Sermões Online

A fé vem pelo ouvir

Festa de Pentecoste: Jerusalém no Holofote – Êxodo 34 | Luiz Sayão | IBNU

Festa de Pentecoste: Jerusalém no Holofote – Êxodo 34 | Luiz Sayão | IBNU

Festa de Pentecoste: Jerusalém no Holofote – Êxodo 34 | Luiz Sayão | IBNU

Pentecoste vai muito além de uma celebração conhecida: mergulhamos nas raízes bíblicas dessa festa para entender como história, promessa, colheita, Espírito Santo e missão se conectam de maneira profunda. Exploramos o significado de Jerusalém no centro desse acontecimento extraordinário e descobrimos por que esse momento mudou completamente a trajetória da fé cristã.

Refletimos sobre a ligação entre Shavuot, a entrega da Lei, o nascimento do povo de Deus e a descida do Espírito Santo, revelando como a mensagem bíblica conecta redenção, esperança, restauração e propósito. Também percorremos a emocionante conexão entre Rute, Boaz, amor leal, promessa messiânica e o plano divino que alcança todas as nações.

Quando lidamos com dúvidas, sofrimento, espera, propósito espiritual e desejo de compreender mais profundamente as Escrituras, Pentecoste revela uma mensagem poderosa sobre transformação, presença de Deus e renovação interior.

Comunidade Saudável. Cidade melhor!

Contribua para os projetos IBNU:
Chave PIX (CNPJ): 08.802.770/0001-60
Banco Bradesco
Ag. 1445-1
CC. 35400-7

Contribua

Conheça mais:
[email protected]

Home

Siga-nos:
https://www.instagram.com/ibnusaopaulo/
https://www.facebook.com/ibnusp

Legendas automáticas:

