vai destruindo essa a a mente da criança
desde dessa de teridade, né? É muito
muito triste.
>> E é curioso que quando às vezes você vai
questionar, né? Nossa, mas é
>> tão nova,
>> tão nova já tá não, mas a a na cabeça
dela não tem malícia.
>> Hum.
Então não tem problema, porque ela não
tá entendendo de fato o conteúdo, a
conotação,
né, de sensualidade e perversão sexual
que tem por trás dali. Então isso aí
para ela é só uma dancinha. É.
>> E como que ao longo da cultura, na
realidade
sexo passou a definir a sua identidade,
né?
>> Passou a a ser demonstrado como aquilo
que que você é,
>> né? Como aquilo que você pertence. E
negar isso é é negar a própria pessoa.
>> Uhum.
>> E a autora, inclusive, deixa isso bem
clara. A Freude coloca o prazer como
algo e eh existencial.
>> Uhum.
>> É do homem. Uhum.
>> Você vê eh quisem colocando, dizendo:
"Olha, se você negar isso para as
crianças, você é um um opressor". E você
vê isso crescendo ao longo da história e
parece que sendo cada vez mais fomentado
hoje, né? Por músicas,
>> isso,
>> por aspectos culturais, sociais e as
pessoas achando bonito e aplaudindo
>> normalizando, né? que é isso que a
Bianca falou, normalizando como se fosse
mesmo assim, é tão tão normal, né?
>> É. E o despertar natural tem que ser
respeitado no momento em que ele
acontecer, né? Aí você vai ver
tempos atrás,
sábado à noite, não vou usar o nome aqui
do programa, mas sábado à noite,
programa numa emissora bem famosa
brasileira. E aí você programa de
auditório, entrevistador e tal, e tinha
uma sexóloga no programa e ela
respondendo perguntas de jovens e e
menores de idade, ela tratando com uma
naturalidade muito grande assim, né, o
>> ser moderno, né,
>> isso isso aparecer, isso ser incentivado
dentro de um ambiente seguro, né, e ter
apenas assim, basta uma educação, né, é
preciso que essa educação aconteça. É
que hoje existe uma ideia assim,
antigamente na cultura machista lá do
passado, né, o pai educava o filho
levando, né, para casa noturna aí da
dessas coisas. Hoje não, isso aí é coisa
do passado, mas precisa ser muito e e
novo
>> fazer uma iniciação,
>> fazer uma uma educação. Só que qual é,
como é que esse menino menino e essa
menina vão ser educados?
>> Uhum. eh eh tratar isso aqui como sendo
apenas o explorar das potencialidades do
seu corpo. Nessa visão ali, né, que
Freud trouxe de que o homem só vai
atingir a sua felicidade plena se ele
explorar o máximo a sua potencialidade
sexual, se satisfazer sexualmente, né?
Mas essa satisfação sexual pode ser a
opção e a escolha dele também.
>> Não tem certo nem errado, né? Certo, não
tá errado. É, é isso que, que a autora
deixa claro para nós, já que a
sexualidade ela ela é essencialmente
humana, então certo e errado não existe,
>> não existe
>> parte da sua, não existe limite, não
existe norma natural. Então, crianças
precisam ser tratadas dentro desse
aspecto também,
>> como seres sexuais.
>> Como seres sexuais. Como que mudou a
narrativa, né? Como que essa questão
agora da sexualidade e do prazer a todo
custo hoje tá tão
alto, hoje
tão crescente
>> esse distorce esse todo esse
entendimento, né, na criança, que adulto
que você vai ter, a que sociedade nós
vamos ter, se as crianças já são criadas
assim de que não tem limite, não tem
certo e errado, o que você escolher,
sentir e te dá prazer é é o que é para
ser. Já imaginou que é adulto,
>> não? E é criança, tem uma fase de
criança que ela tá descobrindo seu
próprio corpo, né?
>> Sim.
>> E e assim, a gente tem muito medo de
falar sobre sexualidade, né? E a gente
precisa falar com as nossas crianças eh
de sexualidade abertamente, porque eh na
cultura que não se falava sobre
sexualidade. Vamos pensar 10 anos atrás
você falava sobre sexualidade com as
suas crianças, não se falava
>> nem adolescente
>> não. Hoje a minha filha com, eu lembro
muito bem que com menos de dois anos
falou assim: "Pai, eu vou namorar e vou
casar".