E hoje tem festa. [música]
Festa? Mas que festa? Pessoal, acompanhe
com atenção,
em total sintonia, mensagem pro seu
coração. Hoje [música] é festa de
Pentecoste,
Jerusalém, no holofote. Quer saber mais?
Fique ligado e acompanhe [música]
conosco esta mensagem da IBNU, uma
comunidade saudável para um mundo
melhor. Não se esqueça, [música] se
inscreva no canal, aperte o sininho,
divulgue para os amigos, seja você um
amigo, um parceiro da IBNU.
[música]
Vamos agora refletir sobre o ensino da
palavra de Deus, que é tão importante
para a nossa vida nestes dias. A
tradição tanto da cristandade do
ocidente como também a tradição do
Oriente. Tá pensando na famosa festa do
Pentecoste, a descida do Espírito Santo.
Uau! [roncando]
Na tradição ocidental, a gente vai
comemorar uma semana antes daquilo que
vai acontecer no ambiente, por exemplo,
grego, ortodoxo, né? Quer dizer que nós
temos aí uma pequena variação de
calendário que não muda nada no sentido
dessa festa que é tão importante na
narrativa bíblica. Mas a gente deve
perguntar: "OK, eu ouvi falar do
Pentecoste e os Espíritos Santo chega,
os discípulos estão reunidos, aquilo que
vai acontecer de maneira especial. Mas
como é que foi isso mesmo? como é que a
gente pensa naquela reunião, por eles
estavam ali? O que que eles estavam
fazendo? Então, hoje nós vamos falar
sobre a festa de Pentecoste,
Jerusalém, no holofote. E para isso eu
queria começar lendo um texto aqui da
Bíblia que aparece no livro de Êxodo,
capítulo 34.
No finalzinho do versículo 21, indo
adiante, o texto diz assim: "Ninguém
compareça perante mim de mãos vazias.
Trabalhe seis dias, mas descanse no
sétimo, tanto na época de Arar como na
da colheita".
Celebre a festa das semanas na ocasião
dos primeiros frutos da colheita do
trigo e a festa do encerramento da
colheita no fim do ano. Três vezes por
ano todos os homens do seu povo
comparecerão diante do soberano o
Senhor, o Deus de Israel. Percebe no
tempo antigo ah do Israel eh na história
bíblica no Israel antigo, nós vamos ver
assim que havia três festas de
peregrinação. Por isso o texto diz que
ninguém deveria chegar lá de mãos
vazias, porque eles iam adorar a Deus.
Essa
festa tá dentro das chamadas três festas
que aparecem mencionadas aqui no verso
23. três vezes por ano, todos os homens
do seu povo comparecerão diante do
soberano Senhor. Então eles iam ao
santuário e isso se definiu como
peregrinação no próprio templo de
Jerusalém. E aí você vê o que que tá
acontecendo agora. E essa aqui é a festa
das semanas. E ela é chamada de então
festa de Pentecoste. Mais tarde a gente
vai entender porquê. Quando a gente olha
pro texto, a gente vai ver que em outras
passagens do Antigo Testamento, nós
temos uma referência a isso. Por
exemplo, em Êxodo, capítulo 23 verso 16,
o texto diz: "Celebrem a festa da
colheita dos primeiros frutos do seu
trabalho de semeadura.
Celebrem a festa do encerramento da
colheita quando no final do ano vocês
armazenarem as colheitas. A gente viu no
capítulo 34 que nós estamos falando de
colheita do trigo e essa festa de
encerramento da colheita. E ainda é
possível ali olhar o texto de Levítico,
capítulo 23, que vai dizer o quê, né? A
gente vai ver então agora a ligação,
como é que essa essa festa era chamada,
né? Ela é chamada, a gente conhece com o
nome de Pentecoste e ela é chamada de
Xavuote. A tradução de Xavuote é semanas
e até hoje no ambiente judaico ela é
chamada de festa de Xavuote. E por que
que ela veio a chamar ser chamada de
Pentecoste? Olha lá.
E Levítico 23 verso 15 diz: "A partir do
dia seguinte ao sábado, dia em que vocês
trarão o feixe da oferta ritualmente
movida, contem sete semanas completas."
E atenção, o verso 16, contem 50 dias.
Esse 50
é a palavra que foi traduzido pro grego
e deu origem 50 dias. da tradução é
Pentecoste
até um dia depois do sétimo sábado.
Então apresente uma oferta de cereal
novo ao Senhor. Quer dizer, um dia
depois do sétimo sábado, 7 x 7 49 dia
50. Onde quer que morarem, tragam de
casa dois pães feitos com dois jarros da
melhor farinha, cozidos com fermento
como oferta movida dos primeiros frutos
ao Senhor. Junto com os pães apresentem
sete cordeiros, cada um com um ano de
idade, sem defeito, um novo, dois
carneiros, eles serão um holocausto ao
Senhor, juntamente com as duas, com as
suas ofertas de cereal e ofertas
derramadas. é a oferta preparada no fogo
de aroma agradável ao Senhor. Então,
olha que coisa interessante. O que tá
acontecendo em Jerusalém é que aqueles
que tinham ouvido, né, sobre Jesus, os
próprios apóstolos, os discípulos, eles
estão reunidos e ali estão reunidos
pertinho ali do próprio templo, né? Ah,
quando eh eles estão obedecendo essa
orientação bíblica de três vezes por ano
se apresentarem ao Senhor. Então, tá
tendo essa festa, tá tendo essa
realidade ali presente, né? E e como é
que funciona isso? a gente ouviu falar
que nós temos aqui o que a gente chamou
de um tempo, eh, que envolvia a
colheita, porque essa festa das semanas
também é a chamada festa da colheita.
Então ela é chamada de festa das
semanas, festa da colheita, chavuote e
ela é chamada
também de festa, né, como é conhecida em
toda a tradição cristã de Pentecostes.
Então você pode olhar, né, veja só que
aquele tempo natural, o tempo agrícola
com a experiência, né, israelita antiga
com o Deus único. Aí você vê que esse
tempo natural e agrícola vão se revestir
um significado nessa relação com Deus. E
acontecia a colheita da cevada no final
de abril e em seguida a colheita do
trigo que é no final de maio. Agora a
gente entende a datação, às vezes
podendo cair no comecinho de junho. Por
isso havia o que era chamado as festas
dedicadas a Deus, ao Senhor. E aí você
vê as festas principais são a festa da
Páscoa, festa do Pentecoste e a festa
dos tabernáculos. Mas aí você pode ver,
né, como essas festas são distribuídas.
E é interessante que as festas, de modo
geral, as mais importantes, elas
aconteciam na transição. Por exemplo, a
festa da Páscoa é a festa que se
comemora aí no começo da primavera e é o
início do período de estiagem na terra
de Israel e na região. E aí quando a
gente tá mais adiantado 50 dias, já a
caminho do começo do verão, a gente tem
a festa de Pentecoste. nesse período que
é um período sem chuva e que acontece a
colheita. Quando chegamos em setembro e
outubro, aí você tem, né, o chamado ano
novo, judaico. Depois temos a festa do
dia especial do Yonkipuro, dia da
expiação ou do perdão e depois a festa
de tabernáculos. E aí começa de novo o
período chuvoso a partir daí. Então você
vê que tem toda uma conexão entre esse
calendário agrícola e aquilo que se
tornou as festas se tornaram as festas
dedicadas ao Senhor. Mas então,
meu querido, o que que a gente entende?
O que que acontece aí? Olha lá, primeira
coisa que chama atenção é que nesse
momento dessa dessa grande festa, dessa
grande celebração,
ah, os judeus estão celebrando a entrega
da lei, a entrega da Torá, quando houve
libertação
e eles vão, né, caminhar pelo deserto
aprendendo a sua relação de dependência
de Deus. Deus dá a lei ao povo. E por
que isso? Porque você vai se lembrar, os
israelitas são libertados do Egito na
ocasião da Páscoa e vão pro deserto e
vão caminhando, né, na direção daquilo
que é apresentado com a promessa da
terra chamada terra prometida, a terra
de Canaã. E aí quando eles estão, né, a
tradição em função até mesmo do desses
textos que nós lemos dizem: "Olha, foi
aí nesse contexto que Deus entregou a
lei". Aí você vê uma conexão, né, entre
a história e a geografia,
aquilo que se dá nesse cenário aí que se
celebra esse momento. Então, olhando
para isso, a gente vai tentar aqui ver
tudo o que aconteceu nesse momento,
quando, vamos assim dizer, nós temos a
primeira referência da festa de
Pentecoste mais antiga, essa festa que
vem lá de trás, né, que aparece aí no
Êxodo, aparece em Levítico. O que que
aconteceu no momento em que a lei é
entregue? Vamos ver. Primeira coisa, o
destaque para o lugar. A lei é entregue
no Monte Sinai. A segunda coisa é que
tudo que acontece se dá nos 50 dias
depois da Páscoa. Aí a lei então é
entregue na parte de Deus, quer dizer a
orientação de Deus para a vida, já que
Deus entra em aliança com Israel. E
quando isso acontece, a gente vai ver
uma descrição cheia, digamos assim, de
efeitos especiais, né? Você vai ver o
som de trombeta, a fumaça de fornalha
que aparece ali quando Deus vai falar
com Moisés. E é interessante que na
tradição judaica existe um midrache, né,
que é uma espécie de comentário,
eh, que fala às vezes de uma maneira
muito embelezada de certas coisas que se
deram no passado. E esse midras vai
dizer que essa palavra divina quando foi
dada, quando Deus fala, ela se
apresentou e foi traduzida em 70 línguas
diferentes, até para dizer que e seria,
vamos dizer, o total de povos que os
israelitas antigos conheciam, era um
número representativo desses povos. E aí
uma coisa interessante, porque a lei
divina é dada fora da terra prometida,
né? E ela quando é dada, ela se
apresenta nessas 70 línguas, conforme a
tradição. E por que que isso é
importante? Porque o legado que essa lei
de caráter espiritual e moral é um
legado que não se restringia ao mundo de
Israel e que haveria de se multiplicar
para as nações. E é interessante que
nesse momento é que nasce de fato Israel
como povo, porque nós conhecemos Abraão,
Isaque, Jacó, tal, mas a nação nasce
propriamente aí. E quando essa lei é
dada, o povo não permanece fiel. Vocês
conhecem a história do bezerro de ouro,
a história de Arão, como é que eles vão
lá praticar aquele momento de ato
idólatra? E o julgamento divino vai
dizer que por causa disso morrem 3.000
pessoas, conforme o relato bíblico. E
tudo isso vai estar celebrado,