Na minha época tá brincando de carrinho
e menina de boneca.
>> Você vê o tanto que que isso tá. Então
hoje você precisa falar isso e deixar
claro, né? Minha filha um dia perguntou,
eu tive que falar abertamente com ela e
ela entendeu.
>> Uhum.
>> Agora eu entendi, pai. Uhum.
>> Faz sentido,
mas é difícil.
>> A minha mãe, ela foi uma mulher muito
sábia, é uma missionária.
>> Aham. E lá em casa nós tínhamos os
livrinhos de idade. Então até 4 anos
tinha um livrinho e aí algumas coisas
que ela ensinava sobre sexualidade até 4
anos. Depois 6 anos, 8 anos. E lá em
casa a gente sempre teve escadinha.
Uhum.
>> Até os até a adolescência. Então ela
sempre ela primeira coisa ela falava:
"Lê o livrinho aí vem conversar
começar". Então, ela fazia isso
justamente para ir ir
tirando as curiosidades
>> que a criança naturalmente tem para ir
mostrando na Bíblia aquilo que é
realmente o que é certo, que é errado, o
que e assim pautado na palavra de Deus
>> e entregando só o que era compatível com
aquilo lá
>> para ele ir buscar em outras fontes
também, né?
>> Exato. E aí ela falava e ela como lá em
casa são só mulheres, né? Ela falava e
depois meu pai falava. Então, meu pai,
ele ele ele ele ele falava assim: "Não,
eu tenho que falar abertamente com as
meninas". E ele falava assim abertamente
porque ele ele ele não era crente, mas
ele falava pra gente como que a gente
tinha que se portar, já que ele tinha só
filha, então ele tinha muito, muita
precaução, né?
>> Então eu acho que essa, essa na
simplicidade deles, eles nos protegeram.
Uhum.
>> sem deixar de tratar do assunto, né?
Porque às vezes também acontece,
>> não, se eu for falar sobre isso, eu vou
às vezes despertar uma coisa que nem
tava pensando, né?
>> É, mas ali ia fazendo a a gradação,
sabe? Eu
[risadas]
aceito.
>> Isso é muito importante. E como ô
Bianca, alguns grupos, né, usou essa
estratégia que, que não se limita apenas
a adultos agora e que use essa
estratégia, inclusive avançada com as
crianças. O Gustavo até falou no
episódio anterior como que talvez eh na
fase inicial o o quanto que talvez isso
pode já ser mudado e tratado com algum
retardamento, vamos assim dizer. eh,
metabólico, né, hormonal, eh, de algumas
crianças para essa fase de de
transformação. Como que a gente vê essa
estratégia que agora
[limpando a garganta] não se limita a
adultos, mas avança para crianças?
>> Uhum. Aí eu acho que junta tanto essa
questão da sexualidade como também
trabalhar esse esse entendimento de que
é necessário, né, se havia uma campanha
paraas
pautas, né, de sexualidade
e e de questão de gênero e e movimento
trans e e todo o conjunto, né, de lutas
sociais que vê sendo trabalhadas e ao
longo dos anos.
Então, se é necessário que a sociedade
aceite, legitime, então não se trata só
de brigar nos tribunais e de levar isso
paraa grande mídia.
>> Eu preciso já formar as mentes
>> que vão, qual que é o entendimento mais
claro? Eu preciso naturalizar. Eu lembro
de uma frase que eu vi num filme, filme
não, numa série, e tavam discutindo
sobre questões de ideias modernas e
progressistas, né? Aí perguntou pro pro
integrantes lá da família, falou assim:
"O que que você acha sobre o moderno?"
Ele pensou, pensou assim meio matuto,
ele falou: "Ai, o moderno é moderno até
que ele deixa de ser. [risadas]
É,
>> então como é que você a a uma ideia
progressista, ela é progressista até que
ela deixa de ser. E ela deixa de ser
quando ela se naturaliza,
>> quando ela é assumida como o normal.
Isso.
>> E a melhor forma de você fazer isso é
formando as mentes de quem tá crescendo
ainda,
>> porque aí não é algo com o qual ele vai
ter que romper, ele já vai assimilar
aquilo como sendo o certo. Você traz
isso pro universo infantil sobre a
questão de sexualidade e apresenta todas
essas essas pautas de uma forma
romantizada, como a gente falou no
programa passado também, e você tira os
estigmas,
>> lembra do peixe? dos peixinhos nadando.