relacionado
na história com o momento da colheita
agrícola, porque isso coincide na
memória histórica de quando eles saem e
a experiência na terra prometida. você
tem aí, vamos dizer, essa sobreposição,
né, histórico-geográfica com a questão
da realidade do momento da colheita.
Agora, olha que coisa interessante,
talvez nem todo mundo saiba disso, mas
ah, há certos pequenos livros na Bíblia,
né? você tem o livro lá de Lamentações,
né, de Eclesiastes,
de Rute, eh, de Ester, né, Cântico dos
Cânticos, que a tradição ela acabou
assim, eh, colocando esses livros em
sintonia maior com certos momentos
especiais. Então, por exemplo, na festa
de Purim, todo mundo leu o livro de
Ester. Na festa da Páscoa se lê o
Cântico dos Cânticos. E olha que coisa
interessante, na festa do Pentecoste,
esse Pentecoste que está no holofote lá
em Jerusalém,
o livro que a tradição consagrou, que a
gente deve ler, é o livro de Rute. E por
que será? Vamos ver. Olha que coisa
interessante, Rute e Noemi, nós temos
uma um relato no capítulo 2, mostrando
os versos 12 e 23,
quando a Bíblia diz o seguinte: "O
Senhor lhe retribua o que você tem
feito". Isso numa conversa de Boaz
falando para Rute. Que você seja
ricamente recompensada pelo Senhor, o
Deus de Israel. E uma frase muito bonita
sobre cujas asas você veio buscar
refúgio. E depois, mais adiante, assim,
Rute ficou com as servas de Boaz para
recolher espigas até acabarem as
colheitas da cevada e do trigo.
Entretanto, ela ficou morando com a sua
soga. Você percebe? Até acabarem as
colheitas da cevada e do trigo. Aí você
já pode olhar, né? Ou seja, abril e
maio, né? Quando Rute e Noemi voltam do
seu sofrimento na terra de Moabe. E por
que esse livro e qual é a ligação que
nós temos e que e que que existe de fato
entre Rute e o Pentecoste? Vamos ver.
Olha que coisa interessante. Quando a
gente abre o livro de Rute, logo no
começo, diz a Bíblia assim: "Na época do
juiz houve fome na terra. Um homem de
Belém de Judá, com a mulher, os dois
filhos, foi viver por algum tempo nas
terras de Moabe. O homem chamava-se
Elimele, sua mulher Noemi e seus dois
filhos Mal e Quilion, eram efrateus de
Belém de Judá. Chegaram a Moabe e lá
ficaram.
Morreu Elimeleque, marido de Noemi, ela
ficou sozinha com seus dois filhos. Eles
se casaram com mulheres moabitas, uma
chamada Orfa, outra Rute. Depois de
terem morado lá por quase 10 anos,
morreram também Malon e Kilion. E Noemi
ficou sozinha com seus dois filhos e sem
o seu marido. Você pode imaginar que que
é isso? Um casal que tem nomes
abençoados, né? O homem chama Deus é o
meu rei. A mulher chama agradável, né?
Prazer. E eles têm os seus filhos a fome
num lugar chamado Judá, abençoado por
Deus. Beleng quer dizer lugar de
alimento, casa do pão. E eles são
obrigados então a descer pelo Vale do
Rio Jordão e lá do outro lado pra terra
de um pessoal muito complicado. Esses
moabitas praticavam sacrifícios humanos.
Esses moabitas eles eram [roncando]
muito difíceis na sua postura, né? Eh, e
eles não tinham nem permissão de
entrar no espaço sagrado dedicado a Deus
em Israel. E de repente, né, eh, tudo
acontece do pior. Fica a Noemi sozinha,
ela tem essa nora que é Rute, que é
moabita, e elas chegam de volta na época
da colheita. E é interessante que
olhando um pouquinho para pra frente,
né, quando a gente olha o que aconteceu
no verso 15, 16 e 17, né, a gente vai
ver que Noemi aconselha Rute, veja, a
sua concunhada tá voltando pro seu povo,
pro seu Deus. Volte com ela. Rute,
porém, respondeu: Não insista comigo,
que te deixe e não mais acompanhe. Aonde
fores irei, onde ficares ficarei. O teu
povo será o meu povo. O teu Deus será o
meu Deus. Olha que coisa interessante.
Aqui você já vê algo curioso, que é uma
israelita que diante do seu sofrimento
enorme praticamente perdeu a fé e agora
ela tem uma atitude dessa moabita, né,
sua nora, que conheceu uma realidade
religiosa tão diferente, agora
[roncando]
apaixonada pelo
Deus revelado a Israel, a ponto de
dedicar a sua vida acompan acanhando a
sua sogra, vamos dizer, mesmo que ela
não tivesse condição de nada, ela vai
dizer: "Olha, onde você ficar, eu fico,
onde você tiver que pernoitar, eu
pernoito. O teu, eu vou pernotar. O meu,
o teu Deus é o meu Deus", né? E é
interessante, né? Que quando a gente
olha, né? Lá na frente, o verso 22 diz
que foi assim que Noemi voltou das
terras de Moabe com sua nora Rute
Moabita. Elas chegaram a Belém no início
da colheita da cevada. Ou seja, no mês
de abril. Que coisa, pessoal. Olha só. E
aí a gente vê um negócio tão
interessante, porque você tem, né,
Chavuot,
festa dedicada a Deus, entrega da lei,
manifestação especial de Deus no Monte
Sinai, aliança com Israel. A coisa assim
mais sublime, impressionante do outro
lado, o sofrimento inexplicável de uma
família que adorava a Deus e viu morte
atrás de morte. Nós temos uma família
numa dificuldade sem fim, [suspirando]
um problema de sobrevivência, mudando
para uma terra inóspita, passando por
luto, solidão, abandono, dor. E a
pergunta é: será que Deus havia se
esquecido deles? Nesse lugar onde o deus
Camos de Moabe era um Deus que exigia
até sacrifício humano e até sacrifício
de crianças. Que coisa mais
impressionante que a gente pode
encontrar. E aí você vai ver essa
situação quando ah vemos Noemi e Rute,
as duas, né, viúvas, e essa viúva volta,
né, para casa sozinha, machucada depois
de viver esse tempo num lugar
estrangeiro. E aí o texto vai dizer que
tudo veio de Deus. Como assim?
quer dizer a entrega da lei, a
manifestação sobrenatural do criador e
redentor. E ao mesmo tempo, de alguma
maneira que a gente não entende, Deus tá
presente na dor mais intensa e difícil
do ser humano. E isso aparece nesse
contraste que se encaixa aí na relação
do Deus eterno em meio à sua glória e o
nosso momento mais doloroso. E aí, que
que acontece? Rute vai lá tentar ajudar
sua sogra, ela vai colher, né? Ela vai
passar inclusive por uma situação de
muito risco enquanto ela tenta
sobreviver.
Ela é moabita, coisa que soaria muito
problemático nos olhos, nos ouvidos dos
israelitas antigos. E nisso surge uma
providência divina. A providência tão
interessante que é é curioso que quando
ela tá colhendo ali, ela entrou por
acaso no campo que pertencia a Boaz e
Boaz era parente que poderia se casar
conforme as leis antigas com a própria
Rute. Boaz então aparece como uma
espécie de redentor daquela situação. E
a Noemi tava tão ruim que ela nem
lembrou que ela tinha um parente que
podia ajudar. Mas o acaso, que é o que a
gente acha que tá acontecendo com os
nossos olhos, era um acaso sobre a
supervisão de Deus. Por isso que
ironicamente o texto vai dizer que isso
foi por acaso. E assim Rute vai ser
usada de modo especial pela bondade,
poder de Deus para resgatar o coração
dolor de Noemi. Noemi retoma a vida.
Boaz e Rute vão se aproximar. Renasce a
esperança e acontece. um casamento.
Agora, olha que coisa interessante.
Olha, olha, olha as conexões que
aparecem na Bíblia. A gente tem três
festas, né, especiais aí de peregrinação
que nós lemos agora quando, né, abrimos
aí a nossa reflexão. E as festas são
qual? São quais, né? É a festa da
Páscoa, né? a festa de sucote e a festa
de Xavuote. Então, tá aqui, ó. Páscoa tá
aqui no começo, na primavera, sucote tá
aqui no outono e aqui no meio tá jau no
calendário. Sabe o que que a gente lê
no livro, na ocasião da Páscoa, né,
quando é lida no contexto hebraico,
judaico, [limpando a garganta]
é lido o livro do Cântico dos Cânticos.
Porque assim, todas essas festas
envolvem o elemento relacional de Deus
com o ser humano e elas têm uma proposta
de amor. Amor em relação a Deus e amor
em relação ao próximo. Só que quando a
Páscoa dá início a essa libertação, esse
momento de euforia, o livro que fala de
amor fala de amor romântico, amor
intenso, amor apaixonado, aquela coisa
forte que aparece com beleza no cântico
dos cânticos. E quando a gente vê o
sucote lá na frente, vai acontecer
geralmente em outubro, às vezes final de
setembro,
Socot livro de Eclesiastes e é curioso
isso, né? O Coelet, que vai falar, vamos
dizer, de um amor amadurecido de alguém
já lá na frente depois de ter vivido
tudo, um amor assim meio de terceira
idade, sabe? Que olha para trás e fala:
"Isso aqui valeu a pena, isso não, isso
aqui tem substância". Isso não, eu
descobri que isso aqui é passageiro, né?
É interessante. E no meio, né, nós temos
exatamente, e aqui ganha destaque no
meio no calendário, a festa de Xavuote.
E Xavuot, adivinha só? A gente lê o
livro de Rut, não cântico dos cânticos,
nem eclesiaste Rut. E Rute é a palavra
que ganha destaque é a palavra. Que que
é?
Receber amor leal é a misericórdia
infalível
é essa, né? às vezes traduzir por amor,
misericórdia, fidelidade,
lealdade. É um amor que não pode falhar.
É o amor de casamento, que é o que
acontece com Boaz e Rute. E não só de
casamento, mas um amor prolífico,
diferente da paixão forte, diferente da
recordação sóbria. A gente tem essa
referência. Por isso o livro de Rute,
que celebra a coisa na festa da colheita
e tá ligado com o Pentecoste, ele vai
dizer o quê? Essa é a história dos
antepassados de Davi, desde Peres. Peres
gerou Esron, depois Rão, Aminadab,
Nassom, Salmom. Salmão gerou Boaz, Boá
gerou Obed, Obed gerou Jessé. E o Jessé
gerou Davi, que é o rei de Israel. E o
rei que tem uma aliança com Deus que vai
dar início à expectativa do rei Davídico
ou rei messiânico que vai trazer
salvação e redenção. Então, olha que
coisa interessante. Tudo isso tem
relação, né, com essas festas que acabam
tendo desdobramento com essa realidade
davídica, ou seja, com a esperança do
Messias. Então, as festas bíblicas, que
se tornam também as festas judaicas,
elas têm uma conexão. Que conexão é