>> É
>> que a gente falou na temporada.
>> Exato. Que mar, como é que tá a água?
Que água, né? Porque ele já tá imerso
naquilo, né? E aí ela ela menciona assim
várias várias estratégias utilizadas,
né, para fazer com que as crianças já
vão se acostumando e familiarizando com
essa realidade. E vocês param para
reparar, se vocês pegarem aí grupos de
influenciadores,
tirando os que são eh declaradamente
favoráveis ao a a princípios
tradicionais, né? Porque existe esse
grupo que ainda se manifesta, mas os que
não são, se eu quero ser bem visto na
sociedade, eu levanto discursos não só
de defesa como de aceitação, como também
se eu tenho filhos pequenos, eu tô
criando meus filhos para eles não serem
homofóbicos.
>> Uhum.
>> Eu tô criando meus filhos para eles
respeitarem a diferença.
E meu filho, ele vai fazer a escolha que
ele quiser. Eu não vou ter nenhuma
participação nisso,
>> né? E aí você traz para o universo
lúdico essas pautas
para que a seja assimilado como algo
belo, como algo bonito, né? Ela cita uma
realidade aqui que eu acho que a gente
não tem no Brasil,
>> mas, por exemplo, quando ela menciona
desse desse não é nem um movimento, né?
Uma uma atividade, né? Drag queen story
hour. Então você tem a eh drag queens
>> contando história,
>> contando história em bibliotecas
públicas para crianças. E aí, qual é a
criança que não vai se apaixonar por
aquela figura lá, né? Toda de vestida de
uma forma
>> colorida,
>> colorida e eh lúdica, um personagem ali
e tanto, de repente, a criança se
acostuma tanto a ver aquilo ali que ela
nem precisa mais se perguntar se aquilo
é menino ou menina. É, é,
[limpando a garganta] é, é.
>> Você [risadas] vê não os desenhos, os
filmes, todos você traz isso pros
desenhos, você traz isso pra literatura
infantil.
E você começa a apresentar esses
diferentes essas diferentes formas, não
só de família. A discussão até até
alguns anos atrás eram diferentes
formatos de família, agora são
diferentes formas de existir no mundo.
>> É,
>> né? e que você tem que tratar com com
respeito e e sempre apresentar de uma
forma muito dócil, amável, que acolhe o
marginalizado,
o sofrido
e e sempre com trajetórias de vida
difíceis, de rejeição, às vezes dentro
da própria família. Então você e a
criança com a doçura, você leva a
criança para esses contextos para ela
também acolher.
>> Uhum. E aí você tem até os os as
paradas, né, os desfiles e as paradas.
Você vai transformando esses eventos
para serem eventos familiares.
>> Acaba até se tornando, para alguns ouvir
tradicional.
>> Uhum.
>> Tradicional. Gente que não não tem
problema ir lá. Estamos celebrando
>> a diversidade. É.
é o discurso acaba que se torna um
discurso do amor, da aceitação,
>> de que meu filho vai crescer uma pessoa
eh que não tem discriminação
e e com isso se justifica
eh de forma precoce são se sensualizar
meu filho.
>> Sim,
>> atrás desse discurso
>> eh é colocado como se fosse uma coisa
boa para ele, né? E aí a educação sexual
na escola. Eh, por exemplo, teve um uma
coisa polêmica uma vez no Museu de Arte
que era um cara nu e as crianças
apalpando ele. Não sei se você lembra
disso.
>> É,
>> acho que foi no eu acho.
>> É, foi no máp. Como se isso fosse uma
coisa bonita, legal.
>> É arte. Semana passada teve de novo na
USP. É, é,
>> é uma coisa inocente. E com isso você tá
ensinando as crianças uma sexualidade
deturpada.
>> E esse é o grande objetivo da agenda
queir, né?
>> Sim.
>> Eh, esse é o grande objetivo de
>> você tirar o pudor, né?
>> Total. É total. Então, é urgente
nas nossas casas nós ensinarmos
sexualidade saudável pros nossos filhos.
>> E qual é? porque eles estão sendo
expostos a cada dia mais
>> e mais
>> a esse tipo de sexualidade.