essa? A Páscoa, os pães sem fermentos e
os primeiros frutos que acontece tudo
numa sequência, é o momento quando vai
acontecer a paixão, a morte e a
ressurreição de Jesus.
A próxima festa é Pentecoste. Olha que
coisa. A promessa de Jesus se cumpre e
vem o Espírito Santo. Então, essas
festas, vamos dizer, do primeiro momento
aí do primavera, início do verão, marcam
a primeira vinda do Messias Jesus. A
segunda,
vamos dizer, metade, né, dessas festas
que acontecem lá na frente, tem todo o
intervalo aí, tem as trombetas, que são
o ano novo judaico, Rosraxhaná, a festa
do Yonkipur, dia do perdão e da
purificação e tabernáculos, que envolve
a segunda vinda de Cristo, quando o som
da trombeta eccoar, anunciando a chegada
do reino de Deus de maneira definitiva,
com a expiação dos pecados, feitas de
maneira completa, terminando o seu
projeto de redenção. E aí Deus habitará
conosco e nós habitaremos com ele nas
festas dos tabernáculos, que tem a ver
com essa ah esse morar definitivo que
Apocalipse fala de Deus entre os homens.
Então nós vemos a relação interessante
de Jesus com o Pentecoste, Jesus com
Xavuote. E essa conexão
a gente vai ver que tem o desdobramento
então na festa do Pentecoste que a gente
vê em Jerusalém sob o nosso holofote.
Então vamos entender o que que acontece.
Olha só que coisa impressionante e
curiosidade extraordinária que eu quero
compartilhar com vocês. Você lembra
quando a gente viu lá como é que foi a
festa do Pentecoste original? Chavote,
como é que foi? Monte Sinai, 50 dias
depois da Páscoa, foi o momento da
entrega da lei. A gente viu lá que tem
som de trombetas, fumaça de fornalhas.
Aquela palavra ela se desdobra em 70
línguas, conforme o midrafe. Nasce
Israel como nação, morrem 3.000 no juízo
divino do bezerro de ouro. E é o momento
da colheita agrícola. Quando a gente
chega agora
no Xavuote de Jerusalém, no Pentecoste,
a gente vê, lembra? Não era Monte Sinai,
agora tá no Monte Sião, nesse lugar
importante em Jerusalém. 50 dias depois
da Páscoa, 50 dias depois da
ressurreição. Não foi dada a lei aqui,
agora é dado o espírito. O espírito vai
ter conexão com a lei. Não houve lá, a
gente viu, né, ali o as trombetas, o
barulho, o fogo, fumaça. Então agora vem
um vento muito forte com línguas de
fogo. É paralelo.
E aqui no Pentecoste, em Atos, nós vamos
ouvir as línguas das nações, daqueles
que estão lá. E nesse momento, já que lá
atrás nasceu a comunidade de Israel,
agora nasce a comunidade das nações que
põe fé no Messias. E agora a colheita,
ela é espiritual.
E enquanto morreram lá 3.000, agora
3.000 aqui alcançam vida em Jesus. O
paralelo é impressionante,
extraordinário, exponencial.
Então vamos ver como é que o texto mesmo
descreve isso. Chegando o dia de
Pentecoste, Atos 2, verso 1, estavam
todos reunidos num só lugar. De repente
veio do céu um som como de um vento
muito forte, encheu toda a casa na qual
estavam sentados e viram que parecia
línguas de fogo que se separaram e
pousaram sobre cada um deles. E todos
ficaram cheios do Espírito Santo e
começaram a falar noutras línguas
conforme o Espírito capacitava.
>> [suspirando]
>> Havia em Jerusalém judeus tementes a
Deus, vindo de todas as nações do mundo.
Ouvindo-se o som, juntou-se uma multidão
que ficou perplexa, pois cada um os
ouvia falar em sua própria língua. Que
coisa impressionante. E aí a gente vai
ver que lá atrás, quando Deus estabelece
a sua relação com Israel, Israel passa
por um processo histórico extraordinário
que começa e tem o foco e se desdobra
naquilo que era a razão de ser desse
projeto divino, que é a missão.
[roncando] E olha só o que que acontece
quando a gente vê a descrição de Israel
e as nações. Israel é formado por Deus.
é oprimido na escravidão egípcia, é
libertado, é separado, né? Um tesouro
especial, separado por Deus. E apesar de
todo esse histórico favorável, o povo
termina se se desviando. Eles rompem,
eles praticam coisas inaceitáveis, se
desdobr em idolatria, injustiça. Mesmo
assim, o Deus que ama aqueles com quem
ele faz aliança, assim como é descrito
no livro de Oséias, um Deus que vai
trazer esse povo de volta. Então, mesmo
na sua fragilidade, Israel é tornado
bênção e tem toda a expectativa,
esperança e promessa de ser restaurado.
E Atos 2 configura isso de maneira
clara, com esse foco dessa missão, né?
Como é que esse grupos que estão aqui
são todos judeus ou pessoas ligadas ao
judaísmo da época e que vão experimentar
esse momento extraordinário da história
bíblica. Atônitos e maravilhados. Eles
perguntavam: "Caso não são galileus
todos esses homens que estão falando?
Então como os ouvimos cada um de nós em
nossa própria língua materna? Partos,
medos, elamitas, habitantes da
Mesopotâmia, Judeia, Capadócia, do ponto
da província da Ásia. Frí, Panfíria,
Egito, das partes da Líbia, próximo a
Sirene, visitantes vindos de Roma, tanto
judeus como convertidos ao judaísmo,
cretenses e árabes, nós os ouvimos
falar, declarar as maravilhas de Deus em
nossa própria língua. Atônitos e
perplexos, todos perguntaram uns aos
outros: "O que significa isso?" Os que
aceitaram a mensagem foram batizados e
olha lá, e naquele dia houve um
acréscimo no dia de cerca de 3.000
pessoas. Agora veja que coisa
impressionante. Olhe bem esse quadro que
a gente apresenta para mostrar agora o
caminho da colheita das nações sobre o
poder do espírito. Então você vai ver aí
que todos esses lugares citados em Atos
2, eles fazem uma espécie de círculo em
torno de Jerusalém. Então você tem lá,
né, eh eh o Egito, você tem Sirene, que
é a antiga Líbia, Creta, Roma, a
província da Ásia, Frija, Panfíilha,
Ponto, Capadócia, Mesopotâmia,
a região onde estavam os partos, né, os
elamitas, a média também, que é a antiga
localidade, tudo na onde era a antiga
Pérsia e até mesmo a Arábia. Você
percebe que coisa extraordinária essa
relação? E aí a gente chega no ponto
nevrálgico e central dessa questão do
Pentecostes, que é a vinda do espírito,
a descida do Espírito Santo.
O Espírito Santo que chega agora chega
sob a promessa deixada por Jesus nesse
contexto da nova aliança. Então vamos
ver o que é que Jesus disse sobre o
Espírito Santo que haveria de acontecer.
E que nós vemos o espírito chegando para
fazer o quê? Vamos ver. Olha lá, em João
14 verso 25, a Bíblia diz assim: "Tudo
isso lhes tenho dito enquanto ainda
estou com vocês. Palavras de Jesus. Mas
o conselheiro, o consolador, o Espírito
Santo que o Pai enviará em meu nome,
[roncando] lhes ensinará todas as coisas
e lhes fará lembrar tudo o que eu lhes
disse. Deixo-lhes a paz. A minha paz
lhes dou, não a dou como o mundo a dá.
Não se perturbe o seu coração, nem
tenham medo. O Espírito vai ensinar
todas as coisas e vai fazer o todos
lembrarem do que Jesus disse. No
capítulo 16, a Bíblia diz: "Tenho ainda
muito que lhes dizer, mas vocês não
podem suportar agora. Mas quando o
espírito da verdade vier, ele os guiará
toda a verdade. Vai guiar a verdade. Ele
é o espírito da verdade. Não falará por
si mesmo. Falará apenas o que ouvir e
lhes anunciará o que está por vir. Ele
me glorificará porque receberá do que é
meu e o tornará conhecido a vocês. Tá
vendo? verdade, guiar a verdade, tornar
conhecido. Tudo que pertence ao Pai é
meu. Por isso, eu disse que o Espírito
receberá do que é meu e o tornará
conhecido a vocês. Ou seja, o foco é o
espírito vem e tudo aquilo que parece
que não tinha entrado direito na cabeça
dos discípulos, parece que não tinha se
encaixado. Tudo que Jesus fala, o seu
ensino, a sua verdade, toda a sua
orientação. Na hora do vamos ver, parece
que os discípulos não conseguem, como a
gente pode dizer, digerir isso, né? É
como se, sabe, falando em linguagem mais
recente, é como você ter um aplicativo
assim no tablet ou no celular, só que
ele não funciona, ele não tem nada
executável assim. Então aquilo tá lá,
mas parece que não sei. E a resposta é:
sabe quem vai fazer isso entrar em ação?
É o espírito. Aí você vai ver a coisa
mais interessante, impressionante da
mensagem bíblica e que tem a ver com o
Pentecoste é a relação entre a lei, o
espírito e o amor. Esse amor do
[roncando] récede divino. Que história é
essa, Saião? me diga. Então, lembra que
foi dada a lei? Como é que é a lei? A
lei tá em tábuas de pedra e ela nos diz
o que devemos fazer. Esse conteúdo total
da lei é muito grande e na hora de
caminhar, se a gente não tá com
orientação interna bem definida, essa
lei acaba nem ajudando muito. Ela apenas
mostra que a gente falhou. Ela traz uma
espécie de condenação, ela traz um
sentimento ruim, ela mostra a nossa
inaptidão. Então assim, a lei que era
para ser uma coisa favorável se tornou
um problema, um desafio. Aí é
interessante que no Pentecoste, no
paralelo com o que aconteceu lá atrás no
Sinai, a gente tem em vez da lei a vinda
do espírito. O espírito é paralelo da
lei. E aí nós vamos ver como esse amor
divino, esse amor que é é fértil, que
que aponta pra colheita, como é que isso
se desdobra? E a gente vai entender
aquilo que Hebreus capítulo 8 vai dizer,
porque vai explicar a relação entre os
dois. Vamos ver. Olha lá.
Pois se aquela primeira aliança fosse
perfeita, a aliança não era ruim, ela
não tem defeito. Ela não é, ela não é
perfeita. Ela não é completa.
Se ela fosse perfeita, não seria
necessário procurar um lugar para outra.
Deus, porém, achou o povo em falta e
disse: "Por que o povo em falta? Porque
eles adoraram o bezerro de ouro. Eles
foram buscar os deuses das nações. Eles
falharam, eles erraram no ponto número
um da aliança. Não tenham outros deuses
além de mim." Então, que que o profeta
Jeremias vai dizer e que Hebreus retoma?
Agora ele diz o seguinte: "Estão
chegando os dias", declara o Senhor,
"quando farei uma nova aliança com a
comunidade de Israel, com a comunidade