>> Uhum.
>> E o e assim o discurso é lindo, o
objetivo é maravilhoso.
Tirar o o discurso de ódio, eh eh tirar
o o
>> eh a discriminação.
>> Uhum.
>> Então esse é o discurso por trás de
ensinar uma sexualidade eturpada aos
nossos filhos.
E é como é difícil você ensinar
sexualidade pros nossos pros filhos. É
correto? É um assunto que é delicado.
Não é fácil abordar isso dentro das
nossas casas, mas é necessário e é
urgente.
>> Sim. E a gente também tem que viver
isso, né? Porque eh especialmente o ser
humano no geral ele vive, ele aprende e
assimila muito mais pela experiência do
que tanto pelo discurso.
>> Criança mais ainda,
>> pelo que ela pratica, pelo que ela
enxerga, pelo que é colocado na frente
dela, pelo que ela testemunha, pelo que
ela tá vendo, né? Então, quando você
leva as crianças para esses contextos
bonitos,
che repletos de afetividade,
de respeito, de discursos de aceitação,
de resgate, etc, etc. Nossa, mas é é lá
todo mundo, né? Todo mundo trata tão
bem, né? Não existe rejeição, não existe
crítica, não existe condenação. Aqui
todo mundo é aceito como é. E você leva
essa criança para assistir esse mundo
bonito com todas essas disfunções, ela
vai pensar o quê? que existe maldade
naquilo.
Se a gente não ensinar a pureza real que
a palavra de Deus nos ensina e viver
isso
>> na frente dessa criança, mostrando que o
padrão bíblico
>> é esse,
>> é esse
>> e ele é sim o que há de melhor para nós.
E que essas essas alternativas que são
apresentadas apenas como sendo
alternativas, como é que ele coloca
aqui, né? e precisa convencer de que é
como se fosse escolher um sabor de
sorvete.
>> Simples assim. É,
>> não. E aí, e a autora até coloca:
"Preservar inocência infantil é um mito
hetteronormativo."
>> Nossa,
>> é porque assim, a na cabeça dela, eh,
essa agenda, né, progressista, é, como a
Bianca bem colocou, você começa na
infância porque, eh, a criança ela ela
ela vai crescendo com a cosmovisão
diferente.
>> Uhum. E por isso antecipar esse assunto
as escolas públicas, não
>> se fazer parte do do currículo das
escolas. Eu lembro até do Bolsonaro,
Jornal Nacional, mostrando um livro lá,
[risadas]
>> a polêmica foi aqui. Mas exatamente
isso.
>> Estão querendo sexualizar noss as nossas
crianças. Isso faz parte de uma agenda
Sim.
>> progressista.
>> Aham.
E como que isso tem crescido, né? Na
realidade, quando a gente olha para
isso, a gente até percebe essa busca
pela a libertação no corpo, na
sexualidade,
a infância e e mas aí que tá essa busca
por liberdade, na realidade ela é mais
uma libertinagem, né? É da vazão à sua
carnalidade de uma liberdade deturpada.
Não é verdadeira liberdade.
>> Nem Freud defendeu isso porque ele
entendia [risadas]
que se fosse dada completa vazão a às
pulsões sexuais da forma como cada um
sentisse, ele reconhecia que aquilo ali
ia levar um colapso na sociedade, né?
Ele, né? É, [risadas]
porque precisa isso não se sustenta.
>> Limites são necessários, né? os padrões
são necessários e por mais que a nossa
cultura eh usa muito esse discurso de,
né, abaixo os padrões, né,
quer derrubar todos os padrões, a
sociedade continua existindo debaixo de
padrões. Sim.
>> As os padrões são as referências, elas
vão continuar existindo, só querem
eliminar todo e qualquer tipo de padrão
para a área de sexualidade e gênero.
>> Uhum. Isso aí é uma abominação nos dias
de hoje. E as crianças precisam ser
doutrinadas para que elas cresçam com
mentes
>> abertas, tolerantes. Isso é tolerar.
>> Isso.
>> Aliás, o tolerar virou sinônimo de
aceitar.
>> E se você não aceita, ser intolerante.
>> É intolerante.
>> É, é, é, é, é terrível. E, e Leol, a
Bíblia vai explicar porque que a cultura
de fato nos odeia. ela vai discordar
veemente eh dessa definição de
identidade, de propósito, de natureza
humana que que essas ideologias coloca e
vai mostrar para nós o que de fato é
identidade, o que de fato é proposta e o
que de fato é a natureza humana.
Eh, a cultura nos odeia
justamente porque nós afirmamos e
reafirmamos aquilo que a Bíblia diz. E
tudo que a Bíblia diz é contra, aliás,
que as pessoas querem, o que a sociedade
quer é contrário àquilo que a palavra de
Deus diz, né?
Por a gente falou no episódio passado de
que a nossa identidade, que você é
aquilo que você acha que você é, né?
Você pode assumir, até porque o gênero é
fluido, então você pode assumir o que
você quiser.
>> E a palavra de Deus não fala isso. Ela
fala que a gente, e isso acho que me dá
tanta tranquilidade,
que você é aquilo que o Senhor Deus fala
que você é. Ele te criou assim. E e é
verdade, quando você tá na adolescência,
na puberdade, você tem uma dificuldade,
uma necessidade de reafirmar sua
identidade. Você precisa muito
>> e de descobrir também. de saber o que
que quem você é,
>> mas
>> eh
duvidar daquilo que é bom, que Deus
criou, que é o jeito como você é e que
você não tem que ser igual aos outros e
que na sua identidade única, exclusiva e
que Deus te criou, isso te dá uma
tranquilidade, uma paz de que ele te
criou assim para ser eh totalmente
diferente que nós Nós somos todos aqui
diversos.
>> Hum.
>> E assim mesmo nós somos aquilo que Deus
nos afirma que nós somos. Nós não temos
que buscar eh eh a verdade disso, como a
gente falou na também a respeito disso,
internamente naquilo que eu sinto, na
maneira como o meu coração enganoso quer
que eu que eu aceite ou pense que eu
sou.
>> Uhum. é na palavra que eu vou buscar
isso. E aí eu acho que isso aí te
tranquiliza e te dá uma uma paz Uhum
>> com relação ao que você que você é o que
você pensa que é, né?
>> E como que a cultura, né? Ela colocou
até no início do livro essas três coisas
que é muito importantes, que você é
definido pelos seus desejos, o seu
propósito é buscar prazer, sua natureza
é seguir seus ensinos. A mesma coisa que
ela faz lá no começo é o que a cultura
tenta submergir e que você deixou bem
claro. Deus nos criou com propósito.
Deus nos criou a identidade, a imagem, a
semelhança dele com com o mesmo
objetivo. Mas essa natureza pecaminosa
nossa é tão terrível, né?
>> Difícil, né? Ela quebra tudo.
>> Então, e aí [limpando a garganta] a
gente afirmar isso vai de encontro à
aquilo que a cultura hoje quer colocar
na cabeça das crianças ou está hoje, né,
em voga,
>> vai de encontro, vai. E como que e como
que o pecado quebrou, vamos assim dizer,
aquilo que é o prazer humano. Deus nos
criou para ter prazer, mas o prazer na
hora certa, do jeito certo, na forma
certa, de acordo com os padrões de Deus.
E como que o o o inimigo e esse mundo
mal e quebrado
>> consegue distorcer tudo
>> e é consegue
>> e uma coisa que me assusta muito também
é perceber não só a necessidade de
romper com os padrões, de libertar quem
vivia preso na impossibilidade de se
realizar, né, nessas diferentes versões.
Aí você doutrina a criança para ela
esquecer esses esses padrões
tradicionais e conservadores e abrir a
sua cabeça para um mundo de mais amor.
E você e qual e qual que é a última
etapa desse desse estado? É você colocar
como vilão
aquele que apresenta o lado tradicional
da coisa. Sim,
>> porque aí fica feio você defender isso.
E e e como que que você vai ser aí? Você
é odiado e você é colocado como quem
quem atrapalha, quem quem quem corrompe
o que o que de mais puro que a gente tá
conseguindo construir. Olha como é
assim,
>> mas invertege, né? Mas em última
instância o culpado de tudo é Deus, né?
É porque
>> dependeir [risadas]
o nosso Deus. Porque o Deus verdadeiro
colocado pela cultura não rejeita.
>> É porque Niet também tirou Deus da
história, né? Então Deus não existe.
>> Eu até queria falando esse negócio de de
da inversão que eu fiquei assustada. Eu
vi um exemplo esses dias numa postagem
de uma influenciadora, ela não é tão
famosa, nem faz o sentido também colocar
o nome. Ela fez uma postagem de
comemoração de 20 anos de casado com o
marido dela, colocou uma sequência de
fotos e numa dessas fotos os dois
estavam assim, era foto acho que de
carnaval, então eles estavam assim bem
diferentões e tal. E um cara fez um
comentário infeliz, colocou assim,
criticando, debochando, né? Meio gay
esse marido, hein?
colocou assim: "O cara, o marido foi e
respondeu:
"Deus me livre de ser confundido com um
heterotópico.
>> Você sabe o que que é heterotópico? Não,
cara, que personalizou mais o
>> Não, não é o heterotóp é o Ai gente, é
uma longa, mas vai vocês pesquis depois,
quem quiser também olha, porque a gente
até explicar isso, mas as as respostas
dele depois vão ajudar a entender o que
que seria o heterotópico. E ele ainda
falou assim: "O comentar, na verdade foi
um elogio, isado normal, tal". Ele
falou: "Eu não quero ser confundido com
aí como que ele define o cara
tradicionalzão, né? Tá, não sei o quê.
poeta. Eu não quero ser confundido com
um homem que diz respeita à mulheres,
que é homofóbico, misógeno, machista. Eu
posso ficar até amanhã falando.
Aí a mulher dele ainda fez, deu uma
cutucada que sobe na montanha para ficar
rando virilidades. Aí vocês já sabem de
que que ela tá falando, né? [risadas]
>> Não é à toa. Aí ele volta para falar.
Não é à toa, presta atenção nisso, não é
à toa que os gays são muito mais
divertidos e felizes, principalmente
porque eles são resolvidos em relação à
masculinidade, né?
>> Hum.
>> Não tem toda a toxicidade que a
masculinidade envolve na nossa
sociedade.
>> Um jargõ
>> que dó, né? É só jargão.
>> É. E aí isso aqui é aplaudido por
multidões. Ele tem razão.
>> Eu vejo. Você vê até gente que se diz
cristão aplaudindo isso.
>> Acho que é o pior.
>> Porque se você defende esse padrão
que exclui essas outras formas, essa é a
masculinidade tóxica que automaticamente
vai ser machista, misógena, homofóbica e
maltratar as mulheres. Uma coisa que a
gente tem que deixar bem claro é que o
problema não é que o cristão odeia
quem segue por essa opção sexual
>> de forma.
>> O problema é que a gente rejeita o Deus
supremo dessa cultura moderna em que o
sexo é uma identidade,
>> OK?
>> Em que ele define, então quando a gente
mexe com, vamos assim dizer, com esse
sagrado cultural, a reação sempre vai
ser da violência, porque a pessoa não
vai aceitar. Só que nós precisamos amar
a verdade e nunca deixá-la ela como um
aspecto popular.
E sempre será necessário a gente
defender a verdade. E é muito importante
isso, porque só que a cultura vai chamar
isso de ódio, de repressor, aquilo que
Deus vai chamar de amor. Como que amor
para eles é é distante daquilo que é o
padrão de Deus? Então, para Deus amar a
criança é proteger, não é sexualizá-la,
não é vendê-la, não é comercializá-la,
não é entregá-la pro mundo, pras coisas.
Então, para Deus amar o próximo é dizer
a verdade. E jamais vai ser afirmar a
mentir. Jamais vai se agradar você pela
sua escolha para me fazer de bonzinho ou
de bom na história. Então, amar a Deus
vai ser diferente. Para Deus amar
pessoas que têm essa opção é oferecer
graça e jamais o engano destrutivo. É
mostrar realmente o amor. Então, a
cultura sempre vai odiar a verdade, mas
a verdade vai sempre continuar
libertando. Só que isso tem crescido tão
grande e tão abundantemente no nosso
contexto hoje. E a gente precisa, como
sal da terra e luz do mundo, sempre
afirmar a verdade, demonstrando o amor,
o respeito, mas acima de tudo sem negar
a verdade, sem negar a essência. Nós
chegamos mais ao fim de um episódio e
deixe seu comentário, compartilhe, deixe
aí a sua crítica e compartilhe com
outros esse momento de crescimento, de
edificação. Que Deus abençoe você e até
o próximo.

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