de Judá?" Lembrando que todos que estão
aqui em Hebreus em Atos são de contexto
judaico. [suspirando]
Não será como a aliança que fiz com seus
antepassados quando os tomei pela mão
para tirá-los do Egito. Tá vendo que a
referência é a aliança feita lá no Sinai
mesmo. Visto que eles não permaneceram
fiéis à minha aliança, eu me afastei
deles, diz o Senhor. Então você tá
vendo? Olha, pessoal, o que nós vamos
abordar aqui é aquilo que aconteceu lá
na aliança mosaica, na aliança do Sinai,
que tem a ver com a entrega dos
mandamentos e a falha humana para
obedecê-los. E aí o texto continua e
diz: "Esta é a aliança que farei com a
comunidade de Israel depois daqueles
dias", declara o Senhor: "Porei minhas
leis em sua mente e as escreverei em seu
coração. Serei o seu Deus e eles serão o
meu povo."
Você viu que coisa impressionante?
A lei que antes estava onde?
simplesmente externa, nas tábuas de
pedra, no código que eu preciso olhar e
ver o que eu faço. E você sabe que isso
não adianta. A pessoa, por exemplo, um
advogado mal intencionado, ele pode
conhecer todas as leis e tentar
driblá-las para fazer o que ele bem
entende, como acontece com muita gente
no ambiente religioso também. E aqui o
que que a gente vai ver? Eu porei as
leis na sua mente e escreverei no seu
coração. Serei o seu Deus, ele será o
meu povo. Quer dizer, aí nasce pelo
poder do Espírito desejo de agradar e de
obedecer a Deus. Olha só, ninguém mais
ensinará o seu próximo, nem o seu irmão,
dizendo: "Conheço o Senhor". Não era
para tornar o Senhor conhecido. Tudo que
Jesus falou, eles deveriam lembrar e
conhecer,
porque todos eles me conhecerão desde o
menor até o maior, porque eu lhes
perdoarei a maldade e não me lembrarei
mais dos seus pecados. Então a gente vê
um negócio extraordinário marcado por
esse amor divino, amor de aliança, amor
poeticamente decantado no livro de Rute,
quando aquela moça gentílica
vai trazer fé ao coração da sua sogra
[roncando]
hebraica de uma maneira especial. E aqui
a gente vê essa troca especial ao mesmo
tempo, né, que esse espírito que age
inicialmente num ambiente exclusivamente
judaico, ele transborda para as nações,
conforme a proposta original que tem
desdobramento aqui em Atos. E aí a gente
vai ver como é que a gente entende a
relação desse amor que mexe com as leis
sob a direção do espírito. As leis são
613
leis contadas pelos sábios nos livros da
lei de Gênesis a Deuteronômio.
O resumo emblemático da Torá, da
instrução divina, são os 10 mandamentos
que nós vemos em Êxodo 20. E vemos
também em Deuteronômio 5, quando Jesus
vai falar sobre isso, ele diz algo muito
especial em Mateus 22:40.
Ele vai dizer o seguinte, que
mamar a Deus sobre todas as coisas que
aparece em Deuteronômio, capítulo 6 ali
no verso 5, [suspirando]
e amar ao próximo como a si mesmo, que
aparece lá em Levítico 19:18, ele diz:
"Olha, esses são essas são as diretrizes
da lei." Literalmente o texto diz assim:
"Todos os mandamentos estão eh
dependados
nesses dois princípios fundamentais, ou
seja, todos os mandamentos
gravitam em torno do que significa amar
a Deus sobretudo e ao próximo com a si
mesmo." O que quer dizer isso? Quer
dizer que quando eu leio um mandamento,
uma lei, uma orientação, né? Quando você
lê leis no Antigo Testamento, você não
entende porque você tem, vamos dizer,
uma regulamentação e por trás dela tem
um princípio que quando você não conhece
a língua original, não conhece o
contexto, não conhece a cultura, não
conhece a história, você não entende
direito, né? Mais um mandamento simples,
ó. Não corte o cabelo do lado da cabeça.
Quer dizer, não faça alguma coisa que
possa atingir a sua tpora e causar dano
a ponto que você vai morrer. Quer dizer,
um mandamento que parece uma coisa sem
sentido, ele tem um princípio de
manutenção de vida.
Então, quer dizer, se a gente entender
direito dirigido pelo espírito, todos os
mandamentos são, em última instância,
uma maneira de amar Deus ou de amar o
próximo. E é isso que o espírito faz
quando vem para a pessoa que está na
nova aliança, em sintonia com o Messias
descendente
da história de Rute, daquele nascimento,
né, que lá atrás vai se desdobrar no rei
Davi, a gente vê uma mudança
significativa na nossa vida pelo
espírito que nos faz receber o amor de
Deus, amar Deus.
entrar nessa sintonia prolífica e
poderosa e que se desdobra para as
nações e que leva a pessoa a querer amar
a Deus, obedecer a Deus, fazer a sua
vontade, não porque foi constrangido por
fora ou porque está ameaçado, porque tem
medo ou porque é obrigado, porque esse
constrangimento vem de dentro pelo poder
do Espírito de Deus.
lá que desceu em Jerusalém, no
Pentecoste, sob esse magnífico holofote.
Deus abençoe a nossa vida, abençoe o
nosso coração para a compreensão dessa
verdade e que ela se desdobre de modo
espiritualmente poderoso na nossa vida.
Amém.
[música]

Tags: